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13. (...) Na ocasião, o médico solicitou exames, confirmou o diagnóstico de hepatite B e encaminhou-o para seguimento ambulatorial. Como mudou de cidade, só agora está procurando seguimento médico. Quer saber se pode retomar o uso de bebidas alcoólicas e deixar de usar preservativo nas relações sexuais com sua esposa. Não trouxe os exames iniciais. O exame físico é normal e os exames laboratoriais mostram: ALT = 90U/L, AST = 70 U/L, bilirrubinas normais, HBsAg (+), anti-HBc (+), anti-HBs (-), HBeAg (-), anti-HBe (+), anti-HCV (-) e anti-HAV IgG (+). A orientação correta é:

a. Explicar que o uso de preservativo não será determinado pelo risco de transmissão de hepatite A ou B e a restrição ao álcool deve ser mantida até a normalização das transaminases, solicitar sorologia de vírus B para a esposa e os filhos;
b. Manter o uso de preservativo, não liberar álcool e solicitar sorologia de vírus B para a esposa e para os contactantes domiciliares;
c. Manter a restrição alcoólica; o uso de preservativo segue a mesma orientação da população em geral; a esposa e os filhos devem receber imunização passiva para hepatite A e B;
d. Dizer que o uso de preservativo e a restrição ao álcool seguem a mesma orientação da população em geral; a esposa e os filhos devem receber imunização ativa para a hepatite B;
e. Manter o uso de preservativo e a restrição ao álcool até a normalização das transaminases; indicar imunização ativa para a esposa e os contactantes domiciliares;

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Questões resolvidas

13. (...) Na ocasião, o médico solicitou exames, confirmou o diagnóstico de hepatite B e encaminhou-o para seguimento ambulatorial. Como mudou de cidade, só agora está procurando seguimento médico. Quer saber se pode retomar o uso de bebidas alcoólicas e deixar de usar preservativo nas relações sexuais com sua esposa. Não trouxe os exames iniciais. O exame físico é normal e os exames laboratoriais mostram: ALT = 90U/L, AST = 70 U/L, bilirrubinas normais, HBsAg (+), anti-HBc (+), anti-HBs (-), HBeAg (-), anti-HBe (+), anti-HCV (-) e anti-HAV IgG (+). A orientação correta é:

a. Explicar que o uso de preservativo não será determinado pelo risco de transmissão de hepatite A ou B e a restrição ao álcool deve ser mantida até a normalização das transaminases, solicitar sorologia de vírus B para a esposa e os filhos;
b. Manter o uso de preservativo, não liberar álcool e solicitar sorologia de vírus B para a esposa e para os contactantes domiciliares;
c. Manter a restrição alcoólica; o uso de preservativo segue a mesma orientação da população em geral; a esposa e os filhos devem receber imunização passiva para hepatite A e B;
d. Dizer que o uso de preservativo e a restrição ao álcool seguem a mesma orientação da população em geral; a esposa e os filhos devem receber imunização ativa para a hepatite B;
e. Manter o uso de preservativo e a restrição ao álcool até a normalização das transaminases; indicar imunização ativa para a esposa e os contactantes domiciliares;

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<p>01. Transmitido pelo mosquito Aedes aegypt, o vírus da dengue causa doença febril aguda. Na maioria dos casos, os</p><p>sintomas são leves e autolimitados. Contudo, uma pequena parcela dos infectados evolui para doença grave.</p><p>Dengue é a doença viral que mais se espalha no mundo. Estima-se que 2,5 bilhões de pessoas no mundo viviam</p><p>em área de risco de transmissão do vírus, o que causa entre 50 milhões e 100 milhões de infecções e 20 mil</p><p>mortes anualmente. Leia as afirmativas abaixo e marque a alternativa incorreta:</p><p>a. A infecção primária ocorre em pessoas não previamente expostas a qualquer dos sorotipos do vírus da</p><p>dengue;</p><p>b. Os casos graves de dengue são caracterizados por sangramento grave, disfunção grave de órgão ou</p><p>extravasamento grave de plasma;</p><p>c. Alguns pacientes podem ainda apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade;</p><p>d. O exantema está presente em 90% dos casos, é do tipo máculo-papular, surgindo nas primeiras 24 horas</p><p>do início da febre;</p><p>e. Prova do laço positiva não é diagnóstico de forma grave de dengue;</p><p>02. Paciente é vítima de acidente ofídico em área de mata no interior do Piauí. Havia ocorrido há 5 horas e paciente</p><p>deu entrada no IDTNP apresentando dor e sangramento no local de mordedura, associado a edema em ½ distal</p><p>do antebraço esquerdo. O tempo de coagulação mostrou-se alterado. Relata epistaxe discreta. Assinale a</p><p>alternativa que sugere correta e respectivamente a ação da peçonha, o grau de atividade e o gênero ofídico:</p><p>a. A ação proteolítica e coagulante, moderado por Borthrops.