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<p>Aspectos Fisiológicos da Infância e da Adolescência:</p><p>Crescimento, Desenvolvimento e Maturação Sexual</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO</p><p>Disciplina: Nutrição Clínica – Infância e Adolescência</p><p>Professora: Mayara Freitas Monteiro</p><p>Adolescência</p><p>ADOLESCÊNCIA</p><p>Início:</p><p>PUBERDADE</p><p>Término:</p><p>Consolidação do crescimento</p><p>e personalidade</p><p>▪ Impulsos do desenvolvimento</p><p>físico, mental, emocional,</p><p>sexual e social</p><p>▪ Esforços do indivíduo em</p><p>alcançar os objetivos</p><p>relacionados às expectativas</p><p>culturais da sociedade</p><p>em que vive</p><p>• O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde, definem a adolescência como a segunda</p><p>década da vida (10 a 19 anos).</p><p>• A adolescência é um período fundamental do desenvolvimento humano e deve ser considerada a</p><p>partir de aspectos biológicos, psicológicos, sociais e jurídicos.</p><p>Os Limites Cronológicos da Adolescência</p><p>“Os jovens de hoje gostam do luxo.</p><p>São mal comportados, desprezam a autoridade.</p><p>Não têm respeito pelos mais velhos e passam o tempo</p><p>a falar em vez de trabalhar.</p><p>Não se levantam quando um adulto chega.</p><p>Contradizem os pais, apresentam-se em sociedade</p><p>com enfeites estranhos”</p><p>[Sócrates (470 – 399 a.C.)]</p><p>OMS: 10 a 19 anos</p><p>Adolescência</p><p>Adolescência</p><p>Puberdade</p><p>• A puberdade caracteriza-se pelas transformações anatômicas e fisiológicas, que incluem o</p><p>crescimento, o desenvolvimento e a maturação sexual.</p><p>OS EVENTOS DA PUBERDADE INCLUEM:</p><p>• O desenvolvimento dos caracteres sexuais primários e secundários</p><p>• Desenvolvimento das gônadas (testículos e ovários)</p><p>• As modificações na composição corporal (decorrentes das ações hormonais): quantidade e</p><p>distribuição de gordura, crescimento esquelético e ganho de massa muscular</p><p>• Desenvolvimento dos sistemas respiratório e circulatório</p><p>• As alterações metabólicas</p><p>• Aceleração do crescimento estatural (crescimento ósseo) >>> fase do “estirão puberal” que dura</p><p>cerca de 3 a 4 anos e representa ganho de aproximadamente 50% do peso e 20-25% da estatura.</p><p>• Aceleração e posterior desaceleração do crescimento (estirão da puberdade)</p><p>Puberdade</p><p>Puberdade e Maturação Sexual</p><p>Durante a puberdade os adolescentes ganham 20% de sua estatura adulta</p><p>e 50% de seu peso corporal e massa óssea</p><p>▪ Oferta energética é maior pelo rápido crescimento tecidual</p><p>▪ Crescimento ósseo</p><p>▪ Desenvolvimento cerebral</p><p>Puberdade</p><p>• ADRENARCA: Aumento da secreção dos andrógenos</p><p>suprerenais</p><p>• GnRH: Liberação de FSH e LH</p><p>• GONADARCA: Aumento dos esteroides sexuais</p><p>MATURAÇÃO SEXUAL:</p><p>• Está diretamente ligada à nutrição e crescimento</p><p>• Ocorre quando o organismo adquire nutrientes suficientes</p><p>para ser reprodutivo</p><p>• Deficiência nutricional: fase de crescimento abaixo do</p><p>esperado >> retardo da maturação sexual pra compensar o</p><p>crescimento lento</p><p>• Excesso nutricional: acelera a puberdade</p><p>Revolução Hormonal</p><p>Fase caracterizada por desejo de</p><p>resultado rápido e</p><p>sem preocupação com as</p><p>consequências futuras</p><p>▪ São movidos pela revolução hormonal</p><p>▪ Comportamento alimentar impulsivo</p><p>▪ Escolhas próprias quanto à eleição dos alimentos, no</p><p>ritmo e na maneira