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<p>O	autor	e	a	editora	empenharam-se	para	citar	adequadamente	e	dar	o	devido	crédito	a</p><p>todos	os	detentores	dos	direitos	autorais	de	qualquer	material	utilizado	neste	livro,</p><p>dispondo-se	a	possíveis	acertos	caso,	inadvertidamente,	a	identificação	de	algum	deles</p><p>tenha	sido	omitida.</p><p>Não	é	responsabilidade	da	editora	nem	do	autor	a	ocorrência	de	eventuais	perdas	ou</p><p>danos	a	pessoas	ou	bens	que	tenham	origem	no	uso	desta	publicação.</p><p>Apesar	dos	melhores	esforços	do	autor,	do	editor	e	dos	revisores,	é	inevitável	que</p><p>surjam	erros	no	texto.	Assim,	são	bem-vindas	as	comunicações	de	usuários	sobre</p><p>correções	ou	sugestões	referentes	ao	conteúdo	ou	ao	nível	pedagógico	que	auxiliem	o</p><p>aprimoramento	de	edições	futuras.	Os	comentários	dos	leitores	podem	ser</p><p>encaminhados	à	Editora	Atlas	Ltda.	pelo	e-mail	editorialcsa@grupogen.com.br.</p><p>Direitos	exclusivos	para	a	língua	portuguesa</p><p>Copyright	2017	by</p><p>Editora	Atlas	Ltda.</p><p>Uma	editora	integrante	do	GEN	|	Grupo	Editorial	Nacional</p><p>Reservados	todos	os	direitos.	É	proibida	a	duplicação	ou	reprodução	deste	volume,	no</p><p>todo	ou	em	parte,	sob	quaisquer	formas	ou	por	quaisquer	meios	(eletrônico,	mecânico,</p><p>gravação,	fotocópia,	distribuição	na	internet	ou	outros),	sem	permissão	expressa	da</p><p>editora.</p><p>Rua	Conselheiro	Nébias,	1384</p><p>Campos	Elísios,	São	Paulo,	SP	–	CEP	01203-904</p><p>Tels.:	21-3543-0770/11-5080-0770</p><p>editorialcsa@grupogen.com.br</p><p>www.grupogen.com.br</p><p>Capa:	MarCom	|	GEN</p><p>Produção	digital:	Geethik</p><p>Projeto	gráfico:	Design	Monnerat</p><p>mailto:editorialcsa@grupogen.com.br</p><p>mailto:editorialcsa@grupogen.com.br</p><p>http://www.grupogen.com.br</p><p>http://www.geethik.com</p><p>CIP-BRASIL.	CATALOGAÇÃO	NA	PUBLICAÇÃO</p><p>SINDICATO	NACIONAL	DOS	EDITORES	DE	LIVROS,	RJ</p><p>Oliveira,	Aristeu	de</p><p>Cálculos	trabalhistas	/	Aristeu	de	Oliveira.	–	29.	ed.	–	São	Paulo:	Atlas,	2017.</p><p>Inclui	bibliografia.</p><p>ISBN	978-85-97-01373-3</p><p>1.	Remuneração	–	Custos.	2.	Previdência	social	–	Impostos.	3.	Legislação	social.	4.</p><p>Direito	do	trabalho.	I.	Título.</p><p>17-44135</p><p>CDU:331.542</p><p>CDU:	331.2</p><p>Dedico	 este	 livro	 aos	 amigos	 do	 GEN	 |	 Atlas,	 cujos	 apoio	 e	 incentivo</p><p>foram	 fundamentais	 para	 sua	 concretização.	 São	 anos	 de	 parceria</p><p>mútua.	 Agradeço	 a	 todos	 que	 vêm	 colaborando	 comigo	 direta	 ou</p><p>indiretamente.	 Reconheço	 a	 eficácia	 do	 trabalho	 realizado	 e</p><p>cumprimento	a	todos	cordialmente.</p><p>Material	Suplementar</p><p>Para	acessar	o	material	 suplementar	entre	em	contato	conosco	através	do	e-mail</p><p>gendigital@grupogen.com.br</p><p>1</p><p>1</p><p>1.1</p><p>1.2</p><p>2</p><p>2.1</p><p>3</p><p>3.1</p><p>3.2</p><p>3.3</p><p>3.3.1</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>7.1</p><p>8</p><p>9</p><p>9.1</p><p>9.2</p><p>10</p><p>10.1</p><p>10.2</p><p>10.3</p><p>S</p><p>Sumário</p><p>Introdução</p><p>Folha	de	Pagamento</p><p>Salário</p><p>Salário-hora	para	40	horas	semanais:	divisor	200	(duzentos)</p><p>Depósito	de	salários	em	conta	bancária</p><p>Horas	extras</p><p>Integração	das	horas	extras	ao	repouso	semanal	e	feriado</p><p>Remuneração	variável</p><p>Horas	extras</p><p>Garantia	de	salário</p><p>Repouso	semanal	e	feriado	em	comissões</p><p>Cálculo	do	repouso	semanal	remunerado	em	percentual</p><p>Adicional	de	insalubridade</p><p>Adicional	de	periculosidade</p><p>Adicional	noturno</p><p>Desconto	nos	rendimentos	do	empregado	parao	INSS</p><p>Obrigatoriedade	de	contribuição	do	INSS	ao	aposentado</p><p>Imposto	de	Renda</p><p>Horista</p><p>Horas	trabalhadas	e	repouso	semanal	remunerado</p><p>Rescisão	do	contrato	de	trabalho	do	horista:	cálculode	1/12</p><p>Mensalista</p><p>Desconto	do	repouso	semanal	remunerado	(RSR)	para	mensalista	e</p><p>quinzenalista</p><p>Semana	para	desconto	do	repouso	semanal	remunerado	(RSR)</p><p>Domingo	e	feriado	no	mesmo	dia</p><p>10.4</p><p>10.5</p><p>10.5.1</p><p>10.6</p><p>10.7</p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>14</p><p>14.1</p><p>14.2</p><p>14.3</p><p>15</p><p>15.1</p><p>15.2</p><p>15.3</p><p>15.4</p><p>15.5</p><p>15.6</p><p>15.7</p><p>15.8</p><p>15.9</p><p>16</p><p>2</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1</p><p>2</p><p>Compensação	do	sábado,	quando	o	sábado	já	é	feriado</p><p>Intervalo	para	repouso	e	alimentação	não	concedido	pelo</p><p>empregador</p><p>Intervalo	intrajornada	para	repouso	e	alimentação</p><p>Requisitos	para	redução	de	intervalo	intrajornada</p><p>Trabalho	aos	domingos	nas	atividades	do	comércio	em	geral</p><p>Período	de	descanso</p><p>Faltas	e	atrasos</p><p>Atestados	médicos</p><p>Prática	de	incidências	nos	pagamentos	feitos	a	empregados	(INSS,	FGTS	e</p><p>IR)</p><p>Aviso-prévio	indenizado	e	indenização	adicional</p><p>Não	incidência	do	INSS	no	pagamento	do	aviso-prévio	indenizado</p><p>Não	incidência	do	IRRF	sobre	férias	indenizadas	e	abono</p><p>pecuniário</p><p>Modalidades	de	cálculos	de	folha	de	pagamentos</p><p>Mensalista	com	horas	extras</p><p>Mensalista	com	desconto	da	contribuição	sindical</p><p>Mensalista	admitida	no	decorrer	do	mês</p><p>Mensalista	com	falta	não	abonada</p><p>Comissionado	+	fixo</p><p>Horista	com	falta	e	adicional	de	periculosidade</p><p>Horista	com	adicional	de	insalubridade	e	falta	não	abonada</p><p>Horista	com	hora	extra	noturna</p><p>Horista	com	adicional	noturno</p><p>Folha	de	pagamento	preenchida</p><p>Vale-Transporte</p><p>Controle	dos	vales-transportes</p><p>Base	de	cálculo	do	vale-transporte</p><p>Férias</p><p>Condições	em	que	a	ausência	do	empregado	não	é	considerada	falta	ao</p><p>serviço</p><p>Férias:	perda	do	direito</p><p>3</p><p>3.1</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>9</p><p>10</p><p>10.1</p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>13.1</p><p>13.2</p><p>13.3</p><p>13.4</p><p>13.5</p><p>13.6</p><p>13.7</p><p>13.8</p><p>13.9</p><p>13.10</p><p>13.11</p><p>13.11.1</p><p>13.11.2</p><p>13.11.3</p><p>Prescrição	das	férias</p><p>Anotações	de	férias	na	CTPS	e	livro	ou	ficha	de	registro	de</p><p>empregados</p><p>Férias:	um	terço	a	mais	do	que	o	salário	normal</p><p>Férias	na	vigência	do	contrato	de	trabalho</p><p>Férias	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho</p><p>Férias	pagas	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho</p><p>Desconto	do	INSS	sobre	férias	indenizadas</p><p>Pagamento	da	primeira	parcela	do	13o	salário	por	ocasião	das	férias</p><p>Desconto	do	Imposto	de	Renda	sobre	as	férias</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>Férias	coletivas</p><p>Férias	proporcionais</p><p>Modalidades	de	cálculos	de	férias</p><p>Férias	normais	de	30	dias	–	mensalista</p><p>Férias	normais	com	15	dias	de	faltas	não	abonadas	–	mensalista</p><p>Férias	em	dobro	e	pagamento	complementar	–	mensalista</p><p>Horista	que	recebe	adicional	noturno</p><p>Mensalista	que	recebe	adicional	de	periculosidade,	ficando	afastado</p><p>por	um	período	e	recebendo	auxílio-doença</p><p>Férias	normais	com	início	em	um	mês	e	término	no	seguinte	(uma</p><p>parte	em	dobro)</p><p>Férias	com	início	em	um	mês	e	término	no	seguinte	e	pagamento</p><p>complementar</p><p>Férias	com	início	em	um	mês	e	término	no	seguinte,	com	12	faltas</p><p>não	abonadas	e	pagamento	complementar</p><p>Férias	com	abono	pecuniário	e	acréscimo	de	1/3,	conforme</p><p>Constituição	Federal</p><p>Controvérsia	de	entendimento	sobre	abono	pecuniário	mais	1/3	do</p><p>salário	normal</p><p>Férias	de	acordo	com	o	primeiro	e	o	segundo	entendimento</p><p>Mensalista	com	pagamento	complementar</p><p>Horista	com	adicional	de	periculosidade</p><p>Mensalista	que	teve	férias	coletivas</p><p>13.11.4</p><p>14</p><p>14.1</p><p>4</p><p>1</p><p>1.1</p><p>1.2</p><p>2</p><p>2.1</p><p>2.2</p><p>2.3</p><p>3</p><p>4</p><p>4.1</p><p>5</p><p>5.1</p><p>5.2</p><p>5.2.1</p><p>5.2.2</p><p>5.2.3</p><p>6</p><p>6.1</p><p>6.2</p><p>6.3</p><p>Horista	com	horas	extras	e	15	faltas	não	abonadas</p><p>Férias	parceladas	em	três	períodos</p><p>Férias	em	regime	de	tempo	parcial</p><p>Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho</p><p>Documentos	a	serem	apresentados</p><p>Categoria	diferenciada</p><p>Lista	de	procedimentos	de	desligamento</p><p>Esclarecimentos	sobre	os	modelos,	sistema	e	instrumentos	de	termos	de</p><p>rescisão	de	contrato	de	trabalho</p><p>Explicações	complementares</p><p>Procedimentos	para	assistência	e	homologação	na	rescisão	de</p><p>contrato	de	trabalho</p><p>Sistema	HOMOLOGNET	de	assistência	na	rescisão	de	contrato	de</p><p>trabalho</p><p>Enunciados	da	Secretaria	de	Relações	do	Trabalho</p><p>Condições	em	que	é	vedada	a	dispensa	sem	justa	causa	(estabilidade</p><p>provisória)</p><p>Dispensa	fictícia	seguida	de	recontratação	(ato	fraudulento)</p><p>Indenização	por	tempo	de	serviço</p><p>Indenização	adicional	do	empregado	dispensado	sem	justa	causa	no</p><p>período	de	30	dias	antes	da	correção	salarial	(art.	9o	das	Leis	nos</p><p>6.708/79	e	7.238/84)</p><p>Aviso-prévio	proporcional	ao	tempo	de	serviço	–	Empregador	e</p><p>empregado</p><p>Controvérsias	de	entendimento	quando	é	iniciativa	do</p><p>empregado</p><p>Quadro	demonstrativo</p><p>Súmulas	do	egrégio	TST	sobre	aviso-prévio</p><p>Causas	de	afastamento	–	direitos	do	empregado</p><p>Rescisão	por	pedido	de	dispensa	antes	de	completar	um	ano	de</p><p>serviço</p><p>Rescisão	por	pedido	de	dispensa	com	mais	de	um	ano	de	serviço</p><p>(empregado	solicitou	dispensa	do	aviso-prévio)</p><p>Rescisão	por	dispensa	sem	justa	causa	antes	de	completar	um	ano</p><p>6.4</p><p>6.5</p><p>6.6</p><p>6.7</p><p>6.8</p><p>6.9</p><p>6.9.1</p><p>6.10</p><p>6.11</p><p>6.12</p><p>6.13</p><p>6.14</p><p>6.15</p><p>6.16</p><p>6.17</p><p>6.18</p><p>6.19</p><p>7</p><p>7.1</p><p>7.2</p><p>8</p><p>8.1</p><p>8.2</p><p>de	serviço</p><p>Rescisão	por	dispensa	sem	justa	causa	com	mais	de	um	ano	de</p><p>serviço</p><p>Pedido	de	demissão	com	aviso-prévio	cumprido</p><p>Dispensa</p><p>ativo	 permanente	 de	 valor	 superior	 a	R$	 57.100,07	 (cinquenta	 e	 sete	mil</p><p>cem	reais	e	sete	centavos);	e</p><p>VII	–	o	valor	de	que	trata	o	§	3o	do	art.	337-A	do	Código	Penal,	aprovado</p><p>pelo	Decreto-Lei	 no	 2.848,	 de	 7	 de	 dezembro	de	 1940,	 é	 de	R$	4.883,27</p><p>(quatro	mil	oitocentos	e	oitenta	e	três	reais	e	vinte	e	sete	centavos).</p><p>Parágrafo	único.	O	valor	das	demandas	judiciais	de	que	trata	o	art.	128	da</p><p>Lei	 no	 8.213,	 de	 24	 de	 julho	 de	 1991,	 é	 limitado	 em	 R$	 56.220,00</p><p>(cinquenta	e	seis	mil	e	duzentos	e	vinte	reais),	a	partir	de	1o	de	janeiro	de</p><p>2017.</p><p>Art.	9o	A	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017,	o	pagamento	mensal	de	benefícios</p><p>de	valor	superior	a	R$	110.626,20	(cento	e	dez	mil	seiscentos	e	vinte	e	seis</p><p>reais	e	vinte	centavos)	deverá	ser	autorizado	expressamente	pelo	Gerente-</p><p>Executivo	 do	 INSS,	 observada	 a	 análise	 da	 Divisão	 ou	 Serviço	 de</p><p>Benefícios.</p><p>Parágrafo	 único.	 Os	 benefícios	 de	 valor	 inferior	 ao	 limite	 estipulado	 no</p><p>caput,	 quando	 do	 reconhecimento	 do	 direito	 da	 concessão,	 revisão	 e</p><p>manutenção	 de	 benefícios	 serão	 supervisionados	 pelas	 Agências	 da</p><p>Previdência	 Social	 e	 Divisões	 ou	 Serviços	 de	 Benefícios,	 sob	 critérios</p><p>aleatórios	preestabelecidos	pela	Presidência	do	INSS.</p><p>Art.	10.	A	Secretaria	da	Receita	Federal	do	Brasil,	o	INSS	e	a	Empresa	de</p><p>Tecnologia	 e	 Informações	 da	 Previdência	 Social	 (Dataprev)	 adotarão	 as</p><p>providências	necessárias	ao	cumprimento	do	disposto	nesta	Portaria.</p><p>Art.	11.	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Art.	12.	Fica	revogada	a	Portaria	Interministerial	MTPS/MF	no	1,	de	8	de</p><p>janeiro	de	2016.</p><p>HENRIQUE	DE	CAMPOS	MEIRELLES</p><p>ANEXO	I</p><p>FATOR	DE	REAJUSTE	DOS	BENEFÍCIOS	CONCEDIDOS	DE	ACORDO	COM</p><p>AS	RESPECTIVAS	DATAS	DE	INÍCIO,	APLICÁVEL	A	PARTIR	DE	JANEIRO	DE</p><p>2017</p><p>Data	de	Início	do	Benefício Reajuste	(%)</p><p>Até	janeiro	de	2016 6,58</p><p>em	fevereiro	de	2016 4,99</p><p>em	março	de	2016 4,01</p><p>em	abril	de	2016 3,55</p><p>em	maio	de	2016 2,89</p><p>em	junho	de	2016 1,89</p><p>em	julho	de	2016 1,42</p><p>em	agosto	de	2016 0,77</p><p>em	setembro	de	2016 0,46</p><p>em	outubro	de	2016 0,38</p><p>em	novembro	de	2016 0,21</p><p>em	dezembro	de	2016 0,14</p><p>8</p><p>•</p><p>ANEXO	II</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017</p><p>Salário	de	contribuição	(R$) Alíquota	para	fins	de	Recolhimento	ao	INSS</p><p>até	1.659,38 8%</p><p>de	1.659,39	até	2.765,66 9%</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31 11%</p><p>Imposto	de	Renda</p><p>A	tributação	do	Imposto	de	Renda	sobre	os	rendimentos	do	trabalho	assalariado	pago</p><p>incide	sobre:	salários,	ordenados,	soldos,	soldadas,	subsídios,	honorários,	adicionais,</p><p>vantagens,	 extraordinários,	 suplementação,	 abonos,	 bonificações,	 gorjetas,</p><p>gratificações,	 13o	 salário,	 participações,	 percentagens,	 prêmios,	 cotas-partes	 em</p><p>multas	 ou	 receitas,	 comissões,	 corretagens,	 vantagens	 por	 transferência	 de	 local	 de</p><p>trabalho,	 verbas	 de	 representações,	 e	 outros	 rendimentos	 admitidos	 em	 lei	 pela</p><p>Receita	Federal.</p><p>13o	salário:	o	art.	16	da	Lei	no	8.134,	de	27-12-1990,	preceitua:</p><p>“O	 imposto	 de	 renda	 previsto	 no	 art.	 26	 da	 Lei	 no	 7.713,	 de	 1988,</p><p>incidente	 sobre	 o	 décimo	 terceiro	 salário	 (art.	 7,	 VIII,	 da	 Constituição),</p><p>será	calculado	de	acordo	com	as	seguintes	normas:</p><p>I	–	não	haverá	retenção	na	fonte,	pelo	pagamento	de	antecipações;</p><p>II	–	será	devido,	sobre	o	valor	integral,	no	mês	de	sua	quitação;</p><p>III	 –	 a	 tributação	 ocorrerá	 exclusivamente	 na	 fonte	 e	 separadamente</p><p>dos	demais	rendimentos	do	beneficiário;</p><p>IV	 –	 serão	 admitidas	 as	 deduções	 autorizadas	 pelo	 art.	 7o	 desta	 lei,</p><p>observada	a	vigência	estabelecida	no	parágrafo	único	do	mesmo	artigo;</p><p>V	–	a	apuração	do	imposto	far-se-á	na	forma	do	art.	25	da	Lei	no	7.713,</p><p>de	1988,	com	a	alteração	procedida	pelo	art.	1o	da	Lei	no	7.959,	de	21	de</p><p>dezembro	de	1989.”</p><p>Transcrevemos	a	seguir	a	Lei	no	13.149,	de	21-7-2015	–	DOU	de	22-7-2015,	que</p><p>dispõe	sobre	o	cálculo	do	Imposto	de	Renda	na	Fonte	e	recolhimento	(carnê-leão)	de</p><p>pessoas	físicas	a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015.</p><p>LEI	No	13.149,	DE	21	DE	JULHO	DE	2015	–</p><p>DOU,	DE	22-7-2015</p><p>Altera	 as	 Leis	 nos11.482,	 de	 31	 de	 maio	 de	 2007,	 para</p><p>dispor	 sobre	 os	 valores	 da	 tabela	 mensal	 do	 Imposto</p><p>sobre	 a	 Renda	 da	 Pessoa	 Física,	 7.713,	 de	 22	 de</p><p>dezembro	de	1988,	9.250,	de	26	de	dezembro	de	1995,	e</p><p>10.823,	de	19	de	dezembro	de	2003.</p><p>A	 PRESIDENTA	 DA	 REPÚBLICA,	 faço	 saber	 que	 o	 Congresso</p><p>Nacional	decreta	e	eu	sanciono	a	seguinte	Lei:</p><p>Art.	1o	O	art.	1o	da	Lei	no	11.482,	de	31	de	maio	de	2007,	passa	a	vigorar</p><p>com	as	seguintes	alterações:</p><p>“Art.1o	 .......................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>VIII	 –para	 o	 ano-calendário	 de	 2014	 e	 nos	meses	 de	 janeiro	 a	março	 do</p><p>ano-calendário	de	2015:</p><p>...................................................................................................................</p><p>IX	–a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015:</p><p>Tabela	Progressiva	Mensal</p><p>Base	de	Cálculo	(R$) Alíquota	(%) Parcela	a	Deduzir	do	IR	(R$)</p><p>Até	1.903,98 – –</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65 7,5 142,80</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05 15 354,80</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68 22,5 636,13</p><p>Acima	de	4.664,68 27,5 869,36</p><p>............................................................................................”	(NR)</p><p>Art.	2o	A	Lei	no	7.713,	de	22	de	dezembro	de	1988,	passa	a	vigorar	com	as</p><p>seguintes	alterações:</p><p>“Art.6o	.......................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>XV	.............................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>h)	 R$	 1.787,77	 (mil,	 setecentos	 e	 oitenta	 e	 sete	 reais	 e	 setenta	 e	 sete</p><p>centavos),	por	mês,	para	o	ano-calendário	de	2014	e	nos	meses	de	janeiro	a</p><p>março	do	ano-calendário	de	2015;	e</p><p>i)	R$	1.903,98	(mil,	novecentos	e	três	reais	e	noventa	e	oito	centavos),	por</p><p>mês,	a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015;</p><p>.................................................................................”	(NR)</p><p>“Art.	 12-A.	 Os	 rendimentos	 recebidos	 acumuladamente	 e	 submetidos	 à</p><p>incidência	 do	 imposto	 sobre	 a	 renda	 com	 base	 na	 tabela	 progressiva,</p><p>quando	 correspondentes	 a	 anos-calendário	 anteriores	 ao	 do	 recebimento,</p><p>serão	 tributados	 exclusivamente	 na	 fonte,	 no	 mês	 do	 recebimento	 ou</p><p>crédito,	em	separado	dos	demais	rendimentos	recebidos	no	mês.</p><p>...............................................................................”	(NR)</p><p>“Art.	 12-B.	 Os	 rendimentos	 recebidos	 acumuladamente,	 quando</p><p>correspondentes	 ao	 ano-calendário	 em	curso,	 serão	 tributados,	 no	mês	do</p><p>recebimento	ou	crédito,	sobre	o	total	dos	rendimentos,	diminuídos	do	valor</p><p>das	despesas	 com	ação	 judicial	 necessárias	 ao	 seu	 recebimento,	 inclusive</p><p>de	advogados,	se	tiverem	sido	pagas	pelo	contribuinte,	sem	indenização.”</p><p>Art.	3o	A	Lei	no	9.250,	de	26	de	dezembro	de	1995,	passa	a	vigorar	com	as</p><p>seguintes	alterações:</p><p>“Art.4o	........................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>III	–	.............................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>h)	R$	179,71	(cento	e	setenta	e	nove	reais	e	setenta	e	um	centavos),	para	o</p><p>ano-calendário	de	2014	e	nos	meses	de	janeiro	a	março	do	ano-calendário</p><p>de	2015;	e</p><p>i)	R$	189,59	(cento	e	oitenta	e	nove</p><p>reais	e	cinquenta	e	nove	centavos),	a</p><p>partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015;</p><p>...................................................................................................................</p><p>VI	–	.............................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>h)	 R$	 1.787,77	 (mil,	 setecentos	 e	 oitenta	 e	 sete	 reais	 e	 setenta	 e	 sete</p><p>centavos),	por	mês,	para	o	ano-calendário	de	2014	e	nos	meses	de	janeiro	a</p><p>março	do	ano-calendário	de	2015;	e</p><p>i)	R$	1.903,98	(mil,	novecentos	e	três	reais	e	noventa	e	oito	centavos),	por</p><p>mês,	a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015;</p><p>...............................................................................”	(NR)</p><p>“Art.8o.........................................................................</p><p>II	–	.............................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>b)	...............................................................................................................</p><p>9.	R$	3.375,83	 (três	mil,	 trezentos	 e	 setenta	 e	 cinco	 reais	 e	oitenta	 e	 três</p><p>centavos)	para	o	ano-calendário	de	2014;	e</p><p>10.	 R$	 3.561,50	 (três	 mil,	 quinhentos	 e	 sessenta	 e	 um	 reais	 e	 cinquenta</p><p>centavos),	a	partir	do	ano-calendário	de	2015;</p><p>c)	..............................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>8.	R$	2.156,52	(dois	mil,	cento	e	cinquenta	e	seis	reais	e	cinquenta	e	dois</p><p>centavos)	para	o	ano-calendário	de	2014;	e</p><p>9.	R$	2.275,08	(dois	mil,	duzentos	e	setenta	e	cinco	reais	e	oito	centavos)	a</p><p>partir	do	ano-calendário	de	2015;</p><p>...................................................................................................................</p><p>j)	(VETADO).</p><p>..................................................................................”	(NR)</p><p>“Art.	10	......................................................................................................</p><p>...................................................................................................................</p><p>VIII	–	R$	15.880,89	(quinze	mil,	oitocentos	e	oitenta	reais	e	oitenta	e	nove</p><p>centavos)	para	o	ano-calendário	de	2014;	e</p><p>IX	–	R$	16.754,34	(dezesseis	mil,	 setecentos	e	cinquenta	e	quatro	reais	e</p><p>trinta	e	quatro	centavos)	a	partir	do	ano-calendário	de	2015.</p><p>9</p><p>9.1</p><p>...................................................................................”	(NR)</p><p>Art.	 4o	 A	 Lei	 no	 10.823,	 de	 19	 de	 dezembro	 de	 2003,	 passa	 a	 vigorar</p><p>acrescida	do	seguinte	art.	1o-A:</p><p>“Art.	 1o-A	 Fica	 o	 Poder	 Executivo	 autorizado	 a	 conceder	 subvenção</p><p>econômica	em	percentual	ou	valor	do	prêmio	do	seguro	rural	contratado	no</p><p>ano	de	2014,	na	forma	estabelecida	no	ato	específico	de	que	trata	o	art.	1o</p><p>desta	Lei,	devendo	a	obrigação	assumida	em	decorrência	desta	subvenção</p><p>ser	integralmente	liquidada	no	exercício	financeiro	de	2015.</p><p>Parágrafo	único.	Aplicam-se	as	demais	disposições	desta	Lei	à	subvenção</p><p>estabelecida	no	caput	deste	artigo.”</p><p>Art.	5o	(VETADO).</p><p>Art.	6o	Esta	Lei	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Art.	7o	Fica	revogado	oart.	12	da	Lei	no7.713,	de	22	de	dezembro	de	1988.</p><p>Brasília,	21	de	julho	de	2015;	194o	da	Independência	e	127o	da	República.</p><p>DILMA	ROUSSEFF</p><p>Joaquim	Vieira	Ferreira	Levy</p><p>Kátia	Abreu</p><p>Nelson	Barbosa</p><p>Horista</p><p>Horas	trabalhadas	e	repouso	semanal	remunerado</p><p>Como	calcular	os	valores	no	caso	de	meses	com	31,	30	e	28	dias?</p><p>Exemplos:</p><p>1o	Março	de	2018	=	31	dias</p><p>1a	semana	–	de	quinta	a	sábado:	3	dias	×	7h20min = 22h</p><p>2a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>3a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>4a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>5a	semana	–	de	segunda	a	sexta:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>9.2</p><p>Total 198h</p><p>Total	de	horas	efetivamente	trabalhadas = 198h</p><p>(+)	RSR,	4	domingos	=	4	dias	×	7h20min = 29h20min</p><p>Total 227h20min</p><p>Para	o	mês	de	31	dias	=	227h20min</p><p>2o	Junho	de	2018	=	30	dias:</p><p>1a	semana	–	de	sexta	a	sábado:	2	dias	×	7h20min = 14h40min</p><p>2a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>3a	semana	–	de	segunda	a	sábado	(quinta	feriado):	5	dias	×	7h20min = 36h40min</p><p>4a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>5a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>Total 183h20min</p><p>Total	de	horas	efetivamente	trabalhadas = 183h20min</p><p>(+)	RSR,	4	domingos	e	1	feriado	=	5	dias	×	7h20min = 36h40min</p><p>Total 220h</p><p>Para	o	mês	de	30	dias	=	220	horas.</p><p>3o	Fevereiro	de	2018	=	28	dias:</p><p>1a	semana	–	de	quinta	a	sábado:	3	dias	×	7h20min = 22h</p><p>2a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20 = 44h</p><p>3a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>4a	semana	–	de	segunda	a	sábado:	6	dias	×	7h20min = 44h</p><p>5a	semana	–	de	segunda	a	quarta	(terça	feriado):	2	dias	×	7h20min = 14h40min</p><p>Total 168h40min</p><p>Total	de	horas	efetivamente	trabalhadas = 168h40min</p><p>(+)	RSR,	4	domingos	e	1	feriado	=	5	dias	×	7h20min = 36h40min</p><p>Total 205h20min</p><p>28	dias	×	7h20	=	205h20min</p><p>Para	o	mês	de	28	dias	=	205h20min</p><p>Rescisão	do	contrato	de	trabalho	do	horista:</p><p>cálculo	de	1/12</p><p>Exemplo:	Um	empregado	que	ganhe	R$	12,00	por	hora:</p><p>a.	220h	×	R$	12,00	=	R$	2.640,00,	por	mês</p><p>R$	2.640,00	÷	12	=	R$	220,00</p><p>1/12	=	R$	220,00</p><p>10</p><p>b.	220h	÷	12	=	18,3333	(18,333	é	igual	a	18h20min,	pois	a	máquina	de</p><p>calcular	está	regulada	para	100	e	não	60;	33,33	é	1/3	de	100,	enquanto	20	é</p><p>um	terço	de	60).	R$	12,00	por	hora	×	18,3333	=	R$	220,00</p><p>1/12	=	R$	220,00</p><p>c.	220h	÷	12	=	18,3333	que	é	igual	a	18h20min</p><p>18h20min	=	1.100min	(18h	×	60min	+	20min)</p><p>R$	12,00	por	hora	=	0,2	por	minuto	(R$	12,00	÷	60)</p><p>1.100min	×	R$	0,2	=	R$	220,00</p><p>1/12	=	R$	220,00</p><p>Mensalista</p><p>Sempre	serão	considerados	30	dias	para	o	cálculo	de	dias	de	trabalho	por	mês	(art.	64,</p><p>parágrafo	único,	da	CLT),	mesmo	que	o	mês	tenha	o	número	inferior	ou	superior	a	30.</p><p>Com	a	redução	da	jornada	de	trabalho	para	44	horas	semanais,	o	número	de	horas</p><p>por	mês	do	mensalista	também	é	de	220	horas.</p><p>Exemplo:	um	mensalista	trabalha,	de	segunda	a	sexta-feira,	8	horas	diárias</p><p>e	aos	sábados	4	horas,	perfazendo	o	total	de	44	horas	semanais	previsto	na</p><p>Constituição;	têm-se	então:</p><p>Segunda	a	sexta-feira = 5	dias	×	8h = 40h</p><p>Sábado = 1	dia	×	4h = 4h</p><p>Domingo = 1	dia = 7h20min</p><p>Segunda	a	sexta-feira = 5	dias	×	8h = 40h</p><p>Sábado = 1	dia	×	4h = 4h</p><p>Domingo = 1	dia = 7h20min</p><p>Segunda	a	sexta-feira = 5	dias	×	8h = 40h</p><p>Sábado = 1	dia	×	4h = 4h</p><p>Domingo = 1	dia = 7h20min</p><p>Segunda	a	sexta-feira = 5	dias	×	8h = 40h</p><p>Sábado = 1	dia	×	4h = 4h</p><p>Domingo = 1	dia = 7h20min</p><p>Segunda	a	sexta-feira = 2	dias	×	7h20min = 14h40min</p><p>Total = 30	dias = 220h</p><p>10.1</p><p>Observação:	Os	dois	últimos	dias	 foram	considerados	7h20min;	na	realidade,	o</p><p>empregado	trabalhou	8	horas	diárias	compensando	80	minutos	do	sábado,	que	serão</p><p>considerados	no	mês	seguinte.</p><p>Desconto	do	repouso	semanal	remunerado	(RSR)</p><p>para	mensalista	e	quinzenalista</p><p>Há	controvérsia	de	entendimento	sobre	o	desconto	do	Descanso	Semanal	Remunerado</p><p>de	 empregado	 mensalista	 ou	 quinzenalista,	 quando	 ocorre	 falta	 ao	 trabalho	 sem</p><p>justificativa	legal.</p><p>Os	 que	 defendem	 o	 não	 desconto	 do	 RSR	 do	 mensalista	 ou	 quinzenalista</p><p>fundamentam	sua	justificativa	no	art.	7o,	§	2o,	da	Lei	no	605/49,	que	preceitua:</p><p>“Consideram-se	 já	 remunerados	 os	 dias	 de	 repouso	 semanal	 do</p><p>empregado	mensalista	ou	quinzenalista	cujo	cálculo	de	 salário	mensal	ou</p><p>quinzenal,	ou	cujos	descontos	por	falta	sejam	efetuados	na	base	do	número</p><p>de	dias	do	mês	ou	de	30	(trinta)	e	15	(quinze)	diárias,	respectivamente.”</p><p>O	que	 fica	muito	 claro	no	 art.	 7o,	 §	 2o,	 da	Lei	no	 605/49	 é	 que	o	mensalista	 ou</p><p>quinzenalista	vai	receber	apenas	30	diárias	no	mês	e	15	diárias	na	quinzena,	e	não	30</p><p>diárias	 +	 4	 domingos,	 ou	 15	 diárias	 +	 2	 domingos;</p><p>consideram-se	 já	 remunerados,</p><p>dentro	das	30	diárias	ou	15	diárias,	os	dias	de	repouso	semanal.</p><p>Os	que	defendem	o	desconto	do	RSR	do	mensalista	ou	quinzenalista	 têm	como</p><p>fundamento	 o	 art.	 6o	 da	 Lei	 no	 605/49	 e	 o	 art.	 11	 do	 Decreto	 no	 27.048/49,	 que</p><p>preceituam:</p><p>“Art.	 6o	 Não	 será	 devida	 a	 remuneração	 quando,	 sem	 motivo</p><p>justificado,	 o	 empregado	 não	 tiver	 trabalhado	 durante	 toda	 a	 semana</p><p>anterior,	cumprindo	integralmente	o	seu	horário	de	trabalho.”</p><p>Segundo	o	art.	11	do	Decreto	no	27.048/49,	que	regulamenta	a	Lei	no	605/49,</p><p>“perderá	a	remuneração	do	dia	do	repouso	o	trabalhador	que,	sem	motivo</p><p>justificado	ou	em	virtude	de	punição	disciplinar,	não	tiver	trabalhado	toda</p><p>a	semana,	cumprindo	integralmente	o	seu	horário	de	trabalho”.</p><p>Tanto	o	art.	6o,	quanto	o	art.	11	do	regulamento	preceituam:	“o	empregado”,	ou	“o</p><p>trabalhador”	que	não	 tiver	 trabalhado	durante	 toda	a	 semana	anterior,	ou	 trabalhado</p><p>durante	 toda	 a	 semana	 cumprindo	 integralmente	 seu	 horário	 de	 trabalho.	 Em	 meu</p><p>entender,	mensalista,	quinzenalista,	semanalista,	diarista	e	horista	são	empregados	ou</p><p>trabalhadores,	não	existindo	discriminação	ou	privilégios.</p><p>Entendo	 ter	 procedimento	 o	 desconto	 do	 RSR	 do	 mensalista	 e	 quinzenalista;</p><p>todavia,	se	o	empregador	vem	usando	o	critério	de	não	descontar	o	RSR	e	vier	a	fazê-</p><p>lo,	poderá	ser	nula	essa	alteração	por	contrariar	o	art.	468	da	CLT,	que	só	considera</p><p>lícita	a	alteração	das	 respectivas	condições	do	contrato	 individual	de	 trabalho	desde</p><p>que	não	resultem	direta	ou	indiretamente	prejuízos	ao	empregado.</p><p>Se	a	 empresa	 já	vinha,	ou	a	partir	de	 sua	organização,	 efetuando	o	desconto	do</p><p>Repouso	Semanal	Remunerado	do	mensalista	ou	quinzenalista,	 então	será	 lícito	 seu</p><p>desconto,	 pois	 a	 Lei	 não	 pode	 ser	 discriminatória.	 Causa-me	 estranheza	 o	 não</p><p>desconto	 do	 RSR	 do	mensalista	 ou	 quinzenalista,	 pois,	 se	 o	 empregado	mensalista</p><p>faltar	durante	todo	o	mês	(ausências	não	legais)	e	esse	mês	for	de	cinco	domingos	e</p><p>um	feriado,	o	empregador	deverá	pagar-lhe	seis	dias	(cinco	domingos	e	um	feriado),</p><p>por	ser	proibido	seu	desconto.	Será	que	é	isso	que	ocorre?</p><p>JURISPRUDÊNCIA</p><p>Entendimento	 jurisprudencial	de	que	o	mensalista	ou	quinzenalista	estão	sujeitos	ao</p><p>desconto	do	Repouso	Semanal	Remunerado	(RSR).</p><p>“Em	alcançando	o	salário	do	mensalista	a	remuneração	dos	trinta	dias</p><p>do	mês	–	art.	7o,	§	2o,	da	Lei	no	605	–	tem-se	como	pertinente	o	disposto	no</p><p>artigo	6o,	 segundo	o	qual	a	 falta	 injustificada	no	correr	da	 semana	 torna</p><p>indevido	o	pagamento	do	repouso,	autorizando,	portanto,	o	desconto	não	só</p><p>do	 dia	 da	 ausência,	 como	 também	 daquele	 destinado	 ao	 repouso.</p><p>Entendimento	 diverso	 leva	 ao	 estabelecimento	 de	 verdadeiro	 privilégio,</p><p>com	 a	 manutenção,	 em	 relação	 aos	 mensalistas,	 do	 direito	 ao	 repouso,</p><p>independentemente	da	assiduidade,	durante	a	semana”.	(Acórdão	unânime</p><p>do	Plenário	do	TST	–	E	–	RR	4019/79	–	Rel.	Min.	Marco	Aurélio	–	DJU	de</p><p>11-3-1983,	p.	2.542)</p><p>10.2 Semana	para	desconto	do	repouso	semanal</p><p>remunerado	(RSR)</p><p>Segundo	 o	 art.	 11,	 §	 4o,	 do	 Decreto	 no	 27.048/49,	 para	 efeito	 do	 pagamento	 da</p><p>remuneração,	 entende-se	 como	 semana	 o	 período	 de	 segunda-feira	 a	 domingo,</p><p>anterior	à	semana	em	que	cair	o	dia	do	repouso.	Assim,	se	o	empregado	faltou	dia	7-</p><p>8-2017	(segunda-feira),	não	faz	jus	ao	repouso	do	dia	20-8-2017	(domingo).</p><p>Existe,	contudo,	entendimento	por	costume	e	parte	da	doutrina	de	que	a	“semana</p><p>anterior”	é	aquela	que	inclui	o	repouso	da	semana	em	que	ocorreu	a	falta,	ou	seja,	a</p><p>falta	do	dia	7-8-2017	acarretou	a	perda	do	RSR	do	dia	13-8-2017	(domingo).</p><p>10.3</p><p>10.4</p><p>10.5</p><p>Domingo	e	feriado	no	mesmo	dia</p><p>Não	 serão	 acumuladas	 a	 remuneração	 do	 repouso	 semanal	 e	 a	 de	 feriado	 civil	 ou</p><p>religioso	que	caírem	no	mesmo	dia	(art.	11,	§	3o,	do	Decreto	no	27.048/49).</p><p>Compensação	do	sábado,	quando	o	sábado	já	é</p><p>feriado</p><p>Existem	muitos	acordos	coletivos	de	compensação	de	horas,	para	que	o	sábado	seja</p><p>livre;	 neste	 sentido	 trabalha-se	 diariamente	 de	 segunda	 a	 sexta-feira,	 8h48min,</p><p>perfazendo	o	total	de	44	horas	semanais.</p><p>Quando	 ocorrer	 feriado	 no	 sábado,	 sugerimos	 mencionar	 no	 próprio	 acordo</p><p>coletivo	que	os	empregados	trabalharão	diariamente,	nessa	semana,	também	8h48min,</p><p>para	compensar	os	feriados	que	caírem	de	segunda	a	sexta-feira,	pois,	sempre	que	o</p><p>feriado	cair	de	segunda	a	sexta-feira,	o	empregado	deixará	de	trabalhar	1h28min	para</p><p>compensar	 o	 sábado.	 Para	 que	 não	 haja	 perda	 das	 partes	 acordadas</p><p>(empregador/empregado),	 os	 empregados	 trabalharão	 diariamente	 8h48min	 para</p><p>compensar	o	sábado.	Trabalhando	8h48min	diariamente	na	semana	em	que	o	feriado</p><p>for	no	sábado,	compensarão	os	feriados	que	caem	de	segunda	a	sexta-feira.</p><p>Decisão	do	Tribunal	dando	esse	entendimento:</p><p>“O	empregado	que	trabalha	em	regime	de	compensação	de	horas,	para</p><p>não	 trabalhar	 aos	 sábados,	 se	 o	 feriado	 cai	 nesse	 dia,	 só	 tem	 direito	 a</p><p>receber	a	remuneração	correspondente;	quando	o	feriado	cai	em	outro	dia</p><p>da	semana,	a	empresa	só	lhe	paga	as	8	horas	normais	(hoje	7h20min),	com</p><p>exclusão	das	horas	compensadas.”	(Processo	TRT	–	2a	Região	no	2.934/69-</p><p>AC.	 1a	 Turma	 no1.343/69	 de	 23-12-1969	 –	 Relator	 Juiz	 Paulo	 Marques</p><p>Leite.)</p><p>Intervalo	para	repouso	e	alimentação	não</p><p>concedido	pelo	empregador</p><p>Em	 qualquer	 trabalho	 contínuo,	 cuja	 duração	 exceda	 de	 seis	 horas,	 é	 obrigatória	 a</p><p>concessão	 de	 um	 intervalo	 para	 repouso	 e	 alimentação,	 o	 qual	 será,	 no	mínimo,	 de</p><p>uma	 hora	 e,	 salvo	 acordo	 escrito	 ou	 convenção	 coletiva	 em	 contrário,	 não	 poderá</p><p>exceder	de	duas.</p><p>Quando	 o	 intervalo	 para	 o	 repouso	 e	 alimentação	 não	 for	 concedido	 pelo</p><p>empregador,	 este	 ficará	 obrigado	 a	 remunerar	 o	 período	 correspondente	 com	 um</p><p>acréscimo	de	no	mínimo	50%	(cinquenta	por	cento)	sobre	o	valor	da	remuneração	da</p><p>hora	 normal	 de	 trabalho,	 conforme	 preceitua	 o	 §	 4o	 do	 art.	 71	 da	 CLT,	 parágrafo</p><p>acrescido	pela	Lei	no	8.923,	de	27-7-1994	(DOU,	de	28-7-1994).</p><p>Veja	a	seguir	o	art.	71	da	CLT	e	seus	parágrafos:</p><p>“Art.	 71.	 Em	 qualquer	 trabalho	 contínuo,	 cuja	 duração	 exceda	 de	 6</p><p>(seis)	 horas,	 é	 obrigatória	 a	 concessão	 de	 um	 intervalo	 para	 repouso	 ou</p><p>alimentação,	 o	 qual	 será,	 no	 mínimo,	 de	 1	 (uma)	 hora	 e,	 salvo	 acordo</p><p>escrito	ou	contrato	coletivo	em	contrário,	não	poderá	exceder	de	2	(duas)</p><p>horas.</p><p>§	 1o	 Não	 excedendo	 de	 6	 (seis)	 horas	 o	 trabalho,	 será,	 entretanto,</p><p>obrigatório	 um	 intervalo	 de	 15	 (quinze)	 minutos	 quando	 a	 duração</p><p>ultrapassar	4	(quatro)	horas.</p><p>§	2o	Os	 intervalos	 de	 descanso	 não	 serão	 computados	 na	 duração	 do</p><p>trabalho.</p><p>§	3o	O	limite	mínimo	de	1	(uma)	hora	para	repouso	ou	refeição	poderá</p><p>ser	 reduzido	 por	 ato	 do	 Ministro	 do	 Trabalho,	 Indústria	 e	 Comércio,</p><p>quando	ouvido	o	Serviço	de	Alimentação	de	Previdência	Social,	se	verificar</p><p>que	 o	 estabelecimento	 atende	 integralmente	 às	 exigências	 concernentes	 à</p><p>organização	 dos	 refeitórios,	 e	 quando	 os	 respectivos	 empregados	 não</p><p>estiverem	 sob	 regime	 de	 trabalho	 prorrogado	 a	 horas	 suplementares.</p><p>(Redação	dada	pelo	Decreto-lei	no	229,	de	28-2-1967,	DOU	de	28-2-1967).</p><p>§	4o	A	não	concessão	ou	a	concessão	parcial	do	intervalo	intrajornada</p><p>mínimo,	 para	 repouso	 e	 alimentação,	 a	 empregados	 urbanos	 e	 rurais,</p><p>implica	 o	 pagamento,	 de	 natureza	 indenizatória,	 apenas	 do	 período</p><p>suprimido,	com	acréscimo	de	50%	(cinquenta	por	cento)	sobre	o	valor	da</p><p>remuneração	da	hora	normal	de	trabalho.	(Nova	redação	dada	pela	Lei	no</p><p>13.467,	de	13-7-2017).</p><p>§	5o	O	intervalo	expresso	no	caput	poderá	ser	reduzido	e/ou	fracionado,</p><p>10.5.1</p><p>e	 aquele	 estabelecido	 no	 §	 1o	 poderá	 ser	 fracionado,	 quando</p><p>compreendidos	entre	o	 término	da	primeira	hora	 trabalhada	e	o	 início	da</p><p>última	 hora	 trabalhada,	 desde	 que	 previsto	 em	 convenção	 ou	 acordo</p><p>coletivo	de	trabalho,	ante	a	natureza	do	serviço	e	em	virtude	das	condições</p><p>especiais	 de	 trabalho	 a	 que	 são	 submetidos	 estritamente	 os	 motoristas,</p><p>cobradores,	 fiscalização	 de	 campo	 e	 afins	 nos	 serviços	 de	 operação	 de</p><p>veículos	 rodoviários,	 empregados	 no	 setor	 de	 transporte	 coletivo	 de</p><p>passageiros,	mantida	a	remuneração	e	concedidos	intervalos	para	descanso</p><p>menores	ao	final	de	cada	viagem.”	(Parágrafo	alterado	pela	Lei	no	13.103/</p><p>2015	–	DOU	de	3-3-2015)</p><p>Intervalo	intrajornada	para	repouso	e</p><p>alimentação</p><p>Súmula	no	437	do	TST</p><p>–	 INTERVALO	 INTRAJORNADA	 PARA	 REPOUSO	 E</p><p>ALIMENTAÇÃO.	APLICAÇÃO	DO	ART.	71	DA	CLT	(conversão	das</p><p>Orientações	Jurisprudenciais	nos	307,	342,	354,	380	e	381	da	SBDI-1)	–</p><p>Res.	185/2012,	DEJT	divulgado	em	25,	26	e	27-9-2012.</p><p>I	 –	 Após	 a	 edição	 da	 Lei	 no	 8.923/94,	 a	 não	 concessão	 ou	 a</p><p>concessão	 parcial	 do	 intervalo	 intrajornada	 mínimo,	 para	 repouso	 e</p><p>alimentação,	a	empregados	urbanos	e	rurais,	implica	o	pagamento	total</p><p>do	 período	 correspondente,	 e	 não	 apenas	 daquele	 suprimido,	 com</p><p>acréscimo	de,	no	mínimo,	50%	sobre	o	valor	da	 remuneração	da	hora</p><p>normal	 de	 trabalho	 (art.	 71	 da	 CLT),	 sem	 prejuízo	 do	 cômputo	 da</p><p>efetiva	jornada	de	labor	para	efeito	de	remuneração.</p><p>II	–	É	inválida	cláusula	de	acordo	ou	convenção	coletiva	de	trabalho</p><p>contemplando	a	supressão	ou	redução	do	intervalo	intrajornada	porque</p><p>este	 constitui	 medida	 de	 higiene,	 saúde	 e	 segurança	 do	 trabalho,</p><p>garantido	por	norma	de	ordem	pública	(art.	71	da	CLT	e	art.	7o,	XXII,</p><p>da	CF/1988),	infenso	à	negociação	coletiva.</p><p>10.6</p><p>III	–	Possui	natureza	salarial	a	parcela	prevista	no	art.	71,	§	4o,	da</p><p>CLT,	 com	 redação	 introduzida	 pela	 Lei	 no	 8.923,	 de	 27	 de	 julho	 de</p><p>1994,	quando	não	concedido	ou	 reduzido	pelo	empregador	o	 intervalo</p><p>mínimo	 intrajornada	 para	 repouso	 e	 alimentação,	 repercutindo,	 assim,</p><p>no	cálculo	de	outras	parcelas	salariais.</p><p>IV	–	Ultrapassada	habitualmente	a	jornada	de	seis	horas	de	trabalho,</p><p>é	 devido	 o	 gozo	 do	 intervalo	 intrajornada	 mínimo	 de	 uma	 hora,</p><p>obrigando	 o	 empregador	 a	 remunerar	 o	 período	 para	 descanso	 e</p><p>alimentação	 não	 usufruído	 como	 extra,	 acrescido	 do	 respectivo</p><p>adicional,	na	forma	prevista	no	art.	71,	caput	e	§	4o,	da	CLT.</p><p>Requisitos	para	redução	de	intervalo	intrajornada</p><p>Ver	art.	611-A,	inciso	III,	da	CLT,	quando	a	convenção	e	o	acordo	coletivo	de	trabalho</p><p>têm	prevalência	sobre	a	lei.	“III	–	intervalo	intrajornada,	respeitado	o	limite	mínimo</p><p>de	trinta	minutos	para	jornadas	superiores	a	seis	horas	(Lei	nº	13.467,	de	13-7-2017).</p><p>A	Portaria	no	1.095,	de	19-5-2010	–	DOU	de	20-5-2010,	disciplinou	os	requisitos</p><p>para	a	redução	de	intervalo	intrajornada,	como	vemos	a	seguir:</p><p>PORTARIA	No	1.095,	DE	19	DE	MAIO	DE	2010</p><p>Disciplina	os	requisitos	para	a	redução	do	intervalo	intrajornada.</p><p>O	MINISTRO	DE	ESTADO	DO	TRABALHO	E	EMPREGO,	no	uso	da</p><p>competência	 que	 lhe	 confere	 o	 art.	 87,	 parágrafo	 único,	 incisos	 I	 e	 II	 da</p><p>Constituição,	resolve:</p><p>Art.	1o	A	redução	do	intervalo	intrajornada	de	que	trata	o	art.	71,	§	3o,	da</p><p>Consolidação	das	Leis	do	Trabalho	–	CLT	poderá	ser	deferida	por	ato	de</p><p>autoridade	 do	 Ministério	 do	 Trabalho	 e	 Emprego	 quando	 prevista	 em</p><p>convenção	ou	acordo	coletivo	de	 trabalho,	desde	que	os	estabelecimentos</p><p>abrangidos	 pelo	 seu	 âmbito	 de	 incidência	 atendam	 integralmente	 às</p><p>exigências	 concernentes	 à	 organização	 dos	 refeitórios,	 e	 quando	 os</p><p>respectivos	empregados	não	estiverem	sob	regime	de	trabalho	prorrogado	a</p><p>horas	suplementares.</p><p>§	 1o	 Fica	 delegada,	 privativamente,	 aos	 Superintendentes	 Regionais	 do</p><p>Trabalho	e	Emprego	a	competência	para	decidir	sobre	o	pedido	de	redução</p><p>de	intervalo	para	repouso	ou	refeição.</p><p>§	2o	Os	instrumentos	coletivos	que	estabeleçam	a	possibilidade	de	redução</p><p>deverão	especificar	o	período	do	intervalo	intrajornada.</p><p>§	3o	Não	 será	 admitida	 a	 supressão,	 diluição	 ou	 indenização	 do	 intervalo</p><p>intrajornada,	respeitado	o	limite	mínimo	de	trinta	minutos.</p><p>Art.	 2o	 O	 pedido	 de	 redução	 do	 intervalo	 intrajornada	 formulado	 pelas</p><p>empresas	 com	 fulcro	 em	 instrumento	 coletivo	 far-se-ão	 acompanhar	 de</p><p>cópia	 deste	 e	 serão	 dirigidos	 ao	 Superintendente	Regional	 do	 Trabalho	 e</p><p>Emprego,	 com	 a	 individualização	 dos	 estabelecimentos	 que	 atendam	 os</p><p>requisitos	 indicados	 no	 caput	 do	 art.	 1o	 desta	 Portaria,	 vedado	 o</p><p>deferimento	de	pedido	genérico.</p><p>§	1o	Deverá	também	instruir	o	pedido,	conforme	modelo	previsto	no	anexo</p><p>desta	 Portaria,	 documentação	 que	 ateste	 o	 cumprimento,	 por	 cada</p><p>estabelecimento,	dos	requisitos	previstos	no	caput	do	art.	1o	desta	Portaria.</p><p>§	2o	O	Superintendente	Regional	do	Trabalho	e	Emprego	poderá	deferir	o</p><p>pedido	formulado,	independentemente	de	inspeção	prévia,	após	verificar	a</p><p>regularidade	 das	 condições	 de	 trabalho	 nos	 estabelecimentos	 pela	 análise</p><p>da	documentação	apresentada,	e	pela	extração	de	dados	do	Sistema	Federal</p><p>de	Inspeção	do	Trabalho,	da	Relação	Anual	de	Informações	Sociais	–	RAIS</p><p>e	do	Cadastro	Geral	de	Empregados	e	Desempregados	–	CAGED.</p><p>Art.	3o	O	ato	de	que	trata	o	art.	1o	desta	Portaria	terá	a	vigência	máxima	de</p><p>dois	anos	e	não	afasta	a	competência	dos	agentes	da	Inspeção	do	Trabalho</p><p>de	 verificar,	 a	 qualquer	 tempo,	 in	 loco,	 o	 cumprimento	 dos	 requisitos</p><p>legais.</p><p>Parágrafo	 único.	 O	 descumprimento	 dos	 requisitos	 torna	 sem	 efeito	 a</p><p>redução	de	 intervalo,	procedendo-se	às	autuações	por	descumprimento	do</p><p>previsto	no	caput	 do	 art.	 71	 da	CLT,	 bem	como	das	 outras	 infrações	 que</p><p>forem	constatadas.</p><p>Art.	4o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Art.	5o	Revoga-se	a	Portaria	no	42,	de	28	de	março	de	2007.</p><p>CARLOS	ROBERTO	LUPI</p><p>ANEXO</p><p>FORMULÁRIO	 DE	 REQUERIMENTO	 ADMINISTRATIVO	 PARA</p><p>REDUÇÃO	 DE	 INTERVALO	 INTRAJORNADA	 NOS	 TERMOS	 DO</p><p>ART.	71,	§	3o,	CLT</p><p>Ao	 Senhor	 Superintendente	 Regional	 do	 Trabalho	 e	 Emprego,</p><p>_______________________________________________________________</p><p>(IDENTIFICAÇÃO	 DO	 EMPREGADOR:	 NOME,	 CNPJ/CPF)	 vem</p><p>solicitar,	 com	 fulcro	 no	 instrumento	 coletivo	 anexo,</p><p>______________________________________________________________________</p><p>_____________________________________________________________________________</p><p>(IDENTIFICAÇÃO	 DA	 CLÁUSULA	 QUE	 AUTORIZA</p><p>EXPRESSAMENTE	 A	 REDUÇÃO	 DO	 INTERVALO</p><p>INTRAJORNADA),	 seja	 deferido	 o	 pedido	 de	 redução	 do	 intervalo</p><p>intrajornada	dos	empregados	que	prestam	serviços	no	estabelecimento.</p><p>_____________________________________________________________________________.</p><p>(IDENTIFICAÇÃO	 DO	 ESTABELECIMENTO:	 NOME	 E	 ENDEREÇO</p><p>COMPLETO).</p><p>Para	tanto,	a	Requerente	declara,	sob	as	penas	da	lei,	que	o	estabelecimento</p><p>identificado	atende	as	condições	fixadas	no	art.	71,	§	3o,	da	CLT,	relativas</p><p>ao	 atendimento	 integral	 das	 exigências	 concernentes	 à	 organização	 dos</p><p>refeitórios	e	da	não	submissão	dos	empregados	que	ali	prestam	serviços	a</p><p>regime	 de	 trabalho	 prorrogado	 a	 horas	 suplementares,	 conforme</p><p>10.7</p><p>documentação	comprobatória	acostada.</p><p>Trabalho	aos	domingos	nas	atividades	do	comércio</p><p>em	geral</p><p>Por	 meio	 da	 Lei	 no	 11.603,	 de	 5-12-2007	 –	DOU	 de	 6-12-2007,	 às	 atividades	 de</p><p>comércio	em	geral	 fica	autorizado	o	 trabalho	aos	domingos,	desde	que	o	Município</p><p>onde	se	encontre	a	sede	do	comércio	não	tenha	nenhuma	legislação	contrária.</p><p>Para	 os	 feriados	 seguem	o	mesmo	 critério,	 desde	 que	 autorizado	 em	 convenção</p><p>coletiva	de	trabalho.</p><p>A	seguir,	Lei	na	íntegra:</p><p>LEI	No	11.603,	DE	5	DE	DEZEMBRO	DE	20071</p><p>Altera	 e	 acresce	 dispositivos	 à	 Lei	 no	 10.101,	 de	 19	 de</p><p>dezembro	de	2000.</p><p>Faço	 saber	que	o	Presidente	da	República	 adotou	a	Medida	Provisória	no</p><p>388,	de	2007,	que	o	Congresso	Nacional	aprovou,	e	eu,	Narcio	Rodrigues,</p><p>Primeiro	Vice-Presidente	da	Mesa	do	Congresso	Nacional,	no	exercício	da</p><p>Presidência,	 para	 efeitos	 do	 disposto	 no	 art.	 62	 da	 Constituição	 Federal,</p><p>com	redação	dada	pela	Emenda	Constitucional	no	32,	combinado	com	o	art.</p><p>12	da	Resolução	no	1,	de	2002-CN,	promulgo	a	seguinte	Lei:</p><p>Art.	 1o	 O	 art.	 6o	 da	 Lei	 no	 10.101,	 de	 19	 de	 dezembro	 de	 2000,	 passa	 a</p><p>vigorar	com	a	seguinte	redação:</p><p>“Art.	 6o	 Fica	 autorizado</p><p>o	 trabalho	 aos	 domingos	 nas	 atividades	 do</p><p>comércio	em	geral,	observada	a	legislação	municipal,	nos	termos	do	art.	30,</p><p>inciso	I,	da	Constituição.</p><p>Nota	do	autor:	O	art.	30,	inciso	I,	da	Constituição	preceitua:</p><p>“Art.	30.	Compete	aos	Municípios:</p><p>I	–	legislar	sobre	assuntos	de	interesse	local”;</p><p>Parágrafo	 único.	 O	 repouso	 semanal	 remunerado	 deverá	 coincidir,	 pelo</p><p>menos	 uma	 vez	 no	 período	 máximo	 de	 três	 semanas,	 com	 o	 domingo,</p><p>11</p><p>respeitadas	 as	 demais	 normas	 de	 proteção	 ao	 trabalho	 e	 outras	 a	 serem</p><p>estipuladas	em	negociação	coletiva.”	(NR)</p><p>Art.	2o	A	Lei	no	10.101,	de	2000,	passa	a	vigorar	acrescida	dos	 seguintes</p><p>dispositivos:</p><p>“Art.	6o-A.	É	permitido	o	trabalho	em	feriados	nas	atividades	do	comércio</p><p>em	 geral,	 desde	 que	 autorizado	 em	 convenção	 coletiva	 de	 trabalho	 e</p><p>observada	 a	 legislação	 municipal,	 nos	 termos	 do	 art.	 30,	 inciso	 I,	 da</p><p>Constituição.”	(NR)</p><p>“Art.	 6o-B.	 As	 infrações	 ao	 disposto	 nos	 arts.	 6o	 e	 6o-A	 desta	 Lei	 serão</p><p>punidas	 com	 a	 multa	 prevista	 no	 art.	 75	 da	 Consolidação	 das	 Leis	 do</p><p>Trabalho,	aprovada	pelo	Decreto-lei	no	5.452,	de	1o	de	maio	de	1943.</p><p>Parágrafo	único.	O	processo	de	fiscalização,	de	autuação	e	de	imposição	de</p><p>multas	reger-se-á	pelo	disposto	no	Título	VII	da	Consolidação	das	Leis	do</p><p>Trabalho.”	(NR)</p><p>Art.	3o	Esta	Lei	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Congresso	Nacional,	em	5	de	dezembro	de	2007;	186o	da	Independência	e</p><p>119o	da	República.</p><p>Deputado	NARCIO	RODRIGUES</p><p>Primeiro	Vice-Presidente	da	Mesa	do	Congresso	Nacional,	no	exercício	da</p><p>Presidência.</p><p>Período	de	descanso</p><p>Entre	duas	jornadas	de	trabalho	haverá	um	período	mínimo	de	11	horas	consecutivas</p><p>para	descanso.</p><p>Todo	 empregado	 tem	 direito	 a	 um	 descanso	 semanal	 de	 24	 horas	 consecutivas.</p><p>Esse	 descanso,	 salvo	motivo	 de	 conveniência	 pública	 ou	 necessidade	 imperiosa	 do</p><p>serviço,	deverá	coincidir	com	o	domingo,	no	todo	ou	em	parte.</p><p>“O	 trabalho	 em	 domingo,	 seja	 total	 ou	 parcial,	 será	 sempre</p><p>subordinado	à	permissão	prévia	da	autoridade	competente	em	matéria	de</p><p>trabalho.	 A	 permissão	 será	 concedida	 a	 título	 permanente	 nas	 atividades</p><p>que,	 por	 sua	 natureza	 ou	 pela	 conveniência	 pública,	 devem	 ser	 exercidas</p><p>aos	domingos,	cabendo	ao	Ministro	do	Trabalho	expedir	instruções	em	que</p><p>12</p><p>sejam	 especificadas	 tais	 atividades.	Nos	 demais	 casos,	 ela	 será	 dada	 sob</p><p>forma	 transitória,	 com	 discriminação	 do	 período	 autorizado,	 o	 qual,	 de</p><p>cada	vez,	não	excederá	de	sessenta	dias”	(art.	68,	parágrafo	único,	da	CLT).</p><p>“No	 regime	 de	 revezamento,	 as	 horas	 trabalhadas	 em	 seguida	 ao</p><p>repouso	 semanal	 de	 24	 horas,	 com	 prejuízo	 do	 intervalo	 mínimo	 de	 11</p><p>horas	consecutivas	para	descanso	entre	 jornadas,	devem	ser	remuneradas</p><p>como	 extraordinárias,	 inclusive	 com	 o	 respectivo	 adicional”	 (Súmula	 no</p><p>110	do	TST).</p><p>Salvo	 por	motivo	 de	 conveniência	 pública	 ou	 necessidade	 imperiosa	 do	 serviço</p><p>(com	 autorização	 da	 autoridade	 competente	 em	 matéria	 de	 trabalho),	 é	 proibido	 o</p><p>trabalho	em	feriados	nacionais	e	feriados	religiosos,	nos	termos	da	legislação	própria.</p><p>Conforme	 o	 regulamento	 do	Decreto	 no	 27.048,	 de	 12-8-1949,	 todo	 empregado</p><p>tem	 direito	 a	 repouso	 remunerado,	 num	 dia	 de	 cada	 semana,	 preferentemente	 aos</p><p>domingos,	 nos	 feriados	 civis	 e	 nos	 religiosos,	 de	 acordo	 com	a	 tradição	 local,	 com</p><p>exceção	 dos	 casos	 em	 que	 a	 execução	 dos	 serviços	 for	 imposta	 pelas	 exigências</p><p>técnicas	das	empresas.</p><p>Constituem	 exigências	 técnicas	 aquelas	 que,	 em	 razão	 do	 interesse	 público,	 ou</p><p>pelas	 condições	 peculiares	 às	 atividades	 da	 empresa	 ou	 ao	 local	 onde	 as	 mesmas</p><p>exercem	suas	atividades,	tornem	indispensável	a	continuidade	do	trabalho.</p><p>Pode	 ser	 concedida	pela	autoridade	em	matéria	de	 trabalho	uma	autorização	em</p><p>caráter	 permanente	 para	 o	 trabalho	 em	 feriados	 civis	 e	 religiosos	 (desde	 que	 se</p><p>estabeleça	 folga	 em	 outro	 dia	 da	 semana)	 nas	 atividades	 constantes	 da	 relação	 do</p><p>Decreto	no27.048,	de	12-8-1949.</p><p>Faltas	e	atrasos</p><p>Quando	o	empregado,	sem	motivo	justificado,	faltar	ou	chegar	atrasado	ao	trabalho,	o</p><p>empregador	 poderá	 descontar-lhe	 do	 salário	 quantia	 correspondente	 à	 falta;	 poderá</p><p>descontar	 inclusive	 o	 repouso	 semanal,	 quando	 o	 empregado	 não	 cumprir</p><p>integralmente	seu	horário	de	trabalho	na	semana	anterior.</p><p>O	 art.	 473	 da	 Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 estabelece	 que	 o	 empregado</p><p>poderá	 deixar	 de	 comparecer	 ao	 serviço	 sem	 prejuízo	 do	 salário	 ou	 do	 repouso</p><p>semanal:</p><p>a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>f.</p><p>g.</p><p>h.</p><p>i.</p><p>j.</p><p>k.</p><p>a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>em	 caso	 de	 falecimento	 do	 cônjuge,	 ascendente,	 descendente,	 irmão	 ou	 pessoa</p><p>que,	 declarada,	 em	 sua	 carteira	 de	 trabalho	 e	 previdência	 social,	 viva	 sob	 sua</p><p>dependência	econômica,	até	dois	dias	consecutivos;</p><p>em	virtude	de	casamento,	até	três	dias	consecutivos;</p><p>em	caso	de	nascimento	de	filho,	por	cinco	dias:2</p><p>a	 cada	 doze	 meses	 de	 trabalho	 em	 caso	 de	 doação	 voluntária	 de	 sangue</p><p>devidamente	comprovada,	por	um	dia;</p><p>para	o	 fim	de	se	alistar	eleitor,	nos	 termos	da	 lei,	até	dois	dias,	consecutivos	ou</p><p>não;</p><p>no	 período	 de	 tempo	 em	 que	 tiver	 de	 cumprir	 as	 exigências	 de	 Serviço	Militar</p><p>referidas	na	 letra	c	do	art.	65	da	Lei	no	4.375,	de	17	de	agosto	de	1964	 (Lei	do</p><p>Serviço	Militar);</p><p>nos	 dias	 em	 que	 estiver	 comprovadamente	 realizando	 provas	 de	 vestibular	 para</p><p>ingresso	em	estabelecimento	de	ensino	superior	(acréscimo	do	inciso	VII	do	art.</p><p>473	da	CLT,	dado	pela	Lei	no	9.471,	de	14-7-1997	–	DOU	de	15-7-1997);</p><p>pelo	 tempo	que	se	 fizer	necessário,	quando	 tiver	que	comparecer	a	 juízo	 (inciso</p><p>VIII	do	art.	473	da	CLT,	acrescido	pela	Lei	no	9.853,	de	27-10-1999	–	DOU	de	28-</p><p>10-1999);</p><p>pelo	 tempo	 que	 se	 fizer	 necessário,	 quando,	 na	 qualidade	 de	 representante	 de</p><p>entidade	 sindical,	 estiver	 participando	 de	 reunião	 oficial	 de	 organismo</p><p>internacional	do	qual	o	Brasil	seja	membro	(acrescentado	pela	Lei	no	11.304,	de</p><p>11-5-2006).</p><p>quando	 o	 empregado	 servir	 como	 testemunha,	 devidamente	 arrolada	 ou</p><p>convocada;</p><p>comparecimento	à	Justiça	do	Trabalho	–	Súmula	no	155	do	TST.</p><p>Além	dos	itens	do	art.	473	da	CLT,	são	consideradas	faltas	legais:</p><p>se	sua	ausência	for	devidamente	justificada,	segundo	critério	da	administração	do</p><p>estabelecimento;</p><p>quando	 houver	 paralisação	 do	 serviço	 nos	 dias	 em	 que,	 por	 conveniência	 do</p><p>empregador,	não	tenha	havido	trabalho;</p><p>se	a	falta	ao	serviço	estiver	fundamentada	na	lei	sobre	acidente	do	trabalho;</p><p>em	caso	de	doença	do	empregado,	devidamente	comprovada;</p><p>e.</p><p>13</p><p>a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>faltas	abonadas	previstas	em	acordo	ou	dissídio	coletivo	de	trabalho.</p><p>A	doença	será	comprovada	mediante	atestado	fornecido	por	médico	da	instituição</p><p>de	 previdência	 social	 a	 que	 estiver	 filiado	 o	 empregado;	 na	 falta	 deste,	 será</p><p>comprovada	por	médico	do	Serviço	Social	do	Comércio	ou	da	Indústria;	por	médico</p><p>da	empresa	ou	por	ela	designado;	por	médico	a	serviço	da	repartição	federal,	estadual</p><p>ou	municipal,	 incumbida	de	assuntos	de	higiene	ou	de	 saúde	pública;	 se	não	existir</p><p>nenhuma	dessas	possibilidades	na	localidade	em	que	trabalhar,	o	atestado	poderá	ser</p><p>de	médico	de	sua	escolha.</p><p>Nas	empresas	em	que	vigorar	 regime	de	 trabalho	 reduzido,	a	 frequência	exigida</p><p>corresponderá	ao	número	de	dias	em	que	o	empregado	tiver	de	trabalhar.</p><p>Atestados	médicos</p><p>Conforme	 Portaria	 no	 3.291,	 de	 20-2-1984,	 do	MPAS,	 todos	 os	 atestados	médicos,</p><p>para	terem	sua	eficácia	plena,	deverão	conter:</p><p>tempo	de	dispensa	concedida	ao	segurado,	por	extenso,	numericamente;</p><p>diagnóstico	codificado,	conforme	o	Código	Internacional	de	Doença;</p><p>Obs.:	 A	 Portaria	 no	 3.370,	 de	 9-10-1984,	 do	 MPAS,	 preceitua	 que	 a	 inclusão	 do</p><p>diagnóstico	codificado	do	Código	Internacional	de	Doença	(CID)	no	atestado	médico</p><p>depende	da	expressa	concordância	do	paciente.</p><p>assinatura	 do	 médico	 ou	 odontólogo	 sobre	 o	 carimbo	 do	 qual	 conste	 nome</p><p>completo	e	registro	do	respectivo	Conselho	Profissional.</p><p>O	 início	 da	 dispensa	 deverá	 coincidir	 obrigatoriamente	 com	 os	 registros	 que</p><p>determinaram	a	incapacidade.</p><p>Nos	serviços	próprios	do	SUS	–	Serviço	Unificado	de	Saúde	–	(ex-Inamps),	será</p><p>utilizado	modelo	padronizado	para	emissão	dos	respectivos	atestados	médicos.</p><p>As	 entidades	 conveniadas	 e/ou	 contratadas	 poderão	 utilizar	 impresso	 próprio</p><p>timbrado	do	qual	conste	razão	social,	CGC	e	o	tipo	de	vínculo	mantido	com	o	SUS.</p><p>O	afastamento	por	incapacidade	além	do	15o	dia	é	de	competência	da	Previdência.</p><p>Quando	a	empresa	dispuser	de	serviços	médicos,	conveniados	ou	não,	assumirá	a</p><p>justificativa	de	falta	por	doença.	Essa	situação	deverá	ser	comunicada	ao	SUS,	para</p><p>14</p><p>fins	administrativos.</p><p>Prática	de	incidências	nos	pagamentos	feitos	a</p><p>empregados	(INSS,	FGTS	e	IR)</p><p>Apresentam-se,	agora,	os	encargos	sociais	incidentes	sobre	os	pagamentos	efetuados	a</p><p>empregados	e	outros,	acompanhados	dos	respectivos	fundamentos	legais.</p><p>Pagamentos</p><p>Incidências</p><p>INSS FGTS IR</p><p>Abonos	e	prêmios</p><p>Exceto	o	de	férias.