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<p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Diferentes tipos de penas das aves cumprem funções distintas. As penas de contorno (Figura 27.5E) dão à ave sua forma</p><p>externa e são do tipo que já descrevemos. As penas de contorno que se projetam para além do corpo e são utilizadas no voo</p><p>denominam-se penas de voo. As filoplumas (Figura 27.5G) são penas “degeneradas” similares a pelos; cada uma é um eixo</p><p>delgado com um tufo de barbas curtas na extremidade. Elas são os “pelos” de uma ave depenada e não têm função conhecida.</p><p>As cerdas ao redor do bico de tiranídeos e curiangos são, provavelmente, filoplumas modificadas. As plumas (Figura 27.5H)</p><p>são tufos macios, sem uma raque proeminente, ocultas sob as penas de contorno. Elas são macias porque suas bárbulas não</p><p>têm ganchos. Elas são especialmente abundantes no peito e no abdome das aves aquáticas, e em jovens de codornas e</p><p>tetraonídeos, funcionando, principalmente, para conservar calor. Um quarto tipo de pena altamente modificada, a pena de pó,</p><p>caracteriza as garças, socós, gaviões e papagaios; as suas extremidades desintegram-se quando crescem, liberando um pó</p><p>semelhante a talco que aumenta a impermeabilidade das penas e confere a elas um aspecto metálico.</p><p>Características da Classe Aves</p><p>Pescoço alongado em forma de S; membros anteriores modificados em asas; endotérmicos</p><p>Epiderme recoberta de penas e escamas nas pernas; glândulas sudoríparas delgadas da epiderme e derme; glândula de óleo na base da cauda</p><p>Crânio fusionado com um côndilo occipital; muitos ossos com cavidades aéreas; costelas com processos uncinados reforçados; cauda curta, parte das</p><p>vértebras caudais reduzidas ao pigóstilo; cintura pélvica, sinsacro; esterno, em geral, bem desenvolvido com quilha</p><p>Sem dentes; cada maxila coberta por uma camada córnea formando o bico; moela presente</p><p>Encéfalo bem desenvolvido com cerebelo e lobos ópticos grandes; 12 pares de nervos cranianos</p><p>Olhos grandes, com pectina (Figura 27.15); apenas um osso na orelha média</p><p>Sexos separados; fertilização interna; órgão copulador (falo) em patos, gansos, paleognatas e em algumas outras aves; fêmeas apenas com ovário e</p><p>oviduto esquerdo funcionais; determinação sexual por cromossomos (fêmeas heterogaméticas)</p><p>Membranas fetais do âmnio, cório e alantoide; ovíparos; ovos amnióticos com cascas calcárias duras e muito vitelo; cuidado parental extensivo</p><p>dos filhotes</p><p>Sistema excretor com rim metanéfrico e ureteres abrem-se na cloaca; ácido úrico é a principal excreta nitrogenada</p><p>Pulmões de parabrônquios com fluxo de ar contínuo; siringe (caixa vocal) presente; sacos aéreos entre os órgãos viscerais e o esqueleto</p><p>Coração com dois átrios e dois ventrículos; circuitos pulmonares e sistêmico separados; persistência do arco aórtico direito; eritrócitos nucleados</p><p>Origem e desenvolvimento</p><p>Assim como a escama de um réptil, que é homóloga, a pena se desenvolve de um espessamento da epiderme que recobre um</p><p>núcleo dérmico nutriente (Figura 27.5A). Entretanto, em vez de se achatar, como uma escama, o botão de uma pena forma um</p><p>cilindro oco e penetra parcialmente no folículo do qual cresce. O cilindro oco tem duas camadas epidérmicas, uma externa,</p><p>que forma uma bainha protetora, e uma interna, que forma uma crista destinada a se tornar a raque e as barbas. Conforme a</p><p>pena aumenta e seu crescimento aproxima-se do fim, a raque e as barbas macias são transformadas em estruturas duras pela</p><p>deposição de queratina. A bainha de proteção rompe-se, permitindo que a extremidade apical da pena projete-se e que as</p><p>barbas se desenrolem.