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<p>Amanda Karolyne Silva TeixeiraAmanda Karolyne Silva Teixeira</p><p>Cecília Yunah Pereira Moura de SouzaCecília Yunah Pereira Moura de Souza</p><p>Cícero Gomes Araújo JúniorCícero Gomes Araújo Júnior</p><p>Hugo Pereira de LimaHugo Pereira de Lima</p><p>Jailton Gomes NunesJailton Gomes Nunes</p><p>Lorena Lacerda de SouzaLorena Lacerda de Souza</p><p>Luana Ferreira MacielLuana Ferreira Maciel</p><p>Roger da Silva RochaRoger da Silva Rocha</p><p>Thayná Dantas LacerdaThayná Dantas Lacerda</p><p>Disciplina: História do DireitoDisciplina: História do Direito</p><p>Prof. Me. Ericleuson Cruz De AraújoProf. Me. Ericleuson Cruz De Araújo</p><p>Turma 2Turma 2</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. Contexto histórico;</p><p>2. Assembleia constituinte de 1823;</p><p>3. Constituição de 1824;</p><p>a. Dos cidadãos brasileiros;</p><p>b. Das disposições gerais, e garantias dos direitos civis e políticos dos cidadãos brasileiros;</p><p>c. Dos poderes e representação nacional</p><p>d .Do Império do Brasil, seu território, governo, dinastia e religião;</p><p>e. Das Eleições;</p><p>f. Escravidão e Leis;</p><p>3. Nascimento da natureza jurídica brasileira;</p><p>4. Código criminal de 1830;</p><p>5. Código criminal de 1832 e o ato adicional de 1834;</p><p>Brasil sendo governado por Dom Pedro I;</p><p>Convocação da Assembleia Constituinte;</p><p>Criação da Constituição brasileira de 1824;</p><p>Insatisfação da população brasileira com o governo de Dom Pedro I;</p><p>Abdicação do trono brasilleiro;</p><p>PRIMEIRO REINADO (1822-1831)</p><p>Brasil passa a ser governado por regentes;</p><p>Diversidade de grupos políticos;</p><p>Revoltas espalhadas pelo Brasil;</p><p>Golpe da maioridade;</p><p>PERÍODO REGENCIAL (1831-1840)</p><p>Período de grande estabilidade política e econômica;</p><p>Prosperidade no setor da cafeicultura;</p><p>Criação de leis para a abolição da escravidão;</p><p>O declínio desse período se deu por meio da insatisfação de três</p><p>grupos: a igreja, os militares e os latifundiários;</p><p>Dia 15 de novembro de 1889 acontece o golpe militar e a</p><p>instituição da república;</p><p>SEGUNDO REINADO (1840-1889)</p><p>Após a recusa da constituição proposta pela AssembleiaApós a recusa da constituição proposta pela Assembleia</p><p>Constituinte, um pequeno consConstituinte, um pequeno conselho elabora uma novaelho elabora uma nova</p><p>constituição com base nos interesses de Dom Pedro I.constituição com base nos interesses de Dom Pedro I.</p><p>A constituição de 1824 foi outorgada em 25 de março de 1824,A constituição de 1824 foi outorgada em 25 de março de 1824,</p><p>oficialmente a Primeira Constituição do Brasil.oficialmente a Primeira Constituição do Brasil.</p><p>A Constituição de 1824 realizou o desejo de Dom Pedro I deA Constituição de 1824 realizou o desejo de Dom Pedro I de</p><p>conservar um controle absoluto sobre o governo.conservar um controle absoluto sobre o governo.</p><p>CONSTITUIÇÃO DE 1824</p><p>DOS CIDADÃOS BRASILEIROS</p><p>Quem é considerado cidadão brasileiro?Quem é considerado cidadão brasileiro?</p><p>Como perde-se os Direitos de cidadão brasileiro?Como perde-se os Direitos de cidadão brasileiro?