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<p>CENTRO PAULA SOUZA</p><p>FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ITAPETININGA</p><p>CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL</p><p>ANA CAROLINA SANTOS DE CAMARGO</p><p>PAMELA EDUARDA FERREIRA ALVES</p><p>VALÉRIA DOS SANTOS</p><p>APLICAÇÃO DOS TEMPOS E MÉTODOS NA DETERMINAÇÃO DOS TEMPOS PADRÕES DE PRODUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO</p><p>Itapetininga, SP</p><p>2° Semestre/2022</p><p>ANA CAROLINA SANTOS DE CAMARGO</p><p>PAMELA EDUARDA FERREIRA ALVES</p><p>VALÉRIA DOS SANTOS</p><p>APLICAÇÃO DOS TEMPOS E MÉTODOS NA DETERMINAÇÃO DOS TEMPOS PADRÕES DE PRODUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO</p><p>Trabalho de Graduação apresentado como exigência para a obtenção do grau de Tecnólogo em Gestão da Produção Industrial da Faculdade de Tecnologia de Itapetininga, sob orientação da Prof.ª. Me. Flávia Morini Garcia.</p><p>Itapetininga, SP</p><p>2º Semestre/202</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>Agradecemos, em primeiro lugar, a Deus que ao longo dos anos de estudo tornou nossos objetivos em realidade, também aos nossos amigos e familiares e a equipe de trabalho que formamos, sempre unidas, pela amizade incondicional e pelo apoio demonstrado ao longo de todo o período em que nos dedicamos a este trabalho de graduação. Somos gratos professores em geral, mas em particular a nossa orientadora Profa. Me. Flávia Morini Garcia, obrigada por nos corrigir e ensinar a ter um melhor desempenho nesse processo de formação profissional ao longo do curso, onde nos conduziu com paciência e dedicação, pronta para compartilhar todo seu conhecimento. Obrigada a todos os alunos desta turma pelo ambiente amigável em que vivemos e consolidamos o conhecimento, que é a base para que concluamos com êxito este curso.</p><p>Obrigada a empresa Gabriele Ghiseline pela autorização e pelo fornecimento de dados e materiais que foram fundamentais para o desenvolvimento da pesquisa que tornou este estudo final de curso possível e com resultados excepcionais.</p><p>Por último, mas não menos importante, agradecemos a instituição de ensino Fatec Itapetininga, vital para o nosso processo de formação profissional, e todos que fazem parte por toda dedicação e disseminação de aprendizado no curso ao longo dos anos.</p><p>RESUMO</p><p>O estudo de tempos e métodos é utilizado para analisar os processos produtivos para determinar o tempo padrão de produção e avaliar possíveis melhorias em métodos de trabalho. O presente trabalho desenvolveu um estudo de caso de aplicação da metodologia de tempos e métodos em uma indústria têxtil de pequeno porte localizada na região de Itapetininga-SP, visando analisar os processos com o intuito de determinar o tempo padrão de produção de dois processos de trabalho (costura de etiqueta e prega de botão), em calça jeans e shorts, aqui denominados produtos A e B que representam a maior demanda da empresa. Embasado no referencial teórico, foram realizadas amostragens de cada atividade para ambos os produtos no setor de costura de etiquetas e prega de botões nas peças e após a amostragem estatístico dos dados, com 95% de confiabilidade, foram calculados os tempos normas, de ciclo e padrões, em segundos. A aplicação do estudo de Tempos e Métodos salientou que há padronização operacional nos setores pesquisados. Além disso também foi possível estabelecer o tempo padrão, onde para o produto A na costura foi de 18,596 segundos e na aplicação de botão 6,956 segundos. Já para o produto B, o tempo padrão foi de 17,212 e 6,038 segundos, respectivamente. Evidenciou-se, analisando os métodos de trabalho, que nestes processos não se apresentam etapas desnecessárias.</p><p>PALAVRAS-CHAVE: Padronização. Tempo padrão. Produtividade.</p><p>LISTA DE FIGURAS</p><p>Figura 1 – Fluxograma de Fabricação. 17</p><p>Figura 2 – Costura da etiqueta. 18</p><p>Figura 3 – Aplicação de botão. 19</p><p>LISTA DE TABELAS</p><p>Tabela 1 – Tempos preliminares das tarefas (em segundos) para o Produto A. 19</p><p>Tabela 2 – Tempos preliminares das tarefas (em segundos) para o Produto B. 20</p><p>Tabela 3 – Tamanho da amostra para o Produto A. 20</p><p>Tabela 4 – Tempo médio das tarefas (em segundos) para o Produto B. 21</p><p>Tabela 5 – Tempo normal das tarefas (em segundos) para o Produto A. 22</p><p>Tabela 6 – Tempo normal das tarefas (em segundos) para o Produto B. 22</p><p>Tabela 7 – Tempo de ciclo (em segundos) para o Produto A. 23</p><p>Tabela 8 – Tempo de ciclo (em segundos) para o Produto B. 23</p><p>Tabela 9 – Tempo padrão (em segundos) para o Produto A. 24</p><p>Tabela 10 – Tempo padrão (em segundos) para o Produto B. 24</p><p>Tabela 11 – Tempos das tarefas (em segundos) para o Produto A. 29</p><p>Tabela 12 – Tempos das tarefas (em segundos) para o Produto B. 31</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO 8</p><p>2 OBJETIVOS 10</p><p>2.1 OBJETIVO GERAL 10</p><p>2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 10</p><p>3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 11</p><p>3.1 A DIVISÃO E A ESPECIALIZAÇÃO DO TRABALHO 11</p><p>3.2 ESTUDOS DE TEMPOS 12</p><p>3.2.1 Cronoanálise 13</p><p>3.2.2 Determinação do tempo normal 14</p><p>3.2.3 Determinação do tempo padrão 15</p><p>3.3 APLICAÇÕES DE TEMPOS E MÉTODOS NA INDÚSTRIA BRASILEIRA 16</p><p>4 METODOLOGIA 20</p><p>5 ESTUDO DE CASO 21</p><p>5.1 PROCESSO DE PRODUÇÃO 21</p><p>5.1.1 Tempos e métodos Produtos A e B 24</p><p>6 CONCLUSÃO 31</p><p>REFERÊNCIAS 32</p><p>APÊNDICE A – AMOSTRAGENS PRODUTO A E B 35</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>As empresas estão crescendo e buscando se desenvolver cada vez mais e, devido a alta competitividade, elas têm procurado reduzir seus tempos de produção para serem mais competitivas e produzirem mais em menos tempo, já que em qualquer atividade esse é o princípio fundamental (VIEIRA et al., 2015).</p><p>A execução de trabalhos manuais ou que envolvam máquinas, requer atenção para se determinar a forma de produção mais econômica e rápida. A determinação do tempo padrão de uma determinada tarefa é fundamental para obter o número exato de pessoas e máquinas necessárias para realizar uma atividade, que se calculado corretamente pode ser um fator de melhoria, pois aumenta a eficiência do processo produtivo, permitindo maior remuneração pelo trabalho, preços mais baixos para o consumidor e maiores margens de lucro (MARTINS et al., 2019).</p><p>As empresas do ramo industrial perceberam a necessidade de estabelecer padronização e qualidade em seus processos produtivos e operacionais. A aplicação de tempos de métodos visa atualizar as indústrias com a atual realidade do mercado e trazer melhor forma de alcançar seus objetivos no processo de produção utilizando seus recursos disponíveis. A maioria das indústrias tem o objetivo de aumentar sua produtividade, realizando o estudo e aplicando em suas operações para diminuir a fadiga de seus colaboradores, evitando realizar movimentos desnecessários e uso indevido de materiais ou máquinas inerentes ao processo (FONSECA et al.,2017).