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<p>© ABNT 2004</p><p>Sistemas para adução e distribuição de</p><p>água – Tubos e conexões de PVC 6,3 com</p><p>junta elástica e com diâmetros nominais</p><p>até DN 100</p><p>Parte 1: Requisitos gerais</p><p>Water main and water distribution systems – Poly (vinyl chloride)</p><p>PVC 6,3 plastic pipes and fittings with elastic joints and with nominal</p><p>diameter until DN 100 – Part 1: General requirements</p><p>Palavras-chave: Tubo de PVC. Conexão.</p><p>Descriptors: PVC plastic pipe. Fitting.</p><p>ICS 93.025</p><p>Número de referência</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>21 páginas</p><p>NORMA</p><p>BRASILEIRA</p><p>ABNT NBR</p><p>5647-1</p><p>Segunda edição</p><p>31.05.2004</p><p>Válida a partir de</p><p>30.06.2004</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>ii © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>© ABNT 2004</p><p>Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser</p><p>reproduzida ou utilizada em qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e</p><p>microfilme, sem permissão por escrito pela ABNT.</p><p>Sede da ABNT</p><p>Av. Treze de Maio, 13 – 28º andar</p><p>20003-900 – Rio de Janeiro – RJ</p><p>Tel.: + 55 21 3974-2300</p><p>Fax: + 55 21 2220-1762</p><p>abnt@abnt.org.br</p><p>www.abnt.org.br</p><p>Impresso no Brasil</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados iii</p><p>Sumário Página</p><p>Prefácio............................................................................................................................................................... iv</p><p>1 Objetivo ..................................................................................................................................................1</p><p>2 Referências normativas........................................................................................................................1</p><p>3 Definições ..............................................................................................................................................2</p><p>4 Requisitos gerais...................................................................................................................................4</p><p>4.1 Composto de PVC 6,3 ...........................................................................................................................4</p><p>4.2 Tubos......................................................................................................................................................4</p><p>4.3 Conexões ...............................................................................................................................................5</p><p>4.4 Juntas .....................................................................................................................................................6</p><p>4.5 Condições de utilização........................................................................................................................7</p><p>5 Requisitos específicos..........................................................................................................................8</p><p>5.1 Tubos de PVC 6,3 ..................................................................................................................................8</p><p>5.1.1 Caracterização do composto de PVC 6,3............................................................................................8</p><p>5.1.2 Ensaios durante a fabricação ..............................................................................................................9</p><p>5.1.3 Ensaios de desempenho ....................................................................................................................11</p><p>5.1.4 Periodicidade dos ensaios para os tubos de PVC 6,3.....................................................................11</p><p>5.2 Conexões de PVC................................................................................................................................12</p><p>5.2.1 Caracterização do composto de PVC 6,3..........................................................................................12</p><p>5.2.2 Ensaios durante a fabricação ............................................................................................................13</p><p>5.2.3 Ensaios de desempenho ....................................................................................................................14</p><p>5.2.4 Periodicidade dos ensaios para as conexões de PVC 6,3..............................................................14</p><p>6 Recebimento ........................................................................................................................................15</p><p>6.1 Responsabilidades..............................................................................................................................15</p><p>6.1.1 Responsabilidade do fabricante dos tubos e/ou conexões............................................................15</p><p>6.1.2 Responsabilidade do usuário ............................................................................................................15</p><p>6.2 Verificação dos requisitos da qualidade...........................................................................................15</p><p>6.2.1 Auditoria ou verificação do programa da qualidade .......................................................................16</p><p>6.2.2 Avaliação dos requisitos da qualidade por inspeção de recebimento..........................................16</p><p>6.2.3 Ensaios de recebimento .....................................................................................................................17</p><p>6.2.4 Aceitação e rejeição............................................................................................................................18</p><p>6.2.5 Relatório de resultados da inspeção.................................................................................................18</p><p>7 Marcação e unidade de compra.........................................................................................................18</p><p>7.1 Tubos....................................................................................................................................................18</p><p>7.2 Conexões .............................................................................................................................................19</p><p>Anexo A (normativo) Requisitos exigidos para os anéis de borracha não toroidais empregados</p><p>em tubos de PVC ................................................................................................................................20</p><p>A.1 Objetivo ................................................................................................................................................20</p><p>A.2 Forma e dimensões do anel ...............................................................................................................20</p><p>A.3 Material .................................................................................................................................................20</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>iv © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>Prefácio</p><p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização.</p><p>As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos</p><p>Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias</p><p>(ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores</p><p>envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).</p><p>A ABNT NBR 5647-1 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Construção Civil (ABNT/CB-02), pela Comissão</p><p>de Estudo de Sistemas de Adução e Distribuição de Água – Tubos e Conexões de PVC</p><p>(CE-02:111.02). Seu Projeto circulou em Consulta Pública conforme Edital nº 02, de 27.02.1998, com o</p><p>número 02:111.02-002. Seu Projeto de Emenda 1 circulou em</p><p>Consulta Pública conforme Edital nº 09, de</p><p>30.09.2003.</p><p>Esta Norma, sob o título geral “Sistemas para adução e distribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3</p><p>com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100”, tem previsão de conter as seguintes partes:</p><p>― Parte 1 - Requisitos gerais;</p><p>― Parte 2 - Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1,0 MPa;</p><p>― Parte 3 - Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,75 MPa;</p><p>― Parte 4 - Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,60 MPa.</p><p>Esta Norma inclui o anexo A, de caráter normativo, idêntico à ABNT NBR 7676:1996, exceto onde</p><p>explicitamente mencionado.</p><p>Esta segunda edição incorpora a Emenda 1 de 31.05.2004 e cancela e substitui a edição anterior</p><p>(ABNT NBR 5647-1:1999).</p><p>NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 1</p><p>Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e</p><p>conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros</p><p>nominais até DN 100</p><p>Parte 1: Requisitos gerais</p><p>1 Objetivo</p><p>1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3 e respectivas juntas</p><p>elásticas, a serem empregados na execução de sistemas de distribuição de água, com pressão de serviço de</p><p>1,0 MPa, 0,75 MPa e 0,60 MPa, à temperatura de 20°C. Os requisitos específicos para as diversas classes</p><p>de pressão dos tubos são estabelecidos nas ABNT NBR 5647-2, ABNT NBR 5647-3 e</p><p>ABNT NBR 5647-4.</p><p>1.2 Os tubos utilizados em sistemas para adução e distribuição de água devem ser fabricados por</p><p>processo de extrusão e as conexões devem ser fabricadas por processo de injeção, exceção feita às curvas</p><p>e peças de transição, que podem ser fabricadas a partir de tubos extrudados. Os tubos devem ser fabricados</p><p>com ponta e bolsa para junta elástica dotada de anel de borracha e as conexões devem ser fabricadas com</p><p>ponta e bolsa ou bolsas dotadas de anel de borracha.</p><p>1.3 Os tubos, conexões e juntas elásticas devem ser empregados na condução de água sob pressão para</p><p>temperatura até 45°C, sendo que a pressão de serviço da tubulação deve ser reduzida em função da</p><p>temperatura da água conduzida.</p><p>1.4 Os tubos e conexões devem ser fabricados com composto de poli (cloreto de vinila) PVC 6,3 que</p><p>assegure a obtenção de um produto que satisfaça as exigências desta Norma, avaliado através de ensaios</p><p>permanentes durante a fabricação e ensaios de desempenho, de forma a garantir uma vida útil mínima de</p><p>50 anos para o sistema.</p><p>2 Referências normativas</p><p>As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem</p><p>prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação.</p><p>Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que</p><p>verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir.</p><p>A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.</p><p>ABNT NBR 5647-2:1999 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6,3</p><p>com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com</p><p>pressão nominal PN 1,0 MPa</p><p>ABNT NBR 5647-3:1999 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6,3</p><p>com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com</p><p>pressão nominal PN 0,75 MPa</p><p>ABNT NBR 5647-4:1999 – Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6,3</p><p>com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com</p><p>pressão nominal PN 0,60 MPa</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>2 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>ABNT NBR 5683:1999 – Tubos de PVC – Verificação da resistência à pressão hidrostática interna</p><p>ABNT NBR 5685:1999 – Tubos e conexões de PVC – Verificação do desempenho da junta elástica</p><p>ABNT NBR 5687:1999 – Tubos de PVC – Verificação da estabilidade dimensional</p><p>ABNT NBR 6483:1999 – Conexões de PVC – Verificação do comportamento ao achatamento</p><p>ABNT NBR 6565:1982 – Elastômero vulcanizado – Ensaio de envelhecimento acelerado em estufa</p><p>ABNT NBR 6588:1981 – Anel de borracha do tipo toroidal para tubulações de PVC rígido para adutoras e</p><p>rede de água – Dimensões e dureza</p><p>ABNT NBR 7231:1999 – Conexões de PVC – Verificação do comportamento ao calor</p><p>ABNT NBR 7318:1982 – Elastômero vulcanizado para uso em veículos automotores – Determinação da</p><p>dureza</p><p>ABNT NBR 7462:1992 – Elastômero vulcanizado – Determinação da resistência à tração</p><p>ABNT NBR 7588:1985 – Anéis de borracha para juntas de tubos de ferro fundido centrifugado – Ensaios</p><p>ABNT NBR 7673:1982 – Anéis de borracha para tubulações de PVC rígido para adutoras e redes de água –</p><p>Especificação</p><p>ABNT NBR 7676:1996 – Anel de borracha para junta elástica e mecânica de tubos e conexões de ferro</p><p>fundido tipos JE, JM e JE2GS - Especificação</p><p>ABNT NBR 8218:1999 – Conexões de PVC – Verificação da resistência à pressão hidrostática interna</p><p>ABNT NBR 8219:1999 – Tubos e conexões de PVC – Verificação do efeito sobre a água</p><p>ABNT NBR 11407:1990 – Elastômero vulcanizado – Determinação das alterações das propriedades físicas,</p><p>por efeito da imersão em líquidos</p><p>ABNT NBR 14262:1999 – Tubos de PVC – Verificação da resistência ao impacto</p><p>ABNT NBR 14264:1999 – Conexões de PVC – Verificação dimensional</p><p>NM 82:1996 – Tubos e conexões de PVC – Determinação da temperatura de amolecimento “Vicat”</p><p>NM 83:1996 – Tubos e conexões de PVC – Determinação da densidade</p><p>NM 84:1996 – Tubos e conexões de PVC – Determinação do teor de cinzas</p><p>NM 85:1996 – Tubos de PVC – Verificação dimensional</p><p>ISO 812:1991 – Rubber, vulcanized – Determination of low temperature brittleness</p><p>ISO 3384:1991 – Rubber, vulcanized or thermoplastic – Determination of stress relaxation in compression at</p><p>ambient and at elevated temperatures</p><p>3 Definições</p><p>Para os efeitos desta Norma aplicam-se as seguintes definições:</p><p>3.1 anel integrado à bolsa: Anel de borracha, não removível manualmente, já alojado no sulco apropriado,</p><p>quando do fornecimento dos tubos.