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<p>1. Resumo, resenha, conto, sinopse, editorial, entrevista, artigo científico, artigo de opinião, dentre outros.</p><p>2. Discurso reportado.</p><p>3. A função do verbo nos textos expositivos.</p><p>4. Modalizadores discursivos.</p><p>5. As classes de palavras no contexto das produções textuais.</p><p>4° BIMESTRE</p><p>RESUMO</p><p>O resumo é um texto que se propõe a sintetizar uma ideia de um texto maior, a fim de apresentar, sem juízo de valor e alterações, as ideias do texto original.</p><p>O resumo é uma produção textual que apresenta, de maneira fiel, as ideias presentes em outro texto. Ele tem por finalidade, como o próprio nome diz, resumir para o leitor o conteúdo apresentado no material original. Por isso, ele precisa apresentar uma linguagem concisa e objetiva, além de ser predominantemente descritivo e impessoal.</p><p>RESUMO</p><p>O resumo é um texto que apresenta as ideias de outro texto maior de maneira sintetizada ao seu leitor.</p><p>Dentre as características do resumo, destacamos as seguintes: poder de síntese, impessoalidade, uso da linguagem concisa e objetiva, predominância da descrição.</p><p>Ele pode ser compreendido em dois tipos: preliminar e informativo.</p><p>Para fazer um bom resumo, é importante ter definido o seu tipo e ter conhecimento do material que será resumido.</p><p>Além disso, o autor deve estar a par dos elementos essenciais que compõem o texto descritivo.</p><p>O resumo é um texto impessoal e predominantemente descritivo. Já a resenha crítica é um texto em que prevalece a argumentação, isto é, ela avalia e julga o material original.</p><p>Características e estrutura do resumo</p><p>Sua principal característica a sua capacidade de reduzir um texto em um outro texto menor, isto é, o resumo propriamente dito.</p><p>Sendo assim, o resumo apresenta os seguintes aspectos:</p><p>poder de síntese;</p><p>impessoalidade;</p><p>uso de linguagem concisa e objetiva;</p><p>predominância da descrição.</p><p>Do ponto de vista estrutural, o resumo segue a composição básica de boa parte dos gêneros textuais. Em outras palavras, ele possui introdução, com a apresentação do tema; desenvolvimento, com as principais ideias; e conclusão, com o fechamento do texto.</p><p>RESENHA</p><p>A resenha é uma modalidade textual em que o autor (resenhista) descreve ou emite opinião sobre um determinado filme, álbum musical, romance e demais produções culturais. Ela tem como objetivo influenciar o seu leitor a acessar o material ou a evitá-lo.</p><p>Atualmente, é possível encontrar nas redes sociais e na mídia em geral textos e conteúdo audiovisual de análise, descrição, enumeração e recomendação (ou não) de objetos consumidos pela sociedade. Assim, é comum que as pessoas, antes de adquirirem um novo celular ou assistirem a uma estreia nos cinemas, procurem resenhas sobre aquele produto.</p><p>RESUMO SOBRE A RESENHA</p><p>A resenha é um gênero textual que consiste em um comentário, descrição ou enumeração de um objeto a fim de fornecer embasamento para que o leitor se sinta convencido em conhecê-lo ou evitá-lo.</p><p>O gênero resenha pode ser dividido em resenha descritiva (de caráter expositivo) e resenha crítica (de caráter expositivo-argumentativo).</p><p>Uma boa resenha compreende um estudo sistemático do objeto resenhado, conhecimento acerca do público-alvo e domínio desse gênero textual.</p><p>A principal diferença entre o resumo e a resenha é que aquele faz uma síntese (redução) do texto original, sendo que esta faz uma relação das propriedades de um objeto, citando as circunstâncias que o envolvem.</p><p>CARACTERÍSTICAS DA RESENHA</p><p>Algumas características que, alinhadas à sua estrutura e funcionalidade, qualificam o texto como tal. A seguir, elencamos alguns dos elementos que fundamentam o gênero resenha:</p><p>A resenha tem como função a descrição ou análise de um objeto a fim de recomendá-lo ou não ao leitor.</p><p>Por se tratar de um texto técnico, a resenha preza pela:</p><p>linguagem denotativa;</p><p>construção linear;</p><p>objetividade.</p><p>O texto do gênero resenha deve conter uma linguagem concisa e clara.</p><p>Em uma resenha, é essencial o uso da norma-padrão da língua, visto que ela geralmente é publicada em ambientes ou veículos formais, como:</p><p>universidades;</p><p>jornais;</p><p>revistas.</p><p>ESTRUTURA DA RESENHA</p><p>Do ponto de vista estrutural, de acordo com Fiorin, a resenha apresenta a seguinte organização:</p><p>Informações bibliográficas do material a ser resenhado: autor, título da obra, lugar e data de publicação e identificação das páginas (no caso de livros).</p><p>Resumo com conteúdo da obra: exposição com os principais pontos apresentados no material resenhado. Em uma resenha sobre um festival de música, por exemplo, deve-se informar ao leitor as bandas presentes, as canções que mexeram com a plateia e os momentos que marcaram o evento.</p><p>TIPOS DE RESENHA</p><p>A resenha pode ser dividida em dois tipos, que veremos a seguir.