</p><p>Dessa forma, o tempo padrão permite determinar o tempo de produção e define os parâmetros relacionados a produtividade que podem resultar em competitividade no mercado (MARTINS et al., 2019).</p><p>Uma empresa que almeja ser competitiva no mercado tem que conhecer seu processo e principalmente controlá-lo para otimizar e eliminar etapas desnecessárias do processo produtivo. Partindo deste princípio, é possível através da aplicação do estudo de Tempos e Métodos aumentar a produtividade e padronizar a operação reduzindo potenciais desperdícios?</p><p>Este estudo fundamenta-se na hipótese de que a aplicação do estudo de Tempos e Métodos pode oferecer a empresa: o aumento da produtividade, a redução do tempo de operação, a eliminação dos desperdícios e a padronização do processo produtivo.</p><p>O presente estudo de caso analisou a aplicação de Tempos e Métodos no setor de aplicação de etiquetas de composição em calças jeans e será realizado em uma indústria têxtil localizada na região de Itapetininga/SP.</p><p>O tema do presente estudo tem ênfase no setor produtivo, tendo como foco a aplicação do estudo de Tempos e Métodos em uma indústria têxtil, onde se pretendeu analisar os métodos produtivos objetivando determinar os tempos padrão de produção de dois dos produtos mais produzidos pela empresa: a calça jeans e shorts, aqui denominados Produto A e B, respectivamente.</p><p>15</p><p>2 OBJETIVOS</p><p>2.1 OBJETIVO GERAL</p><p>O presente trabalho visou aplicar</p><p>o estudo de Tempos e Métodos, em uma fábrica do ramo têxtil no setor de aplicação de etiquetas de composição, a fim de estudar o processo produtivo e avaliar possíveis melhorias causadas pela aplicação do estudo de tempos e métodos para se atingir a excelência utilizando os recursos da forma correta, mais rápida e mantendo o as especificações de qualidade.</p><p>2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>· Verificar a necessidade, viabilidade e aplicabilidade de mudanças no procedimento operacional padrão para aumentar a padronização dos processos;</p><p>· Aplicar o estudo de Tempos e Métodos afim de encontrar os tempos padrão de produção dos dois produtos mais produzidos pela empresa em estudo, Produtos A e B;</p><p>· Eliminar etapas desnecessárias da operação caso sejam encontradas na fase de estudo dos métodos;</p><p>· Evidenciar a importância da padronização das operações.</p><p>3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA</p><p>3.1 A DIVISÃO E A ESPECIALIZAÇÃO DO TRABALHO</p><p>Divisão e especialização do trabalho consistem em um conjunto de atribuições para funções variadas de acordo com as características físicas de cada indivíduo. (BARRADAS, 2012).</p><p>O pioneiro responsável por trazer a visão das divisões do trabalho é Adam Smith, um filósofo e economista britânico, que realizou estudos e levantamentos sobre a produtividade e de acordo com os resultados e concluiu que está diretamente ligada a divisão do trabalho. Após a aplicação das divisões é possível verificar e pontos claros de vantagens, como maior habilidade e aperfeiçoamento por parte dos colaboradores, já que todo o foco está tomado para aquela atividade faz com o que ele se aprofunde mais e tenha um resultado positivo aumentando a sua atuação e qualificação (SMITH, 2017).</p><p>Devido ao regime de produção de mercadorias, a divisão do trabalho se tornou uma condição necessária. Existem duas divisões do trabalho a serem consideras: a divisão dos trabalhos de operários (trabalhadores) em que cada um realiza uma atividade de um conjunto que resulta em um trabalho em equipe e a divisão social do trabalho que consiste nas diferentes formas úteis de trabalho (MARX, 2014).</p><p>Devido a grandes mudanças geradas com a revolução industrial Frederick Taylor surgiu com a ideia de aplicar métodos com regras e padrões a serem seguidos para executar as atividades da melhor maneira dentro das condições existentes, para um melhor aproveitamento do tempo e movimento, aumento a eficiência e otimizando os tempos. De acordo com as ideias da Administração Científica de Taylor, é da gerência a responsabilidade de controlar a vadiagem, o rendimento do operador e da máquina. Nesse contexto, para o autor era imprescindível realizar cálculos de tempos de produção utilizando cronômetros como ferramenta de medição, pois o trabalho era uma ferramenta para o desenvolvimento e crescimento do capitalismo (RIBEIRO et al., 2015).</p><p>Em 1903, Henry Ford criou uma indústria automobilística, que utilizava o sistema de produção desenvolvido por ele denominado de Fordismo, que consistia da parcialização das atividades produtivas. Ou seja, o colaborador era destinado a realizar uma limitada sequência de atividades repetitivas de modo que ele não precisasse possuir nenhuma qualificação, pois não era necessário que ele aprimorasse seus conhecimentos técnicos. A interação dos colaboradores partia das atividades na linha de montagem e era a responsável por fazer a conexão de todas as atividades individuais. A velocidade imposta a linha de montagem também conduzia o tempo que os colaboradores deveriam realizar a atividade de acordo com as necessidades da empresa e com isso houve uma integração vertical na qual se tinha todo o controle da produção. Nesse contexto, surgiu a estrutura da fabricação em massa que é utilizada e aplicada até a atualidade (CUNHA, 2016).</p><p>3.2 ESTUDOS DE TEMPOS</p><p>O precursor do estudo de Tempos foi Frederick Winslow Taylor conhecido por ser o pioneiro da administração científica, onde buscava estudar formas de aumentar a eficiência possibilitando produzir mais com menos recursos. O casal Frank e Lilian Gilbreth, avançou nos estudos de Tempos de Taylor criando o estudo de movimentos, utilizando a área da construção civil para levantar os dados inerentes a sua pesquisa (CORRÊA; CORRÊA, 2017).</p><p>Quando criou a teoria de estudo de Tempos, Taylor inicialmente objetivava encontrar a solução para as seguintes questões: “Qual a melhor maneira de realizar um trabalho ou operação? ” E “Qual a produtividade máxima de um operário em um dia de trabalho? ”. Enquanto trabalhava na Midvale Steel Company, Taylor fez alguns estudos e notou que a produtividade estava diretamente associada ao tempo de trabalho efetivo e descanso do operador. Com isso, ele criou os princípios da administração científica que envolvem o planejamento, preparo, controle e execução das tarefas de modo que todo o processo seja pensado e analisado buscando a máxima eficiência, aliando produtividade ao desenvolvimento do potencial máximo de cada operador (LIRA, 2020).</p><p>Segundo Amaro (2012), o estudo de Tempos é uma técnica de medir o trabalho que permite determinar o tempo padrão para a realização de tarefas de forma a aniquilar as ações desnecessárias.</p><p>O estudo de Métodos visa analisar todos os movimentos necessários para a execução de uma operação específica. Tem como principais objetivos a eliminação de movimentos desnecessários além de analisar e determinar a sequência de movimentos mais adequadas ao operador, com o intuito de alcançar a máxima produtividade e evitar fadiga desnecessária (MOREIRA, 2015).