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<p>acidente vascular CEREBRAL</p><p>ALINE SERRÃO</p><p>ANDRESSA</p><p>LUIMAR BRITO</p><p>HAIANE</p><p>MICHELLE NASCIMENTO DOS REIS</p><p>THAIS</p><p>PROFESSORA: AUXILIADORA</p><p>O que é um avc</p><p>O Acidente Vascular Cerebral (AVC)</p><p>Acontece quando parte do cérebro tem seu fluxo de sangue diminuído ou interrompido.</p><p>AVC ISQUÊMICO</p><p>AVC HEMORRÁGICO</p><p>AVC ISQUÊMICO TRANSITÓRIO (AIT)</p><p>Lesão e morte de neurônios</p><p>Comprometimento do funcionamento do cérebro e consequentemente do corpo.</p><p>Dificuldade de nutrição e oxigenação do tecido nervoso.</p><p>Avc hemorrágico</p><p>O que é AVC hemorrágico?</p><p>O AVC hemorrágico é o mais grave e letal, contempla cerca de 15% dos casos.</p><p>CEREBRAL (Intracerebral)</p><p>MENÍNGEO (Subaracnóide)</p><p>avc</p><p>ataque isquêmico transitório</p><p>Ataque isquêmico transitório (AIT) é a interrupção temporária do fluxo sanguíneo e oxigênio para o cérebro, devido a uma obstrução ou entupimento de uma artéria cerebral, causando sintomas semelhantes do AVC, como perda de força, fraqueza ou formigamento em um lado do corpo, boca torta ou fala embolada, por exemplo.</p><p>Estes sintomas são intensos durante alguns minutos, mas desaparecem completamente até cerca de 1 hora após o início.</p><p>Estes sintomas são intensos durante alguns minutos, mas desaparecem completamente até cerca de 1 hora após o início.</p><p>TRATAMENTO</p><p>O tratamento do ataque isquêmico transitório deve ser feito com a orientação do clínico geral ou neurologista, no hospital, para diminuir o risco de um AVC.</p><p>Antiagregantes plaquetários, como ácido acetilsalicílico ou clopidogrel, pois evitam o surgimento de coágulos no sangue;</p><p>Anticoagulantes - como varfarina, heparina, rivaroxabana, dabigatrana ou edoxabana, especialmente se a AIT foi causada por fibrilação atrial ou outros problemas cardíacos;</p><p>Estatinas, como a rosuvastatina, para reduzir o colesterol;</p><p>Anti-hipertensivos, para o tratamento da pressão alta;</p><p>Fatores de risco envolvidos no AVC em jovens</p><p>É preciso levar em consideração algumas características específicas que aumentam os riscos de desenvolvimento da doença. No caso de AVC em jovens, os agravantes são:</p><p>• Sexo. A incidência de AVC é maior em homens;</p><p>• Doenças cardíacas congênitas ou adquiridas, como a fibrilação atrial, o infarto, as doenças nas válvulas e a doença de Chagas. Mesmo após a correção cirúrgica ou tratamento, continuam representando um risco de 9 a 12 vezes maior para AVC em jovens do que no restante da população;</p><p>• Distúrbios metabólicos, como diabetes e obesidade;</p><p>• Doenças vasculares, como vasculites;</p><p>• Doenças no sangue, como linfoma, hemofilia e outras;</p><p>• Anemia falciforme, causa mais comum de AVC em crianças;</p><p>• Tabagismo;</p><p>• Uso excessivo de álcool;</p><p>• Ingestão de substâncias tóxicas, como drogas;</p><p>• Estresse;</p><p>• Sedentarismo;</p><p>• Colesterol elevado;</p><p>• Apneia do sono.</p><p>Avc hemorrágico</p><p>Sintomas do avc hemorrágico</p><p>O AVC hemorrágico pode causar confusão mental e impossibilitar o paciente de pedir ajuda e explicar o que está sentindo. Para isso, existe o teste RBFH (rosto, fala, braços e horário).</p><p>Crises convulsivas</p><p>Sonolência inexplicável</p><p>Rosto – peça para a pessoa sorrir. Veja se um lado do rosto está inclinado ou aparenta estar dormente. O sorriso pode parecer descoordenado ou torto em um dos lados;</p><p>Braços – solicite que a pessoa levante os dois braços. Caso ela não consiga ou se um deles cair, a chance de haver um derrame é maior;</p><p>Fala – faça uma pergunta simples, como a idade ou o nome da pessoa. Veja como sai a fala na resposta ou se há dificuldade em formar as palavras;</p><p>Horário – se a pessoa apresentou algum dos sintomas descritos anteriormente, procure atendimento de emergência (na rua, ligue para o SAMU, 192). Além disso, marque o horário para saber quando ocorreram as primeiras manifestações do AVC.</p><p>O AVC Hemorrágico tem duas categorias:</p><p>NÃO MODIFICÁVEIS</p><p>MODIFICÁVEIS</p><p>diagnóstico</p><p>O diagnóstico do AVC é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral.</p><p>Devem ser realizados exames de imagem da região cerebral, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética logo após o início dos sintomas, se possível em até uma hora da chegada ao hospital.