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LEGISLAÇÃO DO
Evolução Histórica das
Políticas de Saúde no Brasil
@SUSRESUMIDO
ESQUEMATIZADA
SUS Resumido
SUS Resumido
É PROIBIDA qualquer meio de compartilhamento, distribuição
ou comercialização do conteúdo sem a autorização do (s) autor
(es).
A violação de direitos sobre este documento é CRIME DE
PIRATARIA (art. 184 do Código Penal brasileiro, com pena de 3
meses a 4 anos de reclusão ou multa).
AVISO LEGAL
CUIDADO!
 Material produzido por susresumido.com 
 SUMÁRIO 
 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE ___________ 3 
 1.1 - BRASIL COLÔNIA (1500-1822) ____________________________ 3 
 1.2 - BRASIL IMPÉRIO (1822-1889) ____________________________ 5 
 1.3 - REPÚBLICA VELHA (1889-1930) _________________________ 6 
 1.4 - ERA VARGAS (1930-1964) ____________________________ 8 
 1.5 - AUTORITARISMO (1964-1985) ___________________________ 9 
 1.6 - NOVA REPÚBLICA (1985-1988) _______________________ 10 
 1.7 - MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE ___________________ 16 
 1.8 - HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA _____________________ 20 
 1 
 HISTÓRICO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE NO BRASIL - susresumido.com 
 ATENÇÃO 
 Este material é um RESUMO , e está ATUALIZADO conforme a literatura 
 mais cobrada nas provas de concursos e residências. 
 Para qualquer uma dessas hipóteses solicitamos a comunicação, 
 exclusivamente , por e-mail: suporte@susresumido.com 
 Só assim poderemos ajudar a esclarecer suas dúvidas. 
 Autor: Bruno Costa Silva 
 2 
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mailto:suporte@susresumido.com
 HISTÓRICO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE NO BRASIL - susresumido.com 
 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS POLÍTICAS 
 DE SAÚDE 
 1.1 - BRASIL COLÔNIA (1500-1822) 
 Doenças 
 Para os Indígenas as doenças eram (GOMES, 2016, 
 MIRANDA, 2017): 
 ● Castigos e provações , impostas por seres 
 sobrenaturais; influência dos astros, agentes 
 climáticos, pragas e feitiços. 
 Curandeirismo 
 Figura do Pajé , nas comunidades indígenas 
 (MIRANDA, 2017): 
 ● Mistura de profeta e médico ; 
 ● Atuava como intermediário entre o mundo 
 humano e espiritual ; 
 ● Possuía conhecimento das propriedades 
 curativas das ervas; 
 ● Utilizava as ervas para tratar doenças . 
 Físicos e 
 cirurgiões 
 barbeiros 
 ● Cirurgiões-barbeiros (MIRANDA, 2017): 
 ○ Ampla autorização para realizar cirurgias ; 
 ● Barbeiros : Tinham funções mais limitadas 
 (MIRANDA, 2017). 
 ○ Aplicar ventosas ; 
 ○ Realizar sangramento ; 
 ○ Extrair dentes . 
 Padres Jesuítas 
 Assistência aos doentes (BRASIL, 2005; OLIVEIRA, 
 2012): 
 ● Medicamentos e alimentos ; 
 ● Introdução de práticas médicas disciplinadas: 
 3 
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 ○ Isolamento 
 Santas Casas 
 de Misericórdia 
 ● Surgiram em áreas economicamente relevantes 
 (SCOCUGLIA TAVARES, 2009; CHAVES, 2011): 
 ● 1ª → Fundada em Santos por Brás Cubas em 
 1543 ; 
 ● 2ª → Fundada em Salvador por Tomé de Sousa 
 em 1549. 
 Chegada da 
 Família Real no 
 Brasil 
 ● No Brasil, a política de saúde direcionou seus 
 esforços para aprimorar o bem-estar da 
 população, visando proteger tanto a saúde 
 pública quanto a qualidade dos produtos 
 comerciais . Foi implementado (BRASIL, 2005; 
 OLIVEIRA, 2012): 
 ○ Medidas de controle de epidemia; 
 ○ Saneamento e proteção das cidades 
 portuárias; 
 ○ Observação das doenças e dos doentes; 
 ○ Quarentena → para evitar propagação das 
 doenças. 
