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<p>PROF. MS. RODRIGO ANDRADE</p><p>CURSO DE FORMAÇÃO</p><p>TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>BASEADO EM EVIDÊNCIAS</p><p>Metodologias Internacionais</p><p>Aceitas e Publicadas pela SOSORT</p><p>- Doutorando e Mestre em Ciências da Reabilitação - FMUSP.</p><p>- Criador do Método S4D - Brazilian Method.</p><p>- Especialista em Acupuntura pelo Centro Brasileiro de Fisioterapia – CBF.</p><p>- Fisioterapeuta graduado pela UNIARARAS.</p><p>- Prof. dos Cursos de Método Pilates, Avaliação Biomecânica Computadorizada – Fotogrametria</p><p>- Formação Internacional Master ISICO (Istituto Scientifico Italiano Colonna Vertebrale–Milão)</p><p>- Formação Internacional SCHROTH (Scoliologic Schroth Best Practice by Dr Weiss-Hong Kong)</p><p>- Form. Intern. BSPTS Barcelona Scoliosis Physio Therapy School - Hunter College - New York</p><p>- Formação Internacional GOSS ORTHOTIS SYSTEMS - Dr José Miguel Gomez – Colombia)</p><p>- Fundador do Escoliose Brasil School.</p><p>- Proprietário do INSTITUTO REAB CAMPINAS e REAB CURSOS.</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>Prof. Ms. Rodrigo Andrade - Curso de Formação no Tratamento da Escoliose Baseado em Evidências</p><p>ÍNDICE</p><p>AULA INTRODUÇÃO – TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>AULA DOR E AVALIAÇÃO CLÍNICA E RADIOGRÁFICA</p><p>AULA RASTREAMENTO ESCOLAR DA ESCOLIOSE</p><p>FICHA DE AVALIAÇÃO</p><p>1 - Auto-correção 8</p><p>2 - Deslocamento Lateral (Side Shift) 10</p><p>3 - Estabilização 17</p><p>4 - Abdominais 27</p><p>5 - Rotação de Tronco 34</p><p>6 - Quatro Apoios 39</p><p>7 - Em pé 46</p><p>8 - Equilíbrio 51</p><p>9 - Marcha 62</p><p>10 - Visual 66</p><p>11 - Flexibilidade / Mobilidade 72</p><p>12 - Inclinação Lateral 79</p><p>13 - Aplicação nas Atividades de Vida Diária 83</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 88</p><p>3-104</p><p>196-208</p><p>105-195</p><p>209-212</p><p>RADIOGRAFIAS</p><p>213-215</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>1</p><p>PROF. MS. RODRIGO ANDRADE</p><p>Introdução – Tratamento da Escoliose</p><p>Baseado em Evidências</p><p>- Mestre em Ciências da Reabilitação - USP.</p><p>- Especialista em Acupuntura pelo Centro Brasileiro de Fisioterapia – CBF.</p><p>- Fisioterapeuta graduado pela UNIARARAS.</p><p>- Prof. do Curso de Graduação em Fisioterapia da PUC-SP</p><p>- Prof. da Pós Graduação da UNIARARAS, UNIVALE, INSPIRAR.</p><p>- Prof. dos Cursos de Método Pilates, Avaliação Biomecânica Computadorizada –</p><p>Fotogrametria.</p><p>-Formação Internacional Master ISICO (Istituto Scientifico Italiano Colonna Vertebrale–Milão)</p><p>-Formação Internacional SCHROTH (Scoliologic Schroth Best Practice by Dr Weiss-Hong Kong)</p><p>- Form. Intern. BSPTS Barcelona Scoliosis Physio Therapy School - Hunter College - New York</p><p>- Formação Internacional GOSS ORTHOTIS SYSTEMS - Dr José Miguel Gomez – Colombia)</p><p>- Fundador do Escoliose Brasil School.</p><p>- Proprietário do INSTITUTO REAB CAMPINAS e REAB CURSOS.</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>Apresentação</p><p>Objetivos:</p><p>• Apresentar os tratamentos aceitos e publicados na literatura científica e nos</p><p>consensos (SOSORT) (Observação, Exercícios, Coletes Ortopédicos e o</p><p>Tratamento Cirúrgico).</p><p>• Aprender a avaliar indivíduos para um programa de rastreamento da</p><p>escoliose.</p><p>• Aprender a avaliar o paciente com escoliose (Radiograficamente e</p><p>clinicamente).</p><p>• Aprender abordagem científica do paciente com dor crônica.</p><p>• Aprender os exercícios mais indicados para cada paciente (Baseado nos</p><p>Consensos e Diretrizes da SOSORT).</p><p>• Aprender a prescrever séries dos exercícios diários.</p><p>• Aprender a utilizar instrumentos para auxiliar no aprendizado do paciente.</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>2</p><p>Contexto: A Sociedade Científica Internacional de Escoliose em Tratamento Ortopédico e</p><p>de Reabilitação (SOSORT), que produziu suas primeiras Diretrizes em 2005, sentiu a</p><p>necessidade de revisá-las e aumentar sua qualidade científica.</p><p>O objetivo foi oferecer a todos os profissionais e seus pacientes uma revisão atualizada</p><p>baseada em evidências reais sobre o tratamento conservador da escoliose idiopática.</p><p>Histórico</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>3</p><p>Histórico</p><p>ESCOLIOSE</p><p>• Escoliose é um termo geral que compreende um</p><p>grupo heterogêneo de condições que consiste em</p><p>mudanças na forma e posição da coluna vertebral ,</p><p>tórax e tronco.</p><p>• O nome, que se acredita ter sido introduzido por</p><p>Hipócrates (escódios, que significa torto ou curvo) e</p><p>usado por Galeno (escoliose), significa uma</p><p>curvatura lateral anormal da coluna vertebral.</p><p>(Vasiliadis, Grivas, Kaspiris, 2009; Grivas, Burwell, Vasiliadis, 2006;</p><p>Grivas, Vasiliadis, Rodopoulos, Bardakos, 2008; Grivas, Vasiliadis,</p><p>Rodopoulos , 2008)</p><p>Histórico ESCOLIOSE</p><p>Século XV - Ambroise Paré (1510-1590).</p><p>- Descreveu a escoliose congênita: Tentou</p><p>conter a progressão da deformidade do tronco</p><p>com uma placa metál ica anterior e outra</p><p>posterior, fabricada por armeiros.</p><p>Século XIX – Lewis Sayre (1870).</p><p>- O gesso de Paris aplicado como colete circular</p><p>passou a ser um método aceito para manter a</p><p>correção da curvatura.</p><p>- Utilizou a suspensão vertical e um gesso</p><p>corporal como forma de tratamento das</p><p>deformidades escolióticas.</p><p>(Vasiliadis, Grivas, Kaspiris, 2009; Grivas, Burwell, Vasiliadis,</p><p>2006; Grivas, Vasiliadis, Rodopoulos, Bardakos, 2008; Grivas,</p><p>Vasiliadis, Rodopoulos , 2008)</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>4</p><p>Histórico</p><p>ESCOLIOSE</p><p>• Wilhelm Conrad Röentgen (1895).</p><p>A diferenciação entre os diversos tipos de escoliose só foi possível</p><p>após o advento do Raio-X em 1895, por Wilhelm Conrad</p><p>Röentgen.</p><p>• Russell Hibbs (1914)</p><p>Realizou a primeira artrodese, tornando método universal de</p><p>tratamento cirúrgico a partir de 1940.</p><p>• Blount e Smith (1946)</p><p>Desenharam um colete com tração vertical e compressões lateral</p><p>com almofadas - Colete deMilwaukee e derivados.</p><p>(Vasiliadis, Grivas, Kaspiris, 2009; Grivas, Burwell, Vasiliadis, 2006; Grivas, Vasiliadis,</p><p>Rodopoulos, Bardakos, 2008; Grivas, Vasiliadis, Rodopoulos , 2008)</p><p>Histórico</p><p>ESCOLIOSE</p><p>• Os exercícios físicos para o tratamento da Escoliose Idiopática do Adolescente</p><p>(EIA) têm sido usados desde 500 d.C., quando Hipócrates introduziu o uso de</p><p>exercícios nesses pacientes para manter a flexibilidade da caixa torácica</p><p>(Negrini et al, 2008)</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>5</p><p>Definição ESCOLIOSE</p><p>Hoje, sabe-se que a escoliose não se limita apenas ao</p><p>plano frontal e pode ser definida como uma</p><p>"deformidade tridimensional (rotacional) da coluna</p><p>vertebral e do tronco”.</p><p>"A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna</p><p>caracterizada pela inclinação lateral e rotação axial das</p><p>vértebras, com angulações maiores que 10 graus</p><p>(Método de Cobb), e pela redução das curvaturas da</p><p>coluna no plano sagital".</p><p>Provoca:</p><p>- Curvatura lateral no plano frontal;</p><p>- Rotação axial na horizontal;</p><p>- Alteração do plano sagital das curvaturas normais</p><p>(cifose e lordose), geralmente, mas nem sempre,</p><p>reduzindo-os as curvaturas em retificação.</p><p>(Vasiliadis, Grivas, Kaspiris, 2009; Grivas, Burwell, Vasiliadis, 2006; Grivas,</p><p>Vasiliadis, Rodopoulos, Bardakos, 2008; Grivas, Vasiliadis, Rodopoulos , 2008)</p><p>Definição ESCOLIOSE</p><p>(Vasiliadis, Grivas, Kaspiris, 2009; Grivas, Burwell, Vasiliadis, 2006; Grivas, Vasiliadis, Rodopoulos, Bardakos,</p><p>2008; Grivas, Vasiliadis, Rodopoulos , 2008, Grivas et al, 2016.)</p><p>THE FLAT BACK</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>6</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Correlação entre ângulo de Cobb e parâmetros sagitais com base na análise de</p><p>imagem EOS de uma amostra EIA na Hungria.</p><p>EOS 2D / 3D de 458 casos de escolióticos e 69 controles.</p><p>Os pacientes com escoliose idiopática do adolescente</p><p>mostraram uma redução significativa na cifose torácica,</p><p>e a magnitude da diminuição foi diretamente relacionada ao ângulo de Cobb.</p><p>Tipos de Escoliose</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Escoliose Idiopática</p><p>Sem causa definida, em geral sem dor,</p><p>contudo com alterações posturais</p><p>evidentes.</p><p>Classificada de acordo com a idade:</p><p>- Infantil (0-3 anos)</p><p>- Juvenil (3-10 anos)</p><p>- Adolescente (>10 anos)</p><p>Nenhuma parte deste</p><p>COLUNA LOMBAR</p><p>52</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• BOA ATITUDE POSTURAL</p><p>(BOM SENSO)</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• ESTABILIZAÇÃO SEGMENTAR</p><p>Multífido Lombar</p><p>Transverso do Abdome</p><p>53</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• ELIMINAR MOVIMENTOS EM FLEXÃO DA COLUNA</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• EVITAR O SEDENTARISMO E O FUMO</p><p>54</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• EVITAR O FUMO Annals of the Rheumatic Diseases</p><p>com 13 mil pessoas concluiu que o ato</p><p>de fumar aumenta em 30% o risco de</p><p>se apresentar dor nas costas.</p><p>Universidade de Rochester (EUA)</p><p>Avaliaram mais de 5000 pacientes em</p><p>tratamento para dor lombar.</p><p>Resultados: Os pacientes que pararam</p><p>de fumar durante o tratamento</p><p>relataram uma melhora muito mais</p><p>significativa da dor comparado às</p><p>pessoas que continuaram a fumar.</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• EVITAR SOBREPESO</p><p>55</p><p>COMO PREVENIR ?</p><p>• DORMIR BEM</p><p>A CONTRIBUIÇÃO DO SONO PARA DOR</p><p>http://www.smrv-journal.com/article/S1087-0792(17)30088-6/fulltext</p><p>Em estudo publicado em 2014 na Sleep</p><p>Medicine Reviews com mais de 60.000</p><p>participantes.</p><p>Verificou se mudanças na QUALIDADE DO</p><p>SONO podem estar associados com a</p><p>PRESENÇA DE DOR!</p><p>Os resultados sugerem que as alterações no</p><p>sono aumentam o risco do dor crônica,</p><p>aumentam os MARCADORES</p><p>INFLAMATÓRIOS e DIMINUEM a limiar</p><p>de dor (percepção de dor).</p><p>56</p><p>A CONTRIBUIÇÃO DO SONO PARA DOR</p><p>A revisão consolida a evidência de que as mudanças no sono estão</p><p>associadas à dor e ressalta a necessidade de novas investigações</p><p>longitudinais sobre o impacto a longo prazo das melhorias no sono.</p><p>http://www.smrv-</p><p>journal.com/article/S1087-</p><p>0792(17)30088-6/fulltext</p><p>Voltar gradualmente as atividades</p><p>57</p><p>O quanto vocês acham que as campanhas de mídia podem</p><p>influenciar as crenças sobre dor lombar?</p><p>Isto vem sendo feito no Canadá, Austrália e Escócia há alguns anos!</p><p>Suman e colaboradores avaliaram o impacto de uma campanha de mídia</p><p>(www.backactive.ca) em múltiplos meios de comunicação (outdoors, televisão, internet,</p><p>rádio) para estimular a população a se manter ativa e evitar repouso prolongado em caso</p><p>de dor lombar. A campanha iniciou em 2005 e verificou que houve um aumento do</p><p>número de indivíduos que modificaram positivamente suas crenças sobre dor lombar.</p><p>Em 2010, 56% dos indivíduos acreditavam que deveriam se manter ativos se tivessem</p><p>dor nas costas; já em 2014, este número era de 69,6%.</p><p>No Brasil</p><p>58</p><p>No Brasil</p><p>No Brasil</p><p>59</p><p>TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>BASEADO EM EVIDÊNCIAS</p><p>SUBGRUPOS</p><p>TRATAMENTO</p><p>TÔNICOS</p><p>TRATAMENTO</p><p>DINÂMICOS</p><p>TÔNICOS X FÁSICOS</p><p>• MÚSCULOS VERMELHOS,</p><p>ESTÁTICOS OU TIPO I</p><p>• MUITO TECIDO CONJUNTIVO</p><p>• MUITA MIOGLOBINA</p><p>• MOTONEURÔNIOS ALFA</p><p>TÔNICOS</p><p>• FIBRAS CURTAS, OBLIQUAS</p><p>• ATIVIDADE MUSCULAR</p><p>• PROLONGADA E CONTINUA</p><p>• ANTIGRAVITACIONAIS</p><p>• TÔNUS MAIOR</p><p>• TENDÊNCIA AO ENCURTAMENTO</p><p>E RIGIDEZ</p><p>• ADAPTADOS AO EQUILÍBRIO,</p><p>FREIAM E RESISTEM AO</p><p>MOVIMENTO</p><p>• MÚSCULOS BRANCOS,</p><p>DINÂMICOS OU TIPO II</p><p>• POUCO TECIDO CONJUNTIVO</p><p>• POUCA MIOGLOBINA</p><p>• MOTONEURÔNIOS ALFA</p><p>FÁSICOS</p><p>• FIBRAS LONGAS, PARALELAS</p><p>• CONTRAÇÕES RÁPIDAS E</p><p>FORTES</p><p>• TÔNUS MENOR</p><p>• TENDÊNCIA A AMIOTROFIA E</p><p>FROUXIDÃO</p><p>• FEITOS PARA O MOVIMENTO</p><p>60</p><p>Sarcômero: relação comprimento x tensão</p><p>ABORDAGENS:</p><p>Respiração – Auto Correção / Super Correção</p><p>Exercícios Ativos</p><p>Força / Estabilização / Alongamento / Mobilidade</p><p>Equilíbrio / Exercícios Funcionais</p><p>Consciência corporal</p><p>Controle Motor – Desenvolvimento Motor</p><p>Cinesioterapia: Estático e/ou Dinâmico</p><p>61</p><p>TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>BASEADO EM EVIDÊNCIAS</p><p>SUBGRUPOS</p><p>TRATAMENTO</p><p>TÔNICOS</p><p>TRATAMENTO</p><p>DINÂMICOS</p><p>RÍGIDO FLEXÍVEL</p><p>RÍGIDO FLEXÍVEL</p><p>SUBGRUPOS</p><p>Alongamento</p><p>Mobilidade Força</p><p>Estabilização</p><p>1</p><p>- Mestre em Ciências da Reabilitação - USP.