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<p>TERMINOLOGIAS CIRÚRGICAS</p><p>Terminologias que não seguem as regras citadas</p><p>TERMINOLOGIAS CIRÚRGICAS</p><p>Terminologias que não seguem as regras citadas</p><p>TERMINOLOGIAS CIRÚRGICAS</p><p>Terminologias que não seguem as regras citadas:</p><p>Cisto de Bartholin: Os cistos das glândulas de Bartholin são bolsas repletas de</p><p>muco que podem se formar quando as glândulas localizadas perto da abertura da</p><p>vagina estão bloqueadas. Os cistos normalmente são indolores, mas, se forem</p><p>grandes, podem interferir em sentar-se, caminhar ou ter relações sexuais.</p><p>As glândulas de Bartholin são glândulas alojadas na parede vaginal, duas, com</p><p>função de efetuar a lubrificação do canal vaginal, preparando-o para o ato sexual.</p><p>Circuncisão: Tem o sentido de um sinal da aliança com Deus-Judeus.</p><p>TERMINOLOGIAS CIRÚRGICAS</p><p>.</p><p>TERMINOLOGIAS CIRÚRGICAS</p><p>Os divertículos são estruturas tipo bolsa que se formam na parede do intestino</p><p>grosso. Quando o intestino grosso contém divertículos, a condição é chamada de</p><p>diverticulose. A diverticulose é uma condição em que se formam pequenas bolsas,</p><p>denominadas divertículos, na parede de qualquer porção do trato digestivo. Estas</p><p>bolsas ocorrem quando a camada interna do trato digestivo exerce pressão através</p><p>de pontos enfraquecidos da camada externa.</p><p>A causa do desenvolvimento dos divertículos está provavelmente relacionada com a</p><p>alimentação pobre em fibra. Pode causar distensão abdominal, cólicas abdominais</p><p>ou constipação intestinal devido à dificuldade em movimentar as fezes através da</p><p>região do cólon afetada.</p><p>TERMINOLOGIAS CIRÚRGICAS</p><p>Estenose pilórica é uma condição na qual há uma diminuição da luz do piloro, que é</p><p>a porção final do estômago.</p><p>Retocele pode ser caracterizada como uma projeção da parede anterior do reto</p><p>sobre a parede posterior da vagina.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>NOÇÕES DE ANESTESIOLOGIA</p><p>A palavra anestesia deriva do grego Anaisthesia, que significa, sem sensação, a</p><p>morte e da dor. O ser humano sempre procurou meios de aliviar a dor e a anestesia</p><p>proporcionou este feito, desde a pancada na cabeça a utilização dos produtos</p><p>químicos mais avançados dos dias de hoje para combater a dor nos procedimentos</p><p>cirúrgicos. Com um maior conhecimento das plantas medicinais, a narcose começou</p><p>a ser obtida por meio da administração das mais diversas substâncias (haxixe, ópio,</p><p>álcool, etc.) ou por meio da isquemia do membro (no caso das amputações). Na</p><p>verdade, por milhares de anos, arrancadores de dentes, barbeiros e cirurgiões</p><p>tinham que trabalhar com extrema rapidez procedendo a uma amputação em alguns</p><p>segundos. A despeito disso, usavam tampão nas orelhas e os pacientes eram</p><p>amarrados ou contidos por auxiliares.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Em 1842 Crawford Long, um médico usando éter como anestésico, removeu um</p><p>tumor cístico do pescoço de um paciente chamado James Venable, foi quando</p><p>aconteceu o primeiro ato cirúrgico com o emprego do éter. Em 1844, Horace Wells,</p><p>um dentista em Hartoford, começou a utilizar óxido nitroso (N²O) gás hilariante para</p><p>a anestesia e comunicou seus resultados para seu amigo William Morton (1819-</p><p>1868), mas após a morte de um paciente Wells abandonou a odontologia e, mais</p><p>adiante, suicidou-se em 1848. Posteriormente, Morton estudou os efeitos</p><p>anestésicos do éter juntamente com John Collins Warren (1778-1856) e tiveram</p><p>melhor sorte na anestesia do paciente James Venable que inalou os vapores do éter,</p><p>e assim pôde ressecar um tumor em seu pescoço sem que o paciente sentisse</p><p>qualquer dor. No ano de 1853, a rainha Vitória recebeu clorofórmio para o</p><p>nascimento de seu sétimo filho o príncipe Leopoldo, que popularizou a anestesia</p><p>obstétrica, logo no final do século XIX e início do século XX, começam as anestesias</p><p>de abdômen, tórax e crânio com o uso do éter e clorofórmio.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>A equipe cirúrgica escolhe o tipo de anestesia que será realizada no paciente</p><p>conforme as condições fisiológicas, presença e severidade de doenças coexistentes,</p><p>doenças mentais e psicológicas, posição do pacientes durante a cirurgia e</p><p>exigências particulares do cirurgião, gravidade do mesmo e também conforme o tipo</p><p>de procedimento cirúrgico e sua duração, sendo que o anestesista deve prever o tipo</p><p>de medicamentos que serão administrados no paciente para ocasionar um</p><p>relaxamento adequado ao mesmo e para que este não sinta dor durante o cirúrgico.</p><p>A sala de cirurgia deve estar equipada adequadamente com monitores que analisam</p><p>as condições de oxigênio inspirado, o CO² expirado e inspirado, verificação da</p><p>circulação, ventilação e temperatura, verificação da pressão não invasiva entre</p><p>outros equipamentos. A anestesia é determinada por estágios que apresentam um</p><p>grupo definido de sinais e sintomas.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>É um procedimento realizado antes do ato cirúrgico com a finalidade de eliminar a</p><p>dor, proporcionando relaxamento e tranquilidade e segurança ao paciente e</p><p>proporcionando, assim, condições ideais para a ação da equipe cirúrgica. Esse</p><p>procedimento é efetuado pelo médico anestesiologista.</p><p>A primeira etapa da anestesia é a avaliação pré-anestésica, que é o momento em</p><p>que se estabelece o contato entre o médico anestesiologista e o paciente e/ e ou</p><p>seus familiares com intuito de colher dados que ajudem a planejar os procedimentos</p><p>anestésicos. Esta avaliação pode ser realizada no dia anterior a cirurgia, quando o</p><p>paciente já esta internado.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fatores a serem considerados na escolha dos anestésicos:</p><p>Pré anestésico- consulta.</p><p>Risco cirúrgico- cardiologista; cirurgião.</p><p>Estado geral do paciente- comorbidades- doenças.</p><p>Idade- maior idade; metabolismo lento.</p><p>Medicação pré-operatória- prescrever na consulta ou se o paciente internar- noite.</p><p>anterior, prescreve o pré anestésico.</p><p>Procedimento cirúrgico- cirurgia alta complexidade.</p><p>Exames laboratoriais- alterados; internação.</p><p>Estado nutricional- desidratado; desnutrido.</p><p>Estado hidroeletrolítico-desidratação; anasarca- sobrecarga circulatória.</p><p>Doenças intercorrentes- comorbidades- doenças.</p><p>Uso de eletrocautério- cardiopatas, em uso de marcapasso.</p><p>Preferência do paciente.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Medicação pré-anestésica: noite anterior a cirurgia.</p><p>É a parte integrante da anestesia e tem por finalidade:</p><p>Diminuir a apreensão e o medo (tranquilizantes)- ansiolítico.</p><p>Diminuir a irritabilidade reflexa (diminuir saliva e secreções brônquicas).</p><p>Reduzir o metabolismo.</p><p>Neutralizar efeito de outros medicamentos.</p><p>Exemplo: Diazepan- Valium; Meperidina; Atropina; Droperidol.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Equipamentos</p><p>O equipamento de anestesia é utilizado para fornecer oxigênio e anestésicos</p><p>inalatórios, para controlar a respiração e para monitorar seu funcionamento. Utilizam-</p><p>se vários tipos de anestésicos. Os componentes assinalados devem estar</p><p>disponíveis, não importando o tipo de anestesia a ser realizada, tendo-se em vista a</p><p>possibilidade de se tornar necessária uma anestesia geral. São indispensáveis uma</p><p>fonte de oxigênio direta e um meio de reserva para ventilar o paciente com pressão</p><p>positiva (p.ex bolsa ventilatória) disponíveis em qualquer tipo de anestesia.</p><p>Aparelho de anestesia: Fornece um fluxo regulado de oxigênio, óxido nitroso, ar e</p><p>vapores anestésicos. Esses gases e vapores são conduzidos ao circuito respiratório,</p><p>que possibilita um modo de administrar a ventilação com pressão positiva e controlar</p><p>o dióxido de carbono ao nível dos alvéolos (PCO2), minimizando sua reinalação ou</p><p>absorvendo-o.