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<p>2.000</p><p>De acordo com o edital da PM-SP/2021.</p><p>Organizado por disciplinas.</p><p>Questões atualizadas da VUNESP.</p><p>Gabarito oficial ao final de cada disciplina.</p><p>?caderno de</p><p>QUESTÕES</p><p>PM-SP</p><p>QUESTÕES PARA</p><p>1.500</p><p>Normas da Corregedoria</p><p>Atualidades</p><p>Matemática</p><p>Informática</p><p>Raciocínio Lógico</p><p>?caderno de</p><p>QUESTÕES</p><p>QUESTÕES PARA O</p><p>Lígua Portuguesa</p><p>Direito Penal</p><p>Direito Processual Penal</p><p>Direito Processual Civil</p><p>Direito Constitucional</p><p>Direito Administrativo</p><p>• De acordo com os principais assuntos •</p><p>• abordados no edital oficial, de 29 de julho</p><p>• • • de 2021, do TJ-SP, para o cargo de</p><p>• Escrevente Técnico Judiciário.</p><p>• Organizado por disciplinas.</p><p>• Questões gabaritadas da banca VUNESP.</p><p>TJ-SP</p><p>NV-LV023-21-1500-QUESTOES-TJ-SP</p><p>Cód.: 7908428800840</p><p>Todos os direitos autorais dessa obra são reservados e protegidos</p><p>pela Lei nº 9.610/1998. É proibida a reprodução parcial ou total, por</p><p>qualquer meio, sem autorização prévia expressa por escrito pela</p><p>editora Nova Concursos.</p><p>Essa obra é vendida sem a garantia de atualização futura. No caso</p><p>de atualizações voluntárias e erratas, serão disponibilizadas no</p><p>site www.novaconcursos.com.br. Para acessar, clique em “Erratas e</p><p>Retificações”, no rodapé da página, e siga as orientações.</p><p>Organização</p><p>Alan Morais</p><p>Carolina Gomes</p><p>Karina Oliveira</p><p>Diagramação</p><p>Joel Ferreira dos Santos</p><p>Capa</p><p>Joel Ferreira dos Santos</p><p>Projeto Gráfico</p><p>Daniela Jardim & Rene Bueno</p><p>Dúvidas</p><p>www.novaconcursos.com.br/contato</p><p>sac@novaconcursos.com.br</p><p>Obra</p><p>Caderno de Questões para o</p><p>TJ-SP - Escrevente Técnico</p><p>Judiciário</p><p>Disciplinas</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA • 280 QUESTÕES</p><p>DIREITO PENAL • 208 QUESTÕES</p><p>DIREITO PROCESSUAL PENAL • 118 QUESTÕES</p><p>DIREITO PROCESSUAL CIVIL • 174 QUESTÕES</p><p>DIREITO CONSTITUCIONAL • 107 QUESTÕES</p><p>DIREITO ADMINISTRATIVO • 59 QUESTÕES</p><p>NORMAS DA CORREGEDORIA • 18 QUESTÕES</p><p>ATUALIDADES • 42 QUESTÕES</p><p>MATEMÁTICA • 140 QUESTÕES</p><p>INFORMÁTICA • 218 QUESTÕES</p><p>RACIOCÍNIO LÓGICO • 155 QUESTÕES</p><p>Data da Publicação</p><p>Agosto/2021</p><p>ISBN</p><p>978-65-87525-20-4</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>O treino de questões, além de testar seus conhecimentos, é fundamental para compreender melhor</p><p>o perfil da banca organizadora. Ao mesmo tempo que você revisa a teoria estudada, você pratica a</p><p>metodologia da banca e cria uma rotina de estudos essencial para a sua preparação.</p><p>Pensando nisso, a série Caderno de Questões da Editora Nova Concursos apresenta 1.500 Questões</p><p>Gabaritadas para o concurso do TJ-SP, cargo de Escrevente Técnico Judiciário, organizadas por</p><p>disciplinas, de acordo com os principais assuntos abordados no edital oficial, de 29 de julho de</p><p>2021. Ao final do material você encontra, ainda, o gabarito oficial, para conferir e acompanhar o seu</p><p>desempenho.</p><p>A meta é estudar até passar!</p><p>SUMÁRIO</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA ...........................................................................................07</p><p>DIREITO PENAL ............................................................................................................51</p><p>DIREITO PROCESSUAL PENAL ..............................................................................77</p><p>DIREITO PROCESSUAL CIVIL ................................................................................93</p><p>DIREITO CONSTITUCIONAL .................................................................................116</p><p>DIREITO ADMINISTRATIVO .................................................................................131</p><p>NORMAS DA CORREGEDORIA ...........................................................................141</p><p>ATUALIDADES .......................................................................................................... 145</p><p>MATEMÁTICA ............................................................................................................. 152</p><p>INFORMÁTICA ............................................................................................................ 171</p><p>RACIOCÍNIO LÓGICO .............................................................................................201</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>7</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>1. (VUNESP – 2017) Motoristas e cobradores do transporte</p><p>público de Itajaí voltaram ao trabalho por volta das 15h30</p><p>desta sexta-feira [07.04.2017], após uma ___________que</p><p>começou às 10h. Eles protestavam contra o ____________ nos</p><p>salários. A empresa informou que não tinha dinheiro para</p><p>fazer o depósito. Houve uma reunião no fim da manhã. A</p><p>prefeitura _____________ e a empresa concordou em deposi-</p><p>tar os salários até o início da tarde.</p><p>De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser</p><p>preenchidas, respectivamente, com:</p><p>a) paralisação … atraso … interviu</p><p>b) paralisação … atraso … interveio</p><p>c) paralisação … atrazo … interveio</p><p>d) paralização … atraso … interviu</p><p>e) paralização … atrazo … interviu</p><p>2. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa que preenche, cor-</p><p>reta e respectivamente, as lacunas do trecho a seguir, de</p><p>acordo com a norma- padrão.</p><p>Além disso, __________ certamente ___________ entre nós</p><p>__________do fenômeno da corrupção e das fraudes.</p><p>a) a … concenso … acerca</p><p>b) há … consenso … acerca</p><p>c) a … concenso … a cerca</p><p>d) a … consenso … há cerca</p><p>e) há … consenço … a cerca</p><p>3. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa em que as duas fra-</p><p>ses apresentam sujeito composto, como em ... racionalidade</p><p>e irracionalidade não são duas instâncias lado a lado,…</p><p>a) Vargas e seus ministros não eram fãs de futebol./ Mas o</p><p>governo Vargas reinventou o Brasil, dando-lhe identidade</p><p>cultural.</p><p>b) Mario Filho e Nelson Rodrigues foram os grandes cronistas</p><p>do futebol./ Não se sentem à vontade para falar de futebol os</p><p>comentaristas e os cronistas mais velhos.</p><p>c) Dois historiadores estrangeiros não querem usar o futebol</p><p>para pregar nacionalismo./ O mundo exalta os ídolos por</p><p>unir beleza e eficácia.</p><p>d) A fase de autoafirmação por meio do futebol já pas-</p><p>sou./ Geram ainda muita polêmica o futebol-arte e o</p><p>futebol-força.</p><p>e) Eram dois grandes escritores, mas não se davam bem./</p><p>Intelectuais estrangeiros dedicam-se a estudar o fenôme-</p><p>no do futebol no Brasil.</p><p>4. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa em que a expressão</p><p>em destaque exerce ao mesmo tempo dupla função sintática.</p><p>a) Todos sabem que admiro futebol.</p><p>b) O futebol ensina belas lições ao autor.</p><p>c) O professor decidiu defender a tese.</p><p>d) Pelé pensa rápido.</p><p>e) Quantos prazeres da vida não têm a mesma relação com o</p><p>jogo?</p><p>5. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa que completa corre-</p><p>tamente a frase dada.</p><p>Uma final de Copa do Mundo é um evento</p><p>a) de que um observador cultural não pode ficar indiferente.</p><p>b) sob o qual um observador cultural não pode ficar</p><p>indiferente.</p><p>c) ao qual um observador cultural não pode ficar indiferente.</p><p>d) ao que um observador cultural não pode ficar indiferente.</p><p>e) do qual um observador cultural não pode ficar indiferente.</p><p>6. (VUNESP – 2010) O trecho – ... era produto de um trabalho</p><p>mental, consciente, forjado em tentativa e erro, repetidas</p><p>vezes. O craque não é o que pensa mais rápido e, assim, apli-</p><p>ca o que faz com a bola dentro da narrativa da partida. – está</p><p>correto quanto ao plural das formas em:</p><p>a) ... eram produtos de trabalho mentais, conscientes, forjados</p><p>em tentativa e erro, repetidas vezes. Os craques não são os</p><p>que pensa mais rápido e, assim, aplicam o que fazem com a</p><p>bola dentro da narrativa da partida.</p><p>b) ... eram produtos de trabalhos mentais, conscientes, forja-</p><p>do em tentativa e erro, repetidas vezes. O craque não são os</p><p>que pensam mais rápido e, assim, aplica o que fazem com a</p><p>bola dentro da narrativa da partida.</p><p>c) ... eram produtos de trabalhos mentais, conscientes, forja-</p><p>dos em tentativa e erro, repetidas vezes. Os craques não são</p><p>os que pensam mais rápido e, assim, aplicam o que fazem</p><p>com a bola dentro da narrativa da partida.</p><p>d) ... eram produtos de trabalhos mentais, conscientes, forja-</p><p>dos em tentativa e erro, repetidas vezes. Os craques não é o</p><p>que pensam mais rápidos e, assim, aplicam</p><p>as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação</p><p>com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos ape-</p><p>nas consumidores e, palavra importante, assinantes.</p><p>O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É</p><p>uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquis-</p><p>ta a economia global. Conta o autor que mais de metade das</p><p>empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em</p><p>2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de ven-</p><p>der “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre</p><p>aconteceu desde os primórdios do capitalismo.</p><p>Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram</p><p>na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo</p><p>serviços (ou, de forma mais precisa, acessos).</p><p>Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimen-</p><p>to das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda</p><p>bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela.</p><p>Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos</p><p>números; está no retrato de uma nova geração para quem a</p><p>experiência cultural é mais importante do que a mera posse</p><p>de objetos.</p><p>Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível</p><p>ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do</p><p>espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a</p><p>vocação mais autêntica da cultura?</p><p>Considere os trechos do texto.</p><p>Culpado? Um pouco. (4o parágrafo)</p><p>... discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto</p><p>meus clássicos e descubro novos. (6o parágrafo)</p><p>As expressões destacadas apresentam, correta e respectiva-</p><p>mente, as circunstâncias adverbiais de:</p><p>a) Modo, como em: Viu-se muito requisitado pelos colegas.</p><p>Lugar, como em: Esperou por ele na entrada do restaurante.</p><p>b) Afirmação, como em: Evidentemente o governo cederá.</p><p>Lugar, como em: Derrubou todos os papéis no chão.</p><p>c) Intensidade, como em: Provavelmente ele concordará com</p><p>a proposta. Afirmação, como em: Disse que, de forma algu-</p><p>ma, sairia daquela cidade.</p><p>d) Intensidade, como em: Ela se sentiu bastante envaidecida</p><p>com o elogio. Modo, como em: Agiu com astúcia ao expor</p><p>seus planos.</p><p>e) Modo, como em: Saiu às pressas para ir ao banco. Intensi-</p><p>dade: Percorreu a pé todo o calçadão da praia.</p><p>86. (VUNESP – 2019) De acordo com a norma-padrão, a</p><p>expressão destacada no trecho do texto está corretamente</p><p>substituída pela expressão entre parênteses na alternativa:</p><p>a) O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas...</p><p>(vender-lhes)</p><p>b) E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus</p><p>vícios. (pago-os)</p><p>c) É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que con-</p><p>quista a economia global. (a conquista)</p><p>d) ... que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e</p><p>estantes mais vazias. (tem deixado-as)</p><p>e) Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de</p><p>regressar para o psicanalista... (lhes fotografo)</p><p>87. (VUNESP – 2019) Considere os trechos do texto.</p><p>Mas convém não abusar do romantismo... (1º parágrafo)</p><p>... vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos). (10º</p><p>parágrafo)</p><p>... não está apenas nos números; está no retrato de uma nova</p><p>geração... (12º parágrafo)</p><p>... o triunfo do espírito sobre a matéria. (último parágrafo)</p><p>Sem alteração do sentido do texto, as expressões destacadas</p><p>podem ser substituídas, respectivamente, por:</p><p>a) do sentimentalismo; acurada; na descrição; o êxito.</p><p>b) do narcisismo; exata; na exaltação; o malogro.</p><p>c) do padecimento; chula; na síntese; a conquista.</p><p>d) da compaixão; delicada; na condenação; a vitória.</p><p>e) da emotividade; indevida; na crítica; a imposição.</p><p>88. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa redigida em con-</p><p>formidade com a norma-padrão de concordância.</p><p>a) O autor tem registrada, em seu celular, capas de livros que</p><p>lhe interessam, os quais prefere ler em formato e-book.</p><p>b) O livro de Tien Tzuo, além dos dados numéricos, expõem</p><p>reflexões a respeito do comportamento das novas gerações.</p><p>c) As empresas que, hoje, em lugar de coisas vende serviços,</p><p>moldaram-se à economia digital.</p><p>d) Presenteado, em sua maioria, são os livros que hoje fazem</p><p>parte da biblioteca do escritor.</p><p>e) Não faz tantos anos que redes de lojas como Tower Records</p><p>e Virgin Megastore eram referência no mercado musical.</p><p>89. (VUNESP – 2019) Assinale o trecho do texto em que está</p><p>presente a figura de linguagem chamada metáfora.</p><p>a) O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação.</p><p>b) Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos</p><p>pesa muito na consciência.</p><p>c) O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total</p><p>no futuro (e ainda bem).</p><p>d) Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava</p><p>nas livrarias locais como um faminto na capoeira.</p><p>e) Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível</p><p>ver um avanço...</p><p>20</p><p>90. (VUNESP – 2019) De acordo com o texto, entre outros fato-</p><p>res, a desmaterialização da cultura é decorrente</p><p>a) do aumento significativo do preço dos bens duráveis, o que</p><p>obrigou as pessoas a alterar os hábitos de compra.</p><p>b) da oposição de vários países à economia capitalista, carac-</p><p>terizada pelo incentivo ao consumo permanente.</p><p>c) da incorporação de empresas pouco lucrativas por multi-</p><p>nacionais que atuam em diferentes mercados.</p><p>d) dos consumidores que priorizam a experiência pessoal em</p><p>detrimento da aquisição de bens materiais.</p><p>e) da atual conjuntura socioeconômica responsável por</p><p>transformar os jovens em indivíduos que menosprezam a</p><p>cultura.</p><p>91. (VUNESP – 2019) Na frase do terceiro parágrafo – Compra-</p><p>va tanto e carregava tanto que desconfio que o meu proble-</p><p>ma de ciática é, na sua essência, um problema livresco. –, o</p><p>autor</p><p>a) expressa uma crítica e analisa uma contradição.</p><p>b) faz uma suposição e cita uma consequência.</p><p>c) levanta uma hipótese e ressalta uma concessão.</p><p>d) desfaz um equívoco e apresenta uma conclusão.</p><p>e) expõe uma convicção e faz uma reiteração.</p><p>92. (VUNESP – 2019) No texto, é correto afirmar que o autor</p><p>a) emprega linguagem sentimentalista e prolixa para justifi-</p><p>car seu papel de assassino cultural.</p><p>b) formula uma série de questionamentos para os quais ainda</p><p>não encontrou qualquer explicação plausível.</p><p>c) dirige-se aos interlocutores para envolvê-los nas reflexões</p><p>acerca da desmaterialização da cultura.</p><p>d) limita-se a descrever a própria experiência como consumi-</p><p>dor, não dando voz a pareceres alheios.</p><p>e) recorre a informações acadêmicas para comprovar o avan-</p><p>ço do materialismo em nossa sociedade.</p><p>93. (VUNESP – 2012) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>SÃO PAULO – Se você leu Cândido, de Voltaire, e achou o</p><p>dr. Pangloss um sujeito muito otimista, é porque não abriu Abun-</p><p>dance, de Peter Diamandis e Steven Kotler.</p><p>Os autores, um milionário com formação em engenharia</p><p>espacial, genética e medicina e um jornalista científico, dizem</p><p>com todas as letras que a humanidade está para entrar numa</p><p>era de superabundância, na qual tecnologias tornarão itens</p><p>essenciais tão baratos que todos os habitantes da Terra terão</p><p>acesso a bens e serviços até há pouco ao alcance apenas dos</p><p>muito ricos. E tudo isso no horizonte de uma geração.</p><p>Os autores têm até explicação para o fato de não acredi-</p><p>tarmos muito nessas promessas. Como fomos programados</p><p>para ver o mundo como um lugar ameaçador, nutrimos um</p><p>inescapável pessimismo global, que não nos deixa perceber as</p><p>revoluções silenciosas de que participamos.</p><p>Talvez sim, talvez não. Abundance é definitivamente um</p><p>livro ousado, e mesmo que lhe apliquemos um deságio cético</p><p>de, vá lá, 80%, ainda sobram ou há coisas surpreendentes.</p><p>Na passagem – Talvez sim, talvez não. Abundance é definitiva-</p><p>mente um livro ousado... –, o advérbio em destaque equivale a</p><p>a) oportunamente, estabelecendo relação de tempo.</p><p>b) decididamente, estabelecendo relação de afirmação.</p><p>c) previsivelmente, estabelecendo relação de intensidade.</p><p>d) possivelmente, estabelecendo relação de certeza.</p><p>e) provavelmente, estabelecendo relação de dúvida.</p><p>94. (VUNESP – 2012) Na frase – E tudo</p><p>isso no horizonte de</p><p>uma geração. – , o termo em destaque significa</p><p>a) proposição.</p><p>b) confronto.</p><p>c) paisagem.</p><p>d) intenção.</p><p>e) perspectiva.</p><p>95. (VUNESP – 2012) Observando as ocorrências da palavra</p><p>“como” em – Como fomos programados para ver o mundo</p><p>como um lugar ameaçador… – é correto afirmar que se trata</p><p>de conjunção</p><p>a) conformativa nas duas ocorrências.</p><p>b) comparativa na primeira ocorrência.</p><p>c) causal na primeira ocorrência.</p><p>d) comparativa nas duas ocorrências.</p><p>e) causal na segunda ocorrência.</p><p>96. (VUNESP – 2012) De acordo com o texto, o futuro é descrito</p><p>pelos autores de Abundance como tempo</p><p>a) auspicioso e de grandes mudanças.</p><p>b) de empobrecimento dos ricos.</p><p>c) de descrença e intolerância.</p><p>d) com certas restrições tecnológicas.</p><p>e) de conflito entre as pessoas.</p><p>97. (VUNESP – 2012) Peter Diamandis e Steven Kotler acredi-</p><p>tam que a descrença quanto às promessas apresentadas no</p><p>livro deve-se ao fato de as pessoas participarem de</p><p>a) um mundo ameaçador em que não há revoluções</p><p>silenciosas.</p><p>b) revoluções silenciosas que são afetadas pelo pessimismo</p><p>global.</p><p>c) um mundo ameaçador sem expectativa de revoluções</p><p>silenciosas.</p><p>d) um pessimismo global distanciado das revoluções</p><p>silenciosas.</p><p>e) revoluções silenciosas decorrentes do pessimismo global.</p><p>98. (VUNESP – 2017) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>É urgente</p><p>A decisão de Nicolás Maduro de elevar a meio milhão os</p><p>milicianos armados com fuzil na Venezuela é a pior de suas</p><p>ideias ruins.</p><p>Sugere que Maduro prevê a decisão da discórdia vene-</p><p>zuelana por meio das armas. Caso não o seja, nem por isso</p><p>se extinguirá o mal do armamentismo: vai prolongar-se na</p><p>criminalidade típica de uma população armada e, em grande</p><p>parte, indesarmável. Ainda por motivos mais econômicos, os</p><p>venezuelanos fogem em massa. Seu número cresce. O Brasil</p><p>está atrasado, como se indiferente, nas providências para essa</p><p>emergência social.</p><p>No trecho “Ainda por motivos mais econômicos, os venezuela-</p><p>nos fogem em massa.”, a preposição em destaque forma uma</p><p>expressão cuja circunstância traduz ideia de</p><p>a) modo.</p><p>b) causa.</p><p>c) consequência.</p><p>d) finalidade.</p><p>e) intensidade.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>21</p><p>99. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa em que o verbo</p><p>destacado tem sujeito elíptico.</p><p>a) A decisão de Nicolás Maduro [...] é a pior de suas ideias</p><p>ruins.</p><p>b) Sugere que Maduro prevê a decisão da discórdia venezuela-</p><p>na por meio das armas.</p><p>c) ... nem por isso se extinguirá o mal do armamentismo...</p><p>d) ... os venezuelanos fogem em massa.</p><p>e) Seu número cresce.</p><p>100. (VUNESP – 2017) De acordo com a norma-padrão de</p><p>regência, as passagens “Maduro prevê a decisão da discórdia</p><p>venezuelana por meio das armas.” e “O Brasil está atrasado,</p><p>como se indiferente, nas providências para essa emergência</p><p>social.” estão, correta e respectivamente, reescritas em:</p><p>a) Maduro anseia pela decisão da discórdia venezuelana por</p><p>meio das armas. / O Brasil parece estar indiferente a pro-</p><p>vidências para essa emergência social, o que mostra seu</p><p>atraso.</p><p>b) Maduro anseia à decisão da discórdia venezuelana por meio</p><p>das armas. / O Brasil parece estar indiferente de providên-</p><p>cias para essa emergência social, o que mostra seu atraso.</p><p>c) Maduro quer a decisão da discórdia venezuelana por meio</p><p>das armas. / O Brasil parece estar indiferente em providên-</p><p>cias para essa emergência social, o que mostra seu atraso.</p><p>d) Maduro aspira da decisão da discórdia venezuelana por</p><p>meio das armas. / O Brasil parece estar indiferente das pro-</p><p>vidências para essa emergência social, o que mostra seu</p><p>atraso.</p><p>e) Maduro quer da decisão da discórdia venezuelana por meio</p><p>das armas. / O Brasil parece estar indiferente de providên-</p><p>cias para essa emergência social, o que mostra seu atraso.</p><p>101. (VUNESP – 2012). O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Mais de 700 processos aguardam fim do mensalão para</p><p>serem julgados pelo STF</p><p>Mais de 700 processos estão na fila da pauta do plenário</p><p>do STF (Supremo Tribunal Federal) para serem julgados assim</p><p>que o julgamento do mensalão acabar, o que ainda não tem</p><p>data prevista para ocorrer.</p><p>Destes processos, 23 terão prioridade, segundo decisão</p><p>dos ministros. São os chamados recursos de repercussão</p><p>geral, vindos de instâncias inferiores do Judiciário para serem</p><p>analisados na Suprema Corte. Esses recursos chegam ao STF</p><p>depois de passar por uma “peneira” no tribunal de origem.</p><p>Eles são filtrados de acordo com critérios de maior relevância</p><p>jurídica, política, social ou econômica.</p><p>Dessa forma, a decisão no Supremo referente a um deter-</p><p>minado recurso pode ser aplicada a outros casos idênticos.</p><p>A medida visa diminuir o número de processos enviados à</p><p>Suprema Corte. Enquanto isso, 260 mil processos nas ins-</p><p>tâncias inferiores aguardam a decisão do Supremo, de acordo</p><p>com o ministro Marco Aurélio de Mello.</p><p>Em audiência pública realizada na última sexta-feira (24),</p><p>o ministro Marco Aurélio se mostrou preocupado e afirmou</p><p>que tem receio de que o julgamento do mensalão não termine</p><p>até o final do ano. “As discussões tomaram espaço de tempo</p><p>substancial e elas se mostraram praticamente sem balizas. Nós</p><p>precisamos racionalizar o trabalho e deixar que os demais inte-</p><p>grantes se pronunciem”.</p><p>A preposição para, destacada no 1.º parágrafo, expressa</p><p>a) lugar.</p><p>b) causa.</p><p>c) finalidade.</p><p>d) origem.</p><p>e) reciprocidade.</p><p>102. (VUNESP – 2012) Considere o trecho.</p><p>Em audiência pública realizada na última sexta-feira (24), o</p><p>ministro Marco Aurélio se mostrou preocupado e afirmou que</p><p>tem receio de que o julgamento do mensalão não termine até o</p><p>final do ano.</p><p>Nesse trecho, a relação estabelecida entre as orações ligadas</p><p>pela conjunção e é de</p><p>a) contraposição.</p><p>b) exclusão.</p><p>c) tempo.</p><p>d) adição.</p><p>e) alternância.</p><p>103. (VUNESP – 2012) No segundo parágrafo, sem que o senti-</p><p>do seja alterado, pode-se substituir uma “peneira” por</p><p>a) uma seleção.</p><p>b) um esforço.</p><p>c) um pronunciamento.</p><p>d) uma justificativa.</p><p>e) uma discussão.</p><p>104. (VUNESP – 2012) Considere a frase a seguir.</p><p>Esses recursos chegam ao STF depois de passar por uma</p><p>“peneira” no tribunal de origem.</p><p>Preserva-se o mesmo sentido e regência do verbo chegar da</p><p>frase em:</p><p>a) O dinheiro não chegou para as despesas do mês.</p><p>b) Ela não chega à mãe em beleza e inteligência.</p><p>c) Uma desgraça nunca chega só.</p><p>d) Chega de reclamações, disse o juiz.</p><p>e) Apesar de chegar cedo à seção eleitoral, não conseguiu</p><p>votar.</p><p>105. (VUNESP – 2012) Pode-se depreender da fala do ministro,</p><p>no 4.º parágrafo, um tom de</p><p>a) sarcasmo.</p><p>b) crítica.</p><p>c) malícia.</p><p>d) ironia.</p><p>e) dúvida.</p><p>106. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa em que a nova</p><p>redação dada ao seguinte trecho do primeiro parágrafo</p><p>apresenta concordância de acordo com a norma-padrão:</p><p>Há quatro anos, Chris Nagele fez o que muitos executivos no</p><p>setor de tecnologia já tinham feito.</p><p>a) O que muitos executivos fizeram, transferindo suas equipes</p><p>para escritórios abertos, também foi feito por Chris Nagele,</p><p>faz cerca de quatro anos.</p><p>b) Devem fazer uns quatro anos que Chris Nagele transferiu</p><p>sua equipe para escritórios abertos, tais como foi transferi-</p><p>do por muitos executivos.</p><p>c) Muitos executivos já havia transferido suas equipes para o</p><p>chamado escritório aberto, como feito por Chris Nagele.</p><p>d) Faz exatamente quatro anos que Chris Nagele fez o que já</p><p>tinham sido feitos por outros executivos do setor.</p><p>e) Mais de um executivo já tinham transferido suas equipes</p><p>para escritórios abertos, o que só aconteceu com Chris</p><p>Nagele fazem mais de quatro anos.</p><p>22</p><p>107. (VUNESP – 2017) Segundo o texto, são aspectos desfavo-</p><p>ráveis ao trabalho em espaços abertos compartilhados</p><p>a) a dificuldade de propor soluções tecnológicas e a transfe-</p><p>rência de atividades para o lar.</p><p>b) a impossibilidade de cumprir várias tarefas e a restrição à</p><p>criatividade.</p><p>c) o isolamento na realização das tarefas e a vigilância cons-</p><p>tante</p><p>dos chefes.</p><p>d) a dispersão e a menor capacidade de conservar conteúdos.</p><p>e) a distração e a possibilidade de haver colaboração de cole-</p><p>gas e chefes.</p><p>108. (VUNESP – 2017) É correto afirmar que a expressão –</p><p>até então –, em destaque no início do segundo parágrafo,</p><p>expressa um limite, com referência</p><p>a) espacial aos escritórios fechados onde trabalhava a equipe</p><p>de Nagele antes da mudança para locais abertos.</p><p>b) temporal ao dia em que Nagele decidiu seguir exemplo</p><p>de outros executivos, e espacial ao tipo de escritório que</p><p>adotou.</p><p>c) espacial ao caso de sucesso de outros executivos do setor de</p><p>tecnologia que aboliram paredes e divisórias.</p><p>d) espacial ao novo tipo de ambiente de trabalho, e temporal</p><p>às mudanças favoráveis à integração.</p><p>e) temporal ao momento em que se deu a transferência da</p><p>equipe de Nagele para o escritório aberto.</p><p>109. (VUNESP – 2017) Assinale a frase do texto em que se iden-</p><p>tifica expressão do ponto de vista do próprio autor acerca do</p><p>assunto de que trata.</p><p>a) Inúmeras empresas adotaram o conceito de escritório</p><p>aberto... (4o parágrafo).</p><p>b) Os funcionários, até então, trabalhavam de casa, mas ele</p><p>queria que todos estivessem juntos...</p><p>c) “Nunca se consegue terminar as coisas e é preciso levar</p><p>mais trabalho para casa”, diz ele.</p><p>d) É improvável que o conceito de escritório aberto caia em</p><p>desuso...</p><p>e) Retemos mais informações quando nos sentamos em um</p><p>local fixo, afirma Sally Augustin....</p><p>110. (VUNESP – 2014) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>As cotas raciais deram certo porque seus beneficiados são,</p><p>sim, competentes. Merecem, sim, frequentar uma universida-</p><p>de pública e de qualidade. No vestibular, que é o princípio de</p><p>tudo, os cotistas estão só um pouco atrás. Segundo dados do</p><p>Sistema de Seleção Unificada, a nota de corte para os candi-</p><p>datos convencionais a vagas de medicina nas federais foi de</p><p>787,56 pontos. Para os cotistas, foi de 761,67 pontos. A dife-</p><p>rença entre eles, portanto, ficou próxima de 3%. IstoÉ entrevis-</p><p>tou educadores e todos disseram que essa distância é mais do</p><p>que razoável. Na verdade, é quase nada. Se em uma disciplina</p><p>tão concorrida quanto medicina um coeficiente de apenas 3%</p><p>separa os privilegiados, que estudaram em colégios privados,</p><p>dos negros e pobres, que frequentaram escolas públicas, então</p><p>é justo supor que a diferença mínima pode, perfeitamente, ser</p><p>igualada ou superada no decorrer dos cursos. Depende só da</p><p>disposição do aluno. Na Universidade Federal do Rio de Janei-</p><p>ro (UFRJ), uma das mais conceituadas do País, os resultados</p><p>do último vestibular surpreenderam. “A maior diferença entre</p><p>as notas de ingresso de cotistas e não cotistas foi observada</p><p>no curso de economia”, diz Ângela Rocha, pró-reitora da UFRJ.</p><p>“Mesmo assim, essa distância foi de 11%, o que, estatistica-</p><p>mente, não é significativo”.</p><p>Para responder à questão, considere a passagem – A diferença</p><p>entre eles, portanto, ficou próxima de 3%.</p><p>A conjunção portanto expressa ideia de</p><p>a) conclusão.</p><p>b) adição.</p><p>c) condição.</p><p>d) explicação.</p><p>e) comparação.</p><p>111. (VUNESP – 2014) Considerando-se o contexto, na oração – ...</p><p>que estudaram em colégios privados ... –, o termo em destaque</p><p>opõe-se à ideia de</p><p>a) restritos.</p><p>b) particulares.</p><p>c) governamentais.</p><p>d) coletivos.</p><p>e) confidenciais.</p><p>112. (VUNESP – 2014) Os dados do Sistema de Seleção Uni-</p><p>ficada comprovam que a diferença de percentual entre os</p><p>candidatos à medicina egressos tanto de escolas particu-</p><p>lares quanto de escola públicas foi quase____________, pois</p><p>eles tiveram desempenho___________</p><p>Em conformidade com a norma-padrão da língua portu-</p><p>guesa, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente,</p><p>com:</p><p>a) nulo … bastante semelhantes</p><p>b) nula … bastante semelhantes</p><p>c) nula … bastantes semelhantes</p><p>d) nula … bastante semelhante</p><p>e) nulo … bastante semelhante</p><p>113. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa em que a vírgula</p><p>foi empregada para separar oração introduzida por prono-</p><p>me relativo, a exemplo do que ocorre em: ...um coeficien-</p><p>te de apenas 3% separa os privilegiados, que estudaram em</p><p>colégios privados...</p><p>a) Ele observou o local, sabia, com certeza, que ali já estivera</p><p>em outra ocasião, mas quando?</p><p>b) Estou vendo essa tempestade se formar, entre, que aqui</p><p>estaremos bem mais protegidos dela.</p><p>c) Ela estava pensando em que lugar estaria, que dia seria, que</p><p>pessoas eram aquelas ao seu redor.</p><p>d) Ficou encantada com a história, acabara de ler o livro, que já</p><p>tinha sido traduzido para o inglês.</p><p>e) Era possível, àquela altura da vida, que todos os seus maio-</p><p>res desejos se realizassem enfim.</p><p>114. (VUNESP – 2014) De acordo com o autor, o desempenho</p><p>dos estudantes cotistas</p><p>a) reforça a ideia de que os cursos mais concorridos são difí-</p><p>ceis de acompanhar.</p><p>b) revela a necessidade de que seja feita uma ampla revisão no</p><p>sistema de cotas.</p><p>c) sinaliza diferenças expressivas nas universidades públicas</p><p>brasileiras.</p><p>d) sugere que a avaliação atual é menos democrática e mais</p><p>difícil que no passado.</p><p>e) ratifica a ideia de que as cotas lograram êxito no sistema</p><p>educacional brasileiro.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>23</p><p>115. (VUNESP – 2013) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>A indústria deu o alerta. Nos próximos três anos, o Brasil</p><p>vai precisar de mais de sete milhões de profissionais de nível</p><p>técnico para suprir a demanda do mercado, conforme mos-</p><p>trou o Mapa do Emprego na Indústria 2012, da Confederação</p><p>Nacional das Indústrias (CNI). Enquanto sobram candidatos</p><p>com formação superior generalista, faltam técnicos e tecnólo-</p><p>gos especializados. Segundo analistas, não há dúvidas de que</p><p>será preciso equilibrar essa equação para evitar um colapso</p><p>em setores importantes da economia por falta de profissionais</p><p>qualificados.</p><p>Os termos Enquanto e para, em destaque no texto, estabele-</p><p>cem, respectivamente entre as orações, relações de</p><p>a) proporção e finalidade.</p><p>b) tempo e finalidade.</p><p>c) tempo e consequência.</p><p>d) comparação e causa.</p><p>e) proporção e comparação.</p><p>116. (VUNESP – 2013) Em conformidade com a norma-padrão</p><p>da língua portuguesa e com o sentido do texto, a lacuna neste</p><p>presente deve ser preenchida com</p><p>a) existe indícios</p><p>b) se questionam de</p><p>c) é provável</p><p>d) há dúvidas de</p><p>e) se vê incerteza</p><p>117. (VUNESP – 2012) O trecho – … a superfície gelada</p><p>sofreu um derretimento nunca antes observado: a área</p><p>descongelada passou de 40 para 97%. – está corretamente</p><p>reescrito em:</p><p>a) … a superfície gelada sofreu um derretimento que nunca</p><p>antes foi observado, logo a área descongelada passou de 40</p><p>para 97%.</p><p>b) … a superfície gelada sofreu um derretimento que nunca</p><p>antes fora observado, haja vista que a área descongelada</p><p>passou de 40 para 97%.</p><p>c) … a superfície gelada sofreu um derretimento que nunca</p><p>antes se havia observado, como a área descongelada passou</p><p>de 40 para 97%.</p><p>d) … a superfície gelada sofreu um derretimento que nunca</p><p>antes era observado, que a área descongelada passou de 40</p><p>para 97%.</p><p>e) … a superfície gelada sofreu um derretimento que nunca</p><p>antes tivera sido observado, enquanto a área descongelada</p><p>passou de 40 para 97%.</p><p>118. (VUNESP – 2012) Embora sejam disputados regularmen-</p><p>te desde 1960, apenas muito recentemente os Jogos Paralím-</p><p>picos passaram a contar com seu próprio símbolo oficial.</p><p>É correto afirmar que a oração que inicia esse período intro-</p><p>duz, no contexto, sentido de</p><p>a) concessão, podendo o trecho destacado ser substituído por</p><p>– Apesar de serem.