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<p>Ansible é uma ferramenta de automação de TI que pode configurar sistemas, implantar aplicativos e provisionar recursos de nuvem. Ansible usa uma abordagem agentless para gerenciar configurações, o que significa que não é necessário instalar um agente de software em seus sistemas para serem gerenciados.</p><p>AnsiblePrincípios básicos do Ansible</p><p>IR PARA SEÇÃO</p><p>· Visão geral</p><p>· Aprenda a usar o Ansible</p><p>· Como isso funciona?</p><p>· Ansible para comandos ad-hoc</p><p>· Ansible Playbooks</p><p>· Gerenciamento de configuração</p><p>· Provisionamento</p><p>· Automação da implantação</p><p>· Orquestração</p><p>· Automação de rede</p><p>· Automação da segurança</p><p>· Por que escolher a Red Hat?</p><p>Visão geral</p><p>O Ansible® é um mecanismo open source de automação. Ele ajuda a automatizar o provisionamento, o gerenciamento de configurações, a implantação de aplicações, a orquestração e muitos outros processos de TI.</p><p>Utilize a automação do Ansible para instalar software, automatizar tarefas rotineiras, provisionar infraestrutura, melhorar a segurança e a conformidade, aplicar patches em sistemas e compartilhar a automação na sua empresa.</p><p>Qual a diferença entre o Ansible e o Red Hat Ansible Automation Platform?</p><p>Descubra aqui</p><p>Aprenda a usar o Ansible</p><p>Ansible Basics: Automation Technical Overview</p><p>Esta série de vídeos sob demanda sobre o Ansible apresenta seu gerenciamento de configuração e automação, provisionamento, implantação e gerenciamento da infraestrutura computacional em ambientes físicos, virtuais e de nuvem.</p><p>Comece seu aprendizado</p><p>Red Hat Enterprise Linux Automation with Ansible</p><p>Este curso ensinará a automatizar tarefas administrativas do sistema Linux® com a versão mais recente do Red Hat® Ansible Automation Platform. Você aprenderá as técnicas necessárias para usar o Ansible Automation Platform na automação de provisionamento, da configuração, da implantação de aplicações e da orquestração.</p><p>Faça o curso</p><p>Adquira experiência hands-on em automação com laboratórios interativos</p><p>Como o Ansible funciona?</p><p>Módulos</p><p>O Ansible se conecta aos seus nós e envia a eles pequenos programas chamados módulos. Os módulos são utilizados para realizar tarefas de automação no Ansible. Esses programas foram desenvolvidos para serem modelos de recursos do estado desejado do sistema. Em seguida, o Ansible executa os módulos e os remove ao terminar.</p><p>Sem eles, você dependeria de comandos ad hoc e scripts para realizar suas tarefas. O Ansible pode ser instalado no Red Hat® Enterprise Linux®, no CentOS ou no Fedora, Ubuntu, Debian e muitos outros sistemas operacionais.</p><p>Você pode usar os módulos integrados do Ansible para automatizar tarefas ou escrever os seus próprios módulos. Os módulos do Ansible podem ser escritos em qualquer linguagem que retorne JSON, como Ruby, Python ou bash. Os módulos de automação do Windows podem ser escritos até mesmo em Powershell.</p><p>10 módulos do Ansible essenciais para quem está começando</p><p>Automação sem agentes</p><p>O Ansible é uma ferramenta sem agentes, ou seja, não requer instalação de software para gerenciamento dos nós. Ele acessa seu inventário e lê as informações sobre quais máquinas você deseja gerenciar. O Ansible tem um arquivo de inventário padrão, mas você pode criar o seu próprio arquivo e definir quais servidores quer que sejam gerenciados.</p><p>Ele usa o protocolo SSH para se conectar aos servidores e executar as tarefas. Por padrão, o Ansible usa chaves SSH com o ssh-agent e seu nome de usuário atual para se conectar a máquinas remotas. Não é preciso ter login de raiz. Faça login com qualquer usuário e execute os comandos su ou sudo.</p><p>Depois de se conectar, o Ansible transfere os módulos exigidos pelo comando ou pelo playbook para serem executados na(s) máquina(s) remota(s). Ele usa templates YAML legíveis para que os usuários programem a automação de tarefas repetitivas sem precisar aprender uma linguagem de programação avançada.</p><p>Aprenda a instalar o Ansible com este guia</p><p>Como utilizar o Ansible para comandos ad-hoc</p><p>O Ansible também pode ser usado para executar comandos ad-hoc. Para isso, execute um comando ou chame um módulo usando a linha de comando. Não é preciso utilizar um playbook para tarefas individuais. Já para comandos mais complexos, é necessário usar um Ansible playbook.</p><p>Ansible Playbooks</p><p>Os Ansible Playbooks são usados para orquestrar processos de TI. Um playbook é um arquivo YAML que usa uma extensão .yml ou .yaml contendo uma ou mais plays. Ele é usado para definir o estado desejado de um sistema. Um módulo do Ansible, por sua vez, é um script autônomo que pode ser utilizado dentro do Ansible Playbook.</p><p>As plays consistem em um conjunto ordenado de tarefas a serem executadas em hosts selecionados no arquivo de inventário do Ansible. As tarefas são os componentes da play que chamam os módulos do Ansible. Em uma play, as tarefas são executadas na ordem em que são escritas.</p><p>A chegada do Ansible Lightspeed with IBM Watson Code Assistant torna a criação de Ansible Playbooks mais acessível e eficiente. Você pode fazer uma solicitação de tarefa em inglês e o Ansible Lightspeed interage com os modelos de fundação IBM watsonx para gerar recomendações de código que são então usadas para criar Ansible Playbooks.</p><p>Quando o Ansible é executado, ele consegue controlar o estado do sistema. Se examinar o sistema e concluir que a descrição do playbook é incompatível com o estado real do sistema, o Ansible fará as mudanças necessárias para que o sistema corresponda ao playbook.</p><p>O Ansible inclui um "modo de verificação" que permite a validação de playbooks e comandos ad-hoc antes de realizar mudanças de estado em um sistema. Essa função mostra o que o Ansible faria, mas sem efetivamente mudar nada. No Ansible, os manipuladoressó são utilizados para executar uma tarefa específica após uma modificação no sistema. Eles são disparados pelas tarefas e executados uma vez, no final de todas as outras plays do playbook.</p><p>Explore um tutorial mais técnico sobre o Ansible</p><p>As variáveis são um conceito do Ansible que permite alterar a execução dos playbooks. As variáveis são usadas para verificar diferenças entres os sistemas, como versões dos pacotes e caminhos dos arquivos. Com o Ansible, é possível executar playbooks em sistemas diferentes. As variáveis do Ansible devem ser definidas de acordo com o que o playbook está realmente executando. Elas seguem a precedência de variáveis, que define a ordem em que uma substituirá a outra. É importante saber disso ao incluir variáveis no playbook.</p><p>As funções do Ansible são um tipo especial de playbook portátil e totalmente autossuficiente, com tarefas, variáveis, templates de configuração e outros arquivos de suporte necessários para concluir uma orquestração complexa. Uma coleção pode trazer múltiplas funções. Isso facilita o compartilhamento de conteúdo pelo Automation Hub e pelo Ansible Galaxy.</p><p>Ao trabalhar com o Ansible, você também precisa entender as coleções. As coleções são um formato de distribuição para conteúdos do Ansible que pode incluir playbooks, funções, módulos e plugins.</p><p>Escreva seu primeiro playbook neste laboratório interativo gratuito</p><p>Gerenciamento de configuração com o Ansible</p><p>Gerenciamento da configuração é o processo de manter sistemas computacionais, servidores e programas de software no estado desejado de forma consistente. É um modo de garantir que o sistema funciona como o esperado enquanto as alterações são feitas. Tradicionalmente, isso era feito manualmente ou por meio de scripts personalizados criados pelos administradores de sistemas.</p><p>Quando usado como uma ferramenta de gerenciamento de configurações, o Red Hat Ansible® Automation Platform armazena o estado atual dos sistemas e auxilia na sua manutenção.</p><p>As ferramentas de gerenciamento de configuração efetuam alterações e implantações com mais agilidade, removem a possibilidade de erro humano e tornam o gerenciamento do sistema mais previsível e escalável. Elas também ajudam a acompanhar o estado dos recursos e evitam que você precise repetir tarefas, como instalar o mesmo pacote duas vezes.</p><p>Automatizar o gerenciamento de configuração com o Ansible</p><p>de padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador;</p><p>VII - participação de formulação da política e da execução das ações de saneamento básico e colaboração na proteção e recuperação do meio ambiente;</p><p>VIII - elaboração e atualização periódica do plano de saúde;</p><p>IX - participação na formulação e na execução da política de formação e desenvolvimento de recursos humanos para a saúde;</p><p>X - elaboração da proposta orçamentária do Sistema Único de Saúde (SUS), de conformidade com o plano de saúde;</p><p>XI - elaboração de normas para regular as atividades de serviços privados de saúde, tendo em vista a sua relevância pública;</p><p>XII - realização de operações externas de natureza financeira de interesse da saúde, autorizadas pelo Senado Federal;</p><p>XIII - para atendimento de necessidades coletivas, urgentes e transitórias, decorrentes de situações de perigo iminente, de calamidade pública ou de irrupção de epidemias, a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poderá requisitar bens e serviços, tanto de pessoas naturais como de jurídicas, sendo-lhes assegurada justa indenização; (Vide ADIN 3454)</p><p>XIV - implementar o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados;</p><p>XV - propor a celebração de convênios, acordos e protocolos internacionais relativos à saúde, saneamento e meio ambiente;</p><p>XVI - elaborar normas técnico-científicas de promoção, proteção e recuperação da saúde;</p><p>XVII - promover articulação com os órgãos de fiscalização do exercício profissional e outras entidades representativas da sociedade civil para a definição e controle dos padrões éticos para pesquisa, ações e serviços de saúde;</p><p>XVIII - promover a articulação da política e dos planos de saúde;</p><p>XIX - realizar pesquisas e estudos na área de saúde;</p><p>XX - definir as instâncias e mecanismos de controle e fiscalização inerentes ao poder de polícia sanitária;</p><p>XXI - fomentar, coordenar e executar programas e projetos estratégicos e de atendimento emergencial.</p><p>Seção II</p><p>Da Competência</p><p>Art. 16. A direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) compete:</p><p>Art. 16. À direção nacional do SUS compete: (Redação dada pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>I - formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição;</p><p>II - participar na formulação e na implementação das políticas:</p><p>a) de controle das agressões ao meio ambiente;</p><p>b) de saneamento básico; e</p><p>c) relativas às condições e aos ambientes de trabalho;</p><p>III - definir e coordenar os sistemas:</p><p>a) de redes integradas de assistência de alta complexidade;</p><p>b) de rede de laboratórios de saúde pública;</p><p>c) de vigilância epidemiológica; e</p><p>d) vigilância sanitária;</p><p>IV - participar da definição de normas e mecanismos de controle, com órgão afins, de agravo sobre o meio ambiente ou dele decorrentes, que tenham repercussão na saúde humana;</p><p>V - participar da definição de normas, critérios e padrões para o controle das condições e dos ambientes de trabalho e coordenar a política de saúde do trabalhador;</p><p>VI - coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica;</p><p>VII - estabelecer normas e executar a vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras, podendo a execução ser complementada pelos Estados, Distrito Federal e Municípios;</p><p>VIII - estabelecer critérios, parâmetros e métodos para o controle da qualidade sanitária de produtos, substâncias e serviços de consumo e uso humano;</p><p>IX - promover articulação com os órgãos educacionais e de fiscalização do exercício profissional, bem como com entidades representativas de formação de recursos humanos na área de saúde;</p><p>X - formular, avaliar, elaborar normas e participar na execução da política nacional e produção de insumos e equipamentos para a saúde, em articulação com os demais órgãos governamentais;</p><p>XI - identificar os serviços estaduais e municipais de referência nacional para o estabelecimento de padrões técnicos de assistência à saúde;</p><p>XII - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde;</p><p>XIII - prestar cooperação técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o aperfeiçoamento da sua atuação institucional;</p><p>XIV - elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e os serviços privados contratados de assistência à saúde;</p><p>XV - promover a descentralização para as Unidades Federadas e para os Municípios, dos serviços e ações de saúde, respectivamente, de abrangência estadual e municipal;</p><p>XVI - normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados;</p><p>XVII - acompanhar, controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde, respeitadas as competências estaduais e municipais;</p><p>XVIII - elaborar o Planejamento Estratégico Nacional no âmbito do SUS, em cooperação técnica com os Estados, Municípios e Distrito Federal;</p><p>XIX - estabelecer o Sistema Nacional de Auditoria e coordenar a avaliação técnica e financeira do SUS em todo o Território Nacional em cooperação técnica com os Estados, Municípios e Distrito Federal. (Vide Decreto nº 1.651, de 1995)</p><p>XX - definir as diretrizes e as normas para a estruturação física e organizacional dos serviços de saúde bucal. (Incluído pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>Parágrafo único. A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstâncias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados à saúde, que possam escapar do controle da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) ou que representem risco de disseminação nacional.</p><p>§ 1º A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstâncias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados à saúde, que possam escapar do controle da direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) ou que representem risco de disseminação nacional. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 14.141, de 2021)</p><p>§ 2º Em situações epidemiológicas que caracterizem emergência em saúde pública, poderá ser adotado procedimento simplificado para a remessa de patrimônio genético ao exterior, na forma do regulamento. (Incluído pela Lei nº 14.141, de 2021)</p><p>§ 3º Os benefícios resultantes da exploração econômica de produto acabado ou material reprodutivo oriundo de acesso ao patrimônio genético de que trata o § 2º deste artigo serão repartidos nos termos da Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015. (Incluído pela Lei nº 14.141, de 2021)</p><p>Art. 17. À direção estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) compete:</p><p>I - promover a descentralização para os Municípios dos serviços e das ações de saúde;.</p><p>II - acompanhar, controlar e avaliar as redes hierarquizadas do Sistema Único de Saúde (SUS);</p><p>III - prestar apoio técnico e financeiro aos Municípios e executar supletivamente ações e serviços de saúde;</p><p>IV - coordenar e, em caráter complementar, executar ações e serviços:</p><p>a) de vigilância epidemiológica;</p><p>b) de vigilância sanitária;</p><p>c) de alimentação e nutrição; e</p><p>c) de alimentação e nutrição; (Redação dada pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>d) de saúde do trabalhador;</p><p>e) de saúde bucal; (Incluída pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>V - participar, junto com os órgãos afins, do controle dos agravos do meio ambiente que tenham repercussão na saúde humana;</p><p>VI - participar da formulação da política e da execução de ações de saneamento básico;</p><p>VII - participar das ações de controle e avaliação das condições e dos ambientes de trabalho;</p><p>VIII - em caráter suplementar, formular, executar, acompanhar e avaliar a política de insumos e equipamentos para a saúde;</p><p>IX - identificar estabelecimentos hospitalares de referência e gerir sistemas públicos de alta complexidade, de referência estadual e regional;</p><p>X - coordenar a rede estadual de laboratórios de saúde pública e hemocentros, e gerir as unidades que permaneçam em sua organização administrativa;</p><p>XI - estabelecer normas, em caráter suplementar, para o controle e avaliação das ações e serviços de saúde;</p><p>XII - formular normas e estabelecer padrões, em caráter suplementar, de procedimentos de controle de qualidade para produtos e substâncias de consumo</p><p>humano;</p><p>XIII - colaborar com a União na execução da vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras;</p><p>XIV - o acompanhamento, a avaliação e divulgação dos indicadores de morbidade e mortalidade no âmbito da unidade federada.