</p><p>b. Ação miotóxica e coagulante, grave por Crotalus.</p><p>c. Ação proteolítica e coagulante, leve por Borthrops.</p><p>d. Ação miotóxica e coagulante por Lachesis;</p><p>e. Ação proteolítica e hemorrágica moderada por Borthrops.</p><p>03. A sífilis é uma infecção bacteriana sistêmica, de evolução crônica, causada por Treponema pallidum. Quando</p><p>não tratada progride ao longo dos anos, sendo classificada em sífilis recente (primária, segundária ou latente</p><p>recente) e tardia (latente tardia e sífilis terciária). Com relação a esta IST marque a alternativa correta:</p><p>a. A infectividade da sífilis por transmissão sexual é menor (cerca de 10%) nos estágios iniciais, sendo maior</p><p>nos estágios tardios (latente tardia e terciária);</p><p>b. O cranco duro é uma lesão dolorosa, com base purulenta, sendo altamente infectante;</p><p>c. As lesões de sífilis secundária são ricas em treponemas;</p><p>d. A meningite por sífilis só ocorre nas formas clínicas tardias;</p><p>e. Ceftriaxona e doxiciclina são alternativas interessantes, pois apresentam eficácia superior à da penicilina G</p><p>benzatina;</p><p>04. As meningites são patologias cuja clínica pode varia de forma importante, a depender do agente etiológico</p><p>(dentre eles vírus, bactérias e fungos) e do estado imunológico do paciente. Considerando as recomendações do</p><p>Ministério da Saúde acerca da meningite por enterococo, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as</p><p>falsas.</p><p>a. O tratamento pode ser feito com oxacilina, 50mg/kg/dia até 4g/dia; F</p><p>b. A duração do tratamento é de sete dias e o imipeném-cilastatina, nos enterococos resistentes à</p><p>ampicilina, deve ser a primeira alternativa; F</p><p>c. A profilaxia para contactantes com rifampicina deve ser feita em quatro doses divididas em quatro dias; F</p><p>d. A ceftriaxona é o antibiótico de escolha no tratamento de meningites por enterococos; V</p><p>05. Considere 3 pacientes com os seguintes perfis sorológicos (Legenda: R = Reagente; NR = Não reagente). Assinale</p><p>a alternativa em que a interpretação dos resultados está correta:</p><p>i. HbsAg: NR, HbeAg: NR, Anti-HbcIgM: NR, Anti-HBc Total:NR, AntiHbe: NR e Anti-HBs:NR;</p><p>ii. HbsAg: NR, HBeAg: NR, Anti-HBcIgM:NR, Anti-HBc Total: NR, Anti-Hbe: NR e Anti-HBs: R;</p><p>iii. HbsAg: NR, HbeAg: NR, Anti-HBcIgM:NR, Anti-HBc Total: R, Anti-Hbe: NR e Anti-HBs: R;</p><p>a. Paciente 1 suscetível, paciente 2 imunizado por infecção passada recente, paciente 3 imunizado por</p><p>resposta vacinal;</p><p>b. Paciente 1 suscetível, paciente 2 imunizado por resposta vacinal, paciente 3 imunizado por infecção</p><p>passada;</p><p>c. Paciente 1 imunizado por resposta vacinal paciente 2 imunizado por infecção passada recente, paciente 3</p><p>imunizado por infecção passada;</p><p>d. Paciente 1 susceptível, paciente 2 imunizado por resposta vacinal, paciente 3 em fase aguda de infecção;</p><p>e. Paciente 1 susceptível, pacientes 2 e 3 imunizados por resposta vacinal;</p><p>06. Paciente, gênero masculino, 30 anos, comparece à consulta apresentando icterícia e relado de colúria e acolia</p><p>fecal. Foram pedidos exames laboratoriais, dentre eles Anti-HAV Total (R), Anti-HAVIgM (NR), HBsAg (R); HBeAg</p><p>®, Anti-HBcIgM ®, Anti-HBc IgG (NR), Anti-HBe (NR) e Anti-HBs (NR). Sobre o caso, é correto afirmar que o</p><p>paciente apresenta infecção:</p><p>a. Recente pelo vírus da hepatite A e encontra-se na fase aguda da hepatite B;</p><p>b. Passada pelo vírus da hepatite A e encontra-se na fase aguda da hepatite B;</p><p>c. Passada pelo vírus da hepatite A e encontra-se na fase crônica da hepatite B;</p><p>d. Recente pelo vírus da hepatite A e início da fase convalescente da hepatite B;</p><p>e. Passada pelo vírus da hepatite A e início da fase convalescente da hepatite B;</p><p>07. Paciente, 37 anos, apresenta quadro de febre há 24 horas, acompanhado de rigidez na nuca, cefaleia e vômitos.