</p><p>- Especialista em Acupuntura pelo Centro Brasileiro de Fisioterapia – CBF.</p><p>- Fisioterapeuta graduado pela UNIARARAS.</p><p>- Prof. do Curso de Graduação em Fisioterapia da PUC-SP</p><p>- Prof. da Pós Graduação da UNIARARAS, UNIVALE, INSPIRAR.</p><p>- Prof. dos Cursos de Método Pilates, Avaliação Biomecânica Computadorizada –</p><p>Fotogrametria.</p><p>-Formação Internacional Master ISICO (Istituto Scientifico Italiano Colonna Vertebrale–Milão)</p><p>-Formação Internacional SCHROTH (Scoliologic Schroth Best Practice by Dr Weiss-Hong Kong)</p><p>- Form. Intern. BSPTS Barcelona Scoliosis Physio Therapy School - Hunter College - New York</p><p>- Formação Internacional GOSS ORTHOTIS SYSTEMS - Dr JoséMiguel Gomez – Colombia)</p><p>- Fundador do Escoliose Brasil School.</p><p>- Proprietário do INSTITUTO REAB CAMPINAS eREAB CURSOS.</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>PROFA. PATRÍCIA JUNDI PENHA</p><p>PROF. MS. RODRIGO ANDRADE</p><p>Escoliose Idiopática do Adolescente:</p><p>Rastreamento Escolar e Prevalência</p><p>Programas de</p><p>Rastreamento</p><p>Finalidades</p><p>üDetecção precoce e definição do estágio da EIA</p><p>üProfilaxia de deformidades severas</p><p>üIndicação de tratamento precoce</p><p>üDiminuição do número de cirurgias</p><p>üDiminuição das implicações físicas e psicossociais</p><p>üDiminuição do custo final do tratamento</p><p>üPesquisa e compreensão da etiologia da EIA</p><p>(Grivas et al, 2002; Weiss et al, 2006; Grivas et al, 2007; Lee et al, 2010)</p><p>2</p><p>Programas de</p><p>Rastreamento</p><p>Instrumentos</p><p>Bunnell, 1984Adams, 1865</p><p>Keim, 1978</p><p>Atenas</p><p>4,6% ♀ e 1,1% ♂</p><p>Smyrnis et al, 1979</p><p>Oxford</p><p>2,5%</p><p>Dickson et al, 1980</p><p>Nordeste e região</p><p>central</p><p>1,7%</p><p>2,1♀ : 1♂</p><p>Soucacos et al, 1997</p><p>Sul</p><p>0,55%</p><p>0,4% ♀ e 0,15% ♂</p><p>Adobor et al, 2011</p><p>Prevalência Mundial</p><p>0,93% ♀ e 0,25% ♂</p><p>Wong et al, 2005</p><p>Tokyo</p><p>0,87%</p><p>11♀: 1♂</p><p>Ueno et al, 2011</p><p>3</p><p>Prevalência Nacional</p><p>1,03%</p><p>(Cobb ≥ 5o)</p><p>Elias e Teixeira, 1992</p><p>Indaiatuba</p><p>1,8%</p><p>Martini Filho e Ortiz, 1993</p><p>Belo Horizonte</p><p>4,8%</p><p>Leal et al, 2006</p><p>Presidente Prudente</p><p>6,7%</p><p>Ferreira et al, 2009</p><p>Cuiabá</p><p>2,2%</p><p>Santo et al, 2011</p><p>Carlos Barbosa</p><p>1,4%</p><p>Nery et al, 2010</p><p>Goiânia</p><p>4,3%</p><p>Souza et al, 2013</p><p>No Brasil...</p><p>üElevadas prevalências, em estudos nacionais, para desvio lateral da coluna –</p><p>até 52% para 9 anos de idade e 88,7% para 7 e 8 anos</p><p>(Penha et al, 2005; Penha et al, 2009)</p><p>üDiferentes metodologias nos estudos de rastreamento nacionais e ausência</p><p>dos padrões descritos no consensopara programas de rastreamento para EIA</p><p>(Grivas et al, 2007)</p><p>üDados epidemiológicos insuficientes nas regiões do hemisfério sul para</p><p>prevalência de EIA</p><p>(Grivas et al, 2007)</p><p>4</p><p>No Brasil...</p><p>Objetivo Principal</p><p>Estimar a prevalência da EIA em cidades do interior do estado de</p><p>São Paulo de2012a 2015</p><p>ü Identificar possíveis fatores demográficos, clínicos e relacionados ao</p><p>estilo de vida e à postura associados à ocorrência da EIA</p><p>ü Verificar validade e capacidade preditiva do escoliômetro em um</p><p>programa de rastreamento escolar</p><p>ü Descrever a postura dos indivíduos com EIA (ângulo de Cobb ≥ 10o) e</p><p>com suspeita de escoliose (ART ≥ 7o e Cobb < 10o)</p><p>Objetivos Secundários</p><p>5</p><p>Casuística e Métodos</p><p>Avaliados</p><p>1.072 ♂/ 1.490♀</p><p>2.562</p><p>2%</p><p>ü ≠ MMII ≥ 1,5 cm</p><p>ü Não conseguiram realizar o teste</p><p>ü Adolescentes de 10 a 14 anos</p><p>ü Escolas públicas estaduais das cidades de Amparo, Pedreira e Mogi Mirim / SP</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Procedimento</p><p>P Escoliômetro</p><p>Prevalência</p><p>ART ≥ 7o</p><p>(Ângulo de Rotação de Tronco)</p><p>Fotogrametria Exame Radiográfico</p><p>Grivas et al, 2007</p><p>Ângulo de Cobb</p><p>Panchmatia et al, 2015</p><p>Sinal de Risser</p><p>Weiss, 2012; Panchmatia et al, 2015</p><p>Panchmatia et al, 2015</p><p>Fator progressão = Cobb – (3 x Sinal de Risser)</p><p>Idade cronológica</p><p>≤ 1,4 (40% de progressão) = observação</p><p>1,4 < fator ≤ 1,65 (40 -60% de progressão) = fisioterapia</p><p>> 1,65 (60% ou mais de progressão) = colete</p><p>Weiss, 2012</p><p>36o</p><p>6</p><p>Caracterização da amostra</p><p>Características Amostra total</p><p>n (%)</p><p>Grupo com escoliose</p><p>n (%) p</p><p>Sexo</p><p>Feminino</p><p>Masculino</p><p>1.490 (51,2)</p><p>1.072 (41,8)</p><p>32 (86,5)</p><p>5 (13,5)</p><p><0,000</p><p>Idade (anos)</p><p>10</p><p>11</p><p>12</p><p>13</p><p>14</p><p>159 (6,2)</p><p>593 (23,2)</p><p>712 (27,8)</p><p>633 (24,7)</p><p>465 (18,1)</p><p>0 (0)</p><p>5 (13,5)</p><p>7 (18,9)</p><p>14 (37,8)</p><p>11 (29,7)</p><p>0,036</p><p>Caracteres sexuais masculinos</p><p>Sim</p><p>Não</p><p>429 (40)</p><p>643 (60)</p><p>5 (100)</p><p>0 (0)</p><p>0,006</p><p>Características</p><p>Amostra total</p><p>(n=2.562)</p><p>x (DP)</p><p>Grupo com escoliose</p><p>(n=37)</p><p>x (DP)</p><p>p</p><p>Idade (anos) 12,2 (1,2) 12,8 (1) 0,002</p><p>Estatura (m) 1,6 (0,1) 1,6 (0,1) 0,024</p><p>Tempo desde a menarca (anos) 0,9 (1) 1,3 (1,4) 0,011</p><p>Prevalência 2%</p><p>(Adobor et al, 2011; Konieczny et al, 2013)</p><p>1,8 a 2,2%</p><p>(Martini-Filho e Ortiz,</p><p>1993; Santo et al,</p><p>2002)</p><p>1,5%</p><p>70% sexo feminino</p><p>(Elias e Teixeira, 1992)</p><p>6,4 ♀ : 1 ♂ 11 e 12 anos</p><p>3,3 ♀ : 1 ♂ 13 e 14 anos</p><p>(Wong et al, 2005)</p><p>7</p><p>Prevalência – Características das curvas</p><p>59,5%</p><p>40,5%</p><p>Difere da Literatura</p><p>Torácicas</p><p>(Morais et al, 1985; Elias e Teixeira, 1992; Goldberg et al, 1997; Santo et al, 2011)</p><p>Curvas duplas e atraso da menarca</p><p>(Grivas et al, 2002)</p><p>Lateralidade direita</p><p>56,8%</p><p>Lateralidade direita e</p><p>menarca positiva</p><p>(p=0,005)</p><p>Lateralidade X Região da curva</p><p>(Soucacos et al, 1997; Santo et al, 2011)</p><p>Lateralidade à direita e menarca positiva</p><p>(Grivas et al, 2010)</p><p>* p=0,005</p><p>Prevalência – Ângulo de Cobb</p><p>Direita > Esquerda</p><p>20,8o (7,3o) > 13,8o (4,1o)</p><p>p=0,003</p><p>≥ 20o</p><p>0% masculino e 0,13%</p><p>feminino</p><p>(Adobor et al, 2011)</p><p>Maior prevalência para</p><p>curvas pequenas</p><p>(Soucacos et al, 1997; Ueno et al, 2011)</p><p>Assimetria direcional</p><p>esquerda-direita</p><p>(Jantz et al, 1993; Goldberg et al, 1997;</p><p>Goldberg et al, 1999)</p><p>ESCOLIOSE</p><p>8</p><p>Prevalência – Fator de progressão</p><p>Lonstein e Carlson, 1984; Weiss, 2012</p><p>Pequenas curvas X Dor lombar e</p><p>absenteísmo escola / trabalho</p><p>(Clark et al, 2015)</p><p>Rotação da vértebra apical e velocidade</p><p>de crescimento da coluna</p><p>(Zhang et al, 2015)</p><p>Fatores associados com EIA Efeito</p><p>Carter</p><p>Estirão</p><p>crescimento X</p><p>Diferentes idades</p><p>entre os sexos</p><p>9</p><p>Agravo à saúde X Problema de saúde pública</p><p>ü Magnitude</p><p>• Contingente de pessoas na população acometidas pela doença</p><p>Baixa</p><p>Dor (Mayo et al, 1994; Grauers et al, 2014)</p><p>Comprometimento nível atividade física (Grauers et al, 2014)</p><p>Problemas na coluna (Grauers et al, 2014)</p><p>Toscano e Egypto, 2001</p><p>Intervenções precoces minimizam</p><p>comprometimentos funcionais (Danielsson e Nachemson, 2003)</p><p>Redução progressão (Weinstein et al, 2013)</p><p>ü Transcendência</p><p>• Custo social dos agravos à população</p><p>ü Vulnerabilidade</p><p>• Controle da doença com a adoção demedidas apropriadas</p><p>Escoliômetro</p><p>Confiabilidade</p><p>ü Interexaminadores (Coeficiente de Correlação Intraclasse)</p><p>• ART 45o 0,49 (inaceitável)</p><p>• ART 60o 0,78 (aceitável)</p><p>• ART 90o 0,88 (muito boa)</p><p>Wahlund et al, 2009; Coelho et al, 2013</p><p>ESCOLIOSE</p><p>10</p><p>Escoliômetro</p><p>Capacidade Preditiva</p><p>üVerificam qual a proporção de pacientes que, com teste positivo (ou negativo), tem (ou</p><p>não tem) de fato a doença</p><p>Gordis, 2010</p><p>Sensibilidade Especificidade</p><p>Validade</p><p>üHabilidade de diferenciar quem tem a patologia de quem não tem a patologia</p><p>Gordis, 2010</p><p>Valor preditivo positivo Valor preditivo negativo</p><p>ESCOLIOSE</p><p>• Sensibilidade (s) - é a probabilidade de um indivíduo avaliado e doente</p><p>de ter seu teste alterado (positivo).</p><p>• Especificidade (e) - é a probabilidade de um indivíduo avaliado e</p><p>normal ter seu teste normal (negativo). Prevalência (p): é a fração de</p><p>indivíduos doentes na população total avaliada.</p><p>• Valor preditivo positivo (VPP): é a proporção de</p><p>verdadeiros positivos entre todos os indivíduos com teste positivo.</p><p>Expressa a probabilidade de um paciente com o teste positivo ter a</p><p>doença.</p><p>• Valor preditivo negativo (VPN): é a proporção de verdadeiros negativos</p><p>entre todos os indivíduos com teste negativo.</p><p>ESCOLIOSE</p><p>11</p><p>Escoliômetro</p><p>Validade e Capacidade Preditiva (ART ≥ 7o e Cobb ≥ 10o)</p><p>Prejuízo validade aos 90o flexão do tronco X falta de flexibilidade da</p><p>musculatura paravertebral e isquiotibiais</p><p>(Amendt et al, 1990)</p><p>Postura sentada</p><p>(Grivas et al, 2006; Grivas et al, 2008)</p><p>ESCOLIOSE</p><p>12</p><p>Postura – Plano Frontal</p><p>57 / Sistema 3D</p><p>Desnivelamento dos</p><p>ombros</p><p>(Zabjek et al, 2008)</p><p>33 EIA torácica D</p><p>Sistema 3D</p><p>Ombro D mais elevado</p><p>3o ± 3o</p><p>Ângulo de Cobb</p><p>60o ± 14o</p><p>(Masso e Gorton, 2000)</p><p>Escoliose X Suspeita de escoliose</p><p>(Cobb ≥ 10o) (ART ≥ 7o e Cobb <10o )</p><p>Implicações clínicas</p><p>P Detecção precoce de curvas escolióticas em adolescentes com</p><p>parte óssea imatura e potencial de progressão</p><p>P Orientação do tratamento conservador mais adequado, evitando</p><p>procedimento cirúrgico</p><p>P Conhecimento das alterações posturais associadas à escoliose</p><p>para direcionamento do trabalho de reeducação postural</p><p>Assimetria na altura dos ombros</p><p>ESCOLIOSE</p><p>13</p><p>Conclusão</p><p>P Prevalência de Escoliose Idiopática do Adolescente</p><p>• Semelhante à literatura</p><p>• Maior no sexo feminino</p><p>• Maior nas idades mais próximas à puberdade (13 e 14 anos)</p><p>P Boa validade e capacidade preditiva aos 60o de flexão anterior do</p><p>tronco</p><p>P Predomínio de curvas duplas de baixa magnitude e de baixo risco</p><p>de progressão</p><p>P Desnivelamento dos ombros associado à escoliose</p><p>1,5%</p><p>2,2% ♀ 0,5% ♂</p><p>ADESIVO - Processos espinhosos das quarta, oitava e décima segunda vértebras</p><p>torácicas (T4, T8 e T12) e das primeira, terceira e quinta vértebras lombares</p><p>(L1, L3 e L5).</p><p>GONIOMETRO – 45 GRAUS, 60 GRAUS E 90 GRAUS OU MAIS.</p><p>PRÁTICA</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade 88</p><p>Prof. Ms. Rodrigo Andrade - Curso de Formação no Tratamento da Escoliose Baseado em Evidências</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>• Abbott A, Möller H, Gerdhem P. 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Curvature progression in patients treated with scoliosis in-patient rehabilitation - a sex and age matched</p><p>controlled study. Stud Health Technol Inform. 2002; 91: 352-6.</p><p>• Weiss HR, Werkmann M, Stephan C. Correction effects of the ScoliOlogiC® ‘Cheneau light’ brace in patients with scoliosis. Scoliosis 2007;</p><p>2(1): 2.</p><p>• Weiss HR. Imbalance of electromyographic activity and physical rehabilitation of patients with idiopathic scoliosis. Eur Spine J 1993; 1:</p><p>240-3.