</p><p>Como se dá a suspensão do exercício dos Direitos Políticos;Como se dá a suspensão do exercício dos Direitos Políticos;</p><p>DAS DISPOSIÇÕES GERAIS, E GARANTIAS DOS</p><p>DIREITOS CIVIS, E POLÍTICOS DOS BRASILEIROS</p><p>Principais pontos do título VIII da constituição de 1824:Principais pontos do título VIII da constituição de 1824:</p><p>Inviolabilidade dos Direitos Civis, e políticos dos CidadãosInviolabilidade dos Direitos Civis, e políticos dos Cidadãos</p><p>Brasileiros;Brasileiros;</p><p>Liberdade de expressão;Liberdade de expressão;</p><p>Inviolabilidade do domícilio;Inviolabilidade do domícilio;</p><p>Liberdade religiosa;Liberdade religiosa;</p><p>Princípio do Juíz Natural;Princípio do Juíz Natural;</p><p>DOS PODERES E REPRESENTAÇÃO NACIONAL</p><p>1. Poder Executivo</p><p>Composição: imperador e ministros nomeados pelo imperador.</p><p>2. Poder Judiciário</p><p>Composição: Juízes nomeados pelo imperador e com mandatos perpétuos.</p><p>3. Poder Legislativo (bicameral)</p><p>DOS PODERES E REPRESENTAÇÃO NACIONAL</p><p>4. Poder moderador</p><p>Características:</p><p>Uso exclusivo do imperador;</p><p>Superior aos poderes executivo, legislativo e judiciário;</p><p>Atividades:</p><p>Nomear os presidentes das províncias;</p><p>Convocar assembleias;</p><p>Suspender magistrados;</p><p>Conceder anistias;</p><p>Dom Pedro I, imperador do Brasil</p><p>DOS PODERES E REPRESENTAÇÃO NACIONAL</p><p>Dissolver câmaras dos deputados; Nomear e destituir ministros de Estado;</p><p>DO IMPÉRIO DO BRASIL, SEU TERRITÓRIO,</p><p>GOVERNO, DINASTIA E RELIGIÃO</p><p>TERRITÓRIO</p><p>O território do Brasil abrangia a maior parte da América do Sul, excluindo</p><p>as colônias europeias e territórios que hoje pertencem a outros países,</p><p>como Guiana, Paraguai, Uruguai e partes da Bolívia.</p><p>GOVERNO</p><p>O Brasil durante o período imperial, adotou uma monarquia Constitucional,</p><p>com uma divisão de poderes entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.</p><p>DO IMPÉRIO DO BRASIL, SEU TERRITÓRIO,</p><p>GOVERNO, DINASTIA E RELIGIÃO</p><p>DINASTIA</p><p>A dinastia que governou o Brasil durante o Império foi a Casa de Bragança.</p><p>Dom Pedro I (1822-1831)</p><p>Dom Pedro II (1840-1889)</p><p>DO IMPÉRIO DO BRASIL, SEU TERRITÓRIO,</p><p>GOVERNO, DINASTIA E RELIGIÃO</p><p>RELIGIÃO</p><p>A religião oficial do Império do Brasil era o catolicismo, que era a religião</p><p>do Estado.</p><p>Apesar disso, havia uma certa tolerância religiosa, permitindo a prática de</p><p>outras religiões, embora estas fossem limitadas em termos de construção</p><p>de templos e celebrações públicas.</p><p>DAS ELEIÇÕES</p><p>Durante o Império, havia um sistema eleitoral para a escolha de</p><p>representantes nas câmaras municipais, nas assembleias provinciais e no</p><p>Parlamento.</p><p>As eleições eram indiretas e censitárias.</p><p>ESCRAVIDÃO E LEIS</p><p>LEI EUSÉBIO DE QUEIRÓS</p><p>Proibição de tráfico</p><p>Repressão</p><p>Impacto</p><p>LEI DO VENTRE LIVRE</p><p>Liberdade aos filhos das</p><p>mães escravas</p><p>Direito das mães</p><p>Reações e a realidade</p><p>ESCRAVIDÃO E LEIS</p><p>LEI DOS SEXAGENÁRIOS (1885)</p><p>Definição: Libertava escravos com 60 anos ou mais.</p><p>Limitações:</p><p>Apresentada no parlamento pelo senador e ministro</p><p>Manuel Pinto de Sousa Dantas.</p><p>Apenas uma fração dos escravos foi beneficiada.</p><p>Direitos próximos a liberdade, mas com restrições.</p><p>ESCRAVIDÃO E LEIS</p><p>LEI ÁUREA (1888)</p><p>Aprovação: 13 de maio de 1888, sem indenizações.</p><p>Impacto: Fim formal da escravidão no Brasil.</p><p>Consequências:</p><p>Transição para mão de obra livre.</p><p>Desafios socioeconômicos para ex-escravizados.