</p><p>Art. 18. À direção municipal do Sistema de Saúde (SUS) compete:</p><p>Art. 18. À direção municipal do SUS compete: (Redação dada pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>I - planejar, organizar, controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde e gerir e executar os serviços públicos de saúde;</p><p>II - participar do planejamento, programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde (SUS), em articulação com sua direção estadual;</p><p>III - participar da execução, controle e avaliação das ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho;</p><p>IV - executar serviços:</p><p>a) de vigilância epidemiológica;</p><p>b) vigilância sanitária;</p><p>c) de alimentação e nutrição;</p><p>d) de saneamento básico; e</p><p>d) de saneamento básico; (Redação dada pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>e) de saúde do trabalhador;</p><p>f) de saúde bucal; (Incluída pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>V - dar execução, no âmbito municipal, à política de insumos e equipamentos para a saúde;</p><p>VI - colaborar na fiscalização das agressões ao meio ambiente que tenham repercussão sobre a saúde humana e atuar, junto aos órgãos municipais, estaduais e federais competentes, para controlá-las;</p><p>VII - formar consórcios administrativos intermunicipais;</p><p>VIII - gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros;</p><p>IX - colaborar com a União e os Estados na execução da vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras;</p><p>X - observado o disposto no art. 26 desta Lei, celebrar contratos e convênios com entidades prestadoras de serviços privados de saúde, bem como controlar e avaliar sua execução;</p><p>XI - controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde;</p><p>XII - normatizar complementarmente as ações e serviços públicos de saúde no seu âmbito de atuação.</p><p>Art. 19. Ao Distrito Federal competem as atribuições reservadas aos Estados e aos Municípios.</p><p>CAPÍTULO V</p><p>Do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena</p><p>(Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-A. As ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou individualmente, obedecerão ao disposto nesta Lei. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-B. É instituído um Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, componente do Sistema Único de Saúde – SUS, criado e definido por esta Lei, e pela Lei no 8.142, de 28 de dezembro de 1990, com o qual funcionará em perfeita integração. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-C. Caberá à União, com seus recursos próprios, financiar o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-D. O SUS promoverá a articulação do Subsistema instituído por esta Lei com os órgãos responsáveis pela Política Indígena do País. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-E. Os Estados, Municípios, outras instituições governamentais e não-governamentais poderão atuar complementarmente no custeio e execução das ações. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>§ 1º A União instituirá mecanismo de financiamento específico para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, sempre que houver necessidade de atenção secundária e terciária fora dos territórios indígenas. (Incluído pela Lei nº 14.021, de 2020)</p><p>§ 2º Em situações emergenciais e de calamidade pública: (Incluído pela Lei nº 14.021, de 2020)</p><p>I - a União deverá assegurar aporte adicional de recursos não previstos nos planos de saúde dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena; (Incluído pela Lei nº 14.021, de 2020)</p><p>II - deverá ser garantida a inclusão dos povos indígenas nos planos emergenciais para atendimento dos pacientes graves das Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, explicitados os fluxos e as referências para o atendimento em tempo oportuno. (Incluído pela Lei nº 14.021, de 2020)</p><p>Art. 19-F. Dever-se-á obrigatoriamente levar em consideração a realidade local e as especificidades da cultura dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde indígena, que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e global, contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração institucional. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-G. O Subsistema de Atenção à Saúde Indígena deverá ser, como o SUS, descentralizado, hierarquizado e regionalizado. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>§ 1o O Subsistema de que trata o caput deste artigo terá como base os Distritos Sanitários Especiais Indígenas. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>§ 1º-A. A rede do SUS deverá obrigatoriamente fazer o registro e a notificação da declaração de raça ou cor, garantindo a identificação de todos os indígenas atendidos nos sistemas públicos de saúde. (Incluído pela Lei nº 14.021, de 2020)</p><p>§ 1º-B. A União deverá integrar os sistemas de informação da rede do SUS com os dados do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena. (Incluído pela Lei nº 14.021, de 2020)</p><p>§ 2o O SUS servirá de retaguarda e referência ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, devendo, para isso, ocorrer adaptações na estrutura e organização do SUS nas regiões onde residem as populações indígenas, para propiciar essa integração e o atendimento necessário em todos os níveis, sem discriminações. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>§ 3o As populações indígenas devem ter acesso garantido ao SUS, em âmbito local, regional e de centros especializados, de acordo com suas necessidades, compreendendo a atenção primária, secundária e terciária à saúde. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>Art. 19-H. As populações indígenas terão direito a participar dos organismos colegiados de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas de saúde, tais como o Conselho Nacional de Saúde e os Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, quando for o caso. (Incluído pela Lei nº 9.836, de 1999)</p><p>CAPÍTULO VI</p><p>DO SUBSISTEMA DE ATENDIMENTO E INTERNAÇÃO DOMICILIAR</p><p>(Incluído pela Lei nº 10.424, de 2002)</p><p>Art. 19-I. São estabelecidos, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o atendimento domiciliar e a internação domiciliar. (Incluído pela Lei nº 10.424, de 2002)</p><p>§ 1o Na modalidade de assistência de atendimento e internação domiciliares incluem-se, principalmente, os procedimentos médicos, de enfermagem, fisioterapêuticos, psicológicos e de assistência social, entre outros necessários ao cuidado integral dos pacientes em seu domicílio. (Incluído pela Lei nº 10.424, de 2002)</p><p>§ 2o O atendimento e a internação domiciliares serão realizados por equipes multidisciplinares que atuarão nos níveis da medicina preventiva, terapêutica e reabilitadora. (Incluído pela Lei nº 10.424, de 2002)</p><p>§ 3o O atendimento e a internação domiciliares só poderão ser realizados por indicação médica, com expressa concordância do paciente e de sua família. (Incluído pela Lei nº 10.424, de 2002)</p><p>CAPÍTULO VII</p><p>DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DURANTE O TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO</p><p>(Incluído pela Lei nº 11.108, de 2005)</p><p>Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde - SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 1 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. (Incluído pela Lei nº 11.108, de 2005)</p><p>§ 1o O acompanhante de que trata o caput deste artigo será indicado pela parturiente. (Incluído pela Lei nº 11.108, de 2005)</p><p>§ 2o As ações destinadas a viabilizar o pleno exercício dos direitos de que trata este artigo constarão do regulamento da lei, a ser elaborado pelo órgão competente do Poder Executivo. (Incluído pela Lei nº 11.108, de 2005)</p><p>§ 3o Ficam os hospitais</p><p>de todo o País obrigados a manter, em local visível de suas dependências, aviso informando sobre o direito estabelecido no caput deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.895, de 2013)</p><p>Art. 19-L. (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.108, de 2005)</p><p>CAPÍTULO VIII</p><p>(Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>DA ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA E DA INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIA EM SAÚDE”</p><p>Art. 19-M. A assistência terapêutica integral a que se refere a alínea d do inciso I do art. 6o consiste em: (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>I - dispensação de medicamentos e produtos de interesse para a saúde, cuja prescrição esteja em conformidade com as diretrizes terapêuticas definidas em protocolo clínico para a doença ou o agravo à saúde a ser tratado ou, na falta do protocolo, em conformidade com o disposto no art. 19-P; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>II - oferta de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar, ambulatorial e hospitalar, constantes de tabelas elaboradas pelo gestor federal do Sistema Único de Saúde - SUS, realizados no território nacional por serviço próprio, conveniado ou contratado.</p><p>Art. 19-N. Para os efeitos do disposto no art. 19-M, são adotadas as seguintes definições: (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>I - produtos de interesse para a saúde: órteses, próteses, bolsas coletoras e equipamentos médicos; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>II - protocolo clínico e diretriz terapêutica: documento que estabelece critérios para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as posologias recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores do SUS. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Art. 19-O. Os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas deverão estabelecer os medicamentos ou produtos necessários nas diferentes fases evolutivas da doença ou do agravo à saúde de que tratam, bem como aqueles indicados em casos de perda de eficácia e de surgimento de intolerância ou reação adversa relevante, provocadas pelo medicamento, produto ou procedimento de primeira escolha. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Parágrafo único. Em qualquer caso, os medicamentos ou produtos de que trata o caput deste artigo serão aqueles avaliados quanto à sua eficácia, segurança, efetividade e custo-efetividade para as diferentes fases evolutivas da doença ou do agravo à saúde de que trata o protocolo. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Art. 19-P. Na falta de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica, a dispensação será realizada: (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>I - com base nas relações de medicamentos instituídas pelo gestor federal do SUS, observadas as competências estabelecidas nesta Lei, e a responsabilidade pelo fornecimento será pactuada na Comissão Intergestores Tripartite; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>II - no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, de forma suplementar, com base nas relações de medicamentos instituídas pelos gestores estaduais do SUS, e a responsabilidade pelo fornecimento será pactuada na Comissão Intergestores Bipartite; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>III - no âmbito de cada Município, de forma suplementar, com base nas relações de medicamentos instituídas pelos gestores municipais do SUS, e a responsabilidade pelo fornecimento será pactuada no Conselho Municipal de Saúde. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Art. 19-Q. A incorporação, a exclusão ou a alteração pelo SUS de novos medicamentos, produtos e procedimentos, bem como a constituição ou a alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica, são atribuições do Ministério da Saúde, assessorado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>§ 1o A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, cuja composição e regimento são definidos em regulamento, contará com a participação de 1 (um) representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde e de 1 (um) representante, especialista na área, indicado pelo Conselho Federal de Medicina. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>§ 1º A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, cuja composição e regimento são definidos em regulamento, contará com a participação de 1 (um) representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde, de 1 (um) representante, especialista na área, indicado pelo Conselho Federal de Medicina e de 1 (um) representante, especialista na área, indicado pela Associação Médica Brasileira. (Redação dada pela Lei nº 14.655, de 2023)</p><p>§ 2o O relatório da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS levará em consideração, necessariamente: (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>I - as evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a segurança do medicamento, produto ou procedimento objeto do processo, acatadas pelo órgão competente para o registro ou a autorização de uso; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>II - a avaliação econômica comparativa dos benefícios e dos custos em relação às tecnologias já incorporadas, inclusive no que se refere aos atendimentos domiciliar, ambulatorial ou hospitalar, quando cabível. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>§ 3º As metodologias empregadas na avaliação econômica a que se refere o inciso II do § 2º deste artigo serão dispostas em regulamento e amplamente divulgadas, inclusive em relação aos indicadores e parâmetros de custo-efetividade utilizados em combinação com outros critérios. (Incluído pela Lei nº 14.313, de 2022)</p><p>Art. 19-R. A incorporação, a exclusão e a alteração a que se refere o art. 19-Q serão efetuadas mediante a instauração de processo administrativo, a ser concluído em prazo não superior a 180 (cento e oitenta) dias, contado da data em que foi protocolado o pedido, admitida a sua prorrogação por 90 (noventa) dias corridos, quando as circunstâncias exigirem. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>§ 1o O processo de que trata o caput deste artigo observará, no que couber, o disposto na Lei no 9.784, de 29 de janeiro de 1999, e as seguintes determinações especiais: (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>I - apresentação pelo interessado dos documentos e, se cabível, das amostras de produtos, na forma do regulamento, com informações necessárias para o atendimento do disposto no § 2o do art. 19-Q; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>II - (VETADO); (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>III - realização de consulta pública que inclua a divulgação do parecer emitido pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>IV - realização de audiência pública, antes da tomada de decisão, se a relevância da matéria justificar o evento. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>V - distribuição aleatória, respeitadas a especialização e a competência técnica requeridas para a análise da matéria; (Incluído pela Lei nº 14.313, de 2022)</p><p>VI - publicidade dos atos processuais. (Incluído pela Lei nº 14.313, de 2022)</p><p>§ 2o (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Art. 19-S. (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Art. 19-T. São vedados, em todas as esferas de gestão do SUS: (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>I - o pagamento, o ressarcimento ou o reembolso de medicamento, produto e procedimento clínico ou cirúrgico experimental, ou de uso não autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA; (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>II - a dispensação, o pagamento, o ressarcimento ou o reembolso de medicamento e produto, nacional ou importado, sem registro na Anvisa. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>Parágrafo único. Excetuam-se do disposto neste artigo: (Incluído pela Lei nº</p><p>14.313, de 2022)</p><p>I - medicamento e produto em que a indicação de uso seja distinta daquela aprovada no registro na Anvisa, desde que seu uso tenha sido recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), demonstradas as evidências científicas sobre a eficácia, a acurácia, a efetividade e a segurança, e esteja padronizado em protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde; (Incluído pela Lei nº 14.313, de 2022)</p><p>II - medicamento e produto recomendados pela Conitec e adquiridos por intermédio de organismos multilaterais internacionais, para uso em programas de saúde pública do Ministério da Saúde e suas entidades vinculadas, nos termos do § 5º do art. 8º da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999. (Incluído pela Lei nº 14.313, de 2022)</p><p>Art. 19-U. A responsabilidade financeira pelo fornecimento de medicamentos, produtos de interesse para a saúde ou procedimentos de que trata este Capítulo será pactuada na Comissão Intergestores Tripartite. (Incluído pela Lei nº 12.401, de 2011)</p><p>TÍTULO III</p><p>DOS SERVIÇOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÙDE</p><p>CAPÍTULO I</p><p>Do Funcionamento</p><p>Art. 20. Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se pela atuação, por iniciativa própria, de profissionais liberais, legalmente habilitados, e de pessoas jurídicas de direito privado na promoção, proteção e recuperação da saúde.</p><p>Art. 21. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.</p><p>Art. 22. Na prestação de serviços privados de assistência à saúde, serão observados os princípios éticos e as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto às condições para seu funcionamento.</p><p>Art. 23. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros na assistência à saúde, salvo através de doações de organismos internacionais vinculados à Organização das Nações Unidas, de entidades de cooperação técnica e de financiamento e empréstimos.</p><p>§ 1° Em qualquer caso é obrigatória a autorização do órgão de direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), submetendo-se a seu controle as atividades que forem desenvolvidas e os instrumentos que forem firmados.</p><p>§ 2° Excetuam-se do disposto neste artigo os serviços de saúde mantidos, sem finalidade lucrativa, por empresas, para atendimento de seus empregados e dependentes, sem qualquer ônus para a seguridade social.