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<p>ANATOMIA DO PERIODONTO</p><p>Perio: ao redor</p><p>Odonto: dente</p><p>- O periodonto consiste em tecidos de recobrimento</p><p>(proteção) e suporte do dente (sustentação).</p><p> PROTEÇÃO: gengiva(e suas denominações) e</p><p>mucosa alveolar</p><p> SUSTENTAÇÃO: ligamento periodontal,</p><p>cemento e osso alveolar</p><p>- O periodonto tem como função inserir o dente no</p><p>tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da</p><p>superfície da mucosa mastigatória da cavidade oral.</p><p>Periodonto de proteção</p><p>- A gengiva normal recobre o osso alveolar e a raiz</p><p>dental em um nível coronal à junção cemento-</p><p>esmalte.</p><p>- A estrutura específica dos diferentes tipos de</p><p>gengiva reflete a sua eficácia como uma barreira à</p><p>penetração de microrganismos e agentes nocivos</p><p>nos tecidos mais profundos.</p><p>- A gengiva é dividida anatomicamente em:</p><p>marginal, inserida e área interdental.</p><p>GENGIVA MARGINAL OU NÃO-INSERIDA</p><p>OU LIVRE</p><p>- É a porção terminal ou borda da gengiva que fica</p><p>ao redor dos dentes em forma de colarinho nas</p><p>partes vestibular e lingual/palatina dos dentes.</p><p>- solta e livre.</p><p>SULCO GENGIVAL</p><p>- É um espaço raso ou fenda ao redor do dente</p><p>delimitado pela superfície dental de um lado e o</p><p>epitélio de revestimento da gengiva marginal/livre.</p><p>- Tem a forma de V e permite a entrada de uma</p><p>sonda periodontal (importante meio para</p><p>diagnóstico).</p><p>- sondagem: sulco gengival saudável normal de 2-3</p><p>mm.</p><p>GENGIVA INSERIDA</p><p>- Encontra-se entre a ranhura gengival livre ao nível</p><p>da junção cemento-esmalte, coronalmente, e a</p><p>mucosa alveolar em sentido apical. Sua altura pode</p><p>variar bastante, mas, em geral, não ultrapassa 10</p><p>mm.</p><p>- apresenta-se firme, resiliente e aderida ao processo</p><p>alveolar.</p><p>*Epitélio juncional: responsável por inserir/ligar a</p><p>gengiva marginal inserida à estrutura do dente.</p><p>GENGIVA INTERDENTAL</p><p>- Gengiva interdental ocupa a ameia gengival, que é</p><p>o espaço interproximal abaixo da área de contato</p><p>dos dentes.</p><p>- Pode ser piramidal (dentes anteriores) ou em</p><p>formato de col/ mais arredondado/achatado (dentes</p><p>posteriores).</p><p>MUCOSA ALVEOLAR</p><p>- após a gengiva tem-se a mucosa alveolar, que é</p><p>mais escurecida/arroxeada devido à vascularização,</p><p>além de ser mais fina, transparente e com pouca</p><p>inserção/flácida e não queratinizada.</p><p>- entre a mucosa alveolar e gengiva existe a linha</p><p>muco gengival, que separa as duas estruturas.</p><p>- A mucosa oral é dividida em:</p><p> Mucosa mastigatória: gengiva e</p><p>revestimento do palato duro , ou seja, do céu</p><p>da boca;</p><p> Mucosa especializada: localizada sobre o</p><p>dorso da língua;</p><p> Mucosa de revestimento: recobre as demais</p><p>regiões, como assoalho, palato mole etc.</p><p>Periodonto de inserção</p><p>LIGAMENTO PERIODONTAL</p><p>- tecido conjuntivo frouxo, rico em fibras colágenas,</p><p>nervos e vasos sanguíneos.</p><p>- se encontra ao redor das raízes dos dentes, unindo-</p><p>os ao osso alveolar pelo cemento.</p><p>CEMENTO</p><p>- É um tecido conjuntivo calcificado/mineralizado e</p><p>especializado que recobre as superfícies radiculares</p><p>dos dentes.</p><p>- avascular e sem inervação.</p><p>- insere as fibras do ligamento periodontal a raiz e</p><p>contribui para o processo de reparo após danos à</p><p>superfície radicular.</p><p>- Não é uma estrutura dentária, pois advém do</p><p>folículo dentário.</p><p>OSSO ALVEOLAR</p><p>- Os processos alveolares são as porções da maxila</p><p>e mandíbula que suportam as raízes dentárias.</p><p>- Osso alveolar propriamente dito (lâmina dura).</p><p>- osso esponjoso (mandíbula) e osso compacto/mais</p><p>denso (maxila).</p><p>- desaparece gradualmente quando os dentes são</p><p>perdidos.