</p><p>Além disso, a ergonomia é indispensável quando se aplica Tempos e Métodos já que a intenção é avaliar o trabalho do colaborador ou sistema homem-máquina e encontrar a postura adequada para realizar suas atividades alcançando suas metas e mantendo sua produtividade. Assim, planejar o estudo de Tempos e Métodos sem consultar e estudar os fatores de risco ergonômicos é praticamente um trabalho perdido já que estão presentes durante todo o período de trabalho do colaborador. O estudo se aplicado da forma correta gera resultados positivos para a empresa e colaborador diminuindo as taxas de absenteísmo e aumentando a saúde do colaborador e sua produtividade (COSTA et al., 2017).</p><p>3.2.1 Cronoanálise</p><p>A cronoanálise é uma metodologia que busca avaliar e registrar os tempos gastos em uma operação, procura detectar as falhas em cada fragmento desta e definir uma continuidade e fluxo de processos mais eficientes, além de ajudar a identificar os possíveis gargalos de produção (ROCHA; NAVARRO, 2014).</p><p>O método consiste em utilizar de cinco etapas, como citado por Corrêa e Corrêa (2017) visando estabelecer um tempo padrão para cada fase da operação:</p><p>1) A primeira etapa é definir a tarefa a ser estudada, identificando seu início e fim;</p><p>2) A segunda etapa consiste em dividir a tarefa a ser estudada em elementos (atividades) menores bem definidos;</p><p>3) A terceira fase é a cronometragem de um trabalhador devidamente treinado na função, a fim de colher um conjunto preliminar de valores que serão utilizados para cálculo da média e a dispersão estatística preliminar para cada elemento. Estes dados serão utilizados para definir o tamanho da amostra. Vale ressaltar que qualquer evento anormal que for diagnosticado durante as cronometragens deve ser desconsiderado para não interferir nos cálculos;</p><p>4) Na quarta fase será determinado o tamanho da amostra, considerando os tempos obtidos na cronometragem preliminar excluindo os dados de eventos especiais de variação;</p><p>5) A quinta etapa consiste em estabelecer os padrões, visto que os valores obtidos estão sujeitos a variação de ritmo do operador cronometrado. O analista deve saber qual ritmo considerado normal para estimar se o operador cronometrado estava abaixo ou acima desse ritmo e o quanto. O fator de ritmo é subjetivo, portanto, o estudo vai depender da experiência e conhecimento do analista sobre a função estudada.</p><p>Neste contexto, para determinar o tamanho da amostra é utilizada a Equação 1 apresentada na sequência (CORRÊA; CORRÊA, 2017, p.306):</p><p>(1)</p><p>Onde:</p><p>= tamanho da amostra;</p><p>= precisão necessária para o tempo estimado;</p><p>= média dos tempos preliminares;</p><p>= desvio padrão dos tempos preliminares;</p><p>= quantidade de desvios padrão para o nível de confiança requerido.</p><p>3.2.2 Determinação do tempo normal</p><p>O tempo normal é o tempo necessário para a concluir uma tarefa em um ritmo normal, ou seja, sem esforço, sem tolerância, apenas o tempo necessário para concluir a tarefa (MARTINS et al., 2019).</p><p>Para calcular do tempo normal, aplica-se o tempo cronometrado em seguida faz-se o registro das informações necessárias, avalia-se o ritmo do funcionário, registra as leituras realizadas e determina o número de ciclos cronometrados. O tempo normal é determinado como uma porcentagem da média dos tempos e multiplicada pelo ritmo, o resultado da equação é o que determina a velocidade do colaborador durante a execução da tarefa, que na maioria das vezes é em segundos (CORRÊA; CORRÊA, 2017).</p><p>A Equação 2 apresenta como é o cálculo do tempo normal, segundo (MARTINS et al., 2019; p. 4).</p><p>(2)</p><p>Onde:</p><p>= Tempo normal;</p><p>= Tempo médio cronometrado;</p><p>= Fator de Ritmo.</p><p>Os tempos de cronometragem são analisados em paralelo com o fator de velocidade do colaborador, vale lembrar que cada pessoa tem sua rapidez e agilidade naturais. Portanto, o esforço e a habilidade individual precisam ser considerados. No entanto, esse tempo não pode ser utilizado como rendimento médio diário, pois há circunstâncias durante a jornada de trabalho que fazem o rendimento obtido ser inferior ao calculado com esse tempo (MARTINS et al., 2019).</p><p>3.2.3 Determinação do tempo padrão</p><p>O tempo padrão é tempo de ciclo, que é a soma do tempo normal para as diversas tarefas envolvidas na operação, mais o tempo gasto em momentos improdutivos que são prioridade pessoal, como: necessidades básicas, fisiológicas, descanso, regulagem de máquinas e equipamentos, troca de turnos, de conforme a carga horária como segue a Equação 3 para o cálculo do Tempo de ciclo e a Equação 4 para o cálculo do Tempo padrão (CORRÊA; CORRÊA, 2017, p. 307)</p><p>Outro fator de tolerância é a fadiga, e embora não possa ser mensurada o estudo é de extrema importância, pois varia devido ao esforço que afeta diretamente o volume, como atividades que demandam força, repetição, exposição a temperaturas, ruído e iluminação. As exceções ao uso do Tempo-Padrão é quando há alterações no ciclo, como falta de materiais ou problemas mecânicos (MILNITZ, 2018).</p><p>(3)</p><p>Onde:</p><p>TC = Somatória de cada um dos n tempos normais componentes do ciclo.</p><p>(4)</p><p>Onde:</p><p>= Tempo padrão;</p><p>= Tempo de ciclo é a somatória do tempo normal para todas as tarefas que constituem a operação;</p><p>= Fator de tolerância.</p><p>Para que a definição do tempo padrão seja ideal, essas técnicas devem ser aplicadas corretamente e definir o tempo necessário para realizar as atividades com precisão na cronoanálise, para medir corretamente o tempo de produção, para padronizar métodos de operação, maior precisão de medida para processos complexos com funcionários especializados para função, pois é fundamental ter como base um funcionário habituado e treinado e com um rendimento normal de produção (MILNITZ, 2018).</p><p>3.3 APLICAÇÕES DE TEMPOS E MÉTODOS NA INDÚSTRIA BRASILEIRA</p><p>O recurso mais caro para a indústria é o tempo e, infelizmente, durantes os processos produtivos e operacionais por falta de padronização nos processos, os operadores acabam ficando em espera entre as trocas de atividades. Essa ociosidade ocorre muitas vezes por eles não terem conhecimento do tempo correto ou tempo padrão para realizar uma determinada atividade. Dessa forma, com a aplicação do estudo dos métodos traz um melhor aproveitamento do tempo e aumento da capacidade produtiva dos colaboradores e setores envolvidos no estudo, se a maneira de executar a atividade não for estudada não será capaz executar a divisão das etapas a serem realizadas não viabilizando maneiras de estimar o melhor tempo a realizar o processo (ROCKENBACH et al., 2019).</p><p>A realização da aplicação de tempos e métodos é essencial para a indústria e para outros setores da economia como a agricultura, pois ela visa melhoria nos processos operacionais e produtos até mesmo da gerência e negócios sempre e proporcionando a melhor forma de executá-los utilizando os recursos disponíveis, aumentando sua eficiência e gerenciamento (ROCKENBACH et al., 2019).