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<p>2</p><p>© Copyright - Todos os Direitos Reservados</p><p>De forma alguma é legal reproduzir, duplicar ou transmitir</p><p>qualquer parte deste documento em meio eletrônico ou em</p><p>formato impresso. A gravação desta publicação é estritamen-</p><p>te proibida e qualquer armazenamento deste documento</p><p>não é permitido, a menos que haja permissão por escrito do</p><p>editor. Todos os direitos reservados.</p><p>As informações fornecidas neste documento são declaradas</p><p>verdadeiras e consistentes, sem que qualquer responsabilida-</p><p>de, em termos de desatenção ou de outra forma, por qualquer</p><p>uso ou abuso de quaisquer políticas, processos ou instruções</p><p>contidas aqui é de responsabilidade exclusiva e total do leitor</p><p>destinatário. Sob nenhuma circunstância qualquer responsa-</p><p>bilidade legal ou culpa será exercida contra o editor por qual-</p><p>quer reparação, dano ou perda monetária devido as informa-</p><p>ções aqui contidas, direta ou indiretamente. Os respectivos</p><p>autores possuem todos os direitos autorais não detidos pelo</p><p>editor.</p><p>Informação Legal</p><p>Este livro é protegido por direitos autorais. Isto é apenas para</p><p>uso pessoal. Você não pode alterar, distribuir, vender, usar, ci-</p><p>tar ou parafrasear qualquer parte ou o conteúdo deste livro</p><p>sem o consentimento do autor ou proprietário dos direitos</p><p>autorais. Ação legal será perseguida se isso for violado.</p><p>Aviso de Isenção de Responsabilidade</p><p>Observe que as informações contidas neste documento são</p><p>apenas para fins educacionais e de entretenimento. Todos</p><p>os esforços foram feitos para fornecer informações comple-</p><p>tas precisas, atualizadas e confiáveis. Nenhuma garantia de</p><p>qualquer tipo é expressa ou implícita. Os leitores reconhecem</p><p>que o autor não presta aconselhamento jurídico, financeiro,</p><p>médico ou profissional.</p><p>Ao ler este documento, o leitor concorda que, em nenhuma</p><p>circunstância, somos responsáveis por quaisquer perdas, di-</p><p>retas ou indiretas, decorrentes do uso das informações con-</p><p>tidas neste documento, incluindo, mas não limitado a erros,</p><p>omissões ou imprecisões.</p><p>3</p><p>SUMÁRIO</p><p>MÓDULO 1: NOÇÕES DE ECONOMIA E FINANÇAS .................................... 8</p><p>1.1 - FÓRMULA DE FISHER ............................................................................................................................................ 9</p><p>1.2 - CAPITALIZAÇÃO ......................................................................................................................................................... 10</p><p>1.3 - EQUIVALÊNCIA DE TAXAS ................................................................................................................................. 11</p><p>1.4 - DESCONTO SIMPLES ............................................................................................................................................ 13</p><p>1.5 - VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) ............................................................................................................. 14</p><p>1.6 - TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR) ........................................................................................................... 16</p><p>1.7 - SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (SAC e PRICE) ................................................................................... 17</p><p>1.7.1 - FÓRMULA NÚMERO DE PARCELAS - SAC ....................................................................................... 18</p><p>1.7.2 - FÓRMULA PARA CALCULAR SALDO DEVEDOR - SAC ......................................................... 19</p><p>1.7.3 - FÓRMULA VALOR DA PARCELA PRICE (PMT) ............................................................................. 21</p><p>1.7.4 - FÓRMULA VALOR FINANCIAMENTO PRICE ................................................................................. 21</p><p>1.8 - FÓRMULA PERPETUIDADE ........................................................................................................................... 22</p><p>1.9 – PERPETUIDADE COM CRESCIMENTO – (FÓRMULA DE GORDON) ............................. 23</p><p>1.10 - CMPC OU WACC ................................................................................................................................................... 24</p><p>MÓDULO 2: RENDA FIXA .............................................................................. 27</p><p>2.1 - PRECIFICAÇÃO DE LTN ................................................................................................................................... 28</p><p>2.2 - PRECIFICAÇÃO DE LFT ................................................................................................................................... 29</p><p>2.3 - PRECIFICAÇÃO DE NTN-B PRINCIPAL .............................................................................................. 30</p><p>2.4 - ESTRUTURA A TERMO DE TAXA DE JUROS (ETTJ) ................................................................. 31</p><p>2.5 - CURRENT YIELD .................................................................................................................................................. 32</p><p>4</p><p>MÓDULO 3: GESTÃO DE CARTEIRA E RISCOS ........................................ 34</p><p>3.1 - MÉDIA ............................................................................................................................................................................. 35</p><p>3.2 - MEDIANA ..................................................................................................................................................................... 35</p><p>3.3 - MODA ............................................................................................................................................................................. 36</p><p>3.4 - VARIÂNCIA ................................................................................................................................................................. 37</p><p>3.5 - DESVIO PADRÃO ................................................................................................................................................... 38</p><p>3.6 - CORRELAÇÃO .......................................................................................................................................................... 39</p><p>3.7 - COVARIÂNCIA ......................................................................................................................................................... 40</p><p>3.8 - RISCO DE UMA CARTEIRA ............................................................................................................................. 41</p><p>3.9 - CAPM ............................................................................................................................................................................... 43</p><p>3.10 - ÍNDICE DE SHARPE ............................................................................................................................................. 44</p><p>3.11 - ÍNDICE DE TREYNOR ........................................................................................................................................... 44</p><p>MÓDULO 4: PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTO ..................................... 46</p><p>4.1 - ÍNDICE DE POUPANÇA ....................................................................................................................................... 47</p><p>4.2 - ÍNDICE DE LIQUIDEZ ........................................................................................................................................... 47</p><p>4.3 - ÍNDICE DE ENDIVIDAMENTO ....................................................................................................................... 48</p><p>MÓDULO 5: CADERNO DE SIMULADO ........................................................ 50</p><p>MÓDULO 6: CONCLUSÃO.............................................................................. 62</p><p>5</p><p>PLANNER DE CÁLCULOS</p><p>O principal objetivo do Planner de Cálculos é trazer de uma forma rápida</p><p>e clara as principais fórmulas que você vai entrar em contato durante sua</p><p>preparação</p><p>para os exames de certificação CEA, Ancord ou CFP. Após ler</p><p>esse material e assistir as resoluções em vídeo dos exemplos e das ques-</p><p>tões, é bem provável que seu possível medo de cálculo esteja resolvido e,</p><p>indo além, você irá gostar de fazer conta.