</p><p>CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS</p><p>COR</p><p>- A cor da gengiva marginal e inserida é geralmente</p><p>descrita como “rosa coral”, “rosa pálido” e resulta</p><p>do suprimento vascular, da espessura, do grau de</p><p>queratinização do epitélio e da presença de células</p><p>que contém pigmento.</p><p>- A cor que aparece é do tecido conjuntivo</p><p>subjacente e varia conforme a espessura do epitélio.</p><p> Queratinizada: mais espessa</p><p> Não-queratinizada: menos espessa</p><p>- Mucosa alveolar é mais arroxeada, devido à</p><p>transparência do epitélio ser menos espessa.</p><p>- Ao passo que a gengiva é mais clara, devido à</p><p>maior espessura do epitélio.</p><p>- A cor parece estar relacionada à pigmentação</p><p>cutânea. Sendo mais clara em indivíduos loiros,</p><p>pele clara do que indivíduos de pele e cabelos</p><p>escuros.</p><p>- pigmentação fisiológica (melanina): responsável</p><p>pela pigmentação normal da pele, da gengiva e do</p><p>restante da mucosa oral. Está presente em todos os</p><p>indivíduos, às vezes em quantidade menor ou</p><p>ausente, caso dos albinos.</p><p>TAMANHO</p><p>- O tamanho da gengiva corresponde à soma total</p><p>da maior parte dos elementos celulares e</p><p>intercelulares e seu suprimento vascular.</p><p>- A alteração no tamanho é uma característica</p><p>comum da doença gengival (hiperplasia).</p><p>Ex: má higienização, pacientes que fazem uso de</p><p>aparelho ortodôntico.</p><p>TEXTURA SUPERFICIAL</p><p>- a gengiva apresenta uma textura superficial</p><p>semelhante a uma casca de laranja e é citada como</p><p>pontilhada. O pontilhado é mais bem visualizado ao</p><p>secar a gengiva.</p><p>- A gengiva inserida é pontilhada ao passo que a</p><p>gengiva marginal não.</p><p>- o pontilhado é uma forma de adaptação</p><p>especializada ou reforço para a função. É uma</p><p>característica da gengiva saudável e a redução ou</p><p>perda do pontilhado é um sinal comum de doença</p><p>gengival (mas não necessariamente).</p><p>POSIÇÃO</p><p>- a posição da gengiva se refere ao nível em que a</p><p>margem gengival está aderida ao dente.</p><p>- Quando o dente irrompe na cavidade oral, a</p><p>margem e o sulco estão na ponta da coroa, à medida</p><p>que a erupção progride, eles podem ser vistos mais</p><p>próximos da raiz.</p><p>Instrumental em Periodontia</p><p>Exame clínico: espelho, pinça clínica, sonda</p><p>exploradora e sonda periodontal</p><p> Sonda exploradora: verificar a qualidade</p><p>da superfície radicular; ponta fina para que</p><p>o profissional consiga sentir a presença de</p><p>cálculo ou rugosidade.</p><p> Sonda periodontal: determina a</p><p>profundidade do sulco ou da bolsa</p><p>periodontal.</p><p>- sulco saudável/normal: 3mm</p><p>- bolsa periodontal: acima de 4mm</p><p>**Usa-se na V, P e superfície de contato</p><p>por vestibular e por palatina= 6 pontos de</p><p>sondagem</p><p>Inserção: sonda mais paralelo possível ao longo</p><p>eixo do dente; movimento suave percorrendo toda a</p><p>superfície do dente.</p><p>Tipos de sonda periodontal:</p><p> Sonda nabers: região de furca de molares</p><p> Sonda OMS</p><p> Carolina do Norte</p><p> willians</p><p>- angulações:</p><p> Mais angulados: dentes posteriores</p><p> Menos angulados: dentes anteriores</p><p>RASPAGEM DENTAL</p><p>- É o processo clínico no qual se elimina todo o</p><p>cálculo da superfície do dente a partir do epitélio</p><p>juncional.</p><p>- raspagem supragengival: remoção de cálculo</p><p>acima da margem gengival</p><p>- raspagem subgengival: remoção de cálculo</p><p>abaixo da margem gengival</p><p>ALISAMENTO RADICULAR</p><p>- Processo pelo qual o cálculo residual e porções de</p><p>cemento ou dentina são removidos, proporcionando</p><p>uma superfície lisa, resistente e limpa.