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<p>Disciplina: Sistemas Orgânicos Integrados – SOI IV</p><p>Acadêmico: Juliana Martins Coelho de Oliveira</p><p>Professora: Eliane Patricia Lino Pereira Franchi</p><p>A cólera é causada por uma bactéria que liberam toxinas que alteram as células</p><p>do intestino, fazendo com que elas percam grandes quantidades de água e sais minerais</p><p>procedendo assim, uma infecção intestinal aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae.</p><p>Essa perda excessiva de fluidos leva à diarreia aquosa intensa e vômitos, que podem</p><p>causar desidratação severa em poucas horas, colocando a vida da pessoa em risco.</p><p>Sendo assim, sua principal forma de transmissão da cólera é através da ingestão</p><p>de água ou alimentos contaminados com fezes de pessoas infectadas. Áreas com</p><p>saneamento básico precário e condições de higiene inadequadas são mais propensas a</p><p>surtos de cólera.</p><p>Com isso, crianças apresentam grande risco, devido ao sistema imunológico ainda</p><p>em desenvolvimento. Assim como idosos e indivíduos imunocomprometidos. Os</p><p>sintomas da cólera podem variar de leves a graves, mas a diarreia aquosa profusa e os</p><p>vômitos são os mais característicos. Outros sintomas comuns incluem desidratação,</p><p>cãibras musculares, fraqueza e tontura.</p><p>O diagnóstico da cólera é feito através da identificação da bactéria Vibrio cholerae</p><p>nas fezes do paciente. O exame de fezes é rápido e simples, e o resultado geralmente está</p><p>disponível em poucas horas. Seu tratamento visa, principalmente, a reposição rápida dos</p><p>líquidos e eletrólitos perdidos através da diarreia e dos vômitos. A terapia de reidratação</p><p>oral (TRO) é o tratamento de escolha para os casos leves a moderados. Em casos mais</p><p>graves, pode ser necessária a reidratação intravenosa em um hospital.</p><p>A cólera é uma doença grave, mas prevenível. A melhor forma de se proteger é</p><p>adotando medidas de higiene e saneamento básico, e buscando atendimento médico</p><p>imediatamente em caso de suspeita.</p><p>Referências:</p><p>CARVALHO et. al. Análise dos aspectos epidemiológicos da cólera no Brasil: Um estudo da</p><p>última década. Brazilian Journal of health review, v. 3, n. 5, 2020.</p>