</p><p>Muitas fórmulas parecem complexas até você entender o significado de</p><p>cada elemento e, em seguida, substituir na equação. Feito isso, basta fazer</p><p>matemática básica. A matemática se torna simples quando você entende</p><p>o conceito, além de que, muitas vezes, não é necessário utilizar a fórmula</p><p>em si, sendo possível resolver utilizando as funções financeiras da HP12C.</p><p>É muito importante você entender o conceito para ter agilidade na reso-</p><p>lução das questões e no atendimento com seu cliente.</p><p>Para entender o conceito, trouxemos a fórmula resolvida de forma aritmé-</p><p>tica junto a um vídeo explicativo do professor Tiago resolvendo também na</p><p>HP12C. O importante aqui é reparar como a resolução ou o passo a passo</p><p>do cálculo é breve, provando novamente que a resolução do cálculo é fácil.</p><p>Este material destina-se exclusivamente a complementar seu aprendi-</p><p>zado, ou seja, não deve ser considerado como o curso completo em si.</p><p>Se você for nosso aluno, ao clicar nos links disponíveis no documento,</p><p>será direcionado para a plataforma e terá acesso às aulas e as questões</p><p>que estão no final desse Planner mas, se você não for nosso aluno</p><p>basta se cadastrar aqui. É bem rápido e assim conseguirá acessar as</p><p>resoluções em vídeo, que vão contribuir com seu aprendizado.</p><p>https://app.t2.com.br/signup</p><p>6</p><p>Esse planner é composto por seis módulos:</p><p>Módulo 1 – Noções de Economia e Finanças: aqui veremos os cálculos</p><p>relacionados à economia e finanças como equivalência de taxas, ca-</p><p>pitalização composta, valor presente líquido, taxa interna de retorno,</p><p>sistemas de financiamento Price e Sac, dentre outros assuntos.</p><p>Módulo 2 – Renda Fixa: Nesse módulo teremos cálculos relaciona-</p><p>dos à renda fixa, como por exemplo a precificação de LTN (bem co-</p><p>mum nas provas), além da estrutura a termo de taxas de juros e o</p><p>current yield.</p><p>Módulo 3 – Gestão de Carteira e Riscos: Os cálculos presentes nesse mó-</p><p>dulo são de extrema importância na gestão de uma carteira, como a mé-</p><p>dia, que tanto se vê nas aulas de matemática na escola. Além do desvio</p><p>padrão, correlação, covariância, precificação de ativos pela metodologia</p><p>do CAPM, índice de Treynor e Sharpe.</p><p>Módulo 4 – Planejamento de Investimento: Serão abordados índices im-</p><p>portantes para avaliar a situação financeira de uma família, como o índi-</p><p>ce de poupança, liquidez e endividamento.</p><p>Módulo 5 – Caderno de Simulado: Questões para você praticar o conteúdo.</p><p>Módulo 6 – Conclusão: Neste módulo temos algumas dicas para você.</p><p>Agora que você viu os assuntos que serão abordados no Planner de</p><p>Cálculos, vamos a uma apresentação do professor?</p><p>Tiago Feitosa, atua no mercado financeiro desde 2005 e, desde 2016,</p><p>dedica-se exclusivamente a formar profissionais para o mercado. For-</p><p>mado em matemática com pós-graduação em negócios bancários</p><p>7</p><p>pela FAAP, Tiago é aprovado nos exames de certificação CPA10, CPA20,</p><p>CEA, ANCORD, CFP®, CFG e CNPI. Ao longo dos últimos anos, através</p><p>da T2 Educação, já preparou mais de 70 mil alunos para os exames de</p><p>certificação.</p><p>P r o f e s s o r</p><p>Tiago Feitosa</p><p>MÓDULO 1:</p><p>NOÇÕES DE</p><p>ECONOMIA E</p><p>FINANÇAS</p><p>9</p><p>1.1 - FÓRMULA DE FISHER</p><p>A fórmula de Fisher desconta a inflação da taxa de retorno nominal. É uti-</p><p>lizada para saber qual a taxa de rendimento real da aplicação ou a perda</p><p>do poder de compra da moeda.</p><p>Não disponível na prova</p><p>Precisamos ficar atentos que, por se tratar de taxa e número expresso em</p><p>percentual, o primeiro ponto vai ser justamente tirar o “ % “, para transfor-</p><p>mar o número em decimal e achar o fator ao somar “1”.</p><p>Exemplo: 8,5% → divide por 100 para achar em decimal → 0,085</p><p>Agora vamos ao exemplo de aplicação da Fórmula de Fisher.</p><p>Exemplo: Tiago fez um investimento em CDB onde obteve o retorno de</p><p>14,5% líquidos no período. No mesmo período, teve uma inflação de 6,4%.</p><p>Qual a taxa real de retorno de Tiago?</p><p>Como a questão trouxe o “retorno líquido”, não precisamos nos importar</p><p>com o imposto de renda, substituindo na fórmula temos:</p><p>Agora é preciso transformar esse fator em percentual, para isso, vamos</p><p>multiplicar por 100.</p><p>Esse número de 7,61% corresponde à taxa de retorno real desse investimen-</p><p>to nesse CDB. Para assistir o vídeo explicativo desse exemplo, clique aqui.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2435</p><p>10</p><p>Importante: pode ocorrer pequenas variações no resultado depen-</p><p>dendo do número de casas decimais utilizadas para fazer o cálculo.</p><p>1.2 - CAPITALIZAÇÃO</p><p>Esse tema podemos classificar em dois ramos: capitalização simples e ca-</p><p>pitalização composta.</p><p>Capitalização simples se dá quando a taxa de juros vai incidir apenas so-</p><p>bre o montante inicial e não sobre todo o capital.</p><p>Por exemplo: Investi 1 mil reais no CDB do Itaú. Esse CDB me paga 7% de</p><p>juros simples ao mês. Todo mês o meu juro produzido vai ser de 70 reais</p><p>(7% de 1 mil) independente do prazo.</p><p>Capitalização composta se dá quando ocorre “juros em cima de juros”. Na</p><p>prática, a taxa vai incidir sobre o montante total acumulado, causando o</p><p>famoso efeito “bola de neve”.</p><p>A diferença entre a capitalização simples e composta está que na simples a</p><p>taxa incide somente no capital investido, não ocorrendo o efeito bola de neve.</p><p>Essa fórmula será utilizada principalmente quando for necessário calcular</p><p>um investimento, como por exemplo: Quanto vou ter no futuro se investir</p><p>1 mil, a 7% a.a (ao ano), durante 2 anos?</p><p>Sempre que quero levar um valor presente para o futuro com uma deter-</p><p>minada taxa de juros, vou utilizar essa fórmula:</p><p>Não disponível na prova</p><p>M = Montante (valor futuro);</p><p>C = Capital investido;</p><p>T = Taxa ou “juros”;</p><p>N = Período ou prazo.</p><p>11</p><p>Não vai ser comum resolver questões de forma aritmética, porque a HP12c</p><p>vai fazer isso com as funções financeiras da máquina.</p><p>Para isso, basta colocar:</p><p>• o “capital investido” no PV;</p><p>• o “juros” no i;</p><p>• o “prazo” no n;</p><p>• E apertar FV para descobrir o montante.</p><p>Ao fazer isso já vai ter resolvido aquela equação utilizando a calculadora.</p><p>Exemplo: Tiago vai investir R$1.780,00 pelo período de 3 anos com uma</p><p>taxa de 8,5% ao ano. Quanto Tiago vai ter no vencimento dessa aplicação?</p><p>Neste caso, Tiago vai ter R$2.273,59 no vencimento dessa aplicação.</p><p>Para aprender como resolver utilizando as funções financeiras da HP12C e</p><p>ter mais agilidade na resolução das questões, clique aqui.</p><p>1.3 - EQUIVALÊNCIA DE TAXAS</p><p>Respeitando uma lei sagrada da matemática financeira, o prazo (n) sem-</p><p>pre precisa estar no mesmo período temporal que a taxa (i).</p><p>Por exemplo:</p><p>Taxa - Mensal // ao mês → Prazo - Mensal // ao mês.</p><p>Taxa - Anual // ao ano → Prazo - Anual // ao ano.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2436</p><p>12</p><p>Importante: não pode acontecer da taxa estar ao mês e o prazo em</p><p>ano, por exemplo.</p><p>Para efetuar a equivalência de taxas é utilizada a fórmula abaixo:</p><p>Não disponível na prova</p><p>i = Taxa ou “juros”;</p><p>N = Período ou prazo.</p><p>Exemplo: Tiago comprou um imóvel financiado com uma taxa de 30%</p><p>ao ano. Como é um financiamento, o seu período de pagamento é men-</p><p>sal, afinal todo mês chega um boleto para ele pagar. Qual a taxa de juros</p><p>mensal dessa operação?</p><p>Lembrando que o “i” precisa estar em decimal e não em percentual como</p><p>está no enunciado. Para colocar em decimal, basta dividir por 100.</p><p>O N neste exemplo ficou diferente, pois o N vem de uma outra equação</p><p>matemática, o “quero sobre tenho” Q/T. O prazo que eu quero, no exemplo</p><p>acima é 1 mês, dividido pelo prazo que eu tenho, que são 12 meses:</p><p>Para assistir à resolução deste exemplo, clique aqui.</p><p>Podemos afirmar que, 30% ao ano equivale a 2,21% ao mês. Que é diferen-</p><p>te de: (2,21% x 12) = 26,52% a.a (a.a = ao ano).</p><p>Não temos o mesmo resultado ao multiplicar por 12 porque, ao multiplicar</p><p>estamos fazendo proporcionalidade de taxas.