</p><p>Um eletrocardiograma (ECG) pode mostrar se um batimento cardíaco irregular (fibrilação atrial) pode ter causado o AVC. Níveis de colesterol e diabetes também são avaliados, pois são graves fatores de risco para eventos cerebrovasculares.</p><p>Assim que o paciente chega ao hospital, entre os cuidados clínicos de emergência estão:</p><p>Verificar os sinais vitais, como pressão arterial e temperatura.</p><p>Checar a glicemia.</p><p>Colocar a pessoa deitada, exceto se houver vômitos.</p><p>Colocar acesso venoso no braço que não estiver paralisado.</p><p>Administrar oxigênio, caso a pessoa precise.</p><p>Determinar o horário de início dos sintomas por meio de questionário ao paciente ou acompanhante.</p><p>Paciente com 72 anos, hemorragia subaracnoidea (HSA). Seu prognóstico foi ruim, e evoluiu com coma e óbito em 2 dias. Fonte: Medicina de Emergência Abordagem Prática, 14ª ed.</p><p>TRATAMENTO E REABILITAÇÃO</p><p>O tratamento do AVC é feito nos Centros de Atendimento de Urgência, que são os estabelecimentos hospitalares que desempenham o papel de referência para atendimento aos pacientes com AVC. Essas unidades de saúde disponibilizam e realizam o procedimento com o uso de trombolítico, conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) específico.</p><p>A reabilitação pode ser feita nos Centros Especializados em Reabilitação (CERS). A melhor forma de tratamento, atendimento e reabilitação, que podem contar inclusive com medicamentos, devem ser prescritos por médico profissional e especialista, conforme cada caso.</p><p>Como transferir o paciente de lugar.</p><p>É importante estimulá-lo em todos os momentos para que ele seja independente e, assim, avançar no processo de reabilitação.</p><p>Cuidados necessários no banho do paciente com AVC</p><p>Posicionando o paciente corretamente</p><p>Previna Lesões na Pele</p><p>Avc isquemico</p><p>No AVC isquêmico, algumas partes do cérebro morrem e param de funcionar porque deixaram de receber o suprimento de sangue necessário para seu bom funcionamento, devido ao entupimento de veias e artérias cerebrais.</p><p>O AVC isquêmico pode levar o paciente ao óbito ou deixar sequelas graves, caso ele consiga se recuperar. Há pacientes que sofreram AVC isquêmico que se recuperaram por completo</p><p>Avc isquêmico</p><p>sintomas</p><p>fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;</p><p>confusão mental;</p><p>alteração da fala ou compreensão;</p><p>alteração na visão (em um ou ambos os olhos);</p><p>alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;</p><p>dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente.</p><p>tratamento</p><p>O tratamento do AVC isquêmico, utilizado em todo o mundo há vários anos, pode ser feito com medicamento trombolítico administrado na veia do paciente. A função do medicamento é dissolver o coágulo sanguíneo que está entupindo a artéria cerebral e causando a isquemia.</p><p>O diagnóstico de AVC isquêmico é feito durante a internação do paciente através de alguns exames, sendo eles:</p><p>Tomografia computadorizada</p><p>Ressonância Magnética</p><p>Angiografia</p><p>Ultrassonografia</p><p>Ecocardiograma</p><p>diagnóstico</p><p>Outras adaptações, além do cuidado de outras pessoas, serão essenciais para facilitar o processo de reabilitação da pessoa com AVC. Alguns obstáculos podem dificultar as tarefas diárias, e certas modificações em ambientes mais frequentados pelo paciente farão muita diferença para a sua qualidade de vida.</p><p>Dentre as adaptações mais comuns, estão:</p><p>Cuidados com a saúde mental para o paciente e seus familiares;</p><p>Adaptações na casa (a instalação de aparelhos de movimento, por exemplo, pode ser essencial);</p><p>Tratamento sob orientação médica e acompanhamento de uma equipe multidisciplinar.</p><p>reabilitação</p><p>media1.mp4</p><p>image1.png</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.png</p><p>image5.gif</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.png</p><p>media2.mp4</p><p>image10.png</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.png</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.jpeg</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.jpg</p><p>image23.jpg</p><p>image24.jpg</p><p>image25.jpg</p><p>image26.jpg</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.jpg</p><p>image29.jpg</p><p>media3.mp4</p><p>image30.png</p>