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<p>Iniciado em sexta-feira, 6 set. 2024, 08:44</p><p>Estado Finalizada</p><p>Concluída em sexta-feira, 6 set. 2024, 08:45</p><p>Tempo</p><p>empregado</p><p>1 minuto 54 segundos</p><p>Notas 1,00/7,00</p><p>Avaliar 14,29 de um máximo de 100,00</p><p>Questão 1</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Os estudos de futuro e a construção de cenários ainda são objeto de incompreensões e confusões em relação a seus objetivos e</p><p>possibilidades. Ao mesmo tempo, passou de abordagens muito genéricas e pouco estruturadas para formas mais especí�cas, dotadas de</p><p>métodos de cenarização de maior assertividade, com mais espaço para lidar com a incerteza e reorientar rumos de maneira mais</p><p>situacional, menos determinística.</p><p>Considere as alternativas abaixo e escolha a que se mostra mais aderente às teorias e abordagens de formulação estratégica e</p><p>construção de cenários , conforme os materiais de apoio sugeridos na trilha.</p><p>a. As possibilidades futuras são em geral conhecidas como hipóteses.</p><p>b. Dadas as incertezas, a melhor estratégia é adotar um cenário de referência em que as respostas possíveis possam ser</p><p>satisfatórias para qualquer cenário real.</p><p></p><p>c. Prospectiva e foresight foram métodos de construção determinística de cenários que, aos poucos, foram abandonados.</p><p>d. Os métodos mais modernos de construção de cenários são o método Delphi e a Matriz de Impactos Cruzados.</p><p>e. Métodos e técnicas de construção de cenários não são capazes de reduzir a incerteza.</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>As possibilidades futuras são em geral conhecidas como cenários.</p><p>Os estudos prospectivos não têm como objetivo prever o futuro, e sim, analisar diversas possibilidades plausíveis e organizar-se para</p><p>viabilizar uma delas, assumir e preparar-se para outra que seja minimamente exequível, precaver-se e mitigar as que se mostrem mais</p><p>ameaçadoras (cenários adversos).</p><p>Dadas as incertezas, a melhor estratégia é adotar um cenário de referência em que as respostas possíveis possam ser satisfatórias</p><p>para qualquer cenário real.  Mesmo adotando um cenário de referência, o planejamento deve se antecipar a cenários adversos e prever</p><p>medidas que respondam minimamente a qualquer outro cenário.</p><p>Prospectiva é vislumbrar o futuro a partir de desa�os que envolvem a tomada de decisão com base na de�nição de opções</p><p>estratégicas. O objetivo é construir atitudes face ao futuro. O foresight também é antevisão. Nenhuma dessas abordagens considera</p><p>que o futuro pode ser predeterminado.</p><p>Os estudos baseados no método Delphi e na matriz de Impactos Cruzados remonta aos anos 1970 e se concentrava na construção de</p><p>cenários baseados em reuniões de especialistas. À medida que essas "previsões" baseadas na opinião de especialistas foram se</p><p>mostrando frágeis, muitas vezes ingênuas e frustradas pela não ocorrência dessas previsões, o caráter incerto, as possibilidades</p><p>múltiplas de cenários alternativos e a in�uência de fatores sociais, institucionais e políticos passaram a ser vistos como essenciais à</p><p>a�rmação de cenários de referência.</p><p>Métodos e técnicas de construção de cenários são usados justamente para reduzir, mas não eliminar a incerteza.</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 1/7</p><p>Questão 2</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Distinguir estratégia, tática e operação é essencial para pensar políticas públicas. identi�car essas diferentes dimensões desde o início</p><p>ajuda a evitar a notória e a corriqueira confusão que acarreta uma série de problemas "em cascata", da formulação e análise da decisão</p><p>à implementação, monitoramento e avaliação.</p><p>"Políticas genéricas demais, em seus princípios e diretrizes, ausentes de teoria da mudança e que ao mesmo tempo querem, logo de</p><p>início, amarrar detalhes de implementação já nascem enviesadas. Aspectos táticos e operacionais poderiam ser amarrados na</p><p>pactuação federativa, com atores da sociedade civil e com maior autonomia dos gestores. Muitas vezes, quem deveria cuidar</p><p>(governança) da estratégia se esquece de fazê-lo e adentra sobre a tática e a gestão. Está criado ali o primeiro grande problema de</p><p>uma política pública, desde o nascedouro" ( Lassance, 2023).</p><p>https://docs.google.com/document/d/1xjEEuLGubd8-Nk8JkBRdV12TxBWkO6AAGbD1y8tsqKA/edit?usp=sharing</p><p>Distinga estratégia, princípios e diretrizes de políticas públicas, identi�cando como essas diferentes dimensões se relacionam entre si.