 Abaixo, resumimos pontos importantes do período colonial no Brasil, 
 frequentemente abordados em provas de concursos e residências: 
 📌 Teoria Miasmática 
 As emissões de elementos do ambiente eram consideradas 
 causadoras de doenças, pois naquela época ainda não se tinha 
 conhecimento da existência dos microrganismos (BRASIL, 2005). 
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 Antigamente, acreditava-se que o ar era a principal fonte de 
 doenças, pois transportava gases nocivos (miasmas) 
 provenientes da decomposição de matéria orgânica em 
 estado de deterioração (BRASIL, 2005). 
 A decomposição desse material vinha de águas paradas em pântanos , 
 onde eram levados elementos orgânicos de cemitérios, muitas vezes 
 localizados no centro das cidades, o que contaminava o ambiente ao redor, 
 “infeccionando o ar” (BRASIL, 2005). 
 📌 Alvará de 22 de Janeiro de 1810 
 Uma das primeiras normas para controle sanitário de 
 indivíduos/viajantes, cargas/mercadorias e embarcações nos portos 
 brasileiros. Marco da vigilância em saúde em fronteiras no país , com 
 medidas contra doenças contagiosas (BRASIL, 2005). 
 1.2 - BRASIL IMPÉRIO (1822-1889) 
 Ações de combate a doenças transmissíveis; 
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 Era 
 Bacteriológica 
 Ocorreu na segunda metade do século XIX e 
 início do século XX , foi marcada pelo 
 desenvolvimento da bacteriologia e da 
 descoberta dos microrganismos . Essa época 
 possibilitou a identificação dos agentes etiológicos 
 das doenças (BRASIL, 2005; MASTROMAURO, 2011). 
 Teoria da 
 Unicausalidade 
 Avanço além da Teoria Miasmática. O modelo 
 unicausal de doença , centrado em uma única 
 causa (agente etiológico) , foi efetivo na prevenção 
 de doenças infecciosas, porém não considerava as 
 múltiplas causas presentes em outras 
 enfermidades (BATISTELLA, 2007; MASTROMAURO, 
 2011). 
 1.3 - REPÚBLICA VELHA (1889-1930) 
 ● Avanço da Bacteriologia; 
 ● Medicina higienista; 
 ● Planejamento das cidades; 
 ● Doenças de destaque: Cólera, peste bubônica, febre-amarela, varíola, 
 tuberculose, hanseníase e febre tifoide. 
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 🗓 1903 : Nomeação de Oswaldo Cruz como Diretor do Departamento 
 Federal de Saúde Pública: 
 Revolta da 
 Vacina 
 Em 1904 , Oswaldo Cruz enfrentou um grande desafio 
 ao lidar com surtos de varíola. Ele propôs a vacinação 
 obrigatória em massa realizada por uma brigada 
 sanitária , o que gerou revolta na população, conhecida 
 como a Revolta da Vacina (SILVIA; TEIXEIRA; COSTA, 
 2014). 
 Modelo Campanhista: 
 Campanhas de 
 combate 
 As campanhas de combate à febre-amarela , peste 
 bubônica e varíola , juntamente com as medidas para 
 promover a higiene urbana , envolviam a aplicação de 
 medidas jurídicas obrigatórias , como notificação de 
 doenças, vacinação obrigatória e vigilância sanitária 
 (BRASIL, 2005). 
 Ações de saúde (SILVA; TEXEIRA; COSTA, 2014): 
 ● Registro demográfico: Adquirir conhecimento sobre a estrutura e 
 informações essenciais relevantes para a sociedade; 
 ● Uso do laboratório: Importante no diagnóstico etiológico; 
 ● Fabricação organizada de produtos profiláticos: Uso pela 
 população; 
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 ● Foram criados órgãos especializados para combate de: 
 ● Expansão do saneamento para outros Estados; 
 ● 🗓 1923 : Convênio entre Brasil e Fundação Rockefeller para 
 cooperação médico-sanitária e programas de erradicação de 
 endemias; 
 ● g 1923: Lei Eloy Chaves, que é o marco do início da Previdência 
 Social no Brasil e criou as Caixas de Aposentadorias e Pensões 
 (CAPs) . 