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 3</p><p>3.2 composto de PVC: Material resultante da incorporação de aditivos à resina de PVC.</p><p>3.3 comprimento de montagem (CM): Distância medida entre a extremidade da bolsa de um tubo até a</p><p>extremidade da bolsa de outro tubo de mesmo diâmetro nominal (DN), quando os dois tubos estão</p><p>conectados.</p><p>3.4 diâmetro externo médio (dem): Relação entre o perímetro externo do tubo e o número 3,1416,</p><p>aproximado para o décimo de milímetro mais próximo.</p><p>3.5 diâmetro nominal (DN): Simples número que serve como designação para projeto e para classificar,</p><p>em dimensões, os elementos de tubulação (tubos, conexões, anéis de borracha e acessórios) e que</p><p>corresponde, aproximadamente, ao diâmetro interno dos tubos em milímetros.</p><p>NOTA O diâmetro nominal (DN) não deve ser objeto de medição, nem ser utilizado para fins de cálculos.</p><p>3.6 espessura de parede (e): Valor da espessura de parede, medido em qualquer ponto ao longo da</p><p>circunfe-rência do tubo, arredondado para o décimo de milímetro mais próximo.</p><p>3.7 junta elástica (JE): Junta constituída pela ponta de um tubo e/ou conexão com a bolsa de outro tubo</p><p>e/ou conexão e anel de vedação alojado em sulco apropriado, situado na bolsa, montados de forma</p><p>deslizante.</p><p>3.8 peça de transição: Peça destinada à ligação de uma tubulação à outra tubulação distinta ou a</p><p>registros, válvulas e demais acessórios.</p><p>3.9 pressão nominal (PN): Pressão de dimensionamento dos tubos, das conexões e das juntas,</p><p>conduzindo água a C20 3</p><p>2</p><p>°+</p><p>− relacionada com a tensão circunferencial admissível ( )σ , calculada conforme a</p><p>equação abaixo:</p><p>e</p><p>2</p><p>−</p><p>σ</p><p>=</p><p>emd</p><p>e</p><p>PN</p><p>onde:</p><p>e é a espessura mínima de parede, em milímetros;</p><p>dem é o diâmetro externo médio, em milímetros.</p><p>3.10 pressão de serviço (PS): Máxima pressão (incluindo</p><p>as variações dinâmicas) que os tubos, conexões</p><p>e juntas podem suportar em serviço contínuo, conduzindo água numa temperatura de até 45°C em sistemas</p><p>de distribuição, sendo proporcional à pressão nominal (PN), através do coeficiente de segurança (Cs),</p><p>conforme a equação abaixo:</p><p>PS = PN x Cs</p><p>3.11 tensão circunferencial ( )σ : Tensão tangencial presente ao longo de toda a parede de um tubo,</p><p>decorrente da aplicação de uma pressão hidrostática interna.</p><p>3.12 tensão circunferencial admissível ( )σ : Máxima tensão circunferencial que um tubo de PVC 6,3</p><p>pode ser submetido continuamente, em condições ideais de serviço e na temperatura de C20 3</p><p>2</p><p>°+</p><p>− , com a</p><p>garantia de resistir no mínimo por 50 anos e igual a 6,3 MPa.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>4 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>4 Requisitos gerais</p><p>4.1 Composto de PVC 6,3</p><p>4.1.1 O composto de PVC 6,3 deve estar aditivado somente com produtos necessários à sua</p><p>transformação e à utilização dos tubos e conexões de acordo com esta Norma.</p><p>4.1.2 O pigmento deve estar total e adequadamente disperso no composto a ser empregado na fabricação</p><p>dos tubos e conexões.</p><p>4.1.3 O pigmento e o sistema de aditivação devem minimizar as alterações de cor e das propriedades dos</p><p>tubos e conexões durante a sua exposição às intempéries, no manuseio e na estocagem em obra.</p><p>4.1.4 O emprego de material reprocessado é permitido, desde que gerado pelo próprio fabricante,</p><p>originado da fabricação do mesmo tipo de tubo e/ou conexão e com a mesma formulação do composto dos</p><p>tubos e/ou conexões conforme esta Norma. Material reprocessado ou reciclado, obtido de fontes externas,</p><p>não pode ser empregado na fabricação dos tubos e conexões.</p><p>4.1.5 O composto de PVC 6,3 empregado na fabricação dos tubos e conexões deve ser de cor marrom,</p><p>permitindo-se nuanças devidas às naturais diferenças de cor das matérias-primas.</p><p>4.1.6 O composto de PVC 6,3 empregado na fabricação dos tubos e/ou conexões deve preservar o padrão</p><p>de potabilidade da água no interior da tubulação, sem transmitir sabor e odor, e não deve provocar</p><p>turvamento ou coloração à água.</p><p>4.2 Tubos</p><p>4.2.1 Os tubos devem ser fabricados com composto de poli (cloreto de vinila) PVC 6,3, que assegure a</p><p>obtenção de um produto que satisfaça às exigências desta Norma, avaliado através de ensaios permanentes</p><p>durante a fabricação e ensaios de desempenho para garantir uma vida útil mínima de 50 anos para o sistema.</p><p>4.2.2 Os tubos devem ser fabricados com ponta e bolsa para junta elástica nos diâmetros nominais DN 50,</p><p>DN 75 e DN 100, para as pressões nominais de 1,0 MPa, 0,75 MPa e 0,60 MPa, com diâmetros externos</p><p>médios (dem), espessuras de parede (e) e massa aproximada por metro, conforme estabelecido nas</p><p>ABNT NBR 5647-2 (PN 1,0 MPa), ABNT NBR 5647-3 (PN 0,75 MPa) ou ABNT NBR 5647-4 (PN 0,60 MPa).</p><p>4.2.3 Cada tubo deve ter cor uniforme e ser livre de corpos estranhos, bolhas, rachaduras ou outros</p><p>defeitos visuais que indiquem descontinuidade do material e/ou do processo de extrusão.</p><p>4.2.4 Os tubos devem ser fabricados com comprimento total de 6,0 m, com tolerância de + 1% e - 0,5%.</p><p>NOTA Dependendo do acordo prévio entre fabricante e usuário, os tubos podem ser fornecidos com comprimento</p><p>diferente do estabelecido acima.</p><p>4.2.5 Os tubos devem ter comprimento de montagem (CM) mínimo para cada DN, conforme indicado na</p><p>tabela 1 e figura 1.</p><p>4.2.6 Os tubos devem ser fabricados com ponta e bolsa para junta elástica. As bolsas devem ter</p><p>profundidade mínima de encaixe (Pb), conforme indicado na figura 2 e tabela 2.