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<p>FLUIDOTERAPIA</p><p>CÃES E GATOS</p><p>ISABELLA XAVIER PEREIRA FERNANDES</p><p>7º P</p><p>FLUIDOTERAPIA</p><p>Hemorragias:</p><p>Reposição volêmica melhora o</p><p>desempenho cardíaco, transporte de</p><p>oxigênio e equilíbrio acidobásico.</p><p>Utilizado em casos de</p><p>emergência; pacientes em</p><p>choque ou com vômito e diarreia</p><p>severa; pacientes com patologia</p><p>existente</p><p>Os fluídos nessa etapa são usados</p><p>para reposição. Por exemplo: repor</p><p>volemia e perdas dos</p><p>compartimentos intra e extracelular,</p><p>REIDRATAÇÃO</p><p>INDICAÇÕES REANIMAÇÃOO QUE É?</p><p>MANUTENÇÃO</p><p>Hipovolemia:</p><p>As causas mais comuns são perdas</p><p>gastrintestinais, sangramentos,</p><p>poliúria e vasodilatação.</p><p>Reposição de volume é crucial, mas a</p><p>resposta dos pacientes pode variar. A</p><p>escolha da solução depende da</p><p>causa e gravidade.</p><p>Manutenção diária</p><p>geralmente para manter a</p><p>homeostase.</p><p>Hipocalemia: pouco potássio;</p><p>Hipercalemia: muito potássio;</p><p>Hipernatremia: muito sódio;</p><p>Hiponatremia: pouco sódio;</p><p>Hipocloremia: pouco cloreto;</p><p>Hipercloremia: muito cloreto;</p><p>Hipocalcemia: pouco cálcio;</p><p>Hepercalcemia: muito cálcio;</p><p>Distúrbios de magnésio e fósforo.</p><p>A fluidoterapia é amplamente utilizada</p><p>para restaurar o volume e a composição</p><p>dos líquidos corporais, mantendo o</p><p>equilíbrio entre ganho e perda de líquidos</p><p>e eletrólitos.</p><p>Desidratação:</p><p>Hipertônica: Perda de água maior que de</p><p>eletrólitos (Ex.: cirurgias);</p><p>Isotônica: Perda igual de água e</p><p>eletrólitos (Ex.: diarreias e vômitos).</p><p>Hipotônica: Perda maior de eletrólitos</p><p>que de água (ex.: diarreia intensa).</p><p>FLUIDOTERAPIA</p><p>Contrabalança a hipotensão</p><p>causada por anestésicos voláteis,</p><p>que pode levar a uma perfusão</p><p>inadequada e choque.</p><p>Preserva o volume intravascular,</p><p>crucial para a oxigenação</p><p>tecidual e perfusão adequada</p><p>durante a anestesia.</p><p>Monitorar e ajustar a fluidoterapia</p><p>com base em parâmetros vitais do</p><p>paciente, como pressão</p><p>arterial e débito urinário.</p><p>MONITORAR</p><p>PREVENÇÃO DA</p><p>HIPOTENSÃO MANUTENÇÃO</p><p>DO VOLUME</p><p>CIRCULANTE</p><p>ACESSO VENOSO</p><p>Facilita a administração contínua de</p><p>medicamentos e fluidos, mantendo o</p><p>acesso venoso livre de coágulos.</p><p>EM PROCEDIMENTOS</p><p>ANESTÉSICOS</p><p>Compensa as perdas de fluidos</p><p>durante o jejum pré-anestésico</p><p>e as perdas insensíveis durante</p><p>a cirurgia.</p><p>REPOSIÇÃO DE</p><p>PERDAS</p><p>Ajusta desequilíbrios</p><p>eletrolíticos e outras alterações</p><p>causadas por anestesia e</p><p>cirurgia.</p><p>CORREÇÃO DE</p><p>DESEQUILÍBRIOS</p><p>ADAPTAÇÃO</p><p>A necessidade de fluidos pode</p><p>variar durante o</p><p>transoperatório, exigindo</p><p>ajustes tanto na taxa quanto na</p><p>composição dos fluidos</p><p>administrados.</p><p>Eles são classificados com base em</p><p>sua composição e osmolaridade. As</p><p>soluções de cristalóide podem ser</p><p>isotônicas, hipotônicas ou</p><p>hipertônicas, cada uma com</p><p>diferentes aplicações e efeitos.</p><p>Eles são divididos em soluções de</p><p>reposição (semelhantes ao plasma) e</p><p>soluções de manutenção (com mais</p><p>potássio e menos sódio).