de nutrir</p><p>▪ Aceitação física, aparência e percepção de</p><p>invencibilidade</p><p>▪ Prática de dietas revolucionárias e radicais</p><p>Controle Hormonal</p><p>• O Sistema Nervoso Central recebe</p><p>informações de muitos sensores internos e</p><p>externos e rege a produção de sinais hormonais</p><p>apropriados pelos vários tecidos endócrinos</p><p>• O hipotálamo é o centro de coordenação do</p><p>sistema endócrino >>>> recebe e integra</p><p>mensagens do sistema nervoso central</p><p>• Hipotálamo >>> envia hormônios para a</p><p>pituitária >>> estimula ou inibe a liberação de</p><p>hormônios tróficos (produzidos pela hipófise)</p><p>• Hormônios da pituitária anterior estimulam</p><p>outras glândulas endócrinas a secretarem seus</p><p>hormônios</p><p>Controle</p><p>Hormonal</p><p>Sistema</p><p>Endócrino</p><p>• Efeitos sistêmicos</p><p>• Múltiplas ações</p><p>• Desequilíbrios</p><p>• Dependência de ação</p><p>• Equilíbrio nas respostas</p><p>Puberdade</p><p>• Excesso de Proteínas animais >> relacionado a puberdade precoce</p><p>••• Excesso de produção e liberação de fatores de crescimento</p><p>••• Proteínas de sinalização anabólica</p><p>• Tipos de carboidratos e gorduras não parecem influenciar diretamente a puberdade</p><p>• Micronutrientes >>> poucos estudos</p><p>• Deficiência de vitamina D >>> parece estar associada à puberdade precoce em meninas</p><p>A obesidade e os fatores ambientais parecem ter uma relação maior e mais direta</p><p>com a puberdade precoce, sobretudo em meninas.</p><p>A alimentação e a nutrição adequadas são requisitos essenciais para o crescimento e desenvolvimento</p><p>de crianças e adolescentes, sendo que a condição nutricional na adolescência</p><p>depende do preenchimento, adequado ou inadequado, das necessidades nutricionais na infância.</p><p>Estatura Corporal</p><p>TAXA DE CRESCIMENTO:</p><p>• Balanço energético positivo</p><p>• Relação hormonal: tireóide, adrenal, pâncreas e gônadas</p><p>Estimativa de Velocidade de Crescimento</p><p>Velocidade de Crescimento</p><p>• Gráficos de Tanner e Whitehouse</p><p>• Predição por fatores genéticos</p><p>Escala de Tanner</p><p>• A maturação óssea e a maturação sexual refletem melhor a idade biológica do adolescente do que a maturação</p><p>cronológica.</p><p>• A maturação sexual, que envolve a sequência dos caracteres sexuais secundários, foi sistematizada por</p><p>TANNER (1962) que considerou o desenvolvimento mamário do sexo feminino, o desenvolvimento da genitália</p><p>externa do sexo masculino e o desenvolvimento dos pelos pubianos em ambos os sexos</p><p>• As variáveis de desenvolvimento mamário do sexo feminino e de genitália externa masculina foram classificadas</p><p>em cinco estágios desde a situação pré-puberal (estágio 1) até a adulta (estágio 5).</p><p>• O desenvolvimento da pilosidade pubiana foi classificado em seis estágios para ambos os sexos.</p><p>• Para identificação do grau de maturação sexual é necessário que os adolescentes sejam informados de que se</p><p>trata da avaliação do estágio de maturação sexual e que este influencia no diagnóstico nutricional, sendo</p><p>necessária a colaboração dos mesmos. Em seguida, é solicitado que o adolescente identifique em que estágio</p><p>maturacional ele se encontra, conforme o desenvolvimento puberal estabelecido por Tanner (1962).</p><p>• Toda avaliação nutricional de adolescentes deve ser realizada em associação com o estágio puberal, uma vez</p><p>que o estadiamento da puberdade se torna uma medida importante para a caracterização do grau de</p><p>maturação do adolescente.