Prévia do material em texto
<p>à quantificação, análise e</p><p>interpretação de dados, utilizando-se de técnicas estatísticas. Os dados obtidos na pesquisa são mensuráveis ou quantificáveis;</p><p>empregando-se, para a sua análise, técnicas como porcentagem, mediana, desvio-padrão, dentre outras técnicas estatísticas; sendo,</p><p>ainda, possíveis de serem representados graficamente.</p><p>A Pesquisa Qualitativa é aquela cujos resultados não são analisados ou apresentados em formas de números, de</p><p>estatísticas; eles são interpretados, levando-se em conta aspectos subjetivos. É utilizada para investigar problemas que os</p><p>procedimentos estatísticos não podem alcançar, devido à sua complexidade; como aspectos psicológicos, opiniões, comportamentos</p><p>e atitudes de indivíduos ou grupos (RODRIGUES, 20006). Ou seja, os resultados do estudo de aspectos como os mencionados não</p><p>podem ser “transformados” em números e dados estatísticos; eles serão analisados e interpretados, segundo um raciocínio</p><p>predominantemente indutivo, pelo pesquisador.</p><p>2.3 CLASSIFICAÇÃO QUANTO À FINALIDADE DA PESQUISA</p><p>Quanto aos objetivos ou finalidades, de acordo com Rodrigues (2006), as Pesquisas podem ser classificadas como Exploratória,</p><p>Descritiva e Explicativa.</p><p>A Pesquisa Exploratória é considerada um estudo inicial que objetiva buscar informações sobre determinado assunto ou</p><p>descobrir um problema para estudo; utilizada, por exemplo, quando não se tem clareza sobre um determinado problema (RODRIGUES,</p><p>2006). Como explica Köche (2015), há casos em que não se tem um sistema de teorias e conhecimentos acerca de determinados</p><p>fenômenos que se deseja estudar. Nesses casos, o Autor explica que é necessário realizar uma investigação que identifique a natureza</p><p>do fenômeno e caracterize as variáveis que se quer estudar, relacionadas a esse fenômeno. Cervo, Brevian e Silva (2007)</p><p>complementam que a Pesquisa Exploratória não requer a elaboração de hipóteses a serem testadas no trabalho; restringindo-se a</p><p>definir objetivos e a buscar mais informações sobre determinado assunto. Realizam-se descrições precisas da situação estudada, na</p><p>busca de descobrir as relações existentes entre seus elementos componentes.</p><p>A Pesquisa Descritiva, como o nome indica, realiza descrições de fatos e fenômenos, sem haver interferência ou</p><p>manipulação desses fatos ou fenômenos. Busca descobrir a frequência com que o fenômeno estudado ocorre, sua natureza,</p><p>características, causas, relações e conexões com outros fenômenos (BARROS; LEHFELD, 2007). Exemplos da utilização desse tipo de</p><p>Pesquisa são os estudos que buscam descrever características de uma determinada comunidade; e, estudos de opinião ou de</p><p>motivações de determinados grupos, como estudantes de uma escola ou colaboradores de uma empresa.</p><p>A Pesquisa Explicativa é considerada o tipo de Pesquisa que mais aprofunda o conhecimento sobre o objeto estudado.</p><p>Seu principal objetivo é identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos; procurando explicar as</p><p>razões e causas das coisas (RODRIGUES, 2006).</p><p>2.4 CLASSIFICAÇÃO QUANTO À FORMA DE OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES</p><p>Antes de falarmos sobre a classificação das Pesquisas de acordo com a forma de obtenção dos dados, ou dos procedimentos e meios</p><p>utilizados na investigação, é pertinente diferenciar o que é uma Pesquisa Experimental e uma Pesquisa Não Experimental (Descritiva).</p><p>A classificação de uma Pesquisa como Experimental leva em conta a forma como o estudo é conduzido; o procedimento realizado na</p><p>investigação. Os outros tipos de Pesquisa, classificados de acordo com esse critério são, de acordo com Rodrigues (2006), divididos em</p><p>Pesquisas Bibliográficas, Documentais, de Campo e de Laboratório:</p><p>A Pesquisa Bibliográfica, que é aquela que se desenvolve tentando explicar um problema; utilizando-se, para isso, do</p><p>conhecimento disponível; é a Pesquisa realizada em material já publicado, como livros, revistas e artigos científicos, chamados de</p><p>fontes secundárias (KÖCHE, 2015; RODRIGUES, 2006). Segundo Fonseca (2002), qualquer Trabalho Científico inicia-se com a Pesquisa</p><p>A Pesquisa Experimental, também conhecida como</p><p>“Experimentação”, é aquela em que as variáveis relacionadas</p><p>ao objeto de estudo são manipuladas pelo pesquisador; ou</p><p>seja, para atingir resultados, o pesquisador faz uso de</p><p>aparelhos e instrumentos que a técnica moderna coloca a seu</p><p>alcance; ou, de procedimentos apropriados e capazes de</p><p>tornar perceptíveis as relações existentes entre as variáveis</p><p>envolvidas no estudo (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007).