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<p>Hipercromias e Tratamentos</p><p>Coloração Natural</p><p>A variação da cor da pele depende da origem racial, estação</p><p>do ano e sexo.</p><p>Considerando as pessoas, individualmente, nota-se que elas</p><p>não exibem a mesma cor em todas as partes do corpo.</p><p>Enquanto que a espessura da pele e os vasos sanguíneos</p><p>superficiais (dependendo do número e estado de sua</p><p>dilatação, bem como a sua aproximação com a superfície da</p><p>pele) afetam a percepção da cor, a quantidade de melanina</p><p>produzida pelos melanócitos determina a cor.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>A melanogênese (síntese da melanina) ocorre nos melanócitos,</p><p>que são encontrados na camada basal da epiderme.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>Nos melanócitos, existem organelas especializadas, chamadas de</p><p>melanossomas, que é exatamente onde ocorre a síntese</p><p>(melanogênese) e a deposição de melanina.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>Nos melanossomas, a</p><p>tirosinase (enzima que</p><p>controla a melanogênese)</p><p>converte a tirosina em</p><p>DOPA, em seguida catalisa</p><p>a oxidação de DOPA para</p><p>DOPA-quinona, a partir daí</p><p>a DOPA-quinona separa-se</p><p>em duas vias, gerando a</p><p>síntese de eumelanina e</p><p>feomelanina.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>A eumelanina apresenta uma coloração que varia do negro</p><p>ao marrom, além de possuir um alto peso molecular e</p><p>capacidade de dispersar a luz ultravioleta. Já a feomelanina</p><p>apresenta coloração que varia do vermelho ao amarelo.</p><p>Porém a eumelanina é mais sintetizada em razão da</p><p>combinação da DOPA-cromo tautomerase (TRP-2)</p><p>juntamente com a proteína-1 relacionada com a tirosinase</p><p>(TRP-1). Mutações no gene da TRP-1 são responsáveis pelo albinismo e vitiligo.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>Os melanócitos apresentam</p><p>dentritos que se desenvolvem</p><p>lateralmente e para cima,</p><p>transferem os melanossomas</p><p>para os queratinócitos, onde</p><p>eles são metabolizados</p><p>durante o processo de</p><p>queratinização (processo que</p><p>transforma os queratinócitos</p><p>em células córneas, secas e</p><p>achatadas).</p><p>Síntese de Melanina</p><p>Quanto mais melanossomos os melanócitos apresentam,</p><p>mais pigmentada é a pele de uma pessoa. Todas as raças</p><p>possuem a mesma quantidade de melanócitos, mas não de</p><p>melanina.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>Nos indivíduos de pele</p><p>branca, os melanossomas</p><p>se desintegram</p><p>progressivamente no</p><p>interior dos queratinócitos,</p><p>durante a migração à</p><p>superfície.</p><p>Nos indivíduos de pele</p><p>negra, os grãos de melanina</p><p>estão presentes até nas</p><p>camadas mais superficiais</p><p>da pele.</p><p>Melanina</p><p>Nos indivíduos de cor branca, os melanócitos funcionam</p><p>mais lentamente sem a estimulação dos raios solares e</p><p>fabricam melanossomas de tamanho pequeno (400 nm)</p><p>reunidos em pequenos grupos no interior dos</p><p>queratinócitos. Estes melanossomas, nos quais predomina a</p><p>feomelanina, são degradados antes de atingir a camada</p><p>córnea.</p><p>Ao contrário, os melanócitos dos negros produzem,</p><p>permanentemente, com ou sem sol, melanossomas duas</p><p>vezes maiores (800 nm) que estão dispersos,</p><p>individualmente no citoplasma e cheios de eumelanina.</p><p>Praticamente não estão degradados e ocupam toda a altura</p><p>da epiderme até a camada córnea onde chegam intactos.</p><p>Melanina</p><p>Melanina</p><p>O papel fisiológico da melanina consiste, fundamentalmente,</p><p>em prover a cor da pele e a fotoproteção.</p><p>Como filtro solar, a</p><p>melanina difrata ou</p><p>reflete a radiação UV.</p><p>Após a irradiação, os</p><p>melanossomas se</p><p>reagrupam em torno do</p><p>núcleo e protegem o</p><p>material genético da</p><p>célula.