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Os monitores: Para observar o funcionamento do sistema, para identificar falhas do</p><p>equipamento e para fornecer informações sobre o paciente. Existem modelos</p><p>diferentes de cada componente do sistema de anestesia.</p><p>Cilindros de reserva:</p><p>Cilindros de oxigênio de 660 litros;</p><p>Os cilindros de óxido nitroso contém 1.500 litros;</p><p>Os cilindros de ar (amarelos) contêm 630 litros.</p><p>Manômetros redutores: Reduzem a alta pressão das</p><p>fontes de oxigênio e óxido</p><p>nitroso.</p><p>Fluxômetros: (Rotâmetros) recebem o fluxo de gás do manômetro redutor. O</p><p>fluxômetro é um tubo de vidro de diâmetro variável e calibrado, no qual uma esfera</p><p>ou um pequeno cilindro flutua para indicar o fluxo de gás.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Vaporizadores: Calibrados para fornecer um determinado volume percentual do</p><p>anestésico.</p><p>Válvula de oxigênio direto: Por ela, sai oxigênio a 100%.</p><p>Saída comum de gases: É a porta de saída dos gases do aparelho para o circuito</p><p>respiratório.</p><p>Fluxômetro de oxigênio direto: É montado na maioria dos aparelhos de anestesia</p><p>para administrar oxigênio por cânula nasal ou máscara.</p><p>Umidificadores: Os umidificadores podem alojar microrganismos se não forem</p><p>desinfetados periodicamente.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Ventilador para anestesia: Consiste de um fole dentro de uma campânula</p><p>(e controle eletrônico). O fole é comprimido por oxigênio ou ar admitido</p><p>na campânula. Os controles do ventilador variam segundo o fabricante e</p><p>o modelo.</p><p>Oximetria de pulso: O conteúdo de oxigênio do sangue (CaO2) é o</p><p>volume de oxigênio contido em 100 ml de sangue.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Recomendações para testagem do equipamento de anestesia ações</p><p>da enfermagem</p><p>Equipamento de ventilação de emergência: Verificar se o equipamento de</p><p>ventilação de reserva está disponível e funcionando (p.ex., bolsa auto</p><p>inflável, ambu).</p><p>Sistema de alta pressão: Testar o cilindro de oxigênio. Abrir o cilindro de</p><p>oxigênio e verificar se está pelo menos com metade da carga (cerca de</p><p>1.000 psi).</p><p>Suprimentos centrais de gases canalizados: Testar e verificar se os</p><p>chicotes estão conectados e os manômetros da rede indicam 45-55 psi.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fluxômetros: Testar e ajustar o fluxo de todos os gases até o máximo,</p><p>verificando se o flutuador se move suavemente e os tubos estão íntegros.</p><p>Monitores: Checar, calibrar e colocar os limites para alarme em todos os</p><p>monitores (capnógrafo, oxímetro de pulso, oxímetro de fluxo, ventilômetro</p><p>e monitor de pressão com alarmes para limites inferiores e superiores).</p><p>Capnografia é o nome dado ao monitoramento em tempo real da</p><p>concentração ou pressão parcial de CO2 (dióxido de carbono, também</p><p>conhecido como gás carbônico) nos gases respiratórios expirados pelo</p><p>paciente durante a ventilação pulmonar mecânica.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>O sensor deve ser conectado ao circuito de respiração do paciente para</p><p>que sejam monitorados os gases inspirados e expirados durante a</p><p>anestesia e a ventilação pulmonar mecânica e deve ser sempre usado</p><p>em conjunto a outro equipamento de monitoração dos sinais vitais do</p><p>paciente.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Acessórios</p><p>Cânulas orofaríngeas: (Tamanhos 3-5 para adultos).</p><p>Cânulas nasais: (Tamanhos 28-30 para mulheres e 32-34 para</p><p>homens</p><p>Tubos endotraqueais: (Com balonete, diâmetro interno de 7,0-8,0</p><p>mm para mulheres e de 8,0-9,0 mm para homens; para crianças</p><p>pequenas, tubos grossos sem balonete, diâmetro interno =</p><p>[idade+16]/4 mm).</p><p>Um condutor de tubo endotraqueal (fio guia).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Máscaras com perfeita adaptação à face (tamanhos, pequeno a</p><p>médio para mulheres e médio a grande para homens).</p><p>Presilha de cabeça para ajudar a manter a máscara bem adaptada</p><p>à face.</p><p>Laringoscópio com lâminas de tamanho adequado (a de número 3</p><p>é mais usada para adultos, mas deve-se dispor de outros números</p><p>e modelos, caso se suspeite de intubação difícil).</p><p>Aspirador com cânula metálica rígida tipo amígdala e flexível de</p><p>plástico.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Bandejas com drogas padronizadas</p><p>Hipnótico- sedativos: Tiopental, Propofol, Etomidato ou Ketamina.</p><p>Narcóticos- eliminam a sensibilidade: Morfina, Fentanil, Sufentanil,</p><p>Meperidina, Alfentanil.</p><p>Bloqueadores neuromusculares: Succinilcolina e um bloqueador</p><p>não-despolarizante adequado.</p><p>Atropina.</p><p>Efedrina- vasoconstritor (5-10 mg/cm3 ).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fenilefrina-vasoconstritor: Quando for realizada técnica</p><p>locorregional.</p><p>Antiarrítmicos: Lidocaína, Procainamida, Bretílio, Verapamil,</p><p>Esmolol e Adenosina.</p><p>Anti-hipertensivos: Propranolol, Labetalol, Esmolol, Hidralazina,</p><p>Nitroprussiato, Nitroglicerina, Trimetafan, bloqueador dos canais de</p><p>cálcio.</p><p>Anticolinesterásicos: Neostigmina- antagonista do relaxante</p><p>muscular.</p><p>Anticolinérgicos: Atropina, Glicopirrolato.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Outras drogas:</p><p>Antibióticos, esteroides= anti-inflamatórios, Manitol, Furosemida-</p><p>Lasix, difenidramina( antialérgico, sedativo), naloxona- Narcan-</p><p>antagonista dos opióides. Essas devem, se possível, estar em</p><p>outra gaveta ou carrinho.</p><p>Manitol- diminui a PIC.</p><p>Aquecedores de líquidos: Devem estar disponíveis, se houver</p><p>possibilidade de perda grande de sangue.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Monitoração padrão</p><p>Monitoração padrão para a anestesia geral inclui</p><p>eletrocardiograma, pressão arterial, frequência respiratória,</p><p>saturação de oxigênio, dióxido de carbono no final da expiração e</p><p>concentração do oxigênio inspirado (FIO2).</p><p>A monitoração padrão para anestesia regional inclui</p><p>eletrocardiograma, pressão arterial, frequência respiratória e</p><p>saturação de oxigênio.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Eletrocardiograma</p><p>Monitora-se o ECG em todos os pacientes submetidos à cirurgia. É</p><p>utilizado para detectar arritmias, isquemia miocárdica, desequilíbrio</p><p>eletrolítico e função do marcapasso.</p><p>Colocação dos eletrodos:</p><p>A monitoração do ECG exige a colocação correta de dois eletrodos</p><p>sensores e de um terceiro eletrodo terra ou referencial. Podem ser</p><p>usados quatro eletrodos para permitir a escolha de configuração</p><p>para qualquer das derivações dos membros. Como o ECG é um</p><p>sinal elétrico pequeno (cerca de 1 mV), sua medida é muito</p><p>sensível à interferência elétrica de outras fontes, principalmente</p><p>cabos de força, instrumentos eletrocirúrgicos e movimentação.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>A derivação II é a mais comumente monitorada, porque nela a</p><p>onda P é facilmente visível, permitindo a detecção de arritmias.</p><p>Pode também identificar isquemia inferior.</p><p>A derivação V5 é monitorada para identificação de isquemia</p><p>miocárdica, uma vez que o grosso da massa do ventrículo</p><p>esquerdo se encontra sob ela. Quando se dispõe de apenas três</p><p>eletrodos, obtém-se uma derivação V5 modificada, colocando-se o</p><p>eletrodo do braço direito abaixo da clavícula, o eletrodo do braço</p><p>esquerdo na posição V5 e o eletrodo da perna esquerda na mesma</p><p>posição quando se monitora a derivação I.</p><p>O sistema de cinco derivações é utilizado (com monitoração</p><p>simultânea das derivações II e V5) nos pacientes com doença</p><p>cardíaca importante.