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<p>APARELHOS E TUBOS DE RAIO-X</p><p>TUBO</p><p>-> Tubo de Coolidge (mais eficiente)</p><p>-> Composto de um catodo e um anodo</p><p>-> Catodo e anodo: dentro de um tubo de vidro, no VÁCUO</p><p>-> Fonte de energia: aquece filamento e estabelece potencial de alta voltagem</p><p>CATODO</p><p>Catodo: Fonte geradora de elétrons</p><p>-> Filamento (espiral de arame de tungstênio) + taça focalizadora (molibdênio):</p><p>quando conectados a uma fonte de energia, fornece uma energia elétrica que</p><p>será convertida em energia térmica -> Aquecimento até a incandescência:</p><p>emissão de elétron -> que será convertido em energia cinética = Produção do</p><p>feixe de Raio-X</p><p>- No interior tem o catodo (carga -), a partir dele tem a formação de uma nuvem</p><p>de elétrons que serão acelerados com uma diferença de potencial formado no</p><p>interior, e quando esses elétrons são acelerados, eles serão jogados e</p><p>direcionados a uma área focal anodo</p><p>-> Taça focalizadora: direciona os elétrons emitidos pelo filamento, dirigindo-se</p><p>ao anodo (área focal)</p><p>➢ Quanto menor for área focal, melhor a nitidez da imagem</p><p>radiográfica</p><p>➢ Porém, se essa área for pequena demais o aparelho aquece muito e</p><p>acaba degradando o aparelho. Por isso, eles tem uma área focal é</p><p>angulada.</p><p>-> Direção dos elétrons: repulsão pelo catodo (carregado negativamente) +</p><p>atração pelo anodo (carregado positivamente)</p><p>Vácuo: prevenir a colisão dos elétrons commoléculas de gás e a oxidação e</p><p>queima do filamento</p><p>ANODO</p><p>-> Placa de tungstênio incrustada em bloco de cobre</p><p>-> Função: receptor de elétrons</p><p>- converter energia cinética dos elétrons em fótons de raios-x</p><p>-> Liguei na tomada, vai passar uma corrente elétrica, que fornece energia</p><p>elétrica e tem a produção da nuvem de elétrons com aquecimento (energia</p><p>térmica), ocorre a diferença de potencial, os elétrons são acelerados ao anodo, e</p><p>quando há colisão entre anodo e elétrons o processo é formado.</p><p>DISSIPAÇÃODE CALOR</p><p>- Tungstênio (elevado nº atômico, absorve parte da energia)</p><p>- Bloco de cobre (serve como barreira protetora, absorve energia)</p><p>- Óleo isolante (entre o tubo de vidro e o cabeçote)</p><p>PRODUÇÃODOS RAIOS-X</p><p>->Conversão de algum tipo de energia (elétrica) em outro tipo de energia – a</p><p>radiação</p><p>-> Energia de conversão: elétron do filamento colide com o anodo (alvo)</p><p>> nessa colisão que forma o átomo</p><p>-> Fóton de raio-x: produzido quando um elétron de alta energia PERDE energia</p><p>REQUISITOS</p><p>1. Fonte geradora de elétrons: Catodo</p><p>2. Acelerador de elétrons: diferença de potencial (tensão) aplicada a dois</p><p>polos do tubo</p><p>- Diferença de potencial = 1 Volt: energia cinética chamada elétronvolt (1eV)</p><p>(é a energia cinética que um elétron tem ao se colidir com um anodo)</p><p>KeV – máxima energia cinética dos elétrons acelerados</p><p>- Diferença de potencial emum tubo de raio-X: quilovoltagem/pico (kVp)</p><p>kVp – máxima diferença de potencial aplicada aos elétrons</p><p>3. Alvo ou anteparo: Anodo</p><p>RADIAÇÃODE BREMSSTRANLUNG (FRENAMENTO)</p><p>- Quanto mais próximo do núcleo o elétrons conseguir chegar no processo</p><p>de colisão = Maior a energia gerada (devido maior atração pelo núcleo)</p><p>- Energia de Raio-x maior que a energia cinética</p><p>- Energia de Radiação de Frenamento</p><p>- Toda vez que um elétron colide com um átomo e transforma em energia,</p><p>devido sua desaceleração, tem-se um Fóton de Raio-X sendo produzido</p><p>FATORES QUE CONTROLAMOS FEIXES DE RAIOS -X</p><p>- Tempo de exposição</p><p>- Taxa de exposição (mA)</p><p>- Energia do feixe (Kvp e filtração)</p><p>- Forma do feixe (colimação)</p><p>- Distância alvo-paciente</p><p>> quanto mais próximo do paciente, maior a energia do raio-x, evitando</p><p>perda de energia</p><p>a. Tempo de exposição</p><p>- Quanto mais fótons de raio-x chegar na área, mais escura ficará a área</p><p>- Maior o tempo,maior a energia do feixe</p><p>- Se dobra o tempo, dobra-se a energia dos fótons</p><p>- Com corrente (mA) e voltagem (KVp) constantes: + fótons (quantidade de</p><p>exposição)</p><p>b. Corrente do tubo</p><p>- Aumento (maior)mA: + energia aplicada ao filamento + elétrons colidem</p><p>contra o alvo</p><p>c. Voltagemdo tubo (KVp) (mA -milha amperagem)</p><p>- Aumento (maior) KVp: aumento (maior) energia de cada elétron na</p><p>colisão - imagemmais escura</p><p>- Maior eficiência na conversão da energia: + fótons gerados</p><p>- Energia dos fótons X penetração na matéria: ↑KVp = ↑ Penetração do feixe</p><p>d. Filtração</p><p>- Fótons de raios-x de diferentes energias</p><p>- Fótons de baixa energia: exposição desnecessária do paciente (faz-se a</p><p>remoção)</p><p>- Remoção de fótons menos penetrantes: filtro de alumínio</p><p>- Regulamentação: 1,5mm de Al para 70kVp</p><p>e. Colimação</p><p>- Produzido em chumbo, garante que o fótons de raio-x se divirja o menos</p><p>possível em sua trajetória</p><p>- Reduz o tamanho do feixe – Reduz volume de tecido irradiado</p><p>-</p><p>- Abertura: 7 cm de diâmetro</p><p>- Redondo: construído em cilindros localizadores abertos</p><p>- Retangular: limitammais o tamanho do feixe (pouco maior que o filme</p><p>radiográfico</p><p>Por que colimar?</p><p>- para delimitar a divergência dos feixes</p><p>- para não expor o paciente desnecessariamente</p><p>LEI DOQUADRADODO INVERSO</p><p>- Distância alvo-paciente</p><p>- Quanto maior a distância = menor energia do feixe</p><p>- A intensidade do feixe é inversamente proporcional ao quadrado da</p><p>distância que esse feixe está percorrendo -> Lei do quadrado do inverso</p><p>- Feixe de raios-x se desvia para fora à medida que se afasta da fonte</p>

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