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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI</p><p>CAMILA RODRIGUES DE MELO</p><p>IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS ALUNOS COM TEA E TGD</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO</p><p>PROJETO PRÁTICO</p><p>PIRAJU</p><p>2022</p><p>CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI</p><p>CAMILA RODRIGUES DE MELO</p><p>PROJETO PRÁTICO</p><p>DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO</p><p>Relatório de estágio apresentado à disciplina Estágio Supervisionado, do Centro Universitário FAVENI, no Curso de segunda licenciatura em Educação Especial, como pré-requisito para aprovação.</p><p>PIRAJU</p><p>2022</p><p>IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS ALUNOS TEA E TGD</p><p>PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO</p><p>RESUMO- O presente relatório pauta-se sobre o “Autismo”, cujas temáticas são relacionadas a “Transtorno do Espectro Autista (TEA), Distúrbios de aprendizagem (TGD) e distúrbios de aprendizagem”. Objetivou-se em dar a oportunidade compreender o contexto da importância da educação especial com a educação, e o quão presente seus eixos temáticos estão presentes no cotidiano da sociedade atual, e a preocupação da identidade do aluno. Pensando em possíveis maneiras práticas de intervenções que possam ser utilizadas dentro de uma sala de aula. Cabe ressaltar que infelizmente, os sujeitos classificados com distúrbios de aprendizagem não se enquadram no público alvo da educação especial, assim como as pessoas com transtornos globais do desenvolvimento. Todavia, é notório que esses alunos que apresentem algum tipo de dificuldade, transtorno ou síndrome possam frequentar o atendimento educacional especializado (AEE) ou à sala de recursos, para a inclusão desses alunos na escola regular de ensino.</p><p>PALAVRAS-CHAVE: Educação Especial. TEA. TGD.</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. INTRODUÇÃO 5</p><p>2. DESENVOLVIMENTO 6</p><p>3. RELATO DE ESTUDO 8</p><p>4. CONCLUSÃO 13</p><p>REFERÊNCIAS 14</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>O presente relatório de estágio supervisionado no período prático do ano de 2022, caracteriza-se por meio de uma pesquisa bibliográfica e de campo, realizada de acordo com os temas pertinentes ao curso respectivamente, e descrito sobre maneiras práticas de intervenções que possam ser utilizadas dentro de uma sala de aula.</p><p>É importante salientar que a educação especial vem caminhando historicamente garantindo os direitos de inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE), e com isso, expandindo os processos de transformação da sociedade.</p><p>O artigo objetiva-se em dar a oportunidade compreender o contexto da importância da educação especial com a educação, e o quão presente seus eixos temáticos estão presentes no cotidiano da sociedade atual, e a preocupação da identidade do aluno.</p><p>O presente estágio está dividido na importância da educação especial para a educação infantil, ensino fundamental I e II com a área pertinente a “autismo”, cujas temáticas estão relacionadas a “Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) e distúrbios de aprendizagem”.</p><p>Acentua-se pensar o quão a temática é significativa para o conhecimento educacional e pensar em projetos de intervenções para auxiliar nas dificuldades que esses alunos possuem e as desvantagens que esses alunos podem ou não apresentar no processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Diante desse cenário, é importante salientar que há uma premência para uma reflexão sobre essas concepções apresentadas nas práticas do trabalho pedagógico e docente, é preciso compreender a importância da inclusão escolar, e a garantia e a eficácia do trabalho escolar.</p><p>Partindo-se desses pressupostos, busca-se através desta pesquisa, mostrar-se-á alguns caminhos para uma educação de mais qualidade e significativa no ambiente escolar não somente para o aluno com TEA, mas para com os demais, visando a garantia de uma real inclusão.</p><p>2. DESENVOLVIMENTO</p><p>O presente projeto baseia-se numa pesquisa bibliográfica: sobre o “Autismo”, cujas temáticas são relacionadas a “Transtorno do Espectro Autista (TEA), Distúrbios de aprendizagem (TGD) e distúrbios de aprendizagem”.