</p><p>a. Estratégia se refere ao planejamento das ações necessárias para se superar um problema.</p><p>b. Estratégia signi�ca compreender um problema, suas características e dinâmicas, e tomar decisões de modo a contorná-lo,</p><p>confrontá-lo ou evitá-lo. A estratégia escolhe problemas prioritários a serem atacados de modo organizado e integrado.</p><p>c. A dimensão tática se refere à dimensão operacional. </p><p>d. A montagem de equipes, sua capacitação e treinamento, a organização e normatização dos procedimentos, entre outras ações,</p><p>são questões de ordem operacional e dizem respeito à gestão.</p><p>e. A execução de uma estratégia é função da dimensão tática e tem como aspecto central a governança.</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Estratégia signi�ca compreender um problema, suas características e dinâmicas, e tomar decisões de modo a contorná-lo, confrontá-lo</p><p>ou evitá-lo. A estratégia escolhe problemas prioritários a serem atacados de modo organizado e integrado.</p><p>A estratégia não é o planejamento das ações. O planejamento das ações é a preparação (tática) da implementação operacional de uma</p><p>estratégia. A tática demanda a mobilização dos recursos disponíveis para a consecução de uma estratégia.</p><p>A montagem de equipes, sua capacitação e treinamento, a organização e normatização dos procedimentos, entre outras ações, são</p><p>questões de ordem tática. A execução – o que seria, na analogia militar, o combate – é a dimensão operacional.</p><p>A montagem de equipes, sua capacitação e treinamento, a organização e normatização dos procedimentos, entre outras ações, são</p><p>questões de ordem tática. A execução – o que seria, na analogia militar, o combate – é a dimensão operacional.</p><p>Operação é execução. Na análise de políticas públicas, a dimensão operacional é hoje tratada pelo que se compreende como gestão. A</p><p>gestão diz respeito à maneira como se organizam insumos e produtos, na forma de �uxos e processos, para se gerar resultados</p><p>positivos, crescentes, em maior escala, a um menor custo e com um grau mais elevado de satisfação da sociedade para com os serviços</p><p>públicos.</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 2/7</p><p>https://docs.google.com/document/d/1xjEEuLGubd8-Nk8JkBRdV12TxBWkO6AAGbD1y8tsqKA/edit?usp=sharing</p><p>Questão 3</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>"O planejamento frequentemente envolve o pensamento estratégico." (Mintzberg, 1994). Por isso, é fundamental distinguir estratégias,</p><p>princípios e diretrizes de políticas públicas, identi�cando como essas diferentes dimensões se relacionam entre si.</p><p>Conforme Mintzberg, o planejamento estratégico não é pensamento estratégico. Um é análise, e o outro é síntese. As estratégias mais</p><p>bem-sucedidas são visões, e não planos. Compreender a diferença entre planejamento e pensamento estratégico é fundamental para</p><p>resguardar o lugar que o processo de formulação de estratégias deveria ter. Isso não signi�ca que a distinção entre ambas as</p><p>dimensões e momentos represente um abismo. Toda a organização gera "insights" que precisam ser detalhados no planejamento e</p><p>sintetizados na visão estratégica, para que o aprendizado organizacional aperfeiçoe a visão e aprimore o planejamento.</p><p>Com base no enunciado, encontre a alternativa mais coerente.</p><p>a. Planejadores não devem criar estratégias.</p><p>b. Planejadores devem criar estratégias com base em dados (evidence based).</p><p>c. Separar estratégia, planejamento e operação acaba por não integrar o planejamento.</p><p>d. A função do planejador estratégico é a de formular a estratégia. </p><p>e. O planejamento</p><p>estratégico envolve separar o pensamento estratégico da ação (operacionalização).</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Conforme Mintzberg: "Planejadores não devem criar estratégias, mas podem fornecer dados, auxiliar gestores a pensar de forma</p><p>estratégica e programar a visão."</p><p>Estratégia não é programar a visão. Programar a visão é a essência do planejamento estratégico, e não da formulação estratégica. O</p><p>planejamento se dedica a implementar a estratégia. Programar a visão depende obviamente que essa visão esteja previamente</p><p>formulada.</p><p>Mintzberg também apregoa separar o pensamento da ação no sentido de distinguir claramente o momento e a função de criação da</p><p>estratégia, pela alta administração, e o papel dos planejadores estratégicos, responsáveis por montar sistemas de planejamento para</p><p>implementar a estratégia. O planejador, entretanto, não é o gestor. O gestor é o responsável pela execução da estratégia, passo a passo,</p><p>por meio de instruções e procedimentos operacionais.