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Pressão arterial</p><p>A medida não invasiva da pressão arterial envolve o uso de um</p><p>manguito que aplica pressão externa ao membro- PNI. Insufla-se o</p><p>manguito com ar até uma pressão acima da pressão sistólica, para</p><p>ocluir o fluxo arterial e, então, esvazia-se lentamente o manguito. A</p><p>restauração do fluxo é percebida pela ausculta dos sons de</p><p>Korotkoff, palpação do pulso radial, detecção do pulso por ultra-</p><p>som ou observando-se as alterações da pressão do manguito</p><p>causadas pelo pulso arterial (oscilotonometria).</p><p>Oscilotonometria é uma técnica simples para medir a pressão</p><p>sistólica aproximada e indicar tendências.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>À medida que o manguito é esvaziado, um manômetro indica um</p><p>súbito aumento na amplitude das oscilações de um ponteiro, que</p><p>representa a pressão arterial sistólica.</p><p>Essa técnica é muito útil em recém-nascidos e crianças pequenas.</p><p>Técnicas invasivas para a medida direta da pressão arterial exigem</p><p>a continuidade do espaço intravascular até um transdutor externo</p><p>através de um cateter.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Medida da pressão venosa central (PVC): Pode-se fazer o acesso</p><p>venoso central pelas artérias jugular interna, subclávia,</p><p>jugular</p><p>externa, cefálica, axilar e femoral.</p><p>Monitoração da temperatura: Vários locais podem ser utilizados</p><p>para monitorar a temperatura.</p><p>PIA- Medida da pressão intra-arterial.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Estágios da Anestesia</p><p>1- Perda da consciência, início de um padrão regular de respiração</p><p>e desaparecimento do reflexo palpebral, causando amnésia;</p><p>2. Perda sensibilidade dolorosa;</p><p>3. Respiração e a pulsação apresentam-se irregulares, é nesse</p><p>momento que a cirurgia acontece, necessitando o uso da</p><p>respiração artificial.</p><p>Objetivos da anestesia</p><p>Fornecer melhores condições para a realização do ato cirúrgico.</p><p>Proporcionar conforto ao paciente cirúrgico.</p><p>Proporcionar campo operatório com menor sangramento possível.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Pré anestésico</p><p>MEDICAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA</p><p>A utilização de medicação pré-anestésica tem como objetivo</p><p>principal potencializar a indução anestésica, diminuir a ansiedade,</p><p>e principalmente o medo que os clientes demonstram quando</p><p>serão submetidos à intervenção cirúrgica. “Os medicamentos pré-</p><p>anestésicos devem ser administrados de 45 a 75 minutos antes do</p><p>início da anestesia. É muito importante que a equipe de</p><p>enfermagem administre essa medicação precisamente no tempo</p><p>prescrito, de outra forma, seu efeito será reduzido ou ainda não</p><p>terá iniciado, quando se começar a anestesia” (SMELTZER; BARE,</p><p>2002).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia “é a perda total ou parcial da sensibilidade, em qualquer</p><p>de suas formas, que se manifesta em resultado de várias causas</p><p>mórbidas, ou é conseguida de propósito, para aliviar a dor ou evitar</p><p>que ela apareça no curso das intervenções cirúrgicas” (FERREIRA,</p><p>1975, p.96). A ação da anestesia é conseguida através da inalação</p><p>ou aplicação endovenosa de certos medicamentos. O cliente</p><p>cirúrgico normalmente preocupa-se muito com a anestesia que irá</p><p>receber, este é um de seus maiores medos. É preciso que o</p><p>enfermeiro tenha conhecimento e informações suficientes para</p><p>responder as perguntas e afastar qualquer receio deste cliente.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>É de responsabilidade do anestesista a visita ao cliente no dia</p><p>anterior à cirurgia, é nela que avalia sua condição física, uso de</p><p>medicamentos, sinais vitais, hábito de fumar e demais aspectos</p><p>que possam interferir na anestesia antes da escolha da melhor via</p><p>anestésica.</p><p>A enfermagem atua no processo anestésico desde o pré-operatório</p><p>até a total recuperação pós-anestésica.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Finalidade do pré anestésico</p><p>Tornar a indução, manutenção e recuperação anestésica mais</p><p>suaves.</p><p>Produzir tranquilidade.</p><p>Fortalecer anestésicos impotentes.</p><p>Neutralizar efeitos colaterais indesejáveis dos anestésicos.</p><p>Exemplos de drogas utilizadas no pré anestésico:</p><p>DIAZEPAN ► Valium ou Diempax</p><p>MEPERIDINA ► Demerol ou Dolantina</p><p>PROMETAZINA ► FENERGAN</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Farmacologia dos anestésicos</p><p>Anestésicos gerais de inalação</p><p>Os anestésicos inalatórios são os agentes mais usados para</p><p>anestesia geral pois são drogas de rápida ação, fácil</p><p>administração, possibilidade de monitoramento e relativo</p><p>baixo custo. A via de administração do anestésico é o aparelho</p><p>respiratório. A anestesia geral por inalação pode ser realizada por</p><p>líquidos voláteis ou gases.</p><p>Ex: Halotano, Metoxiflurano, Enflurano, Isoflurano, Sevoflurano,</p><p>Desflurano e gases oxido nitroso.</p><p>Usados para a manutenção da anestesia dos anestésicos gerais</p><p>intravenosos.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Toxicidade:</p><p>Depressão respiratória e cardíaca;</p><p>Náuseas, vômitos e cefaleias.</p><p>Anestésicos Endovenosos</p><p>A anestesia geral também pode ser produzida pela injeção</p><p>intravenosa de diversas substâncias. São fármacos que</p><p>promovem depressão do SNC de forma dose-dependente e</p><p>reversível, resultando na perda das capacidades de percepção e</p><p>de resposta aos estímulos dolorosos.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Tiopental:</p><p>Ação ultrarrápida e semi-vida longa; Meia-vida de eliminação em</p><p>adultos é de 10 a 12 horas, aumentando com a idade.</p><p>Destituído de atividade analgésica;</p><p>Deprime o miocárdio e o centro respiratório;</p><p>Usado para a indução da maior parte das anestesias gerais.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Benzodiazepinas (Midazolam, Diazepan, Flunitrazepan)</p><p>Usadas para indução de anestesia ou como anestésicos únicos</p><p>suplementados de anestésico(s);</p><p>Só em elevadas doses é que deprimem a função respiratória;</p><p>Não deprimem o miocárdio;</p><p>Têm propriedades anticonvulsivos, sedativas e amnésicas;</p><p>Não têm atividade analgésica.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Cetamina (Ketalar)</p><p>É um derivado do ácido lisérgico (LSD);</p><p>Produz inconsciência, amnésia e tem um potente efeito analgésico;</p><p>Não deprime o centro respiratório;</p><p>Aumenta a concentração de catecolaminas circulantes, provocando</p><p>broncodilatação, taquicardia, hipertensão, aumento da secreção</p><p>salivar.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Etomidato:</p><p>Produz hipnose 1 minuto após a injeção;</p><p>Tem curta duração de ação;</p><p>Não provoca analgesia;</p><p>Tem pouca intensidade dos efeitos colaterais mais comuns.</p><p>Anestésicos Locais</p><p>A anestesia local atua paralisando as terminações nervosas sensitivas</p><p>periféricas, ou então, interrompendo a transmissão da sensibilidade à dor</p><p>nessas terminações e os centros nervosos encefálicos. No primeiro caso</p><p>denomina-se anestesia periférica ou terminal, no segundo caso de anestesia</p><p>por bloqueio.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Na anestesia periférica podemos obter:</p><p>Anestesia superficial (mucosa e/ou pele);</p><p>Anestesia por infiltração (no interior dos tecidos);</p><p>Também se pode obter anestesia local por meios físicos, tais como</p><p>compressão, isquemia local por ligadura, aplicação local de crioanestesia (ex.:</p><p>cloreto de etilo, etc.), embora sejam pouco usados atualmente.