</p><p>A Pesquisa Descritiva, mencionada anteriormente, pode ser</p><p>chamada, também, de Pesquisa Não Experimental (KÖCHE,</p><p>2015), já que, como foi explicado, na Pesquisa Descritiva não</p><p>há interferência do pesquisador nos fatos e fenômenos</p><p>estudados; o pesquisador investiga os fatos sem manipulá-los.</p><p>Bibliográfica: ela permite ao pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto pesquisado; havendo, ainda, Pesquisas que são</p><p>unicamente bibliográficas; procurando as referências teóricas já publicadas, com o objetivo de recolher informações/conhecimentos</p><p>sobre o problema observado. Na vida acadêmica, você realizará diversas Pesquisas Bibliográficas, especialmente quando seus</p><p>Professores lhe solicitarem, na forma de trabalhos, a descrição ou a sistematização do Estado da Arte , de determinado tema de</p><p>estudo. Por essa razão, a Pesquisa Bibliográfica tem importância fundamental nos seus estudos.</p><p>A Pesquisa Documental é feita por meio de fontes primárias; utilizando documentos que, ainda, não foram analisados,</p><p>como fotografias, testamentos, manuscritos, atas parlamentares, registros de nascimento, gravações, Leis, diários, etc. (RODRIGUES,</p><p>2006); ou seja, documentos de particulares ou aqueles conservados em arquivos públicos ou privados.</p><p>A Pesquisa de Campo é aquela realizada no local onde os fenômenos investigados ocorrem ou ocorreram; em ambiente</p><p>não controlado pelo pesquisador. Como explicam Barros e Lehfeld (2007), na Pesquisa de Campo, o pesquisador assume o papel de</p><p>observador e explorador; coletando os dados no local (campo) em que ocorrem; havendo contato direto com o fenômeno estudado.</p><p>A Pesquisa de Laboratório é aquela feita a partir de dados obtidos em laboratório; buscando produzir ou reproduzir um</p><p>fenômeno em condições controladas pelo pesquisador; que utiliza instrumentais específicos (RODRIGUES, 2006). No contexto de</p><p>laboratório, geralmente se realizam mais Pesquisas Experimentais, como apontam Cervo, Bervian e Silva (2007).</p><p>Vergara (2005), ainda, menciona os seguintes tipos:</p><p>• Pesquisa ex post facto: é o estudo de fenômenos e fatos que já ocorreram, ou seja, fenômenos/fatos passados.</p><p>• Pesquisa-ação: pressupõe a intervenção na realidade estudada; ou seja, como explicam Barros e Lehfeld (2007), o pesquisador</p><p>não permanece apenas levantando problemas ou dados; mas procura desencadear ações e avaliá-las em conjunto com a</p><p>população envolvida e estudada. É um tipo de Pesquisa no qual os pesquisados participam, junto com os pesquisadores, para</p><p>elucidar a realidade em que estão inseridos; identificando problemas coletivos, buscando e experimentando soluções em</p><p>situação real (THIOLLENT, 1997). Um exemplo da aplicação da Pesquisa-ação foi relatado pelos autores Costa, Politano e Pereira</p><p>(2014). O trabalho foi desenvolvido em uma empresa do setor sucroalcooleiro, com o objetivo de solucionar um problema de</p><p>contabilização de custos de mão de obra do sistema de informação da empresa; com o envolvimento entre o pesquisador e seus</p><p>membros. É muito utilizada, também, nas Pesquisas realizadas com membros de comunidades e escolas.