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2437</p><p>13</p><p>Taxa proporcional é algo que vamos utilizar muito pouco, mas existe e está</p><p>correto fazer dessa forma, quando tem “juros simples”.</p><p>Juros simples é quando a taxa de juros vai incidir apenas sobre o montan-</p><p>te inicial, diferente dos “juros compostos”, que incidem sobre o montante</p><p>inicial + juros.</p><p>Ao fazer uma taxa equivalente estamos trabalhando com juros compostos.</p><p>1.4 - DESCONTO SIMPLES</p><p>Também chamado de desconto racional, é muito importante para a pre-</p><p>cificação de títulos públicos e muito utilizado nas provas. Ao aplicar o des-</p><p>conto no valor presente (VP) de títulos, vamos ter efeitos de produção de</p><p>juros sobre o valor inicial.</p><p>Para utilizar o desconto simples em sua prova, vamos precificar uma LTN</p><p>ou algum título que já se sabe o valor que vai receber no vencimento (VF), a</p><p>taxa (i) e o prazo (n). Dessa forma, vamos descobrir o valor do título hoje (VP).</p><p>Não disponível na prova</p><p>Exemplo: Temos um título cujo valor no vencimento é de R$5.000,00, ren-</p><p>dendo a uma taxa de 3% ao mês com prazo de 8 meses. Qual o valor do</p><p>título hoje?</p><p>Dado o cenário do exemplo acima, um título que no vencimento vale 5</p><p>mil, pagando uma taxa de 3% ao mês durante 8 meses vale R$ 3.947,05 a</p><p>valores de hoje.</p><p>Esse tipo de cálculo é muito comum no dia a dia e na prova, portanto lem-</p><p>bre bem de como realizar. Para assistir à resolução utilizando as funções</p><p>financeiras da HP12C, clique aqui.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2438</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2438</p><p>14</p><p>1.5 - VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)</p><p>Não disponível na prova</p><p>Método utilizado para calcular quanto vale um fluxo de caixa que vai</p><p>acontecer dentro de um determinado período a valores de hoje. Esse</p><p>tipo de cálculo, geralmente, vai trazer uma taxa de juros ou uma TMA.</p><p>TMA significa “Taxa mínima de atratividade”, serve para saber qual é o</p><p>retorno mínimo para investir em um projeto.</p><p>Por exemplo: Só tenho interesse em investir no seu projeto se o retorno</p><p>for superior a 18% a.a.</p><p>A TMA é uma taxa pessoal, onde cada um vai ter a sua.</p><p>Voltando ao VPL, o modo de cálculo para a prova vai ser 100% feito na</p><p>HP12C, sem exceção, portanto o passo a passo de como fazer está no</p><p>exemplo abaixo.</p><p>As funções da HP12C que vamos utilizar são:</p><p>i - Taxa de juros ou TMA;</p><p>CF0 - Desembolso ou aporte/investimento inicial;</p><p>CFj - Fluxo de caixa ou fluxo de receitas;</p><p>Nj - Quantas vezes vai repetir o último fluxo de caixa informado (ou seja,</p><p>no caso de ter valores repetidos no fluxo de caixa, não é necessário colo-</p><p>car o mesmo valor no CFj diversas vezes, basta colocar uma vez e infor-</p><p>mar o número de repetição no Nj);</p><p>NPV - Quanto vale esse fluxo a valores de hoje.</p><p>Utilizando essas teclas já é possível fazer todo e qualquer tipo de cálculo</p><p>para chegar ao VPL.</p><p>Exemplo: Qual é o valor presente de um investimento em franquias,</p><p>onde temos:</p><p>• Custo de oportunidade (TMA) de 18% a.a;</p><p>• Investimento inicial de 980.000,00;</p><p>15</p><p>• Caixa gerado no ano 1 de 585.000,00;</p><p>• Caixa gerado no ano 2 de 740.000,00;</p><p>• Caixa gerado no ano 3 de 900.000,00;</p><p>• Caixa gerado no ano 4 de 930.000,00.</p><p>Para resolver essa questão o primeiro passo é compreender as saídas e as</p><p>entradas do caixa da empresa. O investimento inicial saiu do caixa, por-</p><p>tanto utiliza-se o botão CHS para ter o valor como negativo e em seguida,</p><p>coloca na função CF0, já o “caixa gerado” foi entrando no caixa, portanto</p><p>utiliza-se o valor positivo. Abaixo temos o gráfico do fluxo de caixa:</p><p>O projeto se inicia no momento 0 do fluxo, como está ocorrendo uma</p><p>saída (dinheiro está saindo do caixa), é considerado negativo. Logo, utili-</p><p>za-se o botão CHS, a sequência a ser digitada na calculadora é: 980 000</p><p>CHS, G, CF0.</p><p>Agora tem que alimentar a taxa, que pode ser tanto o custo de oportu-</p><p>nidade quanto a TMA. Na prática é o quanto precisa de retorno tanto</p><p>por conta da dívida quanto por conta de abrir mão de investir em outro</p><p>projeto para comprar a franquia. Então, basta digitar na calculadora: 18 i.</p><p>Importante: Verifique se a taxa e o prazo estão no mesmo período,</p><p>nesse exemplo o fluxo está em ano e a taxa em ano, portanto não vai</p><p>ser preciso fazer taxa equivalente.</p><p>16</p><p>Agora nos fluxos, insira na calculadora:</p><p>• 585.000,00, seguido das teclas G, CFj;</p><p>• 740.000,00, seguido das teclas G, CFj;</p><p>• 900.00,00, seguido das teclas G, CFj;</p><p>• 930.00,00, seguido das teclas G, CFj;</p><p>Pronto, o fluxo de caixa foi inserido. Como o dinheiro está entrando no</p><p>caixa utiliza-se o número positivo. O próximo ponto é apertar as seguintes</p><p>teclas: F, NPV, dessa forma tem-se quanto vale esse fluxo a valores de hoje.</p><p>NPV = 1.074.670,63.</p><p>Para assistir a aula que explica detalhadamente a resolução desse exem-</p><p>plo, basta clicar aqui.</p><p>1.6 - TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR)</p><p>Não disponível na prova</p><p>Em linha com a explicação de VPL, vamos calcular o fluxo de caixa com</p><p>a HP12C mas, dessa vez, buscando a taxa interna de retorno, a TIR que o</p><p>projeto teve. Então, ao invés de apertar a tecla do VPL depois de alimen-</p><p>tar a máquina, deve apertar a tecla: IRR.</p><p>• IRR - Taxa interna de retorno ou TIR.</p><p>Nesse caso, o passo a passo é o mesmo. Deve colocar quanto vai desem-</p><p>bolsar hoje, o fluxo de caixa que esse desembolso proporciona, mas não</p><p>coloca a taxa ou TMA, porque uma das premissas da TIR é reinvestir o</p><p>fluxo de caixa na própria TIR.</p><p>Exemplo: Qual é o retorno de um investimento em franquia, onde temos:</p><p>• Investimento inicial de 980.000,00</p><p>• Caixa gerado no ano 1 de 585.000,00</p><p>• Caixa gerado no ano 2 de 740.000,00</p><p>• Caixa gerado no ano 3 de 900.000,00</p><p>• Caixa gerado no ano 4 de 930.000,00</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2439</p><p>17</p><p>Deve-se resolver igual o último exemplo. A única diferença é que, após ali-</p><p>mentar os dados do fluxo na calculadora tem que apertar as teclas “F” e</p><p>“IRR”. O que vai aparecer na tela é justamente a TIR, a taxa de retorno desse</p><p>investimento em franquia, dado o fluxo que entrou no caixa. Como a TIR</p><p>nesse exemplo é 62,76%, maior que a taxa mínima de atratividade (62,76% ></p><p>18%), significa que é um investimento, do ponto de vista econômico, viável.</p><p>Para assistir à resolução na HP12C e não ficar com dúvidas, clique aqui.</p><p>1.7 - SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO (SAC e PRICE)</p><p>Esses dois sistemas (SAC e PRICE) são os sistemas de financiamento</p><p>mais utilizados aqui no Brasil e importantes para sua prova e para seu</p><p>dia a dia no mercado financeiro. Embora existam outros, para fins de cál-</p><p>culo, vamos focar apenas nesses dois. Antes de explicar a fórmula, vamos</p><p>precisar entender alguns conceitos importantes:</p><p>• Amortização: Quanto do saldo devedor é efetivamente pago;</p><p>• Juros: Quanto vou pagar pelo “aluguel do dinheiro”;</p><p>• Parcela: soma de Amortização + Juros;</p><p>• Saldo devedor: Valor da dívida.</p><p>O sistema de amortização constante (SAC), como o nome diz, tem</p><p>como principal característica, a amortização constante. Por consequ-</p><p>ência, o valor da parcela reduz, afinal a amortização é sempre a mesma,</p><p>mas o juro que vai incidir sobre o saldo devedor vai reduzindo. Portanto,</p><p>nesse sistema, o valor da parcela vai reduzindo conforme as parcelas</p><p>vão sendo pagas.</p><p>Para fins de prova, pode ser cobrado questões de duas formas, exemplo:</p><p>1. Qual o valor da 8º parcela?</p><p>2. Qual o saldo devedor após pagar a 8º parcela?</p><p>Quanto a fórmula, não podemos ir direto para HP12C, temos de fazer de</p><p>forma aritmética.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2439</p><p>18</p><p>1.7.1 - FÓRMULA NÚMERO DE PARCELAS - SAC</p><p>Não disponível na prova</p><p>PMTt = Parcela que quero descobrir;</p><p>PV</p><p>n</p><p>= Valor da amortização (valor do empréstimo dividido pela quantidade</p><p>de parcelas);</p><p>t = Parcela que quero encontrar;</p><p>i = Taxa de juros ou custo do financiamento, em decimal;</p><p>n = prazo total do financiamento.