</p><p>b) proporção, podendo o trecho destacado ser substituído por</p><p>– À medida que eram.</p><p>c) conformidade, podendo o trecho destacado ser substituído</p><p>por – Conforme foram.</p><p>d) comparação, podendo o trecho destacado ser substituído</p><p>por – Como eram.</p><p>e) causa, podendo o trecho destacado ser substituído por –</p><p>Desde que sejam.</p><p>119. (VUNESP – 2011) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>WikiLeaks contra o Império</p><p>A diplomacia americana</p><p>levará tempo para se recuperar</p><p>da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil</p><p>documentos secretos foram copiados por um jovem solda-</p><p>do em um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame</p><p>para um país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema</p><p>de segurança que agrupa repartições e emprega mais de 1</p><p>milhão de pessoas, das quais 854 mil têm acesso a informa-</p><p>ções sigilosas.</p><p>A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas</p><p>camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo</p><p>que o historiador e jornalista Timothy Garton Ash conside-</p><p>rou “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diploma-</p><p>tas”. As mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas</p><p>têm aspectos escandalosos.</p><p>A conexão corrupta e narcotraficante do governo do</p><p>Afeganistão já é antiga, mas ninguém imaginaria que o pre-</p><p>sidente Karzai chegasse a Washington com um assessor</p><p>carregando US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos</p><p>dos homens da Casa de Windsor é proverbial, mas o prínci-</p><p>pe Edward dizendo bobagens para estranhos no Quirguis-</p><p>tão incomodou a embaixadora americana.</p><p>O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimen-</p><p>são do perigo representado pelos estoques de urânio enri-</p><p>quecido nas mãos de governos e governantes instáveis. Se</p><p>aos 68 anos o líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por</p><p>uma “voluptuosa” ucraniana, parabéns. O perigo está na</p><p>quantidade de material nuclear que ele guarda consigo. Os</p><p>telegramas relacionados com o Brasil revelaram a boa</p><p>qualidade dos relatórios dos diplomatas americanos. O</p><p>embaixador Clifford Sobel narrou ainconfidência do minis-</p><p>tro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do pre-</p><p>sidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O</p><p>de Jobim era não contar.</p><p>A vergonha americana pede que se relembre o trabalho</p><p>de 10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáti-</p><p>cos do século, que trabalharam em Bletchley Park durante</p><p>a Segunda Guerra, quebrando os códigos alemães. O servi-</p><p>ço dessa turma influenciou a ocasião do desembarque na</p><p>Normandia e permitiu o êxito dos soviéticos na batalha de</p><p>Kursk.</p><p>Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar</p><p>todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob</p><p>um manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente,</p><p>nos anos 70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha</p><p>20 anos quando trabalhou em Bletchley Park: “Minha gran-</p><p>de tristeza foi ver que meu amado marido morreu em 1975</p><p>sem saber o que eu fiz durante a guerra”. Alan Turing, um</p><p>dos matemáticos do parque, matou-se em 1954. Mesmo</p><p>condenado pela Justiça por conta de sua homossexualida-</p><p>de, nunca falou do caso. (Ele comeu uma maçã envenenada.</p><p>Conta a lenda que, em sua homenagem, esse é o símbolo</p><p>da Apple.)</p><p>Em – Tudo indica que 250 mil documentos secretos foram</p><p>copiados por um jovem soldado num CD enquanto fingia ouvir</p><p>Lady Gaga. (1.º parágrafo) – a palavra destacada exprime ideia</p><p>de</p><p>a) hipótese.</p><p>b) condição.</p><p>c) concessão.</p><p>d) causa.</p><p>e) tempo.</p><p>120. (VUNESP – 2011) Em – A falta de modos dos homens da</p><p>Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizen-</p><p>do bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a</p><p>embaixadora americana. (3.º parágrafo) – a conjunção des-</p><p>tacada pode ser substituída por</p><p>24</p><p>a) portanto.</p><p>b) como.</p><p>c) no entanto.</p><p>d) porque.</p><p>e) ou.</p><p>121. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa cujo emprego do</p><p>pronome está em conformidade com a norma padrão da</p><p>língua.</p><p>a) Não autorizam-nos a ler os comentários sigilosos.</p><p>b) Nos falaram que a diplomacia americana está abalada.</p><p>c) Ninguém o informou sobre o caso WikiLeaks.</p><p>d) Conformado, se rendeu às punições.</p><p>e) Todos querem que combata-se a corrupção.</p><p>122. (VUNESP – 2011) O termo omitido na parte destacada do</p><p>fragmento – O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfi-</p><p>dência do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na</p><p>cabeça do presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era</p><p>comunicar. O de Jobim era não contar. (4.º parágrafo) – pode</p><p>ser suprido, sem alteração de sentido, pela palavra</p><p>a) impresso.</p><p>b) critério.</p><p>c) questionamento.</p><p>d) dever.</p><p>e) perdão.</p><p>123. (VUNESP – 2011) O termo voluptuosa (4.º parágrafo),</p><p>pode ser substituído, sem acarretar prejuízo de sentido ao</p><p>texto, por</p><p>a) pudica.</p><p>b) moderada.</p><p>c) sensual.</p><p>d) ingênua.</p><p>e) virtuosa.</p><p>124. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa que apresenta</p><p>a palavra máquina com o mesmo sentido empregado em</p><p>– A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas</p><p>camadas mais secretas da máquina... (2.º parágrafo)</p><p>a) A máquina do relógio é precisa, mas necessita de manuten-</p><p>ção periódica.</p><p>b) A máquina quebrou logo nos primeiros dias de uso e foi</p><p>encaminhada à assistência técnica.</p><p>c) Ela trabalha como uma máquina todos os dias.</p><p>d) Dizem que o candidato à reeleição usou a máquina a seu</p><p>favor.</p><p>e) Sem a máquina consertada não é possível revelar todos os</p><p>documentos.</p><p>125. (VUNESP – 2011) Em – (Ele comeu uma maçã envenena-</p><p>da. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse é o símbolo</p><p>da Apple.) (6.º parágrafo) – o uso dos parênteses justifica-se</p><p>porque</p><p>a) menciona uma lenda.</p><p>b) isola indicação acessória, explicativa.</p><p>c) enfatiza o final de uma frase declarativa.</p><p>d) indica a mudança de interlocutor.</p><p>e) separa os elementos de uma enumeração.</p><p>126. (VUNESP – 2011) Considere os enunciados.</p><p>I O embaixador Clifford Sobel, fez declarações sobre o presi-</p><p>dente boliviano.</p><p>II Aquela declaração, foi dada ao jornal, por Catherine Caughey.</p><p>III Muammar Gaddafi, presidente da Líbia, possui arsenal</p><p>nuclear sob seu controle.</p><p>O emprego da vírgula está correto apenas em</p><p>a) I.</p><p>b) II.</p><p>c) III.</p><p>d) I e III.</p><p>e) II e III.</p><p>127. (VUNESP – 2011) Leia o que segue.</p><p>I Há bastante motivos para se preocupar com o vazamento de</p><p>informações.</p><p>II O assessor de Karzai trouxe anexo as encomendas</p><p>solicitadas.</p><p>III A embaixadora americana apresentou um relatório aos</p><p>diplomatas e ela mesmo criticou o príncipe Edward.</p><p>IV Winston Churchill e outros líderes que marcaram seus</p><p>nomes na história venceram bastantes batalhas.</p><p>De acordo com a norma padrão da língua, está correto apenas o</p><p>contido em</p><p>a) I.</p><p>b) II.</p><p>c) III.</p><p>d) IV.</p><p>e) II e IV.</p><p>128. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa correta quanto à</p><p>concordância verbal.</p><p>a) Começaram as investigações pelas ações do jovem soldado.</p><p>b) Um jovem soldado e a WikiLeaks divulgou informações</p><p>secretas.</p><p>c) Mais de um relatório diplomático vazaram na internet.</p><p>d) Repartições, investimentos, pessoas, nada impediram o</p><p>jovem soldado.</p><p>e) Os telegramas relacionados com o Brasil foi, para o ministro</p><p>Jobim, muito negativos.</p><p>129. (VUNESP – 2011) Na passagem do 5.º parágrafo – O serviço</p><p>dessa turma influenciou a ocasião do desembarque na Nor-</p><p>mandia e permitiu o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.</p><p>– os termos em destaque referem-se</p><p>a) aos códigos alemães.</p><p>b) aos 10 mil ingleses.</p><p>c) aos soviéticos.</p><p>d) a todos os matemáticos.</p><p>e) à equipe da WikiLeaks.</p><p>130. (VUNESP – 2011) Ao se passar para o discurso indireto,</p><p>sem alteração de sentido, o trecho – Com a palavra Catherine</p><p>Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou em Bletchley</p><p>Park: “Minha grande tristeza foi ver que meu amado marido</p><p>morreu em 1975 sem saber o que eu fiz durante a guerra.” (6.º</p><p>parágrafo) – obtém-se:</p><p>a) Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou em</p><p>Bletchley Park, disse que sua grande tristeza havia sido ver</p><p>que seu amado marido morrera em 1975 sem saber o que ela</p><p>tinha feito durante a guerra.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>25</p><p>b) Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou</p><p>em Bletchley Park, disse que sua grande tristeza foi ver que</p><p>seu amado marido morreria em 1975 sem saber o que ela</p><p>faria durante a guerra.</p><p>c) Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou</p><p>em Bletchley Park, diz que sua grande tristeza foi ver o seu</p><p>amado marido morrer em 1975 sabendo o que ela havia fei-</p><p>to durante a guerra.</p><p>d) Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou</p><p>em Bletchley Park, disse que sua grande tristeza foi</p><p>ver que</p><p>seu amado marido morrera em 1975 sem saber o que ela</p><p>faria durante a guerra.</p><p>e) Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando trabalhou</p><p>em Bletchey Park, disse que sua grande tristeza fora ver</p><p>que seu amado marido morreu em 1975 sem saber o que ele</p><p>havia feito durante a guerra.</p><p>131. (VUNESP – 2011) Segundo o texto, é correto afirmar que</p><p>a) a falta de modos do príncipe Edward foi ignorada pela</p><p>embaixadora americana.</p><p>b) o governo do Afeganistão é sabidamente corrupto e está</p><p>envolvido com o tráfico de drogas.</p><p>c) Karzai, o presidente afegão, é muito respeitado em Washin-</p><p>gton e está acima de qualquer suspeita.</p><p>d) a embaixadora americana no Quirguistão ficou honrada</p><p>com a divulgação dos documentos sigilosos.</p><p>e) o presidente Karzai, em viagem aos Estados Unidos, retirou</p><p>US$ 52 milhões de um banco em Washington.</p><p>132. (VUNESP – 2011) A palavra que resume a ação do jovem</p><p>soldado em relação à sua pátria, ao copiar documentos</p><p>secretos e divulgá-los, é</p><p>a) deslealdade.</p><p>b) afeição.</p><p>c) honestidade.</p><p>d) bondade.</p><p>e) fanatismo.</p><p>133. (VUNESP – 2011) Quanto ao vazamento de informações</p><p>da WikiLeaks, o autor o considera</p><p>a) positivo, prova disso é ter considerado acertado o envene-</p><p>namento de Alan Turing.</p><p>b) negativo, pois comprometeu o trabalho realizado pelos</p><p>matemáticos em Bletchley Park.</p><p>c) indiferente, tendo em vista que as informações divulgadas</p><p>não eram secretas.</p><p>d) negativo, prova disso é a exposição do material nuclear em</p><p>poder de Muammar Gaddafi.</p><p>e) positivo, pois trouxe à luz expressivas informações que</p><p>comprometem a diplomacia americana.</p><p>134. (VUNESP – 2014) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Em meio a insatisfações com a situação econômica, o</p><p>principal alvo do movimento de milhares de manifestantes</p><p>na China é a garantia de plenas liberdades, em observa-</p><p>ção aos princípios que presidiram a passagem de Hong Kong</p><p>para a esfera desse país, em 1997.</p><p>O acordo de transição criou a fórmula “um país, dois siste-</p><p>mas”. A submissão da economia ao Estado e a centralização da</p><p>ditadura chinesa não seriam implantadas na região administra-</p><p>tiva especial da ex-colônia por 50 anos, período em que se man-</p><p>teriam o arcabouço democrático e a livre-iniciativa.</p><p>O compromisso foi quebrado por recente decisão que afeta</p><p>as eleições marcadas para 2017: o governo central arrogou-se o</p><p>direito de aprovar previamente os candidatos que poderão par-</p><p>ticipar do pleito.</p><p>A medida foi vista como um indício de que a China estaria</p><p>disposta a intervir e ampliar seu controle sobre Hong Kong, uma</p><p>importante praça financeira internacional.</p><p>Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal,</p><p>de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.</p><p>a) Por um período de 50 anos, manteriam-se o arcabouço</p><p>democrático e a livre-iniciativa.</p><p>b) O governo chinês recentemente se arrogou o direito de apro-</p><p>vação prévia dos candidatos.</p><p>c) Não respeitaram-se os princípios que presidiram a passa-</p><p>gem de Hong Kong à China.</p><p>d) Se criou na China, com o acordo de transição, a fórmula “um</p><p>país, dois sistemas”.</p><p>e) Os chineses têm questinado-se se o país pretende intervir e</p><p>ampliar seu controle sobre Hong Kong.</p><p>135. (VUNESP – 2014) ______________ quebra do compromisso</p><p>entre Hong Kong e China, que atinge ______________eleições</p><p>marcadas para 2017, seguiram-se manifestações, pois, com</p><p>o controle da cidade, haveria ameaça _______________garan-</p><p>tia de plenas liberdades.</p><p>As lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente,</p><p>com:</p><p>a) À ... as ... à</p><p>b) A ... as ... à</p><p>c) A ... às ... à</p><p>d) À ... às ... à</p><p>e) A ... às ... a</p><p>136. (VUNESP – 2014) De acordo com o texto, quando Hong</p><p>Kong passou para a esfera da China, compactuou-se que,</p><p>durante 50 anos,</p><p>a) a estrutura democrática da cidade seria disseminada a toda</p><p>a nação.</p><p>b) a fórmula “um país, dois sistemas” deixaria de existir na</p><p>cidade e no país.</p><p>c) a democracia e a livre-iniciativa seriam prerrogativas</p><p>garantidas à cidade.</p><p>d) a livre-iniciativa seria substituída por outro sistema</p><p>econômico.</p><p>e) a centralização da ditadura seria incorporada à administra-</p><p>ção da cidade.</p><p>137. (VUNESP – 2013) Analise a propaganda do programa</p><p>5inco Minutos.</p><p>26</p><p>Em norma-padrão da língua portuguesa, a frase da propagan-</p><p>da, adaptada, assume a seguinte redação:</p><p>a) 5INCO MINUTOS: às vezes, dura mais, mas não matem-na</p><p>porisso.</p><p>b) 5INCO MINUTOS: as vezes, dura mais, mas não matem-na</p><p>por isso.</p><p>c) 5INCO MINUTOS: às vezes, dura mais, mas não a matem por</p><p>isso.</p><p>d) 5INCO MINUTOS: as vezes, dura mais, mas não lhe matem</p><p>por isso.</p><p>e) 5INCO MINUTOS: às vezes, dura mais, mas não a matem</p><p>porisso.</p><p>138. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa em que os prono-</p><p>mes estão empregados e colocados na frase de acordo com</p><p>a norma-padrão.</p><p>a) Nos surpreende, a cada dia, constatar a invasão das milí-</p><p>cias, que espalham-se pelas favelas, ditando-as suas leis.</p><p>b) Depois de invadir vários territórios da cidade, as milícias</p><p>dominaram eles e ali instalaram-se.</p><p>c) Há candidatos que usam as gangues: as procuram movidos</p><p>pelo interesse em ter elas como aliadas.</p><p>d) Quase nunca vê-se reação das comunidades diante do ter-</p><p>ror que as milícias as impõem.</p><p>e) Milicianos instalam-se nas comunidades e impõem seu</p><p>poder; consolidam-no pela prática do terror.</p><p>139. (VUNESP – 2017) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Com quase quatro anos, minha filha começa a compreen-</p><p>der um elemento fundamental da existência: o tempo. Meu</p><p>filho, de dois, não tem a menor ideia _______________ haja um</p><p>antes e um depois. Sua vida é um agora contínuo, uma tela</p><p>diante passam mamadeira, berço, carrinho, pudim, avó,</p><p>banho, Lego, minhoca.</p><p>Outro dia me meti numa encrenca_______________ resolvi</p><p>falar que “amanhã” seria aniversário dele e ele iria ganhar pre-</p><p>sente. Ele abriu um sorriso, pediu o presente. Eu disse “ama-</p><p>nhã”. Ele pediu de novo, educadamente, mas já sem o sorriso.</p><p>Não entendia_______________ eu não lhe dava o presente. Repe-</p><p>ti, educadamente (e sorrindo muitíssimo), que o presente seria</p><p>dado “amanhã”. Foi aquela choradeira. Claro.</p><p>De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser</p><p>preenchidas, correta e respectivamente, com:</p><p>a) de que … na qual … porquê … porquê</p><p>b) que … à qual … porquê … porque</p><p>c) de que … da qual … porque … por que</p><p>d) em que … na qual … por que … por que</p><p>e) que … a qual … porque … porque</p><p>140.(VUNESP – 2017) Na frase “Sua vida é um agora contí-</p><p>nuo...”, o termo em destaque significa</p><p>a) intermitente.</p><p>b) imediato.</p><p>c) efêmero.</p><p>d) inconstante.</p><p>e) perene.</p><p>141. (VUNESP – 2017) Leia os quadrinhos.</p><p>Nas palavras da personagem, o termo “sublime” significa</p><p>a) introspectivo.</p><p>b) comum.</p><p>c) repreensível.</p><p>d) utópico.</p><p>e) magnífico.</p><p>142. (VUNESP – 2014) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Um pé de milho</p><p>Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra tra-</p><p>zido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé</p><p>de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-</p><p>-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as peque-</p><p>nas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando</p><p>estava do tamanho de um</p><p>palmo, veio um amigo e declarou desdenhosamente que</p><p>na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos</p><p>veio outro amigo e afirmou que era cana.</p><p>Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu</p><p>tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas</p><p>folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu</p><p>o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto cen-</p><p>tenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho,</p><p>em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de</p><p>rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e inde-</p><p>pendente. Suas raízes roxas se agarram ao chão e suas folhas</p><p>longas e verdes nunca estão imóveis.</p><p>Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos</p><p>encantou como se fosse inesperado: meu pé</p><p>de milho pen-</p><p>doou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor do meu pé de</p><p>milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical,</p><p>beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho</p><p>vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma</p><p>coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de</p><p>milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medío-</p><p>cre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever:</p><p>sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.</p><p>Na oração do primeiro parágrafo – Transplantei-o para o exí-</p><p>guo canteiro na frente da casa. –, o termo em destaque significa</p><p>a) primoroso.</p><p>b) notável.</p><p>c) contíguo.</p><p>d) adequado.</p><p>e) pequeno.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>27</p><p>143. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa em que, nas duas</p><p>passagens, há termos empregados em sentido figurado.</p><p>a) ... lança as suas folhas além do muro... (2º §) / Há muitas flo-</p><p>res belas no mundo... (3º §)</p><p>b) ... beijado pelo vento do mar... (3º §) / Meu pé de milho é um</p><p>belo gesto da terra. (3º §)</p><p>c) Ele cresceu, está com dois metros... (2º §) / Tinha visto cen-</p><p>tenas de milharais... (2º §)</p><p>d) Secaram as pequenas folhas... (1º §) / Sou um ignorante...</p><p>(2º §)</p><p>e) Mas ele reagiu. (1º §) / ... na verdade aquilo era capim. (1º §)</p><p>144. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa em que há relação</p><p>de causa e consequência entre as informações.</p><p>a) ... podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé</p><p>de milho. (1º §)</p><p>b) Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou</p><p>que era cana. (1º §)</p><p>c) Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa.</p><p>Secaram as pequenas folhas... (1º §)</p><p>d) Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. (2º §)</p><p>e) Suas raízes roxas se agarram ao chão e suas folhas longas e</p><p>verdes nunca estão imóveis. (2º §)</p><p>145. (VUNESP – 2014) Na passagem do terceiro parágrafo – ...</p><p>veio enriquecer nosso canteirinho vulgar... –, o substantivo,</p><p>empregado no diminutivo, contribui para expressar a ideia</p><p>de</p><p>a) soberba.</p><p>b) abundância.</p><p>c) desprezo.</p><p>d) simplicidade.</p><p>e) exatidão.</p><p>146. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa correta quan-</p><p>to à pontuação, de acordo com a norma-padrão da língua</p><p>portuguesa.</p><p>a) Um amigo, declarou que meu pé de milho era capim. Outro</p><p>amigo que era cana. Já viu leitor, um pé de milho?</p><p>b) Um amigo declarou: meu pé de milho era capim. Outro ami-</p><p>go: que era cana. Já viu leitor um pé de milho?</p><p>c) Um amigo declarou que meu pé de milho era capim. Outro</p><p>amigo, que era cana. Já viu, leitor, um pé de milho?</p><p>d) Um amigo declarou: que meu pé de milho era capim. Outro</p><p>amigo, que era cana. O leitor já viu um pé de milho?</p><p>e) Um amigo declarou, que meu pé de milho, era capim. Outro</p><p>amigo que era cana. O leitor, já viu um pé de milho?</p><p>147. (VUNESP – 2014) Para o narrador, o surgimento de um pé</p><p>de milho em seu quintal</p><p>a) criou desavenças entre ele e seus amigos.</p><p>b) representou algo inusitado que o cativou.</p><p>c) interessou mais ao jardineiro que a ele.</p><p>d) era interessante, mas não dava orgulho.</p><p>e) obrigou-o a acabar com o jardim.</p><p>148. (VUNESP – 2014) Pela descrição feita no texto, é correto</p><p>afirmar que o pé de milho</p><p>a) continua a ser um simples número da lavoura, sem crédi-</p><p>to na sua localização, tanto que fora confundido com pé de</p><p>capim e pé de cana.</p><p>b) passou a ter um lugar menos atrativo para crescer e, desti-</p><p>tuído de uma lavoura, tornou-se um número isolado em um</p><p>jardim sem beleza.</p><p>c) manteve-se no jardim do narrador, que o desprezava, sen-</p><p>do incapaz de se render ao seu esplendor e à beleza dos</p><p>seus pendões.</p><p>d) constitui uma parte expropriada de uma lavoura, razão pela</p><p>qual o narrador, ainda que o estime, sente-se mal por não</p><p>poder devolvê-lo.</p><p>e) ganhou uma condição diferenciada dos pés de milho de</p><p>uma lavoura, tanto que transformou significativamente a</p><p>vida do narrador.</p><p>149. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa em que a reescrita</p><p>do texto altera o sentido original.</p><p>a) Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. (1o §)</p><p>= Secaram as folhas pequenas, pensei que fosse morrer.</p><p>b) Anteontem aconteceu o que era inevitável... (3º §) = Aquilo</p><p>que era inevitável anteontem aconteceu...</p><p>c) Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. (2º §) = Sou</p><p>um ignorante, um homem pobre da cidade.</p><p>d) ... em um monte de terra trazido pelo jardineiro... (1º §) = ...</p><p>em um monte de terra que o jardineiro trouxe.</p><p>e) É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza.</p><p>(3º §) = É algo de vivo que, com ímpeto e certeza, afirma- se</p><p>.</p><p>150. (VUNESP – 2013) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Um falso dilema tomou conta do mercado brasileiro de</p><p>trabalho diante da escalada sistemática de oferta de vagas e</p><p>ausência de candidatos para preenchê-las. Importar ou não</p><p>mão de obra de fora, eis a questão. Gastaram-se horas em</p><p>debates e movimentos de resistência contra uma alternativa</p><p>que parece inevitável. O caso da contratação de seis mil médi-</p><p>cos estrangeiros para distribuí-los por regiões mais remotas do</p><p>Brasil gerou uma celeuma sem-fim sobre a qualidade da for-</p><p>mação desses candidatos, necessidade de testes adicionais de</p><p>conhecimento, dificuldades com a língua etc. E no “deixa disso”</p><p>esqueceu-se de abordar o básico: como resolver o problema</p><p>do apagão de profissionais qualificados, em vários níveis de</p><p>ensino, inclusive o técnico, que está prejudicando o desenvol-</p><p>vimento adequado da produção nacional?</p><p>O termo dilema, no início do texto, é sinônimo de</p><p>a) certeza.</p><p>b) paradoxo.</p><p>c) parcialidade.</p><p>d) contundência.</p><p>e) indecisão.</p><p>151. (VUNESP – 2013) Em sua argumentação sobre a contrata-</p><p>ção de mão de obra estrangeira, o autor deixa claro que</p><p>a) a preocupação com a contratação dos médicos estran-</p><p>geiros soma-se à de profissionais qualificados em vários</p><p>níveis de ensino, inclusive o técnico, necessários à produ-</p><p>ção nacional.</p><p>b) a dispersão decorrente dos debates sobre a questão deixa</p><p>de considerar questões mais diretas, como, por exemplo, a</p><p>qualidade da formação desses candidatos estrangeiros.</p><p>c) a falta de profissionais qualificados afeta diversos segmen-</p><p>tos da economia brasileira e, em muitos casos, a importação</p><p>de mão de obra estrangeira é uma saída necessária.</p><p>d) o problema com a falta de mão de obra qualificada está</p><p>localizado nas regiões remotas do Brasil, razão pela qual</p><p>não se justifica a celeuma sem-fim sobre a questão.</p><p>28</p><p>e) a ênfase na questão dos profissionais estrangeiros lança</p><p>luzes sobre a questão da educação brasileira e sua respon-</p><p>sabilidade na formação de profissionais qualificados.</p><p>152. (VUNESP – 2012) A opulência dos nababos, o equivalente</p><p>muçulmano dos marajás da Índia no século XVI, deu origem</p><p>à expressão nababesca, sinônimo de ___________.</p><p>Assinale a alternativa que completa a lacuna com as palavras</p><p>adequadas.</p><p>a) ostentosa, luxuosa</p><p>b) especial, superior</p><p>c) faustosa, rara</p><p>d) preciosa, meticulosa</p><p>e) valiosa, surpreendente</p><p>153. (VUNESP – 2012) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>TJSP e Correios ratificam contrato de postagem digital</p><p>V-Post</p><p>Em busca de encurtar os prazos de cumprimento, propor-</p><p>cionar agilidade e controle virtual na tramitação dos dados,</p><p>o Tribunal de Justiça de São Paulo firmou um contrato com a</p><p>Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos para implantação</p><p>do AR digital V-Post, um tipo de citação e intimação por carta</p><p>totalmente virtual. Com a nova ferramenta, o TJSP ganha mais</p><p>rapidez no envio das informações, além da economia de recur-</p><p>sos com papel, envelopes, impressão e de pessoal.</p><p>Antes do V-Post, o cartorário emitia a carta de citação</p><p>e intimação pelo sistema informatizado, providenciava a</p><p>impressão e a assinatura manual. Na sequência, a carta era</p><p>envelopada, colada e entregue ao setor administrativo para</p><p>remessa aos Correios.</p><p>Com o V-Post, basta que o juiz assine digitalmente o despa-</p><p>cho que determina a citação ou intimação por carta para que o</p><p>sistema do Tribunal emita e</p><p>envie automaticamente a carta vir-</p><p>tual ao sistema dos Correios. Lá, ela será impressa e entregue</p><p>ao carteiro. Após a entrega da carta, o comprovante será digi-</p><p>talizado pelos Correios e retornará virtualmente ao Tribunal,</p><p>juntado eletronicamente ao processo para análise do cartório.</p><p>José Furian Filho, vice-presidente de Negócios da Empresa</p><p>Brasileira de Correios e Telégrafos, explicou um pouco sobre</p><p>o serviço e os benefícios que a parceria traz para o Tribunal.</p><p>“Trata-se de uma saudável parceria entre os Correios e o TJSP,</p><p>destinada à modernização tecnológica do Poder Judiciário.</p><p>Todo o ciclo se processa através da tecnologia da informação,</p><p>garantindo a segurança e a confidencialidade das informações.</p><p>V-post, batizado assim, é um serviço vitorioso e implementado</p><p>em outros Estados mediante parceria com outros tribunais.</p><p>Trará, com certeza, vários benefícios para o TJSP, tais como</p><p>solução digital completa, relacionamento com um único for-</p><p>necedor, garantia de segurança e confidencialidade, redução</p><p>de custos dos cartórios e melhor aproveitamento dos recursos</p><p>existentes”, disse.</p><p>Feliz pela parceria celebrada com os Correios, o pre-</p><p>sidente do TJSP, desembargador Ivan Sartori, falou que a</p><p>ferramenta permite um melhor aproveitamento da tecno-</p><p>logia voltada aos interesses do cidadão. “Com essa parceria,</p><p>os procedimentos se tornam muito mais céleres e fáceis. É a</p><p>modernidade chegando. Nós tínhamos um modelo arcaico</p><p>que demandava um período longo. Com o AR digital V-Post,</p><p>conseguiremos efetivamente cumprir com rapidez essa etapa</p><p>processual, que é uma etapa difícil e complicada. Essa parceria</p><p>traz um novo alento para o Tribunal e a melhora dos nossos</p><p>serviços.”</p><p>Em – os procedimentos se tornaram muito mais céleres e</p><p>fáceis – o termo destacado apresenta como antônimo:</p><p>a) ágeis.</p><p>b) modernos.</p><p>c) desenvoltos.</p><p>d) arcaicos.</p><p>e) morosos.</p><p>154. (VUNESP – 2012) sentido do verbo ratificar, no título, é</p><p>a) rescindir.</p><p>b) corrigir.</p><p>c) comprovar.</p><p>d) validar.</p><p>e) emendar.</p><p>155. (VUNESP – 2012) Considere:</p><p>I Antes do V-Post, o cartorário emitia a carta de citação e</p><p>intimação pelo sistema informatizado, providenciava a</p><p>impressão e a assinatura manual.</p><p>II Após a entrega da carta, o comprovante será digitalizado</p><p>pelos Correios e retornará virtualmente ao Tribunal, junta-</p><p>do eletronicamente ao processo para análise do cartório.</p><p>III Com a nova ferramenta, o TJSP ganha mais rapidez no</p><p>envio das informações, além da economia de recursos com</p><p>papel, envelopes, impressão e de pessoal.</p><p>IV Com o AR digital V-Post, conseguiremos efetivamente</p><p>cumprir com rapidez essa etapa processual, que é uma eta-</p><p>pa difícil e complicada.</p><p>Há sentido temporal apenas nos destaques de</p><p>a) I e II.</p><p>b) I e III.</p><p>c) II e III.</p><p>d) II e IV.</p><p>e) III e IV.</p><p>156. (VUNESP – 2012) Considere o trecho a seguir.</p><p>Em busca de encurtar os prazos de cumprimento, pro-</p><p>porcionar agilidade e controle virtual na tramitação dos</p><p>dados, o Tribunal de Justiça de São Paulo firmou um contra-</p><p>to com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos para</p><p>implantação do AR digital V-Post, um tipo de citação e inti-</p><p>mação por carta totalmente virtual.</p><p>Assinale a alternativa em que o trecho está corretamente rees-</p><p>crito, no que se refere à pontuação e à concordância, e com o</p><p>sentido preservado.</p><p>a) O Tribunal de Justiça de São Paulo em busca de encurtar os</p><p>prazos de cumprimento, proporcionar agilidade e controle</p><p>virtual na tramitação dos dados firmaram um contrato para</p><p>implantação do AR digital V-Post com a Empresa Brasileira</p><p>de Correios e Telégrafos, um tipo de citação e intimação por</p><p>carta totalmente virtual.</p><p>b) Em busca de encurtar os prazos de cumprimento, pro-</p><p>porcionar agilidade e controle virtual na tramitação dos</p><p>dados a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos firmou</p><p>um contrato com o Tribunal de Justiça de São Paulo, para</p><p>implantação de um tipo de citação e intimação por carta</p><p>totalmente virtual: o AR digital V-Post.</p><p>c) O Tribunal de Justiça de São Paulo e a Empresa Brasileira de</p><p>Correios e Telégrafos firmou um contrato para encurtar os</p><p>prazos de cumprimento, proporcionar agilidade e controle</p><p>virtual na tramitação dos dados na implantação do AR digi-</p><p>tal V-Post, um tipo de citação e intimação por carta total-</p><p>mente virtual.</p><p>d) O Tribunal de Justiça de São Paulo firmou um contrato com</p><p>a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos para implan-</p><p>tação do AR digital V-Post, um tipo de citação e intimação</p><p>por carta totalmente virtual, visando encurtar os prazos de</p><p>cumprimento, proporcionar agilidade e controle virtual na</p><p>tramitação dos dados.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>29</p><p>e) Para encurtar os prazos de cumprimento, proporcionar agi-</p><p>lidade e controle virtual na tramitação dos dados, o Tribunal</p><p>de Justiça de São Paulo com a Empresa Brasileira de Cor-</p><p>reios e Telégrafos firmou um contrato para implantação de</p><p>um tipo de citação e intimação, por carta totalmente virtual,</p><p>o AR digital V-Post.</p><p>157. (VUNESP – 2012) Segundo a notícia, a principal inovação</p><p>do AR digital V-Post é</p><p>a) a necessidade de o cartorário emitir a carta de citação e</p><p>intimação pelo sistema informatizado dos Correios.</p><p>b) os Correios necessitarem providenciar a impressão e a assi-</p><p>natura manual do juiz na carta de intimação ou de citação.</p><p>c) a plena comunicação virtual entre o TJSP e os Correios na</p><p>entrega de citação ou intimação por carta.</p><p>d) a carta ser envelopada, colada pelo setor administrativo dos</p><p>Correios para ser entregue aos cidadãos.</p><p>e) a garantia de segurança e de confidencialidade das infor-</p><p>mações enviadas aos cidadãos pelo TJSP.</p><p>158. (VUNESP – 2013) Considere a norma-padrão da língua</p><p>portuguesa para responder à questão.</p><p>Analise o contexto e assinale a alternativa cujo termo em des-</p><p>taque está correto.</p><p>a) Iremos à sessão de eletrodomésticos, pois precisamos de</p><p>um novo micro-ondas.</p><p>b) O rapaz agiu com boa intensão, porém não foi compreendi-</p><p>do pela amiga.</p><p>c) Ao ver o paciente, o médico fez-lhe um comprimento</p><p>caloroso.</p><p>d) Assinou um cheque calção como garantia de que o trata-</p><p>mento seria pago.</p><p>e) Peça ao auxiliar para discriminar todos os produtos odon-</p><p>tológicos que foram entregues hoje.</p><p>159. (VUNESP – 2018) Leia o texto para responder à questão.</p><p>Ai, Gramática. Ai, vida.</p><p>O que a gente deve aos professores!</p><p>Este pouco de gramática que eu sei, por exemplo, foram</p><p>Dona Maria de Lourdes e Dona Nair Freitas que me ensinaram.</p><p>E vocês querem coisa mais importante do que gramática? La</p><p>grammaire qui sait régenter jusqu’aux rois – dizia Molière: a</p><p>gramática que sabe reger até os reis, e Montaigne: La plus part</p><p>des ocasions des troubles du monde sont grammairiens – a</p><p>maior parte de confusão no mundo vem da gramática.</p><p>Há quem discorde. Oscar Wilde, por exemplo, dizia de</p><p>George Moore: escreveu excelente inglês, até que descobriu</p><p>a gramática. (A propósito, de onde é que eu tirei tantas cita-</p><p>ções? Simples: tenho em minha biblioteca três livros contendo</p><p>exclusivamente citações. Para enfeitar uma crônica, não tem</p><p>coisa melhor. Pena que os livros são em inglês. Aliás, inglês eu</p><p>não aprendi na escola. Foi lendo as revistas MAD e outras que</p><p>vocês podem imaginar).