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AOL 4 - Responsabilidade Civil

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Questões resolvidas

Sobre a responsabilidade dos médicos podemos afirmar:
16. O erro médico é doloso na maioria das vezes
17. A imperícia médica é falta de observância aos deveres que as circunstâncias exigem.
18. Na esfera penal, a responsabilidade médica não é culposa.
19. A negligência médica, requisito para se enquadrar como crime culposo, pode ser caracterizada como despreparo técnico.
20. A imprudência médica, requisito para se enquadrar como crime culposo, caracteriza-se como um agir sem a cautela necessária.

A respeito da Responsabilidade Civil do Estado, prevista no art. 37, § 6° , da Constituição Federal, quanto à teoria, em regra, é adotada atualmente no Brasil, assinale a alternativa completa:

46. Teoria da responsabilidade subjetiva para todas as hipóteses existentes.
47. Teoria do risco administrativo que admite duas hipóteses de excludente de responsabilidade, ou seja, quando houver culpa exclusiva da vítima e caso de força maior ou caso fortuito
48. Teoria do risco administrativo, sem causas excludentes, para os danos nucleares e ambientais.
49. Teoria do risco administrativo que reconhece uma única hipótese de excludente de responsabilidade, ou seja, quando houver culpa exclusiva da vítima.
50. Teoria do risco integral, quando o serviço atrasou ou funcionou mal.

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Questões resolvidas

Sobre a responsabilidade dos médicos podemos afirmar:
16. O erro médico é doloso na maioria das vezes
17. A imperícia médica é falta de observância aos deveres que as circunstâncias exigem.
18. Na esfera penal, a responsabilidade médica não é culposa.
19. A negligência médica, requisito para se enquadrar como crime culposo, pode ser caracterizada como despreparo técnico.
20. A imprudência médica, requisito para se enquadrar como crime culposo, caracteriza-se como um agir sem a cautela necessária.

A respeito da Responsabilidade Civil do Estado, prevista no art. 37, § 6° , da Constituição Federal, quanto à teoria, em regra, é adotada atualmente no Brasil, assinale a alternativa completa:

46. Teoria da responsabilidade subjetiva para todas as hipóteses existentes.
47. Teoria do risco administrativo que admite duas hipóteses de excludente de responsabilidade, ou seja, quando houver culpa exclusiva da vítima e caso de força maior ou caso fortuito
48. Teoria do risco administrativo, sem causas excludentes, para os danos nucleares e ambientais.
49. Teoria do risco administrativo que reconhece uma única hipótese de excludente de responsabilidade, ou seja, quando houver culpa exclusiva da vítima.
50. Teoria do risco integral, quando o serviço atrasou ou funcionou mal.