</p><p>Classificação dos instrumentos periodontais</p><p>Raspadores supragengivais:</p><p>1. Foices: áreas interproximais (fraturar grandes</p><p>massas de cálculo)</p><p>- reta: anteriores</p><p>- anguladas: posteriores; áreas para remoção de</p><p>cálculo supragengivais</p><p> foice Goldman - Fox 21: áreas proximais</p><p>de dentes anteriores</p><p> foice Goldmam - Fox 11/12: áreas</p><p>proximais de dentes posteriores</p><p>2. Enxadas: grandes massas de cálculo supra e sub-</p><p>gengivais; face livre vestibular e palatina/lingual.</p><p>Raspadores supra e subgengivais:</p><p>1. Curetas universais (Mcall): 90°; cortam dos</p><p>dois lados;</p><p>13/14: raspagem de todas as faces de dentes</p><p>anteriores; pode ser usado levemente em bolsas</p><p>rasas.</p><p>17/18: raspagem de todas as faces dos dentes, em</p><p>especial os posteriores. pode ser usado levemente</p><p>em bolsas rasas.</p><p>Curetas específicas (Gracey e mini-fives): 70°-</p><p>raspagem sub-gengival e alisamento radicular.</p><p>2. Curetas Gracey</p><p>5-6: todas as faces de dentes anteriores</p><p>7-8: todas as faces de dentes anteriores E faces</p><p>vestibular/palatina dentes posteriores</p><p>11-12: face mesial de dentes posteriores</p><p>13-14:</p><p>face distal dentes posteriores</p><p>3. Curetas Mini-five: metade da ponta ativa da</p><p>gracey; (mesma numeração e indicação) – sítios mais</p><p>profundos, pois são mais delicadas.</p><p>- Movimentos:</p><p>Raspagem: curtos, fortes e sobrepostos, estendidos</p><p>para o punho e braços</p><p>Alisamento: leves e longos, menor pressão lateral</p><p>4. Limas: indicadas para fraturar grandes massas de</p><p>cálculos. (movimento de pressão e tração)</p><p>Lima de Hirschfield 3-7: raspagem sub-gengivais</p><p>das faces V e L/P de todos os dentes.</p><p>Lima de Hirschfield 5-11: raspagem sub-gengival</p><p>das faces M e D de todos os dentes.</p><p>5. Cureta Pádua Lima: Regiões de bi e</p><p>trifurcações</p><p>6. Ultrassom:</p><p>- Quebra de grandes massas de cálculos/ tártaros.</p><p>- indicado para região supra-gengival.</p><p>- contraindicado para pacientes que faze uso de</p><p>marca passo.</p><p>Controle mecânico e químico do biofilme oral</p><p>Métodos de controle mecânico</p><p>1. Escovas dentais manuais (principal)</p><p>Auxiliares</p><p>2. Escovas unitufo</p><p>3. Fio e fitas dentais</p><p>4. Escovas interdentais</p><p>5. Palitos interdentais</p><p>6. Dispositivos de irrigação dental</p><p>7. Escovas elétricas</p><p>8. Raspadores de língua</p><p>Escovas dentais</p><p>- existem vários modelos no mercado. Variando</p><p>no tamanho, formato do cabo, cerdas, com ou</p><p>sem raspador etc.</p><p>- não existe comprovação de que uma é melhor</p><p>que a outra, desde que as mesmas executem o</p><p>controle mecânico.</p><p>- na escolha deve-se atentar a 3 características</p><p>essenciais:</p><p> o bom senso aconselha utilizar escovas</p><p>com cerdas macias e extramacias devido</p><p>a frequentes traumas gengivais.</p><p> a cabeça deve ser pequena, para facilitar</p><p>o acesso a todas as regiões a serem</p><p>escovadas.</p><p> as cerdas devem ter o tamanho similar,</p><p>para que atue na higienização de forma</p><p>uniforme.</p><p>- Não existe tempo ideal de troca, geralmente</p><p>quando há deformação nas cerdas. Geralmente</p><p>em 3 meses.</p><p>Técnicas de escovação</p><p>1. Técnica de fones</p><p>- técnica da “bolinha”</p><p>- movimentos circulares com a escova apoiada</p><p>perpendicularmente a face dental</p><p>- indicada para crianças de até 7 anos</p><p>- não higieniza adequadamente os espaços</p><p>interdental</p><p>2. Técnica horizontal (fricção)</p><p>- movimentos horizontais de vaivém</p><p>3. Técnica vertical (Leonard)</p><p>- movimento de baixo pra cima</p><p>- possível causa de recessão gengival,</p><p>principalmente, com cerdas duras e médias.</p><p>4. Técnica de Roll</p><p>- as cerdas são colocadas sobre a gengiva</p><p>inserida num ângulo de 45°.</p><p>- os lados das cerdas são precionadas sobre o</p><p>tecido, e deslizados para incisal ou oclusal</p><p>contra a gengiva e os dentes, num movimento</p><p>de rolamento.</p><p>- este movimento é repetido cerca de 8-12x na</p><p>área.