</p><p>• Weiss HR. Influence</p><p>of an in-patient exercise program on scoliotic curve. Ital J Orthop Traumatol 1992; 18: 395-406. (b)</p><p>• Weiss HR. Initial results of a prospective study of Schroth scoliosis-specific spinal rehabilitation. Z Orthop Ihre Grenzgeb 1995; 133:</p><p>114-7.</p><p>• Weiss HR. The effect of an exercise program on vital capacity and rib mobility in patients with idiopathic scoliosis. Spine 1991;16:88-93.</p><p>• Weiss HR. 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Spine 2005; 30: 1188-96.</p><p>documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>7</p><p>Tipos de Escoliose</p><p>Escolioses não-Idiopática</p><p>Escoliose de Adaptação –Mecanismo automático de</p><p>adaptação. Ex: Diferença no comprimento dos MMII.</p><p>Escoliose Má formação ou Congénita -</p><p>Desenvolvimento do feto.</p><p>Escoliose Neurológica ou Distrófica – Associadas a</p><p>patologias neurológicas e musculares, como:</p><p>paralisia cerebral, mielomeningocele, paralisia por</p><p>traumatismo, poliomielite, distrofias musculares,</p><p>neurofibromatoses, entre outras.</p><p>Escoliose Antálgica – escoliose de uma curva que</p><p>surge em consequência de um processo doloroso,</p><p>podendo este estar ou não relacionado</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Diferença dos Membros Inferiores</p><p>A "escoliose estrutural", deve ser diferenciada da</p><p>"escoliose funcional”, uma curvatura secundária a</p><p>causas extra-espinais conhecidas</p><p>Por exemplo:</p><p>- Assimetria de membros inferiores;</p><p>- Músculos paralíticos.</p><p>(Nachemson , 1977; Grivas et al 1991; Burwell et al 1992;</p><p>Weinstein 1999; Grivas 2002; Burwell et al 2009).</p><p>Geralmente é parcialmente reduzido ou desaparece</p><p>completamente após a causa subjacente ser eliminada.</p><p>• 20% – Escoliose é secundária a outro processo</p><p>patológico.</p><p>• 80% - Escoliose idiopática.</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>8</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Diferença dos Membros Inferiores</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Escoliose Idiopática</p><p>- TERMO - Kleinberg (1922).</p><p>Foi introduzido e aplicado a todos os pacientes</p><p>nos quais não é possível encontrar uma</p><p>doença específica causando a deformidade.</p><p>- Aparece em crianças aparentemente</p><p>saudáveis, e pode progredir em relação a</p><p>múltiplos fatores durante qualquer período</p><p>rápido de crescimento.</p><p>- DEFINIÇÃO – Escoliose Idiopática é de origem</p><p>desconhecida e é provavelmente devido a</p><p>várias causas.</p><p>Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sem permissão do Prof. Ms. Rodrigo Andrade</p><p>9</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Escoliose Idiopática</p><p>Etiopatogeneticamente:</p><p>Síndrome - Etiologia Multifatorial</p><p>- Se manifesta de forma solitária - Investigação posterior pode revelar outros sinais</p><p>subclínicos significativos.</p><p>Escoliose idiopática combina a inclinação e a rotação de um número variável de vértebras,</p><p>alterando a geometria 3D da coluna vertebral.</p><p>A geometria da coluna vertebral na radiografia lateral é altamente variável.</p><p>(Nachemson , 1977; Grivas et al 1991; Burwell et al 1992; Weinstein 1999; Grivas 2002;</p><p>Burwell et al 2009).</p><p>Escoliose Idiopática do</p><p>Adolescente (EIA)</p><p>Fisiopatologia</p><p>ü Déficit controle</p><p>postural (SNC)</p><p>ü Alteração esquema</p><p>corporal</p><p>ü Hormonal</p><p>(melatonina)</p><p>ü Defeitos genéticos</p><p>membrana celular</p><p>(colágeno e músculos</p><p>esqueléticos)</p><p>ü Estímulos e</p><p>sobrecargas</p><p>assimétricas</p><p>(Smaniaet al, 2008; Burwell et al, 2006;</p><p>Grivas e Savvidou, 2007; Miller et al,</p><p>1996; Mannion et al, 1998; Stokes et al,</p><p>2006)</p><p>Complicações</p><p>ü Comprometimento</p><p>pulmonar</p><p>ü Dor crônica</p><p>ü Deformidade e</p><p>incapacidade funcional</p><p>ü Implicações</p><p>psicossociais</p><p>(Pearsall et al, 1992; Reamye Slakey,</p><p>2001; Freidel et al, 2002; Tones et al,</p><p>2006; Bem-Tovim et al, 1995)</p><p>10</p><p>Prevalência Mundial</p><p>ESCOLIOSE</p><p>EIA - ocorre na população geral em uma ampla faixa de 0,93 a 12%:</p><p>- 2 a 3% é o valor mais encontrado na literatura, e tem sido sugeriu que a epidemiologia</p><p>muda de acordo com a latitude.</p><p>- 10% - Requerem tratamento conservador;</p><p>- 0,1-0,3% - Requerem correção cirúrgica.</p><p>(Dickson, 1983; Pin et al, 1985; Soucacos, et al 1997; Grivas, et al 2006)</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Epidemiologia</p><p>A progressão do EIA é muito mais frequente nas mulheres.</p><p>- Entre 10° a 20° (Cobb) - 1,3 M : 1 H.</p><p>- Entre 20° e 30° (Cobb) - 5,4 M : 1 H.</p><p>- Acima de 30° (Cobb) - 7 M : 1 H.</p><p>Se o ângulo da escoliose na conclusão do crescimento excede um "limiar crítico" (Entre 30°</p><p>e 50°), há um maior risco de problemas de saúde na vida adulta:</p><p>- Diminuição da qualidade de vida;</p><p>- Alterações posturais e incapacidade visível;</p><p>- Dor;</p><p>- Limitações funcionais progressivas.</p><p>(Parent et al, 2005; Lonstein 2006; Negrini et al, 2006).</p><p>11</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Etiologia</p><p>A etiopatogenia da escoliose não foi elucidada. As causas da escoliose estão sendo</p><p>buscadas em transtornos congênitos ou adquiridos da estrutura vertebral.</p><p>Assimétrica do</p><p>tronco cerebral,</p><p>deficiência sensorial</p><p>e equilíbrio,</p><p>distúrbios da</p><p>plaquetas e função</p><p>colágeno.</p><p>Fatores genéticos no</p><p>desenvolvimento de</p><p>distúrbios axiais</p><p>espinhais - Estrogênio</p><p>(Burwell et al 1992; Grivas et al 2008; Grivas et al, 2008</p><p>B; Kotwicki et al 2009; Vasiliadis et al 2009).</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Etiologia</p><p>Transtorno</p><p>da síntese de</p><p>Melatonina</p><p>Dubousset - Produziram</p><p>curvatura espinhal em</p><p>galinhas</p><p>(via pinealectomia).</p><p>Melhora a deficiência de</p><p>melatonina e encontraram</p><p>diminuição da incidência de</p><p>escoliose nos animais.</p><p>Tem sido questionada por</p><p>outros autores.</p><p>Não encontraram</p><p>diferenças entre os níveis</p><p>de melatonina</p><p>Escolióticas X Saudável.</p><p>Melatonina é atribuído</p><p>apenas um papel limitado</p><p>na escoliose patogênese.</p><p>É discutido em relação:</p><p>idade, menarca em</p><p>diferentes latitudes</p><p>geográficas.</p><p>(Burwell et al 1992; Grivas et al 2008; Grivas et al, 2008B;</p><p>Kotwicki et al 2009; Vasiliadis et al 2009).</p><p>12</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Etiologia</p><p>Calmodulina pode</p><p>perturbar os níveis de</p><p>melatonina</p><p>Kindsfater - Avaliou os</p><p>níveis de Calmodulina</p><p>para determinar o risco</p><p>de progressão da curva.</p><p>Melatonina tem um papel</p><p>secundário.</p><p>Interação com calmodulina,</p><p>uma proteína que tem</p><p>receptores para íons de</p><p>cálcio e é assim capaz de</p><p>influenciar a contratilidade</p><p>dos músculos esqueléticos.</p><p>Encontrada nas plaquetas do</p><p>sangue (foi maior nos</p><p>doentes com taxas de</p><p>progressão escoliótica</p><p>superior a 10° durante</p><p>12 meses)</p><p>Outros autores, avaliaram a</p><p>possibilidade de importantes</p><p>predisposição genética (IL-6 e</p><p>MMPs) possam estar</p><p>associadas a escoliose.</p><p>Kindsfater et al, 1994; Grivas et al , 1991; Aulisa et al 2007.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Etiologia</p><p>Com base na variedade de opiniões sobre o desenvolvimento de escoliose</p><p>idiopática, podemos assumir uma origem multifatorial.</p><p>As opiniões apresentadas acima são complementares e não mutuamente exclusivas.</p><p>Ao mesmo tempo, explicam os determinantes complexos e as relações entre os</p><p>distúrbios do desenvolvimento da coluna vertebral em crianças e adolescentes.</p><p>13</p><p>POR QUE VOCÊ NÃO GOSTA DE PESQUISA?</p><p>POR QUE A PESQUISA ESTÁ TÃO DISTANTE</p><p>DA PRÁTICA CLÍNICA?</p><p>POR QUE EU NÃO CONSIGO PESQUISAR</p><p>NO MEU DIA A DIA?</p><p>Você faz pesquisa para</p><p>comprar um carro?</p><p>ESCOLIOSE</p><p>14</p><p>Você faz pesquisa para</p><p>comprar um celular?</p><p>Você usaria um shampoo que não foi</p><p>testado?</p><p>15</p><p>E para fazer Cursos de técnicas fisioterapêuticas,</p><p>você faz pesquisa?</p><p>?</p><p>ESCOLIOSE</p><p>E PARA FAZER CURSOS DE TÉCNICAS</p><p>FISIOTERAPÊUTICAS, VOCÊ FAZ PESQUISA?</p><p>16</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>http://www.pedro.org.au/</p><p>Dicas para os clínicos</p><p>17</p><p>Dicas para os clínicos</p><p>http://www.pedro.org.au/</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>18</p><p>http://www.pedro.org.au/</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>http://www.pedro.org.au/</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>19</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>http://www.pedro.org.au/</p><p>Dicas para os clínicos</p><p>20</p><p>Dicas para os clínicos</p><p>Dicas para os clínicos</p><p>21</p><p>Questões dos clínicos</p><p>•Mas o meu paciente melhora!</p><p>•O pesquisador nunca atendeu um paciente!</p><p>•As pesquisas não levam em conta a individualidade do</p><p>paciente!</p><p>• Eu uso várias técnicas juntas!</p><p>X</p><p>OS SEUS PACIENTES MELHORAM?</p><p>• História Natural da doença</p><p>• Regressão para Média</p><p>• Pacientes “bonzinhos”</p><p>• Placebo</p><p>• “Recall bias” (extremos)</p><p>40% da melhora</p><p>do seu paciente</p><p>22</p><p>POR QUÊ TRATAR A ESCOLIOSE?</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>História Natural</p><p>Escoliose idiopática</p><p>- Pode se desenvolver a qualquer momento durante a infância e adolescência.</p><p>É mais comum nos períodos de crescimento:</p><p>- Entre as idades de 6 e 24 meses,</p><p>- 5 e 8 anos,</p><p>- 11 e</p><p>14 anos de vida</p><p>(10 a 14 anos – Feminino / 12 a 16 anos –Masculino).</p><p>A taxa de desenvolvimento da curvatura da coluna vertebral muda mais rapidamente no</p><p>início da puberdade.</p><p>(Negrini et al, 2005; Wong et al, 2005; Grivas et al, 2006).</p><p>23</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>PROGRESSÃO</p><p>Progressão émais comum emmeninas durante o surto de crescimento na puberdade.</p><p>Escoliose Idiopática Progressiva</p><p>Quando não tratada:</p><p>• Pode levar a deformidades graves do tronco.</p><p>• Limitam a capacidade e a biomecânica funcional do tórax;</p><p>• Capacidade de realizar exercícios;</p><p>• Aptidão geral e capacidade de trabalhar;</p><p>• Todos os fatores relacionados com o comprometimento da qualidade de vida.</p><p>Sociedade de Pesquisa de Escoliose (SRS)</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>História Natural</p><p>O surto de crescimento puberal começa com o crescimento longitudinal acelerado dos</p><p>membros, o que provoca uma desproporção temporária do corpo (membros longos e</p><p>tronco curto).</p><p>O crescimento longitudinal é visto no esqueleto axial.</p><p>É o período da progressão mais marcada de EI.</p><p>Após aprox. 2/3 do período de crescimento da puberdade.</p><p>- Nas meninas (menarca) - Indica uma diminuição lenta e gradual do risco de progressão</p><p>da escoliose.</p><p>- Há um potencial muito menor para a progressão da escoliose idiopática após completar</p><p>o crescimento da coluna vertebral.</p><p>(Negrini et al, 2005;Wong et al, 2005; Grivas et al, 2006).</p><p>24</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>História Natural</p><p>Quatro estudos Prospectiva: incluindo 5.142 mulheres com escoliose idiopática < 20 anos.</p><p>2 Anos : O estágio de Risser está abaixo de 3 em 15,7% e 0 em 2,4%.</p><p>O crescimento não terminou e ainda está diminuindo (2,5 cm / ano).</p><p>5% dos pacientes têm 4 cm de crescimento residual, 12% têm 3 cm e 25% têm 2 cm.</p><p>O fim do crescimento é alcançado por volta dos 48 meses pós-menarca.</p><p>A escoliose ainda não terminou de progredir no terceiro ano, mas também nos seis meses</p><p>subsequentes.</p><p>Conclusões: Estes resultados sugerem a necessidade de verificar cuidadosamente a</p><p>utilidade da regra do 2 anos para estudos clínicos.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>História Natural</p><p>25</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>História Natural - Adulta</p><p>EI - Pode se intensificar como resultado de deformidades ósseas progressivas.</p><p>- É relatado - Escolioses mais graves - Acima 50°.</p><p>- O risco de progressão começa a aumentar em curvas acima de 30°.