</p><p>Foi feita a punção lombar e iniciada a terapia empírica. Posteriormente, a cultura do líquor revelou o</p><p>crescimento de Streptococus pneumoniae. Com relação à profilaxia dos contactantes, assinale a alternativa</p><p>correta:</p><p>a. Não há necessidade de profilaxia neste caso;</p><p>b. Deve ser feita com rifampicina 600mg, dois comprimidos em dose única;</p><p>c. Deve ser feita com Rifampicina 600mg de 12/12 horas durante dois dias;</p><p>d. Deve ser feita com Rifampicina 600mg de 24/24 horas durante quatro dias;</p><p>e. Para os contactantes adultos, Ciprofloxacina 500mg VO em dose única;</p><p>08. Gestante com 20 semanas de idade gestacional tem diagnóstico definido de cancro mole e inicia tratamento</p><p>com estearato de eritromicina 500mg a cada 6 horas. No segundo dia de tratamento passa a apresentar</p><p>náuseas, seguida de vários episódios de vômitos que são atribuídos ao medicamento. Das condutas abaixo, a</p><p>mais adequada seria:</p><p>a. Manter o tratamento proposto;</p><p>b. Trocar o antimicrobiano por Ciprofloxacina;</p><p>c. Trocar o antibiótico por penicilina G benzantina 1.200.000 UI por via intramuscular, em dose única;</p><p>d. Trocar o antibiótico por ceftriaxona 250mg, por via intramuscular, dose única;</p><p>e. Trocar o antimicrobiano por doxiciclina;</p><p>09. Dona de casa, 36 anos, relata que há mais ou menos 4 horas sentiu uma picada na mão direita ao realizar uma</p><p>limpeza atrás do seu guarda-roupa. Procurou os serviços médicos e ao exame físico apresentava-se sudoreica,</p><p>ansiosa, taquicárdica, com contratura facial, trismo dos masseteres e hiperemia conjutival. Qual a provável</p><p>hipótese dianóstica:</p><p>a. Acidente por escorpião;</p><p>b. Acidente por Lycosa spp;</p><p>c. Acidente por phoneutria;</p><p>d. Acidente por loxosceles;</p><p>e. Acidente por latrodectus</p><p>10. Transmitido pelo mosquito Aedes aegypt, o vírus da dengue causa doença febril aguda. Na maioria dos casos, os</p><p>sintomas são leves e autolimitados. Contudo, uma pequena parcela dos infectados evolui para uma doença</p><p>grave. Dengue é a doença viral que mais se espalha no mundo. Estima-se que 2,5 bilhões de pessoas no mundo</p><p>vivam em área de risco de transmissão do vírus, o que causa entre 50 milhões e 100 milhões de infecções e 20</p><p>mil mortes anualmente. Em relação à dengue, assinale a alternativa correta:</p><p>a. Hepatomegalia não é um sinal de alarme para o agravamento da diença;</p><p>b. O uso de anti-inflamatórios não esteóides (AINE) é uma alternativa parao tratamento dos sintomas na</p><p>dengue leve;</p><p>c. O exantema está presente em 50% dos casos e não poupa as plantas das mãos e dos pés;</p><p>d. A sorologia deve ser realizada até o quinto dia e a reação em cadeia da polimerase (PCR), entre o quinto e</p><p>o sétimo dia;</p><p>e. Na gestação, diferentemente da Zika, a</p><p>dengue não traz maiores complicações a mãe e ao bebê;</p><p>11. O loxoscelismo corresponde à forma mais frequente de araneismo no Brasil. Em Curitiba e região metropolitana</p><p>os acidentes por loxosceles são caracterizados como um problema de saúde pública e, portanto, foco de</p><p>atenção das equipes assistenciais de saúde. Com relação a esses acidentes, é correto afirmar:</p><p>a. A forma cutaneoviscelar (hemolítica) acompanhada de CIVD e insuficiência renal é a forma predominante</p><p>(mais de 85% dos casos registrados);</p><p>b. Os exames complementares (hemograma, creatinina, ureia, dosagem de potássio sérico) são</p><p>fundamentais para diagnóstico e conduta.