</p><p>Toxicidade</p><p>Sinais/Sintomas de complicações</p><p>Sabor metálico;</p><p>Sensação de peso na língua e boca;</p><p>Inquietação e zumbidos;</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Perturbações visuais;</p><p>Tremores e contrações musculares.</p><p>Discurso verbal abundante e irracional;</p><p>Inconsciência;</p><p>Convulsões;</p><p>Baixa da tensão arterial;</p><p>Cessação das convulsões e coma;</p><p>Depressão cardiorrespiratória profunda;</p><p>Morte por assistolia.</p><p>Quanto mais potente é o anestésico mais baixo é o limiar de toxicidade.</p><p>Quanto mais potente o anestésico local, maior o efeito direto tóxico no</p><p>miocárdio.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Sistema cardiovascular: (Primeiro Excitação depois Depressão)</p><p>Excitação, hipertensão, taquicardia;</p><p>Depressão :</p><p>• Primária: (reversível) provoca hipotensão moderada resultante da</p><p>vasodilatação periférica e a bradicardia;</p><p>• Secundária: (reversível) grande diminuição do débito cardíaco e</p><p>vasodilatação periférica marcada;</p><p>• Terminal: bradicardia sinusal, arritmias e mesmo parada cardíaca.</p><p>A bupivacaína é o anestésico mais agressivo para o músculo cardíaco.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Razões generalizadas das reações de hipersensibilidade:</p><p>Doses elevadas (tóxicas);</p><p>Acidose;</p><p>Uso concomitante de sedativos e narcóticos;</p><p>Hipersensibilidade;</p><p>Injeção intravenosa acidental;</p><p>Uso de adrenalina (em pessoas de risco: diabéticos, hipertensão).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestésicos Usados</p><p>Procaína (dietiletanolamina)</p><p>Fraco anestésico local;</p><p>Grande latência, curta duração e baixa toxicidade;</p><p>Vasodilatação local intensa: absorção rápida.</p><p>Cloroprocaína</p><p>Curta latência e curta duração;</p><p>Escassa toxicidade sistêmica.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Tetracaína</p><p>Muito ativa topicamente;</p><p>10 vezes mais potente e tóxico que a Procaína;</p><p>Usada em bloqueios sub-durais (latência 2-3 minutos; duração 2-3 horas).</p><p>Lidocaína (> margem de segurança, o mais usado em Medicina Dentária)</p><p>Potente ação rápida (curta latência), duradoura e intensa;</p><p>Tem atividade como anestésico tópico;</p><p>Ótimo antiarrítmico intravenoso => situações agudas.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Bupivacaína</p><p>Tem potência e toxicidade 4 vezes superior a da Lidocaína;</p><p>Tem maior duração de ação (longa duração de 3 a 10 horas, quando</p><p>associado à adrenalina);</p><p>Não tem gradação da toxicidade;</p><p>Pode ser usada em trabalhos de parto (bloqueio epidural, pela utilização</p><p>diferencial de bloqueio sensitivo sem afetar as fibras motoras), dores pós-</p><p>operatórias e algumas dores crônicas.</p><p>Mepivacaína</p><p>Semelhante a Lidocaína, mas com maior duração, mais potência e menor</p><p>ação vasodilatadora local (não é eficaz em aplicações tópicas);</p><p>Tem duração de ação entre a lidocaína e a Bupivacaína;</p><p>Não tem efeito vasodilatador (dispensa o uso de vasoconstritor);</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>O seu metabolismo é atrasado no feto e no recém-nascido.</p><p>Prilocaína</p><p>Semelhante a Lidocaína;</p><p>Tem menor tempo de latência, maior duração de ação e menor toxicidade</p><p>sistêmica;</p><p>Efeito vasodilatador mínimo. ]</p><p>Etidocaína</p><p>Latência curta, duração prolongada e ação intensa;</p><p>Pode provocar complicações ao nível do tecido adiposo no recém-nascido.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Ropivacaína</p><p>Semelhante a Bupivacaína, mas com menor bloqueio motor;</p><p>Toxicidade cardíaca e central (menor que a Bupivacaína e maior que a</p><p>Lidocaína).</p><p>Na gravidez</p><p>Articaína (alfacaína), não passa para a placenta;</p><p>Prilocaína passa 90% para a placenta, tendo muita toxicidade, não é</p><p>aconselhável o seu uso na prática clínica.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Vasoconstritores</p><p>Anestésicos locais podem ser combinados a vasoconstritores. Os</p><p>vasoconstritores preservam a ação de Anestésicos locais, pois se contrapõem</p><p>à vasodilatação por eles induzida, impedindo rápida distribuição a sítios</p><p>diferentes da intenção anestésica.</p><p>Exemplos: Angiotensina, fenilefrina, noradrenalina, adrenalina, corbadrina (ou</p><p>levonordefrina).</p><p>Efeitos secundários e contraindicações dos vasoconstritores:</p><p>Existe o risco de forte vasoconstrição que produza lesões irreversíveis de</p><p>necrose por isquemia local, sendo este risco mais elevado em regiões com</p><p>inflamação e locais com danos anteriores (ex.: devido à radioterapia).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>O uso de vasoconstritores está contraindicado em pacientes:</p><p>Com hipertensão;</p><p>Com hipertiroidismo não controlado;</p><p>Com doença cardiovascular grave;</p><p>Submetidos à anestesia geral com halogenados;</p><p>Que usem betabloqueadores;</p><p>Que usem antidepressivos.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Ações da Enfermagem</p><p>Para evitar complicações com os anestésicos locais é necessário respeitar</p><p>certos procedimentos:</p><p>Organizar e deixar disponível os meios básicos de reanimação cardiopulmonar</p><p>(PCR);</p><p>Puncionar uma acesso venoso, instalada/isolada antes de iniciar o bloqueio</p><p>anestésico;</p><p>Ter em mãos lactato de Ringer e soro fisiológico 0,9%;</p><p>Organizar os fármacos que são usados nas situações de urgência, como por</p><p>exemplo: adrenalina para administrar no caso de choque anafilático, efedrina</p><p>para combater uma eventual hipotensão, ou pelo contrário um vasodilatador</p><p>do tipo da nifedipina para tratar uma crise hipertensiva (desencadeada por</p><p>vasoconstritores associados).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia Geral</p><p>O objetivo da anestesia geral é obter amnésia, analgesia e ótimas condições</p><p>cirúrgicas, tendo como preocupações primordiais o bem-estar e a segurança</p><p>do paciente. Este tipo de anestesia caracteriza-se pelo bloqueio</p><p>farmacodinâmico dos centros nervosos, resultando, além da perda completa</p><p>da sensibilidade, a abolição da consciência.</p><p>Diversos fatores, ponderados em conjunto, condicionam a escolha</p><p>relativamente ao tipo de anestesia a usar em cada caso particular; em geral</p><p>essa opção depende de:</p><p>Extensão e duração da intervenção;</p><p>Idade do paciente;</p><p>Grau de cooperação do paciente;</p><p>Existência de patologias associadas;</p><p>Assim, as situações em que geralmente está indicada uma anestesia geral</p><p>podem resumir-se do seguinte modo:</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Crianças (das quais geralmente não se pode esperar grande cooperação,</p><p>mesmo em intervenções relativamente simples);</p><p>Doentes com psicopatia;</p><p>Intervenções extensas ou demoradas como: fraturas complicadas,</p><p>exérese de neoformações, tratamentos ou extrações dentárias múltiplas,</p><p>etc.;</p><p>Processos infecciosos agudos que impossibilitem a anestesia local;</p><p>Impossibilidade de abertura da boca por anquilose(é uma adesão</p><p>anormal com rigidez de uma articulação, resultado de uma lesão ou</p><p>doença) ou trismo;</p><p>Várias condições psicológicas (como por exemplo, instabilidade</p><p>emocional). Deprimem de forma generalizada o SNC com perda de</p><p>consciência.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Provocam:</p><p>Analgesia;</p><p>Hipnose;</p><p>Relaxamento muscular;</p><p>Ausência de resposta autonômica/reflexa.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Preparo Pré-operatório</p><p>O anestesiologista assume a responsabilidade pelo paciente quando a</p><p>medicação pré-anestésica é administrada. O paciente instável deve ser</p><p>acompanhado pelo anestesiologista durante o transporte do quarto para</p><p>a sala de operações.</p><p>A avaliação pré-operatória: Pode ser realizada em qualquer tempo, de</p><p>minutos a semanas antes da operação. Deve-se consultar o prontuário e rever</p><p>informações sobre evolução, exames de laboratório, relatórios de</p><p>especialistas, alterações no estado do paciente (p. ex., angina recente), hora e</p><p>dose da medicação pré-anestésica. Deve-se, ainda, confirmar o jejum do</p><p>paciente.