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	z,	e	§	2o	do	art.</p><p>457	da	CLT,	redação	dada</p><p>pela	Lei	no	13.467,	de	13-7-</p><p>2017.</p><p>NÃO</p><p>§	2o	do	art.	457	da	CLT,</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>13.467,	de	13-7-2017.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.3o	e	7o.</p><p>Abono	pecuniário	de	férias</p><p>Concessão	de	1/3	do</p><p>período	em	dinheiro	(até	20</p><p>dias).</p><p>NÃO</p><p>Art.	28,	§	9o,	alínea	e,	item	6</p><p>da	Lei	no	8.212/91,	com</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>9.711,	de	20-11-1998.</p><p>NÃO</p><p>CLT,	art.	144.</p><p>NÃO</p><p>Solução	de	Divergência	no</p><p>1,	de	2-1-2009	–	DOU	de	6-</p><p>1-2009	–	e	Ato	Declaratório</p><p>Interpretativo	no	28,	de	16-</p><p>1-2009	–	DOU	de	19-1-</p><p>2009.</p><p>Adicionais</p><p>Insalubridade,</p><p>periculosidade,	noturno,	de</p><p>função	e	as	gratificações</p><p>legais.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.28,</p><p>inciso	I	e	§	1o	do	art.	457	da</p><p>CLT,	redação	dada	pela	Lei</p><p>no	13.467,	de	13-7-2017.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15	e	§</p><p>1o	do	art.	457	da	CLT,</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>13.467,	de	13-7-2017.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Ajuda	de	custo	e	auxílio-</p><p>alimentação	(vedado	seu</p><p>pagamento	em	dinheiro)</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.28,	§	9o,</p><p>alínea	g,	e	§	2o	do	art.	457</p><p>da	CLT,	redação	dada	pela</p><p>Lei	no	13.467,	de	13-7-</p><p>2017.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15,	e	§</p><p>2o	do	art.	457	da	CLT,</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>13.467,	de	13-7-2017.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713,	de	22-12-</p><p>1988,	DOU	de	23-12-1988,</p><p>art.	6o,	incisos	I	e	XX;</p><p>ajudas	de	custo	destinadas	a</p><p>atender	às	despesas	com</p><p>transporte,	frete	e</p><p>locomoção	do	beneficiado	e</p><p>seus	familiares,	em	caso	de</p><p>remoção	de	um	município</p><p>para	outro,	sujeita	à</p><p>comprovação	posterior	pelo</p><p>contribuinte.</p><p>SIM</p><p>Os	depósitos	efetuados</p><p>Auxílio-doença	por</p><p>acidente	do	trabalho.</p><p>SIM</p><p>Como	no	auxílio-doença</p><p>durante	os	primeiros	15	dias</p><p>a	cargo	da	empresa.</p><p>devem	ser	não	somente	dos</p><p>15	primeiros	dias	a	cargo	da</p><p>empresa,	mas	de	todo	o</p><p>tempo	em	que	o	empregado</p><p>estiver	afastado	–	RFGTS,</p><p>art.	28,	inciso	III,	e	§	1o	do</p><p>art.	4o	da	CLT,	redação</p><p>dada	pela	Lei	no	13.467,	de</p><p>13-7-2017.</p><p>SIM</p><p>Como	o	auxílio-doença,</p><p>durante	os	primeiros	15	dias</p><p>a	cargo	da	empresa.</p><p>Auxílio-doença</p><p>Primeiros	15	dias	a	cargo	da</p><p>empresa.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713,	arts.3o	e	7o.</p><p>Auxílio-doença</p><p>complementar	extensivo	a</p><p>todos	os	empregados</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.28,	§	9o,</p><p>alínea	n.</p><p>NÃO</p><p>Art.	15,	§	6o	da	Lei	no</p><p>8.036/90,	com	redação	dada</p><p>pela	Lei	no	9.711,	de	20-11-</p><p>1998,	elencada	no	§	9o,</p><p>alínea	n	do	art.	28	da	Lei	no</p><p>8.212/91.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Aviso-prévio	indenizado</p><p>NÃO</p><p>Solução	de	Consulta	no</p><p>99.014,	de	18-10-2016</p><p>DOU	de	27-3-2017	da	RFB</p><p>e	ADIN	no	1.659-6,	de	27-</p><p>11-1997	do	STF.</p><p>SIM</p><p>Súmula	no	305	do	TST.	DJU</p><p>de	5-11-1992.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.	6o,</p><p>inciso	V.</p><p>Aviso-prévio	trabalhado</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>CESTA	BÁSICA</p><p>(Alimentação	ao</p><p>Trabalhador)</p><p>Desde	que	aprovado	pelo</p><p>Ministério	do	Trabalho</p><p>através	do	Programa	de</p><p>Alimentação	ao	Trabalhador</p><p>PAT.</p><p>NÃO</p><p>Art.	28,	§	9o,	alínea	c,	da	Lei</p><p>no	8.212/91,	com	redação</p><p>dada	pela	Lei	no	9.528,	de</p><p>10-12-1997.</p><p>NÃO</p><p>Art.	15,	§	6o,	da	Lei	no</p><p>8.036/90,	com	redação	dada</p><p>pela	Lei	no	9.711,	de	20-11-</p><p>1998,	elencada	no	§	9o	do</p><p>art.	28	da	Lei	no	8.212/91.</p><p>NÃO</p><p>Decreto	no	5,	de	14-1-1991</p><p>–	DOU	de	15-1-1991,	art.</p><p>6o.</p><p>Comissões</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.063/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Contribuinte	individual</p><p>(Trabalhadores	autônomos	e</p><p>equiparados,	empresários	e</p><p>cooperados	para	fins</p><p>previdenciários	passaram	a</p><p>chamar-se	contribuinte</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	com</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>9.876,	de	26-11-1999,	art.</p><p>22,	incisos	I,	III,	IV	e	§	1o.</p><p>NÃO	e	SIM</p><p>É	facultativo	apenas	ao</p><p>diretor	não	empregado,	só</p><p>para	esse	que	faculta	ser	sim</p><p>–	Lei	no	8.036/90,	art.	16.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>individual)</p><p>Décimo	terceiro	salário	1ª</p><p>parcela</p><p>NÃO</p><p>Art.	216,	§	1o,	do	Decreto	no</p><p>3.048/99	do	RPS.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.26	e	IN</p><p>do	SRP,	item	7.4.</p><p>2ª	parcela	ou	na	rescisão</p><p>contratual</p><p>SIM</p><p>Art.	216,	§	1o,	do	RPS,</p><p>sobre	o	valor	integral	da</p><p>remuneração.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.134/90,	art.	16</p><p>(veja	item	2.2.2	–	Imposto</p><p>de	Renda),	sobre	o	valor</p><p>integral	da	remuneração.</p><p>Diárias	para	viagem</p><p>Valor	pago	habitualmente</p><p>para	cobrir	despesas	de</p><p>execução	de	serviço	externo</p><p>realizado	pelo	empregado,</p><p>tais	como	despesas	com</p><p>alojamento,	transporte,</p><p>alimentação	etc.</p><p>IR	–	as	diárias,	exclusivamente,	ao	pagamento	de	despesas	de	alimentação	e	pousada,	por</p><p>serviço	eventual	realizado	em	município	diferente	do	da	sede	de	trabalho	(Lei	no</p><p>7.713/88,	art.	6o,	inciso	II).</p><p>Diárias	para	viagem</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	h	e	§	2o	do	art.</p><p>457	da	CLT,	redação	dada</p><p>pela	Lei	no	13.467,	de	13-7-</p><p>2017.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15,	§	6o</p><p>e	§	2o	do	art.	457	da	CLT,</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>13.467,	de	13-7-2017.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.	6o,</p><p>inciso	II.</p><p>Estagiários	(aceitos	pela</p><p>Lei	no	11.788,	de	25-9-</p><p>2008)</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	i.</p><p>NÃO</p><p>art.	27,	alínea	b,	do	RFGTS.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Férias	indenizadas</p><p>(inclusive	em	dobro,</p><p>proporcionais	e	1/3	da	CF)</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	d.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15,	§</p><p>6o.</p><p>NÃO</p><p>Solução	de	Divergência	no</p><p>1,	de	2-1-2009	–	DOU	de	6-</p><p>1-2009.</p><p>Férias	normais</p><p>(individuais	ou	coletivas</p><p>proporcionais	com	menos</p><p>de	um	ano)</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Férias	pagas	em	dobro,	na</p><p>vigência	do	contrato	de</p><p>trabalho</p><p>1/3	a	mais	do	que	o	salário</p><p>normal	(veja	item	3	deste</p><p>livro).</p><p>a)	excluindo	o	adicional</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I,	excluso	o	adicional</p><p>b)	Apenas	ao	adicional</p><p>(valor	correspondente	ao</p><p>dobro	das	férias).</p><p>NÃO</p><p>Art.	214,	§	9o,	inciso	IV	do</p><p>RPS.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>NÃO</p><p>Instrução	Normativa	no</p><p>3/96,	item	II,	alínea	q.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Férias:	concessão	de	1/3	do</p><p>período	em	dinheiro	(veja</p><p>abono	pecuniário	de</p><p>férias)</p><p>Gorjetas</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Gratificações	legais</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Gratificação	de	Natal	(veja</p><p>décimo	terceiro	salário)</p><p>O	art.	7o,	inciso	VIII,	da</p><p>Constituição	Federal</p><p>estabeleceu	a	expressão</p><p>“décimo	terceiro	salário”,</p><p>para	a	gratificação	natalina.</p><p>Horas	extras</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Indenização	adicional</p><p>Empregado	dispensado	no</p><p>período	de	30	dias	que</p><p>antecede	a	data	de	sua</p><p>correção	salarial.	Lei	no</p><p>6.708/79,	art.	9o	ou	Lei	no</p><p>7.238/84,	art.	9o</p><p>NÃO</p><p>Art.	28,	§	9o,	alínea	e,	item	9</p><p>da	Lei	no	8.212/91,	com</p><p>redação	dada	pela	Lei	no</p><p>9.711,	de	20-11-1998.</p><p>NÃO</p><p>Art.	15,	§	6o	da	Lei	no</p><p>8.036/90,	com	redação	dada</p><p>pela	Lei	no	9.711,	de	20-11-</p><p>1998,	elencada	no	item	9,</p><p>alínea	e,	§	9o	da	Lei	no</p><p>8.212/91.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.	6o,</p><p>inciso	V.</p><p>Indenização	por	tempo	de</p><p>serviço</p><p>Inclusive	acordo	do	tempo</p><p>anterior	à	opção	e	rescisão</p><p>antecipada	do	contrato	de</p><p>trabalho	por	prazo</p><p>determinado	nos	termos	do</p><p>art.	479	da	CLT</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>8o,	alínea	e,	itens	2	e	3,</p><p>alterada	pela	Lei	no	9.528,</p><p>de	10-12-1997.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.	6o,</p><p>inciso	V.</p><p>Menor	assistido</p><p>(Programa	do	Bom</p><p>Menino)	–	Bolsa	de</p><p>iniciação	ao	trabalho</p><p>NÃO</p><p>Decreto	no	94.338/87,	art.</p><p>13,	parágrafo	único.</p><p>NÃO</p><p>Decreto	no	94.338/87,	art.</p><p>13,	parágrafo	único.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Participação	nos	lucros	ou</p><p>resultados,	desvinculada</p><p>NÃO</p><p>Quando	for	paga	ou NÃO</p><p>SIM</p><p>Calculado	em	separado	dos</p><p>demais	rendimentos</p><p>recebidos	no	mês,	quando</p><p>da	remuneração,	conforme</p><p>art.7o,	inciso	XI,	da	CF</p><p>creditada	de	acordo	com	lei</p><p>específica,	§	9o,	alínea	j,	do</p><p>art.	28	da	Lei	no	8.212/91.</p><p>Nos	termos	do	art.	7o,	inciso</p><p>XI,	da	Constituição	Federal.</p><p>for	nos	termos	do	art.	7o,</p><p>inciso	XI,	da	Constituição</p><p>Federal.	Lei	no	10.101/2000,</p><p>art.3o,	§	5o.</p><p>Prêmios</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	z.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Quebra	de	caixa</p><p>Quebra	de	caixa	(paga	aos</p><p>bancários).	Ver	Súmula	no</p><p>247	do	TST</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Quando	pago	aos	bancários.</p><p>Súmula	no	247	do	TST	e	IN</p><p>no	25,	de	20-12-2001,	item</p><p>XX.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.	7o,	§	1o.</p><p>Retiradas	de	diretores</p><p>empregados</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Retiradas	de	diretores</p><p>proprietários</p><p>SIM	(vide	obs.)</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	III.</p><p>NÃO	e	SIM</p><p>É	facultativo.	Lei	no</p><p>8.036/90,	art.	16.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Retiradas	de	titulares	de</p><p>firma	individual</p><p>SIM	(vide	obs.)</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	III.</p><p>NÃO	e	SIM</p><p>É	facultativo.	Lei	no</p><p>8.036/90,	art.	16.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Salário</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	I.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Salário-família</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	a.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.218,	de	29-8-1991</p><p>–	DOU	de	30-8-1990,	art.</p><p>25.</p><p>Salário-maternidade</p><p>(normal)</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>2o.</p><p>SIM</p><p>RFGTS,	art.	28,	inciso	IV.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Serviços	autônomos	de</p><p>prestador	inscrito	na</p><p>Previdência	Social</p><p>(Contribuinte	individual)</p><p>SIM</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,</p><p>inciso	III.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>SIM</p><p>Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>OBS.:	a)	O	STF	deferiu	o	pedido	de	medida	liminar	de	ação	direta	de	inconstitucionalidade,	para	suspender,	até	a</p><p>decisão	final	da	ação,	a	contribuição	a	cargo	da	empresa	aos	segurados	empresários	e	autônomos,	conforme	Diário	da</p><p>Justiça	de	9-8-1994,	p.	19.658;</p><p>b)	Serviços	prestados	sem	vínculo	empregatício	–	contribuição	das	empresas	ao	INSS	(trabalhadores	autônomos	e</p><p>equiparados,	empresários	e	cooperados	agora	chamados	contribuinte	individual),	conforme	art.	22,	incisos	I,	III,	IV	e	§</p><p>1o	da	Lei	no	8.212/91,	com	redação	dada	pela	Lei	no	9.876,	de	26-11-1999.</p><p>14.1</p><p>Vale-transporte NÃO</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§</p><p>9o,	alínea	f.</p><p>NÃO</p><p>Decreto	no	95.247/87,	art.</p><p>6o,	inciso	II.</p><p>NÃO</p><p>Lei	no	7.713/88,	art.	6o,</p><p>inciso	I.</p><p>OBS.:	a)	O	STF	deferiu	o	pedido	de	medida	liminar	de	ação	direta	de	inconstitucionalidade,	para	suspender,	até	a</p><p>decisão	final	da	ação,	a	contribuição	a	cargo	da	empresa	aos	segurados	empresários	e	autônomos,	conforme	Diário	da</p><p>Justiça	de	9-8-1994,	p.	19.658;</p><p>b)	Serviços	prestados	sem	vínculo	empregatício	–	contribuição	das	empresas	ao	INSS	(trabalhadores	autônomos	e</p><p>equiparados,	empresários	e	cooperados	agora	chamados	contribuinte	individual),	conforme	art.	22,	incisos	I,	III,	IV	e	§</p><p>1o	da	Lei	no	8.212/91,	com	redação	dada	pela	Lei	no	9.876,	de	26-11-1999.</p><p>Significados	das	siglas</p><p>ADIN	–	Ação	Direta	de	Inconstitucionalidade.</p><p>CF	–	Constituição	Federal.</p><p>CLP	–	Consolidação	da	Legislação	Previdenciária	–	Determinada	pelo	art.	6o	da	Lei	no</p><p>9.032,	de	28-4-1995.</p><p>CLT	–	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho	–	Decreto-lei	no	5.452/43.</p><p>CST	–	Coordenação	do	Sistema	de	Tributação	(Secretaria	da	Receita	Federal).</p><p>INSS	–	Instituto	Nacional	do	Seguro	Social.</p><p>IN	–	Instrução	Normativa.</p><p>PN	–	Parecer	Normativo.</p><p>RIR	–	Regulamento	do	Imposto	de	Renda	–	Decreto	no	85.450/80.</p><p>RPS	–	Regulamento	da	Previdência	Social.</p><p>SAF	–	Secretaria	de	Arrecadação	e	Fiscalização	do	INSS.</p><p>SPS	–	Secretaria	da	Previdência	Social.</p><p>SRF	–	Secretaria	da	Receita	Federal.</p><p>SRFB	–	Secretaria	da	Receita	Federal	do	Brasil.</p><p>STF	–	Supremo	Tribunal	Federal.</p><p>TST	–	Tribunal	Superior	do	Trabalho.</p><p>Aviso-prévio	indenizado	e	indenização	adicional</p><p>A	partir	da	MP	no	1.523-7,	de	10-4-1997,	passou	a	integrar	o	salário	de	contribuição	o</p><p>valor	 pago	 ao	 aviso-prévio	 indenizado	 e	 indenização	 adicional	 (art.	 9o	 das	 Leis	 nos</p><p>6.708/79	e	7.238/84),	vigorando	a	partir	da	competência	agosto/97.	Essa	determinação</p><p>prevaleceu	até	a	MP	no	1.596-14,	de	10-11-1997,	quando	Medidas	Provisórias	deram</p><p>nova	 redação	à	alínea	b	 do	§	8o	 do	 art.	 28	da	Lei	 no	 8.212/91,	 preceituando	que	 as</p><p>parcelas	 indenizatórias	 pagas	 ou	 creditadas	 a	 qualquer	 título,	 inclusive	 em	 razão	de</p><p>rescisão	do	contrato	de	trabalho,	integravam	o	salário	de	contribuição	pelo	seu	valor</p><p>total.	 Com	 a	 transformação	 da	Medida	 Provisória	 na	 Lei	 no	 9.528,	 de	 10-12-1997</p><p>(DOU	de	11-12-1997),	a	 integração	foi	vetada	na	alínea	b	do	§	8o	do	art.	28	da	Lei</p><p>no8.212/91.	 Entendemos	 que	 a	 partir	 da	 publicação	 desta	 Lei	 continua	 a	 não</p><p>incidência	 do	 salário	 de	 contribuição	 no	 valor	 pago	 ao	 aviso-prévio	 indenizado	 e</p><p>indenização	adicional	(art.	9o	das	Leis	nos	6.708/79	e	7.238/84).</p><p>Transcrevemos	 na	 íntegra	 a	 circular	 de	 Brasília	 do	 Diretor	 Substituto	 de</p><p>Arrecadação	e	Fiscalização,	orientando	a	fiscalização	no	que	concerne	à	incidência	ou</p><p>não	 de	 contribuição	 previdenciária	 sobre	 valores	 pagos	 nas	 férias	 e	 aviso-prévio</p><p>indenizado,	como	vemos:</p><p>DESTINO: ORIGEM:</p><p>01-600.0</p><p>NÚMERO:</p><p>013</p><p>LOCAL	E	DATA:</p><p>Brasília-DF,	28	de	janeiro	de	1998.</p><p>CIRCULAR</p><p>Ref.:	Incidência	de	Contribuição</p><p>Tendo	 em	vista	as	diversas	 consultas	 formuladas	 sobre	a	aplicação	do	disposto</p><p>nas	 Medidas	 Provisórias	 nos	 1.523-7/97	 e	 republicações,	 1.596-14/97	 e	 na	 Lei	 no</p><p>9.528,	 de	 10-12-1997,	 no	 que	 concerne	 à	 incidência	 ou	 não	 de	 contribuição</p><p>previdenciária	sobre	valores	pagos	nas	férias	e	aviso-prévio,	informamos:</p><p>Descrição/Período Antes	da	MP	no</p><p>1.523-7/97</p><p>A	partir	da	MP	no</p><p>1.523-7/97	até	a</p><p>vigência	da	MP	no</p><p>1.596-14/97</p><p>Com	a	vigência	da</p><p>Lei	no	9.528/97</p><p>Férias	gozadas	(normais)</p><p>•	Férias</p><p>•	1/3	constitucional</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Férias	indenizadas	(rescisão)</p><p>•	Vencidas/proporcionais</p><p>•	1/3	constitucional</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Abono	pecuniário</p><p>•	Dias	gozados	+	1/3	constitucional</p><p>•	Dias	vendidos	(art.	143	da	CLT)	+	1/3</p><p>constitucional</p><p>Sim</p><p>Não	incide</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim*</p><p>Férias	com	abono	(20	dias)</p><p>•	Férias	normais</p><p>•	1/3	constitucional</p><p>•	Abono	não	excedente	de	20	dias	do	salário</p><p>(art.	144	da	CLT)</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Não	incide</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim*</p><p>Férias	em	dobro</p><p>•	Dias	gozados</p><p>•	1/3	constitucional</p><p>•	Dobra	+	1/3	constitucional</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Não	incide</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Sim	(*)</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Não	incide</p><p>Férias	em	dobro	(rescisão)</p><p>•	Vencidas</p><p>•	1/3	constitucional</p><p>•	Dobra	+	1/3	constitucional</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Não	incide</p><p>Aviso-prévio	trabalhado Sim Sim Sim</p><p>Aviso-prévio	indenizado Não	incide Sim	(*) Não	incide</p><p>(*)	Exigibilidade	suspensa	a	partir	de	27-11-1997	(ADIN	1.659.6)	–	Ver	Circular	01-</p><p>600.0/002/98.</p><p>JOÃO	DONADON</p><p>Diretor	de	Arrecadação	e	Fiscalização</p><p>Substituto</p><p>*Nota:	Não,	 a	 partir	 de	 28-5-1998,	 pela	MP	no	 1.663-10	 e	 reedições	 subsequentes,</p><p>que	deram	nova	redação	ao	art.	28,	§	9o,	alínea	e,	item	6	da	Lei	no	8.212/91.</p><p>“AÇÃO	DIRETA	DE</p><p>INCONSTITUCIONALIDADE	No	1.659-6	–</p><p>medida</p><p>liminar</p><p>PROCED.:	UNIÃO	FEDERAL</p><p>RELATOR:	MIN.	MOREIRA	ALVES</p><p>REQTE.:	CONFEDERAÇÃO	NACIONAL	DA	INDÚSTRIA	–	CNI</p><p>ADVDOS.:	...</p><p>REQDO.:	PRESIDENTE	DA	REPÚBLICA</p><p>14.2</p><p>Decisão:	 O	 Tribunal,	 por	 votação	 unânime,	 suspendeu	 o	 processo	 da</p><p>presente	Ação	Direta	de	Inconstitucionalidade	quanto	às	alíneas	d	e	e	do	§</p><p>9o	 do	 art.	 28,	 da	 Lei	 no	 8.212,	 de	 24-7-1991,	 com	 a	 redação	 dada	 pela</p><p>Medida	Provisória	no	1.523-13,	de	23-10-1997,	e,	ainda,	por	unanimidade,</p><p>deferiu	o	pedido	de	medida	cautelar,	para	suspender,	com	eficácia	ex	nunc,</p><p>até	a	decisão	 final	da	ação,	o	§	2o	do	art.	22,	da	citada	Lei	no	8.212/91,</p><p>com	a	redação	dada	pela	Medida	Provisória	no	1.596-14,	de	10-11-1997.</p><p>Votou	o	Presidente.	Ausentes,	justificadamente,	os	Srs.	Ministros	Celso	de</p><p>Mello,	 Presidente,	 e	 Nelson	 Jobim.	 Presidiu	 o	 julgamento	 o	 Sr.	Ministro</p><p>Carlos	Velloso,	Vice-Presidente.	Plenário,	27-11-1997.”</p><p>Não	incidência	do	INSS	no	pagamento	do	aviso-</p><p>prévio	indenizado</p><p>O	Decreto	no	6.727,	de	12-1-2009,	revoga	a	alínea	f	do	inciso	V	do	§	9o	do	art.214,</p><p>aprovado	pelo	Decreto	no	3.048,	de	6-5-1999,	eliminando	a	não	integração	do	salário</p><p>de	contribuição	do	valor	pago	do	aviso-prévio	indenizado.</p><p>Entendemos	 que	 continua	 a	 não	 integração	 do	 INSS	 sobre	 o	 aviso-prévio</p><p>indenizado	 por	 ser	 objeto	 de	 uma	Ação	Direta	 de	 Inconstitucionalidade	 (ADIN)	 no</p><p>1.659-6,	de	27-11-1997	–	medida	liminar	do	Supremo	Tribunal	Federal,	sobre	a	não</p><p>incidência	 do	 salário	 de	 contribuição	 no	 valor	 pago	 em	 caso	 de	 aviso-prévio</p><p>indenizado,	conforme	esclarecimento	no	item	anterior	(14.1)	neste	livro.</p><p>Com	a	publicação	da	ADIN	em	27-11-1997,	foi	vetada	a	alínea	b	do	§	8o	do	art.</p><p>28	da	Lei	no	8.212/91,	inserida	pela	Lei	no	9.528,	de	10-12-1997,	que	transformou	em</p><p>lei	 a	 Medida	 Provisória	 no	 1.596-14,	 de	 10-11-1997,	 que	 determinava	 tal</p><p>procedimento.</p><p>A	revogação	da	alínea	f	do	inciso	V	do	§	9o	do	art.	214	do	RPS	dá	a	entender	que</p><p>incide	o	INSS	sobre	o	aviso-prévio	indenizado,	mas	é	preciso	considerar	que	há	uma</p><p>ADIN	do	Supremo	Tribunal	Federal	sobre	o	assunto.	Revogada	a	alínea	f,	passa	a	ter</p><p>validade	 a	 alínea	m	 do	 inciso	 V	 do	 §	 9o	 do	 art.	 214	 do	 RPS,	 que	 dispõe:	 “outras</p><p>indenizações,	desde	que	expressamente	previstas	em	lei”.	A	falta	do	aviso-prévio	do</p><p>empregador	dá	ao	empregado	o	direito	dos	salários	correspondentes	ao	prazo	do	aviso</p><p>(art.	487,	§	1o,	da	CLT),	caracterizando	uma	indenização	prevista	em	lei.</p><p>Transcrevemos	a	seguir	o	Decreto	no	6.727,	de	12-1-2009,	que	revogou	a	alínea	f</p><p>do	inciso	V	do	§	9o	do	art.	214	do	RPS:</p><p>DECRETO	No	6.727,	DE	12	DE	JANEIRO	DE</p><p>20093</p><p>Revoga	a	alínea	“f”	do	inciso	V	do	§	9o	do	art.	214,	o	art.</p><p>291	 e	 o	 inciso	 V	 do	 art.	 292	 do	 Regulamento	 da</p><p>Previdência	Social,	aprovado	pelo	Decreto	no	3.048,	de	6</p><p>de	maio	de	1999.</p><p>O	PRESIDENTE	DA	REPÚBLICA,	no	uso	da	atribuição	que	lhe	confere</p><p>o	art.84,	 inciso	IV,	da	Constituição,	e	 tendo	em	vista	o	disposto	na	Lei	no</p><p>8.212,	de	24	de	julho	de	1991,	e	na	Lei	no	11.457,	de	16	de	março	de	2007,</p><p>DECRETA:</p><p>Art.	1o	 Ficam	 revogados	 a	 alínea	 “f”	 do	 inciso	V	 do	 §	 9o	 do	 art.	 214,	 o</p><p>art.291	 e	 o	 inciso	 V	 do	 art.	 292	 do	 Regulamento	 da	 Previdência	 Social,</p><p>aprovado	pelo	Decreto	no	3.048,	de	6	de	maio	de	1999.</p><p>Art.	2o	Este	Decreto	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Brasília,	 12	 de	 janeiro	 de	 2009;	 188o	 da	 Independência	 e	 121o	 da</p><p>República.</p><p>LUIZ	INÁCIO	LULA	DA	SILVA</p><p>Guido	Mantega</p><p>“Boletim	de	Jurisprudência	do	Tribunal	Regional	do</p><p>Trabalho	–	São	Paulo</p><p>AVISO-PRÉVIO</p><p>Contribuição	previdenciária	e	FGTS.	Incidência</p><p>AVISO-PRÉVIO	 INDENIZADO.	 ACORDO.	 NATUREZA</p><p>INDENIZATÓRIA.	 A	 parcela	 relativa	 ao	 aviso-prévio	 indenizado	 tem</p><p>14.3</p><p>natureza	indenizatória,	pois	não	visa	retribuir	a	prestação	de	serviços,	nos</p><p>termos	do	art.	487	da	CLT.	Neste	aspecto,	embora	tenha	sido	excluído	do</p><p>rol	 do	 art.	 28,	 §	 9o,	 da	 Lei	 no	 8.212/91,	 em	 razão	 da	 edição	 da	 Lei	 no</p><p>9.528/97,	 não	 tem	 caráter	 de	 salário,	 mas	 é	 indenização	 substitutiva,</p><p>portanto,	 não	 sofre	 a	 incidência	 de	 contribuição	 previdenciária.	 Por	 fim,</p><p>cumpre	 observar	 que	 a	 revogação	 da	 alínea	 “f”,	 §	 9o,	 do	 art.	 241,	 V	 do</p><p>Decreto	no	3.048/99,	pelo	Decreto	no	6.727/09,	com	vigência	a	partir	de	13-</p><p>1-2009,	 que	 excluiu	 o	 aviso-prévio	 indenizado	 do	 rol	 das	 parcelas	 não</p><p>integrantes	da	base	de	cálculo	previdenciária,	por	si	só,	não	tem	o	condão</p><p>de	 afastar	 a	 natureza	 indenizatória	 da	 verba	 em	 questão,	 em	 razão	 da</p><p>ausência	de	dispositivo	normativo	a	definir	o	aviso-prévio	indenizado	como</p><p>parcela	de	natureza	salarial	a	compor	a	base	de	cálculo	dos	recolhimentos</p><p>previdenciários.	Desta	 forma,	em	razão	da	ausência	de	 lei	a	estabelecer	o</p><p>aviso-prévio	 indenizado	 como	 parcela	 tributável,	 consoante	 estabelece	 o</p><p>princípio	 constitucional	 da	 legalidade	 tributária	 (arts.	 5o,	 inciso	 II,	 e	 150,</p><p>ambos	da	Constituição	Federal	e	no	art.	97	do	Código	Tributário	Nacional),</p><p>não	 se	 pode	 afastar	 a	 natureza	 indenizatória	 da	 verba.	 (TRT/SP</p><p>01947200808302000	–	RO	–	Ac.	2ª	T.	20100172568	–	Rel.	Odette	Silveira</p><p>Moraes	–	DOE	19-3-2010)”</p><p>Não	incidência	do	IRRF	sobre	férias	indenizadas	e</p><p>abono	pecuniário</p><p>A	 Ementa	 no	 1,	 de	 2-1-2009,	 preceitua,	 por	 meio	 do	 ato	 declaratório	 editado	 pelo</p><p>Procurador-Geral	 da	 Fazenda	 Nacional,	 nos	 termos	 do	 inciso	 II	 do	 art.	 19	 da	 Lei</p><p>no10.522,	 de	 19-7-2002,	 que	 fica	 desobrigada	 a	 fonte	 pagadora	 de	 reter	 o	 tributo</p><p>devido	pelo	contribuinte	 relativamente	às	 férias	 indenizadas	na	 rescisão	do	contrato</p><p>de	trabalho,	sejam	elas	normais,	proporcionais,	em	dobro,	bem	como	do	adicional	de</p><p>um	terço	previsto	na	Constituição	Federal	(art.	7o,	XVII,	da	CF).</p><p>Nas	matérias	 sobre	 isenção	 de	 retenção,	 é	 citado	 o	 abono	 pecuniário.	 O	 abono</p><p>pecuniário	 (arts.	 143	 e	 144	 da	 CLT)	 só	 existe	 durante	 a	 vigência	 do	 contrato	 de</p><p>trabalho;	por	esse	motivo,	entendo	estar	isento	de	retenção	o	abono	pecuniário	pago</p><p>na	vigência	do	contrato	de	trabalho.	O	Ato	Declaratório	Interpretativo	no	28,	de	16-1-</p><p>2009	(DOU	de	19-1-2009),	veio	confirmar	a	desobrigação	de	retenção	do	IRRF	sobre</p><p>o	 valor	 pago	 ou	 creditado	 relativo	 a	 abono	 pecuniário,	 visto	 que	 dispõe	 serem</p><p>rendimentos	 isentos	 no	 preenchimento	 do	 DIRF	 e	 do	 comprovante	 Anual	 de</p><p>Recebimentos	Pagos	ou	Creditados.</p><p>A	 seguir,	 transcrevemos	 na	 íntegra	 a	 solução	 de	 divergência	 e	 ato	 declaratório</p><p>interpretativo	publicados	pela	Receita	Federal	do	Brasil:</p><p>SECRETARIA	DA	RECEITA	FEDERAL	DO</p><p>BRASIL4</p><p>COORDENAÇÃO-GERAL	DE	TRIBUTAÇÃO</p><p>SOLUÇÃO	DE	DIVERGÊNCIA	No	1,	DE	2	DE	JANEIRO	DE	2009</p><p>ASSUNTO:	Imposto	sobre	a	Renda	Retido	na	Fonte	–	IRRF</p><p>EMENTA:	FÉRIAS	NÃO	GOZADAS	CONVERTIDAS	EM	PECÚNIA	–</p><p>Rescisão	do	contrato	de	trabalho,	aposentadoria	ou	exoneração.</p><p>As	verbas	referentes	a	férias	–	integrais,	proporcionais	ou	em	dobro	–,	ao</p><p>adicional	 de	 um	 terço	 constitucional,	 e	 à	 conversão	 de	 férias	 em	 abono</p><p>pecuniário	compõem	a	base	de	cálculo	do	Imposto	de	Renda.	Por	força	do</p><p>§	4o	do	art.	19	da	Lei	no	 10.522,	de	19	de	 julho	de	2002,	 a	Secretaria	da</p><p>Receita	 Federal	 do	 Brasil	 não	 constituirá	 os	 créditos	 tributários	 relativos</p><p>aos	pagamentos	efetuados	por	ocasião	da	rescisão	do	contrato	de	trabalho,</p><p>aposentadoria,	 ou	 exoneração,	 sob	 as	 rubricas	 de	 férias	 não	 gozadas	 –</p><p>integrais,	proporcionais	ou	em	dobro	–	convertidas	em	pecúnia,	de	abonos</p><p>pecuniários,	e	de	adicional	de	um	terço	constitucional	quando	agregado	a</p><p>pagamento	de	férias,	observados	os	termos	dos	atos	declaratórios	editados</p><p>pelo	Procurador-Geral	da	Fazenda	Nacional	em	relação	a	essas	matérias.	A</p><p>edição	de	ato	declaratório	pelo	Procurador-Geral	da	Fazenda	Nacional,	nos</p><p>termos	do	 inciso	 II	 do	 art.	 19	 da	Lei	 no	 10.522,	 de	 19	 de	 julho	 de	 2002,</p><p>desobriga	 a	 fonte	 pagadora	 de	 reter	 o	 tributo	 devido	 pelo	 contribuinte</p><p>relativamente	às	matérias	tratadas	nesse	ato	declaratório.</p><p>DISPOSITIVOS	LEGAIS:	Art.	19,	 II,	 e	§	4o,	 da	Lei	no	10.522,	de	19	de</p><p>julho</p><p>de	2002;	arts.	43,	II,	e	625	do	Decreto	no	3.000,	de	26	de	março	de</p><p>1999;	Atos	Declaratórios	Interpretativos	SRF	no	5,	de	27	de	abril	de	2005	e</p><p>no	 14,	 de	 1o	 de	 dezembro	 de	 2005;	 Atos	 Declaratórios	 PGFN	 nos	 4	 e	 8,</p><p>ambos	de	12	de	agosto	de	2002,	no	1,	de	18	de	fevereiro	de	2005,	nos	5	e	6,</p><p>ambos	de	16	de	novembro	de	2006,	no	6,	de	1o	de	dezembro	de	2008,	e	no</p><p>14,	de	2	de	dezembro	de	2008;	e	Parecer	PGFN/PGA	no	2.683/2008,	de	28</p><p>de	novembro	de	2008.</p><p>OTHONIEL	LUCAS	DE	SOUSA	JÚNIOR</p><p>Coordenador-Geral</p><p>LEI	No	10.522,	DE	19	DE	JULHO	DE	2002</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>Art.	 19.	Fica	 a	Procuradoria-Geral	 da	Fazenda	Nacional	 autorizada	 a	não</p><p>contestar,	a	não	interpor	recurso	ou	a	desistir	do	que	tenha	sido	interposto,</p><p>desde	 que	 inexista	 outro	 fundamento	 relevante,	 na	 hipótese	 de	 a	 decisão</p><p>versar	sobre:	(Redação	dada	pela	Lei	no	11.033,	de	21-12-2004)</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>II	 –	 matérias	 que,	 em	 virtude	 de	 jurisprudência	 pacífica	 do	 Supremo</p><p>Tribunal	Federal,	ou	do	Superior	Tribunal	de	Justiça,	 sejam	objeto	de	ato</p><p>declaratório	 do	 Procurador-Geral	 da	 Fazenda	 Nacional,	 aprovado	 pelo</p><p>Ministro	de	Estado	da	Fazenda.</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>§	4o	A	Secretaria	da	Receita	Federal	não	constituirá	os	créditos	tributários</p><p>relativos	à	matérias	de	que	trata	o	inciso	II	do	caput	deste	artigo.	(Redação</p><p>dada	pela	Lei	no	11.033,	de	21-12-2004)</p><p>SECRETARIA	DA	RECEITA	FEDERAL	DO</p><p>BRASIL5</p><p>15</p><p>ATO	DECLARATÓRIO	INTERPRETATIVO	No	28,	DE	16	DE</p><p>JANEIRO	DE	2009</p><p>Dispõe	sobre	o	preenchimento	da	Declaração	do	Imposto</p><p>de	Renda	Retido	na	Fonte	(Dirf)	e	do	Comprovante	Anual</p><p>de	 Rendimentos	 Pagos	 ou	 Creditados	 e	 de	 Retenção	 de</p><p>Imposto	 de	Renda	na	Fonte	 relativos	 ao	 ano-calendário</p><p>de	2008,	na	situação	que	especifica.</p><p>O	SECRETÁRIO	DA	RECEITA	FEDERAL	DO	BRASIL	SUBSTITUTO,</p><p>no	uso	da	atribuição	que	lhe	confere	o	inciso	III	do	art.	224	do	Regimento</p><p>Interno	da	Secretaria	Federal	do	Brasil,	aprovado	pela	Portaria	MF	no	95,</p><p>de	 30	 de	 abril	 de	 2007,	 e	 tendo	 em	vista	 o	 disposto	 no	Ato	Declaratório</p><p>PGFN	no	 6,	 de	 16	 de	 novembro	 de	 2006,	 e	 o	 que	 consta	 do	 Processo	 no</p><p>10168.000077/2009-77,	 declara:	 Artigo	 único.	 No	 preenchimento	 da</p><p>Declaração	do	Imposto	de	Renda	Retido	na	Fonte	(Dirf)	e	do	Comprovante</p><p>Anual	de	Rendimentos	Pagos	ou	Creditados	e	de	Retenção	de	Imposto	de</p><p>Renda	 na	 Fonte	 relativos	 ao	 ano-calendário	 de	 2008,	 os	 valores	 pagos	 a</p><p>título	de	abono	pecuniário	de	férias	de	que	trata	o	art.	143	da	Consolidação</p><p>das	Leis	 do	Trabalho	 (CLT),	 aprovada	pelo	Decreto-lei	 no5.452,	 de	1o	de</p><p>maio	de	1943,	deverão	ser	informados	na	subficha	“Rendimentos	Isentos”,</p><p>e	o	Imposto	Retido	na	Fonte	(IRF),	relativo	a	esse	abono	pecuniário,	deverá</p><p>ser	 informado	 na	 subficha	 “Rendimentos	 Tributáveis”	 juntamente	 com	 o</p><p>IRF	relativo	aos	demais	rendimentos	pagos	no	mesmo	período.</p><p>OTACÍLIO	DANTAS	CARTAXO</p><p>Modalidades	de	cálculos	de	folha	de	pagamentos</p><p>FOLHA	DE	PAGAMENTO	DE	1o/IX/2017	A	30/IX/2017</p><p>TABELA	DO	INSS</p><p>CONTRIBUIÇÃO	 DOS	 SEGURADOS	 EMPREGADO,	 EMPREGADO</p><p>DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO/2017</p><p>15.1</p><p>Conforme	 Portaria	 do	 MEF	 no	 8,	 de	 13-1-2017	 –	DOU	 de	 16-1-2017,	 a</p><p>tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>Salário	de	contribuição	(R$) Alíquota	ao	INSS</p><p>(%)</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765,66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>Parcela	a	deduzir</p><p>Até 1.903,98 Isento –</p><p>De 1.903,99	a	2.826,65 7,5% 142,80</p><p>De 2.826,66	até	3.751,05 15% 354,80</p><p>De 3.751,06	até	4.664,68 22,5% 636,13</p><p>Acima	de 4.664,68 27,5% 869,36</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um	a	partir	de	abril/2015	a	2017</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>SALÁRIO-FAMÍLIA	(Remuneração	mensal)</p><p>Até 859,88 – R$	44,09</p><p>+	de	859,88	até	1.292,43 – R$	31,07</p><p>Mensalista	com	horas	extras</p><p>1o	–	Maurício	Antônio	Silva</p><p>Salário	R$	3.300,00	por	mês.</p><p>Fez	uma	hora	extra	por	dia	durante	todo	o	mês.</p><p>Tem	dois	dependentes,	sendo:	esposa	e	um	filho	menor	de	14	anos.</p><p>Teve	R$	1.320,00	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Não	teve	faltas	durante	o	mês.</p><p>Adicional	de	hora	extra:	50%</p><p>Proventos</p><p>Salário R$ 3.300,00</p><p>25	horas	extras	a	R$	22,50	cada	uma R$ 562,50</p><p>5	horas	extras	de	RSR	a	R$	22,50	cada	uma R$ 112,50</p><p>Salário-família:	remuneração	mensal	acima	do	valor	previsto	não	tem</p><p>direito</p><p>R$ –</p><p>Total	de	proventos R$ 3.975,00</p><p>Descontos</p><p>INSS:	11%	sobre	3.975,00 R$ 437,25</p><p>IRF:	3.300,00	de	salário	+	675,00/hora	extra	e	RSR	=	3.975,00	–	379,18	(dois	dependentes)	–	437,25</p><p>(INSS)	=	3.158,57.</p><p>Base	de	cálculo:</p><p>3.158,57	×	15%	=	473,79	–	354,80	(parcela	a	deduzir),	tabela	de</p><p>2015/2017</p><p>R$ 118,99</p><p>Adiantamento	por	conta	do	salário R$ 1.320,00</p><p>Total	de	descontos R$ 1.876,24</p><p>Total	de	proventos:	R$	3.975,00	–	R$	1.876,24	descontos	= R$ 2.098,76</p><p>Líquido	a	receber R$ 2.098,76</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	3.300,00	(salário)	+	R$	675,00	(hora	extra)	=	R$</p><p>3.975,00	×	8%	=</p><p>R$ 318,00</p><p>15.2 Mensalista	com	desconto	da	contribuição	sindical</p><p>2o	–	Leandro	Gomes</p><p>Salário:	R$	4.050,00	por	mês.</p><p>Foi	 admitido	 no	 dia	 1o-8-2017,	 e	 não	 teve	 registro	 em	 sua	 carteira	 de</p><p>trabalho	de	janeiro	a	julho/2017.</p><p>Tem	três	dependentes,	sendo:	esposa	e	dois	filhos	menores	de	14	anos.</p><p>Teve	R$	1.620,00	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Não	teve	faltas	durante	o	mês.</p><p>Proventos</p><p>Salário R$ 4.050,00</p><p>Salário-família:	remuneração	mensal	acima	do	valor	previsto.</p><p>Não	tem	direito R$ –</p><p>Total	de	proventos R$ 4.050,00</p><p>Descontos</p><p>INSS:	11%	sobre	4.050,00 R$ 445,50</p><p>Contribuição	Sindical:	1/30	de	R$	4.050,00 R$ 135,00</p><p>IRF:	4.050,00	(salário)	–	568,77	(3	dep.)	–	445,50	(INSS)	=	3.035,73.</p><p>Base	de	cálculo	3.035,73	×	15%	=	455,36	–	354,80	(parcela	a	deduzir),</p><p>tabela	de	2015</p><p>R$ 100,56</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 1.620,00</p><p>Total	de	descontos R$ 2.301,06</p><p>Total	de	proventos:	R$	4.050,00	–	R$	2.301,06	desc.	= R$ 1.748,94</p><p>Líquido	a	receber R$ 1.748,94</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	4.050,00	(salário)	×	8%	= R$ 324,00</p><p>15.3 Mensalista	admitida	no	decorrer	do	mês</p><p>3o	–	Karin	Aguiar</p><p>Salário:	R$	1.292,40	por	mês.</p><p>Foi	admitida	em	12-IX-2017,	tem	dois	filhos	menores	de	14	anos.</p><p>Não	teve	adiantamento	de	salário.</p><p>Não	teve	faltas.</p><p>Proventos</p><p>Salário	19	dias,	de	12	a	30-IX-2017	a	43,08	= R$ 818,52</p><p>Salário-família:	duas	cotas	proporcionais	19	dias	a	1,0357	=	R$	19,68	×	2</p><p>cotas	(valor	de	janeiro/17)</p><p>R$ 39,36</p><p>Total	de	proventos R$ 857,88</p><p>Descontos</p><p>INSS:	8%	sobre	818,52 R$ 65,48</p><p>IRF	(isento) 	 –</p><p>Total	de	descontos R$ 65,48</p><p>Total	de	proventos:	R$	857,88	–	R$	65,48	descontos	= R$ 792,40</p><p>Líquido	a	receber R$ 792,40</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	818,52	×	8%	= R$ 65,48</p><p>15.4 Mensalista	com	falta	não	abonada</p><p>4o	–	Márcia	Regina</p><p>Salário:	R$	2.700,00	por	mês.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>Teve	R$	1.080,00	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Falta	não	abonada	dia	18-IX-2017,	descontar	o	RSR.</p><p>Proventos</p><p>Salário R$ 2.700,00</p><p>Total	de	proventos R$ 2.700,00</p><p>Descontos</p><p>INSS:	9%	sobre	2.520,00	(sobre	28	dias) R$ 226,80</p><p>1	falta	+	1	RSR	=	2/30	de	R$	2.700,00	= R$ 180,00</p><p>IRF:	2.700,00	(salário)	–	180,00	(falta	+	RSR)	–	226,80	(INSS)	=	2.293,20.</p><p>Base	de	cálculo:	2.293,20	×	7,5%	=	171,99	–	142,80	(parcela	a	deduzir),</p><p>tabela	de	2015	=</p><p>R$ 29,19</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 1.080,00</p><p>Total	de	descontos R$ 1.515,99</p><p>Total	de	proventos:	R$	2.700,00	–	R$	1.515,99	descontos	= R$ 1.184,01</p><p>Líquido	a	receber R$ 1.184,01</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	2.700,00	–	R$	180,00	(faltas)	=	R$	2.520,00	×	8%	= R$ 201,60</p><p>15.5 Comissionado	+	fixo</p><p>5o	–	Mário	Rossi</p><p>Salário:</p><p>R$	1.170,00	por	mês.</p><p>No	mês	 IX	 de	 2017,	 vendeu	 R$	 117.000,00,	 com	 uma	 comissão	 de	 4%</p><p>sobre	o	valor	das	vendas.</p><p>Tem	quatro	dependentes,	sendo:	esposa	e	três	filhos	menores	de	14	anos.</p><p>Teve	R$	975,00	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Não	teve	faltas	durante	o	mês.</p><p>No	mês	IX	de	2017,	teve	4	domingos	e	1	feriado.</p><p>Proventos</p><p>Salário R$ 1.170,00</p><p>Comissão:	R$	117.000,00	×	4% R$ 4.680,00</p><p>RSR	da	Comissão:	30	dias	–	5	(domingos	e	feriado)	=	25	R$	4.680,00/25</p><p>dias	=	R$	187,20	×	5	(vide	obs.)</p><p>R$ 936,00</p><p>Salário-família:	remuneração	mensal	acima	do	valor	previsto.</p><p>Não</p><p>tem	direito R$ –</p><p>Total	de	proventos R$ 6.786,00</p><p>Descontos</p><p>INSS:	11%	sobre	5.531,31	(limite	máximo	de	janeiro/2017) R$ 608,44</p><p>IRF:	1.170,00	salário	+	4.680,00	(comissão)	+	936,00	RSR	=	6.786,00	–</p><p>608,44	(INSS)	–	758,36	quatro	dep.	=	5.419,20.	Base	de	cálculo	=</p><p>5.419,20	×	27,5%	=	1.490,28	–	869,36	(parcela	a	deduzir),	tabela	de</p><p>2015	=</p><p>R$ 620,92</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 975,00</p><p>Total	de	descontos R$ 2.204,36</p><p>Total	de	proventos:	R$	6.786,00	–	R$	2.204,36	descontos	= R$ 4.581,64</p><p>Líquido	a	receber R$ 4.581,64</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	6.786,00	×	8%	= R$ 542,88</p><p>Súmula	no	27	do	TST</p><p>É	 devida	 a	 remuneração	 do	 repouso	 semanal	 e	 dos	 feriados	 ao</p><p>empregado	comissionista,	 ainda	que	pracista.	Embora	exista	a	Súmula</p><p>201	do	STF,	o	RSR	foi	acordado	na	convenção	coletiva	de	trabalho.</p><p>Obs.:	 O	 repouso	 semanal	 remunerado	 pode	 ser	 calculado	 em	 percentual.</p><p>Considerando	 30	 dias	 no	mês,	 sendo	 25	 dias	 úteis	 e	 5	 RSR	 (domingos	 e	 feriado),</p><p>temos:</p><p>15.6</p><p>5	(domingos	e	feriado)/25%	=	20;	considerar	20%	para	o	RSR.</p><p>R$	4.680,00	(comissão)	×	20%	=	936,00</p><p>RSR	=	R$	936,00</p><p>Horista	com	falta	e	adicional	de	periculosidade</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>6o	–	Jair	Soares</p><p>Salário:	R$	5,58	por	hora.</p><p>Recebe	adicional	de	periculosidade.</p><p>Tem	seis	dependentes,	sendo:	esposa	e	cinco	filhos	menores	de	14	anos.</p><p>Teve	R$	491,04	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Falta	não	abonada	dia	13-IX-2016,	descontar	o	RSR.</p><p>Proventos</p><p>Salário:	25	dias	a	7,3333	por	dia	=	183,3333	=	183h20min	(vide	obs.)</p><p>183,3333	×	5,58</p><p>R$ 1.023,00</p><p>RSR:	5	dias	a	7,3333	=	36,6666	(vide	obs.)	×	5,58 R$ 204,60</p><p>Adicional	de	periculosidade:	30%	s/	R$	1.145,76	(salário	+	RSR	–	faltas) R$ 343,73</p><p>Salário-família:	cinco	cotas,	acima	do	valor	previsto.</p><p>Não	tem	direito R$ 00,00</p><p>Total	de	proventos R$ 1.571,33</p><p>Descontos</p><p>1	falta	+	RSR	=	14h40min</p><p>14,666	×	5,58 R$ 81,84</p><p>INSS:	8%	s/	1.489,49 R$ 119,16</p><p>IRF:	remuneração	=	R$	1.023,00	+	R$	204,60	+	R$	343,73	–	R$	1.137,54</p><p>–	(6	dep.	a	189,59	cada)	–	119,16</p><p>(INSS)=	314,53	(Isento) 	 00,00</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 491,04</p><p>Total	de	descontos R$ 692,04</p><p>Total	de	proventos:	R$	1.571,33	–	R$	692,04	descontos	= R$ 879,29</p><p>Líquido	a	receber: R$ 879,29</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	1.489,49	(remuneração	–	faltas)	×	8%	= R$ 119,16</p><p>Obs.:	A	máquina	de	calcular	está	regulada	para	100	e	não	para	60.	Então	veremos:</p><p>60/20	=	3;</p><p>100/3	=	33,333.</p><p>60/40	=	1,5;</p><p>100/1,5	=	66,666.</p><p>Assim	sendo,	temos:</p><p>onde	for	7h20min	=	7,33</p><p>onde	for	14h40min	=	14,66</p><p>onde	for	7h30min	=	7,5</p><p>e	assim	sucessivamente.</p><p>15.7</p><p>24	dias	×	7,3333	=	176h</p><p>6	RSR	×	7,3333	=	44h</p><p>Horista	com	adicional	de	insalubridade	e	falta	não</p><p>abonada</p><p>7o	–	Márcio	Teixeira</p><p>A	 empresa	 tem	 adotado	 para	 cálculo	 do	 adicional	 de	 insalubridade	 o</p><p>vencimento	 ou	 salário-base,	 ou	 seja,	 R$	 6,75	 x	 220h	 =	 R$	 1.485,00	 por</p><p>mês.</p><p>Insalubridade	máxima.</p><p>Tem	um	dependente	(esposa).</p><p>Teve	R$	594,00	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Falta	não	abonada	em	22-IX-2017,	descontar-lhe	o	RSR.</p><p>Proventos</p><p>Salário:	25	dias	a	7,3333	por	dia	=	183h20min	=	183,3333	×	6,75 R$ 1.237,50</p><p>RSR:	5	dias	a	7,3333	=	36h40min	=	36,6666	×	6,75 R$ 247,50</p><p>Adicional	de	insalubridade:	440%	s/1.485,00	=	594,00/30x28	dias	(30	dias</p><p>–	1	falta	e	1	RSR)</p><p>R$ 554,40</p><p>Total	de	proventos R$ 2.039,40</p><p>Descontos</p><p>INSS:9%	sobre	1.940,40 R$ 174,64</p><p>IRF:	1.940,40	(remuneração)	–	174,64	INSS	–	189,59	um	dependente	=</p><p>1.576,17	base	de	cálculo	(isento)</p><p>R$ 00,00</p><p>1	falta	não	abonada	7h20min	=	7,3333	×	6,75 R$ 49,50</p><p>1	RSR	não	abonado	7h20min	=	7,3333	×	6,75 R$ 49,50</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 594,00</p><p>Total	de	descontos R$ 867,64</p><p>Total	de	proventos:	R$	2.039,40	–	R$	867,64	descontos	= R$ 1.171,76</p><p>Líquido	a	receber: R$ 1.171,76</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	1.940,40	×	8%	= R$ 155,23</p><p>Comentário	do	autor:	ver	Lei	no	11.350,	de	5-10-2006,	art.	9o-A,	§	3o	e	incisos	I</p><p>e	II,	incluído	pela	Lei	no	13.342/2016,	publicada	no	DOU	de	11-1-2017,	que	evocou</p><p>no	inciso	I	do	§	3o	do	art.	9o-A	o	art.	192	da	CLT,	determinando	que,	para	essa	Lei</p><p>específica,	 seja	 calculado	 o	 adicional	 de	 insalubridade,	 sobre	 o	 vencimento	 ou</p><p>salário-base.</p><p>Vejamos	a	seguir	como	preceitua:</p><p>LEI	No	11.350,	DE	5	DE	OUTUBRO	DE	2006</p><p>Regulamenta	o	§	5o	do	art.	 198	 da	Constituição,	 dispõe</p><p>sobre	 o	 aproveitamento	 de	 pessoal	 amparado	 pelo</p><p>parágrafo	único	do	art.	2o	da	Emenda	Constitucional	no</p><p>51	de	14	de	fevereiro	de	2006,	e	dá	outras	providências.</p><p>Faço	 saber	 que	 o	 PRESIDENTE	 DA	 REPÚBLICA	 adotou	 a	 Medida</p><p>Provisória	no	297,	de	2006,	que	o	Congresso	Nacional	aprovou,	e	eu,	Renan</p><p>Calheiros,	Presidente	da	Mesa	do	Congresso	Nacional,	para	os	efeitos	do</p><p>disposto	 no	 art.	 62	 da	 Constituição	 Federal,	 com	 a	 redação	 dada	 pela</p><p>Emenda	Constitucional	no	32,	combinado	com	o	art.	12	da	Resolução	no	1,</p><p>de	2002-CN,	promulgo	a	seguinte	Lei:</p><p>Art.	1o..........................................................................................................</p><p>[...]</p><p>Art.	9o-A.	O	piso	salarial	profissional	nacional	é	o	valor	abaixo	do	qual	a</p><p>União,	os	Estados,	o	Distrito	Federal	e	os	Municípios	não	poderão	fixar	o</p><p>vencimento	 inicial	 das	 Carreiras	 de	 Agente	 Comunitário	 de	 Saúde	 e	 de</p><p>Agente	 de	 Combate	 às	 Endemias	 para	 a	 jornada	 de	 40	 (quarenta)	 horas</p><p>semanais.	(Incluído	pela	Lei	no	12.994,	de	2014)</p><p>§	 1o	 O	 piso	 salarial	 profissional	 nacional	 dos	 Agentes	 Comunitários	 de</p><p>Saúde	 e	 dos	Agentes	 de	 Combate	 às	 Endemias	 é	 fixado	 no	 valor	 de	 R$</p><p>1.014,00	 (mil	 e	 quatorze	 reais)	mensais.	 (Incluído	pela	Lei	 no	 12.994,	 de</p><p>2014)</p><p>§	2o	A	jornada	de	trabalho	de	40	(quarenta)	horas	exigida	para	garantia	do</p><p>piso	salarial	previsto	nesta	Lei	deverá	ser	integralmente	dedicada	a	ações	e</p><p>serviços	 de	 promoção	 da	 saúde,	 vigilância	 epidemiológica	 e	 combate	 a</p><p>endemias	 em	 prol	 das	 famílias	 e	 comunidades	 assistidas,	 dentro	 dos</p><p>respectivos	 territórios	 de	 atuação,	 segundo	 as	 atribuições	 previstas	 nesta</p><p>Lei.	(Incluído	pela	Lei	no	12.994,	de	2014)</p><p>§	3o	O	exercício	de	trabalho	de	forma	habitual	e	permanente	em	condições</p><p>insalubres,	 acima	 dos	 limites	 de	 tolerância	 estabelecidos	 pelo	 órgão</p><p>competente	do	Poder	Executivo	federal,	assegura	aos	agentes	de	que	trata</p><p>esta	Lei	a	percepção	de	adicional	de	 insalubridade,	calculado	sobre	o	 seu</p><p>vencimento	ou	salário-base:	(Incluído	pela	Lei	no	13.342,	de	2016	–	DOU</p><p>de	11-1-2017)</p><p>I	 –	 nos	 termos	 do	 disposto	 no	 art.	 192	 da	 Consolidação	 das	 Leis	 do</p><p>Trabalho	 (CLT),	 aprovada	 pelo	 Decreto-Lei	 no5.452,	 de	 1o	 de	 maio	 de</p><p>1943,	quando	 submetidos	a	 esse	 regime;	 (Incluído	pela	Lei	no	13.342,	de</p><p>2016	–	DOU	de	11-1-2017)</p><p>II	–	nos	termos	da	legislação	específica,	quando	submetidos	a	vínculos	de</p><p>outra	natureza.	(Incluído	pela	Lei	no	13.342,	de	2016	–	DOU	de	11-1-2017)</p><p>Art.	9o-B.	(VETADO).	(Incluído	pela	Lei	no	12.994,	de	2014)</p><p>[...]</p><p>Súmula	no	228	do	TST</p><p>ADICIONAL	 DE	 INSALUBRIDADE.	 Base	 de	 cálculo	 (redação</p><p>alterada	na	sessão	do	Tribunal	Pleno	em	26-6-2008)	–	(Res.	148/2008,</p><p>DJ	4	e	7-7-2008	–	Republicada	DJ	8,	9	e	10-7-2008.	SÚMULA	CUJA</p><p>EFICÁCIA	 ESTÁ	 SUSPENSA	 POR	 DECISÃO	 LIMINAR	 DO</p><p>SUPREMO	TRIBUNAL	FEDERAL	–	Res.	185/2012,	DEJT	divulgado</p><p>em	25,	26	e	27-9-2012).</p><p>“A	 partir	 de	 9	 de	 maio	 de	 2008,	 data	 da	 publicação	 da	 Súmula</p><p>Vinculante	 no	 4	 do	 Supremo	 Tribunal	 Federal,	 o	 adicional	 de</p><p>insalubridade	será	calculado	sobre	o	salário	básico,	salvo	critério	mais</p><p>vantajoso	fixado	em	instrumento	coletivo.”</p><p>O	presidente	do	Supremo	Tribunal	Federal,	ministro	Gilmar	Mendes,	suspendeu	a</p><p>parte	do	dispositivo	que	permite	a	utilização	do	salário	base	no	cálculo	do	adicional,</p><p>“a	 nova	 redação	 estabelecida	 para	 Súmula	 228/TST	 revela	 aplicação	 indevida	 da</p><p>Súmula	 Vinculante	 4,	 porquanto	 permite	 a	 substituição	 do	 salário	 mínimo	 pelo</p><p>salário	básico	no	cálculo	do	adicional	de	insalubridade	sem	base	normativa”.</p><p>A	 liminar	 concedida	 no	 dia	 15	 de	 julho,	 em	 atendimento	 à	 Reclamação</p><p>Constitucional	no	6.266,	apresentada	ao	STF	pela	Confederação	Nacional	da	Indústria.</p><p>A	CNI	sustenta,	entre	outras</p><p>sem	justa	causa	com	aviso-prévio	cumprido	(comissão	+</p><p>fixo)</p><p>Dispensa	sem	justa	causa	com	aviso-prévio	cumprido</p><p>Dispensa	sem	justa	causa	com	adicional	de	insalubridade	e	aviso-</p><p>prévio	cumprido	(férias	em	dobro)</p><p>Rescisão	antecipada	do	contrato	de	experiência	pelo	empregador</p><p>(nos	termos	do	art.	479	da	CLT)</p><p>Rescisão	antecipada	do	contrato	de	experiência	pelo</p><p>empregado	(nos	termos	do	art.	480	da	CLT)</p><p>Rescisão	por	término	do	contrato	de	experiência</p><p>Dispensa	sem	justa	causa	com	aviso-prévio	cumprido	(desligamento</p><p>antes	de	30	dias	da	data-base)</p><p>Dispensa	sem	justa	causa	com	aviso-prévio	cumprido	(período	de</p><p>mais	de	seis	meses	em	auxílio-doença)</p><p>Dispensa	sem	justa	causa	com	um	período	de	não	optante</p><p>Dispensa	sem	justa	causa,	com	adicional	noturno	e	aviso-prévio</p><p>cumprido	–	horista</p><p>Dispensa	sem	justa	causa,	com	aviso-prévio	indenizado	e</p><p>recebimento	de	adicional	de	periculosidade	–	horista</p><p>Dispensa	sem	justa	causa	com	média	de	horas	extras	–	horista</p><p>Morte	do	empregado	antes	de	completar	um	ano	de	serviço</p><p>Morte	do	empregado	com	mais	de	um	ano	de	serviço</p><p>Lei	sobre	pagamento	aos	dependentes	do	de	cujus</p><p>Culpa	recíproca</p><p>Culpa	recíproca	antes	de	completar	um	ano	de	serviço</p><p>Culpa	recíproca	com	mais	de	um	ano	de	serviço</p><p>Rescisão	por	dispensa	com	justa	causa</p><p>Rescisão	por	dispensa	com	justa	causa	antes	de	completar	um	ano</p><p>de	serviço</p><p>Rescisão	por	dispensa	com	justa	causa	com	mais	de	um	ano	de</p><p>8.3</p><p>9</p><p>9.1</p><p>9.2</p><p>10</p><p>11</p><p>5</p><p>1</p><p>2</p><p>2.1</p><p>3</p><p>4</p><p>4.1</p><p>4.2</p><p>4.3</p><p>4.4</p><p>4.5</p><p>4.6</p><p>4.7</p><p>4.8</p><p>4.9</p><p>4.10</p><p>4.11</p><p>4.11.1</p><p>4.12</p><p>4.13</p><p>6</p><p>1</p><p>2</p><p>serviço</p><p>Transação	do	tempo	anterior	à	Constituição</p><p>Manual	do	empregador	do	FGTS</p><p>Recolhimento	ao	FGTS	e	informações	à	Previdência	Social</p><p>Recolhimento	do	FGTS	pelo	empregador	doméstico	–	obrigatório</p><p>Código	de	saque	–	movimentação	da	conta	vinculada</p><p>Fiscalização	do	FGTS	e	Contribuições	Sociais</p><p>13o	Salário	–	Gratificação	Natalina</p><p>Esclarecimentos</p><p>Primeira	parcela</p><p>Recibos	da	1a	parcela	do	13o	salário	–	gratificação	natalina</p><p>Segunda	parcela</p><p>O	que	integra	o	13o	salário</p><p>Auxílio-doença	previdenciário</p><p>Auxílio-doença	por	acidente	de	trabalho</p><p>Serviço	militar</p><p>Adicional	noturno</p><p>Adicional	de	insalubridade	e	periculosidade</p><p>Hora	extra	e	gratificação	periódica</p><p>Salário	de	benefício	e	remuneração	do	13o	salário</p><p>Desconto	do	INSS	do	empregado	no	pagamento	final</p><p>Recolhimento	do	INSS	sobre	o	13o	salário</p><p>Salário	variável</p><p>Salário-maternidade	–	mãe	adotiva	ou	guarda	judicial	(pagamento</p><p>pela	empresa	e	pelo	INSS)</p><p>Reembolso	do	13o	salário	correspondente	ao	período	de</p><p>licença-maternidade</p><p>Imposto	de	Renda</p><p>Recibos	da	2a	parcela	do	13o	salário	–	Gratificação	Natalina</p><p>Contribuição	Sindical	dos	Empregados	e	Empregadores</p><p>Contribuição	sindical	para	os	empregados</p><p>Contribuição	assistencial	e/ou	confederativa	para	associação	sindical	ou</p><p>profissional</p><p>3</p><p>7</p><p>8</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>3.1</p><p>3.2</p><p>3.3</p><p>4</p><p>5</p><p>5.1</p><p>5.2</p><p>5.3</p><p>5.4</p><p>5.5</p><p>5.6</p><p>5.7</p><p>5.8</p><p>Contribuição	sindical	da	empresa	para	o	sindicato	patronal</p><p>FGTS:	Alteração	de	Multa	Rescisória	de	40%	para	50%	e	Contribuição	de</p><p>8%	para	8,5%,	durante	60	Meses</p><p>eSocial	–	Sistema	de	Escrituração	Fiscal	Digital	das	Obrigações	Fiscais,</p><p>Previdenciárias	e	Trabalhistas</p><p>Introdução</p><p>Significado	das	siglas</p><p>Manual	de	orientação	do	eSocial	–	Versão	2.1</p><p>Leiautes	do	eSocial	–	Sumário</p><p>Regras	de	Validação	–	Anexo	II	–	Versão	2.1</p><p>Tabelas	do	eSocial	–	Sumário	na	íntegra</p><p>Perguntas	e	Respostas	do	eSocial	Versão	2.0</p><p>Embasamento	legal</p><p>Constituição	Federal</p><p>Lei	Ordinária</p><p>Decreto	no	6.022,	de	22-1-2007	–	DOU	dia	22-1-2007	–	Edição</p><p>extra</p><p>Ato	Declaratório	Executivo	SUFIS	no	05,	de	17-7-2013</p><p>Portaria	no	79,	de	28	de	janeiro	de	2015</p><p>Decreto	no	8.373,	de	11	de	dezembro	de	2014	–	DOU	de	12-12-</p><p>2014</p><p>Resolução	no	1,	de	20	de	fevereiro	de	2015</p><p>Caixa	Econômica	Federal	–	Circular	no	761,	de	12/04/2017–DOU</p><p>de	17-4-2017</p><p>Bibliografia</p><p>I</p><p>Introdução</p><p>Os	 antigos	 utilizavam	 pequenas	 pedras	 (calculus)	 nas	 operações	 aritméticas</p><p>elementares.	A	palavra	perdeu	o	significado	antigo	e	passou	a	 significar	as	próprias</p><p>operações	aritméticas.	Modernamente,	os	que	trabalham	em	escritórios	de	pequenas,</p><p>médias	e	grandes	empresas	às	vezes	aborrecem-se	com	um	sem-número	de	cálculos</p><p>que	 devem	 realizar	 para	 preencher	 formulários	 da	 área	 trabalhista.	 A	 legislação	 na</p><p>área	é	farta	e	é	alterada	continuamente,	e	apenas	os	que	militam	cotidianamente	com</p><p>tais	papéis	e	transformam	sua	vida	em	pesquisas	intermináveis	podem	dar	conta	dos</p><p>segredos	 de	 que	 se	 reveste	 esta	 parte	 essencial	 de	 um	 Departamento	 de	 Recursos</p><p>Humanos.</p><p>No	Brasil,	a	 legislação	 trabalhista	 tem	características	singulares,	 talvez	em	parte</p><p>devido	 ao	meio,	 à	 cultura	 burocrática,	 herdada	 de	 Pero	 Vaz	 de	 Caminha,	 com	 sua</p><p>famosa	carta,	e	em	parte	devido	a	 leis	elaboradas	apressadamente,	que	muitas	vezes</p><p>são	 insuficientes	para	dar	 conta	da	 realidade	do	mundo	do	 trabalho.	Algumas	delas</p><p>são	 bem-feitas,	 mas	 trazem	 uma	 complexidade	 de	 tal	 monta	 que	 só	 os	 iniciados</p><p>podem,	 com	 competência,	 entendê-las	 e	 praticá-las.	Assim,	 podemos	 dizer	 que	 são</p><p>três,	 pelo	 menos,	 as	 características	 relevantes	 nesse	 meio:	 o	 excesso	 de	 leis,	 a</p><p>incompletude	delas	e	a	complexidade	de	papéis	e	cálculos	que	elas	geram.</p><p>Este	 livro	 visa,	 sobretudo,	 explicitar	 algumas	 normas	 das	 relações	 trabalhistas,</p><p>como	folha	de	pagamento,	vales-transportes,	férias,	rescisão	do	contrato	de	trabalho,</p><p>décimo	terceiro	salário	(gratificação	natalina),	contribuição	sindical	de	empregados	e</p><p>empregadores.	Para	explicitar	 leis,	decretos,	súmulas,	utilizamos	exercícios	práticos.</p><p>Quando	 o	 comentário	 se	 faz	 necessário,	 como	 no	 caso	 do	 abono	 pecuniário,</p><p>abandonamos	 a	 neutralidade	 e	 expusemos	 nossos	 pontos	 de	 vista,	 com	 base	 em</p><p>argumentos	 sólidos.	Este	 talvez	 seja	 um	dos	 pontos	mais	 altos	 deste	 livro:	 todas	 as</p><p>afirmações	e	indicações	de	procedimentos	vêm	embasadas	pela	legislação	pertinente.</p><p>O	 livro	 é	 constituído	 de	 uma	 reunião	 dos	 instrumentos	 legislativos	 atuais	 que</p><p>possibilitam	a	prática	trabalhista	segura.	Entendemos	que	o	caminho	mais	breve	para</p><p>uma	 empresa	 evitar	 insucessos	 e	 frustrações	 futuras,	 com	 ações	 que	 terminam	 em</p><p>multas	penosas,	é	seguir	o	que	estabeleceu	o	legislador	democraticamente	constituído.</p><p>Uma	 sociedade	 se	 faz	 com	 homens	 probos	 escolhidos	 para	 nos	 representar	 no</p><p>Congresso	Nacional.	As	 leis	que	dos	deputados	e	 senadores	advêm	são	 legítimas	e,</p><p>portanto,	merecedoras	 de	 respeito.	 Nossos	 tribunais	 de	 trabalho	 poderiam	 ater-se	 a</p><p>questões	 realmente	 litigiosas,	 oriundas	 de	 pontos	 falhos	 ou	 ambíguos	 da	 lei.	 No</p><p>entanto,	o	que	se	vê	com	frequência	são	ações,	embora	legítimas,	originadas	de	ações</p><p>de	 má-fé.	 Aqueles	 que	 procuram	 a	 correção	 e	 fogem	 dos	 truques	 desonestos	 que</p><p>lesam	empregadores	ou	empregados	encontrarão	neste	texto	um	conjunto	de	normas</p><p>que	poderão	tornar	seu	trabalho	mais	ameno	e	não	sujeito	a	ações	trabalhistas.</p><p>No	 Capítulo	 1,	 tratamos	 da	 folha	 de	 pagamentos,	 um	 dos	 formulários	 mais</p><p>comuns	 do	 mundo	 do	 trabalho.	 Elencamos	 uma	 série	 de	 itens	 que	 normalmente</p><p>costumam	oferecer	dificuldades	de	cálculo.	Assim	é	que	consideramos	em	primeiro</p><p>lugar	o	salário,	buscando	dirimir	dúvida	quanto	ao	número	de	horas	mensais.	Se,	antes</p><p>da	Constituição	de	1988,	tínhamos	240	horas,	agora	temos	apenas	e	tão	somente	220</p><p>horas.	 Evidentemente,	 trata-se	 de	 um	 número	 máximo;	 os	 números	 inferiores</p><p>dependerão	 de	 contratos	 específicos.	 No	 tópico	 em	 que	 tratamos	 de	 horas	 extras,</p><p>fizemos	 questão	 de	 transcrever	 a	 Instrução	 Normativa	 no	 1,	 de	 12-10-1988,	 para</p><p>esclarecer	 questões	 relativas	 à	 duração	 e	 condições	 do	 trabalho	 da	 mulher.	 