</p><p>As curvas de escoliose idiopática menos severas permanecem frequentemente estáveis.</p><p>No entanto, a história natural da escoliose adulta não é bem conhecida até hoje, e ainda é</p><p>possível que a progressão possa acontecer.</p><p>Soucacos et al, 1997, Willner e Uden 1982; Laulund, Sojbjerg, Horlyck , 1982; Negrini et al,</p><p>2005; Negrini et al, 2008; Aebi, 2005).</p><p>A PROGRESSÃO DA CURVA DEPENDE DO FATOR</p><p>DE CRECIMENTO E DINÂMICA DE</p><p>CREASCIMENTO</p><p>26</p><p>A PROGRESSÃO DA CURVA DEPENDE DO FATOR</p><p>DE CRECIMENTO E DINÂMICA DE</p><p>CREASCIMENTO</p><p>Cerca de 29 mil cirurgias para corrigir deformidades da coluna EIA são</p><p>realizados anualmente nos Estados Unidos</p><p>(Akoume et al, 2010).</p><p>POR QUÊ TRATAR A ESCOLIOSE?</p><p>Adultos com Escoliose X Adultos sem Escoliose</p><p>Sofrem mais de dor nas costas</p><p>(Grauers et al, 2014)</p><p>Estudo commais de 40 anos de duração.</p><p>Diferenças estatisticamente significativas,</p><p>pessoas entre 20 e 30 anos de idade.</p><p>- A prevalência é 3X maior de queixas</p><p>relacionadas à dor crônica;</p><p>- Mais de 20X a incidência de dor severa num</p><p>grupo de pessoas com EI não tratada em</p><p>comparação com um grupo de controle.</p><p>(Weiss 1993; Mayo et al 1994; Goldberg et al 1994;</p><p>Weiss et al 1998; Danielsson et al , 2001; Nachemson</p><p>2003; Weinstein et al, 2003;).</p><p>Estudo por mais de 20 anos.</p><p>- Aos 15 anos, pessoas com EI faltavam</p><p>mais das escolas.</p><p>- Aos 20 anos, pessoas com EI faltavam</p><p>mais do trabalho.</p><p>27</p><p>POR QUÊ TRATAR A ESCOLIOSE?</p><p>O instituto realiza, em média, 6.500/ano</p><p>cirurgias, mas 19 mil pessoas ainda aguardam</p><p>pela cirurgia.</p><p>A instituição afirma que, com a inauguração de</p><p>uma nova sede, prevista para 2010, o número</p><p>anual de cirurgias passará de 6.000 para quase</p><p>20 mil.</p><p>Uma cirurgia de escoliose pode custar R$ 35 mil.</p><p>Revista Coluna/Columna (Lima Júnior et</p><p>al, 2011)</p><p>Lista de espera para tratamento cirúrgico</p><p>em hospital universitário terciário de alta</p><p>complexidade do SUS.</p><p>Nos resultado - Em média o tempo de</p><p>espera, foi de 25,41 meses (variando de</p><p>2 a 180 meses).</p><p>Conclusão - Em função da morbidade</p><p>da EIA quando não tratados e do</p><p>tamanho da amostra, justifica-semedidas</p><p>de política pública para o tratamento</p><p>destes pacientes.</p><p>Estreita relação entre:</p><p>Severidade do Prognóstico X Crescimento do Indivíduo</p><p>(Laulund, Sojbjerg, Horlyck, 1982).</p><p>EI – Se desenvolve nas fases em que o crescimento é mais acelerado:</p><p>- Antes dos três anos de idade</p><p>- Durante o es�rão de crescimento</p><p>(Weiss et al, 2006; Negrini et al, 2005).</p><p>Fator progressão = Cobb – (3 x Sinal de Risser)</p><p>Idade cronológica</p><p>≤ 1,4 (40% de progressão) = observação</p><p>1,4 < fator ≤ 1,65 (40 -60% de progressão) = fisioterapia</p><p>> 1,65 (60% ou mais de progressão) = colete</p><p>Weiss, 2012</p><p>28</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Objetivo: Determinar os múltiplos fatores relacionados na previsão da progressão da</p><p>escoliose emmeninas com EIA tratadas com colete ortopédico.</p><p>Conclusões: Este estudo sugere que o sinal de Risser, a magnitude da curva principal na</p><p>pré-órtese, a rotação vertebral apical e a velocidade crescente do comprimento da</p><p>coluna vertebral são fatores importantes para prever a progressão nas meninas com</p><p>EIA.</p><p>O sinal de Risser não pode prever a progressão da escoliose com precisão, a menos que</p><p>combinado com outros parâmetros relacionados.</p><p>29</p><p>Qual disciplina é</p><p>ensinada a escoliose na</p><p>faculdade?</p><p>Inicio da puberdade:</p><p>• 20% em escolioses de 10 graus;</p><p>• 60% em 20 graus;</p><p>• 90% em 30 graus.</p><p>Final da puberdade (menor):</p><p>• 2% em 10 graus;</p><p>• 20% em 20 graus;</p><p>• 30% em 30 graus</p><p>(Laulund, Sojbjerg e Horlyck, 1982; Morais,</p><p>Bernier,Turcotte 1985; Kotwicki et al, 2007)</p><p>RISCO DE PROGRESSÃO DA CURVA</p><p>O grupo etário de 10 a 14 anos</p><p>Programas de Rastreamento</p><p>Controlar a Progressão da Curva Escoliótica</p><p>Reduzir a necessidade de Cirurgia</p><p>(Gore et al,1981)</p><p>30</p><p>ESCOLIOSEComo é hoje a ESCOLIOSE NO BRASIL?</p><p>?</p><p>Esperar para ver</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>31</p><p>ESCOLIOSEComo é hoje a ESCOLIOSE NO BRASIL?</p><p>?</p><p>Esperar para ver</p><p>RPG / Pilates</p><p>ARAÚJO et al (2012)</p><p>•Avaliar a eficácia dométodo Pilates no que diz respeito ao grau de escoliose</p><p>(Cobb) e dor (Borg).</p><p>O GP significativa na dor comparado ao GC.</p><p>Conclusão: O método Pilates para jovens com escoliose não estrutural,</p><p>apresentando dor na coluna vertebral é eficaz.</p><p>32</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>ESCOLIOSEComo é hoje a ESCOLIOSE NO BRASIL?</p><p>?</p><p>Esperar para ver</p><p>RPG / Pilates</p><p>33</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>QUAIS TÉCNICAS SÃO UTILIZADAS NO</p><p>TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>NO BRASIL?</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Pilates</p><p>MézièresSohierKlapp</p><p>RPG Isostretching</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>34</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Então, por que no Brasil os tratamentos</p><p>conservadores da escoliose não são</p><p>baseados em evidências científicas ?</p><p>ESCOLIOSE</p><p>35</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Pilates</p><p>MézièresSohierKlapp</p><p>RPG Isostretching</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>O que os clínicos responde:</p><p>- Mas o meu paciente melhora!!!!</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>Herbert et al, 2005</p><p>ESCOLIOSE</p><p>População do planeta - 7 bilhões (Google pages, 2011)</p><p>Prevalência da Escoliose 1,5% = 10,5 milhões</p><p>36</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>Pesquisa clínica de</p><p>alta qualidade</p><p>Conhecimento</p><p>do profissional</p><p>Preferências do</p><p>paciente</p><p>Herbert et al, 2005</p><p>PBE</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Distribuição Geográfica</p><p>• Medline, Embase, Cinhale Cochrane Library</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>37</p><p>Tratamento da Escoliose</p><p>ESCOLIOSE</p><p>ALERTA NAS ÚLTIMAS DÉCADAS</p><p>Pais de crianças com escoliose se queixaram do</p><p>chamado, "Esperar para ver" que médicos usavam</p><p>demasiadamente ao avaliar curvas de crianças com</p><p>escoliose entre 10° e 25°.</p><p>Finalmente, médicos têm procurado alternativas para</p><p>ajudar pacientes que não são bons indicados a</p><p>cirurgia. (Schreiber S et al, 2015 e Weiss H,</p><p>Moramarco M e</p><p>Moramarco K , 2013)</p><p>ESCOLIOSETratamento da Escoliose Baseado em</p><p>Evidências</p><p>38</p><p>ESCOLIOSE</p><p>http://www.srs.org/portuguese/patient_and_family/scoliosis/</p><p>Grau da Escoliose</p><p>Consenso SOSORT 2015</p><p>ü 0 à 10 graus na radiografia (ângulo</p><p>de Cobb)oumenores do que 7 graus</p><p>no Escoliometro.</p><p>ESCOLIOSE</p><p>ü 10 à 25 graus: há necessidade de</p><p>exercícios fisioterapeuticos</p><p>científicos para escoliose</p><p>ü 25 e 45 graus: O uso dos coletes</p><p>ortopédicos na fase de crescimento</p><p>de crianças e adolescentes.</p><p>ü Maiores de 45-50 graus: Tratamento</p><p>cirúrgico</p><p>39</p><p>Instrumentos</p><p>Bunnell, 1984Adams, 1865 Keim, 1978</p><p>Em princípio, a observação pode ser PERIGOSA ACIMA DE 10 GRAUS.</p><p>IMPORTANTE: Trabalhos de Rastreanento com detectar a escoliose e utilizar instrumentos</p><p>CLÍNICAS PARA A MEDIÇÃO e assim,</p><p>EXPOSIÇÃO A RADIAÇÃO PODE SER REDUZIDO.</p><p>OBSERVAÇÃO</p><p>40</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>OBSERVAÇÃO</p><p>41</p><p>Conclusão</p><p>P Prevalência de Escoliose Idiopática do Adolescente</p><p>• Semelhante à literatura</p><p>• Maior no sexo feminino</p><p>• Maior nas idades mais próximas à puberdade (13 e 14 anos)</p><p>1,5%</p><p>2,2% ♀ 0,5% ♂</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Prevalência – Características das curvas</p><p>59,5%</p><p>40,5%</p><p>* p=0,005</p><p>≥ 20o</p><p>PPredomínio de curvas duplas de baixamagnitude e de baixo risco de progressão</p><p>42</p><p>Avaliou a correlação entre níveis de vitamina D e sexo, ângulo de Cobb e níveis de cálcio,</p><p>fósforo e fosfatase alcalina no grupo EIA.</p><p>Níveis de vitamina D : Grupo EIA.</p><p>Correlação: Níveis de vitamina D eNíveis de Ca.</p><p>Não Obteve Correlação : Níveis de vitamina D e Ângulo de Cobb.</p><p>229</p><p>ESCOLIOSE</p><p>389</p><p>CONTROLE</p><p>Estudo retrospectivo comparou os níveis de vitamina D</p><p>Indicando um possível papel da vitamina D na etiopatogenia do EIA.</p><p>Pacientes com EIA devem ser monitorados sobre a deficiência / insuficiência de vitamina D.</p><p>O objetivo deste estudo foi determinar se os polimorfismos vitamina D estão correlacionados</p><p>com o EIA.</p><p>Resultados: Um total de 5 estudos</p><p>Foram encontradas correlações significativas entre o polimorfismo vitamina D e o risco de AIS</p><p>em populações globais e em asiáticas</p><p>717</p><p>ESCOLIOSE</p><p>554</p><p>CONTROLES</p><p>43</p><p>RANDOMIZADO DUPLO-CEGO</p><p>CONTROLADO POR PLACEBO</p><p>2 ANOS</p><p>330 ESCOLIOSE</p><p>GRUPO 1</p><p>110 PLACEBO</p><p>GRUPO 2</p><p>110 BAIXA DOSAGEM</p><p>GRUPO 3</p><p>110 ALTA DOSAGEM</p><p>600mg de Cálcio +</p><p>800 UI de Vit-D3 / dia</p><p>Escoliose idiopática do adolescente está associada à</p><p>baixa massa óssea.</p><p>Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito</p><p>terapêutico e seus determinantes da suplementação</p><p>de Ca + Vit-D na melhora da força óssea e na</p><p>prevenção da progressão da curva no EIA.</p><p>PROGRESSÃO DA CURVA</p><p>Grupo1 48,6%</p><p>Grupo 3 16,2%</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>OBSERVAÇÃO</p><p>Foram avaliados 2562 adolescentes, 1072</p><p>meninos e 1490 meninas, de 10 a 14 anos.</p><p>Foram avaliados 37 adolescentes - Grupo de</p><p>escoliose e 76 Grupo Controle.</p><p>Resultados:</p><p>O Grupo Escoliose apresentou maior desvio</p><p>dos ombros, quando comparado aos</p><p>adolescentes Sem Escoliose (P = 0,010), e este</p><p>desvio foi associado a escoliose</p><p>(odds ratio [IC 95%] P = 1,4 [1,1 -1,8] 0,011).</p><p>44</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>45</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>46</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>47</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>TIPOS DE COLETES ORTOPÉDICOS</p><p>E SUAS</p><p>EVIDÊNCIAS CIENTÍFCAS</p><p>48</p><p>COLETES</p><p>Coletes Ortopédicos e suas Evidências</p><p>O tratamento com coletes ortopédicos permite a prevenção de deformidade severa</p><p>antes da maturidade esquelética em 72% dos adolescentes (20-40 graus).</p><p>- 28% das curvaturas pioraram com mais de 50 graus necessitando de correção</p><p>cirúrgica.</p><p>No grupo de observação, sem tratamento com coletes ortopédicos a taxa de</p><p>progressão grave atingiu 52%.</p><p>(Weinstein et al, 2013)</p><p>ESCOLIOSE</p><p>Um estudo prospectivo</p><p>multicêntrico - ECR</p><p>49</p><p>1.020 tratados - 22%de intervenção cirúrgica</p><p>Maior taxa – curva > 30 graus.</p><p>(Lonstein e Winter, 1994)</p><p>A Órtese tóraco-lombo-sacra (TLSO), Walter Blount e</p><p>Albert Schmidt - Milwaukee (1945). Imobilização</p><p>operatória pós-operatório.</p><p>Drs. Moe, Spring, e Lonstein do grupo Twin Cities – Órtese</p><p>para escoliose.</p><p>Colete Milwaukee Colete Boston</p><p>TLSO mais utilizado na América do Norte.</p><p>John Hall e William Miller do Hospital Infantil de</p><p>Boston (1972) – um paciente com uma curva</p><p>lombar que se recusou a usar uma colete de</p><p>Milwaukee.</p><p>Estudo retrospectivo com 295 pacientes:</p><p>49% não melhoraram.</p><p>43% conseguiram melhorar.</p><p>11% - intervenção cirúrgica</p><p>1% realizou cirurgia - follow-up.</p><p>(Emans , 1984)</p><p>Colete de Lyon Colete de Thoracolumbar</p><p>Lordotic Intervention (TLI)</p><p>Colete WilmingtonColete de Progressive</p><p>action short brace (PASB)</p><p>Colete Rigo Chêneau Colete de Sforzesco</p><p>Colete Providence Colete de Charleston</p><p>Colete SpineCor</p><p>Colete Dynamic Derotating</p><p>(DDB)</p><p>50</p><p>O valor Médio do Cobb – Antes 29,3°, depois 14,67°,</p><p>e da rotação era 12,7° e foi 8,95°</p><p>Foi observado correção de em 94% dos pacientes, e a</p><p>estabilização em 6% das curvas</p><p>(Aulisa et al., 2009).