</p><p>• Estudo de Caso: é a Pesquisa sobre determinado indivíduo, família, grupo ou comunidade; ou, fenômeno, que seja representativo</p><p>de seu universo (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007) – que seja representativo de indivíduos, famílias, grupos ou comunidades, ou</p><p>fenômenos similares – para investigar aspectos sobre essas pessoas ou fenômenos. Para exemplificar esse tipo de Pesquisa, cita-se</p><p>o Estudo</p><p>de Caso realizado no Hospital Albert Einstein, com o objetivo de identificar problemas nos Centros Cirúrgicos do Hospital e</p><p>Nas Pesquisas de Campo, o pesquisador tem contato com o</p><p>fenômeno estudado no ambiente em que ele ocorre. Assim,</p><p>Pesquisas que objetivam descrever a vegetação de um local</p><p>ou analisar a água de um rio; ou, entrevistar uma comunidade</p><p>para conhecer comportamentos específicos, condições</p><p>sociais, ou de saúde; ou, Pesquisas realizadas com pacientes</p><p>em hospitais ou clínicas, são exemplos de Pesquisas de Campo.</p><p>Uma Pesquisa que objetiva verificar o crescimento de uma</p><p>cultura de bactéria, com temperatura, luz e nutrientes</p><p>controlados, é um exemplo de Pesquisa de Laboratório.</p><p>desenvolver um plano de ação para aumentar sua eficácia operacional (DUARTE; MACAU; MARTINS, 2010). Por ser um Estudo de</p><p>Caso, esse estudo pode ser considerado representativo; e, assim, a metodologia utilizada pode ser aplicada em outros hospitais</p><p>que apresentam problemas semelhantes.</p><p>3 TÉCNICAS DE PESQUISA</p><p>Segundo Severino (2007), as Técnicas são os procedimentos operacionais que servem de mediação prática para a realização das</p><p>Pesquisas. Podemos dizer que o Método estabelece o que fazer, ao passo que a Técnica estabelece como fazer (RODRIGUES, 2006).</p><p>Cervo, Bervian e Silva (2007) explicam que podemos chamar de Técnicas todos os procedimentos científicos, utilizados por</p><p>determinada Ciência, nas Pesquisas características de sua área. Assim, os autores seguem explicando que há Técnicas associadas a</p><p>testes de laboratório, ao levantamento de opiniões de massa, à coleta de dados estatísticos; há Técnicas para determinar a idade de</p><p>registros geológicos ou arqueológicos por medições de carbono, Técnicas para se conduzir entrevistas, dentre outras. Para todo</p><p>Método de Pesquisa, podem ser utilizadas uma ou mais Técnicas, de acordo com o problema que se pretende investigar e as</p><p>especificidades da Pesquisa; sendo essas Técnicas relacionadas à coleta dos dados a serem investigados (RODRIGUES, 2006).</p><p>A coleta dos dados a serem investigados cientificamente é uma das etapas cruciais da Pesquisa; e, nesse momento, o pesquisador</p><p>deve dispor de instrumentos ou técnicas apropriados ao seu objetivo e à população/fenômeno estudado e aplicá-los devidamente.</p><p>Rodrigues (2006) considera que, na coleta de dados, as Técnicas mais comuns são a Observação, a Entrevista, o Formulário e o</p><p>Questionário. Cervo, Bervian e Silva (2007) apontam que existem, ainda, procedimentos que são realizados em qualquer tipo de</p><p>Pesquisa; sendo eles a Observação, a Descrição, a Comparação, a Análise e a Síntese. O Autor Mascarenhas (2012) cita, também, a</p><p>Amostragem. Conheça, a seguir, um pouco sobre cada uma dessas Técnicas.</p><p>3.1 A OBSERVAÇÃO</p><p>A Observação consiste em uma Técnica de Coleta de Dados a partir da observação e do registro direto dos fatos ou fenômenos</p><p>estudados; sendo uma das mais antigas Técnicas utilizadas pelas Ciências; e, podendo ser utilizada tanto pelas Ciências Naturais,</p><p>quanto pelas Ciências Sociais (RODRIGUES, 2006). Citando as autoras Lakatos e Marconi (1988), Cervo, Bervian e Silva (2007) explicam</p><p>que a Observação pode ser:</p><p>• Assistemática, quando ocorre de maneira espontânea, informal, sem planejamento prévio.</p><p>• Sistemática, quando é planejada previamente e há controle do tempo, da periodicidade da observação e do uso de recursos</p><p>técnicos, mecânicos e eletrônicos.</p><p>• Participante, quando o observador se envolve com o objeto de Pesquisa.</p><p>• Não Participante, quando o pesquisador deliberadamente se mantém na posição de observador e de expectador; sem se</p><p>envolver com o objeto da observação.</p><p>• Individual, quando é feita por apenas um pesquisador.</p><p>• Em Equipe, quando o objeto de estudo é observado por um grupo de pesquisadores. E,</p><p>• Laboratorial, quando a observação ocorre em ambiente artificial, para isolar o objeto de Pesquisa de interferências externas.