</p><p>Essas soluções possuem grandes</p><p>quantidades de sódio, cloro e água,</p><p>e são utilizadas para reposição de</p><p>eletrólitos e volemia.</p><p>ISOTÔNICOS</p><p>O QUE É?</p><p>Cloreto de Sódio 0,9% (NaCl 0,9%);</p><p>Ringer simples;</p><p>Ringer lactato;</p><p>Ringer acetato;</p><p>Glicose 5%</p><p>São soluções com solutos</p><p>eletrolíticos ou não que possuem</p><p>água e moléculas pequenas que</p><p>atravessam os líquidos corporais</p><p>facilmente.</p><p>CRISTALÓIDES</p><p>TIPOS DE FLUIDOS</p><p>São soluções com menor</p><p>osmolaridade em comparação ao</p><p>líquido extracelular (LEC), sendo</p><p>usadas para reposição das perdas</p><p>diárias normais de líquidos e</p><p>eletrólitos</p><p>HIPOTÔNICOS</p><p>São soluções com alta</p><p>osmolaridade, usadas para</p><p>expandir rapidamente o volume</p><p>plasmático, movendo água do</p><p>espaço intracelular para o</p><p>intravascular.</p><p>HIPERTÔNICOS</p><p>Essas soluções ajudam a</p><p>manter o equilíbrio hídrico ao</p><p>repor água livre e pequenas</p><p>quantidades de eletrólitos.</p><p>Não são indicadas como</p><p>primeira escolha para pacientes</p><p>desidratados, pois podem</p><p>aumentar a desidratação celular.</p><p>Composição: Sódio e cloreto</p><p>em quantidades semelhantes</p><p>ao plasma.</p><p>Uso: Reposição de eletrólitos e</p><p>manutenção da volemia;</p><p>indicado para alcalose</p><p>metabólica, hipernatremia e</p><p>hipocloremia.</p><p>Composição: Cloreto de sódio, cloreto</p><p>de potássio e cloreto de cálcio.</p><p>Uso: Reposição de eletrólitos,</p><p>especialmente após vômitos ou</p><p>diarreia.</p><p>CRISTALÓIDES</p><p>TIPOS DE FLUIDOS</p><p>Contraindicações: Evitar em</p><p>acidose láctica, insuficiência</p><p>renal grave, insuficiência</p><p>cardíaca congestiva e edema</p><p>cerebral.</p><p>Contraindicações: Não</p><p>usar em pacientes com</p><p>acidose metabólica</p><p>hiperclorêmica,</p><p>hipernatremia, ou em</p><p>grandes volumes = risco</p><p>de acidose metabólica.</p><p>Composição: Semelhante ao</p><p>Ringer lactato, mas com</p><p>acetato como tampão.</p><p>Uso: Tratamento da acidose</p><p>metabólica em pacientes</p><p>críticos que não metabolizam</p><p>lactato; acetato é convertido</p><p>em bicarbonato.</p><p>Composição: Contém água e glicose.</p><p>Uso: fornece água livre e calorias, sendo útil</p><p>para diurese osmótica e como veículo para</p><p>medicamentos.</p><p>CLORETO DE</p><p>SÓDIO 0,9%</p><p>(NACL 0,9%)</p><p>RINGER SIMPLES</p><p>Contraindicações: Evitar em casos</p><p>de hipernatremia, hipercalemia,</p><p>insuficiência renal severa ou</p><p>cardíaca, devido ao risco de</p><p>retenção de potássio e sobrecarga</p><p>de líquidos.</p><p>RINGER LACTATO</p><p>Composição: Cloreto de sódio,</p><p>cloreto de potássio, cloreto de</p><p>cálcio e lactato de sódio.</p><p>Uso: Reposição volêmica e</p><p>tratamento de acidose metabólica;</p><p>o lactato é convertido em</p><p>bicarbonato para corrigir a acidose.</p><p>RINGER ACETATO</p><p>Contraindicações: Evitar na</p><p>cetoacidose diabética devido</p><p>ao risco de aumento na</p><p>produção de cetonas.</p><p>GLICOSE 5%</p><p>Contraindicações: Não indicado para</p><p>reposição de fluidos em casos de hipovolemia.</p><p>Os colóides sintéticos têm moléculas</p><p>grandes que não atravessam as</p><p>membranas capilares. Suas</p><p>vantagens são o custo mais baixo e</p><p>alta disponibilidade.</p><p>São utilizados para corrigir a</p><p>hipovolemia ao aumentar a pressão</p><p>oncótica, mantendo líquidos dentro dos</p><p>vasos.