</p><p>Figura 1 — Comprimento de montagem dos tubos de PVC 6,3</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 5</p><p>Tabela 1 — Comprimento de montagem mínimo dos tubos de PVC 6,3</p><p>Diâmetro nominal</p><p>DN</p><p>Comprimento de montagem mínimo</p><p>CM</p><p>m</p><p>50 5,88</p><p>75 5,85</p><p>100 5,83</p><p>Figura 2 — Tubo de PVC 6,3 com bolsa para junta elástica</p><p>Tabela 2 — Profundidade mínima da bolsa para juntas de</p><p>tubos de PVC 6,3</p><p>Diâmetro nominal</p><p>DN</p><p>Profundidade mínima da bolsa</p><p>Pb</p><p>mm</p><p>50 64,0</p><p>75 75,0</p><p>100 78,0</p><p>4.3 Conexões</p><p>4.3.1 As conexões devem ser fabricadas com composto de PVC 6,3 de cor marrom, com bolsas para junta</p><p>elástica ou bolsa para junta elástica e ponta para serem acopladas a tubos de PVC 6,3.</p><p>4.3.2 As conexões do tipo peça de transição devem ser fabricadas com composto de PVC 6,3 de cor</p><p>marrom, com uma das extremidades em ponta com rosca ou flange e a(s) outra(s) extremidade(s) com</p><p>bolsa(s) para junta elástica para serem acopladas a tubos de PVC 6,3.</p><p>4.3.3 Cada conexão deve ter cor uniforme e ser livre de corpos estranhos, bolhas, trincas, fendas ou outros</p><p>defeitos visuais que indiquem descontinuidade do material e/ou do processo de fabricação.</p><p>4.3.4 As conexões injetadas devem ser fabricadas com as dimensões: espessura mínima de parede da</p><p>bolsa (e1), espessura mínima de parede no corpo (e2) e profundidade mínima da bolsa (Pb), conforme</p><p>indicado na figura 3 e tabela 3.</p><p>4.3.5 As conexões fabricadas por outros processos devem ser feitas a partir de tubos de PVC 6,3 com</p><p>PN 1,0 MPa.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>6 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>Figura 3 — Principais dimensões das bolsas elásticas</p><p>Tabela 3 — Principais dimensões das conexões injetadas de PVC 6,3</p><p>Diâmetro nominal</p><p>DN</p><p>Espessura mínima</p><p>de parede da bolsa</p><p>e1</p><p>mm</p><p>Espessura mínima</p><p>de parede do corpo</p><p>e2</p><p>mm</p><p>Profundidade mínima de</p><p>bolsa</p><p>Pb</p><p>mm</p><p>50 4,7 5,4 60,0</p><p>75 6,6 7,6 70,0</p><p>100 8,6 9,8 75,0</p><p>4.4 Juntas</p><p>4.4.1 As bolsas dos tubos e das conexões devem ser fabricadas com sulcos apropriados para alojamento</p><p>do anel de borracha (virola) e as pontas dos tubos e/ou das conexões devem ser convenientemente</p><p>chanfradas.</p><p>4.4.2 Os anéis de borracha para juntas elásticas devem ser fornecidos pelo fabricante dos tubos e/ou das</p><p>conexões, devendo estar inclusos no fornecimento dos mesmos. A junta elástica deve ser montada segundo</p><p>as recomendações do fabricante dos tubos e/ou das conexões e deve ter desempenho conforme</p><p>estabelecido em 5.1.3 e 5.2.3.</p><p>4.4.2.1 No caso de a junta elástica utilizar anéis de borracha do tipo toroidal, estes devem atender aos</p><p>requisitos das ABNT NBR 6588 e ABNT NBR 7673.</p><p>4.4.2.2 No caso de a junta elástica utilizar anéis integrados às bolsas, estes devem estar de acordo com</p><p>os requisitos do anexo A, até a publicação da revisão da ABNT NBR 7673.</p><p>4.4.2.3 No caso de a junta elástica utilizar outros tipos de anéis removíveis, estes devem atender aos</p><p>requisitos do anexo A, até a publicação da revisão da ABNT NBR 7673. Neste caso, as bolsas dos tubos</p><p>deverão ser objeto de normalização específica que garanta a intercambialidade entre os diferentes tipos de</p><p>anéis, com exceção do anel toroidal.</p><p>4.4.2.4 As dimensões das bolsas dos tubos de PVC para anel removível alojado à bolsa devem ser de</p><p>acordo com a tabela 4 e figura 4.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 7</p><p>Figura 4 — Dimensões da bolsa para anel removível alojado à bolsa</p><p>Tabela 4 — Dimensões da bolsa para anel removível alojado à bolsa</p><p>DN DE</p><p>D2</p><p>mm</p><p>D3</p><p>mm</p><p>v</p><p>mm</p><p>R1</p><p>mm</p><p>R2 máx</p><p>mm</p><p>R3 máx</p><p>mm</p><p>50 60 60,4 +0,7 78,2 +0,7 18 +10 4,0</p><p>8,04,5 +</p><p>− 12 21</p><p>75 85 85,6 +0,7 105,0 +0,8 19 +10 5,0</p><p>0,10,6 +</p><p>− 15 26</p><p>100 110 110,6 +0,9 132,5 +0,9 22 +10 5,0</p><p>0,10,7 +</p><p>− 16 29</p><p>Onde:</p><p>D2 é o diâmetro da bolsa, em milímetros;</p><p>D3 é o diâmetro da canaleta, em milímetros;</p><p>v é a profundidade da virola, em milímetros.</p><p>4.5 Condições de utilização</p><p>A pressão de serviço (PS) a ser utilizada nos sistemas de adução e distribuição de água com tubos e</p><p>conexões de PVC 6,3 com junta elástica deve levar em consideração a temperatura da água conduzida,</p><p>relacionada com a pressão nominal (PN), através do coeficiente de segurança (Cs), de acordo com o</p><p>indicado no gráfico da figura 5 e com a equação abaixo:</p><p>PS = PN x Cs</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>8 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>Figura 5 — Gráfico do coeficiente de segurança para correção da</p><p>pressão de serviço (PS) em função da temperatura da água</p><p>5 Requisitos específicos</p><p>5.1 Tubos de PVC 6,3</p><p>5.1.1 Caracterização do composto de PVC 6,3</p><p>5.1.1.1 Efeito sobre a água</p><p>O composto empregado na fabricação dos tubos de PVC 6,3 não deve transmitir à água quantidades de</p><p>metais acima dos limites estabelecidos a seguir:</p><p>― na água da primeira extração, quantidade máxima de chumbo de 1 ppm;</p><p>― na água da terceira extração, quantidade máxima de chumbo de 0,3 ppm;</p><p>― na água da terceira extração, quantidade máxima de estanho de 0,05 ppm;</p><p>― na água das três extrações, quantidades médias máximas individuais de cádmio e mercúrio de</p><p>0,05 ppm.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos a partir de tubo de acordo com a ABNT NBR 8219.</p><p>NOTA Este ensaio não tem o objetivo de avaliar a potabilidade da água para consumo humano, que deve atender a</p><p>regulamentações específicas.</p><p>5.1.1.2 Temperatura de amolecimento “Vicat”</p><p>O composto empregado na fabricação dos tubos de PVC 6,3 deve ter ponto de amolecimento Vicat maior ou</p><p>igual a 79°C.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos de tubo de acordo com a NM 82.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 9</p><p>5.1.1.3 Densidade</p><p>O composto empregado na fabricação dos tubos de PVC 6,3 deve apresentar uma densidade na faixa de</p><p>1,40 g/cm3 a 1,55 g/cm3, medida na temperatura de C20 3</p><p>2</p><p>°+</p><p>− . O valor especificado pelo fabricante do</p><p>composto, em relação ao resultado do ensaio, pode ter variação máxima de 0,05 g/cm3.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos de tubo de acordo com a NM 83.</p><p>5.1.1.4 Teor de cinzas</p><p>O composto empregado na fabricação dos tubos de PVC 6,3 deve ter o teor de cinzas de no máximo 8%.