</p><p>c. A forma cutânea representa a grande maioria dos casos e é de instalação lenta e progressiva;</p><p>d. As picadas ocorrem principalmente nas extremidades do corpo e áreas descobertas e levam a dor intensa</p><p>e imediata;</p><p>e. A soroterapia é a terapêutica de escolha em todos os casos;</p><p>12. No ano de 2021, ocorreram vários casos de Sarampo no Estado da Paraíba. Nesse sentido, faz-se muito</p><p>importante manter uma vigilância quanto à ocorrência de casos que possam chegar ao Hospital Lauro</p><p>Wanderley. Trata-se de uma doença que pode ser muito grave em determinados grupos de pessoas. Como a</p><p>cobertura vacinal está adequada no Brasil, o diagnóstico de certeza e o diagnóstico diferencial são muito</p><p>importantes de serem feitos. Quanto a esses aspectos, julgue as assertivas abaixo:</p><p>i. O vírus do Sarampo, caso o paciente seja imunodeprimido, poderá provocar uma pneumonia por</p><p>infiltração de células gigantes, que são células multinucleadas chamadas de WarthinFinkeldey; V</p><p>ii. O período de incubação do Sarampo varia de 7 a 28 dias; V</p><p>iii. A descamação da pele nos casos de Sarampo, classicamente, tem um caráter de descamação em</p><p>lâminas ou descamação laminar. V</p><p>iv. A escalatina, o eritema multiforme e a sífilis secundária fazem parte do diagnóstico diferencial do</p><p>sarampo; V</p><p>v. A infecção pelo vírus oropuche também faz parte do diagnóstico diferencial do Sarampo;</p><p>13. (...) Na ocasião, o médico solicitou exames, confirmou o diagnóstico de hepatite B e encaminhou-o para</p><p>seguimento ambulatoria. Como mudou de cidade, só agora está procurando seguimento médico. Quer saber se</p><p>pode retomar o uso de bebidas alcoólicas e deixar de usar preservativo nas relações sexuais com sua esposa.</p><p>Não trouxe os exames iniciais. O exame físico é normal e os exames laboratoriais mostram: ALT = 90U/L, AST =</p><p>70 U/L, bilirrubinas normais, HBsAg (+), anti-HBc (+), anti-HBs (-), HBeAg (-), anti-HBe (+), anti-HCV (-) e anti-HAV</p><p>IgG (+). A orientação correta é:</p><p>a. Explicar que o uso de preservativo não será determinado pelo risco de transmissão de hepatite A ou B e a</p><p>restrição ao álcool deve ser mantida até a normalização das transaminases, solicitar sorologia de vírus B</p><p>para a esposa e os filhos;</p><p>b. Manter o uso de preservativo, não liberar álcool e solicitar sorologia de vírus B para a esposa e para os</p><p>contactantes domiciliares;</p><p>c. Manter a restrição alcoólica; o uso de preservativo segue a mesma orientação da população em geral; a</p><p>esposa e os filhos deve receber imunização passiva para hepatite A e B;</p><p>d. Dizer que o uso de preservativo e a restrição ao álcool seguem a mesma orientação da população em</p><p>geral; a esposa e os filhos devem receber imunização ativa para a hepatite b;</p><p>e. Manter o uso de preservativo e a restrição ao álcool até a normalização das transaminases; indicar</p><p>imunização ativa para a espora e os contactantes domiciliares;</p><p>14. Mulher de 30 anos procura a UBS do seu bairro com relato de febre aferida em 39ºC, mialgia, artralgia e cefaleia</p><p>frontal há 4 dias, dor abdominal e vômitos. Ao exame detecta-se hepatomegalia dolorisa, pele fria e úmida, Pa =</p><p>90x50mmHg, pulso: 110 bat/min, FR=25 irpm, perfusão capital > 2 segundos. O hematócrito está aumentado,</p><p>20% acima do normal. A suspeita mais provável e a sequencia do encaminhamento seriam, respectivamente:</p><p>a. Dengue clássica, hidratação por via oral, antitérmicos e internação hospitalar;</p><p>b. Dengue clássica, hidratação intravenosa, antitérmicos e internação hospitalar;</p><p>c. Dengue hemorrágica, hidratação venosa, antitérmicos e internação hospitalar;</p><p>d. Dengue hemorrágica, hidratação por via oral, antitérmicos e internação hospitalar;</p><p>e. Síndrome do choque por dengue, hidratação intravenosa, antitérmicos e internação hospitalar;</p><p>15. Há referências de epidemias de dengue, no Brasil, desde o século XIX. A primeira epidemia documentada clínica</p><p>e laboratorialmente, ocorreu em 1981-1982, em Boa Vista-RR, causada pelos sorotipos 1 e 4. Em 1986,</p><p>ocorreram epidemias, atingindo o Rio de Janeiro e algumas capitais da região Nordeste. Durante a década de</p><p>90, ocorreu um aumento significativo da incidência, reflexo da ampla dispersão do Aedes aegypti no território</p><p>nacional. Entre os anos 1990 e 2000, várias epidemias foram registradas, sobretudo, nos grandes centros</p><p>urbanos das regiões Sudeste e Nordeste, responsáveis pela maior parte dos casos notificados. Com relação a</p><p>esta doença, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta:</p><p>a. Os casos suspeitos deverão ser notificados mesmo sem confirmação laboratorial;</p><p>b. A infecção por dengue provoca imunidade permanente contra o sorotipo infectante (homóloga) e</p><p>imunidade transitória contra os demais tipos de vírus (heteróloga) que dura de dois a três meses</p><p>aproximadamente;</p><p>c. A transmissão do vírus da dengue ao homem dá-se através da picada da fêmea hematófaga do gênero</p><p>Aedes.