</p><p>Exemplo: Tiago fez um financiamento de R$18.000,00, com prazo de 11</p><p>meses e taxa de juros mensal de 2%, com o sistema SAC. Qual o valor da</p><p>parcela 7?</p><p>Basta seguir a fórmula que parece ser bem complicada, mas é tranquila.</p><p>Após colocar as variáveis, deve fazer matemática</p><p>básica:</p><p>Importante: Seguir as regras matemáticas. Primeiro resolver mul-</p><p>tiplicação/divisão antes de adição/subtração e parênteses antes do</p><p>colchete.</p><p>19</p><p>Uma maneira mais fácil de resolver esse tipo de questão é seguindo o</p><p>raciocínio:</p><p>A parcela do financiamento é composta pelo valor correspondente da</p><p>amortização da dívida mais os juros, certo? Portanto, a parcela referente</p><p>a amortização será o valor financiado dividido pelo prazo:</p><p>Como está pedindo a 7º parcela, foi pago 6 parcelas, concorda? Então o</p><p>valor já pago do financiamento é: 1636,36 x 6 = 9.818,16.</p><p>Logo para obter o valor que ainda falta pagar, basta subtrair do valor fi-</p><p>nanciado o valor que já foi pago: 18000 - 9818,16 = 8.181,84</p><p>O juro será pago sobre o valor que ainda falta pagar:</p><p>Dessa maneira chega-se que a 7º parcela será igual ao valor da amortiza-</p><p>ção + juros: 1636,36 + 163,64 = 1.800,00.</p><p>É encontrado o mesmo valor, porém sem utilizar de fato, a fórmula. Não</p><p>deixe de assistir a resolução dessa questão, para ir com tranquilidade</p><p>para a prova.</p><p>1.7.2 - FÓRMULA PARA CALCULAR SALDO DEVEDOR - SAC</p><p>Não disponível na prova</p><p>= Valor da amortização (valor do empréstimo dividido pela quanti-</p><p>dade de parcelas);</p><p>N = Número de parcelas pagas.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2440</p><p>20</p><p>Esse é talvez o cálculo mais fácil relacionado a tabela SAC. Basta saber</p><p>o valor da amortização ao dividir o valor financiado pelo prazo e, depois</p><p>multiplicar pelo número de parcelas pagas, feito isso deve subtrair do va-</p><p>lor financiado. Como a amortização é fixa, ou seja, o valor da dívida abati-</p><p>da todo mês é o mesmo, é possível descobrir qual o saldo remanescente</p><p>do financiamento.</p><p>Exemplo: Tiago fez um financiamento de 200 mil, com prazo de 240 me-</p><p>ses e custo de 2% a.m. Após pagar a parcela 140, qual o saldo restante do</p><p>financiamento?</p><p>Essa questão provavelmente vai aparecer na sua prova e é uma questão</p><p>bem tranquila.</p><p>Portanto, falta pagar R$83.333,33 do saldo financiado. Para assistir à reso-</p><p>lução utilizando a calculadora HP12C, clique aqui.</p><p>Agora vamos para o sistema PRICE, que tem como principal característi-</p><p>ca uma parcela fixa e de menor valor se comparado com o sistema SAC,</p><p>ou seja, as parcelas iniciais são menores. Outra característica é que como</p><p>a parcela é fixa e o juros incide sobre o saldo devedor, é de se esperar</p><p>que a amortização vai aumentando e o valor correspondente aos juros</p><p>diminuindo.</p><p>Para fins de prova, pode ser cobrado esse tipo de questão de duas for-</p><p>mas, por exemplo:</p><p>1. Valor da parcela (PMT);</p><p>2. Saldo devedor (PMT x número de parcelas).</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2441</p><p>21</p><p>1.7.3 - FÓRMULA VALOR DA PARCELA PRICE (PMT)</p><p>Não disponível na prova</p><p>VP = Valor do financiamento;</p><p>i = Taxa de juros do financiamento ou custo, em decimal;</p><p>n = Prazo do financiamento;</p><p>PMT = Valor da parcela.</p><p>Exemplo: Tiago fez um financiamento de R$ 8.000,00, com prazo de 11</p><p>meses e taxa de juros mensal de 3%, com sistema PRICE. Qual o valor da</p><p>parcela?</p><p>Mais uma fórmula que parece ser complicada, mas basta substituir as</p><p>variáveis pelas informações e fazer matemática básica.</p><p>O valor da parcela é R$ 864,62. Não precisa se preocupar pois a melhor ma-</p><p>neira de resolver é utilizando as funções financeiras da HP12C, ou seja, não</p><p>precisa decorar essa fórmula, para aprender a resolução na HP12c, clique aqui.</p><p>1.7.4 - FÓRMULA VALOR FINANCIAMENTO PRICE</p><p>Não disponível na prova</p><p>PMT = Valor da parcela;</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2442</p><p>22</p><p>n = Prazo.</p><p>Dessa forma, sabe-se qual é o valor total a ser pago, considerando amor-</p><p>tização e juros.</p><p>1.8 - FÓRMULA PERPETUIDADE</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>P0 = Preço no momento 0, valor a ser pago hoje;</p><p>FC = Fluxo de caixa ou dividendo recebido;</p><p>K = Taxa de juros ou retorno desejado, sempre em decimal.</p><p>Assim como o nome sugere, essa fórmula é utilizada para fazer um pla-</p><p>nejamento de renda, em que conhecendo a taxa de juros e a necessida-</p><p>de de renda mensal, encontra-se quanto deve ter investido nesse produ-</p><p>to para receber a renda desejada. Essa fórmula também é utilizada para</p><p>encontrar o preço máximo de um ativo de acordo com o retorno exigido.</p><p>Exemplo 1: Tiago deseja ter uma renda mensal vitalícia de R$ 2.000,00.</p><p>Ele consegue rendimento real de 0,85% a.m. Quanto, aproximadamente,</p><p>ele precisa ter hoje para obter tal renda?</p><p>Ao ter R$ 235.294,12 aplicados em um investimento que vai proporcionar</p><p>um rendimento de 0,85% a.m é possível obter a renda desejada de R$</p><p>2.000,00 por mês. Clique aqui para assistir à resolução.</p><p>Importante: Sempre usar a taxa em decimal, nunca em percentual.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2443</p><p>23</p><p>Exemplo 2: Tiago quer ter um retorno de 35% a.a ao investir nas ações</p><p>da T2SA3. Assumindo que a T2SA3 tem pago um dividendo de R$6,75</p><p>ao longo do ano, qual o preço máximo que Tiago está disposto a pagar?</p><p>Então, qualquer valor igual ou abaixo de R$19,29 por ação iria proporcio-</p><p>nar um retorno de 35% a.a ou maior para Tiago. Para assistir à resolução,</p><p>clique aqui.</p><p>1.9 – PERPETUIDADE COM CRESCIMENTO – (FÓRMULA DE</p><p>GORDON)</p><p>Não disponível na prova</p><p>P0 = Preço no momento 0, valor a ser pago hoje;</p><p>FC = Fluxo de caixa ou dividendo, no momento 1;</p><p>K = Taxa de juros ou retorno desejado, sempre em decimal.</p><p>g = Taxa de crescimento do ativo.</p><p>Essa fórmula vai considerar uma perpetuidade, mas, dessa vez, com</p><p>crescimento. Aqui vamos assumir que o fluxo não vai permanecer está-</p><p>vel e sim com um certo crescimento futuro. Permite pagar um valor um</p><p>pouco maior hoje, dado que o ativo apresenta crescimento.</p><p>Vamos ver a diferença que o crescimento faz no preço do ativo ao utilizar o</p><p>mesmo exemplo anterior, mas com uma taxa de crescimento embutida.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2443</p><p>24</p><p>Exemplo: Tiago quer ter um retorno de 35% a.a ao investir nas ações da</p><p>T2SA3. Assumindo que a T2SA3 tem pago um dividendo de R$6,75 ao</p><p>longo do ano e se espera um crescimento de 8% a.a, qual o preço máxi-</p><p>mo que Tiago está disposto a pagar?</p><p>Conforme o enunciado do exemplo, o dividendo no momento zero é R$</p><p>6,75 mas, na fórmula precisamos do dividendo no momento 1, ou seja,</p><p>que considera a taxa de crescimento.</p><p>Então, Tiago pode pagar até R$ 27,00 para conseguir um retorno de 35%</p><p>a.a ao investir em ações de T2SA3. A resolução dessa questão utilizando</p><p>a HP12C está aqui.</p><p>1.10 - CMPC OU WACC</p><p>Esse cálculo visa descobrir qual é o custo exigido que o capital da compa-</p><p>nhia possui. Para isso, vamos considerar o custo de capital de terceiros, que</p><p>corresponde à dívida e o custo de capital dos sócios, que é basicamente</p><p>um retorno mínimo exigido que podemos fazer paralelo com a TMA.</p><p>Essa informação vai ser importante para saber se o retorno que a empre-</p><p>sa tem em suas operações é superior ou inferior ao seu custo ponderado</p><p>de capital.</p><p>Caso o retorno for inferior ao custo, a empresa precisa melhorar sua efici-</p><p>ência podendo optar por um dos seguintes caminhos: reduzir os custos</p><p>ou aumentar as receitas, do contrário estará fadada à falência.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2444</p><p>25</p><p>WCP = Peso do capital próprio;</p><p>CCP = Custo do capital próprio;</p><p>WCT = Peso do capital de terceiros;</p><p>CCT = Custo do capital de terceiros;</p><p>IR = Imposto de renda.</p><p>Repare que o IR é descontado apenas do custo de capital de terceiros.</p><p>Exemplo: Nicolas, precisa de 120 mil para financiar o seu projeto e con-</p><p>vida Tiago para ser sócio. Nicolas conta que já conseguiu 70 mil com o</p><p>banco a um juros de 18% ao ano. Tiago aceita se tornar sócio do projeto</p><p>investindo R$ 50.000,00 e exige um retorno de 22% ao ano. Sabendo que</p><p>o IR é de 20%, qual o custo de capital desse projeto?