</p><p>Muda</p><p>Quando completamente desenvolvida, uma pena, tal como um pelo mamífero, é uma estrutura morta. A troca, ou muda, das</p><p>penas é um processo altamente ordenado. Exceto nos pinguins, que tocam todas de uma vez, as penas são descartadas</p><p>gradualmente, o que evita o surgimento de áreas nuas. As penas de voo das asas e da cauda são perdidas aos pares, uma de</p><p>cada lado, mantendo o equilíbrio (Figura 27.6). As substituições surgem antes que o próximo par seja descartado, e a maioria</p><p>das aves pode continuar a voar sem os pares durante a muda. Entretanto, muitas aves aquáticas (patos, gansos, gávias e outras)</p><p>perdem todas as suas principais penas de uma vez e ficam presas no solo durante a muda. Muitas preparam-se para a muda,</p><p>deslocando-se para corpos isolados de água onde podem encontrar alimento e escapar mais facilmente de inimigos. Quase</p><p>todas as aves mudam no mínimo 1 vez por ano, normalmente no fim do verão após a estação de nidificação.</p><p>A cor vívida das penas é de dois tipos: pigmentar e estrutural. As penas vermelhas, laranja e amarelas são coloridas por pigmentos, chamados de lipocromos,</p><p>depositados nas bárbulas das penas à medida que são formadas. As cores preta, marrom, marrom-avermelhada e cinza provêm de um pigmento diferente, a</p><p>melanina. As penas azuis das gralhas, Passerina cyanea, e irenídeos não dependem de pigmento, mas do espalhamento de comprimentos mais curtos de ondas de</p><p>luz por partículas no interior das penas; estas são cores estruturais. As penas azuis têm melanina subjacente, que absorve certos comprimentos de onda,</p><p>intensificando, assim, o azul. Essas penas têm a mesma aparência de qualquer ângulo de visão. As cores verdes são quase sempre uma combinação de pigmento</p><p>amarelo com a cor azul estrutural. Um outro tipo de cor estrutural é a linda cor iridescente de muitas aves, que varia desde o vermelho, laranja, cobre e ouro até</p><p>verde, azul e violeta. A cor iridescente é baseada na interferência que faz as ondas luminosas se reforçarem, se atenuarem ou se eliminarem. As cores iridescentes</p><p>podem mudar de acordo com o ângulo de observação; os quetzais, por exemplo, parecem azuis de um ângulo e verdes de outro. Entre os vertebrados, apenas os</p><p>peixes de recifes tropicais podem rivalizar com as aves na intensidade e vividez das cores.</p><p>Esqueleto</p><p>Um requisito estrutural importante para o voo é um esqueleto leve; porém, firme, mesmo sendo ele robusto (Figura 27.7A).</p><p>Comparados com as primeiras aves conhecidas, Archaeopteryx (Figura 27.7B), os ossos das aves modernas são</p><p>extraordinariamente leves, delicados e entremeados por cavidades ocas. Esses ossos pneumáticos (Figura 27.8) são contundo</p><p>fortes. O esqueleto de uma fragata com 2,1 m de envergadura pesa apenas 114 g, menos do que o peso de todas as suas penas</p><p>juntas.</p><p>Figura 27.6 Águia-pescadora, Pandion haliaetus, pousada enquanto segura um peixe recém-capturado. As</p><p>penas são mudadas em uma sequência exata de pares de tal forma que o equilíbrio é mantido durante o voo.</p><p>Ordem Accipitriformes.