 1.4 - ERA VARGAS 1 (1930-1964) 
 1 Muitas bancas de concursos consideram que a Era Vargas ocorreu no período de 1930 a 
 1964, por ser o principal governo desse período. Porém, alguns autores dividem esse 
 período em Era Vargas (1930-1945) e Repúblicas Populistas (1945-1964). Se liga hein! 😉 
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 🗓 1933: Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs) - Organização dos 
 trabalhadores por categorias profissionais ; 
 g 1953 : Lei n.º 1.920/1953 desmembrou o MESP e criou o Ministério da 
 Saúde (MS) e o da Educação e Cultura (MEC). 
 1.5 - AUTORITARISMO (1964-1985) 
 ● Saúde Pública de baixa qualidade; 
 ● g 1966 : União dos IAPs, o que culminou na criação do Instituto 
 Nacional de Previdência Social ( INPS ); 
 ● g 1977 : Criação do Instituto Nacional de Assistência Médica da 
 Previdência Social ( INAMPS ). 
 g 1970: Movimento da Reforma Sanitária (BRASIL, 2007; OLIVEIRA, 2012): 
 Reforma 
 Sanitária 
 ● Surgiu da indignação de alguns setores da 
 sociedade sobre a horrível situação do setor da 
 saúde; 
 ● Fim da década de 70 e início da década de 80 e 
 continua até hoje; 
 ● Formado por: Técnicos e intelectuais, partidos 
 políticos, diferentes correntes e tendências e 
 movimentos sociais diversos; 
 ● Marco: 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986). 
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 🗓 1978 : Conferência de Alma-Ata: 
 Conferência de 
 Alma-Ata 
 ● Impulsionou discussões em vários países 
 acerca da relevância da a tenção primária à 
 saúde ; 
 ● Estimulou a exploração de um novo 
 paradigma de cuidados de saúde. 
 g 1983: Introdução das Ações Integradas de Saúde - AIS (RONCALI, 2003; 
 OLIVEIRA, 2012): 
 1.6 - NOVA REPÚBLICA (1985-1988) 
 g 1986 : Oitava Conferência Nacional de Saúde: 
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 Oitava Conferência 
 Nacional de Saúde 
 Pela primeira vez no país, essa conferência 
 permitiu que a sociedade civil participasse na 
 criação de novas ideias para a saúde, seguindo o 
 princípio de “saúde para todos, responsabilidade 
 do Estado”. Suas decisões principais ajudaram a 
 criar o SUS na Constituição de 1988 (BRASIL, 
 2007; OLIVEIRA, 2012). 
 Os 3 principais temas abordados na conferência foram (BRASIL, 2009): 
 🗓 1987 : Fundação do Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde 
 (SUDS); 
 g 1988 : O SUS é institucionalizado na Constituição Federal de 1988: 
 ● Seguridade Social (artigos 194 e 195); 
 ● Saúde (artigos 196 à 200). 
 g 1990 : Regulamentação do SUS pelas Leis Orgânicas da Saúde: 
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 Lei n.º 8.080/90 de 19 
 de setembro de 1990 
 Dispõe sobre: 
 As condições para a promoção, proteção e 
 recuperação da saúde, a organização e o 
 funcionamento dos serviços correspondentes e 
 dá outras providências. 
 Lei n.º 8.142/90 de 28 
 de dezembro de 1990 
 Dispõe sobre: 
 A participação da comunidade na gestão do 
 Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as 
 transferências intergovernamentais de recursos 
 financeiros na área da saúde e dá outras 
 providências. 