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos de tubo de acordo com a NM 84 - Método A, na</p><p>temperatura de (1 050 ± 50)°C.</p><p>5.1.1.5 Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração</p><p>O composto deve propiciar a fabricação de tubos de PVC 6,3 que devem resistir às condições e às pressões</p><p>hidrostáticas internas decorrentes das tensões circunferenciais, conforme indicado na tabela 5,</p><p>empregando-se a seguinte equação:</p><p>ed</p><p>e</p><p>P</p><p>em -</p><p>2</p><p>σ</p><p>=</p><p>onde:</p><p>P é a pressão de ensaio, em megapascals;</p><p>σ é a tensão circunferencial, em megapascals;</p><p>dem é o diâmetro externo médio, em milímetros, especificado nas ABNT NBR 5647-2,</p><p>ABNT NBR 5647-3 ou ABNT NBR 5647-4;</p><p>e é a espessura mínima de parede, em milímetros, especificada nas ABNT NBR 5647-2,</p><p>ABNT NBR 5647-3 ou ABNT NBR 5647-4.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 5683.</p><p>Tabela 5 — Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração</p><p>Temperatura</p><p>de ensaio</p><p>°C</p><p>Tensão circunferencial de ensaio</p><p>MPa</p><p>Duração do ensaio</p><p>h</p><p>12,5 10 60 ± 2</p><p>10,0 200</p><p>5.1.2 Ensaios durante a fabricação</p><p>5.1.2.1 Visual</p><p>O exame visual deve ser realizado de acordo com 4.2.3 e 7.1.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>10 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>5.1.2.2 Dimensões</p><p>Os tubos devem ter diâmetro externo médio (dem) e espessura de parede (e) de acordo com os valores</p><p>especificados nas ABNT NBR 5647-2, ABNT NBR 5647-3 ou ABNT NBR 5647-4, e profundidade mínima da</p><p>bolsa (Pb) conforme indicado na tabela 2.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a NM 85.</p><p>5.1.2.3 Estabilidade dimensional</p><p>Os corpos-de-prova dos tubos, quando submetidos à temperatura de (140 ± 4)°C, em banho</p><p>termoestabilizado ou estufa, devem apresentar variação longitudinal menor ou igual a 5%.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 5687.</p><p>5.1.2.4 Resistência ao impacto</p><p>Os corpos-de-prova dos tubos devem resistir, na temperatura de C20 3</p><p>2</p><p>°+</p><p>− , aos impactos de um percussor</p><p>metálico com ponta de impacto semi-esférica de raio de 12,5 mm, estabelecidos na tabela 6, sem apresentar</p><p>fissuras, trincas ou quebra.</p><p>Depressões na região do impacto não devem ser consideradas como falhas.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 14262.</p><p>Tabela 6 — Características do impacto</p><p>Diâmetro nominal</p><p>DN</p><p>Massa do percussor</p><p>kg</p><p>Altura da queda</p><p>m</p><p>Quantidade de impactos</p><p>50 2,0 2,0 3</p><p>75 2,0 2,0 4</p><p>100 3,0 2,0 6</p><p>5.1.2.5 Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração</p><p>Os corpos-de-prova dos tubos devem resistir às pressões hidrostáticas internas decorrentes das tensões</p><p>circunferenciais aplicadas conforme indicado na tabela 7, empregando-se a seguinte equação:</p><p>ed</p><p>e</p><p>P</p><p>em -</p><p>2</p><p>σ</p><p>=</p><p>onde:</p><p>P é a pressão de ensaio, em megapascals;</p><p>é a tensão circunferencial, em megapascals;</p><p>dem é o diâmetro externo médio, em milímetros, especificado nas ABNT NBR 5647-2,</p><p>ABNT NBR 5647-3 ou ABNT NBR 5647-4;</p><p>e é a espessura mínima de parede, em milímetros, especificada nas ABNT NBR 5647-2,</p><p>ABNT NBR 5647-3 ou ABNT NBR 5647-4.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 11</p><p>NOTA No caso de falha do corpo-de-prova no ensaio de 0,1 h de duração, um novo corpo-de-prova deve ser</p><p>submetido ao ensaio de 1,0 h.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 5683.</p><p>Tabela 7 — Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração</p><p>Temperatura de ensaio</p><p>°C</p><p>Tensão circunferencial de ensaio</p><p>MPa</p><p>Duração do ensaio</p><p>h</p><p>37,4 0,1 3</p><p>220+</p><p>−</p><p>33,4 1,0</p><p>5.1.3 Ensaios de desempenho</p><p>Os ensaios de desempenho dos tubos estão especificados nas ABNT NBR 5647-2, ABNT NBR 5647-3 ou</p><p>ABNT NBR 5647-4 e devem ser realizados de acordo com a ABNT NBR 5685.</p><p>5.1.4 Periodicidade dos ensaios para os tubos de PVC 6,3</p><p>Os ensaios de caracterização da matéria-prima, ensaios durante a fabricação e ensaios de desempenho dos</p><p>tubos de PVC 6,3 devem ser realizados conforme a periodicidade estabelecida na tabela 8.</p><p>Tabela 8 — Periodicidade dos ensaios para os tubos de PVC 6,3</p><p>Itens Ensaio Tamanho da amostra Periodicidade</p><p>Efeito sobre a água 3 Anual</p><p>Temperatura de</p><p>amolecimento “Vicat” 3 Trimestral</p><p>Densidade 3 Trimestral</p><p>Teor de cinzas 3 Trimestral</p><p>Caracterização do</p><p>composto de PVC 6,3</p><p>Pressão hidrostática</p><p>interna de longa duração 3 Anual</p><p>Visual - Contínua</p><p>Dimensional 6 A cada 2 h para cada</p><p>máquina</p><p>Estabilidade dimensional 3 A cada 8 h para cada</p><p>máquina</p><p>Resistência ao impacto 3 A cada 8 h para cada</p><p>máquina</p><p>Ensaios durante a</p><p>fabricação</p><p>Pressão hidrostática</p><p>interna de curta duração 3 Uma vez ao dia para cada</p><p>máquina</p><p>Desempenho da junta</p><p>elástica 3 Trimestral para cada DN</p><p>Ensaios de</p><p>desempenho Estanqueidade da junta</p><p>elástica 3 Trimestral para cada</p><p>máquina</p><p>NOTA A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios durante a fabricação permite que o</p><p>fabricante adote o plano de inspeção de seu programa da qualidade.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>12 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>5.2 Conexões de PVC</p><p>5.2.1 Caracterização do composto de PVC 6,3</p><p>5.2.1.1 Efeito sobre a água</p><p>O composto empregado na fabricação das conexões de PVC 6,3 não deve transmitir à água de extração</p><p>quantidades de metais acima dos limites estabelecidos a seguir:</p><p>― na água da primeira extração, quantidade máxima de chumbo de 1 ppm;</p><p>― na água da terceira extração, quantidade máxima de chumbo de 0,3 ppm;</p><p>― na água da terceira extração, quantidade máxima de estanho de 0,05 ppm;</p><p>― na água das três extrações, quantidades médias máximas individuais de cádmio e mercúrio de</p><p>0,05 ppm.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos a partir de conexão injetada, de acordo com a</p><p>ABNT NBR 8219.</p><p>NOTA Este ensaio não tem como objetivo avaliar a potabilidade da água para consumo humano, que deve atender</p><p>a regulamentações específicas.</p><p>5.2.1.2 Temperatura de amolecimento “Vicat”</p><p>O composto empregado na fabricação das conexões injetadas de PVC 6,3 deve ter ponto de amolecimento</p><p>“Vicat” maior ou igual a 74°C. Para conexões moldadas a partir de tubo, o ponto de amolecimento “Vicat”</p><p>deve ser maior ou igual a 79°C.