</p><p>Acesso endovenoso: O tamanho e o número do cateter EV dependem das</p><p>condições do paciente e da natureza da operação. Para cirurgia de rotina em</p><p>paciente em bom estado, basta em geral um cateter de calibre 18 ou 20.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Se for antecipada a necessidade de administração de sangue ou</p><p>derivados, deve se preferir cateter de calibre 14 ou 16. Em geral, as veias</p><p>são puncionadas no dorso da mão, no antebraço, ou na prega ante cubital,</p><p>após infiltração da pele com 1-2 ml de lidocaína a 1%.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Indução</p><p>É a passagem do paciente do estado de vigília e consciência, com os reflexos</p><p>protetores intactos, ao estado de inconsciência e inteiramente dependente do</p><p>anestesiologista. O manejo da via aérea e a estabilidade hemodinâmica</p><p>constituem componentes críticos desse período.</p><p>Transporte</p><p>Após cirurgia com anestesia geral, transfere-se o paciente para a sala de</p><p>recuperação pós-anestésica (SRPA) ou para a UTI. Durante o transporte,</p><p>deve-se dispor de oxigênio, observando-se continuamente a via aérea, a</p><p>ventilação e as condições gerais. A posição lateral ajuda a evitar aspiração e a</p><p>obstrução respiratória.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>É essencial monitorar o eletrocardiograma, quando o paciente está</p><p>hemodinamicamente instável ou necessita de droga vasoativa. No transporte,</p><p>o anestesiologista deve levar consigo material, medicamentos e equipamento</p><p>de via aérea, principalmente quando o paciente apresenta instabilidade</p><p>hemodinâmica ou quando a distância a percorrer for grande. Ao transferir o</p><p>paciente para os cuidados da equipe da SRPA ou da UTI, o anestesiologista</p><p>deve fazer um relatório conciso da história pregressa, do pré-operatório, da</p><p>condição pós-operatória e da terapêutica. Durante esse período, o paciente</p><p>passa de um estado de inconsciência para o estado de alerta, no qual os</p><p>reflexos retornam (p. ex. proteção da via aérea). O paciente deve estar</p><p>acordado e respondendo a comandos, para diminuir o risco de obstrução da</p><p>via aérea e de aspiração pulmonar. Isso facilita também a avaliação</p><p>neurológica. Nos cardiopatas, a hemodinâmica deve estar sob controle.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia Regional – Anatomia</p><p>O canal espinhal se estende do forame magno até o hiato sacral. Os limites do</p><p>canal ósseo são o corpo vertebral anteriormente, os pedículos lateralmente, os</p><p>processos espinhosos e lâminas posteriormente. A medula se estende por</p><p>todo o canal vertebral durante a vida fetal, terminando em L3 ao nascimento, e</p><p>move progressivamente em direção cefálica para atingir a posição adulta de</p><p>L1 por volta dos dois anos de idade. No cone medular, as raízes nervosas</p><p>lombares sacrais e coccígeas emergem distalmente para formar a cauda</p><p>equina. É nessa área do canal (abaixo de L2) que se introduz a agulha de</p><p>raquianestesia,</p><p>já que a mobilidade dos nervos reduz o risco de trauma pela</p><p>agulha. A medula é envolvida por três meninges:</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Pia-máter.</p><p>Aracnoide: Entre a pia e a dura-máter.</p><p>Dura-máter: Que é uma bainha fibrosa, resistente, que cobre</p><p>longitudinalmente toda extensão da medula espinhal.</p><p>Espaço subaracnóideo: Encontra-se entre a pia-máter e a aracnoide e se</p><p>estende desde a junção da dura-máter em S2 até o teto dos ventrículos</p><p>cerebrais. O espaço contém a medula espinhal, nervos, líquido</p><p>cefalorraquidiano e vasos sanguíneos que suprem a medula.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>O líquido cefalorraquidiano (LCR) é um líquido claro, incolor, que preenche o</p><p>espaço subaracnóideo. O volume total de LCR é de 100-150 ml, enquanto o</p><p>volume no espaço subaracnóideo é de 25-35 ml. O LCR é formado</p><p>continuamente (450 ml/dia) por secreção ou ultra filtração do plasma pelo</p><p>plexo arterial coróideo, localizado nos ventrículos III, IV e laterais. O LCR é</p><p>reabsorvido para a corrente sanguínea através das vilosidades e granulações</p><p>aracnóideas, que se projetam através da dura-máter para entrar em contato</p><p>com o endotélio dos seios venosos cerebrais.</p><p>Anestesia Regional</p><p>A avaliação pré-operatória do paciente para anestesia regional é a mesma</p><p>realizada para anestesia geral. Os detalhes do procedimento a ser realizado,</p><p>incluindo sua duração esperada, a posição do paciente, a expectativa de</p><p>perda sanguínea, e o grau de relaxamento muscular necessário, devem todos</p><p>ser levados em conta na seleção da técnica regional apropriada.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Raquianestesia</p><p>Envolve a administração de anestésico local dentro do espaço subaracnóideo.</p><p>A técnica é a mais simples para bloqueio dos nervos espinhais e fornece</p><p>condições operatórias excelentes para procedimentos variados.</p><p>Técnica</p><p>Agulha espinhal: A raquianestesia é obtida mais comumente com agulhas</p><p>Quincke 90 x 7 ou 90 x 5, embora agulhas menores (calibre 4) estejam</p><p>disponíveis. A agulha de calibre 7 é mais rígida e é mais facilmente</p><p>direcionada e introduzida. Observa-se com essa agulha maior incidência de</p><p>cefaleia pós raquianestesia. A agulha de calibre 5 é muito mais maleável e</p><p>facilmente entortável, geralmente requerendo uma agulha 14 x 3,5 introdutora</p><p>para punção.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Ela está associada a uma incidência de cefaleia pós-raquianestesia muito</p><p>baixa (tão baixa quanto l%). Novas agulhas, como as "Sprotte" e "Whitacre",</p><p>apresentam desenho em ponta de lápis, com abertura lateral do lúmen. Essas</p><p>agulhas podem reduzir a incidência da cefaleia pós-raquianestesia por</p><p>produzirem uma difusão em vez de secção das fibras durais na introdução.</p><p>Posição do paciente: As posições em decúbito lateral, de bruços e sentada</p><p>são comumente utilizadas para a administração da raquianestesia. Na posição</p><p>lateral a coluna fica horizontal e paralela à borda da mesa. Os joelhos são</p><p>puxados para cima em direção ao tórax e o queixo flexionado para o tórax,</p><p>para obter-se uma flexão máxima da coluna.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>A posição sentada é útil para bloqueios espinhais baixos em certos</p><p>procedimentos ginecológicos e urológicos, sendo comumente usada em</p><p>pacientes obesos para ajudar na identificação da linha mediana. A cabeça e os</p><p>ombros são flexionados para baixo. Os pés devem ser apoiados em um</p><p>tamborete, e o dorso do paciente deve estar junto à margem da mesa. Um</p><p>assistente deve estar disponível para firmar o paciente, e este não deve ser</p><p>sedado em demasia.</p><p>A posição de bruços é usada em associação com anestesia hipobárica para</p><p>procedimentos sobre o reto, o períneo e o ânus. A posição em canivete pode</p><p>ser usada tanto para a administração da raquianestesia, quanto para a</p><p>cirurgia. A raquianestesia contínua permite que o nível de bloqueio sensório</p><p>seja titulado usando-se pequenos incrementos da droga. Uma bandeja de</p><p>peridural (com uma agulha calibre 14 e um cateter calibre 20) pode ser usada.</p><p>O cateter é passado através da agulha e avançado 2-4 cm além da ponta da</p><p>agulha.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Complicações Agudas</p><p>Hipotensão: É a complicação mais comum da raquianestesia e pode ser</p><p>profunda em pacientes hipovolêmicos.</p><p>Parestesia: Durante a introdução da agulha de raquianestesia ou a injeção</p><p>do anestésico, pode ocorrer trauma direto de um nervo espinhal ou injeção</p><p>intraneural.