</p><p>NASCIMENTO DA TRADIÇÃO JURÍDICA</p><p>BRASILEIRA</p><p>Ausência de ensino superior durante o Brasil Colônia;</p><p>Necessidade de locomoção para outros países, principalmente</p><p>Portugal;</p><p>Tinha como objetivo sanar as dificuldades devido a falta de</p><p>bacharéis para ocuparem os lugares onde houvesse maior</p><p>carência de juízes e advogados;</p><p>Sugestão, durante a elaboração da Assembleia Constituinte, da</p><p>criação de pelo menos dois cursos jurídicos;</p><p>NASCIMENTO DA TRADIÇÃO JURÍDICA</p><p>BRASILEIRA</p><p>Fernandes Pinheiro convence o Imperador a assinar a Carta de Lei</p><p>de 11 de Agosto de 1827 criando dois cursos jurídicos, um em São</p><p>Paulo e outro em Olinda;</p><p>As primeiras faculdades ficaram conhecidas como: Academias de</p><p>Direito.</p><p>Período Pós-Independência: O Código Criminal de 1830 foi criado</p><p>logo após a independência do Brasil.</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1830</p><p>CONTEXTO HISTÓRICO 1.</p><p>Primeira Codificação Penal do Brasil: Foi o primeiro código penal do</p><p>Brasil.</p><p>2.PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO CÓDIGO CRIMINAL DE 1830</p><p>Influência do Direito Penal Iluminista: O código foi influenciado pelas</p><p>ideias do iluminismo, particularmente de pensadores como Cesare</p><p>Beccaria.</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1830</p><p>Divisão dos Crimes: Estabeleceu uma classificação dos crimes em três</p><p>categorias: crimes públicos, crimes particulares, e crimes policiais.</p><p>Sanções Penais: Definiu penas como a prisão, multa, degredo (exílio),</p><p>e penas de morte para crimes muito graves.</p><p>Abolição da Tortura: Proibiu expressamente o uso da tortura como</p><p>método de obtenção de confissões.</p><p>Tipificação Detalhada: Descreveu de forma detalhada os crimes e as</p><p>respectivas penas.</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1830</p><p>3. INOVAÇÕES JURÍDICAS</p><p>Redução da Pena de Morte: O Código limitou a aplicação da pena</p><p>de morte.</p><p>Penas Alternativas: Estabeleceu a possibilidade de penas alternativas</p><p>à prisão e à pena</p><p>de morte.</p><p>4. CRÍTICAS E LIMITAÇÕES</p><p>Resistência Social e Cultural: O código enfrentou resistência,</p><p>especialmente nas areas rurais e entre setores conservadores.</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1830</p><p>Aplicação Restrita: Apesar das inovações, a aplicação efetiva do</p><p>Código foi limitada por problemas estruturais.</p><p>5. CONTRIBUIÇÕES PARA O CÓDIGO PENAL ATUAL</p><p>Primeiro Passo para a Modernização: Foi um marco inicial no processo</p><p>de modernização do direito penal brasileiro.</p><p>Influência Duradoura: Embora substituído por novas legislações no final</p><p>do século XIX.</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1832</p><p>Teve origem no Primeiro Reinado durante a primeira legislatura do</p><p>parlamento brasileiro (1826-1829), composto pelo Senado e câmara</p><p>dos deputados.</p><p>Objetivo: Tratar da Organização Judiciária e da parte processual</p><p>complementar ao Código criminal de 1830, alterando inteiramente as</p><p>formas do procedimento penal então vigentes, herdadas da</p><p>codificação portuguesa.</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1832</p><p>Na Administração criminal dos juízos de primeira instância,</p><p>permanece a divisão em Distritos de paz, termos e comarcas;</p><p>A quantidade de Distritos será determinada de acordo com as</p><p>câmaras municipais, contendo em cada distrito pelo menos 75</p><p>casas habitadas.