</p><p>TLSO – Dr. Lorenzo Aulisa (1976) para o tratamento de</p><p>toracotomia lombar e curvas idiopáticas lombares.</p><p>Colete TLSO de escolha dos médicos do</p><p>DuPont/Nemours Children’s Center – Wilmington</p><p>- Dean MacEwen, MD, 1969.</p><p>De acordo com um estudo retrospectivo, em um</p><p>grupo de 91 pacientes, a taxa de progressão foi</p><p>de 17%, enquanto o restante da população era</p><p>estável.</p><p>(Gabos et al, 2004).</p><p>Colete WilmingtonColete de Progressive</p><p>action short brace (PASB)</p><p>Melhora de 25% da correção do ângulo de Cobb, e a</p><p>grande maioria estabilizou.</p><p>Portanto, a chave Cheneau não só interrompe a</p><p>progressão, mas possivelmente melhorar a curva.</p><p>(Ovadia, Eylon,Mashiah , 2012)</p><p>1960 - França/Alemanha, Atualmente, um dos mais</p><p>aceitos e utilizados a nível mundial, este colete rígido</p><p>fornece correção 3-dimensional.</p><p>Stefano Negrini e Gian-franco Marchini (2004) –</p><p>Milão,Itália.</p><p>SPORT (Simétrico, Orientação-paciente, rígido,</p><p>Tridimensional e Ativo).</p><p>Junção dos coletes Lyon, Chêneau-Sibilla, e</p><p>Milwaukee.</p><p>Sforzesco X Lyon</p><p>Curvas em média - Cobb 38°</p><p>(seis meses de tratamento):</p><p>Sforzesco - 80% melhoraram e nenhum piorou</p><p>X</p><p>Lyon - 53% melhoraram e 13% pioraram.</p><p>(Gabos et al, 2004).</p><p>Colete Rigo Chêneau Colete de Sforzesco3D</p><p>51</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Rigo Chêneau (RCOs) X Boston (TLSOs)</p><p>Estudo retrospectivo (1999 a 2014).</p><p>O estudo incluiu 108 pacientes (93 meninas) 13</p><p>pacientes usaram o RCO e 95 usaram o TLSO.</p><p>Foram estudados desde o tratamento inicial até a</p><p>maturidade esquelética ou cirurgia.</p><p>Os critérios de inclusão foram o diagnóstico de AIS, ter</p><p>10 anos oumais, Risser de 0 a2, curva maior entre 25°</p><p>e 40°.</p><p>RESULTADOS:</p><p>NENHUM PACIENTE DO GRUPO (RCO) PROGREDIU</p><p>PARA CIRURGIA, em comparação com 32 pacientes do</p><p>grupo TLSO.</p><p>Follow-up: AS CURVAS PRINCIPAIS MELHORARAM EM</p><p>6° OU MAIS em 31% do grupo RCO e 13% do TLSO.</p><p>CONCLUSÕES:</p><p>Os pacientes tratados com RCOs comparados com os</p><p>TLSOS tiverem taxas significativamente MENORES DE</p><p>CIRURGIA DA COLUNA E TAMBÉM TIVERAM MENOR</p><p>MÉDIA E PERCENTUAL NO FATOR DE PROGRESSÃO DA</p><p>CURVA.</p><p>Mostrou-se ser eficaz em se estabilizar ou melhorar a</p><p>progressão de escoliose em 84%, e 16% de</p><p>progrediram.</p><p>(Lee et al, 2012)</p><p>Frederick Reed, MD, e Ralph Hooper, Charleston,</p><p>Carolina do Sul (1979).</p><p>Foi desenvolvida para um paciente que se recusou a</p><p>usar um inteiro cinta tempo.</p><p>TLSO - Charles d'Amato e Barry McCoy do</p><p>Hospital Infantil de Rhode Island (1992).</p><p>Providence ultrapassou o Charleston na</p><p>frequência de utilização como um sistema de</p><p>órtese noturna - Menos agressivo.</p><p>Tax a de progressão com este colete foi elevada,</p><p>com 60% dos pacientes que necessitam de</p><p>cirurgia.</p><p>(Janicki et al, 2007)</p><p>Colete Providence Colete de Charleston</p><p>NOTURNO</p><p>52</p><p>Correção global ângulo de Cobb - 49,54%.</p><p>Follow-up de 2 anos: Correção de 44,10%.</p><p>- 35,70% de curvas melhoraram.</p><p>- 46,42% estabilizaram.</p><p>- 7,83% aumentaram.</p><p>(Grivas, Vasiliadis , 2008)</p><p>TLSO - Atenas, Grécia (1980).</p><p>Dispositivos rotatórios que atuam comomolas.</p><p>Christine Colliard e Charles Rivard</p><p>Hosp. St.</p><p>Justine - Montreal, Canadá (1993).</p><p>SpineCor é um órtese distintamente original, não-</p><p>rígida que se baseia em movimento paciente para</p><p>ativar efeitos de correção.</p><p>Sua eficácia para curvas maiores tem sidomuito</p><p>discutida.</p><p>- 64% estabilizou oumelhorou</p><p>- 18% dos pacientes necessitaram de cirurgia.</p><p>(Coillard , Circo , Rivard, 2009)</p><p>Colete SpineCorColete Dynamic Derotating (DDB)</p><p>DINÂMICO</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>COMO ERAM FEITOS OS COLETES NO</p><p>MUNDO E AINDA SÃO FEITOS NO BRASIL?</p><p>53</p><p>COLETES</p><p>COLETESSISTEMA GOSS</p><p>54</p><p>SISTEMA GOSS</p><p>SISTEMA GOSS</p><p>55</p><p>SISTEMA GOSS</p><p>SISTEMA GOSS</p><p>56</p><p>COLETES 3D</p><p>COLETES 3D</p><p>57</p><p>COLETES 3D</p><p>COLETES ORTOPÉDICOS</p><p>7 estudos, total de 662 adolescentes de ambos os sexos.</p><p>AIS de 15° a 45°.</p><p>Coletes Elástico e rígido (polietileno), e muito rígida (policarbonato).</p><p>Resultados:</p><p>- Órtese rígida parece ser eficaz em curvas de 20° a 40°.</p><p>- Órtese elástica em 15° a 30° curvas, e muito rígida órtese em curvas elevado</p><p>grau acima de 45°.</p><p>- Rígida foi mais bem sucedido do que uma órtese elástica.</p><p>58</p><p>COLETES ORTOPÉDICOS</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>- Boston brace</p><p>- Observation / Baseline</p><p>Nachemson e Peterson,1995.</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>COLETES ORTOPÉDICOS</p><p>X</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>59</p><p>COLETES ORTOPÉDICOS</p><p>CASOS CLÍNICOS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Ponto nulo : Termo radiográfico</p><p>usado para descrever o ápice de</p><p>uma curva com base em radiografia</p><p>de pé.</p><p>60</p><p>COLETES ORTOPÉDICOS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Rowe et al, 1997.</p><p>Existe uma associação positiva significante</p><p>entre as horas de uso do colete e a taxa de</p><p>sucesso do tratamento</p><p>(Weinstein et al, 2013).</p><p>Usar o colete por uma média de 20 horas/dia é ponto-chave para o</p><p>sucesso no tratamento (Donzelli et al, 2012).</p><p>Tratamento da Escoliose Baseado em</p><p>Evidências</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>61</p><p>Dois Estudos (154 Participantes)</p><p>• Evidência de baixa qualidade com 1 RCA os exercícios em conjunto com outros</p><p>tratamentos conservadores podem melhorar esses pacientes.</p><p>• Evidência de baixa qualidade com 1 RCA os exercícios específicos podem diminuir a</p><p>necessidade do uso do colete ortopédico.</p><p>Conclusão: Esta é uma revisão de alta qualidade para recomendar o uso de exercícios</p><p>específicos para escoliose em adolescentes.</p><p>Um estudo com baixa qualidade sugere que os exercícios são mais efetivos do que</p><p>eletroestimulação, tração, correção postural para regredir a progressão da escoliose.</p><p>Contexto: A Sociedade Científica Internacional de Escoliose em Tratamento Ortopédico e</p><p>de Reabilitação (SOSORT), que produziu suas primeiras Diretrizes em 2005, sentiu a</p><p>necessidade de revisá-las e aumentar sua qualidade científica.</p><p>O objetivo foi oferecer a todos os profissionais e seus pacientes uma revisão atualizada</p><p>baseada em evidências reais sobre o tratamento conservador da escoliose idiopática.</p><p>62</p><p>PSSE para prevenir a progressão da escoliose durante o crescimento (n = 12)</p><p>Incluem um total de 68 Estudos :</p><p>PSSE durante o tratamento de órtese e cirúrgia (n = 6)</p><p>Outros tratamentos conservadores (n = 2)</p><p>Atividades esportivas gerais (n = 6)</p><p>Nível de evidência: 2 Estudos sobre órtese e 1 recomendação sobre a PSSE que atingiu o</p><p>nível de recomendação “I” e o nível de evidência “II”.</p><p>39 Estudos alcançaram força da recomendação II (20 para coletes, 13 para PSSE e 6 para</p><p>avaliação).</p><p>Coletes ortopédicos (n = 25)</p><p>Avaliação (n = 14)</p><p>(Negrini et al, 2018)</p><p>Conclusão: Ao longo da última 5 anos, evidências de alta qualidade começaram a surgir,</p><p>particularmente nas áreas de eficácia d a órtese (um grande estudo multicêntrico) e PSSE</p><p>(três ensaios clínicos randomizados controlados em um único centro).</p><p>Apesar das crescentes evidências de alta qualidade.</p><p>Há uma necessidade de padronização dos métodos de pesquisa, reconhecido pela</p><p>SOSORT e da SRS.</p><p>(Negrini et al, 2018)</p><p>63</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>• Evidência nível I para a reabilitação</p><p>fisioterapêutica - São eficazes no tratamento</p><p>da EIA com curvas leves e moderadas foi</p><p>demonstrada por estudos recentes.</p><p>(Berdishevsky et al, 2016).</p><p>• O SOSORT usa o termo Exercícios Específicos</p><p>de Fisioterapia para Escoliose (EEFE) em</p><p>conexão com todas as escolas representadas</p><p>dentro da organização.</p><p>• Seis Ensaios clínicos randomizados realizados</p><p>em diferentes partes do mundo (Monticone</p><p>et al , 2013; Schreiber et al , 2015;Williamson</p><p>et al, 2015; Kuru et al, 2015) e</p><p>aproximadamente 50 artigos sobre estas 7</p><p>escolas.</p><p>Tratamento da Escoliose Baseado em</p><p>Evidências</p><p>CONSENSO SOSORT</p><p>• Objetivos terapêuticos:</p><p>• A autocorreção em 3D - inclui a restauração</p><p>do três planos, correção de contraturas</p><p>(quando estão presentes) e auto percepção</p><p>(estímulos proprioceptivos e táteis)</p><p>(Weiss et al, 2006).</p><p>ESCOLIOSE</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>(Bettany-Saltikov et al, 2014).</p><p>AVD</p><p>FISIO</p><p>PACIE</p><p>NTE</p><p>FAMÍL</p><p>IA</p><p>64</p><p>CONSENSO SOSORT</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Tanto os tratamentos individuais</p><p>quanto os de grupo compartilham os</p><p>mesmos objetivos:</p><p>• Correções proativas da coluna para</p><p>evitar a cirurgia.</p><p>• Treinamento postural para evitar</p><p>ou desacelerar a progressão.</p><p>• Informações para apoiar um</p><p>processo de tomada de decisão.</p><p>• Ensino de um programa exercícios-</p><p>casa.</p><p>• Apoio para auto-ajuda.</p><p>• Prevenção e estratégias de</p><p>enfrentamento da dor.</p><p>SOSORT GUIDELINES</p><p>Técnicas Comprovadas</p><p>Pubmed / SOSORT</p><p>S.E.A.S.SCHROTH</p><p>DOBOMED</p><p>SIDE-SHIFT</p><p>ESCOLA</p><p>BARCELONA DE</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>PARA ESCOLIOSE</p><p>(BSPTS)</p><p>TERAPIA</p><p>INDIVIDUAL</p><p>FUNCIONAL</p><p>PARA A</p><p>ESCOLIOSE</p><p>(FITS)</p><p>ABORDAGEM DE</p><p>LYON</p><p>SCHROTH S.E.A.S.</p><p>ESCOLA</p><p>BARCELONA DE</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>PARA ESCOLIOSE</p><p>(BSPTS)</p><p>65</p><p>SchrothSchroth BSPTS</p><p>Dobomed</p><p>Side ShiftFITS</p><p>Lyon</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Método Schroth</p><p>66</p><p>Schroth</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Método Schroth</p><p>Schroth</p><p>Consciência do paciente</p><p>e Autocorreção em 3D;</p><p>Planos Frontal e Transversal</p><p>Associados com a respiração em</p><p>derrotação</p><p>Método Schroth</p><p>67</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência Científica</p><p>Entre todas as abordagens PSSE, o método Schroth (Lenhert-Schroth, 2007) é</p><p>entre os exercícios específicos mais estudado.</p><p>Seus estudos, resultados positivos:</p><p>- força muscular da coluna;</p><p>- função da respiração;</p><p>- dor;</p><p>- qualidade de vida;</p><p>- auto-imagem;</p><p>Dr. Hans Weiss, o diretor do Centro</p><p>de Reabilitação Asklepios Katharina</p><p>Schroth (1995-2008)</p><p>Dr. Manuel Rigo, diretor da</p><p>Barcelona Scoliosis Physical</p><p>Therapy School (BSPTS).</p><p>- Retardando a progressão da curva;</p><p>- Melhorando ângulos de Cobb;</p><p>- Diminuindo a prevalência de</p><p>cirurgias.</p><p>(Rigo et al, 2003; Rigo e t a l , 2 0 1 0 ; Weiss et al, 1997, 2002,2003, 2008, 2009, 2012).</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência Científica</p><p>Estudo controlado e randomizado (RCT ), tratamento pelo método Schroth em pacientes com escoliose</p><p>idiopática agora são validos. Portanto, foi alcançado evidência nível I para a reabilitação fisioterapêutica.</p><p>Schroth</p><p>68</p><p>Evidência Científica</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência CientíficaSchroth</p><p>69</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência CientíficaSchroth</p><p>Maior curva: Entre os grupos – 6 meses foi de - 4,1 ̊ (IC -6,5 ̊ a -1,7 ̊, p = 0,002), que foi</p><p>maior em 0,6 ̊ do que na intenção de tratar.</p><p>Soma de curvas: Entre os grupos ao longo do tempo foi estatisticamente significante,</p><p>favorecendo o grupo de Schroth (-0,50 ̊, IC 95% -0,8 ̊ a -0,2 ̊, p = 0,001).</p><p>A diferença a Soma de Curvas entre os grupos = 51,2 ̊.</p><p>Após a 6 Meses Schroth = 47,7 ̊e o Grupo Controle = 54,8 ̊.</p><p>A diferença entre os grupos também aumentou com severidade.</p><p>O efeito de protocolo foram maiores do que na análise de intenção de tratar.