Ainda</p><p>dentro	 de	 horas	 extras,	 apresentamos	 cálculo	 sobre	 a	 integração	 das	 horas</p><p>extraordinárias	 no	 repouso	 semanal	 e	 no	 feriado.	 Finalmente,	 por	 meio	 da	 citação</p><p>direta	 da	 Súmula	 no	 291,	 tratamos	 da	 supressão,	 pelo	 empregador,	 do	 serviço</p><p>suplementar	prestado	com	habitualidade.</p><p>Outros	 assuntos,	 como	 remuneração	 variável,	 adicional	 de	 insalubridade,</p><p>adicional	de	periculosidade,</p><p>alegações,	que	a	Súmula	228	estaria	em	desacordo	com	a</p><p>Súmula	 Vinculante	 no	 4	 do	 STF,	 que	 vedou	 a	 utilização	 do	 salário	 mínimo	 como</p><p>indexador	de	base	de	cálculo	de	vantagem	de	servidor	público	ou	de	empregado,	bem</p><p>como	proibiu	a	sua	substituição	por	decisão	judicial.</p><p>FUNDAMENTO	ADOTADO	PELA	SÉTIMA</p><p>TURMA	DO	TST</p><p>4	TST	–	Insalubridade:	Sétima	Turma	aplica	o	salário	mínimo	como	base</p><p>de	cálculo	27-5-2008.</p><p>A	 Súmula	 Vinculante	 no	 4	 do	 Supremo	 Tribunal	 Federal	 reconheceu	 a</p><p>inconstitucionalidade	da	utilização	do	salário	mínimo	como	base	de	cálculo</p><p>do	 adicional	 de	 insalubridade,	mas	 vedou	 a	 substituição	 desse	 parâmetro</p><p>por	decisão	 judicial.	Até	que	o	novo	 critério	 seja	 adotado,	 por	 lei	 ou	por</p><p>negociação	coletiva,	ele	continuará	a	ser	aplicado	quando	a	categoria	não</p><p>tiver	 piso	 salarial.	 Esse	 fundamento	 foi	 adotado	 pela	 Sétima	 Turma	 do</p><p>Tribunal	do	Trabalho	em	duas	decisões	sobre	a	matéria.</p><p>Diante	do	exposto,	entendemos	que	quando	existir	salário	profissional	será</p><p>sobre	 este	 calculado,	 ou,	 tendo	 piso	 salarial/salário	 normativo	 também</p><p>sobre	este	será	calculado.</p><p>Como	 o	 salário	 básico	 está	 suspenso	 pelo	 STF,	 a	 sétima	 turma	 do	 TST</p><p>aplica	 o	 salário	 mínimo	 quando	 não	 tem	 salário	 profissional,	 ou	 salário</p><p>normativo/piso	salarial.</p><p>Como	o	assunto	ficou	muito	controverso,	embora	seja	uma	 lei	específica,</p><p>sugerimos	 que	 o	 cálculo	 seja	 feito	 sobre	 o	 vencimento	 ou	 salário	 básico,</p><p>por	evocar	o	art.	192	da	CLT,	pela	Lei	no	11.350/2006,	no	seu	§	3o,	incisos	I</p><p>e	II	do	art.	9o-A,	com	redação	dada	no	DOU	de	11-1-2017.</p><p>15.8 Horista	com	hora	extra	noturna</p><p>8o	–	Carlos	Alberto	Rizzo</p><p>Horário	de	trabalho:	das	13h40min	às	17h	e	das	18h	às	22h;	faz	duas	horas</p><p>extraordinárias	 desde	 sua	 admissão	 das	 22h	 às	 23h45min	 (hora	 extra</p><p>noturna).</p><p>Salário:	R$	12,00	por	hora.</p><p>Tem	dois	dependentes,	sendo:	esposa	e	um	filho	menor	de	14	anos.</p><p>Não	teve	faltas	durante	o	mês.</p><p>Adicional	de	hora	extra:	50%.</p><p>Adicional	noturno:	20%	sobre	a	hora	diurna.</p><p>Teve	R$	1.056,00	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Proventos</p><p>Salário:	25	dias	a	7h20min	por	dia	=	7,3333	=	183h20min	183,3333	×	R$</p><p>12,00</p><p>R$ 2.200,00</p><p>RSR:	5	dias	a	7,333	=	36h40min	=	36,6666	×	R$	12,00 R$ 440,00</p><p>Hora	extra	noturna:	R$	12,00	×	1,50	hora	extra	=	R$	18,00	×	50h R$ 900,00</p><p>RSR:	10h	×	R$	18,00	(4	domingos	e	1	feriado) R$ 180,00</p><p>Adicional	noturno/hora	extra	noturna	=	60h	×	R$	3,60	(20%	de	R$	18,00) R$ 216,00</p><p>Ver	Súmula	no	264	do	TST	e	Lei	no	605/49,	art.	7o,	alíneas	a	e	b</p><p>Salário-família:	remuneração	mensal	acima	do	valor	previsto:	não	tem</p><p>direito</p><p>R$ 00,00</p><p>Total	de	proventos R$ 3.936,00</p><p>Descontos</p><p>INSS:	11%	sobre	3.936,00 R$ 432,96</p><p>IRF:	3.936,00	(remuneração)	–	432,96	INSS	–	379,18	(dois	dep.)	=</p><p>3.123,86.	Base	de	cálculo	R$	3.123,86.</p><p>3.123,86	×	15%	=	468,58	–	354,80	(parcela	a	deduzir). R$ 113,78</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 1.056,00</p><p>Total	de	descontos R$ 1.602,74</p><p>Total	de	proventos:	R$	3.936,00	–	R$	1.602,74	(descontos)	= R$ 2.333,26</p><p>Líquido	a	receber: R$ 2.333,26</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	3.936,00	remuneração	×	8%	= R$ 314,88</p><p>Súmula	no	264	do	TST</p><p>HORA	 SUPLEMENTAR	 –	 Cálculo	 –	 A	 remuneração	 do	 serviço</p><p>suplementar	é	composta	do	valor	da	hora	normal,	integrado	por	parcelas</p><p>de	natureza	 salarial	 e	 acrescida	do	 adicional	previsto	 em	 lei,	 contrato,</p><p>acordo	ou	convenção	coletiva	ou	sentença	normativa	(DJU,	31-10,	3	e</p><p>4-11-1986).</p><p>15.9</p><p>Lei	no	605/49,	art.	7o,	alíneas	a	e	b,	com	a	nova	redação	dada	pela	Lei	no	7.415,	de</p><p>9-12-1985:</p><p>“A	 remuneração	 do	 repouso	 semanal	 corresponderá:	 a)	 para	 os	 que</p><p>trabalham	 por	 dia,	 semana,	 quinzena	 ou	 mês,	 à	 de	 um	 dia	 de	 serviço,</p><p>computadas	as	horas	extraordinárias	habitualmente	prestadas;	b)	para	os</p><p>que	trabalham	por	hora,	à	sua	jornada	normal	de	trabalho,	computadas	as</p><p>horas	extraordinárias	habitualmente	prestadas.”</p><p>Horista	com	adicional	noturno</p><p>9o	–	Dirceu	Andrade</p><p>Salário:	R$	6,48	por	hora.</p><p>Horário	de	trabalho:	das	22h	à	1h30min	e	das	2h30min	às	5h20min.</p><p>Dependente:	um	filho	menor	de	14	anos.</p><p>Teve	R$	570,24	de	adiantamento	por	conta	de	salário.</p><p>Adicional	noturno:	20%	sobre	a	hora	diurna.</p><p>Não	teve	faltas	durante	o	mês.</p><p>Proventos</p><p>Salário:	25	dias	a	7h20min	por	dia	=	7,3333	=	183h20min</p><p>183,3333	×	6,48 R$ 1.188,00</p><p>RSR:	5	dias	a	7h20min	=	7,3333	=	36,6666	×	6,48 R$ 237,60</p><p>Adicional	noturno:	das	22h	às	5h20min	=	8h20min	(8h	de	52,5min	+</p><p>20min)	–	1h	de	descanso	=	7h20min	×	30	dias	(25	dias	+	5	RSR)	=	220h</p><p>×	1,296	(20%	de	6,48)	=</p><p>R$ 285,12</p><p>Salário-família:	uma	cota,	acima	do	valor	previsto.</p><p>Não	tem	direito R$ 00,00</p><p>Total	de	proventos R$ 1.710,72</p><p>Descontos</p><p>INSS:	9%	sobre	1.710,72 R$ 153,96</p><p>IRF:	1.710,72	–	153,96	(INSS)	–	189,59	(1	dep.)	=	1.367,17.</p><p>Base	de	cálculo	=	1.367,17	(isento). R$ 00,00</p><p>Adiantamento	por	conta	de	salário R$ 570,24</p><p>Total	de	descontos R$ 724,20</p><p>Total	de	proventos:	R$	1.710,72	–	R$	724,20	descontos	= R$ 986,52</p><p>Líquido	a	receber: R$ 986,52</p><p>FGTS	a	recolher:	R$	1.710,72	×	8%	= R$ 136,86</p><p>OBS.:	Neste	exercício,	considerei	o	trabalho	noturno	até	as	5h20min	e	não</p><p>somente	até	as	5	h.	Houve	trabalho	durante	todo	período	noturno	com	uma</p><p>prorrogação	de	mais	20	minutos.	O	§	5o	do	art.	73	determina	que	quando</p><p>houver	 prorrogações	 do	 trabalho	 noturno	 aplica-se	 o	 disposto	 daquele</p><p>capítulo	da	duração	do	trabalho.</p><p>Súmula	no	60	do	TST</p><p>ADICIONAL	 NOTURNO.	 Integração	 no	 salário	 e	 prorrogação	 em</p><p>horário	diurno.	(Incorporada	a	Orientação	Jurisprudencial	no	6	da	SDI-1</p><p>–	Res.129/05	–	DJ	20-4-2005)</p><p>I	–	O	adicional	noturno,	pago	com	habitualidade,	 integra	o	 salário</p><p>do	empregado	para	todos	os	efeitos.	(ex-Súmula	no	60	–	RA	105/1974,</p><p>DJ	24-10-1974)</p><p>II	 –	 Cumprida	 integralmente	 a	 jornada	 no	 período	 noturno	 e</p><p>prorrogada	 esta,	 devido	 é	 também	 o	 adicional	 quanto	 às	 horas</p><p>prorrogadas.	Exegese	do	art.	73,	§	5o,	da	CLT.	(ex-OJ	no	06	–	Inserida</p><p>em	25-11-1996)</p><p>16 Folha	de	pagamento	preenchida</p><p>____________</p><p>1	DOU	de	6-12-2007.</p><p>2	Art.	10,	§	1o,	do	Ato	das	Disposições	Constitucionais	Transitórias	da	Constituição	Federal	e	Instrução	Normativa</p><p>no	01,	de	12-10-1988	(DOU	21-10-1988),	inciso	II	das	Disposições	Específicas,	item	5.</p><p>3	DOU	de	13-1-2009.</p><p>4	DOU	de	6-1-2009.</p><p>5	DOU	de	19-1-2009.</p><p>1</p><p>2</p><p>Vale-Transporte</p><p>Controle	dos	vales-transportes</p><p>Apresentam-se	a	seguir	os	modelos	de	controles	dos	vales-transportes.</p><p>As	colunas	são	preenchidas	por	ocasião	da	solicitação	dos	vales-transportes.</p><p>2 Base	de	cálculo	do	vale-transporte</p><p>O	 entendimento	 sobre	 o	 desconto	 de	 6%	 do	 salário	 básico	 ou	 vencimento	 do</p><p>empregado	 tem	 sido	 objeto	 de	 controvérsia.	 Alguns	 entendem	 que	 devem	 ser</p><p>descontados	 6%	 apenas	 dos	 dias	 trabalhados	 no	mês,	 ou	 seja,	 dias	 do	mês	 para	 os</p><p>quais	 foi	 concedido	 o	 vale-transporte;	 outros	 entendem	 que	 deve	 o	 desconto	 ser</p><p>realizado	 sobre	 o	 salário	 básico	 percebido	 no	mês,	 independentemente	 dos	 dias	 de</p><p>trabalho	prestado.</p><p>Para	 dirimir	 dúvidas,	 transcrevemos	 integralmente	 o	 parecer	 da	 Secretaria	 de</p><p>Normas	e	Orientação	do	Tesouro	Nacional,	publicado	no	Diário	Oficial	da	União,	em</p><p>9-11-1988:</p><p>PRESIDÊNCIA	DA	REPÚBLICA</p><p>SECRETARIA	DE	ADMINISTRAÇÃO	PÚBLICA</p><p>Secretaria	de	Serviços	Gerais</p><p>PARECER</p><p>Assunto:	Vale-Transporte</p><p>01.	Através	do	ofício	SENOR/STN/No	2.809,	de	13-9-1988,	a	Secretaria	de</p><p>Normas	 e	 Orientação	 da	 Secretaria	 do	 Tesouro	 Nacional,	 órgão	 do</p><p>Ministério	da	Fazenda,	solicita	à	SESG/SEDAP	orientação	para	que	“sejam</p><p>uniformizados	os	procedimentos	a	serem	adotados	pelos	diversos	órgãos	da</p><p>Administração	Pública	Federal”,	estabelecendo-se	uma	fórmula	única	para</p><p>apuração	da	base	de	cálculo	objetivando	a	determinação	da	parcela	a	cargo</p><p>do	beneficiário	do	Vale-transporte,	constante	dos	arts.	9o	e	10	do	Decreto	no</p><p>95.247,	de	17-11-1987;</p><p>02.	 A	 legislação	 do	 Vale-transporte	 bem	 como	 a	 Instrução	 Normativa</p><p>SEDAP	no	207,	de	1o-6-1988,	se	omitem	quanto	à	fórmula	para	se	apurar	a</p><p>parcela	 dedutível	 a	 cargo	 do	 beneficiário,	 a	 não	 ser,	 exclusivamente,	 o</p><p>percentual	 de</p><p>6%	 (seis	 por	 cento)	 de	 seu	 salário	 básico	 ou	 vencimento,</p><p>excluídos	quaisquer	adicionais	ou	vantagens;</p><p>03.	Entendemos	que	só	se	deve	descontar	o	valor	da	parcela	do	beneficiário</p><p>que	exercer	o	respectivo	direito	do	Vale-transporte,	pois	cabe	ao	empregado</p><p>ou	servidor	a	faculdade	de	decidir	sobre	a	concessão	ou	não	desse	benefício</p><p>exclusivamente	 destinado	 a	 recursos	 para	 deslocamentos	 por	 meios	 de</p><p>transporte	 entre	 sua	 residência	 e	 o	 local	 de	 trabalho	 e	 vice-versa	 nas</p><p>condições	 definidas	 em	 lei,	 cabendo	 ao	 órgão	 empregador,	 através	 de</p><p>normas	internas,	estabelecer	a	seus	servidores	ou	empregados	as	condições</p><p>de	desistência,	interrupção,	suspensão	e	o	restabelecimento	do	benefício	e</p><p>outras	resoluções	inerentes	ao	assunto;</p><p>04.	Visando	à	uniformidade	de	procedimentos,	e	por	não	confrontar	com	o</p><p>espírito	da	 instituição	do	Vale-transporte,	 julgamos	conveniente	esclarecer</p><p>que,	 do	 salário	 ou	 vencimento	 básico,	 isto	 é,	 o	 valor	 da	 referência	 ou</p><p>padrão	no	qual	o	beneficiário	esteja	posicionado,	se	estabeleça	a	seguinte</p><p>base	de	cálculo:</p><p>(Salário	 básico	 ou	 vencimento	 ÷	 30)	 x	 no	 de	 dias	 úteis	 no	 mês	 =	 y;</p><p>passando,	 assim,	 a	 MARGEM	 CONSIGNÁVEL,	 isto	 é,	 o	 valor	 que</p><p>corresponde	 a	 seis	 por	 cento	 da	 base	 de	 cálculo	 do	 beneficiário,	 o	 valor</p><p>máximo	passível	de	consignação	a	ser	consubstanciada	no	cálculo	=	0,06	x</p><p>y,	procedimento	este	já	adotado	ou	prestes	a	ser	adotado	pelo	Ministério	da</p><p>Fazenda,	 ressaltando	 que	 o	 valor	 mínimo	 do	 cálculo	 do	 salário	 ou</p><p>vencimento	deva	ser	o	Piso	Nacional	de	Salário,	mesmo	que	este	venha	a</p><p>ser	 complementado	 pela	Administração	 Pública	 Federal,	 em	 virtude	 de	 o</p><p>salário	 ou	 vencimento	 de	 algum	 servidor	 ou	 empregado	 não	 atingir	 o</p><p>salário	mínimo	vigente	no	país.</p><p>A	superior-consideração.</p><p>ABELARDO	ANTÔNIO	MENDES</p><p>Assessor</p><p>De	acordo.</p><p>À	consideração	do	Senhor	Secretário	de	Serviços	Gerais,	com	proposta</p><p>de	restituição	ao	órgão	de	origem.</p><p>Brasília,	26	de	outubro	de	1988</p><p>JOSÉ	AILTON	GONDIM	SILVA</p><p>Coordenador	de	Transportes</p><p>COTRAN/SESG/SEDAP</p><p>Com	 o	 parecer	 técnico	 desta	 Secretaria,	 que	 concordo,	 restitua-se	 à</p><p>Secretaria	de	Normas	e	Orientação	da	S.T.N.</p><p>Brasília,	31	de	outubro	de	1988</p><p>URACY	ALVES	DA	SILVA</p><p>Secretária	de	Serviços	Gerais</p><p>Substituta”1</p><p>Diante	do	exposto,	podemos	afirmar	que	a	base	de	cálculo	é	a	seguinte:</p><p>salário	básico	ou	vencimento	÷	30	×	número	de	dias	úteis	do	mês	=	Y</p><p>O	valor	correspondente	a	6%	de	Y	é:	0,06	×	Y.</p><p>Exemplo:	O	empregado	ganha	R$	1.920,00	por	mês	e	trabalhou	22	dias</p><p>úteis:</p><p>R$	1.920,00/30	=	R$	64,00	×	22	dias	=	R$	1.408,00	×	0,06	=	R$	84,48</p><p>O	 valor	 a	 ser	 descontado	 do	 empregado,	 considerando	 os	 dias	 de	 trabalho</p><p>prestado,	é:	R$	84,48.</p><p>Já	o	Parecer	no	15,	da	Coordenação	de	Análise,	Orientação	e	Normas	–	Canor	–,</p><p>de	28-12-1992,	não	publicado	no	Diário	Oficial	da	União,	entende	que	o	desconto	de</p><p>6%	 é	 do	 salário	 devido	 e	 pago	 pelo	 empregador,	 independentemente	 dos	 dias	 de</p><p>trabalho	prestado.	A	seguir	transcrevemos	integralmente	o	Parecer	no	15	e	pedimos	a</p><p>atenção	principalmente	do	leitor	para	o	item	III,	Das	Conclusões.</p><p>PARECER	No	15,	DA	COORDENAÇÃO	DE	ANÁLISE,	ORIENTAÇÃO</p><p>E	NORMAS</p><p>Ministério	do	Trabalho</p><p>Secretaria	de	Fiscalização	do	Trabalho</p><p>Coordenação	de	Análise,	Orientação	e	Normas</p><p>PARECER	No	15/CANOR</p><p>Interessado:	Lojas...	S/A.</p><p>Assunto:	 Formula	 consulta	 acerca	 da	 parcela	 a	 ser	 suportada	 pelo</p><p>beneficiário	usuário	do	vale-transporte	instituído	pela	Lei	no	7.418,	de	16-</p><p>12-1985.</p><p>Ementa:	 Inteligência	 dos	 arts.	 9o	 e	 10,	 do	 Decreto	 no	 95.247,	 de	 17	 de</p><p>novembro	de	1987,	ante	ao	disposto	no	art.	4o	da	Lei	no	7.418/85.</p><p>I	–	DA	INTRODUÇÃO:</p><p>1	 Lojas...	 S/A,	 sediada	 no	 Rio	 de	 Janeiro,	 à	 Rua...,	 através	 de	 petição</p><p>direcionada	 à	 Secretaria	 de	 Fiscalização	 do	 Trabalho,	 subscrita	 pelo	 seu</p><p>Supervisor	de	Rotinas	de	Pessoal,	formula	consulta	acerca	do	procedimento</p><p>de	desconto	da	parcela	correspondente	ao	fornecimento	de	vale-transporte</p><p>aos	seus	empregados.</p><p>1.1	Objetivando	demonstrar	a	forma	de	efetuar	o	desconto	em	tela	devido</p><p>pelos	seus	empregados,	a	postulante	apresenta	exemplos	em	que,	segundo	a</p><p>orientação	 promanada	 da	 então	 Coordenadoria	 de	 Normalização	 da</p><p>Inspeção	do	Trabalho	Urbano	e	Rural,	a	base	de	cálculo	é:	‘o	período	a	que</p><p>se	refere	o	salário	por	ocasião	do	pagamento’,	e	não	‘os	dias	trabalhados	no</p><p>mês’.</p><p>II	–	DO	DIREITO:</p><p>2	Observa-se	da	leitura	da	exposição	de	motivos	ora	apresentada	que,	não</p><p>obstante	 a	 existência	 de	 uma	 orientação	 firmada	 pelo	 órgão	 competente,</p><p>acatada	 e	 posta	 em	prática	 pela	 peticionária,	 esta	 estaria	 sendo	 objeto	 de</p><p>autuações	por	parte	de	Agentes	da	Inspeção	do	Trabalho,	em	exercício	na</p><p>Delegacia	Regional	do	Trabalho	no	Rio	de	Janeiro,	que	entendem	não	ser</p><p>correta	a	interpretação	dada	ao	caso	em	exame.</p><p>2.1	Liminarmente	é	de	bom	alvitre	registrar	que	a	divergência	de	ponto	de</p><p>vista	 sempre	 existiu	 e	 existirá,	 quando	 se	 pretende	 fazer	 um	 juízo</p><p>valorativo	em	torno	da	melhor	e	mais	justa	aplicação	de	uma	norma	legal.</p><p>E	 para	 contornar	 isto	 é	 que	 há	 os	 órgãos	 administrativo	 e	 judiciais,</p><p>inclusive	de	 instância	superior,	que	são	chamados	a	dizer	como	e	quando</p><p>deve	ser	corretamente	aplicada	a	lei.</p><p>2.2	 Acontece,	 todavia,	 que	 não	 deve	 prosperar	 é	 a	 divergência	 de</p><p>procedimento,	posto	que	esta	cria,	de	 logo,	uma	 ideia	de	falta	de	direção,</p><p>orientação	 ou	 comando,	 de	 tal	 modo	 que	 cada	 um	 atua	 à	 sua	 maneira,</p><p>ensejando	 uma	 completa	 falta	 de	 segurança	 por	 parte	 daqueles	 que	 estão</p><p>obrigados	 a	 cumprir	 as	 normas	 de	 proteção	 ao	 trabalho,	 no	 caso,	 os</p><p>empregadores,	porquanto	passam	a	agir	de	uma	forma,	embora	receosos	de</p><p>autuação,	ao	sabor	do	entendimento	deste	ou	daquele	Agente	da	Inspeção</p><p>do	Trabalho.</p><p>2.3	 E	 é	 imbuído	 deste	 propósito	 que	 passaremos	 a	 fazer	 uma	 análise</p><p>detalhada	em	torno	da	matéria	submetida	à	apreciação	desta	Coordenação,</p><p>cujo	 resultado,	 uma	 vez	 aprovado	 pela	 autoridade	 competente,	 seja	 o</p><p>norteamento	 a	 ser	 seguido	 por	 todos	 aqueles	 que,	 dia	 a	 dia,	 labutam	 na</p><p>árdua	 missão	 de	 zelar	 pela	 correta	 aplicação	 das	 normas	 de	 proteção	 ao</p><p>trabalho,	neste	imenso	solo	pátrio.</p><p>2.4	Desse	modo,	vejamos,	de	princípio,	o	que	dispõe	a	Lei	no	7.418,	de	16</p><p>de	dezembro	de	1985,	mais	precisamente	o	seu	art.	4o,	in	verbis:</p><p>‘Art.	4o	A	 concessão	 do	 benefício	 ora	 instituído	 implica	 a	 aquisição	 pelo</p><p>empregador	 dos	 vales-transportes	 necessários	 aos	 deslocamentos	 do</p><p>trabalhador	 no	 percurso	 residência-trabalho	 e	 vice-versa,	 no	 serviço	 de</p><p>transporte	que	melhor	se	adequar.</p><p>Parágrafo	único.	O	empregador	participará	dos	gastos	de	deslocamento	do</p><p>trabalhador	com	a	ajuda	de	custo	equivalente	à	parcela	que	exceder	a	6%</p><p>(seis	por	cento)	de	seu	salário	básico.’</p><p>2.5	Ademais,	vamos	ver	o	que	diz	a	respeito	do	assunto	a	regulamentação</p><p>daquele	dispositivo,	no	caso,	os	arts.	9o	e	10	do	Decreto	no	95.247,	de	17	de</p><p>novembro	de	1987,	in	verbis:</p><p>‘Art.	9o	O	vale-transporte	será	custeado:</p><p>I	–	pelo	beneficiário,	na	parcela	equivalente	a	6%	(seis	por	cento)	de	seu</p><p>salário	básico	ou	vencimento,	excluídos	quaisquer	adicionais	ou	vantagens;</p><p>II	–	pelo	empregador,	no	que	exceder	à	parcela	referida	no	item	anterior.</p><p>Parágrafo	único.	A	concessão	do	vale-transporte	autorizará	o	empregador	a</p><p>descontar,	mensalmente	do	beneficiário	que	exercer	o	respectivo	direito,	o</p><p>valor	da	parcela	de	que	trata	o	item	I	deste	artigo.</p><p>Art.	 10.	 O	 valor	 da	 parcela	 a	 ser	 suportada	 pelo	 beneficiário	 será</p><p>descontado	 proporcionalmente	 à	 quantidade	 de	 vale-transporte	 concedida</p><p>para	o	período	a	que	se	refere	o	salário	ou	vencimento	e	por	ocasião	de	seu</p><p>pagamento,	 salvo	 estipulação	 em	 contrário,	 em	 convenção	 ou	 acordo</p><p>coletivo	de	trabalho,	que	favoreça	o	beneficiário.’</p><p>2.6	Ora,	da	atenta	leitura	dos	dispositivos	retrotranscritos,	há	de	se	deduzir,</p><p>forçosamente,	que	o	legislador,	tanto	no	parágrafo	único	do	art.	4o,	da	Lei,</p><p>quanto	 no	 item	 II	 do	 art.	 9o	 do</p><p>Decreto,	 impõe	 sistematicamente	 ao</p><p>empregador	a	obrigação	de	custear	o	vale-transporte	dado	ao	beneficiário,</p><p>na	 parte	 que	 ‘exceder	 a	 6%	 (seis	 por	 cento)	 do	 salário	 básico’	 do</p><p>empregado.</p><p>2.7	É	de	notar,	ainda,	por	outro	lado,	que	a	regra	definida	pelo	art.	10,	do</p><p>Decreto,	há	de	ser	analisada	e	interpretada	à	luz	das	disposições	contidas	no</p><p>seu	 artigo	 anterior,	 e	 sobretudo	 do	 art.	 4o,	 parágrafo	 único,	 da	 Lei,</p><p>porquanto,	 ali	 está	 anunciado	 e	 estabelecido	 que	 o	 custeio	 do	 vale-</p><p>transporte	por	parte	do	empregado	É	DE	e	não	ATÉ	6%	(seis	por	cento)	do</p><p>salário	básico.</p><p>2.8	Daí,	se	prevalecente	à	 tese,	segundo	a	qual	a	proporcionalidade	há	de</p><p>ser	 considerada	 em	 razão	 da	 quantidade	 de	 vale-transporte	 fornecida	 em</p><p>face	dos	dias	trabalhados,	a	regra	estabelecida	pela	Lei	(parágrafo	único	do</p><p>art.	 4o)	 e	 no	 próprio	 Decreto	 (art.	 9o),	 jamais	 seria	 observada,</p><p>transformando-se	 em	 letra	 morta,	 visto	 que	 a	 legislação	 trabalhista	 não</p><p>permite	ao	empregado	o	trabalho	nos	28,	29,	30	ou	31	dias	do	mês,	e,	para</p><p>tanto,	existe	o	repouso	semanal	remunerado	de	que	trata	a	Lei	no	605/49.</p><p>2.9	 Vale	 acrescer,	 ainda,	 que	 a	 proporcionalidade	 indicada	 no	 art.	 10	 do</p><p>Decreto,	 pelo	 legislador,	 se	 estivesse	 vinculada	 aos	 dias	 de	 trabalho</p><p>prestado,	não	teria	utilizado	a	expressão	‘para	o	período	a	que	se	refere	o</p><p>salário	básico	ou	vencimento’,	nem	teria	estabelecido,	na	Lei	e	no	Decreto,</p><p>‘parcela	 equivalente	 a	 6%	 (seis	 por	 cento)’,	 inclusive	 não	 diria	 que	 a</p><p>parcela	a	ser	custeada	pelo	empregador	seria	a	que	‘exceder	a	6%	(seis	por</p><p>cento)’.</p><p>2.10	 Há	 de	 se	 perguntar,	 entretanto,	 o	 porquê	 da	 regra	 regulamentadora</p><p>contida	no	art.	10	do	Decreto.	Seria	ela	letra	morta?	Entendemos	que	não.</p><p>Ela	 pretende	 evitar	 que	 o	 empregador,	 diante	 do	 disposto	 na	 Lei	 e	 no</p><p>Decreto	(art.	9o),	na	prática,	venha	o	beneficiário	do	vale-transporte	a	sofrer</p><p>um	desconto	maior	de	6%.	E	isto	aconteceria,	sem	dúvida,	toda	vez	que	o</p><p>empregado,	por	um	motivo	ou	outro,	percebesse	o	seu	salário	mensal	com</p><p>redução	de	valor,	motivado	por	falta	não	justificada	que	determina	a	perda</p><p>do	dia	 e	 do	descanso	 semanal	 remunerado,	 ou	no	 caso	de	 gozo	de	 férias</p><p>iniciadas	na	fluência	do	mês,	como,	por	exemplo,	no	dia	21,	o	desconto	há</p><p>de	 ser	 calculado	 levando-se	 em	 conta	 o	 salário	 dos	 20	 dias,	 e	 assim	 por</p><p>diante.</p><p>III	–	DAS	CONCLUSÕES:</p><p>3	Em	face	do	exposto,	somos	pelas	seguintes	conclusões:</p><p>A	–	O	empregador	concessionário	de	vale-transporte	aos	seus	empregados,</p><p>por	força	da	lei	e	de	seu	regulamento,	somente	é	responsável	pelo	custeio</p><p>da	 parcela	 que	 ‘exceder	 a	 6%	 (seis	 por	 cento)	 do	 salário	 básico	 ou</p><p>vencimento’	do	respectivo	beneficiário.</p><p>B	–	O	empregado,	por	seu	turno,	tem	o	ônus	de	responder	com	a	parcela	de</p><p>6%	 (seis	 por	 cento)	 do	 seu	 salário	 básico	 ou	 vencimento,	 levando-se	 em</p><p>conta	 o	 deslocamento	 da	 residência-trabalho	 e	 vice-versa,	 ocorrido	 no</p><p>período	 a	 que	 se	 refere	 o	 salário	 devido	 e	 pago	 pelo	 empregador,</p><p>independentemente	dos	dias	de	trabalho	prestado.</p><p>C	–	A	proporcionalidade	indicada	no	art.	10	do	Decreto	no	95.247/87	não</p><p>pode	 se	 vincular	 a	 dias	 de	 trabalho,	 pois	 esta	 não	 foi	 a	 intenção	 do</p><p>legislador,	 visto	 que	 se	 assim	 o	 fosse,	 a	 regra	 contida	 no	 art.	 10	 estaria</p><p>destoando	do	art.9o,	do	mesmo	Decreto,	e	sobretudo	do	parágrafo	único	do</p><p>art.	4o	da	Lei,	o	que	não	é	possível.</p><p>D	 –	 A	 parcela	 devida	 pelo	 beneficiário	 do	 vale-transporte,	 sem	 dúvida,</p><p>somente	 será	 inferior	 a	 6%	 (seis	 por	 cento)	 do	 salário	 básico	 em	 duas</p><p>hipóteses:	 1o	 –	 quando	 o	 valor	 dos	 vales-transportes	 for	 inferior	 a	 este</p><p>percentual;	e	2o	–	quando	o	empregado	sofrer	redução	de	salário	motivada,</p><p>por	exemplo,	por	falta	não	justificada,	oportunidade	em	que	há	de	verificar</p><p>o	período	a	que	ele	se	refere,	desprezando-se,	portanto,	o	seu	valor	mensal</p><p>total.</p><p>3.1É	o	nosso	parecer,	salvo	melhor	juízo.</p><p>Brasília	–	DF,	28	de	dezembro	de	1992.</p><p>Osvaldo	Martins	de	Morais</p><p>Coordenador	de	Análise,	Orientação	e	Normas</p><p>Protocolize-se	e	restitua-se	para	esta	Secretaria.</p><p>Brasília,	28	de	dezembro	de	1992.</p><p>Orlando	Vila	Nova</p><p>Secretário-Adjunto</p><p>“PROCESSO	No	24000.008727/92</p><p>Ao	GAB/SEFIT:</p><p>1	Elaborar	Ofício-Circular	às	Delegacias	Regionais	do	Trabalho	remetendo</p><p>o	 Parecer	 no	 15/92	 da	 Coordenação	 de	 Análise,	 Orientação	 e	 Normas-</p><p>CANOR;</p><p>2	 Encaminhar	 o	 presente	 processo	 à	Delegacia	 Regional	 do	 Trabalho	 no</p><p>Estado	do	Rio	de	Janeiro,	com	a	seguinte	orientação:</p><p>a.	determinar	aos	Fiscais	do	Trabalho	a	adoção	do	Parecer	no	15/92;</p><p>b.	 informar	 à	 empresa	 que	 a	 fiscalização	 está	 orientada	 quanto	 ao</p><p>procedimento	 a	 ser	 adotado	 acerca	 da	 matéria,	 diante	 das	 dúvidas</p><p>suscitadas,	sendo	essa	orientação	de	caráter	interno.	Informar,	também,	que</p><p>em	relação	aos	autos	de	 infração	 lavrados	a	empresa	deve	observar	o	 rito</p><p>previsto	no	Título	VII	da	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho.</p><p>Brasília,	28	de	dezembro	de	1992.</p><p>Orlando	Vila	Nova</p><p>Secretário-Adjunto</p><p>Segundo	o	Parecer	MTb	no	15,	de	28-12-1992,	da	Secretaria	de	Fiscalização	do</p><p>Trabalho	 –	Coordenação	 de	Análise,	Orientação	 e	Normas	 –,	 a	 base	 de	 cálculo	 do</p><p>vale-transporte	é	de	6%	sobre	o	salário	básico	mensal,	mesmo	que	os	dias	de	trabalho</p><p>prestados	sejam	inferiores	a	30	dias.</p><p>Exemplo:	O	empregado	ganha	R$	1.920,00	por	mês	e	trabalhou	22	dias</p><p>úteis:</p><p>R$	1.920,00	×	6%	=	R$	115,20</p><p>ou</p><p>R$	1.920,00	×	0,06	=	115,20</p><p>Valor	a	ser	descontado:	R$	115,20</p><p>____________</p><p>1	DOU,	de	9-11-1988.</p><p>1</p><p>3</p><p>Férias</p><p>Após	cada	período	de	12	meses	de	vigência	do	contrato	de	trabalho,	o	empregado	terá</p><p>direito	 ao	gozo	de	um	período	de	 férias,	 sem	prejuízo	da	 remuneração,	 na	 seguinte</p><p>proporção,	conforme	estabelece	o	art.	130	da	CLT:</p><p>“Art.	130.	...</p><p>I	–	30	(trinta)	dias	corridos,	quando	não	houver	faltado	ao	serviço	mais</p><p>de	5	(cinco)	vezes;</p><p>II	–	24	(vinte	e	quatro)	dias	corridos,	quando	houver	tido	de	6	(seis)	a</p><p>14	(quatorze)	faltas;</p><p>III	–	18	(dezoito)	dias	corridos,	quando	houver	tido	de	15	(quinze)	a	23</p><p>(vinte	e	três)	faltas;</p><p>IV	–	12	(doze)	dias	corridos,	quando	houver	tido	de	24	(vinte	e	quatro)</p><p>a	32	(trinta	e	duas)	faltas.”</p><p>Condições	em	que	a	ausência	do	empregado	não	é</p><p>considerada	falta	ao	serviço</p><p>Estabelece	o	art.	131	da	CLT:</p><p>“Art.	131.	...</p><p>I	–	até	2	(dois)	dias	consecutivos,	em	caso	de	 falecimento	do	cônjuge,</p><p>ascendente,	descendente,	irmão	ou	pessoa	que,	declarada	em	sua	Carteira</p><p>de	Trabalho	e	Previdência	Social,	viva	sob	sua	dependência	econômica;</p><p>II	–	até	3	(três)	dias	consecutivos,	em	virtude	de	casamento;</p><p>III	–	por	cinco	dias,	em	caso	de	nascimento	de	filho;1</p><p>IV	 –	 por	 um	 dia,	 em	 cada	 12	 (doze)	 meses	 de	 trabalho,	 em	 caso	 de</p><p>doação	voluntária	de	sangue	devidamente	comprovada;</p><p>2</p><p>V	 –	 até	 2	 (dois)	 dias	 consecutivos	 ou	 não,	 para	 o	 fim	 de	 se	 alistar</p><p>eleitor,	nos	termos	da	lei	respectiva;</p><p>VI	 –	 no	 período	 de	 tempo	 em	 que	 tiver	 de	 cumprir	 as	 exigências	 do</p><p>Serviço	Militar	 referidas	 na	 letra	 c	 do	 art.	 65	 da	 Lei	 no	4.375,	 de	 17	 de</p><p>agosto	de	1964	(Lei	do	Serviço	Militar)	(art.	473,	incisos	I	a	VI,	da	CLT);</p><p>VII	 –	 nos	dias	 em	que	 estiver	 comprovadamente	 realizando	provas	de</p><p>exame	 vestibular	 para	 ingresso	 em	 estabelecimento	 de	 ensino	 superior</p><p>(Inciso	VII	do	art.	473	da	CLT,	acrescido	pela	Lei	no	9.471,	de	14-7-1997	–</p><p>DOU	de	15-7-1997).</p><p>VIII	–	pelo	tempo	que	se	fizer	necessário,	quando	tiver	que	comparecer</p><p>a	juízo	(Inciso	acrescido	pela	Lei	no	9.853,	de	27-10-1999).</p><p>IX	 –	 pelo	 tempo	 que	 se	 fizer	 necessário,	 quando,	 na	 qualidade	 de</p><p>representante	de	 entidade	 sindical,	 estiver	participando	de	 reunião	oficial</p><p>de	 organismo	 internacional	 do	 qual	 o	 Brasil	 seja	 membro	 (acrescentado</p><p>pela	Lei	no	11.304,	de	11-5-2006).</p><p>X	–	durante	o	licenciamento	compulsório	da	empregada	por	motivo	de</p><p>maternidade	 ou	 aborto,	 observados	 os	 requisitos	 para	 percepção	 do</p><p>salário-maternidade	custeado	pela	Previdência	Social;</p><p>XI	–	por	motivo	de	acidente	do</p><p>trabalho	ou	enfermidade	atestada	pelo</p><p>Instituto	 Nacional	 do	 Seguro	 Social	 –	 INSS,	 excetuada	 a	 hipótese	 de	 o</p><p>empregado	 ter	 percebido	 da	Previdência	 Social	 prestação	 de	 acidente	 de</p><p>trabalho	 ou	 de	 auxílio-doença	 por	 mais	 de	 6	 (seis)	 meses,	 mesmo	 em</p><p>períodos	descontínuos;</p><p>XII	–	justificada	pela	empresa,	entendendo-se	como	tal	a	que	não	tiver</p><p>determinado	o	desconto	do	correspondente	salário;</p><p>XIII	 –	 durante	 a	 suspensão	 preventiva	 para	 responder	 a	 inquérito</p><p>administrativo	 ou	 de	 prisão	 preventiva,	 quando	 for	 impronunciado	 ou</p><p>absolvido;	e</p><p>XIV	–	nos	dias	em	que	não	tenha	havido	serviço,	salvo	se	o	empregado</p><p>deixar	 de	 trabalhar	 com	 percepção	 de	 salários,	 por	 mais	 de	 30	 (trinta)</p><p>dias.”</p><p>Férias:	perda	do	direito</p><p>Não	 terá	 direito	 a	 férias	 o	 empregado	 quando,	 no	 curso	 do	 período	 aquisitivo,</p><p>conforme	estabelece	o	art.	133	da	CLT:</p><p>“I	 –	 deixar	 o	 emprego	 e	 não	 for	 readmitido	 dentro	 dos	 60	 (sessenta)</p><p>dias	subsequentes	à	sua	saída;</p><p>II	 –	 permanecer	 em	 gozo	 de	 licença,	 com	 percepção	 de	 salários,	 por</p><p>mais	de	30	(trinta)	dias;</p><p>III	 –	 deixar	 de	 trabalhar,	 com	 percepção	 do	 salário,	 por	 mais	 de	 30</p><p>(trinta)	 dias	 em	 virtude	 de	 paralisação	 parcial	 ou	 total	 dos	 serviços	 da</p><p>empresa;	e</p><p>IV	 –	 tiver	 percebido	 da	 Previdência	 Social	 prestações	 de	 acidente	 de</p><p>trabalho	 ou	 de	 auxílio-doença	 por	 mais	 de	 6	 (seis)	 meses,	 embora</p><p>descontínuos.”</p><p>Para	 os	 fins	 previstos	 no	 item	 III	 a	 empresa	 comunicará	 ao	 órgão	 local	 do</p><p>Ministério	do	Trabalho,	com	antecedência	mínima	de	quinze	dias,	as	datas	de	início	e</p><p>fim	 da	 paralisação	 total	 ou	 parcial	 dos	 serviços	 da	 empresa	 e,	 em	 igual	 prazo,</p><p>comunicará,	nos	mesmos	termos,	ao	sindicato	representativo	da	categoria	profissional,</p><p>bem	como	afixará	aviso	nos	respectivos	locais	de	trabalho,	conforme	preceitua	o	§	3o</p><p>do	art.	133	da	CLT,	parágrafo	acrescido	pela	Lei	no	9.016,	de	30-3-1995	(DOU	de	31-</p><p>3-95).</p><p>A	 lei	dá	ao	empregador	o	direito	de	marcar	a	época	de	concessão	das	 férias	aos</p><p>seus	empregados.</p><p>O	empregador	tem	um	limite	de	12	meses	subsequentes	à	aquisição	do	direito	pelo</p><p>empregado	 para	marcar	 as	 férias;	 ultrapassando	 esse	 período,	 o	 empregador	 deverá</p><p>pagá-las	em	dobro.</p><p>Súmula	no	450	do	TST</p><p>FÉRIAS.	 GOZO	 NA	 ÉPOCA	 PRÓPRIA.	 PAGAMENTO	 FORA	 DO</p><p>PRAZO.	DOBRA	DEVIDA.	ARTS.	137	E	145	DA	CLT.	(conversão	da</p><p>Orientação	Jurisprudencial	no	386	da	SBDI-1)	–	Res.	194/2014,	DEJT</p><p>divulgado	em	21,	22	e	23.05.2014</p><p>É	devido	o	pagamento	em	dobro	da	remuneração	de	férias,	incluído</p><p>3</p><p>o	terço	constitucional,	com	base	no	art.	137	da	CLT,	quando,	ainda	que</p><p>gozadas	 na	 época	 própria,	 o	 empregador	 tenha	 descumprido	 o	 prazo</p><p>previsto	no	art.	145	do	mesmo	diploma	legal.</p><p>Comentário	do	autor</p><p>Vencido	 o	 mencionado	 prazo	 sem	 que	 o	 empregador	 tenha</p><p>concedido	as	férias,	o	empregado	tem	o	direito	de	ajuizar	reclamações</p><p>pedindo	a	fixação,	por	sentença,	da	época	do	gozo	das	mesmas,	sendo</p><p>que	 essa	 sentença	 cominará	 pena	 diária	 de	 5%	 do	 salário	 mínimo,</p><p>devida	 ao	 empregado	 até	 que	 seja	 cumprida	 (art.	 137,	 §§	 1o	 e	 2o,	 da</p><p>CLT).</p><p>Desde	que	 haja	 concordância	 do	 empregado,	 as	 férias	 poderão	 ser</p><p>usufruídas	 em	 até	 três	 períodos,	 sendo	 que	 um	 deles	 não	 poderá	 ser</p><p>inferior	a	quatorze	dias	corridos	e	os	demais	não	poderão	ser	inferiores</p><p>a	cinco	dias	corridos,	cada	um	(Vide	item	14	deste	capítulo).</p><p>É	vedado	o	 início	das	 férias	no	período	de	dois	dias	que	 antecede</p><p>feriado	ou	dia	de	repouso	semanal	remunerado.	(§§	1o	e	3o	do	art.	134</p><p>da	CLT.	Redação	dada	pela	Lei	no	13.467,	de	13-7-2017).</p><p>O	 empregado	 estudante,	 menor	 de	 18	 anos,	 terá	 o	 direito	 a	 fazer</p><p>coincidir	suas	férias	com	as	férias	escolares.</p><p>Os	 membros	 de	 uma	 família	 que	 trabalharem	 no	 mesmo</p><p>estabelecimento	 ou	 empresa	 terão	 direito	 a	 gozar	 férias	 no	 mesmo</p><p>período,	 se	 assim	 o	 desejarem	 e	 se	 disso	 não	 resultar	 prejuízo	 para	 o</p><p>serviço.</p><p>Prescrição	das	férias</p><p>Conforme	o	inciso	XXIX	do	art.	7o	da	Constituição,	prescreve	em	cinco	anos	o	direito</p><p>de	pleitear	a	 reparação	de	crédito	 resultante	da	 relação	de	 trabalho;	assim	sendo,	os</p><p>direitos	dos	empregados	podem	ser	reclamados	até	cinco	anos	contados	da	época	de</p><p>sua	 exigência.	 No	 caso	 das	 férias,	 a	 prescrição	 só	 se	 efetua	 após	 cinco	 anos	 do</p><p>término	do	prazo	mencionado.	Exemplo:	suponhamos	um	empregado	admitido	em	5-</p><p>1-2017.	O	período	aquisitivo	é	de	5-1-2017	a	4-1-2018.	Período	para	gozar	as	férias:</p><p>5-1-2018	a	4-1-2019.	Prescrição	a	partir	de	5-1-2024.</p><p>3.1 Anotações	de	férias	na	CTPS	e	livro	ou	ficha	de</p><p>registro	de	empregados</p><p>O	empregado	não	poderá	entrar	em	gozo	de	férias	sem	a	apresentação	da	Carteira	de</p><p>Trabalho	e	Previdência	Social	(CTPS)	para	a	devida	anotação.</p><p>ANOTAÇÕES	NO	LIVRO	OU	FICHA	DE	REGISTRO	DE	EMPREGADOS</p><p>A	anotação	deve	ser	feita	também	no	livro	ou	ficha	de	“Registro	de	Empregados”.</p><p>FÉRIAS	CONCEDIDAS</p><p>4 Férias:	um	terço	a	mais	do	que	o	salário	normal</p><p>De	 acordo	 com	 o	 disposto	 no	 inciso	 XVII	 do	 art.	 7o	 da	 nova	 Constituição,	 ficou</p><p>instituído	o	pagamento	de	um	 terço	a	mais	do	que	o	salário	normal,	por	ocasião	do</p><p>gozo	de	férias	anuais	remuneradas.</p><p>Deve-se	 entender	 por	 salário	 normal	 o	 salário	 fixo	 acrescido	 das	 gorjetas,</p><p>gratificações	 legais	 e	 comissões.	Os	adicionais	por	 trabalho	extraordinário,	noturno,</p><p>insalubre	ou	perigoso	serão	computados	no	salário	que	servirá	de	base	ao	cálculo	da</p><p>remuneração	das	férias.	(art.	457,	§	1o,	e	142,	§	5o,	da	CLT,	com	alteração	dada	pela</p><p>Lei	no	13.467,	de	13-7-2017).</p><p>O	pagamento	de	um	 terço	a	mais	que	o	 salário	normal	 também	será	obrigatório</p><p>5</p><p>nos	casos	de	férias	em	dobro,	simples	ou	proporcionais,	observando-se	o	disposto	nos</p><p>arts.	130,	146	e	147	da	CLT.</p><p>Súmula	no	328	–	Férias	–	Terço	Constitucional:</p><p>O	pagamento	de	férias,	 integrais	ou	proporcionais,	gozadas	ou	não,	na</p><p>vigência	da	Constituição	da	República	de	1988,	sujeita-se	ao	acréscimo</p><p>do	terço	previsto	em	seu	art.	7o,	inciso	XVII.</p><p>Esse	 direito	 é	 adquirido	 a	 partir	 do	 pagamento	 de	 férias	 (em	dobro,	 simples	 ou</p><p>proporcionais),	 INSS,	 FGTS	 e	 IR	 para	 o	 adicional	 de	 1/3	 do	 salário	 normal,	 do</p><p>mesmo	modo	que	o	adota	para	as	férias,	como	vemos	nos	itens	5	e	6	a	seguir.</p><p>Férias	na	vigência	do	contrato	de	trabalho</p><p>Férias	 normais	 (individuais	 ou	 coletivas,	 inclusive	 coletivas	 proporcionais	 com</p><p>menos	de	um	ano)</p><p>INSS	–	SIM:	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	Inciso	I.</p><p>FGTS	–	SIM:	Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>IR	–	SIM:	Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Férias	pagas	em	dobro,	na	vigência	do	contrato	de	trabalho</p><p>a.	Excluindo	o	adicional</p><p>INSS	–	SIM:	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	inciso	I,	excluso	o	adicional.</p><p>FGTS	–	SIM:	Lei	no	8.036/90,	art.	15.</p><p>IR	–	SIM:	Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>b.	Apenas	ao	adicional	(valor	correspondente	ao	dobro	das	férias)</p><p>INSS	–	NÃO:	art.	214,	§	9o,	inciso	IV,	do	RPS.</p><p>FGTS	–	NÃO:	art.	15,	§	6o,	da	Lei	no	8.036/90,	com	redação	dada	pela	Lei</p><p>no9.711,	 de	 20-11-1998,	 elencada	 no	 art.	 28,	 §	 9o,	 alínea	 d,	 da	 Lei</p><p>no8.212/91.</p><p>6</p><p>IR	–	SIM:	Lei	no	7.713/88,	arts.	3o	e	7o.</p><p>Férias	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho</p><p>Férias	indenizadas	(inclusive	em	dobro	e	proporcionais)</p><p>INSS	–	NÃO:	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	d.</p><p>FGTS	–	NÃO:	Lei	no	 8.036/90,	 art.	 15,	 §	6o,	 com	 redação	 dada	 pela	Lei</p><p>no9.711,	 de	 20-11-1998,	 elencada	 no	 art.	 28,	 §	 9o,	 alínea	 d,	 da	 Lei	 no</p><p>8.212/91.</p><p>NÃO:	Solução	de	Divergência	no	1,	de	2-1-2009	–	DOU	de	6-1-2009.</p><p>Segundo	o	princípio	do	Direito,	o	acessório	acompanha	o	principal,	entendemos</p><p>que	1/3	da	Constituição	Federal	sobre	as	férias	indenizadas	não	incide	o	INSS.</p><p>A	 concessão	 das	 férias	 será	 participada,	 por	 escrito,	 ao	 empregado,	 com</p><p>antecedência	 de,	 no	 mínimo,	 trinta	 dias,	 cabendo	 a	 este	 assinar	 a	 respectiva</p><p>notificação	(art.135	da	CLT).</p><p>O	pagamento	da	remuneração	das	férias	será	efetuado	até	dois	dias	antes	do	início</p><p>do	respectivo	período	(art.	145	da	CLT).</p><p>Os	parágrafos	do	art.	142	da	CLT</p><p>dispõem:</p><p>“§	 1o	Quando	 o	 salário	 for	 pago	 por	 hora,	 com	 jornadas	 variáveis,</p><p>apurar-se-á	a	média	do	período	aquisitivo,	aplicando-se	o	valor	do	salário</p><p>na	data	da	concessão	de	férias.</p><p>§	2o	Quando	o	salário	for	pago	por	tarefa,	tomar-se-á	por	base	a	média</p><p>da	produção	no	período	aquisitivo	do	direito	a	férias,	aplicando-se	o	valor</p><p>da	remuneração	da	tarefa	na	data	da	concessão	das	férias.</p><p>§	3o	Quando	o	salário	for	pago	por	percentagem,	comissão	ou	viagem,</p><p>apurar-se-á	 a	média	 percebida	 pelo	 empregado	 nos	 12	 (doze)	meses	 que</p><p>precederem	a	concessão	das	férias.</p><p>§	4o	A	parte	do	salário	paga	em	utilidades	será	computada	de	acordo</p><p>com	a	anotação	na	Carteira	de	Trabalho	e	Previdência	Social.</p><p>§	5o	Os	adicionais	 por	 trabalho	 extraordinário,	 noturno,	 insalubre	 ou</p><p>perigoso	 serão	 computados	 no	 salário	 que	 servirá	 de	 base	 no	 cálculo	 da</p><p>7</p><p>remuneração	das	férias.</p><p>§	6o	Se,	no	momento	das	férias,	o	empregado	não	estiver	percebendo	o</p><p>mesmo	adicional	do	período	aquisitivo,	ou	quando	o	valor	deste	não	tiver</p><p>sido	 uniforme,	 será	 computada	 a	 média	 duodecimal	 recebida	 naquele</p><p>período,	 após	 a	 atualização	 das	 importâncias	 pagas,	mediante	 incidência</p><p>dos	percentuais	dos	reajustamentos	salariais	supervenientes.”</p><p>Férias	pagas	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho</p><p>O	empregado	que	já	tenha	direito	adquirido	correspondente	ao	período	de	férias,	por</p><p>ocasião	da	cessação	do	contrato	de	trabalho,	não	importando	sua	causa,	terá	direito	a</p><p>remuneração	simples	ou	em	dobro,	conforme	o	caso.</p><p>O	empregado	que	for	desligado	por	pedido	de	dispensa	com	menos	de	12	meses</p><p>de	 serviço	 terá	direito	 a	 férias	proporcionais,	 fazendo	 jus	 ao	 seu	 recebimento	 como</p><p>aqueles	 que	 forem	 desligados	 sem	 justa	 causa	 ou	 cujo	 contrato	 de	 trabalho	 se</p><p>extinguir	em	prazo	determinado.</p><p>“Na	cessação	do	contrato	de	trabalho,	após	12	(doze)	meses	de	serviço,</p><p>o	empregado,	desde	que	não	haja	sido	demitido	por	justa	causa,	terá	direito</p><p>à	 remuneração	 relativa	 ao	 período	 incompleto	 das	 férias”	 (férias</p><p>proporcionais)	(art.	146,	parágrafo	único,	da	CLT).</p><p>Súmula	no	261	do	TST	–	Nova	redação	pela	Res.</p><p>121/2003	–	DJ	19-11-2003.</p><p>O	 empregado	 que	 se	 demite	 antes	 de	 completar	 12	 (doze)	 meses	 de</p><p>serviço	tem	direito	a	férias	proporcionais.</p><p>As	 férias	 proporcionais	 são	 calculadas	 na	 base	 de	 1/12	 por	 mês	 de	 serviço	 ou</p><p>fração	superior	a	14	dias.</p><p>A	 proporcionalidade	 é	 calculada	 sempre	 de	 acordo	 com	 o	 artigo	 130	 da	 CLT.</p><p>Exemplo:	suponha-se	um	empregado	que	tenha	sido	admitido	em	16-2-2017	e	pedido</p><p>demissão	 em	 20-9-2017.	 Desligou-se	 em	 20-10-2017	 com	 salário	 mensal	 de	 R$</p><p>8</p><p>9</p><p>1.920,00.	Gozou	normalmente	as	férias	vencidas	em	15-2-2017.	No	período	de	16-2-</p><p>2017	 a	 20-10-2017	 teve	 sete	 faltas	 não	 abonadas.	 Calcular	 o	 valor	 do	 salário</p><p>correspondente	às	férias	proporcionais.	São	8/12	de	24	dias:</p><p>R$	1.920,00	/30	=	R$	64,00	p/	dia</p><p>R$			64,00	×	24	=	R$	1.536,00</p><p>R$	1.536,00/12		=	R$	128,00</p><p>R$			128,00	×	8	=	R$	1.024,00</p><p>8/12	de	24	dias	=	R$	1.024,00</p><p>O	 pagamento	 a	 mais	 de	 1/3,	 conforme	 preceitua	 o	 art.	 7o,	 inciso	 XVII,	 da</p><p>Constituição	Federal,	é	também	sobre	R$	1.024,00.</p><p>1/3	de	R$	1.024,00	=	R$	341,33</p><p>Conforme	o	art.	130	da	CLT,	há	o	seguinte	quadro	de	faltas	não	justificadas:</p><p>Até	5	faltas – 30	dias	corridos</p><p>De	6	a	14	faltas – 24	dias	corridos</p><p>De	15	a	23	faltas – 18	dias	corridos</p><p>De	24	a	32	faltas – 12	dias	corridos</p><p>O	empregado	 receberá	R$	1.365,33	 correspondente	 a	 8/12	 de	 24	 dias	 de	 férias,</p><p>mais	1/3	da	Constituição	Federal	(R$	1.024,00	+	R$	341,33	=	R$	1.365,33).</p><p>Desconto	do	INSS	sobre	férias	indenizadas</p><p>As	 férias	 indenizadas	 (inclusive	 em	 dobro	 ou	 proporcionais)	 não	 estão	 sujeitas	 à</p><p>incidência	da	Previdência	Social	(Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	d,	do	Plano	de</p><p>Custeio	da	Previdência	Social,	com	redação	pela	Lei	no	9.528,	de	10-12-1997).</p><p>Pagamento	da	primeira	parcela	do	13o	salário	por</p><p>ocasião	das	férias</p><p>O	empregado	poderá	receber,	antecipadamente,	por	ocasião	do	gozo	de	suas	férias	a</p><p>primeira	parcela	do	13o	salário,	entre	os	meses	de	fevereiro	a	novembro	de	cada	ano.</p><p>10</p><p>Para	que	o	empregado	faça	jus	ao	recebimento	da	primeira	parcela	do	13o	salário	por</p><p>ocasião	 das	 férias,	 é	 necessário	 que	 redija	 um	 requerimento	 no	 mês	 de	 janeiro	 do</p><p>correspondente	ano,	conforme	modelo	que	segue:</p><p>Modelo	de	comunicação	de	pedido	de	antecipação	da	1ª</p><p>parcela	do	13o	salário</p><p>A(o)</p><p>_______________________________</p><p>(nome	do	empregador)</p><p>Conforme	Lei	no	4.749,	de	12-08-1965,	art.	2o,	§	2o,	venho	requerer	o	pagamento	da	primeira	parcela	do	13o</p><p>salário	por	ocasião	do	gozo	de	minhas	férias.</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	de	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	de	20.	.	.	.	.</p><p>_____________________________________			_________________________</p><p>Ciente	do	empregador																																	Assinatura	do	empregado</p><p>Desconto	do	Imposto	de	Renda	sobre	as	férias</p><p>As	férias	(remuneração,	um	terço	a	mais	do	salário	normal	previsto	na	Constituição	e</p><p>abono	pecuniário)	devem	sofrer	tributação	EM	SEPARADO	dos	salários.</p><p>Vejamos	o	que	preceitua	a	Instrução	Normativa	no	25,	de	29-4-96	(DOU	de	2-5-</p><p>1996),	 arts.	15,	19,	36,	37	e	47,	 e	 art.	 1o	da	 Instrução	Normativa	no	 101,	de	30-12-</p><p>1997	(DOU	de	31-12-1997),	que	alterou	o	art.	23	da	Instrução	Normativa	no	25/96,	e</p><p>art.1o	da	MP	no	22,	de	8-1-2002.</p><p>Férias</p><p>“Art.	15.	No	caso	de	pagamento	de	férias,	inclusive	as	em	dobro,	a	base</p><p>de	 cálculo	 corresponde	 ao	 salário	 relativo	 ao	 mês	 de	 férias,	 acrescido,</p><p>conforme	o	caso,	de	um	terço	do	seu	valor	e	dos	abonos	previstos	no	§	1o</p><p>do	art.	 78	 da	Lei	 no	8.112,	 de	 11	 de	 dezembro	 de	 1990,	 e	 no	 art.	 143	 da</p><p>Consolidação	das	Leis	do	Trabalho.</p><p>§	1o	O	cálculo	do	imposto	deve	ser	efetuado	em	separado	de	qualquer</p><p>outro	rendimento	pago	no	mês.</p><p>§	2o	O	valor	da	diferença	de	 férias	decorrente	de	 reajuste	 salarial	em</p><p>mês	posterior	deve	ser	tributado	em	separado,	no	mês	do	pagamento.</p><p>§	3o	No	caso	de	 férias	 indenizadas,	 inclusive	proporcionais,	pagas	em</p><p>rescisão	de	contrato	de	trabalho,	a	tributação	também	deve	ser	efetuada	em</p><p>separado	dos	demais	rendimentos	do	mês.</p><p>Nota	 do	 Autor:	 O	 abono	 pecuniário	 de	 férias	 (concessão	 de	 1/3	 do</p><p>período	em	dinheiro	até	20	dias)	e	férias	indenizadas	na	rescisão	do	contrato</p><p>de	 trabalho	 (inclusive	 em	dobro,	 proporcionais	 e	 1/3	da	CF)	não	 incide	o</p><p>imposto	de	renda	(vide	item	14.3	neste	livro).</p><p>§	 4o	Na	 determinação	 da	 base	 de	 cálculo	 poderão	 ser	 efetuadas	 as</p><p>deduções	previstas	no	art.	19,	correspondentes	às	férias.</p><p>§	5o	Na	Declaração	de	Ajuste	Anual,	as	férias	devem	ser	tributadas	em</p><p>conjunto	com	os	demais	rendimentos.</p><p>[...]</p><p>Base	de	Cálculo	do	IR	Fonte</p><p>Art.	19.	 A	 base	 de	 cálculo	 sujeita	 à	 incidência	mensal	 do	 Imposto	 de</p><p>Renda	 na	 Fonte	 será	 determinada	 mediante	 a	 dedução	 das	 seguintes</p><p>parcelas	do	rendimento	tributável:</p><p>I	–	contribuições	para	a	Previdência	Social	da	União,	dos	Estados,	do</p><p>Distrito	Federal	e	dos	Municípios	(art.	36);</p><p>II	 –	 contribuições	 para	 as	 entidades	 de	 previdência	 privada</p><p>domiciliadas	no	País,	observado	o	disposto	no	art.	36;</p><p>III	–	dependentes	(art.	37);</p><p>IV	–	pensão	alimentícia	(art.	47);</p><p>V	 –	 o	 valor	 de	 até	 R$	 900,00	 (novecentos	 reais)	 correspondente	 à</p><p>parcela	 isenta	 de	 aposentadoria,	 pensão,	 transferência	 para	 a	 reserva</p><p>remunerada	ou	reforma	(art.	51).</p><p>Nota	 do	 Autor:	 A	 Lei	 no	 13.149,	 de	 21-7-2015,	 dispõe	 o	 valor	 de</p><p>R$1.903,98,	a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015.</p><p>§	 1o	 Na	 determinação	 da	 base	 de	 cálculo,	 sujeita	 à	 incidência	 do</p><p>imposto,	poderá	ser	deduzida	a	quantia	mensal	de	R$	90,00	(noventa	reais)</p><p>por	dependente.</p><p>Nota	 do	 Autor:	 A	 Lei	 no	 13.149,	 de	 21-7-2015,	 dispõe	 o	 valor	 de</p><p>R$189,59,	a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015.</p><p>§	 2o	Na	 determinação	 da	 base	 de	 cálculo	 do	 13o	 salário	 deverão	 ser</p><p>observados	os	seguintes	procedimentos:</p><p>a)	 os	 valores	 relativos	 à	 pensão</p><p>alimentícia	 e	 à	 contribuição</p><p>previdenciária	 poderão	 ser	 deduzidos,	 desde	 que	 correspondentes	 a	 esse</p><p>rendimento,	 não	 podendo	 ser	 utilizados	 para	 a	 determinação	 da	 base	 de</p><p>cálculo	de	quaisquer	outros	rendimentos;</p><p>b)	poderá	 ser	 excluída	a	parcela	 isenta	de	até	R$	900,00	 (novecentos</p><p>reais)	 dos	 rendimentos	 provenientes	 de	 aposentadoria	 e	 pensão,</p><p>transferência	 para	 a	 reserva	 remunerada	 ou	 reforma,	 correspondente	 ao</p><p>13o	salário	pago	pela	Previdência	Social	da	União,	dos	Estados,	do	Distrito</p><p>Federal	e	dos	Municípios,	por	qualquer	pessoa	jurídica	de	direito	público</p><p>interno	 ou	 por	 entidades	 de	 previdência	 privada,	 no	 caso	 de	 contribuinte</p><p>com	idade	igual	ou	superior	a	65	anos.</p><p>Veja	nota	do	autor:	correção	de	R$	900,00	para	R$	1.903,98,	a	partir	do</p><p>mês	de	abril	para	o	ano-calendário	de	2015.</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>A	Lei	nº	13.149,	de	21-7-2015,	publicou	a	tabela	do	Imposto	de	Renda</p><p>da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês	de	abril	do	ano-calendário	de	2015.2</p><p>Parcela	a	Deduzir	do	Imposto</p><p>em	R$</p><p>Alíquota	% Base	de	Cálculo	em	R$</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Isento</p><p>7,5</p><p>15</p><p>22,5</p><p>27,5</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>DEDUÇÕES</p><p>Contribuição	Previdenciária</p><p>Art.	 36.	 Serão	 admitidas	 como	 deduções	 as	 contribuições	 cujo	 ônus</p><p>tenha	 sido	do	próprio	 contribuinte	 e	 desde	que	destinadas	 a	 seu	próprio</p><p>benefício:</p><p>I	 –	 para	 a	 Previdência	 Social	 da	 União,	 dos	 Estados,	 do	 Distrito</p><p>Federal	e	dos	Municípios;</p><p>II	 –	 para	 as	 entidades	 de	 previdência	 privada	 domiciliadas	 no	 País,</p><p>destinadas	 a	 custear	 benefícios	 complementares	 assemelhados	 aos	 da</p><p>Previdência	Social.</p><p>§	 1o	 A	 dedução	 mensal	 das	 contribuições	 para	 as	 entidades	 de</p><p>previdência	privada	aplica-se,	exclusivamente,	à	base	de	cálculo	relativa	a</p><p>rendimentos	 do	 trabalho	 com	 vínculo	 empregatício,	 bem	 assim	 de</p><p>administradores,	 de	 aposentados,	 de	 pensionistas,	 quando	 a	 fonte</p><p>pagadora	 for	 responsável	 pelo	 desconto	 e	 respectivo	 pagamento	 das</p><p>contribuições	previdenciárias.</p><p>§	2o	Quando	 a	 fonte	 pagadora	 não	 for	 responsável	 pelo	 desconto	 da</p><p>contribuição	 previdenciária,	 o	 valor	 pago	 a	 esse	 título	 poderá	 ser</p><p>considerado	para	 fins	 de	 dedução	da	base	 de	 cálculo	 sujeita	 ao	 imposto</p><p>mensal,	 desde	 que	 haja	 anuência	 da	 empresa	 e	 que	 o	 beneficiário	 lhe</p><p>forneça	o	original	do	comprovante	de	pagamento.</p><p>§	 3o	 Às	 contribuições	 não	 deduzidas	 na	 forma	 dos	 parágrafos</p><p>anteriores	 é	 assegurada	 a	 dedução	 dos	 valores	 pagos	 a	 esse	 título	 na</p><p>Declaração	de	Ajuste	Anual.</p><p>Dependentes</p><p>Art.	37.	Poderão	ser	considerados	como	dependentes:</p><p>a)	o	cônjuge;</p><p>b)	o	companheiro	ou	a	companheira,	desde	que	haja	vida	em	comum</p><p>por	mais	de	cinco	anos,	ou	por	período	menor	se	da	união	resultou	filho;</p><p>c)	a	filha,	o	filho,	a	enteada	ou	o	enteado,	até	21	anos,	ou	de	qualquer</p><p>idade	quando	incapacitado	física	ou	mentalmente	para	o	trabalho;</p><p>d)	o	menor	pobre,	até	21	anos,	que	o	contribuinte	crie	e	eduque	e	do</p><p>qual	detenha	a	guarda	judicial;</p><p>e)	o	irmão,	o	neto	ou	o	bisneto,	sem	arrimo	dos	pais,	até	21	anos,	desde</p><p>que	o	contribuinte	detenha	a	guarda	judicial,	ou	de	qualquer	idade	quando</p><p>incapacitado	física	ou	mentalmente	para	o	trabalho;</p><p>[...]</p><p>10.1</p><p>Pensão	Alimentícia</p><p>Art.	 47.	 Poderão	 ser	 deduzidas	 as	 importâncias	 pagas	 a	 título	 de</p><p>pensão	alimentícia	em	face	das	normas	do	Direito	de	Família,	quando	em</p><p>cumprimento	 de	 decisão	 judicial	 ou	 acordo	 homologado	 judicialmente,</p><p>inclusive	a	prestação	de	alimentos	provisionais.</p><p>Parágrafo	 único.	 É	 vedada	 a	 dedução	 cumulativa	 dos	 valores</p><p>correspondentes	 a	 pensão	 alimentícia	 e	 a	 de	 dependente,	 quando	 se</p><p>referirem	à	mesma	pessoa,	exceto	na	hipótese	de	mudança	na	relação	de</p><p>dependência	no	decorrer	do	ano-calendário.”</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a</p><p>R$10,00</p><p>Segundo	 o	 art.	 67	 da	 Lei	 no	 9.430,	 de	 27-12-1996	 (DOU	 de	 30-12-1996),	 fica</p><p>dispensada	a	retenção	de	Imposto	de	Renda,	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00	(dez</p><p>reais),	incidentes	na	fonte	sobre	rendimentos	que	devam	integrar	a	base	de	cálculo	do</p><p>imposto	devido	na	declaração	de	ajuste	anual.</p><p>A	Receita	não	aceitará	DARF	com	valor	inferior	a	R$	10,00	(dez	reais).</p><p>Vejamos	a	seguir	os	arts.	67	e	68	da	Lei	no	9.430/96:</p><p>“Dispensa	de	Retenção	de	Imposto	de	Renda</p><p>Art.	 67.	 Fica	 dispensada	 a	 retenção	 de	 Imposto	 de	 Renda,	 de	 valor</p><p>igual	 ou	 inferior	 a	 R$	 10,00	 (dez	 reais),	 incidente	 na	 fonte	 sobre</p><p>rendimentos	que	devam	 integrar	a	base	de	 cálculo	do	 imposto	devido	na</p><p>declaração	de	ajuste	anual.</p><p>Utilização	de	DARF</p><p>Art.	 68.	 É	 vedada	 a	 utilização	 de	 Documentos	 de	 Arrecadação	 de</p><p>Receitas	Federais	para	o	pagamento	de	 tributos	e	contribuições	de	valor</p><p>inferior	a	R$10,00	(dez	reais).</p><p>§	 1o	 O	 imposto	 ou	 contribuição	 administrado	 pela	 Secretaria	 da</p><p>Receita	Federal,	arrecadado	 sob	um	determinado	código	de	 receita,	que,</p><p>no	período	de	apuração,	resultar	inferior	a	R$	10,00	(dez	reais),	deverá	ser</p><p>adicionado	ao	imposto	ou	contribuição	de	mesmo	código,	correspondente</p><p>11</p><p>aos	 períodos	 subsequentes,	 até	 que	 o	 total	 seja	 igual	 ou	 superior	 a	 R$</p><p>10,00	 (dez	 reais),	 quando,	 então,	 será	 pago	 ou	 recolhido	 no	 prazo</p><p>estabelecido	na	legislação	para	este	último	período	de	apuração.</p><p>§	2o	O	critério	a	que	se	refere	o	parágrafo	anterior	aplica-se,	também,</p><p>ao	imposto	sobre	operações	de	crédito,	câmbio	e	seguro	e	sobre	prestações</p><p>relativas	a	títulos	e	valores	mobiliários	–	IOF.”</p><p>Férias	coletivas</p><p>Conforme	o	art.	139	da	CLT,	as	 férias	coletivas	são	aquelas	“concedidas	a	 todos	os</p><p>empregados	 de	 uma	 empresa	 ou	 de	 determinados	 estabelecimentos	 ou	 setores	 da</p><p>empresa”.</p><p>Podem	 ser	 gozadas	 em	 até	 dois	 períodos	 anuais,	 desde	 que	 nenhum	 deles	 seja</p><p>inferior	a	dez	dias	corridos.</p><p>Conforme	 o	 art.	 611	 da	 CLT,	 a	 empresa	 pode	 conceder	 férias	 coletivas	 a	 seus</p><p>empregados	 por	 meio	 do	 sindicato	 representativo	 dos	 empregados	 pelo	 acordo</p><p>coletivo,	 ou	 de	 convenção	 coletiva	 entre	 sindicatos	 das	 categorias	 econômicas	 e</p><p>profissionais.</p><p>Na	 falta	 desses,	 cabe	 ao	 empregador	 determinar	 a	 época	 das	 férias	 dos</p><p>empregados.</p><p>Proporcionando	 férias	 coletivas	 adotadas	 por	 meio	 de	 convenção	 coletiva	 ou</p><p>adotadas	 livremente,	 o	 empregador	 deverá	 comunicar	 o	 fato	 ao	 órgão	 local	 do</p><p>Ministério	 do	 Trabalho	 e	 enviar	 cópia	 da	 aludida	 comunicação	 aos	 sindicatos</p><p>representativos	da	respectiva	categoria	profissional,	com	antecedência	mínima	de	15</p><p>dias;	 deverá	 salientar	 as	 datas	 de	 início	 e	 fim	 de	 férias,	 precisando	 quais	 os</p><p>estabelecimentos	ou	setores	abrangidos	pela	medida,	além	de	providenciar	a	fixação</p><p>de	aviso	nos	locais	de	trabalho.	A	seguir	apresenta-se	um	modelo	de	comunicação	que</p><p>deverá	ser	feita	pelo	empregador.</p><p>Entendemos	 que	 um	 terço	 a	 mais	 do	 salário	 normal	 previsto	 no	 art.	 7o,	 inciso</p><p>XVII,	da	Constituição	Federal	é	devido	também	no	caso	de	férias	coletivas.</p><p>Modelo	de	comunicação	para	férias	coletivas</p><p>Ao</p><p>Setor	de	Relações	do	Trabalho	da	SRTE</p><p>12</p><p>Nesta</p><p>A	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.,	com	sede</p><p>(nome	da	empresa)</p><p>na	Rua	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	..	.	.	.	.	.	.	.	.	.,	no	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.,	inscrita	no	CNPJ	do	Ministério	da	Fazenda	sob	no	.	.	.	.	.	.	.	.,</p><p>atendendo	ao	disposto	no	§	2o	do	art.	139	da	CLT,	comunica	que,	no	período	de	.	.	.	.	.	.	.	a	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.,	concederá	férias</p><p>coletivas	a	todos	os	empregados	existentes	nesta	empresa	(ou	no	setor	de	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.)</p><p>Local	e	data,	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>(carimbo	e	assinatura	do	responsável	legal	da	empresa)</p><p>Os	empregados	contratados	há	menos	de	12	meses	gozarão,	na	oportunidade,	de</p><p>férias	proporcionais,	principiando-se,	então,	novo	período	aquisitivo,	que	se	 inicia	a</p><p>partir	do	primeiro	dia	de	gozo.	Exemplo:</p><p>se	o	período	de	férias	coletivas	é	de	21-12-</p><p>2017	a	1o-1-2018,	seu	novo	período	aquisitivo	começa	em	21-12-2017.</p><p>Férias	proporcionais</p><p>Se	as	férias	proporcionais	forem	superiores	às	férias	coletivas,	o	empregado	fica	com</p><p>um	saldo	favorável,	cuja	concessão	do	período	de	gozo	fica	a	critério	do	empregador,</p><p>observando-se	sempre	o	período	aquisitivo.