</p><p>O planejamento estratégico distingue estratégia, planejamento e operação, mas ainda assim precisa estar integrado, na medida em que</p><p>o planejamento se refere à estratégia (se planeja aquilo que se formulou estrategicamente); e a operação se refere ao planejamento</p><p>(se executa o que foi planejado, eventualmente reti�cando e improvisando para adaptar a ação à melhor forma de execução para se</p><p>gerar o resultado mais aderente à estratégia).</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 3/7</p><p>Questão 4</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>O planejamento tradicional, conforme Matus,  formula seus planos em um vazio contextual.  Não considera a dimensão situacional,</p><p>ignora o político e o opõe ao técnico. Em uma visão parcial, imagina que o problema estratégico deve ser resolvido pelos políticos, mas</p><p>que a plani�cação deva ser deixada como domínio dos técnicos.</p><p>"Temos praticado uma plani�cação formal, ritual e tecnocrática, sem estratégia política que lhe incorpore viabilidade. Essa plani�cação,</p><p>na prática, é ignorada pelos políticos, que primeiro intuem e depois comprovam sua inutilidade. A análise estratégica suscita as</p><p>questões mais complexas, pois devemos trabalhar num nível prático-operacional com os conceitos de poder, motivação para atuar</p><p>usando o poder, força aplicada ou pressão de um jogador sobre uma jogada, etc. Devemos saber, ademais, distinguir entre viabilidade</p><p>para decidir uma jogada e viabilidade para alterar estavelmente a situação do jogo depois da jogada. Uma coisa não leva,</p><p>necessariamente, à outra. Em um e outro caso, é preciso avaliar os resultados sobre o poder acumulado pelos jogadores e suas</p><p>motivações." (Carlos Matus, 2007).</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/805/1/Coletânea%20Planejamento%20e%20Orçamento%20-</p><p>%20O%20plano%20como%20aposta.pdf#page=4(opens in a new tab)</p><p>Considere as alternativas abaixo e escolha a que parece mais aderente à abordagem de Carlos Matus.</p><p>a. O plano é o produto momentâneo do processo pelo qual um ator seleciona uma cadeia de ações para alcançar seus objetivos.</p><p>b. O estrategista toma decisões sabendo que é um espectador do mundo, que determina condições que não podem ser alteradas.</p><p>O papel do estrategista é julgar e criticar a realidade de forma inteligente e compreender a melhor decisão a tomar.</p><p>c. O governante sabe que não pode decidir quanto às variáveis que controla, nem assegurar resultados.</p><p>d. Governar é tomar decisões que não se confundem com apostas e que não levanta expectativas de resultados, pois esses são,</p><p>sobretudo, incertos.</p><p>e. Planejamento estratégico é algo que, se feito de forma sistemática e estruturada, prescinde da improvisação. </p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Para Matus, quem não pensa e não planeja estrategicamente se comporta como espectador de um mundo que determina condições</p><p>que não pode alterar. Não é essa a atitude do estrategista.</p><p>Se o governante pode decidir quanto às variáveis que controla, muitas vezes não pode assegurar resultados, pois esses dependem, em</p><p>alguma medida, também de variáveis que não controla. O pensamento estratégico permite justamente compreender essa diferença e</p><p>identi�car espaços de atuação autônoma.</p><p>Governar é tomar decisões com base em apostas, expectativas de resultados orientadas por premissas que possam ser minimamente</p><p>cogitadas e, algumas delas, controladas.</p><p>Sempre existe, porém, o perigo de confundir esse processo com um cálculo determinado por leis cientí�cas precisas, apoiado num</p><p>diagnóstico preciso da realidade.</p><p>O plano, na vida real, está rodeado de incertezas, imprecisões, surpresas, rejeições e apoio de outros atores.</p><p>Em consequência, seu cálculo é nebuloso e sustenta-se na compreensão da situação, ou seja, a realidade analisada na particular</p><p>perspectiva de quem plani�ca.</p><p>O estrategista sabe fazer, de forma oportuna e e�caz, o uso da improvisação como complemento necessário ao plano.</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 4/7</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/805/1/Colet%C3%A2nea%20Planejamento%20e%20Or%C3%A7amento%20-%20O%20plano%20como%20aposta.pdf#page=4</p><p>https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/805/1/Colet%C3%A2nea%20Planejamento%20e%20Or%C3%A7amento%20-%20O%20plano%20como%20aposta.pdf#page=4</p><p>Questão 5</p><p>Correto</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Situar a relação complementar entre missão, visão de futuro e valores, reconhecendo sua importância para a formulação estratégica.