</p><p>d. O ácido acetilsalicílico, o ibuprofeno e o N-acetil-para-aminofenol são medicamentos desaconselhados em</p><p>caso de dos e/ou febre da dengue;</p><p>e. A profilaxia da dengue baseia-se, fundamentalmente, no combate ao vetor;</p><p>16. Paciente, masculino, 20 anos, estudante de fisioterapia, sentiu-se mal e foi levado à emergência do IDTNP.</p><p>Apresentava queda no estado geral, cefaleia intensa, náuseas e vômitos. Sinais de Kernig e Brudzinsk presentes.</p><p>Realizada punção lombar, que mostrou líquor hipertenso e turvo. Exames citoquímicos, 1320 células com 90%</p><p>de polimorfonucleares, proteínas 345mg/dL e glicose 25 mg/Dl, bacterioscopia mostrou a presença de</p><p>diplococos gram-negativos. O médico plantonista internou o paciente e introduziu a antibioticoterapia com</p><p>ceftriaxona 2g EV de 12/12 horas. Em relação ao caso clínico acima relatado marque a alternativa correta:</p><p>a. Os resultados acima não são suficientes para estabelecer uma conduta terapêutica segura;</p><p>b. O médico errou ao iniciar a cefalosporina, porque os dados são altamente sugestivos de meningite viral;</p><p>c. Caso a bacterioscopia mostrasse a presença de diplococos gram-positivos, o diagnóstico seria de</p><p>meningite por H. influenzae;</p><p>d. A citoquímica do líquor é característica das meningites bacterianas e a bacterioscopia sugere o diagnóstico</p><p>de meningite pneumocócica;</p><p>e. As alterações do líquor são características das meningites bacterianas e a bacterioscopia sugere</p><p>diagnóstico de meningite meningocócica;</p><p>17. Quando do atendimento a pacientes com Dengue, deve-se estimular o diagnóstico laboratorial, principalmente</p><p>em períodos fora dos surtos epidêmicos. Quanto às ferramentas para a confirmação diagnóstica nos casos de</p><p>Dengue, julga as assertivas abaixo:</p><p>i. A detecção da proteína NS1 é uma ferramenta útil no diagnóstico, pois significa a detecção de</p><p>uma proteína não estrutural que é sintetizada na fase aguda da doença; F</p><p>ii. O isolamento viral pode ser feito durante a fase virêmica da doença que compreende o período do</p><p>início da febre até o sexto dia da doença; V</p><p>iii. O isolamento viral só deve ser solicitado em amostras de soro, visto que não se encontra vírus em</p><p>outros fluídos orgânicos; F</p><p>iv. A pesquisa dos anticorpos IgM para dengue devem ser preferencialmente coletados na</p><p>convalescência da doença; V</p><p>v. A detecção por técnica de imuno-histoquímica de antígenos do vírus da Dengue poderá ser</p><p>realizada em vísceras de pacientes que faleceram com suspeita de Dengue;</p><p>V</p><p>18. Jovem, 18 anos, residente no município de Lagoa Alegre-PI, ao voltar da aula, é picada por serpente no pé</p><p>esquerdo. Informa que não conseguiu identificar a cobra, pois já era noite. Procurou o serviço de saúde de sua</p><p>cidade e ao exame clínico apresentava dor e sangramento no local da mordedura, associado à edema do pé</p><p>esquerdo. O tempo de coagulaçãço mostrou-se alterado. Informa, também, epistaxe discreta. Classifique o</p><p>acidente ofídico quanto ao tipo e gravidade:</p><p>a. Crotálico moderado;</p><p>b. Crotálico leve</p><p>c. Botrópico leve</p><p>d. Elapídico grave</p><p>e. Laquético leve;</p><p>19. Paciente, 50 anos, masculino, jardineiro comparece ao serviço de emergência, relatando que ao limpar o jardim</p><p>da casa de seu padrão foi picada por aranha na mão direita há 30 anos. Não trouxe a aranha. Referia dor</p><p>moderada, irradiada para o braço direito e sudorese no local da picada, vômitos e PA: 100/60mmHg. Qual é a</p><p>hipótese diagnóstica mais provável e qual a conduta indicada?