</p><p>→ Resenha descritiva</p><p>Nessa modalidade, prevalece a tipologia expositiva, isto é, o autor expõe uma série de informações sobre o objeto resenhado. Na resenha descritiva, não há espaço para que o resenhista emita sua opinião sobre a obra.</p><p>→ Resenha crítica</p><p>É de caráter expositivo-argumentativo. De início, ela apresenta um pequeno resumo do conteúdo a ser resenhado. Em relação à sua estrutura, a resenha crítica possui, além das informações bibliográficas e do resumo, um terceiro item, ausente na resenha descritiva: o autor usa argumentos para defender um ponto de vista acerca do objeto resenhado.</p><p>O quadro comparativo abaixo pode ajudar a compreender melhor os dois tipos de resenha.</p><p>RESUMO VS RESENHA</p><p>Fiorin entende o resumo como uma redução do texto original, isto é, uma exposição progressiva e objetiva dos elementos essenciais presentes no texto. A resenha, em síntese, ressalta as circunstâncias que envolvem determinada produção textual.</p><p>Assim, apesar de possuir algumas semelhanças com o resumo (ausência de opinião do autor e descrição das informações), a resenha se difere do resumo com relação à presença de elementos essenciais:</p><p>seu contexto;</p><p>seu objetivo.</p><p>Em outras palavras, a resenha traz, como característica distinta do gênero resumo, informações como o contexto da produção de uma obra/evento (por exemplo, o que motivou a realização de uma feira de livros ou de um evento acadêmico), além de uma avaliação ou descrição do objeto para o leitor.</p><p>Discurso reportado?</p><p>Tipos de discurso — direto, indireto e indireto livre — são utilizados principalmente em textos de caráter narrativo no intuito de introduzir as diversas vozes disponíveis (personagens e narrador).</p><p>O discurso direto pode ser entendido como a reprodução exata da fala de alguém. Já o discurso indireto ocorre quando o autor expressa com suas palavras a fala de outrem. Por fim, o discurso indireto livre é uma mescla entre o direto e o indireto.</p><p>Discurso direto, indireto e indireto livre</p><p>Os discursos direto, indireto e indireto livre são tipos de discurso utilizados principalmente em textos do gênero literário a fim de marcar as falas presentes na obra.</p><p>O discurso direto é a maneira de dizer de forma exata a fala de uma personagem.</p><p>O discurso indireto é a reprodução da fala de uma personagem por meio do narrador. Assim, ele fala pela personagem.</p><p>O discurso indireto livre é considerado uma junção entre o discurso direto e o indireto, isso porque há diversas intervenções do narrador na fala das personagens. Assim, não há precisão sobre quem diz o quê, e seus discursos podem ser confundidos.</p><p>VAMOS FAZER A LEITURA DO TEXTO:</p><p>“Discurso reportado: o que é e como ocorre em conversas cotidianas”</p><p>A função do verbo nos textos expositivos.</p><p>Exemplos de texto expositivo</p><p>• Resumo de artigo:</p><p>“Este artigo tem como objetivo discutir a estrutura e o funcionamento da Educação Básica no Brasil, assim como ressaltar a necessidade de um ensino básico de qualidade para o desenvolvimento da sociedade. Levando em consideração as mudanças contínuas do mundo globalizado, esse estudo também se propõe a situar o papel das mídias e tecnologias de informação e comunicação, como uma das ferramentas capazes de potencializar a aprendizagem em sala de aula.”</p><p>( SANTOS, Esther. A Educação Básica no Brasil : desafios e possibilidades do mundo globalizado.)</p><p>Em um resumo de artigo, alguns elementos estão sempre presentes, como o objetivo e considerações a respeito do tema. O resumo serve para apresentar ao leitor sobre o que aquele conteúdo se refere, e é a partir dele que as pessoas decidem se vão ler ou não. Se ele estiver confuso ou de difícil interpretação, é provável que as pessoas não se interessem.</p><p>As classes de palavras no contexto das produções textuais.</p><p>Ao todo, são dez as classes de palavras:</p><p>substantivo (nomeiam);</p><p>adjetivos (caracterizam);</p><p>artigos (acompanham os substantivos, indefinindo ou definindo-os);</p><p>numerais (quantificam e posicionam);</p><p>pronomes (substituem ou acompanham termos);</p><p>verbos (materializam ações, estados, fenômenos);</p><p>advérbios (circunstanciam);</p><p>interjeições (expressam sensações humanas);</p><p>conjunções (unem palavras e orações, coordenando ou subordinando-as);</p><p>preposições (conectam termos).</p><p>As seis primeiras categorias modificam as suas formas, conforme o contexto de uso, mas as demais se mantêm intactas, independentemente da situação na qual elas estejam.</p><p>Modalizadores discursivos.</p><p>Esses elementos são responsáveis por evidenciar nossa opinião tanto na fala quanto na escrita.</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.png</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.png</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p>

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