</p><p>- as superfícies oclusais são escovadas num</p><p>movimento de “vai e vêm”</p><p>5. Técnica vibratória (Stillman)</p><p>- a cabeça da escova é posicionada numa</p><p>posição oblíqua voltada para o ápice da raiz</p><p>com as cerdas localizadas parcialmente na</p><p>gengiva e na superfície dentária.</p><p>- uma leve pressão é aplicada ao cabo com</p><p>movimentos vibratórios.</p><p>6. Técnica rotatória (Stillman modificada)</p><p>- cerdas colocadas num ângulo de 45°.</p><p>- realiza-se um movimento vibratório M-D,</p><p>enquanto faz-se um deslocamento para o plano</p><p>oclusal, sendo este de forma rotacional.</p><p>7. Técnica de Charters</p><p>- higienização de áreas interproximais.</p><p>- oblíqua para a coroa, escova desliza para</p><p>frente e para trás em movimentos vibratórios.</p><p>- boa técnica para casos de recessão de papila</p><p>interdental.</p><p>8. Técnica de Bass</p><p>- controle sucular da placa bacteriana.</p><p>- muito preconizada na periodontia, para casos</p><p>de gengivite e periodontite.</p><p>- as cerdas são voltadas para a cervical, e suas</p><p>pontas pousam sobre a margem livre da</p><p>gengiva.</p><p>- movimentos curtos e vibratórios.</p><p>9. Técnica modificada de Bass</p><p>- semelhante à técnica de bass, mas em seguida</p><p>a cabeça da escova é girada aplicando um</p><p>movimento em direção oclusal.</p><p>Escovas unitufo</p><p>- como o próprio nome sugere, é constituído por</p><p>um único tufo de cerdas.</p><p>- bastante indicado para limpeza de: aparelho</p><p>ortodôntico, área de furca, próteses fixa com</p><p>pônticos, superfícies distais de molares</p><p>superiores, dentes apinhados, limpeza de</p><p>implantes dentários.</p><p>Fios e fitas dentais</p><p>- utilizados para regiões interproximais</p><p>- pode ser auxiliado com o uso de passa fio (em</p><p>caso de pacientes em uso de aparelho</p><p>ortodôntico)</p><p>Escovas interdentais</p><p>- recomendadas para pacientes com espaços</p><p>interdentais.</p><p>- pacientes submetidos a tratamentos</p><p>periodontais, ortodônticos e protéticos.</p><p>Palitos interdentais</p><p>(NÃO RECOMENDADO)</p><p>- plástico ou madeira</p><p>- indicações precisas: grande espaço interdental</p><p>- retirada de resíduos volumosos</p><p>- pode ocasionar danos nas papilas</p><p>Irrigadores dentais</p><p>- dispositivos elétricos que utilizam</p><p>normalmente jatos de água</p><p>- projetados para debridação</p><p>- auxilia no combate a gengivite</p><p>- recomendado para pacientes com dificuldades</p><p>motoras</p><p>Escovas elétricas</p><p>- indicado para pacientes com distúrbios</p><p>motores</p><p>- movimentos rotatórios e oscilatórios</p><p>Raspadores de língua</p><p>- geralmente de materiais plásticos</p><p>- indicado para remoção de resíduos depositados</p><p>no dorso da língua</p><p>- movimento único de trás para frente</p><p>Métodos de controle químico</p><p>Propriedades dos agentes químicos</p><p>- capacidade de o produto permanecer retido na</p><p>cavidade oral e ativo no sítio desejado por um</p><p>determinado período de tempo.</p><p>- atividade antimicrobiana e bacteriostática</p><p>sobre a placa primária.</p><p>- inocuidade aos tecidos bucais.</p><p>- inibição da calcificação de placa (ação anti-</p><p>cálculo)</p><p>Clorexidina</p><p>- utilizado para higiene oral, profilaxia</p><p>profissional, antissepsia cirúrgica</p><p>- produtos: periogard</p><p>Óleos essenciais</p><p>- teor alcoólico pode ocasionar danos na mucosa</p><p>- produtos: listerine</p><p>Fluoretos</p><p>- prevenção de doença cárie</p><p>Pirofosfato</p><p>- remove íons de cálcio magnésio da saliva,</p><p>assim, reduzem a deposição de Ca++ na placa e</p><p>consequentemente formação de cálculo</p><p>- produtos: encontrados em quase todos os</p><p>produtos que propõem ação anti-tártaro</p><p>Agentes oxidantes</p><p>- peróxido de hidrogênio</p><p>- maior utilização como agente clareador</p><p>Veículos de administração</p><p>- dentifrícios</p><p>- colutórios bucais</p><p>Plano de tratamento</p><p>- é o projeto pelo qual estabelecemos meios para</p><p>reestabelecer a saúde ou interromper a</p><p>progressão da doença.