</p><p>Em uma propriedade de agricultura familiar localizada na cidade de missal no interior do Paraná é realizado o processo de ordenha mecânica onde foi realizado o estudo de tempos e métodos para saber qual é a capacidade produtiva de sua unidade. Para o início do estudo foi cronometrado o tempo de 20 ordenhas com o seu processo por completo, após a realização das cronometragens foi realizado o procedimento de operacional padrão para os colaboradores que lidam diretamente com a ordenha tenha suas atividades padronizadas, para que independente de quem a execute tenha o mesmo resultado. Em sequência realizaram a cronoanálise onde foi perceptível a necessidade de realizar cronometragens individuais por tarefas que eram elas, segundo Rockenbach et al. 2019:</p><p>• Realizar a limpeza dos tetos da vaca;</p><p>• Colocar o conjunto na ordenha;</p><p>• Acompanhar a ordenha;</p><p>• Retirar o conjunto da ordenha.</p><p>Ao finalizarem a separação das atividades, realizaram o cálculo de eficiência considerando as habilidades e esforços dos colaboradores envolvidos, onde foi calculado o tempo padrão onde chegaram a um total de 20 medidas. Ao finalizarem os cálculos das capacidades produtivas foi possível ver a real capacidade de sua unidade. Após a padronização do estudo de tempos e métodos aplicado concluiu um número ideal para o estudo. Onde foi possível sanar movimentos desnecessários e ineficientes, e melhorando o processo e o tempo de execução das atividades aumentando o tempo produtivo (ROCKENBACH et al., 2019).</p><p>Segundo Costa et al. (2017) ao realizarem um estudo de caso em uma indústria têxtil produtora de bermudas, com produção de cerca de 200.000 peças por mês, aplicando o estudo de Tempos e Métodos no setor de pesponto de lapela foi possível calcular: o tempo de produção por ciclo e o número de peças que podem ser produzidas em cada um, o uso da máquina, o nível de serviço prestado pelo funcionário e pôr fim a produtividade do dia. Antes disso, o processo era realizado por apenas uma máquina automática, abastecida pelo colaborador, após o término do ciclo era descarregada pelo mesmo e continuavam as etapas subsequentes, considerando que a produção era totalmente padronizada a menos que a máquina apresentasse falha mecânica ou acidente de trabalho.</p><p>Através da análise verificou-se que os operadores estavam ociosos na maior parte do tempo do processo produtivo, pois utilizavam a máquina 71% do tempo, enquanto a mão de obra própria representava apenas 29%. Ou seja, enquanto a máquina estava operando ele estava parado no processo. Observa-se nitidamente que os operadores ficavam inoperantes por muito tempo, mesmo se tratando de 34 segundos por ciclo, mas em um ambiente industrial “tempo é dinheiro”. A partir desses dados optou-se por implementar no processo mais uma máquina, visando o dobro de peças, pois, a velocidade é maior e todas as etapas têm melhor aproveitamento, tornando a produção mais enxuta, eficiente e com qualidade (COSTA et al., 2017).</p><p>A instalação de mais uma máquina foi fundamental para a eficácia no desenvolvimento da tarefa. Os benefícios com a nova forma de trabalho foram: menos tempo de ociosidade, menos monotonia, manutenção de apenas 1 funcionário para cada 2 máquinas, aumento da produção sem grandes investimentos, produção enxuta e maximização da lucratividade do setor. O estudo foi aplicado em apenas um setor da confecção, aplicado na fábrica como um as poderia ser aplicado em toda fábrica, assim resultados expressivos poderiam ser alcançados e a empresa se beneficie da maximizando seus lucros e agilização de seus processos (COSTA et al., 2017).</p><p>Um outro estudo realizado por Luz et al. (2017) aplicou</p><p>o estudo de Tempos e Métodos afim de solucionar problemas em uma indústria alimentícia, localizada na cidade de Santa Izabel, Pará, produtora especificamente gordura vegetal. O estudo se iniciou com uma visita à fábrica para conhecer a estrutura e os processos que seriam estudados. A operação escolhida para realizar a análise foi a de encaixotamento da gordura vegetal, que realiza movimentos padronizados e repetitivos. A partir da escolha do processo, foi realizada a subdivisão das etapas da operação juntamente com o mapa fluxograma e o fluxograma vertical.</p><p>Foram realizadas cinco cronometragens preliminares a fim de obter amostras para calcular o número de ciclos necessários para o estudo, com o objetivo de obter a velocidade dos operadores, aplicado o tempo de tolerância, realizado de acordo com os intervalos dos funcionários para se obter a carga horária diária. Ao finalizar as cronometragens foi calculado o tempo normal e o tempo padrão para cada unidade de caixa produzida (LUZ et al., 2017).</p><p>O objetivo do estudo foi alcançado, visto que foi determinado o tempo padrão de produção considerando variações devido a atraso operacional. A partir dessa informação pôde-se determinar a capacidade produtiva com maior acurácia além de se ter um controle operacional melhor. Com a utilização da ferramenta de Engenharia de Métodos foi possível eliminar gargalos e processos que não agreguem valor, aumentando a capacidade produtiva (LUZ et al., 2017).</p><p>Fonseca et al. (2017) aplicaram a Engenharia de Tempos e Métodos em uma indústria alimentícia, na linha de produção de pães de forma, com uma produção média diária de 480 unidades, mapeando os processos, seus operadores e os tempos de cada atividade, o estudo permitiu avaliar o ritmo dos operadores e sua variação do ritmo ideal da empresa. Além disso, auxiliou a encontrar o tempo de ociosidade do colaborador, o que permitiu a empresa avaliar a possibilidade de usar a mão de obra para fabricação de outros produtos e/ou execução de mais tarefas objetivando um melhor aproveitamento do recurso humano disponível.</p><p>Ademais, a empresa ainda optou por escolher um colaborador modelo para avaliar e eliminar os movimentos desnecessários inerentes a operação, e após treinar os demais colaboradores para o novo processo produtivo. O estudo permitiu uma redução no tempo produtivo, instaurando assim um novo tempo ideal para a empresa (FONSECA et al., 2017).</p><p>4 METODOLOGIA</p><p>Estudo de caso é um método descritivo que visa demonstrar por meio de uma atividade, caso ou tarefa exemplar, a resolução de problemas. O método necessita de 3 fases para obtenção de resultados satisfatórios: Apoio de referencial teórico; utilizar de uma variedade de dados, métodos de coleta, instrumentos e procedimentos a fim de se obter todos os dados inerentes a pesquisa e evitar interpretações únicas e superficiais; e fornecer as evidências utilizadas para a análise, descrever com assertividade todos os eventos envolvidos (ANDRE, 2013).</p><p>Para cronometrar as operações foi utilizado um cronometro digital da marca TAKSUN e a seleção das costureiras e operadoras de máquina foi aleatória, ou seja, foram escolhidas pelas peças em que trabalhavam no momento do levantamento de dados.</p><p>Neste contexto, o presente estudo de caso seguiu as seguintes etapas:</p><p>· O estudo teórico em bibliografias sobre o estudo de Tempos e Métodos: Cronoanálise, determinação de tempo normal e padrão, a aplicação do método na indústria brasileira, entre outras.