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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO UniFTC DE JUAZEIRO-BA COLEGIADO DE ENFERMAGEM, FISIOTERAPIA E FARMÁCIA</p><p>DEISE SIBELLE</p><p>JOCÁSSIA SOARES DA SILVA</p><p>ALINE PEREIRA MESQUITA</p><p>KEILA TAIANE DA CONCEIÇÃO CARVALHO</p><p>GILGA MORGANA DOS SANTOS</p><p>CONSCIENTIZAÇÃO E ASSISTÊNCIA NO PARTO HUMANIZADO</p><p>JUAZEIRO- BA 2024</p><p>PROBLEMA</p><p>O parto humanizado tem como foco a qualificação da atenção, envolvendo o respeito e a promoção dos direitos humanos, quanto à formação de profissionais que insiram práticas humanizadas. Porém, atualmente devido a todo o avanço tecnológico e científico, as maternidades e instituições passaram a ter poder de decisão sobre a vida da mulher e seu bebê, passando a não se importar sobre o tipo de parto desejado por a gestante, assim a submetendo ao parto mais viável pela equipe medica, anulando o direito da mulher de decidir sobre sua saúde e ações relacionadas ao seu próprio corpo.</p><p>JUSTIFICATIVA</p><p>Devido à falta de conhecimento e formas de orientar e conscientizar gestantes sobre os seus direitos, visto que, a humanização tem sido negligenciada, causando sequelas tanto na gestante como no bebê, sendo que, a maioria não tem conhecimento sobre o que é permitido ou não durante o trabalho de parto, o que lhe deixa vulnerável a ser submetida a qualquer tipo de parto, sem mesmo ser questionada sobre qual a sua escolha, sendo que, esse tipo de orientação deve ser prestado nas consultas de pré-natal, para que assim a gestante se sinta segura na hora do parto, pois é de suma importância analisar a paciente como um todo, tanto na questão física como emocional</p><p>1 OBJETIVOS</p><p>1.1 Objetivo Geral</p><p>Analisar se durante o pré-natal as mulheres recebem informações sobre a importância do parto humanizado assegurando o acesso ao conhecimento.</p><p>1.2 Objetivo Específico</p><p>.Orientar as gestantes sobre o parto humanizado;</p><p>.Assegurar a importância da autonomia de gestante no parto;</p><p>.Visar o direito de escolha na hora do parto, viabilizando o conforto e bem estar da gestante;</p><p>.Alertar as gestantes sobre o risco da cesariana e de intervenções desnecessárias e orientálas sobre os aspectos positivos da humanização;</p><p>.Evitar intervenções médicas desnecessárias ,como indução do trabalho de parto, cesarianas eletivas e analgesia epidural, a menos que haja indicação médica .</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>No Brasil observa-se, o crescimento do termo humanização na assistência, principalmente quando se trata da saúde da mulher, assim, a arte de praticar a humanização no parto tornou-se indispensável. No entanto, entende-se que o cuidar na gestação não envolve somente à hora do parto, mas sim todo o processo que antecede essa hora tão esperada pela gestante, o plano de parto. A mulher necessita vivenciar a sua gestação, com isso, passa a ser primordial ouvir e compreender o que as gestantes sentem, suas angustias e dúvidas com o objetivo de que a parturiente se sinta confortável para que flua para um parto natural sem intervenções externas desnecessárias. (Deise).</p><p>O plano de parto é de extrema importância durante a gestação, e tem como principal função resgatar a mãe da violência obstétrica e ter os desejos e expectativas das mulheres respeitadas como por exemplo: se deseja um parto cesárea ou normal, deseja a presença de uma doula, chuveiro para o alívio de dores, tricotomia (retirada dos pelos pubianos), lavagem intestinal, posição ginecológica, se tem pretensão de ruptura da bolsa (para acelerar o processo), caso haja necessidade, episiotomia (corte no períneo) para que o bebê venha a nascer mais rápido. Tudo é realizado sem uma conversa prévia, esse plano deve ser apresentado a equipe da maternidade onde a mesma deseja que seja seu parto, possibilitando decisões compartilhadas na assistência tanto da equipe quanto a mulher, tornando um momento mais humanizado. (Aline).</p><p>"A aprovação da Lei nº 11.108/2005, que garante o direito da mulher de ter um acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, representou um marco histórico para a saúde da mulher no Brasil, transformando profundamente a experiência do parto e fortalecendo o vínculo mãe-bebê. Essa lei empodera a mulher, reconhecendo seu protagonismo no processo de parto e garantindo que suas necessidades sejam atendidas. (Keila).</p><p>É indispensável promover um acolhimento respeitoso e seguro tanto para a gestante quanto para o recém-nascido. Ambos têm direitos que garantem um atendimento digno. A mãe tem o direito de receber informações claras e precisas sobre seu estado de saúde, opções de parto e intervenções que possam ocorrer. (Gilda Morgana).</p><p>Por vezes o meio hospitalar segue protocolos e com isso as mulheres chegam pra fazer o parto e devem seguir esses procedimentos, sem um diálogo, como se fosse imposto e não é um plano já estabelecido. Um processo que é para ser natural existem muitas intercorrências, onde temos como resultados pacientes abalados com o seu parto porque o que era pra ser algo natural e com muita emoção com o nascimento do bebe se tornar algo extremamente traumático. Deixar de fazer uma intervenção não vai deixar de ser humanizado vai continuar porque vai haver um diálogo da família, essa família vai entender o contexto de necessidade e de ação para poder prosseguir. Caso haja a necessidade de algo desprogramado que seja realizado em um momento emergencial e não seja como uma imposição. (Jocássia).</p><p>image1.png</p>