</p><p>Tente identi�car a missão, a visão de futuro e os valores da instituição. Avalie as alternativas de forma que a missão, a visão de futuro e</p><p>os valores estejam descritos de forma explícita e coerente nos planos e outros documentos institucionais.</p><p>a. A missão de uma organização é a sua �nalidade, sua razão de ser. Dessa maneira, identi�car como missão de uma organização</p><p>de educação a distância ser aquela que no futuro esteja entre as dez melhores do país cumpre plenamente este requisito.</p><p>b. A visão de uma organização é a sua �nalidade, sua razão de ser. Dessa maneira, identi�car como visão de uma organização de</p><p>educação a distância ser aquela que no futuro esteja entre as dez melhores do país cumpre plenamente este requisito.</p><p>c. Os valores de uma organização são a sua �nalidade, sua razão de ser. Dessa maneira, identi�car como valores de uma</p><p>organização de educação a distância ser aquela que no futuro esteja entre as dez melhores do país cumpre plenamente este</p><p>requisito</p><p>d. Valores podem ser entendidos como princípios. Missão pode ser entendida como objetivos públicos da organização. Visão</p><p>pode ser associada a impactos da ação da organização em benefício do público.</p><p></p><p>e. Missão, visão e valores podem ser compreendidos como sinônimos.</p><p>Sua resposta está correta.</p><p>A missão de uma organização é a sua �nalidade, sua razão de ser. Mais que isso, é seu propósito, em termos de valor público: o que ela</p><p>oferece de mais relevante para a sociedade, em termos da garantia de direitos ou da oferta de serviços.  Dessa maneira, a missão de</p><p>uma organização de educação à distância seria, por exemplo, a de oferecer educação a distância de qualidade não no sentido de se</p><p>tornar uma das dez melhores do país. O cerne da missão não é o engrandecimento da própria organização, mas o cumprimento de sua</p><p>função pública. Por exemplo, oferecer educação de qualidade e acessível a brasileiras e brasileiros fora da idade escolar e que tenham,</p><p>no ensino a distância, uma maneira de retomar os estudos. O foco, como se vê, é no público, e não na organização. Da mesma forma, a</p><p>visão é: no futuro, que contribuição palpável, eventualmente mensurável, a organização terá dado? Por exemplo: em dez anos,</p><p>contribuir para aumentar a escolarização de jovens e adultos de um bairro, de um município, de um estado, de forma a garantir o ensino</p><p>médio completo a 100% dos jovens e adultos daquela localidade ou região.</p><p>A visão, nesse sentido, se aproxima do resultado ou do</p><p>impacto que se almeja alcançar, caso a organização de fato cumpra sua missão a contento.</p><p>Os valores, por sua vez, são um conjunto de sentimentos ou crenças que orientam a conduta dos agentes públicos, entre si e na</p><p>relação com o público. São valores comumente enunciados a ética, transparência, excelência, moralidade, entre outros.</p><p>Dessa forma, valores podem ser entendidos como princípios. Missão pode ser entendida como objetivos públicos da organização. Visão</p><p>pode ser associada a impactos da ação da organização em benefício do público</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 5/7</p><p>Questão 6</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Reconhecer as características do processo decisório nas organizações, estabelecendo a diferença entre os elementos estratégicos e os</p><p>tático-operacionais é fundamental à governança, à gestão e à e�ciência das organizações.</p><p>Analise as alternativas abaixo e escolha a mais coerente com a abordagem proposta pela trilha de aprendizagem.</p><p>a. Apoio à decisão, assessoria de apoio à decisão e tomada de decisão são formas diferentes de se enunciar uma mesma atuação</p><p>no processo decisório</p><p>b. Assessoria de apoio à decisão é desde a identi�cação e análise de um problema quanto à formulação de alternativas postas à</p><p>mesa para a decisão, ponderando a adequação ou inadequação de cada alternativa, suas vantagens e riscos.</p><p>c. Apoio à decisão é a estrutura permanente de assessoria técnica especializada de apoio à decisão, com ferramentas de coleta,</p><p>processamento de dados, análise ex ante ou avaliação ex post à disposição para a tomada de decisão.</p><p>d. Tomada de decisão (decision-making) e processo decisório são sinônimos. Podem ser usados de modo transitivo.  </p><p>e. Quando o apoio à decisão dispõe de sistemas automatizados de coleta e análise de dados que estejam conectados à tomada</p><p>de decisões, trata-se de sistema de apoio à decisão.