</p><p>· Realização de uma visita de campo na empresa em estudo, no mês de Julho de 2022, para a coleta dos dados: realizou-se o levantamento das amostras de tempo do processo para cálculo dos tempos médio, normal e padrão de cada processo a ser estudado para a produção do Produto A e B.</p><p>· Avaliação da necessidade de melhorias nos métodos de trabalho para padronização das atividades.</p><p>5 ESTUDO DE CASO</p><p>A empresa analisada é uma fábrica prestadora de serviços tanto com máquinas como atividades manuais de acabamento de costura situada em Itapetininga-SP desde o ano 2000. Conta com aproximadamente 100 colaboradores, ou seja, uma empresa de pequeno porte, onde é feito o acabamento de calças, shorts, bermudas, saias para marcas conhecidas em todo país.</p><p>Na indústria têxtil, o acabamento consiste em: na finalização da confecção da peça, uma verificação final para possíveis fios soltos ou costuras com algumas imperfeições e tecidos com uma pequena quantidade de resíduos ou fiapos. Entretanto, para quem consome a peça, a forma como as costuras aparecem também faz parte do visual, e quanto melhor o acabamento, maior a qualidade, por isso é imprescindível entender a importância do acabamento para a costura.</p><p>As empresas desenvolvem o modelo e terceirizam as etapas de costura para as confecções, portanto, essas peças são produzidas de acordo com o padrão prescrito. Em seguida são tingidas, lavadas e passadas para então serem enviadas para o acabamento.</p><p>Em todas as etapas são verificadas a qualidade da peça (em termos técnicos e estéticos), mas os detalhes e o acabamentos trabalhados também são importantes para a imagem. Um acabamento mal executado vai gerar problemas na costura e acarretará em uma aparência desalinhada. Todavia, um bom acabamento dará às roupas uma boa aparência e para obter um alto padrão de qualidade é necessário possuir padrões de controle bem apurados.</p><p>5.1 PROCESSO DE PRODUÇÃO</p><p>Ao chegar no barracão, as peças são direcionadas aos primeiros processos, que são independentes entre si: a aplicação de botões e rebites; a aplicação de etiquetas identificadoras de composição; definição do Stock Keeping Unit (SKU) que é um código logístico para identificar e organizar estoque; e aplicação do Radio Frequency Identification (RFID) que é um método de identificação através de sinais de rádio que recuperam e armazenam os dados à distância utilizando dispositivos chamados etiquetas RFID ou tags RFID.</p><p>Em seguida, elas são movimentadas até o setor de arremate, onde são cortados os fios e sobras que não pertencem à peça. Posteriormente, elas seguem para o setor de processos manuais, onde dependendo do modelo da peça, são colocados cintos, cordões, fivelas ou acessórios.</p><p>Com as peças completas, faz-se a revisão destas para a avaliação de qualidade e separação das que apresentarem defeito. As peças com defeito de costura são consertadas e as com mancha, sujeira ou alinhavo são retrabalhadas através da lavagem das partes sujas e retirada dos alinhavos. Porém, as peças que estejam fora do padrão pré-definido e não possam ser enviadas aos clientes são separadas e enviadas para uma linha externa.</p><p>Após isso, são aplicadas as tags de identificação de tamanho, sensores/ alarmes, a precificação e é realizada a dobra da peça com a colocação em cabide de acordo com a modalidade de entrega do pedido. Na sequência do processo, as peças são enviadas ao setor final, onde são separadas por grades de acordo com seus respectivos pedidos, colocadas em caixas e lacradas, ou quando em cabide, vão para o setor de embalagem para separação e envio para os clientes. A Figura 1 detalha o processo de fabricação generalizado para as peças fabricadas utilizando um Fluxograma de Fabricação.</p><p>Neste Estudo de Caso optou-se por aplicar tempos e métodos nos processos de costura de etiqueta e prega de botão dois produtos, uma calça e um shorts, aqui chamadas de Produto A e B, respectivamente. O critério de escolha se baseia no maior volume de demanda dos dois itens.</p><p>Figura 1 – Fluxograma de Fabricação.</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>5.1.1 Tempos e métodos Produtos A e B</p><p>O processo de costura da etiqueta consiste em um conjunto de atividades estabelecidas em uma ordem pré-determinada para que ao final do processo, as peças tenham passado por todas as etapas. Primeiro a costureira pega a peça, a abre, coloca as etiquetas sobre ela e costura. Finalizado o processo de costura da etiqueta (Figura 2), a peça é dobrada e colocada sobre uma banqueta para que o colaborador do próximo processo a retire e dê continuidade</p><p>até a finalização, o que vale tanto para o Produto A quanto para o Produto B.</p><p>Figura 2 – Costura da etiqueta.</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Para a aplicação dos botões na peça, conforme Figura 3, o processo não é diferente do anterior, porém são independentes entre si. A primeira atividade é pegar a peça à medida que são colocadas nas baquetas ao alcance do operador. A máquina é automática, basta trazer a peça para a posição indicada pelo sensor e acionar a máquina que aplica o botão. Quando esse movimento é realizado, a peça é dobrada e colocada sobre outra banqueta para que o colaborador do próximo processo a retire e de continuidade até o acabamento.</p><p>Figura 3 – Aplicação de botão.</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Definidas as operações a serem estudadas, estas foram subdividas em elementos (atividades) para facilitar o processo de cronometragem. Após realizada a subdivisão das tarefas, foram realizadas 10 amostragens iniciais de cada etapa do processo, baseado em indicações da literatura como em Corrêa e Corrêa (2017).</p><p>A Tabela 1 apresenta o detalhamento das atividades para realizar a costura de etiqueta no Produto A e seus tempos cronometrados. Já a Tabela 2, apresenta o detalhamento das atividades para realizar a costura de etiqueta no Produto B e seus tempos cronometrados.</p><p>Tabela 1 – Tempos preliminares das tarefas (em segundos) para o Produto A.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>1,59</p><p>2,38</p><p>2,26</p><p>2,10</p><p>2,22</p><p>1,23</p><p>1,37</p><p>1,17</p><p>1,49</p><p>2,39</p><p>ABRIR A PEÇA</p><p>2,06</p><p>3,10</p><p>2,49</p><p>2,54</p><p>2,21</p><p>3,38</p><p>3,28</p><p>2,21</p><p>2,57</p><p>2,53</p><p>COLOCAR A ETIQUETA SOBRE A PEÇA</p><p>3,13</p><p>3,16</p><p>2,15</p><p>2,49</p><p>3,34</p><p>2,52</p><p>2,57</p><p>3,20</p><p>2,53</p><p>2,36</p><p>COSTURAR A ETIQUETA</p><p>5,20</p><p>4,13</p><p>6,26</p><p>6,01</p><p>4,37</p><p>4,49</p><p>6,22</p><p>4,40</p><p>5,06</p><p>4,24</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>2,20</p><p>2,44</p><p>1,81</p><p>2,51</p><p>2,15</p><p>2,09</p><p>2,15</p><p>2,21</p><p>2,18</p><p>2,31</p><p>PREGAR BOTÃO PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>2,35</p><p>2,31</p><p>2,37</p><p>2,25</p><p>2,32</p><p>2,33</p><p>2,35</p><p>2,29</p><p>2,33</p><p>2,32</p><p>PREGAR BOTÃO</p><p>3,10</p><p>3,12</p><p>3,13</p><p>3,14</p><p>3,15</p><p>3,11</p><p>3,13</p><p>3,17</p><p>3,15</p><p>3,12</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>0,29</p><p>0,33</p><p>0,30</p><p>0,27</p><p>0,30</p><p>0,34</p><p>0,32</p><p>0,27</p><p>0,25</p><p>0,28</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Tabela 2 – Tempos preliminares das tarefas (em segundos) para o Produto B.