</p><p>12	dias</p><p>(de	24	a	32	faltas)</p><p>18	dias</p><p>(de	15	a	23	faltas)</p><p>24	dias</p><p>(de	6	a	14	faltas)</p><p>30	dias</p><p>(até	5	faltas)</p><p>Férias	Proporcionais</p><p>1	dia</p><p>2	dias</p><p>3	dias</p><p>4	dias</p><p>5	dias</p><p>6	dias</p><p>7	dias</p><p>8	dias</p><p>9	dias</p><p>10	dias</p><p>11	dias</p><p>12	dias</p><p>1,5	dia</p><p>3	dias</p><p>4,5	dias</p><p>6	dias</p><p>7,5	dias</p><p>9	dias</p><p>10,5	dias</p><p>12	dias</p><p>13,5	dias</p><p>15	dias</p><p>16,5	dias</p><p>18	dias</p><p>2	dias</p><p>4	dias</p><p>6	dias</p><p>8	dias</p><p>10	dias</p><p>12	dias</p><p>14	dias</p><p>16	dias</p><p>18	dias</p><p>20	dias</p><p>22	dias</p><p>24	dias</p><p>2,5	dias</p><p>5	dias</p><p>7,5	dias</p><p>10	dias</p><p>12,5	dias</p><p>15	dias</p><p>17,5	dias</p><p>20	dias</p><p>22,5	dias</p><p>25	dias</p><p>27,5	dias</p><p>30	dias</p><p>1/12</p><p>2/12</p><p>3/12</p><p>4/12</p><p>5/12</p><p>6/12</p><p>7/12</p><p>8/12</p><p>9/12</p><p>10/12</p><p>11/12</p><p>12/12</p><p>Se	as	 férias	proporcionais	 forem	 inferiores	 às	 férias	 coletivas,	o	 empregado	não</p><p>faz	 jus	a	 todo	o	período	de	férias	coletivas,	mas	elas	devem	ser	pagas	como	licença</p><p>remunerada	para	que	não	haja	redução	salarial	do	empregado.</p><p>Deve	ser	anotada	na	CTPS	e	no	 livro	ou	 fichas	de	“Registro	de	Empregados”	a</p><p>concessão	das	férias.</p><p>No	 caso	 de	 férias	 coletivas,	 a	 conversão	 de	 1/3	 do	 período	 de	 férias	 a	 que	 o</p><p>13</p><p>13.1</p><p>empregado	tem	direito</p><p>“deverá	 ser	 objeto	 de	 acordo	 coletivo	 entre	 o	 empregador	 e	 o	 sindicato</p><p>representativo	 da	 respectiva	 categoria	 profissional	 (sindicato	 dos</p><p>empregados),	 independendo	 de	 requerimento	 individual	 a	 concessão	 do</p><p>abono”	(art.	143,	§	2o,	da	CLT).</p><p>O	pagamento	das	férias	coletivas	e	do	abono,	se	for	o	caso,	deve	ser	feito	também</p><p>até	 dois	 dias	 antes	 do	 correspondente	 gozo,	 ocasião	 em	 que	 o	 empregado	 quita	 o</p><p>pagamento	em	recibo	com	indicação	do	início	e	do	término	das	férias.</p><p>Modalidades	de	cálculos	de	férias</p><p>Férias	normais	de	30	dias	–	mensalista</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Rosana	Rodrigues</p><p>CTPS	no/série	062.691	–	00034	–	SP.</p><p>Departamento	Comercial.</p><p>Período	aquisitivo:	1o-8-2016	a	31-7-2017.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	02-10-2017	a	31-10-2017.</p><p>Remuneração:	R$	2.475,00	por	mês.</p><p>Teve	cinco	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	das	férias</p><p>30	dias	de	férias	de	out./2017	a	R$	82,50 =	R$	2.475,00</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				825,00</p><p>Total	da	remuneração	das	férias =	R$	3.300,00</p><p>(–)	INSS	11%	sobre	R$	3.300,00 =	R$				363,00</p><p>(–)	IRF	(R$	3.300,00	férias	–	R$	363,00	INSS	=	R$	2.937,00).</p><p>Base	de	cálculo	=	R$	2.937,00×15%	=	440,55	–	354,80</p><p>(parcela	a	deduzir)</p><p>=	R$						85,75</p><p>Líquido	a	receber =	R$	2.851,25</p><p>Conforme	Portaria	do	MEF	no	8,	de	13/1/2017	(DOU	de	16-1-2017),	a	 tabela	de</p><p>alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>13.2 Férias	normais	com	15	dias	de	faltas	não	abonadas</p><p>–	mensalista</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Renata	Caetano</p><p>CTPS	no/série	59.336	–	00060	–	MG.</p><p>Departamento	Produção.</p><p>Período	aquisitivo:	1o-10-2015	a	30-9-2016.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	1o-9-2017	a	18-9-2017.</p><p>Remuneração:	R$	1.440,00	por	mês.</p><p>Teve	15	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	das	férias</p><p>18	dias	de	férias	de	set./2017a	R$	48,00 =	R$				864,00</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				288,00</p><p>Total	da	remuneração	férias =	R$	1.152,00</p><p>(–)	INSS	8%	s/1.152,00 =	R$						92,16</p><p>(–)	IRF	(R$	1.152,00	–	92,16	INSS	=	1.059,84,	isento). 									–</p><p>Líquido	a	receber =	R$	1.059,84</p><p>Conforme	Portaria	do	MEF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-1-2017),	a	tabela	de</p><p>alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>13.3</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>Férias	em	dobro	e	pagamento	complementar	–</p><p>mensalista</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Antônio	Ramalho</p><p>CTPS	no/série	086.559	–	168ª	–	SP.</p><p>Departamento	Comercial.</p><p>Período	aquisitivo:	1o-9-2015	a	31-8-2016.</p><p>Período	de	gozo	de	férias:	2-10-2017	a	31-10-2017.</p><p>Remuneração:	R$	2.059,20	por	mês.</p><p>Teve	três	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Teve	15%	de	promoção	a	partir	de	2-10-2017;	fazer	recibo	complementar.</p><p>Tem	um	dependente.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	das	férias</p><p>30	dias	de	férias	de	out./2017	a	R$	68,64 =	R$	2.059,20</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				686,40</p><p>Adicional	do	dobro	das	férias	30	dias	em	out./2017 =	R$	2.059,20</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal)	sobre	o	dobro	das	férias =	R$				686,40</p><p>Total	da	remuneração	e	adicional	das	férias =	R$	5.491,20</p><p>(–)	INSS	9%	sobre	2.745,60	(sem	adicional,	art.	214,	§	9o,	inciso	IV,	do	RPS). =	R$				247,10</p><p>(–)	IRF	R$	5.491,20	–	R$	247,10	(9%)	INSS	–	R$	189,59,	1	dep.	=	R$	5.054,51.</p><p>Base	de	cálculo	=	R$	5.054,51	×	27,5%	=</p><p>R$	1.389,99	–	R$	869,36 =	R$				520,63</p><p>Líquido	a	receber =	R$	4.723,47</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo</p><p>de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>O	Sr.	Antônio	Ramalho	teve	uma	promoção	com	um	reajuste	salarial	de	15%	a	partir</p><p>de	02-10-2017.</p><p>Maior	remuneração	a	partir	de	2-10-2017,	R$	2.059,20	×	1,15	=	R$	2.368,08.</p><p>Cálculo	do	complemento	de	férias</p><p>30	dias	de	férias	de	out./2017	a	R$	78,93 =			R$	2.368,08</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =			R$				789,36</p><p>Adicional	do	dobro	das	férias	de	30	dias	em	out./2017 =			R$	2.368,08</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal),	sobre	o	dobro	das	férias =			R$				789,36</p><p>(–)	Valor	pago	em	29-9-2017 =	(R$	5.491,20)</p><p>Total	do	complemento	em	out./2017 =			R$			823,68</p><p>(–)	INSS	11%	sobre	3.157,44 =			R$			347,32</p><p>(+)	INSS	valor	descontado	em	29-9-2017 =	(R$			247,10)</p><p>IRF	sobre	R$	533,87	não	incide	(isento). 						–</p><p>Líquido	a	receber	da	remuneração	complementar	de	férias =			R$			723,46</p><p>OBS.:	IRF	:	R$	723,46	–	R$	189,59	(1	dep.)	=	R$	533,87	(Isento)</p><p>13.4 Horista	que	recebe	adicional	noturno</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Silvano	Cândido</p><p>CTPS	no/série	023.432	–	00005	–	SC.</p><p>Departamento	de	Impressão.</p><p>Período	aquisitivo:	1o-7-2016	a	30-6-2017.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	2-10-2017	a	31-10-2017.</p><p>Horário	de	trabalho:	das	22h	às	1h30min	e	das	2h30min	às	5h20min.</p><p>Salário:	R$	8,80	por	hora	e	recebe	adicional	noturno.</p><p>Não	teve	faltas	no	período	aquisitivo.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	das	férias</p><p>Adicional	noturno:	20%	sobre	a	hora	diurna	(art.	73	da	CLT)</p><p>Das	22h	às	5h,	são	8	horas	de	trabalho	de	52	minutos	e	30	segundos</p><p>Adicional	 noturno:	 22h	 às	 5h20min	 =	 8h20min	 (8h	 de	 52,5min	 +</p><p>20min)	–	1h	de	descanso</p><p>(1h30min	às	2h30min)	=	7h20min</p><p>30	dias	de	férias	×	7h20min	=	220h	de	adicional	noturno	para	as	férias</p><p>R$	8,80	hora	diurna	×	20%	=	R$	1,76</p><p>R$	1,76	×	220h	=	R$	387,20</p><p>Adicional	noturno	que	será	computado	nas	férias	=	R$	387,20</p><p>Salário	R$	8,80	por	hora	×	220h =	R$	1.936,00</p><p>(+)	Adicional	noturno	(art.	142,	§	5o,	da	CLT). =	R$				387,20</p><p>Maior	remuneração	para	as	férias =	R$	2.323,20</p><p>Férias	30	dias	a	R$	77,44	por	dia =	R$	2.323,20</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				774,40</p><p>Total	da	remuneração. =	R$	3.097,60</p><p>(–)	INSS	11%	s/3.097,60 =	R$				340,74</p><p>(–)	IRF	3.097,60	–	340,74	=	2.756,86	×	7,5%	=	206,76	–	142,80 =	R$						63,96</p><p>Líquido	a	receber =	R$	2.692,90</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>13.5 Mensalista	que	recebe	adicional	de	periculosidade,</p><p>ficando	afastado	por	um	período	e	recebendo</p><p>auxílio-doença</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Wilson	de	Castro</p><p>CTPS	no/série	74.221	–	321ª	RS.</p><p>Departamento	de	Abastecimento.</p><p>Admissão:	 1o-6-2015,	 ficou	 afastado	 por	 motivo	 de	 auxílio-doença	 no</p><p>período	de	1o-7-2015	a	2-3-2016,	retornando	ao	trabalho	dia	3-3-2016.</p><p>Período	aquisitivo:	3-3-2016	a	2-3-2017;	 iniciou	novo	período	aquisitivo,</p><p>quando	 de	 seu	 retorno	 ao	 serviço,	 por	 ter	 ficado	 no	 curso	 do	 período</p><p>aquisitivo	 afastado	 por	 auxílio-doença	 por	 mais	 de	 seis	 meses,	 art.	 133,</p><p>inciso	IV	e	§	2o,	da	CLT.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	6-9-2017	a	29-9-2017.</p><p>Salário:	R$	1.458,00	por	mês	e	recebe	adicional	de	periculosidade.</p><p>Teve	oito	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>Salário =	R$	1.458,00</p><p>(+)	Adicional	de	periculosidade	(30%) =	R$				437,40</p><p>Maior	remuneração =	R$	1.895,40</p><p>O	cálculo	deverá	ser	feito	sobre	a	maior	remuneração,	conforme	preceitua	o	art.</p><p>142,	§	5o,	da	CLT	Férias	24	dias	(art.	130	da	CLT)	a	R$	63,18</p><p>=	R$	1.516,32</p><p>+	Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal) =	R$				505,44</p><p>Total	da	remuneração =	R$	2.021,76</p><p>(–)	INSS	9%	sobre	R$	2.021,76 =	R$				181,96</p><p>(–)	IRF	(R$	2.021,76	–	R$	181,96	INSS	=	R$	1.839,80).	Isento 																	–</p><p>Líquido	a	receber =	R$	1.839,80</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>CÁLCULO	DE	FÉRIAS	COM	PERÍODO	DE	GOZO</p><p>QUE	TEM	INÍCIO	EM	UM	MÊS	E	TÉRMINO	NO</p><p>SEGUINTE</p><p>Desconto	do	INSS</p><p>A	incidência	da	contribuição	para	o	INSS	sobre	a	remuneração	das	férias	ocorrerá	no</p><p>mês	 a	 que	 elas	 se	 referirem,	 mesmo	 quando	 pagas	 antecipadamente	 na	 forma	 da</p><p>legislação	 trabalhista,	 conforme	 preceitua	 o	 §	 14	 do	 art.	 214	 do	 RPS,	 de	 6-5-1999</p><p>(DOU	de	12-5-1999).</p><p>Quando	o	período	de	gozo	das	férias	 tem	início	em	um	mês	e	término	no	outro,</p><p>deve-se	descontar	o	INSS	correspondente	aos	dias	de	cada	mês	por	ocasião	do	dia	do</p><p>pagamento	das	férias,	por	ser	uma	antecipação	de	salários.</p><p>Exemplo:	O	empregado	entra	em	gozo	de	férias	no	período	de	20-10-2017</p><p>a	18-11-2017:	o	pagamento	será	efetuado	até	o	dia	17-10-2017,	conforme</p><p>legislação	trabalhista	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	pagamento	das	férias	(antecipação	de	salários),	com	um	terço	a	mais</p><p>determinado	pela	Constituição	Federal,	será	efetuado	até	dois	dias	antes	do</p><p>respectivo	período.	Se	a	empresa	está	pagando	férias	até	18-11-2017</p><p>(salários),	deve	descontar	o	INSS	dos	12	dias	de	outubro	e	também	dos	18</p><p>dias	de	novembro,	separadamente;	se	os	12	ou	18	dias	de	remuneração	de</p><p>férias	de	cada	mês	atingirem	o	limite	máximo	do	salário	de	contribuição,</p><p>deve	a	empresa	descontar	dois	limites	máximos,	sendo:	um	referente	a	12</p><p>dias	da	remuneração	das	férias	de	outubro	e	o	outro	dos	18	dias	das	férias</p><p>de	novembro;	assim,	haverá	uma	Guia	de	Previdência	Social	para	cada</p><p>mês	de	sua	respectiva	competência.</p><p>Se	o	recolhimento	não	for	feito	dessa	forma,	como	proceder	se	o</p><p>empregado,	ao	retornar	do	período	de	gozo	de	férias,	solicitar	demissão	e</p><p>não	cumprir	o	aviso-prévio,	ou	o	empregador	despedi-lo</p><p>sem	justa	causa,</p><p>com	o	aviso-prévio	indenizado,	ou	o	empregado	vier	a	falecer?	Como</p><p>descontar	o	INSS	dos	18	dias	de	novembro	se	já	foi	efetuado	esse</p><p>pagamento,	acrescido	de	1/3	da	Constituição	Federal,	em	17-10-2017?</p><p>Por	isso,	deve-se	efetuar	o	desconto	também	dos	18	dias	de	novembro</p><p>por	ocasião	do	pagamento	das	férias	até	17-10-2017,	e	deixá-lo</p><p>provisionado	na	contabilidade,	para	competência	novembro/2017.</p><p>A	 seguir,	 para	 melhor	 compreensão	 e	 esclarecimento,	 apresentaremos	 alguns</p><p>exemplos	práticos	de	recibos	de	férias	que	têm	início	em	um	mês	e	término	em	outro.</p><p>13.6 Férias	normais	com	início	em	um	mês	e	término</p><p>no	seguinte	(uma	parte	em	dobro)</p><p>HOSPITAL	PERCEPÇÃO</p><p>Luís	Gonçalves</p><p>CTPS	no/série:	19.837	–	00064	CE.</p><p>Departamento	Administrativo.</p><p>Período	aquisitivo:	1o-10-2015	a	30-9-2016.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	16-9-2017	a	15-10-2017.</p><p>Remuneração:	R$	1.440,00	por	mês.</p><p>Teve	duas	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Tem	três	dependentes.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>Período	 aquisitivo:	 1o-10-2015	 a	 30-9-2016,	 período	 concessivo:	 1o-10-</p><p>2016	a	30-9-2017;	como	o	período	de	gozo	das	férias	vai	até	15-10-2017,</p><p>15	dias	devem	ser	pagos	em	dobro.</p><p>15	dias	de	férias	de	set./2017	a	R$	48,00 =	R$				720,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				240,00</p><p>Total	da	remuneração	de	set./2017 =	R$				960,00</p><p>(–)	INSS	8%	sobre	960,00	(15	dias	de	set./2017) =	R$						76,80</p><p>Total	líquido	do	mês	de	set./2017 =	R$				883,20</p><p>15	dias	de	férias	em	out./2017	a	R$	48,00 =	R$				720,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				240,00</p><p>Adicional	do	dobro	das	férias:	15	dias	em	out./2017	a	R$	48,00 =	R$				720,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	CF)	sobre	o	dobro	das	férias =	R$				240,00</p><p>Total	da	remuneração	de	out./2017 =	R$	1.920,00</p><p>(–)	INSS	8%	s/	960,00	(sem	o	adicional,	art.	28,	§	9o,	alínea	d,	da	Lei	no</p><p>8.212/91)</p><p>=	R$						76,80</p><p>(–)	IRF	(R$	960,00	de	set./2017	+	R$	1.920,00	de	out./2017	=	R$	2.880,00)	–</p><p>INSS	R$	153,60	[8%]	de	set.	e	out.	–	R$	568,77	de	três	dependentes	=	R$</p><p>2.157,63	R$	2.157,63	×	7,5%	=	R$	161,82	–	R$	142,80</p><p>=	R$						19,02</p><p>Total	líquido	do	mês	de	out./2017 =	R$	1.824,18</p><p>Total	líquido	a	receber:	mês	de	set./2017	R$	883,20	+	R$	1.824,18	mês	de</p><p>out./2017	=</p><p>R$	2.707,38</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>13.7 Férias	com	início	em	um	mês	e	término	no</p><p>seguinte	e	pagamento	complementar</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Suzy	Machado</p><p>CTPS	no/série:	81.412	–	00012	MG.</p><p>Departamento	de	Recursos	Humanos.</p><p>Período	aquisitivo:	2-6-2016	a	1o-6-2017.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	24-11-2017	a	23-12-2017.</p><p>Remuneração:	R$	2.880,00	por	mês.</p><p>Não	teve	faltas	no	período	aquisitivo.</p><p>Tem	dois	dependentes.</p><p>Teve	 uma	 promoção	 com	 15%	 de	 reajuste	 a	 partir	 de	 1o-12-2017;	 fazer</p><p>recibo	complementar.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>7	dias	de	férias	de	nov./2017 =	R$				672,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				224,00</p><p>Total	da	remuneração	de	nov./2017 =	R$				896,00</p><p>(–)	INSS	8%	s/	896,00	(um	dia	de	nov./2017) =	R$						71,68</p><p>Total	líquido	no	mês	de	nov./2017 =	R$				824,32</p><p>23	dias	de	férias	de	dez./2017	a	R$	96,00 =	R$	2.208,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				736,00</p><p>Total	da	remuneração	de	dez./2017 =	R$	2.944,00</p><p>(–)	INSS	11%	s/	2.944,00	(tabela	de	agosto/17). =	R$				323,84</p><p>(–)	IRF	(R$	896,00	de	nov./2017	+	R$	2.944,00	de	dez./2017	=	R$	3.840,00	–</p><p>INSS	R$	395,52	de	nov.	e	dez./2017	–	R$	379,18	de	2	dependentes	=	R$</p><p>3.065,30.	Base	de	cálculo:	R$	3.065,30	×	15%	=	R$	459,79	–	354,80	parcela	a</p><p>deduzir	=	R$	104,99)</p><p>=	R$				104,99</p><p>Total	líquido	no	mês	de	dez./2017 =	R$	2.515,17</p><p>Total	líquido	a	receber	no	mês	de	nov./2017:	R$	824,32	+	R$	2.515,17	mês	de</p><p>dez./2017</p><p>=	R$	3.339,49</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao Salário	de	contribuição</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>INSS	(%) R$</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>A	Srª	Suzy	Machado	teve	uma	promoção	com	um	reajuste	salarial	de	15%	a	partir	de</p><p>1o-12-2017.	Temos	então:	R$	2.880,00	×	1,15	=	R$	3.312,00.</p><p>Cálculo	do	complemento	de	férias</p><p>23	dias	de	férias	de	dez./2017	a	R$	110,40 =			R$	2.539,20</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =			R$				846,40</p><p>(–)	Valor	pago	em	21-11-2017 =	(R$	2.944,00)</p><p>Total	das	férias	complementares	em	dez./2017 =			R$				441,60</p><p>–	(INSS	descontado	sobre	a	diferença	do	valor	máximo	em	21-11-2017). =													48,58</p><p>–	(IRF)	sobre	R$	441,60;	não	há	incidência	(isento). =																			–</p><p>Líquido	a	receber	das	férias	complementares =			R$				393,02</p><p>13.8 Férias	com	início	em	um	mês	e	término	no</p><p>seguinte,	com	12	faltas	não	abonadas	e	pagamento</p><p>complementar</p><p>EDITORA	PERCEPÇÃO	S.A.</p><p>Abílio	Soares</p><p>CTPS	no/série	25.103	–	00061	BA.</p><p>Departamento	Financeiro.</p><p>Período	aquisitivo:	16-7-2016	a	15-7-2017.</p><p>Período	de	gozo	de	férias:	24-11-2017	a	17-12-2017.</p><p>Remuneração:	R$	1.920,00	por	mês.</p><p>Teve	12	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Teve	12%	de	reajuste	a	partir	de	1o-12-2017.	Fazer	recibo	complementar.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>7	dias	de	férias	de	nov./2017,	a	R$	64,00 =	R$				448,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				149,33</p><p>Total	da	remuneração	de	nov./2017 =	R$				597,33</p><p>(–)	INSS	8%	sobre	597,33 =	R$						47,79</p><p>Total	líquido	do	mês	de	nov./2017 =	R$				549,54</p><p>17	dias	de	férias	de	dez./2017	a	R$	64,00 =	R$	1.088,00</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				362,67</p><p>Total	da	remuneração	de	dez./2017 =	R$	1.450,67</p><p>(–)	INSS	8%	sobre	1.450,67 =	R$				116,05</p><p>(–)	IRF	(R$	597,33	de	nov./2017	+	1.450,67	de	dez./2017	=	2.048,00	–	INSS	R$</p><p>163,84	de	nov.	e	dez.	=	R$	1.884,16)	Isento</p><p>=																	–</p><p>Total	líquido	no	mês	de	dez./2017 =	R$	1.334,62</p><p>Total	líquido	a	receber	no	mês	de</p><p>nov./2017:	R$	549,54	+	R$1.334,62	mês	de</p><p>dez./2017</p><p>=	R$	1.884,16</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>O	Sr.	Abílio	Soares	 teve	um	reajuste	salarial	de	12%	a	partir	de	1o-12-2017.	Temos</p><p>então:	R$	1.920,00	×	1,12	=	R$	2.150,40.</p><p>Cálculo	do	complemento	de	férias</p><p>17	dias	de	férias	de	dez./2017	a	R$	71,68 =	R$	1.218,56</p><p>Acréscimo	(1/3	da	Constituição	Federal). =	R$				406,19</p><p>Total	das	férias	complementares	em	dez./2017 =	R$	1.624,75</p><p>(–)	Valor	pago	em	21-11-2017 =	(R$	1.450,67)</p><p>Total	das	férias	complementares	em	dez./2017 =	R$				174,08</p><p>INSS	8%	s/1.624,75 =	R$				129,98</p><p>(–)	Valor	descontado	em	21-11-2017	=	(R$	116,05) =	R$						13,93</p><p>Líquido	a	receber	das	férias	complementares	(174,08	–	13,93). =	R$				160,15</p><p>13.9 Férias	com	abono	pecuniário	e	acréscimo	de	1/3,</p><p>conforme	Constituição	Federal</p><p>Todo	 empregado	 poderá	 converter	 1/3	 (um	 terço)	 do	 período	 de	 férias	 a	 que	 tiver</p><p>direito	em	abono	pecuniário,	no	valor	da	remuneração	das	férias,	já	acrescida	de	um</p><p>terço	 (1/3),	 referido	 no	 citado	 artigo	 7o,	 inciso	XVII,	 da	Constituição	 Federal.	 Para</p><p>isso	é	necessário	que	o	empregado	requeira	tal	abono	até	15	dias	antes	do	término	do</p><p>período	aquisitivo.</p><p>O	pagamento	do	abono	pecuniário	das	férias	será	efetuado	até	dois	dias	antes	do</p><p>início	do	respectivo	período.</p><p>Incidência	do	INSS,	FGTS	e	IRF</p><p>Abono	 pecuniário	 de	 férias,	 concessão	 de	 10	 dias	 em	dinheiro	 da	 remuneração	 das</p><p>férias,	já	acrescida	do	adicional	de	1/3	do	salário	normal	(até	20	dias).</p><p>INSS	–	Não:	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,	 item	6,	com	redação</p><p>dada	pela	Lei	no	9.711,	de	20-11-1998.</p><p>FGTS	–	Não:	CLT,	art.	144.</p><p>13.10</p><p>IR	–	Não:	Solução	de	Divergência	 no	 1,	 de	2-1-2009,	 e	Ato	Declaratório</p><p>Interpretativo	no	28,	de	16-1-2009	–	DOU	de	19-1-2009	(vide	item	14.3	do</p><p>Capítulo	1,	neste	livro).</p><p>Controvérsia	de	entendimento	sobre	abono</p><p>pecuniário	mais	1/3	do	salário	normal</p><p>Após	percorrer	todo	o	Brasil,	realizando	cursos	e	palestras	sobre	a	prática	trabalhista	e</p><p>considerando	a	Constituição	Federal	(inciso	XVII	do	art.	7o),	foi	possível	verificar	que</p><p>uma	 das	 grandes	 controvérsias	 atuais	 da	 área	 refere-se	 ao	 abono	 pecuniário	 e	 ao</p><p>pagamento	de	1/3	a	mais	do	que	o	salário	normal	por	ocasião	do	gozo	de	férias	anuais</p><p>remuneradas.	Em	virtude	disso,	passo	a	demonstrar	três	formas	de	realizar	o	cálculo</p><p>para	o	pagamento	do	abono.</p><p>De	 acordo	 com	 o	 disposto	 no	 inciso	XVII	 do	 art.	 7o	 da	Constituição	 brasileira,</p><p>ficou	 instituído	o	pagamento	de	1/3	a	mais	do	que	o	salário	normal,	por	ocasião	do</p><p>gozo	de	férias	anuais	remuneradas.</p><p>Deve-se	 entender	 por	 salário	 normal	 o	 salário	 fixo	 acrescido	 das	 gorjetas,</p><p>gratificações	 legais	 e	 comissões.	Os	adicionais	por	 trabalho	extraordinário,	noturno,</p><p>insalubre	ou	perigoso	serão	computados	no	salário	que	servirá	de	base	ao	cálculo	da</p><p>remuneração	das	férias	(art.	457,	§	1o,	e	142,	§	5o,	da	CLT,	com	alteração	dada	pela</p><p>Lei	no	13.467,	de	13-7-2017).</p><p>O	pagamento	de	um	 terço	a	mais	que	o	 salário	normal	 também	será	obrigatório</p><p>nos	casos	de	férias	em	dobro,	simples	ou	proporcionais,	observando-se	o	disposto	nos</p><p>arts.	130,	146	e	147	da	CLT.</p><p>Conforme	o	art.	130	da	CLT,	o	quadro	de	faltas	não	justificadas	é	o	seguinte:</p><p>Até	5	faltas =	30	dias	corridos</p><p>De	6	a	14	faltas =	24	dias	corridos</p><p>De	15	a	23	faltas =	18	dias	corridos</p><p>De	24	a	32	faltas =	12	dias	corridos</p><p>Considerando	a	Instrução	Normativa	citada,	a	prescrição	de	pagar	1/3	a	mais	do</p><p>que	o	salário	normal	passou	a	ser	1/3	a	mais	da	remuneração	de	férias	de	30,	24,	18	ou</p><p>12	dias,	de	acordo	com	o	número	de	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Se	o	empregado	não	solicitou	o	abono	pecuniário,	não	há	divergência	quanto	ao</p><p>pagamento.	 Como,	 porém,	 no	 caso	 de	 havê-lo	 solicitado,	 podem	 ocorrer	 dúvidas,</p><p>passamos	a	seguir	a	explicitar	os	fatos.</p><p>PRIMEIRO	EXEMPLO</p><p>A	remuneração	mensal	de	um	empregado	é	de	R$	2.160,00;	seu	direito	de	férias	é	de</p><p>30	 dias	 e	 vai	 gozar	 todo	 o	 período	 completo	 de	 férias,	 sem	 o	 abono	 pecuniário.</p><p>Temos,	então:</p><p>30	dias	de	gozo	de	férias R$	2.160,00</p><p>(+)	1/3	da	remuneração,	conforme	art.	7o,	XVII,	da	CF R$				720,00</p><p>Total	a	receber R$	2.880,00</p><p>A	incidência	do	INSS,	FGTS	e	IR	deve	ser	sobre	R$	2.880,00.</p><p>Como	 dissemos,	 a	 controvérsia	 de	 entendimento	 existe	 quando	 o	 empregado</p><p>solicita	 o	 abono	 pecuniário	 de	 30,	 24,	 18	 ou	 12	 dias,	 de	 acordo	 com	 o	 número	 de</p><p>faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.	Neste	caso,	 três	 tipos	de	cálculos	podem</p><p>ser	 realizados.	Vamos	apresentá-los	um	a	um,	esclarecendo	o	que	entendemos	ser	o</p><p>correto.</p><p>SEGUNDO	EXEMPLO</p><p>Um	empregado	com	 remuneração	mensal	de	R$	2.160,00,	 com	direito	a	30	dias	de</p><p>gozo	de	férias,	que	tenha	solicitado	o	abono	pecuniário.</p><p>Primeiro	entendimento</p><p>A	Instrução	Normativa	no	1	(item	3)	preceitua	que</p><p>“o	abono	pecuniário,	previsto	no	art.	143	da	CLT,	será	calculado	sobre	a</p><p>remuneração	das	férias,	já	acrescida	de	um	terço,	referido	no	citado	art.	7o,</p><p>inciso	XVII,	da	Constituição	Federal”.</p><p>Segundo	o	primeiro	entendimento,	a	remuneração	das	férias	deve	ser	sobre	30,	24,</p><p>18	ou	12	dias	e	não	sobre	o	período	de	gozo	das	férias	de	20,	16,	12	ou	8	dias.	Para</p><p>calcular	o	abono	pecuniário,	conforme	a	Instrução	Normativa	citada,	temos:</p><p>Remuneração	de	férias	de	30	dias R$	2.160,00</p><p>(+)	1/3	da	remuneração,	conforme	art.	7o,	XVII,	da	CF R$			720,00</p><p>Total	a	receber R$	2.880,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$	2.880,00/3	=	R$	960,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$	960,00</p><p>Esse	cálculo	é	igual	a	1/3	de	R$	2.160,00	mais	1/3	de	1/3,	ou	seja,	o	somatório	de</p><p>1/3	de	R$	2.160,00	(que	é	igual	a	R$	720,00)	mais	1/3	de	R$	720,00	(que	é	igual	a	R$</p><p>240,00).</p><p>Abono	pecuniário	=	R$	960,00</p><p>Para	o	restante	dos	cálculos,	temos:</p><p>20	dias	do	período	de	gozo	de	férias	(20	×	R$	72,00	por	dia) R$	1.440,00</p><p>(+)	Abono	pecuniário	de	férias R$				960,00</p><p>(+)	1/3	da	remuneração	integral,	conforme	art.	7o,	XVII,	da	CF,	e	não	do	período</p><p>de	gozo	das	férias	(R$	2.160,00)</p><p>R$				720,00</p><p>Valor	a	ser	pago R$	3.120,00</p><p>O	saldo	de	salários	de	10	dias	será	pago	via	folha	de	pagamento:	R$	720,00.</p><p>Incidência	de	FGTS	e	INSS	sobre Incidência	de	Imposto	de	Renda	sobre</p><p>R$	1.440,00	(20	dias	de	gozo	de	férias) R$	1.440,00	(20	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$			720,00	(1/3,	conforme	CF)</p><p>R$			720,00	(10	dias	de	saldo	de	salários) R$			720,00	(1/3,	conforme	CF)</p><p>R$	2.880,00 R$	2.160,00</p><p>O	 cálculo	 do	 Imposto	 de	 Renda	 sobre	 o	 saldo	 de	 salário	 (10	 dias),	 que	 é	 de</p><p>R$720,00,	 deve	 ser	 feito	 separadamente,	 conforme	 o	 art.	 15,	 §	 1o,	 da	 Instrução</p><p>Normativa	no	25/96	da	Receita	Federal.</p><p>Esclarecimento:	 Esse	 é	 o	 procedimento	 que	 entendemos	 ser	 o	 correto;</p><p>respeitamos,	contudo,	os	juristas	que	não	pactuam	com	tal	interpretação.	Neste	caso,</p><p>seguir	o	segundo	entendimento.</p><p>Segundo	entendimento</p><p>O	cálculo	do	abono</p><p>adicional	noturno,	foram	detidamente	examinados.	Nossa</p><p>preocupação	foi	sempre	examinar	a	legislação	do	ponto	de	vista	de	cálculos	a	efetuar.</p><p>Se	repouso	semanal	e	feriado	em	comissões	oferecem	dificuldades	de	cálculo	para	o</p><p>profissional	 de	 recursos	 humanos,	 aí	 então	 penetramos	 e	 analisamos	 todas	 as</p><p>possibilidades.	 Quando	 súmulas	 são	 necessárias	 para	 o	 esclarecimento	 do	 leitor,</p><p>empreendemos	criteriosa	e	vasta	pesquisa	para	supri-lo	da	melhor	informação,	como</p><p>no	caso	de	adicional	noturno.</p><p>Os	 descontos	 para	 o	 INSS	 realizados	 nos	 rendimentos	 do	 empregado,	 embora</p><p>normalmente	não	sejam	motivos	de	dúvida,	pelo	menos	numa	questão	eles	poderiam</p><p>acarretar	 dificuldades	 para	 quem	 trabalha	 com	 cálculos	 trabalhistas:	 como	 tratar	 o</p><p>aposentado	que	continua	ou	volta	ao	trabalho?	O	leitor	que	tiver	esse	tipo	de	dúvida</p><p>encontrará	 no	 item	 7.1	 do	 primeiro	Capítulo	 a	 resposta	 segura:	 os	 aposentados	 por</p><p>idade	ou	por	tempo	de	contribuição	não	estão	isentos	de	contribuir	para	a	Previdência</p><p>Social,	art.	12,	§	4o,	da	Lei	no	8.212/91.</p><p>O	 Imposto	 de	 Renda	 também	 foi	 objeto	 de	 exame	 e	mereceu	 de	 nossa	 parte	 a</p><p>citação	do	art.	16	da	Lei	no	8.134,	de	27-12-1990,	que	trata	da	incidência	do	imposto</p><p>no	décimo	terceiro	salário,	bem	como	de	itens	da	Lei	no	11.482,	de	31-5-2007,	com</p><p>alteração	dada	pela	Lei	no	13.149,	de	21-7-2015,	que	cuida	do	cálculo	do	Imposto	de</p><p>Renda	na	Fonte	a	partir	de	1o-4-2015.</p><p>Outra	 grande	 dificuldade	 que	 surge	 na	 prática	 trabalhista	 refere-se	 aos</p><p>procedimentos	 de	 cálculos	 quanto	 aos	 horistas.	 Vários	 exemplos	 apresentados</p><p>permitem	o	esclarecimento	da	matéria.	Da	mesma	forma,	os	procedimentos	relativos</p><p>aos	 mensalistas	 também	 foram	 detidamente	 examinados.	 Assim,	 enfocamos	 o</p><p>desconto	 do	 repouso	 semanal	 remunerado	 (RSR)	 para	 mensalista	 e	 quinzenalista.</p><p>Nessa	oportunidade,	além	dos	arts.	6o	e	7o	da	Lei	no	605/49,	do	art.	11	do	Decreto	no</p><p>27.048/49,	 citamos	 jurisprudência	 relativa	 ao	 desconto	 do	 repouso	 semanal</p><p>remunerado	do	mensalista	ou	quinzenalista.	No	subitem	10.2,	foi	objeto	de	estudo	o</p><p>que	 se	entende	por	semana.	A	 ausência	de	precisão	quanto	 ao	domínio	do	 conceito</p><p>pode	levar	a	uma	prática	incorreta.	Daí	a	nossa	preocupação	em	citar	o	art.	11,	§	4o,	do</p><p>Decreto	no	27.048/49,	para	dirimir	dúvida	no	caso	de	falta	do	empregado.	O	domingo</p><p>e	o	feriado	que	caem	no	mesmo	dia	não	levam	à	acumulação	da	remuneração.	Tudo</p><p>isso	 pode	 parecer	 muito	 simples,	 mas	 onde	 está	 o	 fundamento	 legal?	 Nós	 o</p><p>oferecemos	 no	 subitem	 10.3.	 Relativamente	 à	 compensação	 de	 sábado,	 quando	 o</p><p>sábado	 já	 é	 feriado,	 preferimos	 citar	 a	 decisão	 de	 um	 tribunal.	 Já	 em	 período	 de</p><p>repouso	semanal	remunerado,	matéria	do	item	11,	citamos	a	Súmula	no	110	do	TST.	O</p><p>repouso	 do	 empregado,	 salvo	 motivo	 de	 conveniência	 pública	 ou	 necessidade</p><p>imperiosa	do	serviço,	deverá	coincidir	com	o	domingo.</p><p>Faltas,	 atrasos,	 atestados	 médicos	 são	 outras	 questões	 que	 trazem	 dificuldades</p><p>para	o	profissional	que	milita	na	área	de	 recursos	humanos.	Por	 isso,	 focalizamos	a</p><p>matéria	buscando	esclarecer	várias	possibilidades.</p><p>A	incidência	de	INSS,	FGTS	e	Imposto	de	Renda	na	remuneração	do	empregado	é</p><p>apresentada	 em	 quadro	 simples	 e	 prático,	 adequando-se	 à	 Lei	 no	 13.467,	 de	 13	 de</p><p>julho	de	2017	(Reforma	Trabalhista).	O	leitor	pode	verificar	o	que	estamos	afirmando</p><p>correndo	a	vista	pelo	item	14	do	Capítulo	1.</p><p>Para	 finalizar	 o	 capítulo	 em	que	 tratamos	da	 folha	 de	 pagamento,	 apresentamos</p><p>uma	 série	 de	modalidades	 de	 cálculo	 de	 folha	 de	 pagamento,	 procurando	 focalizar</p><p>questões	 como:	 pagamento	 no	 último	 dia	 útil	 do	mês,	mensalista	 com	 desconto	 da</p><p>contribuição	 sindical,	 mensalista	 com	 falta	 não	 abonada,	 horista	 com	 adicional	 de</p><p>periculosidade,	horista	com	hora	extra	noturna.	No	item	16,	uma	folha	de	pagamento</p><p>preenchida	permite	ao	leitor	tomar	contato	com	a	complexidade	de	todos	os	elementos</p><p>requeridos	para	o	preenchimento	deste	importante	formulário	do	mundo	trabalhista.</p><p>No	Capítulo	2,	 tratamos	de	vales-transportes,	 focalizamos	o	controle	e	a	base	de</p><p>cálculo.	Como	a	matéria	tem	sido	alvo	de	controvérsia,	transcrevemos	um	parecer	da</p><p>Secretaria	de	Administração	Pública	–	Secretaria	de	Serviços	Gerais,	da	Presidência</p><p>da	República.	Nosso	objetivo	foi	resolver	a	questão	sobre	o	entendimento	quanto	ao</p><p>desconto	de	6%	sobre	o	salário	básico	ou	sobre	os	vencimentos	do	empregado.	Nesse</p><p>sentido,	 adicionamos	 o	 Parecer	 no	 15,	 da	 Coordenação	 de	 Análise,	 Orientação	 e</p><p>Normas	 (Canor),	 de	 28-12-1992.	 Aqui,	 podemos	 dizer	 que	 o	 mundo	 das	 relações</p><p>trabalhistas	 é	 tão	 complexo	 que	 mesmo	 as	 normas	 mais	 simples	 podem	 oferecer</p><p>possibilidade	de	ambiguidade,	como	é	o	caso	dos	vales-transportes.</p><p>Estrategicamente,	colocamos	no	Capítulo	3	um	dos	assuntos	mais	 intrincados	do</p><p>mundo	 do	 trabalho:	 o	 cálculo	 da	 remuneração	 das	 férias.	 Partimos	 de	 questões</p><p>elementares,	como	período	de	férias	no	caso	de	faltas	do	empregado	e	condições	em</p><p>que	 a	 ausência	 do	 empregado	 não	 é	 considerada	 falta	 ao	 serviço.	 Também</p><p>consideramos	a	perda	total	do	direito	de	férias	e	a	prescrição	do	direito	de	pleitear	a</p><p>reparação	de	crédito	de	férias	resultante	da	relação	de	trabalho.</p><p>Um	problema	que	enfrentamos	e	que	tem	sido	objeto	de	controvérsias	diz	respeito</p><p>ao	acréscimo	de	um	terço	ao	salário	normal	quando	do	gozo	das	férias.	Embasamos</p><p>nossos	argumentos	na	Instrução	Normativa	no	1/1988,	bem	como	na	Súmula	no	328	do</p><p>TST,	que	trata	do	terço	constitucional.</p><p>Outros	assuntos	relativos	a	férias,	como	férias	na	vigência	do	contrato	de	trabalho,</p><p>férias	 na	 rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho,	 férias	 pagas	 na	 rescisão	 do	 contrato	 de</p><p>trabalho,	 o	 não	 desconto	 de	 INSS	 e	 IRRF	 sobre	 férias	 indenizadas,	 pagamento	 da</p><p>primeira	parcela	do	13o	salário	por	ocasião	das	férias,	desconto	do	imposto	de	renda</p><p>sobre	férias,	férias	coletivas,	férias	proporcionais,	foram	examinados	sempre	levando</p><p>em	 conta	 possíveis	 dificuldades	 e	 explicitando	 os	 artigos	 de	 lei.	 E	 para	 facilitar	 a</p><p>aprendizagem	 nessa	 importante	 área	 de	 recursos	 humanos,	 apresentamos	 variadas</p><p>modalidades	de	cálculos:	férias	normais	de	30	dias	(mensalista),	férias	normais	com</p><p>15	 dias	 de	 faltas	 não	 abonadas	 (mensalista),	 férias	 em	 dobro	 e	 pagamento</p><p>complementar	 (mensalista),	horista	que	recebe	adicional	noturno,	horista	que	recebe</p><p>adicional	 de	 periculosidade	 e	 ficou	 afastado	 um	 período	 e	 recebeu	 auxílio-doença,</p><p>férias	com	período	de	gozo	que	tem	início	em	um	mês	e	término	no	seguinte,	férias</p><p>com	início	em	um	mês	e	término	no	seguinte	e	pagamento	complementar,	férias	com</p><p>início	 em	 um	mês	 e	 término	 no	 seguinte	 com	12	 faltas	 não	 abonadas	 e	 pagamento</p><p>complementar,	 férias	 com	 abono	 pecuniário	 e	 acréscimo	 de	 1/3,	 conforme</p><p>Constituição	Federal,	 inclusive	 em	até	 três	períodos,	 conforme	Reforma	Trabalhista</p><p>(Lei	 no	 13.467/2017).	 Aqui,	 permita-nos	 o	 leitor,	 alongamos	 a	 explicitação,	 porque</p><p>sabemos	 que	 o	 assunto	 é	 por	 demais	 polêmico.	 Apresentamos	 vários	 exemplos	 e</p><p>variados	entendimentos.	Esperamos	ter	oferecido	resposta	segura	para	os	que	militam</p><p>na	área.	Ainda	com	relação	às	modalidades	de	 férias,	cuidados	nos	casos	de	horista</p><p>com	 adicional	 de	 periculosidade,	 mensalista	 que	 teve	 férias	 coletivas,	 horista	 com</p><p>horas	extras	e	15	faltas	não	abonadas.	Assim,	 tendo	apresentado	um	número	grande</p><p>de	casos	práticos,	 estamos	certos	de	que	o	 leitor	poderá,	 exercitando-se,	 assimilar	a</p><p>matéria.</p><p>No	mundo	das	relações	do	trabalho,	o	profissional,	além	de	sólidos	conhecimentos</p><p>matemáticos,	 precisa	 de	 conhecimentos	 legislativos,	 que	 exigem	 aperfeiçoamento</p><p>contínuo.	 Quem	 se	 dispõe	 a	 trabalhar	 nessa	 área	 de	 importância	 relevante	 para	 o</p><p>sucesso	de	uma	empresa,	 além	de	habilidade	no	manuseio	de	papéis	e	documentos,</p><p>deve	gostar	de	cálculo	e	da	pesquisa	legislativa.	A	consulta	permanente	de	livros	e	de</p><p>jornais	e	a</p><p>pecuniário	é	realizado	da	seguinte	maneira:</p><p>Remuneração	do	período	de	gozo	das	férias	(20	dias). R$	1.440,00</p><p>(+)	1/3,	conforme	art.	7o,	inciso	XVII,	da	CF,	do	valor	total	da	remuneração	das</p><p>férias	(R$	2.160,00).</p><p>R$				720,00</p><p>Total R$	2.160,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$	2.160,00/3	=	R$				720,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$				720,00</p><p>Esse	cálculo	 refere-se	apenas	a	1/3	de	R$	2.160,00,	sem	considerar	mais	1/3	do</p><p>1/3.	Para	o	restante	dos	cálculos,	temos:</p><p>20	dias	do	período	de	gozo	das	férias	(20	×	R$	72,00	por	dia) R$	1.440,00</p><p>(+)	Abono	pecuniário	das	férias R$				720,00</p><p>(+)	1/3	da	remuneração	integral	das	férias	e	não	do	período	de	gozo	de	férias</p><p>(R$	2.160,00).</p><p>R$				720,00</p><p>R$	2.880,00</p><p>O	saldo	de	salários	de	10	dias	será	pago	via	folha	de	pagamento:	R$	720,00.</p><p>Incidência	de	FGTS	e	INSS	sobre Incidência	de	Imposto	de	Renda	sobre</p><p>R$	1.440,00	(20	dias	de	gozo	de	férias) R$	1.440,00	(20	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$			720,00	(1/3	conforme	CF)</p><p>R$			720,00	(10	dias	de	saldo	de	salários) R$			720,00	(1/3	conforme	CF)</p><p>R$	2.880,00 R$	2.160,00</p><p>O	cálculo	do	Imposto	de	Renda	sobre	o	saldo	de	salários	(10	dias	=	R$	720,00)</p><p>deve	 ser	 feito	 separadamente,	 conforme	 o	 art.	 15,	 §	 1o,	 da	 Instrução	 Normativa	 no</p><p>25/96	da	Receita	Federal.</p><p>Esclarecimento:	Há	diferença	entre	o	primeiro	entendimento	e	o	segundo.	Neste,	o</p><p>cálculo	do	abono	pecuniário	é	feito	sobre	a	remuneração	do	período	de	gozo	das	férias</p><p>de	20,	16,	12	ou	8	dias,	e	não	sobre	a	 remuneração	de	 férias	 (conforme	art.	130	da</p><p>CLT)	de	30,	24,	18	ou	12	dias.	Neste	caso,	a	incidência	de	INSS	e	FGTS	está	correta,</p><p>mas	o	empregado	recebe	menos	R$	240,00	no	abono	pecuniário.</p><p>Há	 entendimento	de	que	 este	procedimento	 é	o	 correto.	Fica,	 pois,	 a	 critério	de</p><p>cada	 empregador	 solicitar	 ao	 departamento	 jurídico	 de	 sua	 organização	 uma</p><p>apreciação	da	matéria	e	adotar	o	primeiro	ou	o	segundo	entendimento.</p><p>Terceiro	entendimento</p><p>Cálculo	do	abono	pecuniário,	conforme	a	Instrução	Normativa	no	1:</p><p>Remuneração	das	férias	(30	dias). R$	2.160,00</p><p>(+)	1/3	da	remuneração,	conforme	art.	7o,	XVII,	da	CF R$				720,00</p><p>Total R$	2.880,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$	2.880,00/3	=	R$				960,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$				960,00</p><p>Esse	cálculo	é	igual	a	1/3	de	R$	2.160,00	mais	1/3	de	1/3,	ou	seja,	o	somatório	1/3</p><p>de	R$	2.160,00	=	R$	720,00	mais	1/3	de	R$	720,00	=	R$	240,00.</p><p>R$	720,00	(1/3	de	R$	2.160,00)</p><p>R$	240,00	(1/3	de	R$	720,00)</p><p>R$	960,00</p><p>Abono	pecuniário	=	R$	960,00</p><p>Para	o	restante	dos	cálculos,	temos:</p><p>20	dias	do	período	de	gozo	das	férias	(20	×	72,00	por	dia) R$	1.440,00</p><p>(+)	Abono	pecuniário	das	férias R$				960,00</p><p>(+)	1/3,	conforme	CF,	da	remuneração	apenas	do	período	de</p><p>gozo	das	férias	(R$	1.440,00) R$				480,00</p><p>Valor	a	ser	pago R$	2.880,00</p><p>O	saldo	de	salários	de	10	dias	será	pago	via	folha	de	pagamentos:	R$	720,00.</p><p>Incidência	de	FGTS	e	INSS	sobre Incidência	de	Imposto	de	Renda	sobre</p><p>R$	1.440,00	(20	dias	de	gozo	de	férias) R$	1.440,00	(20	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$			480,00	(1/3,	conforme	CF)</p><p>R$			720,00	(10	dias	de	saldo	de	salários) R$			480,00	(1/3,	conforme	CF)</p><p>R$	2.640,00 R$	1.920,00</p><p>O	cálculo	do	 Imposto	de	Renda	 sobre	o	 saldo	de	 salários	 (10	dias),	R$	720,00,</p><p>deve	ser	feito	separadamente,	conforme	art.	15,	§	1o,	da	Instrução	Normativa	no	25/96</p><p>da	Receita	Federal.</p><p>Esclarecimento:	 Este	 cálculo	 diverge	 do	 cálculo	 feito	 segundo	 o	 primeiro</p><p>entendimento,	 uma	 vez	 que,	 para	 alguns,	 1/3	 (conforme	 prescreve	 o	 art.	 7o,	 inciso</p><p>XVII,	da	Constituição	Federal)	deve	ser	 sobre	o	valor	pago	 referente	ao	período	de</p><p>13.11</p><p>13.11.1</p><p>gozo	 das	 férias	 (20	 dias),	 que	 é	 igual	 a	 R$	 1.440,00,	 e	 não	 sobre	 o	 valor	 da</p><p>remuneração	das	férias	(30	dias	=	R$	2.160,00),	pagando	apenas	R$	480,00	e	não	R$</p><p>720,00.	Neste	caso,	o	empregado	recebe	R$	240,00	a	menos.	Alertamos	o	empregador</p><p>de	que	o	total	das	incidências	do	FGTS	e	INSS,	neste	caso,	foi	de	R$	2.640,00;	estão</p><p>faltando	 R$	 240,00,	 e	 o	 auditor	 fiscal	 do	 Trabalho	 vai	 exigir	 o	 depósito	 do	 FGTS</p><p>sobre	R$	240,00,	e	o	fiscal	da	Previdência	Social	(INSS)	vai	levantar	débito	sobre	R$</p><p>240,00.	Se	o	empregado	tivesse	gozado	os	30	dias	de	férias,	o	valor	do	FGTS	incidiria</p><p>sobre	R$	2.880,00.	Ora,	não	é	porque	o	empregado	solicitou	o	abono	pecuniário	que</p><p>este	valor	vai	reduzir-se	para	R$	2.640,00.</p><p>Férias	de	acordo	com	o	primeiro	e	o	segundo</p><p>entendimento</p><p>Mensalista	com	pagamento	complementar</p><p>Editora	Percepção	S.A.</p><p>Kátia	Rodrigues</p><p>CTPS	no/série	35.216	–	223ª	PA.</p><p>Departamento	Editorial</p><p>Período	aquisitivo:	18-8-2016	a	17-8-2017.</p><p>Período	de	gozo:	02-10-2017	a	21-10-2017.</p><p>Remuneração:	R$	1.380,00	por	mês.</p><p>A	 empregada	 solicitou	 1/3	 em	 abono	 pecuniário,	 sendo-lhe	 concedido	 no</p><p>período	de	22-10-2017	a	31-10-2017.</p><p>Não	teve	faltas.</p><p>Tem	cinco	dependentes.</p><p>Teve	20%	de	reajuste	a	partir	de	1o-10-2017.	Fazer	recibo	complementar.</p><p>CÁLCULO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>1.	Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>20	dias	de	gozo	de	férias	a	R$	46,00 =	R$					920,00</p><p>(+)	acréscimo	de	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	30	dias =	R$					460,00</p><p>Total	da	remuneração	das	férias =	R$	1.380,00</p><p>(–)	INSS	8%	s/	1.380,00 =	R$					110,40</p><p>(–)	IRF	R$	1.380,00	de	férias	e	1/3	da	CF	–	R$	110,40	INSS	–	R$	947,95,	5	dep.</p><p>=	R$	321,65	(Isento).</p><p>=	R$	–</p><p>Líquido	a	receber =	R$	1.269,60</p><p>CÁLCULO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>2.	Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>20	dias	de	gozo	de	férias	a	R$	46,00 =	R$					920,00</p><p>(+)	acréscimo	de	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	20	dias =	R$					306,67</p><p>Total	da	remuneração	das	férias =	R$	1.226,67</p><p>(–)	INSS	8%	s/	1.226,67 =	R$							98,13</p><p>(–)	IRF	(R$	1.226,67	de	férias	e	1/3	da	CF	–	R$	98,13	INSS	–	R$	947,95,	5	dep.</p><p>=	R$	180,59):	Isento</p><p>=	R$	–</p><p>Líquido	a	receber =	R$	1.128,54</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>1.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(primeiro	entendimento)</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>*	Cálculo	do	IRF:	R$	1.380,00	(férias	+	1/3	do	CF)	–	R$	110,40	(INSS)	–	R$	947,95</p><p>(5	dep.)	=	R$	321,65	(isento).</p><p>2.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(segundo	entendimento)</p><p>Nesse	recibo,	calculamos	o	acréscimo	de	1/3	do	art.	7o,	inciso	XVII,	sobre	o	valor	do</p><p>período	de	gozo	das	férias,	20	dias,	que	é	igual	a	R$	920,00,	e	não	sobre	o	valor	da</p><p>remuneração	das	 férias	de	30	dias,	que	é	 igual	a	R$	1.380,00.	Esse	cálculo	 reduz	o</p><p>valor	de	depósito	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS.	Se	o	empregado	tivesse</p><p>gozado	30	dias	de	férias,	o	valor	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS	incidiria</p><p>sobre	R$	1.840,00	 (1.380,00	30	dias	+	460,00	1/3,	 conforme	Constituição	Federal).</p><p>Nesse	cálculo	incidirá	o	depósito	do	FGTS	e	INSS	sobre:</p><p>R$			920,00	(20	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$			306,67	(1/3,	conforme	Constituição	Federal,	dos	20	dias)</p><p>R$			460,00	(10	dias	de	saldo	de	salário)</p><p>R$	1.686,67</p><p>Se	 o	 empregado	 tivesse	 gozado	 30	 dias	 de	 férias,	 o	 valor	 do	 FGTS	 e	 do	 INSS</p><p>incidiria	sobre</p><p>R$	1.840,00;	esse	cálculo	de	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	sobre</p><p>os	20	dias,	reduz-se	para	R$	1.686,67,	ficando	uma	diferença	a	menor	de	R$	153,33.</p><p>*	Cálculo	do	IRF:	R$	1.226,67	(férias	+	1/3	do	CF)	–	R$	98,13	(INSS)	–	R$	947,95	(5</p><p>dep.)	=	R$	180,59	(isento).</p><p>3.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>Kátia	Rodrigues</p><p>ABONO	PECUNIÁRIO	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Abono	de	10	dias	(1/3	de	30	dias	de	férias)	a	R$	46,00 =	R$	460,00</p><p>(+)	acréscimo	(1/3,	conforme	Constituição	Federal). =	R$	153,33</p><p>Total	do	abono	pecuniário	(1/3	de	40	dias). =	R$	613,33</p><p>4.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO	ENTENDIMENTO</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Remuneração	do	período	de	gozo	das	férias,	20	dias	a	R$	46,00 =	R$					920,00</p><p>(+)	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	30	dias	(1.380,00). =	R$					460,00</p><p>Total =	R$		1.380,00</p><p>Abono	pecuniário:	R$	1.380,00/3	=	460,00</p><p>Abono	pecuniário =	R$			460,00</p><p>5.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	(primeiro</p><p>entendimento)</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>6.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	(segundo</p><p>entendimento)</p><p>7.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>Kátia	Rodrigues</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO	ENTENDIMENTO</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017,	passando	o	salário	de	R$	1.380,00</p><p>para	R$	1.656,00	por	mês)</p><p>Cálculo	do	complemento	de	férias</p><p>20	dias	de	gozo	de	férias	de	out./2017	a	R$	55,20 R$	1.104,00</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	conforme	CF)	de	30	dias R$				552,00</p><p>(–)	Valor	pago	em	29-9-2017 (R$	1.380,00)</p><p>Total	das	férias	complementares	em	out./2017 R$				276,00</p><p>(–)	INSS	8%	s/	1.656,00	em	out./2017 R$				132,48</p><p>(+)	Valor	desc.	em	29-9-2017 R$	(110,40)</p><p>(–)	IRF	R$	276,00	de	complemento	de	férias:	isento –</p><p>Líquido	a	receber	das	férias	complementares R$	253,92</p><p>7-A.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017)</p><p>8.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO	ENTENDIMENTO</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017,	passando	o	salário	de	R$	1.380,00</p><p>para	R$	1.656,00	por	mês)</p><p>Cálculo	do	complemento	de	férias</p><p>20	dias	de	gozo	de	férias	de	out./2017	a	R$	55,20 R$	1.104,00</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3,	conforme	CF)	de	20	dias R$				368,00</p><p>(–)	Valor	pago	em	29-9-2017 (R$	1.226,67)</p><p>Total	das	férias	complementares	em	out./2017 R$	245,33</p><p>(–)	INSS	8%	s/	1.472,00	em	out./2017 R$	117,76</p><p>(+)	Valor	desc.	em	29-9-2017 R$	(98,13)</p><p>(–)	IRF	R$	245,33	de	complemento	de	férias:	isento –</p><p>Líquido	a	receber	das	férias	complementares R$	225,70</p><p>8-A.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017)</p><p>Nesse	recibo,	calculamos	o	acréscimo	de	1/3	do	art.	7o,	inciso	XVII,	sobre	o	valor	do</p><p>período	de	gozo	das	férias,	20	dias,	que	é	igual	a	R$	1.104,00,	e	não	sobre	o	valor	da</p><p>remuneração	das	 férias	de	30	dias,	que	é	 igual	a	R$	1.656,00.	Esse	cálculo	 reduz	o</p><p>valor	de	depósito	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS.	Se	o	empregado	tivesse</p><p>gozado	30	dias	de	férias,	o	valor	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS	incidiria</p><p>sobre	R$	2.208,00	 (1.656,00	30	dias	+	552,00	1/3,	 conforme	Constituição	Federal).</p><p>Nesse	cálculo	incidirá	o	depósito	do	FGTS	e	INSS	sobre:</p><p>R$	1.104,00	(20	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$			368,00	(1/3,	conforme	Constituição	Federal,	dos	20	dias)</p><p>R$			520,00	(10	dias	de	saldo	de	salários)</p><p>R$	2.024,00</p><p>Se	 o	 empregado	 tivesse	 gozado	 30	 dias	 de	 férias,	 o	 valor	 do	 FGTS	 e	 do	 INSS</p><p>incidiria	sobre	R$	2.208,00;	esse	cálculo	de	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	sobre</p><p>os	20	dias,	reduz-se	para	R$	2.024,00,	ficando	uma	diferença	a	menor	de	R$	184,00.</p><p>9.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	FÉRIAS	(Reajuste</p><p>de	20%	a	partir	de	1o-10-2017)</p><p>10.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	ABONO	DE</p><p>FÉRIAS</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO	ENTENDIMENTO</p><p>A	Sra.	Kátia	Rodrigues	teve	um	reajuste	salarial	de	20%	a	partir	de	1o-10-</p><p>2017.	O	 preenchimento	 do	 recibo	 complementar	 do	 período	 de	 gozo	 das</p><p>férias	 de	 02-10-2017	 a	 21-10-2017,	 que	 foram	 pagas	 em	 29-9-2017,</p><p>observará	os	seguintes	cálculos:</p><p>Maior	remuneração	mensal	=	R$	1.380,00	×	1,20	=	R$	1.656,00.</p><p>Cálculo	do	complemento	de	abono	de	férias</p><p>Abono	de	10	dias	(1/3	de	30	dias	de	férias)	a	R$	55,20 R$				552,00</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	conforme	Constituição	Federal). R$				184,00</p><p>(–)	Valor	pago	em	28-9-2017. (R$	613,33)</p><p>Total	do	complemento	do	abono	de	férias	em	out./2017 R$			122,67</p><p>10-A.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	ABONO	DE</p><p>FÉRIAS	(PRIMEIRO	ENTENDIMENTO)</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017)</p><p>11.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	ABONO	E	DE</p><p>FÉRIAS</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017)</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO	ENTENDIMENTO</p><p>Recibo	complementar	de	férias</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Maior	remuneração	mensal	=	R$	1.380,00	×	1,20	=	R$	1.656,00</p><p>Cálculo	do	complemento	de	abono	de	férias</p><p>Remuneração	do	período	de	gozo	das	férias,	20	dias	a	R$	55,20 R$	1.104,00</p><p>(+)	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	30	dias	(R$	1.656,00/3). R$				552,00</p><p>Valor	pago	em	29-9-2017 (R$	1.380,00)</p><p>Total R$				276,00</p><p>Complemento	do	abono	de	férias	em	out./2017:</p><p>R$	276,00/3	=	R$	92,00</p><p>Complemento	do	abono	de	férias	em	out./2017 R$				92,00</p><p>11-A.	RECIBO	COMPLEMENTAR	DE	ABONO	DE</p><p>FÉRIAS	(SEGUNDO	ENTENDIMENTO)</p><p>(Reajuste	de	20%	a	partir	de	1o-10-2017)</p><p>13.11.2 Horista	com	adicional	de	periculosidade</p><p>Indústria	Metalúrgica	Ltda.</p><p>Paulo	Alexandre</p><p>CTPS	no	48.838	–	00084	PE.</p><p>Departamento	de	Ferramentaria.</p><p>Período	aquisitivo:	1o-2-2016	a	31-1-2017.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	02-10-2017	a	21-10-2017</p><p>O	empregado	solicitou	1/3	de	suas	férias	em	abono	pecuniário,	que	lhe	foi</p><p>concedido	no	período	de	22-10-2017	a	31-10-2017.</p><p>Salário:	R$	7,80	por	hora	e	recebe	adicional	de	periculosidade.</p><p>Não	tem	dependentes	e	não	teve	faltas	no	período	aquisitivo.</p><p>Remuneração	mensal:</p><p>Salário	220	h	×	R$	7,80	por	hora =	R$	1.716,00</p><p>Adicional	de	periculosidade	30%	s/1.716,00 =	R$				514,80</p><p>Maior	remuneração	mensal =	R$	2.230,80</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO	ENTENDIMENTO</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>1.	Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>20	dias	de	férias	a	R$	74,36 R$	1.487,20</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3,	conforme	CF,	de	30	dias). R$				743,60</p><p>Total	da	remuneração	de	férias R$	2.230,80</p><p>(–)	INSS	9%	sobre	R$	2.230,80 R$	200,77</p><p>(–)	IRF	R$	2.230,80	de	férias	e	1/3	da	CF	–	INSS	de	R$	200,77	=	R$	2.230,80;</p><p>base	de	cálculo	=	R$	2.030,03	×	7,5%	=	R$	152,25	–	R$	142,80	(parcela	a</p><p>deduzir)	=	R$	9,45	(dispensa	de	retenção).</p><p>–</p><p>Líquido	a	receber R$	2.030,03</p><p>CÁLCULO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>2.	Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>20	dias	de	gozo	de	férias	a	R$	74,36 R$	1.487,20</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3,	conforme	CF,	de	20	dias). R$				495,73</p><p>Total	da	remuneração	de	férias R$	1.982,93</p><p>(–)	INSS	9%	sobre	R$	1.982,93 R$			178,46</p><p>(–)	IRF:	R$	1.982,93	(férias	+	1/3	da	CF)	–	R$	178,46	(INSS)	=	R$	1.804,47.</p><p>Base	de	cálculo	=	R$	1.804,47	(isento).</p><p>–</p><p>Líquido	a	receber R$	1.804,47</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>1.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(primeiro	entendimento)</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>*Cálculo	do	IRF:	R$	2.230,80	(férias	+	1/3	da	CF)	–	R$	200,77	(INSS)	=	R$</p><p>2.030,03.	Base	de	cálculo	=	R$	2.030,03	×	7,5%	=	R$	152,25	–	R$	142,80	(parcela	a</p><p>deduzir)	=	R$	9,45	(dispensa	de	retenção)	–	R$	10,00.</p><p>CÁLCULO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>(Os	 variados	 entendimentos	 sobre	 o	 pagamento	 do	 abono	 pecuniário	 estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>2.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	(primeiro</p><p>entendimento)</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Remuneração	do	período	de	gozo	das	férias,	20	dias	a	R$	74,36 R$	1.487,20</p><p>(+)	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	30	dias	(2.230,80). R$			743,60</p><p>Total R$	2.230,80</p><p>Abono	pecuniário:	R$	2.230,80/3	=	R$	743,60</p><p>Abono	pecuniário R$			743,60</p><p>2.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(segundo	entendimento)</p><p>Nesse	recibo,	calculamos	o	acréscimo	de	1/3	do	art.	7o,	inciso	XVII,	sobre	o	valor	do</p><p>período	de	gozo	das	férias,	20	dias,	que	é	igual	a	R$	1.487,20,	e	não	sobre	o	valor	da</p><p>remuneração	das	 férias	de	30	dias,	que	é	 igual	a	R$	2.230,80.	Esse	cálculo	 reduz	o</p><p>valor	de	depósito	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS.	Se	o	empregado	tivesse</p><p>gozado	30	dias	de	férias,	o	valor	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS	incidiria</p><p>sobre	R$	2.974,40	 (2.230,80	30	dias	+	746,60	1/3,	 conforme	Constituição	Federal).</p><p>Nesse	cálculo	incidirá	o	depósito	do	FGTS	e	INSS	sobre:</p><p>R$			1.487,20	(20	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$						495,73	(1/3,	conforme	Constituição	Federal,	dos	20	dias)</p><p>R$						743,60	(10	dias	de	saldo	de	salários)</p><p>R$			2.726,53</p><p>Se	 o	 empregado	 tivesse	 gozado	 30	 dias	 de	 férias,	 o	 valor	 do	 FGTS	 e	 do	 INSS</p><p>incidiria	sobre	R$	2.974,40;	esse	cálculo	de	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	sobre</p><p>os	20	dias,	reduz-se	para	R$	2.726,53,	ficando	uma	diferença	a	menor	de	R$	247,87.</p><p>RECIBO	DE	FÉRIAS	(segundo	entendimento)</p><p>Cálculo	do	IRF:	R$	1.982,93	(férias	+	1/3	do	CF)	–	R$	178,46	(INSS)	=	R$	1.804,47</p><p>(isento).</p><p>CÁLCULO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>(Os	 variados	 entendimentos	 sobre	 o	 pagamento	 do	 abono	 pecuniário	 estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Paulo	Alexandre</p><p>1.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Salário	mensal	=	R$	7,80	por	hora	×	220h	=	R$	1.716,00</p><p>Maior	remuneração	mensal	=	R$	1.716,00	+	R$	514,80	(30%	de	adicional	de</p><p>periculosidade)	=	2.230,80</p><p>Abono	de	10	dias	a	R$	74,36 R$			743,60</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	conforme	Constituição	Federal). R$			247,87</p><p>Total	do	abono	pecuniário	(1/3	de	40	dias). R$			991,47</p><p>1.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	(segundo</p><p>entendimento)</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>13.11.3 Mensalista	que	teve	férias	coletivas</p><p>Editora	Percepção	S.A.</p><p>André	Pereira</p><p>Admitido	em	4-9-2007.</p><p>CTPS	no/série	00559	–	00079	GO.</p><p>Departamento	Administrativo.</p><p>Período	aquisitivo:	4-9-2016	a	3-9-2017.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	16-9-2017	a	21-9-2017.</p><p>Remuneração:	R$	1.620,00	por	mês.</p><p>O	empregador	concedeu	férias	coletivas	ao	Sr.	André	Pereira	no	período	de</p><p>24-12-2016	a	2-1-2017.</p><p>O	 empregado	 solicitou	 1/3	 das	 férias	 em	 abono	 pecuniário,	 que	 lhe	 foi</p><p>concedido	no	período	de	22-9-2017	a	29-9-2017.</p><p>Teve	14	faltas	não	abonadas	no	período	aquisitivo.</p><p>Não	tem	dependentes.