</p><p>Punção hemorrágica: A punção de uma veia peridural durante a introdução</p><p>da agulha pode resultar no surgimento de sangue ou de uma mistura de</p><p>sangue e LCR pela mesma.</p><p>Dispneia: É uma queixa comum na raquianestesia alta. É devida ao bloqueio</p><p>proprioceptivo das fibras aferentes das paredes torácica e abdominal.</p><p>Tranquilizar o paciente pode ser tudo o que é necessário, embora a evidência</p><p>de ventilação adequada deva ser certificada.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Apneia: Pode ocorrer tanto como resultado do fluxo sanguíneo medular</p><p>reduzido por hipotensão severa como por bloqueio direto de C-C ("raque</p><p>total"), inibindo a função do nervo frênico. Suporte ventilatório é exigido</p><p>imediatamente.</p><p>Náuseas e vômitos: Geralmente são devidos a hipotensão ou estimulação</p><p>vagal sem oposição. O tratamento envolve a restauração da pressão arterial,</p><p>administração de oxigênio e atropina. Deve-se tomar cuidado ao dar</p><p>droperidol como antiemético, uma vez que ele pode agravar a hipotensão.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Pós-operatórias</p><p>Cefaleia pós-raquianestesia: Caracterizada pela piora quando se está em pé</p><p>e melhora quando se deita. É uma cefaleia occipital severa que se irradia</p><p>para a região cervical posterior. Com a piora do quadro, ela se torna</p><p>circunferencial e pode ser acompanhada de visão borrada e diplopia. Inicia-se</p><p>usualmente 24-48 horas após a cirurgia. É devida a perda contínua de LCR</p><p>através do orifício na dura-máter, resultando em baixa pressão do LCR, o que</p><p>causa tração dos nervos e dos vasos meníngeos. O tratamento é inicialmente</p><p>conservador, com repouso no leito, líquidos EV e analgésicos.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Lombalgia: O tratamento é conservador, com analgésicos e orientação.</p><p>Retenção urinária: A retenção urinária pode perdurar sobre o bloqueio motor</p><p>e sensorial. O auxiliar/técnico de enfermagem deve estar atento à sua</p><p>presença, principalmente se o paciente tiver apresentado sintomas de</p><p>obstrução urinária anterior ou se grandes volumes de líquidos EV foram</p><p>administrados durante a cirurgia.</p><p>ANESTESIA RAQUIDIANA: Observe que a agulha perfura a dura-máter</p><p>ocorrendo à perda do LCR.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Lesão neurológica: Após raquianestesia é excepcionalmente rara, embora</p><p>esteja em primeiro lugar na preocupação do paciente. O dano neurológico</p><p>pode ser direto, devido a um trauma pela agulha; tóxico, devido à introdução</p><p>de produtos químicos; vírus ou bactérias; ou isquêmico, devido a um</p><p>comprometimento vascular pela compressão de um hematoma extradural.</p><p>Trauma nervoso direto por procedimentos cirúrgicos ou posicionamento</p><p>impróprio do paciente também pode ocorrer. Qualquer dano neurológico deve</p><p>ser avaliado por um neurologista precocemente no período pós-operatório,</p><p>uma vez que o diagnóstico e o tratamento imediato são essenciais para</p><p>melhorar o prognóstico.</p><p>Infecção: Após raquianestesia é extremamente rara. Meningite, aracnoidite e</p><p>abscesso peridural podem ocorrer. As etiologias prováveis incluem</p><p>contaminação química e infecção viral ou bacteriana. Consulta imediata com</p><p>um neurologista é essencial para o diagnóstico e o tratamento imediatos.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia Peridural</p><p>É obtida pela introdução de soluções anestésicas locais dentro do espaço</p><p>peridural.</p><p>Técnica</p><p>Agulhas de peridural: As agulhas de Tuchy ou de Weiss calibre 17 são as</p><p>mais comumente utilizadas para identificação do espaço peridural. Esta</p><p>agulha possui mandril, tem ponta romba com abertura lateral e parede</p><p>calibrosa para permitir a passagem de um cateter calibre 20. Uma agulha</p><p>calibre 22 é frequentemente usada para a</p><p>peridural simples.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Posição do paciente: O paciente pode ser colocado para a anestesia</p><p>peridural em ambas as posições, sentada ou lateral. As mesmas</p><p>considerações se aplicam à raquianestesia.</p><p>A anestesia peridural torácica produz anestesia torácica e abdominal superior</p><p>com uma pequena dose de anestésico local. A analgesia pós-operatória pode</p><p>ser obtida sem bloqueio das extremidades inferiores. Embora a técnica seja a</p><p>mesma da punção lombar, os processos espinhosos das vértebras torácicas</p><p>são muito mais agudamente angulados para baixo, de maneira que a ponta</p><p>do processo espinhoso superior cobre a lâmina da vértebra inferior, e a</p><p>agulha peridural precisa ser dirigida em uma direção mais cefálica. Além do</p><p>mais, há risco de produzir um trauma à medula espinhal subjacente, se</p><p>ocorre punção da dura-máter.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Instalação do cateter: Um cateter de peridural permite injeções repetidas de</p><p>anestésico local para procedimentos prolongados e fornece uma via para</p><p>analgesia pós-operatória.</p><p>Complicações Agudas</p><p>Punção da dura-máter: A punção não-intencional da dura-máter ocorre em</p><p>1% das injeções peridurais realizadas. Se ocorrer a perfuração, o</p><p>anestesiologista tem várias opções, dependendo das necessidades</p><p>anestésicas do caso. Uma conversão para anestesia subaracnóidea pode ser</p><p>feita pela injeção de uma quantidade apropriada de anestésico no LCR.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia subaracnóidea contínua pode ser realizada pela introdução de um</p><p>cateter de peridural dentro do espaço subaracnóideo através da agulha. Se a</p><p>anestesia peridural for desejável (p. ex. para analgesia pós-operatória), o</p><p>cateter pode ser reposicionado no Inter espaço acima do puncionado, de</p><p>maneira que sua ponta fique bem distante do local da punção da dura-máter.</p><p>A possibilidade de anestesia subaracnóidea com injeção no cateter peridural</p><p>deve ser considerada.</p><p>Contraindicações à Anestesia Peridural</p><p>Absolutas:</p><p>Falta de consentimento do paciente;</p><p>Infecção localizada na pele no local da punção;</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Sepse generalizada (p. ex. septicemia, bacteremia);</p><p>Coagulopatia;</p><p>Alergia à classe específica do anestésico local;</p><p>Pressão intracraniana aumentada.</p><p>Relativas</p><p>Infecção localizada periférica ao local da técnica regional;</p><p>Hipovolemia;</p><p>Doença do sistema nervoso central;</p><p>Pacientes em uso de drogas antiplaquetárias, incluindo aspirina, dipiridamol e</p><p>agentes antiinflamatórios não-esteróides.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>TIPOS DE ANESTESIA</p><p>Geral: Ação - perda temporária da consciência, da sensibilidade</p><p>(parestesia), da motricidade (plegia) e reflexos- inconsciência.</p><p>Produz relaxamento muscular, favorece depressão do SNC- risco de PCR.</p><p>Técnicas de administração da anestesia geral: 1) Inalação –</p><p>Administração por meio de máscara facial, cânula nasal ou tubos endotraqueal.</p><p>2) Intubação- tubo endotraqueal; 3) Sedação.</p><p>Substâncias usadas: oxido nitroso e ciclopropano (gases) anestésicos,</p><p>éter, halotano (fluotano), pentanol e etanol líquidos voláteis.</p><p>Dependendo do tipo de procedimento cirúrgico, a manutenção da anestesia pode</p><p>ser realizada somente com agentes inalatórios e ventilação espontânea assistida ou</p><p>controlada.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>3) Endovenosa – Através de injeção intravenosa (EV, IV).</p><p>Substâncias usadas: tiopental sódico (barbitúricos) , neuroleptanestesia (Inoval)</p><p>combinação de um tranquilizante (Droperidol) droga psicotrópica e um analgésico</p><p>narcótico (Fentanil), Propofol. Sedação- EV.</p><p>Anestesia geral:</p><p>A anestesia geral é a modalidade anestésica indicada para as cirurgias mais</p><p>complexas e de grande porte- demoradas. Ex. neurológica, cardíaca,</p><p>transplante.