</p><p>• Isso facilita a compreensão e o manejo de problemas clínicos mais comuns neste grupo etário, sendo, portanto,</p><p>indispensável na interpretação dos indicadores antropométricos e também na prescrição do plano alimentar de</p><p>acordo com a fase da pubescência.</p><p>Estágio de Tanner - Masculino</p><p>Estágio de Tanner - Feminino</p><p>Estágio de Tanner</p><p>Estágio de Tanner</p><p>Atividade Física</p><p>• SEDENTARISMO: É quando o indivíduo</p><p>passa a maior parte do dia em atividades</p><p>próximas ao repouso.</p><p>• Em atividades com até 2 METS</p><p>• METS = Equivalentes metabólicos</p><p>https://ucv.grupoa.education/sagah/object/view-object/5f1ca76ee64f7c00119feae3?lessonid=5737993</p><p>https://ucv.grupoa.education/sagah/object/view-object/5f1ca76ee64f7c00119feae3?lessonid=5737993</p><p>Adolescência</p><p>• A nutrição adequada nesse período é crucial para alcançar o potencial de crescimento e não gerar</p><p>atrasos de crescimento linear, atrofia muscular e remodelação dos órgãos.</p><p>• FERRO: No período da adolescência, há aumento das necessidades de ferro devido à expansão do</p><p>volume plasmático para disposição de maior massa eritrocitária e de maior quantidade de mioglobina</p><p>importante no desenvolvimento da massa muscular.</p><p>• As necessidades de TIAMINA (B1) aumentam com o consumo de grandes doses de açúcares</p><p>refinados, padrão alimentar comum na adolescência.</p><p>• Os adolescentes fumantes e as adolescentes que utilizam contraceptivos orais, podem apresentar</p><p>deficiência de vitamina C.</p><p>• As necessidades de vitamina B12 são também elevadas e o risco de carência é especialmente alto</p><p>nos casos de dietas radicais ou vegetarianos exclusivos.</p><p>• O ácido fólico (B9) é importante</p><p>durante os períodos de grande replicação celular e crescimento.</p><p>• Necessidades de vitamina A aumentam consideravelmente nos períodos de crescimento acelerado.</p><p>• A vitamina D está envolvida no metabolismo do cálcio, fósforo e na mineralização óssea</p><p>Adolescência</p><p>• Nas meninas, após a menarca, a necessidade de ferro é três vezes maior que a dos meninos</p><p>devido às perdas menstruais que podem representar até 1,4 mg/dia.</p><p>• Em média cada ejaculação contém 5mg de zinco.</p><p>• ZINCO:</p><p>• É fundamental para mobilidade do esperma e na função energética dos espermatozóides.</p><p>• Está relacionado à regeneração óssea e muscular, desenvolvimento ponderal e maturação</p><p>sexual.</p><p>• Atraso de crescimento e hipogonadismo têm sido relatados em adolescentes do sexo</p><p>masculino com deficiência de zinco.</p><p>• As recomendações diárias são 8-11 mg/dia</p><p>Crescimento Infantil</p><p>▪ Avaliados pelas Curvas de Crescimento com vários parâmetros</p><p>▪ Avaliar sempre o contexto da criança</p><p>▪ Começa a identificar o déficit com 2 e 3 anos</p><p>▪ Importante considerar a altura dos pais</p><p>▪ Pode ser que a vida inteira ela se mantenha no percentil dela</p><p>▪ Criança não cresce todos os dias</p><p>▪ Cresce em períodos curtos em fases concentradas</p><p>▪ nos Picos de Crescimento</p><p>Crescimento Infantil</p><p>▪ Se não tem nutriente, não tem tecido adequado, não tem células de defesa</p><p>competentes</p><p>▪ Ficam doentes com mais frequência, usam medicamentos mais vezes, comem</p><p>menos, maior demanda corporal nos episódios de febre e infecções</p><p>O retardo do crescimento linear ou déficit estatural é uma medida de desnutrição a longo</p><p>prazo, a qual geralmente está associada a uma combinação de consumo alimentar</p><p>inadequado e infecções de repetição que estão intimamente relacionados com o padrão</p><p>de vida da população, incluindo acesso à alimentação, moradia e assistência à saúde.