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<p>INSUFICIÊNCIARENAL</p><p>AGUDA ECRÔNICA E</p><p>TERAPIADE</p><p>SUBSTITUIÇÃO RENAL</p><p>ANATOMIAEFISIOLOGIA</p><p>RINS</p><p>▶ Órgãos pares de +/-150g cada</p><p>▶ Localizado entre as vértebrastorácicas</p><p>inferiores</p><p>▶ Circundado pela cápsula (tecido delgado e</p><p>fibroso)</p><p>▶ Separado da cavidade abdominal pelo</p><p>peritônio</p><p>▶ O sangue chega através da artéria renal, que</p><p>se origina da aorta abdominal e as veias renais</p><p>levam o sangue que sai dosrins para a veia</p><p>cava inferior</p><p>▶ O fluxo sangüíneo atravésdo rim representa</p><p>21%do débito cardíaco</p><p>▶ A urina é formada no interiordosnéfrons. Daí</p><p>passa para osductoscoletores e para os</p><p>túbulosque se fundem para formar a pelve</p><p>renal.De cada pelve se origina um ureter</p><p>(composto basicamente por músculo)</p><p>BEXIGA ▶Órgão oco (músculo liso)</p><p>▶Reservatório temporário</p><p>▶URETRA</p><p>▶Abre-se para o meio externo</p><p>▶É circundada por fibras</p><p>musculares (esfíncter)</p><p>responsáveispelo controle da</p><p>micção</p><p>NÉFRONS</p><p>+/-1 milhão</p><p>é considerado a unidade</p><p>funcional do rim</p><p>glomérulo mais túbulo</p><p>1- filtíação glomeíulaí; moléculas de gíande peso</p><p>moleculaí se deslocam, poí difusão, dos capilaíes</p><p>sanguíneos paía o inteíioí da cápsula íenal</p><p>2 – deslocamento do filtíado glomeíulaí</p><p>3-deslocamento do filtíado glomeíulaí, à medida que</p><p>se desloca pelo íestante dos túbulos íenais, vai</p><p>adquiíindo menoíes quantidades de uíeia e ácido</p><p>úíico.</p><p>4, 5 - no tubo coletoí, ocoííe ação do hoímônio</p><p>antidiuíético (ADH), íesponsável pelo aumento do</p><p>píocesso de íeabsoíção passiva de água.</p><p>5 - ocoííe íeabsoíção passiva de glicose,</p><p>aminoácidos e sais mineíais contidos no inteíioí do</p><p>filtíado glomeíulaí.</p><p>Túbulo</p><p>Proximal: absorve 65%de Na e água e pouco cloreto. Possui borda em</p><p>escova</p><p>Alça de Henle:</p><p>Parte descendente: é permeável à água (20%), +/- à uréia e Na</p><p>Parte ascendente: é impermeável à água e reabsorve Na, Cl e K</p><p>e +/-Ca, HCO3 e Mg</p><p>Túbulo distal: reabsorve Na, Cl e K,+/-Ca, HCO3 e Mg e é impermeável à</p><p>água e uréia.</p><p>Túbulo distal final:</p><p>Células principais: reabsorvem Na e excretam K</p><p>Células intercaladas: secretam H e reabsorvem HCO3 e K</p><p>Funções renais</p><p>Remove as</p><p>substâncias</p><p>indesejáveisdo</p><p>nosso corpo</p><p>filtrando uréia e</p><p>ácido úrico;</p><p>Reabsorve a</p><p>albumina e sais</p><p>desejáveis</p><p>como o sódio,</p><p>potássio, cálcio;</p><p>Excreta</p><p>substâncias</p><p>desnecessárias</p><p>como o fósforo</p><p>e o hidrogênio;</p><p>Secreta</p><p>hormônios para</p><p>o controle do</p><p>volume, da</p><p>pressão arterial,</p><p>do cálcio e</p><p>fósforo e da</p><p>formação de</p><p>hemácias.</p><p>INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA</p><p>Insuficiência</p><p>Renal</p><p>Aguda (IRA)</p><p>redução aguda da função renal em horas ou</p><p>dias. Refere-se principalmente a diminuição do</p><p>ritmode filtração glomerular e/ou do volume</p><p>urinário, porém, ocorrem também distúrbios no</p><p>controle do equilíbrio hidro-eletrolítico e</p><p>ácidobásico.</p><p>é a diminuição rápida da capacidade dos rins</p><p>de eliminar as substâncias tóxicas presentesno</p><p>sangue, acarretando um acúmulo de produtos</p><p>da degradação metabólica (p.ex., uréia) no</p><p>sangue.