</p><p>Etapas:</p><p>Diagnóstico</p><p>Anamnese</p><p>Exame clínico</p><p>Índice de placa</p><p>Índice gengival</p><p>Profundidade à sondagem</p><p>Nível clínico de inserção</p><p>Sangramento à sondagem</p><p>Supuração</p><p>Lesão de furca</p><p>Mobilidade dentária</p><p>Exames complementares (radiografia)</p><p>Patogênese da doença periodontal</p><p>- os processos inflamatórios e imunológicos</p><p>agem nos tecidos gengivais para proteger contra</p><p>o ataque microbiano e impedem os</p><p>microrganismos de se disseminarem ou</p><p>invadirem os tecidos.</p><p>- os processos inflamatórios e imunológicos no</p><p>periodonto são respostas a um grande número</p><p>de microrganismos e seus produtos.</p><p>- as bolsas periodontais podem conter mais de</p><p>400 espécies diferentes de microorganismos,</p><p>cada um apresentando potenciais diferentes para</p><p>indução de doença.</p><p>- a doença periodontal é referida como uma</p><p>“infecção bacteriana mista”.</p><p>- as diferentes espécies microbianas interagem</p><p>e, mesmo quando não são patógenos suspeitos,</p><p>influenciam o processo da doença através de</p><p>fatores de crescimento ou defesa aumentando o</p><p>potencial de virulência de outros</p><p>microorganismos.</p><p>- a microbiota nas bolsas periodontais encontra-</p><p>se em fluxo contínuo: espécies que são</p><p>relevantes em uma fase da doença não são mais</p><p>importantes em outra.</p><p>- em suma, a destruição periodontal é o</p><p>resultado da combinação de fatores bacterianos</p><p>que variam com o tempo.</p><p>- em um mesmo indivíduo, a gravidade da lesão</p><p>do tecido periodontal varia frequentemente de</p><p>dente para dente e de uma superfície para outra.</p><p>- um paciente que é suscetível a apresentar</p><p>doença periodontal, não sofre de uma condição</p><p>homogênea. Cada sítio afetado representa um</p><p>microambiente “individualizado” ou</p><p>“especifico”.</p><p>- a ocorrência e a extensão da doença</p><p>periodontal aumentam com a idade</p><p>e com a</p><p>higiene oral inadequada.</p><p>- a doença periodontal está relacionada ao</p><p>indivíduo. Somente algumas pessoas</p><p>experimentam destruição avançada que afeta</p><p>vários dentes.</p><p>- os microrganismos são capazes de produzir</p><p>uma variedade de substâncias que causam danos</p><p>ao hospedeiro, direta ou indiretamente. O efeito</p><p>prejudicial mais importante pode ser da própria</p><p>resposta imune do hospedeito aos antígenos</p><p>apresentados pelos microrganismos.</p><p> a suscetibilidade à periodontite</p><p>provavelmente se situa em torno de uma</p><p>capacidade ou incapacidade de produzir</p><p>anticorpos eficazes contra uma agressão</p><p>microbiana específica.</p><p> a suscetibilidade à gengivite está mais</p><p>provavelmente relacionado à quantidade</p><p>de placa e, em alguns casos, aos níveis</p><p>ou alterações nos hormônios</p><p>circulantes). ex: gengivite relacionada a</p><p>puberdade ou a gravidez. A placa</p><p>bacteriana é essencial para o processo</p><p>patológico. A resposta do hospedeiro a</p><p>essa agressão sofre grandes variações. A</p><p>resposta imune é a fonte mais provável</p><p>de variação, portanto, um fator</p><p>importante na etiopatogênese da doença</p><p>periodontal.</p><p>Epidemiologia da doença periodontal</p><p> Fatores de risco que afetam a prevalência e a</p><p>gravidade da gengivite e periodontite</p><p>- idade: a prevalência da doença periodontal</p><p>aumenta diretamente com a idade.</p><p>- sexo: em geral, os homens possuem maior</p><p>prevalência e gravidade de doença periodontal do</p><p>que as mulheres.</p><p>- raça: os negros têm prevalência</p><p>consideravelmente maior do que os brancos.</p><p>- educação/renda: é inversamente proporcional ao</p><p>aumento dos níveis de educação/níveis de renda.</p><p>- local de residência: são um pouco mais altas nas</p><p>áreas rurais do que nas áreas urbanas.