</p><p>Crescimento Infantil</p><p>Para crescer é necessário:</p><p>• Boa alimentação</p><p>• Dormir bem</p><p>– sono noturno: para crescer / momento que produz o GH</p><p>– sonecas da tarde: para a criança aprender e assimilar novas habilidades</p><p>• Praticar atividade físico e ter estímulo físico pra brincar, correr, subir</p><p>• Exercício extenuante prejudica crescimento</p><p>Produção de GH inicia com 30 minutos de início do sono</p><p>Pico do GH entre 22h e 06h</p><p>Tem de dormir pelo menos 21h e estar no sono a no máximo 21h30</p><p>Crescimento Infantil</p><p>Alimentação:</p><p>• Precisa ser saudável</p><p>• Com alta concentração de leite de vaca e derivados:</p><p>maior crescimento</p><p>• LEITE é altamente insulinêmico e vai estimular a</p><p>produção de IGF-1</p><p>• IGF-1: Fator de crescimento</p><p>• Leite: proteína mais pró-inflamatória e se oferecida</p><p>diariamente por vários momentos pode favorecer a</p><p>hipersensibilidade</p><p>Crescimento Infantil</p><p>Preciso pensar no Crescimento Ósseo:</p><p>• Fazendo o osso crescer, a criança vai aumentando a estatura</p><p>• Preciso oferecer nutrientes necessários para a formação óssea</p><p>• Nutrientes para formação óssea: ofertar qualquer suplemento para crescimento</p><p>no horário da noite</p><p>Efeito dos nutrientes sobre a saúde óssea:</p><p>Crescimento Infantil</p><p>Preciso pensar no Crescimento Ósseo:</p><p>• Minerais: zinco, cálcio, magnésio, iodo, cobre, ferro, fósforo, boro, silício</p><p>• ZINCO: um dos principais nutrientes da infância: relacionado a crescimento, seletividade</p><p>alimentar, inapetência, infecções virais, prevenção de diarreia.</p><p>Fontes: ostra, arroz integral, lentilha (8h a 12h do grão de molho para melhor disponibilidade do</p><p>zinco. A maioria das vezes precisa suplementar</p><p>• CÁLCIO: fácil de atingir via leite e derivados; vegetais verdes escuros</p><p>• MAGNÉSIO: em vegetais verdes escuros crus, castanhas</p><p>• SILÍCIO: aveia, chá de cavalinha</p><p>• Vitaminas: A e D</p><p>• A: programas governamentais para a suplementação. Fontes: gema de ovo, alimentos ricos em</p><p>beta caroteno são os precursores da vitamina A</p><p>• D: leite e derivados; precisa brincar e se expor na natureza. Protocolo: tomar desde o</p><p>nascimento até 2 anos de idade</p><p>Crescimento Infantil</p><p>Preciso pensar no Crescimento Ósseo:</p><p>• Aminoácidos: caseína, arginina, cisteína, lisina, taurina</p><p>• CASEÍNA: presente nos leites e derivados</p><p>• LISINA: diminuiu virulência de alguns vírus e melhora imunidade</p><p>• ARGININA: fundamental pro crescimento ósseo. Atenção: não oferecer para crianças que têm</p><p>tendência a ter herpes, pois ela aumenta a virulência deste vírus. Sempre dar ariginina com</p><p>lisina se for suplementar</p><p>• TAURINA: melhora crescimento, foco, concentração, déficit cognitivo</p><p>• Sempre colocar na forma de sachê ou xarope porque dá em volume grande</p><p>• Ômega 3: participar da formação cerebral</p><p>• Creatina (monohidratada pura): se além do déficit estatural também houver o</p><p>déficit de peso</p><p>Crescimento Infantil</p><p>• A altura atingida é afetada por fatores genéticos e ambientais ao longo do período de crescimento.