</p><p>Em cada distrito terá um juíz de paz, um escrivão, uma quantidade</p><p>de inspetores conforme a quantidade de quarteirões, e quantos</p><p>oficiais de justiça forem necessários.</p><p>ADIÇÕES QUE TROUXE:</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1832</p><p>Organizou os cargos judiciais em: Escrivães de paz, juízes de paz,</p><p>juízes de Direito, juízes municipais, promotor, jurados e inspetores de</p><p>quarteirão.</p><p>Definiu as competências dos juízes de paz, escrivães, inspetores de</p><p>quarteirões, oficiais de justiça do juízo de paz, jurados e juízes</p><p>municipais.</p><p>Criação do Habeas Corpus;</p><p>Exigência de julgamento público;</p><p>CÓDIGO CRIMINAL DE 1832</p><p>Garantia de defesa para o acusado;</p><p>Reestabelecimento da autonomia municipal;</p><p>Restrição do uso da prisão preventiva e da tortura;</p><p>Escrita de processos, mandados e ofícios.</p><p>ATO ADICIONAL DE 1834</p><p>PRINCIPAIS PONTOS</p><p>Surgiu devido aos conflitos gerados pela Assembleia Constituinte de</p><p>1823 e a Constituiçõo de 1824.</p><p>Criação de Assembleias legislativas provinciais;</p><p>Separação da Corte do Rio de Janeiro: A corte foi separada da</p><p>Província do Rio de Janeiro, logo passou a ter autonomia e jurisdição</p><p>própria.</p><p>Suspensão do Poder Moderador</p><p>Criacão da Maioridade Penal</p><p>BEZZERA, Juliana. Lei de Sexagenários. Toda Matéria. Disponível em: https://</p><p>www.todamateria.com.br/lei-dos-sexagenarios/</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>CASTRO, Flávia Lages de. História do direito geral e do Brasil. 8. ed. Rio de</p><p>Janeiro: LUMEN JURIS, 2010.</p><p>SILVA, Daniel. Lei Áurea. Mundo da Educação. Disponível em:</p><p>https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/lei-aurea.htm</p><p>SILVA, Daniel Neves. "Constituição de 1824"; Brasil Escola. Disponível em:</p><p>https://brasilescola.uol.com.br/historiab/primeira-constituicao.htm. Acesso</p><p>em 04 de setembro de 2024.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>VAREJÃO, Antonio Alvares de Miranda. Código do Processo Criminal de Primeira</p><p>Instância. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/lim-</p><p>29-11-1832.htm. Acesso em: 5 de set. de 2024.</p><p>LAGES, Flávia. História do Direito: Geral e Brasil. 8° edição. Rio de Janeiro:</p><p>Editora Lumen Juris, 2010.</p><p>BEZERRA, Juliana. Brasil Império. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em:</p><p>https://www.todamatéria.com.br/brasil-imperio/. Acesso em: 3 de set. de</p><p>2024.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>PESSOA, Gláucia Tomaz de Aquino. Código de Processo Criminal de Primeira Instância</p><p>de 1832. 29 de janeiro de 2015. Disponível em:</p><p>https://mapa.an.gov.br/index.php/assuntos/15-dicionario/65-dicionario-da-</p><p>administracao-publica-brasileira-do-periodo-imperial/282-codigo-de-processo-</p><p>criminal-de-primeira-instancia-de-1832. Acesso em: 5 de set. de 2024.</p><p>O que foi a Lei Eusébio de Queirós. 04 de setembro de 2023. Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/palmares/pt-br/assuntos/noticias/173-anos-da-lei-eusebio-de-</p><p>queiros#~:text=uma%20legisla%C3%A3o%20brasileira%promulgada%20em,importa%C3</p><p>%A7%C3%A3o%20de%20africanos%20como%20escravos.</p>