</p><p> Fatores etiológicos de risco das doenças</p><p>gengiva e periodontal</p><p>- higiene oral: higienização pobre.</p><p>- nutrição: a evidência para a associação da</p><p>deficiência de nutrientes com a doença periodontal</p><p>é pouca.</p><p>- flúor: não se tem afirmação definitiva a respeito</p><p>da relação com a prevalência e a gravidade, no</p><p>entanto, já foi registrado estudos que evidenciaram</p><p>menor prevalência e gravidade da doença gengival e</p><p>periodontal em áreas fluoretadas em níveis ótimos.</p><p>- maus hábitos: qualquer hábito que aumente a</p><p>iritação dos tecidos gengivais ou diminuam a sua</p><p>resistência é um fator predisponente ou secundário</p><p>no desencadeamento da doença periodontal.</p><p>Ex: fumo, tabaco, álcool.</p><p>- tratamento dental profissional: a incidência e a</p><p>gravidade de problemas periodontais são menores</p><p>em indivíduos que recebem tratamento dental</p><p>regular. A prevalência aumenta com a negligência</p><p>dental.</p><p>Relação entre doença periodontal e cárie</p><p>dentária</p><p>- não há qualquer relação definida, positiva ou</p><p>negativa, entre cárie e doença periodontal.</p><p>- ambas têm a placa com principal fator etiológico,</p><p>mas parecem ser processos independentes.</p><p>- perda de dentes é o resultado final tanto de cárie</p><p>não tratada como de doença periodontal avançada.</p><p>Distribuição da doença nas diferentes áreas da</p><p>boca</p><p>*saída das glândulas</p><p>Arcada superior: região inteproximal e vestibular</p><p>Arcada inferior: região lingual dos incisivos</p><p>Formação de placa dental e cálculo</p><p>Biofilme /placa</p><p>- acúmulo de microrganismos (comunidade</p><p>micorobiana)// depósitos moles embebidos em uma</p><p>matriz que se forma sobre a estrutura dentária ou</p><p>outras estruturas bucais sólidas como, aparelhos</p><p>ortodônticos, próteses, restaurações...</p><p>- na maioria das vezes essa estrutura se forma sobre</p><p>a película adquirida.</p><p>- o biofilme é denominado conforme a localização</p><p>(biofilme dental, biofilme mangueira, biofilme de</p><p>tecidos moles).</p><p>- o biofilme é completamente heterogêneo.</p><p>Localização do biofilme dental</p><p> Placa supragengival: que se forma acima</p><p>da borda da gengiva.</p><p> Placa subgengival: forma-se abaixo da</p><p>borda gengival em decorrência do aumento</p><p>na quantidade e diversidade de espécies</p><p>bacterianas.</p><p>Composição</p><p>- bactérias</p><p>- componentes orgânicos (polissacarídeos,</p><p>glicoproteínas, material lipídico, proteínas)</p><p>- componentes inorgânicos (cálcio, fósforo, sódio,</p><p>potássio e flúor)</p><p>Formação do biofilme dentário</p><p>- (15 min após a limpeza) inicialmente se tem a</p><p>formação da película adquirida</p><p>- (15 min – 8hs) formação do biofilme</p><p>- (a partir de 24hs) amadurecimento do biofilme</p><p>sem higienização bucal//biofilme clinicamente</p><p>evidenciável</p><p> Apresenta coloração amarelo-acinzentada</p><p>que adere tenazmente às superfícies</p><p>dentárias.</p><p>Doença periodontal x biofilme dental</p><p> Hipótese da placa inespecífica:</p><p>- antes dos estudos de Loe.</p><p>- biofilme dental era visto como uma massa</p><p>biológica cuja composição não era considerada.</p><p>- Não sabia que existia uma variedade de</p><p>microrganismos.</p><p>- Acreditava se quanto mais e acumulasse, mais</p><p>doença teria o indivíduo.</p><p> Hipótese da placa específica:</p><p>- Depois dos estudos de Loe.</p><p>- Sítios localizados por alguns microorganismos</p><p>potencialmente patogênicos apresentando maior</p><p>destruição periodontal.</p><p>- importância da composição qualitativa da</p><p>microbiota residente.</p><p>- periodontite causada por patógenos específicos.</p><p>Fatores que facilitam a colonização das bactérias</p><p>e consequente formação do biofilme</p><p>- adesão:</p><p>Adesinas que se encontram localizadas nas</p><p>superfícies externas dos microrganismos encontram</p><p>receptores específicos nas estruturas dentárias ou</p><p>células do hospedeiro.