</p><p>• A deficiência de crescimento linear está em grande parte confinada ao período intrauterino e aos primeiros</p><p>anos de vida, e é causada por dietas inadequadas e infecções frequentes.</p><p>▪ O fracasso do crescimento precoce levará à redução da estatura adulta, a menos que haja um crescimento</p><p>compensatório (o chamado crescimento de recuperação) na infância, o que depende em parte da extensão do</p><p>atraso maturacional que prolonga o período de crescimento.</p><p>• A subnutrição pode afetar o desenvolvimento cognitivo, causando danos estruturais diretos ao cérebro e</p><p>prejudicando o desenvolvimento motor infantil e comportamento exploratório.</p><p>• Os efeitos a longo prazo podem surgir através da adaptação estrutural e funcional; a persistência de défices</p><p>iniciais, em parte devido à ausência de oportunidades de remediação em ambientes desfavorecidos; e</p><p>alterando a forma como os indivíduos lidam com a aprendizagem</p><p>• O peso ao nascer está positivamente associado às habilidades cognitivas das crianças, mas o efeito dos</p><p>fatores ambientais enfraquece esta associação ao longo do tempo.</p><p>• O tamanho corporal materno está fortemente associado ao tamanho dos recém-nascidos.</p><p>• Meninas subnutridas tendem a tornar-se adultas baixas e, portanto, têm maior probabilidade de ter filhos</p><p>pequenos.</p><p>Crescimento Infantil</p><p>• A pobreza é simultaneamente uma causa e um resultado do fraco desenvolvimento humano, e os</p><p>investimentos na nutrição infantil estão a ser promovidos como uma estratégia para o desenvolvimento</p><p>económico.</p><p>• Uma melhor nutrição infantil melhora a cognição e a escolaridade e também pode afetar os rendimentos dos</p><p>adultos através da redução da massa corporal magra (incluindo menor estatura) e da diminuição da</p><p>produtividade em empregos que exigem trabalho manual.</p><p>• Propuseram que fetos e bebês desnutridos apresentam alterações (redução do crescimento do tecido magro</p><p>e da sensibilidade à insulina, regulação positiva do eixo do cortisol e comprometimento do desenvolvimento</p><p>pancreático) que causam diabetes mais tarde na vida. Há fortes evidências provenientes de animais de que a</p><p>privação alimentar materna leva ao diabetes e à resistência à insulina na prole.</p><p>• Dois estudos realizados em países de rendimento elevado demonstraram um risco aumentado de diabetes</p><p>em pessoas que tinham baixo peso na infância.</p><p>• Este estudo mostrou uma forte associação entre ganho acelerado do índice de massa corporal na infância,</p><p>após a infância, com diabetes e tolerância diminuída à glicose</p><p>Taxa Metabólica</p><p>• O metabolismo basal é a energia necessária</p><p>para a manutenção das células e tecidos.</p><p>• Aumenta rapidamente aos 2 anos de idade e</p><p>estabiliza ao longo da adolescência</p><p>• ECC = energia de custo de crescimento.</p><p>É uma pequena quantidade quando comparada</p><p>com a TMB e gasto energético com atividades</p><p>físicas.</p><p>• Os requerimentos energéticos aumentam de</p><p>acordo com a velocidade de crescimento</p><p>estatural, o que permite afirmar que os</p><p>incrementos de estatura refletem melhor o</p><p>período de crescimento.</p><p>• Se a energia total de ingestão calórica cai</p><p>abaixo da TMB, então ECG e AEE podem levar</p><p>ao crescimento retardado, atraso puberal,</p><p>anormalidades menstruais em meninas, e</p><p>interferência no acúmulo de massa óssea.</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p>