</p><p>Antes de resolver, vamos achar qual é o peso do capital de terceiros e o</p><p>peso do capital próprio.</p><p>120 mil corresponde a 100%, então 50 mil representa quanto desses</p><p>100%? com uma regra de 3 é simples de encontrar.</p><p>50 mil = 41,67% dos 120 mil.</p><p>70 mil = O restante, basta</p><p>fazer 100 - 41,67 que vamos chegar a 58,33%.</p><p>Sabendo das informações, basta substituir na fórmula e como de costu-</p><p>me fazer matemática básica.</p><p>26</p><p>Se o resultado da empresa for superior a 17,57%, o projeto é viável.</p><p>Importante: Lembrar de sempre usar o número em decimal, não</p><p>em percentual. Também lembrar da regra da matemática de pri-</p><p>meiro resolver a multiplicação e depois a adição.</p><p>Para aprender como resolver esse estilo de questão utilizando a média</p><p>ponderada na HP12C, clique aqui, você não vai precisar da fórmula.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2445</p><p>MÓDULO 2:</p><p>RENDA FIXA</p><p>28</p><p>2.1 - PRECIFICAÇÃO DE LTN</p><p>Sabendo que a LTN é um título com rentabilidade pré-determinada (pré</p><p>fixado) e também que no vencimento vamos receber sempre mil reais,</p><p>qual é o preço que se paga hoje para que, com determinada taxa de</p><p>retorno ao ano, recebe-se exatos 1 mil reais no vencimento? Para isso te-</p><p>mos uma fórmula para descobrir qual o preço (PU) que paga hoje para</p><p>ter 1 mil reais lá na frente.</p><p>Não disponível na prova</p><p>VP = Valor que paga hoje (PU);</p><p>VF = Valor que recebe no vencimento (Valor face);</p><p>Taxa = Taxa contratada (i);</p><p>DU = Dias úteis para o vencimento;</p><p>252 = Dias úteis em um ano.</p><p>Essa fórmula é a mesma que vimos anteriormente com o título de “des-</p><p>conto simples”. Temos apenas uma alteração que é o “n” por dias úteis</p><p>dividido por 252, mas a aplicação é a mesma.</p><p>Exemplo: Uma LTN vence em 342 dias úteis e oferece uma taxa de ren-</p><p>dimento de 11,45% a.a. Qual o seu PU?</p><p>Como de costume, basta substituir na fórmula e resolver.</p><p>29</p><p>Então, ao pagar R$863,19 nesse título a valores de hoje e, receber mil no</p><p>vencimento, a taxa de retorno bruta vai ser 11,45% ao ano. Para assistir à</p><p>resolução, clique aqui.</p><p>2.2 - PRECIFICAÇÃO DE LFT</p><p>Na precificação de LFT, temos uma fórmula que para achar os seus com-</p><p>ponentes vamos precisar utilizar outras duas fórmulas. Uma delas é a de</p><p>"cotação", que é basicamente o desconto simples explicado anteriormente.</p><p>A novidade está na fórmula do VNA, onde vamos precisar de um dado</p><p>exato acumulado da emissão até a data do cálculo. A Anbima fornece</p><p>este dado para o mercado e, como é algo muito específico, dificilmente</p><p>vamos calcular precificação de LFT na prova.</p><p>VNA = Valor nominal atualizado.</p><p>Como é preciso ter datas fechadas e dados exatos para efetuar o cálculo</p><p>de VNA com exatidão, dificilmente vai aparecer uma questão solicitando</p><p>esse cálculo na prova.</p><p>O que pode aparecer é um cálculo onde o VNA já foi fornecido. Nesse</p><p>Não disponível na prova</p><p>Não disponível na prova</p><p>Não disponível na prova</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2446</p><p>30</p><p>caso o maior desafio é calcular o PU. O cálculo do PU é exatamente igual</p><p>ao cálculo da LTN, a diferença é que a base é 100 e não 1.000.</p><p>2.3 - PRECIFICAÇÃO DE NTN-B PRINCIPAL</p><p>Em linha com o cálculo da LFT, aqui temos mais de uma fórmula tam-</p><p>bém e que, dificilmente, deve vir na prova.</p><p>Não disponível na prova</p><p>Perceba que a parte do PU é a mesma, o que difere é no cálculo do VNA,</p><p>onde temos:</p><p>Não disponível na prova</p><p>IPCA acumulado = Dado divulgado pelo IBGE;</p><p>IPCA Projetado = Dado divulgado pela Anbima;</p><p>PR = Vamos chamar de “prazo”;</p><p>Isso porque ele tem uma fórmula exclusiva para ser encontrado:</p><p>Não disponível na prova</p><p>Em função da complexidade do cálculo do VNA, provavelmente se apa-</p><p>recer uma questão de precificação de NTN-B ou LFT, o VNA já vai ser</p><p>fornecido no exercício, sendo assim vamos calcular apenas o PU.</p><p>Para cotação, é exatamente o mesmo da LFT:</p><p>31</p><p>Não disponível na prova</p><p>2.4 - ESTRUTURA A TERMO DE TAXA DE JUROS (ETTJ)</p><p>Basicamente serve para ver qual é a rentabilidade de um título com</p><p>prazos diferentes negociando a valores de hoje. Seguindo o conceito de</p><p>“maior prazo, maior retorno”, esse cálculo busca calcular qual vai ser a</p><p>diferença de rentabilidade entre um título com vencimento longo e um</p><p>título com vencimento curto ou ainda liquidez diária.</p><p>Qual o prêmio em função do prazo precisa estar embutido? A ETTJ cal-</p><p>cula justamente esse prêmio. No mercado é mais comum ouvir curva de</p><p>juros futuros ou yield curve.</p><p>O racional desse cálculo nem precisa de fórmula, basta lembrar da se-</p><p>guinte frase: “Descontar a taxa longa da taxa curta”. Se você decorar essa</p><p>frase já vai ser o suficiente para fazer a prova. Geralmente é calculado a</p><p>ETTJ com títulos pré fixados e mais especificamente LTN, isso porque</p><p>não precisa considerar inflação implícita, por exemplo.</p><p>Não disponível na prova</p><p>Taxa Forward = Taxa longa (em decimal);</p><p>Taxa Spot = Taxa curta (em decimal);</p><p>DU = Dias úteis;</p><p>252 = Dias úteis em um ano.</p><p>Exemplo: Uma LTN com vencimento em 504 dias úteis está com uma</p><p>taxa de retorno de 14% a.a. e uma outra LTN com vencimento em 252</p><p>32</p><p>dias está com uma taxa de 11% a.a. Qual a taxa a termo entre os prazos</p><p>252 dias e 504 dias?</p><p>Para aprender a resolver de uma maneira mais simples, não deixe de</p><p>assistir a aula, clicando aqui.</p><p>2.5 - CURRENT YIELD</p><p>O objetivo é descobrir qual o rendimento anual do título, considerando</p><p>juros e dividendos, em relação ao seu preço atual. Ou seja, descobrir qual</p><p>o rendimento efetivo em relação à taxa contratada levando em conside-</p><p>ração o que foi pago.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>Importante: O resultado vem em decimal. Para transformar em per-</p><p>centual basta multiplicar por 100.</p><p>Exemplo: Considere uma debênture com valor de face de R$1.000,00.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2447</p><p>33</p><p>O prazo de vencimento é de 3 anos e está sendo negociada com 7% de</p><p>deságio sobre o valor de face. Esse título faz o pagamento de cupom de</p><p>4% a.t. Qual o current yield do título?</p><p>Valor do cupom: 4% de 1 mil reais = 40 reais a.t</p><p>Como está sendo negociada com deságio, ou seja, com desconto, é ne-</p><p>cessário descontar os 7% do valor de face:</p><p>1000 - 7% = 930</p><p>Agora basta substituir na fórmula:</p><p>Importante: O cupom precisa estar em valores anuais. Se for cupom</p><p>semestral multiplica por 2 e, se for cupom trimestral multiplica por 4.</p><p>Clicando aqui, você acessa a resolução em vídeo.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2448</p><p>MÓDULO 3:</p><p>GESTÃO DE</p><p>CARTEIRA E</p><p>RISCOS</p><p>35</p><p>3.1 - MÉDIA</p><p>Média ou “média simples” é amplamente utilizada para medir a rentabi-</p><p>lidade de uma carteira ou conjunto de ativos.</p><p>Dado a sua fórmula de cálculo que consiste em somar todos os elemen-</p><p>tos e dividir pela quantidade de elementos, torna a média própria para</p><p>efetuar o cálculo de rentabilidade.</p><p>Não disponível na prova</p><p>Exemplo: Uma carteira obteve o seguinte resultado:</p><p>Mês Rentabilidade</p><p>1 2%</p><p>2 1%</p><p>3 -0,5%</p><p>4 -1%</p><p>5 3%</p><p>Qual foi a média da rentabilidade?</p><p>Assista aqui a resolução utilizando a HP12C, você vai ver como é mais</p><p>simples e rápido.</p><p>3.2 - MEDIANA</p><p>Não disponível na prova</p><p>Dado que está a mesma distância das extremidades, ou seja, mesma</p><p>distância do primeiro e do último número de uma série de dados.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2449</p><p>36</p><p>Podemos considerar que é o dado que está no “meio” da amostragem.</p><p>O primeiro passo é classificar a série de dados do menor para o maior e,</p><p>depois pegar o número que está no meio, essa é a mediana.</p><p>Exemplo: Uma carteira obteve o seguinte resultado:</p><p>Mês Rentabilidade</p><p>1 2%</p><p>2 1%</p><p>3 -0,5%</p><p>4 -1%</p><p>5 3%</p><p>Qual foi a mediana da rentabilidade?