</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=dDLzl7JPLcY</p><p>http://www.youtube.com/watch?v=dDLzl7JPLcY</p><p>IRA</p><p>1. DEFINIÇÃO</p><p>➢ Perda súbita da função renal.</p><p>➢ Retenção dos produtos catabólicos.</p><p>➢ Volume urinário – variável (400-500</p><p>mL/dia).</p><p>➢ Agentes nefrotóxicos e isquêmicos.</p><p>DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DA IRA</p><p>CLASSIFICAÇÃO DA IRAQUANTO À</p><p>DIURESE</p><p>▶anúrica total:0-20 ml/dia</p><p>▶anúrica:20 a 100 ml /dia</p><p>▶oligúrica:101 a 400 ml /</p><p>▶não-oligúrica: 401 a 1200 ml/dia</p><p>▶poliúrica:1201 a 4000 ml/dia</p><p>▶hiperpoliúrica:>4000 ml</p><p>MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS</p><p>IRA -</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>a)Pré – Renal: redução do fluxo plasmático</p><p>renal e do ritmo de filtração glomerular.</p><p>▶ depleção volume (hemorragias, queimaduras)</p><p>▶doenças cardíacas (ICC)</p><p>▶ vasodilatação periférica (sepse)</p><p>▶ resistência vascular renal (cirurgias, síndrome</p><p>hepato renal, anti-inflamatório não esteróide)</p><p>Manifestações:</p><p>oligúria não é obrigatória;</p><p>idosos podem ter a recuperação após 36h da</p><p>correção do evento - aguardar 48h;</p><p>diuréticos podem ser úteis</p><p>IRA–</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>b)Pós – Renal: Obstrução do Fluxo</p><p>Urinário</p><p>➢ obstrução ureteral (cálculos, coágulos).</p><p>➢ obstrução colo vesical (hiperplasia</p><p>próstata).</p><p>➢ obstrução uretral (cálculos).</p><p>➢ Manifestações: obstrução urinária;</p><p>dilatação pielocaliceal ao exame</p><p>ultrasonográfico ; anúria total</p><p>IRA -</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>c) Renal (intrínseca ou estrutural)</p><p>▶ vasculares (oclusão da artéria renal).</p><p>▶ glomerulares (GNDA).</p><p>▶ tubulares</p><p>▶Nefrite intersticial</p><p>▶Necrose tubular aguda (NTA)</p><p>▶ Isquêmicas (pré renais em evolução).</p><p>▶ Tóxicas (antibióticos, anestésicos,</p><p>contrastes radiológicos, metais pesados).</p><p>Manifestações: dependerão da causa</p><p>DIAGNÓSTICO LABORATORIAL</p><p>SANGUE</p><p>• Elevação de escórias nitrogenadas (uréia, creatinina, ácido úrico), acidose</p><p>metabólica, hipo ou hipernatremia, hiperpotassemia, hipo ou hipercalcemia e</p><p>hiperfosfatemia e anemia normocítica e normocrômica</p><p>URINA</p><p>• Avaliação de osmolalidade, sódio, creatinina, uréia e sedimento urinário. 3. Exames</p><p>de Imagem: ultra-sonografia com doppler (tamanho, forma, ecogenicidade,</p><p>simetria, número de rins, obstrução/estenose vascular e uropatia obstrutiva)</p><p>BIÓPSIARENAL</p><p>• indicada somente em casos selecionados ( dificuldade diagnóstica, evolução</p><p>atípica, necrose intersticial...)</p><p>IRA -</p><p>CURSO</p><p>CLÍNICO</p><p>Fase Inicial:a partir do momento da</p><p>exposição a droga ou insulto isquêmico.</p><p>Fase Manutenção (oligúrica):</p><p>variável em grau e duração</p><p>do volume urinário.</p><p>Normalmente a urina</p><p>apresenta:</p><p>500 mL</p><p>Hemácias</p><p>Leucócitos</p><p>Células epiteliais</p><p>Perda proteica</p><p>pequena</p><p>IRA - CURSO</p><p>CLÍNICO</p><p>Recuperação: rápida elevação do</p><p>volume urinário por incapacidade</p><p>tubular de reabsorver Sódio e água.</p><p>➢ Azotemia(altas concentrações de U, Cr,</p><p>ácido úrico) continua</p><p>(200➢ Aumento do volume urinário</p><p>mL/dia)</p><p>➢ Diálise pode ser necessária!