</p><p>BARCELONA ESCOLA DE FISIOTERAPIA PARA ESCOLIOSE (BSPTS)</p><p>Segue os conceitos básicos do método Schroth</p><p>BSPTS</p><p>(Rigo, QueraSalva e Puigdevall, 1991; Rigo, Reiter e Weiss, 2003; Rigo et al, 2008).</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Propriocepção e para</p><p>corrigir o esquema</p><p>corporal</p><p>Auxiliares Externos</p><p>70</p><p>(Mollon e Rodot, 1986; Maruyama et al, 2008; Maruyama, Takeshita e Kitagawa, 2008;</p><p>Bialek e M'hango, 2008; Bialek, 2011).</p><p>DOBOMED</p><p>Posição quadrúpede</p><p>(Est. Escápula e Quadril) - Cadeias cinemáticas</p><p>fechadas</p><p>Plano Sagital – Baseada no Schroth e Klapp</p><p>Dobomed</p><p>(Mollon e Rodot, 1986; Maruyama et al, 2008; Maruyama, Takeshita e Kitagawa, 2008; Bialek e M'hango,</p><p>2008; Bialek, 2011).</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Dobomed</p><p>71</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência Científica</p><p>Exercícios de curto prazo provoca um grau de melhora na função respiratória</p><p>significativamente maior de melhoria em do que outros métodos, e a</p><p>morfologia tronco.</p><p>(Wnuk et al, 2012)</p><p>DOBOMED</p><p>Estabilização das curvas de escoliose em crianças pode ser visto</p><p>radiograficamente.</p><p>(Durmala et al, 2003; Dobosiewicz et al, 2006)</p><p>Adolescentes - Pode diminuir os ângulos Cobb e rotação vertebral (Durmala el</p><p>al, 2003), ou, no mínimo, deter a progressão da escoliose (Durmala et al, 2009;</p><p>Durmala et al, 2007 ; Dobosiewicz et al, 2002).</p><p>Dobomed</p><p>(Maruyama et al, 2003; Maruyama, Takeshita e Kitagawa, 2008).</p><p>SIDE-SHIFT</p><p>Autocorreção no plano frontal</p><p>Intensivo</p><p>Acupuntura, órtese assistida de</p><p>apoio, medicamentos e TENS, Pilates,</p><p>liberação miofascial e Maitland.</p><p>Respiração mecânica como a Schroth</p><p>e DoboMed</p><p>Side Shift</p><p>72</p><p>SIDE-SHIFTSide Shift</p><p>SIDE-SHIFTSide Shift</p><p>73</p><p>SIDE-SHIFTSide Shift</p><p>(Mollon e Rodot, 1986; Maruyama et al, 2003; Maruyama et al, 2008; Bialek e M'hango, 2011).</p><p>FITS</p><p>Mobilização e</p><p>Respiração Corretiva</p><p>TERAPIA INDIVIDUAL FUNCIONAL PARA A ESCOLIOSE</p><p>(Functional Individual Therapy for Scoliosis - FITS).</p><p>74</p><p>(Mollon e Rodot, 1986; Maruyama et al, 2003; Maruyama et al, 2008; Bialek e M'hango, 2011).</p><p>FITS</p><p>TERAPIA INDIVIDUAL FUNCIONAL PARA A ESCOLIOSE</p><p>(Functional Individual Therapy for Scoliosis - FITS).</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>A Terapia Individual Funcional para Escoliose (FITS) - Białek e M'hango.</p><p>- Descrita em 2004 e publicada em 2008 e em 2010.</p><p>- 3 estágios: Exame (fase I), facilitação de correção (fase II) e Correção tridimensional</p><p>(3D) (estágio III).</p><p>Os resultados em pacientes adolescentes foram relatados anteriormente. Este estudo tem</p><p>como objetivo avaliar os resultados iniciais em crianças que iniciaram a terapia antes</p><p>dos 10 anos de idade para o Escoliose idiopática precoce.</p><p>75</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Idade inferior a 10 anos no início do tratamento, meninas e meninos, ângulo de Cobb entre</p><p>11 e 30, Risser zero.</p><p>N - 41 crianças: 36 meninas e 5 meninos (idade média de 7,7 1,3 anos).</p><p>Padrão de curva: A1-torácica única (5 crianças), A2-tóracolombar única (22 crianças) e</p><p>A3-torácica / tóracolombar dupla (14 crianças.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Exame (fase I):</p><p>- Distância da linha de prumo para: fenda anal, ápice da curva primária, ápice da curva</p><p>secundária e borda da escápula esquerda e direita;</p><p>- Nível das escápulas com Escoliômetro de Bunnell</p><p>- Ângulo de rotação do tronco torácica e lombar.</p><p>- Avaliação do comprimento das pernas;</p><p>- Avaliação dos membros inferiores em posição estática e marcha;</p><p>- Observação do tipo e localização da compensação;</p><p>76</p><p>SEAS- Avaliação do comprimento dos MMII e da pelve (adutor longo, adutor magno e</p><p>isquiotibiais);</p><p>- Avaliação dos membros inferiores em posição estática e marcha;</p><p>- Observação do tipo e localização da compensação;</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>- Facilitação de correção (fase II)</p><p>- Avaliação das possibilidades de correção da escoliose em pé e sentada.</p><p>77</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Correção tridimensional (3D) (estágio III).</p><p>- Para construir e estabilizar novos padrões corretivos da postura em posições funcionais,</p><p>começamos a partir da descarga correta do pé - Equilíbrio sensorial do motor.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>- Estabilização segmentar (atividades cotidianas).</p><p>- O exercício de estabilização para esta parte inferior do tronco - Essencial para o</p><p>desempenho de padrões corretivos da parte superior do tronco e da cintura escapular.</p><p>- A facilidade para a respiração corretiva de 3 planos - foi feita após a liberação do</p><p>diafragma e restaurando a mobilidade da articulação na coluna torácica para o exercício</p><p>de respiração da derotação do tórax.</p><p>78</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Durante o tratamento FITS - Tratamento individual duas vezes por mês (45 - 60 minutos) no</p><p>período inicial.</p><p>- Entre as reuniões individuais de terapia, os pacientes realizaram um conjunto de</p><p>exercícios adequadamente selecionados e prescritos em casa, uma vez por dia (30 a 45</p><p>minutos).</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>79</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência Científica</p><p>FITS</p><p>Desde a criação do método FITS em 2004, foram realizados numerosos estudos</p><p>sobre a eficácia da esse método em crianças com escoliose.</p><p>Esses incluem estudos sobre o impacto do método se encaixa em mudança do</p><p>ângulo de Cobb (Białek , 2011), o ângulo de rotação do tronco e postura escoliótica</p><p>(Czaprowski et al, 2009; Białek et al, 2005; Białek et al, 2007; Białek et al , 2013;</p><p>Białek et al, 2015).</p><p>(Mollon e Rodot, 1986; Bialek e M'hango, 2008; Bialek, 2011).</p><p>LYON</p><p>Correções</p><p>enfatizando os</p><p>paravertebrais</p><p>profundos</p><p>Controle da</p><p>respiração</p><p>Mobilização 3D</p><p>da coluna</p><p>vertebral</p><p>O método Lyon é focado principalmente sobre o uso da órtese</p><p>ARTbrace - inclui exercícios específicos de escoliose para apoiar o</p><p>tratamento.</p><p>Método Lyon</p><p>80</p><p>(Mollon e Rodot, 1986; Bialek e M'hango, 2008; Bialek, 2011).</p><p>LYON</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência Científica</p><p>A abordagem Lyon não é suportada pela evidência científica para os casos em</p><p>que o ângulo de Cobb é inferior a 20°.</p><p>Para casos em que o ângulo de Cobb é de 20° ou superior, o método depende</p><p>principalmente da avaliação e modelo do colete para a sua eficácia.</p><p>Segundo esta abordagem, os exercícios fisioterapêuticos são são prescritos</p><p>adequadamente para cada caso e são adaptado às necessidades particulares</p><p>dos indivíduos.</p><p>Método Lyon</p><p>“Scientific Exercises Approach to</p><p>Scoliosis” / Exercícios Científicos na</p><p>Abordagem da Escoliose”</p><p>Formação Master ISICO</p><p>• Contínuos</p><p>aperfeiçoamentos da</p><p>abordagem com base nos</p><p>resultados publicados na</p><p>literatura.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>81</p><p>(Grosso et al, 2002; Negrini et al, 2006; Guigui e Rillardon, 2006; Negrini et al, 2008a;</p><p>Negrini et al, 2008b; Romano et al, 2008).</p><p>Melhorar a</p><p>consciência</p><p>do paciente</p><p>quanto a sua</p><p>deformidade</p><p>Estabilização</p><p>ativa por meio</p><p>da ativação</p><p>intensiva de</p><p>todos músculos</p><p>estabilizadores.</p><p>Estimular a reação</p><p>de equilíbrio e</p><p>melhorar a</p><p>estabilidade da</p><p>coluna vertebral</p><p>Abordagem</p><p>cognitivo-</p><p>comportamental</p><p>para o paciente</p><p>e para a família</p><p>SEASSEAS - “Scientific Exercises Approach to Scoliosis” /</p><p>Exercícios Científicos na Abordagem da Escoliose”</p><p>Autocorreção em 3D</p><p>de forma autônoma</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>SEAS - “Scientific Exercises Approach to Scoliosis” /</p><p>Exercícios Científicos na Abordagem da Escoliose”</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>(Grosso et al, 2002; Negrini et al, 2006; Guigui e Rillardon, 2006; Negrini et al, 2008a;</p><p>Negrini et al, 2008b; Romano et al, 2008).</p><p>82</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Evidência Científica</p><p>Um ECR apresentaram melhora de curvatura em todos os pacientes tratados</p><p>após seis meses; a exercícios também mostraram ser eficazes na redução da</p><p>necessidade de prescrição de coletes ortopédicos e cirurgia</p><p>(Negrini et al, 2008).</p><p>SEAS</p><p>Exercícios SEAS X Programas de reabilitação "cuidados habituais"</p><p>Confirmada a eficácia dos exercícios SEAS em pacientes com escoliose, que</p><p>está em um alto risco de progressão e em comparação com exercícios não</p><p>adaptados, um tratamento específico e personalizado (SEAS) pareceu ser</p><p>mais eficaz</p><p>(Zaina et al, 2009).</p><p>SEAS</p><p>Eficácia dos exercícios</p><p>SEAS, para o tratamento</p><p>da Escoliose com curvas</p><p>inferior a 25°, evitando</p><p>sua progressão e a</p><p>utilização da órtese.</p><p>Evidência relatado nos resultados em 9 estudos prospectivo,</p><p>4 estudos retrospectiva e 2 relatos de casos (Adultos).</p><p>Exercícios SEAS associados a órtese</p><p>Importância da Abordagem em Equipe</p><p>Eficácia da abordagem cognitivo-</p><p>comportamental integrado com SEAS.</p><p>83</p><p>SEAS</p><p>Conclusão: Os exercícios SEAS, podem não só evitar a progressão.</p><p>que é fisiológica, quando as curvas excedem 45-50°,</p><p>mas até mesmo reduzir as</p><p>curvas.</p><p>Estudo de coorte de longo prazo</p><p>O estudo considerou 35 pacientes, e o tamanho médio da</p><p>escoliose foi de 56° Cobb.</p><p>Após 2 anos, 68% dos pacientes reduziram suas curvas.</p><p>A melhora média de todo o grupo de pacientes foi de 5° Cobb.</p><p>• Reverter o Ciclo Vicioso de Stokes.</p><p>SEAS</p><p>TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>BASEADO EM EVIDÊNCIAS</p><p>84</p><p>SEAS</p><p>• Treina r uma resposta automática de realização de uma posição mais</p><p>correta, estimulando a manutenção da postura 3D correta durante as AVD’s.</p><p>Princípios teóricos</p><p>SEAS</p><p>• Aprendizado motor!</p><p>Princípios teóricos</p><p>85</p><p>AUTO CORREÇÃO</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>86</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>87</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Pacientes tiveram que ter um diagnóstico primário de EIA - Ângulo de Cobb de 10°-25°,</p><p>Risser Menor de 2 e idade de 10 anos.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>88</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>A) Curvas Torácicas</p><p>- Deslocamento oblíquo das</p><p>vértebras (de baixo para cima);</p><p>- Sagital - Cifose aumentada e</p><p>lordose preservada.</p><p>B) Curvas Lombares</p><p>- Deslocamento lateral;</p><p>- Sagital - Lordose aumentada e</p><p>cifose tóracolombar reduzida</p><p>C) Curvas Tóraco-lombares</p><p>- Deslocamento oblíqua (de</p><p>baixo para cima);</p><p>- Sagital - Lordose aumentada e</p><p>cifose tóracolombar reduzida.</p><p>D) Curvas em forma de ''S”</p><p>- Deslocamento oblíqua (de</p><p>baixo para cima) /</p><p>Deslocamento lateral;</p><p>- Sagital - Cifose aumentada e</p><p>lordose preservada.</p><p>Desvios de vértebras seletivas e correções sagitais</p><p>resultam em de-rotação de vértebras horizontais.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>- Exercícios / Fortalecimento muscular</p><p>profundo da coluna, mantendo a auto-correção</p><p>e alongamento segmentar com os membros.</p><p>- A auto-correção durante os exercícios</p><p>orientados a AVDs (Sentado - Em pé, Subir /</p><p>Descer escadas, Obstáculos (visando melhorar o</p><p>controle neuromotor da coluna e dos membros).</p><p>- Exercícios: Girar, Superfícies instáveis e</p><p>caminhar ao mudar velocidade e direção</p><p>(visavam a coordenação e o equilíbrio).</p><p>- As cargas crescentes na coluna vertebral e</p><p>membros inferiores, Equilibrar pesos</p><p>gradualmente mais pesados em sua cabeça</p><p>(Sacos de areia de 0,3, 0,5 e 1,0 kg).