</p><p>Classificando as rentabilidades da menor para maior, temos:</p><p>-1 // -0,5 // 1 // 2 // 3</p><p>O valor central é 1, portanto, a mediana é 1%.</p><p>3.3 - MODA</p><p>Não disponível na prova</p><p>O elemento com maior frequência na série de dados. Em outras palavras</p><p>é aquele que mais se repete.</p><p>Exemplo: Uma carteira obteve o seguinte resultado:</p><p>Mês Rentabilidade</p><p>1 2%</p><p>2 1%</p><p>3 -0,5%</p><p>4 -1%</p><p>5 2%</p><p>Qual a moda da rentabilidade?</p><p>2 // 1 // - 0,5 // - 1 // 2</p><p>37</p><p>Como é possível observar, o número que mais se repete nessa série de</p><p>dados é o 2, portanto a moda é igual a 2%.</p><p>3.4 - VARIÂNCIA</p><p>Mostra o quão distante cada valor desse conjunto está do valor central</p><p>(média). É muito utilizado para calcular o desvio padrão que vai nos levar</p><p>ao risco de mercado</p><p>do ativo.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>Var = Variância;</p><p>= Somatório;</p><p>μ = Média;</p><p>X1= Somatória dos elementos;</p><p>N = Quantidade de elementos.</p><p>Exemplo: Uma carteira obteve o seguinte resultado:</p><p>Mês Rentabilidade</p><p>1 2%</p><p>2 1%</p><p>3 -0,5%</p><p>4 -1%</p><p>5 3%</p><p>Qual foi a variância?</p><p>38</p><p>A variância é utilizada para calcular o desvio padrão, que veremos a se-</p><p>guir. Apesar dessa fórmula ser disponibilizada na prova, você não vai pre-</p><p>cisar usar ela, pois, através de um conceito matemático a HP12C fornece</p><p>essa informação, para aprender clique aqui.</p><p>3.5 - DESVIO PADRÃO</p><p>É um parâmetro usado na estatística para saber o grau de variação de</p><p>um conjunto de elementos. Em outras palavras, medir a oscilação de um</p><p>ativo. Oscilação no mercado financeiro é sinônimo de risco de mercado.</p><p>Quanto maior o desvio padrão, maior o risco.</p><p>Não disponível na prova</p><p>σ = Desvio padrão;</p><p>= Somatório;</p><p>μ = Média;</p><p>X1= Somatória dos elementos;</p><p>N = Quantidade de elementos.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2450</p><p>39</p><p>Percebe que o desvio padrão elevado ao quadrado é igual a variância?</p><p>Para encontrar, portanto, o desvio padrão, tiramos a raiz quadrada dos</p><p>dois elementos da fórmula acima:</p><p>Se você lembrar das aulas de matemática na escola, sabe que a raiz qua-</p><p>drada de um número elevado ao quadrado é o próprio número, ou seja:</p><p>Concluímos então:</p><p>Não disponível na prova</p><p>Exemplo: Considerando a variância do exemplo acima, temos que o des-</p><p>vio padrão é:</p><p>3.6 - CORRELAÇÃO</p><p>Correlação, derivado da covariância, é uma medida que indica a relação</p><p>entre duas ou mais variáveis. Sempre vai estar no intervalo entre -1 e +1.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>Corr = Correlação;</p><p>40</p><p>covar = Covariância;</p><p>( x,y ) = Série de dados ou ativos que vai ser feita a comparação (pode ter</p><p>mais de 2 ativos);</p><p>σ = Desvio padrão (usar o desvio padrão de cada ativo).</p><p>Importante: Geralmente a correlação e covariância vão ser informa-</p><p>dos na sua prova, portanto não vai ser preciso calcular. O que vamos</p><p>calcular vai ser o risco da carteira levando em consideração todos</p><p>esses dados. Em outras palavras, calcular o desvio padrão da carteira</p><p>com dois ativos.</p><p>3.7 - COVARIÂNCIA</p><p>A covariância serve para explicar quanto um ativo está variando em rela-</p><p>ção a outro ativo. Assim como a variância, a covariância por si só não ser-</p><p>ve para muita coisa a não ser nos ajudar a chegar em outro dado, nesse</p><p>caso a correlação.</p><p>Para achar a covariância, podemos utilizar a própria correlação porque,</p><p>como vimos acima, na fórmula da correlação, é necessário saber a cova-</p><p>riância, portanto, basta “isolar” a covariância. O ponto que quero chegar</p><p>é que podemos achar esses dois números com a mesma fórmula.</p><p>A correlação é dada pela seguinte fórmula que já vimos anteriormente:</p><p>Para obter a covariância é necessário passar σx e σy que estão no deno-</p><p>minador da divisão para o outro lado da equação, multiplicando a Corr</p><p>(x,y), ficando assim:</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>41</p><p>Essa relação entre a correlação e covariância faz sentido, principalmente</p><p>para fins de prova, porque a HP12C calcula a correlação direto, ou seja,</p><p>tem uma tecla que permite esse cálculo, mas não calcula a covariância.</p><p>Exemplo: Considere dois ativos X e Y que possuem covariância igual a 11</p><p>e desvio padrão de 4,08 e 4,61, respectivamente. Qual a correlação entre</p><p>estes dois ativos?</p><p>A correlação entre esses dois ativos, X e Y é de 0,585, assista aqui a reso-</p><p>lução para entender de vez esse assunto.</p><p>3.8 - RISCO DE UMA CARTEIRA</p><p>Como calcular o risco de uma carteira que possui dois ou mais ativos?</p><p>Talvez seja o cálculo mais complexo da prova em função da sua grande</p><p>quantidade de dados e passos matemáticos que precisamos fazer até</p><p>chegar ao resultado.</p><p>Em função da sua grande complexidade, provavelmente deve aparecer</p><p>no máximo uma questão com esse cálculo em sua prova (até duas, mas</p><p>é muito raro).</p><p>Para calcular o risco precisamos levar em consideração a sua diversifica-</p><p>ção e comportamento dos ativos.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>W = Peso do ativo;</p><p>σ = Desvio padrão do ativo;</p><p>Corr = Correlação entre os ativos.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2451</p><p>42</p><p>Lembra que vimos acima que:</p><p>Portando, outra maneira de calcular o risco da carteira é utilizando a co-</p><p>variância, substituindo temos:</p><p>Esse cálculo a HP12C não faz direto, vamos precisar efetivamente seguir</p><p>a fórmula.</p><p>Exemplo: Tiago possui dois ativos na carteira ( A e B ), com 2 mil e 5 mil,</p><p>respectivamente. A volatilidade do ativo A é de 8% e do ativo B de 14%. A</p><p>correlação desses dois ativos foi de 0,23. Qual o risco dessa carteira?</p><p>Primeiramente devemos calcular o peso de cada ativo na carteira:</p><p>A carteira é composta por 7 mil, portanto 2 mil correspondem a 28,57%</p><p>do total e 5 mil 71,43% do total. Ou seja:</p><p>Wa=28,57%</p><p>Wb=71,43%</p><p>Agora vamos substituir na fórmula:</p><p>O resultado está em decimal, portanto para chegar em percentual basta</p><p>multiplicar por 100, chegando em 10,75%.</p><p>43</p><p>Nesse exemplo, temos uma carteira composta pelos ativos A e B, tendo</p><p>um risco de 10,75%. Importante observar que o risco de uma carteira está</p><p>relacionado a correlação entre os ativos, portanto para diversificar uma</p><p>carteira é importante inserir ativos com correlação negativa.</p><p>Para assistir à resolução, se familiarizar com a HP12C nesse estilo de ques-</p><p>tão e não se enrolar na hora da prova, clique aqui.</p><p>3.9 - CAPM</p><p>O CAPM é um modelo de precificação de ativos dado o seu risco. Em ou-</p><p>tras palavras, é uma forma de achar o preço teto ou o retorno exigido de</p><p>um ativo dado o seu nível de risco.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>Rf = Risk free ou taxa livre de risco;</p><p>β = Beta do ativo;</p><p>Rm = Retorno do mercado ou do ativo;</p><p>Rm - Rf = Prêmio pelo risco.</p><p>Exemplo: Considere que a taxa livre de risco seja de 14%, o retorno do</p><p>mercado seja de 21%, com beta de 2,1. Se a taxa livre de risco cair 1 pon-</p><p>to percentual, qual a rentabilidade esperada do ativo considerando o</p><p>CAPM?</p><p>Como no exemplo foi informado que a taxa livre de risco caiu 1 ponto</p><p>percentual, temos que Rf= 14 -1 =13.</p><p>Para assistir à resolução clique aqui.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2452</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2453</p><p>44</p><p>3.10 - ÍNDICE DE SHARPE</p><p>Utilizado para medir a relação risco/retorno de um determinado portfó-</p><p>lio. Podemos considerar que é a diferença do retorno do investimento e</p><p>o retorno da taxa livre de risco dividido pelo desvio padrão do ativo.</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>Rm = Retorno de mercado.</p><p>Rf = Taxa livre de risco.</p><p>σ = Desvio padrão.</p><p>Exemplo: Qual é o índice sharpe de um fundo de investimentos que teve</p><p>um retorno de 11% no período, com um desvio padrão de 3% e uma taxa</p><p>Selic de 9,5% no mesmo período?</p><p>Então o meu retorno ajustado ao meu nível de risco foi de 0,50, clique</p><p>aqui para assistir à resolução utilizando a HP12C.