</p><p>Recuperação funcional: após vários</p><p>dias de diurese normal e redução</p><p>gradual de uréia e creatinina</p><p>plasmática.</p><p>IRA - TRATAMENTO</p><p>Na fase inicial</p><p>considerar uso de</p><p>diuréticos(?).</p><p>Exameslaboratoriais</p><p>para diferenciar IRA pré</p><p>renal, renal e pós renal</p><p>Restrição</p><p>hidroeletrolítica, aporte</p><p>nutricional e cuidados</p><p>geraiscom o paciente.</p><p>Diálise</p><p>CUIDADOSDEENFERMAGEM</p><p>Monitorando o equilibrio hidroeletrolitico</p><p>• Acompanharexames laboratoriais(K)</p><p>• Adm med IV com volume mínimo</p><p>• Pesarem jejum</p><p>• Balanço hídrico</p><p>Reduzindo a taxa metabólica</p><p>•Repouso no leito</p><p>• Atentar para febre e infecção</p><p>Promovendo a função pulmonar</p><p>• Estimularmudança de decúbito</p><p>• Incentivar tosse</p><p>Cuidando da pele</p><p>•Hidratarpele apóso banho</p><p>• Incentivarbanho maisfrio</p><p>•Cortare lixarasunhas</p><p>•Observarprurido</p><p>INSUFICIÊNCI</p><p>A RENAL</p><p>CRÔNICA</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>▶ Lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos</p><p>rins (glomerular, tubular e endócrina).Em sua fase mais</p><p>avançada (chamada de fase terminal de insuficiência renal</p><p>crônica IRC), os rins não conseguem mais manter a</p><p>normalidade do meio interno do paciente</p><p>▶ anormalidade da estrutura e/ou função dos rins persistente</p><p>por mais de três meses com implicação para a saúde, isto é,</p><p>que cursam com efeitos indesejáveis na qualidade de vida</p><p>do paciente</p><p>Insuficiência Renal Crônica</p><p>• Relevância</p><p>•Estimativa em 2019:10milhões de brasileiroscom DRC.</p><p>• 60.000 pacientes mantidosem diálise</p><p>• 25.000pacientes transplantados renais</p><p>• Reduzida qualidade de vida</p><p>• Gastosde 1,4bilhões de reaisa cada ano.</p><p>INSUFICIÊNCIA RENAL</p><p>FATORESDERISCO</p><p>Sintomas</p><p>▶ À medida que a insuficiência renal</p><p>evolui e se acumulam substâncias</p><p>tóxicas no sangue,</p><p>▶ começa a sentir-se pesado,</p><p>▶ cansa-se facilmente e</p><p>▶ diminui a sua agilidade mental.</p><p>▶ espasmos musculares, fraqueza</p><p>muscular e cãibras.</p><p>▶ Formigamento nas extremidades e</p><p>diminuição ou perda da</p><p>sensibilidade em certas partes.</p><p>▶ convulsões, perda do apetite,</p><p>náuseas, vômitos, inflamação da</p><p>mucosa oral (estomatite) e um</p><p>sabor desagradável na boca</p><p>▶ úlceras intestinais e hemorragias.</p><p>▶ A pele pode tornar-se de cor</p><p>castanho-amarelada e pó branco</p><p>sobre a pele (escarcha urêmica).</p><p>TRATAMENTO</p><p>▶</p><p>• Programa de promoção à saúde e prevenção primária (grupos de riscos para</p><p>DRC)</p><p>▶ • Identificação precoce da disfunção renal (Diagnóstico da DRC)</p><p>▶ • Detecção e correção de causas reversíveis da doença renal</p><p>▶ • Diagnóstico etiológico (tipo de doença renal)</p><p>▶ • Definição e estadiamento da disfunção renal</p><p>▶ • Instituição de intervenções para retardar a progressão da doença renal</p><p>crônica</p><p>▶ • Prevenir complicações da doença renal crônica</p><p>▶ • Modificar comorbidades comunsa estes pacientes</p><p>▶ • Planejamento precoce da terapia de substituição renal (TSR).</p><p>TRATAMENTO</p><p>▶ deve enfocar o rígido controle da HAS para</p><p>níveis abaixo de 130x80mmHg. Pode-se usar iECA</p><p>ou BRAs que por inibirem a síntese de</p><p>Angiotensina II, diminuem o mecanismo de</p><p>hiperfiltração compensatório.