</p><p>É importante frisar que o fato de existirem variadas</p><p>classificações para a Pesquisa Científica não significa que uma</p><p>Pesquisa que você desenvolver deverá ser classificada em</p><p>apenas um dos tipos apresentados nesta Aula. Como bem</p><p>exemplifica o autor Rodrigues (2006), no estudo de um</p><p>problema, o pesquisador pode utilizar a Pesquisa Bibliográfica,</p><p>a Pesquisa de Campo, a Pesquisa Descritiva e a Abordagem</p><p>Quantitativa para produzir um trabalho científico original.</p><p>Como existem diferentes classificações para a Pesquisa, e</p><p>como não existe um consenso quanto a essas classificações,</p><p>não existe um referencial definitivo a ser seguido. O critério</p><p>para a classificação do tipo de sua Pesquisa dependerá do</p><p>seu enfoque, das condições de realização de seu estudo, de</p><p>sua metodologia, objetivos, objetos de estudo, etc. (LAKATOS;</p><p>MARCONI, 1999 apud RODRIGUES, 2006).</p><p>3.2 A DESCRIÇÃO</p><p>Uma vez que a possibilidade de replicabilidade de um experimento é uma noção fundamental para a sua validação científica, os</p><p>resultados da observação devem ser registrados, descritos de maneira precisa, para que o interlocutor ou leitor de sua Pesquisa seja</p><p>capaz de visualizar exatamente aquilo que você observou e cada um dos passos dados na realização da Pesquisa e na aplicação das</p><p>Técnicas de Pesquisa (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007).</p><p>A Descrição é uma Técnica tão importante que você não verá um artigo científico, trabalho acadêmico ou relatório de pesquisa que</p><p>não contenham uma sessão denominada “Metodologia” ou “Materiais e Métodos”, com a Descrição do que foi observado e das</p><p>Técnicas empregadas na Pesquisa, tanto para a coleta, quanto para a análise dos dados.</p><p>3.3 A AMOSTRAGEM</p><p>Suponha que você deseja realizar uma pesquisa para investigar determinado comportamento dos alunos do Uniaraxá. Você acha que</p><p>seria fácil ter contato com cada aluno da instituição? A resposta provavelmente é negativa, já que estamos falando de um número</p><p>elevado de pessoas. Ou seja, a população, ou universo, a ser pesquisado é muito grande. Nesse caso, como explica o Autor</p><p>Mascarenhas (2012), a solução é utilizar técnicas de Amostragem.</p><p>Segundo o Autor, chamamos de população ou universo, o conjunto formado por pessoas, empresas, animais, ou qualquer outro</p><p>elemento que desejamos estudar. Nos casos em que a população que desejamos estudar é grande, devemos selecionar uma Amostra</p><p>da mesma, que é formada por uma parte dessa população.</p><p>Para escolher a Amostra, Mascarenhas (2012) explica que a amostragem pode ser Probabilística ou Não Probabilística. Segundo o</p><p>Autor (2012, p.54):</p><p>• A Amostragem Probabilística é aquela submetida a tratamento estatístico, obtida por sorteio e com regras bem determinadas. A</p><p>população, nesse caso, deve ser finita e totalmente acessível (como é o caso dos alunos de uma Universidade – trata-se de uma</p><p>população finita), e todos devem ter as mesmas chances de serem escolhidos. Esse tipo de amostragem pode ser Aleatória</p><p>Simples, ou Estratificada.</p><p>• A Amostragem Probabilística Aleatória Simples consiste na seleção de participantes, feita ao acaso.</p><p>• A Amostragem Probabilística Estratificada consiste no tipo de seleção em que o pesquisador divide a população em grupos, e,</p><p>depois, seleciona aleatoriamente participantes de cada grupo para a amostra.</p><p>• A Amostragem Não Probabilística é o tipo em que não é necessário fazer uma escolha aleatória. De acordo com Mattar (s.d.</p><p>apud OLIVEIRA, 2001), este é o caso em que seleção da amostra depende, ao menos em parte, do julgamento do pesquisador.</p><p>Mascarenhas (2012) lembra que, nesse caso, é mais difícil generalizar os resultados da pesquisa.</p><p>3.4 A COMPARAÇÃO</p><p>A Técnica da Comparação será aplicável sempre que houver dois ou mais dados/fatos observados, com as mesmas propriedades</p><p>gerais ou características particulares, para se abstraírem suas semelhanças e destacar suas diferenças (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007).</p><p>Conforme explicam os autores citados, na aplicação da Técnica da Comparação está implícita a realização da análise e da síntese,</p><p>que abordaremos a seguir; cujos passos são essenciais para a identificação</p><p>das características particulares dos objetos comparados.