</p><p>Art. 23. É permitida a participação direta ou indireta, inclusive controle, de empresas ou de capital estrangeiro na assistência à saúde nos seguintes casos: (Redação dada pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>I - doações de organismos internacionais vinculados à Organização das Nações Unidas, de entidades de cooperação técnica e de financiamento e empréstimos; (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>II - pessoas jurídicas destinadas a instalar, operacionalizar ou explorar: (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>a) hospital geral, inclusive filantrópico, hospital especializado, policlínica, clínica geral e clínica especializada; e (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>b) ações e pesquisas de planejamento familiar; (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>III - serviços de saúde mantidos, sem finalidade lucrativa, por empresas, para atendimento de seus empregados e dependentes, sem qualquer ônus para a seguridade social; e (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>IV - demais casos previstos em legislação específica. (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>CAPÍTULO II</p><p>Da Participação Complementar</p><p>Art. 24. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada.</p><p>Parágrafo único. A participação complementar dos serviços privados será formalizada mediante contrato ou convênio, observadas, a respeito, as normas de direito público.</p><p>Art. 25. Na hipótese do artigo anterior, as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>Art. 26. Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecidos pela direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), aprovados no Conselho Nacional de Saúde.</p><p>§ 1° Na fixação dos critérios, valores, formas de reajuste e de pagamento da remuneração aludida neste artigo, a direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) deverá fundamentar seu ato em demonstrativo econômico-financeiro que garanta a efetiva qualidade de execução dos serviços contratados.</p><p>§ 2° Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.</p><p>§ 3° (Vetado).</p><p>§ 4° Aos proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>TÍTULO III-A</p><p>(Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>DA TELESSAÚDE</p><p>Art. 26-A. A telessaúde abrange a prestação remota de serviços relacionados a todas as profissões da área da saúde regulamentadas pelos órgãos competentes do Poder Executivo federal e obedecerá aos seguintes princípios: (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>I - autonomia do profissional de saúde; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>II - consentimento livre e informado do paciente;</p><p>III - direito de recusa ao atendimento na modalidade telessaúde, com a garantia do atendimento presencial sempre que solicitado; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>IV - dignidade e valorização do profissional de saúde; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>V - assistência segura e com qualidade ao paciente; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>VI - confidencialidade dos dados; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>VII - promoção da universalização do acesso dos brasileiros às ações e aos serviços de saúde; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>VIII - estrita observância das atribuições legais de cada profissão; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>IX - responsabilidade digital. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-B. Para fins desta Lei, considera-se telessaúde a modalidade de prestação de serviços de saúde a distância, por meio da utilização das tecnologias da informação e da comunicação, que envolve, entre outros, a transmissão segura de dados e informações de saúde, por meio de textos, de sons, de imagens ou outras formas adequadas. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Parágrafo único. Os atos do profissional de saúde, quando praticados na modalidade telessaúde, terão validade em todo o território nacional. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-C. Ao profissional de saúde são asseguradas a liberdade e a completa independência de decidir sobre a utilização ou não da telessaúde, inclusive com relação à primeira consulta, atendimento ou procedimento, e poderá indicar a utilização de atendimento presencial ou optar por ele, sempre que entender necessário. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-D. Compete aos conselhos federais de fiscalização do exercício profissional a normatização ética relativa à prestação dos serviços previstos neste Título, aplicando-se os padrões normativos adotados para as modalidades de atendimento presencial, no que não colidirem com os preceitos desta Lei. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-E. Na prestação de serviços por telessaúde, serão observadas as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto às condições para seu funcionamento, observada a competência dos demais órgãos reguladores. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-F. O ato normativo que pretenda restringir a prestação de serviço de telessaúde deverá demonstrar a imprescindibilidade da medida para que sejam evitados danos à saúde dos pacientes. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-G. A prática da</p><p>telessaúde deve seguir as seguintes determinações: (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>I - ser realizada por consentimento livre e esclarecido do paciente, ou de seu representante legal, e sob responsabilidade do profissional de saúde; (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>II - prestar obediência aos ditames das Leis nºs 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), 12.842, de 10 de julho de 2013 (Lei do Ato Médico), 13.709, de 14 de agosto de 2018 (Lei Geral de Proteção de Dados), 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor) e, nas hipóteses cabíveis, aos ditames da Lei nº 13.787, de 27 de dezembro de 2018 (Lei do Prontuário Eletrônico). (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>Art. 26-H. É dispensada a inscrição secundária ou complementar do profissional de saúde que exercer a profissão em outra jurisdição exclusivamente por meio da modalidade telessaúde. (Incluído pela Lei nº 14.510, de 2022)</p><p>TÍTULO IV</p><p>DOS RECURSOS HUMANOS</p><p>Art. 27. A política de recursos humanos na área da saúde será formalizada e executada, articuladamente, pelas diferentes esferas de governo, em cumprimento dos seguintes objetivos:</p><p>I - organização de um sistema de formação de recursos humanos em todos os níveis de ensino, inclusive de pós-graduação, além da elaboração de programas de permanente aperfeiçoamento de pessoal;</p><p>II - (Vetado)</p><p>III - (Vetado)</p><p>IV - valorização da dedicação exclusiva aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>Parágrafo único. Os serviços públicos que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) constituem campo de prática para ensino e pesquisa, mediante normas específicas, elaboradas conjuntamente com o sistema educacional.</p><p>Art. 28. Os cargos e funções de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), só poderão ser exercidas em regime de tempo integral.</p><p>§ 1° Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>§ 2° O disposto no parágrafo anterior aplica-se também aos servidores em regime de tempo integral, com exceção dos ocupantes de cargos ou função de chefia, direção ou assessoramento.</p><p>Art. 29. (Vetado).</p><p>Art. 30. As especializações na forma de treinamento em serviço sob supervisão serão regulamentadas por Comissão Nacional, instituída de acordo com o art. 12 desta Lei, garantida a participação das entidades profissionais correspondentes.</p><p>TÍTULO V</p><p>DO FINANCIAMENTO</p><p>CAPÍTULO I</p><p>Dos Recursos</p><p>Art. 31. O orçamento da seguridade social destinará ao Sistema Único de Saúde (SUS) de acordo com a receita estimada, os recursos necessários à realização de suas finalidades, previstos em proposta elaborada pela sua direção nacional, com a participação dos órgãos da Previdência Social e da Assistência Social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias.</p><p>Art. 32. São considerados de outras fontes os recursos provenientes de:</p><p>I - (Vetado)</p><p>II - Serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde;</p><p>III - ajuda, contribuições, doações e donativos;</p><p>IV - alienações patrimoniais e rendimentos de capital;</p><p>V - taxas, multas, emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS); e</p><p>VI - rendas eventuais, inclusive comerciais e industriais.</p><p>§ 1° Ao Sistema Único de Saúde (SUS) caberá metade da receita de que trata o inciso I deste artigo, apurada mensalmente, a qual será destinada à recuperação de viciados.</p><p>§ 2° As receitas geradas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) serão creditadas diretamente em contas especiais, movimentadas pela sua direção, na esfera de poder onde forem arrecadadas.</p><p>§ 3º As ações de saneamento que venham a ser executadas supletivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), serão financiadas por recursos tarifários específicos e outros da União, Estados, Distrito Federal, Municípios e, em particular, do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).</p><p>§ 4º (Vetado).</p><p>§ 5º As atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em saúde serão co-financiadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pelas universidades e pelo orçamento fiscal, além de recursos de instituições de fomento e financiamento ou de origem externa e receita própria das instituições executoras.</p><p>§ 6º (Vetado).</p><p>CAPÍTULO II</p><p>Da Gestão Financeira</p><p>Art. 33. Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) serão depositados em conta especial, em cada esfera de sua atuação, e movimentados sob fiscalização dos respectivos Conselhos de Saúde.</p><p>§ 1º Na esfera federal, os recursos financeiros, originários do Orçamento da Seguridade Social, de outros Orçamentos da União, além de outras fontes, serão administrados pelo Ministério da Saúde, através do Fundo Nacional de Saúde.</p><p>§ 2º (Vetado).</p><p>§ 3º (Vetado).</p><p>§ 4º O Ministério da Saúde acompanhará, através de seu sistema de auditoria, a conformidade à programação aprovada da aplicação dos recursos repassados a Estados e Municípios. Constatada a malversação, desvio ou não aplicação dos recursos, caberá ao Ministério da Saúde aplicar as medidas previstas em lei.</p><p>Art. 34. As autoridades responsáveis pela distribuição da receita efetivamente arrecadada transferirão automaticamente ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), observado o critério do parágrafo único deste artigo, os recursos financeiros correspondentes às dotações consignadas no Orçamento da Seguridade Social, a projetos e atividades a serem executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>Parágrafo único. Na distribuição dos recursos financeiros da Seguridade Social será observada a mesma proporção da despesa prevista de cada área, no Orçamento da Seguridade Social.</p><p>Art. 35. Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e Municípios, será utilizada a combinação dos seguintes critérios, segundo análise técnica de programas e projetos:</p><p>I - perfil demográfico da região;</p><p>II - perfil epidemiológico da população a ser coberta;</p><p>III - características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área;</p><p>IV - desempenho técnico, econômico e financeiro no período anterior;</p><p>V - níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais;</p><p>VI - previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede;</p><p>VII - ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo.</p><p>§ 1º Metade dos recursos destinados a Estados e Municípios será distribuída segundo o quociente de sua divisão pelo número de habitantes, independentemente de qualquer procedimento prévio. (Revogado pela Lei Complementar nº 141, de 2012) (Vide Lei nº 8.142, de 1990)</p><p>§ 2º Nos casos de Estados e Municípios sujeitos a notório processo de migração, os critérios demográficos mencionados nesta lei serão ponderados por outros indicadores de crescimento populacional, em especial o número de eleitores registrados.</p><p>§ 3º (Vetado).</p><p>§ 4º (Vetado).</p><p>§ 5º (Vetado).</p><p>§ 6º O disposto no parágrafo anterior não prejudica a atuação dos órgãos de controle interno e externo e nem a aplicação de penalidades previstas em lei, em caso de irregularidades verificadas na gestão dos recursos transferidos.</p><p>CAPÍTULO III</p><p>Do Planejamento e do Orçamento</p><p>Art. 36. O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) será ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos deliberativos, compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios, dos Estados, do Distrito Federal e da União.</p><p>§ 1º Os planos de saúde serão a base das atividades e programações de cada nível de direção do Sistema Único de Saúde (SUS), e seu financiamento será previsto na respectiva proposta orçamentária.</p><p>§ 2º É vedada a transferência de recursos para o financiamento de ações não previstas nos planos de saúde, exceto em situações emergenciais ou de calamidade pública, na área de saúde.</p><p>Art. 37. O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde, em</p><p>função das características epidemiológicas e da organização dos serviços em cada jurisdição administrativa.</p><p>Art. 38. Não será permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa.</p><p>DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS</p><p>Art. 39. (Vetado).</p><p>§ 1º (Vetado).</p><p>§ 2º (Vetado).</p><p>§ 3º (Vetado).</p><p>§ 4º (Vetado).</p><p>§ 5º A cessão de uso dos imóveis de propriedade do Inamps para órgãos integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS) será feita de modo a preservá-los como patrimônio da Seguridade Social.</p><p>§ 6º Os imóveis de que trata o parágrafo anterior serão inventariados com todos os seus acessórios, equipamentos e outros bens móveis e ficarão disponíveis para utilização pelo órgão de direção municipal do Sistema Único de Saúde - SUS ou, eventualmente, pelo estadual, em cuja circunscrição administrativa se encontrem, mediante simples termo de recebimento.</p><p>§ 7º (Vetado).</p><p>§ 8º O acesso aos serviços de informática e bases de dados, mantidos pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social, será assegurado às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde ou órgãos congêneres, como suporte ao processo de gestão, de forma a permitir a gerencia informatizada das contas e a disseminação de estatísticas sanitárias e epidemiológicas médico-hospitalares.</p><p>Art. 40. (Vetado)</p><p>Art. 41. As ações desenvolvidas pela Fundação das Pioneiras Sociais e pelo Instituto Nacional do Câncer, supervisionadas pela direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), permanecerão como referencial de prestação de serviços, formação de recursos humanos e para transferência de tecnologia.</p><p>Art. 42. (Vetado).</p><p>Art. 43. A gratuidade das ações e serviços de saúde fica preservada nos serviços públicos contratados, ressalvando-se as cláusulas dos contratos ou convênios estabelecidos com as entidades privadas.</p><p>Art. 44. (Vetado).</p><p>Art. 45. Os serviços de saúde dos hospitais universitários e de ensino integram-se ao Sistema Único de Saúde (SUS), mediante convênio, preservada a sua autonomia administrativa, em relação ao patrimônio, aos recursos humanos e financeiros, ensino, pesquisa e extensão nos limites conferidos pelas instituições a que estejam vinculados.</p><p>§ 1º Os serviços de saúde de sistemas estaduais e municipais de previdência social deverão integrar-se à direção correspondente do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme seu âmbito de atuação, bem como quaisquer outros órgãos e serviços de saúde.</p><p>§ 2º Em tempo de paz e havendo interesse recíproco, os serviços de saúde das Forças Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde (SUS), conforme se dispuser em convênio que, para esse fim, for firmado.</p><p>Art. 46. o Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecerá mecanismos de incentivos à participação do setor privado no investimento em ciência e tecnologia e estimulará a transferência de tecnologia das universidades e institutos de pesquisa aos serviços de saúde nos Estados, Distrito Federal e Municípios, e às empresas nacionais.</p><p>Art. 47. O Ministério da Saúde, em articulação com os níveis estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS), organizará, no prazo de dois anos, um sistema nacional de informações em saúde, integrado em todo o território nacional, abrangendo questões epidemiológicas e de prestação de serviços.</p><p>Art. 48. (Vetado).</p><p>Art. 49. (Vetado).</p><p>Art. 50. Os convênios entre a União, os Estados e os Municípios, celebrados para implantação dos Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde, ficarão rescindidos à proporção que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>Art. 51. (Vetado).</p><p>Art. 52. Sem prejuízo de outras sanções cabíveis, constitui crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas (Código Penal, art. 315) a utilização de recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) em finalidades diversas das previstas nesta lei.</p><p>Art. 53. (Vetado).</p><p>Art. 53-A. Na qualidade de ações e serviços de saúde, as atividades de apoio à assistência à saúde são aquelas desenvolvidas pelos laboratórios de genética humana, produção e fornecimento de medicamentos e produtos para saúde, laboratórios de analises clínicas, anatomia patológica e de diagnóstico por imagem e são livres à participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros. (Incluído pela Lei nº 13.097, de 2015)</p><p>Art. 54. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.</p><p>Art. 55. São revogadas a Lei nº. 2.312, de 3 de setembro de 1954, a Lei nº. 6.229, de 17 de julho de 1975, e demais disposições em contrário.</p><p>Brasília, 19 de setembro de 1990; 169º da Independência e 102º da República.</p><p>idor SUBSÍDIOS PARA PUBLICAÇÃO E ESTRUTURA DO DECRETO N. 1.171/1994 Decreto n. 1.171/1994 (Código de Ética Profissional do Serviço Público). O decreto em si só tem três artigos, a saber: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, e ainda tendo em vista o disposto no art. 37 da Constituição, bem como nos arts. 116 e 117 da Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e nos arts. 10, 11 e 12 da Lei n. 8.429, de 2 de junho de 1992, DECRETA: Art. 1° Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa. Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente. Parágrafo único. A constituição da Comissão de Ética será comunicada à Secretaria da Administração Federal da Presidência da República, com a indicação dos respectivos membros titulares e suplentes. Art. 3° Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 22 de junho de 1994, 173° da Independência e 106° da República. ITAMAR FRANCO Romildo Canhim Anexo ao decreto, está o Código de Ética do servidor civil do Poder Executivo Federal, esfera de governo na qual a norma deve ser aplicada. O pulo do gato É comum a banca afirmar que as normas do Decreto n. 1.171/1994 são aplicáveis ao Poder Legislativo e Judiciário. Errado, pois são aplicáveis apenas ao Poder Executivo. 2 Subsídios para Publicação e Estrutura do Decreto n. 1.171/1994 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO www.grancursosonline.com.br ANOTAÇÕES Produção: Equipe Pedagógica Gran Cursos Online O Código de Ética é dividido da seguinte forma. Capítulo I: • Seção I – Das regras deontológicas; • Seção II – Dos principais deveres; • Seção III – Das vedações; Capítulo II: • Das comissões de ética Decreto n. 1.171/1994 – traz anexo o Código de Ética do Servidor Civil do Poder Executivo Federal. Atenção! Norma de livre adesão com aplicação apenas no Executivo Federal. Subsídios para a publicação da norma Na década de 1990, houve um contexto de administração pública que impulsionou o Presidente da época a pensar em realizar alguma ação que pudesse favorecer a imagem que a população tinha da administração pública. Foi uma década complicada, com o primeiro impeachment de um Presidente da República no País, extremados atos de improbidade administrativa, o que acarretou uma péssima imagem do funcionalismo público diante da sociedade. Esta acreditava que os servidores eram marajás, os quais se aproveitavam do cargo para trabalhar conforme seu desejo. Por isso, o Presidente Itamar Franco tomou a iniciativa de tentar mudar a visão da população em relação ao funcionalismo público. 3 Subsídios para Publicação e Estrutura do Decreto n. 1.171/1994 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO www.grancursosonline.com.br ANOTAÇÕES Produção: Equipe Pedagógica Gran Cursos Online Assim, constituiu uma comissão, que elaborou uma proposta de código de ética para o funcionalismo público executivo. Para tanto, foi necessário buscar amparo legal para a implementação do decreto, e foram encontrados subsídios nos seguintes dispositivos. Arts. 37, caput, § 4º, e 84, IV e VI, da Constituição Federal. Lei n. 8.429/1992 – improbidade</p><p>administrativa – artigos 10,11 e 12. Lei n. 8.112/1990 – regime jurídico dos servidores federais – artigos 116 (deveres) e 117 (proibições). Atenção! Ocorreu, em prova, a afirmação de que o Código de Ética do servidor era uma norma de livre adesão. Isso está correto, porque se trata de uma norma de caráter secundário, e não primário. Os decretos não acarretam a obrigatoriedade de cumprimento, apenas as leis. Assim, não é obrigatório cumprir o que dispõe o Código de Ética do servidor, que tem caráter educativo e visa influir no comportamento dos servidores para, consequentemente, a população passar a ter uma visão melhor da administração pública. Portanto, o Código de Ética do servidor público é norma de livre adesão, pois tem caráter secundário (é decreto e não lei). É comum, em concursos de âmbito federal, que se cobre as Leis n. 8.429 e n. 8.112 em caráter interdisciplinar com o Decreto n. 1.171/1994. Em provas também é comum cair questões relacionadas aos seguintes princípios:4 Subsídios para Publicação e Estrutura do Decreto n. 1.171/1994 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO www.grancursosonline.com.br ANOTAÇÕES Produção: Equipe Pedagógica Gran Cursos Online • Legalidade • Impessoalidade • Moralidade – II, III, IV • Publicidade – VII • Eficiência Legalidade: o servidor público só faz o que está previsto na lei, o que a lei permite. Impessoalidade: todas as pessoas devem ser tratadas da mesma forma, “respeitando a capacidade e as limitações individuais de todos os usuários do serviço público, sem qualquer espécie de preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, cunho político e posição social, abstendo-se, dessa forma, de causar-lhes dano moral” (Seção II, alínea g). Moralidade: está expresso na Seção I. Nota-se que só cumprir com a legalidade não é suficiente para que haja a moralidade. Há a necessidade de se alcançar a finalidade em equilíbrio com a legalidade, e para ter finalidade é preciso ter honestidade. Bem comum só se alcança mediante honestidade. Se não há honestidade, não há que se falar em princípio da moralidade. II – O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto, consoante as regras contidas no art. 37, caput, e § 4°, da Constituição Federal. III – A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo. IV– A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como consequência, em fator de legalidade.5 Subsídios para Publicação e Estrutura do Decreto n. 1.171/1994 ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO www.grancursosonline.com.br ANOTAÇÕES Produção: Equipe Pedagógica Gran Cursos Online Publicidade: é o princípio da transparência; assim, os atos da administração precisam ser publicados, exceto “os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública”. Nessas não há de se falar em princípio da publicidade. VII – Salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar. Eficiência: é preciso diferenciar eficiência de eficácia. • Eficiência: relacionada a meios – fazer o que deve ser feito da melhor maneira possível. • Eficácia: relacionada a resultados – atingir o objetivo da ação. Na administração pública, o ideal é que o servidor consiga associar eficiência com eficácia. O somatório desses dois conceitos é a efetividade, e o servidor precisa ser efetivo, pois não basta ser uma coisa ou outra. Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Cursos Online, de acordo com a aula preparada e ministrada pelo professor Glauber Marinho. Público Civil do Poder Executivo Federal O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, e ainda tendo em vista o disposto no art. 37 da Constituição, bem como nos arts. 116 e 117 da Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e nos arts. 10, 11 e 12 da Lei n° 8.429, de 2 de junho de 1992, DECRETA: Art. 1° Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa. Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente. Parágrafo único. A constituição da Comissão de Ética será comunicada à Secretaria da Administração Federal da Presidência da República, com a indicação dos respectivos membros titulares e suplentes. Art. 3° Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 22 de junho de 1994, 173° da Independência e 106° da República. ITAMAR FRANCO Romildo Canhim Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal CAPÍTULO I Seção I Das Regras Deontológicas I - A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos. II - O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto, consoante as regras contidas no art. 37, caput, e § 4°, da Constituição Federal. III - A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo. IV - A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como conseqüência em fator de legalidade. V - O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio. VI - A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional. VII - Salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade,</p><p>ensejando sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar. VIII - Toda pessoa tem direito à verdade. O servidor não pode omiti-la ou falseá-la, ainda que contrária aos interesses da própria pessoa interessada ou da Administração Pública. Nenhum Estado pode crescer ou estabilizar-se sobre o poder corretivo do hábito do erro, da opressão, ou da mentira, que sempre aniquilam até mesmo a dignidade humana quanto mais a de uma Nação. IX - A cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço pela disciplina. Tratar mal uma pessoa que paga seus tributos direta ou indiretamente significa causar-lhe dano moral. Da mesma forma, causar dano a qualquer bem pertencente ao patrimônio público, deteriorando-o, por descuido ou má vontade, não constitui apenas uma ofensa ao equipamento e às instalações ou ao Estado, mas a todos os homens de boa vontade que dedicaram sua inteligência, seu tempo, suas esperanças e seus esforços para construí-los. X - Deixar o servidor público qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usuários dos serviços públicos. XI - 0 servidor deve prestar toda a sua atenção às ordens legais de seus superiores, velando atentamente por seu cumprimento, e, assim, evitando a conduta negligente Os repetidos erros, o descaso e o acúmulo de desvios tornam-se, às vezes, difíceis de corrigir e caracterizam até mesmo imprudência no desempenho da função pública. XII - Toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é fator de desmoralização do serviço público, o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas. XIII - 0 servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração, pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e o engrandecimento da Nação. Seção II Dos Principais Deveres do Servidor Público XIV - São deveres fundamentais do servidor público: a) desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular; b) exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; c) ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais vantajosa para o bem comum; d) jamais retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da coletividade a seu cargo; e) tratar cuidadosamente os usuários dos serviços, aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público; f) ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos; g) ser cortês, ter urbanidade, disponibilidade e atenção, respeitando a capacidade e as limitações individuais de todos os usuários do serviço público, sem qualquer espécie de preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, cunho político e posição social, abstendo-se, dessa forma, de causar-lhes dano moral; h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal; i) resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações morais, ilegais ou aéticas e denunciá-las; j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva; l) ser assíduo e freqüente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o sistema; m) comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis; n) manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, seguindo os métodos mais adequados à sua organização e distribuição; o) participar dos movimentos e estudos que se relacionem com a melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do bem comum; p) apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função; q) manter-se atualizado com as instruções, as normas de serviço e a legislação pertinentes ao órgão onde exerce suas funções; r) cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em boa ordem. s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito; t) exercer, com estrita moderação, as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos jurisdicionados administrativos; u) abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo qualquer violação expressa à lei; v) divulgar e informar a todos os integrantes da sua classe sobre a existência deste Código de Ética, estimulando o seu integral cumprimento. Seção III Das Vedações ao Servidor Público XV - E vedado ao servidor público; a) o uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influências, para obter qualquer favorecimento, para si ou para outrem; b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam; c) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; d) usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou material; e) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister; f) permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; g) pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor para o mesmo fim; h) alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências; i) iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos; j) desviar servidor público para atendimento a interesse particular; l) retirar da repartição pública, sem estar legalmente autorizado, qualquer documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio público; m) fazer uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros; n) apresentar-se embriagado no serviço ou fora dele habitualmente; o) dar o seu concurso a qualquer instituição que atente contra a moral, a honestidade ou a dignidade da pessoa humana; p) exercer atividade profissional aética ou ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso. CAPÍTULO II Das Comissões de Ética XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições</p><p>delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura. XVII - (Revogado pelo Decreto nº 6.029, de 2007). XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público. XIX - (Revogado pelo Decreto nº 6.029, de 2007). XX - (Revogado pelo Decreto nº 6.029, de 2007). XXI - (Revogado pelo Decreto nº 6.029, de 2007). XXII - A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso. XXIII - (Revogado pelo Decreto nº 6.029, de 2007). XXIV - Para fins de apuração do comprometimento ético, entende-se por servidor público todo aquele que, por força de lei, contrato ou de qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária ou excepcional, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão do poder estatal, como as autarquias, as fundações públicas, as entidades paraestatais, as empresas públicas e as sociedades de economia mista, ou em qualquer setor onde prevaleça o interesse do Estado. XXV – (Revogado pelo Decreto nº 6.029, de 2007)·. DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007 Vide Resolução nº 10, de 29 de setembro de 2008 Institui Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição, DECRETA: Art. 1o Fica instituído o Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal com a finalidade de promover atividades que dispõem sobre a conduta ética no âmbito do Executivo Federal, competindo-lhe: I - integrar os órgãos, programas e ações relacionadas com a ética pública; II - contribuir para a implementação de políticas públicas tendo a transparência e o acesso à informação como instrumentos fundamentais para o exercício de gestão da ética pública; III - promover, com apoio dos segmentos pertinentes, a compatibilização e interação de normas, procedimentos técnicos e de gestão relativos à ética pública; IV - articular ações com vistas a estabelecer e efetivar procedimentos de incentivo e incremento ao desempenho institucional na gestão da ética pública do Estado brasileiro. Art. 2o Integram o Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal: I - a Comissão de Ética Pública - CEP, instituída pelo Decreto de 26 de maio de 1999; II - as Comissões de Ética de que trata o Decreto no 1.171, de 22 de junho de 1994; e III - as demais Comissões de Ética e equivalentes nas entidades e órgãos do Poder Executivo Federal. Art. 3º A CEP será integrada por sete brasileiros que preencham os requisitos de idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública, designados pelo Presidente da República, para mandatos de três anos, não coincidentes, permitida uma única recondução. § 1o A atuação no âmbito da CEP não enseja qualquer remuneração para seus membros e os trabalhos nela desenvolvidos são considerados prestação de relevante serviço público. § 2o O Presidente terá o voto de qualidade nas deliberações da Comissão. § 3o Os mandatos dos primeiros membros serão de um, dois e três anos, estabelecidos no decreto de designação. Art. 4o À CEP compete: I - atuar como instância consultiva do Presidente da República e Ministros de Estado em matéria de ética pública; II - administrar a aplicação do Código de Conduta da Alta Administração Federal, devendo: a) submeter ao Presidente da República medidas para seu aprimoramento; b) dirimir dúvidas a respeito de interpretação de suas normas, deliberando sobre casos omissos; c) apurar, mediante denúncia, ou de ofício, condutas em desacordo com as normas nele previstas, quando praticadas pelas autoridades a ele submetidas; III - dirimir dúvidas de interpretação sobre as normas do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal de que trata o Decreto no 1.171, de 1994; IV - coordenar, avaliar e supervisionar o Sistema de Gestão da Ética Pública do Poder Executivo Federal; V - aprovar o seu regimento interno; e VI - escolher o seu Presidente. Parágrafo único. A CEP contará com uma Secretaria-Executiva, vinculada à Casa Civil da Presidência da República, à qual competirá prestar o apoio técnico e administrativo aos trabalhos da Comissão. Art. 5o Cada Comissão de Ética de que trata o Decreto no 1171, de 1994, será integrada por três membros titulares e três suplentes, escolhidos entre servidores e empregados do seu quadro permanente, e designados pelo dirigente máximo da respectiva entidade ou órgão, para mandatos não coincidentes de três anos. Art. 6o É dever do titular de entidade ou órgão da Administração Pública Federal, direta e indireta: I - assegurar as condições de trabalho para que as Comissões de Ética cumpram suas funções, inclusive para que do exercício das atribuições de seus integrantes não lhes resulte qualquer prejuízo ou dano; II - conduzir em seu âmbito a avaliação da gestão da ética conforme processo coordenado pela Comissão de Ética Pública. Art. 7o Compete às Comissões de Ética de que tratam os incisos II e III do art. 2o: I - atuar como instância consultiva de dirigentes e servidores no âmbito de seu respectivo órgão ou entidade; II - aplicar o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto 1.171, de 1994, devendo: a) submeter à Comissão de Ética Pública propostas para seu aperfeiçoamento; b) dirimir dúvidas a respeito da interpretação de suas normas e deliberar sobre casos omissos; c) apurar, mediante denúncia ou de ofício, conduta em desacordo com as normas éticas pertinentes; e d) recomendar, acompanhar e avaliar, no âmbito do órgão ou entidade a que estiver vinculada, o desenvolvimento de ações objetivando a disseminação, capacitação e treinamento sobre as normas de ética e disciplina; III - representar a respectiva entidade ou órgão na Rede de Ética do Poder Executivo Federal a que se refere o art. 9o; e IV - supervisionar a observância do Código de Conduta da Alta Administração Federal e comunicar à CEP situações que possam configurar descumprimento de suas normas. § 1o Cada Comissão de Ética contará com uma Secretaria-Executiva, vinculada administrativamente à instância máxima da entidade ou órgão, para cumprir plano de trabalho por ela aprovado e prover o apoio técnico e material necessário ao cumprimento das suas atribuições. § 2o As Secretarias-Executivas das Comissões de Ética serão chefiadas por servidor ou empregado do quadro permanente da entidade ou órgão, ocupante de cargo de direção compatível com sua estrutura, alocado sem aumento de despesas. Art. 8o Compete às instâncias superiores dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, abrangendo a administração direta e indireta: I - observar e fazer observar as normas de ética e disciplina; II - constituir Comissão de Ética; III - garantir os recursos humanos, materiais e financeiros para que a Comissão cumpra com suas atribuições; e IV - atender com prioridade às solicitações da CEP. Art. 9o Fica constituída a Rede de Ética do Poder Executivo Federal, integrada pelos representantes das Comissões de Ética de que tratam os incisos I, II e III do art. 2o, com o objetivo de promover a cooperação técnica e a avaliação em gestão da ética. Parágrafo único. Os integrantes da Rede de Ética se reunirão sob a coordenação da Comissão de Ética Pública, pelo menos uma vez por ano, em fórum específico, para avaliar o programa</p><p>e as ações para a promoção da ética na administração pública. Art. 10. Os trabalhos da CEP e das demais Comissões de Ética devem ser desenvolvidos com celeridade e observância dos seguintes princípios: I - proteção à honra e à imagem da pessoa investigada; II - proteção à identidade do denunciante, que deverá ser mantida sob reserva, se este assim o desejar; e III - independência e imparcialidade dos seus membros na apuração dos fatos, com as garantias asseguradas neste Decreto. Art. 11. Qualquer cidadão, agente público, pessoa jurídica de direito privado, associação ou entidade de classe poderá provocar a atuação da CEP ou de Comissão de Ética, visando à apuração de infração ética imputada a agente público, órgão ou setor específico de ente estatal. Parágrafo único. Entende-se por agente público, para os fins deste Decreto, todo aquele que, por força de lei, contrato ou qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária, excepcional ou eventual, ainda que sem retribuição financeira, a órgão ou entidade da administração pública federal, direta e indireta. Art. 12. O processo de apuração de prática de ato em desrespeito ao preceituado no Código de Conduta da Alta Administração Federal e no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal será instaurado, de ofício ou em razão de denúncia fundamentada, respeitando-se, sempre, as garantias do contraditório e da ampla defesa, pela Comissão de Ética Pública ou Comissões de Ética de que tratam o incisos II e III do art. 2º, conforme o caso, que notificará o investigado para manifestarse, por escrito, no prazo de dez dias. § 1o O investigado poderá produzir prova documental necessária à sua defesa. § 2o As Comissões de Ética poderão requisitar os documentos que entenderem necessários à instrução probatória e, também, promover diligências e solicitar parecer de especialista. § 3o Na hipótese de serem juntados aos autos da investigação, após a manifestação referida no caput deste artigo, novos elementos de prova, o investigado será notificado para nova manifestação, no prazo de dez dias. § 4o Concluída a instrução processual, as Comissões de Ética proferirão decisão conclusiva e fundamentada. § 5o Se a conclusão for pela existência de falta ética, além das providências previstas no Código de Conduta da Alta Administração Federal e no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, as Comissões de Ética tomarão as seguintes providências, no que couber: I - encaminhamento de sugestão de exoneração de cargo ou função de confiança à autoridade hierarquicamente superior ou devolução ao órgão de origem, conforme o caso; II -- encaminhamento, conforme o caso, para a Controladoria-Geral da União ou unidade específica do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal de que trata o Decreto n o 5.480, de 30 de junho de 2005, para exame de eventuais transgressões disciplinares; e III - recomendação de abertura de procedimento administrativo, se a gravidade da conduta assim o exigir. Art. 13. Será mantido com a chancela de “reservado”, até que esteja concluído, qualquer procedimento instaurado para apuração de prática em desrespeito às normas éticas. § 1o Concluída a investigação e após a deliberação da CEP ou da Comissão de Ética do órgão ou entidade, os autos do procedimento deixarão de ser reservados. § 2o Na hipótese de os autos estarem instruídos com documento acobertado por sigilo legal, o acesso a esse tipo de documento somente será permitido a quem detiver igual direito perante o órgão ou entidade originariamente encarregado da sua guarda. § 3o Para resguardar o sigilo de documentos que assim devam ser mantidos, as Comissões de Ética, depois de concluído o processo de investigação, providenciarão para que tais documentos sejam desentranhados dos autos, lacrados e acautelados. Art. 14. A qualquer pessoa que esteja sendo investigada é assegurado o direito de saber o que lhe está sendo imputado, de conhecer o teor da acusação e de ter vista dos autos, no recinto das Comissões de Ética, mesmo que ainda não tenha sido notificada da existência do procedimento investigatório. Parágrafo único. O direito assegurado neste artigo inclui o de obter cópia dos autos e de certidão do seu teor. Art. 15. Todo ato de posse, investidura em função pública ou celebração de contrato de trabalho, dos agentes públicos referidos no parágrafo único do art. 11, deverá ser acompanhado da prestação de compromisso solene de acatamento e observância das regras estabelecidas pelo Código de Conduta da Alta Administração Federal, pelo Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e pelo Código de Ética do órgão ou entidade, conforme o caso. Parágrafo único . A posse em cargo ou função pública que submeta a autoridade às normas do Código de Conduta da Alta Administração Federal deve ser precedida de consulta da autoridade à Comissão de Ética Pública, acerca de situação que possa suscitar conflito de interesses. Art. 16. As Comissões de Ética não poderão escusar-se de proferir decisão sobre matéria de sua competência alegando omissão do Código de Conduta da Alta Administração Federal, do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal ou do Código de Ética do órgão ou entidade, que, se existente, será suprida pela analogia e invocação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. § 1o Havendo dúvida quanto à legalidade, a Comissão de Ética competente deverá ouvir previamente a área jurídica do órgão ou entidade. § 2o Cumpre à CEP responder a consultas sobre aspectos éticos que lhe forem dirigidas pelas demais Comissões de Ética e pelos órgãos e entidades que integram o Executivo Federal, bem como pelos cidadãos e servidores que venham a ser indicados para ocupar cargo ou função abrangida pelo Código de Conduta da Alta Administração Federal. Art. 17. As Comissões de Ética, sempre que constatarem a possível ocorrência de ilícitos penais, civis, de improbidade administrativa ou de infração disciplinar, encaminharão cópia dos autos às autoridades competentes para apuração de tais fatos, sem prejuízo das medidas de sua competência. Art. 18. As decisões das Comissões de Ética, na análise de qualquer fato ou ato submetido à sua apreciação ou por ela levantado, serão resumidas em ementa e, com a omissão dos nomes dos investigados, divulgadas no sítio do próprio órgão, bem como remetidas à Comissão de Ética Pública. Art. 19. Os trabalhos nas Comissões de Ética de que tratam os incisos II e III do art. 2o são considerados relevantes e têm prioridade sobre as atribuições próprias dos cargos dos seus membros, quando estes não atuarem com exclusividade na Comissão. Art. 20. Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal darão tratamento prioritário às solicitações de documentos necessários à instrução dos procedimentos de investigação instaurados pelas Comissões de Ética . § 1o Na hipótese de haver inobservância do dever funcional previsto no caput, a Comissão de Ética adotará as providências previstas no inciso III do § 5o do art. 12. § 2o As autoridades competentes não poderão alegar sigilo para deixar de prestar informação solicitada pelas Comissões de Ética. Art. 21. A infração de natureza ética cometida por membro de Comissão de Ética de que tratam os incisos II e III do art. 2o será apurada pela Comissão de Ética Pública. Art. 22. A Comissão de Ética Pública manterá banco de dados de sanções aplicadas pelas Comissões de Ética de que tratam os incisos II e III do art. 2o e de suas próprias sanções, para fins de consulta pelos órgãos ou entidades da administração pública federal, em casos de nomeação para cargo em comissão ou de alta relevância pública. Parágrafo único. O banco de dados referido neste artigo engloba as sanções aplicadas a qualquer dos agentes públicos mencionados no parágrafo único do art. 11 deste Decreto.</p><p>pode ajudar você a melhorar a recuperação do sistema após um evento crítico. Se um servidor estiver inativo por alguma razão, você poderá implantar um novo rapidamente e manter um registro das alterações e atualizações efetuadas para identificar a origem do problema.</p><p>Descubra mais sobre o gerenciamento de configuração</p><p>Provisionamento com o Ansible</p><p>Hoje, as infraestruturas costumam ser definidas com base no software. Além disso, a virtualização e os containers aceleraram o processo de provisionamento e eliminaram a necessidade constante de gerenciamento e provisionamento do hardware.</p><p>Quando o provisionamento é gerenciado manualmente a cada implantação, é muito difícil acompanhar as alterações, controlar as versões e evitar erros e inconsistências. A automação do provisionamento de qualquer infraestrutura pode facilitar muito esse processo e deve ser a primeira etapa para automatizar o ciclo de vida operacional das aplicações.</p><p>O Ansible pode ser usado para provisionar a infraestrutura subjacente do ambiente, dos hosts e hipervisores virtualizados, dos dispositivos de rede e dos servidores bare-metal. Ele também pode instalar serviços, agregar hosts de processamento e provisionar recursos, serviços e aplicações na nuvem.</p><p>É possível usar um Ansible Playbook para descrever o estado desejado da sua infraestrutura e, em seguida, provisioná-la com o Ansible. Utilizar um playbook para desenvolver a infraestrutura permite que você provisione o mesmo ambiente todas as vezes.</p><p>Leia mais sobre provisionamento</p><p>Automação da implantação</p><p>Com a automação da implantação, você utiliza processos automatizados para mover o software entre os ambientes de teste e produção. Isso proporciona implantações confiáveis e reproduzíveis em todo o ciclo de entrega do software. A automação da implantação é essencial para possibilitar a adoção de práticas de DevOps e para gerenciar pipelines de CI/CD.</p><p>Ela não funciona quando as equipes de desenvolvimento e de operações implantam aplicações ou configuram ambientes de maneiras diferentes. Para automatizar um ambiente, é necessário consistência. É preciso usar o mesmo processo de implantação em todos os ambientes, incluindo o de produção.</p><p>Geralmente, um pipeline de implantação tem pelo menos três etapas principais: criação, teste e implantação. Esse pipeline possibilita a automação do processo de implantação e transfere o código rapidamente entre os estágios de alocação e implantação. Com o Ansible, você implanta aplicações multicamada com confiança e consistência, usando apenas um framework compartilhado. Você pode configurar os serviços necessários, bem como implantar artefatos de aplicação usando playbooks.</p><p>Leia mais sobre como implementar a automação da implantação</p><p>Orquestração com o Ansible</p><p>Em geral, o termo "automação" se refere à uma tarefa individual. A orquestração possibilita automatizar processos ou fluxos de trabalho que incluem várias etapas em diferentes sistemas.</p><p>A orquestração de nuvem pode ser usada para provisionar ou implantar servidores, atribuir capacidade de armazenamento, criar máquinas virtuais, gerenciar redes, entre outras tarefas. Existem várias ferramentas que podem ajudar você com a orquestração de nuvem. O Ansible é uma delas. É possível orquestrar as implantações de aplicações e o gerenciamento e configuração de servidores com uma ferramenta como o Ansible.</p><p>As implantações de aplicações podem incluir serviços de front-end e back-end, bancos de dados, monitoramento, redes e armazenamento, cada um com sua própria função, configuração e implantação. A orquestração garante que cada etapa saia como planejado. Para que os processos de implantação da aplicação ocorram na ordem correta, o Ansible viabiliza a orquestração, executando as tarefas do playbook na sequência em que foram escritas.</p><p>Leia mais sobre orquestração</p><p>Automação de rede</p><p>A automação de rede usa lógica programável para gerenciar recursos e serviços de rede. Com a automação de rede, as equipes de operações de rede (NetOps) podem configurar, escalar, proteger e integrar infraestruturas de rede e serviços de aplicação mais rápido do que se essas tarefas fossem executadas manualmente pelos usuários.</p><p>O gerenciamento de redes permaneceu estagnado por décadas, mesmo com a evolução das tecnologias subjacentes. Em geral, as tarefas de criação, operação e manutenção de redes são executadas manualmente. No entanto, as abordagens tradicionais e manuais de atualizações e configurações de rede são muito lentas e suscetíveis a erros. Elas não conseguem acompanhar o ritmo dos requisitos de carga de trabalho que mudam constantemente.</p><p>A automação do gerenciamento de recursos e serviços de rede torna as equipes de operações mais ágeis e flexíveis para lidar de forma eficiente com demandas empresariais atuais.</p><p>Modernize sua rede com o Red Hat Ansible Automation Platform</p><p>Automação da segurança</p><p>A automação da segurança utiliza tecnologia de automação para realizar tarefas com o mínimo de assistência humana possível, integrando infraestrutura, aplicações e processos de segurança. A automação pode ajudar a sua empresa a simplificar as operações diárias e a integrar a segurança em processos, aplicações e infraestrutura desde o início. A implantação da automação da segurança completa pode resultar em uma redução de 95% no custo médio por violação.</p><p>Aplicar a automação nos processos de segurança pode ajudar sua empresa a identificar, validar e escalonar ameaças com mais rapidez, sem intervenção manual. Se um incidente de segurança acontecer, as equipes de segurança podem usar o Ansible para aplicar correções nos sistemas afetados simultaneamente, acelerando a resposta à ocorrência.</p><p>Com o Ansible, as equipes de segurança podem configurar uma sequência de tarefas que compartilham inventários, playbooks e permissões para automatizar por completo as investigações e correções. O Red Hat Ansible Automation Platform integra serviços externos de agregação de logs, que ajudam as equipes de segurança a identificar tendências, analisar eventos de infraestrutura, monitorar anomalias e correlacionar eventos discrepantes.</p><p>Automatize a segurança com o Ansible Automation Platform</p><p>Por que escolher a Red Hat para a automação?</p><p>A Red Hat trabalha com a grande comunidade open source no desenvolvimento de tecnologias de automação. Os nossos engenheiros contribuem para melhorar as funcionalidades e aumentar a confiabilidade e a segurança. Assim, sua empresa e a TI sempre terão um desempenho estável e seguro.</p><p>Com playbooks e análises de dados, o Red Hat Ansible Automation Platform oferece todas as ferramentas necessárias para implementar a automação por toda a empresa Isso permite que os usuários centralizem e controlem a infraestrutura de TI por meio de um dashboard gráfico, controle de acesso baseado em função e muito mais para reduzir a complexidade operacional.</p><p>Com uma subscrição da Red Hat, você tem acesso a conteúdo certificado do nosso ecossistema de parceiros, serviços de gerenciamento hospedados e suporte técnico durante todo o ciclo de vida para que suas equipes criem, gerenciem e escalem a automação por toda a empresa. Além disso, você recebe conhecimento especializado, adquirido por meio do nosso sucesso entre milhares de clientes.</p><p>As empresas precisam não apenas da habilidade de criar automação com facilidade, mas também de serem capazes de compartilhar e reutilizar a automação entre projetos e equipes, com o nível certo de governança e controle. A solução de automação adequada pode ajudar você a acelerar a implantação de novas aplicações e serviços, a gerenciar a infraestrutura de TI com mais eficiência e a aumentar a produtividade do desenvolvimento de aplicações.