</p><p>De acordo com Cunha (2011), frisa que não se sabe ao certo o que é o autismo, devido a complexidade do problema e a diversidade de explicações sobre o assunto:</p><p>Mas o que é realmente autismo? Essa pergunta não é tão fácil de responder, pois não se conseguiu, até hoje, uma definição e uma delimitação consensual das terminologias sobre ele. A multiplicidade das terminologias fenomenológicas e, respectivamente, seus sinônimos demonstram a complexidade do problema e a diversidade dos princípios de esclarecimento existentes até hoje. (CUNHA, 2011, p.19)</p><p>Mas a síndrome possui suas próprias características e de fácil definição quando apresenta sinais ou sintomas caracterizados pelas dificuldades de socialização, atraso na linguagem e na comunicação. Os primeiros sintomas ocorrem por volta dos 3 anos de idade. Frisa-se que o TEA não é uma doença, mas sim, uma síndrome na qual define como um “agregado ou conjunto de sinais e sintomas associados a alguns processos mórbidos/doentios que, juntos, constituem um quadro de enfermidades ou doenças”. (ORRÚ apud HOUAISS, 2009, p.18).</p><p>Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), englobam os diferentes transtornos do espectro autista, psicoses infantis, Síndrome de Asperger, Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett. Como destaca Paraná (2016, p.4):</p><p>Posto isso, é importante compreender que nem todos os estudantes diagnosticados com algum tipo de transtorno mental são estudantes da Educação Especial – área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento. Nessa categoria, estão incluídos os alunos com diagnóstico de autismo, Síndrome do Espectro Autista (Asperger), Transtorno Desintegrativo da Infância (psicose) e Transtorno Invasivo de Desenvolvimento - sem outra especificação.</p><p>Os TGD, possuem sintomas e comportamentos que ocorrem tipicamente na infância e acarretam algum tipo de comprometimento como o atraso no desenvolvimento, por isso é importante dar uma atenção maior aos alunos que possuem NEE e buscar sanar possíveis dificuldades de aprendizagem. Conhecer as diferenças que permeiam a educação especial é imprescindível para um trabalho pedagógico satisfatório e que atenda as demandas dos alunos.</p><p>Na área TGD é habitual depararmo-nos com os termos síndrome e/ou transtorno. Assim, é importante esclarecer que a nomenclatura síndrome se refere a um conjunto de sintomas, não restrito a uma só doença, que ocorre no indivíduo; e transtorno é aplicado para indicar a existência de um conjunto de sintomas ou comportamentos que ocorrem no transcorrer da infância, com um comprometimento ou atraso no desenvolvimento e maturação do sistema nervoso central. O transtorno não se desenrola de traumatismo ou doença cerebral adquirida; ele denuncia uma desordem neurológica e origina-se de anormalidades no processo cognitivo derivados de disfunção biológica (PARANÁ, 2016, p.5 apud FRANZIN, 2014).</p><p>Já os distúrbios de aprendizagem , transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem são expressões com significados diferentes, os problemas de aprendizagem são complexos para que os enfrentada, mas com intervenções certas é possível amenizá-las em longo prazo.</p><p>A definição para distúrbios de aprendizagem segundo Smith (2007) é:</p><p>[...] o termo dificuldades de aprendizagem refere-se não a um único distúrbio, mas a uma ampla gama de problemas que podem afetar qualquer área do desempenho acadêmico. Raramente, elas podem ser atribuídas a uma única causa: muitos aspectos diferentes podem prejudicar o funcionamento cerebral, e os problemas psicológicos dessas crianças freqüentemente são complicados, até certo ponto, por seus ambientes doméstico e escolar. As dificuldades de aprendizagem podem ser divididas em tipos gerais, mas uma vez que, com freqüência, ocorrem em combinações – e também variam imensamente em gravidade –, pode ser muito difícil perceber o que os estudantes agrupados sob esse rótulo têm em comum. (SMITH, 2007, p.15)</p><p>Diante disso, as dificuldades de aprendizagem não estão relacionadas a um único fator, mas a somatória de vários que se agravam e passam desapercebidas muitas vezes. Outro fator relevante destacar que é muito difícil perceber, pois diante de salas muito numerosas os educadores acabam por não notar e confundir tais indícios como, por exemplo, a falta de atenção, a autora ainda ressalta alguns prejuízos neurológicos que afetam a capacidade cognitiva.