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>Pegar a peça</p><p>1,21</p><p>1,22</p><p>1,23</p><p>1,19</p><p>1,22</p><p>1,23</p><p>1,18</p><p>1,21</p><p>1,23</p><p>1,18</p><p>Abrir a peça</p><p>2,28</p><p>2,18</p><p>3,08</p><p>2,05</p><p>2,00</p><p>2,19</p><p>2,17</p><p>2,65</p><p>1,50</p><p>2,38</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>2,29</p><p>2,51</p><p>3,33</p><p>3,28</p><p>3,20</p><p>3,25</p><p>2,39</p><p>2,25</p><p>2,38</p><p>2,03</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>7,17</p><p>5,77</p><p>6,05</p><p>6,04</p><p>5,24</p><p>6,55</p><p>5,38</p><p>5,22</p><p>6,17</p><p>5,56</p><p>Colocar na banqueta</p><p>1,47</p><p>3,14</p><p>3,33</p><p>3,28</p><p>3,20</p><p>3,25</p><p>2,39</p><p>2,25</p><p>2,38</p><p>2,03</p><p>PREGAR BOTÃO PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>Pegar a peça</p><p>1,28</p><p>1,26</p><p>1,24</p><p>1,20</p><p>1,22</p><p>1,29</p><p>1,19</p><p>1,21</p><p>1,23</p><p>1,26</p><p>Pregar botão</p><p>3,51</p><p>3,53</p><p>3,43</p><p>3,54</p><p>3,48</p><p>3,54</p><p>3,45</p><p>3,48</p><p>3,58</p><p>3,50</p><p>Colocar na banqueta</p><p>0,47</p><p>0,44</p><p>0,48</p><p>0,44</p><p>0,49</p><p>0,52</p><p>0,59</p><p>0,51</p><p>0,45</p><p>0,47</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Ambos os produtos (A e B), são peças produzidas diariamente, e os dados mostram que os modelos interferem na forma como as peças são manuseadas, portanto, refletem diretamente no tempo de cada.</p><p>Dessa forma, foi possível obter os dados necessários para determinar o tamanho da amostra a ser coletada, levando em consideração o nível de precisão desejado que nesse caso foi de 6% e o nível de confiança requerido que foi de 95%, conforme Equação 1.</p><p>Tabela 3 – Tamanho da amostra para o Produto A.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Média inicial (s)</p><p>Desvio padrão</p><p>Precisão</p><p>Nível de confiança</p><p>Nº amostras</p><p>95%</p><p>Pegar a peça</p><p>1,820</p><p>0,495019640</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>78,94</p><p>Abrir a peça</p><p>2,637</p><p>0,462410352</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>32,80</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>2,745</p><p>0,418495984</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>24,80</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>5,038</p><p>0,848315979</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>30,30</p><p>Colocar na banqueta</p><p>2,205</p><p>0,193002591</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>8,18</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Média inicial (s)</p><p>Desvio padrão</p><p>Precisão</p><p>Nível de confiança</p><p>Nº amostras</p><p>95%</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>2,322</p><p>0,033928028</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>0,23</p><p>PREGAR BOTÃO</p><p>3,132</p><p>0,020976177</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>0,05</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>0,295</p><p>0,028771128</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>10,20</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Tabela 4 – Tempo médio das tarefas (em segundos) para o Produto B.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Média inicial (s)</p><p>Desvio padrão</p><p>Precisão</p><p>Nível de confiança</p><p>Nº amostras</p><p>95%</p><p>Pegar a peça</p><p>1,210</p><p>0,020000000</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>0,29</p><p>Abrir a peça</p><p>2,248</p><p>0,414535885</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>36,30</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>2,691</p><p>0,509802794</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>38,00</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>5,915</p><p>0,619053938</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>3,00</p><p>Colocar na banqueta</p><p>2,672</p><p>0,652717397</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>11,70</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Média inicial (s)</p><p>Desvio padrão</p><p>Precisão</p><p>Nível de confiança</p><p>Nº amostras</p><p>95%</p><p>Pegar a peça</p><p>1,240</p><p>0,033928028</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>0,80</p><p>Pregar botão</p><p>3,504</p><p>0,045509462</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>0,18</p><p>Colocar na banqueta</p><p>0,486</p><p>0,045509462</p><p>6%</p><p>1,96</p><p>9,36</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Para próxima fase foi necessário determinar o tempo normal de cada etapa do processo, ou seja, o tempo necessário para realizar a operação considerando um determinado Fator de Ritmo. Após realizada a cronometragem das amostras que faltavam, foi determinado o tempo médio de cada elemento, junto a supervisora do setor foi determinado o Fator de Ritmo do funcionário, como indicado pela Literatura, para cada etapa do processo. Assim, foi utilizada a Equação 2 para obtenção dos resultados, onde o tempo normal é calculado pela multiplicação do tempo médio pelo Fator de Ritmo para cada tarefa, conforme demonstrado nas Tabelas 5 e 6, abaixo.</p><p>Tabela 5 – Tempo normal das tarefas (em segundos) para o Produto A.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo médio (s)</p><p>Fator de Ritmo</p><p>Tempo normal</p><p>TM * FT (s)</p><p>Pegar a peça</p><p>1,844</p><p>115%</p><p>2,121</p><p>Abrir a peça</p><p>2,633</p><p>115%</p><p>3,028</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>3,093</p><p>115%</p><p>3,557</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>4,295</p><p>115%</p><p>5,664</p><p>Colocar na banqueta</p><p>2,205</p><p>115%</p><p>2,536</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo médio (s)</p><p>Fator de Ritmo</p><p>Tempo normal</p><p>TM * FT (s)</p><p>Pegar a peça</p><p>2,322</p><p>110%</p><p>2,554</p><p>Pregar botão</p><p>3,132</p><p>110%</p><p>3,445</p><p>Colocar na banqueta</p><p>0,295</p><p>110%</p><p>0,325</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Tabela 6 – Tempo normal das tarefas (em segundos) para o Produto B.