</p><p>Na anestesia geral, o paciente fica inconsciente, incapaz de se mover- plegia</p><p>e, habitualmente, intubado e acoplado a um respirador artificial.</p><p>Um dos motivos do paciente não sentir é pelo fato do mesmo estar</p><p>profundamente sedado.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Atualmente, a anestesia geral é procedimento bastante seguro.</p><p>Na maioria dos casos, quando o paciente submetido a uma</p><p>cirurgia extensa apresenta complicações, o motivo não é a anestesia geral. As</p><p>complicações são geralmente derivadas de doenças graves que o paciente já</p><p>possuía, como problemas cardíacos, renais, hepáticos ou pulmonares em estágio</p><p>avançado, ou ainda, por complicações da própria cirurgia, como hemorragias ou</p><p>lesão/falência de órgãos vitais. Internados previamente- estáveis.</p><p>A anestesia geral é uma técnica anestésica que promove</p><p>abolição da dor (daí o nome anestesia), paralisia muscular- diafragma, abolição dos</p><p>reflexos, amnésia (Dormonid ou Midazolam) e principalmente, inconsciência.</p><p>Esta forma de anestesia faz com que o paciente torne-se incapaz</p><p>de sentir e/ou reagir a qualquer estímulo do ambiente, sendo a técnica mais</p><p>indicada nas cirurgias complexas, longas e de grande porte.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fases da anestesia:</p><p>Fase I – Analgesia: podem ocorrer vertigens, audição e sensibilidade exagerada. É</p><p>acompanhada por vários graus de apreciação da dor, terminando com a perda da</p><p>consciência. Produz - amnésia .</p><p>Fase II – vai desde a perda da consciência até a perda de certos reflexos</p><p>(deglutição, vômitos, reflexo palpebral). Pode ser acompanhada por respiração</p><p>irregular, vomito ou náuseas, tosse, respiração bloqueada e excitação. Há um</p><p>aumento de tônus muscular e da atividade motora involuntária. Essas atividades</p><p>podem reaparecer durante a recuperação da anestesia. O paciente não deve ser</p><p>estimulado nesta fase.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fase III – é quando ocorre a paralisia respiratória sendo conhecida como fase de</p><p>anestesia cirúrgica. O paciente fica quieto insensível, incapaz de mover-se. Sua</p><p>respiração é automática, a mandíbula fica relaxada e há diminuição moderada ou</p><p>máxima do tônus muscular moderado para a maior das grandes cirurgias e</p><p>relaxamento máximo é necessário para as cirurgias mais profundas, cirurgias</p><p>gástrica e biliar.</p><p>Fase IV – quando a anestesia é perigosamente aprofundada, pode resultar em</p><p>parada respiratória e/ou cardíaca, levando a morte, a não ser que o paciente pode</p><p>ser ressuscitado.</p><p>Monitorização cardíaca- P ou FC= 60 a 100 bpm; PNI-pressão não arterial- PA=</p><p>120X80mmhg; PAS menor 100 mmhg, oxímetro- acima de 90%.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>CARRINHO DE ANESTESIA GERAL</p><p>Anestesia geral associada: Neste tipo de técnica, são associadas à forma</p><p>endovenosa com os barbitúricos, narcóticos, relaxante muscular, com a inalatória</p><p>utilizando-se um agente volátil muitas vezes associado à NO 2(oxido nitroso),</p><p>Intubação endotraqueal.</p><p>OBS: Para receber a anestesia geral o cliente, normalmente, está em decúbito dorsal</p><p>(deitado de costas).</p><p>Cuidados pós-operatório para anestesia geral:</p><p>Levantar as grades laterais do leito- confuso; medicamentos deprimem SNC- risco</p><p>de queda.</p><p>Virar a cabeça para facilitar a drenagem de vômito e muco da boca- lateralizado,</p><p>cabeça.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Verificar e registrar os sinais vitais.</p><p>Verificar curativos- limpos e secos.</p><p>Observar a cor do paciente- coloração: hipocorado; cianose- baixa oxigenação.</p><p>Ligar os tubos de drenagem do sistema apropriado: drenos.</p><p>Manter as vias aéreas desimpedidas- livres.</p><p>Informar ao paciente onde ele está a medida que retornar a consciência.</p><p>Nota: pacientes obesos são propensos a acordar lentamente, pois a maioria dos</p><p>anestésicos gerais são solúveis em gordura, armazenado, portanto, o agente</p><p>anestésicos nos depósitos de gordura durante a operação.</p><p>Cianose: coloração arroxeada de pele e mucosa. Hipovolemia e hipoxia.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Parcial ou regional</p><p>Ação: Não produz a perda da consciência. Suprime sensações de parte do corpo.</p><p>Classificação:</p><p>Aplicação tópica- pele e mucosa. Exemplo: Xilocaína gel.</p><p>Infiltração local- Exemplo: Xilocaina.</p><p>Bloqueio de nervos. Exemplo: ortopedista; Redução- colocar o osso na posição</p><p>anatômica.</p><p>Condução – raqui ou intradural; peridural; caudal;</p><p>bloqueio de plexos</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Técnicas de aplicação:</p><p>Aplicação tópica – produzida quando se aplica um agente anestésico diretamente</p><p>nas mucosas, pele e feridas. Exemplo cateterismo vesical.</p><p>Infiltração local – produzida pela injeção de anestésicos local no tecido a ser</p><p>realizado a incisão cirúrgica ou suturado. Exemplo: para sutura de uma lesão</p><p>cortante. Para retirada de pequenos nódulos.</p><p>Bloqueio de nervos – produzida pela injeção de anestésico local em nervos que</p><p>inervam a área a ser incisada.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia por condução – produzida por injeção de anestesia por condução.</p><p>Produzida pela injeção de anestésico local ou grupos de nervos para eliminar</p><p>sensibilidade e motricidade da área a ser operada.</p><p>Anestesia intradural ou raquianestesia: Também classificada com anestesia</p><p>regional para determinada parte do corpo, raquianestesia tem por objetivo levar a</p><p>perda da sensibilidade autonômica , sensitiva e motora da cintura para baixo.</p><p>Um anestésico local é injetado no líquido cefalorraquidiano ( LCR) no espaço</p><p>subaracnóide. A punção raquidiana é feita entre as vértebras L2 e L3, L4 e L5.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Anestesia raquidiana</p><p>Para realizar a anestesia raquidiana, uma agulha de pequeno calibre é inserida nas</p><p>costas, de modo a atingir o espaço subaracnóideo, dentro da coluna espinhal. Em</p><p>seguida, um anestésico é injetado dentro do líquido espinhal (liquor), produzindo</p><p>dormência temporária e relaxamento muscular.</p><p>A presença do anestésico dentro da coluna espinhal bloqueia os nervos que</p><p>passam pela coluna lombar, fazendo com que estímulos dolorosos vindos dos</p><p>membros inferiores e do abdômen não consigam chegar ao cérebro.</p><p>Perda de sensibilidade sensitiva e motora da cintura para baixo.</p><p>A raquianestesia é muito usada para procedimentos ortopédicos de membros</p><p>inferiores e para cesarianas.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Cirurgias de abdomen inferior e ginecológicas.</p><p>Local: líquido cefalorraquidiano, espaço subaracnóide, entre L2, L3, L4 e L5.</p><p>Paciente permanece consciente.</p><p>Posição: sentado, MMII apoiados em uma escadinha, MMSS cruzados na frente,</p><p>pescoço fletido e cabeça inclinada para frente.</p><p>O cliente senta-se sobre a mesa cirúrgica, com os membros inferiores para fora e</p><p>apoiados numa escadinha ou banco, e os membros superiores cruzados na frente e</p><p>a altura da cintura, tendo o pescoço fletido e a cabeça bem inclinada para frente.</p><p>A manutenção desta posição é feita pela circulante da sala, que deve se colocar à</p><p>frente do cliente, com as mãos em sua cabeça, de modo a impedir a sua</p><p>movimentação no momento da punção.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Indicações:</p><p>Cirurgias do abdome inferior, ginecológicas e obstétricas.</p><p>Contra-indicações:</p><p>Na recusa terminante do paciente.</p><p>Na presença de infecção a nível de punção.</p><p>Doenças respiratórias, hemorrágicas e insuficiência cardíaca.</p><p>Nas hipotensões e hipertensões .</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Peridural ou epidural:</p><p>Injeção de anestésico local no espaço peridural, utilizando-se o espaço</p><p>intervertebral.