 Evolução da Medicina Previdenciária: 
 Vamos simplificar 
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 Havia dois tipos de sistemas de previdência e assistência: 
 Nas CAPs (1923-1933), cada empresa tinha seu próprio sistema de 
 previdência e saúde , sem influência externa de outras empresas. Seu 
 financiamento era: 
 Nos IAPs (1933-1966), cada categoria profissional tinha seu próprio sistema 
 de previdência, sem influência externa de outras categoriais. Seu 
 financiamento era: 
 O INPS (1966-1977) unificou os IAPs, e todas as categorias profissionais 
 passaram a ter apenas um único sistema previdenciário. Era gerido pelo 
 governo, e responsável pela assistência médica e previdência social. 
 Posteriormente, com a lei n.º 6.439/1977, que criou o Sistema Nacional de 
 Previdência e Assistência Social (SINPAS), o INPS subdividiu-se em três: 
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 1. Instituto de Administração Financeira da Previdência Social (IAPAS); 
 2. INPS; 
 3. INAMPS (1977). 
 O INAMPS cuidava da saúde dos trabalhadores inscritos na previdência e 
 seus dependentes. 
 Agora é hora de revisar o conteúdo abordado: 
 Principais aspectos da saúde pública no Brasil durante a República 
 República Velha 
 (1889-1930 ) 
 ● A qualidade e eficácia dos cuidados de saúde, 
 tanto públicos como privados, eram limitadas; 
 ● Ênfase em campanhas preventivas e de 
 combate a doenças transmissíveis e endemias 
 rurais; 
 ● A população carente recebia atendimento de 
 saúde através das Santas Casas de Misericórdia; 
 ● As Caixas de Aposentadorias e Pensões (CAPs), 
 criadas em 1923, marcaram o início da 
 assistência médica previdenciária, voltada 
 apenas para trabalhadores de certas empresas. 
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 Era Vargas 
 (1930-1964) 
 ● A saúde pública, inicialmente a cargo do 
 Ministério da Saúde e Educação Pública (MESP) 
 e depois, do Ministério da Saúde (MS), era 
 limitada e de baixa qualidade; 
 ● Cuidados médicos dos IAPs eram destinados 
 apenas a algumas categorias de trabalhadores 
 remunerados; 
 ● A partir de 1933, os IAPs substituíram as CAPs. 
 Autoritarismo 
 (1964-1985) 
 ● Ministério da Saúde com saúde pública 
 limitada e de baixa qualidade; 
 ● IAPs unificados formaram o INPS em 1966; 
 ● INAMPS criado em 1977, separando a 
 assistência médica do INPS; 
 ● Setor privado foi privilegiado pelas políticas de 
 saúde; 
 ● Assistência médica (INPS e INAMPS) para 
 trabalhadores e dependentes, posteriormente 
 estendida aos rurais (final da ditadura); 
 ● Falência do INAMPS, devido à assistência à 
 saúde previdenciária focada na doença e em 
 tratamentos, de alto custo e baixa qualidade; 
 ● Reforma Sanitária iniciada nos anos 1970; 
 ● Criação do Plano CONASP estabelecido em 
 1981, AIS implantadas em 1983. 
 Nova República 
 (1985-1988) 
 ● Crescimento da Reforma Sanitária; 
 ● 8ª Conferência Nacional de Saúde em 1986; 
 ● Começo da descentralização da saúde para 
 estados e municípios; 
 ● Surgimento do SUDS em 1987 e do SUS em 
 1988. 
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 Pós-Constituinte 
 ● Incorporação dos princípios e diretrizes do SUS; 
 ● Saúde: direito de todos e dever do Estado; 
 ● Obstáculos para implementar o SUS; 
 ● Fim do INAMPS via Lei 8.689/1993; 
 ● Conflito com grupos contrários ao SUS por 
 interesses econômicos; 
 ● Dificuldades na consolidaçãodo SUS: gestão 
 frágil, corrupção, falta de recursos e foco 
 hospitalar (modelo biomédico). 