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<p>AOL 04 - Híbrido - 109462 . 5 - Hbd40 - Responsabilidade Civil - 20222</p><p>Pergunta 1. 0 ponto. De acordo com as regras do Código de Defesa do Consumidor, podemos afirmar:</p><p>1. A garantia legal de adequação do produto ou serviço depende de termo expresso.</p><p>2. São considerados impróprios apenas os serviços que se mostrem inadequados para os fins</p><p>que deles se esperam.</p><p>3. A reexecução dos serviços, prevista na Lei, poderá ser repassada a terceiros, por conta e</p><p>risco do consumidor.</p><p>4. Os órgãos públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob</p><p>qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer serviços adequados,</p><p>eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos.</p><p>5. A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e</p><p>serviços o exime de responsabilidade.</p><p>Pergunta 2. 0 ponto. Sobre as lacunas legais para responsabilidade civil do Estado é correto dizer que:</p><p>6. A teoria do risco administrativo não é admitida pela Constituição da República de 1988.</p><p>7. A responsabilidade civil do Estado no Brasil é tratada na Constituição da República e na</p><p>Lei Nacional de Responsabilidade Civil do Estado.</p><p>8. O texto da Constituição da República veda expressamente a responsabilidade civil do</p><p>Estado por atos legislativos.</p><p>9. As pessoas jurídicas prestadoras de serviços públicos respondem subjetivamente por suas</p><p>ações se tiverem personalidade de Direito privado.</p><p>10. Tanto a doutrina como a jurisprudência não estão pacificadas, no Brasil, no tocante ao</p><p>estabelecimento do regime jurídico da responsabilidade civil estatal por omissão, que ora é</p><p>entendida como objetiva, ora como subjetiva.</p><p>Pergunta 3. 0 ponto. Sobre as regras da relação de consumo no direito brasileiro:</p><p>11. o comerciante é responsável somente se não conservar adequadamente os produtos</p><p>perecíveis.</p><p>12. a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais é objetiva na modalidade do risco</p><p>atividade.</p><p>13. o fornecedor de produtos e serviços deverá higienizar os equipamentos e utensílios</p><p>utilizados nesse fornecimento, ou colocados à disposição do consumidor, informando, de</p><p>maneira ostensiva e adequada, quando for o caso, sobre o risco de contaminação.</p><p>14. o fabricante, o produtor, o construtor e o importador respondem de forma objetiva mesmo</p><p>sem nexo de causalidade, na modalidade de risco integral.</p><p>15. os produtos e serviços colocados no mercado de consumo em nenhuma hipótese poderão</p><p>acarretar riscos à saúde ou à segurança dos consumidores.</p><p>Pergunta 4. 0 ponto. Sobre a responsabilidade dos médicos podemos afirmar:</p><p>16. O erro médico é doloso na maioria das vezes</p><p>17. A imperícia médica é falta de observância aos deveres que as circunstâncias exigem.</p><p>18. Na esfera penal, a responsabilidade médica não é culposa.</p><p>19. A negligência médica, requisito para se enquadrar como crime culposo, pode ser</p><p>caracterizada como despreparo técnico.</p><p>20. A imprudência médica, requisito para se enquadrar como crime culposo, caracteriza-se</p><p>como um agir sem a cautela necessária.</p><p>Pergunta 5. 0 ponto. Nas relações de consumo em que não forem identificados fabricante, construtor,</p><p>produtor ou importador do bem:</p><p>21. caberá ao consumidor identificá-lo, para que o dano seja reparado.</p><p>22. o comerciante do respectivo produto poderá ser responsabilizado.</p><p>23. a reparação de danos causados ao consumidor ficará prejudicada.</p><p>24. o comerciante do respectivo produto não poderá ser responsabilizado.</p><p>25. não há direito de regresso, quando a reparação recair sobre terceiros.</p><p>Pergunta 6. 0 ponto. Imagine o caso em que uma empresa de transporte aéreo cancela um vôo por</p><p>problemas técnicos com aeronave e para resolver a situação disponibiliza um ônibus para transporte dos</p><p>passageiros ao destino final, de forma unilateral alterando a prática do contrato de transporte. No caminho,</p><p>num assalto ao ônibus, os passageiros foram roubados e ameaçados com armas de fogo. Sobre a</p><p>responsabilidade civil nesse caso:</p><p>26. há responsabilidade concorrente entre as duas transportadoras.</p><p>27. há responsabilidade apenas da empresa de transporte aéreo.</p><p>28. não há indenização, pela excludente de caso fortuito externo.</p><p>29. não há indenização, pela existência de cláusula excludente.</p><p>30. há responsabilidade apenas da empresa de transporte rodoviário.</p><p>Pergunta 7. 0 ponto. Imagine o seguinte cenário: em manifestações populares um grupo de pessoas</p><p>danifica um prédio histórico da prefeitura, que é inclusive tombado. Haverá responsabilização por dano:</p><p>31. coletivo e moral.</p><p>32. cultural e moral coletivo.</p><p>33. estético e moral.</p><p>34. material e social</p><p>35. material e estético</p><p>Pergunta 8. 0 ponto. Conforme as regras da responsabilidade civil no direito brasileiro, podemos afirmar:</p><p>36. Empresas devem responder por danos causados pelos produtos postos em circulação,</p><p>desde que comprovada a sua culpa.</p><p>37. Desde que comprovada a culpa, os donos de hotéis respondem pelos danos causados</p><p>pelos hóspedes a terceiros.</p><p>38. A empresa locadora de veículos responde, civil e solidariamente com o locatário, pelos</p><p>danos por este causados a terceiros, no uso do carro locado.</p><p>39. O empregador é responsável subjetivamente pela reparação civil dos danos causados</p><p>pelos seus empregados no exercício do trabalho ou em razão dele.</p><p>40. A empresa não é obrigada a indenizar o cliente pela reparação de dano ou furto de</p><p>veículo ocorrido em seu estacionamento.</p><p>Pergunta 9. 0 ponto. Nos casos de responsabilidade civil do Estado na modalidade extracontratual é</p><p>correto afirmar:</p><p>41. Excluem o nexo de causalidade a culpa concorrente da vítima, o fato de terceiro e a força</p><p>maior.</p><p>42. Segundo entendimento do STJ, a imprescritibilidade da pretensão de recebimento de</p><p>indenização decorrente de atos de tortura ocorridos durante o regime militar de exceção não</p><p>alcança as ações por danos materiais.</p><p>43. Não há responsabilidade civil do Estado por danos decorrentes de atos normativos, mesmo</p><p>quando se tratar de leis de efeitos concretos.</p><p>44. A teoria da irresponsabilidade do Estado foi adotada no Brasil</p><p>45. Conforme entendimento do STF, a responsabilidade civil do Estado por atos de notários e</p><p>oficiais de registro que, nessa qualidade, causarem danos a terceiros é direta, primária e</p><p>objetiva.</p><p>Pergunta 10. 0 ponto. A respeito da Responsabilidade Civil do Estado, prevista no art. 37, § 6° , da</p><p>Constituição Federal, quanto à teoria, em regra, é adotada atualmente no Brasil, assinale a alternativa</p><p>completa:</p><p>46. Teoria da responsabilidade subjetiva para todas as hipóteses existentes.</p><p>47. Teoria do risco administrativo que admite duas hipóteses de excludente de</p><p>responsabilidade, ou seja, quando houver culpa exclusiva da vítima e caso de força maior ou</p><p>caso fortuito</p><p>48. Teoria do risco administrativo, sem causas excludentes, para os danos nucleares e</p><p>ambientais.</p><p>49. Teoria do risco administrativo que reconhece uma única hipótese de excludente de</p><p>responsabilidade, ou seja, quando houver culpa exclusiva da vítima.</p><p>50. Teoria do risco integral, quando o serviço atrasou ou funcionou mal.</p>

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