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos a partir de conexão de acordo com a NM 82.</p><p>5.2.1.3 Densidade</p><p>O composto empregado na fabricação das conexões injetadas de PVC 6,3 deve apresentar uma densidade</p><p>na faixa de 1,38 g/cm3 a 1,45 g/cm3 e de 1,40 g/cm3 a 1,55 g/cm3 para as conexões moldadas a partir de</p><p>tubo, medidas na temperatura de °C. O valor especificado pelo fabricante do composto, em relação ao</p><p>resultado do ensaio, pode ter variação máxima de 0,05 g/cm3.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos a partir de conexão de acordo com a NM 83.</p><p>5.2.1.4 Teor de cinzas</p><p>O composto empregado na fabricação das conexões de PVC 6,3 deve ter teor de cinzas de no máximo 3%</p><p>para conexões injetadas e de no máximo 8% para conexões moldadas a partir de tubos.</p><p>O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos a partir de conexão de acordo com a NM 84 -</p><p>Método A, na temperatura de (1 050 ± 50)°C.</p><p>5.2.1.5 Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração</p><p>O composto deve propiciar a fabricação de conexões de PVC 6,3 que resistam às condições indicadas na</p><p>tabela 9.</p><p>Os corpos-de-prova devem ser constituídos por conexões cujas dimensões obedeçam aos valores</p><p>especificados na tabela 3.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 8218.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 13</p><p>Tabela 9 — Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração</p><p>Temperatura de ensaio</p><p>°C</p><p>Pressão hidrostática de ensaios</p><p>MPa</p><p>Duração do ensaio</p><p>h</p><p>3</p><p>220+</p><p>− 3,2 1 000</p><p>5.2.2 Ensaios durante a fabricação</p><p>5.2.2.1 Visual</p><p>O exame visual deve ser realizado de acordo com 4.3.3 e 7.2.</p><p>5.2.2.2 Dimensões</p><p>As conexões injetadas devem ter espessura mínima de parede na bolsa (e1), espessura mínima de parede</p><p>no corpo (e2) e profundidade mínima de bolsa (Pb) conforme indicado na tabela 3.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 14264.</p><p>5.2.2.3 Comportamento ao calor</p><p>As conexões injetadas, quando submetidas à temperatura de (150 ± 2)°C, durante 30 min em estufa com</p><p>circulação forçada de ar, não devem apresentar, após o resfriamento, bolhas ou escamas com profundidade</p><p>superior a 50% da espessura da parede, assim como fendas, rachaduras ou fissuras nas linhas de emenda</p><p>ou em outra região que ultrapassem, em qualquer ponto, a espessura da parede da conexão, e danos</p><p>superficiais nas vizinhanças do ponto de injeção com profundidade superior a 50% da espessura da parede.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 7231.</p><p>5.2.2.4 Achatamento</p><p>As conexões devem resistir a uma deflexão de 20% do maior diâmetro externo na temperatura de sem</p><p>estilhaçar. Fissuras ou rasgos não devem ser considerados como defeitos.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 6483.</p><p>5.2.2.5 Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração</p><p>As conexões devem resistir às condições indicadas na tabela 10.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 8218.</p><p>Tabela 10 — Resistência à pressão hidrostática interna de</p><p>curta duração das conexões de PVC 6,3</p><p>Temperatura de ensaio</p><p>°C</p><p>Pressão hidrostática de ensaio</p><p>MPa</p><p>Duração do ensaio</p><p>h</p><p>3</p><p>220+</p><p>−</p><p>4,2 1,0</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>14 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>5.2.3 Ensaios de desempenho</p><p>5.2.3.1 Desempenho da junta elástica</p><p>Os corpos-de-prova, quando submetidos às condições estabelecidas na tabela 11, não devem apresentar</p><p>ruptura ou vazamento.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 5685.</p><p>Tabela 11 — Desempenho da junta elástica</p><p>Temperatura de</p><p>ensaio</p><p>°C</p><p>Pressão hidrostática de ensaio</p><p>MPa</p><p>Duração do ensaio</p><p>h</p><p>3</p><p>220+</p><p>− 1,78 100</p><p>5.2.3.2 Estanqueidade da junta elástica</p><p>A junta elástica das conexões deve ser estanque, na temperatura de C20 3</p><p>2</p><p>°+</p><p>− , quando submetida às</p><p>condições indicadas na tabela 12.</p><p>O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 5685.</p><p>Tabela 12 — Estanqueidade da junta elástica</p><p>Situação</p><p>Pressão hidrostática de ensaio</p><p>MPa</p><p>Duração do ensaio</p><p>h</p><p>Pressaão hidrostática</p><p>interna 1,90 1,0</p><p>Vácuo parcial interno - 0,05 0,25</p><p>5.2.4 Periodicidade dos ensaios para as conexões de PVC 6,3</p><p>Os ensaios de caracterização da matéria-prima, ensaios durante a fabricação e ensaios de desempenho das</p><p>conexões de PVC 6,3 devem ser realizados conforme a periodicidade estabelecida na tabela 13.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 15</p><p>Tabela 13 — Periodicidade dos ensaios para as conexões de PVC 6,3</p><p>Itens Ensaio Tamanho da amostra Periodicidade</p><p>Efeito sobre a água 3 Anua</p><p>Temperatura de amolecimento</p><p>“Vicat 3 Trimestral</p><p>Densidade 3 Trimestral</p><p>Teor de cinzas 3 Trimestral</p><p>Caracterização do</p><p>composto de PVC 6,3</p><p>Pressão hidrostática interna</p><p>de longa duração 3 Semestral</p><p>Visual - Contínua</p><p>Dimensional 1 por cavidade por molde</p><p>Início da produção,</p><p>ou descontinuidade</p><p>do processo</p><p>Comportamento ao calor 1 para cada tipo de</p><p>conexão e DN A cada 8 h</p><p>Achatamento 1 para cada tipo de</p><p>conexão e DN A cada 8 h</p><p>Ensaios durante a</p><p>fabricação</p><p>Pressão hidrostática interna</p><p>de curta duração 3 Semanal</p><p>Desempenho da junta elástica 3 Semestral</p><p>Ensaios de</p><p>desempenho Estanqueidade da junta</p><p>elástica 3 Semestral</p><p>Qualificação das</p><p>conexões</p><p>Verificação dimensional</p><p>completa (espessura de</p><p>parede e profundidade de</p><p>bolsa)</p><p>Todas as peças moldadas</p><p>em 1 ciclo de injeção Trimestral</p><p>NOTA A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios durante a fabricação permite que o fabricante</p><p>adote o plano de inspeção de seu programa da qualidade.</p><p>6 Recebimento</p><p>6.1 Responsabilidades</p><p>6.1.1 Responsabilidade do fabricante dos tubos e/ou conexões</p><p>É responsabilidade do fabricante planejar, estabelecer, implementar e manter atualizado um programa da</p><p>qualidade que envolva os fornecedores de compostos de PVC e de anéis de borracha, capaz de assegurar</p><p>que os produtos que fabrica estão de acordo com esta Norma e satisfazem às expectativas do comprador.