 1.7 - MODELOS DE ATENÇÃO À SAÚDE 
 Modelo Biomédico 
 Paim (2008) descreve, as características predominantes da abordagem 
 médica flexneriana (conhecida como modelo biomédico), conforme 
 apontado no Relatório Flexner (1910): 
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 📌Modelo Biomédico 
 O modelo biomédico (ou modelo médico assistencial privatista) está 
 fortemente ligado a diagnósticos e tratamentos , sem considerar a 
 complexidade das questões de saúde e doença, nem as particularidades 
 das pessoas e famílias, em um contexto social, econômico, ambiental, 
 político e cultural. 
 Destacam-se as seguintes características desse modelo, que ainda 
 prevalece no Brasil, infelizmente (PORTELLI, 2002; PAIM, 2008; FERTONANI 
 et al., 2015): 
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 Segundo a Portaria do MS n.º 4.279/2010, que guia a 
 Rede de Atenção à Saúde (RAS) no SUS, o atual modelo 
 de cuidados de saúde, centrado em ações curativas e 
 estruturado na oferta de serviços médicos (modelo 
 biomédico), é inadequado para os desafios presentes e 
 futuros da saúde , conforme sua organização e diretrizes. 
 Assim, o modelo de atenção preconizado na regulamentação do SUS 
 contrasta com o atual enfoque na doença e atendimento imediato. Ele 
 advoga por uma abordagem interdisciplinar para a promoção da saúde, 
 englobando diferentes saberes, colaboração entre profissionais de saúde, 
 foco em grupos vulneráveis e aprimoramento das intervenções em 
 condições crônicas (BRASIL, 2010a). 
 Modelo Sanitarista: 
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 Modelos de Saúde Alternativos: 
 A partir dos anos 1970, surgiu uma discussão 
 internacional para superar os modelos tradicionais de 
 atenção à saúde. No Brasil, esses modelos buscam 
 corrigir as falhas do modelo biomédico e do 
 sanitarista, considerando características destacadas 
 por Fertonani et al. (2015) e Paim (2008): 
 Neste esquema, resumimos de forma simples o estudo dos diferentes 
 modelos de cuidados de saúde: 
 Contínua na próxima página → 
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 1.8 - HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA 
 Abordaremos o conceito de "História Natural da doença", conforme 
 definido por Leavell e Clark (1976): 
 Antes de explorar a história natural da doença, é relevante destacar que a 
 saúde e a doença sempre foram temas centrais na vida humana. Ao longo 
 da história, diferentes modelos surgiram para explicar esses conceitos, 
 muitas vezes relacionados aos sistemas de produção e reprodução de cada 
 sociedade (FONSECA; CORBO, 2007). 
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 Ao longo da história, a perspectiva sobre saúde está ligada 
 às condições sociais, econômicas e ao conhecimento 
 científico da época, conforme descrito por Fonseca e 
 Corbo (2007): 
 Essas mudanças refletem a evolução do pensamento ao longo do tempo. 
 A história natural da doença é o curso natural que uma doença segue, 
 desde o seu início até a sua resolução, na ausência de intervenção médica 
 (OPAS, 2010). Isso ocorre em dois períodos sequenciais (ROUQUAYROL; 
 GURGEL, 2013): 
 21 
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 Existem quatro níveis de prevenção (BRASIL, 2010b): 
 Prevenção 
 Primária 
 Evitar causas e fatores de risco antes do 
 desenvolvimento de problemas de saúde, 
 incluindo promoção da saúde e proteção 
 específica. 
 Prevenção 
 Secundária 
 Detectar problemas de saúde em estágios 
 iniciais, permitindo diagnóstico precoce e 
 tratamento, reduzindo a disseminação e 
 impactos a longo prazo. 
 Prevenção 
 Terciária 
 Reduzir danos funcionais decorrentes de 
 problemas agudos ou crônicos por meio de 
 reabilitação. 
 Prevenção 
 Quaternária 
 Identificar riscos de intervenções médicas 
 excessivas e sugerir alternativas éticas para 
 proteger os pacientes. 