</p><p>89</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Grupo de controle</p><p>Exercícios gerais: - Mobilização da coluna, Fortalecimento da coluna (músculos profundos</p><p>da coluna) e Alongamento (MM. dos membros e das costas), Equilíbrio e Caminhada</p><p>(Resistência e treinamento de velocidade).</p><p>Os pacientes em ambos os grupos foram seguidos individualmente.</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>As deformidades radiológicas permaneceram estáveis no grupo de controle e melhoraram no</p><p>grupo experimental no final do tratamento (uma diminuição de 5° no ângulo de Cobb)</p><p>Follow up: Ligeiro agravamento no grupo controle, enquanto o grupo experimental</p><p>permaneceu estável.</p><p>90</p><p>SEAS</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Conclusões</p><p>Nossos achados sugerem que um programa de reabilitação, incluindo auto-correção ativa,</p><p>exercícios orientados a tarefas e educação realizada até a maturidade esquelética, é útil</p><p>na redução do curso da deformidade espinhal e na melhora da QVRS em adolescentes</p><p>com AIS leve. Recomendamos seu uso em ambientes de assistência secundária em que o</p><p>pessoal esteja devidamente treinado para gerenciar o AIS.</p><p>TRATAMENTO DA ESCOLIOSE</p><p>BASEADO EM EVIDÊNCIAS</p><p>SUBGRUPOS</p><p>TRATAMENTO</p><p>TÔNICOS</p><p>TRATAMENTO</p><p>DINÂMICOS</p><p>RÍGIDO FLEXÍVEL</p><p>91</p><p>RÍGIDO FLEXÍVEL</p><p>SUBGRUPOS</p><p>Alongamento</p><p>Mobilidade Força</p><p>Estabilização</p><p>AVALIAÇÃO POSTURAL</p><p>FOTOS NAS POSIÇÕES:</p><p>- Inclinação Lateral (Posterior)</p><p>92</p><p>RÍGIDO FLEXÍVEL</p><p>SUBGRUPOS</p><p>Alongamento Mobilidade ForçaEstabilização</p><p>OUTROS SISTEMAS EM CONJUNTO</p><p>SEAS</p><p>93</p><p>• QUAL A RELAÇÃO ENTRE PARÂMETROS</p><p>BIOMECÂNICOS DA MARCHA COM O MEDO E</p><p>EVITAÇÃO EM ADULTOS COM ESCOLIOSE</p><p>DEGENERATIVA?</p><p>Utilizando análise quantitativa da marcha, este</p><p>estudo teve como objetivo examinar as</p><p>correlações entre medo e evitaçãoe vários</p><p>aspectos da marcha em pacientes adultos com</p><p>escoliose degenerativa.</p><p>Este estudo demonstra uma forte correlação</p><p>entre os parâmetros biomecânicos da marcha</p><p>com instrumentos para mensurar medo e</p><p>evitação do movimento (TSK e o FABQ).</p><p>http://journals.lww.com/spinejournal/Abstract/</p><p>publishahead/The_Relationship_between_Fear</p><p>_Avoidance_and.95405.aspx</p><p>CASOS CLÍNICOS DE SUCESSO DA</p><p>EQUIPE ESCOLIOSE BRASIL</p><p>Mais de 400 pacientes de todo o Brasil e do Exterior</p><p>foram tratados utilizando o</p><p>Tratamento Científico da Escoliose</p><p>94</p><p>TRATAMENTO CIRÚRGICO</p><p>TRATAMENTO CIRÚRGICO</p><p>95</p><p>TRATAMENTO CIRÚRGICO</p><p>8.3% taxa de recidiva cirurgia - 15 anos</p><p>(Lykissas 2013)</p><p>48% taxa de recidiva cirurgia - 20 anos.</p><p>(Mueller e Gluch, 2009)</p><p>Cirurgias tem alta taxa de complicações a</p><p>longo prazo.</p><p>Curto prazo 5% (Weiss 2008).</p><p>Longo prazo 29% (Asher 2006).</p><p>Correlataram que amaior expectativa e principal motivo para a cirurgia EIA é reduzir a dor e</p><p>a deficiência futura como adulto.</p><p>(Bridwell, et al. 2000)</p><p>Os resultados de 5 a 20 anos - Não fornecem provas de que essas expectativas são</p><p>atendidas e não há evidências conclusivas de que os resultados radiográficos melhorados</p><p>resultem em função melhorada, auto-imagem ou saúde.</p><p>(Weinstein et al, 2008 ;Bridwell KH et al., 2007)</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Conclusão: Não existe evidências suficientes que CIRURGIA X tratamento NÃO-CIRÚRGICO</p><p>mesmo em pacientes com escoliose grave (Curvas acima de 45 graus).</p><p>Tratamento da Escoliose Baseado em</p><p>Evidências</p><p>96</p><p>Como eu vejo os Métodos Sem Evidências Científica</p><p>para o Tratamento da Escoliose</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>Podemos Contar uma Nova História</p><p>para estes Pacientes</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>97</p><p>ESCOLIOSEComo deveria ser tratada a ESCOLIOSE NO BRASIL?</p><p>?</p><p>O caminho é longo e desafiador!</p><p>www.randradefisio.com.br</p><p>2</p><p>E A FISIOTERAPIA TEM EVOLUIDO?</p><p>3</p><p>4</p><p>Prática Baseada em Evidências</p><p>http://www.pedro.org.au/</p><p>DOR LOMBAR</p><p>5</p><p>DOR LOMBAR</p><p>COLUNA LOMBAR</p><p>6</p><p>DOR LOMBAR</p><p>TEORIAS</p><p>CRIANÇAS SEDENTÁRIAS</p><p>ESTILO DE VIDA</p><p>PIRAMIDE DA IDADE</p><p>27,6 % MAIS FRACAS</p><p>(20 ANOS)</p><p>7</p><p>8</p><p>COMO É A NOSSA COMUNICAÇÃO?</p><p>9</p><p>COMUNICAÇÃO</p><p>COMUNICAÇÃO</p><p>E PARA DOR NAS COSTAS?</p><p>10</p><p>COMUNICAÇÃO</p><p>E PARA DOR NAS COSTAS?</p><p>Contextualização</p><p>Dor ou desconforto entre as</p><p>margens costais e prega glútea</p><p>inferior, com ou sem irradiação</p><p>para membros inferiores.</p><p>Airaksinen (2006)</p><p>11</p><p>Ao longo da vida - 39%</p><p>Pontual - 18%</p><p>Últimos 12 meses – 30%</p><p>Prevalência</p><p>De acordo com recente revisão sistemática , de Hoy (2012)</p><p>Contextualização</p><p>• Patologias sérias de coluna (< 1%)</p><p>• Tumores</p><p>• Infecções</p><p>• Fraturas</p><p>• Doenças inflamatórias</p><p>Waddell (2004)</p><p>12</p><p>AS BANDEIRAS VERMELHAS NA DOR LOMBAR</p><p>Revisão sistemática - Pain 2017</p><p>"Most red flags for malignancy in low back pain</p><p>guidelines lack empirical support: a systematic</p><p>review"</p><p>Mostrou que a origem de muitas bandeiras vermelhas</p><p>não era clara ou era proveniente de relatos de casos.</p><p>A incidência de malignidade: Dor lombar 0% e 0,7%</p><p>Sete estudos forneceram dados de precisão</p><p>diagnóstica em bandeiras vermelhas.</p><p>Em conclusão: A origem e a precisão diagnóstica de</p><p>muitas bandeiras vermelhas endossadas em diretrizes</p><p>não são claras.</p><p>http://journals.lww.com/pain/Abstract/2017/10000/Most_r</p><p>ed_flags_for_malignancy_in_low_back_pain.6.aspx</p><p>• Comprometimento de raiz nervosa (<5%)</p><p>• Hérnia de disco;</p><p>• Estenose de canal lombar;</p><p>• Síndrome de cauda equina.</p><p>• ATENÇÃO : SINAIS CLÍNICOS IMPORTANTES</p><p>Contextualização</p><p>Waddell (2004)</p><p>13</p><p>• Dor lombar não específica (± 95%)</p><p>• Dor mecânica;</p><p>• Características sócio demográficas;</p><p>• Fatores físicos e psicossociais;</p><p>• Movimentos repetitivos;</p><p>• Postura estática ou sentada prolongadas.</p><p>Contextualização</p><p>Waddell (2004); Deyo (1988)</p><p>Bandeiras vermelhas x Amarelas</p><p>14</p><p>Classificação</p><p>Aguda • < de 6 semanas</p><p>Sub -</p><p>Aguda • 6 a 12 semanas</p><p>Crônica • > 12 semanas</p><p>Airaksinen (2006); Chou (2007)</p><p>15</p><p>• 90% melhoram em até 2 semanas expontaneamente</p><p>(Coste et al., 1994)</p><p>• Somente 10% tem dor significativa após 6 semanas.</p><p>• Geralmente recomendam Fisioterapia ou Manipulação somente</p><p>após 3 semanas (nas etiologias mecânicas)</p><p>• Hérnias discais sem compressão de cauda equina ou déficit</p><p>neurológico devem ser tratadas clinicamente - menos 1 mês</p><p>(Deyo & Weinstein, 2001)</p><p>História Natural</p><p>Dor lombar aguda Dor lombar</p><p>crônica</p><p>Prognóstico</p><p>Costa (2012); Costa (2009)</p><p>16</p><p>QUAL FATOR QUE MAIS CONTRIBUI PARA</p><p>RECIDIVA DA DOR LOMBAR APÓS O EPISÓDIO</p><p>DE DOR AGUDA?</p><p>Após um episódioagudodedor lombar:</p><p>- 1/3 Experimentará um novoepisódio,</p><p>- 1/2 Procurará por um profissional de saúde.</p><p>- A história de mais de 2 episódios anteriores</p><p>de dor lombar triplica a probabilidade da</p><p>recorrência dentro de1 ano.</p><p>https://academic.oup.com/ptj/article-</p><p>abstract/doi/10.1093/ptj/pzx067/3884292/Can-</p><p>Recurrence-After-an-Acute-Episode-of-Low-Back</p><p>POR QUE ISSO ACONTECE ?????????</p><p>17</p><p>SERÁ QUE SOMOS RESPONSÁVEIS POR</p><p>CRONIFICAR ESTA DOR???</p><p>COMUNICAÇÃO</p><p>COMO É A COMUNICAÇÃO PARA A DOR NAS COSTAS?</p><p>18</p><p>• Você tem uma coluna de 80 anos!!!</p><p>• Esta hérnia está apertando sua medula!!!</p><p>• Você tem bico de papagaio, degenarações na coluna!!!</p><p>• Você tem que contrair o abdome para abaixar ou para</p><p>carregar peso!!!</p><p>• Sua coluna é torta e por isso dói!!!</p><p>• Você tem dor por que você tem o joelho / tornozelo torto!!!</p><p>NOCEBO!!!</p><p>POR QUE A DOR AGUDA SE TORNA CRÔNICA?</p><p>19</p><p>20</p><p>POR QUE ISSO ACONTECE ?????????</p><p>- A DOR CRÔNICA ESTÁ RELACIONADA A MECANISMOS</p><p>EXTERNOS E COMPLEXOS INCLUSIVE EM SISTEMA NERVOSO</p><p>CENTRAL.</p><p>21</p><p>O QUE É BOM PARA DOR NAS COSTAS???</p><p>22</p><p>Modelo</p><p>Biomédico</p><p>Modelo</p><p>Biopsicosocial</p><p>Modelo Mecânico</p><p>Postural</p><p>Modelo Biomédico</p><p>23</p><p>Por que os profissionais de saúde não seguem os guidelines</p><p>sobre exames de imagem para dor lombar?</p><p>https://www.dropbox.com/s/34f702kytyff9pa/Imagi</p><p>ng_guidelines_BJSM.pdf?dl=0</p><p>Devo pedir exames complemetares?</p><p>24</p><p>A evidência de imagem degenerativa da</p><p>coluna é comum em indivíduos</p><p>assintomáticos eaumenta coma idade.</p><p>Essas descobertas sugerem que muitos achados</p><p>de degeneração nas imagens podem estar</p><p>relacionados ao envelhecimento normal e não</p><p>associadas à dor lombar.</p><p>Esses achados de imagem devem ser</p><p>interpretados no contexto da condição clínica do</p><p>paciente.</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC</p><p>4464797/pdf/nihms-696022.pdf</p><p>Devo pedir exames complemetares?</p><p>Revisão sistemática, realizado por Chiu et al (2015), evidenciou que as hérnias de</p><p>disco com o tratamento conservador ao longo do tempo podem sofrer regressão.</p><p>O estudo incluiu 361 casos de hérnias de disco lombares.</p><p>Os indivíduos possuíam 2 exames de imagem, um antes e outro após o tratamento.</p><p>Os casos incluíam:</p><p>• 60 discos abaulados</p><p>• 93 discos protusos</p><p>• 154 discos extrusos</p><p>• 54 discos sequestrados (*considerados os mais graves)</p><p>Conclusão que as hérnias de disco podem regredir ou desaparecer espontaneamente</p><p>sem intervenção cirúrgica, pois constatou-se que:</p><p>A extrusão e o sequestro do disco são mais propensos a regredir do que a</p><p>protuberância do disco (77% versus 30%).</p><p>O sequestro de disco teve uma taxa de regressão completa significativamente maior</p><p>do que a extrusão do disco (43% versus 15%).</p><p>25</p><p>O RISCO DO EXAME DE IMAGEM PRECOCE NA DOR LOMBAR AGUDA</p><p>A solicitação de exames de imagemna dor lombar aguda deve ser precedida de um exame</p><p>clínico criterioso. Existem indicações sobre os achados clínicos e o momento em que se</p><p>deve solicitar o exame de imagem.</p><p>Exames solicitado sem indicação adequada - Efeito negativo:</p><p>- Prejuízos para o paciente</p><p>- Maiores gastos com a saúde (Gastaram mais de US$13.000 em saúde comparado a</p><p>quem não fez).</p><p>- Maior número de cirurgias sem indicação</p><p>- Maior limitação das atividades.</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23883826</p><p>Custos</p><p>EUA – US$ 12 a 90 bi Reino Unido - £ 12 bi Austrália - A$ 9 bi</p><p>Degenais (2008)</p><p>26</p><p>Modelo Biopsicosocial</p><p>A finalidade do domínio psicossocial é identificar os pacientes que estão em</p><p>risco para a CRONICIDADE DOS SINTOMAS.</p><p>ATITUDES</p><p>CRENÇAS</p><p>COMPENSAÇÃO</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>EMOÇÕES FAMÍLIA</p><p>TRABALHO</p><p>27</p><p>Modelo Mecânico Postural</p><p>VAMOS QUEBRAR ALGUNS MITOS!!!</p><p>28</p><p>29</p><p>Terapêuticas Frequentes</p><p>• Suporte ortótico, exercícios de flexão e de extensão da</p><p>coluna, exercícios de elevação da perna retificada, exercícios</p><p>de inclinação pélvica, TENS, alongamentos e exercícios</p><p>aeróbios tais como natação e caminhada (Blanda et al.,</p><p>1993), além de Pilates, RPG, Mobilizações e Mckenzie.</p><p>• Descanso no leito, ultra-som, estimulação elétrica,</p><p>massagem, tração, manipulação, injeção com enzimas,</p><p>aplicação de calor ou gelo, medicamentos, aconselhamento e</p><p>backschool.</p><p>MITO</p><p>MITO</p><p>MITO</p><p>MITO</p><p>MITO</p><p>MITO</p><p>30</p><p>NIOSH (2001)</p><p>Dois estudos laboratoriais</p><p>(não há evidências científicas mostrando que o cinto reduz a incidência de lesão)</p><p>§ Bobick, et al., Applied Ergonomics, 32(6), 2001</p><p>§ Giorcelli, et al., Spine, 26(16), August 15, 2001</p><p>Cinto de proteção lombar</p><p>Previne lesão lombar?</p><p>31</p><p>COMO TRATAR ?</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>X</p><p>MACA DE DESCOMPRESSÃO</p><p>X</p><p>CIRURGIA</p><p>Macas de descompressão, funcionam?