</p><p>▶ Em caso de proteinúria, o iECA e BRA ainda a</p><p>diminuem.</p><p>▶ Além disso, deve-se tratara doença de base.</p><p>▶ eritropoietina,</p><p>▶ restrição do fosfato da dieta,</p><p>▶ quelantes como carbonato de cálcio e ainda a</p><p>reposição de cálcio e até calcitriol.</p><p>▶ É importante ainda a restrição da ingesta de</p><p>sódio (100mEq/dia), água (1000-1500 ml/dia),</p><p>potássio (40mEq/dia) e proteínas (1,0g/Kg/dia),</p><p>▶ terapia de substituição renal, seja por diálise ou</p><p>por transplante renal.</p><p>Diagnóstico</p><p>▶ Análise de sangue.</p><p>▶ Dois produtos metabólicos de excreção, a</p><p>ureia e a creatinina, que normalmente são</p><p>filtrados pelos rins, acumulam-se no sangue.</p><p>▶ A concentração de cálcio diminui e</p><p>aumenta a de fosfato.</p><p>▶ A concentração de potássio no sangue é</p><p>normal ou apenas ligeiramente aumentada,</p><p>mas pode tornar-se perigosamente alta.</p><p>▶ O volume de urina tende a permanecer</p><p>estável, geralmente de 1l a 4l diários,</p><p>independentemente da quantidade de</p><p>líquidos consumidos.</p><p>▶ Em geral, o indivíduo tem uma anemia</p><p>moderada.</p><p>▶ As análises de urina podem detectar muitas</p><p>alterações, tanto nas células como na</p><p>concentração de sais.</p><p>CUIDADOS DE</p><p>ENFERMAGEM</p><p>Pesar em jejum</p><p>Balanço hidrico</p><p>Avaliar edema</p><p>Avaliar turgor</p><p>Observar distensão jugular</p><p>VerificarPA, FC , FR</p><p>Observar arritmias</p><p>Administrarmed com 50 ml</p><p>Ofertar gelo para minimizarsede</p><p>Incentivarhigiene oral frequente</p><p>Conferirexames laboratoriaisdiariamente</p><p>Incentivar aceitação alimentar</p><p>Observar nauseas e vomitos</p><p>Observar estomatite</p><p>Ofertar alimentospreferidos</p><p>Observar horario das med –apetite</p><p>Explicar todos os procedimentos</p><p>Observar fadiga</p><p>Observar desanimo/depressão</p><p>Orientar repouso após diálise</p><p>Observar anemia</p><p>Observar caimbra</p><p>Observar confusão mental</p><p>Observar prurido</p><p>TERAPIA</p><p>RENAL</p><p>SUBSTITUTIVA</p><p>Diálise</p><p>▶ Processo de remoção de líquidos, produtos</p><p>indesejáveis do catabolismo proteico e toxinas</p><p>do organismo frente a disfunção renal.</p><p>(Brunner & Suddarth, 2000)</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=TPSlQ06Q4C0</p><p>http://www.youtube.com/watch?v=TPSlQ06Q4C0</p><p>Indicação da TRS</p><p>▶Hipervolemia</p><p>▶Hipercalemia</p><p>▶Acidose metabólica</p><p>▶Uremia</p><p>▶ Intoxicação exógena</p><p>Objetivos da TRS</p><p>TRS</p><p>▶1. Com circulação extracorpórea:</p><p>▶Método intermitente;</p><p>▶Método contínuo;</p><p>▶2. Sem circulação extracorpórea:</p><p>▶Diálise peritoneal;</p><p>TRScom circulação extracorpórea</p><p>1.Acesso Vascular</p><p>2.Força Motriz:é necessário o uso de bombas</p><p>roletespara impulsionar o sangue.</p><p>3. Dialisador (Filtro)</p><p>4. Dialisante (banho)</p><p>5.Anticoagulação</p><p>Acesso venoso</p><p>▶Cateter de curta permanência</p><p>▶Cateter de longa permanência</p><p>▶ Fístula Arteriovenosa (FAV)</p><p>▶ Locaisde passagem:</p><p>-Veia Jugular</p><p>-Veia Femural</p><p>-Veia Subclávia</p><p>Acessos vasculares</p><p>Os métodos de acesso vascular para a</p><p>hemodiálise. (A) Fístula arteriovenosa. (B)</p><p>Enxerto sintético.</p><p>Complicações da FAV</p><p>INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM para o</p><p>Paciente com Acesso Vascular para Diálise</p><p>Força</p><p>Motriz</p><p>ROLETESMOTORESQUE</p><p>IMPULSIONAM O SANGUE</p><p>PARA FRENTE.