</p><p>Discordâncias à parte, gramática é um negócio importante</p><p>e gramática se ensina na escola – mas quem, professoras, nos</p><p>ensina a viver? Porque, como dizia o Irmão Lourenço, no schola</p><p>sed vita – é preciso aprender não para a escola, mas para a</p><p>vida.</p><p>Ora, dirão os professores, vida é gramática. De acordo. Vou</p><p>até mais longe: vida é pontuação. A vida de uma pessoa é bali-</p><p>zada por sinais ortográficos. Podemos acompanhar a vida de</p><p>uma criatura, do nascimento ao túmulo, marcando as diferen-</p><p>tes etapas por sinais de pontuação.</p><p>Infância: a permanente exclamação:</p><p>Nasceu! É um menino! Que grande! E como chora! Claro,</p><p>quem não chora não mama!</p><p>Me dá! É meu!</p><p>Ovo! Uva! Ivo viu o ovo! Ivo viu a uva! O ovo viu a uva!</p><p>Olha como o vovô está quietinho, mamãe!</p><p>Ele não se mexe, mamãe! Ele nem fala, mamãe!</p><p>Ama com fé e orgulho a terra</p><p>em que nasceste! Criança –</p><p>não verás nenhum país como este!</p><p>Dá agora! Dá agora, se tu és homem! Dá agora, quero ver!</p><p>Assinale a alternativa em que há expressão(ões) empregada(s)</p><p>em sentido figurado.</p><p>a) Simples: tenho em minha biblioteca três livros contendo</p><p>exclusivamente citações.</p><p>b) Ora, dirão os professores, vida é gramática. De acordo. Vou</p><p>até mais longe: vida é pontuação.</p><p>c) Aliás, inglês eu não aprendi na escola. Foi lendo as revistas</p><p>MAD e outras que vocês podem imaginar.</p><p>d) Oscar Wilde, por exemplo, dizia de George Moore: escreveu</p><p>excelente inglês, até que descobriu a gramática.</p><p>e) Este pouco de gramática que eu sei, por exemplo, foram</p><p>Dona Maria de Lourdes e Dona Nair Freitas que me</p><p>ensinaram.</p><p>160. (VUNESP – 2018) Nas passagens “Porque, como dizia o</p><p>Irmão Lourenço, no schola sed vita – é preciso aprender não</p><p>para a escola, mas para a vida.” (4º parágrafo) e “Ama com</p><p>fé e orgulho a terra em que nasceste! Criança – não verás</p><p>nenhum país como este!” (penúltimo parágrafo), as conjun-</p><p>ções destacadas estabelecem, correta e respectivamente,</p><p>relações de sentido de</p><p>a) conformidade e comparação.</p><p>b) comparação e comparação.</p><p>c) conformidade e causa.</p><p>d) conformidade e conformidade.</p><p>e) comparação e causa.</p><p>161. (VUNESP – 2018) No texto, o autor recorre a várias cita-</p><p>ções, com a finalidade de</p><p>a) enfatizar as discrepâncias quanto à necessidade da gramá-</p><p>tica para a vida, concluindo que ela é inútil e só tem servido</p><p>como atividade escolar.</p><p>b) discutir a falta de necessidade do ensino de gramática, uma</p><p>vez que seu domínio não implica necessariamente saber</p><p>usar a língua de forma adequada.</p><p>c) questionar a fascinação que grandes personalidades têm</p><p>em relação à gramática, a qual, na maioria das vezes, ultra-</p><p>passa os limites do contexto escolar.</p><p>d) mostrar diferentes perspectivas em relação à gramática,</p><p>concluindo que ela é relevante e que algumas de suas par-</p><p>tes assemelham-se a fases da vida.</p><p>e) propor a obrigatoriedade do ensino da gramática dentro e</p><p>fora da escola, possibilitando que as pessoas usem melhor</p><p>a língua materna.</p><p>162. (VUNESP – 2018) Observe as passagens do texto:</p><p>O que a gente deve aos professores! (1º parágrafo)</p><p>... mas quem, professoras, nos ensina a viver? (4º parágrafo)</p><p>Observando-se o contexto em que ocorrem e a pontuação nelas</p><p>presentes, conclui-se que as frases apontam, correta e respec-</p><p>tivamente, para os seguintes sentidos:</p><p>a) o narrador ironiza a educação e os ensinamentos de seus</p><p>professores; o narrador sugere que a gramática não tem</p><p>importância nenhuma na vida das pessoas.</p><p>b) o narrador sente que está em dívida com os professores,</p><p>por tudo o que aprendeu; o narrador acredita que o papel da</p><p>gramática no cotidiano é incompreendido.</p><p>30</p><p>c) o narrador questiona os ensinamentos gramaticais que</p><p>recebeu dos professores; o narrador discorda da ideia de</p><p>que a gramática seja a disciplina mais importante.</p><p>d) o narrador demonstra reconhecimento pelo que lhe foi</p><p>ensinado pelos professores; o narrador questiona qual é o</p><p>papel da gramática na vida cotidiana das pessoas.</p><p>e) o narrador expressa certo descontentamento com o que os</p><p>professores lhe ensinaram; o narrador tem plena certeza de</p><p>que a gramática transforma a vida das pessoas.</p><p>163. (VUNESP – 2018) Quando o autor diz que a vida é pon-</p><p>tuação e associa a infância à exclamação, seu objetivo é</p><p>mostrar que</p><p>a) as crianças normalmente descobrem o mundo sem rea-</p><p>gir aos acontecimentos que marcam essa etapa de seu</p><p>desenvolvimento.</p><p>b) o pleno encantamento marca esse período da vida, e as</p><p>emoções tendem a mostrar-se com mais intensidade e</p><p>espontaneidade.</p><p>c) os adultos têm dificuldade para atender o encantamento</p><p>das crianças pelas suas descobertas com o mundo que as</p><p>circunda.</p><p>d) os adultos tendem a ficar incomodados com a forma como</p><p>as crianças vão descobrindo os segredos do mundo.</p><p>e) a percepção exagerada das crianças não tem como se jus-</p><p>tificar na relação que elas estabelecem com os adultos e o</p><p>mundo.</p><p>164. (VUNESP – 2018) O que Oscar Wilde afirma acerca de</p><p>George Moore – escreveu excelente inglês, até que descobriu</p><p>a gramática – significa que</p><p>a) o contato com a gramática ocasionou, na obra de George</p><p>Moore, o comprometimento da qualidade de sua escrita.</p><p>b) o fato de escrever com excelência em inglês não impediu</p><p>George Moore de buscar linguagem mais contemporânea.</p><p>c) a gramática agiu, na obra de George Moore, para acentuar</p><p>sua tendência a uma escrita de alta qualidade técnica.</p><p>d) George Moore passou a escrever em inglês popular somen-</p><p>te depois que descobriu a riqueza da gramática.</p><p>e) a descoberta da gramática por George Moore surpreendeu</p><p>a todos, pelo padrão de excelência de sua obra.</p><p>165. (VUNESP – 2018) Assinale a alternativa em que as frases</p><p>da passagem Infância: a permanente exclamação expres-</p><p>sam as vivências infantis relacionadas à possessividade e à</p><p>escolarização, respectivamente.</p><p>a) Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste! / Dá agora,</p><p>quero ver!</p><p>b) Claro, quem não chora não mama! / Olha como o vovô está</p><p>quietinho, mamãe!</p><p>c) Que grande! E como chora! / Ele nem fala, mamãe!</p><p>d) Dá agora! Dá agora, se tu és homem! / Ele não se mexe,</p><p>mamãe!</p><p>e) Me dá! É meu! / Ovo! Uva! Ivo viu o ovo! Ivo viu a uva! O ovo</p><p>viu a uva!</p><p>166. (VUNESP – 2018) De acordo com a norma-padrão, o tre-</p><p>cho do 4º parágrafo “ … gramática é um negócio importante e</p><p>gramática se ensina na escola…” está corretamente reescrito</p><p>em:</p><p>a) Como a gramática é um negócio importante, a escola lhe</p><p>ensina.</p><p>b) Se ensina gramática na escola, devido a sua importância.</p><p>c) Gramática é um negócio importante que se ensina na</p><p>escola.</p><p>d) Gramática é um negócio importante cujo ensina-se na</p><p>escola.</p><p>e) Se ensina gramática na escola devido à sua importância.</p><p>167. (VUNESP – 2017) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>O problema de São Paulo, dizia o Vinicius, “é que você</p><p>anda, anda, anda e nunca chega a Ipanema”. Se tomarmos</p><p>“Ipanema” ao pé da letra, a frase é absurda e cômica. Toman-</p><p>do “Ipanema” como um símbolo, no entanto, como um exem-</p><p>plo de alívio, promessa de alegria em meio à vida dura da</p><p>cidade, a frase passa a ser de um triste realismo: o problema</p><p>de São Paulo é que você anda, anda, anda e nunca chega a alí-</p><p>vio algum. O Ibirapuera, o parque do Estado, o Jardim da Luz</p><p>são uns raros respiros perdidos entre o mar de asfalto, a flo-</p><p>resta de lajes batidas e os Corcovados de concreto armado.</p><p>O paulistano, contudo, não é de jogar a toalha – prefere</p><p>estendê-la e se deitar em cima, caso lhe concedam dois metros</p><p>quadrados de chão. É o que vemos nas avenidas abertas aos</p><p>pedestres, nos fins de semana: basta liberarem um pedacinho</p><p>do cinza e surgem revoadas de patinadores, maracatus, big</p><p>bands, corredores evangélicos, góticos satanistas, praticantes de</p><p>ioga, dançarinos de tango, barraquinhas de yakissoba e barris</p><p>de cerveja artesanal.</p><p>Tenho estado atento às agruras e oportunidades da cida-</p><p>de porque, depois de cinco anos vivendo na Granja Viana, vim</p><p>morar em Higienópolis. Lá em Cotia, no fim da tarde, eu cor-</p><p>ria em volta de um lago, desviando de patos e assustando</p><p>jacus. Agora, aos domingos, corro pela Paulista ou Minhocão e,</p><p>durante a semana, venho testando diferentes percursos. Corri</p><p>em volta do parque Buenos Aires e do cemitério da Consolação,</p><p>ziguezagueei por Santa Cecília e pelas encostas do Sumaré, até</p><p>que, na última terça, sem querer, descobri um insuspeito par-</p><p>que noturno com bastante gente, quase nenhum carro e pro-</p><p>pício a todo tipo de atividades: o estacionamento do estádio do</p><p>Pacaembu.</p><p>Assinale a alternativa cuja frase contém palavras empregadas</p><p>em sentido figurado, no contexto em que se encontram.</p><p>a) O Ibirapuera, o parque do Estado, o Jardim da Luz são uns</p><p>raros respiros perdidos entre o mar de asfalto...</p><p>b) Corri em volta do parque Buenos Aires e do cemitério da</p><p>Consolação...</p><p>c) Lá em Cotia, no fim da tarde, eu corria em volta de um lago,</p><p>desviando de patos...</p><p>d) É o</p><p>que vemos nas avenidas abertas aos pedestres, nos fins</p><p>de semana...</p><p>e) ... parque noturno com bastante gente, quase nenhum carro e</p><p>propício a todo tipo de atividades...</p><p>168. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa em que a substi-</p><p>tuição dos trechos destacados na passagem – O paulistano,</p><p>contudo, não é de jogar a toalha – prefere estendê-la e se deitar</p><p>em cima, caso lhe concedam dois metros quadrados de chão. –</p><p>está de acordo com a norma-padrão de crase, regência e con-</p><p>jugação verbal.</p><p>a) prefere estendê-la a desistir – ponham à disposição.</p><p>b) prefere estendê-la do que desistir – põem a disposição.</p><p>c) prefere mais estendê-la do que desistir – põe à disposição.</p><p>d) prefere estendê-la à desistir – ponham a disposição.</p><p>e) prefere estendê-la a desistir – põe a disposição.</p><p>169. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa que dá nova redação</p><p>à passagem – O paulistano, contudo, não é de jogar a toalha</p><p>– prefere estendê-la e se deitar em cima, caso lhe concedam</p><p>dois metros quadrados de chão. – atendendo à norma- padrão</p><p>de concordância.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>31</p><p>a) Os paulistanos não jogam a toalha – acham preferíveis esten-</p><p>dê-la e se deitar em cima, caso lhes deem dois metros qua-</p><p>drados de chão.</p><p>b) Para os paulistanos, não se joga a toalha – é preferível que</p><p>seja estendida, para que possam deitar-se sobre ela, caso</p><p>lhes sejam dados dois metros quadrados de chão.</p><p>c) A maior parte dos paulistanos, contudo, não são de jogarem a</p><p>toalha – acha preferível elas serem estendidas e deitar-se em</p><p>cima, caso lhe seja dado dois metros de chão.</p><p>d) Mais de um paulistano não são de jogar a toalha – acham pre-</p><p>feríveis estendê-la e se deitarem em cima, caso se dê a eles</p><p>dois metros de chão.</p><p>e) Cem por cento dos paulistanos não joga a toalha – acha pre-</p><p>ferível estendê-la para que se deite sobre elas, caso seja dado</p><p>a eles dois metros quadrados de chão.</p><p>170. (VUNESP – 2017) É correto afirmar que, do ponto de vista</p><p>do autor, o paulistano</p><p>a) tem feito críticas à cidade, porque ela não oferece ativida-</p><p>des recreativas a seus habitantes.</p><p>b) toma Ipanema como um símbolo daquilo que se pode</p><p>alcançar, apesar de muito andar e andar.</p><p>c) busca em Ipanema o contato com a natureza exuberante</p><p>que não consegue achar em sua cidade.</p><p>d) sabe como vencer a rudeza da paisagem de São Paulo,</p><p>encontrando nesta espaços para o lazer.</p><p>e) se vê impedido de realizar atividades esportivas, no mar de</p><p>asfalto que é São Paulo.</p><p>171. (VUNESP – 2011) Considere a história em quadrinhos</p><p>para responder às questões a seguir.</p><p>Assinale a alternativa que apresenta a palavra receita com o</p><p>mesmo sentido empregado na história em quadrinhos.</p><p>a) A receita apurada no ano anterior não foi suficiente para</p><p>acalmar o dono do restaurante.</p><p>b) Ela esperou a tarde toda para conseguir, no programa de TV,</p><p>a receita de uma torta.</p><p>c) O médico entregou a receita ao paciente enquanto este lia</p><p>um jornal.</p><p>d) A receita daquela família está aquém da despesa.</p><p>e) A receita líquida da fábrica de refrigerantes não foi revelada</p><p>pelos auditores e fiscais.</p><p>172. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa que apresenta</p><p>uma frase em que se faz uso do termo abaixo com o mesmo</p><p>sentido empregado no último quadrinho.</p><p>a) Abaixo de César ainda há mais três filhos. Aqui não poderão</p><p>ficar.</p><p>b) Existe a exigência de que os abaixo nomeados terão de reti-</p><p>rar a candidatura.</p><p>c) Abaixo o tom de voz para não perturbar o andamento das</p><p>gravações.</p><p>d) Abaixo a tirania foi, sem dúvida, a última coisa que proferiu</p><p>antes de morrer.</p><p>e) Aquela tela está bem mais abaixo do que esta! Ela vai cair!</p><p>173. (VUNESP – 2011)Em: – mamãe está recortando o jornal. –</p><p>ao se substituir o jornal por um pronome, de acordo com a</p><p>norma culta, tem-se:</p><p>a) recortando-lo.</p><p>b) recortando-o.</p><p>c) recortando-no.</p><p>d) recortando-lhe.</p><p>e) recortando ele.</p><p>174. (VUNESP – 2011) Acerca da mensagem apresentada nos</p><p>quadrinhos, é correto afirmar que</p><p>a) a menina é avessa à liberdade de imprensa por esta permi-</p><p>tir a publicação de receitas que ela considera deliciosas.</p><p>b) a liberdade de imprensa prejudica o direito das crianças no</p><p>que diz respeito à alimentação saudável.</p><p>c) a receita é recortada do jornal como forma de censura e</p><p>protesto.</p><p>d) a mãe apoia a supressão da liberdade de imprensa por con-</p><p>cordar com a filha.</p><p>e) a liberdade de imprensa nem sempre agrada a todos.</p><p>175. (VUNESP – 2019) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir</p><p>Tempo incerto</p><p>Os homens têm complicado tanto o mecanismo da vida(D)</p><p>que já ninguém tem certeza de nada: para se fazer alguma coi-</p><p>sa é preciso aliar a um impulso de aventura grandes sombras</p><p>de dúvida. Não se acredita mais na existência de gente hones-</p><p>ta; e os bons têm medo de exercitarem sua bondade, para não</p><p>serem tratados de hipócritas ou de ingênuos.</p><p>Vivemos um momento em que a virtude é ridícula e os</p><p>mais vis sentimentos(C) se mascaram de grandiosidade, sim-</p><p>patia, benevolência. A observação do presente leva- nos até a</p><p>descer dos exemplos do passado: os varões ilustres de outras</p><p>eras terão sido realmente ilustres? Ou a História nos está con-</p><p>tando as coisas ao contrário, pagando com dinheiros dos tes-</p><p>temunhos a opinião dos escribas?</p><p>Se prestarmos atenção ao que nos dizem sobre as coi-</p><p>sas que nós mesmos presenciamos – ou temos que aceitar a</p><p>mentira como a arte mais desenvolvida do nosso tempo(B), ou</p><p>desconfiamos do nosso próprio testemunho, e acabamos no</p><p>hospício!</p><p>Pois assim, é, meus senhores! Prestai atenção às coisas</p><p>que vos contam, em família, na rua, nos cafés, em várias letras</p><p>de forma, e dizei-me se não estão incertos os tempos e se não</p><p>devemos todos andar de pulga atrás da orelha!(C)</p><p>Agora, pensam os patrões(A), os empregados, os amigos e</p><p>inimigos de uns e de outros e todo o resto da massa humana.</p><p>E não só pensam, como também pensam que pensam! E além</p><p>de pensarem que pensam, pensam que têm razão! E cada um</p><p>é o detentor exclusivo da razão!</p><p>32</p><p>Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura. E</p><p>a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com</p><p>ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto</p><p>disso, a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mes-</p><p>mo caro é alma. E o Demônio passeia pelo mundo, glorioso e</p><p>imune.</p><p>Assinale a alternativa em que está transcrita do texto uma</p><p>expressão em sentido figurado, acompanhada da correta indi-</p><p>cação do seu sentido.</p><p>a) “pensam os patrões” → ideia de raciocinar com</p><p>profundidade.</p><p>b) “a arte mais desenvolvida do nosso tempo” → ideia de</p><p>verdade.</p><p>c) “os mais vis sentimentos” → ideia de enobrecimento.</p><p>d) “andar de pulga atrás da orelha” → ideia de desconfiança.</p><p>e) “o mecanismo da vida” → ideia de trabalho.</p><p>176. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa em que infor-</p><p>mações do 4º parágrafo estão corretamente reescritas em</p><p>conformidade com o sentido do texto e com a pontuação,</p><p>segundo a norma -padrão.</p><p>a) Meus senhores prestem atenção às coisas que lhes contam,</p><p>e digam-me se não estão incertos os tempos.</p><p>b) Prestem atenção, meus senhores, às coisas que lhes con-</p><p>tam e digam-me se não estão incertos os tempos.</p><p>c) Prestem atenção às coisas que lhes contam e digam- me se</p><p>não estão incertos meus senhores, os tempos?</p><p>d) Meus senhores, prestem atenção às coisas que lhes con-</p><p>tam! E digam: se não estão, incertos os tempos!</p><p>e) Prestem atenção às coisas que lhes contam meus senhores</p><p>– e digam se não estão incertos os tempos?</p><p>177. (VUNESP – 2019) Em suas considerações, o narrador pon-</p><p>dera que</p><p>a) a ideia geral é de que todos sabem opinar, discutindo e ava-</p><p>liando com acuidade a opinião alheia.</p><p>b) a acriticidade com que todos se comunicam tem oportuni-</p><p>zado, sensatamente, a busca pela razão.</p><p>c) o modo como as pessoas se relacionam nos dias de hoje tem</p><p>promovido o diálogo com civilidade.</p><p>d) o momento atual se marca por uma inversão de valores, o</p><p>que gera confusão e incertezas.</p><p>e) a confusão do mundo atual tem sido deixada de lado, priori-</p><p>zando-se</p><p>a humanização das pessoas.</p><p>178. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa cujo enuncia-</p><p>do atende aos sentidos do texto, em conformidade com a</p><p>norma-padrão.</p><p>a) Parece que a abundância da razão mostra a insipiência do</p><p>momento atual que vivemos, já que as pessoas se relacio-</p><p>nam sem pensar em minorar a escassez de sentimentos.</p><p>b) Se vermos com mais atenção aquilo que nos dizem sobre as</p><p>coisas que nós mesmos presenciamos, teremos de aceitar a</p><p>mentira, afim de não acabarmos no hospício.</p><p>c) A observação do presente leva-nos a perceber de que a</p><p>ideia que se tem hoje dos varões ilustres de outras eras vai</p><p>ao encontro àquilo que eles representaram para nós.</p><p>d) Assim como acontece com muitas pessoas, é difícil para</p><p>mim exercitar a bondade, porque hoje as pessoas veem ela</p><p>como um traço ridículo da personalidade humana.</p><p>e) É fragrante no mundo de hoje um movimento que tenta</p><p>colocar violência aonde deveriam haver diálogos entre as</p><p>pessoas, o que mostra que a vocação dessas mudou.</p><p>179. (VUNESP – 2017) Leia o texto dos quadrinhos, para res-</p><p>ponder às questões a seguir.</p><p>A relação de sentido que há entre as partes sinalizadas no</p><p>período – (I) Se você não me ajudar com a lição de casa, (II) eu</p><p>vou processar você – é:</p><p>a) (I) expressa uma condição; (II) expressa uma possível ação</p><p>consequente.</p><p>b) (I) expressa uma comparação; (II) expressa seu efeito futuro.</p><p>c) (I) expressa uma causa; (II) expressa o momento da ação.</p><p>d) (I) expressa uma ação possível; (II) expressa uma ação pre-</p><p>cedente realizada.</p><p>e) (I) expressa modo da ação já realizada; (II) expressa sua</p><p>causa.</p><p>180. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa que dá outra</p><p>redação à fala dos quadrinhos, seguindo a norma-padrão de</p><p>regência, conjugação de verbos e emprego do sinal indicati-</p><p>vo de crase.</p><p>a) Se você não se dispor em ajudar à fazer a lição de casa, vou</p><p>processar você.</p><p>b) Caso você não me acuda quando eu fizer a lição de casa,</p><p>apelarei à justiça.</p><p>c) Espero que você nomeie à alguém que trata disso melhor do</p><p>que seu advogado.</p><p>d) Pergunto à você onde está seu advogado; não creio que ele</p><p>resolva ao caso.</p><p>e) Vou acionar à polícia se você não vir me ajudar com à lição</p><p>de casa.</p><p>181. (VUNESP – 2017) É correto afirmar que, na fala da per-</p><p>sonagem, no último quadrinho, está implícita a ideia de que</p><p>a) a garota se convence da opinião de quem ela quer processar.</p><p>b) a representação de seu advogado é garantia de sucesso na</p><p>ação.</p><p>c) sua causa está perdida de antemão, graças à ameaça que</p><p>fez.</p><p>d) o processo, para ela, não passa de um artifício para ganhar</p><p>tempo.</p><p>e) é irrelevante que seu advogado tenha a competência</p><p>reconhecida.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>33</p><p>182. (VUNESP – 2017) Leia o texto para responder à questão.</p><p>Dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geo-</p><p>grafia e Estatística) apontam que a diferença na carga de traba-</p><p>lho entre homens e mulheres não só é bastante díspar como</p><p>aumentou nos últimos anos.</p><p>Em 2005, as mulheres trabalhavam 6,9 horas a mais por</p><p>semana que os homens; em 2015, essa diferença subiu para</p><p>7,5 horas, somando-se o trabalho formal e o doméstico, a cha-</p><p>mada dupla jornada.</p><p>Isso ocorre ainda que o tempo de dedicação das mulheres</p><p>aos afazeres domésticos tenha diminuído (algo que pode ser</p><p>atribuído ao acesso a eletrodomésticos) porque o tempo de</p><p>dedicação dos homens a atividades profissionais foi reduzido</p><p>em 3 horas.</p><p>O primeiro parágrafo do texto contém um período composto</p><p>por</p><p>a) subordinação, sendo a segunda oração substantiva subjeti-</p><p>va e a última oração adverbial comparativa.</p><p>b) subordinação e por coordenação, sendo a segunda oração</p><p>substantiva objetiva direta e a última oração coordenada</p><p>aditiva.</p><p>c) coordenação e por subordinação, sendo a segunda ora-</p><p>ção coordenada explicativa e a última oração adverbial</p><p>conformativa.</p><p>d) coordenação, sendo a segunda oração coordenada explica-</p><p>tiva e a última coordenada aditiva.</p><p>e) subordinação e por coordenação, sendo a segunda ora-</p><p>ção substantiva predicativa e a última oração coordenada</p><p>adversativa.</p><p>183. (VUNESP – 2017) No terceiro parágrafo do texto, o prono-</p><p>me “Isso” refere-se</p><p>a) à redução do tempo dedicado pelas mulheres aos afazeres</p><p>domésticos.</p><p>b) ao fato de as mulheres atualmente estarem usando mais</p><p>eletrodomésticos.</p><p>c) à dupla jornada de trabalho, que reduziu as atividades pro-</p><p>fissionais dos homens.</p><p>d) ao aumento da carga de trabalho de homens e mulheres</p><p>devido à dupla jornada.</p><p>e) ao aumento da diferença entre a carga horária das mulhe-</p><p>res e a dos homens.</p><p>184. (VUNESP – 2013) Considere a norma-padrão da língua</p><p>portuguesa para responder à questão. Considere as frases a</p><p>seguir.</p><p>Disse para __________ visitar o dentista com regularidade.</p><p>Não há suspeitas entre __________ e meus sócios.</p><p>O zelador ligou e avisou para __________ e você descermos</p><p>até a garagem.</p><p>Os pronomes que preenchem as frases, correta e respectiva-</p><p>mente, são</p><p>a) eu … mim … eu</p><p>b) eu … eu … mim</p><p>c) mim … mim … eu</p><p>d) eu … mim … mim</p><p>e) mim … eu … mim</p><p>185. (VUNESP – 2013) Leia o texto para responder à questão</p><p>seguinte:</p><p>A disseminação do conceito de boas práticas corpora-</p><p>tivas, que ganhou força nos últimos anos, fez surgir uma</p><p>estrada sem volta no cenário global e, consequentemen-</p><p>te, no Brasil. Nesse contexto, governos e empresas estão</p><p>fechando o cerco contra a corrupção e a fraude, valendo-se</p><p>dos mais variados mecanismos: leis severas, normas de</p><p>mercado e boas práticas de gestão de riscos. Isso porque</p><p>se cristalizou a compreensão de que atos ilícitos vão além</p><p>de comprometer relações comerciais e o próprio caixa</p><p>das empresas. Eles representam dano efetivo à reputação</p><p>empresarial frente ao mercado e aos investidores, que exi-</p><p>gem cada vez mais transparência e, em casos extremos,</p><p>acabam em investigações e litígios judiciais que podem</p><p>levar executivos à cadeia.</p><p>No trecho – Nesse contexto, governos e empresas estão fechan-</p><p>do o cerco contra a corrupção e a fraude, valendo- se dos mais</p><p>variados mecanismos: leis severas, normas de mercado e boas</p><p>práticas de gestão de riscos. – o emprego de dois-pontos cum-</p><p>pre a função de</p><p>a) enumerar dados novos, que desmentem uma afirmação</p><p>precedente.</p><p>b) expor um ponto de vista contrário àquele adotado pelo</p><p>autor.</p><p>c) apresentar ideias contrastantes, para instalar uma</p><p>polêmica.</p><p>d) deslocar a atenção do leitor para informações não perti-</p><p>nentes ao texto.</p><p>e) introduzir informações que especificam uma afirmação</p><p>anterior.</p><p>186. (VUNESP – 2013) As palavras Nesse e Isso, em destaque</p><p>no texto, são empregadas para</p><p>a) indicar que o texto contém informações independentes</p><p>umas das outras.</p><p>b) contrastar informações incompatíveis com o conteúdo do</p><p>texto.</p><p>c) antecipar informações que serão enunciadas.</p><p>d) fazer referência a dados fora do texto, como fatos e datas.</p><p>e) recuperar informações enunciadas anteriormente.</p><p>187. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa em que o período,</p><p>adaptado da revista Pesquisa Fapesp de junho de 2012, está</p><p>correto quanto à regência nominal e à pontuação.</p><p>a) Não há dúvida que as mulheres ampliam, rapidamente, seu</p><p>espaço na carreira científica ainda que o avanço seja mais</p><p>notável em alguns países, o Brasil é um exemplo, do que em</p><p>outros.</p><p>b) Não há dúvida que as mulheres ampliam rapidamente, seu</p><p>espaço na carreira científica, ainda que, o avanço seja mais</p><p>notável em alguns países (o Brasil é um exemplo) do que em</p><p>outros.</p><p>c) Não há dúvida de que, as mulheres, ampliam rapidamente</p><p>seu espaço na carreira científica; ainda que o avanço seja</p><p>mais notável, em alguns países, o Brasil é um exemplo!, do</p><p>que em outros.</p><p>d) Não há dúvida de que as mulheres, ampliam rapidamente</p><p>seu espaço, na carreira científica, ainda que o avanço seja</p><p>mais notável, em alguns países: o Brasil é um exemplo, do</p><p>que em outros.</p><p>e) Não há dúvida de que as mulheres ampliam rapidamente</p><p>seu espaço na carreira científica, ainda que o avanço seja</p><p>mais notável em alguns países – o Brasil é um exemplo – do</p><p>que em outros.</p><p>188. (VUNESP</p><p>o que faz com a</p><p>bola dentro da narrativa da partida.</p><p>e) ... eram produtos de trabalho mentais, consciente, forjado</p><p>em tentativa e erro, repetidas vezes. O craque não são o que</p><p>pensam mais rápidos e, assim, aplicam o que faz com a bola</p><p>dentro da narrativa da partida.</p><p>7. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa correta, quanto à</p><p>concordância verbal, na alteração da frase: O craque não é o</p><p>que faz isso ou aquilo.</p><p>a) Não se tratam de craques que fazem isso ou aquilo.</p><p>b) Isso ou aquilo não são coisas que deve ser feitas pelo craque.</p><p>c) Isso ou aquilo não são o que deve fazer craques.</p><p>d) O craque talvez não seja o que faz isso ou aquilo.</p><p>e) Não podem existir craque que façam isso ou aquilo.</p><p>8. (VUNESP – 2010) As frases do trecho – Concordo que o fute-</p><p>bol não é importante, que as pessoas lhe dão muita importân-</p><p>cia, que um time de 11 marmanjos serve como modelo para</p><p>uma nação. – estão corretamente reescritas em:</p><p>8</p><p>a) Atenho-me à ideia de que o futebol não é importante, de</p><p>que as pessoas supervalorizam-no, de que um time de 11</p><p>marmanjos presta-se a modelo para uma nação.</p><p>b) Atenho-me a ideia de que o futebol não é importante, de</p><p>que as pessoas supervalorizam-lo, de que um time de 11</p><p>marmanjos presta-se a modelo para uma nação.</p><p>c) Atenho-me à ideia de que o futebol não é importante, de</p><p>que as pessoas supervalorizam-lhe, de que um time de 11</p><p>marmanjos presta-se à modelo para uma nação.</p><p>d) Atenho-me a ideia de que o futebol não é importante, de</p><p>que as pessoas supervalorizam-no, de que um time de 11</p><p>marmanjos presta-se a modelo para uma nação.</p><p>e) Atenho-me a ideia de que o futebol não é importante, de</p><p>que as pessoas supervalorizam ele, de que um time de 11</p><p>marmanjos presta-se à modelo para uma nação.</p><p>9. (VUNESP – 2010) Considere o trecho para responder à</p><p>questão.</p><p>Mas o futebol tem importância por mexer com outras</p><p>dimensões da nossa natureza, como o instinto de competição</p><p>física e a inclinação para o ritual simbólico. Como ao ler as len-</p><p>das da mitologia ou os romances de aventura, projetamos no</p><p>futebol um gosto pela façanha, uma curiosidade sobre o limite.</p><p>Assinale a alternativa que reescreve, sem alteração de sen-</p><p>tido, a frase – Mas o futebol tem importância por mexer com</p><p>outras dimensões da nossa natureza,...</p><p>a) Pois o futebol tem importância por mexer com outras</p><p>dimensões da nossa natureza,...</p><p>b) Porém o futebol tem importância por mexer com outras</p><p>dimensões da nossa natureza,...</p><p>c) Logo, o futebol tem importância por mexer com outras</p><p>dimensões da nossa natureza,...</p><p>d) Assim, o futebol tem importância por mexer com outras</p><p>dimensões da nossa natureza,...</p><p>e) E o futebol tem importância por mexer com outras dimen-</p><p>sões da nossa natureza,...</p><p>10. (VUNESP – 2010) A alternativa que reescreve corretamente</p><p>o período – É preciso ensaiar para não fazer em campo ape-</p><p>nas as jogadas ensaiadas. – iniciando-o com a ideia de fina-</p><p>lidade, é:</p><p>a) Para que não se façam em campo apenas jogadas ensaia-</p><p>das, é preciso ensaiar.</p><p>b) Embora não se façam em campo apenas jogadas ensaiadas,</p><p>é preciso ensaiar</p><p>c) Ainda que não se façam em campo apenas jogadas ensaia-</p><p>das, é preciso ensaiar.</p><p>d) Por mais que não se façam em campo apenas jogadas</p><p>ensaiadas, é preciso ensaiar.</p><p>e) Contanto que não se façam em campo apenas jogadas</p><p>ensaiadas, é preciso ensaiar.</p><p>11. (VUNESP – 2010) Atente para as afirmações:</p><p>I A frase – Se as pessoas se opuserem à minha opção pelo fute-</p><p>bol, eu me defendia. – obedece ao princípio de correlação de</p><p>tempo verbal.</p><p>II A frase – Intelectuais, professores, governo, ninguém des-</p><p>mobiliza a prontidão que o brasileiro tem pelo futebol. – está</p><p>correta quanto à concordância verbal.</p><p>III No período – Como ao ler as lendas da mitologia ou os</p><p>romances de aventura, projetamos no futebol um gosto pela</p><p>façanha... – a oração ao ler pode assumir, no contexto, a</p><p>seguinte versão: quando lemos.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em</p><p>a) I.</p><p>b) II.</p><p>c) III.</p><p>d) I e II.</p><p>e) II e III.</p><p>12. (VUNESP – 2017) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir</p><p>A moléstia conservou durante muitos dias – dias angustio-</p><p>sos e terríveis – um caráter de excessiva gravidade; durante</p><p>longo tempo, Fadinha, que estava com todo o corpo cruelmen-</p><p>te invadido pela medonha erupção, teve a existência por um</p><p>fio.</p><p>Entretanto, os cuidados da ciência e a ciência dos cuidados</p><p>triunfaram do mal, e Fadinha ficou boa, completamente boa,</p><p>depois de ter estado suspensa entre a vida e a morte.</p><p>Ficou boa, mas desfigurada: a moça mais bonita do Rio de</p><p>Janeiro transformara-se num monstro. Aquele rosto intumesci-</p><p>do e esburacado não conservara nada, absolutamente nada da</p><p>beleza célebre de outrora. Ela, porém, consolou-se vendo que</p><p>o amor de Remígio, longe de enfraquecer, crescera, fortificado</p><p>pelo espetáculo do seu martírio.</p><p>A mãe, conquanto insensível às boas ações, não pôde dis-</p><p>farçar a admiração e o prazer que o moço lhe causou no dia em</p><p>que lhe pediu a filha em casamento, dizendo:</p><p>–Só havia um obstáculo à minha felicidade: era a formosu-</p><p>ra – de Fadinha. Agora que esse obstáculo desapareceu, espe-</p><p>ro que a senhora não se oponha a um enlace que era o desejo</p><p>de seu marido.</p><p>Realizou-se o casamento. D. Firmina, desprovida sempre</p><p>de todo o senso moral, entendeu que devia ser aproveitado</p><p>o rico enxoval oferecido pelo primeiro noivo; Remígio, porém,</p><p>teve o cuidado de fazer com que o restituíssem ao barão. A</p><p>cerimônia efetuou-se com toda a simplicidade, na matriz do</p><p>Engenho Novo.</p><p>Um ano depois do casamento, Fadinha estava outra vez</p><p>bonita, não da boniteza irradiante e espetaculosa de outrora,</p><p>mas, enfim, com um semblante agradável, o quanto bastava</p><p>para regalo dos olhos enamorados do esposo. Remígio dizia,</p><p>sinceramente, quem sabe? que a achava assim mais simpática,</p><p>e os sinais das bexigas lhe davam até um “não sei quê”, que lhe</p><p>faltava dantes.</p><p>–Não é bela que me inquiete, nem feia que me repugne.</p><p>Era assim que eu a desejava.</p><p>O caso é que ambos foram muito felizes. Ainda vivem.</p><p>Remígio é atualmente um alto funcionário, pai de cinco filhos</p><p>perfeitamente educados.</p><p>Assinale a alternativa em que todas as palavras estão correta-</p><p>mente grafadas, considerando-se as regras de acentuação da</p><p>língua padrão.</p><p>a) O consôlo de Fadinha foi ver que Remígio queria desposa-la</p><p>apesar de sua beleza ter ido embora depois da doença.</p><p>b) Com a saúde de Fadinha comprometida, Remígio não con-</p><p>seguia se recompôr e viver tranquilo.</p><p>c) Fadinha não tinha mágoa por não ser mais tão bela; agora,</p><p>interessava-lhe viver no paraíso com Remígio.</p><p>d) Remígio era homem de carater, o que surpreendeu D. Fir-</p><p>mina, que aceitou o matrimônio de sua filha.