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo médio (s)</p><p>Fator de Ritmo</p><p>Tempo normal</p><p>TM * FT (s)</p><p>Pegar a peça</p><p>1,212</p><p>113%</p><p>1,370</p><p>Abrir a peça</p><p>2,183</p><p>113%</p><p>2,466</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>2,349</p><p>113%</p><p>2,654</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>5,991</p><p>113%</p><p>6,770</p><p>Colocar na banqueta</p><p>2,113</p><p>113%</p><p>2,388</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo médio (s)</p><p>Fator de Ritmo</p><p>Tempo normal</p><p>TM * FT (s)</p><p>Pegar a peça</p><p>1,238</p><p>105%</p><p>1,300</p><p>Pregar botão</p><p>3,504</p><p>105%</p><p>3,679</p><p>Colocar na banqueta</p><p>0,486</p><p>105%</p><p>0,510</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Determinado o tempo normal da operação, a próxima etapa foi determinar o tempo de ciclo, que consiste na somatória de cada um dos tempos normais das atividades componentes do processo, conforme a Equação 3. O tempo de ciclo determinado para o produto A, na costura foi de 16,906 segundos e na aplicação do botão 6,324 segundos. Já para o produto B, o tempo de ciclo de costura foi de 15,648 segundos e o de aplicação do botão de 5,489 segundos por peça, conforme demonstrado nas Tabelas 7 e 8, abaixo:</p><p>Tabela 7 – Tempo de ciclo (em segundos) para o Produto A.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo normal (s)</p><p>Σ tempo ciclo (s)</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>2,121</p><p>16,906</p><p>ABRIR A PEÇA</p><p>3,028</p><p>COLOCAR A ETIQUETA SOBRE A PEÇA</p><p>3,557</p><p>COSTURAR A ETIQUETA</p><p>5,664</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>2,536</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo normal (s)</p><p>Σ tempo ciclo (s)</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>2,554</p><p>6,324</p><p>PREGAR BOTÃO</p><p>3,445</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>0,325</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Tabela 8 – Tempo de ciclo (em segundos) para o Produto B.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo normal (s)</p><p>Σ tempo ciclo (s)</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>1,370</p><p>15,648</p><p>ABRIR A PEÇA</p><p>2,466</p><p>COLOCAR A ETIQUETA SOBRE A PEÇA</p><p>2,654</p><p>COSTURAR A ETIQUETA</p><p>6,770</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>2,388</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo normal (s)</p><p>Σ tempo ciclo (s)</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>1,300</p><p>5,489</p><p>PREGAR BOTÃO</p><p>3,679</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>0,510</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Após determinado o tempo de ciclo da operação, a etapa subsequente foi a de determinação do tempo padrão. Para obter o resultado foi utilizada a Equação 4, onde multiplicou-se o tempo de ciclo pelo Fator de Tolerância, que é a porcentagem que representa o tempo de pausa pré-definida pela empresa durante um dia de trabalho, sejam eles por interrupção programada, intervalos para necessidades pessoais ou tempo ocioso, onde este foi determinado pela própria empresa.</p><p>O fator de tolerância informado pela empresa foi de 10%. A partir destes dados pode-se determinar que, para o produto A o tempo padrão de costura da etiqueta é de 18,596 segundos e a aplicação do botão leva 6,956 segundos para ser executada. Já para o produto B, o tempo padrão para costurar a etiqueta é de 17,212 segundos e a aplicação do botão utiliza 6,038 segundos para ser realizada, conforme demonstrado nas Tabelas 09 e 10, a seguir.</p><p>Tabela 9 – Tempo padrão (em segundos) para o Produto A.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo de ciclo</p><p>Fator de tolerância</p><p>Tempo padrão (s)</p><p>TC * (1+FT)</p><p>Pegar a peça</p><p>16,905</p><p>10%</p><p>18,596</p><p>Abrir a peça</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>Colocar na banqueta</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO A</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo de ciclo</p><p>Fator de tolerância</p><p>Tempo padrão (s)</p><p>TC * (1+FT)</p><p>Pegar a peça</p><p>6,324</p><p>10%</p><p>6,956</p><p>Pregar botão</p><p>Colocar na banqueta</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>Tabela 10 – Tempo padrão (em segundos) para o Produto B.</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo de ciclo</p><p>Fator de tolerância</p><p>Tempo padrão (s)</p><p>TC * (1+FT)</p><p>Pegar a peça</p><p>15,647</p><p>10%</p><p>17,212</p><p>Abrir a peça</p><p>Colocar a etiqueta sobre a peça</p><p>Costurar a etiqueta</p><p>Colocar na banqueta</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO B</p><p>ATIVIDADE</p><p>Tempo de ciclo</p><p>Fator de tolerância</p><p>Tempo padrão (s)</p><p>TC * (1+FT)</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>5,489</p><p>10%</p><p>6,038</p><p>PREGAR BOTÃO</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>6 CONCLUSÃO</p><p>O desenvolvimento do presente trabalho possibilitou avaliar e evidenciar a importância da padronização das operações. Além disso, foi possível verificar individualmente todas as etapas inerentes ao processo, com o intuito de analisar possíveis melhorias a serem implementadas no procedimento.</p><p>O estudo de tempos e métodos se mostra viável a ser utilizado em empresas de diferentes portes e ramos de atuação, visto que ele possibilita a decomposição das operações viabilizando a identificação de etapas ou movimentos desnecessários e possibilitando, assim, aumento de produtividade e redução do esforço dos colaboradores</p><p>Este trabalho atingiu os objetivos propostos ao retratar a aplicação do estudo de tempos e métodos de forma prática nos setores de costura de etiqueta e aplicação de botões. Através deste estudo, foi possível identificar que os processos analisados são padronizados.</p><p>O Tempo Padrão encontrado poderá ser utilizado para atender as necessidades de demanda da empresa. Além disso, não foram identificados nenhuma etapa ou movimento desnecessários no processo, salientando, assim. que o procedimento operacional padrão já implementado funciona e atende as necessidades produtivas dos setores alvos da pesquisa.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ANDRE, M. O que é um estudo de caso qualitativo em educação? Revista da FAEEBA – Educação contemporaneidade, Salvador, v.22, n. 40, p. 95-103, jul./dez, 2013. Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/311361132_O_QUE_E_UM_ESTUDO_DE_CASO_QUALITATIVO_EM_EDUCACAO#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20um%20estudo%20de%20caso%20qualitativo%20em%20educac%C3%A3o%3F,-Revista%20da%20FAEEBA&text=aquele%20em%20que%20o%20caso,uma%20pol%C3%ADtica%20no%20cotidiano%20escolar>. Acesso em: 23 de Mai. 2022.</p><p>AMARO, C. I. P. Estudo de tempos e métodos no setor de pesagem na CIN – Corporação Industrial do Norte. Dissertação de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, 2012. 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Acesso em 20 abril 2022.</p><p>APÊNDICE A – AMOSTRAGENS PRODUTO A E B</p><p>Tabela 11 – Tempos das tarefas (em segundos) para o Produto A.