</p><p>3.11 - ÍNDICE DE TREYNOR</p><p>Também é utilizado para medir a relação risco/retorno de um determi-</p><p>nado portfólio. A diferença do Índice de Treynor para o Índice de Sharpe</p><p>é que aqui é utilizado o beta ao invés do desvio padrão. Ou seja, o índice</p><p>de treynor considera o risco sistêmico.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2454</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2454</p><p>45</p><p>Disponibilizado na prova</p><p>Exemplo: Qual é o índice treynor de um fundo de investimentos que</p><p>teve um retorno de 11% no período, com um beta de 0,8 e uma taxa Selic</p><p>de 9,5% no mesmo período?</p><p>Para assistir à resolução, clique aqui.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2454</p><p>MÓDULO 4:</p><p>PLANEJAMENTO DE</p><p>INVESTIMENTO</p><p>47</p><p>4.1 - ÍNDICE DE POUPANÇA</p><p>Fórmula utilizada para analisar a saúde financeira do cliente. Com base</p><p>nesse índice é possível observar a capacidade de poupança e conse-</p><p>quentemente a capacidade de investimento.</p><p>Dessa forma podemos ajustar o orçamento para atingir um índice de</p><p>poupança ideal para conquistar os objetivos desejáveis.</p><p>Apenas disponível na prova CFP</p><p>Assim vamos descobrir qual a % da receita total está indo para investi-</p><p>mentos.</p><p>Exemplo: Tiago ganha</p><p>4 mil reais por mês e faz sobrar 1 mil para investi-</p><p>mentos. Qual o poder de poupança de Tiago?</p><p>Esse resultado mostra que Tiago tem 25% de sua renda disponível para</p><p>investir. Veja a resolução deste exemplo aqui.</p><p>4.2 - ÍNDICE DE LIQUIDEZ</p><p>Importante em um planejamento financeiro principalmente por avaliar</p><p>a capacidade de honrar com os compromissos financeiros de curto pra-</p><p>zo. Imagine um cliente que tem alguns milhões investidos em imóveis e,</p><p>de repente, acontece uma emergência e precisa de 10 mil reais.</p><p>Se o cliente tiver um índice de liquidez baixo, ainda que tenha milhões</p><p>investidos, pode ser que ele tenha dificuldades e precise de empréstimo</p><p>para pagar essa emergência.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2455</p><p>48</p><p>Apenas disponível na prova CFP</p><p>Quanto maiores as obrigações de curto prazo (até 12 meses), maior deve</p><p>ser a liquidez disponível.</p><p>Exemplo: Você tem 10 imóveis totalizando o valor de 7 milhões e hoje é</p><p>o último dia para pagar o IPTU de todos. O valor total do IPTU é de 280</p><p>mil. Atualmente você tem 150 mil em um CDB de liquidez diária. Dessa</p><p>forma, o seu índice de liquidez é de:</p><p>Esse resultado mostra que o índice de liquidez é de 53%, ou seja, você</p><p>não teria dinheiro disponível suficiente para honrar com as despesas.</p><p>Sendo necessário realizar um empréstimo, aumentando dessa forma o</p><p>ativo, porém terá incidência de juros, ou reduzir o passivo, que seria ven-</p><p>der algum imóvel, no entanto, devido a urgência, provavelmente seria</p><p>abaixo do preço justo. Clique aqui para assistir à resolução.</p><p>4.3 - ÍNDICE DE ENDIVIDAMENTO</p><p>Indica principalmente quanto do patrimônio do cliente foi construído</p><p>com recursos de terceiros (dívida).</p><p>Apenas disponível na prova CFP</p><p>Quanto maior o índice, maior a alavancagem do cliente.</p><p>Exemplo: Tiago comprou um apartamento de 2 milhões de reais no for-</p><p>mato de financiamento. Após alguns anos amortizando, o saldo restante</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2456</p><p>49</p><p>do financiamento é de 980 mil. Sabendo que esse é o único patrimônio</p><p>de Tiago, qual é o seu índice de endividamento?</p><p>Quanto mais próximo de 1, mais preocupante. Com isso, o orçamento</p><p>deve ser mais conservador. Veja a resolução clicando aqui.</p><p>https://app.t2.com.br/courses/134/lessons/2457</p><p>MÓDULO 5:</p><p>CADERNO DE</p><p>SIMULADO</p><p>51</p><p>Vamos praticar?</p><p>Abaixo temos o número da questão em ordem crescente para que você</p><p>identifique a resposta no gabarito disponível na última página.</p><p>Em seguida, você verá o “ID” da questão. Ela serve para você consultar na</p><p>plataforma da T2 nessa página.</p><p>Para responder às questões através da plataforma, basta seguir esses passos:</p><p>1. Clique aqui para ser direcionado para nossa página de simulados;</p><p>2. Selecione o Curso “Planner de Cálculos”;</p><p>3. Clique na opção “Selecionar todos os módulos”;</p><p>4. Clique em “Criar Simulado”.</p><p>Após isso, você poderá responder às questões por dentro da plataforma</p><p>da T2 e ver os vídeos explicativos de cada uma.</p><p>Importante: você precisa ter feito o cadastro mencionado no começo</p><p>desse documento, caso não tenha feito, pode fazer agora por esta página.</p><p>QUESTÃO 1</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 6188</p><p>Tiago, assessor de investimentos, compra uma NTN-B (Tesouro IPCA+)</p><p>com vencimento em 20 anos, com intuito de resgatar apenas na sua</p><p>aposentadoria. A taxa contratada neste título é de 6,5% ao ano e inflação</p><p>constante para todo o período de 4,5% ao ano. Desta forma, a taxa real</p><p>líquida que Tiago terá quando resgatar será de:</p><p>a. 6,50% a.a</p><p>b. 4,88% a.a</p><p>c. 5,75% a.a</p><p>d. 5,53% a.a</p><p>https://app.t2.com.br/questions</p><p>https://app.t2.com.br/mocks/new</p><p>https://app.t2.com.br/signup</p><p>52</p><p>QUESTÃO 2</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2564</p><p>Se eu tenho uma capitalização composta, em quantos bimestres um</p><p>capital no valor de R$ 35.000,00 gera um montante de R$ 44.388,46, à</p><p>taxa de 2% ao bimestre?</p><p>a. 36</p><p>b. 24</p><p>c. 6</p><p>d. 12</p><p>QUESTÃO 3</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2129</p><p>Qual é o Valor Presente Líquido (VPL) do seguinte investimento, conside-</p><p>rando um custo de oportunidade de 12% a.a:</p><p>• Investimento: R$ 2.000.000,00;</p><p>• Caixa gerado no 1º ano: R$ 1.500.000,00;</p><p>• Caixa gerado no 2º ano: R$ 1.000.000,00;</p><p>• Caixa gerado no 3º ano: R$ 500.000,00.</p><p>a. R$ 602.074,99</p><p>b. R$ 492.369,72</p><p>c. R$ 401.831,27</p><p>d. R$ 711.780,25</p><p>QUESTÃO 4</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2772</p><p>Um projeto que apresenta investimento inicial de R$ 232 milhões e flu-</p><p>xos de caixa anuais de R$ 145 milhões no ano 1, R$ 85 milhões no ano 2 e</p><p>R$ 130 milhões no ano 3 terá TIR igual a:</p><p>53</p><p>a. 26,49%</p><p>b. 19,17%</p><p>c. 23,65%</p><p>d. 16,72%</p><p>QUESTÃO 5</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2103</p><p>O valor da primeira parcela de um financiamento imobiliário, no valor de</p><p>R$ 200 mil, pelo prazo de 20 anos, à taxa de 1% ao mês, calculado através</p><p>do sistema SAC (Sistema de Amortizações Constantes), será de:</p><p>a. R$ 1.989,39</p><p>b. R$ 2.202,17</p><p>c. R$ 5.091,51</p><p>d. R$ 2.833,33</p><p>QUESTÃO 6</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2472</p><p>Um cliente faz um financiamento pelo sistema SAC com os dados:</p><p>• Valor Financiado R$500.000,00</p><p>• Prazo 360 meses;</p><p>• Taxa 1,10% a.m.</p><p>Após pagar a parcela de número 50, o seu saldo devedor será, aproxima-</p><p>damente:</p><p>a. R$ 69.444,44</p><p>b. R$ 430.555,56</p><p>c. R$ 1.388,89</p><p>d. R$ 400.000,00</p><p>54</p><p>QUESTÃO 7</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 5685</p><p>Tiago está disposto a comprar um apartamento por R$ 400.000,00. No</p><p>entanto, ele deseja dar 25% de entrada com seu FGTS e financiar o res-</p><p>tante do saldo durante os próximos 20 anos. Caso a taxa efetiva oferecida</p><p>pelo seu banco for de 12% ao ano pela tabela Price, qual será o valor da</p><p>parcela que Tiago irá pagar mensalmente?</p><p>a. R$ 3.175,87</p><p>b. R$ 3.571,66</p><p>c. R$ 4.998,51</p><p>d. R$ 2.787,23</p><p>QUESTÃO 8</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 5175</p><p>Um cliente analisa a possibilidade de contratação de um financiamento</p><p>imobiliário no valor de R$ 1.000.000 pela tabela Price, a ser pago em 100</p><p>parcelas mensais iguais de R$ 14.450,00 sendo a primeira a ser paga no</p><p>ato. A taxa de juros mensal implícita neste financiamento é aproximada-</p><p>mente de:</p><p>a. 0,78%</p><p>b. 0,82%</p><p>c. 0,84%</p><p>d. 0,80%</p><p>QUESTÃO 9</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 3059</p><p>Um investidor está avaliando a aquisição de ações da empresa Vento</p><p>em Popa S.A. que promete pagar dividendos a partir do ano que vem de</p><p>R$ 1,50 por ação. A taxa de retorno requerida pelo investidor é de 14% ao</p><p>ano e os dividendos devem crescer a uma taxa constante de 8% ao ano.