</p><p>CÁLCULOS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO	ENTENDIMENTO</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Abono	de	8	dias	(1/3	de	24	dias	de	férias)	a	R$	54,00 R$				432,00</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	conforme	Constituição	Federal). R$				144,00</p><p>Total	do	abono	pecuniário	(1/3	de	32	dias). R$				576,00</p><p>Cálculo	para	o	recibo	de	férias</p><p>O	empregado	teve	14	faltas;	portanto,	tem	direito	a	24	dias	de	férias.	Como</p><p>pediu	1/3	de	suas	férias	em	abono	pecuniário,	elas	serão	de	16	dias	menos</p><p>10	dias	de	férias	coletivas.	O	saldo	é	de	6	dias	de	férias	(24	dias	–	8	dias	de</p><p>abono	–	10	dias	de	férias	coletivas	=	6).</p><p>6	dias	de	férias	a	R$	54,00 R$				324,00</p><p>(+)	Acréscimo	de	1/3,	conforme	CF,	de	14	dias R$				252,00</p><p>Nota:	quando	o	empregado	saiu	em	férias	coletivas,	durante	dez	dias,	recebeu	na	ocasião	1/3	da</p><p>remuneração,	conforme	Constituição	Federal	(24	dias	de	férias	–	10	dias	de	férias	coletivas	=	14	dias).</p><p>Total	da	remuneração	das	férias R$				576,00</p><p>(–)	INSS:	8%	de	R$				576,00 R$						46,08</p><p>(–)	IRF:	R$	576,00	(férias	e	1/3	da	CF)	–	R$	46,08	(INSS)	=	529,92):	isento</p><p>Líquido	a	receber R$	529,92</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>*	Cálculo	do	IRF:	(isento).</p><p>CÁLCULO	DE	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>(Os	 variados	 entendimentos	 sobre	 o	 pagamento	 do	 abono	 pecuniário	 estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>André	Pereira</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Remuneração	do	período	de	gozo	das	férias,	16	dias	a	R$	54,00 R$				864,00</p><p>(+)	1/3,	conforme</p><p>CF,	de	24	dias	(R$	1.296,00). R$				432,00</p><p>Total R$	1.296,00</p><p>Abono	pecuniário:	R$	1.296,00/3	=	R$				432,00</p><p>Abono	pecuniário	= R$				432,00</p><p>RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>13.11.4 Horista	com	horas	extras	e	15	faltas	não</p><p>abonadas</p><p>Indústria	Metalúrgica	Ltda.</p><p>Francisco	de	Almeida</p><p>CTPS	no/série	48.345	–	225ª	AL.</p><p>Departamento	de	Produção.</p><p>Período	aquisitivo:	15-4-2016	a	14-4-2017.</p><p>Período	de	gozo	das	férias:	02-10-2017	a	13-10-2017.</p><p>Salário:	R$	6,84	por	hora.	O	empregado	faz	hora	extra	desde	sua	admissão</p><p>(hora	extra	com	adicional	de	50%).</p><p>O	empregado	solicitou	1/3	de	suas	férias	em	abono	pecuniário,	que	lhe	foi</p><p>concedido	no	período	de	14-10-2017	a	19-10-2017.</p><p>O	empregado	teve	15	faltas	não	abonadas	em	fev./2017.</p><p>O	empregado	tem	cinco	dependentes.</p><p>Cálculos	de	acordo	com	o	PRIMEIRO	ENTENDIMENTO</p><p>(Os	variados	entendimentos	sobre	o	pagamento	do	abono	pecuniário	estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Média	de	horas	extras	–	período	aquisitivo:	15-4-2016	a	14-4-2017.</p><p>A	Súmula	no	347	do	TST	preceitua:</p><p>“Horas	extras	habituais.	Apuração.	Média	física.	O	cálculo	do	valor	das</p><p>horas	 extras	 habituais,	 para	 efeito	 de	 reflexos	 em	 verbas	 trabalhistas,</p><p>observará	o	número	das	horas	efetivamente	prestadas	e	sobre	ele	aplica-</p><p>se	 o	 valor	 do	 salário-hora	 da	 época	 do	 pagamento	 daquelas	 verbas.</p><p>(Res.	121/2003,	DJ	20	e	21-11-2003)”</p><p>Horas	extras</p><p>trabalhadas</p><p>Média	mensal	de	horas	extras	=	348h	:	12	meses	=	29	horas.</p><p>Salário	mensal:	R$	6,84	×	220	horas				R$	1.504,80</p><p>(+)	Média	de	hora	extra:	29h	a	R$	10,26	(adicional	de	50%)	R$			297,54</p><p>Maior	remuneração	R$	1.802,34</p><p>12h Abril/2016</p><p>40h Maio/2016</p><p>25h Junho/2016</p><p>26h Julho/2016</p><p>42h Agosto/2016</p><p>35h Setembro/2016</p><p>25h Outubro/2016</p><p>24h Novembro/2016</p><p>35h Dezembro/2016</p><p>26h Janeiro/2017</p><p>10h Fevereiro/2017</p><p>37h Março/2017</p><p>11h Abril/2017</p><p>348h</p><p>1.	Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>O	empregado	 teve	no	período	 aquisitivo	15	 faltas	 não	 abonadas,	 fazendo</p><p>jus	a	18	dias	corridos	de	férias	(art.	130,	inciso	III,	da	CLT).</p><p>Conversão	 de	 1/3	 em	 abono	 pecuniário	 (6	 dias),	 restando-lhe	 12	 dias</p><p>corridos	de	férias.</p><p>12	dias	de	férias	a	R$	60,08 R$			720,96</p><p>(+)	Acréscimo	de	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	18	dias R$			360,48</p><p>Total	da	remuneração	de	férias R$	1.081,44</p><p>(–)	INSS	8%	sobre	1.081,44 R$			86,52</p><p>(–)	IRF	R$	1.081,44	de	férias	e	1/3	da	CF	–	INSS	–	dependentes:	isento 							–</p><p>Líquido	a	receber R$	994,92</p><p>Cálculo	de	férias	de	acordo	com	o	SEGUNDO	ENTENDIMENTO</p><p>2.	Cálculo	para	preenchimento	do	recibo	de	férias</p><p>12	dias	de	gozo	de	férias	a	R$	60,08 R$	720,96</p><p>(+)	Acréscimo	de	1/3,	conforme	CF,	de	12	dias R$	240,32</p><p>Total	da	remuneração	de	férias R$	961,28</p><p>(–)	INSS	8%	sobre	961,28 R$	76,90</p><p>(–)	IRF:	isento	= –</p><p>Líquido	a	receber	= R$	884,38</p><p>Conforme	Portaria	Interministerial	do	MTPS/MF	no	8,	de	13-1-2017	(DOU	de	16-</p><p>1-2017),	a	tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>TABELA	DE	CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,</p><p>EMPREGADO	DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO,	PARA	PAGAMENTO</p><p>DE	REMUNERAÇÃO	A	PARTIR	DE	1o	DE	JANEIRO	DE	2017.</p><p>Tabela	do	Imposto	de	Renda	da	Pessoa	Física	a	partir	do	mês</p><p>de	abril	do	ano-calendário	de	2015	(R$)</p><p>Parcela	a</p><p>deduzir</p><p>–</p><p>142,80</p><p>354,80</p><p>636,13</p><p>869,36</p><p>Alíquota</p><p>Isento</p><p>7,5%</p><p>15%</p><p>22,5%</p><p>27,5%</p><p>Base	de	Cálculo</p><p>Até	1.903,98</p><p>De	1.903,99	até	2.826,65</p><p>De	2.826,66	até	3.751,05</p><p>De	3.751,06	até	4.664,68</p><p>Acima	de	4.664,68</p><p>Alíquota	para	fins</p><p>de	recolhimento	ao</p><p>INSS	(%)</p><p>Salário	de	contribuição</p><p>R$</p><p>Dependente:	R$	189,59	cada	um,	a	partir	de	abril/15</p><p>Dispensa	de	retenção	de	valor	igual	ou	inferior	a	R$	10,00</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765.66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>AVISO	DE	FÉRIAS</p><p>O	 aviso	 de	 férias	 será	 entregue	 ao	 empregado	 por	 escrito,	 pelo	 empregador,	 com</p><p>antecedência	mínima	de	30	dias	(art.	135	da	CLT).</p><p>1.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(primeiro	entendimento)</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>2.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(segundo	entendimento)</p><p>Nesse	recibo,	calculamos	o	acréscimo	de	1/3	do	art.	7o,	inciso	XVII,	sobre	o	valor	do</p><p>período	de	gozo	das	férias,	12	dias,	que	é	igual	a	R$	720,96,	e	não	sobre	o	valor	da</p><p>remuneração	das	 férias	de	18	dias,	que	é	 igual	a	R$	1.081,44.	Esse	cálculo	 reduz	o</p><p>valor	de	depósito	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS.	Se	o	empregado	tivesse</p><p>gozado	18	dias	de	férias,	o	valor	do	FGTS	e	da	contribuição	sobre	o	INSS	incidiria</p><p>sobre	R$1.081,44	 (1.081,44	18	dias	+	360,48	1/3,	 conforme	Constituição	Federal	+</p><p>720,96	 12	 dias	 de	 saldo	 de	 salário).	 Nesse	 cálculo	 incidirá	 o	 depósito	 do	 FGTS	 e</p><p>INSS	sobre:</p><p>R$			720,96	(12	dias	de	gozo	de	férias)</p><p>R$			240,32	(1/3,	conforme	Constituição	Federal,	dos	12	dias)</p><p>R$	1.081,44	(18	dias	de	saldo	de	salários)</p><p>R$	2.042,72</p><p>Se	o	empregado	tivesse	gozado	18	dias	de	férias	+	1/3	da	CF	+	12	dias	de	saldo	de</p><p>salário,	o	valor	do	FGTS	e	do	INSS	incidiria	sobre	R$	2.162,88;	esse	cálculo	de	1/3,</p><p>conforme	Constituição	Federal,	sobre	os	12	dias,	reduz-se	para	R$	2.042,72,	ficando</p><p>uma	diferença	a	menor	de	R$	120,16.</p><p>2-A.	RECIBO	DE	FÉRIAS	(segundo	entendimento)</p><p>O	recibo	de	férias,	documento	que	assegura	que	o	empregador	quitou	as	férias,	deve</p><p>ser	 assinado	 pelo	 empregado	 até	 dois	 dias	 antes	 do	 início	 do	 respectivo	 período	 de</p><p>férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>CÁLCULO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	DE	ACORDO	COM	O	PRIMEIRO</p><p>ENTENDIMENTO</p><p>(Os	 variados	 entendimentos	 sobre	 o	 pagamento	 do	 abono	 pecuniário	 estão</p><p>explicitados	no	item	13.10.)</p><p>Francisco	de	Almeida</p><p>1.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Abono	de	6	dias	(1/3	de	18	dias	de	férias)	a	R$	60,08 R$	360,48</p><p>(+)	Acréscimo	(1/3	conforme	Constituição	Federal). R$	120,16</p><p>Total	do	abono	pecuniário	(1/3	de	24	dias). R$	480,64</p><p>CÁLCULO	DE	ACORDO	COM	O	SEGUNDO	ENTENDIMENTO</p><p>2.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS</p><p>Cálculo	do	abono	de	férias</p><p>Remuneração	do	período	de	gozo	das	férias,	12	dias	a	R$	60,08 R$			720,96</p><p>(+)	1/3,	conforme	Constituição	Federal,	de	18	dias	(R$	1.081,44). R$			360,48</p><p>Total R$	1.081,44</p><p>Abono	pecuniário:	R$	1.081,44/3	=	R$	360,48</p><p>Abono	pecuniário R$	360,48</p><p>1.	RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	(primeiro</p><p>entendimento)</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração	do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>RECIBO	DE	ABONO	DE	FÉRIAS	(segundo</p><p>entendimento)</p><p>O	recibo	de	 férias	 e	o	 recibo	de	abono	de	 férias,	documentos	que	asseguram	que	o</p><p>empregador	quitou	as	férias,	devem	ser	assinados	pelo	empregado	até	dois	dias	antes</p><p>do	início	do	respectivo	período	de	férias	(art.	145	da	CLT).</p><p>O	recibo	de	abono	de	férias	não	integrará	a	remuneração</p><p>do	empregado	para	fins</p><p>trabalhistas	e	previdenciários	(art.	144	da	CLT	e	Lei	no	8.212/91,	art.	28,	§	9o,	alínea	e,</p><p>item	6).	IRF,	não	há	incidência,	ver	item	14.3	do	Capítulo	1,	neste	livro.</p><p>14 Férias	parceladas	em	três	períodos</p><p>Com	a	reforma	trabalhista,	por	meio	da	Lei	no	13.467,	de	13	de	julho	de	2017,	desde</p><p>que	haja	a	concordância	do	empregado,	as	 férias	poderão	ser	usufruídas	em	até	 três</p><p>períodos,	 sendo	 que	 um	 deles	 não	 pode	 ser	 inferior	 a	 catorze	 dias	 corridos	 e	 os</p><p>períodos	restantes	não	sejam	inferiores	a	cinco	dias	corridos	cada	um.</p><p>A	reforma	também	proíbe	que	o	 início	das	férias	ocorra	no	período	de	dois	dias</p><p>que	anteceda	feriado	ou	dia	de	repouso	semanal	remunerado.</p><p>No	caso	de	férias	parceladas	em	até	três	vezes,	com	pagamento	proporcional	aos</p><p>respectivos	períodos,	uma	das	frações	deve	corresponder	a	pelo	menos	duas	semanas</p><p>14.1</p><p>de	trabalho.</p><p>Exemplo	em	três	períodos</p><p>Para	empregado	que	teve	até	cinco	faltas	não	abonadas	(injustificadas).</p><p>PRIMEIRO	EXEMPLO</p><p>Os	três	períodos	de	férias	devem	ocorrer	dentro	do	período	concessivo	(1o-8-2017</p><p>a	31-7-2018)</p><p>1o	período:16	a	29-10-2017	=	14	dias</p><p>2o	período:10	a	17-12-2017	=	8	dias</p><p>3o	período:15	a	22-1-2018	=	8	dias</p><p>Total	de	30	dias	dentro	do	período	concessivo</p><p>Lembre-se	que	em	cada	pagamento	há	1/3	a	mais,	previsto	no	inciso	XVII	da	CF.</p><p>SEGUNDO	EXEMPLO	(em	dois	períodos)</p><p>Os	dois	períodos	de	férias	e	abono	pecuniário	–	período	concessivo	(1o-6-2017	a</p><p>31-7-2018)	–	com	direito	a	30	dias	de	férias.</p><p>Comentário	do	autor</p><p>Com	o	abono	pecuniário,	não	há	condições	de	as	férias	ocorrem	em	três	períodos,	e</p><p>sim	em	apenas	dois	períodos,	sendo	que	um	deles	não	pode	ser	inferior	a	14	dias.</p><p>1o	período:	9-4-2018	a	22-4-2018	=	14	dias</p><p>Abono	pecuniário:	23-4-2018	a	2-5-2018	=	10	dias</p><p>2o	período:	11-6-2018	a	16-6-2018	=	6	dias</p><p>Total	de	30	dias	dentro	do	período	concessivo</p><p>Lembre-se	que	em	cada	pagamento	há	1/3	a	mais,	previsto	no	inciso	XVII	da	CF.</p><p>Férias	em	regime	de	tempo	parcial</p><p>Houve	 alteração	 no	 período	 de	 gozo	 de	 férias	 para	 aquelas	 em	 regime	 de	 tempo</p><p>parcial.</p><p>É	permitido	fazer	horas	extras,	com	restrições.</p><p>Foi	revogado	o	§	4o	do	art.	59	da	CLT,	podendo	o	trabalhador	em	regime	de	tempo</p><p>parcial	realizar	horas	extras	dentro	das	normas	legais	estabelecidas.</p><p>Artigos	da	CLT</p><p>“Art.	 134.	 As	 férias	 serão	 concedidas	 por	 ato	 do	 empregador,	 em	 um	 só</p><p>período,	nos	12	(doze)	meses	subsequentes	à	data	em	que	o	empregado	tiver</p><p>adquirido	o	direito.</p><p>§	1o	Desde	que	haja	concordância	do	empregado,	as	férias	poderão	ser</p><p>usufruídas	em	até	três	períodos,	sendo	que	um	deles	não	poderá	ser	inferior</p><p>a	 quatorze	 dias	 corridos	 e	 os	 demais	 não	 poderão	 ser	 inferiores	 a	 cinco</p><p>dias	corridos,	cada	um.</p><p>§	2o	(Revogado).</p><p>§	3o	É	vedado	o	início	das	férias	no	período	de	dois	dias	que	antecede</p><p>feriado	ou	dia	de	repouso	semanal	remunerado.”</p><p>Comentário	do	autor</p><p>As	 férias	 em	 regime	 de	 tempo	 parcial	 têm	 os	mesmos	 procedimentos	 das	 férias	 de</p><p>tempo	integral.</p><p>____________</p><p>1	Art.	10,	§	1	o,	do	Ato	das	Disposições	Constitucionais	Transitórias	da	Constituição	Federal	e	Instrução</p><p>Normativa	no	01,	de	12-10-1988	(DOU	21-10-1988),	inciso	II,	das	Disposições	Específicas,	item	5.</p><p>2	A	Lei	no	13.149,	de	21-7-2015,	é	apresentada	na	íntegra	no	Capítulo	1o,	item	8,	neste	livro.</p><p>4</p><p>Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho</p><p>A	homologação	de	todos	os	contratos	individuais	de	trabalho	vigentes	há	mais	de	um</p><p>ano,	 por	 ocasião	 de	 sua	 rescisão,	 deve	 ser	 feita	 obrigatoriamente	 no	 sindicato	 da</p><p>categoria	profissional	ou	perante	o	órgão	do	Ministério	do	Trabalho	e	da	Previdência</p><p>Social;	 não	 havendo	 esses	 órgãos,	 poderá	 prestar	 assistência	 o	 Representante	 do</p><p>Ministério	 Público	 ou,	 onde	 houver,	 Defensor	 Público,	 e,	 na	 falta	 ou	 impedimento</p><p>destes,	Juiz	de	Paz.	Somente	serão	homologadas	nos	órgãos	acima	citados	as	rescisões</p><p>de	 contratos	 de	 trabalho	 resultantes	 de	 acordos,	 dispensa	 sem	 justa	 causa,	 dispensa</p><p>com	 justa	 causa,	 quando	 houver	 reconhecimento	 expresso	 de	 culpa	 por	 parte	 do</p><p>empregado	e	pedido	de	demissão	do	empregado.</p><p>Com	a	Reforma	Trabalhista,	na	“Extinção	do	Contrato	de	Trabalho”,	a	partir	de	13</p><p>de	novembro	de	2017,	não	será	necessária	mais	a	homologação.</p><p>Por	meio	 da	 Lei	 no	 13.467,	 de	 13	 de	 julho	 de	 2017,	 a	 extinção	 do	 contrato	 de</p><p>trabalho	passa	a	ter	o	seguinte	procedimento,	devendo	entrar	em	vigor	a	partir	de	13-</p><p>11-2017:</p><p>“Art.	477.	Na	extinção	do	contrato	de	 trabalho,	o	empregador	deverá</p><p>proceder	 à	 anotação	 na	 Carteira	 de	 Trabalho	 e	 Previdência	 Social,</p><p>comunicar	a	dispensa	aos	órgãos	competentes	e	realizar	o	pagamento	das</p><p>verbas	rescisórias	no	prazo	e	na	forma	estabelecidos	neste	artigo.</p><p>§	1o	(Revogado).</p><p>§	2o	O	instrumento	de	rescisão	ou	recibo	de	quitação,	qualquer	que	seja</p><p>a	 causa	 ou	 forma	 de	 dissolução	 do	 contrato,	 deve	 ter	 especificada	 a</p><p>natureza	de	cada	parcela	paga	ao	empregado	e	discriminado	o	seu	valor,</p><p>sendo	válida	a	quitação,	apenas,	relativamente	às	mesmas	parcelas.</p><p>§	3o	(Revogado).</p><p>§	4o	O	pagamento	a	que	fizer	jus	o	empregado	será	efetuado:</p><p>Nota	do	autor:</p><p>I	–	em	dinheiro,	depósito	bancário	ou	cheque	visado,	conforme	acordem</p><p>as	partes;	ou</p><p>II	 –	 em	 dinheiro	 ou	 depósito	 bancário	 quando	 o	 empregado	 for</p><p>analfabeto.</p><p>§	 5o	Qualquer	 compensação	 no	 pagamento	 de	 que	 trata	 o	 parágrafo</p><p>anterior	não	poderá	exceder	o	equivalente	a	1	(um)	mês	de	remuneração	do</p><p>empregado.</p><p>§	 6o	 A	 entrega	 ao	 empregado	 de	 documentos	 que	 comprovem	 a</p><p>comunicação	da	extinção	contratual	aos	órgãos	competentes	bem	como	o</p><p>pagamento	dos	valores	constantes	do	instrumento	de	rescisão	ou	recibo	de</p><p>quitação	deverão	ser	efetuados	até	dez	dias	contados	a	partir	do	término	do</p><p>contrato.</p><p>a)	(revogada);</p><p>b)	(revogada).</p><p>§	7o	(Revogado).</p><p>§	8o	A	inobservância	do	disposto	no	§	6o	deste	artigo	sujeitará	o	infrator</p><p>à	multa	de	160	BTN,	por	trabalhador,	bem	assim	ao	pagamento	da	multa	a</p><p>favor	 do	 empregado,	 em	 valor	 equivalente	 ao	 seu	 salário,	 devidamente</p><p>corrigido	 pelo	 índice	 de	 variação	 do	 BTN,	 salvo	 quando,</p><p>comprovadamente,	o	trabalhador	der	causa	à	mora.</p><p>§	9o	 (Vetado)	 (Acrescentado	pela	Lei	no	7.855,	 de	24-10-89,	DOU	25-</p><p>10-89)</p><p>§	 10.	 A	 anotação	 da	 extinção	 do	 contrato	 na	Carteira	 de	 Trabalho	 e</p><p>Previdência	Social	é	documento	hábil	para	requerer	o	benefício	do	seguro-</p><p>desemprego	e	a	movimentação	da	conta	vinculada	no	Fundo	de	Garantia</p><p>do	 Tempo	 de	 Serviço,	 nas	 hipóteses	 legais,	 desde	 que	 a	 comunicação</p><p>prevista	no	caput	deste	artigo	tenha	sido	realizada.”	(NR)</p><p>“Art.	477-A.	As	dispensas	imotivadas	individuais,	plúrimas	ou	coletivas</p><p>equiparam-se	para	todos	os	fins,	não	havendo	necessidade	de	autorização</p><p>prévia	 de	 entidade	 sindical	 ou	 de	 celebração	 de	 convenção	 coletiva	 ou</p><p>acordo	coletivo	de	trabalho	para	sua	efetivação.”</p><p>PLÚRIMA,	que	se	refere	a	múltiplos,	vários,	que	abarca	ou</p><p>implica	vários.</p><p>“Art.	 477-B.	 Plano	 de	 Demissão	 Voluntária	 ou	 Incentivada,	 para</p><p>Nota	do	autor:</p><p>1</p><p>a.</p><p>dispensa	individual,	plúrima	ou	coletiva,	previsto	em	convenção	coletiva	ou</p><p>acordo	 coletivo	 de	 trabalho,	 enseja	 quitação	 plena	 e	 irrevogável	 dos</p><p>direitos	decorrentes	da	relação	empregatícia,	salvo	disposição	em	contrário</p><p>estipulada	entre	as	partes.”</p><p>A	 alteração	 do	 artigo	 477	 da	 CLT	 e	 seus	 parágrafos	 foi</p><p>apenas	 do	 órgão	 de	 homologação,	 devendo	 o	 empregador</p><p>cumprir	 todas	 as	 obrigações	 legais	 necessárias,	 conforme</p><p>preceitua	os	artigos	477,	parágrafos,	477-A	e	477-B.	Quando</p><p>em	vigor,	uma	série	de	procedimentos	será	desnecessária.</p><p>Tratando-se	 de	 menor	 de	 18	 anos,	 a	 rescisão	 de	 contrato	 de	 trabalho	 só	 terá</p><p>validade	mediante	a	assistência	do	pai	ou	da	mãe,	ou	do	responsável	legal	(art.	439	da</p><p>CLT).</p><p>O	pagamento	a	que	fizer	jus	o	empregado	será	efetuado	no	ato	da	homologação	da</p><p>rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho,	 em	 dinheiro	 ou	 cheque	 visado,	 ou	 mediante</p><p>comprovação	de	depósito	bancário	em	conta-corrente	do	empregado,	ordem	bancária</p><p>de	 pagamento	 ou	 ordem	bancária	 de	 crédito,</p><p>desde	 que	 o	 estabelecimento	 bancário</p><p>esteja	 situado	 na	 mesma	 cidade	 do	 local	 de	 trabalho,	 salvo	 se	 o	 empregado	 for</p><p>analfabeto,	quando	o	pagamento	somente	poderá	ser	feito	em	dinheiro.</p><p>Qualquer	 compensação	 no	 pagamento	 (desconto	 de	 vales,	 adiantamentos,</p><p>empréstimos	 etc.)	 não	poderá	 exceder	 ao	 equivalente	 a	um	mês	de	 remuneração	do</p><p>empregado	(art.	477,	§	5o,	da	CLT).</p><p>Documentos	a	serem	apresentados</p><p>Para	 rescisão	 de	 contrato	 de	 trabalho,	 devem	 ser	 apresentados	 os	 seguintes</p><p>documentos:</p><p>Guia	 de	 Recolhimento	 Rescisório	 do	 FGTS	 e	 extrato	 atualizado	 da	 conta</p><p>vinculada	 e	 o	 comprovante	 de	 recolhimento	 dos	 valores	 relativos	 ao	 mês	 da</p><p>rescisão,	 imediatamente	 anterior	 se	 não	 houve	 recolhimento	 e	 o	 da	 multa</p><p>rescisória	 (40%),	 no	 caso	 de	 despedida	 sem	 justa	 causa	 ainda	 que	 indireta	 pelo</p><p>empregador.</p><p>NOTA</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>Aumento	para	contribuições	sociais:</p><p>A	partir	da	competência	janeiro	de	2002,	a	multa	rescisória	passa	de	40%</p><p>para	 50%;	10%	 refere-se	 a	 contribuição	 social	 (veja	 no	Capítulo	7,	 neste</p><p>livro,	os	empregadores	domésticos	ficaram	isentos).</p><p>Carta	 de	 preposto;	 quem	 representa	 a	 empresa	 deve	 apresentar	 uma	 carta	 de</p><p>preposto,	conforme	modelo	que	segue:</p><p>Ao</p><p>Setor	de	Relações	do	Trabalho	da	SRTE</p><p>ou	Sindicato	dos	Empregados</p><p>Seção	de	Homologações	e	Rescisões	Contratuais	–	SHRC</p><p>Ref.:	Carta	de	Preposição</p><p>A	empresa	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.,	com	escritório	na	rua	.</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	cidade	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	Estado	.	.	.	.	.	.</p><p>.	.	.	.,	CGC	no	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	,	na	presente	pessoa	de	seu	representante</p><p>legal	 abaixo	 assinado,	 pelo	 presente	 instrumento	 de	 carta	 de	 preposição,</p><p>nomeia	o(a)	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	portador(a)	da	CTPS	no	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	série	.	.</p><p>.	.	.	.	empregado(a)	da	preponente	para	finalidade	de	representá-la	perante</p><p>essa	 DRT	 ou	 sindicato,	 nos	 atos	 contratuais	 do(s)	 seguinte(s)</p><p>empregado(s).</p><p>Local	e	data,</p><p>O	procurador	 ou	preposto	 terá	 de	 levar	 sua	 carteira	 de	 trabalho	para	 provar	 sua</p><p>identidade.	Se	o	representante	da	empresa	for	o	proprietário	da	firma,	diretor	ou</p><p>sócio,	deverá	exibir	documento	oficial	dessa	qualidade.</p><p>Carteira	de	 trabalho	 e	previdência	 social	 do	 empregado	devidamente	 atualizada,</p><p>com	 todas	 as	 anotações	 necessárias,	 tais	 como:	 data	 da	 admissão;	 salário	 total</p><p>(quantum	 e	 forma	 de	 pagamento);	 férias;	 outras	 anotações	 sobre	 alterações	 do</p><p>contrato	de	trabalho;	e	data	de	dispensa.</p><p>Livro	ou	ficha	de	“Registro	de	Empregados”,	ou	cópia	dos	dados	obrigatórios	do</p><p>e.</p><p>f.</p><p>g.</p><p>h.</p><p>i.</p><p>j.</p><p>l.</p><p>m.</p><p>n.</p><p>o.</p><p>Nota	do	autor:</p><p>1.1</p><p>registro	de	empregados,	quando	 informatizados,	nos	 termos	da	Portaria	do	MTE</p><p>no41,	de	28-3-2007.</p><p>Termo	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho,	modelo	aprovado	pelo	Ministro	do</p><p>Trabalho	e	da	Previdência	Social.</p><p>Comunicação	de	Dispensa	–	CD,	se	for	o	caso,	para	o	seguro-desemprego.</p><p>Cópia	 do	 acordo	 coletivo	 ou	 convenção	 coletiva	 de	 trabalho	 ou	 sentença</p><p>normativa,	se	houver.</p><p>Exame	médico	 demissional,	 conforme	 item	 7.4.3.5	 da	Norma	Regulamentadora</p><p>no7,	com	redação	dada	pela	Portaria	no	8,	de	8-5-1996.</p><p>Guia	de	Recolhimento	Rescisório	do	FGTS	–	GRRF	–,	para	os	depósitos	do	mês</p><p>da	rescisão	e	ao	imediatamente	anterior,	que	ainda	não	houver	sido	recolhido	em</p><p>outras	situações	necessárias	para	a	movimentação	da	conta	vinculada	de	imediato.</p><p>Comprovante	do	aviso-prévio	ou	do	pedido	de	demissão.</p><p>Ato	constitutivo	do	empregador	com	alterações	ou	documento	de	representação.</p><p>Demonstrativo	de	parcelas	variáveis	consideradas	para	fins	de	cálculo	dos	valores</p><p>devidos	da	rescisão	contratual.</p><p>Prova	bancária	de	quitação,	quando	for	o	caso.</p><p>Chave	de	identificação	fornecida	pela	empresa	por	meio	da	CEF.</p><p>Perfil	 Profissiográfico	 Previdenciário	 (PPP):	 Embora	 não	 seja</p><p>exigido	 no	 ato	 da	 homologação	 por	 ser	 competência	 da	Auditoria</p><p>Fiscal	da	Previdência	Social,	o	art.	58,	§	4o,	 da	Lei	no	 8.213/91,	 e</p><p>arts.	 68,	 §	 6o,	 e	 283,	 alínea	 h,	 do	 RPS	 aprovado	 pelo	 Decreto	 no</p><p>3.048/1999,	 a	 empresa	 que	 submeter	 seus	 empregados	 a	 agentes</p><p>nocivos	prejudiciais	à	saúde	e	à	 integridade	física	deverá	fornecer,</p><p>por	 ocasião	 do	 desligamento,	 o	 Perfil	 Profissiográfico</p><p>Previdenciário	(PPP).</p><p>Categoria	diferenciada</p><p>Súmula	no	374	do	TST</p><p>NORMA	 COLETIVA.	 CATEGORIA	 DIFERENCIADA.</p><p>1.2</p><p>ABRANGÊNCIA	 (conversão	 da	 Orientação	 Jurisprudencial	 no	 55	 da</p><p>SBDI-1	–	Res.	129/2005,	DJ	20,	22	e	25-4-2005.</p><p>Empregado	integrante	de	categoria	profissional	diferenciada	não	tem	o</p><p>direito	de	haver	de	seu	empregador	vantagens	previstas	em	instrumento</p><p>coletivo	no	qual	a	empresa	não	foi	representada	por	órgão	de	classe	de</p><p>sua	categoria.	(ex-OJ	no	55	da	SBDI-1	–	inserida	em	25-11-1996)</p><p>Lista	de	procedimentos	de	desligamento</p><p>Nome:	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>.	.	.</p><p>Data	do	desligamento:	.	.	.	.	./.	.	.	.	./.	.	.	.	.	Data	da	homologação:	.	.	.	.	./.	.	.	.	./.	.	.	.</p><p>.</p><p>DOCUMENTOS	PARA	HOMOLOGAÇÃO</p><p>1.	(		)	Termo	de	Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho	(com	ressalva	no	verso	quando</p><p>for	homologar	na	DRT)</p><p>2.	(		)	GRRF	paga</p><p>3.	(		)	Chave	de	identificação	+	Extrato	do	FGTS</p><p>4.	(		)	Exame	médico	de	demissão</p><p>5.	(		)	Carta	de	dispensa	ou	pedido	de	demissão</p><p>6.	(		)	Comprovante	de	crédito	em	conta-corrente</p><p>7.	(		)	Demonstrativo	de	parcelas	variáveis	consideradas	para	fins	de	cálculo	dos</p><p>valores	devidos	na	rescisão	contratual</p><p>8.	(		)	Espelho	de	ponto</p><p>9.	(	 	)	Comunicação	de	Dispensa	–	CD	e	Requerimento	do	Seguro-desemprego</p><p>(quando	houver)</p><p>10.	(		)	CTPS	atualizada	e	com	baixa</p><p>11.	(		)	Ficha	de	registro	atualizada</p><p>12.	(		)	Carta	de	preposto	para	homologação	ou	documento	de	representação</p><p>13.	(		)	Cópia	do	acordo	coletivo	ou	sentença	normativa	aplicáveis</p><p>14.	(		)	Comprovante	de	recolhimento	do	FGTS	(mês	ou	meses	que	não	constem</p><p>no	extrato)</p><p>2</p><p>15.	(		)	Cópia	do	acordo	de	PLR	(se	houver)</p><p>CANCELAR</p><p>16.	(		)	Seguro	de	vida	(quando	houver)</p><p>17.	(		)	Convênio	médico	(quando	houver)</p><p>18.	(		)	Vale-refeição	(quando	houver)</p><p>19.	(		)	Vale-transporte</p><p>20.	(		)	Conta-corrente	no	Banco	(comunicar)</p><p>21.	(		)	E-mail	corporativo</p><p>22.	(		)	Exclusão	de	senhas	pelo	TI</p><p>DEVOLVER</p><p>23.	(		)	Crachá</p><p>24.	(		)	Carteirinhas	do	convênio	médico</p><p>25.	(		)	Chaves	de	armários	e	mesas	(se	houver)</p><p>26.	(		)	Telefone	celular	da	empresa	(se	houver)</p><p>27.	(		)	Veículo	da	empresa	(se	houver)</p><p>COMUNICAR</p><p>28.	(		)	Portaria</p><p>29.	(		)	Recepção</p><p>30.	(		)	Telefonista</p><p>DEPARTAMENTO	DE	RECURSOS	HUMANOS</p><p>Esclarecimentos	sobre	os	modelos,	sistema	e</p><p>instrumentos	de	termos	de	rescisão	de	contrato	de</p><p>trabalho</p><p>A	 seguir,	 Portarias	 instituindo	 o	 Sistema	 Homolognet,	 aprovação	 de	 Modelos	 do</p><p>TRCT	e	Termos	de	Homologação.</p><p>PORTARIA	No	1.620,	DE	14	DE	JULHO	DE	20101</p><p>Institui	o	Sistema	Homolognet.</p><p>O	MINISTRO	DE	ESTADO	DO	TRABALHO	E	EMPREGO,	no	uso	das</p><p>atribuições	 que	 lhe	 conferem	 o	 art.	 87,	 parágrafo	 único,	 inciso	 II,	 da</p><p>Constituição	 Federal,	 e	 tendo	 em	 vista	 o	 disposto	 no	 art.	 913	 da</p><p>Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 –	 CLT,	 aprovada	 pelo	 Decreto-lei	 no</p><p>5.452,	de	1o	de	maio	de	1943,	resolve:</p><p>Art.	1o	Instituir	o	Sistema	Homolognet	para	fins	da	assistência	prevista	no	§</p><p>1o	do	art.	477	da	CLT,	a	ser	utilizado	conforme	instruções	expedidas	pela</p><p>Secretaria	de	Relações	do	Trabalho	–	SRT.</p><p>Art.	2o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>CARLOS	ROBERTO	LUPI</p><p>PORTARIA	No	1.621,	DE	14	DE	JULHO	DE	20102</p><p>Aprova	modelos	 de	 Termos	 de	 Rescisão	 de	 Contrato	 de</p><p>Trabalho	e	Termos	de	Homologação.</p><p>O	MINISTRO	DE	ESTADO	DO	TRABALHO	E	EMPREGO,	no	uso	das</p><p>atribuições	 que	 lhe	 conferem	 o	 art.	 87,	 parágrafo	 único,	 inciso	 II,	 da</p><p>Constituição	 Federal,	 e	 tendo	 em	 vista	 o	 disposto	 no	 art.	 913	 da</p><p>Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 –	 CLT,	 aprovada	 pelo	 Decreto-lei	 no</p><p>5.452,	de	1o	de	maio	de	1943,	resolve:</p><p>Art.	 1o	 Aprovar	 os	 modelos</p><p>de	 Termos	 de	 Rescisão	 de	 Contrato	 de</p><p>Trabalho	 –	 TRCT	 e	 Termos	 de	 Homologação,	 que	 devem	 ser	 utilizados</p><p>como	 instrumentos	 de	 quitação	 das	 verbas	 devidas	 nas	 rescisões	 de</p><p>contrato	de	trabalho.</p><p>Art.	 2o	 Nas	 rescisões	 contratuais	 sem	 necessidade	 de	 assistência	 e</p><p>homologação,	bem	como	naquelas	em	que	não	for	utilizado	o	Homolognet,</p><p>será	utilizado	o	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria.</p><p>Art.	3o	Serão	gerados	pelo	Homolognet,	os	seguintes	documentos	anexos	a</p><p>esta	Portaria:</p><p>I	–	Termo	de	Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho	–	Anexo	II;</p><p>II	–	Termo	de	Homologação	sem	ressalvas	–	Anexo	III;	e</p><p>III	–	Termo	de	Homologação	com	ressalvas	–	Anexo	IV.</p><p>Art.	 4o	 É	 facultada	 a	 confecção	 do	 Termo	 de	 Rescisão	 de	 Contrato	 de</p><p>Trabalho	 previsto	 no	 Anexo	 I	 em	 formulário	 contínuo	 e	 o	 acréscimo	 de</p><p>rubricas	 nos	 campos	 em	 branco,	 de	 acordo	 com	 as	 necessidades	 das</p><p>empresas,	 desde	que	 respeitada	 a	 sequência	das	 rubricas	 estabelecidas	no</p><p>modelo	 e	 nas	 instruções	 de	 preenchimento	 e	 a	 distinção	 dos	 quadros	 de</p><p>pagamentos	e	deduções.</p><p>Art.	5o	Os	documentos	previstos	nesta	Portaria	poderão	ser	 impressos	em</p><p>verso	e	anverso.</p><p>Art.	6o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Art.	 7o	 Revoga-se	 a	 Portaria	 no	 302,	 de	 26	 de	 junho	 de	 2002,	 sendo</p><p>permitida	a	utilização,	até	o	dia	31	de	dezembro	de	2010,	do	TRCT	por	ela</p><p>aprovado.</p><p>CARLOS	ROBERTO	LUPI</p><p>PORTARIA	DO	MINISTÉRIO	DO	TRABALHO	EMPREGO	–	MTE	No</p><p>2.685,	DE	26-12-20113</p><p>Altera	a	Portaria	no	1.621,	de	14	de	 julho	de	2010,	 que</p><p>aprovou	os	modelos	de	Termos	de	Rescisão	de	Contrato</p><p>de	Trabalho	e	Termos	de	Homologação.</p><p>O	 Ministro	 de	 Estado	 do	 Trabalho	 e	 Emprego,	 Interino,	 no	 uso	 das</p><p>atribuições	 que	 lhe	 conferem	 o	 art.	 87,	 parágrafo	 único,	 inciso	 II,	 da</p><p>Constituição	 Federal,	 e	 tendo	 em	 vista	 o	 disposto	 no	 art.	 913	 da</p><p>Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 –	 CLT,	 aprovada	 pelo	 Decreto-lei	 no</p><p>5.452,	de	1o	de	maio	de	1943,</p><p>Resolve:</p><p>Art.	1o	Os	 arts.	 2o,	3o	 e	 4o	 da	 Portaria	 no	 1.621,	 de	 14	 de	 julho	 de	 2010,</p><p>passam	a	vigorar	com	a	seguinte	redação:</p><p>“Art.	2o	Nas	 rescisões	de	contrato	de	 trabalho	em	que	não	 for	utilizado	o</p><p>sistema	Homolognet,	deverão	ser	utilizados	os	seguintes	documentos:</p><p>I	–	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria,	 impresso	em	2	 (duas)	vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	outra	para	o	empregado,	acompanhado	do</p><p>Termo	 de	 Quitação	 de	 Rescisão	 do	 Contrato	 de	 Trabalho,	 previsto	 no</p><p>Anexo	VI,	 impresso	em	quatro	vias,	sendo	uma	para	o	empregador	e	 três</p><p>para	o	empregado,	destinadas	ao	saque	do	FGTS	e	solicitação	do	seguro-</p><p>desemprego,	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 em	 que	 não	 é	 devida</p><p>assistência	e	homologação;	e</p><p>II	–	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria,	impresso	em	2	(duas)	vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	outra	para	o	empregado,	acompanhado	do</p><p>Termo	de	Homologação	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho,	previsto	no</p><p>Anexo	VII,	impresso	em	quatro	vias,	sendo	uma	para	o	empregador	e	três</p><p>para	o	empregado,	destinadas	ao	saque	do	FGTS	e	solicitação	do	seguro-</p><p>desemprego,	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 em	 que	 é	 devida	 a</p><p>assistência	e	homologação.</p><p>Parágrafo	 único.	 O	 TRCT	 previsto	 no	 Anexo	 I	 desta	 Portaria	 deve	 ser</p><p>utilizado	nas	rescisões	de	contrato	de	trabalho	doméstico.</p><p>Art.	3o	(...)</p><p>IV	–	Termo	de	Quitação	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho	–	Anexo	V.</p><p>Parágrafo	único.	O	TRCT	previsto	no	Anexo	 II	 desta	Portaria	 deverá	 ser</p><p>impresso	 em	2	 (duas)	 vias,	 sendo	uma	para	o	 empregador	 e	outra	para	o</p><p>empregado,	 e	 os	 demais	 Termos	 deverão	 ser	 impressos	 em	 quatro	 vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	três	para	o	empregado.</p><p>Art.	4o	É	facultada	a	confecção	dos	Termos	previstos	nesta	Portaria	com	a</p><p>inserção	de	rubricas,	de	acordo	com	as	necessidades	do	empregador,	desde</p><p>que	respeitada	a	sequência	numérica	de	campos	estabelecida	nas	Instruções</p><p>de	 Preenchimento,	 previstas	 no	Anexo	VIII,	 e	 a	 distinção	 de	 quadros	 de</p><p>pagamentos	e	deduções”.</p><p>Art.	 2o	 Serão	 aceitos,	 até	 31	 de	 outubro	 de	 2012,	 termos	 de	 rescisão	 do</p><p>contrato	de	trabalho	elaborados	pela	empresa,	desde	que	deles	constem	os</p><p>campos	 de	 TRCT	 aprovado	 na	 Portaria	 no	 1.621,	 de	 2010	 (retificada	 no</p><p>DOU	de	12-7-2012).</p><p>“Art.	2o	Nas	 rescisões	de	contrato	de	 trabalho	em	que	não	 for	utilizado	o</p><p>sistema	Homolognet,	deverão	ser	utilizados	os	seguintes	documentos:</p><p>I	–	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria,	 impresso	em	2	 (duas)	vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	outra	para	o	empregado,	acompanhado	do</p><p>Termo	 de	 Quitação	 de	 Rescisão	 do	 Contrato	 de	 Trabalho,	 previsto	 no</p><p>Anexo	VI,	 impresso	em	quatro	vias,	sendo	uma	para	o	empregador	e	 três</p><p>para	o	empregado,	destinadas	ao	saque	do	FGTS	e	solicitação	do	seguro-</p><p>desemprego,	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 em	 que	 não	 é	 devida</p><p>assistência	e	homologação;	e</p><p>II	–	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria,	impresso	em	2	(duas)	vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	outra	para	o	empregado,	acompanhado	do</p><p>Termo	de	Homologação	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho,	previsto	no</p><p>Anexo	VII,	impresso	em	quatro	vias,	sendo	uma	para	o	empregador	e	três</p><p>para	o	empregado,	destinadas	ao	saque	do	FGTS	e	solicitação	do	seguro-</p><p>desemprego,	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 em	 que	 é	 devida	 a</p><p>assistência	e	homologação.</p><p>Parágrafo	 único.	 O	 TRCT	 previsto	 no	 Anexo	 I	 desta	 Portaria	 deve	 ser</p><p>utilizado	nas	rescisões	de	contrato	de	trabalho	doméstico.</p><p>Art.	3o	..........</p><p>IV	–	Termo	de	Quitação	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho	–	Anexo	V.</p><p>Parágrafo	único.	O	TRCT	previsto	no	Anexo	 II	 desta	Portaria	 deverá	 ser</p><p>impresso	 em	2	 (duas)	 vias,	 sendo	uma	para	o	 empregador	 e	outra	para	o</p><p>empregado,	 e	 os	 demais	 Termos	 deverão	 ser	 impressos	 em	 quatro	 vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	três	para	o	empregado.</p><p>Art.	 4o	 É	 facultada	 a	 confecção	 dos	 Termos	 previstos	 nesta	 Portaria	 em</p><p>formulário	 contínuo	 e	 a	 inserção	 de	 rubricas,	 de	 acordo	 com	 as</p><p>necessidades	do	empregador,	desde	que	respeitada	a	sequência	numérica	de</p><p>campos	estabelecida	nas	Instruções	de	Preenchimento,	previstas	no	Anexo</p><p>VIII,	e	a	distinção	de	quadros	de	pagamentos	e	deduções.”</p><p>Art.	 2o	 Serão	 aceitos,	 até	 31	 de	 julho	 de	 2012,	 termos	 de	 rescisão	 de</p><p>contrato	de	trabalho	elaborados	pela	empresa,	desde	que	deles	constem	os</p><p>campos	de	TRCT	aprovado	na	Portaria	no	1.621,	de	2010.</p><p>Art.	3o	Ficam	alterados	e	acrescidos	anexos	à	Portaria	no	 1.621,	de	14	de</p><p>julho	de	2010,	na	forma	dos	anexos	a	esta	portaria.</p><p>Art.	4o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>PAULO	ROBERTO	DOS	SANTOS	PINTO.</p><p>PORTARIA	MINISTRO	DE	ESTADO	DO	TRABALHO	E	EMPREGO	No</p><p>1.057	DE	6-7-20124</p><p>Retificada	no	DOU	de	12-7-2012	(ao	final)</p><p>Altera	a	Portaria	no	1.621,	de	14	de	julho	de	2010,	que	aprovou	os	modelos</p><p>de	 Termos	 de	 Rescisão	 do	 Contrato	 de	 Trabalho	 e	 Termos	 de</p><p>Homologação.</p><p>O	MINISTRO	DE	ESTADO	DO	TRABALHO	E	EMPREGO,	no	uso	das</p><p>atribuições	 que	 lhe	 conferem	 o	 art.	 87,	 parágrafo	 único,	 inc.	 II,	 da</p><p>Constituição	 Federal,	 e	 tendo	 em	 vista	 o	 disposto	 no	 art.	 913	 da</p><p>Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 –	 CLT,	 aprovada	 pelo	 Decreto-lei	 no</p><p>5.452,	de	1o	de	maio	de	1943,	resolve:</p><p>Art.	1o	Os	artigos	2o,	3o	e	4o	da	Portaria	no	1.621,	de	14	de	julho	de	2010,</p><p>passam	a	vigorar	com	a	seguinte	redação:</p><p>“Artigo	2o	Nas	rescisões	de	contrato	de	trabalho	em	que	não	for	utilizado	o</p><p>sistema	Homolognet,	deverão	ser	utilizados	os	seguintes	documentos:</p><p>I	–	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria,	 impresso	em	2	 (duas)	vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	outra	para	o	empregado,	acompanhado	do</p><p>Termo	 de	 Quitação	 de	 Rescisão	 do	 Contrato	 de	 Trabalho,	 previsto	 no</p><p>Anexo	VI,	 impresso	em	quatro	vias,	sendo	uma	para	o	empregador	e	 três</p><p>para	o	empregado,	destinadas	ao	saque	do	FGTS	e	solicitação	do	seguro-</p><p>desemprego,	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 em	 que	 não	 é	 devida</p><p>assistência	e	homologação;</p><p>e</p><p>II	–	TRCT	previsto	no	Anexo	I	desta	Portaria,	impresso	em	2	(duas)	vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	outra	para	o	empregado,	acompanhado	do</p><p>Termo	de	Homologação	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho,	previsto	no</p><p>Anexo	VII,	impresso	em	quatro	vias,	sendo	uma	para	o	empregador	e	três</p><p>para	o	empregado,	destinadas	ao	saque	do	FGTS	e	solicitação	do	seguro-</p><p>desemprego,	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 em	 que	 é	 devida	 a</p><p>assistência	e	homologação.</p><p>Parágrafo	 único.	 O	 TRCT	 previsto	 no	 Anexo	 I	 desta	 Portaria	 deve	 ser</p><p>utilizado	nas	rescisões	de	contrato	de	trabalho	doméstico.</p><p>Artigo	3o	(...)</p><p>IV	–	Termo	de	Quitação	de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho	–	Anexo	V.</p><p>Parágrafo	único.	O	TRCT	previsto	no	Anexo	 II	 desta	Portaria	 deverá	 ser</p><p>impresso	 em	2	 (duas)	 vias,	 sendo	uma	para	o	 empregador	 e	outra	para	o</p><p>empregado,	 e	 os	 demais	 Termos	 deverão	 ser	 impressos	 em	 quatro	 vias,</p><p>sendo	uma	para	o	empregador	e	três	para	o	empregado.</p><p>Artigo	4o	É	facultada	a	confecção	dos	Termos	previstos	nesta	Portaria	com</p><p>a	 inserção	 de	 rubricas,	 de	 acordo	 com	 as	 necessidades	 do	 empregador,</p><p>desde	 que	 respeitada	 a	 sequência	 numérica	 de	 campos	 estabelecida	 nas</p><p>Instruções	 de	 Preenchimento,	 previstas	 no	 Anexo	 VIII,	 e	 a	 distinção	 de</p><p>quadros	de	pagamentos	e	deduções.”</p><p>Art.	 2o	 Serão	 aceitos,	 até	 31	 de	 outubro	 de	 2012,	 termos	 de	 rescisão	 do</p><p>contrato	de	trabalho	elaborados	pela	empresa,	desde	que	deles	constem	os</p><p>campos	 de	 TRCT	 aprovado	 na	 Portaria	 no	 1.621,	 de	 2010	 (retificada	 no</p><p>DOU	de	12-7-2012).</p><p>Art.	 2o	 Serão	 aceitos,	 até	 31	 de	 julho	 de	 2012,	 termos	 de	 rescisão	 do</p><p>contrato	de	trabalho	elaborados	pela	empresa,	desde	que	deles	constem	os</p><p>campos	 de	 TRCT	 aprovado	 na	 Portaria	 no	 1.621,	 de	 2010	 (redação</p><p>anterior).</p><p>Art.	3o	Ficam	alterados	e	acrescidos	anexos	à	Portaria	no	1.621,	de	14	de</p><p>julho	de	2010,	na	forma	dos	anexos	a	esta	portaria.</p><p>Art.	4o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>ANEXO	I</p><p>ANEXO	II</p><p>ANEXO	III</p><p>ANEXO	IV</p><p>ANEXO	V</p><p>ANEXO	VI</p><p>ANEXO	VII</p><p>ANEXO	VIII</p><p>Instruções	Gerais</p><p>Instruções	de	Impressão</p><p>1.	O	modelo	deverá	ser	plano	e	impresso	em	papel	A4,	na	cor	branca,	com</p><p>297	milímetros	 de	 altura	 e	 210	milímetros	 de	 largura	 em	 papel	 com,	 ao</p><p>menos,	75	gramas	por	metro	quadrado.</p><p>2.	Nas	áreas	hachuradas,	aplicar	retícula	positiva	a	25%.</p><p>3.	A	utilização	das	fontes	deverá	observar	o	seguinte:</p><p>3.1.	Os	 números	 e	 nomes	dos	 campos	deverão	 ser	 impressos	 em	 fonte</p><p>normal	 Arial	 8,	 utilizando-se	 caixa	 alta	 no	 início	 e	 caixa	 baixa	 no</p><p>restante	das	palavras;</p><p>3.2.	 Os	 títulos	 (TERMO	 DE	 RESCISÃO	 DO	 CONTRATO	 DE</p><p>TRABALHO,	 TERMO	 DE	 QUITAÇÃO	 DE	 RESCISÃO</p><p>CONTRATUAL	 e	 TERMO	 DE	 HOMOLOGAÇÃO	 DE	 RESCISÃO</p><p>CONTRATUAL)	 deverão	 ser	 impressos	 todos	 em	 caixa	 alta,	 em	 fonte</p><p>negrito	Arial	13;</p><p>3.3.	Os	demais	 títulos	 deverão	 ser	 impressos	 em	 fonte	 negrito	Arial	 9,</p><p>em	caixa	alta,	exceção	feita	às	palavras	“Rubrica”	e	“Valor”,	que	deverão</p><p>ter	apenas	a	letra	inicial	em	caixa	alta;</p><p>4.	As	linhas	deverão	possuir	altura	de:</p><p>4.1.	8	mm	nos	campos	1	a	20	e	23	a	32	e	de	12,5	mm	nos	campos	21	e</p><p>22,	 inclusive	 nos	 TERMO	 DE	 QUITAÇÃO	 DE	 RESCISÃO</p><p>CONTRATUAL	 e	 TERMO	 DE	 HOMOLOGAÇÃO	 DE	 RESCISÃO</p><p>CONTRATUAL;</p><p>4.2.	7,5	mm	nos	campos	50	a	116.</p><p>5.	As	linhas	de	título	deverão	ter	altura	de	3,5	mm,	salvo	as	destinadas	ao</p><p>título	do	documento</p><p>(TERMO	 DE	 RESCISÃO	 DO	 CONTRATO	 DE	 TRABALHO,	 TERMO</p><p>DE	 QUITAÇÃO	 DE	 RESCISÃO	 CONTRATUAL	 e	 TERMO	 DE</p><p>HOMOLOGAÇÃO	DE	RESCISÃO	CONTRATUAL),	que	deverão	possuir</p><p>5	mm	de	altura	e	a	linha	destinada	ao	aviso	de	que	“A	ASSISTÊNCIA	NO</p><p>ATO	DA	RESCISÃO	CONTRATUAL	É	GRATUITA”,	 que	 deve	 possuir</p><p>13	mm.</p><p>6.	 As	margens	 direita	 e	 esquerda	 deverão	 ser	 de	 15	mm	 e	 as	 superior	 e</p><p>inferior	de	10	mm.</p><p>7.	Não	 poderá	 haver	 abreviação	 de	 palavras	 constantes	 do	modelo,	 além</p><p>das	já	existentes.</p><p>8.	É	 facultado	o	acréscimo	de	 rubricas	nos	campos	em	branco,	de	acordo</p><p>com	 as	 necessidades	 das	 empresas,	 desde	 que	 respeitada	 a	 sequência</p><p>numérica	 das	 rubricas	 estabelecidas	 no	 modelo	 e	 nas	 instruções	 de</p><p>preenchimento	 e	 a	 distinção	 dos	 quadros	 de	 pagamentos	 e	 deduções,	 de</p><p>forma	 que	 os	 campos	 com	 numeração	 superior	 fiquem	 nos	 campos</p><p>seguintes.</p><p>9.	Não	é	permitida	a	supressão	de	campos	constantes	do	modelo.</p><p>Instruções	de	Preenchimento</p><p>–	 Os	 campos	 de	 número	 01	 a	 118	 e	 150	 serão	 preenchidos	 pelo</p><p>empregador.	No	preenchimento	dos	campos,	não	poderá	ser	utilizada	fonte</p><p>de	tamanho	inferior	à	da	fonte	Arial	10.</p><p>–	A	localidade	e	as	datas,	constantes	dos	Termos	de	Quitação	de	Rescisão</p><p>Contratual	 e	 de	 Homologação	 de	 Rescisão	 Contratual	 serão	 preenchidas</p><p>pelo	trabalhador,	de	próprio	punho,	salvo	quando	se	tratar	de	analfabeto.</p><p>Campo	01	–	Informar	o	número	do	Cadastro	Nacional	de	Pessoas	Jurídicas</p><p>–	CNPJ	ou	do	Cadastro	Específico	do	INSS	–	CEI.</p><p>Campos	 02	 a	 07	 –	 Informar	 dados	 de	 identificação	 do	 empregador</p><p>constantes	do	CNPJ	ou	CEI.</p><p>Campo	08	–	Informar	a	Classificação	Nacional	de	Atividades	Econômicas</p><p>–	CNAE.</p><p>Campo	09	–	Informar	o	número	do	Cadastro	Nacional	de	Pessoas	Jurídicas</p><p>–	CNPJ	ou	do	Cadastro	Específico	do	INSS	–	CEI	da	empresa	tomadora	de</p><p>serviços	ou	da	obra	de	construção	civil,	quando	for	o	caso.</p><p>Campos	 10	 a	 20	 –	 Informar	 dados	 de	 identificação	 do	 trabalhador.	 No</p><p>Campo	19	usar	o	formato	DD/MM/AAAA.</p><p>Campo	21	–	Informar	o	tipo	de	contrato,	dentre	as	seguintes	opções:</p><p>1.	Contrato	de	trabalho	por	prazo	indeterminado.</p><p>2.	Contrato	de	 trabalho	por	prazo	determinado	com	cláusula	assecuratória</p><p>de	direito	recíproco	de	rescisão	antecipada.</p><p>3.	Contrato	de	 trabalho	por	prazo	determinado	sem	cláusula	assecuratória</p><p>de	direito	recíproco	de	rescisão	antecipada;</p><p>Campos	 22	 e	 27	 –	 Informar	 a	 causa	 e	 o	 código	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador,	conforme	quadro	a	seguir:</p><p>Causas	do	Afastamento Código</p><p>Despedida	sem	justa	causa,	pelo	empregador SJ2</p><p>Despedida	por	justa	causa,	pelo	empregador JC2</p><p>Rescisão	antecipada,	pelo	empregador,	do	contrato	de	trabalho	por	prazo	determinado RA2</p><p>Rescisão	do	contrato	de	trabalho	por	falecimento	do	empregador	individual	sem	continuação	da</p><p>atividade	da	empresa</p><p>FE2</p><p>Rescisão	do	contrato	de	trabalho	por	falecimento	do	empregador	individual	por	opção	do</p><p>empregado</p><p>FE1</p><p>Rescisão	antecipada,	pelo	empregado,	do	contrato	de	trabalho	por	prazo	determinado RA1</p><p>Rescisão	contratual	a	pedido	do	empregado SJ1</p><p>Rescisão	do	contrato	de	trabalho	por	falecimento	do	empregado FT1</p><p>Extinção	normal	do	contrato	de	trabalho	por	prazo	determinado PD0</p><p>Rescisão	Indireta RI2</p><p>Rescisão	por	culpa	recíproca CR0</p><p>Rescisão	por	força	maior FM0</p><p>Rescisão	por	nulidade	do	contrato	de	trabalho,	declarada	em	decisão	judicial NC0</p><p>Campo	 23	 –	 Informar	 o	 valor	 da	 remuneração	 do	 trabalhador	 no	 mês</p><p>anterior	 ao	 da	 rescisão	 contratual.	 Caso	 não	 haja	 remuneração	 no	 mês</p><p>anterior,	informar	o	valor	projetado	para	30	dias,	no	mês	da	rescisão.</p><p>Campo	 24	 –	 Informar	 a	 data	 da	 admissão	 do	 trabalhador,	 no	 formato</p><p>DD/MM/AAAA.</p><p>Campo	 25	 –	 Informar	 a	 data	 em	 que	 foi	 concedido	 o	 aviso-prévio,	 no</p><p>formato	DD/MM/AAAA.</p><p>Campos	 26	 –	 Informar	 a	 data	 do	 efetivo	 desligamento	 do	 trabalhador	 do</p><p>serviço,	no	formato	DD/MM/AAAA.</p><p>Campos	 28	 e	 29	 –	 Informar	 o	 percentual	 devido	 a	 título	 de	 pensão</p><p>alimentícia,	definida	em	decisão	judicial,	mesmo	que	seja	0,00%.</p><p>Campo	30	–	Indicar	a	categoria	do	trabalhador,	de	acordo	com	o	quadro	a</p><p>seguir:</p><p>Tabela	de	Categorias	de	Trabalhador</p><p>Categoria Cód.</p><p>Empregado 01</p><p>Trabalhador	não	vinculado	ao	RGPS,	mas	com	direito	ao	FGTS 03</p><p>Empregado	–	contrato	de	trab.	por	prazo	determ.	(Lei	no	9.601/98) 04</p><p>Empregado	Doméstico 06</p><p>Menor	Aprendiz	(Lei	10.097/2000) 07</p><p>Campo	 31	 –	 Informar	 o	 código	 sindical.	 Em	 caso	 de	 não	 haver	 entidade</p><p>representativa	 da	 categoria	 do	 trabalhador,	 informar	 o	 código</p><p>“999.000.000.00000-3”,	relativo	à	Conta	Especial	Emprego	e	Salário.	Em</p><p>caso	de	trabalhador	rural,	o	campo</p><p>deverá	permanecer	em	branco.</p><p>Campo	32	–	Informar	o	CNPJ	e	o	nome	da	entidade	sindical	 laboral.	Em</p><p>caso	 de	 não	 haver	 entidade	 representativa	 da	 categoria	 do	 trabalhador,</p><p>informar:	37.115.367/0035-00	–	Ministério	do	Trabalho	e	Emprego	–	MTE.</p><p>Campos	 50	 a	 99	 –	 Informar	 os	 valores	 das	 verbas	 rescisórias</p><p>correspondentes	às	rubricas	conforme	relação	abaixo:</p><p>Campo	50	–	Informar	o	saldo	líquido	de	dias	de	salário	(número	de	dias	do</p><p>mês	até	o	afastamento,	descontadas	as	faltas	e	o	DSR	referente	às	semanas</p><p>não	integralmente	trabalhadas).	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	devido</p><p>a	título	de	Saldo	líquido	de	Salários.</p><p>Campo	 51	 –	Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 às	 comissões</p><p>devidas	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	52	–	Na	coluna	“Valor”,	 informar	o	valor	 referente	 à	gratificação</p><p>devida	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	53	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	ao	adicional	de</p><p>insalubridade	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	54	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	ao	adicional	de</p><p>periculosidade	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 55	 –	 Informar	 o	 total	 de	 horas	 noturnas	 trabalhadas	 no	mês	 e	 o</p><p>percentual	 incidente	 sobre	 estas	 horas	 noturnas.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	 o	 valor	 referente	 ao	 adicional	 noturno	 devido	 no	 mês	 do</p><p>afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 56.1	 –	 Informar	 total	 de	 horas	 extras	 trabalhadas	 no	 mês	 e	 o</p><p>percentual	 incidente	 sobre	 estas	 horas	 extras.	 Caso	 existam	 percentuais</p><p>diversos,	poderão	 ser	 criados	os	 subitens	56.2,	56.3...	Na	coluna	“Valor”,</p><p>informar	o	valor	 referente	às	horas	extras	devidas	no	mês	do	afastamento</p><p>do	trabalhador.</p><p>Campo	 57	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 às	 gorjetas</p><p>devidas	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 58	 –	Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 ao	Descanso</p><p>Semanal	Remunerado	(DSR)	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador</p><p>horista	ou	diarista.	No	caso	de	o	salário	ser	mensal,	informar	o	pagamento</p><p>do	DSR	devido	quando	da	última	semana	integralmente	trabalhada.</p><p>Campo	59	–	Na	coluna	“Valor”,	 informar	o	valor	referente	ao	Reflexo	do</p><p>DSR	sobre	Salário	Variável	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	60	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	à	Multa	prevista</p><p>no	Art.	477,	§	8o/CLT,	se	devida.</p><p>Campo	61	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	à	Multa	prevista</p><p>no	Art.	479/CLT,	se	devida.</p><p>Campo	 62	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 ao	 Salário-</p><p>Família	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 63	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 ao	 Décimo</p><p>Terceiro	 Salário	 Proporcional	 devido	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 64.1	 –	 Informar	 o	 exercício	 a	 que	 se	 refere	 o	 Décimo	 Terceiro</p><p>Salário.	Caso	exista	mais	de	um	exercício	devido,	poderão	 ser	 criados	os</p><p>subitens	 64.2,	 64.3....	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 devido	 ao</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 65	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 Férias</p><p>Proporcionais	devidas	ao	trabalhador.</p><p>Campo	 66.1	 –	 Informar	 o	 período	 aquisitivo	 a	 que	 se	 refere	 as	 Férias</p><p>Vencidas,	no	 formato	DD/MM/AAAA.	Caso	exista	mais	de	um	exercício</p><p>devido,	 poderão	 ser	 criados	 os	 subitens	 66.2,	 66.3,...	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	o	valor	devido	ao	trabalhador.</p><p>Campo	 67	 –	 Rubrica	 Férias	 Vencidas	 (Reflexo/Dobra)	 Per.	 Aquisitivo</p><p>_________	a	_________.	 Informar	o	período	aquisitivo	a	que	 se	 refere	o</p><p>Reflexo/Dobra	das	Férias	Vencidas,	no	 formato	AAAA.	Caso	exista	mais</p><p>de	 um	 exercício	 devido,	 criar	 os	 subitens	 67.1,	 67.2,	 67.3...	 Na	 coluna</p><p>“Valor”,	informar	o	valor	devido	ao	trabalhador.</p><p>Campo	68	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	correspondente	a	1/3	da</p><p>soma	dos	valores	relativos	aos	campos	65,	66,	67	e	71.</p><p>Campo	69	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	correspondente	ao	Aviso-</p><p>Prévio	Indenizado,	se	for	o	caso.</p><p>Campo	 70	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 correspondente	 ao</p><p>Décimo	Terceiro	Salário	incidente	sobre	o	Aviso-Prévio	Indenizado.</p><p>Campo	71	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	correspondente	às	Férias</p><p>incidentes	sobre	o	Aviso-Prévio	Indenizado.</p><p>Campo	72	–	Percentagem.	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	às</p><p>percentagens	devidas	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 73	 –	 Prêmios.	Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 aos</p><p>prêmios	devidos	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 74	 –	 Viagens.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 às</p><p>viagens	devidas	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	75	–	Sobreaviso	_____	horas	_____%.	Informar	o	número	de	horas</p><p>de	sobreaviso	e	o	percentual	devido.	Na	coluna	“Valor”,	 informar	o	valor</p><p>referente	a	sobreavisos	devidos	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	76	–	Prontidão	_____	horas	_____%.	Informar	o	número	de	horas</p><p>de	 prontidão	 e	 o	 percentual	 devido.	Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	a	prontidão	devida	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	77	–	Adicional	Tempo	Serviço.	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor</p><p>referente	a	adicional	por	 tempo	de	serviço	devido	no	mês	do	afastamento</p><p>do	trabalhador.</p><p>Campo	 78	 –	Adicional	 por	 Transferência	 de	Localidade	 de	Trabalho.	Na</p><p>coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	adicional	por	transferência	de</p><p>localidade	de	trabalho	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	79	–	Salário-Família	Excedente	ao	Valor	Legal.	Na	coluna	“Valor”,</p><p>informar	o	valor	referente	a	salário-família	excedente	ao	valor	legal	devido</p><p>no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	80	–	Abono/Gratificação	de	Férias	Excedente	______	Dias	Salário.</p><p>Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 abono/gratificação	 de</p><p>férias,	desde	que	excedente	a	20	dias	de	salário,	concedido	em	virtude	de</p><p>cláusula	contratual,	de	regulamento	da	empresa	ou	de	convenção	ou	acordo</p><p>coletivo,	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	81	–	Valor	Global	Diárias	para	Viagem	–	Excedente	50%	Salário.</p><p>Na	coluna	“Valor”,	 informar	o	valor	 referente	a	diárias	para	viagem,	pelo</p><p>seu	valor	global,	quando	excederem	a	cinquenta	por	cento	da	remuneração</p><p>do	empregado,	desde	que	não	haja	prestação	de	contas	no	montante	gasto,</p><p>devidas	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	82	–	Ajuda	de	Custo.	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente</p><p>a	ajuda	de	custo	prevista	no	Art.	470/CLT	devida	no	mês	do	afastamento	do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 83	 –	 Etapas.	 Marítimos.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	a	etapas	marítimos	devidas	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 84	 –	 Licença-Prêmio	 Indenizada.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o</p><p>valor	referente	a	licença-prêmio	indenizada	devida	no	mês	do	afastamento</p><p>do	trabalhador.</p><p>Campo	 85	 –	 Quebra	 de	 Caixa.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	a	quebra	de	caixa	devida	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 86	 –	 Participação	 nos	 Lucros	 ou	 Resultados.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	o	valor	referente	a	participação	nos	lucros	ou	resultados	devida	no</p><p>mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	87	–	Indenização	a	Título	de	Incentivo	à	Demissão.</p><p>Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 indenização	 a	 título	 de</p><p>incentivo	à	demissão	devida	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	88	 –	Salário	Aprendizagem.	Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	 a	 bolsa	 aprendizagem	 devida	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 89	 –	 Abonos	 Desvinculados	 do	 Salário.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	 o	 valor	 referente	 a	 abonos	 desvinculados	 do	 salário	 devidos	 no</p><p>mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 90	 –	 Ganhos	 Eventuais	 Desvinculados	 do	 Salário.	 