</p><p>e) Com o triúnfo do bem sobre o mal, Fadinha se recuperou,</p><p>Remígio resolveu pedí-la em casamento.</p><p>13. (VUNESP – 2017) Querendo-se intensificar o sentido das</p><p>expressões “dias angustiosos e terríveis” e “Fadinha ficou</p><p>boa, completamente boa”, elas podem ser reescritas, em</p><p>conformidade com a norma-padrão, respectivamente, das</p><p>seguintes formas:</p><p>a) dias muito angustiosos e muito terríveis; Fadinha ficou boa,</p><p>boazíssima.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>9</p><p>b) dias muito angustiosos e terrivíssimos; Fadinha ficou boa,</p><p>boníssima.</p><p>c) dias angustiosíssimos e terrivíssimos; Fadinha ficou boa,</p><p>boíssima.</p><p>d) dias angustiosíssimos e terribilíssimos; Fadinha ficou boa,</p><p>boíssima.</p><p>e) dias muito angustiosos e terribilíssimos; Fadinha ficou boa,</p><p>boníssima.</p><p>14. (VUNESP – 2017) Nos trechos “Remígio dizia, sinceramen-</p><p>te, quem sabe?” e “Remígio é atualmente um alto funcioná-</p><p>rio”, os advérbios em destaque, no contexto em que ocorrem,</p><p>estabelecem, respectivamente, relações de sentido de:</p><p>a) modo e lugar.</p><p>b) modo e tempo.</p><p>c) negação e lugar.</p><p>d) afirmação e intensidade.</p><p>e) afirmação e tempo.</p><p>15. (VUNESP – 2017) No enunciado “Entretanto, os cuidados</p><p>da ciência e a ciência dos cuidados triunfaram do mal, e</p><p>Fadinha ficou boa, completamente boa...”, a conjunção “e”,</p><p>que introduz o trecho destacado,</p><p>– 2010) Assinale a alternativa correta quanto à</p><p>pontuação.</p><p>a) Participe do 21.º Curso Estado de Jornalismo. Lá estarão pre-</p><p>sentes, alguns dos mais importantes profissionais da área</p><p>do jornalismo, no Brasil e no mundo. É bom lembrar esse é</p><p>o último curso no gênero reconhecido, como extensão uni-</p><p>versitária. Por isso, atenção focas o curso oferece 30 vagas</p><p>gratuitas.</p><p>34</p><p>b) Participe, do 21.º Curso Estado de Jornalismo. Lá estarão</p><p>presentes alguns dos mais importantes profissionais da</p><p>área do jornalismo no Brasil e, no mundo. É bom lembrar;</p><p>esse é o último curso no gênero, reconhecido como exten-</p><p>são universitária. Por isso atenção focas, o curso oferece 30</p><p>vagas gratuitas.</p><p>c) Participe do 21.º Curso Estado de Jornalismo. Lá, estarão</p><p>presentes alguns dos mais importantes profissionais da</p><p>área do jornalismo, no Brasil e no mundo. É bom lembrar</p><p>esse é o último curso, no gênero reconhecido, como exten-</p><p>são universitária. Por isso atenção, focas o curso oferece 30</p><p>vagas gratuitas.</p><p>d) Participe do 21.º Curso Estado de Jornalismo. Lá estarão pre-</p><p>sentes, alguns dos mais importantes profissionais da área</p><p>do jornalismo no Brasil e no mundo. É bom lembrar: esse é</p><p>o último curso no gênero reconhecido como extensão uni-</p><p>versitária. Por isso atenção, focas o curso oferece, 30 vagas</p><p>gratuitas.</p><p>e) Participe do 21.º Curso Estado de Jornalismo. Lá estarão pre-</p><p>sentes alguns dos mais importantes profissionais da área</p><p>do jornalismo, no Brasil e no mundo. É bom lembrar: esse é</p><p>o último curso no gênero reconhecido como extensão uni-</p><p>versitária. Por isso, atenção, focas, o curso oferece 30 vagas</p><p>gratuitas.</p><p>189. (VUNESP – 2019) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Procuram-se especialistas em evitar fraudes</p><p>A recente onda de escândalos de corrupção levou as</p><p>empresas brasileiras a investir em uma área ainda pouco</p><p>conhecida no mercado: o compliance.</p><p>O profissional que atua nesse setor é responsável por</p><p>receber denúncias, combater fraudes, realizar investigações</p><p>internas e garantir que a companhia cumpra leis, acordos e</p><p>regulamentos da sua área de atuação. Ele tem o papel impor-</p><p>tante de auxiliar a empresa a se proteger de eventuais proble-</p><p>mas de corrupção.</p><p>“Nos últimos anos, a área de compliance assumiu protago-</p><p>nismo nas empresas. É uma profissão com salários altos já que</p><p>as pessoas com experiência ainda são escassas no mercado”,</p><p>diz o advogado Thiago Jabor Pinheiro, 35.</p><p>“Como não existem cursos de graduação específicos de</p><p>compliance, o estudante que se interesse pela área pode</p><p>direcionar seu curso para questões de auditoria, prevenção de</p><p>fraude, direito administrativo e governança corporativa”, diz</p><p>Pinheiro.</p><p>Apesar de sobrarem vagas nesse mercado, conseguir um</p><p>emprego não é fácil. “É fundamental que a pessoa seja aten-</p><p>ta aos detalhes, entenda como funciona uma organização</p><p>e tenha fluência em inglês porque as melhores práticas vêm</p><p>de fora do país, sobretudo dos EUA e da Inglaterra”, diz o</p><p>advogado.</p><p>Para Caroline Cadorin, diretora de uma consultoria, os</p><p>candidatos precisam ter jogo de cintura para lidar com as</p><p>mais diversas situações. “Estamos falando de profissionais</p><p>com forte conduta ética, honestidade e que buscam a promo-</p><p>ção da transparência. Hoje as empresas estão cientes de seus</p><p>papéis ativos no combate à corrupção, especialmente aquelas</p><p>envolvidas em projetos de órgãos públicos. As companhias</p><p>que mantêm departamentos de compliance são vistas como mais</p><p>transparentes”, diz Cadorin.</p><p>Considere os trechos do texto.</p><p>“... o estudante que se interesse pela área pode direcionar seu</p><p>curso para questões de auditoria...” (4o parágrafo)</p><p>“É fundamental que a pessoa seja atenta aos detalhes...” (5o</p><p>parágrafo)</p><p>Atendendo à norma-padrão de regência, as expressões desta-</p><p>cadas podem ser substituídas, respectivamente, por:</p><p>a) se sinta cativado por trabalhar nessa área; se aplique meti-</p><p>culosamente aos detalhes</p><p>b) pretenda se conduzir a essa área; se empenhe de analisar</p><p>os detalhes</p><p>c) deseja progredir a essa área; dê preponderância aos</p><p>detalhes</p><p>d) queira se comprometer de trabalhar nessa área; se ocupe</p><p>minuciosamente aos detalhes</p><p>e) veja aptidão com essa área; passe em revista nos detalhes</p><p>190. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa que completa cor-</p><p>retamente o trecho a seguir. A recente onda de escândalos de</p><p>corrupção levou as empresas...</p><p>a) à acertadamente buscar maior transparência nas relações</p><p>comerciais.</p><p>b) à incorporação de área técnica de responsabilidade do</p><p>compliance.</p><p>c) à projetos com órgãos públicos que envolvam combate a</p><p>fraudes.</p><p>d) à uma nova dinâmica de governança e gerenciamento de</p><p>contratos.</p><p>e) à alguns ajustes para a adaptação ao mercado atual.</p><p>191. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa que expõe correta-</p><p>mente as ideias presentes no texto.</p><p>a) Ainda há poucas pessoas experientes na área de complian-</p><p>ce porque os salários são elevados; assim, conseguir um</p><p>emprego é difícil, pois o profissional precisa atender a mui-</p><p>tos requisitos.</p><p>b) Ainda há poucas pessoas experientes na área de compliance</p><p>para que os salários sejam elevados; no entanto, conseguir</p><p>um emprego é difícil ainda que o profissional precise aten-</p><p>der a muitos requisitos.</p><p>c) Ainda há poucas pessoas experientes na área de complian-</p><p>ce, por conseguinte os salários são elevados; todavia con-</p><p>seguir um emprego é difícil visto que o profissional precisa</p><p>atender a muitos requisitos.</p><p>d) Ainda há poucas pessoas experientes na área de complian-</p><p>ce, porém os salários são elevados; assim sendo, conseguir</p><p>um emprego é difícil embora o profissional precise atender</p><p>a muitos requisitos.</p><p>e) Ainda há poucas pessoas experientes na área de complian-</p><p>ce, portanto os salários são elevados; entretanto conseguir</p><p>um emprego é difícil caso o profissional precise atender a</p><p>muitos requisitos.</p><p>192. (VUNESP – 2019) O trecho destacado em – “Estamos</p><p>falando de profissionais com forte conduta ética…” (último</p><p>parágrafo) – está reescrito em conformidade com a norma-</p><p>-padrão na alternativa:</p><p>a) ... com quem o comportamento deve ser fortemente ético...</p><p>b) ... cujo o comportamento deve ser fortemente ético...</p><p>c) ... a quem a conduta deve ser fortemente ética...</p><p>d) ... onde a conduta deve ser fortemente ética...</p><p>e) ... cuja conduta deve ser fortemente ética...</p><p>193. (VUNESP – 2019) No quinto parágrafo, em – Apesar de</p><p>sobrarem vagas nesse mercado... –, o verbo sobrar tem a mes-</p><p>ma predicação do verbo destacado em:</p><p>a) As companhias que mantêm departamentos de compliance...</p><p>b) Ele tem o papel importante de auxiliar a empresa a se</p><p>proteger...</p><p>c) ... garantir que a companhia cumpra leis, acordos...</p><p>d) ... porque as melhores práticas vêm de fora do país...</p><p>e) ... as pessoas com experiência ainda são escassas no</p><p>mercado...</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>35</p><p>194. (VUNESP – 2014) Apesar das previsões _____________os</p><p>próximos meses deverão ter chuvas dentro da média em</p><p>São Paulo, isso não garante ____________o sistema Canta-</p><p>reira volte a ter níveis confortáveis de reserva de água até</p><p>abril, segundo especialistas. Ainda que chova bem acima</p><p>do esperado, a superfície seca e exposta do Cantareira terá</p><p>maior dificuldade reter a água.</p><p>De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacu-</p><p>nas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:</p><p>a) que ... de que ... para</p><p>b) de que ... de que ... de</p><p>c) que ... em que ... para</p><p>d) de que ... que ... em</p><p>e) em que ... de que ... ab</p><p>195. (VUNESP – 2013) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Atendimento odontológico não chega a todo país</p><p>A odontologia moderna conscientiza a população sobre a</p><p>importância da prevenção e da incorporação da saúde bucal</p><p>para o bem-estar geral de um indivíduo. O dentista é visto não</p><p>mais como o profissional das obturações, mas com importan-</p><p>te papel para diagnósticos e tratamentos de doenças que vão</p><p>muito além da boca, como o diabetes e o câncer.</p><p>Para tranquilidade da população brasileira,</p><p>o país concen-</p><p>tra o maior número de dentistas do mundo. Existem cerca</p><p>de 21.700 equipes de Saúde Bucal (ESBs), o que representa</p><p>um aumento de 388% em relação a 2002. Embora isso ocor-</p><p>ra, dados recentes publicados pela Associação Brasileira de</p><p>Odontologia (ABO) revelam que 27 milhões de brasileiros nun-</p><p>ca foram ao dentista. Segundo o presidente da ABO, Newton</p><p>Miranda de Carvalho, isso ocorre por falta de informação ou</p><p>por falta de acesso. “A má distribuição geográfica é o proble-</p><p>ma”, afirma.</p><p>Para o dentista Flavio Goulart, muitos ainda não têm cons-</p><p>ciência de que o check-up odontológico é a forma mais inteli-</p><p>gente de cuidar da saúde bucal. “Caso a pessoa procure um</p><p>profissional a cada seis meses, dificilmente haverá um proble-</p><p>ma sério a ser tratado, e o tratamento fica praticamente indo-</p><p>lor e muito mais fácil”, diz.</p><p>Goulart ressalta que não é só a saúde dos dentes que está</p><p>em jogo quando a visita ao dentista não está em dia. “Algumas</p><p>doenças sistêmicas também podem ser evitadas, como diabe-</p><p>tes, endocardites, hipertensão e doenças pulmonares”.</p><p>Em 2003, quando foi divulgada a primeira edição da Pes-</p><p>quisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil), quase 27% das crian-</p><p>ças brasileiras de 18 a 36 meses apresentaram pelo menos um</p><p>dente de leite com cárie, sendo que a proporção chegava a</p><p>quase 60% nas crianças de cinco anos de idade. Entretanto, na</p><p>última edição, finalizada em 2010 pelo Ministério da Saúde, o</p><p>Brasil já entrou para o grupo de países com baixa prevalência</p><p>de cárie, classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p><p>Observe o emprego da preposição de no trecho a seguir.</p><p>Para o dentista Flavio Goulart, muitos ainda não têm consciên-</p><p>cia de que o check-up odontológico é a forma mais inteligente</p><p>de cuidar da saúde bucal.</p><p>De acordo com a norma-padrão, a preposição em destaque</p><p>também está corretamente empregada em</p><p>a) O talento, em que ele é dotado desde a infância, garantiu-</p><p>-lhe o reconhecimento internacional.</p><p>b) A moradora, em quem o zelador era sempre solícito,</p><p>mudou-se recentemente.</p><p>c) A empresa, de que ele foi fiel anos de sua vida, demitiu-o</p><p>sem explicações.</p><p>d) O aprendizado da matemática, com que ele sempre foi len-</p><p>to, não o impediu de passar no concurso.</p><p>e) A limpeza da casa, tarefa a que ela sempre foi avessa, é uma</p><p>das exigências para se morar na república estudantil.</p><p>196. (VUNESP – 2013) Analise os trechos a seguir e assinale</p><p>a alternativa que apresenta, corretamente, a relação entre</p><p>ideias estabelecida pela conjunção em destaque.</p><p>a) Entretanto, na última edição, finalizada em 2010 pelo</p><p>Ministério da Saúde, o Brasil já entrou para os países...</p><p>(oposição)</p><p>b) Embora isso ocorra, dados recentes publicados pela Asso-</p><p>ciação Brasileira de Odontologia (ABO)... (condição)</p><p>c) “Caso a pessoa procure um profissional a cada seis meses,</p><p>dificilmente haverá um problema sério...” (causa)</p><p>d) O dentista é visto não mais como o profissional das obtu-</p><p>rações, mas com importante papel para diagnósticos...</p><p>(finalidade)</p><p>e) Segundo o presidente da ABO, Newton Miranda de Carva-</p><p>lho, isso ocorre por falta de informação ou por falta de aces-</p><p>so. (conclusão)</p><p>197. (VUNESP – 2013) Considere a norma-padrão da língua</p><p>portuguesa para responder à questão.</p><p>Analise as expressões em destaque e assinale a correta quanto</p><p>à regência verbal.</p><p>a) Escolheu de viajar pelo Nordeste nas próximas férias.</p><p>b) Para um papa suceder em outro, fazem-se reuniões com</p><p>integrantes do clero.</p><p>c) Muito esperançosos, os sócios procederam à escolha do</p><p>novo presidente do clube.</p><p>d) O banco opôs-se pela sustação dos cheques, pois o cliente</p><p>não informou a agência.</p><p>e) Ele interveio para a discussão dando opiniões bastante</p><p>sensatas.</p><p>198. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa que preenche,</p><p>respectivamente, as lacunas do trecho a seguir, de acordo</p><p>com a norma-padrão de regência.</p><p>Ainda não pagamos a conta ___________hospital, porque esta-</p><p>mos discutindo o valor que nos foi apresentado; essa solução é</p><p>preferível ____________qualquer outra, para que não haja prejuí-</p><p>zo ___________cliente.</p><p>a) do … que … do</p><p>b) no … que … do</p><p>c) ao … de que … para o</p><p>d) do … do que … para o</p><p>e) ao … a … ao</p><p>199. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa que completa as</p><p>lacunas do trecho a seguir, empregando o sinal indicativo de</p><p>crase de acordo com a norma-padrão.</p><p>Não nos sujeitamos ___________corrupção; tampouco cede-</p><p>remos espaço ___________nenhuma ação que se proponha</p><p>___________prejudicar nossas instituições.</p><p>a) à … à … à</p><p>b) a … à … à</p><p>c) à … a … a</p><p>d) à … à … a</p><p>e) a … a … à</p><p>36</p><p>200. (VUNESP – 2012) No Brasil, as discussões sobre drogas</p><p>parecem limitar-se aspectos jurídicos ou policiais.</p><p>É como se suas únicas consequências estivessem em lega-</p><p>lismos, tecnicalidades e estatísticas criminais. Raro ler</p><p>respeito envolvendo questões de saúde pública como pro-</p><p>gramas de esclarecimento e prevenção, de tratamento para</p><p>dependentes e de reintegração desses vida. Quan-</p><p>tos de nós sabemos o nome de um médico ou clínica</p><p>quem tentar encaminhar um drogado da nossa própria</p><p>família?</p><p>As lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respecti-</p><p>vamente, com:</p><p>a) aos … à … a … a</p><p>b) aos … a … à … a</p><p>c) a … a … a … a</p><p>d) a … a … à … à</p><p>e) à … à … à … à</p><p>201. (VUNESP – 2012) Observe o trecho a seguir e assinale a</p><p>alternativa que preenche, correta e respectivamente, suas</p><p>lacunas.</p><p>________________ pouco mais de um mês da próxima eleição</p><p>presidencial dos Estados Unidos, o favoritismo de Barack Oba-</p><p>ma sofreu um arranhão. Não ________________ que estranhar</p><p>a dificuldade de Obama quando tem de falar de improviso</p><p>ou exercer ________________ queima-roupa o contraditório.</p><p>Obama é instado, agora, ________________ preparar-se muito</p><p>melhor para os dois outros debates.</p><p>a) Há … há … à … à</p><p>b) Há … à … a … a</p><p>c) À … a … à … à</p><p>d) A … há … à … a</p><p>e) A … a … a … à</p><p>202. (VUNESP – 2014) Pato manco. O termo da política norte-</p><p>-americana é usado para classificar executivos eleitos cuja</p><p>aprovação popular e minoria no Legislativo os _____________</p><p>incapacitados de alterar significativamente a vida dos governa-</p><p>dos. Se tudo correr como ____________as pesquisas de intenção</p><p>de voto, as eleições de novembro nos EUA, com renovação</p><p>completa da Casa dos Representantes e um terço do Senado,</p><p>_____________o presidente Barack Obama refém de um Con-</p><p>gresso dominado pela oposição.</p><p>Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa,</p><p>as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente,</p><p>com:</p><p>a) deixam … indicam … deixará</p><p>b) deixam … indicam … deixarão</p><p>c) deixa … indicam … deixarão</p><p>d) deixam … indica … deixarão</p><p>e) deixa … indica … deixará</p><p>203. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa em que o verbo</p><p>em destaque foi empregado corretamente.</p><p>a) Já se vai seis meses que ele procurou um dentista.</p><p>b) Decorreu seis meses, e ele deve procurar um dentista.</p><p>c) Fazem seis meses que ele procurou um dentista.</p><p>d) Há cerca de seis meses ele procurou um dentista.</p><p>e) Passou seis meses, e ele agora deve procurar um dentista.</p><p>204. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa que apresenta</p><p>concordância verbal de acordo com a norma-padrão.</p><p>a) A empresa atua no setor moveleiro já fazem mais de 50</p><p>anos, sempre com sucesso.</p><p>b) A análise dos casos revelou que se tratam de problemas de</p><p>falta de comprometimento.</p><p>c) É possível que ainda exista no mercado brasileiro algumas</p><p>empresas que não seguem o padrão ISO de qualidade.</p><p>d) Nas avaliações, destacam-se os servidores do legislativo</p><p>comprometidos com o bom atendimento ao público.</p><p>e) Vi muitos professores deixarem de dar inúmeras aulas e</p><p>nada acontecerem com eles.</p><p>205. (VUNESP – 2013) Leia o texto para responder à questão.</p><p>Outro dia, meu pai veio me visitar e trouxe uma caixa de</p><p>caquis, lá de Sorocaba. Eu os lavei, botei numa tigela na varan-</p><p>da e comemos um por um, num silêncio reverencial, nos olhan-</p><p>do de vez em quando. Enquanto comia, eu pensava: Deus do</p><p>céu, como caqui é bom! Caqui é maravilhoso! O que tenho feito</p><p>eu desta</p><p>curta vida, tão afastado dos caquis?!</p><p>Meus amigos e amigas e parentes queridos são como os</p><p>caquis: nunca os encontro. Quando os encontro, relembro</p><p>como é prazeroso vê-los, mas depois que vão embora me</p><p>esqueço da revelação. Por que não os vejo sempre, toda sema-</p><p>na, todos os dias desta curta vida?</p><p>Já sei: devem ficar escondidos de mim, guardados numa</p><p>caixa, lá em Sorocaba.</p><p>A oração – … nunca os encontro. (2.º parágrafo) – assume, em</p><p>voz passiva, a seguinte redação:</p><p>a) … eu nunca encontro eles.</p><p>b) … eles nunca têm sido encontrados por mim.</p><p>c) … nunca se encontram eles.</p><p>d) … eu nunca os tenho encontrado.</p><p>e) … eles nunca são encontrados por mim.</p><p>206. (VUNESP – 2012) Leia o texto para responder à questão.</p><p>Tufão “Tembin” causa destruição em Taiwan; 5 mil evacuaram</p><p>Imagem mostra morador entre árvores que foram derrubadas</p><p>nesta sexta-feira (24), durante passagem do tufão Tembin, em</p><p>Taitung, no leste de Taiwan. Segundo a agência AFP, ao menos</p><p>5 mil pessoas foram evacuadas das regiões expostas a desliza-</p><p>mentos de terra diante da ameaça do tufão, de categoria 4 na</p><p>escala Saffir-Simpson (1 a 5), que atingiu o condado de Pin-</p><p>gtung às 5h (18h de Brasília), segundo a agência nacional de</p><p>meteorologia.</p><p>A respeito do emprego de verbos nessa notícia, pode-se afir-</p><p>mar que:</p><p>I “evacuar” suscita duplicidade de sentido quando emprega-</p><p>do na voz ativa ou na passiva;</p><p>II “foram derrubadas” e “foram evacuadas” estão na voz passi-</p><p>va e indicam tempo pretérito;</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>37</p><p>III “mostra” e “atingiu” estão na voz ativa e indicam, respecti-</p><p>vamente, tempo pretérito e tempo presente;</p><p>IV “mostra” e “foram derrubadas” estão na voz passiva e indi-</p><p>cam tempo passado.</p><p>Está correto o que se afirma apenas em</p><p>a) I e II.</p><p>b) I e III.</p><p>c) I e IV.</p><p>d) II e III.</p><p>e) II e IV.</p><p>207. (VUNESP – 2013) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Ansiedade</p><p>Robert Sapolski, neurocientista especialista em estresse,</p><p>gosta de dizer que o cérebro humano é tão capaz que conse-</p><p>gue enxergar problema onde ainda ele não surgiu.</p><p>Essa é uma definição bem simples, e prática, da ansiedade:</p><p>nossa capacidade de reagirmos desde já, física e mentalmente,</p><p>a um estresse que ainda não existe fora de nossas cabeças,</p><p>mas que antecipamos para algum lugar do futuro.</p><p>A resposta à mera expectativa do estresse tem tudo para</p><p>ser boa. Do lado do cérebro, já nos deixa mais alertas, lem-</p><p>brando-nos repetidamente do problema, do que sabemos</p><p>sobre ele e, sobretudo, de como o resolver.</p><p>O hipocampo, que representa memórias recentes, trata de</p><p>manter ativa na mente a sua lista de tarefas a fazer e de pro-</p><p>blemas a solucionar, e ainda aciona o locus coeruleus, o “lugar</p><p>azul” do cérebro, que serve como um alarme interno e não dei-</p><p>xa você se esquecer do assunto a resolver.</p><p>Daí, provavelmente, a sensação de tensão mental: seu</p><p>cérebro antecipa que terá um problema com o qual lidar e</p><p>começa a se preparar, o que aumenta bastante as chances de</p><p>resolver o problema, se e quando ele se materializar.</p><p>Do lado do corpo, o cérebro organiza nele um estado de</p><p>alta disponibilidade de energia, deixando também seus mús-</p><p>culos mais tensos e prontos para a ação.</p><p>Um dos primeiros a se tensionar é o trapézio, que liga seus</p><p>ombros à nuca – exatamente aquele que você sente ficar rígido</p><p>e dolorido quando está muito ansioso.</p><p>A má notícia sobre a ansiedade é que, como o problema</p><p>antecipado ainda está somente dentro da sua cabeça, ele tem</p><p>o tamanho que seu cérebro quiser, por isso a ansiedade pode</p><p>fugir ao controle e tomar proporções exageradas.</p><p>A boa notícia, contudo, é justamente que pela ansiedade</p><p>ter o tamanho que seu cérebro quiser, está ao seu alcance</p><p>mantê-la em xeque.</p><p>Informações sobre o problema ajudam o cérebro a ser</p><p>realista e manter o kit de habilidades cognitivas atualizado e</p><p>afiado, o que nos proporciona uma sensação de capacidade</p><p>intelectual e controle da situação.</p><p>Ajuda, também, fazer exercícios físicos, contar com carinho</p><p>e apoio moral de pessoas queridas e, se a ansiedade chegar a</p><p>extremos, não hesitar em procurar apoio médico.</p><p>Assinale a alternativa cujo termo em destaque estabelece entre</p><p>as orações a ideia de consequência.</p><p>a) ... não existe fora de nossas cabeças, mas que antecipamos</p><p>para algum lugar do futuro.</p><p>b) A boa notícia, contudo, é justamente que pela ansiedade ter</p><p>o tamanho que seu cérebro quiser...</p><p>c) ... gosta de dizer que o cérebro humano é tão capaz que con-</p><p>segue enxergar problema onde ainda ele não surgiu.</p><p>d) ... trata de manter ativa na mente a sua lista de tarefas a</p><p>fazer e de problemas a solucionar, e ainda aciona o locus</p><p>coeruleus...</p><p>e) ... o que aumenta bastante as chances de resolver o proble-</p><p>ma, se e quando ele se materializar.</p><p>208. (VUNESP – 2013) De acordo com o texto, é correto afirmar</p><p>que</p><p>a) os problemas relacionados ao estresse e à ansiedade devem</p><p>ser resolvidos pela própria pessoa, visto que familiares e</p><p>amigos não têm como ajudar nessas situações.</p><p>b) a ansiedade, desde que sob controle, é um processo cere-</p><p>bral que permite ao indivíduo reunir energia e condições</p><p>para enfrentar possíveis problemas.</p><p>c) o hipocampo é responsável por nos manter alertas diante</p><p>de um provável problema, pois é nessa região do cérebro</p><p>que estão ativas todas as lembranças do indivíduo.</p><p>d) a boa notícia no tratamento contra a ansiedade é que hoje</p><p>há uma gama de medicamentos disponíveis para o caso e</p><p>eles não apresentam efeitos colaterais.</p><p>e) o estresse é consequência do excesso de informações equi-</p><p>vocadas e irreais que o cérebro cria espontaneamente,</p><p>embora o problema já tenha sido solucionado.</p><p>209. (VUNESP – 2013) Considere os trechos do texto.</p><p>Robert Sapolski, neurocientista especialista em estresse,</p><p>gosta de dizer que o cérebro humano é tão capaz que conse-</p><p>gue enxergar problema onde ainda ele não surgiu.</p><p>(1.º parágrafo)</p><p>Essa é uma definição bem simples, e prática, da ansiedade...</p><p>(2.º parágrafo)</p><p>... pela ansiedade ter o tamanho que seu cérebro quiser, está ao</p><p>seu alcance mantê-la em xeque. (9.º parágrafo)</p><p>Os termos em destaque podem ser substituídos, correta, res-</p><p>pectivamente e sem alteração do sentido do texto, por</p><p>a) afirma frequentemente / hipótese / negligenciá-la</p><p>b) é cuidadoso ao dizer / suposição / estimulá-la</p><p>c) afirma frequentemente / explicação / controlá-la</p><p>d) arrisca-se a dizer / opção / controlá-la</p><p>e) é cuidadoso ao dizer / descrição / negligenciá-la</p><p>210. (VUNESP – 2012) Foram analisados os processos</p><p>________________autos se discutia a política de proteção ao</p><p>menor ________________se refere a legislação pátria. Houve</p><p>várias sessões, _________________foram convocados espe-</p><p>cialistas no assunto.</p><p>Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente</p><p>as lacunas.</p><p>a) em cujos … a que … para as quais</p><p>b) que nos … à qual … as quais</p><p>c) nos quais … no que … que</p><p>d) de cujos … à que … a cujas</p><p>e) que nos seus … que … a que</p><p>211. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa em que está</p><p>caracterizada a figura de sintaxe denominada pleonasmo.</p><p>a) Dizem que os brasileiros autênticos somos loucos por</p><p>futebol.</p><p>b) Informaram que Sua Santidade continua adoentado.</p><p>c) Ao povo, nada lhe dão que não seja seguido de novos</p><p>impostos.</p><p>d) Esperamos, sinceramente, você compreenda nossos</p><p>motivos.</p><p>e) Ele que era forte e corajoso, ei-lo fraco e covarde.</p><p>38</p><p>212. (VUNESP – 2013) Considere a imagem a seguir.</p><p>Assinale a afirmação correta sobre a imagem.</p><p>a) Pela sequência de ações, exposta por meio de gradação, per-</p><p>cebe-se que a personagem tem perdido poder aquisitivo.</p><p>b) Na terceira cena, nota-se que a personagem opta por</p><p>produtos orgânicos, pois estes são mais baratos que os</p><p>industrializados.</p><p>c) A personagem mora em uma cidade que, apesar de peque-</p><p>na, possui cadeias de supermercados que oferecem preços</p><p>mais convidativos.</p><p>d) Apesar da redução gradativa de suas compras, as feições da</p><p>personagem evidenciam sua indiferença em relação à alta</p><p>dos preços.</p><p>e) Na primeira</p><p>cena, constata-se que a personagem compra</p><p>em excesso e se restringe a produtos que não são de primei-</p><p>ra necessidade.</p><p>213. (VUNESP – 2013) Para responder à questão, imagine que a</p><p>cena a seguir ocorra em uma agência bancária onde conver-</p><p>sam uma cliente e o gerente do banco.</p><p>Com base nos elementos presentes na cena, pode-se concluir</p><p>corretamente que a cliente</p><p>a) pretende se relacionar virtualmente com um cliente da</p><p>agência e espera que o gerente lhe dê informações sobre</p><p>essa pessoa.</p><p>b) deixa o gerente visivelmente entusiasmado, pois, graças a</p><p>ela, ele realizará uma transação que envolve alta soma em</p><p>dinheiro.</p><p>c) é muito jovem e, por isso, quer investir um valor razoável</p><p>todo mês para ter um futuro estável financeiramente.</p><p>d) quer saber se há um serviço bancário que lhe garanta evitar</p><p>os sofrimentos e angústias que, muitas vezes, fazem parte</p><p>das relações amorosas.</p><p>e) deseja receber rapidamente a indenização que seu ex-ma-</p><p>rido lhe deve por causa do divórcio assinado recentemente.</p><p>214. (VUNESP – 2013) Leia o texto da tira, para responder à</p><p>questão.</p><p>O pensamento da personagem Vândalo, no último quadrinho,</p><p>a) põe em dúvida a ideia de que o intercâmbio terá sucesso.</p><p>b) não admite as verdadeiras qualidades do garoto que morará</p><p>com Grump.</p><p>c) contradiz a ideia de que o garoto será bem recebido por</p><p>Grump.</p><p>d) expressa o reconhecimento de características negativas em</p><p>quem receberá o garoto.</p><p>e) reconhece a dificuldade de Grump adequar-se ao perfil tra-</p><p>çado pelo projeto de intercâmbio.</p><p>215. (VUNESP – 2013) Analise a charge.</p><p>A leitura da charge indica</p><p>a) a falta de recursos legais para as autoridades coibirem os</p><p>crimes ambientais.</p><p>b) a intensificação de combate aos crimes ambientais pelas</p><p>autoridades.</p><p>c) a redução de campanhas de incentivo à preservação</p><p>ambiental.</p><p>d) a legitimação dos crimes contra o meio ambiente na</p><p>sociedade.</p><p>e) o recrudescimento da ameaça à natureza sem o devido</p><p>combate legal.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>39</p><p>216. (VUNESP – 2012) Leia a tira.</p><p>No segundo quadrinho, a fala da personagem revela</p><p>a) hesitação.</p><p>b) indiferença.</p><p>c) contradição.</p><p>d) raiva.</p><p>e) exaltação.</p><p>217. (VUNESP – 2012) Leia a charge.</p><p>Um dos efeitos de humor da charge reside no fato de as perso-</p><p>nagens entenderem “ROÇONA” e “ROCINHA” como</p><p>a) palavras sinônimas derivadas de “roça”.</p><p>b) aumentativo e diminutivo de “roça”, respectivamente.</p><p>c) áreas urbanas onde se trabalha pouco.</p><p>d) áreas rurais cuidadas pelo Exército.</p><p>e) substantivos próprios relativos a logradouro.</p><p>218. (VUNESP – 2015) Leia o texto da tira.</p><p>Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente,</p><p>as lacunas da tira.</p><p>a) veio em … houvesse … o</p><p>b) foi em … houvessem … o</p><p>c) foi a … houvesse … o</p><p>d) veio a … houvessem … lhe</p><p>e) foi à … houvessem … lhe</p><p>219. (VUNESP – 2013) Para responder à questão, imagine que a</p><p>cena a seguir ocorra em uma agência bancária onde conver-</p><p>sam uma cliente e o gerente do banco.</p><p>Caso uma empresa bancária oferecesse o tipo de seguro que</p><p>a cliente menciona, o anúncio publicitário poderia apresentar,</p><p>de acordo com a norma-padrão, a seguinte frase:</p><p>a) Em nossas agências, está disponível seguros contra decep-</p><p>ções amorosas.</p><p>b) Em nossas agências, oferece-se seguros contra decepções</p><p>amorosas.</p><p>c) Em nossas agências, existe seguros contra decepções</p><p>amorosas.</p><p>d) Em nossas agências, negociam-se seguros contra decep-</p><p>ções amorosas.</p><p>e) Em nossas agências, haverão seguros contra decepções</p><p>amorosas.</p><p>220. (VUNESP – 2013) Considere a norma-padrão da língua</p><p>portuguesa para responder à questão.</p><p>Assinale a alternativa em que a frase está correta.</p><p>a) Ele reagiu mau às críticas dos colegas.</p><p>b) Ao final da corrida de Fórmula 1, todos falavam acerca da</p><p>habilidade do piloto.</p><p>c) Eu iria ao cinema, mais não tenho companhia.</p><p>d) Durante a semana, há menas pessoas para assistir ao espe-</p><p>táculo circense.</p><p>e) Atenção aos degrais, pois choveu e eles estão escorregadios.</p><p>Leia o texto para responder às questões 221 a 223.</p><p>Francisca trabalhou dos dez aos 48 anos em “casa de</p><p>família”, no Rio. Nunca alcançou um salário mínimo nem lhe</p><p>assinaram a carteira. Quando infartou e não pôde mais tra-</p><p>balhar, ficou com uma mão na frente e a outra atrás: não teve</p><p>direito a pensão nem aposentadoria. O marido cata papel no</p><p>lixão. O filho que morreu foi gari, açougueiro, entregador de</p><p>verduras no Ceasa. Fez até curso de segurança. Depois de um</p><p>ano desempregado, virou traficante. Durou um ano vivo. “Ele</p><p>ganhava 1500 reais por semana. Pagava meus remédios, pas-</p><p>sagem, prestação do guarda-roupa, gás, tudo”, diz Francisca.</p><p>“Não era o que eu desejava para ele. Sonhava que fosse mecâ-</p><p>nico. Mas eu aceitava o dinheiro porque não tinha opção.”</p><p>40</p><p>Ao chegar do trabalho, o filho deixava o fuzil no portão.</p><p>Como se fosse a caixa de ferramentas. “Meu filho, não quero</p><p>esses brinquedos perigosos dentro de casa”, Francisca dizia.</p><p>Como bom filho, ele obedecia.</p><p>(Eliane Brum. O olho da rua. São Paulo: Globo, 2008.</p><p>Adaptado)</p><p>221. (VUNESP – 2021) No trecho – “Ele ganhava 1500 reais por</p><p>semana. Pagava meus remédios, passagem, prestação do guar-</p><p>da-roupa, gás, tudo” –, as palavras em destaque indicam ações</p><p>que:</p><p>a) Começaram no passado e ainda estão ocorrendo no</p><p>presente.</p><p>b) Ocorreram no passado mais de uma vez.</p><p>c) Já estão acontecendo e vão se repetir.</p><p>d) Não aconteceram, mas Francisca desejava que tivessem</p><p>acontecido.</p><p>e) Ainda vão acontecer, mas a autora as relata como se já</p><p>tivessem acontecido.</p><p>222. (VUNESP – 2021) O trecho – “Meu filho, não quero esses</p><p>brinquedos perigosos dentro de casa” – foi posto entre aspas</p><p>para indicar:</p><p>a) Os dizeres de um personagem que não está no texto.</p><p>b) Um destaque para um detalhe importante da história.</p><p>c) A fala de uma personagem que está no próprio texto.</p><p>d) O alívio de Francisca por ter um filho obediente.</p><p>e) O final feliz para a história que começou triste.</p><p>223. (VUNESP – 2021) Para Francisca, o filho que morreu:</p><p>a) Tinha atitudes de um bom filho, ainda que sua conduta</p><p>fizesse com que ele parecesse perigoso.</p><p>b) Teve muitas chances de mudar de vida, mas preferiu o</p><p>caminho do crime por ser acomodado.</p><p>c) Só se preocupava consigo próprio, mas a ajudava porque</p><p>queria a aprovação da mãe.