Prévia do material em texto
<p>Estudos e Análise de Tráfego</p><p>Leandro Cardoso Trentin</p><p>TÓPICOS DO CURSO</p><p>Nomenclaturas usuais de estudos tráfego, níveis de serviço e conceitos</p><p>pertinentes</p><p>Apresentação de Premissas para Estudo de Tráfego</p><p>Metodologia para análise de Estudos de Tráfego de concessionárias e</p><p>interessados</p><p>Pontos críticos e verificações importantes</p><p>Responsabilidade das concessionárias frente aos contratos de concessão</p><p>TRÁFEGO</p><p>1ª Etapa</p><p>2ª Etapa</p><p>TRÁFEGO</p><p>Interferência Urbana</p><p>Quanto à interferência urbana ,os conceitos de interferência urbana e tráfego urbano são amplamente citados pelas</p><p>concessionárias como equivalentes, contudo, vale esclarecer que são conceitos distintos, sendo “tráfego urbano”</p><p>como aquele com origem e destino nos centros urbanos, geralmente de curta distância e que utilizam as rodovias</p><p>como modo de acesso.</p><p>No caso da “interferência urbana”, no âmbito das rodovias concedidas, é aquela em que o problema de fluidez,</p><p>observado no segmento homogêneo, é reflexo direto da restrição da capacidade viária, verificada fora da faixa de</p><p>domínio. O fato gerador da restrição do fluxo, que produz reflexos na rodovia, é de origem urbana, cuja competência</p><p>é exclusiva da municipalidade.</p><p>TRÁFEGO</p><p>A respeito das “justificativas das horas em “E” e “F”, o Item 5.1 do Anexo 05 do Edital dispõe que as operações</p><p>especiais necessárias a atender a situações de pico, de desvios de tráfego para a execução de obras, e/ou transportes</p><p>de cargas excepcionais, de esquemas de emergência, de incêndios na faixa de domínio, de adversidades climáticas</p><p>como chuva e neblina, assim como, todas as atividades de coordenação operacional, envolvendo outras entidades</p><p>no sistema viário, devem ser programadas para implantação em ocasiões específicas, de modo a não prejudicar o</p><p>desempenho do tráfego do sistema viário, ou seja, o limite de 50 horas em “E” e “F” já contempla estas situações.</p><p>TRÁFEGO</p><p>Via Expressa</p><p>Rodovias com duas ou mais faixas de rolamento por sentido, de elevado padrão técnico com</p><p>controle de acessos</p><p>TRÁFEGO</p><p>Via Expressa</p><p>TRÁFEGO</p><p>Vias de Múltiplas Faixas</p><p>Rodovias com duas faixas, ou mais, por sentido e controle parcial de acessos, com ou sem</p><p>canteiro central</p><p>TRÁFEGO</p><p>Vias de Múltiplas Faixas</p><p>TRÁFEGO</p><p>Ramos de ligação</p><p>Definido como um trecho relativamente curto de via com uma ou duas faixas de tráfego que liga duas</p><p>outras vias. Nas vias de múltiplas faixas, é comum o emprego de ramos de entrada (acesso) e saída para</p><p>facilitar essas manobras, que podem ser realizadas com velocidades altas de modo a perturbar o mínimo</p><p>possível o fluxo de veículos na via principal.</p><p>Convergência</p><p>Divergência</p><p>TRÁFEGO</p><p>Ramos de ligação</p><p>TRÁFEGO</p><p>Entrelaçamento</p><p>TRÁFEGO</p><p>Entrelaçamento</p><p>TRÁFEGO</p><p>Rodovias de Pista Simples</p><p>Via de regra uma faixa de tráfego para cada sentido, onde as ultrapassagens pelos veículos</p><p>mais lentos requerem o uso da pista de sentido oposto onde as distâncias de visibilidade e os</p><p>espaços no tráfego do sentido oposto permitam.</p><p>TRÁFEGO</p><p>Rodovias de Pista Simples</p><p>TRÁFEGO</p><p>Rodovias de Pista Simples</p><p>TRÁFEGO</p><p>Rodovias de Pista Simples</p><p>TRÁFEGO</p><p>Rotatórias</p><p>Definido como o cruzamento de duas ou mais correntes de tráfego no sentido anti-horário ao</p><p>redor de uma ilha central</p><p>TRÁFEGO</p><p>Rotatórias</p><p>TRÁFEGO</p><p>Cruzamento não semaforizado</p><p>Definido como o cruzamento de duas ou mais correntes com controle de preferência dos</p><p>movimentos.</p><p>TRÁFEGO</p><p>Cruzamento não semaforizado</p><p>TRÁFEGO</p><p>Pedestres</p><p>leandro.trentin@artesp.sp.gov.br</p><p>DOP-GOE</p><p>mailto:leandro.Trentin@artesp.sp.gov.br</p>