</p><p>3.5 ANÁLISE E SÍNTESE</p><p>Analisar os dados coletados e realizar uma Síntese dessa análise são necessários em todas as Pesquisas Científicas. Leia o que os autores</p><p>Cervo, Bervian e Silva (2007, p. 33) explicam sobre a Análise e a Síntese:</p><p>O grande obstáculo que é preciso vencer nas ciências é, por um lado, a complexidade dos objetos e, por outro, a</p><p>limitação da inteligência humana. A inteligência não é capaz de tirar da complexidade de ideias, de seres e de fatos as</p><p>relações de causa e efeito e as relações entre princípio e consequência. Por isso, há necessidade de analisar e dividir</p><p>as dificuldades para melhor resolvê-las. Sem a análise, todo conhecimento é confuso e superficial; sem a síntese, é</p><p>fatalmente incompleto. O conhecimento de um objeto não se limita ao conhecimento minucioso de suas diversas partes;</p><p>deve-se ainda saber o lugar que ele tem no conjunto e a parte que toma na ação global. Por isso, à análise deve seguir-</p><p>se a síntese (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007, p. 33).</p><p>Analisar, então, significa decompor o todo em quantas partes forem possíveis, para que as propriedades e as características do objeto</p><p>de estudo (o todo) sejam mais bem compreendidas e explicadas. Ao se reconstituir o todo, pela reunião das partes analisadas, temos a</p><p>Síntese.</p><p>4 PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS EM PESQUISAS CIENTÍFICAS</p><p>4.1 A ENTREVISTA</p><p>A Entrevista é a Técnica por meio da qual o pesquisador coleta informações, a partir de uma conversa orientada com o entrevistado;</p><p>ou seja, a Entrevista é uma conversa orientada para um objetivo definido: recolher dados para a Pesquisa (CERVO; BERVIAN; SILVA,</p><p>2007; RODRIGUES, 2006). Na Entrevista, há, então, a interação verbal entre o pesquisador e o entrevistado.</p><p>Cervo, Bervian e Silva (2007), ainda, lembram que se deve recorrer à Entrevista, quando não houver fontes mais seguras para as</p><p>informações desejadas ou quando se quiser completar dados extraídos de outras fontes; devendo-se evitá-la para obter dados de</p><p>valor incerto ou para informações precisas, cuja validade dependeria de observações controladas ou pesquisas, como datas e</p><p>relações numéricas.</p><p>As Entrevistas podem ser Estruturadas, Semiestruturadas e Não Estruturadas.</p><p>As Entrevistas Estruturadas são aquelas em que as perguntas a serem respondidas pelo pesquisado foram</p><p>elaboradas previamente pelo pesquisador. Assim, o pesquisado responde, estritamente, às perguntas elaboradas pelo</p><p>pesquisador.</p><p>As Entrevistas Não Estruturadas são aquelas em que não há perguntas específicas pré-estabelecidas pelo</p><p>pesquisador: a conversa se desenvolve acerca de uma questão principal – o que se quer investigar com a Pesquisa.</p><p>Já, as Entrevistas Semiestruturadas são aquelas em que existe uma quantidade de perguntas pré-elaboradas pelo</p><p>pesquisador; porém o entrevistado tem mais liberdade para falar sobre temas relacionados à questão principal</p><p>estudada; sem responder apenas a questões específicas, elaboradas pelo pesquisador.</p><p>4.2 O QUESTIONÁRIO</p><p>O Questionário é constituído por uma lista de questões, relacionadas ao problema pesquisado, respondidas por escrito – e, não</p><p>verbalmente, como a Entrevista – pelo pesquisado. Cervo, Bervian e Silva (2007) informam que a vantagem do Questionário é o fato de</p><p>o respondente se sentir mais confiante para respondê-lo, devido ao anonimato; o que pode não acontecer na Entrevista.</p><p>As perguntas de um Questionário podem ser abertas ou fechadas e pode haver a combinação entre esses dois tipos de perguntas, em</p><p>um mesmo Questionário. As perguntas abertas permitem a obtenção de respostas livres, com informações mais ricas e variadas –</p><p>porém, sua análise é realizada de forma mais trabalhosa; as perguntas fechadas permitem obter respostas mais precisas, são de fácil</p><p>aplicação e simples de serem analisadas (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007).