</p><p>d) É a causa de todas as suas tristezas e foi responsável pelo</p><p>infarto que a impossibilitou de trabalhar.</p><p>e) Poderia ter trabalhado como segurança, mas os anteceden-</p><p>tes criminais dificultavam esse plano.</p><p>Leia o texto para responder às questões 224 a 232.</p><p>“A maior parte da população mundial vive hoje nas cidades:</p><p>essas aglomerações de pessoas e concreto em que sobram</p><p>problemas e falta planejamento. A urbanização desordenada</p><p>traz inúmeros desafios e uma certeza: não há solução para a</p><p>humanidade que não passe necessariamente pela transforma-</p><p>ção das cidades.” É o que defende André Trigueiro, jornalista</p><p>especializado em gestão ambiental e sustentabilidade.</p><p>Para ele, vivemos um modelo suicida de desenvolvimen-</p><p>to e precisamos reinventar o sistema. Ou mudamos ou pere-</p><p>ceremos. A preocupação ambiental se reflete no consumo</p><p>consciente, mas não no consumismo que degrada a vida por-</p><p>que exaure os estoques de matéria-prima, que são finitos no</p><p>planeta.</p><p>“Eu procuro economizar água e energia, separo o lixo. Basi-</p><p>camente, tento praticar no dia-a-dia aquilo que eu entendo</p><p>como certo. Estou longe da perfeição e não me considero um</p><p>modelo, mas descobri a força daquilo que os educadores cha-</p><p>mam de pedagogia do exemplo: ‘não importa o que você fala,</p><p>importa o que você faz’. É isso que move o mundo.” Ele cita o</p><p>caso do aposentado José Alcino Alano, da cidade de Tubarão,</p><p>que descobriu como fabricar coletores solares para esquentar</p><p>a água do banho a partir de garrafas PET e caixas de leite Tetra-</p><p>pak. Liberou a patente e permitiu que todas as pessoas ou ins-</p><p>tituições interessadas replicassem o invento gratuitamente,</p><p>sem interesse pessoal ou financeiro. “É um caso singular de</p><p>amor ao próximo,” comenta Trigueiro.</p><p>O poder</p><p>público também deve adotar medidas educativas e</p><p>conscientes. Ensinar que jogar lixo na cidade é um serviço caro</p><p>e custa muito aos cofres públicos. Além disso, tem de difundir</p><p>um discurso responsável. Não é possível falar em preservação</p><p>da Amazônia e liberar recursos para a construção de frigorífi-</p><p>cos na região – o que estimula a criação de gado, responsável</p><p>por 80% de toda a destruição já registrada da floresta, como</p><p>bem avaliou o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero.</p><p>Trigueiro não considera a tecnologia inimiga da luta pela</p><p>preservação do planeta. É o uso que se faz dela que definirá se</p><p>haverá dano ou benefício. Ela é apenas uma ferramenta e não</p><p>a solução definitiva para os graves problemas ambientais que</p><p>enfrentamos e que nos ameaçam como espécie.</p><p>(filantropia.ong/andretrigueiro.com. Adaptado, acesso em</p><p>22.02.2020)</p><p>224. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa que completa, cor-</p><p>retamente, a frase, de acordo com a norma-padrão da conjuga-</p><p>ção verbal. – Haverá solução para a humanidade, se</p><p>a) todos se manterem conscientes dessa necessidade.</p><p>b) o governo propuser planejamento urbano adequado.</p><p>c) a população conter seus impulsos consumistas.</p><p>d) o cidadão saberá cuidar bem da natureza.</p><p>e) as pessoas terem consciência do coletivo.</p><p>225. (VUNESP – 2021) Nas frases formuladas a partir das infor-</p><p>mações do texto – São muitos os problemas ambientais que</p><p>ameaçam a humanidade; cabe ao poder público protegê-la.</p><p>– os termos em destaque estão, correta e respectivamente,</p><p>substituídos, de acordo com a norma-padrão do emprego e da</p><p>colocação pronominal, em:</p><p>a) ameaçam-a / cabe-lo.</p><p>b) a ameaçam / cabe-lhe.</p><p>c) ameaçam-a / cabe-o.</p><p>d) ameaçam-la / cabe-lhe.</p><p>e) ameaçam-lhe / lhe cabe.</p><p>226. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa que completa, cor-</p><p>retamente, o segmento frasal, de acordo com a norma-padrão</p><p>da crase.</p><p>José Alcino Alano, da cidade de Tubarão,</p><p>a) dá exemplo de dignidade à todos os brasileiros.</p><p>b) mostra-se disposto à colaborar com a natureza.</p><p>c) permitiu às pessoas replicar o invento.</p><p>d) guardava uma à uma as garrafas PET.</p><p>e) registrou à patente e liberou o uso depois.</p><p>227. (VUNESP – 2021) Assinale a frase correta, de acordo com a</p><p>norma-padrão da concordância.</p><p>a) Exaure os estoques de matéria-prima os comportamentos</p><p>consumistas.</p><p>b) Cidadãos e poder público deve adotar medidas educativas.</p><p>c) Traz inúmeros conflitos as gestões incompetentes, assim</p><p>como a urbanização desordenada.</p><p>d) São atitudes como a de José Alcino Alano que move o</p><p>mundo.</p><p>e) Para a humanidade não existem soluções a curto prazo.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>41</p><p>228. (VUNESP – 2021) Segundo o texto, André Trigueiro aponta</p><p>algumas causas da degradação ambiental, entre elas:</p><p>a) O consumo consciente e o uso da tecnologia.</p><p>b) A criação de gado e o aproveitamento de garrafas PET.</p><p>c) O desenvolvimentismo irresponsável e o consumo</p><p>desenfreado.</p><p>d) A economia nos cofres públicos e uma pedagogia exemplar.</p><p>e) A ausência de planejamento urbano e a falta de amor ao</p><p>próximo.</p><p>229. (VUNESP – 2021) O jornalista citou o caso de José Alcino</p><p>Alano, porque o aposentado:</p><p>a) Desenvolveu tecnologia de energia solar de alto custo.</p><p>b) Possuía muito conhecimento em sustentabilidade.</p><p>c) Contou com a colaboração de especialistas no assunto.</p><p>d) Mostrou-se consciente e desprendido de ambição material.</p><p>e) Tinha interesse em adquirir prestígio com o invento.</p><p>230. (VUNESP – 2021) De acordo com o primeiro parágrafo, Tri-</p><p>gueiro afirma que as cidades devem:</p><p>a) Priorizar a coleta do lixo antes de qualquer medida.</p><p>b) Incentivar o consumo, desde que não degrade o ambiente.</p><p>c) Restringir medidas como a praticada pelo aposentado.</p><p>d) Ensinar o cidadão a consumir moderadamente.</p><p>e) Rever o modelo de urbanização e propor mudanças</p><p>desafiadoras.</p><p>231. (VUNESP – 2021) Para o ex-ministro Rubens Ricupero, se o</p><p>governo defende o meio ambiente na Amazônia e libera verba</p><p>para construção de frigorífico,</p><p>a) pratica uma incoerência entre o discurso adotado e a libe-</p><p>ração da verba.</p><p>b) preocupa-se tanto com o meio ambiente quanto com o</p><p>desenvolvimento da região.</p><p>c) revela publicamente o modelo de proteção ambiental a ser</p><p>implantado na região.</p><p>d) dá a entender que é possível conciliar a proteção à natureza</p><p>com o progresso da região.</p><p>e) instiga o cidadão a defender a mesma ideia: a de proteger a</p><p>Amazônia.</p><p>232. (VUNESP – 2021) Em relação às ideias defendidas por André</p><p>Trigueiro, é correto afirmar que ele:</p><p>a) Deixou de encontrar caminhos para a preservação da</p><p>natureza.</p><p>b) Projeta um grave futuro ao planeta, o que acontecerá a lon-</p><p>go prazo.</p><p>c) Reconhece que é impossível reinventar o sistema para sal-</p><p>var o meio ambiente.</p><p>d) Admite um cenário catastrófico, mas aponta soluções</p><p>possíveis.</p><p>e) Atribui à falta de limpeza nas cidades a causa do problema</p><p>ambiental.</p><p>Texto para as questões 233 a 235.</p><p>Bairros autossuficientes</p><p>Uma solução urbanística debatida há bastante tempo vol-</p><p>tou a ganhar força com a pandemia da Covid-19: a criação de</p><p>bairros mais autossuficientes, em que as pessoas não teriam</p><p>de se deslocar diariamente por grandes distâncias até os gran-</p><p>des centros para trabalhar, estudar, comprar ou ir ao médico.</p><p>Centros esses que acabam reunindo aglomerações por con-</p><p>centrarem os serviços.</p><p>A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, passou a defender essa</p><p>proposta e vem chamando a atenção de vários gestores. Den-</p><p>tro de sua plataforma, ela tem o plano de transformar a capital</p><p>francesa em uma “Cidade de 15 minutos”, em que qualquer</p><p>parisiense poderia fazer suas atividades essenciais do cotidia-</p><p>no em uma rápida caminhada a pé ou de bicicleta.</p><p>Isso vale para escolas, locais de trabalho, opções de com-</p><p>pra, esportes e lazer.</p><p>Em São Paulo, uma pesquisa mostrou que, com a pande-</p><p>mia, 46% dos paulistanos passaram a dar mais valor para o</p><p>comércio e os serviços disponíveis nos bairros onde moram e</p><p>30% agora prestam mais atenção aos serviços públicos locais.</p><p>O estudo foi realizado pelo Ibope para o Instituto Cidades Sus-</p><p>tentáveis, em parceria com o Sesc, e ouviu pessoas das classes</p><p>A, B e C.</p><p>Para o professor da USP, Jeferson Tavares, “quantos bair-</p><p>ros conhecemos que não passam de um aglomerado de casas</p><p>sem nenhuma qualidade urbanística? Nesses lugares, o cida-</p><p>dão perdeu a identidade com a cidade. A origem da cidade é a</p><p>aproximação e, por isso, não podemos abandonar essa defe-</p><p>sa do uso do espaço público. Ruas, praças, parques e calça-</p><p>dões são lugares que concretizam a esfera pública do convívio</p><p>social. Valorizá-los ajuda a manter a saúde física e mental dos</p><p>cidadãos”.</p><p>(Giovanna Wolf e Pablo Pereira. O Estado de S.Paulo,</p><p>14.06.2020. Adaptado)</p><p>233. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que a frase apre-</p><p>senta a relação correta entre os tempos verbais.</p><p>a) Se o projeto da “Cidade de 15 minutos” tivesse sucesso, os</p><p>parisienses realizam atividades cotidianas utilizando cur-</p><p>tos trajetos.</p><p>b) Se o projeto da “Cidade de 15 minutos” teria sucesso, os pari-</p><p>sienses realizaram atividades cotidianas utilizando curtos</p><p>trajetos.</p><p>c) Se o projeto da “Cidade de 15 minutos” teve sucesso, os pari-</p><p>sienses realizassem atividades cotidianas utilizando curtos</p><p>trajetos.</p><p>d) Se o projeto da “Cidade de 15 minutos” terá sucesso, os pari-</p><p>sienses realizavam atividades cotidianas utilizando curtos</p><p>trajetos.</p><p>e) Se o projeto da “Cidade de 15 minutos” tiver sucesso, os pari-</p><p>sienses realizarão atividades cotidianas utilizando curtos</p><p>trajetos.</p><p>234. (VUNESP – 2021) Leia os trechos do texto.</p><p>∙ ... passou a defender essa proposta e vem chamando a</p><p>atenção de vários gestores.</p><p>∙ ... e 30% agora prestam mais atenção aos serviços</p><p>públicos locais.</p><p>Em conformidade com as ideias do texto e com a regência ver-</p><p>bal e/ou nominal estabelecida pela norma-padrão, os trechos</p><p>destacados podem ser substituídos por:</p><p>a) e tem provocado descaso nos vários gestores; se ocupam</p><p>atentamente dos serviços públicos locais.</p><p>b) e tem recebido o acolhimento de vários gestores; vêm se</p><p>inteirando aos serviços públicos locais.</p><p>c) e vem</p><p>despertando interesse entre vários gestores; têm</p><p>levado em conta os serviços públicos locais.</p><p>d) e tem merecido destaque entre vários gestores; negligen-</p><p>ciam os serviços públicos locais.</p><p>e) e vem influenciando dos vários gestores; avaliam detalha-</p><p>damente os serviços públicos locais.</p><p>42</p><p>235. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa correta quanto à</p><p>concordância verbal determinada pela norma-padrão da língua</p><p>portuguesa.</p><p>a) Existe muitos bairros que infelizmente não passam de aglo-</p><p>merados de casas.</p><p>b) Por iniciativa de algumas entidades, empreendeu-se uma</p><p>pesquisa na cidade de São Paulo.</p><p>c) A discussão sobre bairros autônomos estão ganhando força</p><p>na esfera pública.</p><p>d) Espaços de lazer, como praças e parques, colabora para</p><p>manter a saúde física e mental dos cidadãos.</p><p>e) A proposta de Anne Hidalgo consistem em transformar a</p><p>capital francesa em uma cidade de fácil mobilidade.</p><p>Leia o texto, para responder às questões 236 a 240.</p><p>Diamantes no deserto</p><p>Vales marcados pela intensa aridez parecem ter se torna-</p><p>do ambientes ideais para o florescimento de frutos típicos do</p><p>século XXI: os produtos tecnológicos. O maior centro de inova-</p><p>ção do planeta se encontra em uma região seca da Califórnia.</p><p>Todos os anos, o Vale do Silício concentra 50 bilhões de dóla-</p><p>res de investimentos de alto risco, usualmente destinados a</p><p>startups – quase metade do montante movimentado dentro</p><p>dos Estados Unidos –, além de 15% da produção de patentes</p><p>desse país.</p><p>A mais de 10.000 quilômetros de distância de lá, no Oriente</p><p>Médio, o Deserto de Nevegue, em Israel, vê crescer, sobre seu</p><p>solo abrasador, um complexo industrial que põe o território</p><p>em disputa direta com a cidade chinesa de Shenzhen pelo pos-</p><p>to de maior polo de inovação do mundo. No oásis tecnológi-</p><p>co proliferam companhias de ponta, que se espalham ainda</p><p>pela costa litorânea, nos arredores de Tel-Aviv, fazendo dessa</p><p>pequeníssima nação, com menos de 10% da área do Estado de</p><p>São Paulo e população pouco maior que a da cidade do Rio de</p><p>Janeiro, um sinônimo de progresso.</p><p>Como Israel transformou um deserto árido em centro de</p><p>inovação mundial? Responde Ran Natanzon, especialista em</p><p>vender tal faceta do país: “Trata-se de uma combinação dos</p><p>seguintes fatores, todos igualmente essenciais: somos uma</p><p>nação altamente militarizada; mantemos a indústria em liga-</p><p>ção com as pesquisas acadêmicas; o governo atua para fomen-</p><p>tar o setor; há operação ativa de fundos de investimentos e</p><p>multinacionais; e existe uma proliferação de startups”.</p><p>Todo israelense, homem ou mulher, é obrigado a servir no</p><p>Exército ao completar 18 anos. O que não quer dizer, no entan-</p><p>to, que o contingente completo vá para a linha de frente. Há,</p><p>por exemplo, uma unidade, a 8 200, integrante do Corpo de</p><p>Inteligência das Forças de Defesa, cujos membros se dedicam</p><p>a decifrar códigos de computador. “Essa tropa fornece vetera-</p><p>nos hábeis em trabalhar com segurança de dados digitais e em</p><p>outras áreas do mercado da tecnologia”, explicou o engenheiro</p><p>israelense Lavy Shtokhamer, que chefia uma divisão que mes-</p><p>cla agentes ligados ao governo e representantes de empresas</p><p>parceiras, como a IBM, em ações contra ataques de hackers</p><p>que têm como alvo Israel ou, como vem sendo mais frequente,</p><p>sistemas de companhias privadas.</p><p>(Filipe Vilicic. Veja, 12.02.2020. Adaptado)</p><p>236. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa com os pronomes</p><p>demonstrativos que retomam as expressões destacadas, dan-</p><p>do sequência à passagem – ... o Deserto de Nevegue, em Israel,</p><p>vê crescer, sobre seu solo abrasador, um complexo industrial</p><p>que põe o território em disputa direta com a cidade chinesa de</p><p>Shenzhen pelo posto de maior polo de inovação do mundo.</p><p>a) Essa se destaca mundialmente; este se desenvolve a cada</p><p>dia.</p><p>b) Aquela se destaca mundialmente; aquele se desenvolve a</p><p>cada dia.</p><p>c) Esta se destaca mundialmente; aquele se desenvolve a cada</p><p>dia.</p><p>d) Essa se destaca mundialmente; esse se desenvolve a cada</p><p>dia.</p><p>e) Esta se destaca mundialmente; este se desenvolve a cada</p><p>dia.</p><p>237. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa que contém a frase</p><p>redigida segundo a norma-padrão de concordância.</p><p>a) Houveram mais de um fator responsável pelo sucesso de</p><p>Israel na criação de um centro tecnológico de excelência.</p><p>b) Tratam-se de vários fatores combinados que respondem</p><p>pela transformação de um deserto, em Israel, num centro</p><p>de inovação.</p><p>c) Os EUA, graças ao Vale do Silício, caracteriza-se como o</p><p>maior produtor de inovação do planeta.</p><p>d) Afirma-se que 15% das patentes produzidas nos EUA está</p><p>no Vale do Silício.</p><p>e) Convocam-se todos os israelenses, homens ou mulheres,</p><p>que devem prestar serviço militar aos 18 anos.</p><p>238. (VUNESP – 2021) É correto afirmar que o texto discorre</p><p>sobre o assunto destacando:</p><p>a) Dados experimentais, centrados em comparações</p><p>apropriadas.</p><p>b) Aspectos informativos, associados a depoimentos</p><p>abalizados.</p><p>c) Afirmações de cunho opinativo, desprovidas de coerência.</p><p>d) Percepções imprecisas do autor, complementadas por</p><p>especialistas.</p><p>e) Práticas profissionais detalhadas de diferentes países.</p><p>239. (VUNESP – 2021) Os dados referentes ao Estado de São Pau-</p><p>lo e à cidade do Rio de Janeiro (2º parágrafo) têm como efeito</p><p>de sentido:</p><p>a) Destacar a pujança dos feitos de Israel na área de tecnologia.</p><p>b) Levar o leitor a estabelecer vínculos entre as tecnologias</p><p>dos dois países.</p><p>c) Sugerir que, no âmbito da tecnologia, qualquer comparação</p><p>se descarta.</p><p>d) Verificar a taxa de natalidade das populações mencionadas.</p><p>e) Equiparar o grau de desenvolvimento tecnológico das capi-</p><p>tais brasileiras.</p><p>240. (VUNESP – 2021) A sugestão contida no título da matéria</p><p>Diamantes no deserto refere-se, no texto,</p><p>a) às possibilidades de criação de centros de pesquisa em</p><p>grandes centros urbanos.</p><p>b) à condição territorial de fácil acesso característica dos cen-</p><p>tros de pesquisa tecnológica.</p><p>c) ao empobrecimento de nações que têm áreas desérticas</p><p>em seus amplos territórios.</p><p>d) à relação entre territórios áridos e centros de inovação pro-</p><p>dutores de riqueza.</p><p>e) ao insucesso de iniciativas que ignoram o potencial econô-</p><p>mico das áreas áridas.</p><p>Leia o texto para responder às questões 241 a 246.</p><p>Como as democracias adoecem</p><p>Para saber como as democracias morrem há legistas mais</p><p>capazes na autópsia. Mas, para diagnosticar como adoecem,</p><p>melhor observar o mal-estar dos fatos polêmicos à luz da ousa-</p><p>dia pessoal dos influentes que os cometem e da letargia cívica</p><p>com que os influenciados reagem a eles. Lesões oportunistas</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>43</p><p>são obra de ideologias diversas que enfraquecem uma nação e</p><p>comprometem sua saúde democrática.</p><p>Neste artigo, olho um período cheio de egolatrias em que</p><p>ficamos à mercê da marca do outro. Assim como a gula, ape-</p><p>tite sem limite de quem se sente situado no topo da cadeia</p><p>alimentar, a voracidade é mecanismo próprio do mau instinto</p><p>de quem não tem predador natural.</p><p>Se todos têm suas próprias razões no que fazem e estão</p><p>tão mergulhados de interesse nelas, não se trata de liberdade</p><p>de pensamento e é difícil imaginar reflexão de boa-fé. Existem</p><p>ficções e existem fatos concretos. Embora pouco praticada</p><p>entre nós, a psico-história da política costuma ser mais hábil</p><p>para entender os venenos sutis que alimentam a ambição dos</p><p>que são notícia.</p><p>Anda, evidente, muito mal conduzida nossa democracia.</p><p>Mas isso não significa que tenha morrido. Lembra mais a len-</p><p>da brasileira de que ninguém presta e não vai dar em nada.</p><p>Lenda que impulsiona o caráter arbitrário do tipo que manda</p><p>ver. Um costume primitivo, institucional, cuja dimensão ainda</p><p>não compreendemos inteiramente. É onde estacionou a curva</p><p>da civilização brasileira e dali jamais passou. Ali onde o mundo</p><p>em que são cometidos crimes e as aberrações legais ameaça</p><p>ficar parecido com o mundo onde deveria ser possível corrigir</p><p>suas consequências.</p><p>(Paulo Delgado, “Como as democracias adoecem”. https://opi-</p><p>niao.estadao.com.br. 12.02.2020. Adaptado)</p><p>241. (VUNESP – 2021) Na frase que inicia o</p><p>último parágrafo –</p><p>Anda, evidente, muito mal conduzida nossa democracia. –, o</p><p>termo destacado tem valor de:</p><p>a) Advérbio, empregado para justificar a situação deplorável em</p><p>que se encontra a saúde da democracia brasileira, reiteran-</p><p>do que “Para saber como as democracias morrem há legis-</p><p>tas mais capazes na autópsia.” (1º parágrafo)</p><p>b) Adjetivo, empregado para caracterizar a condição da demo-</p><p>cracia brasileira, reiterando que é “melhor observar o mal-</p><p>-estar dos fatos polêmicos à luz da ousadia pessoal dos</p><p>influentes que os cometem...” (1º parágrafo)</p><p>c) Advérbio, empregado para confirmar a ideia de má condu-</p><p>ção da democracia brasileira, reiterando que “Lesões opor-</p><p>tunistas são obra de ideologias diversas que enfraquecem</p><p>uma nação e comprometem sua saúde democrática.” (1º</p><p>parágrafo)</p><p>d) Adjetivo, empregado para descrever a ação dos sujeitos que</p><p>matam a democracia, reiterando a ideia “da ousadia pessoal</p><p>dos influentes que os cometem e da letargia cívica com que</p><p>os influenciados reagem”. (1º parágrafo)</p><p>e) Advérbio, empregado para opor-se à ideia de que a população</p><p>ignora os efeitos nocivos que recaem sobre a democracia</p><p>brasileira, reiterando a ideia “da letargia cívica com que os</p><p>influenciados reagem a eles.” (1º parágrafo)</p><p>242. (VUNESP – 2021) Considere as passagens do texto:</p><p>y ... melhor observar o mal-estar dos fatos polêmicos à luz</p><p>da ousadia pessoal dos influentes que os cometem e da</p><p>letargia cívica com que os influenciados reagem a eles. (1º</p><p>parágrafo)</p><p>y Neste artigo olho um período cheio de egolatrias em que</p><p>ficamos à mercê da marca do outro. Assim como a gula,</p><p>apetite sem limite de quem se sente situado no topo da</p><p>cadeia alimentar... (2º parágrafo)</p><p>Os termos destacados significam, correta e respectivamente:</p><p>a) Coragem; desencanto; sob a autoridade; começo.</p><p>b) Atrevimento; prostração; na dependência; ápice.</p><p>c) Determinação; inércia; à semelhança; fim.</p><p>d) Petulância; interesse; sob a tutela; entorno.</p><p>e) Oportunismo; consciência; ao capricho; cume.</p><p>243. (VUNESP – 2021) Considere os trechos:</p><p>y ... melhor observar o mal-estar dos fatos polêmicos... (1º</p><p>parágrafo)</p><p>y ... não se trata de liberdade de pensamento e é difícil imagi-</p><p>nar reflexão de boa-fé. (3º parágrafo)</p><p>Considerando os sentidos do texto e a conformidade com a nor-</p><p>ma-padrão, cada um dos termos destacados tem como antôni-</p><p>mo e flexão no plural, respectivamente:</p><p>a) comprazimento; mal-estares / dolo; boas-fés.</p><p>b) satisfação; males-estares / respeito; boa-fé.</p><p>c) disposição; males-estar / logro; boas-fés.</p><p>d) constrangimento; mal-estar / ultraje; boa-fé.</p><p>e) aflição; mal-estar / sinceridade; boas-fé.</p><p>244. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que o enuncia-</p><p>do atende à norma-padrão de concordância.</p><p>a) Deveriam haver penas severas para os crimes e as aberra-</p><p>ções absurdas que são constatados.</p><p>b) Há que se infligir penas severas para os crimes e as aberra-</p><p>ções absurdos que são constatadas.</p><p>c) Infelizmente falta penas severas para os crimes e as aberra-</p><p>ções absurdos que são constatados.</p><p>d) É preciso que seja infligido penas severas para os crimes e</p><p>as aberrações absurdas que são constatadas.</p><p>e) Convém que se apliquem penas severas para os crimes e as</p><p>aberrações absurdas que são constatados.</p><p>245. (VUNESP – 2021) De acordo com o texto, colabora com o</p><p>adoecimento da democracia:</p><p>a) a psico-história da política, disseminadora de venenos</p><p>sutis.</p><p>b) a reação à possibilidade de limitação da liberdade de</p><p>pensamento.</p><p>c) a capacidade destrutiva de forças oriundas das egolatrias.</p><p>d) o mau instinto instalado vagarosamente nas instituições</p><p>sociais.</p><p>e) a punição severa a crimes e a aberrações legais cometidos.</p><p>246. (VUNESP – 2021) Ao tratar da democracia no último pará-</p><p>grafo, o autor sugere que ela:</p><p>a) Destruiu, com rigor, as bases de um costume tradicional e</p><p>institucionalizado.</p><p>b) Inexistiu, de fato, na sociedade brasileira, considerando a</p><p>civilização do país.</p><p>c) Chancela a premissa corrente de que ninguém presta na</p><p>sociedade brasileira.</p><p>d) Resiste na sociedade brasileira, apesar da limitação da civi-</p><p>lização brasileira.</p><p>e) Corresponde a um conceito de caráter arbitrário cuja</p><p>dimensão é desconhecida.</p><p>Leia o texto para responder às questões 247 a 254.</p><p>Lições de vida</p><p>Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson.</p><p>O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram</p><p>salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully</p><p>virou herói e a lenda estava criada.</p><p>Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint East-</p><p>wood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do</p><p>milagre: uma séria investigação às competências do capitão</p><p>Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contesta-</p><p>va. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto</p><p>44</p><p>revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando exis-</p><p>tiam opções mais sensatas?</p><p>Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu</p><p>o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pou-</p><p>sar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a</p><p>duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele</p><p>falhou?</p><p>Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael</p><p>Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o</p><p>autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-</p><p>-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “raciona-</p><p>lismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como</p><p>guia único, supremo, da conduta humana.</p><p>Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem</p><p>da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento</p><p>é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que</p><p>pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.</p><p>Oakeshott argumentava que o conhecimento humano</p><p>depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mes-</p><p>mo que os ensinamentos da prática não possam ser apresen-</p><p>tados com rigor cartesiano.</p><p>Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott</p><p>para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus</p><p>motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente,</p><p>procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem,</p><p>conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar</p><p>o dia.</p><p>E, se os computadores dizem que ele está errado, ele</p><p>sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em</p><p>nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação</p><p>matemática.</p><p>As máquinas são ideais para lidar com situações ideais.</p><p>Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado</p><p>por contingências, ambiguidades, angústias, mas também</p><p>súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máqui-</p><p>nas, são capazes de entender.</p><p>Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra</p><p>toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa</p><p>imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O</p><p>ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma</p><p>apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, tradu-</p><p>ziu essas imagens.</p><p>(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016.</p><p>Adaptado)</p><p>247. (VUNESP – 2021) Considere os trechos do texto.</p><p>y Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo</p><p>quando existiam opções mais sensatas? (2º parágrafo)</p><p>y ... mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser</p><p>apresentados com rigor cartesiano. (6º parágrafo)</p><p>y ... contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como</p><p>a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salva-</p><p>ção. (último parágrafo)</p><p>As expressões destacadas apresentam, correta e respectiva-</p><p>mente, as circunstâncias adverbiais de:</p><p>a) Afirmação; modo; dúvida.</p><p>b) Afirmação; finalidade; tempo.</p><p>c) Afirmação; modo; tempo.</p><p>d) Intensidade; finalidade; dúvida.</p><p>e) Intensidade; modo; tempo.</p><p>248. (VUNESP – 2021) Considere os trechos do texto.</p><p>y ... o conhecimento humano depende sempre de um conhe-</p><p>cimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da</p><p>prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.</p><p>(6º parágrafo)</p><p>y ... uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já</p><p>que a experiência humana não é</p><p>uma equação matemática.</p><p>(8º parágrafo)</p><p>As expressões destacadas apresentam, correta e respectiva-</p><p>mente, as ideias de:</p><p>a) Concessão e de causa, exemplificadas, também respectiva-</p><p>mente, pelas frases: Realizou bem a tarefa, embora fosse</p><p>desatento. / Não fez os doces, pois faltavam os ovos.</p><p>b) Concessão e de causa, exemplificadas, também respectiva-</p><p>mente, pelas frases: Poderemos mudar assim que a reforma</p><p>esteja finalizada. / Ofendeu-se porque foi repreendido em</p><p>público.</p><p>c) Concessão e de consequência, exemplificadas, também res-</p><p>pectivamente, pelas frases: Veio visitá-la ainda que fosse</p><p>tarde da noite. / Foram tantos os aplausos que o artista ficou</p><p>emocionado.</p><p>d) Condição e de tempo, exemplificadas, também respectiva-</p><p>mente, pelas frases: Caso a empresa vá à falência, haverá</p><p>desemprego. / Logo que a noiva chegou, o padre iniciou a</p><p>cerimônia.</p><p>e) Condição e de tempo, exemplificadas, também respectiva-</p><p>mente, pelas frases: Como as árvores não foram podadas, os</p><p>frutos foram escassos. / Antes que pegasse a estrada, fez a</p><p>revisão do caminhão.</p><p>249. (VUNESP – 2021) Atendendo ao emprego e à colocação dos</p><p>pronomes determinados pela norma-padrão, a expressão des-</p><p>tacada pode ser substituída pela expressão entre parênteses na</p><p>alternativa:</p><p>a) Para algumas pessoas, Sully deveria pousar o avião em</p><p>LaGuardia ou Teterboro. (deveria pousá-lo)</p><p>b) O filme de Eastwood motivou o jornalista a reler um ensaio</p><p>filosófico que o marcou. (motivou-lhe)</p><p>c) Oakeshott está entre os filósofos que estudaram tendên-</p><p>cias intelectuais do Renascimento. (estudaram-nas)</p><p>d) O pouso do avião sobre o rio Hudson salvou 155 passagei-</p><p>ros. (salvou-lhes)</p><p>e) Para os investigadores, o gesto do piloto provavelmente</p><p>configurava imprudência criminosa. (configurava-a)</p><p>250. (VUNESP – 2021) Leia os trechos do texto.</p><p>Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconte-</p><p>ceu depois do milagre: uma séria investigação às competências</p><p>do capitão Sully Sullenberger. (2º parágrafo)</p><p>Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos</p><p>homens como guia único, supremo, da conduta humana. (4º</p><p>parágrafo)</p><p>Os dois-pontos foram empregados nesses trechos, respectiva-</p><p>mente, para inserir no texto:</p><p>a) A ressalva de que a história real foi adaptada para o cinema;</p><p>uma crítica à postura racionalista e conservadora.</p><p>b) As consequências advindas da atitude ousada de Sullen-</p><p>berger; a retificação de informação presente na frase.</p><p>c) O evento posterior ao pouso de emergência realizado por</p><p>Sullenberger; a definição de um termo já mencionado no</p><p>texto.</p><p>d) O parecer do jornalista sobre o pouso no rio Hudson; a</p><p>explicação filosófica do que significa racionalismo.</p><p>e) O tema central do filme de Clint Eastwood; a reprodução</p><p>literal de trecho da obra de Oakeshott.</p><p>251. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa redigida em con-</p><p>formidade com a regência verbal e nominal determinada pela</p><p>norma-padrão.</p><p>a) Em 2009, Sully, em que era um piloto até então desconheci-</p><p>do, tornou-se lenda nacional.</p><p>b) Clint Eastwood propôs-se para recontar em seu filme a</p><p>façanha realizada por Sullenberger.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>45</p><p>c) Confiante na experiência de que era dotado por ser piloto</p><p>há tempos, Sully optou por pousar no rio Hudson.</p><p>d) Os responsáveis pela investigação deram ênfase pela possi-</p><p>blidade de o piloto pousar em outros aeroportos.</p><p>e) Ninguém contestava com a coragem mostrada por Sully</p><p>para salvar os passageiros.</p><p>252. (VUNESP – 2021) O sinal indicativo de crase está correta-</p><p>mente empregado na alternativa:</p><p>a) Graças à uma manobra muito arriscada, 155 pessoas foram</p><p>salvas.</p><p>b) Sully preferiu confiar em sua vivência à seguir o manual de</p><p>instruções.</p><p>c) A investigação do caso levou à várias suposições, entre elas,</p><p>se Sully havia sido irresponsável.</p><p>d) Clint Eastwood não se manteve insensível à enorme ousa-</p><p>dia de Sullenberger.</p><p>e) A princípio, a desconfiança na sua habilidade como piloto</p><p>foi desfavorável à Sullenberger.</p><p>253. (VUNESP – 2021) Com base no conteúdo do texto, é correto</p><p>concluir que:</p><p>a) Os racionalistas consideram que o conhecimento técnico e</p><p>sobretudo o saber que é produto da experiência são apren-</p><p>didos em livros e manuais.</p><p>b) O jornalista aprova a genialidade das manobras executadas</p><p>por Sullenberger, porém reconhece a arrogância do piloto</p><p>em não admitir erros.</p><p>c) Os momentos críticos do voo levaram Sully e seu copi-</p><p>loto a basearem suas decisões na intuição e na vivência</p><p>profissional.</p><p>d) Oakeshott enaltece a grandeza humana ao afirmar que,</p><p>apesar de sermos seres imperfeitos, somos inteligentes e</p><p>intuitivos.</p><p>e) O filósofo defende que o aprendizado decorrente das expe-</p><p>riências cotidianas seria impossível sem estudos acadêmi-</p><p>cos rigorosos.</p><p>254. (VUNESP – 2021) De acordo com as ideias do texto, as</p><p>máquinas:</p><p>a) Têm comprovado, diferentemente dos seres humanos, que</p><p>não são falíveis.</p><p>b) Estão programadas acuradamente para resolver obstáculos</p><p>inesperados.</p><p>c) Produzem bens materiais de forma mais rápida e eficiente</p><p>que as pessoas.</p><p>d) São inapropriadas para atuar em situações permanente-</p><p>mente monitoradas.</p><p>e) Podem ser menos confiáveis que os humanos para solucio-</p><p>nar problemas.</p><p>Leia o texto, para responder às questões 255 a 263.</p><p>É conceito da moda. Usam em encontros motivadores.</p><p>Na Física, é a volta à forma original após uma deformação. O</p><p>termo se origina da capacidade de ricochetear, de saltar nova-</p><p>mente. Por extensão, usamos para falar de quem sofre pres-</p><p>são e consegue manter seus objetivos.</p><p>Uma pessoa resiliente ideal teria três camadas. Na primei-</p><p>ra, suporta: recebe o golpe sem desabar. Ouve a crítica e não</p><p>“desaba”, vive a frustração sem descontrole, experiencia a dor</p><p>e continua de pé. A primeira etapa da resiliência é administrar</p><p>o golpe, o revés, o erro, a decepção. O tipo ideal que estamos</p><p>tratando sabe a extensão da dor, mas se considera (ou é de</p><p>fato) mais forte do que as ondas das adversidades.