Na	 coluna</p><p>“Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 ganhos	 eventuais	 desvinculados	 do</p><p>salário	devidos	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 91	 –	 Reembolso	 Creche.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	a	reembolso	creche	devido</p><p>no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 92	 –	 Reembolso	 Babá.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	a	reembolso	babá	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	93	–	Gratificação	Semestral.	Na	coluna	“Valor”,	 informar	o	valor</p><p>referente	 a	 gratificação	 semestral	 devida	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 94	 –	 Salário	 do	 Mês	 Anterior	 à	 Rescisão.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	 o	 valor	 referente	 a	 salário	 do	mês	 anterior	 à	 rescisão	 ainda	 não</p><p>pago,	devido	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	95	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	outras	verbas</p><p>devidas	 no	mês	 do	 afastamento	 do	 trabalhador.	Caso	 exista	mais	 de	 uma</p><p>verba,	criar	os	subitens	95.1,	95.2,	95.3....	Discriminar	o	nome	da	verba	na</p><p>coluna	Rubrica.</p><p>Campo	 96	 –	 Indenização	 Art.	 9o,	 Lei	 no	 7.238/84.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	 o	 valor	 referente	 a	 indenização	 do	 Art.	 9o,	 Lei	 no	 7.238/84</p><p>(demissão	 na	 véspera	 da	 data-base)	 devida	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	97	–	Indenização	Férias	Escolares.	Na	coluna	“Valor”,	 informar	o</p><p>valor	referente	a	indenização	férias	escolares	devida	no	mês	do	afastamento</p><p>do	trabalhador.</p><p>Campo	 98	 –	 Multa	 do	 Art.	 476-A,	 §	 5o	 da	 CLT.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	o	valor	referente	a	multa	do	Art.	476-A,	§	5o,	da	CLT	devida	no</p><p>mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 99	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 ao	 saldo</p><p>devedor	 da	 rescisão	 contratual,	 a	 fim	de	 que	 o	 valor	 rescisório	 não	 fique</p><p>negativo.</p><p>Campos	100	a	116	–	Informar	os	valores	das	deduções	correspondentes	às</p><p>rubricas	conforme	relação	abaixo:</p><p>Campo	 100	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 pensão</p><p>alimentícia	descontada	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	101	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	adiantamento</p><p>salarial	descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	102	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	adiantamento</p><p>de	13o	salário	descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	103	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	ao	aviso-prévio</p><p>indenizado	descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	104	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	indenização</p><p>prevista	 no	 Art.	 480	 CLT	 descontada	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	105	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	empréstimo</p><p>em	consignação	descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 106	 –	 Vale-Transporte.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	 a	 vale-transporte	 adiantado,	 não	 utilizado	 e	 não	 restituído,</p><p>descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	107	–	Reembolso	do	Vale-Transporte.	Na	coluna	“Valor”,	informar</p><p>o	 valor	 referente	 a	 reembolso	 do	 vale-transporte	 descontado	 no	 mês	 do</p><p>afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 108	 –	 Vale-Alimentação.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor</p><p>referente	a	vale-alimentação	adiantado	e	não	restituído,	descontado	no	mês</p><p>do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 109	 –	 Reembolso	 do	 Vale-Alimentação.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	o	valor	referente	a	reembolso	do	vale-alimentação	descontado	no</p><p>mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 110	 –	 Contribuição	 para	 o	 FAPI.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o</p><p>valor	 referente	 a	 contribuição	 para	 o	 FAPI	 descontado	 no	 mês	 do</p><p>afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	111	–	Contr.	Sindical	Laboral.	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor</p><p>referente	a	contribuição	sindical	laboral	descontada	no	mês	do	afastamento</p><p>do	trabalhador.</p><p>Campo	112.1	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	Previdência</p><p>Social	descontada	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	112.2	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	Previdência</p><p>Social	 sobre	 o	 13o	 Salário	 descontada	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 113	 –	 Contr.	 Previdência	 Complementar.	 Na	 coluna	 “Valor”,</p><p>informar	 o	 valor	 referente	 a	 contribuição	 previdência	 complementar</p><p>descontada	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	 114.1	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 IRRF</p><p>descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Campo	114.2	–	Na	coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	IRRF	sobre</p><p>13o	Salário	descontado	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.	Caso	exista</p><p>IR	sobre	Participação	nos	Lucros	ou	Resultados	e/ou	Complem.	IRRF,	ref.</p><p>Rendimento	Total	Receb.	Mês	Quitação	Rescisão,	 poderão	 ser	 criados	os</p><p>subitens	 114.3	 e	 114.4.	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a</p><p>IRRF	 sobre	 participação	 nos	 lucros	 ou	 resultados	 descontado	 no	mês	 do</p><p>afastamento	 do	 trabalhador	 e/ou	 o	 valor	 referente	 a	 Complementação	 do</p><p>IRRF,	 referente	 ao	 rendimento	 total	 recebido	 no	 mês	 de	 quitação	 da</p><p>rescisão.</p><p>Campo	 115.1	 –	 Na	 coluna	 “Valor”,	 informar	 o	 valor	 referente	 a	 outros</p><p>descontos	realizados	no	mês	do	afastamento	do	trabalhador.</p><p>Caso	 exista	mais	 de	 um	desconto,	 poderão	 ser	 criados	 os	 subitens	 115.2;</p><p>115.3....	Discriminar	o	nome	do	desconto	na	coluna	Desconto.</p><p>Campo	 116	 –	 Valor	 Líquido	 de	 TRCT	 Quitado	 –	 Decisão	 Judicial.	 Na</p><p>coluna	“Valor”,	 informar	o	valor	 referente	a	desconto	de	valor	 líquido	de</p><p>TRCT	 quitado	 –	 decisão	 judicial	 descontado	 no	 mês	 do	 afastamento	 do</p><p>trabalhador.</p><p>Campo	 118	 –	 Comp.	 Dias	 Salário	 Férias	 –	 Mês	 Anterior	 Rescisão.	 Na</p><p>coluna	“Valor”,	informar	o	valor	referente	a	compensação	de	dias	de	salário</p><p>de	 férias	 referentes	 ao	 mês	 do	 afastamento,	 pagos	 no	 mês	 anterior	 à</p><p>rescisão	(Art.	145/CLT).</p><p>Campo	 150	 –	 Assinatura	 do	 empregador	 ou	 de	 seu	 representante</p><p>devidamente	habilitado.</p><p>Campo	151	–	Assinatura	do	trabalhador.	Em	caso	de	analfabeto,	deverá	ser</p><p>inserida	a	digital.</p><p>Campo	152	–	Assinatura	do	responsável	legal	do	trabalhador.</p><p>Em	caso	de	analfabeto,	deverá	ser	inserida	a	digital.</p><p>Campo	153	–	Carimbo	e	assinatura	do	assistente.</p><p>Campo	154	–	Identificar	o	nome,	endereço	e	telefone	do	órgão	que	prestou</p><p>a	assistência	ao	empregado.	Quando	for	entidade	sindical,	deverá,	também,</p><p>ser	 informado	 o	 número	 do	 seu	 registro	 no	 Ministério	 do	 Trabalho	 e</p><p>Emprego.</p><p>Campo	 155	 –	 Ressalvas	 realizadas	 pelo	 assistente.	 Caso	 não	 caibam	 no</p><p>campo,	poderão	ser	continuadas	no	verso	ou	em	folha	à	parte.	Constar	do</p><p>Nota	do	autor:</p><p>campo	155	que	a	complementação	consta	em	outro	local.</p><p>Campo	 156	 –	 Prestar	 informações,	 conforme	 instruções	 expedidas	 pela</p><p>Caixa	Econômica	Federal.</p><p>Retificação:</p><p>A	Portaria	publicada	no	DOU	de	9-7-2012	foi	retificada	no	DOU	de	12-7-</p><p>2012,	nos	termos	abaixo:</p><p>Na	Portaria	 no	 1.057,	 de	6	de	 julho	de	2012,	 publicada	no	DOU	 de	9	de</p><p>julho	de	2012,	Seção	1,	páginas	108	a	118:</p><p>Onde	se	lê:</p><p>PORTARIA	No	1.057,	DE	6	DE	JULHO	DE	2011</p><p>Leia-se:</p><p>PORTARIA	No	1.057,	DE	6	DE	JULHO	DE	2012</p><p>Onde	se	lê:</p><p>Art.	2o	Serão	aceitos,	até	31	de	julho	de	2012,	termos	de	rescisão	(...).</p><p>Leia-se:</p><p>Art.	2o	Serão	aceitos,	até	31	de	outubro	de	2012,	termos	de	rescisão	(...).</p><p>Nos	Campos	50,	58	e	59	dos	Anexos	I	e	II,	entendemos</p><p>que	 a	 sigla	 correta	 é	 RSR	 (Repouso	 Semanal</p><p>Remunerado)	 e	 não	 DSR	 (Descanso	 Semanal</p><p>Remunerado).</p><p>Fundamentação	legal:</p><p>Todos	preceituam	o	termo:	Repouso	Semanal	Remunerado	(RSR)</p><p>Constituição	Federal:	Art.	7o,	inciso	XV.</p><p>Lei	no	605/49	e	Decreto	no	27.948/49.</p><p>Supremo	Tribunal	Federal	(STF):	Súmulas	201,	462	e	464.</p><p>Tribunal	 Superior	 do	 Trabalho	 (TST):	 15,	 27,	 113,	 172,	 225,	 351,	 354	 e</p><p>360.</p><p>2.1 Explicações	complementares</p><p>A	Circular	no	698,	de	17-11-2015	(DOU	de	18-11-2015),	da	Caixa	Econômica	Federal</p><p>–	CEF,	nos	itens	de	nos	25	a	29,	apresenta	outros	procedimentos	necessários:</p><p>25	DO	FORMULÁRIO	DE	RESCISÃO	CONTRATUAL</p><p>O	Termo	 de	 Rescisão	 de	 Contrato	 de	 Trabalho	 –	 TRCT,	 formulário	 aprovado	 pela</p><p>Portaria	MTE	1.621,	de	14/07/2010,	utilizado	para	rescisões	de	contratos	de	trabalho</p><p>efetuadas	 até	 31/01/2013,	 prazo	 prorrogado	 pela	 Portaria	 MTE	 no1.815,	 de</p><p>31/10/2012,	 ou	 o	 Termo	 de	 Homologação	 da	 Rescisão	 de</p><p>participação	em	cursos	de	 treinamento	para	 reciclagem	e	aprimoramento</p><p>são	indispensáveis.	Pouco	adiantará	a	excelência	de	conhecimentos	matemáticos	e	de</p><p>aparelhos	 eletrônicos,	 se	 não	 se	 dispuser	 a	 cultivar	 a	 pesquisa	 e	 decodificar	 as	 leis</p><p>trabalhistas,	atuais	e	antigas.</p><p>Dito	isso,	passemos	a	examinar	o	que	foi	objeto	de	nossos	estudos	no	Capítulo	4,</p><p>que	trata	da	rescisão	do	contrato	de	trabalho.	Como	nos	demais	capítulos,	chamamos</p><p>a	 atenção	 para	 os	 documentos	 a	 serem	 apresentados.	 Em	 seguida,	 apresentamos:</p><p>condições	 em	 que	 é	 vedada	 a	 dispensa	 sem	 justa	 causa	 (estabilidade	 provisória),</p><p>dispensa	fictícia	seguida	de	recontratação	(ato	fraudulento),	bem	como	do	prazo	para</p><p>pagamento	da	 rescisão	do	contrato	de	 trabalho.	No	 item	5	do	capítulo	 sob	enfoque,</p><p>tratamos	ainda	da	indenização	por	tempo	de	serviço	e	art.	9o	das	Leis	nos	6.708/79	e</p><p>7.238/84,	 que	 trata	 da	 indenização	 adicional	 do	 empregado	 dispensado	 sem	 justa</p><p>causa	 no	 período	 de	 30	 dias	 antes	 da	 correção	 salarial.	 Para	 resolver	 problemas	 de</p><p>entendimento,	transcrevemos	as	Súmulas	nos	182	e	314	e	um	parecer	da	Comissão	de</p><p>Súmula	do	Tribunal	Superior	do	Trabalho.</p><p>Mais	à	frente,	examinamos	rescisão	por	pedido	de	dispensa	antes	de	completar	um</p><p>ano	 de	 serviço,	 rescisão	 por	 pedido	 de	 dispensa	 com	mais	 de	 um	 ano	 de	 serviço	 e</p><p>empregado	 que	 solicitou	 dispensa	 do	 aviso-prévio,	 rescisão	 por	 dispensa	 sem	 justa</p><p>causa	 antes	de	 completar	 um	ano	de	 serviço,	 rescisão	por	dispensa	 sem	 justa	 causa</p><p>com	mais	 de	 um	 ano	 de	 serviço,	 pedido	 de	 demissão	 com	 aviso-prévio	 cumprido,</p><p>dispensa	sem	justa	causa	com	aviso-prévio	cumprido	(comissão	+	fixo),	dispensa	sem</p><p>justa	causa,	com	aviso-prévio	cumprido,	dispensa	sem	justa	causa,	com	adicional	de</p><p>insalubridade,	aviso-prévio	proporcional	ao	tempo	de	serviço	e	aviso-prévio	cumprido</p><p>(férias	em	dobro),	 rescisão	do	contrato	de	experiência	pelo	empregador	 (nos	 termos</p><p>do	art.	479	da	CLT),	rescisão	antecipada	do	contrato	de	experiência	pelo	empregado</p><p>(nos	 termos	 do	 art.	 480	 da	 CLT),	 rescisão	 por	 término	 do	 contrato	 de	 experiência,</p><p>dispensa	 sem	 justa	 causa,	 com	 aviso-prévio	 cumprido	 (desligamento	 com	 30	 dias</p><p>antes	da	data-base),	dispensa	sem	justa	causa,	com	aviso-prévio	cumprido	(período	de</p><p>mais	de	seis	meses	em	auxílio-doença),	dispensa	sem	justa	causa,	com	um	período	de</p><p>não	optante,	dispensa	sem	justa	causa,	com	adicional	noturno	e	aviso-prévio	cumprido</p><p>(horista),	 dispensa	 sem	 justa	 causa,	 com	 aviso-prévio	 indenizado	 e	 recebimento	 de</p><p>adicional	de	periculosidade	(horista),	dispensa	sem	justa	causa,	com	média	de	horas</p><p>extras	(horista).</p><p>Foram	ainda	objeto	de	nossos	cálculos:	rescisão	em	caso	de	morte	do	empregado</p><p>antes	de	completar	um	ano	de	serviço,	morte	do	empregado	com	mais	de	um	ano	de</p><p>serviço.	Transcrevemos	a	Lei	no	6.858,	de	24-11-1980,	que	dispõe	sobre	o	pagamento</p><p>aos	 dependentes	 ou	 sucessores	 de	 valores	 não	 recebidos	 em	 vida	 pelos	 respectivos</p><p>titulares.</p><p>Outras	questões	 igualmente	 importantes	 foram	tratadas:	culpa	recíproca	antes	de</p><p>completar	um	ano	de	serviço,	culpa	recíproca	com	mais	de	um	ano	de	serviço.</p><p>Ao	final	do	Capítulo	4,	cuidamos	da	rescisão	por	dispensa	com	justa	causa	antes</p><p>de	completar	um	ano	de	serviço	e	rescisão	por	dispensa	com	justa	causa	com	mais	de</p><p>um	ano	de	serviço.</p><p>Embora	em	desuso,	parece	ser	assunto	relevante,	consideramos	ainda	a	transação</p><p>do	tempo	de	serviço	anterior	à	Constituição	de	1988.</p><p>Os	Capítulos	5	e	6	tratam,	respectivamente,	do	13o	salário	ou	gratificação	natalina</p><p>e	 contribuição	 sindical	 de	 empregados	 e	 empregadores.	 No	 primeiro	 caso,</p><p>consideramos	as	possibilidades	mais	corriqueiras,	como	mensalista,	diarista,	horista,</p><p>salário	variável,	salário	variável	mais	fixo,	salário	por	tarefa.	E	para	fechar	o	Capítulo</p><p>5,	 examinamos	os	 direitos	 que	 integram	ou	não	o	 13o	 salário,	 como	 auxílio-doença</p><p>previdenciário,	 auxílio-doença	 por	 acidente	 de	 trabalho,	 serviço	 militar,	 adicional</p><p>noturno,	 adicional	 de	 insalubridade	 e	 periculosidade,	 hora	 extra	 e	 gratificação</p><p>periódica,	o	salário	de	benefício,	o	aviso-prévio	não	trabalhado	(indenizado).	Também</p><p>foram	 objetos	 de	 nossas	 considerações	 o	 desconto	 do	 INSS	 do	 empregado	 no</p><p>pagamento	final	da	gratificação	natalina	e	o	 Imposto	de	Renda.	E,	com	base	no	art.</p><p>216,	§	1o,	do	Decreto	no	3.048,	de	6-5-1999	–	DOU	de	12-5-1999	do	Regulamento	da</p><p>Previdência	Social,	ensinamos	que	o	recolhimento	da	contribuição	em	favor	do	INSS</p><p>sobre	o	13o	salário	seja	realizado	até	o	dia	20	de	dezembro	ou	no	dia	imediatamente</p><p>anterior	em	que	haja	expediente	bancário.</p><p>O	Capítulo	7	corresponde	ao	FGTS	na	alteração	da	multa	rescisória	de	40%	para</p><p>50%	 sendo	 que	 10%	 refere-se	 à	 contribuição	 social	 e	 o	 período	 de	 (2002	 a	 2006)</p><p>contribuição	de	8%	para	8,5%.</p><p>O	capítulo	final	(8)	refere-se	ao	eSocial	–	Sistema	de	Escrituração	Fiscal	Digital</p><p>das	Obrigações	Fiscais,	Previdenciárias	e	Trabalhistas,	consistindo	na	unificação,	por</p><p>meio	 eletrônico,	 do	 envio	 de	 informações	 trabalhistas,	 previdenciárias,	 tributárias	 e</p><p>fiscais.</p><p>Nosso	objetivo	em	todo	o	livro	foi	oferecer	soluções	práticas	para	cálculos	muitas</p><p>vezes	aparentemente	complexos.	Esperamos	ter	alcançado	o	objetivo	de	oferecer	um</p><p>texto	que,	se	seguido,	evitará	que	o	empregado	recorra	aos	Tribunais	em	busca	de	um</p><p>direito	que	não	foi	cumprido	pelo	empregador,	que,	por	meio	de	seu	Departamento	de</p><p>Recursos	 Humanos,	 veio	 a	 cometer	 erros	 por	 desconhecer	 o	 procedimento	 correto</p><p>estabelecido	pelas	normas	trabalhistas	e	previdenciárias.</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>1</p><p>Folha	de	Pagamento</p><p>O	uso	da	folha	de	pagamento	é	obrigatório	para	o	empregador,	conforme	preceitua	a</p><p>Lei	no	8.212/91,	art.	32,	inciso	I,	da	Consolidação	da	Legislação	Previdenciária	–	CLP.</p><p>Ela	 pode	 ser	 feita	 a	 mão	 (manuscrita),	 ou	 por	 meio	 de	 processos	 mecânicos	 ou</p><p>eletrônicos.	 Nela	 são	 registrados	 mensalmente	 todos	 os	 proventos	 e	 descontos	 dos</p><p>empregados.	Deve	ficar	à	disposição	da	fiscalização,	da	auditoria	interna	e	externa	e</p><p>estar	sempre	pronta	para	oferecer	informações	necessárias	à	continuidade	da	empresa.</p><p>A	folha	de	pagamento	divide-se	em	duas	partes	distintas:	proventos	e	descontos.</p><p>A	parte	de	proventos	engloba:</p><p>Salário.</p><p>Horas	extras.</p><p>Adicional	de	insalubridade.</p><p>Adicional	de	periculosidade.</p><p>Adicional	noturno.</p><p>Salário-família.</p><p>Diárias	para	viagem.</p><p>Ajuda	de	custo.</p><p>Outros	proventos	previstos	em	lei.</p><p>A	parte	de	descontos	compreende:</p><p>Quota	de	previdência.</p><p>Imposto	de	Renda.</p><p>Contribuição	sindical.</p><p>Seguros.</p><p>Adiantamentos.</p><p>Faltas	e	atrasos.</p><p>•</p><p>•</p><p>1</p><p>Vale-transporte.</p><p>Outros	descontos	previstos	em	lei.</p><p>Algumas	empresas	fazem	o	pagamento	de	seus	empregados	no	último	dia	do	mês;</p><p>nesse	caso,	é	necessário	fechar	a	folha	de	pagamento	alguns	dias	antes,	ganhando-se</p><p>assim	 tempo	 necessário	 para	 cálculo	 dos	 devidos	 proventos	 e	 descontos.	 Outras</p><p>empresas	realizam	o	pagamento	no	limite	máximo	exigido	por	lei:	o	quinto	dia	útil	do</p><p>mês	subsequente	ao	vencido,	se	o	pagamento	for	mensal,	ou	o	quinto	dia	subsequente,</p><p>quando	 o	 pagamento	 for	 semanal	 ou	 quinzenal,	 conforme	 Instrução	 Normativa</p><p>no01/89	e	art.459,	§1o,	da	CLT.</p><p>O	apontamento	é	 feito	em	geral	por	meio	da	 folha	de	ponto;	o	 sistema	soma	as</p><p>horas	trabalhadas,	inclusive	as	horas	extras,	e	observam-se	as	faltas	e	os	atrasos	para	o</p><p>não	pagamento.</p><p>Salário</p><p>É	a	 contraprestação	devida	 e	 paga	diretamente	 pelo	 empregador	 a	 todo	 empregado.</p><p>Ele	pode	ser	pago	mensal,	quinzenal,	semanal	ou	diariamente,	por	peça	ou	 tarefa;	o</p><p>salário	 nunca	 poderá	 ser	 inferior	 ao	 salário	 mínimo;	 ao	 menor	 aprendiz,	 salvo	 na</p><p>condição	mais	favorável,	será	garantido	o	salário	mínimo	hora	(art.	428,	§	2o,	da	CLT,</p><p>com	redação	dada	pela	Lei	no	10.097/2000).</p><p>Para	 alguns	 profissionais,	 como	 médicos,	 dentistas,	 engenheiros,	 químicos,</p><p>arquitetos,	 agrônomos,	 veterinários,	 radiologista	 etc.,	 o	 salário	 mínimo	 (salário</p><p>profissional)	 é	 maior	 que	 o	 salário	 mínimo;</p><p>Contrato	 de	 Trabalho	 –</p><p>THRCT	 ou	 o	 Termo	 de	Quitação	 da	 Rescisão	 de	 Contrato	 de	 Trabalho	 –	 TQRCT,</p><p>aprovados	 pela	 Portaria	MTE	 no	 1.057,	 de	 06/07/2012,	 utilizados	 nas	 rescisões	 de</p><p>contratos	 realizadas	 a	 partir	 de	 01/02/2013,	 são	 os	 instrumentos	 de	 quitação	 das</p><p>verbas	 rescisórias,	e	serão	utilizados	para	o	saque	da	conta	vinculada	do	FGTS,	nas</p><p>hipóteses	que	exijam	rescisão/extinção	do	contrato	de	trabalho,	e	deve	ser	apresentado</p><p>em	via	original.</p><p>O	 TRCT,	 o	 THRCT	 e	 o	 TQRCT	 devem,	 obrigatoriamente,	 ser	 assinados	 pelo</p><p>empregador/preposto,	 devidamente	 habilitado	 no	 campo	 “Carimbo	 e	 assinatura	 do</p><p>empregador	 ou	 preposto”	 do	 formulário,	 não	 sendo	 permitida	 a	 assinatura	 sobre</p><p>carbono.</p><p>O	 TRCT,	 o	 THRCT	 e	 o	 TQRCT	 devem,	 obrigatoriamente,	 ser	 assinados	 pelo</p><p>trabalhador	no	campo	”Assinatura	do	Trabalhador”,	não	sendo	permitida	a	assinatura</p><p>sobre	folha	carbono.</p><p>O	 recibo	 de	 quitação	 de	 rescisão	 de	 contrato	 de	 trabalho	 –	 TRCT,	 THRCT</p><p>ouTQRCT	–	somente	serão	válidos	quando	formalizado	de	acordo	com	a	 legislação</p><p>vigente,	notadamente	quanto	à	respectiva	homologação.</p><p>26	DA	COMUNICAÇÃO	DE	MOVIMENTAÇÃO	POR</p><p>MEIO	ELETRÔNICO</p><p>Para	os	códigos	de	saque	01,	02,	03	ou	04,	é	 facultado	ao	empregador	comunicar	a</p><p>movimentação	dos	trabalhadores	pela	Rede	Mundial	de	Computadores	–	Internet,	por</p><p>meio	 do	 canal	 eletrônico	 de	 relacionamento	 Conectividade	 Social,	 utilizando-se	 de</p><p>Certificação	Eletrônica.</p><p>Compete	ao	usuário	do	Conectividade	Social,	ao	se	valer	do	canal,	anotar	a	chave</p><p>de	 identificação	 por	 este	 gerada,	 no	 canto	 superior	 direito	 do	 TRCT	 ou	 em	 campo</p><p>próprio	do	THRCT	ou	do	TQRCT,	objetivando	o	registro	da	homologação	da	rescisão</p><p>contratual,	via	Internet,	pela	entidade	sindical	representativa	da	categoria	profissional</p><p>do	trabalhador	ou	Delegacia	Regional	do	Trabalho,	se	for	o	caso.</p><p>O	 registro	 da	 homologação	 da	 rescisão	 contratual	 por	 meio	 do	 Conectividade</p><p>Social	não	altera	ou	substitui	os	procedimentos	previstos	pela	CLT.</p><p>A	comunicação	de	movimentação	do	trabalhador	por	meio	da	Internet	não	isenta	o</p><p>trabalhador	 da	 apresentação	dos	documentos	necessários	 à	 liberação	dos	valores	 do</p><p>FGTS,	nos	termos	da	legislação	vigente.</p><p>Entretanto,	 para	 os	 códigos	 de	 saque	 iguais	 a	 01,	 03	 ou	 04,	 quando	 o	 valor	 a</p><p>receber	for	 igual	ou	menor	que	R$	1.500,00	(mil	e	quinhentos	reais),	é	facultado	ao</p><p>trabalhador	 dirigir-se	 aos	 serviços	 de	 autoatendimento	 da	 CAIXA	 ou	 em	 casas</p><p>lotéricas,	desde	que	este	tenha	o	Cartão	do	Cidadão	e	senha	válidos.</p><p>Para	o	código	de	saque	 igual	a	02	de	qualquer	valor	e	para	os	códigos	de	saque</p><p>iguais	 a	 01,	 03	 e	 04	 de	 valor	 a	 ser	 recebido	maior	 que	 R$	 1.500,00,	 permanece	 a</p><p>exigência	de	ser	apresentada	a	documentação	comprobatória	do	saque	ao	atendente	da</p><p>CAIXA.</p><p>A	 faculdade	 de	 outorga	 da	 procuração	 eletrônica	 pelo	 empregador,	 na	 forma</p><p>estabelecida	 para	 uso	 do	 canal	 eletrônico	 de	 relacionamento	 Conectividade	 Social,</p><p>não	 o	 exime	 da	 responsabilidade	 civil	 e	 penal,	 respondendo	 o	 outorgante,</p><p>solidariamente	com	o	outorgado,	por	toda	e	qualquer	informação	prestada	via	Internet,</p><p>bem	como	pelo	uso	indevido	da	aplicação.</p><p>O	 empregador,	 a	 entidade	 homologadora	 ou	 a	 autoridade	 competente	 é</p><p>responsável	 por	 toda	 e	 qualquer	 informação	 prestada	 via	 Internet,	 bem	 como	 pelos</p><p>efeitos	decorrentes	desta	e	pelo	uso	indevido	do	aplicativo.</p><p>27	COMPROVAÇÃO	DOS	DEPENDENTES	PARA</p><p>SAQUE	DO	FGTS</p><p>Dependente	–	Documentação	Comprobatória	Exigida</p><p>Cônjuge:	certidão	de	casamento</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>–</p><p>–</p><p>Companheiro,	inclusive	do	mesmo	sexo:	escritura	Pública	de	Declaração	de	União</p><p>Estável	realizada	em	Cartório;	e	prova	de	Coabitação;</p><p>Filho	ou	enteado	menor	de	21	anos	ou	com	idade	até	24	anos	ou	absolutamente</p><p>incapaz:</p><p>filho	menor	de	21	anos:	certidão	de	Nascimento	ou	documento	de	identidade;</p><p>enteado	 menor	 de	 21	 anos:	 certidão	 judicial	 de	 guarda,	 tutela	 ou	 curatela	 e</p><p>certidão	de	Nascimento	ou	documento	de	identidade;</p><p>filho	com	idade	entre	22	e	24	anos:	documento	de	identidade	e	comprovante	de</p><p>que	está	cursando	ensino	superior	ou	escola	técnica	de	segundo	grau;</p><p>enteado	 com	 idade	 entre	 22	 e	 24	 anos:	 certidão	 judicial	 de	 guarda,	 tutela	 ou</p><p>curatela,	 documento	 de	 identidade	 e	 comprovante	 de	 que	 está	 cursando	 ensino</p><p>superior	ou	escola	técnica	de	segundo	grau;</p><p>termo	de	curatela	para	o	filho	ou	enteado	com	idade	superior	a	21	anos,	que	seja</p><p>absolutamente	incapaz.</p><p>Reconhecidos	 pela	 Previdência	 Social	 ou	 órgão	 equivalente:</p><p>certidão/declaração	emitida	pelo	INSS.</p><p>Relacionados	 na	 Declaração	 de	 IRPF:	 declaração	 do	 IRPF	 do	 ano-base</p><p>imediatamente	anterior	ao	ano	do	pedido	de	liberação	da	conta	vinculada	do	FGTS;</p><p>Como	prova	de	coabitação	são	solicitados	os	documentos:</p><p>cópia	de	certidão	de	nascimento	de	filho	(só	quando	e	se	havidos	da	união);	ou</p><p>comprovante	de	pagamento	de	conta	de	água,	gás,	luz	ou	telefone	para	demonstrar</p><p>endereço	em	comum.</p><p>28	DO	USO	DE	INSTRUMENTO	DE	PROCURAÇÃO</p><p>Não	 é	 admissível	 a	 representação	mediante	 instrumento	 de	 procuração,	 público	 ou</p><p>particular,	no	pedido	de	movimentação	e	no	pagamento	do	saldo	da	conta	vinculada</p><p>do	FGTS	para	as	modalidades	previstas	nos	incisos	I,	II,	III,	VIII,	IX	e	X	do	artigo	20</p><p>da	Lei	8.036/1990,	com	as	alterações	introduzidas	em	legislação	posterior.</p><p>Os	citados	incisos	referem-se	aos	códigos	de	saque	01,	02,	03,	05,	05A,	86,	87N,</p><p>04	e	06.</p><p>Para	esses	códigos	de	saque,	é	admitida	a	representação	por	instrumento	público</p><p>de	procuração,	desde	que	este	contenha	poderes	específicos	para	este	fim,	nos	casos</p><p>de	grave	moléstia,	comprovada	por	perícia	médica	relatada	em	laudo,	no	qual	conste	a</p><p>incapacidade	de	locomoção	do	titular	da	conta	vinculada	do	FGTS.</p><p>Nos	 termos	 do	 Parecer	 emitido	 no	 Processo-Consulta	 CFM	 no	 752/2003,	 o</p><p>relatório	de	uma	Junta	Médica	ou	o	relatório	circunstanciado	do	médico	assistente	são</p><p>considerados	como	documentos	médicos	equivalentes	ao	laudo	pericial	exigido	para	a</p><p>outorga	 de	 procuração	 no	 caso	 de	 doença	 grave	 que	 impeça	 o	 comparecimento	 do</p><p>titular	 da	 conta,	 nos	 termos	 estabelecidos	 pela	 MP	 no2.197-43	 ou	 no	 caso	 de	 este</p><p>titular	 se	 encontrar	 em	 estágio	 terminal	 em	 razão	 da	 doença	 que	 o	 acometeu,</p><p>consoante	o	contido	no	inciso	IV	do	art.	5o	do	Decreto	no	3.913/2001.</p><p>Para	 os	 demais	 códigos	 de	 saque,	 é	 admissível	 a	 representação	 mediante</p><p>instrumento	de	 procuração,	 público	 ou	particular,	 no	 pedido	de	movimentação	 e	 no</p><p>pagamento	 do	 saldo	 da	 conta	 vinculada	 do	 FGTS,	 independente	 do	 tipo	 da	 conta</p><p>vinculada,	desde	que	contenha	poderes	específicos	para	este	fim.</p><p>Para	 que	 o	 instrumento	 de	 procuração	 particular	 seja	 válido,	 a	 assinatura	 do</p><p>outorgante	deve	ser	reconhecida	em	cartório.</p><p>29	DO	PAGAMENTO	DO	FGTS	NO	EXTERIOR	–</p><p>JAPÃO,	ESTADOS	UNIDOS	DA	AMÉRICA,	CANADÁ,</p><p>EUROPA	e	AMÉRICA	DO	SUL</p><p>O	titular	da	conta	vinculada	residente	no	Japão,	nos	Estados	Unidos	ou	na	Europa	que</p><p>atender	 aos	 motivos	 do	 código	 de	 saque	 01,	 04,	 05,	 86	 e	 87N	 poderá	 solicitar	 a</p><p>movimentação	 de	 sua	 conta	 vinculada	 FGTS	 em	 uma	 representação	 consular	 do</p><p>Brasil	naquele	país,	observadas	as	condições	constantes	desta	Circular.</p><p>O	 trabalhador	 preenche	 e	 assina	 o	 formulário“Solicitação	 de	 Saque</p><p>FGTS”disponível	 no	 endereço	 www.caixa.gov.br	 ou	 www.fgts.gov.br	 e	 o	 apresenta</p><p>junto	com	a	documentação	necessária	 em	uma	das	Representações	Diplomáticas	do</p><p>Brasil	 a	 seguir:	 Setor	 Consular	 da	 Embaixada	 do	 Brasil	 em	 Berlim	 –	 Alemanha,</p><p>Consulado	do	Brasil	em	Frankfurt	–	Alemanha,	Consulado	do	Brasil	em	Munique	–</p><p>Alemanha;	Setor	Consular	da	Embaixada	do	Brasil	em	Viena	–	Áustria;	Consulado-</p><p>Geral	do	Brasil	 em	Bruxelas	–	Bélgica;	Consulado-Geral	do	Brasil	 em	Barcelona	–</p><p>http://www.caixa.gov.br</p><p>http://www.fgts.gov.br</p><p>Espanha;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Madri	–	Espanha;	Consulado-Geral	do	Brasil</p><p>em	 Atlanta	 –	 Estados	 Unidos;	 Consulado-Geral</p><p>do	 Brasil	 em	 Boston	 –	 Estados</p><p>Unidos;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Chicago	–	Estados	Unidos;	Consulado-Geral</p><p>do	Brasil	 em	Hartford	–	Estados	Unidos;	Consulado-Geral	 do	Brasil	 em	Houston	–</p><p>Estados	 Unidos;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 Los	 Angeles	 –	 Estados	 Unidos;</p><p>Consulado-Geral	do	Brasil	em	Miami	–	Estados	Unidos;	Consulado-Geral	do	Brasil</p><p>em	 Nova	 York	 –	 Estados	 Unidos;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 São	 Francisco	 –</p><p>Estados	 Unidos;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 Washington	 –	 Estados	 Unidos;</p><p>Consulado-Geral	do	Brasil	em	Paris	–	França;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Roterdã</p><p>–	Holanda;	Setor	Consular	da	Embaixada	do	Brasil	em	Dublin	–	Irlanda;	Consulado</p><p>do	Brasil	em	Milão	–	Itália;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Roma	–	Itália;	Consulado-</p><p>Geral	 do	 Brasil	 em	Hamamatsu	 –	 Japão;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	Nagoya	 –</p><p>Japão;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Tokyo	–	Japão;	Consulado-Geral	do	Brasil	em</p><p>Faro	–	Portugal;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Lisboa	–	Portugal;	Consulado-Geral</p><p>do	Brasil	em	Porto	–	Portugal;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Londres	–	Reino	Unido;</p><p>Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 Genebra	 –	 Suíça;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em</p><p>Zurique	 –	 Suíça;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 Buenos	 Aires	 –	 Argentina;</p><p>Consulado-Geral	do	Brasil	em	Córdoba	–	Argentina;	Consulado-Geral	do	Brasil	em</p><p>Mendoza	 –	 Argentina;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 Montevidéu	 –	 Uruguai;</p><p>Consulado-Geral	 do	Brasil	 em	Assunção	 –	 Paraguai;	Vice-Consulado	 do	Brasil	 em</p><p>Concepción	 –	 Paraguai;	 Vice-Consulado	 do	 Brasil	 em	 Encarnación	 –	 Paraguai;</p><p>embaixada	do	Brasil	em	La	Paz	–	Bolívia;	Consulado-Geral	do	Brasil	em	Santa	Cruz</p><p>de	 La	 Sierra	 –	 Bolívia;	 Consulado-Geral	 do	 Brasil	 em	 Cochabamba	 –	 Bolívia;</p><p>Embaixada	 do	Brasil	 em	Camberra	 –	Austrália;	 Embaixada	 do	Brasil	 em	Sidney	 –</p><p>Austrália;	Consulado	Geral	do	Brasil	em	Montreal	–	Canadá;	Embaixada	do	Brasil	em</p><p>Ottawa	–	Canadá;	Consulado	Geral	do	Brasil	em	Toronto	–	Canadá;	Consulado	Geral</p><p>do	 Brasil	 em	 Vancouver	 –	 Canadá;	 Embaixada	 do	 Brasil	 em	 Bogotá	 –	 Colômbia;</p><p>Embaixada	 do	 Brasil	 em	 Georgetown	 –	 Guiana;	 Consultado	 Geral	 do	 Brasil	 em</p><p>Caiena	 –	 Guiana	 Francesa;	 Embaixada	 do	 Brasil	 em	 Paramaribo	 –	 Suriname;</p><p>Consulado	Geral	do	Brasil	em	Caracas	–	Venezuela;	Consulado	Geral	do	Brasil	em</p><p>Ciudad	 Guayana	 –	 Venezuela;	 Vice-Consulado	 do	 Brasil	 em	 Puerto	 Ayacucho	 –</p><p>Venezuela.	O	pagamento	será	realizado	por	meio	de	crédito	em	conta	da	Caixa	ou	de</p><p>outro	banco	no	Brasil	que	seja	de	titularidade	do	trabalhador.</p><p>No	 caso	 de	 não	 possuir	 conta	 bancária	 no	 Brasil,	 o	 trabalhador	 pode	 indicar</p><p>2.2</p><p>alguém	de	sua	confiança,	informando	os	dados	bancários	deste	para	crédito	do	valor.</p><p>O	pagamento	 deverá	 ocorrer	 até	 15	 dias	 úteis	 após	 a	 entrega	 da	 documentação,</p><p>condicionada	à	certificação	de	que	as	condições	exigidas	para	movimentação	da	conta</p><p>vinculada	FGTS	foram	atendidas.</p><p>Procedimentos	para	assistência	e	homologação	na</p><p>rescisão	de	contrato	de	trabalho</p><p>Transcrevemos	a	seguir	na	íntegra	a	Instrução	Normativa	SRT	no	15,	de	14-7-2010	–</p><p>DOU	 de	 15-7-2010,	 que	 estabelece	 os	 procedimentos	 para	 a	 assistência	 e	 a</p><p>homologação	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho.</p><p>INSTRUÇÃO	NORMATIVA	SRT	No	15,	DE	14</p><p>DE	JULHO	DE	2010</p><p>Estabelece	 procedimentos	 para	 assistência	 e</p><p>homologação	na	rescisão	de	contrato	de	trabalho.</p><p>A	 SECRETARIA	 DE	 RELAÇÕES	 DO	 TRABALHO	 DO</p><p>MINISTÉRIO	 DO	 TRABALHO	 E	 EMPREGO,	 no	 uso	 da	 atribuição</p><p>que	lhe	confere	o	art.	5o,	inciso	IX,	do	Regimento	Interno	da	Secretaria	de</p><p>Relações	do	Trabalho,	aprovado	pela	Portaria	Ministerial	no	483,	de	15	de</p><p>setembro	de	2004,	e	tendo	em	vista	o	disposto	nas	Portarias	no	1.620	e	no</p><p>1.621,	de	14	de	julho	de	2010,	resolve:</p><p>Capítulo	I</p><p>Seção	I</p><p>Disposições	Preliminares</p><p>Art.	1o	A	assistência	na	rescisão	de	contrato	de	trabalho,	prevista	no	§	1o	do</p><p>art.	 477	 da	 Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 –	 CLT,	 aprovada	 pelo</p><p>Decreto-lei	no	5.452,	de	1o	de	maio	de	1943,	obedecerá	ao	disposto	nesta</p><p>Instrução	Normativa.</p><p>Art.	 2o	 Na	 assistência	 à	 rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho,	 o	 Sistema</p><p>Homolognet,	instituído	pela	Portaria	no	1.620,	de	14	de	julho	de	2010,	será</p><p>utilizado	 gradualmente,	 conforme	 sua	 implantação	 nas	 Superintendências</p><p>Regionais	 do	 Trabalho	 e	 Emprego,	 Gerências	 Regionais	 do	 Trabalho	 e</p><p>Emprego	e	Agências	Regionais.</p><p>§	1o	Nas	rescisões	contratuais	em	que	não	for	adotado	o	Homolognet,	será</p><p>utilizado	o	Termo	de	Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho	–	TRCT	previsto	no</p><p>Anexo	I	da	Portaria	no	1.621,	de	14	de	julho	de	2010.</p><p>§	 2o	 Quando	 for	 adotado	 o	 Homolognet,	 serão	 utilizados	 os	 seguintes</p><p>documentos:</p><p>I	–	Termo	de	Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho,	previsto	no	Anexo	 II	da</p><p>Portaria	no	1.621,	de	2010;</p><p>II	 –	 Termo	 de	 Homologação	 sem	 ressalvas,	 previsto	 no	 Anexo	 III	 da</p><p>Portaria	no1.621,	de	2010;</p><p>III	 –	 Termo	 de	 Homologação	 com	 ressalvas,	 previsto	 no	 Anexo	 IV	 da</p><p>Portaria	no1.621,	de	2010;</p><p>IV	–	Termo	de	Comparecimento	de	uma	das	partes;</p><p>V	–	Termo	de	Comparecimento	de	ambas	as	partes,	sem	homologação	da</p><p>rescisão	em	face	de	discordância	quanto	aos	valores	constantes	no	TRCT;	e</p><p>VI	–	Termo	de	Compromisso	de	Retificação	do	TRCT.</p><p>Art.	3o	O	empregador,	ao	utilizar	o	Homolognet,	deverá	acessar	o	Sistema</p><p>por	meio	 do	 portal	 do	MTE	na	 Internet:	 ,	 cadastrar-se</p><p>previamente	e:</p><p>I	 –	 incluir	 os	 dados	 relativos	 ao	 contrato	 de	 trabalho	 e	 demais	 dados</p><p>solicitados	pelo	Sistema;</p><p>II	–	informar-se	com	o	órgão	local	do	MTE,	para	verificar	a	necessidade	de</p><p>agendamento	da	homologação;	e</p><p>III	–	dirigir-se	ao	órgão	local	do	MTE,	munido	dos	documentos	previstos</p><p>no	art.22	desta	Instrução	Normativa.</p><p>Seção	II</p><p>Disposições	Gerais</p><p>Art.	4o	A	assistência	na	 rescisão	de	contrato	de	 trabalho	 tem	por	objetivo</p><p>http://www.mte.gov.br</p><p>orientar	 e	 esclarecer	 empregado	e	 empregador	 acerca	do	cumprimento	da</p><p>lei,	 bem	 como	 zelar	 pelo	 efetivo	 pagamento	 das	 parcelas	 rescisórias,	 e	 é</p><p>devida:</p><p>I	–	nos	contratos	de	trabalho	firmados	há	mais	de	um	ano;</p><p>II	–	quando	o	cômputo	do	aviso-prévio	indenizado	resultar	em	mais	de	um</p><p>ano	de	serviço;	e</p><p>III	 –	na	hipótese	de	 aposentadoria	 em	que	ocorra	 rescisão	de	 contrato	de</p><p>trabalho	que	se	enquadre	nos	incisos	I	e	II	deste	artigo.</p><p>Parágrafo	 único.	 Conta-se	 o	 prazo	 de	 um	 ano	 e	 um	 dia	 de	 trabalho	 pelo</p><p>calendário	 comum,	 incluindo-se	 o	 dia	 em	 que	 se	 iniciou	 a	 prestação	 do</p><p>trabalho.</p><p>Art.	5o	Não	é	devida	a	assistência	na	 rescisão	de	contrato	de	 trabalho	em</p><p>que	 são	 partes	 a	 União,	 os	 estados,	 os	 municípios,	 suas	 autarquias	 e</p><p>fundações	de	direito	público,	 e	 empregador	doméstico,	 ainda	que	optante</p><p>do	Fundo	de	Garantia	do	Tempo	de	Serviço	–	FGTS.</p><p>Capítulo	II</p><p>Seção	I</p><p>Da	Competência</p><p>Art.	6o	São	competentes	para	prestar	a	assistência	na	rescisão	do	contrato</p><p>de	trabalho:</p><p>I	–	o	sindicato	profissional	da	categoria	do	local	onde	o	empregado	laborou</p><p>ou	a	federação	que	represente	categoria	inorganizada;</p><p>II	–	o	servidor	público	em	exercício	no	órgão	local	do	MTE,	capacitado	e</p><p>cadastrado	como	assistente	no	Homolognet;	e</p><p>III	 –	 na	 ausência	 dos	 órgãos	 citados	 nos	 incisos	 I	 e	 II	 deste	 artigo	 na</p><p>localidade,	o	representante	do	Ministério	Público	ou	o	Defensor	Público	e,</p><p>na	falta	ou	impedimentos	destes,	o	Juiz	de	Paz.</p><p>Art.	 7o	 Em	 função	 da	 proximidade	 territorial,	 poderão	 ser	 prestadas</p><p>assistências	em	circunscrição	diversa	do	local	da	prestação	dos	serviços	ou</p><p>da	 celebração	 do	 contrato	 de	 trabalho,	 desde	 que	 autorizadas	 por	 ato</p><p>conjunto	 dos	 respectivos	 Superintendentes	 Regionais	 do	 Trabalho	 e</p><p>Emprego.</p><p>Seção	II</p><p>Dos	procedimentos</p><p>Art.	8o	Diante	das	partes,	cabe	ao	assistente:</p><p>I	–	 inquirir	o	empregado	e	confirmar	a	veracidade	dos	dados	contidos	no</p><p>TRCT;	e</p><p>II	–	verificar	a	existência	de	dados	não	lançados	no	TRCT,	observados	os</p><p>prazos	previstos	no	inciso	XXIX	do	art.	7o	da	Constituição	Federal.</p><p>Parágrafo	único.	O	assistente	deverá	esclarecer	às	partes</p><p>que:</p><p>I	–	a	homologação	de	rescisão	por	justa	causa	não	implica	a	concordância</p><p>do	empregado	com	os	motivos	ensejadores	da	dispensa;	e</p><p>II	 –	 a	 quitação	 do	 empregado	 refere-se	 somente	 ao	 exato	 valor	 de	 cada</p><p>verba	especificada	no	TRCT.</p><p>Art.	9o	São	itens	de	verificação	obrigatória	pelo	assistente:</p><p>I	–	a	regularidade	da	representação	das	partes;</p><p>II	–	a	existência	de	causas	impeditivas	à	rescisão;</p><p>III	–	a	observância	dos	prazos	legais	ou,	em	hipóteses	mais	favoráveis,	dos</p><p>prazos	previstos	em	convenção	ou	acordo	coletivo	de	trabalho	ou	sentença</p><p>normativa;</p><p>IV	–	a	regularidade	dos	documentos	apresentados;</p><p>V	–	a	correção	das	informações	prestadas	pelo	empregador;</p><p>VI	–	o	efetivo	pagamento	das	verbas	devidas;</p><p>VII	 –	 o	 efetivo	 recolhimento	 dos	 valores	 a	 título	 de	 FGTS	 e	 de</p><p>Contribuição	Social,	prevista	no	art.	1o,	da	Lei	Complementar	no	110,	de	29</p><p>de	junho	de	2001,	devidos	na	vigência	do	contrato	de	trabalho;</p><p>VIII	–	o	efetivo	pagamento,	na	rescisão	sem	justa	causa,	da	indenização	do</p><p>FGTS,	na	alíquota	de	40%	(quarenta	por	cento),	e	da	Contribuição	Social,</p><p>na	alíquota	de	10%	(dez	por	cento),	 incidentes	sobre	o	montante	de	todos</p><p>os	 depósitos	 de	 FGTS	 devidos	 na	 vigência	 do	 contrato	 de	 trabalho,</p><p>atualizados	 monetariamente	 e	 acrescidos	 dos	 respectivos	 juros</p><p>remuneratórios,	não	se	deduzindo,	para	o	cálculo,	saques	ocorridos;	e</p><p>IX	 –	 indícios	 de	 qualquer	 tipo	 de	 fraude,	 especialmente	 a	 rescisão</p><p>contratual	que	vise	somente	ao	saque	de	FGTS	e	à	habilitação	ao	Seguro-</p><p>Desemprego.</p><p>Art.	10.	No	caso	de	incorreção	ou	omissão	de	parcela	devida,	o	assistente</p><p>deve	 solucionar	 a	 falta	 ou	 a	 controvérsia,	 por	 meio	 de	 orientação	 e</p><p>esclarecimento	às	partes.</p><p>§	1o	Quando	a	incorreção	relacionar-se	a	dados	do	contrato	de	trabalho	ou</p><p>do	 empregado,	 tais	 como	 tipo	 do	 contrato	 de	 trabalho,	 categoria</p><p>profissional,	 causa	 de	 afastamento,	 data	 de	 admissão	 e	 afastamento,</p><p>percentual	 de	 pensão	 alimentícia	 a	 ser	 retida	 na	 rescisão,	 data	 do	 aviso-</p><p>prévio,	 dentre	 outros,	 o	 TRCT	 deverá	 ser	 retificado	 pelo	 empregador,</p><p>devendo	 o	 assistente	 lavrar	 o	 Termo	 de	 Compromisso	 de	 Retificação	 do</p><p>TRCT.</p><p>§	2o	Havendo	incorreções	não	sanadas,	o	assistente	deve	comunicar	o	fato</p><p>ao	setor	de	fiscalização	do	trabalho	do	órgão	para	as	devidas	providências.</p><p>§	3o	Desde	que	haja	concordância	do	empregado,	a	incorreção	de	parcelas</p><p>ou	 valores	 lançados	 no	 TRCT	 não	 impede	 a	 homologação	 da	 rescisão,</p><p>devendo	o	assistente	consignar	as	devidas	ressalvas	no	Homolognet.</p><p>Art.	 11.	 Na	 correção	 dos	 dados	 ou	 na	 hipótese	 do	 §	 3o	 do	 art.	 10	 desta</p><p>Instrução	Normativa,	será	impresso	o	Termo	de	Homologação	gerado	pelo</p><p>Homolognet,	que	deverá	ser	assinado	pelas	partes	ou	seus	prepostos	e	pelo</p><p>assistente.</p><p>Parágrafo	único.	Devem	constar	das	ressalvas:</p><p>I	–	parcelas	e	complementos	não	pagos	e	não	constantes	do	TRCT;</p><p>II	–	matéria	não	solucionada,	nos	termos	desta	Instrução	Normativa;</p><p>III	–	a	expressa	concordância	do	empregado	em	formalizar	a	homologação;</p><p>e</p><p>IV	 –	 quaisquer	 fatos	 relevantes	 para	 assegurar	 direitos	 e	 prevenir</p><p>responsabilidades	do	assistente.</p><p>Seção	III</p><p>Dos	impedimentos</p><p>Art.	12.	São	circunstâncias	impeditivas	da	homologação:</p><p>I	 –	 nas	 rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho	 por	 iniciativa	 do	 empregador,</p><p>quando	houver	estabilidade	do	empregado	decorrente	de:</p><p>a)	gravidez	da	empregada,	desde	a	sua	confirmação	até	cinco	meses	após	o</p><p>parto;</p><p>b)	candidatura	para	o	cargo	de	direção	de	Comissões	Internas	de	Prevenção</p><p>de	Acidentes	–	CIPA,	desde	o	registro	da	candidatura	e,	se	eleito,	ainda	que</p><p>suplente,	até	um	ano	após	o	final	do	mandato;</p><p>c)	 candidatura	 do	 empregado	 sindicalizado	 a	 cargo	 de	 direção	 ou</p><p>representação	 sindical,	 desde	 o	 registro	 da	 candidatura	 e,	 se	 eleito,	 ainda</p><p>que	suplente,	até	um	ano	após	o	final	do	mandato;</p><p>d)	 garantia	 de	 emprego	 dos	 representantes	 dos	 empregados,	 titulares	 ou</p><p>suplentes,	em	Comissão	de	Conciliação	Prévia	–	CCP,	instituída	no	âmbito</p><p>da	empresa,	até	um	ano	após	o	final	do	mandato;	e</p><p>e)	 demais	 garantias	 de	 emprego	 decorrentes	 de	 lei,	 convenção	 ou	 acordo</p><p>coletivo	de	trabalho	ou	sentença	normativa;</p><p>II	–	suspensão	contratual,	exceto	na	hipótese	prevista	no	§	5o	do	art.	476-A</p><p>da	CLT;</p><p>III	–	irregularidade	da	representação	das	partes;</p><p>IV	–	insuficiência	de	documentos	ou	incorreção	não	sanável;</p><p>V	–	falta	de	comprovação	do	pagamento	das	verbas	devidas;</p><p>VI	–	atestado	de	saúde	ocupacional	–	ASO	com	declaração	de	inaptidão;	e</p><p>VII	 –	 a	 constatação	 de	 fraude,	 nos	 termos	 do	 inciso	 IX	 do	 art.	 9o	 desta</p><p>Instrução	Normativa.</p><p>Seção	IV</p><p>Das	partes</p><p>Art.	13.	É	obrigatória	a	presença	de	empregado	e	empregador	para	que	seja</p><p>prestada	a	assistência	à	rescisão	contratual.</p><p>§	 1o	 Tratando-se	 de	 empregado	 com	 idade	 inferior	 a	 dezoito	 anos,	 será</p><p>obrigatória	a	presença	e	a	assinatura	de	seu	representante	legal	no	Termo	de</p><p>Homologação,	exceto	para	os	emancipados	nos	termos	da	lei	civil.</p><p>§	 2o	 O	 empregador	 poderá	 ser	 representado	 por	 procurador	 legalmente</p><p>habilitado	 ou	 preposto	 designado	 por	 carta	 de	 preposição	 em	 que	 conste</p><p>referência	 à	 rescisão	 a	 ser	 homologada	 e	 os	 poderes	 para	 assinatura	 dos</p><p>documentos	na	presença	do	assistente.</p><p>§	 3o	 O	 empregado	 poderá	 ser	 representado,	 excepcionalmente,	 por</p><p>procurador	 legalmente	 constituído	 em	 procuração	 com	 poderes	 expressos</p><p>para	receber	e	dar	quitação	e	com	firma	reconhecida	em	cartório.</p><p>Art.	 14.	 No	 caso	 de	 morte	 do	 empregado,	 a	 assistência	 na	 rescisão</p><p>contratual	 será	 prestada	 aos	 beneficiários	 habilitados	 perante	 o	 órgão</p><p>previdenciário,	 reconhecidos	 judicialmente	 ou	 previstos	 em	 escritura</p><p>pública	lavrada	nos	termos	do	art.	982	do	Código	de	Processo	Civil,	desde</p><p>que	dela	constem	os	dados	necessários	à	 identificação	do	beneficiário	e	à</p><p>comprovação	do	direito,	conforme	o	art.	21	da	Resolução	no	35,	de	24	de</p><p>abril	de	2007,	do	Conselho	Nacional	de	Justiça,	e	o	art.	2o	 do	Decreto	no</p><p>85.845,	de	26	de	março	de	1981.</p><p>Seção	V</p><p>Do	Aviso-Prévio</p><p>Art.	15.	O	direito	ao	aviso-prévio	é	irrenunciável	pelo	empregado,	salvo	se</p><p>houver	comprovação	de	que	ele	obteve	novo	emprego.</p><p>Art.	16.	O	período	referente	ao	aviso-prévio,	inclusive	quando	indenizado,</p><p>integra	o	tempo	de	serviço	para	todos	os	efeitos	legais.</p><p>Art.	 17.	 Quando	 o	 aviso-prévio	 for	 indenizado,	 a	 data	 da	 saída	 a	 ser</p><p>anotada	na	Carteira	de	Trabalho	e	Previdência	Social	–	CTPS	deve	ser:</p><p>I	 –	 na	 página	 relativa	 ao	 Contrato	 de	 Trabalho,	 a	 do	 último	 dia	 da	 data</p><p>projetada	para	o	aviso-prévio	indenizado;	e</p><p>II	 –	 na	 página	 relativa	 às	 Anotações	 Gerais,	 a	 data	 do	 último	 dia</p><p>efetivamente	trabalhado.</p><p>Parágrafo	único.	No	TRCT,	a	data	de	afastamento	a	ser	consignada	será	a</p><p>do	último	dia	efetivamente	trabalhado.</p><p>Art.	18.	Caso	o	empregador	não	permita	que	o	empregado	permaneça	em</p><p>atividade	no	 local	de	 trabalho	durante	o	aviso-prévio,	na	rescisão	deverão</p><p>ser	obedecidas	as	mesmas	regras	do	aviso-prévio	indenizado.</p><p>Art.	19.	É	inválida	a	comunicação	do	aviso-prévio	na	fluência	de	garantia</p><p>de	emprego	e	de	férias.</p><p>Subseção	I</p><p>Da	Contagem	dos	Prazos	do	Aviso-Prévio</p><p>Art.	20.	O	prazo	de	 trinta	dias	 correspondente	 ao	aviso-prévio	 conta-se	 a</p><p>partir	do	dia	seguinte	ao	da	comunicação,	que	deverá	ser	formalizada	por</p><p>escrito.</p><p>Parágrafo	único.	No	aviso-prévio	 indenizado,	quando	o	prazo	previsto	no</p><p>art.477,	§	6o,	alínea	“b”	da	CLT	recair	em	dia	não	útil,	o	pagamento	poderá</p><p>ser	feito	no	próximo	dia	útil.</p><p>Art.	 21.	Quando	 o	 aviso-prévio	 for	 cumprido	 parcialmente,	 o	 prazo	 para</p><p>pagamento	das	verbas	rescisórias	ao	empregado	será	de	dez	dias	contados	a</p><p>partir	da	dispensa	de	cumprimento	do	aviso-prévio,	salvo	se	o	termo	final</p><p>do	aviso	ocorrer	primeiramente.</p><p>Seção	VI</p><p>Dos	Documentos</p><p>Art.	 22.	 Para	 a	 assistência,	 é	 obrigatória	 a	 apresentação	 dos	 seguintes</p><p>documentos:</p><p>I	–	Termo	de	Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho	–	TRCT,	em	quatro	vias;</p><p>II	–	Carteira	de	Trabalho	e	Previdência	Social	–	CTPS,	com	as	anotações</p><p>atualizadas;</p><p>III	–	Livro	ou	Ficha	de	Registro	de	Empregados;</p><p>IV	–	notificação	de	demissão,	comprovante	de	aviso-prévio	ou	pedido	de</p><p>demissão;</p><p>V	 –	 extrato	 para	 fins	 rescisórios	 da	 conta	 vinculada	 do	 empregado	 no</p><p>FGTS,	devidamente	atualizado,	e	guias	de	recolhimento	das	competências</p><p>indicadas	como	não	localizadas	na	conta	vinculada;</p><p>VI	 –	 guia	 de	 recolhimento	 rescisório	 do	FGTS	e	 da	Contribuição	Social,</p><p>nas	hipóteses	do	art.	18	da	Lei	no	8.036,	de	11	de	maio	de	1990,	e	do	art.	1o</p><p>da	Lei	Complementar	no	110,	de	29	de	junho	de	2001;</p><p>VII	 –	 Comunicação	 da	 Dispensa	 –	 CD	 e	 Requerimento	 do	 Seguro-</p><p>Desemprego,	nas	rescisões	sem	justa	causa;</p><p>VIII	–	Atestado	de	Saúde	Ocupacional	Demissional,	ou	Periódico,	durante</p><p>o	 prazo	 de	 validade,	 atendidas	 as	 formalidades	 especificadas	 na	 Norma</p><p>Regulamentadora	–	NR	7,	aprovada	pela	Portaria	no	3.214,	de	8	de	junho	de</p><p>1978,	e	alterações	posteriores;</p><p>IX	–	documento	que	comprove	a	legitimidade	do	representante	da	empresa;</p><p>X	–	carta	de	preposto	e	instrumentos	de	mandato	que,	nos	casos	previstos</p><p>nos	 §§2o	 e	 3o	 do	 art.	 13	 e	 no	 art.	 14	 desta	 Instrução	 Normativa,	 serão</p><p>arquivados	 no	 órgão	 local	 do	MTE	 que	 efetuou	 a	 assistência	 juntamente</p><p>com	cópia	do	Termo	de	Homologação;</p><p>XI	–	prova	bancária	de	quitação	quando	o	pagamento	for	efetuado	antes	da</p><p>assistência;</p><p>XII	 –	 o	 número	de	 registro	 ou	 cópia	 do	 instrumento	 coletivo	de	 trabalho</p><p>aplicável;	e</p><p>XIII	 –	 outros	 documentos	 necessários	 para	 dirimir	 dúvidas	 referentes	 à</p><p>rescisão	ou	ao	contrato	de	trabalho.</p><p>Seção	VII</p><p>Do	Pagamento</p><p>Art.	 23.	 O	 pagamento	 das	 verbas	 rescisórias	 constantes	 do	 TRCT	 será</p><p>efetuado	em	dinheiro	ou	em	cheque	administrativo,	no	ato	da	assistência.</p><p>§	1o	O	pagamento	poderá	ser	feito,	dentro	dos	prazos	estabelecidos	no	§	6o</p><p>do	 art.	 477	 da	 CLT,	 por	 meio	 de	 ordem	 bancária	 de	 pagamento,	 ordem</p><p>bancária	de	crédito,	transferência	eletrônica	ou	depósito	bancário	em	conta-</p><p>corrente	 ou	 poupança	 do	 empregado,	 facultada	 a	 utilização	 da	 conta	 não</p><p>movimentável	 –	 conta	 salário,	 prevista	 na	 Resolução	 no	 3.402,	 de	 6	 de</p><p>setembro	de	2006,	do	Banco	Central	do	Brasil.</p><p>§	2o	Para	fins	do	disposto	no	§	1o	deste	artigo:</p><p>I	–	o	estabelecimento	bancário	deverá	se	situar	na	mesma	cidade	do	local</p><p>de	trabalho;	e</p><p>II	–	o	empregador	deve	comprovar	que	nos	prazos	legais	ou	previstos	em</p><p>convenção	 ou	 acordo	 coletivo	 de	 trabalho	 o	 empregado	 foi	 informado	 e</p><p>teve	acesso	aos	valores	devidos.</p><p>§	3o	O	pagamento	das	verbas	rescisórias	será	efetuado	somente	em	dinheiro</p><p>na	assistência	à	 rescisão	contratual	de	empregado	não	alfabetizado,	ou	na</p><p>realizada	 pelos	 Grupos	 Especiais	 de	 Fiscalização	Móvel,	 instituídos	 pela</p><p>Portaria	MTE	no	265,	de	6	de	junho	de	2002.</p><p>Capítulo	III</p><p>Seção	I</p><p>Disposições	Finais	e	Transitórias</p><p>Art.	24.	Não	comparecendo	uma	das	partes,	ou	na	falta	de	homologação	da</p><p>rescisão	em	face	de	discordância	quanto	aos	valores,	o	assistente	emitirá	os</p><p>Termos	de	Comparecimento	gerados	pelo	Homolognet.</p><p>Art.	 25.	 Havendo	 homologação	 do	 TRCT,	 os	 Termos	 de	 Homologação</p><p>serão	assinados	pelas	partes	e	pelo	assistente	e,	juntamente	com	as	vias	do</p><p>TRCT,	terão	a	seguinte	destinação:</p><p>I	–	três	vias	para	o	empregado;</p><p>II	–	uma	via	para	o	empregador.</p><p>Art.	26.	A	assistência	prestada	nas	homologações	de	rescisões	de	contrato</p><p>sem	utilização	do	Homolognet	obedecerá,	no	que	couber,	ao	disposto	nesta</p><p>Instrução	Normativa,	devendo	ser	observado:</p><p>I	–	o	servidor	público	em	exercício	no	órgão	local	do	MTE,	mediante	ato</p><p>próprio	 do	 Superintendente	 Regional	 do	 Trabalho	 e	 Emprego,	 ficará</p><p>autorizado	a	prestar	assistência	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho;</p><p>II	 –	 em	 caso	 de	 incorreção	 de	 parcelas	 ou	 valores	 lançados	 no	 TRCT,	 o</p><p>assistente	deverá	consignar	as	devidas	ressalvas	no	verso;</p><p>III	 –	 é	 obrigatória	 a	 apresentação	 do	 demonstrativo	 de	 parcelas	 variáveis</p><p>consideradas	para	fins	de	cálculo	dos	valores	devidos	na	rescisão	contratual</p><p>e	de	cópia	do	instrumento	coletivo	aplicável;</p><p>IV	 –	 o	 assistente	 deverá	 conferir	 manualmente	 os	 valores	 das	 verbas</p><p>rescisórias.</p><p>2.3</p><p>Art.	27.	Esta	Instrução	Normativa	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>Art.	28.	Fica	revogada	a	Instrução	Normativa	no	3,	de	21	de	junho	de	2002.</p><p>ZILMARA	DAVID	DE	ALENCAR</p><p>Sistema	HOMOLOGNET	de	assistência	na</p><p>rescisão	de	contrato	de	trabalho</p><p>A	 Portaria	 no	 1.620,	 de	 14-7-2010	 –	 DOU	 de	 15-7-2010,	 instituiu	 o	 Sistema</p><p>Homolognet	para	fins	de	assistência	na	rescisão	de	contrato	de	trabalho.	A	Portaria	no</p><p>1.621,	de	14-7-2010	–	DOU	de	15-7-2010,	aprova	modelos	de	Termos	de	Rescisão	de</p><p>Contrato	de	Trabalho	(TRCT)	por	meio	de	quatro	ANEXOS,	sendo:</p><p>Anexo	I	–	Nas	rescisões	que	não	for	utilizado	o	Homolognet;</p><p>Anexo	 II	 –	 Modelo	 de	 Termo	 de	 Rescisão	 de	 Trabalho	 gerado	 pela</p><p>Homolognet;</p><p>Anexo	III	–	Modelo	de	Termo	de	Homologação	sem	ressalvas;	e</p><p>Anexo	IV	–	Modelo	de	Termo	de	Homologação	com	ressalvas.</p><p>A	Instrução	Normativa	SRT	no	15,	de	14-7-2010,	preceitua	em	seu	art.	2o,	caput	e§</p><p>1o:</p><p>Art.	2o	Na	assistência	à	rescisão	do	contrato	de	trabalho,	o	Sistema	Homolognet,</p><p>instituído	pela	Portaria	no	1.620,	de	14	de	julho	de	2010,	será	utilizado	gradualmente,</p><p>conforme	sua	implantação	nas	Superintendências	Regionais	do	Trabalho	e	Emprego,</p><p>Gerências	Regionais	do	Trabalho	e	Emprego	e	Agências	Regionais.</p><p>§	 1o	 Nas	 rescisões	 contratuais	 em	 que	 não	 for	 adotado	 o	 Homolognet,	 será</p><p>utilizado	 o	 Termo	 de	 Rescisão	 de	 Contrato	 de	 Trabalho	 –	 TRCT	 previsto	 no</p><p>Anexo	1	da	Portaria	no	1.621,	de	14	de	julho	de	2010.</p><p>.	.	.	.	.	.	.	.	.	.	.</p><p>Diante,	 do	 exposto,	 vem	 sendo	 utilizado	 o	 Termo	 de	 Rescisão	 de	 Contrato	 de</p><p>Trabalho	 (TRCT),	Anexo	 I	 (ver	 itens	 6.1	 a	 6.19	do	Capítulo	4,	 neste	 livro)	 até	 sua</p><p>total	implantação	nas	Superintendências	Regionais	do	Trabalho	e	Emprego,	Gerências</p><p>Regionais	do	Trabalho	e	Agências	Regionais.</p><p>O	 empregador	 que	 for	 utilizar	 o	 Homolognet	 deverá	 acessar	 na	 Internet</p><p>01.</p><p>01.01</p><p>01.02</p><p>02.</p><p>e	cadastrar-se	previamente,	como	vemos	a	seguir:</p><p>Prezado(a)	Senhor(a)</p><p>Informamos	que	o	CPF	no	(número	do	CPF)	foi	inserido	como	usuário	do</p><p>Sistema	HomologNet	para	a	Empresa:</p><p>CNPJ/CEI:	(número	do	CNPJ	ou	CEI)</p><p>Razão	Social:	EDITORA	(nome	do	empregador)</p><p>Dados	de	Acesso	do	Usuário:</p><p>Usuário:	(número	do	CPF)</p><p>Senha:	(senha	emitida	pelo	MTE)</p><p>Atenciosamente,</p><p>COORDENAÇÃO-GERAL	DE	RELAÇÕES	DO	TRABALHO	–	CGRT</p><p>SECRETARIA	DE	RELAÇÕES	DO	TRABALHO</p><p>Favor	 não	 responder	 esta	 mensagem,	 pois	 foi	 gerada	 automaticamente	 pelo</p><p>sistema.</p><p>A	 Instrução	 Normativa	 da	 Secretaria	 de	 Relações	 do	 Trabalho	 estabelece	 os</p><p>procedimentos	 para	 assistência	 e	 homologação	 na	 rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho,</p><p>bem	 como	 sua	 adoção	 do	Sistema	Homolognet	 encontra-se	 transcrita	 na	 íntegra	 no</p><p>item	2.2	deste	capítulo.</p><p>A	seguir	as	perguntas	e	respostas	disponibilizadas	no	site	do	MTE.</p><p>PERGUNTAS	E	RESPOSTAS	SOBRE	O</p><p>HOMOLOGNET	–	VERSÃO	3.0	ÍNDICE</p><p>GENERALIDADES</p><p>Qual	o	significado	das	siglas,	acrônimos	e	abreviaturas	aqui	utilizados?</p><p>Que	funcionalidades	o	HomologNet	oferece?</p><p>IMPLANTAÇÃO	E	ABRANGÊNCIA</p><p>http://www.mte.gov.br</p><p>02.01</p><p>02.02</p><p>02.03</p><p>02.04</p><p>02.05</p><p>03.</p><p>03.01</p><p>03.02</p><p>03.03</p><p>03.04</p><p>03.05</p><p>03.06</p><p>03.07</p><p>03.08</p><p>03.09</p><p>04.</p><p>04.01</p><p>04.02</p><p>04.03</p><p>04.04</p><p>04.05</p><p>04.06</p><p>04.07</p><p>Qual	é	a	legislação	específica	do	HomologNet?</p><p>O	HomologNet	foi	implantado	em	todas	as	Unidades	Federativas?</p><p>O	HomologNet	foi	implantado	no	MTE	e	nas	entidades	sindicais?</p><p>O	HomologNet	poderá	ser	utilizado	nas	rescisões	assistidas	em	sindicato?</p><p>A	utilização	do	HomologNet	é	obrigatória?</p><p>ACESSO	AO	HOMOLOGNET</p><p>Como	é	acessado	o	HomologNet?</p><p>Como	é	feito	o	cadastro	do	Empregador	no	HomologNet?</p><p>Cada	Usuário	tem	uma	senha	de	acesso?</p><p>Como	se	cadastra	outro	Usuário	para	o	mesmo	Empregador?</p><p>O	Responsável	pode	atuar	também	como	Usuário	do	HomologNet?</p><p>Quantos	Usuários	podem	ser	cadastrados	para	um	Empregador?</p><p>O	mesmo	Usuário	pode	ser	cadastrado	para	mais	de	um	Empregador?</p><p>Como	alterar	a	senha?</p><p>Como	é	feita	a	exclusão	de	um</p><p>Usuário?