</p><p>a. Acidente por aranha marrom, compressa locais;</p><p>b. Acidente por Lycosa, ácido acetilsalicílico;</p><p>c. Acidente por viúva-negra, paracetamol;</p><p>d. Acidente por aranha armadeira, bloqueio anestésico local;</p><p>e. Acidente por caranguejeira, conduta expectante;</p><p>20. Mulher de 50 anos de idade, com história prévia de hepatite pós-tranfusional, apresenta elevação discreta de</p><p>ALT e de gama GT. Não há sinais periféricos de hepatopatia, nem hepatoesplenomegalia. O HBsAg foi negativo,</p><p>o Anti-HBc total positivo, o anti -HBs positivo, o anti-HCV positivo e o HCV RNA positivo. O diagnóstico provável</p><p>é:</p><p>a. Infecção crônica pelos vírus da hepatite B e C;</p><p>b. Infacção crônica pelo vírus da hepatite B;</p><p>c. Hepatite B aguda e infecção crônica C;</p><p>d. Hepatite B curada e infecção pelo vírus da hepatite C;</p><p>e. Infecção B crônica e infecção C aguda;</p><p>21. O Paciente A.F.L., 25 anos, gênero masculino, solteiro, procurou unidade básica de saúde de seu município,</p><p>apresentando: náuseas, astenia, dor abdominal, colúria e icterícia. Durante a investigação, declarou não ser</p><p>vacinado contra o vírus da hepatite B (VHB, ser heterossexual, múltiplas parceiras com uso intermitente de</p><p>preservativo, sendo que sua última relação sexual sem proteção ocorreu há mais ou menos 3 meses, em viagem</p><p>de turismo na Amazonia ocidental. Nega uso de drogas, casos de hepatite na família, transfusão sanguínea.</p><p>Como não apresentava antecedente epidemiológico para infecção por VHA, foram solicitados alguns exames</p><p>com o seguinte resultado: AgHBS R, Anti-HCV R, Anti-HCV NR, AST(TGO=3000UI/L, ALT(TGP)=3500UI/L,</p><p>AntiHBcIgM R, AntiHBc IgG NR, Anti-HDV total R</p><p>a. Qual o diagnostico do paciente?</p><p>b. O contato sexual do paciente foi investigado, cujo resultado das sorologias foram HBsAg E, anti HBC R, anti</p><p>HBC IgM NR e Anti Delta R</p><p>i. Qual a interpretação correta desses resultados?</p><p>22. Paciente, 40 anos, masculino, usuário de drogas injetáveis, procurou os serviços médicos com relato de icterícia,</p><p>colúria e adinamia há 10 dias. Ao exame físico, constataram0se icterícia (+3/+3) e hepatomegalia. Os exames</p><p>laboratoriais revelaram a existência de 700 U/L de AST(TGO), 1.100 U/L de ALT(TGP) e a presença dos seguintes</p><p>marcadores virais: HbsAg R, Anti-HbcIgM NR, Anti-VHAIgM reagente, Anti VHC NR e Anti-HBc Total R. Nesse</p><p>caso, o diagnóstico mais provável do paciente é:</p><p>HEPATITE B CRONICA E HEPATITE A AGUDA.</p><p>23. Considere as seguintes afirmações em relação à dengue:</p><p>i. A prova do laço e importante para a triagem do paciente suspeito de dengue, pois pode ser a</p><p>única manifestação hemorrágica de casos complicados ou de febre hemorrágica da dengue,</p><p>podendo representar a presença de plaquetopenia ou de fragilidade capilar.</p><p>ii. O método de escolha para o diagnóstico de dengue é a detecção sorológica de anticorpos</p><p>antidengue pela técnica Elisa, devendo ser solicitado a partir do 6º dia do início dos sintomas.</p><p>iii. Caso confirmado de dengue clássica é todo paciente que apresenta doença febril aguda com</p><p>duração máxima de até sete dias, acompanhada de pelo menos dois dos sintomas como cefaleia,</p><p>dor retro orbitária, mialgia, artralgia, prostração ou exantema, associados ou não à presença de</p><p>hemorragias. Além desses sintomas, deve ter estado, nos últimos 15 dias, e área onde esteja</p><p>ocorrendo transmissão de dengue ou tenha a presença do Aedes aegypti.</p><p>Com relação às afirmações:</p><p>a. Todas estão corretas</p><p>b. Apenas I e II estão corretas</p><p>c. Apenas I e III estão corretas</p><p>d. Apenas II e III estão corretas</p><p>e. Apenas I está correta</p><p>24. O tétano é uma doença infecciosa aguda não contagiosa, causada pela ação de exotoxinas produzidas pelo</p><p>Clostridium tetani, as quais provocam um estado de hiperexcitabilidade do sistema nervoso central.</p><p>Clinicamente, a doença manifesta-se com febre baixa ou ausente, hipertonia muscular mantida, hiperreflexia e</p><p>espasmos ou contraturas paroxísticas. Em geral, o paciente mantém-se consciente e lúcido. Com relação a esta</p><p>patologia, analise as afirmativas e responda:</p><p>i. A avaliação de profilaxia pe mandatória em todos os casos de mordeduras por animais;</p><p>ii. No tratamento, o soro gamaglobulina visa neutralizar a toxina fixada no sistema nervoso,</p><p>enquanto o desbridamento e os antimicrobianos, a eliminação dos bacilos e da produção da</p><p>toxina.