</p><p>O segundo estágio é a recuperação/aprendizagem. Com-</p><p>binam-se os dois conceitos. Sinto o golpe, não desmonto (fase</p><p>um) e ainda recupero a posição anterior ao golpe com o acrés-</p><p>cimo de algo novo. Toda dor contém sua lição. Ninguém duvida</p><p>disso. O resiliente consegue aprender com o golpe sentido.</p><p>O terceiro momento do modelo perfeito é a ressignificação</p><p>da estratégia e da consciência a partir do aprendizado. O tipo</p><p>aqui descrito nunca se vitimiza, mesmo se for a vítima. Não</p><p>existe lamúria ou sofrimento para o mundo. A dor existe, foi</p><p>sentida, houve reação com aprendizado e dele surgiu um novo</p><p>ser, mais forte e mais sábio.</p><p>É bom descrever tipos perfeitos. Quase sempre são inexis-</p><p>tentes. São como a biografia de santos medievais: sem falha,</p><p>diamantes sem jaça; modelos e, como tal, inatingíveis. Existe</p><p>um propósito didático de mostrar a perfeição para nós que</p><p>chafurdamos no lodo da existência banal. Todos temos graus</p><p>variados de resiliência diante da vida. Ninguém é o tipo ideal.</p><p>Uma coisa não invalida a outra.</p><p>Como narrativa de santos, o modelo perfeito serve como</p><p>para indicar o ponto no qual não me encontro, porém devo</p><p>reagir para almejá-lo. Sempre é bom ser resiliente e todos os</p><p>palestrantes e livros têm razão: sem resiliência em algum grau,</p><p>épico ou homeopático, é impossível enfrentar o mundo.</p><p>O conto extraordinário de Kafka, Um Artista da Fome, fala</p><p>de um homem com extrema resiliência para aguentar jejuns</p><p>prolongados. Era um herói! Ao final, emitiu a verdade sur-</p><p>preendente. Ele não era um homem de vontade férrea, apenas</p><p>nunca havia encontrado um prato que… o seduzisse realmen-</p><p>te. Seu paladar nunca fora tentado. Creio ser a receita geral da</p><p>resiliência: a serenidade diante das coisas que, na verdade, não</p><p>nos atingiram. Esperança ajuda sempre.</p><p>(Leandro Karnal. Os heróis da resiliência. Disponível</p><p>em: https://cultura.estadao.com.br. Acesso em 20.01.2021.</p><p>Adaptado)</p><p>255. (VUNESP – 2021) Observe os trechos destacados nas passa-</p><p>gens seguintes.</p><p>Na primeira, suporta: recebe o golpe sem desabar. (2º parágrafo)</p><p>O resiliente consegue aprender com</p><p>o golpe sentido. (3º</p><p>parágrafo)</p><p>Esses trechos expressam, nos contextos em que se encontram,</p><p>as noções, respectivamente, de:</p><p>a) Tempo e conformidade.</p><p>b) Modo e causa.</p><p>c) Causa e companhia.</p><p>d) Posição e condição.</p><p>e) Modo e tempo.</p><p>256. (VUNESP – 2021) Observe a relação de sentido estabelecida</p><p>pela conjunção “e” entre os enunciados da passagem – Ouve a</p><p>crítica e não “desaba”. Essa mesma relação de sentido está pre-</p><p>sente em:</p><p>a) … experiencia a dor e continua de pé…</p><p>b) Sempre é bom ser resiliente e todos os palestrantes e livros</p><p>têm razão…</p><p>c) São […] modelos e, como tal, inatingíveis.</p><p>d) … não desmonto (fase um) e ainda recupero a posição ante-</p><p>rior ao golpe…</p><p>e) O terceiro momento do modelo perfeito é a ressignificação</p><p>da estratégia e da consciência…</p><p>257. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que o pronome</p><p>destacado pode ser colocado antes ou depois do verbo, segundo</p><p>a norma-padrão.</p><p>a) Combinam-se os dois conceitos.</p><p>b) …serve como para indicar o ponto no qual não me encontro.</p><p>46</p><p>c) … nunca havia encontrado um prato que… o seduzisse</p><p>realmente.</p><p>d) O tipo aqui descrito nunca se vitimiza…</p><p>e) … sabe a extensão da dor, mas se considera (ou é de fato)</p><p>mais forte…</p><p>258. (VUNESP – 2021) É correto afirmar que as palavras desta-</p><p>cadas nas passagens – … sem falha, diamantes sem jaça… (5º</p><p>parágrafo) / Ele não era um homem de vontade férrea… (último</p><p>parágrafo) – têm sinônimos adequados, respectivamente, em:</p><p>a) perfeição e desumana.</p><p>b) valor e inflexível.</p><p>c) pureza e cruel.</p><p>d) mácula e inquebrantável.</p><p>e) defeito e falível.</p><p>259. (VUNESP – 2021) Observe o emprego dos parênteses e dos</p><p>dois-pontos nas passagens.</p><p>O tipo ideal que estamos tratando sabe a extensão da dor,</p><p>mas se considera (ou é de fato) mais forte do que as ondas das</p><p>adversidades.</p><p>Sempre é bom ser resiliente e todos os palestrantes e livros</p><p>têm razão: sem resiliência em algum grau, épico ou homeopá-</p><p>tico, é impossível enfrentar o mundo.</p><p>É correto afirmar que:</p><p>a) Os parênteses isolam um comentário que reduz o sentido da</p><p>afirmação anterior; os dois-pontos introduzem um esclare-</p><p>cimento genérico acerca da afirmação anterior.</p><p>b) Os parênteses isolam um comentário que se põe como alter-</p><p>nativa a uma afirmação anterior; os dois-pontos introdu-</p><p>zem um comentário que reforça a afirmação anterior.</p><p>c) Os parênteses isolam um comentário que reitera uma afir-</p><p>mação anterior; os dois-pontos introduzem um comentário</p><p>que retifica uma afirmação anterior.</p><p>d) Tanto os parênteses quanto os dois-pontos introdu-</p><p>zem comentários que ratificam o sentido das afirmações</p><p>anteriores.</p><p>e) Tanto os parênteses quanto os dois-pontos introduzem</p><p>comentários com intuito de levar o leitor a discordar do</p><p>ponto de vista do autor.</p><p>260. (VUNESP – 2021) Com as modificações feitas, as passagens</p><p>– Não existe lamúria ou sofrimento para o mundo. A dor existe,</p><p>foi sentida, houve reação com aprendizado… –, estão de acordo</p><p>com a norma-padrão de concordância verbal em:</p><p>a) Não se registra lamúrias ou sofrimento para o mun-</p><p>do. Há dores, foram sentidas, aconteceu reações com</p><p>aprendizado…</p><p>b) Não há lamúrias ou sofrimento para o mundo. As dores</p><p>existem, sentiram-se, houve reações com aprendizado…</p><p>c) Não houve lamúrias ou sofrimento para o mundo. Hou-</p><p>veram dores, foram sentidas, aconteceu reações com</p><p>aprendizado…</p><p>d) Não se registra lamúrias ou sofrimento para o mundo.</p><p>Está aí as dores, sentiu-se, aconteceram reações com</p><p>aprendizado…</p><p>e) Não haviam lamúrias ou sofrimento para o mundo. Existia</p><p>dores, eram sentidas, houveram reações com aprendizado…</p><p>261. (VUNESP – 2021) É correto afirmar que, no texto, a descrição</p><p>da pessoa resiliente:</p><p>a) Retrata um ser em desenvolvimento, que deve vencer as</p><p>resistências que ele próprio se impôs.</p><p>b) Representa o que cada um de nós é na realidade, apesar da</p><p>impossibilidade de lutar para vencer as adversidades.</p><p>c) Cria a imagem de um ser que atingiu a perfeição, graças à</p><p>dedicação aos ensinamentos de livros e palestras.</p><p>d) Simboliza todos os que querem abandonar uma vida banal</p><p>para dedicar-se a vencer na vida.</p><p>e) Projeta um tipo idealizado, dotado de qualidades a serem</p><p>buscadas no enfrentamento da realidade.</p><p>262. (VUNESP – 2021) No último parágrafo, o episódio do conto</p><p>de Kafka é usado pelo autor como:</p><p>a) Ilustração bem-humorada, para expressar ponto de vista</p><p>que desconstrói o tipo resiliente ideal.</p><p>b) Interpretação do conceito da Física quando aplicado a</p><p>situações concretas, independentemente de idealizações.</p><p>c) Exemplo das qualidades do homem resiliente, capaz de não</p><p>se deixar abater diante da fome.</p><p>d) Relato motivador para o leitor, incitando-o a buscar forças</p><p>para vencer as tentações a que é submetido.</p><p>e) Modelo de comportamento a ser adotado ante as dificulda-</p><p>des que se interpõem no caminho.</p><p>263. (VUNESP – 2021) Os conceitos que caracterizam adequada-</p><p>mente as três camadas da pessoa resiliente, como descritas nos</p><p>parágrafos 2º, 3º e 4º, são, respectivamente,</p><p>a) coerência, dedicação com mérito, desdobramento.</p><p>b) resistência, restabelecimento com conhecimento,</p><p>revitalização.</p><p>c) consciência, restauração com excelência, abnegação.</p><p>d) persistência, resgate com fortalecimento, desprendimento.</p><p>e) consistência, reação com sabedoria, recuperação.</p><p>Leia o texto, para responder às questões 264 a 268.</p><p>Será uma boa ideia ter armas que definem seus alvos e dis-</p><p>param os gatilhos automaticamente? Um robô capaz de sele-</p><p>cionar contratados em uma empresa seria confiável? Como</p><p>garantir que a tecnologia faça bem ao ser humano? Essas são</p><p>algumas perguntas presentes no debate ético em torno da IA</p><p>(inteligência artificial). O crescimento da área é acelerado e</p><p>muitas vezes incorre em aplicações questionáveis.</p><p>Diversos países correm para dominar a tecnologia visan-</p><p>do benefícios comerciais e militares. Para isso, criam políticas</p><p>nacionais a fim de fomentar a pesquisa e a criação de empre-</p><p>sas especializadas na área. EUA, China e União Europeia são</p><p>destaques nesse mundo.</p><p>O caso chinês é o mais emblemático, com startups sendo</p><p>incentivadas a desenvolver sistemas sofisticados de reconhe-</p><p>cimento facial. O governo usa a tecnologia para rastrear algu-</p><p>mas minorias, como os uigures, população majoritariamente</p><p>muçulmana. Câmeras nas ruas e aplicativos nos celulares</p><p>monitoram os passos dos cidadãos. A justificativa chinesa é</p><p>pautada na segurança nacional: o objetivo é coibir ataques</p><p>extremistas. O sistema de vigilância já foi vendido a governos</p><p>na África, como o do Zimbábue.</p><p>A discussão sobre ética no ocidente tenta impor limites à</p><p>inteligência artificial para tentar impedir que a coisa fuja do</p><p>controle. Outras ferramentas poderosas já precisaram do mes-</p><p>mo tratamento. A bioética, que ajuda a estabelecer as regras</p><p>para pesquisas em áreas como a genética, é frequentemente</p><p>citada como exemplo a ser seguido. Uma boa forma de lidar</p><p>com os riscos de grandes avanços sem impedir o progresso da</p><p>ciência é por meio de consensos de especialistas, em congres-</p><p>sos. Eles podem suspender alguma atividade no mundo todo</p><p>por um período determinado – uma moratória – para retomar</p><p>a discussão no futuro, com a tecnologia mais avançada.</p><p>Essa ideia de pé no freio aparece na inteligência artificial.</p><p>Um rascunho de documento da União Europeia obtido pelo</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>47</p><p>site “Politico”, em janeiro, mostra que o grupo considera banir</p><p>o reconhecimento facial em áreas públicas por um período de</p><p>três a cinco anos. Nesse tempo, regras mais robustas devem</p><p>ser criadas.</p><p>(Raphael Hernandes. Inteligência artificial enfrenta questões</p><p>éticas para ter evolução responsável. Disponível em: https://</p><p>temas.folha.uol.com.br. Acesso em: 25.02.2020. Adaptado)</p><p>264. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que a constru-</p><p>ção entre colchetes substitui a original, de acordo com a nor-</p><p>ma-padrão de emprego e colocação do pronome.</p><p>a) O governo usa a tecnologia para rastrear algumas minorias</p><p>[lhes rastrear]</p><p>b) … ter armas que definem seus alvos [definem-nos]</p><p>c) … armas que definem seus alvos</p><p>e disparam os gatilhos</p><p>[disparam-nos]</p><p>d) … criam políticas nacionais [criam-as]</p><p>e) …para retomar a discussão no futuro [retomar-lhe]</p><p>265. (VUNESP – 2021) A relação de sentido que há entre as pala-</p><p>vras “majoritário” e “minoritário” está presente também entre:</p><p>a) Ético e principiológico.</p><p>b) Fomentar e incitar.</p><p>c) Coibir e consentir.</p><p>d) Incentivo e motivação.</p><p>e) Robustas e alentadas.</p><p>266. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que o enuncia-</p><p>do entre colchetes substitui a construção original, com senti-</p><p>do compatível e de acordo com a norma-padrão de regência</p><p>verbal.</p><p>a) Será boa ideia ter armas … [apropriar-se de armas]</p><p>b) impor limites [instituir por limites]</p><p>c) retomar a discussão [resgatar da discussão]</p><p>d) impedir o progresso [obstaculizar ao progresso]</p><p>e) monitoram os passos [controlam aos passos]</p><p>267. (VUNESP – 2021) No conjunto de argumentos do texto, as</p><p>referências às aplicações da IA na China são apresentadas</p><p>como:</p><p>a) Dados objetivos que explicam a importância da IA para o</p><p>progresso das nações.</p><p>b) Ações do poder público para garantir a liberdade de ir e vir</p><p>dos cidadãos.</p><p>c) Exemplos que justificam a necessidade de debates éticos</p><p>sobre essa tecnologia.</p><p>d) Medidas efetivas de relações comerciais entre os países por</p><p>meio da IA.</p><p>e) Casos bem-sucedidos de integração de ações, para debates</p><p>em congressos.</p><p>268. (VUNESP – 2021) A associação, no texto, entre o uso da IA e</p><p>a bioética está fundamentada na ideia de:</p><p>a) Expansão de pesquisas, na expectativa de novas aplicações.</p><p>b) Troca de experiências, com perspectiva de compartilha-</p><p>mento de dados.</p><p>c) Limitação de controle estatal, garantindo a independência</p><p>da pesquisa.</p><p>d) Verificação das bases científicas da IA, como medida de</p><p>segurança.</p><p>e) Restrição de atividades, com objetivo de revisão e</p><p>regramento.</p><p>Leia o texto para responder às questões 269 a 272.</p><p>Numa cidade grande, a gente se sente pequeno. Numa</p><p>cidade pequena, a gente se sente grande. Será mesmo assim?</p><p>No interior é tudo mais calmo e pacato, e as pessoas só escu-</p><p>tam músicas do estilo sertanejo? Existem inúmeras vantagens</p><p>e desvantagens de viver no interior, mas tudo depende do esti-</p><p>lo de vida e do objetivo de cada um.</p><p>Os interioranos são mais apegados, mais solidários e</p><p>mais simpáticos. Talvez seja assim pela facilidade de todos se</p><p>conhecerem ou terem algum conhecido em comum. Isso aca-</p><p>ba deixando-os mais atenciosos uns com os outros. Nas cida-</p><p>des grandes, você só vê os habitantes andando pelas ruas com</p><p>fones de ouvido, sempre apressados, indiferentes, e sem olha-</p><p>rem uns para os outros. Se uma pessoa vai comprar um bilhete</p><p>do metrô, a atendente vende o bilhete, mas é capaz que não</p><p>fale nem um “bom dia”. Se alguém precisa de uma informação,</p><p>as pessoas têm receio de ajudar esse alguém.</p><p>(Diego Carza. Vida no interior. http://apezinho.com.br,</p><p>08.07.2014. Adaptado)</p><p>269. (VUNESP – 2021) No trecho – Se alguém precisa de uma</p><p>informação, as pessoas têm receio de ajudar esse alguém. – a</p><p>palavra em destaque, no contexto em que se encontra, pode ser</p><p>substituída por:</p><p>a) Vergonha.</p><p>b) Medo.</p><p>c) Necessidade.</p><p>d) Tristeza.</p><p>e) Raiva.</p><p>270. (VUNESP – 2021) No 2º parágrafo, duas palavras com senti-</p><p>dos que se opõem são:</p><p>a) Interioranos – facilidade.</p><p>b) Solidários – indiferentes.</p><p>c) Ruas – metrô.</p><p>d) Comprar – ajudar.</p><p>e) Atendente – pessoas.</p><p>271. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que a pontuação</p><p>da frase reescrita a partir do texto está correta.</p><p>a) A vida interiorana, é bem mais calma, e tem também suas</p><p>desvantagens.</p><p>b) O estilo, sertanejo das músicas, caiu no gosto dos</p><p>interioranos.</p><p>c) A vantagem de viver no interior é, que as pessoas, são mais</p><p>atenciosas.</p><p>d) Na cidade pequena, se a pessoa anda na rua, todos a</p><p>cumprimentam.</p><p>e) A atendente do metrô, vende bilhete, e seu “bom dia” nunca</p><p>acontece.</p><p>272. (VUNESP – 2021) Para o autor do texto,</p><p>a) os fones de ouvido são uma exclusividade de pessoas que</p><p>vivem nas grandes cidades.</p><p>b) a tranquilidade das cidades pequenas está acabando aos</p><p>poucos.</p><p>c) as pessoas de cidades pequenas se acham mais importan-</p><p>tes que as outras.</p><p>d) as pessoas das cidades grandes acabam tendo menos con-</p><p>tato entre si.</p><p>e) a falta de educação nas cidades grandes é algo comum e</p><p>atrapalha a prestação de serviço.</p><p>48</p><p>Leia o texto para responder às questões 273 a 275.</p><p>A cidade turística de Serra Negra, no interior de São Paulo,</p><p>fica a cerca de 140 km da capital, e integra o chamado Circuito</p><p>das Águas Paulista, um conjunto de nove municípios na região</p><p>da Serra da Mantiqueira conhecidos pela qualidade de suas</p><p>águas.</p><p>Por decisão da Secretaria de Turismo da cidade, o funk foi</p><p>vetado nos blocos de rua do Carnaval 2020. A proibição do</p><p>gênero consta em uma cláusula inserida no contrato dos músi-</p><p>cos que participam das folias da cidade – o repertório precisa</p><p>ser acordado com a prefeitura.</p><p>De acordo com a Secretaria de Turismo de Serra Negra, a</p><p>proibição tem como objetivo “retomar o Carnaval família”.</p><p>Segundo Cesar Augusto Bordoni, Secretário do Turismo, o</p><p>funk musical está associado ao início de confusões, que colo-</p><p>cam em risco a segurança da população local e também dos</p><p>turistas que visitam a cidade.</p><p>(Cesar Gaglioni. A cidade do interior paulista que proibiu o</p><p>funk no Carnaval. www.nexojornal.com.br, 24.02.2020. Adaptado)</p><p>273. (VUNESP – 2021) No trecho – … o repertório precisa ser</p><p>acordado com a prefeitura. –, a palavra em destaque tem como</p><p>sinônimo, no contexto em que se encontra:</p><p>a) buscado.</p><p>b) despertado.</p><p>c) combinado.</p><p>d) ensaiado.</p><p>e) transmitido.</p><p>274. (VUNESP – 2021) Segundo a notícia, na cidade de Serra</p><p>Negra:</p><p>a) Há um volume ainda maior de visitantes durante o Carnaval</p><p>do que em outras épocas.</p><p>b) O funk é associado a um Carnaval que não representa os</p><p>valores familiares.</p><p>c) A prefeitura vai multar qualquer cidadão que tocar funk</p><p>durante o Carnaval.</p><p>d) As marchinhas tradicionais garantem que não haverá con-</p><p>fusões no Carnaval da cidade.</p><p>e) A cidade quer se diferenciar das outras cidades no Carnaval</p><p>ao proibir um gênero musical.</p><p>275. (VUNESP – 2021) A frase – Alguns estilos de música _____</p><p>ser mais tocados no Carnaval de Serra Negra, entretanto, qual-</p><p>quer expressão do estilo funk foi ______. – é completada, correta</p><p>e respectivamente, por:</p><p>a) costumam … proibidos</p><p>b) costuma … proibido</p><p>c) costumam … proibida</p><p>d) costuma… proibida</p><p>e) costumam … proibido</p><p>Leia o texto, para responder às questões 276 e 277.</p><p>Nos anos 30, milhões de americanos foram atingidos pelos</p><p>efeitos calamitosos da Grande Depressão – e não foi diferente</p><p>com Napoleon Hill (1883-1970). Empreendedor que saltava de</p><p>galho em galho, e naquela altura tentava a sorte como escritor,</p><p>ele sobrevivia do socorro financeiro da família da esposa – isso,</p><p>até o divórcio arrastá-lo ao fundo do poço. Mas Hill encontrou</p><p>uma forma de dar a volta por cima: se ele não podia lutar</p><p>contra a ruína econômica, por que não lucrar com ela? Com</p><p>base em seu próprio desalento, escreveu o que viria a ser seu</p><p>maior sucesso, Quem Pensa Enriquece (1937). Hoje com 120</p><p>milhões de cópias vendidas, a obra foi pioneira em explorar</p><p>uma premissa básica do aconselhamento motivacional: com</p><p>determinação e pensamentos positivos, qualquer um pode</p><p>vencer na vida.</p><p>Que a literatura de Hill tenha conservado seu apelo ao lon-</p><p>go das décadas não chega a ser surpresa. Ele foi, afinal, um</p><p>dos inventores da autoajuda moderna. Não deixa de ser uma</p><p>ironia, contudo, seu súbito empoderamento no Brasil da pan-</p><p>demia, da crise econômica e da polarização tóxica. Mais Esper-</p><p>to que o Diabo, livro que o americano fez em 1938 e ganhou</p><p>edição no Brasil em 2014, atropelou o mercado editorial no</p><p>ano passado. Isso mesmo: a obra de autoajuda dos anos 30</p><p>foi o livro mais vendido do país em 2020, com 234 000 cópias</p><p>comercializadas.</p><p>A ascensão do título coroou um movimento que se delinea-</p><p>va desde 2019, quando o líder do ranking foi Como Fazer Ami-</p><p>gos e Influenciar Pessoas (1936), de Dale Carnegie (1888-1955)</p><p>– outro autor que fez fama à sombra</p><p>imprime a este o sentido de</p><p>a) condição.</p><p>b) tempo.</p><p>c) consequência.</p><p>d) oposição.</p><p>e) causa.</p><p>16. (VUNESP – 2017) Na Nova Gramática do Português Con-</p><p>temporâneo, os autores Celso Cunha e Lindley Cintra expli-</p><p>cam que o adjunto adnominal “é o termo de valor adjetivo</p><p>que serve para especificar ou delimitar o significado de um</p><p>substantivo, qualquer que seja a função deste.” Tal definição</p><p>está corretamente exemplificada com a expressão destaca-</p><p>da em:</p><p>a) ... absolutamente nada da beleza célebre de outrora.</p><p>b) ... com todo o corpo cruelmente invadido pela medonha</p><p>erupção...</p><p>c) ... depois de ter estado suspensa entre a vida e a morte.</p><p>d) Um ano depois do casamento, Fadinha estava outra vez</p><p>bonita...</p><p>e) O caso é que ambos foram muito felizes. Ainda vivem.</p><p>17. (VUNESP – 2017) No período “espero que a senhora não se</p><p>oponha a um enlace”, a oração em destaque exerce a mesma</p><p>função sintática que a expressão destacada em:</p><p>a) ... o moço lhe causou no dia em que lhe pediu a filha em</p><p>casamento...</p><p>b) Só havia um obstáculo à minha felicidade: era a formosura</p><p>– de Fadinha.</p><p>c) ... os cuidados da ciência e a ciência dos cuidados triunfa-</p><p>ram do mal...</p><p>d) A cerimônia efetuou-se com toda a simplicidade, na matriz</p><p>do Engenho Novo.</p><p>e) Um ano depois do casamento, Fadinha estava outra vez</p><p>bonita...</p><p>18. (VUNESP – 2013) O texto desta questão será utilizado para res-</p><p>ponder as questões a seguir</p><p>Veja, aí estão eles, a bailar seu diabólico “pas de deux” (*):</p><p>sentado, ao fundo do restaurante, o cliente paulista acena,</p><p>assovia, agita os braços num agônico polichinelo; encostado à</p><p>parede, marmóreo e impassível, o garçom carioca o ignora com</p><p>redobrada atenção. O paulista estrebucha: “Amigô?!”, “Chefê?!”,</p><p>“Parceirô?!”; o garçom boceja, tira um fiapo do ombro, olha pro</p><p>lustre.</p><p>Eu disse “cliente paulista”, percebo a redundância: o paulista</p><p>é sempre cliente. Sem querer estereotipar, mas já estereotipan-</p><p>do: trata-se de um ser cujas interações</p><p>sociais terminam, 99% das vezes, diante da pergunta “débi-</p><p>to ou crédito?”.[...] Como pode ele entender que o fato de estar</p><p>pagando não garantirá a atenção do garçom carioca? Como</p><p>pode o ignóbil paulista, nascido e criado na crua batalha entre</p><p>burgueses e proletários, compreender o discreto charme da</p><p>aristocracia?</p><p>Sim, meu caro paulista: o garçom carioca é antes de tudo</p><p>um nobre. Um antigo membro da corte que esconde, por trás da</p><p>carapinha entediada, do descaso e da gravata borboleta, sauda-</p><p>des do imperador. [...] Se deixou de bajular os príncipes e prin-</p><p>cesas do século 19, passou a servir reis e rainhas do 20: levou</p><p>gim tônicas para Vinicius e caipirinhas para Sinatra, uísques para</p><p>Tom e leites para Nelson, recebeu gordas gorjetas de Orson Wel-</p><p>les e autógrafos de Rockfeller; ainda hoje fala de futebol com</p><p>Roberto Carlos e ouve conselhos de João Gilberto. Continua tão</p><p>nobre quanto sempre foi, seu orgulho permanece intacto.</p><p>Até que chega esse paulista, esse homem bidimensional e</p><p>sem poesia, de camisa polo, meia soquete e sapatênis, achando</p><p>que o jacarezinho de sua Lacoste é um crachá universal, capaz</p><p>de abrir todas as portas. Ah, paulishhhhta otááário, nenhum</p><p>emblema preencherá o vazio que carregas no peito - pensa o</p><p>garçom, antes de conduzi-lo à última mesa do restaurante, a</p><p>caminho do banheiro, e ali esquecê-lo para todo o sempre.</p><p>Veja, veja como ele se debate, como se debaterá amanhã,</p><p>depois de amanhã e até a Quarta-Feira de Cinzas, maldizendo</p><p>a Guanabara, saudoso das várzeas do Tietê, onde a desigualda-</p><p>de é tão mais organizada: “Ô, companheirô, faz meia hora que</p><p>eu cheguei, dava pra ver um cardápio?!”. Acalme-se, conterrâ-</p><p>neo. Acostume-se com sua existência plebeia. O garçom cario-</p><p>ca não está aí para servi-lo, você é que foi ao restaurante para</p><p>homenageá-lo.</p><p>É correto dizer que a acentuação gráfica que o autor emprega</p><p>tanto segue a norma-padrão quanto desobedece a ela, neste</p><p>caso, numa tentativa de imitar a entonação oral do chamamento.</p><p>Essa afirmação é baseada na acentuação, respectivamente, de</p><p>a) sapatênis e Tietê.</p><p>b) diabólico e marmóreo.</p><p>c) esquecê-lo e amigô.</p><p>d) companheirô e débito.</p><p>e) chefê e parceirô.</p><p>19. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa em que o emprego de</p><p>nexos sintáticos entre as orações do período</p><p>– Eu disse “cliente paulista”, percebo a redundância: o paulista é</p><p>sempre cliente.</p><p>– mostra-se adequado ao sentido do texto.</p><p>a) Eu disse cliente paulista, mas percebo a redundância, pois o</p><p>paulista é sempre cliente.</p><p>b) Eu disse cliente paulista, se percebo a redundância, mas o pau-</p><p>lista é sempre cliente.</p><p>c) Eu disse cliente paulista, porque percebo a redundância, con-</p><p>tanto que o paulista seja sempre cliente.</p><p>d) Eu disse cliente paulista, desde que percebi a redundância, para</p><p>que o paulista seja sempre cliente.</p><p>e) Eu disse cliente paulista, sem perceber a redundância, por-</p><p>tanto o paulista é sempre cliente.</p><p>10</p><p>20. (VUNESP – 2013) O sentido de marmóreo (adjetivo) equi-</p><p>vale ao da expressão de mármore. Assinale a alternativa</p><p>contendo as expressões com sentidos equivalentes, respec-</p><p>tivamente, aos das palavras ígneo e pétreo.</p><p>a) De corda; de plástico.</p><p>b) De fogo; de madeira.</p><p>c) De madeira; de pedra.</p><p>d) De fogo; de pedra.</p><p>e) De plástico; de cinza.</p><p>21. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa em que a oração</p><p>destacada expressa finalidade, em relação à outra que com-</p><p>põe o período.</p><p>a) Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19,</p><p>passou a servir reis e rainhas do 20...</p><p>b) Pensa o garçom, antes de conduzi-lo à última mesa do</p><p>restaurante...</p><p>c) Você é que foi ao restaurante para homenageá-lo.</p><p>d) ... nenhum emblema preencherá o vazio que carregas no</p><p>peito – ...</p><p>e) O garçom boceja, tira um fiapo do ombro...</p><p>22. (VUNESP – 2013) Para responder à questão considere a</p><p>seguinte passagem:</p><p>Sem querer estereotipar, mas já estereotipando: trata-se de um</p><p>ser cujas interações sociais terminam, 99% das vezes, diante da</p><p>pergunta “débito ou crédito?”.</p><p>Nessa passagem, a palavra cujas tem sentido de</p><p>a) lugar, referindo-se ao ambiente em que ocorre a pergunta</p><p>mencionada.</p><p>b) posse, referindo-se às interações sociais do paulista.</p><p>c) dúvida, pois a decisão entre débito ou crédito ainda não foi</p><p>tomada.</p><p>d) tempo, referindo-se ao momento em que terminam as</p><p>interações sociais.</p><p>e) condição em que se deve dar a transação financeira</p><p>mencionada</p><p>23. (VUNESP – 2013) No primeiro parágrafo, para reforçar a</p><p>ideia que quer transmitir, o autor se expressa por meio de</p><p>uma incoerência. Assinale a alternativa com a passagem que</p><p>demonstra essa afirmação.</p><p>a) .... encostado à parede, marmóreo e impassível...</p><p>b) ... o garçom boceja, tira um fiapo do ombro...</p><p>c) .... o cliente paulista acena, assovia, agita os braços...</p><p>d) ... o garçom carioca o ignora com redobrada atenção.</p><p>e) .... aí estão eles, a bailar seu diabólico “pas de deux”...</p><p>24. (VUNESP – 2013) É correto afirmar que, no primeiro pará-</p><p>grafo, o autor traça um contraste entre as posturas do cliente</p><p>e do garçom, contrapondo a</p><p>a) agitação insistente do primeiro à estaticidade do segundo.</p><p>b) informalidade do primeiro ao profissionalismo impassível</p><p>do segundo.</p><p>c) falta de polidez do primeiro à eficiência do segundo.</p><p>d) negligência do primeiro à falta de educação do segundo.</p><p>e) grosseria do primeiro ao cavalheirismo nobre do segundo.</p><p>25. (VUNESP – 2013) Infere-se, da exposição de ideias, que o</p><p>autor compõe retratos bem-humorados de dois tipos,</p><p>a) apoiando as atitudes de ambos, cujas qualidades morais</p><p>destaca.</p><p>b) prestigiando o garçom, cuja atitude classifica de inadequa-</p><p>da, em diversas passagens.</p><p>c) identificando-se com as atitudes do cliente, apesar de</p><p>expressar antipatia por aquele.</p><p>d) tomando partido do garçom, pois, como este, o autor tam-</p><p>bém é carioca.</p><p>e) ironizando os comportamentos de ambos, embora ele tam-</p><p>bém seja paulista.</p><p>26. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa com as palavras</p><p>acentuadas segundo as regras de acentuação, respectiva-</p><p>mente, de intercâmbio</p><p>da Grande Depressão.</p><p>“Vivemos um período de medo, o que aumentou a busca por</p><p>livros de superação”, diz o editor Marcial Conte Jr. Inebriado</p><p>pela obra de Hill, Conte Jr. largou o ramo farmacêutico para</p><p>se dedicar ao editorial e, junto de outros empresários, criou a</p><p>Citadel, casa de Mais Esperto que o Diabo.</p><p>Hill escreveu a obra em 1938, na esteira de Quem Pensa</p><p>Enriquece. O livro, contudo, foi engavetado por veto de dona</p><p>Annie Lou, última das cinco esposas do autor, por questões</p><p>religiosas. Além da menção ao dito-cujo no título, o manual é</p><p>todo construído em torno de uma fictícia entrevista entre o</p><p>autor e o diabo – que exige ser chamado de “Sua Majestade”.</p><p>Hill usa a metáfora demoníaca para denunciar os pensamen-</p><p>tos negativos como fonte insidiosa de toda infelicidade. Essa</p><p>pérola só seria publicada pela primeira vez nos Estados Unidos</p><p>em 2011.</p><p>(Raquel Carneiro, O pai da autoajuda. Veja, 27-01-2021)</p><p>276. (VUNESP – 2021) As expressões desalento (Com base</p><p>em seu próprio desalento…) e ascensão (A ascensão do título</p><p>coroou um movimento…) têm antônimos, correta e respectiva-</p><p>mente, em:</p><p>a) desconfiança e descida.</p><p>b) contentamento e contenção.</p><p>c) ânimo e declínio.</p><p>d) esperança e escalada.</p><p>e) indefinição e queda.</p><p>277. (VUNESP – 2021) Tratando de um livro escrito em 1938, a</p><p>matéria de Veja destaca:</p><p>a) A necessidade de superar obstáculos nos momentos de</p><p>dificuldade e a falta de obras de autoajuda no Brasil.</p><p>b) A reapropriação, hoje, de um tema que desperta interesse</p><p>por estar associado a períodos de crise.</p><p>c) A relação entre a obra de Dale Carnegie e os eventos que</p><p>antecederam a Grande Depressão nos Estados Unidos.</p><p>d) O sucesso editorial, nos dias atuais, de Quem Pensa Enri-</p><p>quece, graças à reedição pela Citadel.</p><p>e) O empreendimento editorial mais bem sucedido de 2020 e</p><p>sua relação com os insucessos do mercado livreiro.</p><p>278. (VUNESP – 2021)</p><p>Certa vez estive presente numa reunião em Brasília _____</p><p>se analisava decisão cogitada pelo governo federal. Surgiu</p><p>uma dúvida jurídica e quem conduzia ___ reunião disse que</p><p>recorreria ___ “turma do depende”, referindo-se ___ assessoria</p><p>jurídica disponível. Um de seus membros veio reunião e a dúvi-</p><p>da existente foi-lhe apresentada. Começou responder dizen-</p><p>do: “Depende...”. E veio uma gargalhada geral. A razão foi-lhe</p><p>explicada.</p><p>(Roberto Macedo, “Quanto crescerá o PIB em 2020? Depen-</p><p>de...”. https://opiniao.estadao.com.br. 20.02.2020. Adaptado)</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>49</p><p>Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas dos enun-</p><p>ciados devem ser preenchidas, respectivamente, com:</p><p>a) que ... a ... à ... a ... à ... a</p><p>b) onde ... à ... à ... à ... à ... a</p><p>c) em que ... a ... a ... à ... a ... à</p><p>d) aonde ... à ... à ... a ... à ... à</p><p>e) na qual ... a ... à ... à ... à ... a</p><p>279. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa em que o acento</p><p>indicativo de crase foi empregado segundo a norma-padrão da</p><p>língua.</p><p>a) Muitos acabam se entregando à vida de criminalidade por</p><p>falta de opção.</p><p>b) Muitos acabam conhecendo à vida de criminalidade por fal-</p><p>ta de opção.</p><p>c) Muitos acabam experimentando à vida de criminalidade</p><p>por falta de opção.</p><p>d) Muitos acabam cultivando à vida de criminalidade por falta</p><p>de opção.</p><p>e) Muitos acabam prolongando à vida de criminalidade por</p><p>falta de opção.</p><p>280. (VUNESP – 2021) Leia o texto, para responder à questão.</p><p>A máxima da teoria ética da responsabilidade apregoa que</p><p>somos responsáveis por aquilo que fazemos e reza: “Aja para</p><p>atingir fins universalistas”. Em vez de aplicar ordenamentos</p><p>previamente estabelecidos, os agentes priorizam as conse-</p><p>quências das decisões e ações. Realizam assim uma análise</p><p>situacional: avaliam os efeitos previsíveis que uma ação pro-</p><p>duz; planejam obter resultados positivos para si e para os</p><p>demais agentes que interagem consigo sem ferir os interesses</p><p>alheios; e, por fim, ampliam o leque das escolhas quando pre-</p><p>conizam: “dos males, o menor” ou quando visam “fazer mais</p><p>bem ao maior número de pessoas.</p><p>(Robert Henry Srour. Ética empresarial)</p><p>Assinale a alternativa que reescreve livremente a passagem do</p><p>texto, obedecendo à norma-padrão de concordância.</p><p>a) Planejam-se obter resultados positivos para si e para os</p><p>demais.</p><p>b) Avaliam-se os efeitos previsíveis que uma ação produz.</p><p>c) Devem haver constantes avaliações dos efeitos previsíveis</p><p>que uma ação produz.</p><p>d) É realizado uma análise situacional para os interesses</p><p>alheios não ser feridos.</p><p>e) Precisa ser priorizado as consequências das decisões e</p><p>ações.