</p><p>CADASTRO	DE	INFORMAÇÕES	DA	RESCISÃO	NO	HOMOLOGNET</p><p>Como	 é	 realizado	 o	 cadastro	 (inclusão,	 alteração	 e	 exclusão)	 das</p><p>informações	referentes	à	rescisão	de	contrato	de	trabalho?</p><p>Como	 é	 produzido	 um	 arquivo	 para	 transmissão	 de	 informações	 de</p><p>rescisão	de	contrato	de	trabalho?</p><p>Como	 se	 identifica	 o	 que	 foi	 alterado	 no	 Layout	 do	 Arquivo	 de</p><p>Importação?</p><p>No	 arquivo	 XML	 de	 importação	 de	 dados	 pelo	 HomologNet	 pode	 ser</p><p>informado	mais	de	um	empregador?</p><p>Na	 página	 inicial	 do	 Módulo	 Offline	 de	 transmissão	 de	 arquivos	 é</p><p>requerido	 o	 preenchimento	 de	 campos	 contendo	 informações	 relativas	 às</p><p>rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho,	 conforme	 figura	 abaixo.	 Essas</p><p>informações	devem	valer	para	todas	as	rescisões	incluídas	no	mesmo	lote?</p><p>No	 caso	 de	 rescisões	 rejeitadas	 pelo	 processamento	 do	 arquivo	 no</p><p>momento	 da	 importação	 pelo	HomologNet,	 o	 lote	 completo	 de	 rescisões</p><p>deve	ser	reenviado	ou	somente	as	rescisões	que	foram	rejeitadas?</p><p>As	 informações	 de	 saída	 do	 HomologNet,	 como	 a	 discriminação	 das</p><p>04.08</p><p>05.</p><p>05.01</p><p>05.02</p><p>05.03</p><p>05.04</p><p>05.05</p><p>05.06</p><p>05.07</p><p>05.08</p><p>05.09</p><p>05.10</p><p>05.11</p><p>05.12</p><p>05.13</p><p>verbas	 rescisórias	 e	 das	 deduções,	 com	 seus	 respectivos	 valores,	 ficam</p><p>disponíveis	no	HomologNet	após	a	homologação	da	rescisão?</p><p>Se	 os	 dados	 informados	 pelo	 Empregador	 divergem	 dos	 direitos	 que	 as</p><p>normas	 trabalhistas	 garantem	 ao	 Trabalhador,	 como,	 por	 exemplo,	 o</p><p>percentual	 mínimo	 de	 remuneração	 de	 horas	 extras,	 o	 HomologNet	 faz</p><p>alguma	crítica?</p><p>ESPECIFICIDADES	DE	PREENCHIMENTO</p><p>Aba	Empregador</p><p>Como	 informar	 a	 Contribuição	 Sindical	 Patronal	 de	 Microempresas	 e</p><p>Empresas	de	Pequeno	Porte	optantes	pelo	Simples	Nacional?</p><p>Aba	Contrato</p><p>Como	 informar	 a	 data	 de	 afastamento	 na	 hipótese	 de	 aviso-prévio</p><p>trabalhado	em	que	o	empregado	faz	opção	por	faltar	os	sete	últimos	dias	do</p><p>contrato	de	trabalho?</p><p>Como	deve	ser	informada	a	Rescisão	de	Contrato	de	Aprendizagem?</p><p>O	 que	 é	 contrato	 de	 trabalho	 por	 prazo	 determinado	 “com”	 ou	 “sem”</p><p>cláusula	assecuratória	de	direito	recíproco	de	rescisão	antecipada?</p><p>Como	informar	o	“Contrato	de	Experiência”	no	Sistema	HomologNet?</p><p>Como	é	preenchido	o	campo	Data-Base	da	Categoria	Profissional?</p><p>Aba	Férias</p><p>Como	informar	férias	parcialmente	quitadas?</p><p>Como	informar	faltas	nas	abas	“Férias”,	“13o	Salário”	e	“Descontos”?</p><p>Aba	Financeiro</p><p>Como	criar	e	utilizar	uma	Rubrica	Externa?</p><p>A	regra	de	informação	da	remuneração	do	mês	de	afastamento	é	a	mesma</p><p>de	informação	da	remuneração	dos	meses	anteriores?</p><p>Como	 informar	 a	 remuneração	 nos	 casos	 de	 movimentações	 em	 que	 a</p><p>remuneração	é	suportada	pela	Previdência	Social	ou	por	terceiros?</p><p>Quando	a	rubrica	Garantia	é	considerada	informação	obrigatória?</p><p>Aba	Dados	Auxiliares</p><p>Para	 que	 é	 informado	 se	 “A	 jornada	 de	 trabalho	 da	 semana	 do</p><p>05.14</p><p>05.15</p><p>05.16</p><p>05.17</p><p>06.</p><p>06.01</p><p>06.02</p><p>06.03</p><p>07.</p><p>07.01</p><p>07.02</p><p>07.03</p><p>07.04</p><p>07.05</p><p>afastamento	foi	cumprida	integralmente”?</p><p>Como	 informar	 se	 a	 jornada	 de	 trabalho	 da	 semana	 do	 afastamento	 foi</p><p>cumprida	integralmente	no	caso	de	Escala	de	Revezamento?</p><p>Para	que	é	informado	se	“A	jornada	do	sábado	da	semana	do	afastamento</p><p>foi	compensada	durante	a	semana”?</p><p>Aba	Desconto</p><p>Como	criar	e	utilizar	um	Desconto	Externo?</p><p>Para	que	é	informada	a	data	de	quitação	de	verbas	rescisórias?</p><p>TRCT</p><p>Como	é	gerado	o	TRCT?</p><p>O	TRCT	pode	ser	retificado	após	ser	transmitido	pelo	HomologNet?</p><p>É	 necessário	 que	 o	 TRCT	 seja	 impresso	 com	 a	 orientação	 de	 página</p><p>Vertical?</p><p>ASSISTÊNCIA	E	HOMOLOGAÇÃO</p><p>O	HomologNet	exibe	convenções	e	acordos	coletivos	de	trabalho?</p><p>As	homologações	podem	ser	agendadas?</p><p>Como	são	colhidas	as	assinaturas	das	partes?</p><p>O	 HomologNet	 trouxe	 alguma	 alteração	 na	 forma	 de	 recolhimento	 do</p><p>FGTS?</p><p>O	formulário	do	Seguro-Desemprego	continua	sendo	pré-impresso?</p><p>01.	GENERALIDADES</p><p>01.01	Qual	o	significado	das	siglas,	acrônimos	e	abreviaturas	aqui	utilizados?</p><p>CEI	–	Cadastro	Específico	do	INSS</p><p>CLT	–	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho</p><p>CNPJ	–	Cadastro	Nacional	da	Pessoa	Jurídica</p><p>CPF	–	Cadastro	de	Pessoas	Físicas</p><p>DSR	–	Descanso	Semanal	Remunerado</p><p>FGTS	–	Fundo	de	Garantia	do	Tempo	de	Serviço</p><p>INSS	–	Instituto	Nacional	do	Seguro	Social</p><p>a)</p><p>b)</p><p>c)</p><p>IRRF	–	Imposto	de	Renda	Retido	na	Fonte</p><p>MTE	–	Ministério	do	Trabalho	e	Emprego</p><p>SRT	–	Secretaria	de	Relações	do	Trabalho</p><p>SRTE	–	Superintendência	Regional	do	Trabalho	e	Emprego</p><p>TRCT	–	Termo	de	Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho</p><p>XML	–	Extensible	Markup	Language</p><p>01.02	Que	funcionalidades	o	HomologNet	oferece?</p><p>Permite	ao	Empregador	o	cadastro	(inclusão,	alteração	e	exclusão)	das	informações</p><p>referentes	 à	 rescisão	 de	 contrato	 de	 trabalho.	 Recebidas	 as	 informações,	 o</p><p>HomologNet	realiza	crítica,	faz	cálculos	e	gera	o	TRCT.</p><p>Possibilita	ao	Trabalhador	consultar	informações	sobre	sua	rescisão	de	contrato</p><p>de	trabalho.</p><p>Dá	suporte	ao	MTE	nos	procedimentos	de	assistência	à	rescisão	de	contrato	de</p><p>trabalho.</p><p>02.	IMPLANTAÇÃO	E	ABRANGÊNCIA</p><p>02.01	Qual	é	a	legislação	específica	do	HomologNet?</p><p>A	 legislação	 específica	 do	 HomologNet	 encontra-se	 no	 Portal	 do	 Trabalho	 e</p><p>Emprego,	 no	 endereço	 Internet</p><p>,	sendo:</p><p>Portaria	 no	 1.620,	 de	 14-7-2010	 –	 Arquivo	 PDF	 (56kb),	 que	 institui	 o	 Sistema</p><p>HomologNet;</p><p>Portaria	no	1.621,	de	14-7-2010	–	Arquivo	PDF	(67kb),	que	aprova	modelos	de</p><p>TRCT	e	Termos	de	Homologação;	e</p><p>Instrução	Normativa	no	15,	de	14-7-2010	–	Arquivo	PDF	(52kb),	que	estabelece</p><p>procedimentos	 para	 assistência	 e	 homologação	 na	 rescisão	 de	 contrato	 de</p><p>trabalho.</p><p>02.02	O	HomologNet	foi	implantado	em	todas	as	Unidades	Federativas?</p><p>Foi	 implantado	no	dia	15-7-2010	nas	 sedes	das	 seguintes	SRTE:	DF,	PB,	RJ,	SC	e</p><p>TO.</p><p>http://www.mte.gov.br/ass_homolog/leg_default.asp</p><p>3</p><p>Sua	extensão	para	as	sedes	das	SRTE	das	demais	Unidades	Federativas	ocorreu</p><p>em	18-11-2010.</p><p>02.03	O	HomologNet	foi	implantado	no	MTE	e	nas	entidades	sindicais?</p><p>Foi	implantado	apenas	no	âmbito	do	MTE.</p><p>02.04	O	HomologNet	poderá	ser	utilizado	nas	rescisões	assistidas	em	sindicato?</p><p>Para	 que	 as	 entidades	 sindicais	 possam	 utilizar	 o	 HomologNet	 nas	 assistências	 é</p><p>necessário	o	desenvolvimento	de	um	novo	e	específico	módulo.	Tal	módulo	fará	uso</p><p>de	Certificação	Digital.</p><p>02.05	A	utilização	do	HomologNet	é	obrigatória?</p><p>A	utilização	do	HomologNet	é	facultativa.	Nas	rescisões	contratuais	sem	necessidade</p><p>de	 assistência	 e	 homologação,	 bem	 como	 naquelas	 em	 que	 não	 for	 utilizado	 o</p><p>HomologNet,	será	utilizado	o	TRCT	previsto	no	Anexo	I	da	Portaria	no	1.621/10.	É</p><p>permitida	a	utilização	do	TRCT	aprovado	pela	Portaria	SRT	no	302/02,	até	o	dia	31-</p><p>12-2010.</p><p>03.	ACESSO	AO	HOMOLOGNET</p><p>03.01	Como	é	acessado	o	HomologNet?</p><p>Para	utilizar	o	HomologNet	é	necessário	acessar	o	Portal	do	Trabalho	e	Emprego</p><p>na	Internet,	no	endereço	.</p><p>Enunciados	da	Secretaria	de	Relações	do	Trabalho</p><p>Transcrevemos	a	 seguir	na	 íntegra	a	Portaria	da	SRT	no	 4	 de	 16-09-2014</p><p>(DOU	de	19-09-2014).</p><p>PORTARIA	SECRETARIA	DE	RELAÇÕES	DO	TRABALHO	–	SRT</p><p>No	4	DE	16-09-2014	–	DOU	de	19-09-2014</p><p>Aprova,	 revisa	 e	 revoga	 enunciados	 da	 Secretaria	 de</p><p>Relações	do	Trabalho.</p><p>O	 Secretário	 de	 Relações	 do	 Trabalho	 do	 Ministério	 do	 Trabalho	 e</p><p>http://www.mte.gov.br</p><p>Emprego,	no	uso	das	atribuições	previstas	no	art.	17	do	Decreto	no	5.063,</p><p>de	3	de	maio	de	2004,	e	no	Anexo	VII,	do	art.	1o	da	Portaria	no	483,	de	15</p><p>de	setembro	de	2004.</p><p>Considerando	a	necessidade	dar	maior	eficiência	ao	atendimento	ao	público</p><p>prestado	 pelas	 Superintendências	 Regionais	 do	 Trabalho	 e	 Emprego	 por</p><p>meio	da	padronização	dos	procedimentos	administrativos;	e</p><p>Considerando	 as	 orientações	 e	 os	 entendimentos	 normativos	 emanados</p><p>desta	Secretaria,</p><p>Resolve:</p><p>Art.	 1o	 Revisar	 as	 ementas	 aprovadas	 pela	 Portaria	 SRT	 no	 01,	 de	 26	 de</p><p>maio	de	2006	e	pela	Portaria	no	4,	de	22	de	julho	de	2008,	que	passarão	a</p><p>ser	 denominadas	 de	 “enunciados”	 e	 vigorarão	 com	 as	 redações	 e	 as</p><p>referências	constantes	no	Anexo	I.</p><p>Art.	2o	Revogar	os	enunciados</p><p>nos	08,	36	e	40.</p><p>Art.	3o	Aprovar	os	enunciados	nos	41	a	60.</p><p>Art.	4o	Os	enunciados	aprovados	pela	Secretaria	de	Relações	do	Trabalho</p><p>devem	orientar	a	atuação	e	atividade	dos	servidores	e	chefes	das	seções	ou</p><p>setores	 de	 relações	 de	 trabalho	 das	 Superintendências	 Regionais	 do</p><p>Trabalho	e	Emprego,	e	daqueles	que	compõem	a	Secretaria	de	Relações	do</p><p>Trabalho	no	desempenho	de	suas	respectivas	atribuições.</p><p>Art.	5o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação.</p><p>ENUNCIADO	No	01</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	EMPREGADO	EMANCIPADO.</p><p>Não	 é	 necessária	 a	 assistência	 por	 responsável	 legal,	 na	 homologação	 da</p><p>rescisão	 contratual,	 ao	 empregado	 adolescente	 que	 comprove	 ter	 sido</p><p>emancipado.</p><p>Ref.:	Art.	439	da	CLT	e	art.	5o	do	Código	Civil.</p><p>ENUNCIADO	No	02</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	APOSENTADORIA.</p><p>É	devida	a	assistência	prevista	no	§	1o,	do	art.	477,	da	CLT,	na	ocorrência</p><p>da	aposentadoria	espontânea	acompanhada	do	afastamento	do	empregado.</p><p>A	assistência	não	é	devida	na	aposentadoria	por	invalidez.</p><p>Ref.:	Art.	 477,	 §	 1o,	 da	CLT;	Art.	 4o,	 III,	 da	 IN	no	 10,	 de	2010;	STF	RE</p><p>449.420-5/PR</p><p>ENUNCIADO	No	03</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	EMPREGADO	FALECIDO.</p><p>I	 –	 No	 caso	 de	 falecimento	 de	 empregado,	 é	 devida	 a	 homologação	 e	 a</p><p>assistência	na	rescisão	do	contrato	de	trabalho	aos	beneficiários	habilitados</p><p>perante	 o	 órgão	 previdenciário	 ou	 assim	 reconhecidos	 judicialmente,</p><p>porque	a	estes	se	transferem	todos	os	direitos	do	de	cujus.</p><p>II	–	No	caso	de	haver	beneficiários	com	idade	inferior	a	18	(dezoito)	anos,</p><p>suas	quotas	deverão	ser	depositadas	em	caderneta	de	poupança,	consoante</p><p>Lei	 no	 6.858/1980	 e	 Decreto	 no	 85.845/1981,	 sendo	 imprescindível	 a</p><p>apresentação	desta	conta	bancária	para	depósito,	ou	de	autorização	do	juiz</p><p>que	ampare	a	aquisição	de	imóvel	destinado	à	residência	do	menor	e	de	sua</p><p>família	ou	o	dispêndio	necessário	à	subsistência	e	educação	do	menor.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	1o,	da	CLT;	Lei	no	6.858,	de	1980,	Decreto	no	85.845,	de</p><p>1981;	Art.	14	da	IN	no	15,	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	04</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	IMPEDIMENTOS.</p><p>As	 seguintes	 circunstâncias,	 se	 não	 sanadas	 no	 decorrer	 da	 assistência,</p><p>impedem	o	 assistente	 do	Ministério	 do	Trabalho	 e	Emprego	 de	 efetuar	 a</p><p>homologação,	ainda	que	o	empregado	com	ela	concorde:</p><p>I	–	a	irregularidade	na	representação	das	partes;</p><p>II	 –	 a	 existência	 de	 garantia	 de	 emprego,	 no	 caso	 de	 dispensa	 sem	 justa</p><p>causa;</p><p>III	–	a	suspensão	contratual,	exceto	na	hipótese	do	art.	476-A,	da	CLT;</p><p>IV	–	a	inaptidão	do	trabalhador	declarada	no	atestado	de	saúde	ocupacional</p><p>(ASO);</p><p>V	–	a	fraude	caracterizada;</p><p>VI	 –	 a	 falta	 de	 apresentação	 de	 todos	 os	 documentos	 necessários	 ou</p><p>incorreção	não	sanável;</p><p>VII	–	a	falta	de	comprovação	do	pagamento	das	verbas	rescisórias;</p><p>VIII	 –	 a	 recusa	 do	 empregador	 em	 pagar	 pelo	 menos	 parte	 das	 verbas</p><p>rescisórias.</p><p>Ref.:	CLT;	NR-07;	IN	no	15,	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	05</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 FALTA	 DE	 PAGAMENTO	 DE	 VERBA</p><p>RESCISÓRIA	DEVIDA.	CIÊNCIA	DO	EMPREGADO.</p><p>O	 assistente	 deverá	 informar	 o	 trabalhador	 quanto	 à	 existência	 de</p><p>irregularidades.	 Cientificado	 o	 empregado,	 caso	 este	 concorde	 com	 a</p><p>rescisão,	exceto	nas	hipóteses	relacionadas	na	Ementa	no	4,	o	assistente	não</p><p>poderá	obstá-la,	e	deverá	consignar	aquela	anuência	no	verso	do	TRCT.</p><p>Ref:	arts.	10,	§§	1o,	2o	e	3o,	e	26,	II,	da	IN	no	15,	de	2010</p><p>ENUNCIADO	No	06</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	MEIOS	DE	PROVA	DOS	PAGAMENTOS.</p><p>A	 assistência	 ao	 empregado	 na	 rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho</p><p>compreende	os	seguintes	atos:	informar	direitos	e	deveres	aos	interessados;</p><p>conciliar	 controvérsias;	 conferir	 os	 reflexos	 financeiros	 decorrentes	 da</p><p>extinção	 do	 contrato;	 e	 zelar	 pela	 quitação	 dos	 valores	 especificados	 no</p><p>Termo	 de	 Rescisão	 do	 Contrato	 de	 Trabalho.	 Dada	 a	 natureza	 de	 ato</p><p>vinculado	da	assistência,	o	agente	somente	deve	admitir	os	meios	de	prova</p><p>de	 quitação	 previstos	 em	 lei	 ou	 normas	 administrativas	 aplicáveis,	 quais</p><p>sejam:	 o	 pagamento	 em	 dinheiro	 ou	 cheque	 administrativo	 no	 ato	 da</p><p>assistência;	 a	 comprovação	 da	 efetiva	 transferência	 dos	 valores,	 para	 a</p><p>conta-corrente	do	empregado,	por	meio	eletrônico,	por	depósito	bancário,</p><p>transferência	eletrônica	ou	ordem	bancária	ou	vale	postal	de	pagamento	ou</p><p>de	crédito.</p><p>Ref:	Art.	477,	§	4o,	da	CLT	e	art.	23	da	IN	no	15,	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	07</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	DEPÓSITO	BANCÁRIO.	MULTAS.</p><p>Não	são	devidas	as	multas	previstas	no	§	8o,	do	art.	477,	da	CLT	quando	o</p><p>pagamento	 integral	das	verbas	 rescisórias,	 realizado	por	meio	de	depósito</p><p>bancário	 em	 conta-corrente	 do	 empregado,	 tenha	 observado	 o	 prazo</p><p>previsto	no	§	6o,	do	art.	477,	da	CLT.	Se	o	depósito	for	efetuado	mediante</p><p>cheque,	 este	 deve	 ser	 compensado	 no	 referido	 prazo	 legal.	 Em	 qualquer</p><p>caso,	o	empregado	deve	ser,	comprovadamente,	informado	desse	depósito.</p><p>Este	 entendimento	 não	 se	 aplica	 às	 hipóteses	 em	 que	 o	 pagamento	 das</p><p>verbas	 rescisórias	 deve	 ser	 feito	 necessariamente	 em	dinheiro,	 como,	 por</p><p>exemplo,	na	rescisão	do	contrato	do	empregado	analfabeto	ou	adolescente	e</p><p>na	efetuada	pelo	grupo	móvel	de	fiscalização.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§§	6o	e	8o,	da	CLT;	e	art.	23	da	IN	no	15	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	08	–	REVOGADO</p><p>ENUNCIADO	No	09</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	FEDERAÇÃO</p><p>DE	TRABALHADORES.	COMPETÊNCIA.</p><p>As	federações	de	 trabalhadores	são	competentes	para	prestar	a	assistência</p><p>prevista	 no	 §	 1o,	 do	 art.	 477,	 da	 CLT,	 nas	 localidades	 onde	 a	 categoria</p><p>profissional	não	estiver	organizada	em	sindicato.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	1o,	e	art.	611,	§	2o,	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	10</p><p>ASSISTÊNCIA.	RESCISÃO.	COMPETÊNCIA	DOS	SERVIDORES.</p><p>I	 –	 A	 assistência	 e	 a	 homologação	 de	 rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho</p><p>somente	poderão	ser	prestadas	por	servidor	público	em	exercício	no	MTE.</p><p>II	 –	 Compreendem-se	 no	 conceito	 de	 servidores	 públicos,	 em	 sentido</p><p>amplo,	 os	 servidores	 estatutários	 e	 ocupantes	 de	 cargo	 público;	 os</p><p>empregados	públicos	contratados	sob	regime	da	legislação	trabalhista;	e	os</p><p>servidores	 temporários	 contratados	 à	 luz	 do	 art.	 37,	 IX,	 da	 Constituição</p><p>Federal	e	da	Lei	no	8.745,	de	9	de	dezembro	de	1993.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	1o,	da	CLT.	Constituição	Federal	e	Lei	no	8.745,	de	9	de</p><p>dezembro	de	1993.</p><p>ENUNCIADO	No	11</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	AVISO-PRÉVIO.</p><p>O	 período	 do	 aviso-prévio,	 mesmo	 indenizado,	 é	 considerado	 tempo	 de</p><p>serviço	 para	 todos	 os	 efeitos	 legais.	 Dessa	 forma	 se,	 quando	 computado</p><p>esse	período,	resultar	mais	de	um	ano	de	serviço	do	empregado,	deverá	ser</p><p>realizada	a	assistência	à	rescisão	do	contrato	de	 trabalho	prevista	no	§	1o,</p><p>do	art.	477,	da	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	1o,	e	art.	487,	§	1o,	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	12</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	CONTAGEM	DO	PRAZO.</p><p>O	prazo	de	um	ano	e	um	dia	de	trabalho,	a	partir	do	qual	se	torna	necessária</p><p>a	 prestação	 de	 assistência	 na	 rescisão	 do	 contrato	 de	 trabalho,	 deve	 ser</p><p>contado	 pelo	 calendário	 comum,	 incluindo-se	 o	 dia	 em	 que	 se	 iniciou	 a</p><p>prestação	 do	 trabalho.	 A	 assistência	 será	 devida,	 portanto,	 se	 houver</p><p>prestação	de	serviço	até	o	mesmo	dia	do	começo,	no	ano	seguinte.</p><p>Ref.:	art.	132,	§	3o,	do	CC.</p><p>ENUNCIADO	No	13</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	TRCT.</p><p>Os	comandos,	determinações	e	especificações	técnicas	referentes	ao	Termo</p><p>de	Rescisão	do	Contrato	de	Trabalho,	aprovado	pela	Portaria	no	302,	de	26</p><p>de	junho	de	2002	ou	pela	Port.	Portaria	no	1.621,	de	15	de	julho	de	2010,</p><p>não	 comportam	 alterações	 ou	 supressões,	 ressalvadas	 as	 permitidas	 na</p><p>própria	regulamentação.</p><p>Ref.:	Art.	477	da	CLT	e	Portaria	no	1.621,	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	14</p><p>HOMOLOGAÇÃO.TRCT.IDENTIFICAÇÃO	 DO	 ÓRGÃO</p><p>HOMOLOGADOR</p><p>I	 –	 Devem	 constar,	 em	 campo	 reservado	 do	 TRCT,	 o	 nome,	 endereço	 e</p><p>telefone	 do	 órgão	 que	 prestou	 assistência	 ao	 empregado	 na	 rescisão	 do</p><p>contrato	de	trabalho.</p><p>II	–	Referida	identificação	pode	ser	aquela	impressa	automaticamente	pelo</p><p>sistema	Homolognet,	no	caso	de	sua	utilização	para	a	assistência	à	rescisão,</p><p>ou	mediante	outro	meio,	como	carimbo,	que	contemple	estas	informações.</p><p>III	 –	 Tratando-se	 de	 entidade	 sindical,	 deverá</p><p>ser	 informado,	 também,	 o</p><p>número	da	carta	sindical	ou	do	processo	que	concedeu	o	 registro	sindical</p><p>no	âmbito	do	Ministério	do	Trabalho	e	Emprego.</p><p>Ref.:	Portaria	no	1.057,	de	6	de	julho	de	2012.</p><p>ENUNCIADO	No	15	–	Revogado	pela	Portaria	no	3,	de	9	de	novembro	de</p><p>2006,	Seção	1,	pág.	106.</p><p>ENUNCIADO	No	16</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	PERFIL	PROFISSIOGRÁFICO	PREVIDENCIÁRIO.</p><p>Não	 compete	 aos	 assistentes	 do	 MTE	 exigir	 a	 apresentação	 do	 Perfil</p><p>Profissiográfico	Previdenciário	–	PPP,	previsto	na	Lei	no	8.213,	de	1991	e</p><p>no	 Decreto	 no	 3048,	 de	 1999,	 no	 ato	 da	 assistência	 e	 homologação	 das</p><p>rescisões	 de	 contrato	 de	 trabalho,	 uma	 vez	 que	 tal	 exigência	 é	 de</p><p>competência	da	Auditoria-Fiscal	da	Previdência	Social.</p><p>Ref.:	Art.	58,	§	4o,	da	Lei	no	 8.213,	de	1991;	 art.	68,	§	2o,	 do	Decreto	no</p><p>3.048,	de	1999;	e	Informação	CGRT/SRT	no	12,	de	2004.</p><p>ENUNCIADO	No	17</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 EMPRESA	 EM	 PROCESSO	 DE	 RECUPERAÇÃO</p><p>JUDICIAL.</p><p>As	 empresas	 em	processo	 de	 recuperação	 judicial	 não	 têm	privilégios	 ou</p><p>prerrogativas	 em	 relação	 à	 homologação	 das	 rescisões	 de	 contrato	 de</p><p>trabalho.	 Portanto,	 devem	atender	 a	 todas	 as	 exigências	 da	 legislação	 em</p><p>vigor.</p><p>Ref.:	Art.	6o	da	Lei	no	11.101,	de	2005,	e	art.	477	da	CLT.</p><p>Ref.:	Art.	6o	da	Lei	no	11.101,	de	2005,	e	art.	477	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	18	–	Revogado	pela	Portaria	no	9,	publicada	no	DOU	de</p><p>15-4-2011.</p><p>ENUNCIADO	No	19</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	ART.	9o	DA	LEI	No	7.238,	de	1984.	INDENIZAÇÃO</p><p>ADICIONAL.	CONTAGEM	DO	PRAZO	DO	AVISO-PRÉVIO.</p><p>É	devida	ao	empregado,	dispensado	sem	justa	causa	no	período	de	30	dias</p><p>que	antecede	a	data	base	de	sua	categoria,	indenização	equivalente	ao	seu</p><p>salário	mensal.</p><p>I	–	Será	devida	a	 indenização	em	referência	se	o	 término	do	aviso-prévio</p><p>trabalhado	ou	a	projeção	do	aviso-prévio	indenizado	se	verificar	em	um	dos</p><p>dias	do	trintídio;</p><p>II	 –	 O	 empregado	 não	 terá	 direito	 à	 indenização	 se	 o	 término	 do	 aviso-</p><p>prévio	ocorrer	após	ou	durante	a	data	base	e	fora	do	trintídio,	no	entanto,</p><p>fará	 jus	 aos	 complementos	 rescisórios	 decorrentes	 da	 norma	 coletiva</p><p>celebrada.</p><p>Ref.:	Art.	9o	da	Lei	no	7.238,	de	1984,	e	art.	487,	§	1o,	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	20</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 AVISO-PRÉVIO	 CUMPRIDO	 EM	 CASA.	 FALTA</p><p>DE	PREVISÃO	LEGAL.	EFEITOS.</p><p>Inexiste	a	figura	jurídica	do	“aviso-prévio	cumprido	em	casa”.</p><p>O	aviso-prévio	ou	é	trabalhado	ou	indenizado.	A	dispensa	do	empregado	de</p><p>trabalhar	no	período	de	aviso-prévio	implica	a	necessidade	de	quitação	das</p><p>verbas	 rescisórias	 até	 o	 décimo	 dia,	 contado	 da	 data	 da	 notificação	 da</p><p>dispensa,	nos	termos	do	§	6o,	alínea	“b”,	do	art.	477,	da	CLT.</p><p>Ref.:	 Art.	 477,	 §	 6o,	 “b”,	 e	 art.	 487,	 §	 1o,	 da	 CLT;	 Orientação</p><p>Jurisprudencial	no	14	do	TST.</p><p>ENUNCIADO	No	21</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	AVISO-PRÉVIO.	CONTAGEM	DO	PRAZO.</p><p>O	prazo	do	aviso-prévio	conta-se	excluindo	o	dia	da	notificação	e	incluindo</p><p>o	 dia	 do	 vencimento.	 A	 contagem	 do	 período	 de	 trinta	 dias	 será	 feita</p><p>independentemente	de	o	dia	seguinte	ao	da	notificação	ser	útil	ou	não,	bem</p><p>como	do	horário	em	que	foi	feita	a	notificação	no	curso	da	jornada.</p><p>Ref.:	Art.	487	da	CLT;	art.	132	do	CC;	e	Súmula	no	380	do	TST</p><p>ENUNCIADO	No	22</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 AVISO-PRÉVIO	 INDENIZADO.	 PRAZO	 PARA</p><p>PAGAMENTO.</p><p>No	aviso-prévio	indenizado,	o	prazo	para	pagamento	das	verbas	rescisórias</p><p>deve	 ser	 contado	 excluindo-se	 o	 dia	 da	 notificação	 e	 incluindo-se	 o	 do</p><p>vencimento.</p><p>Ref.:	 Art.	 477,	 §	 6o,	 “b”	 da	 CLT;	 art.	 132	 do	 CC;	 e	 Orientação</p><p>Jurisprudencial	no	162	da	SBDI-1/TST.</p><p>ENUNCIADO	No	23</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	AVISO-PRÉVIO.	DISPENSA	DO	CUMPRIMENTO.</p><p>PRAZO.</p><p>No	 pedido	 de	 demissão,	 se	 o	 empregador	 aceitar	 a	 solicitação	 do</p><p>trabalhador	 de	 dispensa	 de	 cumprimento	 do	 aviso-prévio,	 não	 haverá	 o</p><p>dever	 de	 indenização	 pelo	 empregador,	 nem	 de	 cumprimento	 pelo</p><p>trabalhador.	A	quitação	das	verbas	 rescisórias	será	 feita	até	o	décimo	dia,</p><p>contado	do	pedido	de	demissão	ou	do	pedido	de	dispensa	do	cumprimento</p><p>do	aviso-prévio.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	6o,	“b”	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	24</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 AVISO-PRÉVIO.	 DISPENSA	 DO	 EMPREGADO</p><p>DURANTE	 O	 CUMPRIMENTO	 DO	 AVISO.	 PRAZO	 PARA</p><p>PAGAMENTO.</p><p>Quando,	 no	 curso	 do	 aviso-prévio,	 o	 trabalhador	 for	 dispensado	 pelo</p><p>empregador	 do	 seu	 cumprimento,	 o	 prazo	 para	 o	 pagamento	 das	 verbas</p><p>rescisórias	será	o	que	ocorrer	primeiro:	o	décimo	dia,	a	contar	da	dispensa</p><p>do	cumprimento,	ou	o	primeiro	dia	útil	após	o	término	do	cumprimento	do</p><p>aviso-prévio.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	6o,	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	25</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 AVISO-PRÉVIO.	 CONTRATO	 POR	 PRAZO</p><p>DETERMINADO.</p><p>Nos	 contratos	 por	 prazo	 determinado,	 só	 haverá	 direito	 a	 aviso-prévio</p><p>quando	 existir	 cláusula	 assecuratória	 do	 direito	 recíproco	 de	 rescisão</p><p>antecipada,	uma	vez	que,	neste	caso,	aplicam-se	as	regras	da	rescisão	dos</p><p>contratos	por	prazo	indeterminado.</p><p>Ref.:	Art.	7o,	XXI,	da	CF;	arts.	477	e	481	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	26</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 RESCISÃO	 DE	 CONTRATO	 DE	 TRABALHO.</p><p>DESCANSO	SEMANAL	REMUNERADO.</p><p>Nos	 contratos	 por	 prazo	 indeterminado,	 será	 devido	 o	 pagamento	 do</p><p>descanso	 semanal	 remunerado	 por	 ocasião	 da	 rescisão	 do	 contrato	 de</p><p>trabalho	nas	seguintes	hipóteses:	quando	o	descanso	for	aos	domingos	e	a</p><p>carga	horária	 semanal	 tiver	 sido	 cumprida	 integralmente;	 quando	o	prazo</p><p>do	 aviso-prévio	 terminar	 em	 sábado	 ou	 sexta-feira	 e	 o	 sábado	 for</p><p>compensado;	 quando	 existir	 escala	 de	 revezamento	 e	 o	 prazo	 do	 aviso-</p><p>prévio	se	encerrar	no	dia	anterior	ao	do	descanso	previsto.</p><p>Ref.:	Arts.	67	e	385	da	CLT;	Lei	no	605,	de	1949,	e	Decreto	no	27.048,	de</p><p>1949.</p><p>ENUNCIADO	No	27</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 RESCISÃO	 DE	 CONTRATO	 DE	 TRABALHO.</p><p>FÉRIAS.	PARCELAS	VARIÁVEIS.	CÁLCULO.</p><p>Ressalvada	 norma	 mais	 favorável,	 o	 cálculo	 da	 média	 das	 parcelas</p><p>variáveis	incidentes	sobre	as	férias	será	efetuado	das	seguintes	formas:</p><p>I	–	com	base	no	período	aquisitivo,	aplicando-se	o	valor	do	salário	devido</p><p>na	data	da	rescisão;</p><p>II	 –	 quando	 pago	 por	 hora	 ou	 tarefa,	 com	base	 na	média	 quantitativa	 do</p><p>período	 aquisitivo,	 aplicando-se	 o	 valor	 do	 salário	 devido	 na	 data	 da</p><p>rescisão;</p><p>III	–	se	o	salário	for	pago	por	porcentagem,	comissão	ou	viagem,	com	base</p><p>na	 média	 dos	 salários	 percebidos	 nos	 doze	 meses	 que	 precederam	 seu</p><p>pagamento	ou	rescisão	contratual.</p><p>Ref.:	Arts.	7o,	VII	e	XVII,	da	CF;	art.	142	da	CLT;	Súmula	no	199	do	STF;</p><p>e	Súmula	no	149	do	TST.</p><p>ENUNCIADO	No	28</p><p>CAPACIDADE	SINDICAL.	COMPROVAÇÃO.</p><p>A	 capacidade	 sindical,	 necessária	 para	 a	 negociação	 coletiva,	 para	 a</p><p>celebração	 de	 convenções	 e	 acordos	 coletivos	 do	 trabalho,	 para	 a</p><p>participação	em	mediação	coletiva	no	âmbito	do	Ministério	do	Trabalho	e</p><p>Emprego,	para	a	prestação	de	assistência	à	rescisão	de	contrato	de	trabalho,</p><p>bem	como	para	figurar	como	beneficiário	do	recolhimento	da	contribuição</p><p>sindical	 compulsória,	 é	 comprovada,	 sem	 prejuízo	 da	 necessidade	 de</p><p>inscrição	 válida	 e	 ativa	 no	 cartório	 de	 pessoas	 jurídicas,	 por	 meio	 do</p><p>registro	 sindical	 e	 da	 regularidade	 e	 atualização	 da	 diretoria	 no	Cadastro</p><p>Nacional	de	Entidades	Sindicais	deste	Ministério.</p><p>Ref.:	Art.	8o,	I,	IV	da	CF;	arts.	578	e	611	da	CLT;	Inst.	Normativa	no	16,	de</p><p>15.10.2013;	Portaria	MTE	no	186,	de	10-4-2008	e	Port.	326,	de	1o-3-2013.</p><p>ENUNCIADO	No	29</p><p>CONVENÇÃO	OU	ACORDO	COLETIVO	DE	TRABALHO.	DEPÓSITO</p><p>E	REGISTRO.	ANÁLISE	DAS	CLÁUSULAS.</p><p>I	–	O	 instrumento	coletivo,	para	 ser	 registrado	no	MTE,	deve	cumprir	 as</p><p>formalidades	 previstas	 em	 lei	 aplicáveis	 ao	 processo	 de	 negociação,</p><p>inclusive	 quanto	 à	 capacidade	 jurídica	 e/ou	 sindical	 daqueles	 que	 o</p><p>subscrevem,	 assim	 como	 quanto	 à	 correspondência	 de	 categorias	 e	 bases</p><p>territoriais.</p><p>II	–	Não	será	indeferido	o	registro	por	questões	de	mérito	ou	conteúdo	das</p><p>cláusulas	 convencionadas,	 as	 quais	 poderão	 ser	 objeto	 de	 controle	 de</p><p>legalidade	pelos	órgãos	competentes.</p><p>Ref.:	Art.	7o,	XXVI,	da	CF;	arts.	611	e	614	da	CLT;	IN	no	16,	de	2013.</p><p>ENUNCIADO	No	30	–	Revogado	pela	Portaria	no	3,	de	9	de	novembro	de</p><p>2006,	Seção	1,	pág.	106.</p><p>ENUNCIADO	No	31</p><p>CONVENÇÃO	 OU	 ACORDO</p><p>COLETIVO	 DE	 TRABALHO.	 PRAZO</p><p>PARA	DEPÓSITO.</p><p>I	 –	 O	 instrumento	 coletivo	 de	 trabalho	 deverá	 observar	 os	 requisitos	 de</p><p>validade	dos	atos	e	negócios	 jurídicos	em	geral,	 razão	pela	qual	não	 será</p><p>depositado	quando	expirada	sua	vigência.</p><p>II	–	A	alteração	do	instrumento	coletivo	por	Termo	Aditivo	deve	obedecer</p><p>às	mesmas	regras	previstas	para	o	depósito	da	solicitação	de	registro.</p><p>Ref.:	Arts.	613	e	614	da	CLT;	IN	no	16,	de	2013.</p><p>ENUNCIADO	No	32</p><p>COMISSÃO	 DE	 CONCILIAÇÃO	 PRÉVIA	 –	 CCP	 E	 NÚCLEO</p><p>INTERSINDICAL	 DE	 CONCILIAÇÃO	 TRABALHISTA	 –	 NINTER.</p><p>ASSISTÊNCIA	AO	EMPREGADO	NA	RESCISÃO	DO	CONTRATO	DE</p><p>TRABALHO.</p><p>I	–	A	Comissão	de	Conciliação	Prévia	–	CCP	e	o	Núcleo	Intersindical	de</p><p>Conciliação	Trabalhista	–	NINTER	não	têm	competência	para	a	assistência</p><p>e	homologação	de	rescisão	de	contrato	de	trabalho	de	empregado	com	mais</p><p>de	um	ano	de	serviço.</p><p>II	–	O	termo	de	conciliação	celebrado	no	âmbito	da	CCP	ou	do	NINTER,</p><p>ainda	que	ultime	uma	rescisão,	não	está	sujeito	à	homologação	prevista	no</p><p>art.	477	da	CLT.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§	1o,	e	art.	625-E,	parágrafo	único,	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	33</p><p>COMISSÃO	 DE	 CONCILIAÇÃO	 PRÉVIA	 –	 CCP	 E	 NÚCLEO</p><p>INTERSINDICAL	 DE	 CONCILIAÇÃO	 TRABALHISTA	 –	 NINTER.</p><p>DESCUMPRIMENTO	DE	PRAZO	PARA	PAGAMENTO	DAS	VERBAS</p><p>RESCISÓRIAS.</p><p>I	–	Os	prazos	para	pagamento	das	verbas	rescisórias	são	determinados	pelo</p><p>§	6o,	do	art.	477,	da	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho.</p><p>II	–	O	acordado	em	âmbito	de	CCP	ou	NINTER	não	tem	o	condão	de	ilidir</p><p>a	 incidência	 da	 multa	 prevista	 no	 §	 8o	 do	 art.	 477	 da	 CLT,	 quando	 a</p><p>quitação	não	ocorra	nos	prazos	previstos	no	§	6o	do	mesmo	dispositivo.</p><p>Ref.:	Art.	477,	§§	6o	e	8o,	e	art.	625-D,	§	1o,	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	34</p><p>COMISSÃO	 DE	 CONCILIAÇÃO	 PRÉVIA	 –	 CCP	 E	 NÚCLEO</p><p>INTERSINDICAL	 DE	 CONCILIAÇÃO	 TRABALHISTA	 –	 NINTER.</p><p>FGTS.</p><p>Não	 produz	 efeitos	 o	 acordo	 firmado	 no	 âmbito	 de	 CCP	 e	 NINTER</p><p>transacionando	o	pagamento	diretamente	ao	empregado	da	contribuição	do</p><p>FGTS	e	da	multa	de	quarenta	por	cento,	prevista	no	§	1o,	do	art.	18,	da	Lei</p><p>no	8.036,	de	11	de	maio	de	1990,	incidentes	sobre	os	valores	acordados	ou</p><p>devidos	 na	 duração	 do	 vínculo	 empregatício,	 dada	 a	 natureza	 jurídica	 de</p><p>ordem	pública	da	legislação	respectiva.</p><p>Ref.:	Arts.	18	e	23	da	Lei	no	8.036,	de	11	de	maio	de	1990;	arts.	625-A	e</p><p>625-H	da	CLT.</p><p>ENUNCIADO	No	35</p><p>MEDIAÇÃO	 DE	 CONFLITOS	 COLETIVOS	 DE	 TRABALHO.</p><p>ABRANGÊNCIA.</p><p>I	 –	 A	 mediação	 coletiva	 será	 realizada	 pelo	 Ministério	 do	 Trabalho	 e</p><p>Emprego,	observados	os	limites	de	sua	competência,	para:</p><p>a)	Promoção	de	celebração	de	instrumentos	coletivos	de	trabalho;</p><p>b)	Resolução	de	conflitos	nas	relações	de	trabalho;</p><p>c)	 Resolução	 de	 conflitos	 intersindicais	 relativos	 à	 representação	 das</p><p>categorias.</p><p>II	–	Caso	as	partes	não	compareçam	à	mediação	proposta	ou	não	cheguem</p><p>a	 um	 acordo	 para	 a	 regularização	 dos	 conflitos	 existentes,	 o	 processo</p><p>poderá	 ser	 encaminhado	 à	 Seção	 de	 Fiscalização	 do	 Trabalho	 para	 as</p><p>providências	 cabíveis,	 especialmente	 quando	versarem	 sobre	 garantias	 ou</p><p>direitos	 dos	 trabalhadores	 que	 estejam	 sendo	 inobservados	 ou</p><p>descumpridos.</p><p>Ref.:	 Art.	 626	 da	CLT,	 art.	 11,	 da	 Lei	 no	 10.192,	 de	 14	 de	 dezembro	 de</p><p>2001;	 art.	 4o	 da	 Lei	 no	 10.101,	 de	 19	 de	 dezembro	 de	 2000;	 art.	 2o	 do</p><p>Decreto	no	1.256,	de	1994;	art.	2o	do	Decreto	no	1.572,	de	28	de	 julho	de</p><p>1995;	art.	18	do	Decreto	no	4.552,	de	27	de	dezembro	de	2002;	art.	7o,	da</p><p>Portaria	no	 343,	de	23	de	maio	de	2000;	arts.	22	e	24	da	Portaria	326	de</p><p>2013;	Instrução	Normativa	no	16,	de	15	de	outubro	de	2013.</p><p>ENUNCIADO	No	36	–	REVOGADO.</p><p>ENUNCIADO	No	37</p><p>MEDIAÇÃO	 DE	 CONFLITOS	 COLETIVOS	 DE	 TRABALHO.</p><p>TRANSAÇÃO	DE	DIREITOS	INDISPONÍVEIS.	VEDAÇÃO.</p><p>Na	 mediação	 decorrente	 de	 descumprimento	 de	 norma	 legal	 ou</p><p>convencional,	os	direitos	indisponíveis	não	poderão	ser	objeto	de	transação.</p><p>Ref.:	Art.	11	da	Lei	no	10.192,	de	14	de	dezembro	de	2001;	arts.	2o	e	6o	do</p><p>Decreto	no	1.572,	de	28	de	julho	de	1995.</p><p>ENUNCIADO	No	38</p><p>TRABALHO	 TEMPORÁRIO.	 PRORROGAÇÃO	 DO	 CONTRATO.</p><p>LOCAL	DE	RECEBIMENTO	DO	PEDIDO.</p><p>I	–	Os	pedidos	de	prorrogação	do	contrato	de	 trabalho	 temporário	devem</p><p>ser	 realizados	 até	 cinco	 dias	 antes	 do	 termo	 final	 inicialmente	 previsto,</p><p>mediante	 inserção	 da	 solicitação	 no	 Sistema	 de	 Registro	 de	 Empresa	 de</p><p>Trabalho	Temporário	–	SIRETT.</p><p>II	–	Independe	de	autorização	do	órgão	regional	do	MTE	a	prorrogação	de</p><p>contrato	de	trabalho	temporário,	quando	a	duração	total	da	contratação,	já</p><p>somada	a	prorrogação,	não	exceder	a	três	meses.</p><p>III	 –	 A	 análise	 das	 solicitações	 será	 feita	 pela	 Seção	 de	 Relações	 do</p><p>Trabalho	–	SERET	da	Superintendência	Regional	do	Trabalho	e	Emprego</p><p>do	local	da	prestação	do	serviço.</p><p>IV	–	Em	caso	de	negativa	do	pedido,	o	interessado	pode,	em	até	dez	dias</p><p>daquele	ato,	apresentar	pedido	de	reconsideração	à	autoridade	que	proferiu</p><p>a	 decisão,	 a	 qual,	 se	 não	 a	 reconsiderar,	 o	 encaminhará	 à	 autoridade</p><p>superior.</p><p>Ref.:	 Lei	 no	 6.019,	 de	 3	 de	 janeiro	 de	 1974;	 arts.	 55,	 56	 e	 59	 da	 Lei	 no</p><p>9.784,	de	1999,	Portaria	no	789,	de	2	de	junho	de	2014.</p><p>ENUNCIADO	No	39</p><p>TRABALHO	TEMPORÁRIO.</p><p>PRORROGAÇÃO	DO	CONTRATO.	PRAZOS	PARA	PEDIDO	E	PARA</p><p>ANÁLISE</p><p>I	 –	Pedidos	de	 registro	de	 contratos	 fora	dos	prazos	previstos	na	Port.	 no</p><p>789/2014	implicam	indeferimento	da	solicitação.</p><p>II	–	A	Administração	tem	cinco	dias	para	analisar	os	pedidos,	salvo	motivo</p><p>de	 força	 maior.	 Este	 prazo	 pode	 ser	 dilatado	 até	 o	 dobro,	 mediante</p><p>comprovada	justificação.</p><p>Ref.:	Port.	789,	de	2	de	junho	de	2014;	arts.	24	e	48	da	Lei	no	9.784/1999.</p><p>ENUNCIADO	No	40	–	REVOGADO.</p><p>ENUNCIADO	No	41</p><p>TRABALHO	TEMPORÁRIO.	MOTIVO	JUSTIFICADOR.	INDICAÇÃO.</p><p>ALTERAÇÃO.</p><p>I	 –	O	art.	 2o	 da	Lei	no	 6.019,	 de	 3	 de	 janeiro	 de	 1974	 serve	 apenas	 para</p><p>enumerar	as	hipóteses	de	contratação	de	trabalho	temporário.</p><p>II	 –	 A	 empresa	 deve	 obrigatoriamente,	 sob	 pena	 de	 indeferimento,</p><p>descrever	 o	 motivo	 justificador,	 entendido	 como	 o	 fato	 determinado	 e</p><p>identificável	que	ampara	a	contratação	 temporária,	não	sendo	suficiente	a</p><p>mera	referência	às	hipóteses	legais.</p><p>III	–	A	alteração	da	hipótese	legal	ou	do	motivo	justificador	não	amparam</p><p>prorrogação	 do	 contrato	 de	 trabalho	 temporário,	 mas	 ensejam	 nova</p><p>contratação,	a	ser	analisada	à	luz	dos	normativos	vigentes.</p><p>Ref.:	Lei	no	6.019,	de	3	de	janeiro	de	1974;	Portaria	no	789,	de	2	de	junho</p><p>de	2014.</p><p>ENUNCIADO	No	42</p><p>EMPRESA	DE	TRABALHO	TEMPORÁRIO.	SÓCIO	ESTRANGEIRO.</p><p>I	 –	A	 empresa	 de	 trabalho	 temporário	 pode	 possuir	 em	 seu	 quadro	 sócio</p><p>estrangeiro,	visto	que	a	limitação	constante	no	art.	6o,	alínea	“a”	da	Lei	no</p><p>6.019/1974	 não	 foi	 recepcionada	 pela	 Constituição	 Federal	 de	 1988,</p><p>consoante	Parecer	CONJUR	no	342/1997,	aprovado	em	caráter	normativo</p><p>pelo	Sr.	Ministro	do	Trabalho	e	Emprego.</p><p>II	 –	 Se	 um	 dos	 sócios,	 pessoa	 física	 ou	 jurídica,	 for	 estrangeiro,	 deve</p><p>apresentar	 seus	 documentos	 de	 identificação	 ou	 de	 contrato	 social,	 com</p><p>tradução	 juramentada,	 além	 de	 procuração	 que	 atribua	 plenos	 poderes	 a</p><p>procurador	residente	no	Brasil	para,	em	nome	da	pessoa	física	ou	jurídica</p><p>domiciliada	 no	 exterior,	 tratar	 e	 resolver	 definitivamente	 quaisquer</p><p>questões	perante	o	MTE.</p><p>Ref.:	Parecer	CONJUR	no	342/1997,	publicado	no	Diário	Oficial	da	União</p><p>em	30	de	junho	de	1997,	e	Parecer	CONJUR	no	528/2005.</p><p>ENUNCIADO	No	43</p><p>CONTRIBUIÇÃO	 SINDICAL.	 FORMA	 E	 COMPROVANTE	 DE</p><p>RECOLHIMENTO.</p><p>I	 –	 Considerando	 que	 o	 art.	 583,	 §	 1o,	 da	 Consolidação	 das	 Leis	 do</p><p>Trabalho	 –	 CLT,	 estabelece	 que	 o	 recolhimento	 da	 contribuição	 sindical</p><p>urbana,	 que	 tem	 natureza	 tributária,	 obedecerá	 ao	 sistema	 de	 guias,	 de</p><p>acordo	 com	 instruções	 do	 Ministério	 do	 Trabalho	 e	 Emprego,	 os</p><p>recolhimentos,	seja	da	parte	laboral	ou	patronal,	devem	observar	as	regras</p><p>constantes	da	Port.	no	488,	de	23	de	novembro	de	2005.</p><p>II	 –	A	 contribuição	 sindical	 rural	 também	 é	 tributo,	 à	 luz	 do	 art.	 149	 da</p><p>Constituição	 Federal,	 e	 seu	 recolhimento	 é	 realizado	 em	 rede	 bancária</p><p>conforme	guias	emitidas	pelas	entidades	que	a	administram.</p><p>III	–	Pagamentos	efetuados	de	modo	diverso	não	são	considerados,	posto</p><p>que,	 além	 de	 atentar	 contra	 a	 distribuição	 entre	 os	 beneficiários	 legais	 e</p><p>lesar	 a	 conta	 pública	 de	 emprego	 e	 salário	 do	 Fundo	 de	 Amparo	 do</p><p>Trabalhador	–	FAT,	é	uma	ofensa	ao	princípio	da	legalidade.</p><p>Ref.:	Art.	149	da	Constituição	Federal.	Arts.	586	a	591	da	CLT;	Dec.-Lei	no</p><p>1.166,	de	15-4-1971;	Lei	no	8.847,	de	28-1-1994;	Lei	no	9.393,	de	19-12-</p><p>1996,	Port.	no	488,	de	23-11-2005;	Port.	no	982,	de	5-5-2010;	Port.	no	189,</p><p>de	5-7-2007	e	Port.	no	186,	de	26-1-2014.</p><p>ENUNCIADO	No	44</p><p>DEPÓSITO,	 REGISTRO	E	ARQUIVAMENTO	DOS	 INSTRUMENTOS</p><p>COLETIVOS.	 LEGITIMAÇÃO,	 HABILITAÇÃO,	 ALTERAÇÃO	 E</p><p>PRAZOS</p><p>I	 –	Consoante	 Instrução	Normativa	 no	 16,	 de	 15	 de	 outubro	 de	 2013,	 os</p><p>instrumentos	 coletivos,	 como	 negócios	 jurídicos	 que	 são,	 devem	 ser</p><p>subscritos	pelas	pessoas	legitimadas	a	fazê-lo,	à	luz	dos	arts.	115	a	120	da</p><p>Lei	no	10.406,	de	10	de	janeiro	de	2002	(Código	Civil).</p><p>II	–	A	 inclusão	da	norma	coletiva	no	sistema	MEDIADOR	deve	ser	 feita</p><p>por	pessoa	habilitada	pelos	signatários	para	a	realização	do	ato.</p><p>III	–	A	análise	formal	de	que	trata	a	IN	no	16/2013,	para	fins	de	registro	e</p><p>depósito,	 demanda	 verificação	 dos	 documentos	 apresentados	 assinados</p><p>pelos	 signatários,	 sem	 rasuras;	 a	 existência	 de	 procuração,	 quando	 for	 o</p><p>caso;	 a	 correspondência	 de	 categorias	 entre	 as	 partes	 signatárias	 e	 a</p><p>correspondência	da	base	territorial	de	abrangência	do	instrumento	coletivo.</p><p>IV	–	Constatado	que	o	 requerimento	não	é	original,	 encontra-se	 rasurado</p><p>ou	 sem	 assinatura,	 as	 partes	 deverão	 ser	 notificadas	 para	 as	 devidas</p><p>correções.</p><p>V	–	Verificada	a	ausência	de	procuração	ou	procuração	inválida,	as	partes</p><p>deverão	 ser	 notificadas	 para	 apresentarem	 procurações	 que	 concedam</p><p>poderes	a	seus	representantes	legais	para	atuarem	no	instrumento	coletivo.</p><p>VI	 –	Havendo	 erro	 de	 categoria,	 as	 partes	 serão	 notificadas	 para	 fazer	 a</p><p>retificação	 devida	 por	 meio	 do	 sistema	 e	 transmitir	 novamente	 o</p><p>instrumento,	ocasião	em	que	será	gerado	um	novo	requerimento	que	deverá</p><p>ser	assinado	e	protocolado	no	MTE	ou	em	seus	órgãos	regionais,	conforme</p><p>o	caso.</p><p>VII	 –	 Enquanto	 o	 instrumento	 coletivo	 não	 for	 transmitido,	 via	 sistema,</p><p>para	 a	 base	 de	 dados	 do	 MTE,	 o	 solicitante	 poderá	 alterar	 cláusulas	 já</p><p>inseridas.	No	 entanto,	 se	 já	 tiver	 sido	 feita	 a	 transmissão,	 a	 alteração	das</p><p>cláusulas	 só	poderá	 ser	 feita	 através	de	Termo	Aditivo	ou	mediante	nova</p><p>solicitação.</p><p>VIII	 –	Quando	 se	 tratar	 de	 acordo	 coletivo,	 a	 categoria	 de	 trabalhadores</p><p>deverá	 ser	 equivalente	 à	 atividade	 econômica	 da	 empresa,	 e	 em	 todos	 os</p><p>casos	a	categoria	deverá	ser	compatível	com	o	que	consta	no	cadastro	da</p><p>entidade	no	CNES.</p><p>IX	 –	 O	 protocolo	 de	 instrumento	 coletivo	 ocorrido	 quando	 expirada	 sua</p><p>vigência	enseja	imediato	arquivamento	sem	registro.</p><p>X	–	A	competência	para	análise,	registro	e	arquivo	de	instrumento	coletivo</p><p>de	 abrangência	 nacional	 ou	 interestadual	 é	 da	 Secretaria	 de	 Relações	 do</p><p>Trabalho,	 mas	 quaisquer	 termos	 aditivos	 que	 possuam	 base	 estadual,</p><p>intermunicipal	 ou	municipal	 serão	 registrados	pela	SRTE	correspondente,</p><p>independente	de	onde	esteja	registrado	o	processo	principal.</p><p>Referência:	Instrução	normativa	no	16,	de	15	de	outubro	de	2013.</p><p>ENUNCIADO	No	45</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 FALTA	 DE	 PAGAMENTO	 DE	 VERBA</p><p>RESCISÓRIA	DEVIDA.	RESSALVA.	AUTO	DE	INFRAÇÃO.</p><p>As	 irregularidades	 deverão	 ser	 especificamente	 ressalvadas	 no	 Termo	 de</p><p>Rescisão	de	Contrato	de	Trabalho	–	TRCT	ou	do	Termo	de	Homologação.</p><p>I	–	Se	o	assistente	for	Auditor-Fiscal	do	Trabalho,	deverá	lavrar	o	auto	de</p><p>infração	cabível,	consignando	sua	lavratura	no	ato	da	homologação;</p><p>II	–	Se	o	assistente	não	for	Auditor-Fiscal	do	Trabalho,	deverá	comunicar	a</p><p>irregularidade	ao	setor	de	fiscalização	para	os	devidos	fins.</p><p>Ref.:	Arts.	10,	§§	1o,	2o	e	3o,	e	26,	II,	da	IN	no	15,	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	46</p><p>ASSISTÊNCIA	À	HOMOLOGAÇÃO	DE	RESCISÃO	DO	TRABALHO.</p><p>MINISTÉRIO	 DO	 TRABALHO	 E	 EMPREGO.	 Administração	 Pública</p><p>Indireta.	Regime	Jurídico.</p><p>A	 rescisão	 de	 contratos	 de	 trabalho	 com	 prazo	 superior	 a	 01	 (um)	 ano,</p><p>regidos	 pela	 Consolidação	 das	 Leis	 do	 Trabalho	 (CLT)	 está	 sujeita	 à</p><p>homologação	prevista	no	Art.	477	da	CLT,	 inclusive	quando	 figure	como</p><p>empregador	ente	pertencente	à	Administração	Pública	Indireta.</p><p>Ref.:	Art.	173,	§	1o,	II,	CF-88,	e	art.	477	da	CLT.</p><p>Instrução	Normativa	no	15,	de	14	de	julho	de	2010.</p><p>ENUNCIADO	No	47</p><p>REVOGAÇÃO	 OU	 ALTERAÇÃO	 DO	 PLANO	 DE	 CARGOS	 E</p><p>SALÁRIOS.	DIREITO	ADQUIRIDO</p><p>Cláusulas	 do	 Plano	 de	 Cargos	 e	 Salários,	 que	 revoguem	 ou	 alterem</p><p>vantagens	deferidas	anteriormente,	só	atingirão	os	trabalhadores	admitidos</p><p>após	a	revogação	ou	alteração	do	Plano.</p><p>Ref.:	 Súmula	 no	 51,	 TST,	 inciso	 I.	 Nota	 Informativa	 CGRT	 SRT	 no</p><p>121/2014.</p><p>ENUNCIADO	No	48</p><p>COEXISTÊNCIA	 DE	 PLANOS	 DE	 CARGOS	 E	 SALÁRIOS.	 OPÇÃO</p><p>DO	EMPREGADO</p><p>Havendo	 a	 coexistência	 de	 Planos	 de	 Cargos	 e	 Salários	 da	 empresa,	 a</p><p>opção	do	empregado	por	um	deles	tem	efeito	jurídico	de	renúncia	às	regras</p><p>do	sistema	do	outro.</p><p>Ref.:	 Súmula	 no	 51,	 TST,	 inciso	 I.	 Nota	 Informativa	 CGRT	 SRT	 no</p><p>121/2014.</p><p>ENUNCIADO	No	49</p><p>PLANO	 DE	 CARGOS	 E	 SALÁRIOS.	 NÃO	 APLICAÇÃO	 DE</p><p>CLÁUSULAS</p><p>Havendo	 reivindicação	 de	 direito	 estabelecido	 no	 Plano	 de	 Cargos	 e</p><p>Salários,	 ainda	 quando	 submetido	 à	 homologação	 no	 Ministério	 do</p><p>Trabalho	 e	 Emprego,	 a	 competência	 para	 apreciação	 da	 demanda	 é	 da</p><p>Justiça	do	Trabalho.</p><p>Ref.:	Súmula	no	19,	TST.	Nota	Informativa	CGRT	SRT	no	40/2014.</p><p>ENUNCIADO	No	50</p><p>PLANO	 DE	 CARGOS	 E	 SALÁRIOS.	 EFEITOS	 PECUNIÁRIOS.</p><p>DIFERENÇA	DO	ADICIONAL	POR	TEMPO	DE	SERVIÇO</p><p>I	–	Promoção	por	antiguidade	não	se	confunde	com	adicional	por	tempo	de</p><p>serviço,	sendo	estes	institutos	distintos	e	independentes.</p><p>II	 –	 A	 promoção,	 tanto	 por	 antiguidade	 quanto	 por	 mérito,	 segue	 os</p><p>critérios	 estabelecidos	 no	 PCS,	 refletindo	 em	 efetivo	 aumento	 salarial</p><p>através	da	incorporação	da	promoção	ao	valor	do	salário-base.</p><p>III	–	O	Adicional	por	Tempo	de	Serviço	 leva	em	consideração	somente	o</p><p>critério	 temporal	 e,	 ainda	 que	 importe	 em	 aumento	 da	 remuneração,	 não</p><p>altera	o	 salário-base,	nem	 tem	o	condão	de	alterar	 a	 classe	ou	o	nível	do</p><p>trabalhador	dentro	do	quadro	de	carreira.</p><p>Ref.:	Nota	Informativa	CGRT	SRT	no	40/2014.</p><p>ENUNCIADO	No	51</p><p>PLANO	 DE	 CARGOS	 E	 SALÁRIOS.	 TRABALHADORES	 EM</p><p>FUNÇÃO	DE	CONFIANÇA	OU	COMISSIONADOS.</p><p>I	 –	 Empregados	 que	 estejam	 ocupando	 função	 de	 confiança	 ou	 cargo</p><p>comissionado	 na	 empresa	 permanecem	 beneficiários	 das	 progressões</p><p>previstas	no	PCS,	conforme	seus	critérios.</p><p>II	–	Ocupantes	de	função	de	confiança,	tais	como	diretores,	conselheiros	e</p><p>afins,	 podem	 ser	 abrangidos	 pelo	 Plano	 de	 Cargos	 e	 Salários,	 conforme</p><p>discricionariedade	da	empresa,	desde	que	expressamente	previsto	neste.</p><p>Ref.:	Nota	Informativa	CGRT	SRT	no	92/2014.</p><p>ENUNCIADO	No	52</p><p>PLANO	DE	CARGOS	E	SALÁRIOS.	 IGUALDADE	TEMPORAL	NOS</p><p>CRITÉRIOS	DE	PROMOÇÃO	POR	MÉRITO	E	TEMPO	DE	SERVIÇO</p><p>I	 –	 O	 Plano	 de	 Cargos	 e	 Salários	 deve	 conter,	 de	 forma	 detalhada,	 os</p><p>critérios	a	serem	aplicados	para	fins	de	reflexos	pecuniários	em	favor	dos</p><p>empregados	 contemplados	 pela	 progressão	 na	 carreira,	 tanto	 no	 caso	 de</p><p>progressão	por	mérito	quanto	por	tempo	de	serviço.</p><p>II	–	A	progressão	deve	contemplar	a	alternância	entre	as	duas	modalidades,</p><p>de	 forma	 que	 ocorra	 um	 tipo	 a	 cada	 período	 idêntico	 de	 tempo,</p><p>sucessivamente.</p><p>III	–	Uma	vez	cumpridos	todos	os	requisitos	detalhadamente	previstos	para</p><p>a	 progressão	 por	 antiguidade	 ou	 por	mérito,	 o	 PCS	não	 pode	 sujeitá-la	 a</p><p>qualquer	tipo	de	aprovação	ou	aval	posterior,	seja	de	cunho	subjetivo	ou	de</p><p>disponibilidade	orçamentária.</p><p>Ref.:	Nota	Informativa	CGRT	SRT	no	39/2014.</p><p>ENUNCIADO	No	53</p><p>PLANO	 DE	 CARGOS	 E	 SALÁRIOS.	 ABRANGÊNCIA	 E</p><p>UNIVERSALIDADE.</p><p>I	 –	 O	 Plano	 de	 Cargos	 e	 Salários	 compreende</p><p>toda	 a	 universalidade	 de</p><p>empregados	da	empresa,	independentemente	de	adesão.</p><p>II	 –	 Não	 será	 homologado	 o	 PCS	 que	 contenha	 cláusulas	 excludentes,</p><p>proibitivas,	 discriminatórias	 ou	 restritivas	 para	 promoção,	 progressão	 ou</p><p>reclassificação	do	empregado.</p><p>Ref.:	Lei	no	9.029,	de	13-4-1995.</p><p>ENUNCIADO	No	54</p><p>HOMOLOGAÇÃO.	 PLANO	 DE	 CARGOS	 E	 SALÁRIOS.</p><p>ADMINISTRAÇÃO	PÚBLICA	INDIRETA</p><p>Quando	 submetidos	 à	 homologação	 por	 parte	 do	 MTE,	 cabe	 análise	 do</p><p>plano	de	 cargos	 e	 salários	de	 empresa	pública	ou	 sociedade	de	 economia</p><p>mista,	desde	que	se	refira	a	relações	de	emprego	regidas	pela	Consolidação</p><p>das	Leis	do	Trabalho.</p><p>Ref.:	 Art.	 173,	 §	 1o,	 II,	 CF-88,	 e	 art.	 461,	 §	 2o,	 da	 CLT.	 Port.	 MTE	 no</p><p>02/2006.</p><p>ENUNCIADO	No	55</p><p>ATOS	PROCESSUAIS.	MEIO	ELETRÔNICO.	ASSINATURA	DIGITAL.</p><p>A	assinatura	autenticada	com	certificação	digital	ou	meio	equivalente	que</p><p>comprove	 sua	 autenticidade	 é	 hábil	 a	 substituir	 firmas	 ou	 assinaturas	 de</p><p>declarações,	requerimentos	ou	solicitações,	constantes	dos	documentos	em</p><p>forma	eletrônica,	presumindo-se	verdadeira	em	relação	aos	signatários.</p><p>Ref.:	Medida	Provisória	no	2.200-2,	de	24-8-2001,	Lei	no	 12.682,	de	9-9-</p><p>2012,	e	art.	968,	II,	da	Lei	no	10.406,	de	10-1-2002	(Código	Civil).</p><p>ENUNCIADO	No	56</p><p>TRABALHO	 PORTUÁRIO.	 ENQUADRAMENTO	 SINDICAL.</p><p>CATEGORIA	DIFERENCIADA.</p><p>I	–	O	trabalho	portuário	pode	se	dar	na	modalidade	avulsa	ou	com	vínculo</p><p>empregatício.</p><p>II	–	Para	efeito	do	enquadramento	do	trabalhador	na	categoria	diferenciada,</p><p>é	suficiente	a	verificação	do	exercício	de	atividades	tipicamente	portuárias,</p><p>sendo	 irrelevante	 se	 a	 forma	 de	 contratação	 é	 avulsa	 ou	 com	 vínculo	 de</p><p>emprego,	 assim	 como	 independentemente	 das	 atividades	 serem</p><p>desempenhadas	dentro	ou	fora	da	área	do	porto	organizado.</p><p>Ref.:	Art.	511,	§	3o,	da	CLT.	Lei	no	12.815,	de	5-6-2013.	Parecer	CONJUR</p><p>no	058/2011.	Parecer	CONJUR/CGU/AGU	no	065/2013.	Nota	Técnica	SRT</p><p>no	15/2013.</p><p>ENUNCIADO	No	57</p><p>DIREITO	 DO	 TRABALHO.	 CATEGORIA	 DOS	 AGRICULTORES</p><p>FAMILIARES.</p><p>Não	 se	 aplica	 o	 inciso	 VI	 do	 art.	 3o	 da	 Portaria	 no	 326,	 de	 1o-3-2013.</p><p>Desnecessária	 a	 apresentação	 da	 cópia	 da	 Carteira	 de	 Trabalho	 e</p><p>Previdência	Social	–	CTPS,	para	solicitação	de	pedido	de	registro	no	caso</p><p>da	categoria	laboral	dos	agricultores	familiares.</p><p>Ref.:	Nota	Técnica	no	023/2013/SRT/MTE.</p><p>ENUNCIADO	No	58</p><p>DIREITO	 CONSTITUCIONAL	 E	 DO	 TRABALHO.	 REGISTRO	 DE</p><p>ESTATUTOS	DE	ENTIDADES	SINDICAIS.	LIBERDADE	SINDICAL.</p><p>Quando	 for	 oposto	 impedimento,	 no	 caso	 de	 atualização	 de	 mandato	 de</p><p>diretoria,	 de	 registro	 pelos	 cartórios	 de	 atas	 de	 eleição	 e	 de	 posse	 com</p><p>4</p><p>fundamento	em	duração	de	mandato	superior	a	três	anos	ou	inobservância</p><p>do	quantitativo	de	dirigentes,	a	entidade	sindical	apresentará	ao	MTE	estes</p><p>documentos,	acompanhados	da	negativa	cartorária,	para	depósito	e	registro</p><p>no	CNES.</p><p>Ref.:	NOTA	 INFORMATIVA/CGRT/SRT/no	 159/2014.	NOTA	TÉCNICA</p><p>no	37/2014/GAB/SRT/MTE.	Art.	49	da	Portaria	no	326,	de	1o-3-2013.	Art.</p><p>8o	da	Constituição	Federal.</p><p>ENUNCIADO	No	59</p><p>DIREITO	 CONSTITUCIONAL	 E	 DO	 TRABALHO.	 ESTATUTOS	 DE</p><p>ENTIDADES	 SINDICAIS.	 LIBERDADE	 E	 ORGANIZAÇÃO</p><p>SINDICAL.</p><p>No	 que	 tange	 à	 composição	 ou	 quantificação	 dos	 órgãos	 diretivos	 da</p><p>entidade	sindical,	assim	como	à	duração	dos	mandatos	de	seus	dirigentes,	a</p><p>análise	do	pedido	de	 registro	 sindical	verificará	 se	 tais	 informações	 estão</p><p>em	consonância	com	as	disposições	constantes	no	estatuto	da	entidade.</p><p>Ref.:	Arts.	3o	e	49	da	Portaria	no	326,	de	1o-3-2013.	Art.	8o	da	Constituição</p><p>Federal.</p><p>ENUNCIADO	No	60</p><p>REGISTRO	SINDICAL.	CONTAGEM	DOS	PRAZOS.</p><p>A	prática	dos	atos	previstos	na	Port.	no	326,	de	1o-3-2013	deverá	observar	o</p><p>que	segue:</p><p>I	–	Computar-se-ão	os	prazos,	excluindo-se	o	dia	do	começo	e	incluindo-se</p><p>o	do	vencimento.</p><p>II	–	Os	prazos	só	se	iniciam	e	se	vencem	em	dias	úteis	e/ou	de	expediente</p><p>normal	dos	órgãos	do	ministério.</p><p>Ref.:	Portaria	no	326/2013.	Art.	66,	§	1o,	da	Lei	no	9.784/99.	Art.	184,	caput</p><p>e	§	2o	do	Código	de	Processo	Civil.</p><p>MANOEL	MESSIAS	NASCIMENTO	MELO</p><p>Condições	em	que	é	vedada	a	dispensa	sem	justa</p><p>causa	(estabilidade	provisória)</p><p>Da	 empregada	 gestante	 desde	 a	 confirmação	 da	 gravidez	 até	 o	 quinto	 mês	 após	 o</p><p>parto	(art.	10,	inciso	II,	alínea	b,	do	Ato	das	Disposições	Transitórias	da	Constituição</p><p>Federal).</p><p>Empregado	 eleito	 para	 cargo	 de	 direção	 da	 CIPA,	 desde	 o	 registro	 de	 sua</p><p>candidatura	até	um	ano	após	o	final	de	seu	mandato	(art.	10,	inciso	II,	alínea	a,	do	Ato</p><p>das	Disposições	Transitórias	da	Constituição	Federal).</p><p>A	Súmula	no	339	do	TST	preceitua:</p><p>No	339.	CIPA.	Suplente.	Garantia	de	emprego.	CF/1988.	(incorporadas</p><p>as	Orientações	Jurisprudenciais	nos	25	e	329	da	SDI-1)	–	Res.	129/05	–</p><p>DJ	20-4-05.</p><p>I	–	O	suplente	da	CIPA	goza	da	garantia	de	emprego	prevista	no	art.</p><p>10,	II,	“a”,	do	ADCT	a	partir	da	promulgação	da	Constituição	Federal</p><p>de	 1988.	 (ex-Súmula	 no	 339	 –	Res.	 39/1994,	DJ	 20-12-1994	 e	 ex-OJ</p><p>no25	–	Inserida	em	29-3-1996)</p><p>II	 –	 A	 estabilidade	 provisória	 do	 cipeiro	 não	 constitui	 vantagem</p><p>pessoal,	 mas	 garantia	 para	 as	 atividades	 dos	 membros	 da	 CIPA,	 que</p><p>somente	 tem	 razão	 de	 ser	 quando	 em	 atividade	 a	 empresa.	 Extinto	 o</p><p>estabelecimento,	 não	 se	 verifica	 a	 despedida	 arbitrária,	 sendo</p><p>impossível	 a	 reintegração	 e	 indevida	 a	 indenização	 do	 período</p><p>estabilitário.	(ex-OJ	no	329	–	DJ	9-12-2003)</p><p>Comentário	do	autor</p><p>Do	empregado	sindicalizado	ou	associado,	a	partir	do	momento	de	sua</p><p>candidatura	a	cargo	de	direção	ou	representação	da	entidade	sindical	ou</p><p>de	associação	profissional,	até	1(um)	ano	após	o	final	do	seu	mandato,</p><p>caso	seja	eleito,	inclusive	como	suplente	(art.	543,	§	3o,	da	CLT).</p><p>O	 segurado	 que	 sofreu	 acidente	 do	 trabalho	 tem	 garantida,	 pelo</p><p>prazo	 mínimo	 de	 12	 (doze)	 meses,	 a	 manutenção	 de	 seu	 contrato	 de</p><p>trabalho	 na	 empresa,	 após	 a	 cessação	 do	 auxílio-doença	 acidentário,</p><p>independentemente	de	percepção	do	auxílio-acidente	(art.	118	da	Lei	no</p><p>8.213,	de	24-7-1991,	do	Plano	de	Benefício	da	Previdência	Social).</p><p>Representantes	 dos	 empregados	 membros	 da	 Comissão	 de</p><p>Conciliação	 Prévia,	 titulares	 e	 suplentes,	 até	 um	 ano	 após	 o	 final	 do</p><p>mandato,	salvo	se	cometerem	falta	grave,	nos	termos	da	lei	(art.	625-B,</p><p>§	1o,	da	CLT).	Reiteramos	que	são	os	representantes	dos	empregados.</p><p>Suspensão	contratual.</p><p>Demais	empregados	com	garantia	de	emprego	por	força	de	acordo,</p><p>convenção	coletiva,	sentença	normativa	ou	Lei.</p><p>ESTABILIDADE	PROVISÓRIA</p><p>SÚMULAS	DO	TRIBUNAL	SUPERIOR	DO</p><p>TRABALHO	(TST)</p><p>1	–	ESTABILIDADE	DA	GESTANTE	INCLUSIVE</p><p>NO	CONTRATO	A	TERMO</p><p>TST	 No	 244	 –	 GESTANTE.	 ESTABILIDADE	 PROVISÓRIA</p><p>(redação	do	item	III	alterada	na	sessão	do	Tribunal	Pleno	realizada</p><p>em	14-9-2012)	–	Res.	185/2012,	DEJT	divulgado	em	25,	26	e	27-9-</p><p>2012.</p><p>I	 –	 O	 desconhecimento	 do	 estado	 gravídico	 pelo	 empregador	 não</p><p>afasta	o	direito	ao	pagamento	da	indenização	decorrente	da	estabilidade</p><p>(art.	10,	II,	“b”,	do	ADCT).</p><p>II	–	A	garantia	de	emprego	à	gestante	só	autoriza	a	reintegração	se</p><p>esta	 se	der	durante	o	período	de	estabilidade.	Do	contrário,	 a	garantia</p><p>restringe-se	aos	salários	e	demais	direitos	correspondentes	ao	período	de</p><p>estabilidade.