</p><p>Melanogênese</p><p>Fatores que Infuenciam a Melanogênese</p><p>• Fator genético: Todos os estágios da melanogênese estão</p><p>sob controle genético. As características dos</p><p>melanossomas são codificadas pelos genes de</p><p>pigmentação.</p><p>Melanogênese</p><p>• Fator hormonal: A</p><p>MSH (Melanocyte</p><p>Stimulating</p><p>Hormone),</p><p>hormônio</p><p>hipofisário, estimula</p><p>a melanogênese. Os</p><p>estrogênios e a</p><p>progesterona</p><p>provocam a</p><p>hiperpigmentação</p><p>do rosto e da</p><p>epiderme genital.</p><p>O α-MSH sinaliza, atraves do MC1-R, ativando a</p><p>adenilciclase (AC) e aumentando a adenosina</p><p>monofosfato ciclico (AMPc) intracelular, resultando em</p><p>producao do pigmento escuro de eumelanina.</p><p>Síntese de Melanina</p><p>• Ação dos raios UV: A ação dos raios UV-B multiplica os</p><p>melanócitos ativos e estimula a enzima tirosinase; a</p><p>produção aumentada de melanina é uma reação</p><p>defensiva da pele, promovendo a formação do eritema</p><p>actínico (pigmentação indireta).</p><p>A radiação UV-A oxida e</p><p>escurece os precursores</p><p>incolores da melanina,</p><p>promovendo uma</p><p>pigmentação sem eritema</p><p>(pigmentação direta).</p><p>ERITEMA ACTÍNICO</p><p>Discromias</p><p>Muitas são as modificações patológicas</p><p>da cor da pele e são denominadas</p><p>discromias. Discromias são alterações na</p><p>coloração da pele resultantes da</p><p>diminuição (hipomelanoses) ou do</p><p>aumento (hipermelanoses) da melanina</p><p>e da deposição de substâncias endógenas</p><p>ou exógenas na derme (hipercromias).</p><p>Discromias</p><p>De maneira geral, as hipercromias da pele é devida a vários</p><p>fatores, como envelhecimento, gravidez, distúrbios</p><p>endócrinos, tratamentos hormonais e, principalmente,</p><p>exposição ao sol em diferentes graus.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>O hipercromismo corresponde a hiperpigmentação da pele.</p><p>Existem várias manifestações:</p><p>• Cloasma ou máscara de gravidez: É constituído por</p><p>manchas marrons de contorno irregulares, localizadas</p><p>simetricamente no rosto (testa, têmporas e maçãs do</p><p>rosto), desencadeadas pela gravidez ou por</p><p>anticoncepcionais administrados por via oral.</p><p>Cloasmas</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Dermatite por perfume (ou por bijuteria): São manchas,</p><p>de contornos irregulares, localizadas no rosto e no colo,</p><p>consequências da ação sensibilizante de substâncias</p><p>contidas nos perfumes (desencadeada pela presença de</p><p>furocumarinas) e nos produtos cosméticos perfumados.</p><p>As furocumarinas são uma classe</p><p>de compostos fotoativos que</p><p>potencialmente podem se ligar ao</p><p>DNA formando complexos</p><p>intermoleculares, e uma vez</p><p>excitados por luz UVA (~365 nm)</p><p>são capazes de formar fotoadições,</p><p>que podem resultar em</p><p>mutagênese e letalidade.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Efélides ou sardas da cor ruiva: São pequenas manchas</p><p>planas, de cor marrom-ocre que aumentam quando em</p><p>exposição aos raios ultravioletas, disseminadas no rosto e</p><p>nas partes descobertas do corpo.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Hipercromias pós-inflamatórias: Aparecem após agressão</p><p>à pele, tais como queimaduras ou processo inflamatório.</p><p>Estão mais ligadas ao tipo de agressão que ao grau de</p><p>inflamação.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Hiperpigmentação periorbital (círculos): É uma melanose</p><p>redonda perto das pálpebras e região periocular, onde há</p><p>aumento de melanina nos melanócitos da epiderme. É um</p><p>quadro hereditário de transmissão autossômica (só se</p><p>manifesta se existir 2 genes recessivos) que se torna</p><p>presente no período após a puberdade (não tem</p><p>tratamento).</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Lentigens: São manchas lenticulares bem limitadas, planas</p><p>ou pouco salientes, de coloração que varia do amarelo ao</p><p>marrom-escuro. Não aparecem por causa da exposição à</p><p>luz do sol e aumentam o número de melanócitos na</p><p>camada basal da epiderme.