</p><p>Dialisadores/Capilares/Filtros</p><p>▶ Constituído geralmente</p><p>membranas derivadas da</p><p>biocompatíveis e</p><p>por</p><p>celulose,</p><p>menos</p><p>trombogênicas;</p><p>▶ Alto custo</p><p>▶Validade de uso;</p><p>▶Em seu interior o sangue é separada</p><p>dos banhos</p><p>membranas,</p><p>de dialise</p><p>não há mistura</p><p>pelas</p><p>dos</p><p>componentes;</p><p>Hemodiálise</p><p>Dialisador -Prisma®</p><p>Soluções dialisantes</p><p>Sistema de hemodiálise. (A) O</p><p>sangue proveniente de uma</p><p>artéria é bombeado para dentro</p><p>(B) de um dialisador, onde flui</p><p>através de tubos de celofane,</p><p>os quais agem como uma</p><p>membrana semipermeável</p><p>(destaque). O dialisado, que</p><p>apresenta a mesma</p><p>composição química do</p><p>sangue, exceto para a ureia e</p><p>os produtos residuais, flui ao</p><p>redor dos túbulos. Os produtos</p><p>residuais no sangue difundem</p><p>membrana</p><p>para o</p><p>se através da</p><p>semipermeável</p><p>dialisado.</p><p>Tratamento da água</p><p>▶ Para realização da HDé necessário água tratada.</p><p>▶ Qualidade da água do abastecimento.</p><p>▶ Uso de cloro para diminuição da proliferação bacteriana.</p><p>▶ Controle físico-químico para evitar metaispesados.</p><p>▶ Controle bacteriológico (coliformes).</p><p>▶ Garantia do abastecimento contínuo.</p><p>▶ Em média são utilizados 120 litros de água para 4 horas de</p><p>hemodiálise.</p><p>▶ Em um mês utiliza-se em média 1560 litros.</p><p>▶ Passível de formação de biofilme.</p><p>ANTICOAGULAÇÃO</p><p>▶ Objetivo</p><p>▶ Evitar a agregação plaquetária e a ativação da cascata de</p><p>coagulação e consequentemente a formação de coágulos no</p><p>interior do filtro.</p><p>▶ Anticoagulação utilizadas:</p><p>-Heparina</p><p>-Heparina / Protamina</p><p>-Solução de Citrato de cálcio</p><p>-Heparina de baixo peso molecular</p><p>-Flush com 100ml de SF0,9%</p><p>COAGULAÇÃO</p><p>METODOS HEMODIALíTICOS</p><p>▶Intermitentes:</p><p>▶HD (Hemodiálise convencional)</p><p>▶SLED(HD estendida ou de baixa eficiência)</p><p>• Contínuos</p><p>METODO INTERMITENTE</p><p>• Indicações:</p><p>▶ Pacientes hemodinamicamente estáveis,</p><p>▶ Hipercatabólicos,</p><p>▶ Com alterações eletrolíticas emergenciais (hipercalemia),</p><p>▶ Intoxicações exógenas por drogas dialisáveis.</p><p>Hemodiálise Convencional (HD)</p><p>▶ tratamento diário ou cada 2 dias, duração entre 3 a 4horas.</p><p>▶ Considerada pela alta eficiência dialítica (remoção rápida de</p><p>água e solutos),</p><p>▶ Utiliza Cateter Venoso ou FAV,</p><p>▶ Utiliza-se solução de diálise,</p><p>▶ Fluxo de sangue -250 -300ml/min,</p><p>▶ Fluxo de banho –500 a 800ml/min.</p><p>▶ Anticoagulação com heparina/ ou Prime de SF0,9%.</p><p>▶ DIFUSÃO e UF;</p><p>Hemodiálise Convencional (HD):</p><p>▶ Vantagens</p><p>▶Maior conforto para paciente</p><p>▶ Eficácia em curto tempo</p><p>▶ Depuração elevada</p><p>▶</p><p>Diálise peritoneal</p><p>O QUE DEVEMOS CONSIDERAR PARA ESCOLHA DO</p><p>MÉTODO DIALÍTICO...</p><p>Disponibilidade da Equipe</p><p>(Treinamento)</p><p>Disponibilidade de</p><p>Equipamento</p><p>Alterações Fisiológicas</p><p>do Paciente</p><p>ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM PACIENTES</p><p>COM TSR</p><p>➢ Controle rigoroso do balanço hídrico, peso, PVC;</p><p>➢ Registro correto da ultrafiltração (remoção de líquidos durante a diálise);</p><p>➢ Controle dos sinais vitais;</p><p>➢ Controle de glicemia capilar;</p><p>➢ Acompanhar exames laboratoriais;</p><p>➢ Atentar para sangramentos (anticoagulação);</p><p>➢ Adequação da dosagem de medicamentos.