</p><p>III	 –	 A	 empregada	 gestante	 tem	 direito	 à	 estabilidade	 provisória</p><p>prevista	 no	 art.	 10,	 inciso	 II,	 alínea	 “b”,	 do	 Ato	 das	 Disposições</p><p>Constitucionais	Transitórias,	mesmo	na	hipótese	de	admissão	mediante</p><p>contrato	por	tempo	determinado.</p><p>2	–	DIRIGENTE	SINDICAL</p><p>TST	No	 369	–	ESTABILIDADE	PROVISÓRIA	(redação	do	 item	I</p><p>alterada	na	sessão	do	Tribunal	Pleno	realizada	em	14-9-2012)	–	Res.</p><p>185/2012,	DEJT	divulgado	em	25,	26	e	27-9-2012.</p><p>I	 –	É	 assegurada	 a	 estabilidade	 provisória	 ao	 empregado	 dirigente</p><p>sindical,	 ainda	 que	 a	 comunicação	 do	 registro	 da	 candidatura	 ou	 da</p><p>eleição	e	da	posse	seja	realizada	fora	do	prazo	previsto	no	art.	543,	§	5o,</p><p>da	CLT,	desde	que	a	ciência	ao	empregador,	por	qualquer	meio,	ocorra</p><p>na	vigência	do	contrato	de	trabalho.</p><p>II	–	O	art.	522	da	CLT	foi	recepcionado	pela	Constituição</p><p>esses	 valores	 são	 expressos	 em	 lei.</p><p>Exemplo:	o	salário	mínimo	de	um	engenheiro	é	seis	vezes	o	valor	do	salário	mínimo.</p><p>Integram	 o	 salário	 a	 importância	 fixa	 estipulada,	 as	 gratificações	 legais	 e	 as</p><p>comissões	pagas	pelo	empregador.</p><p>As	 importâncias,	 ainda	 que	 habituais,	 pagas	 a	 título	 de	 ajuda	 de	 custo,	 auxílio-</p><p>alimentação,	 vedado	 seu	 pagamento	 em	 dinheiro,	 diárias	 para	 viagem,	 prêmios	 e</p><p>abonos	não	integram	a	remuneração	do	empregado,	não	se	incorporam	ao	contrato	de</p><p>trabalho	 e	 não	 constituem	 base	 de	 incidência	 de	 qualquer	 encargo	 trabalhista	 e</p><p>previdenciário.</p><p>O	pagamento	do	salário,	qualquer	que	seja	a	modalidade	de	trabalho,	não	deve	ser</p><p>estipulado	 por	 período	 superior	 a	 um	 mês,	 salvo	 no	 que	 concerne	 a	 comissões,</p><p>percentagem	e	gratificações	legais.</p><p>1.1</p><p>O	salário-hora	normal,	no	caso	de	empregado	mensalista,	será	obtido	dividindo-se</p><p>o	 salário	mensal	por	220	horas,	 limite	máximo,	ou	número	 inferior,	dependendo	do</p><p>contrato.	Exemplo:	um	empregado	recebe	um	salário	mensal	de	R$	1.320,00,	trabalha</p><p>7h20min	de	segunda	a	sábado,	atendendo	às	44	horas	semanais,	conforme	preceitua	o</p><p>art.	7o,	inciso	XIII,	da	Constituição	Federal.</p><p>7h20min	por	dia	=	440min	×	30	dias	=	13.200min	por	mês</p><p>13.200min	÷	60min	=	220h</p><p>R$	1.320,00	÷	220h	=	R$	6,00</p><p>Salário-hora	normal	=	R$	6,00</p><p>Se	o	número	de	dias	for	inferior	a	30,	adotar-se-á	para	o	cálculo	o	número	de	dias</p><p>trabalhados	no	mês.</p><p>No	caso	de	empregado	diarista,	o	salário-hora	normal	será	obtido	dividindo-se	o</p><p>salário	diário,	correspondente	à	duração	do	trabalho	(7h20min	ou	menos,	dependendo</p><p>do	contrato),	pelo	número	de	horas	efetivamente	trabalhadas.</p><p>Exemplo:	um	empregado	ganha	R$	47,80	por	dia</p><p>R$	47,80	÷	7,33	=	R$6,52</p><p>(devemos	usar	como	índice	divisor	7,33,	pois	a	máquina	de	calcular	está</p><p>regulada	para	100	e	não	para	60).</p><p>Salário-hora	normal	=	R$	6,52.</p><p>Salário-hora	para	40	horas	semanais:	divisor	200</p><p>(duzentos)</p><p>Súmula	no	431	do	TST</p><p>SALÁRIO-HORA.	 EMPREGADO	 SUJEITO	 AO	 REGIME	 GERAL</p><p>DE	 TRABALHO	 (ART.	 58,	 CAPUT,	 DA	 CLT).	 40	 HORAS</p><p>SEMANAIS.	 CÁLCULO.	 APLICAÇÃO	 DO	 DIVISOR	 200</p><p>1.2</p><p>(REDAÇÃO	 ALTERADA	 NA	 SESSÃO	 DO	 TRIBUNAL	 PLENO</p><p>REALIZADA	EM	14-9-2012)	–	Res.	185/2012,	DEJT	divulgado	em	25,</p><p>26	e	27-9-2012.</p><p>Para	 os	 empregados	 a	 que	 alude	 o	 art.	 58,	caput,	 da	CLT,	 quando	 sujeitos	 a	 40</p><p>horas	semanais	de	trabalho,	aplica-se	o	divisor	200	(duzentos)	para	o	cálculo	do	valor</p><p>do	salário-hora.</p><p>Exemplo:</p><p>Empregado	trabalha	8	(oito)	horas	diárias	de	segunda	a	sexta-feira,</p><p>perfazendo	um	total	de	quarenta	horas	semanais,	seu	divisor	para	o	cálculo</p><p>de	salário-hora	é	de	200	(duzentos);	veja	o	cálculo	a	seguir:</p><p>Cálculo	40	horas	×	60	minutos	=	2.400	minutos</p><p>2.400	minutos	:	6	dias	da	semana =				400	minutos</p><p>400	minutos	×	30	dias	no	mês =		12.000	minutos</p><p>12.000	minutos	:	60	minutos =						200	horas</p><p>*	Nota:	embora	o	empregado	não	tenha	trabalhado	no	sábado,	devo	incluí-</p><p>lo	e	dividir	por	seis	e	não	por	cinco	dias	na	semana,	pois	o	sábado	é	dia	útil</p><p>não	trabalhado.	São	40	horas	semanais	de	trabalho	e	a	semana	trabalhista	é</p><p>de	segunda	a	domingo,	excluindo	apenas	o	domingo	por	ser	dia	de	RSR</p><p>(art.	11,	§4o,	do	Decreto	no	27.048,	de	12-8-1949).</p><p>Depósito	de	salários	em	conta	bancária</p><p>A	Lei	no	9.528,	de	10-12-1997,	acrescentou	o	parágrafo	único	ao	art.	464	e	deu	nova</p><p>redação	ao	art.	465	da	CLT,	dispondo	que	o	comprovante	de	depósito	de	salários	do</p><p>empregado	em	conta	bancária	terá	força	de	recibo,	como	vemos	a	seguir:</p><p>“Terá	 força	 de	 recibo	 o	 comprovante	 de	 depósito	 em	 conta	 bancária,</p><p>aberta	 para	 esse	 fim	 em	nome	 de	 cada	 empregado,	 com	o	 consentimento</p><p>deste,	 em	 estabelecimento	 de	 crédito	 próximo	 ao	 local	 de	 trabalho”</p><p>(parágrafo	único	do	art.	464	da	CLT).</p><p>“O	 pagamento	 dos	 salários	 será	 efetuado	 em	 dia	 útil	 e	 no	 local	 do</p><p>2</p><p>trabalho,	 dentro	 do	 horário	 do	 serviço	 ou	 imediatamente	 após	 o</p><p>encerramento	 deste,	 salvo	 quando	 efetuado	 por	 depósito	 em	 conta</p><p>bancária,	observado	o	disposto	no	artigo	anterior”	(art.	465	da	CLT).</p><p>Horas	extras</p><p>A	 Constituição	 determinou	 que	 o	 mínimo	 da	 remuneração	 de	 horas	 extras	 seja	 de</p><p>50%,	conforme	o	§	1o	do	art.	59	da	CLT,	determinado	pela	Lei	no	 13.467,	de	13-7-</p><p>2017.</p><p>A	 duração	 normal	 do	 trabalho	 poderá	 ser	 acrescida	 de	 duas	 horas,	 mediante</p><p>acordo	 individual	 entre	 empregador	 e	 empregado,	 ou	 mediante	 acordo	 coletivo	 ou</p><p>convenção	coletiva	de	trabalho,	devendo	obrigatoriamente	o	empregador	pagar,	pelo</p><p>menos,	mais	50%	sobre	a	hora	normal.</p><p>Exemplo:</p><p>Salário-hora	normal	=	R$	12,00	×	50%	=	R$	6,00</p><p>R$	12,00	+	R$	6,00	=	R$	18,00</p><p>Hora	extra	=	R$	18,00</p><p>Nova	 redação	 dada	 ao	 caput	 do	 art.	 59	 da	 CLT:	 “A	 duração	 diária	 do	 trabalho</p><p>poderá	ser	acrescida	de	horas	extras,	em	número	não	excedente	de	duas,	por	acordo</p><p>individual,	convenção	coletiva	ou	acordo	coletivo	de	trabalho”.</p><p>Segundo	 o	 inciso	 I	 do	 art.	 611-A	 da	 CLT	 (convenção	 e	 o	 acordo	 coletivo	 de</p><p>trabalho	 têm	 prevalência	 sobre	 a	 lei).	 “I	 –	 pacto	 quanto	 à	 jornada	 de	 trabalho,</p><p>observados	os	limites	constitucionais”.</p><p>O	que	determinam	os	limites	constitucionais?</p><p>O	 inciso	XIII	do	art.	7o	 da	Constituição	Federal	preceitua:	 “duração	do	 trabalho</p><p>normal	 não	 superior	 a	 oito	 horas	 diárias	 e	 quarenta	 e	 quatro	 semanais,	 facultada	 a</p><p>compensação	 de	 horários	 e	 a	 redução	 da	 jornada,	 mediante	 acordo	 ou	 convenção</p><p>coletiva	de	trabalho”.</p><p>Vejamos	o	que	preceitua	a	Instrução	Normativa	no	01,	de	12-10-1988	(DOU,	21-</p><p>10-1988):</p><p>“Os	 empregados	maiores	 (homens	 e	mulheres)	 poderão	 ter	 a	 jornada</p><p>prorrogada	no	máximo	em	2	(duas)	horas,	respeitado	o	 limite	de	10	(dez)</p><p>horas	diárias,	mediante	acordo	individual,	coletivo,	convenção	ou	sentença</p><p>normativa,	com	acréscimo	de,	no	mínimo,	50%	(cinquenta	por	cento)	sobre</p><p>a	 hora	 normal.	 Aos	 menores	 é	 vedada	 a	 prorrogação	 da	 jornada	 de</p><p>trabalho,	salvo	para	efeito	de	compensação.</p><p>Na	 ocorrência	 de	 força	 maior,	 não	 há	 limite	 de	 jornada	 para	 os</p><p>empregados	 maiores	 (homens	 e	 mulheres),	 cuja	 remuneração	 será	 a	 da</p><p>hora	normal.	Em	se	tratando	de	menores,	o	limite	da	prorrogação	será	de	4</p><p>(quatro)	horas	diárias,	com	adicional	de,	no	mínimo,	50%	(cinquenta	por</p><p>cento)	 sobre	 a	 hora	 normal.	 Os	 casos	 de	 força	 maior	 deverão	 ser</p><p>comunicados	 ao	 órgão	 local	 do	Ministério	 do	 Trabalho,	 no	 prazo	 de	 10</p><p>(dez)	 dias	 para	 os	 empregados	maiores,	 e	 48	 (quarenta	 e	 oito)	 horas	 no</p><p>caso	dos	menores.</p><p>Tratando-se	de	serviços	inadiáveis,	a	jornada	poderá	ser	aumentada	em</p><p>até	4	(quatro)	horas	diárias,	exclusivamente	para	os	empregados	maiores,</p><p>com	acréscimo	de,	no	mínimo,	50%	(cinquenta	por	cento)	da	hora	normal.</p><p>Os	casos	de	serviços	inadiáveis	deverão	ser	comunicados	ao	órgão	local	do</p><p>Ministério	do	Trabalho,	no	prazo	de	10	(dez)	dias.</p><p>As	horas	não	 trabalhadas	 em	decorrência	de	 causas	acidentais	 ou	de</p><p>força	maior,	 poderão	 ser	 repostas	 pelos	 empregados	 na	 base	 de	 2	 (duas)</p><p>horas	por	dia,	no	máximo	de	45	(quarenta	e	cinco)	dias	ao	ano,	respeitado</p><p>o	 limite	 de	 10	 (dez)	 horas	 diárias.	 As	 referidas	 horas	 não	 sofrerão</p><p>acréscimo	salarial.”</p><p>Essa	 Instrução	 Normativa,	 fundamentando-se	 na	 Constituição	 Federal,	 altera</p><p>vários	artigos	da	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho,	particularmente	no	que	se	refere</p><p>a	 duração	 e	 condições	 do	 trabalho	 da	 mulher.	 Homens	 e	 mulheres	 devem	 receber</p><p>tratamento	 igualitário.	A	mulher	pode	 fazer	horas	extraordinárias	e	compensação	de</p><p>horas	de	trabalho	mediante	acordo	individual,	excetuando-se	apenas	os	menores.</p><p>Em	se	tratando	de	força	maior	e	serviços	inadiáveis,	o	tratamento	é	o	mesmo	tanto</p><p>para	homem	maior	quanto	para	mulher	maior.</p><p>As	 horas	 extras	 pagas	 com	 habitualidade,	 assim	 como	 os	 adicionais	 de</p><p>insalubridade,	 periculosidade	 e	 noturno,	 integram	 o	 aviso-prévio	 indenizado.	 Se	 o</p><p>aviso-prévio	 for	 trabalhado,	 serão	 pagos	 em	 separado,	 não	 integrando	 o	 aviso,	 pois</p><p>trata-se	de	salário	e	não	de	indenização.</p><p>Conforme</p><p>Federal	de</p><p>1988.	Fica	limitada,	assim,	a	estabilidade	a	que	alude	o	art.	543,	§	3o,	da</p><p>CLT	a	sete	dirigentes	sindicais	e	igual	número	de	suplentes.</p><p>III	–	O	empregado	de	categoria	diferenciada	eleito	dirigente	sindical</p><p>só	 goza	 de	 estabilidade	 se	 exercer	 na	 empresa	 atividade	 pertinente	 à</p><p>categoria	profissional	do	sindicato	para	o	qual	foi	eleito	dirigente.</p><p>IV	–	Havendo	extinção	da	atividade	empresarial	no	âmbito	da	base</p><p>territorial	do	sindicato,	não	há	razão	para	subsistir	a	estabilidade.</p><p>V	 –	O	 registro	 da	 candidatura	 do	 empregado	 a	 cargo	 de	 dirigente</p><p>sindical	 durante	 o	 período	 de	 aviso-prévio,	 ainda	 que	 indenizado,	 não</p><p>lhe	assegura	a	estabilidade,	visto	que	inaplicável	a	regra	do	§	3o	do	art.</p><p>543	da	Consolidação	das	Leis	do	Trabalho.</p><p>3	–	ESTABILIDADE	DE	ACIDENTE	DE</p><p>TRABALHO	INCLUSIVE	NO	CONTRATO	A</p><p>TERMO</p><p>TST	 No	 378	 –	 ESTABILIDADE	 PROVISÓRIA.	 ACIDENTE	 DO</p><p>TRABALHO.	ART.	118	DA	LEI	No	 8.213/1991.	 (inserido	 item	III)</p><p>Res.	185/2012,	DEJT	divulgado	em	25,	26	e	27-9-2012.</p><p>I	–	É	constitucional	o	artigo	118	da	Lei	no	8.213/1991	que	assegura</p><p>o	 direito	 à	 estabilidade	 provisória	 por	 período	 de	 12	 meses	 após	 a</p><p>cessação	do	auxílio-doença	ao	empregado	acidentado.	(ex-OJ	no	105	da</p><p>SBDI-1	–	inserida	em	1o-10-1997)</p><p>II	 –	 São	 pressupostos	 para	 a	 concessão	 da	 estabilidade	 o</p><p>afastamento	 superior	 a	 15	 dias	 e	 a	 consequente	 percepção	 do	 auxílio-</p><p>4.1</p><p>doença	 acidentário,	 salvo	 se	 constatada,	 após	 a	 despedida,	 doença</p><p>profissional	 que	 guarde	 relação	 de	 causalidade	 com	 a	 execução	 do</p><p>contrato	 de	 emprego.	 (Primeira	 parte	 –	 ex-OJ	 no	 230	 da	 SBDI-1	 –</p><p>inserida	em	20-6-2001)</p><p>III	 –	 O	 empregado	 submetido	 a	 contrato	 de	 trabalho	 por	 tempo</p><p>determinado	 goza	 da	 garantia	 provisória	 de	 emprego	 decorrente	 de</p><p>acidente	de	trabalho	prevista	no	art.	118	da	Lei	no	8.213/91.</p><p>4	–	DISPENSA	DE	EMPREGADO	PORTADOR	DE</p><p>DOENÇA	GRAVE</p><p>TST	 no	 443	 –	 Dispensa	 discriminatória.	 Presunção.	 Empregado</p><p>portador	 de	 doença	 grave.	 Estigma	 ou	 preconceito.	 Direito	 à</p><p>Reintegração.	 Res.	 185/2012,	 DEJT	 divulgado	 em	 25,	 26	 e	 27-9-</p><p>2012.</p><p>Presume-se	discriminatória	 a	despedida	de	 empregado	portador	do</p><p>vírus	HIV	ou	de	outra	doença	grave	que	suscite	estigma	ou	preconceito.</p><p>Inválido	o	ato,	o	empregado	tem	direito	à	reintegração	no	emprego.</p><p>Dispensa	fictícia	seguida	de	recontratação	(ato</p><p>fraudulento)</p><p>O	 Ministro	 de	 Estado	 do	 Trabalho	 e	 da	 Administração	 considera	 fraudulenta	 a</p><p>rescisão	 seguida	 de	 recontratação	 ou	 de	 permanência	 do	 trabalhador	 em	 serviço</p><p>quando	 ocorrida	 dentro	 dos	 90	 dias	 subsequentes	 à	 data	 em	 que	 formalmente	 a</p><p>rescisão	se	operou,	conforme	preceitua	a	Portaria	no	384,	de	19-6-1992	(DOU	22-6-</p><p>1992),	como	vemos	na	íntegra	a	seguir:</p><p>“PORTARIA	No	384,	DE	19	DE	JUNHO	DE	1992</p><p>O	 Ministro	 de	 Estado	 do	 Trabalho	 e	 da	 Administração,	 no	 uso	 das</p><p>atribuições	que	 lhe	são	conferidas	pelo	art.	87,	parágrafo	único,	 inciso	 II,</p><p>da	Constituição	Federal,	e	pelo	art.	6o,	inciso	IV,	alínea	‘a’,	e</p><p>CONSIDERANDO	a	necessidade	de	orientar	a	fiscalização	do	trabalho	no</p><p>sentido	de	coibir	a	prática	de	dispensas	fictícias,	seguidas	de	recontratação,</p><p>com	o	único	propósito	de	 facilitar	o	 levantamento	dos	depósitos	da	conta</p><p>vinculada	do	trabalhador	no	FGTS;</p><p>CONSIDERANDO	que	tal	procedimento	caracteriza-se	como	fraudulento,</p><p>não	só	em	razão	do	fracionamento	do	vínculo	de	emprego,	mas	também	em</p><p>decorrência	da	diminuição	de	recursos	do	Fundo	de	Garantia	do	Tempo	de</p><p>Serviço,	o	que	determina	correspondente	redução	de	importâncias	a	serem</p><p>aplicadas	 na	 construção	 de	 habitações	 populares,	 obras	 de	 saneamento</p><p>urbano	e	infraestrutura,	resolve:</p><p>Art.	1o	A	inspeção	do	trabalho	dará	tratamento	prioritário,	entre	os	atributos</p><p>de	 rotina,	 à	 constatação	 de	 casos	 simulados	 de	 rescisão	 do	 contrato	 de</p><p>trabalho	sem	 justa	causa,	 seguida	de	 recontratação	do	mesmo	 trabalhador</p><p>ou	 de	 sua	 permanência	 na	 empresa	 sem	 a	 formalização	 do	 vínculo,</p><p>presumindo,	em	tais	casos,	conduta	fraudulenta	do	empregador	para	fins	de</p><p>aplicação	dos	§§	2o	e	3o,	do	art.	23,	da	Lei	no	8.036,	de	11	de	maio	de	1990.</p><p>Art.	2o	Considera-se	fraudulenta	a	rescisão	seguida	de	recontratação	ou	de</p><p>permanência	 do	 trabalhador	 em	 serviço	 quando	 ocorrida	 dentro	 dos</p><p>noventa	dias	subsequentes	à	data	em	que	formalmente	a	rescisão	se	operou.</p><p>Art.	3o	Constatada	a	prática	da	rescisão	fraudulenta,	o	agente	da	 inspeção</p><p>do	trabalho	levantará	todos	os	casos	de	rescisão	ocorridos	nos	últimos	vinte</p><p>e	 quatro	 meses	 para	 verificar	 se	 a	 hipótese	 pode	 ser	 apenada	 em</p><p>conformidade	com	o	art.	1o	desta	Portaria.</p><p>Parágrafo	 único.	 O	 levantamento	 a	 que	 se	 refere	 este	 artigo	 envolverá</p><p>também	 a	 possibilidade	 de	 ocorrência	 de	 fraude	 ao	 seguro-desemprego,</p><p>hipótese	em	que	será	concomitantemente	aplicada	a	sanção	prevista	no	art.</p><p>25	da	Lei	no7.998,	de	11	de	janeiro	de	1990.</p><p>Art.	4o	Esta	Portaria	entra	em	vigor	na	data	de	sua	publicação,	revogadas	as</p><p>disposições	em	contrário.”</p><p>JOÃO	MELLÃO	NETO</p><p>5 Indenização	por	tempo	de	serviço</p><p>O	 empregador	 que,	 sem	 justa	 causa,	 despedir	 o	 empregado	 não	 optante	 anterior	 à</p><p>Constituição	será	obrigado	a	pagar-lhe	na	 rescisão	do	contrato	a	 indenização	de	um</p><p>mês	de	remuneração	por	ano	de	serviço	efetivo	ou	por	fração	igual	ou	superior	a	seis</p><p>meses.</p><p>Vejamos	o	que	preceitua	o	art.	14,	§§	1o	ao	4o,	da	Lei	no	8.036,	de	11-5-1990:</p><p>“Art.	14.	Fica	ressalvado	o	direito	adquirido	dos	trabalhadores	que,	à</p><p>data	da	promulgação	da	Constituição	Federal	de	1988,	já	tinham	direito	à</p><p>estabilidade	no	emprego,	nos	termos	do	Capítulo	V	do	Título	IV	da	CLT.</p><p>§	1o	O	 tempo	 do	 trabalhador	 não	 optante	 do	 FGTS,	 anterior	 a	 5	 de</p><p>outubro	 de	 1988,	 em	 caso	 de	 rescisão	 sem	 justa	 causa	 pelo	 empregador,</p><p>reger-se-á	 pelos	 dispositivos	 constantes	 dos	 arts.	 nos	 477,	 478	 e	 497	 da</p><p>CLT.</p><p>§	 2o	 O	 tempo	 de	 serviço	 anterior	 à	 atual	 Constituição	 poderá	 ser</p><p>transacionado	entre	empregador	e	empregado,	respeitando	o	limite	mínimo</p><p>de	60%	da	indenização	prevista.</p><p>§	3o	É	facultado	ao	empregador	desobrigar-se	da	responsabilidade	da</p><p>indenização	relativa	ao	tempo	de	serviço	anterior	à	opção,	depositando	na</p><p>conta	vinculada	do	trabalhador,	até	o	último	dia	útil	do	mês	previsto	em	lei</p><p>para	 o	 pagamento	 de	 salário,	 o	 valor	 correspondente	 à	 indenização,</p><p>aplicando-se	ao	depósito,	no	que	couber,	todas	as	disposições	desta	Lei.</p><p>§	4o	Os	trabalhadores	poderão,	a	qualquer	momento,	optar	pelo	FGTS</p><p>com	efeito	retroativo	a	1o	de	 janeiro	de	1967	ou	à	data	de	sua	admissão,</p><p>quando	posterior	àquela.”</p><p>Obs.:	 sobre	 a	 indenização	 por	 tempo	 de	 serviço	 não	 incide	 INSS,	 FGTS	 e	 IR	 (ver</p><p>prática	de	incidências	nos	pagamentos	feitos	a	empregados).</p><p>5.1 Indenização	adicional	do	empregado	dispensado</p><p>sem	justa	causa	no	período	de	30	dias	antes	da</p><p>correção	salarial	(art.	9o	das	Leis	nos	6.708/79	e</p><p>7.238/84)</p><p>O	empregador	que	dispensar	empregado	“sem	justa	causa,	no	período	de	30	 (trinta)</p><p>dias	 que	 antecede	 a	 data	 de	 sua	 correção	 salarial,	 dará	 direito	 a	 este	 à	 indenização</p><p>adicional	equivalente	a	um	salário	mensal”.</p><p>Com	referência	ao	Aviso-Prévio	Indenizado,	se	o	último	dia	do	aviso-prévio	cair</p><p>no	 período	 de	 30	 dias	 que	 antecede	 a	 correção	 salarial,	 esse	 fato	 gera	 direito	 à</p><p>indenização,	 posteriormente	 à	 saída	 física	 do	 empregado,	 considerando	 que	 esse</p><p>aviso-prévio	 fica	 integrado	 ao	período	de	 serviço,	 conforme	art.	 487,	 §	1o,	 da	 CLT.</p><p>Exemplo:	 suponha-se	 um	 empregado	 admitido	 em	 1o-7-2011,	 cuja	 correção	 salarial</p><p>ocorra	 a	 partir	 de	1o-9-2012	 e	 que	 tenha	 sido	 demitido	 sem	 justa	 causa	 com	 aviso-</p><p>prévio	indenizado	em	23-7-2012.	Apesar	de	sua	saída	física	em	24-7-2012,	o	período</p><p>correspondente	ao	prazo	do	aviso	integra	o	seu	tempo	de	serviço;	portanto,	o	término</p><p>do	aviso-prévio	ocorrerá	em	22-8-2012,	e	o	empregado	tem	direito	a	uma	indenização</p><p>adicional	 equivalente	 a	 um	 salário	mensal.	 Essa	 indenização	 não	 sofrerá</p><p>as	 Súmulas	 nos	 24,	 45	 e	 115	 do	 TST,	 também	 as	 horas	 extras</p><p>habitualmente	 prestadas	 são	 inseridas,	 integradas	 ou	 incluídas	 na	 indenização	 por</p><p>antiguidade,	 no	 cálculo	 da	 gratificação	 natalina	 (13o	 salário),	 das	 gratificações</p><p>semestrais	e	por	ocasião	das	férias.</p><p>Quanto	ao	bancário,	a	Súmula	no	102	do	TST	preceitua:</p><p>Súmula	no	102	do	TST</p><p>Bancário.	 Cargo	 de	 confiança	 (mantida)	 –	 Res.	 174/2011,	 DEJT</p><p>divulgado	em	27,	30	e	31-5-2011.</p><p>I	–	A	configuração,	ou	não,	do	exercício	da	função	de	confiança	a</p><p>que	 se	 refere	 o	 art.	 224,	 §	 2o,	 da	CLT,	 dependente	 da	 prova	 das	 reais</p><p>atribuições	do	empregado,	é	insuscetível	de	exame	mediante	recurso	de</p><p>revista	ou	de	embargos.	(ex-Súmula	no	204	–	RA	121/2003,	DJ	21-11-</p><p>2003)</p><p>II	–	O	bancário	que	exerce	a	função	a	que	se	refere	o	§	2o	do	art.	224</p><p>da	CLT	e	 recebe	gratificação	não	 inferior	a	um	 terço	de	seu	salário	 já</p><p>tem	remuneradas	as	duas	horas	extraordinárias	excedentes	de	seis.	(ex-</p><p>Súmula	no	166	–	RA	102/1982,	DJ	11-10-1982	e	DJ	15-10-1982)</p><p>III	–	Ao	bancário	exercente	de	cargo	de	confiança	previsto	no	art.</p><p>224,	§	2o,	da	CLT	são	devidas	as	7a	e	8a	horas,	como	extras,	no	período</p><p>em	que	se	verificar	o	pagamento	a	menor	da	gratificação	de	1/3.	(ex-OJ</p><p>no	288,	DJ	11-8-2003)</p><p>IV	–	O	bancário	 sujeito	 à	 regra	 do	 art.	 224,	 §	 2o,	 da	CLT	 cumpre</p><p>jornada	 de	 trabalho	 de	 8	 (oito)	 horas,	 sendo	 extraordinárias	 as</p><p>trabalhadas	além	da	oitava.	(ex-Súmula	no	232	–	RA	14/1985,	DJ	19-9-</p><p>1985)</p><p>V	 –	 O	 advogado	 empregado	 de	 banco,	 pelo	 simples	 exercício	 da</p><p>advocacia,	 não	 exerce	 cargo	 de	 confiança,	 não	 se	 enquadrando,</p><p>portanto,	 na	 hipótese	 do	 §	 2o	 do	 art.	 224	 da	 CLT.	 (ex-OJ	 no	 222	 –</p><p>Inserida	em	20-6-2001)</p><p>Nota	do	autor:</p><p>2.1</p><p>VI	–	O	caixa	bancário,	ainda	que	caixa	executivo,	não	exerce	cargo</p><p>de	confiança.	Se	perceber	gratificação	igual	ou	superior	a	um	terço	do</p><p>salário	do	posto	efetivo,	essa	remunera	apenas	a	maior	responsabilidade</p><p>do	cargo	e	não	as	duas	horas	extraordinárias	além	da	sexta.	(ex-Súmula</p><p>no	102	–	RA	66/1980,	DJ	18-6-1980	e	republicada	DJ	14-7-1980)</p><p>VII	–	O	bancário	exercente	de	função	de	confiança,	que	percebe	a</p><p>gratificação	 não	 inferior	 ao	 terço	 legal,	 ainda	 que	 norma	 coletiva</p><p>contemple	percentual	superior,	não	tem	direito	às	sétima	e	oitava	horas</p><p>como	extras,	mas	 tão	somente	às	diferenças	de	gratificação	de	função,</p><p>se	postuladas.	(ex-OJ	no	15	–	Inserida	em	14-3-1994)</p><p>Banco	de	horas:	com	a	nova	Lei	da	reforma	trabalhista,	art.	59,	§	5º,</p><p>da	CLT,	o	banco	de	horas	pode	ser	pactuado	em	acordo	individual,</p><p>tácito	 ou	 escrito,	 desde	 que	 a	 compensação	 ocorra	 no	 período</p><p>máximo	de	 seis	meses.	 Se	 for	 pactuado	via	 convenção	 coletiva,	 o</p><p>acordo	coletivo	de	trabalho	passa	a	ser	anual	(art.	611-A,	inciso	II,</p><p>da	CLT).</p><p>Integração	das	horas	extras	ao	repouso	semanal	e</p><p>feriado</p><p>De	acordo	com	a	Lei	no	605/49,	art.	7o,	alínea	b,	com	redação	dada	pela	Lei	no	7.415,</p><p>de	 9-12-1985,	 computam-se	 no	 cálculo	 do	 repouso	 semanal	 remunerado	 as	 horas</p><p>extraordinárias	habitualmente	prestadas.</p><p>Somam-se	as	horas	extras	da	semana	e	divide-se	o	resultado	pelo	número	de	dias</p><p>trabalhados;	tem-se	então	o	número	de	horas	extras	feitas	por	dia	útil.</p><p>Exemplo:	suponha-se	uma	empresa	que	trabalha	de	segunda	a	quinta-feira,</p><p>9h	por	dia	e	na	sexta-feira	8h,	compensando	o	sábado.	O	empregado</p><p>trabalhou	extraordinariamente	1	hora	na	segunda-feira,	1	hora	na	terça,	1</p><p>hora	na	quarta,	1	hora	na	quinta	e	2	horas	na	sexta-feira.</p><p>Somam-se:	1	+	1	+	1	+	1	+	2	=	6	horas	extras.</p><p>3</p><p>3.1</p><p>Divide-se	o	resultado	pelo	número	de	dias	úteis	da	semana:</p><p>6	÷	6	=	1</p><p>Soma-se	 1	 hora	 extra	 no	 total,	 6	 +	 1	 =	 7;	 tem-se,	 portanto,	 direito	 a	 7	 horas</p><p>durante	a	semana,	sendo	uma	de	repouso	remunerado	ou	feriado.</p><p>291	 –	 Horas	 extras.	 Habitualidade.	 Supressão.	 Indenização.	 (Revisão	 da</p><p>Súmula	no	76	–	Res.	1/1989,	DJ	14-4-1989.	Nova	redação	–	Res.	174/2011	–	DeJT	27-</p><p>5-2011)</p><p>“A	supressão	total	ou	parcial,	pelo	empregador,	de	serviço	suplementar</p><p>prestado	com	habitualidade,	durante	pelo	menos	1	(um)	ano,	assegura	ao</p><p>empregado	o	direito	à	indenização	correspondente	ao	valor	de	1	(um)	mês</p><p>das	horas	suprimidas,	total	ou	parcialmente,	para	cada	ano	ou	fração	igual</p><p>ou	superior	a	seis	meses	de	prestação	de	serviço	acima	da	jornada	normal.</p><p>O	 cálculo	 observará	 a	 média	 das	 horas	 suplementares	 dos	 últimos	 12</p><p>(doze)	meses	anteriores	à	mudança,	multiplicada	pelo	valor	da	hora	extra</p><p>do	dia	da	supressão.”</p><p>Remuneração	variável</p><p>Horas	extras</p><p>O	 empregado,	 sujeito	 a	 controle	 de	 horário,	 remunerado	 à	 base	 de	 comissões,	 tem</p><p>direito	 de,	 no	 mínimo,	 50%	 (cinquenta	 por	 cento)	 pelo	 trabalho	 em	 horas	 extras,</p><p>calculado	 sobre	 o	 valor	 das	 comissões	 recebidas	 no	 mês,	 considerando-se	 como</p><p>divisor	o	número	de	horas	efetivamente	trabalhadas.	(Súmula	no	340	do	TST,	com	a</p><p>nova	redação	dada	pela	Resolução	no	121,	de	28-10-2003.	Revisão	do	Enunciado	no</p><p>56)</p><p>Exemplo	prático:</p><p>Total	das	comissões	mensal:	R$	2.400,00</p><p>Jornada	efetivamente	trabalhada	no	mês:	176	horas</p><p>3.2</p><p>3.3</p><p>Horas	extras	realizadas	no	mês:	24	horas</p><p>Horas	efetivamente	trabalhadas	no	mês:	176	h	+	24	h	(horas	extras)	=	200</p><p>horas</p><p>Valor	hora	das	comissões:	R$	2.400,00	:	200	h	=	R$	12,00</p><p>Adicional	da	hora	extra	sobre	comissão:	R$	12,00	×	50%	(no	mínimo)	=</p><p>R$	6,00</p><p>Valor	hora	extra	da	comissão:	R$	6,00</p><p>Valor	a	ser	pago	=	R$	6,00	×	24	h	(número	de	horas	extras)	=	R$	144,00</p><p>Empregado	tem	um	valor	fixo	de	R$	1.760,00</p><p>Valor	fixo:	R$	1.760,00</p><p>Jornada	mensal:	220	horas</p><p>Valor	hora:	R$	1.760,00	:	220	horas	=	R$	8,00</p><p>Valor	da	hora	extra:	R$	8,00	+	50%	(no	mínimo)	=	R$	12,00</p><p>Valor	das	horas	extras	do	valor	fixo:	R$	12,00	×	24	h	=	R$	288,00</p><p>Valor	a	ser	pago	de	horas	extras:	R$	288,00	(parcela	fixa)	+	R$	144,00</p><p>(extras	das	comissões)	=	R$	432,00</p><p>Garantia	de	salário</p><p>Garantia	 de	 salário,	 nunca	 inferior	 ao	mínimo,	 para	 os	 que	 percebem	 remuneração</p><p>variável	(art.	7o,	inciso	VII,	da	Constituição	Federal).</p><p>Repouso	semanal	e	feriado	em	comissões</p><p>É	 devida	 a	 remuneração	 do	 repouso	 semanal	 e	 dos	 dias	 feriados	 ao	 empregado</p><p>comissionista,	ainda	que	pracista	(Súmula	TST	no	27).</p><p>Exemplo:	a	comissão	de	um	vendedor	no	mês	foi	de	R$	3.840,00;	nesse</p><p>mês,	houve	cinco	domingos	e	um	feriado.	Como	calcular	a	remuneração	do</p><p>repouso	semanal	e	feriado?</p><p>Deduzam-se	dos	30	dias	(mensalista)	os	seis	dias	de	repouso	semanal	e	o</p><p>feriado	=	24	dias;	divide-se	o	valor	da	comissão	pelos	24	dias;	multiplica-</p><p>3.3.1</p><p>se	o	resultado	pelos	seis	dias	e	soma-se	o	resultado	com	o	valor	da</p><p>comissão:</p><p>30	dias	–	6	(repouso	semanal	e	feriado)	=	24	dias</p><p>R$	3.840,00	÷	24	=	R$	160,00</p><p>R$	160,00	×	6	=	R$	960,00</p><p>A	remuneração	do	repouso	semanal	e	do	feriado	do	mês	é	de	R$	960,00</p><p>Valor	a	receber	no	mês:	R$	960,00	+	R$	3.840,00	=	R$	4.800,00</p><p>Cálculo	do	repouso	semanal	remunerado	em</p><p>percentual</p><p>Outra	 forma	 de	 calcular	 a	 remuneração	 do	 repouso	 semanal	 é	 achar	 um	 percentual</p><p>que,	 multiplicado	 pelo	 valor	 da	 comissão,	 obtém	 de	 imediato	 a	 remuneração	 do</p><p>repouso	semanal	remunerado.</p><p>1o	exemplo</p><p>No	mês,	o	empregado	teve	uma	comissão	de	R$	3.840,00</p><p>30	dias	no	mês,	com	cinco	domingos	e	um	feriado;	portanto,	são	24	dias</p><p>úteis	e	seis	dias	de	repouso	semanal.</p><p>6	÷	24%	=	25;	considerar	25%.</p><p>Comissão	de	R$	3.840,00	×	25%	=	R$	960,00</p><p>Repouso	semanal	remunerado	=	R$	960,00</p><p>Valor	a	receber	no	mês:	R$	960,00	+	R$	3.840,00	=	R$	4.800,00</p><p>2o	exemplo</p><p>30	dias	no	mês,	com	cinco	domingos;	portanto,	são	25	dias	úteis	e	cinco</p><p>dias	de	repouso	semanal.</p><p>5	÷	25%	=	20;	considerar	20%.</p><p>Comissão	de	R$	3.840,00	×	20%	=	R$	768,00</p><p>Repouso	semanal	remunerado	=	R$	768,00</p><p>4</p><p>Valor	a	receber	no	mês:	R$	768,00	+	R$	3.840,00	=	R$	4.608,00</p><p>3o	exemplo</p><p>30	dias	no	mês,	com	quatro	domingos;	portanto,	são	26	dias	úteis	e	quatro</p><p>dias	de	repouso	semanal.</p><p>4	÷	26%	=	15,384615;	considerar	15,384615%.</p><p>Comissão	de	R$	3.840,00	×	15,384615%	=	R$	590,76</p><p>Repouso	semanal	remunerado	=	R$	590,76</p><p>Valor	a	receber	no	mês:	R$	590,76	+	R$	3.840,00	=	R$	4.430,76</p><p>4o	exemplo</p><p>Empregado	trabalhou	14</p><p>dias	no	mês	e	durante	este	período	houve	dois</p><p>domingos;	portanto,	são	12	dias	úteis	e	dois	dias	de	repouso	semanal.	Sua</p><p>comissão	nesse	período	foi	de	R$	1.920,00.</p><p>2	÷	12%	=	16,666666;	considerar	16,666666%.</p><p>Comissão	de	R$	1.920,00	×	16,666666%	=	R$	320,00</p><p>Repouso	semanal	remunerado	=	R$	320,00</p><p>Valor	a	receber	no	período:	R$	320,00	+	R$	1.920,00	=	R$	2.240,00</p><p>Adicional	de	insalubridade</p><p>Serão	consideradas	atividades	ou	operações	insalubres	aquelas	que,	por	sua	natureza,</p><p>condições	 ou	 métodos	 de	 trabalho,	 exponham	 os	 empregados	 a	 agentes	 nocivos	 à</p><p>saúde,	acima	dos	limites	de	tolerância	fixados	em	razão	da	natureza	e	da	intensidade</p><p>do	agente	e	do	tempo	de	exposição	a	seus	efeitos.</p><p>Há	 três	 graus	 de	 insalubridade:	 máximo,	 médio	 e	 mínimo;	 os	 empregados	 que</p><p>trabalham	 em	 condições	 insalubres	 têm	 assegurada	 a	 percepção	 de	 adicional</p><p>respectivamente	de	40%,	20%	e	10%	do	salário	mínimo	(art.	192	da	CLT),	salvo	se,</p><p>por	 força	 de	 lei,	 convenção	 coletiva	 ou	 sentença	 normativa,	 percebem	 salário</p><p>profissional.	Nesse	caso,	o	adicional	será	calculado	com	base	no	salário	profissional.</p><p>(Vide	a	seguir	neste	Capítulo	a	Súmula	Vinculante	no	4	do	STF)</p><p>a.</p><p>b.</p><p>c.</p><p>d.</p><p>e.</p><p>Vide	 Lei	 no	 11.350/2006,	 art.	 9o-A,	 §	 3o	 e	 incisos	 I	 e	 II,	 incluído	 pela	 Lei	 no</p><p>13.342/2016	 –	 DOU	 de	 11/1/2017,	 que	 preceitua	 que	 o	 cálculo	 do	 adicional	 de</p><p>insalubridade	 seja	 calculado	 sobre	 “vencimento	 ou	 salário-base”.	 Embora	 seja	 Lei</p><p>específica	do	órgão	Competente	do	Poder	Executivo	Federal,	aos	agentes,	evocou	o</p><p>art.	192	da	CLT.</p><p>As	atividades	e	operações	 insalubres	estão	mencionadas	na	Portaria	no	3.214,	de</p><p>8-6-1978,	NR	15,	e	obedecem	a	normas	especiais.	São	elas:</p><p>exame	 médico	 a	 cada	 período	 ou	 a	 intervalos	 menores,	 a	 critério	 do	 médico</p><p>encarregado;</p><p>abreugrafia	ou	telerradiografia	de	tórax,	sempre	que	o	empregado	estiver	exposto</p><p>a	 qualquer	 tipo	 de	 poeira	 ou	 outro	 agente	 que	 possa	 causar	 danos	 ao	 aparelho</p><p>respiratório;</p><p>proibição	de	trabalho	de	menor	(art.	405,	inciso	I,	da	CLT);</p><p>licença	prévia	das	 autoridades	 competentes	 em	matéria	de	medicina	do	 trabalho</p><p>para	a	realização	de	hora	extra	(art.	60	da	CLT);</p><p>existência	de	um	lavatório	para	cada	10	trabalhadores,	conforme	Portaria	no	3.214,</p><p>de	8-6-1978,	NR	24.1.8.</p><p>Enquanto	 percebido,	 o	 adicional	 de	 insalubridade	 integra	 a	 remuneração	 para</p><p>todos	os	efeitos	legais	(Súmula	no	139	do	TST).</p><p>O	 cálculo	 do	 valor	 da	 hora	 extra	 para	 o	 empregado	 que	 recebe	 adicional	 de</p><p>insalubridade	 é	 feito	 considerando-se	o	 adicional	 de	 insalubridade;	 usa-se	 o	mesmo</p><p>critério	para	o	cálculo	de	horas	extras	de	trabalho	com	adicional	noturno.</p><p>Primeiro,	 calculam-se	 40%,	 20%	 ou	 10%	 do	 salário	 mínimo	 ou	 salário</p><p>profissional,	 somando-se	 com	o	 salário	 e,	 depois,	 a	 hora	 extra	 de	 50%	 (art.	 192	da</p><p>CLT).</p><p>Súmula	no	448	do	TST</p><p>ATIVIDADE	INSALUBRE	–	CARACTERIZAÇÃO	–	PREVISÃO	NA</p><p>NORMA	 REGULAMENTADORA	 No	 15	 DA	 PORTARIA	 DO</p><p>MINISTÉRIO	 DO	 TRABALHO	 No	 3.214/78.	 INSTALAÇÕES</p><p>SANITÁRIAS.	(conversão	da	Orientação	Jurisprudencial	no	4	da	SBDI-</p><p>1	com	nova	redação	do	item	II)	–	Res.	194/2014,	DEJT	divulgado	em</p><p>21,	22	e	23.05.2014.</p><p>I	–	Não	basta	a	constatação	da	insalubridade	por	meio	de	laudo	pericial</p><p>para	 que	 o	 empregado	 tenha	 direito	 ao	 respectivo	 adicional,	 sendo</p><p>necessária	 a	 classificação	 da	 atividade	 insalubre	 na	 relação	 oficial</p><p>elaborada	pelo	Ministério	do	Trabalho.</p><p>II	–	A	higienização	de	instalações	sanitárias	de	uso	público	ou	coletivo</p><p>de	grande	circulação,	e	a	respectiva	coleta	de	lixo,	por	não	se	equiparar</p><p>à	limpeza	em	residências	e	escritórios,	enseja	o	pagamento	de	adicional</p><p>de	insalubridade	em	grau	máximo,	incidindo	o	disposto	no	Anexo	14	da</p><p>NR-15	 da	 Portaria	 do	 MTE	 no	 3.214/78	 quanto	 à	 coleta	 e</p><p>industrialização	de	lixo	urbano.</p><p>Súmula	no	264	do	TST</p><p>HORA	 SUPLEMENTAR	 –	 CÁLCULO	 –	 A	 remuneração	 do	 serviço</p><p>suplementar	é	composta	do	valor	da	hora	normal,	integrado	das	parcelas</p><p>de	natureza	 salarial	 e	 acrescido	do	adicional	previsto	em	 lei,	 contrato,</p><p>acordo	ou	convenção	coletiva	ou	sentença	normativa	(DJU,	30-10,	3	e</p><p>4-11-1986).</p><p>Súmula	Vinculante	no	4	do	STF</p><p>SALVO	 NOS	 CASOS	 PREVISTOS	 NA	 CONSTITUIÇÃO,	 O</p><p>SALÁRIO	MÍNIMO	NÃO	PODE	SER	USADO	COMO	INDEXADOR</p><p>DE	BASE	DE	CÁLCULO	E	VANTAGEM	DE	SERVIDOR	PÚBLICO</p><p>OU	DE	 EMPREGADO,	NEM	SER	 SUBSTITUÍDO	 POR	DECISÃO</p><p>JUDICIAL.</p><p>Fonte	de	Publicação</p><p>DJe	no	83/2008,	p.	1,	em	9-5-2008.</p><p>DO	de	9-5-2008,	p.	1.</p><p>Legislação</p><p>Constituição	Federal	de	1988,	art.	7o,	 IV	e	XXIII,	art.	39,	§	1o	 e	§	3o,</p><p>art.42,	§	1o,	art.	142,	§	3o,	X.”</p><p>Súmula	no	228	DO	TST</p><p>ADICIONAL	DE	INSALUBRIDADE.	BASE	DE	CÁLCULO	(redação</p><p>alterada	 na	 sessão	 do	 Tribunal	 Pleno	 em	 26-6-2008).	 (Res.	 148/2008,</p><p>DJ	4	e	7-7-2008	–	Republicada	DJ	8,	9	e	10-7-2008.	SÚMULA	CUJA</p><p>EFICÁCIA	 ESTÁ	 SUSPENSA	 POR	 DECISÃO	 LIMINAR	 DO</p><p>SUPREMO	TRIBUNAL	FEDERAL.	Res.	185/2012.	DEJT	divulgado	em</p><p>25,	26	e	27-9-2012.)</p><p>A	 partir	 de	 9	 de	 maio	 de	 2008,	 data	 da	 publicação	 da	 Súmula</p><p>Vinculante	 no	 4	 do	 Supremo	 Tribunal	 Federal,	 o	 adicional	 de</p><p>insalubridade	será	calculado	sobre	o	salário	básico,	salvo	critério	mais</p><p>vantajoso	fixado	em	instrumento	coletivo.</p><p>O	 presidente	 do	 Supremo	 Tribunal	 Federal,	 ministro	 Gilmar</p><p>Mendes,	 suspendeu	 a	 parte	 do	dispositivo	que	permite	 a	 utilização	do</p><p>salário	base	no	cálculo	do	adicional,	“a	nova	redação	estabelecida	para</p><p>Súmula	 228/TST	 revela	 aplicação	 indevida	 da	 Súmula	 Vinculante	 4,</p><p>porquanto	permite	a	substituição	do	salário	mínimo	pelo	salário	básico</p><p>no	cálculo	do	adicional	de	insalubridade	sem	base	normativa”.</p><p>A	 liminar	 concedida	 no	 dia	 15	 de	 julho,	 em	 atendimento	 à</p><p>Reclamação	 Constitucional	 no	 6.266,	 apresentada	 ao	 STF	 pela</p><p>Confederação	 Nacional	 da	 Indústria.	 A	 CNI	 sustenta,	 entre	 outras</p><p>alegações,	 que	 a	 Súmula	 228	 estaria	 em	 desacordo	 com	 a	 Súmula</p><p>Vinculante	no	4	do	STF,	que	vedou	a	utilização	do	salário	mínimo	como</p><p>indexador	 de	 base	 de	 cálculo	 de	 vantagem	 de	 servidor	 público	 ou	 de</p><p>empregado,	bem	como	proibiu	a	sua	substituição	por	decisão	judicial.</p><p>FUNDAMENTO	ADOTADO	PELA	SÉTIMA	TURMA</p><p>DO	TST</p><p>4	TST	–	Insalubridade:	Sétima	Turma	aplica	o	salário	mínimo	como	base	de	cálculo</p><p>27-5-2008.</p><p>A	 Súmula	 Vinculante	 no	 4	 do	 Supremo	 Tribunal	 Federal	 reconheceu	 a</p><p>inconstitucionalidade	 da	 utilização	 do	 salário	 mínimo	 como	 base	 de	 cálculo	 do</p><p>adicional	 de	 insalubridade,	 mas	 vedou	 a	 substituição	 desse	 parâmetro	 por	 decisão</p><p>5</p><p>judicial.	Até	que	o	novo	critério	seja	adotado,	por	lei	ou	por	negociação	coletiva,	ele</p><p>continuará	a	ser	aplicado	quando	a	categoria	não	tiver	piso	salarial.	Esse	fundamento</p><p>foi	 adotado	 pela	 Sétima	 Turma	 do	 Tribunal	 do	 Trabalho	 em	 duas	 decisões	 sobre	 a</p><p>matéria.</p><p>Diante	do	exposto,	entendemos	que	quando	existir	salário	profissional,	será	sobre</p><p>este	 calculado,	 ou,	 tendo	 piso	 salarial/salário	 normativo,	 também	 sobre	 este	 será</p><p>calculado.</p><p>Como	o	salário	básico	está	suspenso	pelo	STF,	a	sétima	turma	do	TST	aplica	o</p><p>salário	 mínimo	 quando	 não	 tem	 salário	 profissional,	 ou	 salário	 normativo/piso</p><p>salarial.</p><p>Como	 o	 assunto	 ficou	 muito	 controverso,	 sugerimos	 que	 deve	 ser	 objeto	 de</p><p>negociação	entre	categoria	econômica	e	profissional.</p><p>EXCLUSÃO	DO	PAGAMENTO	DO	ADICIONAL	DE</p><p>INSALUBRIDADE</p><p>Súmula	no	80	do	TST</p><p>A	 eliminação	 da	 insalubridade,	 pelo	 fornecimento	 de	 aparelhos</p><p>protetores	aprovados	pelo	órgão	competente	do	Poder	Executivo,	exclui</p><p>a	percepção	do	adicional	respectivo.</p><p>Adicional	de	periculosidade</p><p>São	 consideradas	 atividades	 ou	 operações	 perigosas,	 na	 forma	 da	 regulamentação</p><p>aprovada	pelo	Ministério	do	Trabalho,	aquelas	que,	por	sua	natureza	ou	métodos	de</p><p>trabalho,	 impliquem	 o	 contato	 permanente	 com	 inflamáveis	 ou	 explosivos,	 em</p><p>condições	de	risco	acentuado.</p><p>O	empregado	que	trabalha	em	condições	de	periculosidade	recebe	um	adicional	de</p><p>30%	 sobre	 o	 salário	 efetivo,	 não	 incidindo	 esse	 percentual	 sobre	 gratificações,</p><p>prêmios	ou</p><p>participações	nos	lucros	da	empresa.</p><p>Se	 o	 empregado	 trabalhar	 em	 serviço	 insalubre	 e	 perigoso,	 deverá	 optar	 pelo</p><p>adicional	de	um	dos	dois.</p><p>A	 caracterização	 e	 a	 classificação	 de	 insalubridade	 ou	 periculosidade,	 segundo</p><p>normas	do	Ministério	do	Trabalho,	serão	feitas	por	meio	de	perícia	a	cargo	de	Médico</p><p>do	Trabalho	ou	Engenheiro	do	Trabalho,	registrado	no	Ministério	do	Trabalho.</p><p>É	 proibido	 o	 trabalho	 do	menor	 em	 serviços	 perigosos	 ou	 insalubres,	 conforme</p><p>quadros	aprovados	pelo	Ministério	do	Trabalho.</p><p>É	 importante	notar	que	o	 adicional	de	periculosidade	é	de	30%	sobre	o	 salário-</p><p>base	e	não	sobre	o	salário	mínimo.</p><p>Exemplo:</p><p>Salário-base	=	R$	1.600,00	+	adicional	de	periculosidade</p><p>30%	=	R$	480,00</p><p>Total	=	R$	2.080,00</p><p>Súmula	no	191	do	TST</p><p>ADICIONAL	 DE	 PERICULOSIDADE.	 INCIDÊNCIA.	 BASE	 DE</p><p>CÁLCULO	 (cancelada	 a	 parte	 final	 da	 antiga	 redação	 e	 inseridos	 os</p><p>itens	II	e	III)	Res.	214/2016,	DEJT	divulgado	em	30-11-2016	e	1o	e	2-</p><p>12-2016.</p><p>I	–	O	adicional	de	periculosidade	incide	apenas	sobre	o	salário	básico	e</p><p>não	sobre	este	acrescido	de	outros	adicionais.</p><p>II	 –	 O	 adicional	 de	 periculosidade	 do	 empregado	 eletricitário,</p><p>contratado	sob	a	égide	da	Lei	no	7.369/1985,	deve	ser	calculado	sobre	a</p><p>totalidade	 das	 parcelas	 de	 natureza	 salarial.	 Não	 é	 válida	 norma</p><p>coletiva	 mediante	 a	 qual	 se	 determina	 a	 incidência	 do	 referido</p><p>adicional	sobre	o	salário	básico.</p><p>III	–	A	alteração	da	base	de	cálculo	do	adicional	de	periculosidade	do</p><p>eletricitário	 promovida	 pela	 Lei	 no	 12.740/2012	 atinge	 somente</p><p>contrato	 de	 trabalho	 firmado	 a	 partir	 de	 sua	 vigência,	 de	modo	 que,</p><p>nesse	 caso,	 o	 cálculo	 será	 realizado	 exclusivamente	 sobre	 o	 salário</p><p>6</p><p>básico,	conforme	determina	o	§	1o	do	art.	193	da	CLT.</p><p>A	partir	da	no	Lei	12.740,	de	8-12-2012,	DOU	de	10-12-2012,	o	cálculo</p><p>será	realizado	exclusivamente	sobre	o	salário	básico,	conforme	preceitua	o	§</p><p>1o	 do	 art.	 193	 da	CLT.	Exemplo:	 o	 empregado	 eletricitário,	 admitido	 após</p><p>9/12/2012,	fez	30	horas	extras	durante	o	mês	e	ganha	por	hora	R$	8,00;	com</p><p>os	50%	do	adicional	extraordinário,	a	hora	extra	é	de	R$	12,00.	O	adicional</p><p>incide	apenas	sobre	o	valor	hora	base	(R$	8,00)	e	não	sobre	R$	12,00.</p><p>Portanto,	temos	30h	×	R$	2,40	(30%	de	R$	8,00)	=	72,00	e	não	30h	×	R$</p><p>3,60	 (30%	 de	 R$	 12,00)	 =	 R$	 108,00;	 não	 devemos	 considerar	 o	 valor</p><p>adicional	extra.</p><p>Valor	correto	a	ser	considerado:	R$	72,00.</p><p>Para	 o	 empregado	 eletricitário	 admitido	 sob	 a	 égide	 da	 Lei	 no</p><p>7.369/1985,	até	a	Lei	no	12.740/2012,	aplica-se	sobre	o	total	das	parcelas,	ou</p><p>seja,	 sobre	 o	 valor-hora	 base,	 R$	 3,60,	 ficando	 o	 valor	 correto	 a	 ser</p><p>considerado:	R$	108,00.</p><p>Adicional	noturno</p><p>Tem	direito	 ao	 adicional	 noturno	 o	 empregado	 que	 trabalha	 no	 período	 entre	 as	 22</p><p>horas	de	um	dia	e	as	5	horas	do	dia	seguinte:</p><p>O	adicional	noturno	é	de	20%,	pelo	menos,	sobre	a	hora	diurna.</p><p>Exemplo:	um	empregado	trabalha	das	15h	até	as	23h45min	com	1h	de</p><p>descanso	e	ganha	R$	9,00	por	hora.	Cálculo:	2	horas	por	dia	com	20%	de</p><p>adicional	noturno.	Tem-se,	então,	6	horas,	ganhando	R$	9,00	por	hora	e	2</p><p>horas,	ganhando	R$	10,80	por	hora,	sendo:	R$	9,00	+	1,80	de	adicional</p><p>noturno.</p><p>A	hora	do	trabalho	noturno	é	de	52	minutos	e	30	segundos	(art.	73,	§</p><p>1o,	da	CLT).</p><p>Exemplo:	um	empregado	que	trabalha	das	22h	às	5h	perfaz	um	total	de	8</p><p>horas	(7	horas	×	60min	=	420min	÷	52,5	=	8).	Nos	horários	mistos	que</p><p>abrangem	períodos	diurnos	e	noturnos,	aplicam-se	as	horas	de	trabalho</p><p>noturno,	ou	seja,	a	hora	de	52	minutos	e	30	segundos	(§	4o	do	art.	73	da</p><p>CLT),	para	período	noturno.</p><p>As	Súmulas	nos	214	e	313,	do	Supremo	Tribunal	Federal,	e	as	Súmulas</p><p>nos	60,	112	e	265,	do	Tribunal	Superior	do	Trabalho,	preceituam:</p><p>Súmula	no	214	do	STF</p><p>A	duração	legal	da	hora	de	serviço	noturno	(52	minutos	e	30	segundos)</p><p>constitui	vantagem	suplementar,	que	não	dispensa	o	salário	adicional.</p><p>Súmula	no	313	do	STF</p><p>Provada	 a	 identidade	 entre	 o	 trabalho	 diurno	 e	 noturno,	 é	 devido	 o</p><p>adicional,	 quanto	 a	 este,	 sem	 a	 limitação	 do	 art.	 73,	 §	 3o,	 da	 CLT,</p><p>independentemente	da	natureza	da	atividade	do	empregador.</p><p>Súmula	no	60	do	TST</p><p>ADICIONAL	 NOTURNO.	 Integração	 no	 salário	 e	 prorrogação	 em</p><p>horário	diurno.	(incorporada	a	Orientação	Jurisprudencial	no	6	da	SDI-1</p><p>–	Res.	129/05	–	DJ	20-4-2005)</p><p>I	–	O	adicional	noturno,	pago	com	habitualidade,	 integra	o	 salário</p><p>do	empregado	para	todos	os	efeitos.	(ex-Súmula	no	60	–	RA	105/1974,</p><p>DJ	24-10-1974)</p><p>II	 –	 Cumprida	 integralmente	 a	 jornada	 no	 período	 noturno	 e</p><p>prorrogada	 esta,	 devido	 é	 também	 o	 adicional	 quanto	 às	 horas</p><p>prorrogadas.	Exegese	do	art.	73,	§	5o,	da	CLT.	(ex-OJ	no	06	–	Inserida</p><p>em	25-11-1996)</p><p>Súmula	no	112	do	TST</p><p>O	 trabalho	 noturno	 dos	 empregados	 nas	 atividades	 de	 exploração,</p><p>7</p><p>perfuração,	 preparação,	 produção	 e	 refinação	 de	 petróleo,</p><p>industrialização	de	xisto,	indústria	petroquímica	e	transporte	de	petróleo</p><p>e	 seus	 derivados	 por	meio	 de	 dutos,	 é	 regulado	pela	Lei	 no	5.811,	 de</p><p>1972,	não	se	lhe	aplicando	a	hora	reduzida	de	52’30”	do	art.	73,	§	2o	da</p><p>CLT.</p><p>Súmula	no	265	do	TST</p><p>ADICIONAL	 NOTURNO	 –	 alteração	 do	 turno	 de	 trabalho	 –</p><p>possibilidade	de	 supressão	–	A	 transferência	para	o	período	diurno	de</p><p>trabalho	implica	a	perda	do	direito	ao	adicional	noturno.</p><p>Desconto	nos	rendimentos	do	empregado	para	o	INSS</p><p>A	contribuição	de	cada	segurado	empregado,	filiado	ao	Instituto	Nacional	do	Seguro</p><p>Social,	inclusive	o	doméstico	e	o	avulso	a	partir	de	1o	de	janeiro	de	2013,	é	de	8%,	9%</p><p>e	11%,	de	acordo	com	o	salário	de	contribuição.</p><p>O	 INSS	 incide	 sobre	 o	 salário	 mais	 horas	 extras,	 adicional	 de	 insalubridade,</p><p>periculosidade,	 adicional	 noturno,	 diárias	 para	 viagem	 acima	 de	 50%	 do	 salário</p><p>percebido,	13o	salário	e	outros	valores	admitidos	em	lei	pela	previdência	social.	Esse</p><p>valor	é	descontado	na	folha	de	pagamento.</p><p>A	contribuição	do	empregado	das	microempresas	também	será	igual	aos	demais,</p><p>conforme	art.	20,	§	2o,	da	Lei	no	8.212/91,	alterada	pela	Lei	no	8.620,	de	5-1-1993.</p><p>Há	um	limite	máximo	para	o	desconto	do	INSS.	Quando	o	empregado	ganhar	um</p><p>valor	superior	ao	limite	máximo	(teto),	só	se	poderá	descontar-lhe	do	salário	o	limite</p><p>estabelecido.</p><p>O	 limite	 máximo	 é	 apenas	 para	 o	 segurado	 empregado;	 a	 empresa	 recolhe	 a</p><p>contribuição	previdenciária	sobre	o	total	da	folha	de	salários.</p><p>Exemplo:</p><p>CONTRIBUIÇÃO	DOS	EMPREGADOS	E	TRABALHADORES</p><p>AVULSOS</p><p>Conforme	Portaria	do	MF	no	8,	de	13-1-2017	–	DOU	de	16-1-2017,	a</p><p>7.1</p><p>tabela	de	alíquota	é	a	seguinte:</p><p>CONTRIBUIÇÃO	DOS	SEGURADOS	EMPREGADO,	EMPREGADO</p><p>DOMÉSTICO	E	TRABALHADOR	AVULSO	A	PARTIR	DE	JANEIRO/2017</p><p>Salário	de	contribuição	(R$) Alíquota	para	fins	de	recolhimento	ao	INSS</p><p>(%)</p><p>até	1.659,38</p><p>de	1.659,39	até	2.765,66</p><p>de	2.765,67	até	5.531,31</p><p>8,00</p><p>9,00</p><p>11,00</p><p>Obrigatoriedade	de	contribuição	do	INSS	ao</p><p>aposentado</p><p>A	partir	da	competência	agosto	de	1995,	o	aposentado	que	estiver	exercendo	ou	que</p><p>voltar	 a	 exercer	 atividade	 abrangida	 pelo	 Regime	 Previdenciário	 é	 segurado</p><p>obrigatório	em	relação	a	essa	atividade,	ficando	sujeito	às	contribuições	para	fins	de</p><p>custeio	da	Seguridade	Social,	conforme	preceitua	o	art.	12,	§	4o,	da	Lei	no	8.212/91,</p><p>alterada	pela	Lei	no	9.032,	de	28-4-1995.</p><p>Diante	do	exposto,	os	aposentados	por	 idade	ou	por	 tempo	de	serviço	não	estão</p><p>isentos	de	contribuir	para	a	Previdência	Social.</p><p>Transcrevemos	a	seguir	a	Portaria	do	Ministro	de	Estado	da	Fazenda	no	8,	de	13-</p><p>1-2017	 –	DOU	 de	 16-1-2017,	 que	 dispõe	 sobre	 o	 reajuste	 do	 INSS	 e	 dos	 demais</p><p>valores	constantes	do	Regulamento	da	Previdência	Social,	aplicável	a	partir	de	1o	de</p><p>janeiro	de	2017.</p><p>PORTARIA	No	8,	DE	13	DE	JANEIRO	DE	2017	–	DOU	de	16-1-2017</p><p>Dispõe	 sobre	 o	 reajuste	 dos	 benefícios	 pagos	 pelo</p><p>Instituto	Nacional	do	Seguro	Social	–	INSS	e	dos	demais</p><p>valores	constantes	do	Regulamento	da	Previdência	Social</p><p>–	RPS.</p><p>O	MINISTRO	DE	ESTADO	DA	FAZENDA,	 no	 uso	 da	 atribuição	 que</p><p>lhe	 confere	 o	 inciso	 II	 do	 parágrafo	 único	 do	 art.	 87	 da	 Constituição,</p><p>e</p><p>tendo	 em	 vista	 o	 disposto	 na	 Emenda	 Constitucional	 no	 20,	 de	 15	 de</p><p>dezembro	de	1998;	na	Emenda	Constitucional	no	41,	de	19	de	dezembro	de</p><p>2003;	na	Lei	no	8.212,	de	24	de	julho	de	1991;	no	art.	41-A	da	Lei	no	8.213,</p><p>de	 24	 de	 julho	 de	 1991;	 na	 Lei	 no	 13.152,	 de	 29	 de	 julho	 de	 2015;	 no</p><p>Decreto	 no	 8.948,	 de	 29	 de	 dezembro	 de	 2016;	 e	 no	 Regulamento	 da</p><p>Previdência	Social	–	RPS,	aprovado	pelo	Decreto	no	3.048,	de	6	de	maio	de</p><p>1999,	resolvem:</p><p>Art.	 1o	 Os	 benefícios	 pagos	 pelo	 Instituto	 Nacional	 do	 Seguro	 Social	 –</p><p>INSS	serão	reajustados,	a	partir	de	1o	de	 janeiro	de	2017,	em	6,58%	(seis</p><p>inteiros	e	cinquenta	e	oito	décimos	por	cento).</p><p>§	1o	Os	benefícios	a	que	se	refere	o	caput,	com	data	de	início	a	partir	de	1o</p><p>de	 fevereiro	 de	 2016,	 serão	 reajustados	 de	 acordo	 com	 os	 percentuais</p><p>indicados	no	Anexo	I	desta	Portaria.</p><p>§	2o	Para	os	benefícios	majorados	por	força	da	elevação	do	salário	mínimo</p><p>para	R$	937,00	(novecentos	e	trinta	e	sete	reais),	o	referido	aumento	deverá</p><p>ser	descontado	quando	da	aplicação	do	reajuste	de	que	tratam	o	caput	e	o	§</p><p>1o.</p><p>§	3o	Aplica-se	o	disposto	neste	artigo	às	pensões	especiais	pagas	às	vítimas</p><p>da	síndrome	da	talidomida,	aos	portadores	de	hanseníase	de	que	trata	a	Lei</p><p>no	11.520,	de	18	de	setembro	de	2007,	e	ao	auxílio	especial	mensal	de	que</p><p>trata	o	inciso	II	do	art.	37	da	Lei	no	12.663,	de	5	de	junho	de	2012.</p><p>Art.	2o	A	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017,	o	salário	de	benefício	e	o	salário</p><p>de	contribuição	não	poderão	ser	inferiores	a	R$	937,00	(novecentos	e	trinta</p><p>e	sete	reais),	nem	superiores	a	R$	5.531,31	(cinco	mil	quinhentos	e	trinta	e</p><p>um	reais	e	trinta	e	um	centavos).</p><p>Art.	3o	A	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017:</p><p>I	 –	 não	 terão	 valores	 inferiores	 a	 R$	 937,00	 (novecentos	 e	 trinta	 e	 sete</p><p>reais),	os	benefícios:</p><p>a)	 de	 prestação	 continuada	 pagos	 pelo	 INSS	 correspondentes	 a</p><p>aposentadorias,	auxílio-doença,	auxílio-reclusão	(valor	global)	e	pensão	por</p><p>morte	(valor	global);</p><p>b)	de	aposentadorias	dos	aeronautas,	concedidas	com	base	na	Lei	no	3.501,</p><p>de	21	de	dezembro	de	1958;	e</p><p>c)	de	pensão	especial	paga	às	vítimas	da	síndrome	da	talidomida;</p><p>II	–	os	valores	dos	benefícios	concedidos	ao	pescador,	ao	mestre	de	rede	e</p><p>ao	patrão	de	pesca	com	as	vantagens	da	Lei	no	1.756,	de	5	de	dezembro	de</p><p>1952,	deverão	corresponder,	respectivamente,	a	1	(uma),	2	(duas)	e	3	(três)</p><p>vezes	o	valor	de	R$	937,00	(novecentos	e	trinta	e	sete	reais),	acrescidos	de</p><p>20%	(vinte	por	cento);</p><p>III	 –	 o	 benefício	 devido	 aos	 seringueiros	 e	 seus	 dependentes,	 concedido</p><p>com	base	na	Lei	no	7.986,	de	28	de	dezembro	de	1989,	terá	valor	igual	a	R$</p><p>1.874,00	(um	mil	oitocentos	e	setenta	e	quatro	reais);</p><p>IV	–	é	de	R$	937,00	(novecentos	e	trinta	e	sete	reais),	o	valor	dos	seguintes</p><p>benefícios	assistenciais	pagos	pela	Previdência	Social:</p><p>a)	 pensão	 especial	 paga	 aos	 dependentes	 das	 vítimas	 de	 hemodiálise	 da</p><p>cidade	de	Caruaru	no	Estado	de	Pernambuco;</p><p>b)	amparo	social	ao	idoso	e	à	pessoa	portadora	de	deficiência;	e</p><p>c)	renda	mensal	vitalícia.</p><p>Art.	 4o	 O	 valor	 da	 cota	 do	 salário-família	 por	 filho	 ou	 equiparado	 de</p><p>qualquer	condição,	até	14	(quatorze)	anos	de	idade,	ou	inválido	de	qualquer</p><p>idade,	a	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017,	é	de:</p><p>I	–	R$	44,09	(quarenta	e	quatro	reais	e	nove	centavos)	para	o	segurado	com</p><p>remuneração	mensal	 não	 superior	 a	 R$	 859,88	 (oitocentos	 e	 cinquenta	 e</p><p>nove	reais	e	oitenta	e	oito	centavos);</p><p>II	 –	 R$	 31,07	 (trinta	 e	 um	 reais	 e	 sete	 centavos)	 para	 o	 segurado	 com</p><p>remuneração	mensal	 superior	a	R$	859,88	 (oitocentos	e	cinquenta	e	nove</p><p>reais	e	oitenta	e	oito	centavos)	e	 igual	ou	 inferior	a	R$	1.292,43	 (um	mil</p><p>duzentos	e	noventa	e	dois	reais	e	quarenta	e	três	centavos).</p><p>§	1o	Para	fins	do	disposto	neste	artigo,	considera-se	remuneração	mensal	do</p><p>segurado	 o	 valor	 total	 do	 respectivo	 salário	 de	 contribuição,	 ainda	 que</p><p>resultante	 da	 soma	 dos	 salários	 de	 contribuição	 correspondentes	 a</p><p>atividades	simultâneas.</p><p>§	2o	O	direito	à	cota	do	salário-família	é	definido	em	razão	da	remuneração</p><p>que	seria	devida	ao	empregado	no	mês,	independentemente	do	número	de</p><p>dias	efetivamente	trabalhados.</p><p>§	 3o	 Todas	 as	 importâncias	 que	 integram	 o	 salário	 de	 contribuição	 serão</p><p>consideradas	 como	 parte	 integrante	 da	 remuneração	 do	 mês,	 exceto	 o</p><p>décimo	terceiro	salário	e	o	adicional	de	férias	previsto	no	 inciso	XVII	do</p><p>art.	7o	da	Constituição,	para	efeito	de	definição	do	direito	à	cota	do	salário-</p><p>família.</p><p>§	 4o	 A	 cota	 do	 salário-família	 é	 devida	 proporcionalmente	 aos	 dias</p><p>trabalhados	nos	meses	de	admissão	e	demissão	do	empregado.</p><p>Art.	5o	O	auxílio-reclusão,	a	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017,	será	devido	aos</p><p>dependentes	do	segurado	cujo	salário	de	contribuição	seja	igual	ou	inferior</p><p>a	R$	 1.292,43	 (um	mil	 duzentos	 e	 noventa	 e	 dois	 reais	 e	 quarenta	 e	 três</p><p>centavos),	 independentemente	 da	 quantidade	 de	 contratos	 e	 de	 atividades</p><p>exercidas.</p><p>§	 1o	 Se	 o	 segurado,	 embora	 mantendo	 essa	 qualidade,	 não	 estiver	 em</p><p>atividade	 no	mês	 da	 reclusão,	 ou	 nos	meses	 anteriores,	 será	 considerado</p><p>como	remuneração	o	seu	último	salário	de	contribuição.</p><p>§	 2o	 Para	 fins	 do	 disposto	 no	 §	 1o,	 o	 limite	 máximo	 do	 valor	 da</p><p>remuneração	para	verificação	do	direito	ao	benefício	será	o	vigente	no	mês</p><p>a	que	corresponder	o	salário	de	contribuição	considerado.</p><p>Art.	6o	A	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017,	será	incorporada	à	renda	mensal</p><p>dos	 benefícios	 de	 prestação	 continuada	 pagos	 pelo	 INSS,	 com	 data	 de</p><p>início	 no	 período	 de	 1o	 janeiro	 de	 2016	 a	 31	 de	 dezembro	 de	 2016,	 a</p><p>diferença	 percentual	 entre	 a	 média	 dos	 salários	 de	 contribuição</p><p>considerados	no	cálculo	do	salário	de	benefício	e	o	limite	máximo	em	vigor</p><p>no	período,	exclusivamente	nos	casos	em	que	a	referida	diferença	resultar</p><p>positiva,	observado	o	disposto	no	§	1o	do	art.	1o	e	o	limite	de	R$	5.531,31</p><p>(cinco	mil	quinhentos	e	trinta	e	um	reais	e	trinta	e	um	centavos).</p><p>Art.	7o	A	contribuição	dos	segurados	empregado,	 inclusive	o	doméstico	e</p><p>do	 trabalhador	 avulso,	 relativamente	aos	 fatos	geradores	que	ocorrerem	a</p><p>partir	da	competência	janeiro	de	2017,	será	calculada	mediante	a	aplicação</p><p>da	 correspondente	 alíquota,	 de	 forma	 não	 cumulativa,	 sobre	 o	 salário	 de</p><p>contribuição	mensal,	de	acordo	com	a	 tabela	constante	do	Anexo	II	desta</p><p>Portaria.</p><p>Art.	8o	A	partir	de	1o	de	janeiro	de	2017:</p><p>I	–	o	valor	a	ser	multiplicado	pelo	número	 total	de	pontos	 indicadores	da</p><p>natureza	do	grau	de	dependência	resultante	da	deformidade	física,	para	fins</p><p>de	definição	da	renda	mensal	 inicial	da	pensão	especial	devida	às	vítimas</p><p>da	 síndrome	 da	 talidomida,	 é	 de	 R$	 426,53	 (quatrocentos	 e	 vinte	 e	 seis</p><p>reais	e	cinquenta	e	três	centavos);</p><p>II	–	o	valor	da	diária	paga	ao	segurado	ou	dependente	pelo	deslocamento,</p><p>por	determinação	do	 INSS,	para	 submeter-se	 a	 exame	médico-pericial	 ou</p><p>processo	 de	 reabilitação	 profissional,	 em	 localidade	 diversa	 da	 de	 sua</p><p>residência,	é	de	R$	92,43	(noventa	e	dois	reais	e	quarenta	e	três	centavos);</p><p>III	–	o	valor	da	multa	pelo	descumprimento	das	obrigações,	 indicadas	no</p><p>caput	do	art.	287	do	Regulamento	da	Previdência	Social	(RPS),	varia	de	R$</p><p>300,49	(trezentos	reais	e	quarenta	e	nove	centavos)	a	R$	30.050,76	(trinta</p><p>mil	e	cinquenta	reais	e	setenta	e	seis	centavos);</p><p>IV	–	o	valor	da	multa	pela	infração	a	qualquer	dispositivo	do	RPS,	para	a</p><p>qual	 não	 haja	 penalidade	 expressamente	 cominada	 no	 art.	 283	 do	 RPS,</p><p>varia,	conforme	a	gravidade	da	infração,	de	R$	2.284,05	(dois	mil	duzentos</p><p>e	oitenta	e	quatro	reais	e	cinco	centavos)	a	R$	228.402,57	(duzentos	e	vinte</p><p>e	oito	mil	quatrocentos	e	dois	reais	e	cinquenta	e	sete	centavos);</p><p>V	 –	 o	 valor	 da	multa	 indicada	 no	 inciso	 II	 do	 art.	 283	 do	RPS	 é	 de	R$</p><p>22.840,21	 (vinte	 e	 dois	 mil	 oitocentos	 e	 quarenta	 reais	 e	 vinte	 e	 um</p><p>centavos);</p><p>VI	 –	 é	 exigida	 Certidão	 Negativa	 de	 Débito	 (CND)	 da	 empresa	 na</p><p>alienação	ou	oneração,	a	qualquer	título,	de	bem	móvel	incorporado	ao	seu</p>

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