</p><p>Pode ocorrer perda da capacidade sensitiva e bloqueio motor, do tórax ao MMII.</p><p>Muito comum nos partos normal e cesárea.</p><p>A anestesia peridural é muito semelhante a anestesia raquidiana, porém há</p><p>algumas diferenças:</p><p>1. Na anestesia peridural o anestésico é injetado na região peridural, que fica ao</p><p>redor do canal espinhal, e não propriamente dentro, como no caso da</p><p>raquianestesia.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>2. Na anestesia peridural, o anestésico é injetado por um cateter, que é</p><p>implantado no espaço peridural. Enquanto na raquianestesia o anestésico é</p><p>administrado por uma agulha uma única vez, na peridural o anestésico fica</p><p>sendo administrado constantemente através do cateter.</p><p>3. A anestesia peridural pode continuar a ser administrada no pós-operatório</p><p>para controle da dor nas primeiras horas após a cirurgia.</p><p>Basta manter a infusão de analgésicos pelo cateter.</p><p>Indicada em cirurgias de longa duração- peridural contínua- cateter;</p><p>administração de anestésico.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>4. A quantidade de anestésicos administrados é bem menor na raquidiana.</p><p>A anestesia peridural é comumente usada durante o parto normal, cirurgias de</p><p>abdomen inferior, MMII, perineais, partos, em contra- indicações de anestesia</p><p>geral.</p><p>A complicação mais comum das anestesias raquidianas e peridurais é a</p><p>cefaleia, que ocorre quando há extravasamento de liquor pelo orifício feito pela</p><p>agulha no canal espinhal. Essa perda de líquido provoca uma redução da</p><p>pressão do liquor ao redor de todo o sistema nervoso central, sendo esta a</p><p>causa da cefaleia.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>A cefaleia de baixa pressão é um quadro de intensa dor de cabeça que pode</p><p>surgir após uma raquianestesia, anestesia peridural ou punção lombar. Esses</p><p>quadros são chamados respectivamente de cefaleia pós-raquianestesia,</p><p>cefaleia pós-punção dural ou cefaleia pós-punção lombar.</p><p>Como a raquianestesia e anestesia peridural são habitualmente utilizadas nos</p><p>partos, tanto normal quanto cesariana, essa forma de dor de cabeça também é</p><p>conhecida como cefaleia pós-parto.</p><p>Nestes procedimentos anestésicos e na punção lombar, uma agulha é colocada</p><p>dentro do espaço preenchido por líquido que fica ao redor da medula espinhal,</p><p>seja para injetar anestésicos ou para colher amostras do líquido cefalorraquiano</p><p>para avaliação laboratorial.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Esse pequeno orifício provocado pela agulha cria uma passagem para o</p><p>líquido cefalorraquiano vazar para fora do canal medular, reduzindo a pressão</p><p>do fluido ao redor do cérebro e da própria medula espinhal. Dependendo da</p><p>quantidade vazada, o paciente pode desenvolver uma hipotensão liquórica, que</p><p>provoca sintomas, como dor de cabeça, fraqueza, tonturas e náuseas.</p><p>O espaço subaracnóideo é a região que fica entre as</p><p>membranas aracnoide e pia-máter, que são duas camadas das meninges. As</p><p>cefaleias de baixa pressão ocorrem quando, por algum motivo, há</p><p>extravasamento do LCR e queda dos valores da pressão liquórica.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>A cefaleia pós-anestesia epidural pode surgir quando, no momento da punção</p><p>do espaço epidural com a agulha, ocorre uma perfuração acidental da</p><p>membrana da meninge que recobre o espaço subaracnoide. Esse pequeno furo</p><p>ou rasgo acidental permite o extravasamento de líquor e consequente</p><p>hipotensão liquórica.</p><p>Cefaleia: raqui; perda do líquor.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fatores de risco para cefaleia:</p><p>Sexo feminino: o risco é 2 a 3 vezes maior nas mulheres.</p><p>Gravidez: os elevados níveis de estrogênio circulante na gravidez fazem com que</p><p>as grávidas tenham uma pressão liquórica mais baixa que o habitual. Por outro</p><p>lado, durante o trabalho de parto há um aumento da pressão do líquido</p><p>cefalorraquidiano, o que facilita o seu extravasamento após a realização da</p><p>anestesia.</p><p>Histórico de dor de cabeça: pessoas que já têm um histórico de cefaleias</p><p>primárias ou secundárias estão sob maior risco.</p><p>Idade: as cefaleias de baixa pressão são mais comuns em pacientes com idades</p><p>entre 18 e 50 anos.</p><p>Desidratação: pacientes que encontram-se desidratados no momento do</p><p>procedimento ou no pós-operatório também tem mais chances de desenvolver</p><p>cefaleia espinhal.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Como ao longo dos anos o design das agulhas espinhais tem vindo a se</p><p>aprimorar, e os anestesistas estão cada vez mais atentos a esse problema, as</p><p>dores de cabeça espinhais estão se tornando cada vez menos frequentes, apesar</p><p>de ainda acometerem ainda cerca de 10% dos pacientes.</p><p>A cefaleia de baixa pressão é uma dor de cabeça que inicia-se entre 6 e 72 horas</p><p>após a punção lombar ou procedimento anestésico.</p><p>A dor de cabeça é tipicamente frontal, latejante e pode ser bastante intensa.</p><p>Sintomas associados ocorrem em até 70% dos casos e podem incluir náuseas,</p><p>rigidez de nuca, dor lombar, vertigem, alterações na visão (visão dupla, visão turva</p><p>ou fotofobia), tontura ou distúrbios auditivos (zumbidos e perda auditiva).</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Sem tratamento, a maioria dos casos melhora dentro de uma semana (média de 4</p><p>a 5 dias), mas há pacientes que demoram até 15 dias para ficarem</p><p>completamente sem dor.</p><p>Tratamento:</p><p>HOF.</p><p>Analgésicos.</p><p>Repouso.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Indicações:</p><p>Cirurgias de abdome inferior.</p><p>Membros inferiores.</p><p>Perineais.</p><p>Partos.</p><p>Nas contraindicações de anestesia geral.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Assistência de Enfermagem pós anestesias: raqui e peridural</p><p>Posição- decúbito dorsal sem travesseiro nas primeiras 24 horas.</p><p>Hidratação abundante.</p><p>Sinais vitais.</p><p>Observar retorno dos movimentos e sensibilidade dos MMII.</p><p>Observar diurese espontânea- SVA se necessário- retenção urinária- bexigoma.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Caudal:</p><p>Via de acesso: 2° vértebra sacra.</p><p>Anestesia períneo e baixo abdômen.</p><p>Indicações: cirurgias perineais e MMII.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Bloqueio de plexo braquial:</p><p>Punção da região axilar- anestesia de braço, antebraço e mão.</p><p>Punção de região supra clavicular- anestesia de braço, antebraço e mão.</p><p>Risco: pneumotórax.</p><p>Indicações: cirurgias ortopédicas, plásticas, MMSS em adultos.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Complicações comuns a todos os bloqueios nervosos</p><p>Reações aos anestésicos locais:</p><p>Consistem de injeção intravascular, sobre dose e respostas alérgicas.</p><p>Lesão nervosa: É uma complicação rara, que pode resultar de trauma pela agulha</p><p>ou de injeção intraneural.</p><p>Hematomas: Podem resultar de punção arterial, mas usualmente se resolvem</p><p>sem sequelas.</p><p>Ações de Enfermagem</p><p>Coletar a história médica pregressa e atual do paciente;</p><p>Pesquisar tipo de cirurgia a ser realizada, tempo operatório;</p><p>Conferir os exames complementares;</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p><p>Fazer exame físico;</p><p>Explicar os procedimentos que serão utilizados para a realização de uma ou outra</p><p>técnica, trazendo tranquilidade ao paciente e gerando uma relação médico-</p><p>paciente;</p><p>Orientar a respeito de jejum pré-operatório, que deve ser, em geral de 8 horas</p><p>para alimentos sólidos ou leite e de 6 horas para líquidos;</p><p>Pesquisar e anotar todas e qualquer alergia ou medicamento em uso;</p><p>Dar apoio psicológico.</p><p>ENFERMAGEM CIRÚRGICA</p>

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