</p><p>- coagregação:</p><p>Uma relação entre diferentes espécies bacterianas.</p><p>- multiplicação</p><p>Encontram no sulco gengival um local propício para</p><p>a reprodução.</p><p>- relação entre os microrganismos</p><p>Benéfica ou maléfica.</p><p>- espaços ou canais de água entre as</p><p>microcolônias de bactérias do biofilme</p><p>Esses canais de água permitem a passagem de</p><p>nutrientes e outros produtos através do biofilme</p><p>atuando como um sistema circulatório primitivo.</p><p>Mecanismo de patogenicidade</p><p>- colonizar a área subgengival</p><p>- aderir-se a uma ou mais superfície</p><p>- multiplicar-se</p><p>- competir com outras estruturas</p><p>- defender-se do mecanismo de defesa do</p><p>hospedeiro (escape) ex: produz leucotoxina que</p><p>destrói os leucócitos, produz enzimas que atuam</p><p>sobre as imunoglobulinas etc...</p><p>- produzir fatores que agridam diretamente o tecido</p><p>hospedeiro</p><p>- fazer com que o próprio hospedeiro se agrida</p><p>Sucessão microbiana</p><p>- é a troca de um tipo de comunidade por outra em</p><p>resposta às modificações do meio que afetam o</p><p>habitat, levando o estabelecimento de uma</p><p>microbiota madura ou comunidade clímax.</p><p>Cálculo dental/Tártaro</p><p>- é um depósito duro que se forma por</p><p>mineralização da placa dental.</p><p>- com relação à localização pode supragengival ou</p><p>subgengival.</p><p>- mais prevalente nas faces vestibulares dos molares</p><p>superiores e linguais dos incisivos inferiores, local</p><p>onde é a saída das glândulas salivares.</p><p>Composição</p><p>- inorgânica: fosfato de cálcio, hidroxiapatita,</p><p>carbonato de cálcio, etc.</p><p>- orgânica: proteínas polissacarídeas, células</p><p>epiteliais descamadas, leucócitos e microrganismos.</p><p>Aderência à superfície dentária</p><p>- película orgânica</p><p>- união mecânica nas irregularidades (reabsorções e</p><p>cáries)</p><p>- adaptação com as ondulações do cemento</p><p>Formação do cálculo</p><p>- inicia-se entre o 1° e 14° dia após a formação da</p><p>placa</p><p>- em 2 dias a placa em calcificação pode tornar-se</p><p>50% mineralizada</p><p>- nem todas as placas calcificam</p><p>- a placa não calcificada atinge um nível máximo de</p><p>conteúdo mineral em 2 dias.</p><p>- a saliva é a fonte de minerais para o cálculo</p><p>supragengival.</p><p>- o fluído gengival fornece minerais para o cálculo</p><p>subgengival.</p><p>- o fósforo pode ser mais importante que o cálcio na</p><p>mineralização da placa.</p><p>- o cálculo atinge um pico máximo em 10 semanas</p><p>e depois tem um fenômeno reverso.</p><p>- o cálculo tem um papel importante na manutenção</p><p>e agravamento das doenças periodontal, por manter</p><p>a placa em íntimo contato com a gengiva e por criar</p><p>áreas onde a remoção da placa é impossível.</p><p>Classificação das doenças periodontais (2018)</p><p>Saúde periodontal, condicões e doenças gengivais</p><p>I- Saúde periodontal e Saúde gengival</p><p>A. Saúde clínica em periodonto íntegro</p><p>- sem perda de inserção</p><p>- profundidade de sondagem de até 3mm</p><p>-sangramento a sondagem em menos de 10% dos</p><p>sítios</p><p>- sem perda óssea radiográfica</p><p>B. Saúde clínica em periodonto reduzido</p><p> Paciente com periodontite estável</p><p>- perda de inserção</p><p>- profundidade de sondagem de até 4mm</p><p>- sem sítios com profundidade maior que 4mm</p><p>- sangramento a sondagem em menos de 10% dos</p><p>sítios</p><p>- presença de perda óssea radiográfica</p><p> Paciente sem periodontite</p><p>- perda de inserção</p><p>- profundidade de sondagem de até 3mm</p><p>- sangramento a sondagem em menos de 10% dos</p><p>sítios</p><p>- possível perda radiográfica</p><p>II- Doenças gengivais induzidas por placa</p><p>bacteriana</p><p>A. Associada somente ao biofilme dental</p><p>B. Mediada por fatores de risco locais ou</p><p>sistêmicos</p><p>C. Associada a medicamento para aumento de</p><p>tecido