</p><p>GABARITO</p><p>1 B 13 E</p><p>2 B 14 B</p><p>3 B 15 C</p><p>4 D 16 A</p><p>5 C 17 B</p><p>6 C 18 C</p><p>7 D 19 A</p><p>8 A 20 D</p><p>9 B 21 C</p><p>10 A 22 B</p><p>11 E 23 D</p><p>12 C 24 A</p><p>25 E 77 D</p><p>26 D 78 E</p><p>27 D 79 D</p><p>28 E 80 D</p><p>29 D 81 B</p><p>30 E 82 E</p><p>31 B 83 A</p><p>32 D 84 C</p><p>33 C 85 D</p><p>34 E 86 C</p><p>35 C 87 A</p><p>36 A 88 E</p><p>37 A 89 B</p><p>38 D 90 D</p><p>39 E 91 B</p><p>40 B 92 C</p><p>41 C 93 B</p><p>42 E 94 E</p><p>43 E 95 C</p><p>44 A 96 A</p><p>45 A 97 B</p><p>46 E 98 B</p><p>47 D 99 B</p><p>48 C 100 A</p><p>49 E 101 C</p><p>50 A 102 D</p><p>51 D 103 A</p><p>52 E 104 E</p><p>53 B 105 B</p><p>54 D 106 A</p><p>55 C 107 D</p><p>56 B 108 E</p><p>57 B 109 D</p><p>58 B 110 A</p><p>59 D 111 C</p><p>60 C 112 D</p><p>61 E 113 D</p><p>62 E 114 E</p><p>63 C 115 B</p><p>64 E 116 D</p><p>65 A 117 B</p><p>66 D 118 A</p><p>67 E 119 E</p><p>68 A 120 C</p><p>69 B 121 C</p><p>70 A 122 D</p><p>71 E 123 C</p><p>72 C 124 D</p><p>73 A 125 B</p><p>74 C 126 C</p><p>75 C 127 D</p><p>76 A 128 A</p><p>50</p><p>129 B 181 E</p><p>130 A 182 B</p><p>131 B 183 E</p><p>132 A 184 A</p><p>133 E 185 E</p><p>134 B 186 E</p><p>135 A 187 E</p><p>136 C 188 E</p><p>137 C 189 A</p><p>138 E 190 B</p><p>139 C 191 C</p><p>140 E 192 E</p><p>141 E 193 D</p><p>142 E 194 D</p><p>143 B 195 E</p><p>144 C 196 A</p><p>145 D 197 C</p><p>146 C 198 E</p><p>147 B 199 C</p><p>148 E 200 B</p><p>149 C 201 D</p><p>150 E 202 B</p><p>151 C 203 D</p><p>152 A 204 D</p><p>153 E 205 E</p><p>154 D 206 A</p><p>155 A 207 C</p><p>156 D 208 B</p><p>157 C 209 C</p><p>158 E 210 A</p><p>159 B 211 C</p><p>160 A 212 A</p><p>161 D 213 D</p><p>162 D 214 D</p><p>163 B 215 B</p><p>164 A 216 B</p><p>165 E 217 B</p><p>166 C 218 C</p><p>167 A 219 D</p><p>168 A 220 B</p><p>169 B 221 B</p><p>170 D 222 C</p><p>171 B 223 A</p><p>172 D 224 B</p><p>173 B 225 B</p><p>174 E 226 C</p><p>175 D 227 E</p><p>176 B 228 C</p><p>177 D 229 D</p><p>178 A 230 E</p><p>179 A 231 A</p><p>180 B 232 D</p><p>233 E 257 E</p><p>234 C 258 D</p><p>235 B 259 B</p><p>236 C 260 B</p><p>237 E 261 E</p><p>238 B 262 A</p><p>239 A 263 B</p><p>240 D 264 C</p><p>241 C 265 C</p><p>242 B 266 A</p><p>243 A 267 C</p><p>244 E 268 E</p><p>245 C 269 B</p><p>246 D 270 B</p><p>247 E 271 D</p><p>248 A 272 D</p><p>249 A 273 C</p><p>250 C 274 B</p><p>251 C 275 C</p><p>252 D 276 C</p><p>253 D 277 B</p><p>254 E 278 E</p><p>255 B 279 A</p><p>256 A 280 B</p><p>ANOTAÇÕES</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>51</p><p>DIREITO PENAL</p><p>1. (VUNESP – 2018) Teodoro, 30 anos de idade, brasileiro,</p><p>casado e sem antecedentes, falsificou 10 cédulas de R$</p><p>10,00 (dez reais) com o intuito de introduzi las em circula-</p><p>ção, na conduta de pagar uma conta de TV a cabo atrasada.</p><p>A caminho da casa lotérica, no entanto, foi abordado por</p><p>policiais e, assustado, entregou as cédulas e confessou a</p><p>falsificação. Considerando-se a situação hipotética, é corre-</p><p>to afirmar que</p><p>a) Teodoro praticou o crime de moeda falsa na modalidade</p><p>tentada, pois não conseguiu consumar seu intento que era</p><p>o de colocar as cédulas em circulação.</p><p>b) tendo em vista o ínfimo valor das cédulas falsificadas, trata-</p><p>-se de fato atípico.</p><p>c) Teodoro praticou o crime de moeda falsa na modalidade</p><p>consumada e, se condenado, poderá receber uma pena de</p><p>reclusão de 3 (três) a 12 (doze.) anos, mais a imposição de</p><p>multa.</p><p>d) apesar de ter falsificado as cédulas, tendo em vista que as</p><p>entregou à autoridade policial antes de introduzi- las na</p><p>circulação, Teodoro poderá ter reconhecida em seu favor</p><p>a figura privilegiada prevista no § 2º do art. 289 do Código</p><p>Penal, que trata de figura privilegiada.</p><p>e) por ter falsificado as cédulas visando pagar uma conta atra-</p><p>sada, Teodoro poderá alegar estado de necessidade e ter</p><p>reconhecida a excludente de ilicitude.</p><p>2. (VUNESP – 2014) Aquele que recebe de boa-fé, como verda-</p><p>deira, moeda falsa ou alterada mas, mesmo depois de desco-</p><p>brir a falsidade a restitui à circulação,</p><p>a) comete crime punível com detenção de seis meses a dois</p><p>anos, e multa.</p><p>b) não merece ser punido pois, afinal de contas, agiu de boa-fé</p><p>ao receber a moeda falsa.</p><p>c) comete crime punível apenas com multa.</p><p>d) comete crime punível com reclusão de</p><p>três a doze anos, e</p><p>multa.</p><p>e) só será penalmente responsabilizado se praticar a conduta</p><p>na qualidade de funcionário público.</p><p>3. (VUNESP – 2019) Tirso de Arruda é servidor público e nas</p><p>horas de folga auxilia seu irmão, Tássio, em uma pequena</p><p>gráfica, sem qualquer remuneração. Aproveitando-se dos</p><p>materiais ali existentes, imprimiu dez passes de transpor-</p><p>te público municipal, para usar nos deslocamentos de casa</p><p>para o trabalho e vice-versa. Ao agir dessa forma, Tirso</p><p>cometeu o crime</p><p>a) de falsificação de papéis públicos.</p><p>b) de falsificação de selo ou sinal público.</p><p>c) de falsificação de documento público.</p><p>d) assimilado ao de moeda falsa.</p><p>e) de emissão de título ao portador sem permissão legal.</p><p>4. (VUNESP – 2011) Nos termos do quanto determina o art.</p><p>293 do Código Penal, aquele que recebe de boa-fé selo des-</p><p>tinado a controle tributário, descobre que se trata de papel</p><p>falso e o restitui à circulação</p><p>I comete crime de falsidade ideológica;</p><p>II recebe a mesma pena daquele que falsificou o selo;</p><p>III comete crime contra a fé pública.</p><p>Completa adequadamente a proposição o que se afirma em</p><p>a) I, apenas.</p><p>b) II, apenas.</p><p>c) III, apenas.</p><p>d) II e III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>5. (VUNESP – 2017) O crime denominado “petrechos de falsi-</p><p>ficação” (CP, art. 294) tem a pena aumentada, de acordo com</p><p>o art. 295 do CP, se</p><p>a) cometido em detrimento de órgão público ou da adminis-</p><p>tração indireta.</p><p>b) o agente for funcionário público e cometer o crime prevale-</p><p>cendo-se do cargo.</p><p>c) causar expressivo prejuízo à fé pública.</p><p>d) a vítima for menor de idade, idosa ou incapaz.</p><p>e) praticado com intuito de lucro.</p><p>6. (VUNESP – 2012) O crime de “petrechos de falsificação” (CP,</p><p>art. 294), por expressa disposição do art. 295 do CP, tem a</p><p>pena aumentada de sexta parte se o agente</p><p>a) é funcionário público.</p><p>b) é funcionário público, e comete o crime, prevalecendo- se</p><p>do cargo.</p><p>c) tem intuito de lucro.</p><p>d) confecciona documento falso hábil a enganar o homem</p><p>médio.</p><p>e) causa, com sua ação, prejuízo ao erário público.</p><p>7. (VUNESP – 2018) Assinale a alternativa correta quanto aos</p><p>crimes contra a fé pública.</p><p>a) Há concurso material de crimes quando o falsificador pos-</p><p>teriormente usa o documento falsificado que se esgota nes-</p><p>sa conduta.</p><p>b) O crime de falsidade material se consubstancia na altera-</p><p>ção do conteúdo de documento, ainda que parcial, omitin-</p><p>do declaração que dele devia constar, ou nele inserindo ou</p><p>fazendo inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser</p><p>escrita.</p><p>c) Para efeitos penais, equiparam-se a documento público o</p><p>emanado de entidade paraestatal, o título ao portador ou</p><p>transmissível por endosso, as ações de sociedade comer-</p><p>cial, os livros mercantis e o testamento particular.</p><p>52</p><p>d) Atribuir-se falsa identidade perante a autoridade policial</p><p>em autodefesa, uma vez que procurado pela justiça, não</p><p>constitui crime, aplicando se o princípio da dignidade da</p><p>pessoa humana.</p><p>8. (VUNESP – 2018) Sobre os delitos de falsidade documental,</p><p>é correto afirmar que</p><p>a) o cartão de crédito, embora possua natureza de documento</p><p>particular, é equiparado, para tipificação penal, a documen-</p><p>to público.</p><p>b) o crime de Uso de Documento Falso admite a modalidade</p><p>culposa.</p><p>c) para os efeitos penais, equipara-se a documento público o</p><p>testamento particular.</p><p>d) o crime de Falsidade de Atestado Médico pode ser praticado</p><p>por qualquer pessoa, ainda que sem o concurso necessário</p><p>de um médico.</p><p>e) para os efeitos penais, as ações de sociedade comercial são</p><p>consideradas documentos particulares.</p><p>9. (VUNESP – 2012) O crime de falsificação de documento</p><p>público, do art. 297 do CP,</p><p>I configura-se apenas se a falsificação é total, ou seja, a mera</p><p>alteração de documento público verdadeiro não constitui</p><p>crime;</p><p>II também se configura se o documento trata-se de testa-</p><p>mento particular;</p><p>III também se configura se o documento trata-se de livro</p><p>mercantil.</p><p>É correto, apenas, o que se afirma em</p><p>a) III.</p><p>b) II e III.</p><p>c) II.</p><p>d) I e II.</p><p>e) I.</p><p>10. (VUNESP – 2014) Aquele que confecciona um cartão de</p><p>crédito falso comete o crime de ____________, na modalidade</p><p>equiparada.</p><p>Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do</p><p>texto.</p><p>a) Falsificação de documento público</p><p>b) Falsidade ideológica</p><p>c) Moeda falsa</p><p>d) Uso de documento falso</p><p>e) Falsificação de documento particular</p><p>11. (VUNESP – 2015) O crime de falsidade ideológica (CP, art.</p><p>299) tem pena aumentada de sexta parte se</p><p>a) cometido por motivo egoístico.</p><p>b) a vítima sofre vultoso prejuízo.</p><p>c) o agente aufere lucro.</p><p>d) o agente é funcionário público e comete o crime prevale-</p><p>cendo-se do cargo.</p><p>e) cometido com o fim de produzir prova em processo penal.</p><p>12. (VUNESP – 2014) Aquele que omite em documento público</p><p>declaração que dele devia constar, com o fim de alterar a</p><p>verdade sobre fato juridicamente relevante, pratica o crime</p><p>previsto no Código Penal, denominado</p><p>a) Falsidade Material.</p><p>b) Falsificação de Papéis Públicos.</p><p>c) Adulteração de Selo.</p><p>d) Petrechos de Falsificação.</p><p>e) Falsidade Ideológica.</p><p>13. (VUNESP – 2014) A consumação do crime de Falso Reco-</p><p>nhecimento de Firma ou Letra se dá quando</p><p>a) o reconhecimento é realizado.</p><p>b) o respectivo documento é entregue a quem possa fazer dele</p><p>o mau uso.</p><p>c) o respectivo documento é utilizado por qualquer pessoa.</p><p>d) o pagamento do ato de reconhecimento é realizado.</p><p>14. (VUNESP – 2014) Sobre o crime de Falso Reconhecimento</p><p>de Firma ou Letra, previsto no Código Penal, é correto afir-</p><p>mar que</p><p>a) a conduta típica consiste em reconhecer, como verdadeira,</p><p>no exercício de função pública, firma ou letra que o não seja.</p><p>b) a conduta típica consiste em atestar ou certificar falsamen-</p><p>te, em razão de função pública, fato ou circunstância que</p><p>habilite alguém a obter cargo público.</p><p>c) a lei apenas tipifica a conduta quando o reconhecimento</p><p>falso é de assinatura aposta em documento original público.</p><p>d) a lei admite a punição da conduta, na forma culposa.</p><p>e) a lei não admite a punição da conduta praticada por funcio-</p><p>nário público.</p><p>15. (VUNESP – 2011) Qual o tipo penal consistente na práti-</p><p>ca de reconhecer, como verdadeira, no exercício de função</p><p>pública, firma ou letra que não o seja?</p><p>a) Falso reconhecimento de firma ou letra.</p><p>b) Falsidade ideológica.</p><p>c) Petrechos de falsificação.</p><p>d) Falsidade documental.</p><p>16. (VUNESP – 2012) O ato de atestar ou certificar falsamen-</p><p>te fato ou circunstância que habilite alguém a obter cargo</p><p>público, isenção de ônus ou de serviço de caráter público, ou</p><p>qualquer outra vantagem,</p><p>a) é considerado crime somente se praticado por delegados</p><p>do serviço notarial e de registro.</p><p>b) só pode ser considerado crime se praticado em razão de</p><p>função pública.</p><p>c) é considerado crime somente se praticado por delegados</p><p>do serviço notarial de registro e seus subordinados.</p><p>d) somente pode ser considerado crime se praticado em razão</p><p>de função pública e se provada a ocorrência de prejuízo.</p><p>17. (VUNESP – 2013) O médico que, no exercício da profissão,</p><p>dá atestado falso</p><p>a) comete crime punível com detenção e, se o crime é cometi-</p><p>do com o fim de lucro, aplica-se também multa.</p><p>b) não comete crime, mas ficará sujeito às penalidades do</p><p>Conselho Regional de Medicina.</p><p>c) responde criminalmente apenas se ficar comprovado que</p><p>recebeu algum pagamento para praticar o ato.</p><p>d) comete o crime de falsidade ideológica, sujeitando-se à</p><p>pena de detenção.</p><p>e) comete o crime de falsidade ideológica e ficará sujeito à</p><p>pena de reclusão.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>53</p><p>18. (VUNESP – 2018) A respeito dos crimes previstos nos arti-</p><p>gos 293 a 305 do Código Penal, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O crime de falsificação de documento público (art. 297 do</p><p>CP) é próprio de funcionário público.</p><p>b) No crime de falsidade de atestado médico (art. 302 do CP),</p><p>independentemente da finalidade de lucro do agente, além</p><p>da pena privativa de liberdade, aplica-se multa.</p><p>c) A falsificação de livros mercantis</p><p>caracteriza o crime de fal-</p><p>sificação de documento particular (art. 298 do CP).</p><p>d) O crime de falsidade ideológica (art. 299 do CP), em docu-</p><p>mento público, é próprio de funcionário público.</p><p>e) O crime de supressão de documento (art. 305 do CP), para</p><p>se caracterizar, exige que o documento seja verdadeiro.</p><p>19. (VUNESP – 2014) “Atribuir-se ou atribuir a terceiro fal-</p><p>sa identidade para obter vantagem, em proveito próprio</p><p>ou alheio, ou para causar dano a outrem”. A conduta</p><p>ora descrita, expressamente prevista no Código Penal, é</p><p>denominada</p><p>a) Uso de Documento Falso.</p><p>b) Falsificação de Documento Particular.</p><p>c) Supressão de Documento.</p><p>d) Falsa Identidade.</p><p>e) Falsificação de Documento Público.</p><p>20. (VUNESP – 2018) No tocante às infrações previstas nos</p><p>artigos 307, 308 e 311-A, do Código Penal, assinale a alterna-</p><p>tiva correta.</p><p>a) O crime de fraude em certames de interesse público é pró-</p><p>prio de funcionário público.</p><p>b) A conduta de ceder o documento de identidade a terceiro,</p><p>para que dele se utilize, é penalmente atípica, sendo crime</p><p>apenas o uso, como próprio, de documento alheio.</p><p>c) O crime de fraude em certames de interesse público confi-</p><p>gura-se pela divulgação de conteúdo de certame, ainda que</p><p>não sigiloso.</p><p>d) O crime de fraude em certames de interesse público prevê</p><p>a figura qualificada, se dele resulta dano à administração</p><p>pública.</p><p>e) A conduta de atribuir a terceiro falsa identidade é penal-</p><p>mente atípica, sendo crime apenas atribuir a si próprio</p><p>identidade falsa.</p><p>21. (VUNESP – 2014) A conduta que consiste em divulgar, inde-</p><p>vidamente, com o fim de beneficiar a outrem, conteúdo sigi-</p><p>loso de processo seletivo para ingresso no ensino superior</p><p>a) é tipificada como crime, apenada com detenção.</p><p>b) só encontra tipificação na lei penal quando se tratar de ins-</p><p>tituição pública de ensino.</p><p>c) é enquadrada como infração penal, sujeita à pena de prisão</p><p>simples.</p><p>d) é tipificada como crime, apenada com reclusão.</p><p>e) não encontra tipificação na lei penal.</p><p>22. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa correta em relação</p><p>a funcionário público de acordo com o Código Penal.</p><p>a) Considera-se funcionário público quem, embora transito-</p><p>riamente, exerce cargo, emprego ou função pública.</p><p>b) Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo,</p><p>emprego ou função em entidade paraestatal, e quem tra-</p><p>balha para empresa prestadora de serviço contratada ou</p><p>conveniada para a execução de atividade típica da Adminis-</p><p>tração Privada.</p><p>c) Considera-se funcionário público, para efeitos penais,</p><p>quem, embora transitoriamente e sempre com remunera-</p><p>ção, exerce cargo, emprego ou função pública.</p><p>d) Consideram-se funcionários públicos: vereadores, peritos</p><p>judiciais, serventuários da justiça, defensor dativo e o audi-</p><p>tor da Receita Federal.</p><p>e) A pena será aumentada pela metade se o agente for ocu-</p><p>pante de cargo em comissão ou função de direção ou asses-</p><p>soramento de órgão da administração direta, sociedade de</p><p>economia mista, empresa pública ou fundação instituída</p><p>pelo poder público.</p><p>23. (VUNESP – 2014) É considerado funcionário público, para</p><p>os efeitos penais, dentre outras qualidades,</p><p>a) apenas aquele que exerce cargo, emprego ou função públi-</p><p>ca remunerada.</p><p>b) apenas aquele que exerce cargo, emprego ou função em</p><p>entidade paraestatal, de natureza pública ou privada.</p><p>c) aquele que, embora transitoriamente ou sem remunera-</p><p>ção, exerce cargo, emprego ou função pública.</p><p>d) quem trabalha para empresa prestadora de serviço contra-</p><p>tada ou conveniada, para a execução de qualquer atividade</p><p>na Administração Pública.</p><p>e) apenas aquele que exerce cargo, emprego ou função públi-</p><p>ca de caráter definitivo, ainda que sem remuneração.</p><p>24. (VUNESP – 2010) Os artigos 312 a 326 do Código Penal</p><p>tipificam os Crimes Praticados por Funcionários Públicos</p><p>contra a Administração em Geral. Considera-se funcionário</p><p>público, ou a ele é equiparado, quem</p><p>I exerce cargo ou emprego em entidade paraestatal;</p><p>II embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce car-</p><p>go, emprego ou função pública;</p><p>III trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou</p><p>conveniada para a execução de atividade típica da Adminis-</p><p>tração Pública.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>a) I, apenas.</p><p>b) II, apenas.</p><p>c) I e III, apenas.</p><p>d) II e III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>25. (VUNESP – 2017) Funcionário público municipal, impru-</p><p>dentemente, deixa a porta da repartição aberta ao final do</p><p>expediente. Assim agindo, mesmo sem intenção, concorre</p><p>para que outro funcionário público, que trabalha no mesmo</p><p>local, subtraia os computadores que guarneciam o órgão</p><p>público. O Município sofre considerável prejuízo. A conduta</p><p>do funcionário que deixou a porta aberta traduz-se em</p><p>a) fato atípico.</p><p>b) prevaricação.</p><p>c) peculato-subtração.</p><p>d) mero ilícito funcional, sem repercussão na esfera penal.</p><p>e) peculato culposo.</p><p>26. (VUNESP – 2015) O peculato culposo</p><p>a) é fato atípico, pois não está expressamente previsto no CP.</p><p>b) tem a ilicitude excluída se o agente repara o dano a qual-</p><p>quer tempo.</p><p>c) tem a punibilidade extinta se o agente repara o dano antes</p><p>da sentença irrecorrível.</p><p>54</p><p>d) é punido com detenção, de dois a doze anos, e multa.</p><p>e) é punido com a mesma pena do peculato doloso.</p><p>27. (VUNESP – 2015) Profissional nomeado pela assistência</p><p>judiciária para atuar como defensor dativo ingressa com</p><p>ação contra o INSS, em favor da parte para a qual foi cons-</p><p>tituído, e posteriormente faz o levantamento do valor devi-</p><p>do. Contudo, não repassou o dinheiro à parte, cometendo o</p><p>delito de</p><p>a) apropriação indébita, uma vez que tinha a posse ou deten-</p><p>ção do numerário.</p><p>b) prevaricação, considerando que retardou ou deixou de pra-</p><p>ticar, indevidamente, ato de ofício.</p><p>c) furto mediante fraude, pois abusou da confiança da vítima.</p><p>d) peculato, tendo em vista apropriar-se de dinheiro ou valor</p><p>de que tem a posse em razão do cargo..</p><p>28. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa correta, a respeito</p><p>do crime de Peculato, previsto no Código Penal.</p><p>a) A reparação do dano, se precede à sentença irrecorrível,</p><p>reduz pela metade a pena imposta.</p><p>b) Não pratica Peculato, mas sim Furto, o funcionário público</p><p>que, embora não tendo a posse do bem o subtrai, em provei-</p><p>to próprio ou alheio, valendo-se de facilidade que lhe pro-</p><p>porciona a qualidade de funcionário.</p><p>c) O crime de Peculato pode ser praticado por particulares,</p><p>ainda que sem o concurso de qualquer funcionário público.</p><p>d) A lei não admite a forma culposa.</p><p>e) Pratica Peculato o funcionário público que se apropria de</p><p>qualquer bem móvel particular de que tem a posse em</p><p>razão do cargo.</p><p>29. (VUNESP – 2013) Em relação ao crime de peculato, é cor-</p><p>reto afirmar:</p><p>a) a modalidade culposa é admitida por expressa previsão</p><p>legal.</p><p>b) a reparação do dano, no peculato culposo, se feita após a</p><p>sentença irrecorrível, extingue a punibilidade.</p><p>c) a reparação do dano, no peculato culposo, se feita antes da</p><p>sentença irrecorrível, reduz a pena.</p><p>d) em recente alteração, as penas foram elevadas para reclu-</p><p>são de quatro a doze anos e multa.</p><p>e) trata-se de um delito que pode ser praticado por qualquer</p><p>pessoa.</p><p>30. (VUNESP – 2012) Funcionário público que tem crédito a ser</p><p>exigido da Administração Pública e resolve apropriar-se do</p><p>dinheiro público com o fim de compensação extrajudicial:</p><p>a) comete crime de peculato.</p><p>b) não comete crime algum, em face da possibilidade de com-</p><p>pensação administrativa de créditos e débitos, devendo,</p><p>porém, prestar contas ao órgão devedor, obtendo autoriza-</p><p>ção para a transação.</p><p>c) comete crime de exercício arbitrário das próprias razões.</p><p>d) comete crime de apropriação indébita.</p><p>31. (VUNESP – 2011) O artigo 312 do Código Penal, crime de</p><p>peculato, pode ser imputado</p><p>a) ao particular em coautoria, desde que tenha conhecimento</p><p>da qualidade de funcionário público do autor.</p><p>b) ao funcionário público desvinculado da função.</p><p>c) somente ao funcionário público independentemente do</p><p>exercício de sua função.</p><p>d) somente</p><p>ao particular.</p><p>32. (VUNESP – 2010) Imagine que, por erro, um cidadão entrega</p><p>a um funcionário público determinada quantia em dinheiro. O</p><p>funcionário, ciente de tal circunstância, não devolve o dinheiro</p><p>ao cidadão, não informa o ocorrido aos seus superiores e, final-</p><p>mente, apropria-se do dinheiro.</p><p>Diante disso, é correto afirmar que o funcionário</p><p>a) não comete crime, mas apenas uma infração funcional.</p><p>b) comete crime de peculato mediante erro de outrem.</p><p>c) comete crime de corrupção passiva.</p><p>d) comete crime de excesso de exação.</p><p>e) comete crime de prevaricação.</p><p>33. (VUNESP – 2012) Funcionário público que exclui indevi-</p><p>damente dados corretos dos bancos de dados da Admi-</p><p>nistração Pública com o fim de causar dano poderá ser</p><p>responsabilizado pelo crime de</p><p>a) Inserção de dados falsos em sistema de informações.</p><p>b) Modificação ou alteração não autorizada de sistema de</p><p>informações.</p><p>c) Violação de sigilo funcional.</p><p>d) Tergiversação.</p><p>e) Excesso de exação.</p><p>34. (VUNESP – 2014) A conduta do Notário de desviar, em pro-</p><p>veito próprio, importância sabidamente indevida, que exigiu</p><p>e recebeu a título de tributo, configura</p><p>a) Excesso de exação.</p><p>b) Peculato doloso.</p><p>c) Peculato culposo.</p><p>d) Apropriação indébita.</p><p>35. (VUNESP – 2014) “Exigir, para si ou para outrem, dire-</p><p>ta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de</p><p>assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida”. O texto</p><p>ora transcrito refere-se ao crime previsto no Código Penal</p><p>denominado</p><p>a) Condescendência Criminosa.</p><p>b) Concussão.</p><p>c) Corrupção Ativa.</p><p>d) Corrupção Passiva.</p><p>e) Prevaricação.</p><p>36. (VUNESP – 2014) Concussão: ____________, para si ou para</p><p>outrem, _______________, ainda que fora da função ou antes</p><p>de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida.</p><p>Assinale a alternativa que completa as lacunas adequada e</p><p>respectivamente.</p><p>a) receber ... diretamente</p><p>b) receber ... direta ou indiretamente</p><p>c) solicitar ... diretamente</p><p>d) solicitar ... direta ou indiretamente</p><p>e) exigir ... direta ou indiretamente</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>55</p><p>37. (VUNESP – 2012) A conduta do funcionário público que,</p><p>antes de assumir a função, mas em razão dela, exige para</p><p>outrem, indiretamente, vantagem indevida</p><p>a) configura crime de corrupção passiva.</p><p>b) não configura crime algum, pois o fato ocorre antes de</p><p>assumir a função.</p><p>c) configura crime de corrupção ativa.</p><p>d) configura crime de concussão.</p><p>e) não configura crime algum, pois a exigência é indireta e</p><p>para outrem.</p><p>38. (VUNESP – 2011) Antônio, funcionário público, exige de</p><p>Pedro, para si, em razão da função, vantagem indevida, con-</p><p>sistente em certa quantia em dinheiro. Pedro concorda com</p><p>a exigência e combina com Antônio um local para a entrega</p><p>do dinheiro, mas Antônio é preso por policiais, previamente</p><p>avisados do ocorrido, no momento em que ia recebê-lo.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>a) Antônio cometeu crime de extorsão consumado.</p><p>b) Antônio cometeu crime de concussão consumado.</p><p>c) Antônio cometeu crime de extorsão tentado.</p><p>d) Antônio cometeu crime de concussão tentado.</p><p>e) Trata-se de crime impossível, em razão de</p><p>flagrante preparado.</p><p>39. (VUNESP – 2011) O crime de concussão, art. 316 do Código</p><p>Penal, é</p><p>a) crime formal.</p><p>b) crime material.</p><p>c) crime habitual.</p><p>d) crime de conduta especial.</p><p>40. (VUNESP – 2014) Com relação aos crimes contra a Admi-</p><p>nistração Pública, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Pratica concussão o funcionário público que se apropria de</p><p>dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou</p><p>particular, de que tem a posse em razão do cargo.</p><p>b) Configura-se excesso de exação a exigência de verbas pelo</p><p>funcionário público que sabe ou deveria saber indevidas.</p><p>c) Pratica corrupção passiva o funcionário público que solicita</p><p>ou recebe vantagem indevida, para si ou para outrem, ain-</p><p>da que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão</p><p>dela.</p><p>d) No peculato culposo, a reparação do dano, em qualquer</p><p>momento do processo e até a sentença recorrível, reduz em</p><p>um terço a pena imposta.</p><p>e) Pratica concussão o funcionário público que exigir, para si</p><p>ou para outrem, vantagem devida, ainda que fora da função</p><p>ou antes de assumi-la.</p><p>41. (VUNESP – 2014) “Solicitar ou receber, para si ou para</p><p>outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função</p><p>ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem inde-</p><p>vida, ou aceitar promessa de tal vantagem”. O tipo legal ora</p><p>transcrito refere-se à descrição do delito de</p><p>a) Peculato.</p><p>b) Corrupção ativa.</p><p>c) Prevaricação.</p><p>d) Corrupção passiva.</p><p>e) Concussão.</p><p>42. (VUNESP – 2012) Considere o trecho.</p><p>Receber vantagem indevida diretamente para si em razão</p><p>de função pública caracteriza o crime de , punido com</p><p>pena _________________.</p><p>Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente,</p><p>as lacunas do texto.</p><p>a) Corrupção passiva ... privativa de liberdade, apenas</p><p>b) Concussão ... privativa de liberdade, apenas</p><p>c) Corrupção passiva ... privativa de liberdade e pecuniária</p><p>d) Concussão ... privativa de liberdade e pecuniária</p><p>e) Excesso de exação ... privativa de liberdade e pecuniária</p><p>43. (VUNESP – 2014) Funcionário que deixa seus afazeres na</p><p>repartição acumularem, pois se dedica a questões pessoais</p><p>não urgentes durante o expediente de trabalho, sem autori-</p><p>zação de seu superior, comete o crime de</p><p>a) enriquecimento ilícito.</p><p>b) peculato apropriação.</p><p>c) peculato culposo.</p><p>d) prevaricação.</p><p>e) peculato.</p><p>44. (VUNESP – 2013) Agamenon, funcionário público, teve</p><p>desavenças pessoais no trabalho contra Pitágoras. Com</p><p>o desejo de vingar-se do seu desafeto, Agamenon retarda</p><p>indevidamente um ato de ofício que devia praticar, com o</p><p>claro objetivo de prejudicar Pitágoras. Conforme o que dis-</p><p>põe o Código Penal, essa conduta de Agamenon caracteriza</p><p>o crime de</p><p>a) corrupção passiva.</p><p>b) descaminho.</p><p>c) concussão.</p><p>d) violência arbitrária.</p><p>e) prevaricação.</p><p>45. (VUNESP – 2019) O servidor público que, por indulgência,</p><p>deixar de responsabilizar o subordinado que cometeu infra-</p><p>ção no exercício do cargo, cometerá o crime de</p><p>a) emprego irregular de verbas públicas.</p><p>b) condescendência criminosa.</p><p>c) excesso de exação.</p><p>d) prevaricação.</p><p>c) peculato mediante erro de outrem.</p><p>46. (VUNESP – 2015) O funcionário público que tem conhe-</p><p>cimento de infração cometida no exercício do cargo por</p><p>subordinado e que, por indulgência, não promove sua res-</p><p>ponsabilização e também não comunica o fato ao superior</p><p>competente para tanto pratica</p><p>a) corrupção ativa (CP, art. 333).</p><p>b) corrupção passiva (CP, art. 317).</p><p>c) fato atípico, pois não está descrito expressamente como</p><p>crime no CP.</p><p>d) condescendência criminosa (CP, art. 320).</p><p>e) prevaricação (CP, art. 319).</p><p>56</p><p>47. (VUNESP – 2018) “Patrocinar, direta ou indiretamente,</p><p>interesse privado perante a administração pública, valen-</p><p>do-se da qualidade de funcionário”. O tipo transcrito confi-</p><p>gura a infração penal comum denominada</p><p>a) Advocacia Administrativa.</p><p>b) Patrocínio Indébito.</p><p>c) Tergiversação.</p><p>d) Exploração de Prestígio.</p><p>e) Patrocínio Infiel.</p><p>48. (VUNESP – 2010) Configura-se o crime de advocacia</p><p>administrativa (CP, art. 321) quando o funcionário público,</p><p>valendo-se dessa qualidade, patrocina interesse privado</p><p>perante a administração pública.</p><p>Considerando tal crime, analise os itens seguintes:</p><p>I a pena cominada é menor se o interesse patrocinado for</p><p>ilegítimo;</p><p>II o crime acontecerá ainda que o patrocínio se dê de modo</p><p>indireto;</p><p>III se o interesse patrocinado é ilegítimo, as penas de detenção</p><p>e multa aplicam-se alternativamente, ou seja, aplica-se a</p><p>de detenção ou a de multa.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>a) II, apenas.</p><p>b) III, apenas.</p><p>c) I e II, apenas.</p><p>d) II e III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>49. (VUNESP – 2018) A respeito dos crimes praticados por</p><p>funcionários públicos contra a administração pública, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) Tício, funcionário público, ao se apropriar do dinheiro arre-</p><p>cadado pelos funcionários da repartição para comprar</p><p>o</p><p>bolo de comemoração dos aniversariantes do mês, em tese,</p><p>pratica o crime de peculato (art. 312 do CP).</p><p>b) Mévia, funcionária pública, não sendo advogada, não pode</p><p>incorrer no crime de advocacia administrativa (art. 321 do</p><p>CP), já que referido tipo penal exige a qualidade de advoga-</p><p>do do sujeito ativo.</p><p>c) Tícia, funcionária pública, ao exigir, em razão de sua função,</p><p>que determinada empresa contrate o filho, em tese, incorre</p><p>no crime de corrupção passiva (art. 317 do CP).</p><p>d) Caio, funcionário público, ao empregar verba própria da</p><p>educação, destinada por lei, na saúde, em tese, incorre no</p><p>crime de emprego irregular de verba pública (art. 315 do CP).</p><p>e) Mévio, funcionário público, em razão de sua função, ao</p><p>aceitar promessa de recebimento de passagens aéreas,</p><p>para férias da família, não incorre no crime de corrupção</p><p>passiva (art. 317 do CP), já que referido tipo penal exige o</p><p>efetivo recebimento de vantagem indevida.</p><p>50. (VUNESP – 2017) Certos crimes têm suas penas estabe-</p><p>lecidas em patamares superiores quando presentes cir-</p><p>cunstâncias que aumentam o desvalor da conduta. São os</p><p>denominados "tipos qualificados"</p><p>Assinale a alternativa que indica o crime que tem como quali-</p><p>ficadoras “resultar prejuízo público” e “ocorrer em lugar com-</p><p>preendido na faixa de fronteira”.</p><p>a) Abandono de função.</p><p>b) Exercício arbitrário das próprias razões.</p><p>c) Corrupção passiva.</p><p>d) Violência arbitrária.</p><p>e) Abuso de poder.</p><p>51. (VUNESP – 2010) O crime de abandono de função, figura</p><p>típica do art. 323 do Código Penal, torna-se qualificado – e</p><p>consequentemente tem penas mais elevadas – se</p><p>I do fato resulta prejuízo público;</p><p>II o fato ocorre em lugar compreendido na faixa de fronteira;</p><p>III o agente realiza a conduta de forma premeditada.</p><p>Está correto o contido em</p><p>a) I, apenas.</p><p>b) II, apenas.</p><p>c) I e II, apenas.</p><p>d) II e III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>52. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa correta.</p><p>a) O Oficial de Registro e o Tabelião não podem ser sujeitos do</p><p>crime de desacato.</p><p>b) O Oficial Registrador e o Tabelião podem ser sujeitos passi-</p><p>vos secundários do crime de desacato.</p><p>c) O Oficial de Registro e o Tabelião não podem ser sujeitos</p><p>passivos do crime de desacato.</p><p>d) O Oficial de Registro Civil e Tabelião podem ser sujeitos pas-</p><p>sivos primários do crime de desacato.</p><p>53. (VUNESP – 2012) A pena prevista pelo Código Penal para o</p><p>crime de “resistência” (CP, art. 329), por expressa disposição</p><p>legal, é</p><p>a) de reclusão e de multa.</p><p>b) de reclusão, de seis meses a um ano.</p><p>c) maior, se o funcionário público, em razão da violência, fica</p><p>afastado do cargo.</p><p>d) maior se o ato, em razão da resistência, não se executa.</p><p>e) diminuída de um a dois terços se a resistência não é prati-</p><p>cada com violência.</p><p>54. (VUNESP – 2018) A respeito dos crimes contra a adminis-</p><p>tração da justiça (arts. 339 a 347 do CP), assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) O crime de exercício arbitrário das próprias razões procede-</p><p>-se mediante queixa, ainda que haja emprego de violência.</p><p>b) A autoacusação para acobertar ascendente ou descendente</p><p>é atípica.</p><p>c) Dar causa a inquérito civil contra alguém, imputando-lhe</p><p>falsamente a prática de crime, em tese, caracteriza o crime</p><p>de denunciação caluniosa.</p><p>d) Provocar a ação de autoridade, comunicando a ocorrência</p><p>de crime que sabe não ter se verificado, em tese, caracteriza</p><p>o crime de denunciação caluniosa.</p><p>e) O crime de falso testemunho exige, para configuração, que</p><p>o agente receba vantagem econômica ou outra de qualquer</p><p>natureza.</p><p>55. (VUNESP – 2017) Imagine que um perito nomeado pelo</p><p>juiz, em processo judicial, mediante suborno, produza um</p><p>laudo falso para favorecer uma determinada parte, prati-</p><p>cando a conduta que configura crime do art. 342 do CP (falsa</p><p>perícia). Ocorre que, arrependido e antes de proferida a sen-</p><p>tença no mesmo processo, o perito retrata-se, corrigindo a</p><p>falsidade. De acordo com o texto literal do art. 342, § 2º do CP,</p><p>como consequência jurídica da retratação,</p><p>a) o fato deixa de ser punível.</p><p>b) o perito fica isento de pena criminal, mas deverá indenizar</p><p>o prejudicado pela falsidade que cometeu.