</p><p>A escolha pelo tipo de pergunta dependerá dos dados que se deseja coletar. Quanto à quantidade de questões, recomenda-se que</p><p>ele não seja muito exaustivo, para não desanimar o pesquisado (BARROS; LEHFELD, 2007).</p><p>4.3 O FORMULÁRIO</p><p>O Formulário é uma lista informal, catálogo ou inventário que objetiva coletar dados, resultados de observações ou de interrogações</p><p>aos pesquisados. Sua principal característica e vantagem é a de ser preenchido pelo próprio pesquisador; o que permite sua aplicação</p><p>a qualquer tipo de informante, mesmo a analfabetos – o que não é possível com o Questionário (CERVO; BERVIAN; SILVA, 2007;</p><p>RODRIGUES, 2006).</p><p>O Formulário é um tipo de instrumento de Coleta de Dados, com o qual já estamos acostumados, pois, como exemplificam Cervo,</p><p>Bervian e Silva (2007), órgãos públicos, empresas privadas e bancos utilizam esse instrumento para o cadastramento de clientes; sendo</p><p>uma das suas principais fontes de alimentação de bancos de dados e de coleta de informações sobre clientes e consumidores.</p><p>Como falamos na Aula anterior, artigos científicos serão ferramentas de estudo bastante utilizadas durante a sua Graduação. Por isso,</p><p>os conteúdos abordados na Aula 3 serão úteis e terão relação com diferentes disciplinas de seu curso, e, é muito possível que você</p><p>mesmo(a) realizará atividades que envolvam a Pesquisa Científica. Por isso, compreendê-la, e conhecer melhor seus métodos, será útil</p><p>em diferentes aspectos de sua trajetória de estudos. E, ao final dessa trajetória, ao elaborar o Trabalho de Conclusão de Curso, você,</p><p>certamente, realizará um pesquisa de algum dos tipos aprendidos nessa Aula, e utilizará algum das técnicas de coleta de dados</p><p>apresentadas!</p><p>Após essa Aula, você consegue explicar o conceito de Pesquisa Científica? É capaz de identificar as principais classificações e tipos de</p><p>pesquisa científica? E, ainda, de reconhecer as principais técnicas de pesquisa e de coleta de dados? Caso consiga responder a essas</p><p>questões, parabéns! Você atingiu os objetivos específicos da Aula 3! Caso tenha dificuldades para responder a algumas delas,</p><p>aproveite para reler o conteúdo da Aula, e acessar o Ambiente Virtual e interagir com seus colegas, Tutor(a) e Professor(a). Você não</p><p>está sozinho nessa caminhada! Conte conosco!</p><p>Chegou o momento de complementar seu conhecimento. Vá até seu Ambiente Virtual de</p><p>Aprendizagem e acesse esta aula para assistir a Video Aula</p><p>RECAPITULANDO</p><p>Dentre outras técnicas relacionadas à parte prática de coleta</p><p>de dados em Pesquisas Científicas, as autoras Marconi e</p><p>Lakatos (2013) ainda citam os testes. Os testes são</p><p>“instrumentos utilizados com a finalidade de obter dados que</p><p>permitam medir o rendimento, a frequência, a capacidade ou</p><p>a conduta de indivíduos, de forma quantitativa” (MACONI;</p><p>LAKATOS, 2013, p.111). Tal técnica é muito utilizada no âmbito</p><p>das Ciências relacionadas à Saúde. No campo da Psicologia,</p><p>por exemplo, utilizam-se testes para avaliar a capacidade</p><p>cognitiva de um indivíduo, sua personalidade, memória, saúde</p><p>mental em geral, dentre outras aplicações.</p><p>Quer ficar por dentro das notícias sobre as Pesquisas</p><p>Científicas, realizadas em uma das mais importantes</p><p>Universidades Brasileiras? Então, clique aqui e conheça o</p><p>Núcleo de Divulgação Científica da Universidade de São Paulo</p><p>(USP). A página traz as novidades do mundo das Ciências. É</p><p>muito interessante, não deixe de conferir!</p><p>http://ciencia.usp.br/</p><p>Esta foi a Aula que objetivou tratar sobre a Pesquisa Científica. Você conheceu os principais tipos de Pesquisa, segundo os critérios de</p><p>classificação, definidos por diversos autores, os quais consideram diferentes características das Pesquisas. Compreendeu, também, que</p><p>existem Técnicas importantes que são utilizadas em todas as Pesquisas e conheceu algumas das Técnicas ou Instrumentos de Coleta de</p><p>Dados mais utilizadas em Pesquisas Científicas; e, que, você, certamente, utilizará, ao desenvolver sua própria Pesquisa.