</p><p>Figura 27.7 A. Esqueleto de corvo, mostrando parte das penas de voo. B. Esqueleto de Archaeopteryx,</p><p>mostrando as estruturas reptilianas (azul) que são mantidas, modificadas ou perdidas nas aves modernas. A</p><p>fúrcula e o osso lunar do pulso (vermelho) eram caracteres novos para aves e seus ancestrais dromeossauros.</p><p>Como os arcossauros, as aves evoluíram de ancestrais com crânios diápsidos (Capítulo 26). Entretanto, os crânios das</p><p>aves modernas são tão especializados que é difícil ver qualquer traço da condição diápsida original. O crânio das aves é</p><p>construído de forma leve e, em sua maior parte, fundido em uma só peça. A caixa craniana e as órbitas são grandes para</p><p>acomodar um encéfalo saliente e olhos grandes, necessários para uma coordenação motora rápida e uma visão superior. Já o</p><p>crânio de um pombo pesa apenas 0,21% de seu peso total; para comparação, o crânio de um rato pesa 1,25% de seu peso.</p><p>Entretanto, o esqueleto de uma ave não é mais leve do que o de um mamífero de tamanho similar. A diferença está na</p><p>distribuição da massa: enquanto o crânio e os ossos pneumáticos das asas são especialmente leves, os ossos das pernas são</p><p>mais pesados do que os dos mamíferos. Isso rebaixa o centro de gravidade das aves, o que melhora a estabilidade</p><p>aerodinâmica.</p><p>Em Archaeopteryx, ambas as mandíbulas continham conjuntos de dentes em alvéolos, uma característica arcossauriana.</p><p>As aves modernas não têm dente algum, tendo, em vez disso, um bico queratinizado moldado</p><p>ao redor das mandíbulas ósseas.</p><p>A mandíbula é um complexo de vários ossos articulados para prover uma ação articulada dupla que permite à boca abrir-se</p><p>grandemente. A maioria das aves tem crânios cinéticos (os crânios cinéticos dos lagartos são descritos no Capítulo 30), com</p><p>uma articulação flexível entre a mandíbula e o crânio.</p><p>A característica mais distinta da coluna vertebral é sua rigidez. A maioria das vértebras, exceto as cervicais (vértebras</p><p>do pescoço), fusiona-se. A maioria das caudais é fundida em um pigóstilo (Figura 27.7A), enquanto muitas das vértebras</p><p>remanescentes do tronco fundem-se como um sinsacro. Essas vértebras fundidas e a cintura pélvica formam uma estrutura</p><p>firme, porém leve para sustentar as pernas e fornecer rigidez para o voo. Para auxiliar nessa rigidez, as costelas são</p><p>entrelaçadas umas às outras com processos uncinados (Figura 27.7A). Exceto nas aves não voadoras, o esterno ostenta uma</p><p>quilha grande e delgada, denominada carena, que proporciona uma fixação para os poderosos músculos de voo. As clavículas</p><p>fundidas formam uma fúrcula elástica, que aparentemente armazena energia quando se flexiona durante as batidas das asas. As</p><p>penas assimétricas e a fúrcula grande de Archaeopteryx, junto com a anatomia do encéfalo e orelha interna, sugerem que o</p><p>animal tinha alguma habilidade de voo. Todavia, ele teria sido um voador fraco, porque seu esterno pequeno oferecia pouca</p><p>área para a fixação dos músculos de voo (Figura 27.7B).</p><p>Os ossos dos membros anteriores são altamente modificados para o voo. Eles são reduzidos em número e vários são</p><p>fundidos juntos. Apesar dessas alterações, a asa de uma ave é claramente um rearranjo do membro tetrápode vertebrado do</p><p>qual se originou (ver Figura 25.3), e todos os elementos – braço, antebraço, pulso e dedos – estão representados na forma</p><p>modificada (Figura 27.7).