</p><p>6.1.2 Responsabilidade do usuário</p><p>É responsabilidade do usuário aplicar os produtos segundo as recomendações das normas.</p><p>6.2 Verificação dos requisitos da qualidade</p><p>O fabricante e o comprador devem estabelecer, em comum acordo, a forma como será feita a verificação dos</p><p>requisitos da qualidade dos produtos, se por auditoria ou verificação do programa da qualidade, de acordo</p><p>com 6.2.1 ou através de inspeção de recebimento conforme previsto em 6.2.2.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>16 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>6.2.1 Auditoria ou verificação do programa da qualidade</p><p>6.2.1.1 O comprador pode utilizar equipe própria ou uma entidade neutra de auditoria da qualidade para</p><p>qualificar o fabricante ou para efetuar uma auditoria específica.</p><p>6.2.1.2 O fabricante deve colocar à disposição do auditor da qualidade, credenciado pelo comprador, os</p><p>documentos do seu programa da qualidade, cuja exibição foi objeto de acordo prévio.</p><p>6.2.1.3 O comprador ou a entidade neutra de auditoria da qualidade deve verificar o programa da</p><p>qualidade do fabricante e seus recursos técnicos para a fabricação dos produtos de acordo com os requisitos</p><p>da qualidade estabelecidos nesta Norma, manifestando-se formalmente sobre a sua aprovação ou rejeição.</p><p>6.2.1.4 O comprador ou a entidade neutra de auditoria da qualidade deve efetuar auditorias periódicas,</p><p>que permitam assegurar que o fabricante cumpre com os procedimentos estabelecidos em 6.2.1.5 e que os</p><p>produtos estão de acordo com esta Norma.</p><p>6.2.1.5 O fabricante deve ter uma metodologia documentada, estabelecendo no mínimo a organização e</p><p>os procedimentos no que diz respeito a:</p><p>a) garantia do desempenho dos compostos de poli (cloreto de vinila) (PVC) empregados na fabricação dos</p><p>produtos;</p><p>b) garantia de um processamento adequado dos compostos;</p><p>c) inspeção, recebimento e estocagem de matérias-primas;</p><p>d) controle de equipamentos de inspeção, medição e ensaios;</p><p>e) planejamento</p><p>da inspeção e ensaios dos produtos;</p><p>f) disposição final de produtos não-conformes;</p><p>g) ações corretivas;</p><p>h) marcação e rastreabilidade;</p><p>i) armazenamento, manuseio, embalagem e expedição do produto final;</p><p>j) registro da qualidade.</p><p>6.2.2 Avaliação dos requisitos da qualidade por inspeção de recebimento</p><p>6.2.2.1 A inspeção de recebimento do produto acabado deve ser feita em fábrica; entretanto, por acordo</p><p>prévio entre comprador e fabricante, pode ser realizada em outro local.</p><p>6.2.2.2 O comprador deve ser avisado com uma antecedência mínima de 10 dias da data na qual deve</p><p>ter início a inspeção de recebimento.</p><p>6.2.2.3 Caso o comprador não compareça na data estipulada para acompanhar os ensaios de</p><p>recebimento conforme 6.2.3 e não apresente justificativa para esse fato, o fabricante deve proceder à</p><p>realização dos ensaios previstos nesta Norma e tomar as providências para a entrega do produto com o</p><p>correspondente laudo de inspeção emitido pelo controle da qualidade da fábrica.</p><p>6.2.2.4 Nas inspeções realizadas em fábrica, o fabricante deve colocar à disposição do comprador</p><p>equipamentos e pessoal especializado para a execução dos ensaios de recebimento.</p><p>6.2.2.5 Todo fornecimento deve ser dividido pelo fabricante em lotes de mesmo diâmetro nominal (DN) e</p><p>cujas quantidades estejam de acordo com as tabelas 14 e 15. De cada lote formado devem ser retiradas as</p><p>amostras, de forma representativa, sendo a escolha aleatória e não intencional.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 17</p><p>6.2.2.6 A inspeção de recebimento de lotes com tamanho inferior a 26 unidades deve ser objeto de</p><p>acordo prévio entre fornecedor e comprador.</p><p>6.2.3 Ensaios de recebimento</p><p>6.2.3.1 Os ensaios de recebimento devem ser feitos conforme estabelece esta Norma e limitam-se aos</p><p>lotes de produto acabado apresentados pelo fabricante.</p><p>6.2.3.2 De cada lote formado deve ser retirada a amostra, conforme a tabela 14 para os ensaios não</p><p>destrutivos e conforme a tabela 15 para os ensaios destrutivos.</p><p>6.2.3.3 Os tubos constituintes das amostras devem ser submetidos aos ensaios não destrutivos: visual</p><p>conforme 4.2.3 e 7.1, e dimensional conforme 4.2.2, 4.2.4, 4.2.5 e 4.2.6; e aos ensaios destrutivos:</p><p>estabilidade dimensional conforme 5.1.2.2, resistência ao impacto conforme 5.1.2.3, resistência à pressão</p><p>hidrostática interna de curta duração conforme 5.1.2.4 e estanqueidade da junta elástica conforme</p><p>especificado nas ABNT NBR 5647-2, ABNT NBR 5647-3 ou ABNT NBR 5647-4.</p><p>6.2.3.4 As conexões constituintes das amostras devem ser submetidas aos ensaios não destrutivos:</p><p>visual conforme 4.3.3 e 7.2, e dimensional conforme 4.3.4; e aos ensaios destrutivos: comportamento ao</p><p>calor conforme 5.2.2.2, achatamento conforme 5.2.2.3, resistência à pressão hidrostática interna de curta</p><p>duração conforme 5.2.2.4 e estanqueidade da junta elástica conforme 5.2.3.2.</p><p>6.2.3.5 Os ensaios não destrutivos devem ser efetuados de acordo com o plano de amostragem definido</p><p>na tabela 14.</p><p>6.2.3.6 O lote de tubos e/ou conexões aprovado nos ensaios não destrutivos deve ser submetido aos</p><p>ensaios destrutivos previstos em 6.2.3.3 e/ou 6.2.3.4, conforme plano de amostragem estabelecido na</p><p>tabela 15.</p><p>Tabela 14 — Plano de amostragem para ensaios não destrutivos</p><p>Tamanho da amostra (un) Primeira amostragem Segunda amostragem Tamanho do lote</p><p>(un) Primeira Segunda Aceitação (Ac) Rejeição (Re) Aceitação (Ac) Rejeição (Re)</p><p>26 a 90 8 8 0 2 1 2</p><p>91 a 150 13 13 0 3 3 4</p><p>151 a 280 20 20 1 4 4 5</p><p>281 a 500 32 32 2 5 6 7</p><p>501 a 1 200 50 50 3 7 8 9</p><p>1 201 a 3 200 80 80 5 9 12 13</p><p>3 201 a 10 000 125 125 7 11 18 19</p><p>Tabela 15 — Plano de amostragem para ensaios destrutivos</p><p>Tamanho da amostra (un) Primeira amostragem Segunda amostragem Tamanho do lote</p><p>(un) Primeira Segunda Aceitação (Ac) Rejeição (Re) Aceitação (Ac) Rejeição (Re)</p><p>26 a 150 3 - 0 1 - -</p><p>151 a 3 200 8 8 0 2 1 2</p><p>3 201 a 3 200 13 13 0 3 3 4</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>18 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>6.2.4 Aceitação e rejeição</p><p>6.2.4.1 Quando for efetuada inspeção no recebimento dos lotes, a aceitação ou rejeição deve ser</p><p>conforme 6.2.4.2 a 6.2.4.7, aplicada para cada tipo de ensaio.</p><p>6.2.4.2 Se o número de unidades defeituosas (aquelas que contêm uma ou mais não-conformidades) na</p><p>primeira amostragem for igual ou menor que o primeiro número de aceitação, o lote deve ser considerado</p><p>aceito.