</p><p>Cabe ressaltar que infelizmente, os sujeitos classificados com distúrbios de aprendizagem não se enquadram no público alvo da educação especial, assim como as pessoas com transtornos globais do desenvolvimento. Todavia, é notório que esses alunos que apresentem algum tipo de dificuldade, transtorno ou síndrome possam frequentar o atendimento educacional especializado (AEE) ou à sala de recursos, para a inclusão desses alunos na escola regular de ensino.</p><p>Buscar meios para que atenda essas crianças em fase escolar é torna-la incluída, formar uma escola inclusiva, garantindo o acesso a todos, objetivando eliminar obstáculos que limitam a aprendizagem e a participação ativa dos alunos NEE.</p><p>Portanto, não existe uma fórmula mágica no trato com alunos com necessidades educativas especiais (NEE), como TEA, TGD e distúrbios de aprendizagem, as palavras chaves são tempo, persistência e dedicação. Além disso é muito importante o apoio com a família, escola e profissionais envolvidos, objetivando uma melhor qualidade de ensino e de vida para esses alunos.</p><p>RELATO DE ESTUDO</p><p>Intervenção Na Prática (Projeto de Intervenção que poderá ser realizada na Prática dentro da sala de aula)</p><p>Avaliação</p><p>Se os alunos atingiram os objetivos propostos através das reflexões, participações e da apresentação do reconto da história.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>Diante das pesquisas bibliográficas relatadas anteriormente sobre o “Autismo”, cujas temáticas são relacionadas a “Transtorno do Espectro Autista (TEA), Distúrbios de aprendizagem (TGD) e distúrbios de aprendizagem”, ambas temáticas se embasam nas dificuldades de aprendizagem que esses alunos possuem.</p><p>Sendo válido frisar a dificuldades dos professores com salas cada vez mais numerosas e passando desapercebidos e com pouco apoio na sala de aula. Mesmo assim, os alunos com distúrbios de aprendizagem e TGD, não se enquadrem no público alvo da educação especial, é notório que a esses alunos que apresentarem algum tipo de dificuldade, transtorno ou síndrome e a validação para que possam frequentar o atendimento educacional especializado (AEE) ou uma sala de recursos, para a inclusão desses alunos na escola regular de ensino.</p><p>Buscar meios para atender essa demanda de alunos em fase escolar é torná-la incluída, formar uma escola inclusiva, garantindo o acesso a todos, objetivando eliminar obstáculos que limitam a aprendizagem e a participação ativa dos alunos NEE.</p><p>Conhecer as diferenças que permeiam a educação especial é imprescindível para um trabalho pedagógico satisfatório e que atenda as demandas dos alunos, portanto, não existe uma receita pronta para o trabalho pedagógico dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE), como TEA, TGD e distúrbios de aprendizagem, é um processo que está caminhando cada vez mais, buscando a inclusão e qualidade educacional para esses alunos.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF, 2015</p><p>CUNHA, Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia práticas educativas na escola e na família. Rio de Janeiro, 2011.</p><p>ORRÚ, Silvia Ester. Autismo: o que os pais devem saber? Rio de Janeiro: Wak Ed., 2009. 108p.</p><p>PARANÁ. Departamento de Educação Especial. Diretoria de Políticas e Tecnologias Educacionais. Transtornos Globais do Desenvolvimento – TGD: Procedimentos e Encaminhamentos. Curitiba: 2016. Disponível em: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/ed_especial/tgd_unid2.pdf. Acesso em: 14 set. 2021.</p><p>SMITH, Corinne. Dificuldades de A a Z: um guia completo para pais e educadores. Corinne Smith, Lisa Strick; tradução Dayse Batista. Porto Alegre: Artmed, 2007.</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.jpeg</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.jpeg</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.jpeg</p><p>image23.jpeg</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.jpeg</p><p>image30.jpeg</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.jpeg</p>