</p><p>Hidroxietil (HES)</p><p>É um polímero de glicose</p><p>semelhante ao glicogênio.</p><p>Utilizado para aumentar a perfusão</p><p>dos tecidos em pacientes com</p><p>sepse e para tratar hipovolemia.</p><p>Incluem plasma fresco congelado, sangue</p><p>total e albumina humana. O sangue total</p><p>fornece hemácias, leucócitos, proteínas</p><p>plasmáticas, fatores de coagulação e</p><p>plaquetas, enquanto o plasma fresco</p><p>congelado fornece apenas fatores de</p><p>coagulação.</p><p>COLOIDES</p><p>TIPOS DE FLUIDOS</p><p>Reduz a função plaquetária e os fatores de</p><p>coagulação, aumentando o risco de</p><p>sangramento e Pode afetar a função renal e</p><p>aumentar a mortalidade tardia.</p><p>Incluem soluções como o</p><p>plasma, amido hidroxietil e</p><p>líquidos carreadores de</p><p>oxigênio.</p><p>SINTÉTICOS O QUE É?</p><p>NATURAIS</p><p>Soluções contendo substâncias de alto</p><p>peso molecular que atraem líquidos para o</p><p>espaço intravascular, aumentando a</p><p>pressão oncótica.</p><p>Polímeros de gelatina:</p><p>Derivados de colágeno</p><p>bovino têm efeito expansor</p><p>de 4 a 6 horas, mas podem</p><p>causar reações</p><p>anafiláticas, distúrbios de</p><p>coagulação e insuficiência</p><p>renal aguda.</p><p>Indicação: correção de hipovolemia: Mantém a</p><p>perfusão em condições críticas (sepse, trauma e</p><p>choque). Estabilidade Hemodinâmica: Aumenta a</p><p>pressão oncótica e melhora a circulação.</p><p>FLUIDOTERAPIA</p><p>% de desidratação do paciente X</p><p>peso (kg) X 10 = quantidade (ml)</p><p>Até 5%: Sem alterações visíveis.</p><p>6 a 8%: Perda discreta da elasticidade cutânea.</p><p>8 a 10%: Perda de elasticidade, leve prolongamento</p><p>do TPC, enoftalmia, mucosas secas.</p><p>10 a 12%: Pregueamento da pele e TPC prolongado,</p><p>enoftalmia, mucosas secas e sinais de choque.</p><p>Acima de 12%: Possível óbito.</p><p>CÁLCULO</p><p>O resultado pode ser dividido</p><p>por 4 horas ou 6 horas, as horas</p><p>vão ser definidas de acordo</p><p>com a condição do paciente e</p><p>escolha do profissional.</p><p>Exemplo: caso o paciente seja</p><p>cardiopata seria melhor realizar a</p><p>reposição por mais horas para não</p><p>sobrecarregar o coração, ou seja, a</p><p>melhor opção seria de 6 horas.</p><p>Peso X a constante (vômito = 40;</p><p>diarreia = 50; os dois = 60)</p><p>Divide o resultado pelo horário</p><p>restante de acordo com a escolha</p><p>do horário da reposição.</p><p>Para achar o volume em 1 hora é</p><p>necessário dividir o volume pela</p><p>quantidade de horas em que a fluido irá</p><p>ocorrer.</p><p>Exemplo: 250 ml em 4 horas</p><p>250 / 4 = 62,5</p><p>Volume final/hora X Equipo</p><p>(Macro = 20 ou Micro = 60) =</p><p>Resultado em gotas/hora.</p><p>DE REPOSIÇÃO</p><p>DESIDRATAÇÃO</p><p>DE MANUTENÇÃO</p><p>Exemplo: se o horário escolhido for</p><p>o de 4 horas restam então 20 horas,</p><p>se o horário escolhido for o de 6</p><p>horas, restam então 18 horas.</p><p>EQUIPO</p><p>Gotas/minuto = dividir por 60</p><p>Gostas/segundo = dividir mais uma vez por 60</p><p>Gotas/15 segundos: Multiplicar o resultado do</p><p>valor em segundos por 15</p><p>Macrogotas: 20 gotas em 1 ml = usado em</p><p>pacientes com mais de 10 kg</p><p>Microgotas: 60 gotas em 1 ml = usado em</p><p>pacientes com menos de 10 kg</p><p>FLUIDOTERAPIA</p><p>CÁLCULO</p><p>5 (peso) X 40 (constante = vômito) =</p><p>200 ml em 20 horas</p><p>5 (desidratação) X 5 (peso) X 10 =</p><p>250 ml em 4 horas.