</p><p>Figura 27.8 Osso perfurado da asa de um pássaro, mostrando o suporte entrelaçado e os espaços aéreos que</p><p>substituem a medula óssea. Tais ossos pneumáticos são, notavelmente, leves e resistentes.</p><p>Figura 27.9 Músculos de voo de uma ave são dispostos para manter o centro de gravidade baixo no corpo. Os</p><p>dois principais músculos de voo estão ancorados na quilha do esterno. A contração do músculo peitoral puxa a</p><p>asa para baixo. Então, quando o peitoral relaxa, o músculo supracoracóideo contrai-se e puxa a asa para cima,</p><p>atuando como um sistema de roldana.</p><p>Sistema muscular</p><p>Os músculos locomotores das asas são relativamente maciços para suprir as demandas do voo. O maior desses é o peitoral,</p><p>que abaixa as asas em voo. Seu antagonista é o músculo supracoracóideo, que eleva a asa (Figura 27.9). Surpreendentemente,</p><p>talvez, este último não está localizado na coluna vertebral (qualquer um que já comeu o dorso de uma galinha sabe que ele tem</p><p>pouca carne), mas nos músculos peitorais. Ele é ligado por um tendão à parte superior do úmero e puxa a asa por um</p><p>engenhoso arranjo de “corda e roldana”. Ambos, peitoral e supracoracóideo, ancoram-se na quilha do esterno. O</p><p>posicionamento da principal massa muscular mais baixo no corpo aumenta a estabilidade aerodinâmica.</p><p>Na perna, a principal massa muscular localiza-se na coxa e os tendões finos, porém fortes, estendem-se para baixo por</p><p>uma bainha, semelhante a luva, até os dedos. Consequentemente, os pés são praticamente destituídos de músculos, explicando</p><p>a aparência fina e delicada das pernas das aves. Esse arranjo coloca a principal massa muscular próxima ao centro de</p><p>gravidade da ave e, ao mesmo tempo, possibilita grande agilidade aos pés esbeltos e leves. Como os pés são compostos</p><p>principalmente de ossos, tendões e pele dura e escamosa, são altamente resistentes a danos por congelamento. Quando uma</p><p>ave empoleira-se em um ramo, é ativado um engenhoso mecanismo de fechamento dos artelhos (Figura 27.10), o que evita que</p><p>a ave caia do seu poleiro quando adormecida. O mesmo mecanismo faz, automaticamente, com que as garras de um gavião ou</p><p>de uma coruja penetrem profundamente em suas presas, quando flexionam as pernas sob o impacto do choque. O ato possante</p><p>de agarrar de uma ave de rapina foi descrito por L. Brown.1</p><p>Quando uma águia agarra com determinação, a nossa mão fica dormente, sendo quase impossível soltá-la, ou relaxar o</p><p>aperto de seus dedos com a outra mão. Devemos esperar até que a ave afrouxe, e, enquanto se espera, temos tempo</p><p>suficiente para perceber que um animal como um coelho ficaria rapidamente paralisado, incapaz de inspirar e, talvez,</p><p>totalmente perfurado pelas garras com tal aperto.</p><p>As aves perderam a longa cauda ancestral, ainda evidente em Archaeopteryx, que foi substituída por uma musculatura</p><p>proeminente em forma de “almofada”, na qual se inserem as penas da cauda. Ela contém um arranjo de minúsculos músculos,</p><p>cerca de 1.000 em algumas espécies, que controlam as cruciais penas da cauda. O sistema muscular mais complexo é o do</p><p>pescoço das aves; os músculos delgados e filamentosos, elaboradamente entrelaçados e subdivididos, proporcionam grande</p><p>flexibilidade vertebral ao pescoço da ave.</p><p>II. O neurônio sensorial envia impulsos para o neurônio associativo, e este envia para o neurônio</p><p>motor.</p><p>A primeira descrição refere-se a um tipo de sistema nervoso que pode ser encontrado em</p><p>, e a segunda refere-se ao conjunto de estruturas que formam o .