</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Apoio à decisão, assessoria de apoio à decisão, tomada de decisão (decision-making) e processo decisório são dimensões que envolvem</p><p>momentos e atores distintos ao longo do processo decisório.</p><p>Apoio à decisão: é desde a identi�cação e análise de um problema quanto à formulação de alternativas postas à mesa para a decisão,</p><p>ponderando a adequação ou inadequação de cada alternativa, suas vantagens e riscos.</p><p>Assessoria de apoio à decisão: é a estrutura permanente de assessoria técnica especializada de apoio à decisão, com ferramentas de</p><p>coleta, processamento de dados, análise ex ante ou avaliação ex post à disposição para a tomada de decisão.</p><p>De fato, quando o apoio à decisão dispõe de sistemas automatizados de coleta e análise de dados que estejam conectados à tomada de</p><p>decisões, trata-se de sistema de apoio à decisão.</p><p>Tomada de decisão (decision-making): é o processo de escolha de uma decisão tida como a mais adequada em relação a tantas outras.</p><p>Não se confunde com processo decisório.  Processos decisórios, por sua vez, são as regras e os procedimentos que levam a uma</p><p>decisão �nal legitimada enquanto decisão de Estado.</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 6/7</p><p>Questão 7</p><p>Incorreto</p><p>Atingiu 0,00 de 1,00</p><p>Compreender e problematizar, entendendo a complexidade da relação entre políticos, burocratas e outros na formulação da estratégia,</p><p>é parte essencial do exercício de dimensionar os potenciais e os limites da estratégia na articulação ou confronto com diferentes</p><p>atores.</p><p>É preciso mapear os atores envolvidos e seus diferentes interesses. Em seguida, deve-se reconhecer as características da coalizão de</p><p>atores no campo das políticas públicas. São elas que conformam um campo majoritário que institucionaliza regras dessas políticas e</p><p>gere seus recursos, incorporando ou ali�ando setores que se tornarão acolhidos ou marginalizados. O papel de uma assessoria</p><p>estratégica pode contribuir na construção de decisões mais e�cazes e efetivas.</p><p>Considere a abordagem da coalizão de atores em políticas públicas ("advocacy coalition framework") e analise as seguintes</p><p>alternativas:</p><p>a. Dirigentes são os agentes políticos, mesmo quando de per�l técnico, que compõem o alto escalão de organizações do Estado e</p><p>têm poder de decisão. A exemplo: o presidente da República, ministros, prefeitos, governadores.</p><p>b. Um burocrata em posição dirigente deve ser considerado como quadro técnico, tendo em vista que sua posição naquele cargo</p><p>é meramente eventual.</p><p>c. A mídia não é um tipo de ator distinto, tendo em vista que apenas reproduz a fala de atores que são, esses sim, bem</p><p>identi�cáveis.</p><p>d. Especialistas devem ser tratados, na análise de políticas públicas, como um tipo de burocrata. </p><p>e. Grupos de interesse, conforme a abordagem da coalizão de atores, devem ser afastados e neutralizados das decisões sobre</p><p>políticas públicas, na medida em que sua interferência acarreta sérios problemas de viés para essas políticas.</p><p>Sua resposta está incorreta.</p><p>Dirigentes são os agentes políticos, mesmo quando de per�l técnico, que compõem o alto escalão de organizações do Estado e têm</p><p>poder de decisão. A exemplo: o presidente da República, ministros, prefeitos, governadores.</p><p>Um burocrata em posição dirigente deve ser considerado enquanto dirigente, tomador de decisões, e não como quadro técnico. A</p><p>análise é feita exatamente quanto à sua posição naquele cargo dirigente, e não conforme sua expertise técnica.</p><p>A mídia deve sim ser considerada um tipo de ator distinto e relevante. Ela não apenas reproduz a fala de atores. Ela também constitui</p><p>um ator com interesses próprios, associados ao de outros atores de uma coalizão.</p><p>Os especialistas não devem ser tratados como burocratas. O burocrata é aquele que exerce funções de gestão. Especialistas em geral</p><p>atuam como consultores, assessores e analistas.</p><p>Grupos de interesse, na abordagem da coalizão de atores, devem ser levados em conta e incorporados nas decisões sobre políticas</p><p>públicas. Sua interferência deve ser aberta, transparente e equilibrada (regulada) para  evitar problemas de captura das políticas</p><p>públicas por grupos com interesses monopolísticos.</p><p>16/09/24, 15:55 Atividade avaliativa - Trilho 1: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6371890&cmid=123703 7/7</p>

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