</p><p>DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM</p><p>▶ VOLUME EXCESSIVO DE LÍQUIDOS</p><p>▶ RISCO DE SANGRAMENTO</p><p>▶ RISCO DE DESEQUILÍBRIO HIDROELETROLÍTICO</p><p>▶ RISCO DE VOLUME DE LÍQUIDOS DESEQUILIBRADO</p><p>▶ BAIXA AUTOESTIMA SITUACIONAL</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA.DIRETRIZES</p><p>DA AMBSOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA</p><p>INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA. 2007. Disponível em:</p><p>https://arquivos.sbn.org.br/uploads/Diretrizes_Insufici</p><p>encia_Renal_Aguda.pdf. Acesso em 26 abr 2022</p><p>Romão Junior, João Egidio. Doença Renal Crônica:</p><p>Definição, Epidemiologia e Classificação. J Bras</p><p>Nefrol Volume XXVI -nº 3 -Supl. 1 -Agosto de 2004</p><p>https://arquivos.sbn.org.br/uploads/Diretrizes_Insuficiencia_Renal_Aguda.pdf</p><p>https://arquivos.sbn.org.br/uploads/Diretrizes_Insuficiencia_Renal_Aguda.pdf</p><p>Slide 1: INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA E CRÔNICA E TERAPIA DE SUBSTITUIÇÃO RENAL</p><p>Slide 2: ANATOMIA E FISIOLOGIA</p><p>Slide 3: ▶ Localizado entre as vértebras torácicas</p><p>Slide 4: BEXIGA</p><p>Slide 5: NÉFRONS</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7: Túbulo</p><p>Slide 8: Funções renais</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10: Insuficiência Renal Aguda (IRA)</p><p>Slide 11: 1. DEFINIÇÃO</p><p>Slide 12: DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DA IRA</p><p>Slide 13: CLASSIFICAÇÃO DA IRA QUANTO À</p><p>Slide 14: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18: DIAGNÓSTICO LABORATORIAL</p><p>Slide 19: IRA -</p><p>Slide 20: volume urinário por incapacidade</p><p>Slide 21: IRA - TRATAMENTO</p><p>Slide 22: CUIDADOS DE ENFERMAGEM</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24: DEFINIÇÃO</p><p>Slide 25: Insuficiência Renal Crônica</p><p>Slide 26: INSUFICIÊNCIA RENAL</p><p>Slide 27: FATORES DE RISCO</p><p>Slide 28: Sintomas</p><p>Slide 29: TRATAMENTO</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34: Diálise</p><p>Slide 35: Indicação da TRS</p><p>Slide 36: Objetivos da TRS</p><p>Slide 37: TRS</p><p>Slide 38: TRS com circulação extracorpórea</p><p>Slide 39: Acesso venoso</p><p>Slide 40: Acessos vasculares</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42: Complicações da FAV</p><p>Slide 43: INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM para o</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45: Dialisadores/Capilares/Filtros</p><p>Slide 46: Hemodiálise</p><p>Slide 47: Dialisador - Prisma®</p><p>Slide 48: Soluções dialisantes</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50: Tratamento da água</p><p>Slide 51: ANTICOAGULAÇÃO</p><p>Slide 52: COAGULAÇÃO</p><p>Slide 53: METODOS HEMODIALíTICOS</p><p>Slide 54: METODO INTERMITENTE</p><p>Slide 55: Hemodiálise Convencional (HD)</p><p>Slide 56: Hemodiálise Convencional (HD):</p><p>Slide 57: Método contínuo</p><p>Slide 58: Método contínuo</p><p>Slide 59: Método contínuo</p><p>Slide 60: DIÁLISE PERITONEAL</p><p>Slide 61: Diálise peritoneal</p><p>Slide 62</p><p>Slide 63: O QUE DEVEMOS CONSIDERAR PARA ESCOLHA DO</p><p>Slide 64: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM PACIENTES</p><p>Slide 65: DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM</p><p>Slide 66</p>