</p><p>55</p><p>Nesse caso a estimativa para o preço corrente da ação será de:</p><p>a. R$ 10,71</p><p>b. R$18,75</p><p>c. R$ 27,00</p><p>d. R$ 25,00</p><p>QUESTÃO 10</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 4040</p><p>Uma empresa possui R$ 80.000,00 de capital de terceiros e R$ 27.000,00</p><p>de capital próprio. Assuma um custo de capital próprio de 17% e um cus-</p><p>to de capital de terceiros em 10,5% ao ano e uma alíquota de IR de 25%.</p><p>Neste caso o custo médio ponderado do capital (WACC) será de:</p><p>a. 12,14%</p><p>b. 9,72%</p><p>c. 10,18%</p><p>d. 13,75%</p><p>QUESTÃO 11</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 6384</p><p>Uma LTN está sendo negociada no mercado atualmente por R$943,29,</p><p>com vencimento em 122 dias úteis (177 corridos). Desta forma, podemos</p><p>afirmar que o retorno líquido anualizado deste título é de:</p><p>a. 12,82% a.a</p><p>b. 9,93% a.a</p><p>c. 6,01% a.a</p><p>d. 9,86% a.a</p><p>56</p><p>QUESTÃO 12</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2778</p><p>Em determinada data, uma LFT com prazo de 1.380 dias úteis até o ven-</p><p>cimento tem valor nominal atualizado de R$ 4.546,93. Essa LFT é vendi-</p><p>da a um investidor nessa data com deságio equivalente a 0,02% a.a. O</p><p>preço unitário pago pelo investidor é:</p><p>a. R$ 4.541,95</p><p>b. R$ 4.674,32</p><p>c. R$ 4.397,09</p><p>d. R$ 4.442,57</p><p>QUESTÃO 13</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 4111</p><p>Dado uma NTN-B principal sendo negociada com taxa de 2,64% ao ano</p><p>e com prazo de 1378 dias úteis até o vencimento. Se o VNA deste título é</p><p>de R$ 3.445,95, é de se esperar que o PU seja aproximadamente:</p><p>a. R$ 2.988,32</p><p>b. R$ 3.445,95</p><p>c. R$ 4.446,97</p><p>d. Depende da inflação projetada</p><p>QUESTÃO 14</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 3766</p><p>Uma LTN com vencimento em 3 anos está com uma taxa de retorno de</p><p>16% a.a e outra LTN com vencimento em 1 ano projeta uma taxa de 10%</p><p>a.a. A taxa a termo entre os</p><p>prazos 1 e 3 anos é:</p><p>a. 17,55 ao ano</p><p>b. 19,12 ao ano</p><p>c. 41,90 ao ano</p><p>d. 20,95 ao ano</p><p>57</p><p>QUESTÃO 15</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 5722</p><p>O current yield de um título de três anos com cupom anual de 5% e</p><p>que está sendo negociado a R$ 93,19 sendo que o valor de face é de R$</p><p>100,00, é de:</p><p>a. 2,68%</p><p>b. 6,76%</p><p>c. 5,37%</p><p>d. 5,00%</p><p>QUESTÃO 16</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2379</p><p>A média, a mediana e a moda dos seguintes dados são, respectivamente:</p><p>Dados: 3, 3, 5, 8, 9, 13, 17.</p><p>a. 8,28; 8; 3</p><p>b. 8; 8,28; 3</p><p>c. 3; 8; 28,8</p><p>d. 3; 8; 8,28</p><p>QUESTÃO 17</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2988</p><p>A seguir encontram-se os retornos históricos do fundo Jabor nos últimos</p><p>5 anos. Qual o desvio padrão e a variância dessa amostra?</p><p>Ano Retorno</p><p>2014 10,54%</p><p>2015 11,28%</p><p>2016 12,29%</p><p>2017 13,56%</p><p>2018 12,89%</p><p>58</p><p>a. 1,21 e 1,47</p><p>b. 1,47 e 1,21</p><p>c. 12,11 e 1,21</p><p>d. 1,21 e 1,10</p><p>QUESTÃO 18</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2551</p><p>Nos últimos meses, os títulos A e B apresentaram os seguintes retornos:</p><p>Mês Título A Título B</p><p>Mês 1 0,6 1</p><p>Mês 2 2 1,2</p><p>Mês 3 1,4 4</p><p>Mês 4 6 2</p><p>Mês 5 2 5</p><p>Com base nas informações acima, podemos afirmar que a Covariância e</p><p>a Correlação são, respectivamente:</p><p>a. -0,072712545 e 0,938439767</p><p>b. -0,2700000 e 0,938439767</p><p>c. -0,2700000 e -0,072712545</p><p>d. -0,072712545 e -0,2700000</p><p>QUESTÃO 19</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 4073</p><p>Um investidor possui dois Ativos X e Y, na ordem 20 mil e 50 mil. Estes</p><p>ativos apresentaram uma volatilidade de 15% e 5% respectivamente. A</p><p>correlação desses ativos foi de 0,65, qual foi risco da carteira?</p><p>a. 7,14%</p><p>b. 6,5%</p><p>c. 5,5%</p><p>d. 2,5%</p><p>59</p><p>QUESTÃO 20</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2393</p><p>Imagine o seguinte cenário:</p><p>• Ativo livre de risco: 15%;</p><p>• Retorno do Mercado de Ações: 25%;</p><p>• Beta de um determinado ativo: 0.</p><p>Qual o retorno projetado do ativo, utilizando-se do modelo CAPM:</p><p>a. Zero</p><p>b. 15%</p><p>c. 40%</p><p>d. 25%</p><p>QUESTÃO 21</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 3586</p><p>Com taxa Selic em 5%, qual dos fundos abaixo terá o melhor índice de</p><p>Treynor e Sharpe, respectivamente?</p><p>Dado Fundo A Fundo B</p><p>Rentabilidade 10% 10%</p><p>Desvio Padrão 5% 3%</p><p>Beta 3% 5%</p><p>a. Fundo A e Fundo A</p><p>b. Fundo B e Fundo A</p><p>c. Fundo A e Fundo B</p><p>d. Fundo B e Fundo B</p><p>QUESTÃO 22</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 3587</p><p>Uma família deseja calcular o seu Índice de endividamento para geren-</p><p>ciar suas finanças. Com base no balanço patrimonial apresentado a se-</p><p>guir, essa família apresenta um índice de endividamento de:</p><p>60</p><p>Ativo R$ Passivo R$</p><p>Dinheiro espécie R$ 100,00 Empréstimos</p><p>Bancários R$ 10.000,00</p><p>Veículo R$ 30.000,00 Dívidas com lojas R$ 3.000,00</p><p>Casa Própria R$ 200.000,00 Financiamento</p><p>imobiliário R$ 180.000,00</p><p>Empréstimo feito</p><p>ao irmão R$ 1.000,00 Financiamento de</p><p>veículo R$ 25.080,00</p><p>Caderneta de</p><p>Poupança R$ 1.200,00 Total do passivo</p><p>com terceiros</p><p>R$ 218.080,00</p><p>Total do Ativo R$ 232.300,00 Patrimônio Líquido R$ 14.220,00</p><p>a. 94%</p><p>b. 6%</p><p>c. 0,94%</p><p>d. 106,52%</p><p>QUESTÃO 23</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 2870</p><p>O Sr. João tem investimentos de R$ 2.000.000,00 em renda fixa. Ago-</p><p>ra que se tornou viúvo, decidiu se aposentar e buscou aconselhamento</p><p>com você. Sr. João avalia que necessita de R$ 140.000,00 por ano para</p><p>manter seu padrão de vida atual e sustentar seu filho, nora e três ne-</p><p>tos. Sendo que R$ 80.000/ano é para suas próprias necessidades e R$</p><p>60.000/ano para a família do seu filho. Você, como consultor, detecta que</p><p>Sr. João tem alguma aceitação ao risco. Qual deveria ser a orientação de</p><p>investimento, de forma a atender ao retorno desejado e ao nível de tole-</p><p>rância do risco, para o Sr. João?</p><p>Considere:</p><p>• Inflação de: 4,5% a.a;</p><p>• Retorno real de renda fixa: 4%;</p><p>• Prêmio pelo risco da renda variável: 10% a.a.</p><p>61</p><p>a. 70% em renda fixa e 30% em renda variável</p><p>b. 50% em renda fixa e 50% em Renda variável</p><p>c. 60% em renda variável 40% em renda fixa</p><p>d. 20% em renda variável e 80% em renda fixa</p><p>QUESTÃO 24</p><p>ID NA PLATAFORMA DA T2: 3803</p><p>O IPVA de um determinado ano tem o valor total de R$ 4.200 e pode ser</p><p>pago em 12 parcelas sem juros de R$ 350,00, sendo a primeira paga no</p><p>ato. Ou, se for à vista, pode ser pago com desconto de 7,5%. Nesse caso,</p><p>qual a taxa de juro embutida na operação parcelada?</p><p>a. 1,45%</p><p>b. 2,05%</p><p>c. 1,22%</p><p>d. 1,95%</p><p>GABARITO</p><p>1 - B 2 - D 3 - B 4 - A 5 - D 6 - B</p><p>7 - A 8 - D 9 - D 10 - C 11 - D 12 - A</p><p>13 - A 14 - B 15 - C 16 - A 17 - A 18 - C</p><p>19 - A 20 - B 21 - C 22 - A 23 - A 24 - A</p><p>MÓDULO 6:</p><p>CONCLUSÃO</p><p>63</p><p>Diversas fórmulas são fornecidas na prova e outras não. Geralmente isso cos-</p><p>tuma assustar quem começa a estudar ou vê o material pela primeira vez.</p><p>A verdade é que, conforme for resolvendo questões, é bem possível que</p><p>você decore as fórmulas mais “básicas” e aquelas que serão usadas com</p><p>mais frequência.</p><p>As fórmulas de taxa equivalente, tabela PRICE e CAPM são exemplos que</p><p>você irá decorar e resolverá tranquilamente na prova.</p><p>Alguns conceitos importantes que gostaríamos de ressaltar abaixo, jun-</p><p>to com algumas dicas para a sua prova:</p><p>1. Não se faz a adição/subtração de % com %. Sempre multiplicar/dividir</p><p>os fatores para obter o resultado;</p><p>2. Antes de inserir as informações na HP12C sempre verificar se a taxa e</p><p>o prazo estão no mesmo período: “i” ao mês e “n” ao mês ou “i” ao ano</p><p>e “n” ao ano;</p><p>3. Pratique e não tenha medo de fazer contas;</p><p>4. Quanto mais se treina, mais fácil fica para interpretar e resolver a</p><p>questão;</p><p>5. Se for nosso aluno, não hesite em entrar em contato com nosso time</p><p>de especialistas, estamos aqui para te ajudar;</p><p>6. Não tenha medo de errar, pois o erro faz parte do aprendizado e é o</p><p>caminho para seu sucesso.</p><p>http://www.t2.com.br</p>

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