</p><p>Virtualização é uma tecnologia que permite criar serviços de TI valiosos usando recursos que estão tradicionalmente vinculados a um determinado hardware. Com a virtualização, é possível usar a capacidade total de uma máquina física, distribuindo seus recursos entre muitos usuários ou ambientes.</p><p>Qual o objetivo da virtualização?</p><p>A virtualização é uma técnica que permite</p><p>Art. 23. Os representantes das Comissões de Ética de que tratam os incisos II e III do art. 2o atuarão como elementos de ligação com a CEP, que disporá em Resolução própria sobre as atividades que deverão desenvolver para o cumprimento desse mister. Art. 24. As normas do Código de Conduta da Alta Administração Federal, do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e do Código de Ética do órgão ou entidade aplicam-se, no que couber, às autoridades e agentes públicos neles referidos, mesmo quando em gozo de licença. Art. 25. Ficam revogados os incisos XVII, XIX, XX, XXI, XXIII e XXV do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto no 1.171, de 22 de junho de 1994, os arts. 2o e 3o do Decreto de 26 de maio de 1999, que cria a Comissão de Ética Pública, e os Decretos de 30 de agosto de 2000 e de 18 de maio de 2001, que dispõem sobre a Comissão de Ética Pública. Art. 26. Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação. Brasília, 1º de fevereiro de 2007; 186o da Independência e 119o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Dilma Rousseff</p><p>nviando novos módulos o tempo todo, tenha certeza de que o que você está automatizando já está coberto pelo Ansible ou estará em breve.</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.png</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.png</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.png</p><p>criar diversos sistemas virtuais de TI, aproveitando a capacidade do equipamento físico de forma plena e distribuindo recursos entre várias pessoas ou ambientes. Para isso, são utilizadas soluções que estão, normalmente, vinculadas a um hardware</p><p>Quais são os 3 tipos de virtualização?</p><p>Os 4 tipos de virtualização</p><p>1. Virtualização de rede. Possibilita o uso compartilhado dos recursos de uma rede por meio da divisão da largura de banda em canais diferentes. ...</p><p>2. Virtualização de armazenamento. ...</p><p>3. Virtualização de desktop. ...</p><p>4. Virtualização de aplicativos.</p><p>5. Como a virtualização funciona?</p><p>6. Os programas de software chamados hipervisores separam os recursos físicos dos ambientes virtuais que precisam utilizar esses recursos. Os hipervisores podem ser executados em um sistema operacional (como em um laptop) ou instalados diretamente no hardware (como um servidor), este é o tipo de virtualização preferido da maioria das empresas. Os hipervisores dividem os recursos físicos para serem utilizados por diferentes ambientes virtuais.</p><p>Os recursos do ambiente físico são particionados, conforme a necessidade, entre os diversos ambientes virtuais. Os usuários interagem e executam as operações computacionais no ambiente virtual (normalmente chamado máquina guest ou máquina virtual). A máquina virtual funciona como um único arquivo de dados. E como qualquer outro arquivo digital, ela pode ser transferida de um computador a outro, aberta em qualquer um e funcionar da mesma forma.</p><p>Quando o ambiente virtual está em execução e um programa ou usuário emite uma instrução que requer recursos adicionais do ambiente físico, o hipervisor retransmite a solicitação ao sistema físico e armazena as mudanças em cache. Tudo isso acontece a uma velocidade próxima à das operações nativas, principalmente quando a solicitação é enviada por meio de um hipervisor open source derivado de máquina virtual baseada em kernel (KVM).</p><p>Tipos de virtualização</p><p>Virtualização de dados</p><p>Dados distribuídos em vários locais são consolidados em uma única fonte. A virtualização de dados permite às empresas tratar os dados como uma categoria de suprimento dinâmico, oferecendo recursos de processamento capazes de reunir dados de diversas fontes, acomodar facilmente novas fontes e transformar os dados conforme as necessidades dos usuários. As ferramentas de virtualização de dados funcionam como múltiplas fontes de dados e permitem que essas fontes sejam tratadas como uma só. Assim, os dados necessários são oferecidos no formato e no momento certo para as aplicações e usuários.</p><p>Virtualização de desktop</p><p>Muitas vezes confundida com a virtualização do sistema operacional (a implantação de diversos sistemas operacionais em uma única máquina), a virtualização de desktop permite que um administrador central (ou ferramenta de administração automatizada) implante ambientes de desktop simulados em centenas de máquinas físicas de uma única vez. Diferente dos ambientes de desktop tradicionais, fisicamente instalados, configurados e atualizados em cada máquina, na virtualização de desktop, administradores podem realizar configurações, atualizações e verificações de segurança em massa em todos os desktops virtuais.</p><p>Virtualização de servidor</p><p>Os servidores são computadores projetados para processar um grande volume de tarefas específicas, para que outros computadores, como laptops e desktops, realizem uma variedade de outras tarefas. A virtualização do servidor o libera para realizar mais funções específicas, pois se dá por meio do seu particionamento. Assim, os componentes podem ser utilizados para o processamento de várias funções.</p><p>Tudo sobre virtualização de servidores</p><p>Virtualização de sistemas operacionais</p><p>A virtualização do sistema operacional é feita no kernel, o gerenciador de tarefas central dos sistemas operacionais. Essa é uma boa maneira de executar paralelamente ambientes em Linux e Windows. As empresas também podem implantar nos computadores sistemas operacionais virtualizados, que:</p><p>· Reduzem os custos de hardware em massa, já que os computadores não requerem recursos prontos e sofisticados.</p><p>· Aumentam a segurança, pois todas as instâncias virtuais podem ser monitoradas e isoladas.</p><p>· Limitam o tempo gasto com serviços de TI, como atualizações de software.</p><p>Tudo sobre virtualização de sistemas operacionais</p><p>Virtualização de funções de rede</p><p>A virtualização de funções de rede (NFV) separa as principais funções de uma rede (como serviços de diretório, compartilhamento de arquivos e configuração de IP) para distribuí-las entre os ambientes. Após separar as funções de software das máquinas físicas em que residiam, é possível reunir funções específicas em uma nova rede e atribuí-las a um ambiente. O resultado da virtualização de redes é a redução do número de componentes físicos, como switches, roteadores, servidores, cabos e hubs, necessários para criar várias redes independentes. Esse tipo de virtualização é popular principalmente no setor de telecomunicações.</p><p>Tudo sobre virtualização de funções de rede</p><p>Por que migrar sua infraestrutura virtual para a Red Hat?</p><p>Porque esta é uma decisão que vai muito além da infraestrutura. Envolve o que sua infraestrutura pode fazer (ou não) para viabilizar as tecnologias que dependem dela. Quando a empresa se encontra presa a um contrato com um fornecedor que oferece produtos cada vez mais caros, a capacidade de investir em tecnologias modernas, como nuvens, containers e sistemas de automação, fica limitada.</p><p>Nossas tecnologias de virtualização open source não estão vinculadas a contratos de licença empresarial cada vez mais caros. Além disso, oferecemos acesso completo ao mesmo código-fonte: mais de 90% das empresas da Fortune 500* confiam nele. Sua empresa tem o caminho livre para ser Ágil, implantar uma nuvem híbrida e testar tecnologias de automação.</p><p>é a ferramenta de automação de código aberto mais popular no GitHub atualmente, com mais de um quarto de milhão de downloads por mês. Com mais de 3.550 colabo O tratamento de dados pessoais pelo Poder Público deve se amparar em uma das hipóteses previstas no art. 7º ou, no caso de dados sensíveis, no art. 11 da lgpd. Esses dispositivos devem ser interpretados em conjunto e de forma sistemática com os critérios adicionais previstos no art.</p><p>radores e Como a LGPD se aplica à administração pública?</p><p>13.709, de 14 de agosto de 2018. A LGPD alcança todos os entes da Administração direta e indireta, e se aplica tanto a dados armazenados em meios digitais, quanto a dados armazenados em meios físicos (ou seja, não apenas ao PAE, mas também, por exemplo, aos cadastros dos Recursos Humanos e aos processos físicos).</p><p>omo o tratamento de dados pessoais funciona na prática?</p><p>1. Coleta: coleta, produção e recepção.</p><p>2. Retenção: arquivamento e armazenamento.</p><p>3. Processamento: utilização, reprodução, classificação, controle, modificação, avaliação e extração.</p><p>4. Compartilhamento: comunicação, transmissão, distribuição, difusão e transferência.</p><p>5. Quais são os requisitos para o compartilhamento de dados pessoais pelo Poder Público?</p><p>6. O uso compartilhado de dados pessoais pelo Poder Público deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas e atribuição legal pelos órgãos e pelas entidades públicas, respeitados os princípios de proteção de dados pessoais elencados no art. 6º desta Lei.</p><p>7. Quais são os requisitos para o compartilhamento de dados pessoais pelo Poder Público?</p><p>8. O uso compartilhado de dados pessoais pelo Poder Público deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas e atribuição legal pelos órgãos e pelas entidades públicas, respeitados os princípios de proteção de dados pessoais elencados no art. 6º desta Lei.</p><p>O que é tratamento de dados pessoais na LGPD?</p><p>· Coleta: incluindo coleta, produção e recepção.</p><p>· Retenção: armazenamento e arquivamento.</p><p>· Processamento: utilização, classificação, reprodução, controle, avaliação, modificação e extração.</p><p>· Compartilhamento: comunicação, distribuição, transmissão, difusão e transferência.</p><p>7º, ii, da lgpd, o tratamento de dados pessoais pelo Poder Público poderá ser realizado “para o cumprimento de obriga- ção legal ou regulatória pelo controlador”. A mesma hipótese está prevista no art. 11, ii, a, que rege o tratamento de dados sensíveis.</p><p>que são dados públicos, segundo a LGPD</p><p>Deve ser tratada considerando a finalidade, a boa-fé e o interesse público que justificaram a sua disponibilização. A LGPD define, por exemplo, que uma organização pode, sem precisar pedir novo consentimento, tratar dados tornados anterior e manifestamente públicos pelo titular.</p><p>Quais os tipos de tratamento de dados pessoais?</p><p>No âmbito da LGPD, o tratamento dos dados pessoais pode ser realizado por dois agentes de tratamento, o controlador e o operador. O controlador é definido pela Lei como a pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais.</p><p>Quais são os principais requisitos para o tratamento de dados pessoais?</p><p>Para tratar dados pessoais, é preciso seguir um ou mais dos requisitos listados na LGPD. Confira: ✓ com o consentimento explícito da pessoa e para um fim definido. ✓ sem consentimento da pessoa quando for imprescindível para... - cumprir uma obrigação legal.</p><p>Quais dados pessoais são públicos?</p><p>Os “dados pessoais cujo acesso é público” é uma informação pessoal que está acessível a todos. Não significa dizer que não pertencem a ninguém ou que são de domínio público. Exemplo: um registro em cartório de que determinada pessoa é proprietária de um imóvel, ou sócia de uma empresa</p><p>É cabível o compartilhamento de dados pela administração pública?</p><p>As mudanças estão contidas no Decreto nº 11.226/2022. Conforme prevê a norma, o compartilhamento de dados pessoais entre pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado limitam-se ao mínimo necessário para o atendimento da finalidade, com o dever de dar publicidade pelos órgãos ao compartilhamento de dados.</p><p>É cabível o compartilhamento de dados pela administração pública?</p><p>As mudanças estão contidas no Decreto nº 11.226/2022. Conforme prevê a norma, o compartilhamento de dados pessoais entre pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado limitam-se ao mínimo necessário para o atendimento da finalidade, com o dever de dar publicidade pelos órgãos ao compartilhamento de dados.</p><p>Quais são os impactos da LGPD no setor público?</p><p>Conforme a LGPD, o setor público não pode mais fazer uso do interesse legítimo como base legal. Temos inúmeras organizações públicas que exercem atividades de cunho delicado como tratamento de dados sensíveis, estando sujeitas a enfrentarem situações indesejáveis, tanto no âmbito administrativo quanto no judicial.</p><p>Qual a finalidade do tratamento de dados?</p><p>De uma forma sucinta, a finalidade do tratamento de dados não é nada mais que o motivo para a coleta, armazenamento, acesso e descarte dos dados pessoais.</p><p>São considerados dados pessoais aqueles que comumente fornecemos em um cadastro, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, filiação, telefone, endereço residencial, cartão ou dados bancários.</p><p>Qual o objetivo da lei geral de proteção de dados pessoais?</p><p>A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) vem para proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e a livre formação da personalidade de cada indivíduo.</p><p>Quais os dados pessoais que devem ser protegidos por lei?</p><p>A LGPD garante proteção a todos os dados pessoais cujos titulares sejam pessoas naturais, estejam eles em formato físico ou digital. Assim, a LGPD não alcança os dados titularizados por pessoas jurídicas – os quais não são considerados dados pessoais para os efeitos da Lei.</p><p>Quais são as informações pessoais que são protegidas pela lei?</p><p>O que são dados pessoais e dados pessoais sensíveis? De acordo com a LGPD, dado pessoal é a informação relacionada à pessoa natural identificada – tais como nome, sobrenome, RG e CPF – ou identificável, como no caso dos dados de geolocalização (GPS), endereço IP, identificação de dispositivo etc.</p><p>O que é permitido no compartilhamento de dados?</p><p>Em quais situações o compartilhamento de dados é permitido? A lei estipula que a comunicação ou compartilhamento de dados deve acontecer somente com o consentimento do titular, deixando claro a ele de que forma eles serão utilizados.</p><p>Os seguintes princípios (art. 6º, LGPD) devem ser observados na hora de tratar dados pessoais: Realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades.</p><p>Em quais casos de tratamento de dados pessoais a Lei é aplicada?</p><p>Em quais casos de tratamento de dados pessoais a lei é aplicada? A lei se aplica a qualquer operação que envolve a coleta e o tratamento de dados pessoais e que seja realizada em território brasileiro.</p><p>Quais dados a LGPD não protege?</p><p>Não se aplica para fins exclusivamente: jornalísticos e artísticos; de segurança pública; de defesa nacional; de segurança do Estado; de investigação e repressão de infrações penais; particulares (ou seja, a lei só se aplica para pessoa física ou jurídica que gerencie bases com fins ditos econômicos).</p><p>O que é dever do poder público?</p><p>O poder público tem o dever de agir, o que significa atender com celeridade aos interesses dos cidadãos, antecipando-se mediante planejamento às demandas essenciais. Tem o dever da eficiência, utilizando os recursos com efetividade e presteza. Tem o dever da probidade, agindo com ética, integridade e retidão.</p><p>Quem é responsável por garantir o cumprimento da LGPD?</p><p>Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD): órgão da administração pública responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento desta Lei em todo o território nacional; agentes de tratamento: o controlador e o operador.</p><p>Qual é a autoridade responsável pela fiscalização do cumprimento da LGPD?</p><p>3.1 - O que é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais - ANPD? A ANPD é uma autarquia de natureza especial, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, responsável por zelar pela proteção de dados pessoais e por regulamentar, implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD no Brasil.</p><p>Qual a diferença entre dados pessoais e dados públicos?</p><p>Dados não sensíveis (públicos): os dados 'não sensíveis' são as informações individuais de cada pessoa, como RG, CPF, endereço, nome completo, telefone, entre outros. Segundo as definições da legislação brasileira, essas informações são públicas, ou seja, de domínio público.</p><p>O que é a informação pública?</p><p>A informação produzida, guardada ou gerenciada pelo Estado em nome da sociedade é um bem público. O seu acesso deve ser restringido apenas nas exceções previstas em lei.</p><p>Onde conseguir dados públicos?</p><p>Sete conjuntos de dados públicos que você pode analisar gratuitamente agora mesmo</p><p>1. Google Trends. Compilado por: Google. ...</p><p>2. Centro Nacional de Dados Climáticos dos EUA. ...</p><p>3. Dados do Observatório da Saúde Mundial. ...</p><p>4. Data.gov.sg. ...</p><p>5. Earthdata. ...</p><p>6. Registro de dados abertos do Amazon Web Services. ...</p><p>7. Pew Internet.</p><p>8. Quem são os agentes de tratamento de dados pessoais?</p><p>9. Quem pode ser considerado agente de tratamento? São agentes de tratamento o controlador e o operador de dados pessoais, que podem ser pessoas naturais ou jurídicas, de direito público ou privado. Ressalte-se que os agentes de tratamento devem ser definidos a partir de seu caráter institucional.</p><p>10. Quando se fala em tratamento de dados?</p><p>11. Já tratamento de dados é qualquer atividade relacionada a dados pessoais, como coleta, armazenamento, uso, classificação e descarte. Importante destacar que a LGPD aplica-se tanto o tratamento de dados realizado em meio virtual quanto físico.</p><p>12. O que não são considerados dados pessoais?