</p><p>6.2.4.3 Se o número de unidades defeituosas na primeira amostragem for igual ou maior que o primeiro</p><p>número de rejeição, o lote deve ser rejeitado.</p><p>6.2.4.4 Se o número de unidades defeituosas encontrado na primeira amostragem for maior que o</p><p>primeiro número de aceitação e menor que o primeiro número de rejeição, uma segunda amostragem de</p><p>tamanho indicado pelo plano de amostragem deve ser retirada.</p><p>6.2.4.5 As quantidades de unidades defeituosas encontradas na primeira e na segunda amostragens</p><p>devem ser acumuladas.</p><p>6.2.4.6 Se a quantidade acumulada de unidades defeituosas for igual ou menor que o segundo número</p><p>de aceitação, o lote deve ser aceito.</p><p>6.2.4.7 Se a quantidade acumulada de unidades defeituosas for igual ou maior que o segundo número</p><p>de rejeição, o lote deve ser rejeitado.</p><p>6.2.5 Relatório de resultados da inspeção</p><p>Para cada lote inspecionado, o relatório de resultados da inspeção deve conter no mínimo o seguinte:</p><p>a) identificação do produto;</p><p>b) código de rastreabilidade do produto;</p><p>c) tamanho do lote inspecionado;</p><p>d) resultados dos ensaios de recebimento;</p><p>e) resultados dos últimos ensaios de caracterização e de desempenho apresentados pelo fabricante;</p><p>f) declaração de que o lote atende ou não às especificações desta Norma.</p><p>7 Marcação e unidade de compra</p><p>7.1 Tubos</p><p>7.1.1 Os tubos devem trazer marcado ao longo de sua extensão e de forma indelével no mínimo o</p><p>seguinte:</p><p>a) nome ou marca de identificação do fabricante;</p><p>b) sigla “PVC 6,3”;</p><p>c) pressão nominal: PN...;</p><p>d) diâmetro nominal: DN...;</p><p>e) termo: “ÁGUA”;</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 19</p><p>f) código de rastreabilidade do produto;</p><p>g) número desta Norma;</p><p>h) referência ao tipo da junta:</p><p>― JE: junta elástica (com anel o’ring);</p><p>― JEI: junta elástica integrada (com anel integrado à bolsa);</p><p>― JERI: junta elástica removível (com anel removível alojado à bolsa).</p><p>NOTA O código mencionado em f) passará a ser obrigatório a partir de 18 meses a contar da data de publicação</p><p>desta Norma.</p><p>7.1.2 A unidade de compra dos tubos é o metro e as quantidades a serem solicitadas devem resultar em</p><p>números inteiros de barras.</p><p>7.2 Conexões</p><p>7.2.1 As conexões devem trazer marcado em lugar visível, de forma legível e indelével, no mínimo o</p><p>seguinte:</p><p>a) nome ou marca de identificação do fabricante;</p><p>b) diâmetro nominal (DN);</p><p>c) diâmetro nominal (DN) nas bolsas das peças com redução;</p><p>d) diâmetro nominal (DN) e diâmetro nominal de rosca ou flange (referência) nas peças de transição;</p><p>e) número desta Norma.</p><p>NOTAS</p><p>1 As peças fabricadas a partir de tubos devem trazer a marcação do fabricante da conexão.</p><p>2 Os fabricantes de conexões fabricadas por injeção que têm em sua marcação a inscrição “ABNT NBR 10531” terão</p><p>um prazo de 12 meses, a partir da publicação desta Norma, para ajustar sua marcação de acordo com 7.2.1.</p><p>7.2.2 A unidade de compra das conexões é a própria peça.</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>20 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados</p><p>Anexo A</p><p>(normativo)</p><p>Requisitos exigidos para os anéis de borracha não toroidais</p><p>empregados em tubos de PVC</p><p>A.1 Objetivo</p><p>Este anexo é idêntico à ABNT NBR 7676:1996, exceto os itens abaixo mencionados, adaptando os requisitos</p><p>específicos de tubos e conexões de ferro fundido para tubos de PVC.</p><p>Em substituição à seção 1 da ABNT NBR 7676:1996, este anexo fixa as condições exigíveis para anéis de</p><p>borracha não toroidais destinados à execução de juntas elásticas para tubos de PVC 6,3, utilizados em</p><p>sistemas</p><p>para adução e distribuição de água.</p><p>A.2 Forma e dimensões do anel</p><p>Em substituição a 3.1.1 da ABNT NBR 7676:1996, os anéis de borracha devem ter forma, dimensões e</p><p>respectivas tolerâncias de acordo com o desenho do fabricante de tubos, de forma a promover uma</p><p>adequada compressão entre as superfícies externa das pontas e interna das bolsas para garantir uma</p><p>perfeita estanqueidade.</p><p>A.3 Material</p><p>Em substituição a 3.2.4 da ABNT NBR 7676:1996, as características dos materiais devem ser as indicadas</p><p>na tabela A.1.</p><p>Tabela A.1 — Características dos materiais (Em substituição à tabela 1 da ABNT NBR 7676)</p><p>Características Unidade Método</p><p>de ensaio</p><p>Requisito</p><p>Classe 40</p><p>Requisito</p><p>Classe 50</p><p>Requisito</p><p>Classe 60</p><p>Classificação</p><p>- Dureza nominal Shore A - 40 50 60</p><p>- Intervalo de dureza Shore A - 36 a 45 46 a 55 56 a 65</p><p>Controles obrigatórios</p><p>• Tolerância sobre a dureza especificada1) Shore A ABNT NBR 7318 ± 5 ± 5 ± 5</p><p>• Tensão de ruptura, mínima MPa ABNT NBR 7462 9 9 9</p><p>• Alongamento de ruptura, mínimo % ABNT NBR 7462 400 375 300</p><p>• Deformação permanente à</p><p>compressão</p><p>- 72 h a (23 ± 2)°C, máximo % ABNT NBR 7588 12 12 12</p><p>ABNT NBR 5647-1:2004</p><p>© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 21</p><p>Tabela A.1 (conclusão)</p><p>Características Unidade Método</p><p>de ensaio</p><p>Requisito</p><p>Classe 40</p><p>Requisito</p><p>Classe 50</p><p>Requisito</p><p>Classe 60</p><p>- 24 h a (70 ± 2)°C, máximo % ABNT NBR 7588 20 20 20</p><p>• Envelhecimento ao ar, 7 dias a</p><p>(70 ± 2)°C, conforme</p><p>a ABNT NBR 6565</p><p>- Variação de dureza, máxima Shore A ABNT NBR 7588 - 5 a + 8 - 5 a + 8 - 5 a + 8</p><p>- Variação de tensão de ruptura,</p><p>máxima % % ABNT NBR 7462 - 20 - 20 - 20</p><p>- Variação de alongamento de ruptura,</p><p>máxima % ABNT NBR 7462 - 30 a + 10 - 30 a +</p><p>10 - 30 a + 10</p><p>• Imersão em água</p><p>- Variação de volume após imersão</p><p>em água destilada ou deionizada -</p><p>7 dias a (70 ± 2)°C, máximo</p><p>% ABNT NBR</p><p>11407 - 1 a + 8 - 1 a + 8 - 1 a + 8</p><p>• Variação de deflexão à compressão</p><p>- 7 dias a (23 ± 2)°C, máximo % ISO 3384 13 14 15</p><p>Controles facultativos</p><p>• Variação de deflexão à compressão</p><p>- 100 dias a (23 ± 2)°C, máximo % ISO 3384 19 20 22</p><p>• Fragilidade a baixa temperatura</p><p>(- 25°C) - ISO 812 Sem</p><p>ruptura</p><p>Sem</p><p>ruptura Sem ruptura</p><p>1)</p><p>Pode ser reduzida para ± 3 unidades Shore A (ver nota de 3.3.1.1.2 da ABNT NBR 7676:1996).</p><p>licenca: Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda.</p><p>Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 28/07/2004</p>