gengival</p><p>A. Associada somente ao biofilme dental</p><p> Gengivite em periodonto íntegro:</p><p>- profundidadede sondagem com 3mm ou menos</p><p>- 10% ou mais de sítios com sangramento a</p><p>sondagem</p><p>- ausência de perda de inserção</p><p>- ausência de perda óssea radiográfica</p><p> Gengivite em periodonto reduzido</p><p>- profundidade de sondagem de até 3mm</p><p>- 10% ou mais dos sítios com sangramento a</p><p>sondagem</p><p>- perda de inserção clínica</p><p>- possível perda óssea radiográfica</p><p> Gengivite em periodonto com história de</p><p>tratamento periodontal, portanto com perda</p><p>de inserção</p><p> Sítios com bolsa periodontal de até 3mm</p><p> 10% mais dos sítios com sangramento a</p><p>sondagem</p><p> Presença de perda óssea radiográfica</p><p>B. Mediada por fatores de risco ou sistêmicos</p><p>Sistêmicos</p><p>- tabagismo, hiperglicemia, fatores nutricionais,</p><p>agentes farmacológicos, hormônios esteroidais</p><p>sexuais/puberdade, ciclo menstrual, gravidez e</p><p>contraceptivos locais, condições hematológicas</p><p>Locais (predisponentes)</p><p>- secura bucal</p><p>- fatores de retenção de biofilme dental (ex:</p><p>margens de restaurações, próteses mal adaptadas)</p><p>- anatomia dental</p><p>- fraturas dentais</p><p>C. Aumento gengival influenciado por</p><p>medicamento</p><p>- Medicação+placa= inflamação e crescimento</p><p>gengival</p><p>Ex: bloqueadores de canais de cálcio,</p><p>anticonvulsionantes, imunossupressores,</p><p>anticoncepcionais</p><p>III- Doenças gengivais não induzidas pelo</p><p>biofilme</p><p>A. Desordens genéticas e de Desenvolvimento</p><p>(Ex: fibromatose gengival hereditária)</p><p>B. Infecções específicas (viral, bacteriana,</p><p>fúngica)</p><p>C. Condições inflamatórias e Imunes</p><p>- reação de hipersensibilidade</p><p>- doenças imunes da pele e das membranas</p><p>mucosas</p><p>- lesões inflamatórias granulomatosas</p><p>D. Processos reacionais</p><p>E. Neoplasias</p><p>Pré-malignas: leucoplasia e euritoplasia</p><p>Malignas: carcinoma escamoso celular,</p><p>linfoma, linfomas</p><p>F. Doenças endócrinas, nutricionais e</p><p>metabólicas</p><p>- deficiência de vitamians (Escorbuto)</p><p>G. Lesões traumáticas</p><p>- trauma mecânico/físico</p><p>- queimaduras</p><p>- trauma térmico</p><p>H. Pigmentação gengival</p><p>- melanoplastia</p><p>- melanose do tabagista</p><p>- pigmentação induzida por medicamentos</p><p>- tatuagem por amálgama</p><p>Periodontites</p><p>I- Periodontite Necrosante</p><p>- Estão relacionadas com a condição imune do</p><p>hospedeiro e podem ocorrer em:</p><p> Pacientes comprometidos crônica e</p><p>gravemente (adultos ou crianças)</p><p> Pacientes comprometidos temporária e/ou</p><p>moderamente (com gengivite ou</p><p>periodontite)</p><p>A. Gengivite necrosante</p><p>B. Periodontite necrosante</p><p>C. Estomatite necrosante</p><p>A. Gengivite necrosante</p><p>- processo inflamatório gengival que se caracteriza</p><p>por necrose/ulceração das papilas interdentais</p><p>- acompanha sangramento gengival e dor</p><p>- outros sintomas podem incluir halitose, febre e</p><p>sialorreia</p><p>B. Periodontite necrosante</p><p>- evolução de uma gengivite necrosante não tratada</p><p>- processo inflamatório do periodonto, que se</p><p>caracteriza por necrose/ulceração das papilas</p><p>interdentais</p><p>- acompanha sangramento gengival, halitose, dor</p><p>- causa uma perda do osso alveolar</p><p>C. Estomatite necrosante</p><p>- processo inflamatório severo do peridonto</p><p>- ocorre necrose dos tecidos moles além da gengiva</p><p>- presença de osteíte e sequestros ósseos</p><p>- acontecem em pacientes comprometidos</p><p>sistemicamente de forma severa</p><p>II- Periodontites</p><p>- classificam-se de acordo com o estágio e grau</p><p>- clinicamente caracteriza-se por:</p><p> Perda de inserção em dois ou mais sítios</p><p>interproximais não adjacentes</p><p> Perda de inserção de 3mm ou mais na</p><p>vestibular, lingual/palatina de 2 ou mais</p><p>dentes</p>