</p><p>13. Não são considerados dados pessoais aqueles relativos a uma pessoa jurídica, como CNPJ, razão social, endereço comercial, entre outros.</p><p>14. Qual Lei que garante o acesso aos dados públicos?</p><p>15. A Lei Federal nº 12.527/2011,</p><p>Lei de Acesso à Informação, destina-se a regulamentar dispositivos da Constituição da República Federativa do Brasil que dispõem sobre o direito de acesso à informação e sua restrição.</p><p>16. Quem vai controlar o direito de uso dos dados?</p><p>17. A fiscalização e a regulação da LGPD ficarão a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD). Essas são tarefas essenciais para que a autoridade nacional atue como um órgão a serviço do cidadão.</p><p>18. Quando pode acontecer o compartilhamento de dados entre órgãos públicos LGPD?</p><p>19. 7º, inciso III, autoriza o tratamento e compartilhamento de dados pessoais pela administração pública, quando os dados são “necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres, observadas as disposições do Capítulo IV desta Lei” ...</p><p>20. São sanções administrativas aplicáveis ao setor público LGPD?</p><p>21. O §3º do artigo 52 da LGPD estabelece que poderão ser aplicadas às entidades e aos órgãos públicos as sanções administrativas de: a) advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas; b) publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência; c) bloqueio dos dados pessoais a ...</p><p>22. Como deve ocorrer o tratamento de dados pessoais sensíveis de acordo com a lei geral de proteção de dados?</p><p>23. O tratamento de dados pessoais sensíveis somente poderá ocorrer com consentimento do titular ou seu responsável legal, de forma destacada e para finalidades específicas.</p><p>24. Quais são dados pessoais sensíveis?</p><p>25. Assim, são dados pessoais sensíveis aqueles relativos à origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a um indivíduo.</p><p>26. Como a lei LGPD pode afetar as pessoas?</p><p>Como a LGPD afeta VOCÊ (pessoa física, como eu):</p><p>A Lei deixa claro, logo no artigo 1º, que a aplicabilidade será para a coleta e tratamento de dados, seja por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, salvo se a pessoa natural for utilizar esses dados para fins particulares e não Qual o impacto da LGPD nas relações de uso de dados do Público por parte das empresas comente?</p><p>Uma lei sólida, forte como a LGPD, além de ser uma trilha para que os brasileiros sigam e tenham mais controle sobre o que é feito com seus dados pessoais, significa construir um cenário de segurança jurídica, com padronização de normas e procedimentos, para que o empresariado se beneficie com igualdade de condições ...</p><p>27. econômicos.</p><p>Quais os pontos negativos da LGPD?</p><p>LGPD</p><p>· Bloqueio de uso de dados, podendo inviabilizar o modelo de negócio;</p><p>· Multas de até 2% do faturamento, chegando até R$ 50 milhões.</p><p>Quais são os 5 tipos de tratamentos de dados segundo a Lei?</p><p>O que é tratamento de dados pessoais na LGPD?</p><p>· Coleta: incluindo coleta, produção e recepção.</p><p>· Retenção: armazenamento e arquivamento.</p><p>· Processamento: utilização, classificação, reprodução, controle, avaliação, modificação e extração.</p><p>· Compartilhamento: comunicação, distribuição, transmissão, difusão e transferência.</p><p>· O que é o tratamento de dados pessoais?</p><p>· Qualquer atividade realizada com dados pessoais e dados pessoais sensíveis é chamada de tratamento, desde a coleta, utilização, transmissão, armazenamento, até a eliminação.</p><p>Quais são princípios das atividades de tratamento de dados?</p><p>Confira neste artigo!</p><p>· Finalidade.</p><p>· Adequação.</p><p>· Necessidade.</p><p>· Livre acesso.</p><p>· Qualidade dos dados.</p><p>· Transparência.</p><p>· Segurança.</p><p>· Prevenção.</p><p>· Quais são os três tipos de dados?</p><p>· Assim, é importante saber que existem três formas básicas de classificá-los: dados estruturados, não-estruturados e semiestruturados.</p><p>Quais são as bases legais para o tratamento de dados pessoais?</p><p>Quais são as bases legais para o tratamento de dados pessoais?</p><p>· Mediante o fornecimento de consentimento pelo titular;</p><p>· Para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;</p><p>· Para a execução de políticas públicas, pela administração pública;</p><p>· Para a realização de estudos por órgão de pesquisa;</p><p>· O que são dados públicos LGPD?</p><p>·</p><p>· O que são dados públicos, segundo a LGPD</p><p>Deve ser tratada considerando a finalidade, a boa-fé e o interesse público que justificaram a sua disponibilização. A LGPD define, por exemplo, que uma organização pode, sem precisar pedir novo consentimento, tratar dados tornados anterior e manifestamente públicos pelo titular.</p><p>· O que fazer para garantir a proteção de dados?</p><p>· Mantenha antivírus e firewalls atualizados, e procure navegar e fazer downloads via sites confiáveis. Não divulgue, sem critérios, o seu número de celular.</p><p>· Quais dados pessoais são tratados?</p><p>· É qualquer dado pessoal, conforme estabelecido na lei, sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.</p><p>· São exemplos de dados pessoais?</p><p>· Se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal: nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de ...</p><p>· Quais são os tipos de dados pessoais?</p><p>· São considerados dados pessoais aqueles que comumente fornecemos em um cadastro, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, filiação, telefone, endereço residencial, cartão ou dados bancários.</p><p>· Porque foi criada a lei de proteção de dados?</p><p>·</p><p>· A Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada, no Brasil, com a publicação da Lei Nº 13.709 em 14 de agosto de 2018. Em seu preâmbulo, fica exposto que o objetivo é garantir a segurança de dados pessoais. Por isso, a LGPD promove importantes alterações no Marco Civil da Internet de 2014.</p><p>· Quais dados são protegidos?</p><p>· O que são dados sensíveis? Dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.</p><p>· O que acontece quando as leis de proteção aos dados não são cumpridas?</p><p>· E as falhas de segurança podem gerar multas de até 2% do faturamento anual da organização no Brasil – e no limite de R$ 50 milhões por infração. A autoridade nacional fixará níveis de penalidade segundo a gravidade da falha. E enviará, é claro, alertas e orientações antes de aplicar sanções às organizações.</p><p>· Quais são os requisitos para o compartilhamento de dados pessoais pelo Poder Público?</p><p>· O uso compartilhado de dados pessoais pelo Poder Público deve atender a finalidades específicas de execução de políticas públicas e atribuição legal pelos órgãos e pelas entidades públicas, respeitados os princípios de proteção de dados pessoais elencados no art. 6º desta Lei.</p><p>· É cabível o compartilhamento de dados pela administração pública?</p><p>· O inciso III do art. 7º da lgpd estabelece que a “administração pública” pode realizar “o tratamento e uso compartilhado de dados necessá- rios à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamen- tos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos con- gêneres”.</p><p>· Quais são as informações pessoais que são protegidas pela lei?</p><p>· O que são dados pessoais e dados pessoais sensíveis? De acordo com a LGPD, dado pessoal é a informação relacionada à pessoa natural identificada – tais como nome, sobrenome, RG e CPF – ou identificável, como no caso dos dados de geolocalização (GPS), endereço IP, identificação de dispositivo etc.</p><p>· Quais são os pontos mais importantes da LGPD?</p><p>· A nova lei tem o objetivo de mudar a forma de funcionamento e operação das organizações ao estabelecer</p><p>regras claras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo uma padronização mais elevada de proteção e penalidades significativas para o não cumprimento da norma.</p><p>· Quais dados a LGPD não protege?</p><p>·</p><p>· Não se aplica para fins exclusivamente: jornalísticos e artísticos; de segurança pública; de defesa nacional; de segurança do Estado; de investigação e repressão de infrações penais; particulares (ou seja, a lei só se aplica para pessoa física ou jurídica que gerencie bases com fins ditos econômicos).</p><p>· São três princípios da LGPD?</p><p>· Os seguintes princípios (art. 6º, LGPD) devem ser observados na hora de tratar dados pessoais: Realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades.</p><p>· Como explicar sobre a LGPD?</p><p>·</p><p>· LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados. Essa lei tem por objetivo cessar o uso e a comercialização indevida de dados pessoais, inclusive em meios digitais. Ou seja, busca proteger o direitos e a privacidade de nós, cidadãos. Veja bem, a LGPD não veda a utilização dos dados pessoais por empresas.</p><p>· Quem é responsável pelo cumprimento da LGPD?</p><p>· 3.1 - O que é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais - ANPD? A ANPD é uma autarquia de natureza especial, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, responsável por zelar pela proteção de dados pessoais e por regulamentar, implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD no Brasil.</p><p>· Quais os três deveres básicos da Administração Pública?</p><p>· E que podem ser classificados como deveres do administrador público (poder-dever de agir, dever de eficiência, dever de probidade, dever de prestar contas) e poderes do administrador público(poder hierárquico e poder disciplinar, poder regulamentar e poder normativo, poder de polícia e poder discricionário e poder ..</p><p>· Qual é a importância dos princípios da administração pública?</p><p>646) os princípios da Administração Pública se destinam, de um lado, “a orientar a ação do administrador na prática dos atos administrativos, e, de outro lado, a garantir a boa administração, que se consubstancia na correta gestão dos negócios públicos e no manejo dos recursos p O que é o princípio da legalidade na Administração Pública?</p><p>O princípio da legalidade administrativa determina, portanto, que os administrados somente poderão ser obrigados a fazer (ou proibidos de não fazer) ou deixar de fazer (ou proibidos de fazer) junto à Administração Pública, sem seu consentimento, caso lei adequada assim o determine.</p><p>· Públicos”.</p><p>·</p><p>· Qual é o poder que fiscaliza o cumprimento das leis?</p><p>· O Poder Judiciário atua no campo do cumprimento das Leis. É o Poder responsável por julgar as causas conforme a constituição do Estado. É composto por juízes, promotores de justiça, desembargadores, ministros, representado por Tribunais, com destaque para o Supremo Tribunal Federal – STF.</p><p>· Qual a importância da lei geral de proteção de dados?</p><p>· Em resumo, a LGPD inaugura uma nova cultura de privacidade e proteção de dados no país, o que demanda a conscientização de toda a sociedade acerca da importância dos dados pessoais e os seus reflexos em direitos fundamentais como a liberdade, a privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.</p><p>· Onde a lei geral de proteção de dados LGPD se aplica?</p><p>· A LGPD é aplicável a qualquer operação de tratamento realizada por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, independentemente do meio, do país de sua sede ou do país no qual estejam localizados os dados, desde que a operação de tratamento de dados seja realizada no Brasil; a atividade de ...</p><p>· Quando a LGPD autoriza o tratamento de dados pessoais?</p><p>· quando necessário para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais; ou. para a proteção do crédito, inclusive quanto ao disposto na legislação pertinente.</p><p>· Quem é o titular dos dados pessoais?</p><p>· O titular é a pessoa física a quem se referem os dados pessoais</p><p>· Quais são os dados públicos?</p><p>· São considerados os dados de interesse público aqueles que representam o interesse coletivo, por motivos de segurança ou prestação de contas à sociedade.</p><p>· Em quais casos de tratamento de dados pessoais a lei é aplicada?</p><p>· Em quais casos de tratamento de dados pessoais a lei é aplicada? A lei se aplica a qualquer operação que envolve a coleta e o tratamento de dados pessoais e que seja realizada em território brasileiro.</p><p>· Quais os principais sistemas de informação utilizados no serviço público?</p><p>· Dentre as modalidades existentes as principais são os Sistemas de Informação Operacional; os Sistemas de Informação Gerencial; os Sistemas de Informação Estratégico; os Sistemas Especialistas e os Sistemas de Apoio à Decisão</p><p>· Qual a importância dos sistemas de informação no setor público?</p><p>· Nos dias atuais a importância dos sistemas de informação para uma organização pública ou privada está no gerenciamento do fluxo de informações tanto internas como externas que auxiliam a empresa conhecer o ambiente no qual está inserida e com isso proporciona uma tomada de decisão mais acertada.</p><p>· Quem tem direito ao acesso à informação?</p><p>· LAI para Cidadãos - Conheça seus direitos</p><p>Podem pedir informações pessoas de qualquer idade e nacionalidade, além de empresas e organizações. O acesso à informação é um direito de todos e um dever do Estado! Ninguém precisa justificar por que está realizando um pedido de acesso à informação.</p><p>Quais são os tipos de Dados Abertos?</p><p>O que são dados abertos? Veja alguns exemplos.</p><p>· Dados de CNPJ. Os dados de CNPJ disponibilizados pela Receita Federal do Brasil (RFB) são um grande case da Lei de Acesso à Informação (LAI). ...</p><p>· Dados de Saúde. Os dados de saúde são disponibilizados no portal do DataSUS, chamado Open DataSUS. ...</p><p>· Dados do Judiciário.</p><p>· Qual a importância dos Dados Abertos governamentais?</p><p>· Assim, Dados Abertos são uma metodologia para a publicação de dados do governo em formatos reutilizáveis, visando o aumento da transparência e maior participação política por parte do cidadão, além de gerar diversas aplicações desenvolvidas colaborativamente pela sociedade.</p><p>· Qual a lei que fala de Dados Abertos governamentais no Brasil?</p><p>· No Brasil, a Lei de Acesso à Informação - LAI (Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011) adota como princípio a divulgação máxima, em que o acesso é a regra, e o sigilo, a exceção. Para tanto, dispõe sobre os dados de natureza pública e os que estão sujeitos a restrições de acesso, por período de tempo determinado.</p><p>Quais são os 5 tipos de tratamentos de dados segundo a lei?</p><p>O que é tratamento de dados pessoais na LGPD?</p><p>· Coleta: incluindo coleta, produção e recepção.</p><p>· Retenção: armazenamento e arquivamento.</p><p>· Processamento: utilização, classificação, reprodução, controle, avaliação, modificação e extração.</p><p>· Compartilhamento: comunicação, distribuição, transmissão, difusão e transferência.</p><p>· É um exemplo de tratamento de dados pessoais?</p><p>·</p><p>· Solicitar qualquer tipo de dado pessoal para compra, negociação ou cadastro. A solicitação de qualquer tipo de dado pessoal para compra, negociação ou cadastro é configurada como tratamento de dados. Isso inclui qualquer dado mesmo – nome, telefone, e-mail, CPF, endereço, data de nascimento etc.</p><p>· Quando se fala em tratamento de dados?</p><p>· Tema fundamental trabalhado pela Lei, o tratamento de dados diz respeito a qualquer atividade que utiliza um dado pessoal na execução da sua operação, como, por exemplo: coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, ..</p><p>· Qual é o conceito de dados?</p><p>· Dados são observações documentadas ou resultados da medição. A disponibilidade dos dados oferece oportunidades para a obtenção de informações. Os dados podem ser obtidos pela</p><p>percepção através dos sentidos (por exemplo observação) ou pela execução de um processo de medição.</p><p>· O que é formato de Dados Abertos?</p><p>· O que são dados abertos? Dados de uma organização são abertos quando disponibilizados sob licença que permita livre uso por qualquer pessoa, em formatos digitais processáveis por computadores, exigindo-se, no máximo, citar sua proveniência.</p><p>· Como ter acesso ao banco de dados do governo?</p><p>· Entre. Para acessar o novo Portal de Dados Abertos é preciso ter cadastro no gov.br.</p><p>· Quais são os tipos de dados pessoais?</p><p>· São considerados dados pessoais aqueles que comumente fornecemos em um cadastro, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, filiação, telefone, endereço residencial, cartão ou dados bancários.</p><p>· Quais são a operações de tratamento de dados pessoais?</p><p>· - Tratamento: toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, ...</p><p>· Quais as fases do tratamento de dados?</p><p>· Para orientar a prática do tratamento e apresentar os ativos institucionais envolvidos, divide- se o ciclo de vida do tratamento dos dados pessoais em cinco fases: coleta, retenção, processamento, compartilhamento e eliminação.</p><p>· O que são dados públicos LGPD?</p><p>·</p><p>· O que são dados públicos, segundo a LGPD</p><p>Deve ser tratada considerando a finalidade, a boa-fé e o interesse público que justificaram a sua disponibilização. A LGPD define, por exemplo, que uma organização pode, sem precisar pedir novo consentimento, tratar dados tornados anterior e manifestamente públicos pelo titular.</p><p>Como é realizado o tratamento e a análise de dados?</p><p>O processo de análise de dados é composto por algumas etapas essenciais:</p><p>1. Definição do objeto de análise;</p><p>2. Escolha o tipo de dados que serão analisados;</p><p>3. Defina como será a mensuração dos dados;</p><p>4. Realize a coleta de dados;</p><p>5. Análise dos dados;</p><p>6. Faça a interpretação dos resultados.</p><p>7. Quem tem acesso aos dados pessoais?</p><p>8. Em resumo, os dados pessoais só podem ser coletados com o consentimento do titular, que precisa ser informado da finalidade da coleta. É do titular o direito de acesso aos dados coletados, assim como a solicitação de correção de informações, de exclusão, de portabilidade ou de revogação do consentimento.