 📌 ATENÇÃO 
 Recentemente, tem-se discutido a prevenção quinquenária como uma 
 medida importante na saúde, especialmente em relação à Síndrome de 
 Burnout entre profissionais de saúde. Este distúrbio pode afetar 
 negativamente o cuidado ao paciente, destacando a necessidade de 
 cuidar do bem-estar dos profissionais de saúde (SANTOS, 2014). Isso ficou 
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 particularmente evidente durante a pandemia de COVID-19, quando as 
 condições de trabalho caóticas e o cansaço da equipe de saúde se 
 tornaram comuns. A prevenção quinquenária, centrada na qualidade de 
 vida dos cuidadores , está ganhando destaque, sendo vista como 
 igualmente relevante às medidas de proteção primária, secundária, 
 terciária e quaternária (SANTOS, 2019). 
 23 
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 Referências 
 ALMEIDA, L. M. Da prevenção primordial à prevenção quaternária. Rev. Port. Sau. Pub. Lisboa, PT, v. 
 23, n. 1, p. 91-96, 2005. 
 AYRES, J. R. C. M. Organização das Ações de Atenção à Saúde: modelos e práticas. Saúde e 
 Sociedade . v. 18, supl. 2, 2009a. 
 AYRES, J. R. C. M. Prevenção de agravos, promoção da saúde e redução de vulnerabilidade . In: 
 Martins M. A.; Carrilho F. T.; Alves V. A. F.; Castilho E. A.; Cerri G. G.; Wen C. C. (Eds) Clínica Médica, v. I 
 Barueri: Manole, 2009b. 
 BATISTELLA, C. Saúde, doença e cuidado: complexidade teórica e necessidade histórica. In: 
 FONSECA, A. F.; CORBO, A. M. D'A. O território e o processo saúde-doença . Rio de Janeiro, RJ: 
 EPSJV/FIOCRUZ, 2007. p. 25-49. 
 BRASIL. Lei nº 1.920, de 25 de julho de 1953. Cria o Ministério da Saúde e dá outras providências. 
 Diário Oficial da União , Brasilia, 29 de jul. 1953. 
 BRASIL. Decreto nº 84.219, de 14 de novembro de 1979. Dispõe sobre a intensificação e expansão de 
 serviços básicos de saúde e saneamento, aprova o Programa de Interiorização das Ações de Saúde e 
 Saneamento (PIASS) para o período 1980-1985 e dá outras providências. Diário Oficial da União , 
 Brasília, 16 de nov. 1979. Seção 1. p. 17046. 
 BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Relatório final da 8ª Conferência 
 Nacional de Saúde . Brasilia: CONASS, 1986. 
 BRASIL, Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Constituição da 
 República Federativa do Brasil de 1988. Diário Oficial da União , Brasília, DF, 05 out. 1988. 
 BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº 8.080, de 19 de 
 setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a 
 organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. DiárioOficial da União , Brasília, DF, 20 nov. 1990. 
 BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº 8.142, de 28 de 
 dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de 
 Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde 
 e dá outras providências. Diário Oficial da União , Brasília, DF, 31 dez. 1990. 
 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde Organização. Gerência Técnica de 
 Doenças Emergentes e Reemergentes. Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis. Curso Básico 
 de Vigilância Epidemiológica . Brasília-DF, 2005. 
 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Departamento de 
 Apoio à Gestão Participativa. Caminhos do direito à saúde no Brasil . Brasília, DF: Ministério da 
 Saúde, 2007. 
 BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. As Conferências Nacionais de Saúde : evolução 
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 BRASIL. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, 
 estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema 
 Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União , Brasilia, 21 de set. 2017. 
 BRASIL. Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010. Estabelece diretrizes para a organização da 
 Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde SUS. Diário Oficial da União , 
 Brasília, 30 de dez. 2010a. 
 BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. 
 Rastreamento . Brasília-DF, 2010b. 
 BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Sistema Único de Saúde . Conselho Nacional de 
 Secretários de Saúde. Sistema Único de Saúde (Coleção Para Entender a Gestão do SUS). 1. ed. v. 1. 
 Brasília: CONASS, 2011. 
 BRASIL. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, 
 estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema 
 Único de Saúde (SUS). Diário Oficial da União , Brasília, 21 de set. 2017. 
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