</p><p>iii. Em indivíduo com ferida tetanígena devidamente vacinado há 12 anos, a profilaxia, com</p><p>imunógenos, deve ser realizada com toxoide tetânico e imunoglobulina humana antitetânica ou</p><p>soro antitetânico.</p><p>iv. Um baixo potencial de oxirredução possibilita a germinação do esporo em até seis horas,</p><p>determinando a produção de toxina pela forma vegetativa, o que justifica plenamente rigor nos</p><p>cuidados locais.</p><p>a. Somente a I e a III estão corretas</p><p>b. Somente a I, II e III estão corretas</p><p>c. Somente a I, III e IV estão corretas</p><p>d. Somente a I e IV estão corretas</p><p>e. Todas estão corretas</p><p>25. T.R.S. de 18 anos jogava futebol descalço quando feriu o pé esquerdo com um pedaço de madeira. O paciente</p><p>procurou atendimento de imediato. O local da lesão mostrava ferimento pequeno profundo corto contuso, com</p><p>pouco resto de terra e sem outros corpos estranhos, sendo que não havia sangramento. Sua carteira vacinal</p><p>mostra vacinação com vacina DPT em esquema completo, mais há 4 anos. A conduta mais adequada para</p><p>profilaxia do tétano, além dos cuidados locais com o ferimento é:</p><p>a. Cuidados locais, vacinação, imunização e antibioticoterapia com penicilina G benzatina;</p><p>b. Cuidados locais, vacinação e imunização passiva apenas;</p><p>c. Cuidados locais e vacinação apenas;</p><p>d. Cuidados locais, vacinação e antibioticoterapia com penicilina G benzatina</p><p>e. Cuidados locais e orientação</p><p>26. Paciente 30 anos, masculino, informa que ao acordar pela manhã, verificou a presença de um morcego frugífero</p><p>dentro do seu quarto. Ficou preocupado e procurou a unidade de saúde do seu bairro. Foi realizado um exame</p><p>físico minucioso que não observou qualquer tipo de lesão que pudesse ocorrer devido ao contato com o</p><p>morcego. O paciente informou esquema vacinal para tétano atualizado. Baseado no relato acima, qual a</p><p>conduta, que corretamente deve ser adotada para o paciente?</p><p>a. Orientações gerais, sem uso de imunógenos</p><p>b. Aplicar 5 doses da vacina antirrábica</p><p>c. Aplicar 2 doses da vacina antirrábica</p><p>d. Aplicar o soro e a vacina (5 doses) antirrábico</p><p>e. Aplicar 3 doses da vacina antirrábica</p><p>27. Uma cidade de médio porte sofre uma epidemia de dengue. O médico chefe de uma UBS reúne os profissionais</p><p>da unidade e líderes de comunidade com o propósito de implementar o enfrentamento da epidemia. São</p><p>definidas duas áreas de atuação: uma dirigida à coletividade e outra junto aos médicos. Além de divulgar entre</p><p>a clientela da UBS a necessidade de evitar água parada nas residências, onde estão mais de 90% dos focos do</p><p>mosquito transmissor e facilitação da visita dos agentes da Vigilância Sanitária para identificar esses focos,</p><p>deve-se também:</p><p>a. Orientar os médicos a iniciar o tratamento</p><p>empírico com vidarabina nos casos suspeitos e o encaminhar</p><p>aos hospitais os mais graves ou impossibilitados de receber medicação via oral;</p><p>b. Divulgar a necessidade de vacinação contra a doença, principalmente para aqueles que a tenham</p><p>adquirido uma vez</p><p>c. Instruir os agentes de saúde a encaminhar à UBS todos os casos suspeitos, com exceção daqueles mais</p><p>graves que devem ser encaminhados diretamente aos hospitais;</p><p>d. Orientar os médicos para encaminhar aos hospitais todos os casos que apresentem sinais de gravidade,</p><p>tais como febre alta, cefaleia intensa ou refratária, e todos que já tenham contraído a doença uma vez;</p><p>e. Orientar os médicos para encaminhar aos hospitais os casos suspeitos que apresentem sinais de</p><p>gravidade, tais como manifestações gastrointestinais intensas, derrame pleural ou ascite;</p><p>28. Paciente, 40 anos, masculino, informa acidente com prego enferrujado em membro inferior direito. Procurou</p><p>assistência médica 24 horas após acidente. Relata, também, ter recebido o reforço da vacina para tétano há 7</p><p>anos, De acordo com as orientações do ministério da saúde, aponde a alternativa correta?