</p><p>E, falando-se em sua própria pesquisa, um dos aspectos fundamentais a ser observado é a sua redação. Como você já aprendeu, os</p><p>resultados das Pesquisas Científicas devem ser relatados,</p><p>e esse relatório deve ser realizado segundo diretrizes características da</p><p>Redação Científica. Assim, esse será o próximo conteúdo a ser estudado, na Aula 4.</p><p>Esperamos que esta Aula o(a) tenha estimulado a percorrer o caminho da Ciência! Este caminho proporcionará uma recompensa de</p><p>grande valia para sua formação e atuação: o enriquecimento de seu conhecimento na área que você escolheu seguir</p><p>profissionalmente.</p><p>Até a próxima Aula e bons estudos!</p><p>CRÉDITOS</p><p>Capa: <https://www.freepik.com/free-photos-vectors/education> Education vector created by freepik - www.freepik.com</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.</p><p>CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.</p><p>COSTA, E. P.; POLITANO, P. R.; PEREIRA, N. A. Exemplo de aplicação do método de Pesquisaação para a solução de um problema de</p><p>sistema de informação em uma empresa produtora de cana-de-açúcar. Gestão & Produção, São Carlos, v.21, n.4, p.895-905, 2014.</p><p>DUARTE, A. L. C. M.; MACAU, F. R.; MARTINS, G. S. Eficiência operacional nos centros cirúrgicos do Hospital Albert Einstein. 2010.</p><p>Disponível em: https://docplayer.com.br/68357206-Eficiencia-operacional-nos-centros-cirurgicos-do-hospital-albert-einstein.html. Acesso</p><p>em: 06 de jul. 2021.</p><p>FERREIRA, N. S.A. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, Campinas, v. 23, n. 79, p. 257-272, ago. 2002.</p><p>FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Disponível em: https://books.google.com.br/books?</p><p>id=oB5x2SChpSEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false. Acesso em: 06 de jul.</p><p>2021.</p><p>GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.</p><p>KÖCHE, J. C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2015.</p><p>MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do Trabalho Científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013.</p><p>MASCARENHAS, S. A. Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.</p><p>OLIVEIRA, T. M. V. Amostragem não Probabilística: Adequação de Situações para uso e Limitações de amostras por Conveniência,</p><p>Julgamento e Quotas. Administração OnLine, v. 2, n.3, 2001. Disponível em:</p><p>https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/veludo_-</p><p>_amostragem_nao_probabilistica_adequacao_de_situacoes_para_uso_e_limitacoes_de_amostras_por_conveniencia.pdf. Acesso em:</p><p>06 de jul. 2021.</p><p>RAMOS, P.; RAMOS, M. M.; BUSNELLO, S. J. Manual prático de metodologia da pesquisa: artigo, resenha, projeto, TCC, monografia,</p><p>dissertação e tese. Blumenau: Acadêmica, 2003.</p><p>RODRIGUES, A. J. Metodologia Científica: completo e essencial para a vida universitária. São Paulo: Avercamp, 2006.</p><p>SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.</p><p>THIOLLENT, M. Pesquisa-Ação nas Organizações. São Paulo: Atlas, 1997.</p><p>VERGARA, S. C. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005.</p><p>https://www.freepik.com/free-photos-vectors/education</p><p>https://coap.uniaraxa.edu.br/www.freepik.com</p><p>https://docplayer.com.br/68357206-Eficiencia-operacional-nos-centros-cirurgicos-do-hospital-albert-einstein.html</p><p>https://books.google.com.br/books?id=oB5x2SChpSEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false</p><p>https://books.google.com.br/books?id=oB5x2SChpSEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false</p><p>https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/veludo_-_amostragem_nao_probabilistica_adequacao_de_situacoes_para_uso_e_limitacoes_de_amostras_por_conveniencia.pdf</p><p>https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/veludo_-_amostragem_nao_probabilistica_adequacao_de_situacoes_para_uso_e_limitacoes_de_amostras_por_conveniencia.pdf</p><p>Estado da Arte</p><p>Utiliza-se a expressão “Estado da Arte” ou “Estado do Conhecimento”, para identificar a Pesquisa que busca descrever o estado</p><p>atual de conhecimento acerca de um problema estudado. Segundo Ferreira (2002), as Pesquisas conhecidas pela denominação</p><p>“Estado da Arte”, são definidas como de caráter bibliográfico; e, buscam mapear e discutir certa produção acadêmica, em</p><p>diferentes campos do conhecimento; realizando uma metodologia de caráter inventariante e descritivo da produção acadêmica e</p><p>científica sobre o tema investigado.