</p><p>ATIVIDADE</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO A</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>1,53</p><p>1,57</p><p>1,36</p><p>2,40</p><p>2,58</p><p>1,54</p><p>1,51</p><p>2,13</p><p>2,37</p><p>2,60</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>1,53</p><p>1,58</p><p>1,38</p><p>1,35</p><p>1,49</p><p>1,92</p><p>1,47</p><p>2,25</p><p>1,92</p><p>1,56</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>T-26</p><p>T-27</p><p>T-28</p><p>T-29</p><p>T-30</p><p>2,57</p><p>2,05</p><p>2,59</p><p>2,39</p><p>1,52</p><p>2,51</p><p>2,30</p><p>2,28</p><p>2,40</p><p>2,47</p><p>T-31</p><p>T-32</p><p>T-33</p><p>T-34</p><p>T-35</p><p>T-36</p><p>T-37</p><p>T-38</p><p>T-39</p><p>T-40</p><p>1,59</p><p>2,21</p><p>2,20</p><p>1,59</p><p>1,51</p><p>2,08</p><p>2,43</p><p>1,52</p><p>1,59</p><p>2,15</p><p>T-41</p><p>T-42</p><p>T-43</p><p>T-44</p><p>T-45</p><p>T-46</p><p>T-47</p><p>T-48</p><p>T-49</p><p>T-50</p><p>1,42</p><p>1,51</p><p>2,24</p><p>2,48</p><p>2,25</p><p>1,43</p><p>1,26</p><p>1,55</p><p>1,56</p><p>2,02</p><p>T-51</p><p>T-52</p><p>T-53</p><p>T-54</p><p>T-55</p><p>T-56</p><p>T-57</p><p>T-58</p><p>T-59</p><p>T-60</p><p>1,59</p><p>2,40</p><p>1,17</p><p>1,59</p><p>1,58</p><p>1,46</p><p>1,55</p><p>1,58</p><p>1,48</p><p>1,34</p><p>T-61</p><p>T-62</p><p>T-63</p><p>T-64</p><p>T-65</p><p>T-66</p><p>T-67</p><p>T-68</p><p>T-69</p><p>T-70</p><p>1,59</p><p>2,37</p><p>2,22</p><p>2,10</p><p>1,52</p><p>1,51</p><p>1,38</p><p>1,30</p><p>2,04</p><p>1,59</p><p>T-71</p><p>T-72</p><p>T-73</p><p>T-74</p><p>T-75</p><p>T-76</p><p>T-77</p><p>T-78</p><p>T-79</p><p>2,38</p><p>2,26</p><p>2,1</p><p>2,22</p><p>1,23</p><p>1,37</p><p>1,17</p><p>1,49</p><p>2,39</p><p>ABRIR A PEÇA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>2,28</p><p>2,30</p><p>2,15</p><p>2,32</p><p>3,20</p><p>2,56</p><p>2,00</p><p>3,03</p><p>3,36</p><p>3,34</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>2,60</p><p>3,30</p><p>2,33</p><p>3,26</p><p>2,49</p><p>2,20</p><p>2,41</p><p>3,32</p><p>2,29</p><p>2,27</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>T-26</p><p>T-27</p><p>T-28</p><p>T-29</p><p>T-30</p><p>2,18</p><p>2,11</p><p>3,22</p><p>2,06</p><p>3,1</p><p>2,49</p><p>2,54</p><p>2,21</p><p>3,38</p><p>3,28</p><p>T-31</p><p>T-32</p><p>T-33</p><p>2,21</p><p>2,57</p><p>2,53</p><p>COLOCAR A ETIQUETA SOBRE A PEÇA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>3,52</p><p>3,33</p><p>3,35</p><p>3,50</p><p>3,21</p><p>3,16</p><p>2,60</p><p>3,56</p><p>3,60</p><p>3,35</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>3,58</p><p>3,42</p><p>3,19</p><p>3,35</p><p>3,15</p><p>3,13</p><p>3,16</p><p>2,15</p><p>2,49</p><p>3,34</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>2,52</p><p>2,57</p><p>3,2</p><p>2,53</p><p>2,36</p><p>COSTURAR A ETIQUETA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>5,16</p><p>5,36</p><p>5,06</p><p>5,20</p><p>4,60</p><p>5,04</p><p>5,46</p><p>5,24</p><p>5,60</p><p>4,56</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>4,32</p><p>3,56</p><p>3,60</p><p>5,58</p><p>4,50</p><p>5,00</p><p>5,58</p><p>4,56</p><p>4,50</p><p>5,30</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>T-26</p><p>T-27</p><p>T-28</p><p>T-29</p><p>T-30</p><p>4,52</p><p>5,2</p><p>4,13</p><p>6,26</p><p>6,01</p><p>4,37</p><p>4,49</p><p>6,22</p><p>4,4</p><p>5,06</p><p>T-31</p><p>4,24</p><p>ATIVIDADE</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO A</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>0,29</p><p>0,33</p><p>0,3</p><p>0,27</p><p>0,3</p><p>0,34</p><p>0,32</p><p>0,27</p><p>0,25</p><p>0,28</p><p>T-11</p><p>0,30</p><p>Tabela 12 – Tempos das tarefas (em segundos) para o Produto B.</p><p>ATIVIDADE</p><p>COSTURAR ETIQUETA PRODUTO B</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>1,21</p><p>1,22</p><p>1,23</p><p>1,19</p><p>1,22</p><p>1,23</p><p>1,18</p><p>1,21</p><p>1,23</p><p>1,18</p><p>ABRIR</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>2,28</p><p>2,18</p><p>3,08</p><p>2,05</p><p>2,00</p><p>2,19</p><p>2,17</p><p>2,65</p><p>1,50</p><p>2,38</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>2,02</p><p>2,18</p><p>2,07</p><p>2,26</p><p>2,39</p><p>2,27</p><p>2,08</p><p>2,05</p><p>2,10</p><p>1,51</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>T-26</p><p>T-27</p><p>T-28</p><p>T-29</p><p>T-30</p><p>2,16</p><p>2,20</p><p>2,34</p><p>2,31</p><p>2,00</p><p>2,35</p><p>2,23</p><p>2,13</p><p>2,22</p><p>2,19</p><p>T-31</p><p>T-32</p><p>T-33</p><p>T-34</p><p>T-35</p><p>T-36</p><p>T-37</p><p>2,25</p><p>2,22</p><p>2,20</p><p>2,33</p><p>2,01</p><p>2,17</p><p>2,04</p><p>COLOCAR A ETIQUETA SOBRE A PEÇA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>2,20</p><p>2,58</p><p>2,39</p><p>2,31</p><p>2,22</p><p>2,44</p><p>2,37</p><p>2,38</p><p>2,24</p><p>2,39</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>2,17</p><p>2,37</p><p>2,47</p><p>2,52</p><p>2,48</p><p>2,33</p><p>2,54</p><p>2,31</p><p>2,23</p><p>2,18</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>T-26</p><p>T-27</p><p>T-28</p><p>T-29</p><p>T-30</p><p>2,32</p><p>1,16</p><p>2,45</p><p>2,52</p><p>2,58</p><p>2,38</p><p>2,50</p><p>2,35</p><p>2,47</p><p>2,38</p><p>T-31</p><p>T-32</p><p>T-33</p><p>T-34</p><p>T-35</p><p>T-36</p><p>T-37</p><p>T-38</p><p>T-39</p><p>2,22</p><p>2,31</p><p>2,45</p><p>2,36</p><p>2,56</p><p>2,40</p><p>2,35</p><p>2,21</p><p>2,51</p><p>COSTURAR A ETIQUETA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>7,17</p><p>5,77</p><p>6,05</p><p>6,04</p><p>5,24</p><p>6,55</p><p>5,38</p><p>5,22</p><p>6,17</p><p>5,56</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>6,54</p><p>6,20</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>1,47</p><p>3,14</p><p>3,33</p><p>3,28</p><p>3,20</p><p>3,25</p><p>2,39</p><p>2,25</p><p>2,38</p><p>2,03</p><p>T-11</p><p>T-12</p><p>T-13</p><p>T-14</p><p>T-15</p><p>T-16</p><p>T-17</p><p>T-18</p><p>T-19</p><p>T-20</p><p>2,10</p><p>2,32</p><p>2,25</p><p>2,07</p><p>1,56</p><p>2,35</p><p>1,58</p><p>2,26</p><p>2,22</p><p>1,55</p><p>T-21</p><p>T-22</p><p>T-23</p><p>T-24</p><p>T-25</p><p>T-26</p><p>T-27</p><p>T-28</p><p>T-29</p><p>T-30</p><p>2,03</p><p>1,55</p><p>2,21</p><p>2,02</p><p>1,60</p><p>1,51</p><p>2,34</p><p>1,49</p><p>2,20</p><p>1,53</p><p>T-31</p><p>T-32</p><p>T-33</p><p>T-34</p><p>T-35</p><p>T-36</p><p>T-37</p><p>T-38</p><p>T-39</p><p>T-40</p><p>2,29</p><p>2,34</p><p>2,25</p><p>1,55</p><p>1,57</p><p>2,04</p><p>1,54</p><p>2,10</p><p>2,25</p><p>1,54</p><p>T-41</p><p>T-42</p><p>T-43</p><p>T-44</p><p>T-45</p><p>T-46</p><p>T-47</p><p>T-48</p><p>T-49</p><p>T-50</p><p>2,06</p><p>2,26</p><p>1,51</p><p>1,55</p><p>2,37</p><p>2,27</p><p>2,31</p><p>2,31</p><p>1,60</p><p>2,24</p><p>T-51</p><p>T-52</p><p>T-53</p><p>T-54</p><p>T-55</p><p>T-56</p><p>T-57</p><p>T-58</p><p>T-59</p><p>T-60</p><p>2,36</p><p>2,31</p><p>2,07</p><p>2,05</p><p>2,03</p><p>2,32</p><p>2,06</p><p>2,08</p><p>2,28</p><p>1,50</p><p>T-61</p><p>T-62</p><p>T-63</p><p>T-64</p><p>2,01</p><p>2,32</p><p>2,24</p><p>2,20</p><p>ATIVIDADE</p><p>APLICAR BOTÃO PRODUTO B</p><p>PEGAR A PEÇA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>1,28</p><p>1,26</p><p>1,24</p><p>1,20</p><p>1,22</p><p>1,29</p><p>1,19</p><p>1,21</p><p>1,23</p><p>1,26</p><p>PREGAR BOTÃO</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>3,51</p><p>3,53</p><p>3,43</p><p>3,54</p><p>3,48</p><p>3,54</p><p>3,45</p><p>3,48</p><p>3,58</p><p>3,50</p><p>COLOCAR NA BANQUETA</p><p>T-1</p><p>T-2</p><p>T-3</p><p>T-4</p><p>T-5</p><p>T-6</p><p>T-7</p><p>T-8</p><p>T-9</p><p>T-10</p><p>0,47</p><p>0,44</p><p>0,48</p><p>0,44</p><p>0,49</p><p>0,52</p><p>0,59</p><p>0,51</p><p>0,45</p><p>0,47</p><p>Fonte: Elaboração própria (2022).</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p>