</p><p>• Lentigens senis ou de luz do sol: São manchas escuras que</p><p>aparecem no rosto, na parte de fora dos braços e</p><p>antebraços em pessoas com mais de 50 anos de idade</p><p>com histórico repetido de exposição à luz solar.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Melanodermatites por fotossensibilização: São</p><p>pigmentações generalizadas devidas a fotossensibilização</p><p>medicamentosa.</p><p>• Melanodermia residual: É o aumento de melanófagos</p><p>(fagocitam melanossomas) na derme como resposta a um</p><p>processo inflamatório crônico que pode produzir zonas</p><p>melanodérmicas (acúmulo de melaninas). Quanto maior a</p><p>fagocitose, maior a proteção e pigmentação.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Melanose de Riehl: É uma</p><p>pigmentação difusa, são</p><p>manchas com pontas de</p><p>pequeno tamanho que se</p><p>ampliam, formando um</p><p>reticulado nos dois lados do</p><p>pescoço, na base do bulbo</p><p>capilar e por todo o rosto.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Melasma: Corresponde a hipermelanogênese facial</p><p>marrom escuro que se desenvolve lenta e simetricamente,</p><p>principalmente, em mulheres, e que tem sido associada a</p><p>fatores hormonais, uso de perfumes</p><p>em cosméticos,</p><p>exposição à luz solar e herança familiar.</p><p>• Poiquilodermina de Civatte:</p><p>É observada em mulheres</p><p>na peri e pós-menopausa,</p><p>como manchas escuras</p><p>localizadas nos dois lados e</p><p>no V do pescoço.</p><p>Hiperpigmentação</p><p>• Queratoses senis ou actínicas ou melanoses solares: São</p><p>manchas senis de cor variável, marrom, cinza ou preta,</p><p>queratósicas, escamosas, com crostas que podem evoluir</p><p>para um carcinoma.</p><p>Despigmentantes</p><p>Despigmentantes</p><p>São produtos que ajudam a reduzir a hiperpigmentação, em</p><p>certos casos.</p><p>O tratamento para hipercromias baseia-se na utilização de</p><p>substâncias despigmentantes que deverão atuar em região</p><p>específica do corpo, por mecanismos diversos.</p><p>Os despigmentantes podem estar disponíveis em várias</p><p>formas de apresentação como pomadas, cremes</p><p>evanescentes (diadérminas), loções, entre outras.</p><p>Despigmentantes</p><p>De maneira geral, o tratamento da pele que apresenta</p><p>hiperpigmentação não é fácil de ser realizado porque muitos</p><p>compostos efetivos para este propósito apresentam-se como</p><p>irritantes e podem promover a descamação (peeling) além</p><p>do que o resultado nem sempre é imediato e, sim, gradual.</p><p>Despigmentantes</p><p>A maior parte dos</p><p>cosméticos</p><p>despigmentantes</p><p>utilizam</p><p>inibidores da</p><p>tirosinase para</p><p>reduzir a</p><p>produção de</p><p>melanina.</p><p>Entretanto, há</p><p>outras enzimas</p><p>que fazem parte</p><p>deste processo.</p><p>Despigmentantes</p><p>Possíveis mecanismos de ação de despigmentantes:</p><p>1 - Por seletividade, destruindo ou descaracterizando os</p><p>melanócitos. Compostos que são antioxidantes podem</p><p>alterar as reações metabólicas (fosforilação oxidativa) in vivo</p><p>por depleção de quantidade de oxigênio disponível nas</p><p>células.</p><p>Despigmentantes</p><p>2 - Pela inativação ou impedimento da biossíntese da enzima</p><p>tirosinase. Poderia reagir com o centro ativo da enzima ou</p><p>com os grupamentos vizinhos que podem ser essenciais para</p><p>a atividade enzimática.</p><p>3 - Pela interferência no transporte dos grânulos de melanina</p><p>para células malpighianas (células da camada espinhosa da</p><p>epiderme) por inibição da fagacitose do dentrito do</p><p>melanócito ou por causar edema intercelular.</p><p>4 - Pela alteração (capacidade de redução) da melanina</p><p>marrom presente nos melanossomas (forma oxidada -</p><p>eumelanina) para uma coloração mais clara (forma reduzida -</p><p>feomelanina).