</p>e esse relatório deve ser realizado segundo diretrizes características da Redação Científica. Assim, esse será o próximo conteúdo a ser estudado, na Aula 4. Esperamos que esta Aula o(a) tenha estimulado a percorrer o caminho da Ciência! Este caminho proporcionará uma recompensa de grande valia para sua formação e atuação: o enriquecimento de seu conhecimento na área que você escolheu seguir profissionalmente. Até a próxima Aula e bons estudos! CRÉDITOS Capa: <https://www.freepik.com/free-photos-vectors/education> Education vector created by freepik - www.freepik.com REFERÊNCIAS BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. COSTA, E. P.; POLITANO, P. R.; PEREIRA, N. A. Exemplo de aplicação do método de Pesquisaação para a solução de um problema de sistema de informação em uma empresa produtora de cana-de-açúcar. Gestão & Produção, São Carlos, v.21, n.4, p.895-905, 2014. DUARTE, A. L. C. M.; MACAU, F. R.; MARTINS, G. S. Eficiência operacional nos centros cirúrgicos do Hospital Albert Einstein. 2010. Disponível em: https://docplayer.com.br/68357206-Eficiencia-operacional-nos-centros-cirurgicos-do-hospital-albert-einstein.html. Acesso em: 06 de jul. 2021. FERREIRA, N. S.A. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, Campinas, v. 23, n. 79, p. 257-272, ago. 2002. FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Disponível em: https://books.google.com.br/books? id=oB5x2SChpSEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false. Acesso em: 06 de jul. 2021. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. KÖCHE, J. C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2015. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do Trabalho Científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013. MASCARENHAS, S. A. Metodologia Científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. OLIVEIRA, T. M. V. Amostragem não Probabilística: Adequação de Situações para uso e Limitações de amostras por Conveniência, Julgamento e Quotas. Administração OnLine, v. 2, n.3, 2001. Disponível em: https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/veludo_- _amostragem_nao_probabilistica_adequacao_de_situacoes_para_uso_e_limitacoes_de_amostras_por_conveniencia.pdf. Acesso em: 06 de jul. 2021. RAMOS, P.; RAMOS, M. M.; BUSNELLO, S. J. Manual prático de metodologia da pesquisa: artigo, resenha, projeto, TCC, monografia, dissertação e tese. Blumenau: Acadêmica, 2003. RODRIGUES, A. J. Metodologia Científica: completo e essencial para a vida universitária. São Paulo: Avercamp, 2006. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007. THIOLLENT, M. Pesquisa-Ação nas Organizações. São Paulo: Atlas, 1997. VERGARA, S. C. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005. https://www.freepik.com/free-photos-vectors/education https://coap.uniaraxa.edu.br/www.freepik.com https://docplayer.com.br/68357206-Eficiencia-operacional-nos-centros-cirurgicos-do-hospital-albert-einstein.html https://books.google.com.br/books?id=oB5x2SChpSEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false https://books.google.com.br/books?id=oB5x2SChpSEC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/veludo_-_amostragem_nao_probabilistica_adequacao_de_situacoes_para_uso_e_limitacoes_de_amostras_por_conveniencia.pdf https://gvpesquisa.fgv.br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/veludo_-_amostragem_nao_probabilistica_adequacao_de_situacoes_para_uso_e_limitacoes_de_amostras_por_conveniencia.pdf Estado da Arte Utiliza-se a expressão “Estado da Arte” ou “Estado do Conhecimento”, para identificar a Pesquisa que busca descrever o estado atual de conhecimento acerca de um problema estudado. Segundo Ferreira (2002), as Pesquisas conhecidas pela denominação “Estado da Arte”, são definidas como de caráter bibliográfico; e, buscam mapear e discutir certa produção acadêmica, em diferentes campos do conhecimento; realizando uma metodologia de caráter inventariante e descritivo da produção acadêmica e científica sobre o tema investigado.