</p><p>200 ml dividido por 20 = 10 ml/hora</p><p>10 ml/hora X 60 gotas (microgotas) = 600</p><p>microgotas/hora</p><p>DE REPOSIÇÃO DE MANUTENÇÃO</p><p>Cão; 5 kg; Desidratação 5;</p><p>Apresentando episódios de vômito</p><p>EXEMPLO</p><p>250 ml dividido por 4 = 62,5 ml/hora</p><p>EQUIPO</p><p>62,5 ml/hora X 60 gotas (microgotas) = 3.750</p><p>microgotas/hora</p><p>3.750 dividido por 60 = 62,5 microgotas/minuto</p><p>62,5 dividido por 60 = 1,04 microgotas/segundo</p><p>600 dividido por 60 = 10 microgotas/minuto</p><p>10 dividido por 60 = 0,16 microgotas/segundo</p><p>FLUIDOTERAPIA</p><p>Coagulopatias: evitar doses</p><p>excessivas de colóides e monitorar</p><p>fatores de coagulação, ajustando o</p><p>tratamento conforme necessário.</p><p>COMPLICAÇÕES</p><p>Monitorar o paciente no mínimo 2</p><p>vezes por dia</p><p>MONITORAMENTO, AJUSTES E COMPLICAÇÕES</p><p>Distúrbios Eletrolíticos e Acidobásicos:</p><p>monitorar eletrólitos e pH</p><p>regularmente; ajustar a composição</p><p>dos fluidos para corrigir desequilíbrios.</p><p>AJUSTES</p><p>Com base nas avaliações</p><p>físicas e laboratoriais</p><p>pode-se alterar a</p><p>velocidade e composição</p><p>dos fluidos.</p><p>MONITORAR</p><p>Turgor Cutâneo;</p><p>Auscultação Torácica;</p><p>Peso Corpóreo;</p><p>Hematócrito e Proteína Total</p><p>Concentração de Glicose;</p><p>Função Renal.</p><p>Adaptar a fluidoterapia para as</p><p>necessidades específicas de</p><p>cada animal.</p><p>Em infusões cutânea monitorar</p><p>para possíveis</p><p>extravasamentos.</p><p>Pacientes descompensados necessitam de</p><p>monitoramento contínuo para evitar</p><p>complicações.</p><p>Hemodiluição: coletar sangue antes</p><p>da fluidoterapia para avaliar o</p><p>eritrograma e monitorar os valores</p><p>hematológicos durante o</p><p>tratamento.</p><p>Edema e Inflamação: monitorar e</p><p>ajustar a administração de fluidos</p><p>para evitar edema; avaliar</p><p>frequentemente o local da infusão e</p><p>sinais clínicos.</p><p>Hipopotassemia: evitar</p><p>administração excessiva de</p><p>glicose; monitorar níveis de</p><p>potássio e ajustar a</p><p>fluidoterapia conforme</p><p>necessário.</p><p>Extravasamento Subcutâneo:</p><p>monitorar o local da infusão, ajustar</p><p>as taxas e verificar sinais de</p><p>extravasamento regularmente.</p><p>Overdose de Fluídos: avaliar a</p><p>quantidade exata de fluído</p><p>necessário. Monitorar sinais de</p><p>sobrecarga, ajustar taxas conforme</p><p>necessário.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>DOMINGUES, M. FLUIDOTERAPIA</p><p>EM CÃES E GATOS: REVISÃO DE</p><p>LITERATURA. UNIVERSIDADE</p><p>FEDERAL DE UBERLÂNDIA: [s.n.].</p><p>JAMILE HADDAD NETA; SÍLVIA</p><p>MANDUCA TRAPP; DOMINGOS</p><p>JOSÉ STURION. CONSIDERAÇÕES</p><p>FISIOLÓGICAS NA FLUIDOTERAPIA</p><p>DE CÃES E GATOS. Arquivos de</p><p>Ciências Veterinárias e Zoologia</p><p>da UNIPAR, v. 8, n. 1, p. 63–70, 18</p><p>jan. 2008.</p><p>ZANCAN, R. Fluidoterapia no</p><p>choque hipovolêmico.</p><p>Universidade de Santa Maria</p><p>Centro de Ciências Rurais: [s.n.].</p><p>HLAVAC, N. FLUIDOTERAPIA EM</p><p>PEQUENOS ANIMAIS. Universidade</p><p>Federal do Rio Grande do Sul:</p><p>[s.n.].</p><p>JERICÓM. M.; KOGIKAM. M.;</p><p>ANDRADE NETOJ. P. Tratado de</p><p>medicina interna de cães e</p><p>gatos. São Paulo: Grupo Gen -</p><p>Guanabara Koogan, 2015.</p><p>MASSONE, F. Anestesiologia</p><p>veterinária: farmacologia e</p><p>técnicas. 6.ed. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2017.</p>