</p><p>9. Quais são os dados pessoais sensíveis?</p><p>10. Assim, são dados pessoais sensíveis aqueles relativos à origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a um indivíduo.</p><p>11. Qual a situação em que dados pessoais não podem ser transferidos?</p><p>12. Aquele realizado por pessoa natural para fins exclusivamente particulares e não econômicos; realizado para fins exclusivamente: jornalístico e artísticos; ou acadêmicos; quando realizado para fins exclusivos de: segurança pública; defesa nacional; segurança do Estado; ou atividades de investigação e repressão de ...</p><p>13. Qual a Lei que protege os dados pessoais?</p><p>14. Em 2018, foi sancionada a Lei nº 13.709 (Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD), que estabelece um conjunto de regras para coleta, tratamento, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais.</p><p>15. O que são informações públicas?</p><p>16. A informação produzida, guardada ou gerenciada pelo Estado em nome da sociedade é um bem público. O seu acesso deve ser restringido apenas nas exceções previstas em lei.</p><p>17. Quem vai controlar o direito de uso dos dados?</p><p>18. A fiscalização e a regulação da LGPD ficarão a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD). Essas são tarefas essenciais para que a autoridade nacional atue como um órgão a serviço do cidadão.</p><p>Como funciona o controle de dados?</p><p>Esse processo consiste em:</p><p>1. manter registros das atividades;</p><p>2. limitar o acesso de acordo com a necessidade ou hierarquia;</p><p>3. definir quais dados serão utilizados;</p><p>4. compartilhar informações com a equipe;</p><p>5. controlar o fluxo de informações na empresa e com parceiros;</p><p>6. padronizar os processos de trabalho.</p><p>7. Quais dados a LGPD não protege?</p><p>8.</p><p>9. Não se aplica para fins exclusivamente: jornalísticos e artísticos; de segurança pública; de defesa nacional; de segurança do Estado; de investigação e repressão de infrações penais; particulares (ou seja, a lei só se aplica para pessoa física ou jurídica que gerencie bases com fins ditos econômicos).</p><p>10. Quais são os três pilares da LGPD?</p><p>11. Quais são os três cenários que a LGPD atua? Existem três pilares para a adequação à LGPD: pessoas, processos e tecnologias.</p><p>12. O que a LGPD proíbe no tratamento de dados?</p><p>13. A proibição é somente com relação ao uso de forma indiscriminada dos dados pessoais pelas empresas, é preciso garantir aos usuários o direito de saber como e por que será feito o tratamento de seus dados, além de ser necessário obter o consentimento do proprietário das informações antes da utilização.</p><p>14. O que é permitido no compartilhamento de dados?</p><p>15.</p><p>16. Em quais situações o compartilhamento de dados é permitido? A lei estipula que a comunicação ou compartilhamento de dados deve acontecer somente com o consentimento do titular, deixando claro a ele de que forma eles serão utilizados.</p><p>17. É cabível o compartilhamento de dados pela administração pública?</p><p>18. O inciso III do art. 7º da lgpd estabelece que a “administração pública” pode realizar “o tratamento e uso compartilhado de dados necessá- rios à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamen- tos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos con- gêneres”.</p><p>Qual é a autoridade responsável pela fiscalização do cumprimento da LGPD?</p><p>3.1 - O que é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais - ANPD? A ANPD é uma autarquia de natureza especial, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, responsável por zelar pela proteção de dados pessoais e por regulamentar, implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD no Brasil.</p><p>Quem é responsável por garantir o cumprimento da LGPD?</p><p>Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD): órgão da administração pública responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento desta Lei em todo o território nacional; agentes de tratamento: o controlador e o operador.</p><p>Qual o principal objetivo da lei geral de proteção de dados?</p><p>A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) vem para proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e a livre formação da personalidade de cada indivíduo.</p><p>Quando a LGPD autoriza o tratamento de dados pessoais?</p><p>quando necessário para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais; ou. para a proteção do crédito, inclusive quanto ao disposto na legislação pertinente.</p><p>Quais são as bases legais para o tratamento de dados pessoais sensíveis?</p><p>Existem dez bases legais para o tratamento de dados pessoais, discriminadas no artigo 7º da LGPD, como: 1) consentimento; 2) obrigação legal ou regulatória; 3) para execução de políticas públicas pela administração pública; 4) estudos por órgão de pesquisa; 5) execução de contrato; 6) para o exercício regular de</p><p>Onde a lei geral de proteção de dados LGPD se aplica?</p><p>Esta Lei aplica-se a qualquer operação de tratamento de dados pessoais, realizado por pessoa física ou jurídica e alcança instituições e organizações tanto públicas quanto privadas</p><p>O que não é considerado um dado pessoal?</p><p>Entre os exemplos de dados pessoais podemos citar o nome, RG, CPF, e-mail, telefone fixo e celular, endereço residencial, etc. Não são considerados dados pessoais aqueles relativos a uma pessoa jurídica, como CNPJ, razão social, endereço comercial, entre outros.</p><p>Quando os dados são anonimizados?</p><p>O que são dados anonimizados,</p><p>segundo a LGPD</p><p>A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais cita ainda o dado anonimizado, que é aquele que, originariamente, era relativo a uma pessoa, mas que passou por etapas que garantiram a desvinculação dele a essa pessoa. Se um dado for anonimizado, então a LGPD não se aplicará a ele.</p><p>Quais os impactos da LGPD no setor público?</p><p>Conforme a LGPD, o setor público não pode mais fazer uso do interesse legítimo como base legal. Temos inúmeras organizações públicas que exercem atividades de cunho delicado como tratamento de dados sensíveis, estando sujeitas a enfrentarem situações indesejáveis, tanto no âmbito administrativo quanto no judicial.</p><p>Decreto Nº 1.171, de 22 de junho de 1994 Aprova o Código de Ética Profissional do ServLEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.</p><p>Mensagem de veto</p><p>Regulamento</p><p>Regulamento</p><p>(Vide Lei nº 14.654, de 2023) Vigência</p><p>Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.</p><p>O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:</p><p>DISPOSIÇÃO PRELIMINAR</p><p>Art. 1º Esta lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.</p><p>TÍTULO I</p><p>DAS DISPOSIÇÕES GERAIS</p><p>Art. 2º A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.</p><p>§ 1º O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.</p><p>§ 2º O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.</p><p>Art. 3º A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.</p><p>Art. 3o Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. (Redação dada pela Lei nº 12.864, de 2013)</p><p>Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.</p><p>TÍTULO II</p><p>DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE</p><p>DISPOSIÇÃO PRELIMINAR</p><p>Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>§ 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.</p><p>§ 2º A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.</p><p>CAPÍTULO I</p><p>Dos Objetivos e Atribuições</p><p>Art. 5º São objetivos do Sistema Único de Saúde SUS:</p><p>I - a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde;</p><p>II - a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no § 1º do art. 2º desta lei;</p><p>III - a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.</p><p>Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):</p><p>I - a execução de ações:</p><p>a) de vigilância sanitária;</p><p>b) de vigilância epidemiológica;</p><p>c) de saúde do trabalhador; e</p><p>c) de saúde do trabalhador; (Redação dada pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;</p><p>e) de saúde bucal; (Incluída pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>II - a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico;</p><p>III - a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde;</p><p>IV - a vigilância nutricional e a orientação alimentar;</p><p>V - a colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho;</p><p>VI - a formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção;</p><p>VII - o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde;</p><p>VIII - a fiscalização e a inspeção de alimentos, água e bebidas para consumo humano;</p><p>IX - a participação no controle e na fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;</p><p>X - o incremento, em sua área de atuação, do desenvolvimento científico e tecnológico;</p><p>XI - a formulação e execução da política de sangue e seus derivados.</p><p>§ 1º Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo:</p><p>I - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e</p><p>II - o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.</p><p>§ 2º Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.</p><p>§ 3º Entende-se por saúde do trabalhador, para fins desta lei, um conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho, abrangendo:</p><p>I - assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho;</p><p>II - participação, no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde (SUS), em estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho;</p><p>III - participação, no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde (SUS), da normatização, fiscalização e controle das condições de produção, extração, armazenamento, transporte, distribuição e manuseio de substâncias, de produtos, de máquinas e de equipamentos que apresentam riscos à saúde do trabalhador;</p><p>IV - avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde;</p><p>V - informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade sindical e às empresas sobre os riscos de acidentes de trabalho, doença profissional e do trabalho, bem como os resultados de fiscalizações, avaliações ambientais e exames de saúde, de admissão, periódicos e de demissão, respeitados os preceitos da ética profissional;</p><p>VI - participação na normatização, fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas;</p><p>VII - revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho, tendo na sua elaboração a colaboração das entidades sindicais; e</p><p>VIII - a garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição de máquina, de setor de serviço ou de todo ambiente</p><p>de trabalho, quando houver exposição a risco iminente para a vida ou saúde dos trabalhadores.</p><p>§ 4º Entende-se por saúde bucal o conjunto articulado de ações, em todos os níveis de complexidade, que visem a garantir promoção, prevenção, recuperação e reabilitação odontológica, individual e coletiva, inseridas no contexto da integralidade da atenção à saúde. (Incluído pela Lei nº 14.572, de 2023)</p><p>CAPÍTULO II</p><p>Dos Princípios e Diretrizes</p><p>Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios:</p><p>I - universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência;</p><p>II - integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;</p><p>III - preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral;</p><p>IV - igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie;</p><p>V - direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde;</p><p>VI - divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário;</p><p>VII - utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática;</p><p>VIII - participação da comunidade;</p><p>IX - descentralização político-administrativa, com direção única em cada esfera de governo:</p><p>a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios;</p><p>b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde;</p><p>X - integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico;</p><p>XI - conjugação dos recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na prestação de serviços de assistência à saúde da população;</p><p>XII - capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência; e</p><p>XIII - organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos.</p><p>XIV – organização de atendimento público específico e especializado para mulheres e vítimas de violência doméstica em geral, que garanta, entre outros, atendimento, acompanhamento psicológico e cirurgias plásticas reparadoras, em conformidade com a Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013. (Redação dada pela Lei nº 13.427, de 2017)</p><p>CAPÍTULO III</p><p>Da Organização, da Direção e da Gestão</p><p>Art. 8º As ações e serviços de saúde, executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente.</p><p>Art. 9º A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com o inciso I do art. 198 da Constituição Federal, sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes órgãos:</p><p>I - no âmbito da União, pelo Ministério da Saúde;</p><p>II - no âmbito dos Estados e do Distrito Federal, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente; e</p><p>III - no âmbito dos Municípios, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.</p><p>Art. 10. Os municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.</p><p>§ 1º Aplica-se aos consórcios administrativos intermunicipais o princípio da direção única, e os respectivos atos constitutivos disporão sobre sua observância.</p><p>§ 2º No nível municipal, o Sistema Único de Saúde (SUS), poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde.</p><p>Art. 11. (Vetado).</p><p>Art. 12. Serão criadas comissões intersetoriais de âmbito nacional, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde, integradas pelos Ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil.</p><p>Parágrafo único. As comissões intersetoriais terão a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>Art. 13. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades:</p><p>I - alimentação e nutrição;</p><p>II - saneamento e meio ambiente;</p><p>III - vigilância sanitária e farmacoepidemiologia;</p><p>IV - recursos humanos;</p><p>V - ciência e tecnologia; e</p><p>VI - saúde do trabalhador.</p><p>Art. 14. Deverão ser criadas Comissões Permanentes de integração entre os serviços de saúde e as instituições de ensino profissional e superior.</p><p>Parágrafo único. Cada uma dessas comissões terá por finalidade propor prioridades, métodos e estratégias para a formação e educação continuada dos recursos humanos do Sistema Único de Saúde (SUS), na esfera correspondente, assim como em relação à pesquisa e à cooperação técnica entre essas instituições.</p><p>Art. 14-A. As Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite são reconhecidas como foros de negociação e pactuação entre gestores, quanto aos aspectos operacionais do Sistema Único de Saúde (SUS). (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>Parágrafo único. A atuação das Comissões Intergestores Bipartite e Tripartite terá por objetivo: (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>I - decidir sobre os aspectos operacionais, financeiros e administrativos da gestão compartilhada do SUS, em conformidade com a definição da política consubstanciada em planos de saúde, aprovados pelos conselhos de saúde; (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>II - definir diretrizes, de âmbito nacional, regional e intermunicipal, a respeito da organização das redes de ações e serviços de saúde, principalmente no tocante à sua governança institucional e à integração das ações e serviços dos entes federados; (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>III - fixar diretrizes sobre as regiões de saúde, distrito sanitário, integração de territórios, referência e contrarreferência e demais aspectos vinculados à integração das ações e serviços de saúde entre os entes federados. (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>Art. 14-B. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) são reconhecidos como entidades representativas dos entes estaduais e municipais para tratar de matérias referentes à saúde e declarados de utilidade pública e de relevante função social, na forma do regulamento. (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>§ 1o O Conass e o Conasems receberão recursos do orçamento geral da União por meio do Fundo Nacional de Saúde, para auxiliar no custeio de suas despesas institucionais, podendo ainda celebrar convênios com a União. (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>§ 2o Os Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) são reconhecidos como entidades que representam os entes municipais, no âmbito estadual, para tratar de matérias referentes à saúde, desde que vinculados institucionalmente ao Conasems, na forma que dispuserem seus estatutos. (Incluído pela Lei nº 12.466, de 2011).</p><p>CAPÍTULO IV</p><p>Da Competência e das Atribuições</p><p>Seção I</p><p>Das Atribuições Comuns</p><p>Art. 15. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios exercerão, em seu âmbito administrativo, as seguintes atribuições:</p><p>I - definição das instâncias e mecanismos de controle, avaliação e de fiscalização das ações e serviços de saúde;</p><p>II - administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados, em cada ano, à saúde;</p><p>III - acompanhamento, avaliação e divulgação do nível de saúde da população e das condições ambientais;</p><p>IV - organização e coordenação do sistema de informação de saúde;</p><p>V - elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade e parâmetros de custos que caracterizam a assistência à saúde;</p><p>VI - elaboração de normas técnicas e estabelecimento</p>