</p><p>a. Administrar a dT(dupla adulto), a IGHAT e o SAT</p><p>b. Administrar o TT e Penicilina G benzatina 1.200.000 UI IM</p><p>c. Administrar IGHAT ou o SAT + TT ou a dT;</p><p>d. Administrar, somente, o toxoide tetânico (TT);</p><p>e. Administrar a imunoglobulina Humana Antitetânica (IGHAT) ou o SAT (soro antitetânico);</p><p>29. Uma paciente, com 25 anos de idade, há três dias apresente febre, cefaleia intensa retro-orbital, mialgia e</p><p>exantema cutâneo mobiliforme. Há 8 dias retornara de teresina e há um dia começou a apresentar petéquias,</p><p>espistaxe e a prova do laço positiva. Sua pressão artéria é de 120/70mmHg e sua pulsação, de 80bpm. Os</p><p>exames laboratoriais mostraram evidências de trombocitopenia, tempos ode protrombina e tromboplastina</p><p>parcial normais e sorologia para dengue (IgM) posiiva. Esse (...) caracteriza diagnóstico de:</p><p>a. Febre hemorrágica da dengue</p><p>b. Síndrome de choque da dengue</p><p>c. Dengue clássica</p><p>d. Febre hemorrágica da dengue com CIVD;</p><p>e. Dengue com comprometimento neurológico</p><p>30. Paciente com 35 anos, masculino, jardineiro, procurou a emergência de um hospital geral com ferimento na</p><p>mão que ocorreu na manhã do dia anterior, enquanto plantava, ocasionado por fragmento de madeira em</p><p>decomposição que estava na terra. Apresentava febre de 38ºC, dor local de moderada intensidade e secreção</p><p>purulenta no ferimento (...) debridamento, realizado pelo médico plantonista, mostrou que o ferimento tinha</p><p>profundidade de mais ou menos (...) halo de hiperemia, secreção purulenta e pequena área de necrose. Foi</p><p>retirado fragmento de madeira com mais ou menos (...) cm. O paciente referia que, há mais ou menos 12 anos,</p><p>havia recebido 3 doses da vacina contra o tétano em UBS indicadas por ocasião de outro ferimento. Além do</p><p>debridamento, da antibioticoterapia, que medidas (...) corretamente, recomentadas para a prevenção do</p><p>tétano?</p><p>a. Apenas dose de reforço da vacina</p><p>b. Apenas imunoglobulina antitetânica homologa ou heteróloga;</p><p>c. Apenas o debridamento bem feito e a antibioticoterapia são suficientes, porque o paciente já recebeu 3</p><p>doses de (...)</p><p>d. Aplicação da vacina antitetânica com orientação para o paciente repetir esquema de 3 doses com</p><p>intervalo de 2 (...) as doses;</p><p>e. Imunoglobulina antitetânica homóloga ou heteróloga e aplicação de reforço da vacina antitetânica.</p><p>31. A.J.T, 45 anos, masculino, caçador, sofreu mordeduras por gato-do-mato (que ele domesticou) em mão, (...)</p><p>direitos. Procurou serviços médicos para receber os devidos atendimentos de saúde, sendo interrogado (...)</p><p>antitetânica. Afirmou reforço há 3 anos. Baseado nos dados acima e nas recomendações do Ministério da</p><p>Saúde, quais condutas devem ser adotadas?</p><p>a. Cuidados locais + Vacina antirrábica _ Toxoide tetânico (TT);</p><p>b. Cuidados locais + Vacina antirrábica e So (...)</p><p>c. Cuidados locais + vacina e soro antirrábicos</p><p>d. Cuidados locais + soro antirrábico + sat</p><p>e. Cuidados locais + vacina antirrábica + IGHAT</p><p>32. I 1º paciente brasileiro que foi curado do vírus da raiva humana esteve internado durante 11 meses e uma</p><p>semana no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, em Recife-PE. Esse foi apenas o 3º caso de cura no mundo. O</p><p>paciente, de 16 anos (...) raiva, quando foi mordido por um morcego, enquanto dormia em sua casa, em</p><p>Floresta, Serão do estado de Pernambuco (...) adolescente foi submetido a um tratamento baseado no</p><p>protocolo de Milwaukee, criado pelo Dr. RodineyWilloughby (...) Estados Unidos em 2004, e a medicação inclui</p><p>antivirais, sedativos e anestésicos. O método foi aplicado com sucesso pela primeira vez em uma adolescente</p><p>americana. Com relação à profilaxia de pré-exposição para raiva humana analise as afirmativas abaixo e marque</p><p>a incorreta:</p><p>a. Deve ser indicada para pessoas com risco de exposição permanente ao vírus da raiva durante atividades</p><p>ocupacionais, como: veterinários, biólogos, espeleólogos, dentre outros;</p><p>b. Deve ser administradas 3 doses, dia 0, 7 e 28 por via IM (na região glútea) e intradérmica (no deltóide);</p><p>c. O controle sorológico deve ser iniciado a partir do 14º dia após a última dose do esquema</p><p>d. São considerados satisfatórios os títulos de anticorpos >=0,5UI/ml</p><p>e. (...)so o resultado seja</p>

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