</p><p>Compostos</p><p>Despigmentantes</p><p>- Ácido ascórbico: agente</p><p>despigmentante, porém, com</p><p>estabilidade química reduzida</p><p>em formulações de uso tópico.</p><p>Dá-se preferência de uso ao</p><p>fosfato de ascorbil magnésio</p><p>(VC-PMG), que é um derivado</p><p>da vitamina C, que apresenta</p><p>maior estabilidade química</p><p>atuando por inibição da</p><p>melanogênese.</p><p>Despigmentantes</p><p>- Ácido azeláico: é inibidor competitivo das enzimas de</p><p>óxido-redução e, também um antioxidante. É eficaz no</p><p>tratamento de hiperpigmentação pós inflamatória e</p><p>melasma, devido à sua ação antitirosinase, à inibição da</p><p>energia produzida durante os processos de síntese da</p><p>célula e à ação anti-radicais.</p><p>- Ácido glicólico: usado como</p><p>despigmentante por sua</p><p>ação de descamação</p><p>(peeling) em concentrações</p><p>variáveis e tempo de</p><p>exposição conforme a</p><p>necessidade apresentada.</p><p>Despigmentantes</p><p>- Ácido kójico: apresenta</p><p>grande eficácia na</p><p>despigmentação porque</p><p>inibe a ação da</p><p>tirosinase como</p><p>quelante de íons e</p><p>promove a diminuição</p><p>da eumelanina e seu</p><p>monômero precursor.</p><p>Despigmentantes</p><p>- Hidroquinona: é um agente de despigmentação usado</p><p>topicamente e de ação imediata porque inibe a atividade</p><p>da tirosinase e, secundariamente, de forma mais lenta,</p><p>induz modificações estruturais</p><p>nas membranas das organelas</p><p>dos melanócitos, acelerando a</p><p>degradação dos melanossomas.</p><p>A hidroquinona-D-</p><p>glucopiranosídio (Arbutin)</p><p>apresenta excelente</p><p>estabilidade química em</p><p>formulações com atividade</p><p>despigmentante.</p><p>Despigmentantes</p><p>- Extrato aquoso de leucócitos (Melawhite): é uma solução</p><p>de peptídios que atua como inibidor competitivo</p><p>específico da tirosinase, diminuindo a formação de</p><p>melanina.</p><p>- Ácido retinóico: usado como despigmentante por sua</p><p>ação de descamação (peeling). Diminui a pigmentação,</p><p>principalmente o melasma epidérmico.</p><p>Despigmentantes</p><p>- Extrato de uva-ursi (Melableach): extraído da Arctosphylos</p><p>uva-ursi L. Spreng, que apresenta ação inibidora da</p><p>tirosinase e também degrada a melanina existente na</p><p>pele, provocando modificações estruturais nas</p><p>membranas das organelasdos melanócitos e apresenta</p><p>efeito cumulativo.</p><p>- Flavonóides: são antioxidantes naturais e possuem boa</p><p>atividade inibidora da tirosinase por possuírem estrutura</p><p>fenólica.</p><p>Despigmentantes</p><p>- Mercaptominas e cloreto de beta-caroteno-etilamina:</p><p>têm efeito citotóxico seletivo sobre os melanócitos.</p><p>- Silicato sintético de alumínio (Antipollon HT): absorve a</p><p>melanina já formada; utilizado no tratamento de</p><p>hiperpigmentação de pele como os cloasmas.</p><p>- Betaínas (patente da Shiseido Co.): aceleram a</p><p>penetrabilidade de agentes despigmentantes.</p><p>- Extrato de Catharanthus roseus (patente da Shiseido Co.):</p><p>o componente ativo extraído desta planta é um glicosídio</p><p>da hidroquinona, similar ao Arbutin.</p><p>Despigmentantes</p><p>- A proteína microftalmia (MITF) regula a expressão da</p><p>proteína Rab27a, importante no transporte do</p><p>melanosoma, a proteína melanosomal da matriz</p><p>(Pmel17), muitas vezes</p><p>expressa nos melanomas. AMPc</p><p>PKA</p><p>CREB</p><p>MITF</p><p>Tirosinase</p><p>TRP-1&2</p><p>Pmel-17</p><p>Rab27a</p><p>Despigmentantes</p><p>- Niacinamida: Esse ativo possui capacidade de inibir a</p><p>PMEL-17, envolvida no processo de formação da</p><p>melanina. Quando utilizada a 4%, a niacinamida possui</p><p>um potente efeito clareador.</p><p>AMPc</p><p>PKA</p><p>CREB</p><p>MITF</p><p>Tirosinase</p><p>TRP-1&2</p><p>Pmel-17</p><p>Rab27a</p><p>Despigmentantes</p><p>- Resveratrol: Reduz a pigmentação da pele por inibição da</p><p>síntese de tirosinase por inibição do α-MSH.</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p>