</p><p>32</p><p>Foram incluídos 32 ensaios clínicos randomizados - 2762 participantes (16 ensaios).</p><p>Sintoma mistos (aguda, subaguda e crônica dor lombar com e sem dor ciática).</p><p>Tração X Placebo X Tração Placebo ou Nenhum Tratamento.</p><p>Houve baixa evidência de qualidade moderada que a tração pode fazer pouca ou</p><p>nenhuma diferença na intensidade da dor, Estado funcional, melhora global ou</p><p>retornar ao trabalho.</p><p>Fisioterapia + tração X Fisioterapia sozinho ou Tração X Outros tratamentos</p><p>Foi muito-baixa a evidência de qualidade moderada que a tração pode fazer pouca</p><p>ou nenhuma diferença na intensidade da dor, Estado funcional ou a melhoria global.</p><p>Cochrane Database Syst Rev. 2013 Aug 19;(8)</p><p>Objetivo: Para examinar a eficácia da tração m ecânica em pacientes com</p><p>compressão da raiz nervosa lombar e dentro de um subgrupo pré-definido.</p><p>Métodos: 120 pacientes com dor lombar com compressão da raiz nervosa.</p><p>Durante um período de 6 semanas (2 por semana).</p><p>Tratamento de extensão com ou sem a adição de tração mecânica.</p><p>Resultados: Não houve diferenças significativas na incapacidade ou dor</p><p>resultados foram observados entre os grupos de tratamento em nenhum momento.</p><p>Conclusão: Pacientes com compr essão da raiz nervosa lombar que se apresentam</p><p>para a fisioterapia pode esperar mudanças significativas na incapacidade e dor ao</p><p>longo de um período de tratamento de 6 semanas.</p><p>Não há evidência de que a tração lombar mecânica em combinação com um</p><p>tratamento orientado é superior a exercícios de extensão orientada.</p><p>33</p><p>TratamentoCirúrgico</p><p>34</p><p>O objetivo deste estudo foi avaliar a evolução da hérnia de disco lombar em pacientes tratados sem</p><p>cirurgia.</p><p>- 69 pacientes com uma hérnia de disco lombar pela ressonância magnética.</p><p>63% dos pacientes mostraram uma redução de hérnia de disco de mais de 30%</p><p>(48% apresentaram uma redução de mais de 70%).</p><p>Apenas 8% - Demonstrou um agravamento do quadro clínico.</p><p>Estes achados sugerem que hérnia de disco lombar pode ser uma doença essencialmente não</p><p>cirúrgica.</p><p>• Os autores encontraram 6 estudos de alta qualidade, que analisaram 4 procedimentos cirúrgicos:</p><p>• – artroplastia pra fratura por compressão osteoporótica (2 estudos);</p><p>• – terapia eletrotérmica intradiscal pra dor discogênica (2 estudos);</p><p>• – lavagem e desbridamento artroscópico para osteoartrose de joelho;</p><p>• – desbridamento aberto do tendão extensor comum pra epicondilite lateral do cotovelo.</p><p>35</p><p>Opioid treatment Placebo non-respondersPlacebo responders</p><p>IMAGEM DO “EFEITO PLACEBO”</p><p>COMO TRATAR ?</p><p>LIBERAÇÃO MIOFASCIAL ???</p><p>36</p><p>Revisão sistemática analisaram 513 artigos, dos quais 8 foram</p><p>relevantes.</p><p>Dois ensaios clínicos com pessoas com epicondilite lateral (N = 95),</p><p>dois sobre fibromialgia (N = 145), três sobre dor lombar (N = 152) e</p><p>um sobre dor no calcanhar (N = 65).</p><p>O risco de viés foi considerado baixo em três e alta em cinco estudos.</p><p>Terapia foi de 30-90 minutos, 4 a 24 vezes durante 2-20 semanas. Os</p><p>tamanhos de efeito não atingiram a diferença mínima clinicamente</p><p>importante para dor e incapacidade nos estudos de dor lombar ou</p><p>fibromialgia. Em outros três estudos com alto risco de viés, o nível de</p><p>mínima</p><p>diferença clinicamente importante foi alcançado até dois</p><p>meses de acompanhamento.</p><p>A evidência atual sobre a terapia de liberação miofascial não é</p><p>suficiente para recomendar esse tratamento na dor</p><p>musculoesquelética crônica.</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/28956477/</p><p>PODEMOS RECOMENDAR A MOBILIZAÇÃO MIOFASCIAL</p><p>PARA A DOR MUSCULOESQUELÉTICA CRÔNICA?</p><p>37</p><p>COMO TRATAR ?</p><p>POSTURA ???</p><p>Foto que apresenta aumento do peso da cabeça sobre a</p><p>região cervical foi criada por um modelo computacional</p><p>utilizando um software chamado de Cosmoswork</p><p>(http://www.aertia.com/en/productos.asp?pid=319).</p><p>Revisão sistemática "The associations of mobile touch screen device use with musculoskeletal</p><p>symptoms and exposures: A systematic review" (2017), não há estudos longitudinais e concluem que</p><p>há evidências limitadas relacionadas a quantidade de uso, recursos, tarefas e posições de associação</p><p>com sintomas músculo-esqueléticos. (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/28787453)</p><p>Desta maneira, até o momento, não existem evidências que possam comprovar que o uso do celular</p><p>provoca dor cervical.</p><p>O USO DO CELULAR E A DOR CERVICAL:</p><p>ESSA RELAÇÃO É VERDADEIRA?</p><p>Vermos reportagem em jornais, revistas e televisão afirmando que o celular poderia ter</p><p>alguma relação com a dor cervical -"Text Neck”</p><p>Hansraj e Kenneth (2014)</p><p>38</p><p>POSTURA E DOR CERVICAL</p><p>Em um estudo com 1.108 adolescentes buscou identificar a</p><p>associação entre dor cervical e postura.</p><p>Os resultados mostraram ausência de associação entre dor</p><p>cervical e postura da coluna cervical independente do grupo</p><p>(cluster).</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/27174256</p><p>POSTURA SENTADA</p><p>39</p><p>POSTURA</p><p>Soldados são adultos JOVENS e fazem</p><p>ATIVIDADE FISICA todo dia e tem</p><p>POSTURA impecável</p><p>Estudo com mais de 1 milhão de soldados,</p><p>mais de 300 mil apresentaram dor nas costas,</p><p>destes 27% tornaram-se crônicos!</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/2747</p><p>6385/…</p><p>POSTURA</p><p>69 Estudos com 72.000</p><p>adolescentes com idade</p><p>entre 12 e 14 anos e não</p><p>existe associação entre dor</p><p>nas costas e o uso das</p><p>mochilas!</p><p>40</p><p>COMO TRATAR ?</p><p>EXERCÍCIOS???</p><p>Objectivo: Dor lombar crônica em adultos,</p><p>quais intervenções de exercício são as mais eficazes na</p><p>redução da dor em comparação com outros tratamentos.</p><p>4109</p><p>participants</p><p>(n=49</p><p>studies)MEDLINE, CINAHL, EMBASE, SPORTDiscus, PsycINFO</p><p>and The Cochrane Library was conducted up to</p><p>October 2014.</p><p>41</p><p>A prevalência de problemas nas costas foi de 64% nos 1069 adultos</p><p>com escoliose idiopática, em comparação com 29% nos 158</p><p>indivíduos sem escoliose.</p><p>- 30% dos indivíduos com escoliose idiopática que tinham</p><p>comprometimento do seu nível de atividade, comparado com 15%</p><p>daqueles sem escoliose.</p><p>Grupo escoliose idiopática - NÃO foram encontradas diferenças</p><p>significativas na prevalência de problemas nas costas entre os sexos,</p><p>juvenil e adolescente ou entre indivíduos não tratados, tratados e</p><p>tratados cirurgicamente.</p><p>42</p><p>Em um estudo populacional com adultos suecos, a prevalência de dor</p><p>lombar foi de 41%</p><p>(média de idade de 54 anos em comparação com 45 anos nos</p><p>indivíduos sem escoliose neste estudo).</p><p>Resultados: Nos dois grupos de corredores,</p><p>os discos se mostraram mais hidratados.</p><p>20 a 40km /</p><p>Semana</p><p>50km ou mais /</p><p>Semana</p><p>43</p><p>PILATES PARA DOR LOMBAR?</p><p>Revisão sistemática publicada por Yamato et al. (2016)</p><p>não encontrou nenhuma evidência de alta qualidade</p><p>para nenhuma das comparações dos tratamentos,</p><p>resultados ou períodos de seguimento investigados.</p><p>Há evidências de baixa a moderada qualidade de que</p><p>Pilates é mais eficaz do que uma intervenção mínima</p><p>para os desfechos dor e incapacidade.</p><p>Quando Pilates foi comparado com outros exercícios,</p><p>foi observado um pequeno efeito para a função.</p><p>Assim, existem algumas evid ências para a eficácia do</p><p>Pilates para a dor lombar, mas não há provas</p><p>conclusivas de que é superior a outras formas de</p><p>exercícios.</p><p>A decisão de usar o Pilates para a dor lombar pode ser</p><p>baseada nas preferências e nos custos do paciente ou</p><p>do prestador de cuidados.</p><p>PILATES PARA DOR LOMBAR?</p><p>www.scielo.br/pdf/spmj/v134n4/1806-9460-spmj-134-04-00366.pdf</p><p>44</p><p>WAJSWELNER et al (2012)</p><p>Método Pilates Clínico X Exercícios Gerais</p><p>(Cinesioterapia)</p><p>Não houve diferenças significativas entre os dois grupos.</p><p>6 semanas:</p><p>Ambos os grupos apresentaram</p><p>melhoras significativas.</p><p>12 a 24 semanas:</p><p>A diferença de variação entre os</p><p>grupos não foi estatisticamente</p><p>significativa, mas indicaram uma</p><p>tendência de maior melhora</p><p>no grupo GP.</p><p>45</p><p>- 8 semanas: de exercícios específicos para o tronco do método</p><p>Pilates e ciclismo estacionário em pacientes com lombalgia crônica.</p><p>- A intensidade da dor (VAS 10 cm) mostrou-se menor para o GP.</p><p>- Aos 6 meses: O padrão os dados não sugeriram diferença</p><p>clinicamente importante entre os grupos.</p><p>MARSHALL et al (2013)</p><p>A COMPARAÇÃO DO MÉTODO MCKENZIE NÃO</p><p>SUPEROU O PLACEBO CONSIDERANDO A</p><p>INCAPACIDADE EM PESSOAS COM DOR LOMBAR</p><p>Estudo recém-publicado no British Journal of Sports</p><p>Medicine (2017)</p><p>OmétodoMcKenzie foi ligeiramentemais efetivo do</p><p>que placebo para dor (mas a diferença não foi</p><p>clinicamente importante), mas não para</p><p>incapacidade, em pacientes com dor lombar crônica</p><p>não específica.</p><p>http://bjsm.bmj.com/content/early/2017/07/12/bjs</p><p>ports-2016-097327</p><p>46</p><p>O QUE É BOM PARA DOR NAS COSTAS???</p><p>47</p><p>• Recomenda-se fornecer informações adequadas para tranquilizar o paciente</p><p>em relação ao fato da dor lombar não ser uma doença grave e apresentar</p><p>recuperação rápida e satisfatória;</p><p>• Prescrição de medicamentos para alivio da dor;</p><p>• Terapia manual e/ou exercícios terapêuticos;</p><p>• Instruir o paciente a permanecer ativo o máximo possível e retornar</p><p>precocemente às atividades normais e de trabalho.</p><p>Fase aguda</p><p>• Recomendado acompanhamento multidisciplinar,</p><p>• Exercícios terapêuticos, terapia manual e terapia cognitivo-</p><p>comportamental</p><p>• Fornecer informações sobre dor lombar com a finalidade de quebrar</p><p>mitos sobre esta condição.</p><p>Fase sub-aguda</p><p>48</p><p>• Recomenda-se a prescrição de medicamentos (analgésicos simples,</p><p>anti-inflamatórios não esteróides, opióides fracos, antidepressivos e</p><p>relaxantes musculares),</p><p>• Terapia cognitivo-comportamental, exercícios terapêuticos,</p><p>intervenções educativas, acompanhamento multidisciplinar, Back</p><p>School e terapia manual.</p><p>Fase crônica</p><p>• 11 estudos - EDUCAÇÃO E PROGRAMA DE EXERCÍCIOS</p><p>• Adição de educação e programa de exercícios reduziram os</p><p>custos em comparação à abordagem clínica isolada;</p><p>• Fisioterapia pode trazer benefícios clínicos e reduzir custos.</p><p>Custo-efetividade</p><p>49</p><p>Tratamento</p><p>Terapia Cognitivo-</p><p>Comportamental</p><p>Intervenções e</p><p>estratégias de</p><p>aconselhamento</p><p>Modificar atitudes</p><p>e crenças</p><p>inadequadas</p><p>Rundell (2010); Lamb (2010); Roland (1996)</p><p>Não existe um protocolo definido, pois a intervenção dependerá de diversos fatores</p><p>individuais do paciente.</p><p>• O QUE É A EDUCAÇÃO EM DOR?</p><p>A educação em dor com base na neurociência, ou educação terapêutica, consiste em</p><p>sessões educativas para pacientes.</p><p>Essas sessões tem por objetivo explicar a neurobiologia da dor ao paciente diminuindo</p><p>suas crenças negativas</p><p>(Louw, Diener, Butler e Puentedura, 2011) .</p><p>DIFICULDADE PARA IMPLEMENTAR A EDUCAÇÃO EM</p><p>DOR NA SUA PRÁTICA CLÍNICA?</p><p>50</p><p>COMO FUNCIONA?</p><p>Inicialmente, a educação em dor. Suas crenças</p><p>podem contribuir para pensamentos negativos,</p><p>medos de movimentos e limitação das</p><p>atividades. A educação em dor visa trazer</p><p>conceitos adequados sobre dor e dismistificar</p><p>essas crenças.</p><p>COMO APLICAR?</p><p>Podem ser usados desenhos, vídeos, metáforas,</p><p>entre outros. A duração da educação em dor</p><p>pode variar de 15 minutos a 1 hora.</p><p>A EDUCAÇÃO EM DOR PODE SER</p><p>ACOMPANHDA POR OUTRAS INTERVENÇÕES?</p><p>A educação em dor pode ser utilizada com uma</p><p>combinação de tratamentos, incluindo</p><p>exercícios e a terapia manual</p><p>(Nijs et al., 2015).</p><p>COMO TRATAR ?</p><p>FISIOTERAPIA</p><p>- 90% são resolvidas em 2 a 4 semanas por</p><p>meio de Fisioterapia, repouso ou</p><p>medicamentos.</p><p>- Os 10% restantes são operados ou se</p><p>tornam portadores de lombalgia crônica.</p><p>51</p><p>COLUNA LOMBAR</p>