</p><p>Esses dois espaços podem ser completados, correta e respectivamente, com</p><p>a) minhocas … sistema nervoso central</p><p>b) planárias … arco reflexo</p><p>c) anfioxos … sistema nervoso central</p><p>d) minhocas … sistema nervoso autônomo</p><p>e) anfioxos … arco reflexo</p><p>27 - (UDESC SC)</p><p>Os Platelmintos classificam-se em: Turbellaria, Trematoda e Cestoda.</p><p>Assinale a alternativa que corresponde às espécies que fazem parte desses grupos,</p><p>respectivamente.</p><p>a) Ancylostoma duodenale, Taenia saginata e Planárias (nome popular)</p><p>b) Taenia saginata, Ancylostoma duodenale e Wuchereria bancrofti</p><p>c) Schistosoma mansoni, Planárias (nome popular) e Taenia solium</p><p>d) Planárias (nome popular), Schistosoma mansoni e Taenia solium</p><p>e) Planárias (nome popular), Ancylostoma duodenale e Taenia saginata</p><p>28 - (UEL PR)</p><p>O grupo dos platelmintos é caracterizado pelo aparecimento, pela primeira vez na escala zoológica,</p><p>da simetria bilateral. Com base nesse fato, assinale a alternativa que apresenta as características</p><p>que, durante a evolução destes animais, surgiram associadas ao aparecimento da simetria bilateral.</p><p>a) Aparecimento do ânus e de células-flama.</p><p>b) Aparecimento da boca e maior dimensão do corpo.</p><p>c) Aparecimento da cefalização e movimentação direcional do corpo.</p><p>d) Aparecimento da mesoderme e da cavidade gastrovascular.</p><p>e) Aparecimento de digestão intracelular e melhor captura de presas.</p><p>29 - (UFPA)</p><p>Várias espécies de helmintos são agrupadas dentro do filo Nematoda, ou vermes cilíndricos. As</p><p>principais novidades evolutivas que surgiram nesse filo, em comparação com os vermes achatados</p><p>(Platelmintos), foram</p><p>a) a presença de três folhetos germinativos; uma cavidade interna chamada pseudo-celoma; e o</p><p>sistema digestório completo.</p><p>b) a presença de três folhetos germinativos; uma cavidade interna chamada celoma; e o sistema</p><p>circulatório fechado.</p><p>c) a presença de três folhetos germinativos; ausência de cavidade interna; e sistema digestório</p><p>completo.</p><p>d) a presença de dois folhetos germinativos; uma cavidade interna chamada pseudo-celoma; e o</p><p>sistema digestório completo.</p><p>e) a presença de três folhetos germinativos; uma cavidade interna chamada celoma; e o sistema</p><p>digestório completo.</p><p>30 - (UFTM MG)</p><p>Um animal que apresenta sistema excretor, ausência de sistema cardiovascular e é triblástico</p><p>pertence aos grupos dos</p><p>a) cnidários e anelídeos.</p><p>b) moluscos e equinodermos.</p><p>c) platelmintos e nematelmintos.</p><p>d) platelmintos, nematelmintos e anelídeos.</p><p>e) anelídeos, moluscos e equinodermos.</p><p>31 - (PUC RJ)</p><p>O filo Platyhelminthes inclui tanto formas de vida livre como organismos endo e</p><p>ectoparasitas.</p><p>Platelmintos endoparasitas se caracterizam por:</p><p>a) ausência de cutícula, de tubo digestório e de ocelos.</p><p>b) ausência de cutícula, presença de ganchos e ventosas e de estágios larvais.</p><p>c) presença de cutícula, de ganchos e ventosas e de estágios larvais.</p><p>d) presença de cutícula, ausência de tubo digestório, presença de ocelos no estágio adulto.</p><p>e) presença de tubo digestório completo, com boca e ânus.</p><p>32 - (UFU MG)</p><p>Observe as tirinhas a seguir.</p><p>Tirinha 1.</p><p>Disponível em: . Acesso 8 mar. 2013.</p>

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