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>57</p><p>c) o perito, se condenado pelo crime de falsa perícia, terá a</p><p>pena reduzida de 1/3 (um terço) a 2/3 (dois terços).</p><p>d) o perito fica impedido, por 5 (cinco) anos, de prestar tal</p><p>serviço.</p><p>e) o perito fica isento de pena criminal, mas deverá devolver</p><p>os honorários recebidos em dobro.</p><p>56. (VUNESP – 2015) Com intuito de proteger seu filho, João</p><p>comparece perante a autoridade policial e, falsamente, diz ter</p><p>praticado o crime que em verdade fora praticado por seu filho.</p><p>João</p><p>a) comete falsa comunicação de crime.</p><p>b) comete falso testemunho, mas não será punido por expressa</p><p>disposição legal.</p><p>c) comete falso testemunho.</p><p>d) não comete crime algum, pois não está descrito expressa-</p><p>mente como crime no CP.</p><p>e) comete autoacusação falsa.</p><p>57. (VUNESP – 2015) Marcos, advogado, solicita certa quantia</p><p>em dinheiro a Pedro, seu cliente, pois esclarece que median-</p><p>te o pagamento dessa quantia em dinheiro pode “acelerar”</p><p>o andamento de um processo. Informa que seria amigo do</p><p>escrevente do cartório judicial – o qual também seria remu-</p><p>nerado pela celeridade, segundo Marcos. Pedro, inicialmen-</p><p>te, tem intenção de aceitar a oferta, mas verifica que Marcos</p><p>mentiu, pois não é amigo do funcionário público. Pedro nega-</p><p>-se a entregar a Marcos qualquer quantia e não aceita a oferta.</p><p>É correto afirmar que Marcos</p><p>a) praticou corrupção passiva (CP, art. 317) e Pedro não cometeu</p><p>crime algum.</p><p>b) praticou exploração de prestígio (CP, art. 357) e Pedro não</p><p>cometeu crime algum.</p><p>c) praticou corrupção passiva (CP, art. 317) e Pedro corrupção</p><p>ativa (CP, art. 333).</p><p>d) e Pedro praticaram corrupção passiva (CP, art. 317).</p><p>e) e Pedro não praticaram crime algum, pois os fatos não</p><p>evoluíram.</p><p>58. (VUNESP – 2014) Assinale a alternativa que contém apenas</p><p>crimes contra a administração da justiça.</p><p>a) Falsificação de papéis públicos, prevaricação e condescen-</p><p>dência criminosa.</p><p>b) Coação no curso do processo, comunicação falsa de crime e</p><p>falsa perícia.</p><p>c) A d v o c a c i a a d m i n i s t r a t i v a , v i o l ê n c i a a r b i t r á r i a</p><p>e d e s o b e d i ê n c i a .</p><p>d) Falsificação de papéis públicos, falsificação de selo e falsifi-</p><p>cação de sinal público.</p><p>e) Advocacia administrativa, advocacia profissional no terceiro</p><p>setor e posse antecipada de cargo público.</p><p>59. (VUNESP – 2013) Faristeu da Silva fez afirmação falsa como</p><p>perito em processo judicial, praticando o crime de falsa perí-</p><p>cia previsto no artigo 342 do Código Penal. Para que não seja</p><p>punido, Faristeu</p><p>a) terá que pagar uma multa de cem salários mínimos.</p><p>b) poderá retratar-se antes da sentença no processo em que</p><p>ocorreu o ilícito.</p><p>c) deve recorrer da sentença que o condenou se esta já tiver</p><p>transitado em julgado.</p><p>d) pode pedir o perdão judicial a qualquer tempo no mesmo</p><p>processo judicial.</p><p>e) pode fazer um acordo de delação premiada com o Ministério</p><p>Público.</p><p>60. (VUNESP – 2013) A, testemunha compromissada,</p><p>mediante suborno, presta falso testemunho, em fases</p><p>sucessivas de um processo penal, por homicídio doloso,</p><p>ou seja, no inquérito policial, na instrução criminal e em</p><p>plenário.</p><p>A cometeu crime de</p><p>a) falso testemunho em continuidade delitiva.</p><p>b) falso testemunho único, com aumento de pena.</p><p>c) falso testemunho em concurso material.</p><p>d) falso testemunho em concurso formal.</p><p>61. (VUNESP – 2012) O crime de “fraude processual”, do art.</p><p>347 do CP,</p><p>I é punido com pena de reclusão e multa;</p><p>II só se configura se a fraude se destina a produzir efeito em</p><p>processo penal, ainda que não iniciado;</p><p>III configura-se se a fraude tem o fim de induzir a erro o juiz ou</p><p>o perito.</p><p>É correto o que se afirma, apenas, em</p><p>a) I e II.</p><p>b) II e III.</p><p>c) II.</p><p>d) I.</p><p>e) III.</p><p>62. (VUNESP – 2012) Dar causa à instauração de processo</p><p>judicial contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe</p><p>inocente,</p><p>caracteriza o crime de</p><p>a) Comunicação falsa de crime ou de contravenção.</p><p>b) Denunciação caluniosa.</p><p>c) Falso testemunho.</p><p>d) Fraude processual.</p><p>e) Exploração de prestígio.</p><p>63. (VUNESP – 2012) Auxiliar autor de crime a que é cominada</p><p>pena de reclusão a subtrair-se à ação de autoridade pública</p><p>configura crime de</p><p>a) Coação no curso do processo.</p><p>b) Exercício arbitrário ou abuso de poder.</p><p>c) Arrebatamento de preso.</p><p>d) Favorecimento real.</p><p>e) Favorecimento pessoal.</p><p>64. (VUNESP – 2012) Aquele que inova artificiosamente o</p><p>estado de coisa, na pendência de processo civil, com o fim de</p><p>induzir a erro o juiz pratica o crime de</p><p>a) Favorecimento pessoal.</p><p>b) Fraude processual.</p><p>c) Favorecimento real.</p><p>d) Exercício arbitrário ou abuso de poder.</p><p>e) Patrocínio infiel.</p><p>65. (VUNESP – 2011) Ao agente do crime de denunciação calu-</p><p>niosa (CP, art. 339), a pena é</p><p>I aumentada, se ele se serve de anonimato;</p><p>II aumentada, se ele se serve de nome suposto;</p><p>III diminuída, se a imputação é de prática de contravenção.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>a) II, apenas.</p><p>58</p><p>b) I e II, apenas.</p><p>c) I e III, apenas.</p><p>d) II e III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>66. (VUNESP – 2011) O ato de fazer justiça pelas próprias</p><p>mãos para satisfazer pretensão, embora legítima, mas sem</p><p>permissão legal, configura o crime de</p><p>a) fraude processual.</p><p>b) violência arbitrária.</p><p>c) condescendência criminosa.</p><p>d) coação no curso do processo.</p><p>e) exercício arbitrário das próprias razões.</p><p>67. (VUNESP – 2010) O crime de falso testemunho, do art. 342</p><p>do Código Penal,</p><p>a) pode ser praticado no âmbito de inquérito policial; somente</p><p>pode ser praticado por conduta positiva.</p><p>b) pode ser praticado no âmbito de processo administrativo;</p><p>somente pode ser praticado por conduta negativa.</p><p>c) somente pode ser praticado no âmbito de processo judicial;</p><p>pode ser praticado tanto por conduta positiva como por</p><p>conduta negativa.</p><p>d) somente pode ser praticado no âmbito de processo judicial;</p><p>somente pode ser praticado por conduta negativa.</p><p>e) pode ser praticado no âmbito de juízo arbitral; pode ser</p><p>praticado tanto por conduta positiva como por conduta</p><p>negativa.</p><p>68. (VUNESP – 2010) Analise as seguintes afirmações com</p><p>relação aos crimes de exercício arbitrário das próprias</p><p>razões (CP, art. 345) e fraude processual (CP, art. 347):</p><p>I ambos estão inseridos no capítulo dos Crimes Praticados</p><p>por Funcionário Público Contra a Administração em Geral;</p><p>II no primeiro deles, caso não haja emprego de violência,</p><p>somente se procede mediante queixa;</p><p>III no segundo deles, as penas são aplicadas em dobro se a ino-</p><p>vação se destina a produzir efeito em processo penal.</p><p>É correto apenas o que se afirma em</p><p>a) I.</p><p>b) II.</p><p>c) III.</p><p>d) I e II.</p><p>e) II e III.</p><p>69. (VUNESP – 2010) O crime de denunciação caluniosa con-</p><p>siste na ação de</p><p>a) dar causa à instauração de investigação policial, de pro-</p><p>cesso judicial, instauração de investigação administrativa,</p><p>inquérito civil ou ação de improbidade administrativa con-</p><p>tra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.</p><p>b) fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como tes-</p><p>temunha, perito, contador, tradutor ou intérprete em pro-</p><p>cesso judicial, ou administrativo, inquérito policial, ou em</p><p>juízo arbitral.</p><p>c) provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a ocor-</p><p>rência de crime ou de contravenção que sabe não se ter</p><p>verificado.</p><p>d) acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou</p><p>praticado por outrem.</p><p>e) caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido</p><p>como crime.</p><p>70. (VUNESP – 2019) A conduta que se amolda ao crime de “ins-</p><p>crição de despesas não empenhadas em restos a pagar” é</p><p>a) ordenar, autorizar ou executar a inscrição em restos a pagar</p><p>que acarrete aumento de despesa total com pessoal, nos</p><p>sessenta dias anteriores ao final do mandato.</p><p>b) ordenar ou autorizar a assunção de obrigação, nos dois últi-</p><p>mos quadrimestres do último ano do mandato ou legislatu-</p><p>ra, e inscrevê-la em restos a pagar.</p><p>c) deixar de ordenar, de autorizar ou de promover o cance-</p><p>lamento do montante de restos a pagar inscrito em valor</p><p>superior ao permitido em lei.</p><p>d) ordenar ou autorizar a inscrição em restos a pagar de despe-</p><p>sa que exceda o limite estabelecido em lei.</p><p>e) ordenar, autorizar ou realizar operação de crédito, interno</p><p>ou externo, sem prévia autorização legislativa e inscrevê-la</p><p>em restos a pagar.</p><p>71. (VUNESP – 2018) Sobre o crime de Moeda Falsa, previsto no</p><p>Código Penal, é correto afirmar que</p><p>a) a lei não admite a punição da conduta praticada por funcio-</p><p>nário público.</p><p>b) o tipo comporta a conduta de fabricar ou alterar, mediante</p><p>falsificação, a moeda metálica ou papel-moeda, de curso</p><p>legal no país ou no estrangeiro.</p><p>c) a lei admite a punição da conduta, na forma culposa.</p><p>d) a conduta típica consiste em reconhecer, como verdadeira,</p><p>no exercício de função pública, moeda metálica ou papel-</p><p>-moeda de curso legal no estrangeiro.</p><p>e) consiste fato atípico a conduta de quem desvia e faz circular</p><p>moeda cuja circulação não estava ainda autorizada.</p><p>72. (VUNESP – 2017) A respeito dos crimes contra a fé pública,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>a) Mévio, após receber, de boa-fé, nota falsa, para não ficar no</p><p>prejuízo, repassa a cédula em um posto de gasolina, prati-</p><p>cando, em tese, o crime de falsa moeda.</p><p>b) O crime de falsificação de documento público é crime pró-</p><p>prio, uma vez que só pode ser praticado por funcionário</p><p>público.</p><p>c) Mévio, empresário, tendo falsificado o Livro Diário, docu-</p><p>mento em que são registradas as operações diárias da</p><p>empresa, em tese, pratica o crime de falsificação de docu-</p><p>mento particular.</p><p>d) Mévio, em contrato de locação, utiliza selo notarial de auten-</p><p>ticação de firma falsificado, praticando, em tese, o crime de</p><p>falso reconhecimento de firma ou letra.</p><p>e) Mévio, tendo inserido em carta de recomendação de ex-fun-</p><p>cionário, atividade ou função por ele não exercida, em tese,</p><p>comete o crime de falsificação de documento particular.</p><p>73. (VUNESP – 2016) Acerca dos crimes contra a fé pública,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>a) Aquele que falsifica, fabricando ou alterando, selo destinado</p><p>a controle tributário responde pelo crime de falsificação de</p><p>selo ou sinal público, previsto no art. 296 do Código Penal.</p><p>b) A falsificação, no todo ou em parte, de atestado, para prova</p><p>de fato ou circunstância que habilite alguém a obter car-</p><p>go público configura o crime de falsificação de documento</p><p>público, previsto no art. 297 do Código Penal.</p><p>c) O princípio da insignificância, causa supralegal de exclusão</p><p>da tipicidade, não se aplica ao crime de moeda falsa.</p><p>d) O crime de uso de documento falso é material, ou seja, para</p><p>a consumação exige-se a obtenção de proveito.</p><p>e) O crime de falsidade de atestado médico envolve também</p><p>como conduta típica a opinião emitida pelo profissional,</p><p>ainda que equivocada.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>59</p><p>74. (VUNESP – 2015) Com relação aos crimes contra a fé públi-</p><p>ca, é correto afirmar:</p><p>a) Omitir, em documento público ou particular, declaração</p><p>que dele devia constar, com o fim de prejudicar direito, criar</p><p>obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente</p><p>relevante configura crime diverso daquele que insere ou faz</p><p>inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita</p><p>naqueles documentos e demais condições.</p><p>b) Aquele que falsifica, no todo ou em parte, cartão de crédi-</p><p>to ou débito pratica o crime de falsificação de documento</p><p>público.</p><p>c) A pena prevista para aquele que destrói documento públi-</p><p>co é a mesma prevista para aquele que destrói documento</p><p>particular de que não podia dispor, desde que ambas sejam</p><p>praticadas em benefício próprio ou de outrem, ou em prejuí-</p><p>zo alheio.</p><p>d) Aquele que falsifica, no todo ou em parte, testamento</p><p>particular pratica o crime de falsificação de documento</p><p>particular.</p><p>e) Aquele que apenas cede moedas falsas incorre nas mesmas</p><p>penas previstas para aquele que as falsifica, fabricando-as</p><p>ou alterando-as.</p><p>75.</p><p>(VUNESP – 2020) Falsificar, no todo ou em parte, documen-</p><p>to emanado de entidade paraestatal, as ações de sociedade</p><p>comercial e o testamento particular configura o crime de</p><p>a) falsificação de documento público.</p><p>b) falsificação de documento particular.</p><p>c) falsidade ideológica.</p><p>d) falsidade material de atestado ou certidão.</p><p>e) falsificação do selo ou sinal público.</p><p>76. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa correta, no que tan-</p><p>ge às penas, e consequentemente ao desvalor, das figuras</p><p>típicas dos arts. 297, 298 e 299 do CP.</p><p>a) A falsificação material de documento público (CP, art. 297,</p><p>caput) é punida com o mesmo rigor que a falsidade ideológi-</p><p>ca de documento público (CP, art. 299, caput).</p><p>b) A falsificação material de documento público (CP, art. 297,</p><p>caput) é punida com o mesmo rigor que a falsificação mate-</p><p>rial de documento particular (CP, art. 298, caput).</p><p>c) A falsidade ideológica de documento público (CP, art. 299,</p><p>caput) é punida com o mesmo rigor que a falsidade ideológi-</p><p>ca de documento particular (CP, art. 299, caput).</p><p>d) A falsidade ideológica de documento público (CP, art. 299,</p><p>caput) é punida com o mesmo rigor que a falsificação mate-</p><p>rial de documento particular (CP, art. 298, caput).</p><p>e) Não se pune a falsidade ideológica de documento particular,</p><p>por ausência de expressa previsão legal.</p><p>77. (VUNESP – 2015) Sobre os crimes contra a Fé Pública, é cor-</p><p>reto afirmar:</p><p>a) para a configuração do crime de falsidade ideológica, bas-</p><p>ta que o agente omita, em documento público ou particu-</p><p>lar, declaração que dele deveria constar, ou, em documento</p><p>público ou particular, insira ou faça inserir declaração fal-</p><p>sa ou diversa da que deveria ser escrita, sem finalidade</p><p>específica.</p><p>b) aquele que recebe moeda falsa, de boa-fé, como verdadeira,</p><p>e a restitui à circulação depois de conhecer a falsidade será</p><p>isento de pena.</p><p>c) um dentista que, no exercício da profissão, fornece atestado</p><p>falso responde pelo crime de falsidade de atestado médico.</p><p>d) para os efeitos penais, o cheque pode ser objeto do crime de</p><p>falsificação de documento público.</p><p>e) o crime de falso reconhecimento de firma ou letra não se</p><p>consuma em casos de documentos particulares.</p><p>78. (VUNESP – 2016) A falsificação de cartão de crédito ou débi-</p><p>to, nos termos do Código Penal (CP),</p><p>a) equipara-se à falsificação de documento público.</p><p>b) equipara-se à falsificação de selo ou sinal público.</p><p>c) é considerada crime apenas se dela decorrer efetivo prejuízo.</p><p>d) equipara-se à falsificação de documento particular.</p><p>e) é fato atípico.</p><p>79. (VUNESP – 2019) A inserção de declaração falsa em docu-</p><p>mento público ou particular, com o fim de prejudicar direito,</p><p>criar obrigação ou alterar a verdade de fato juridicamente</p><p>relevante configura</p><p>a) crime de favorecimento pessoal.</p><p>b) crime de sonegação de documento.</p><p>c) crime de falsidade ideológica.</p><p>d) crime de falsidade material.</p><p>80. (VUNESP – 2018) O crime de falsidade ideológica do art. 299</p><p>do Código Penal tem a pena aumentada em um sexto se</p><p>a) causa prejuízo ao erário público.</p><p>b) ludibria autoridade pública no exercício da função.</p><p>c) cometido em concurso de 2 ou mais funcionários públicos.</p><p>d) do fato advém vantagem indevida para o agente ou outrem.</p><p>e) o agente é funcionário público e comete o crime prevalecen-</p><p>do-se do cargo.</p><p>81. (VUNESP – 2019) A respeito dos crimes contra a fé pública,</p><p>previstos no Código Penal, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Aquele que suprimir sinal legítimo indicativo de inutilização</p><p>em papel público, com o fim de torná- -lo novamente utili-</p><p>zável, incorrerá nas mesmas penas previstas para o crime de</p><p>falsificação de papéis públicos (art. 293, “caput”, do CP).</p><p>b) Aquele que restitui à circulação papéis públicos falsificados</p><p>ou alterados, ainda que culposamente, incorrerá nas mes-</p><p>mas penas previstas para o crime de falsificação de papéis</p><p>públicos (art. 293, “caput”, do CP).</p><p>c) O crime de falsificação de documento público (art. 297, do</p><p>CP) é próprio de funcionário público.</p><p>d) O crime de falsidade ideológica (art. 299, do CP), se praticado</p><p>em documento público, é próprio de funcionário público.</p><p>e) Os crimes de falso reconhecimento de firma ou letra (art.</p><p>300, do CP) e de certidão ou atestado ideologicamente falso</p><p>(art. 301, do CP) são próprios de funcionários públicos.</p><p>82. (VUNESP – 2019) É crime próprio quanto ao sujeito:</p><p>a) falsidade material de atestado ou certidão (CP, art. 301, § 1o).</p><p>b) adulteração de peça filatélica (CP, art. 303).</p><p>c) falsificação de sinal público (CP, art. 296, I).</p><p>d) atestado ideologicamente falso (CP, art. 301).</p><p>e) falsidade ideológica (CP, art. 299).</p><p>83. (VUNESP – 2019) O dentista, funcionário público, que, no</p><p>exercício de sua função pública, emite atestado falso, em</p><p>favor do amigo, certificando consulta inexistente, para abo-</p><p>no de falta no trabalho, pratica o crime de</p><p>a) certidão ou atestado ideologicamente falso (art. 301, do CP).</p><p>b) falsidade de atestado médico (art. 302, do CP).</p><p>c) falsidade material de atestado ou certidão (art. 301, parágra-</p><p>fo 1º, do CP).</p><p>d) prevaricação (art. 319, do CP).</p><p>e) corrupção passiva (art. 317, do CP).</p><p>60</p><p>84. (VUNESP – 2018) O uso de documento falso</p><p>a) só é punido quando a falsificação é material, excluída a falsi-</p><p>dade ideológica.</p><p>b) só se caracteriza perante órgãos públicos, e, portanto, não é</p><p>típica a conduta de usar documento particular falsificado.</p><p>c) é crime que tem a mesma pena cominada à respectiva falsi-</p><p>ficação ou alteração.</p><p>d) é conduta atípica no Código Penal, pois pune-se quem prati-</p><p>ca a falsidade, e não quem utiliza o resultado da falsificação.</p><p>e) é crime não previsto no Código Penal, uma vez que, por</p><p>orientação doutrinária, sempre existe a possibilidade de</p><p>conferência posterior do documento.</p><p>85. (VUNESP – 2014) “X”, valendo-se de um documento de</p><p>identidade falsificado, consegue abrir uma conta corrente</p><p>no Banco do Brasil com a finalidade de lavar dinheiro. O bem</p><p>jurídico tutelado no crime praticado por “X” é(são)</p><p>a) o patrimônio.</p><p>b) a administração da justiça.</p><p>c) a administração pública.</p><p>d) a fé pública.</p><p>e) as finanças públicas.</p><p>86. (VUNESP – 2018) Tendo em conta os crimes contra a digni-</p><p>dade sexual (artigos 213 a 234-B do Código Penal) e os crimes</p><p>contra a fé pública (artigos 289 a 311 do Código Penal), assina-</p><p>le a alternativa correta.</p><p>a) O cartão de crédito ou débito, para fins penais, é equiparado</p><p>a documento particular.</p><p>b) Ocultar documento público ou particular verdadeiro, em</p><p>prejuízo alheio, não configura o crime de supressão de</p><p>documento (art. 305 do CP), sendo típicas apenas as condu-</p><p>tas de suprimir e destruir documento público ou particular</p><p>verdadeiro.</p><p>c) A conduta de atrair alguém à prostituição é atípica, desde</p><p>que não se trate de pessoa menor de 18 (dezoito) anos.</p><p>d) Os crimes de falso reconhecimento de firma ou letra (art.</p><p>300 do CP); certidão ou atestado ideologicamente falso</p><p>(art. 301 do CP) e falsidade material de atestado ou certidão</p><p>(art. 301, parágrafo 1o do CP) são próprios de funcionários</p><p>públicos.</p><p>e) A conduta de manter estabelecimento em que ocorra explo-</p><p>ração sexual é atípica, desde que não envolva menor de 18</p><p>(dezoito) anos.</p><p>87. (VUNESP – 2016) Com relação à figura do art. 305 do CP</p><p>(“supressão de documento”), é correto afirmar que</p><p>a) a pena é exatamente a mesma, tanto com relação ao docu-</p><p>mento público como com relação ao documento particular.</p><p>b) é punida com pena privativa de liberdade, na modalidade</p><p>detenção, e multa.</p><p>c) o tipo penal pune a conduta de “suprimir documento”, mas</p><p>não a de “ocultar documento”.</p><p>d) o crime apenas se configura se o sujeito ativo não pode dis-</p><p>por do documento.</p><p>e) o tipo penal pune a conduta de “suprimir documento”, mas</p><p>não a de “destruir documento”.</p><p>88. (VUNESP – 2016) Sobre os crimes contra a fé pública, assi-</p><p>nale a alternativa correta.</p><p>a) Aquele que falsifica documento público e em seguida o</p><p>utiliza responde pela falsificação e pelo uso, em concurso</p><p>material.</p><p>b) Considere que o agente, consultando os autos do processo-</p><p>-crime no qual figura como réu, ao se deparar com provas</p><p>inequívocas de materialidade e autoria, as retire do pro-</p><p>cesso e destrua. Responderá pelo crime de supressão de</p><p>documento.</p><p>c) Aquele que adultera sinal identificador de veículo automo-</p><p>tor responde por crime previsto no art. 311 do Código Penal.</p><p>O mesmo artigo determina que se o agente cometer o crime</p><p>no exercício da função pública, a pena será aumentada de</p><p>metade.</p><p>d) Aquele que figura como “testa de ferro”, permitindo o uso de</p><p>seu nome como possuidor de ação, título ou valor perten-</p><p>centes a estrangeiro, em relação a quem a posse é proibida</p><p>por lei, pratica crime punido com reclusão e multa.</p><p>e) Se o crime de falsidade de atestado médico for praticado</p><p>com o fim de lucro, a pena será aumentada de 1/3.</p><p>89. (VUNESP – 2017) A simples conduta de adulterar a placa</p><p>de veículo automotor, com arrependimento posterior, tem</p><p>como bem jurídico tutelado a</p><p>a) identificação de veículo automotor.</p><p>b) fé pública.</p><p>c) idoneidade de documento público.</p><p>d) idoneidade de sinal público.</p><p>e) idoneidade particular.</p><p>90. (VUNESP – 2016) Paulo, funcionário da empresa Digital,</p><p>pessoa jurídica de direito privado, contratada pelo Ministé-</p><p>rio da Educação para imprimir as provas do ENEM – Exa-</p><p>me Nacional da Educação -, visando beneficiar a sobrinha</p><p>que prestaria o exame naquele ano, divulgou a ela o tema da</p><p>redação. Paulo praticou</p><p>a) crime de corrupção passiva.</p><p>b) violação de sigilo funcional.</p><p>c) violação do sigilo de proposta de concorrência.</p><p>d) fraude em certames de interesse público.</p><p>e) revelação do segredo profissional.</p><p>91. (VUNESP – 2019) Afrodite é funcionária pública, mas,</p><p>atualmente ocupa um cargo em comissão. No exercício des-</p><p>se cargo, Afrodite comete um crime contra a Administração</p><p>Pública. Nessa hipótese, portanto, o Código Penal dispõe que</p><p>Afrodite</p><p>a) ficará isenta de pena por estar afastada do seu cargo públi-</p><p>co de origem.</p><p>b) será punida com a mesma pena aplicada ao seu superior</p><p>que a nomeou para o cargo.</p><p>c) terá reduzida a sua pena por ocupar cargo provisório e de</p><p>confiança.</p><p>d) ficará sujeita a ter sua pena aumentada da terça parte.</p><p>e) não poderá ter a sua pena alterada pelo simples fato de ocu-</p><p>par cargo em comissão.</p><p>92. (VUNESP – 2018) Nos termos previstos expressamente no</p><p>Código Penal, é correto afirmar que</p><p>a) se considera praticado o crime no momento da ação, da</p><p>omissão, ou no momento em que se produziu ou deveria</p><p>produzir-se o resultado.</p><p>b) quem trabalha para empresa prestadora de serviço contra-</p><p>tada ou conveniada para a execução de atividade típica da</p><p>Administração Pública equipara-se a funcionário público</p><p>para os efeitos penais.</p><p>c) não se comunicam as circunstâncias e as condições de</p><p>caráter pessoal, mesmo quando elementares do crime.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>61</p><p>d) a alteração realizada por funcionário de sistema de infor-</p><p>mações ou programa de informática sem autorização ou</p><p>solicitação de autoridade competente só será caracterizara</p><p>da como crime se resultar em dano para a Administração</p><p>Pública ou para o administrado.</p><p>e) patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado</p><p>perante a Administração Pública, valendo-se da qualidade</p><p>de funcionário caracteriza o crime de advocacia adminis-</p><p>trativa, salvo se o interesse for legítimo.</p><p>93. (VUNESP – 2017) Segundo o Código Penal brasileiro, sobre</p><p>os crimes praticados por funcionários públicos contra a</p><p>Administração Pública, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O funcionário público que se apropria do dinheiro da “caixi-</p><p>nha”, arrecadada por todos os funcionários para pagar a fes-</p><p>ta de comemoração de fim de ano, em tese, pratica o crime</p><p>de peculato.</p><p>b) O funcionário público que insere dados inexatos no banco</p><p>de dados da Administração Pública, por distração, em tese,</p><p>pratica o crime de inserção de dados falsos em sistema de</p><p>informações.</p><p>c) O funcionário público que utiliza verba destinada à aqui-</p><p>sição de combustível dos carros oficiais para reembolsar</p><p>despesa gasta com o combustível de seu próprio veículo, em</p><p>tese, pratica o crime de emprego irregular de verba pública.</p><p>d) A pena será aumentada da metade, quando os autores forem</p><p>ocupantes de função de direção em orgão da Administração</p><p>Direta.</p><p>e) É considerado funcionário público quem exerce cargo,</p><p>emprego ou função pública, ainda que transitoriamente e</p><p>sem remuneração.</p><p>94. (VUNESP – 2020) Assinale a alternativa que contempla um</p><p>crime praticado por funcionário público contra a Adminis-</p><p>tração em geral e que admite a modalidade culposa.</p><p>a) Condescendência criminosa.</p><p>b) Excesso de exação.</p><p>c) Peculato.</p><p>d) Emprego irregular de verbas ou rendas públicas.</p><p>e) Violação de sigilo funcional.</p><p>95. (VUNESP – 2019) No que concerne ao peculato, é correto</p><p>afirmar que, se o funcionário público concorre culposamente</p><p>para o crime de outrem,</p><p>a) fica sujeito a pena de detenção.</p><p>b) fica sujeito a pena de reclusão e multa.</p><p>c) a reparação do dano ocorrida depois do trânsito em julgado</p><p>de sentença condenatória não tem qualquer consequência</p><p>penal.</p><p>d) a reparação do dano ocorrida antes do trânsito em julgado</p><p>de sentença condenatória reduz de metade a pena imposta.</p><p>e) a conduta é considerada atípica, por não haver expressa pre-</p><p>visão legal para punição por crime culposo.</p><p>96. (VUNESP – 2019) Considere o seguinte caso hipotético: Um</p><p>servidor público apropria-se de um computador de proprie-</p><p>dade da repartição pública, de que tem a posse em razão do</p><p>cargo.</p><p>Nos termos do Código Penal, é correto afirmar que a conduta</p><p>descrita caracteriza um crime de</p><p>a) prevaricação.</p><p>b) furto qualificado.</p><p>c) roubo qualificado.</p><p>d) peculato.</p><p>e) corrupção.</p><p>97. (VUNESP – 2019) Segundo o Código Penal, o peculato é um</p><p>tipo de crime</p><p>a) de falsidade documental.</p><p>b) contra o patrimônio.</p><p>c) contra a Administração Pública.</p><p>d) contra a fé pública.</p><p>e) contra a pessoa.</p><p>98. (VUNESP – 2019) “Apropriar-se o funcionário público de</p><p>dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou</p><p>particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou des-</p><p>viá-lo, em proveito próprio ou alheio” é o texto do crime pra-</p><p>ticado por funcionário público contra a administração em</p><p>geral denominado</p><p>a) concussão.</p><p>b) excesso de exação.</p><p>c) corrupção passiva.</p><p>d) peculato.</p><p>e) prevaricação.</p><p>99. (VUNESP – 2019) Caio trabalha em uma repartição públi-</p><p>ca e tem por função cuidar do almoxarifado. Todos os dias,</p><p>antes de sair, Caio tranca as portas dos armários de supri-</p><p>mentos. Em determinado dia, Caio, que está com o filho</p><p>internado, saiu às pressas, esquecendo de fechar dois dos</p><p>armários. No dia seguinte, ao chegar na repartição, Caio per-</p><p>cebeu que suprimentos de alto valor tinham sido furtados.</p><p>Diante da situação hipotética, Caio, em tese,</p><p>a) praticou o crime de peculato culposo.</p><p>b) praticou o crime de peculato-furto.</p><p>c) praticou o crime de peculato-apropriação.</p><p>d) praticou o crime de peculato mediante erro de outrem.</p><p>e) não praticou qualquer crime.</p><p>100. (VUNESP – 2016) Assinale a alternativa correta sobre o</p><p>crime de peculato, tipificado no artigo 312 e parágrafos do</p><p>Código Penal.</p><p>a) É crime próprio e não admite o concurso de pessoas.</p><p>b) No peculato culposo a reparação do dano, se precede à sen-</p><p>tença irrecorrível, reduz de metade a pena imposta.</p><p>c) Admite o concurso de pessoas desde que a qualidade de</p><p>funcionário público, elementar do tipo, seja de conheci-</p><p>mento do particular coautor ou partícipe.</p><p>d) Para a caracterização do peculato-furto, afigura-se neces-</p><p>sário que o funcionário público tenha a posse do dinheiro,</p><p>valor ou bem que subtrai ou que concorre para que seja</p><p>subtraído, em proveito próprio ou alheio.</p><p>e) No peculato doloso a reparação do dano, se precede à sen-</p><p>tença irrecorrível, extingue a punibilidade.</p><p>101. (VUNESP – 2016) Assinale a alternativa que traz, ape-</p><p>nas, crimes próprios quanto ao sujeito ativo, ou seja, que</p><p>só podem ser praticados por funcionários públicos (escla-</p><p>rece-se</p><p>que em tais crimes é admitida a co-autoria de</p><p>particulares).</p><p>a) Corrupção ativa; concussão; violência arbitrária.</p><p>b) Fraude processual; prevaricação; peculato culposo.</p><p>c) Peculato; condescendência criminosa; corrupção passiva.</p><p>d) Descaminho; coação no curso do processo; fraude</p><p>processual.</p><p>e) Denunciação caluniosa; violação de sigilo funcional; aban-</p><p>dono de função.</p><p>62</p><p>102. (VUNESP – 2018) O Guarda Civil que se apropria de</p><p>dinheiro ou de qualquer utilidade que, no exercício do cargo,</p><p>recebeu por erro de outrem</p><p>a) não comete crime, pois o erro de outrem afasta a tipificação</p><p>penal.</p><p>b) comete o crime de peculato mediante erro de outrem.</p><p>c) comete o crime de corrupção passiva, apenado com</p><p>reclusão.</p><p>d) não comete crime, pois a conduta não está descrita no Códi-</p><p>go Penal.</p><p>e) comete os crimes de furto e prevaricação.</p><p>103. (VUNESP - 2019) José, funcionário público municipal,</p><p>responsável pelo banco de dados eletrônico da dívida ativa,</p><p>excluiu todas as certidões da dívida ativa que existiam em</p><p>nome da empresa “Boa Viagem”, de propriedade de sua ami-</p><p>ga íntima. A conduta de José pode ser tipificada como:</p><p>a) peculato.</p><p>b) modificação ou alteração não autorizada de sistema de</p><p>informações.</p><p>c) inserção de dados falsos em sistema de informações.</p><p>d) extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento.</p><p>e) condescendência criminosa.</p><p>104. (VUNESP – 2016) Sobre o crime de inserção de dados fal-</p><p>sos em sistema de informações, tipificado no artigo 313-A do</p><p>Código Penal, assinale a alternativa correta.</p><p>a) É crime funcional próprio e admite modalidade culposa.</p><p>b) É crime material, não sendo suficiente apenas que se</p><p>dê a inserção ou modificação dos dados para que seja</p><p>consumado.</p><p>c) É aplicável apenas ao sistema previdenciário, não se admi-</p><p>tindo sua aplicação a toda a Administração Pública.</p><p>d) Não admite tentativa.</p><p>e) Requer um fim especial de agir consistente na obtenção de</p><p>vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar</p><p>dano.</p><p>105. (VUNESP – 2019) O crime de “modificação ou altera-</p><p>ção não autorizada de sistema de informações” tem a pena</p><p>aumentada (CP, art. 313-B, parágrafo único)</p><p>a) de um sexto a um terço, se praticado no período noturno ou</p><p>fora do expediente regular.</p><p>b) de um terço, se houver violência contra coisa ou pessoa.</p><p>c) de um terço até a metade, se da modificação ou alteração</p><p>resulta dano para o administrado.</p><p>d) de até a metade, se praticado em concurso de pessoas.</p><p>e) de um a dois terços, caso haja vultoso prejuízo para a Admi-</p><p>nistração Pública.</p><p>106. (VUNESP – 2019) O funcionário público que exige tributo</p><p>ou contribuição social que sabe ou deveria saber indevido,</p><p>ou, quando devido, emprega na cobrança meio vexatório ou</p><p>gravoso, que a lei não autoriza, comete crime de</p><p>a) peculato.</p><p>b) concussão.</p><p>c) descaminho.</p><p>d) corrupção passiva.</p><p>e) excesso de exação</p><p>107. (VUNESP – 2019) Considere o seguinte caso hipotético:</p><p>“A”, funcionário público da Prefeitura de Olímpia, exige tri-</p><p>buto que sabe ou deveria saber indevido.</p><p>Nos termos do Código Penal, “A”</p><p>a) responderá pelo crime de corrupção passiva.</p><p>b) responderá pelo crime de peculato mediante erro de</p><p>outrem.</p><p>c) responderá pelo crime de emprego irregular de verbas.</p><p>d) responderá pelo crime de excesso de exação.</p><p>e) não responderá por qualquer crime.</p><p>108. (VUNESP – 2019) A conduta de exigir para outrem, indire-</p><p>tamente, antes de assumir a função pública, mas em razão</p><p>dela, vantagem indevida,</p><p>a) configura concussão.</p><p>b) configura excesso de exação.</p><p>c) configura peculato-desvio.</p><p>d) configura peculato-apropriação.</p><p>e) não configura crime contra a Administração Pública.</p><p>109. (VUNESP – 2019) Segundo prevê o Código Penal, o funcio-</p><p>nário comete um crime de concussão quando</p><p>a) apropria-se de dinheiro, valor ou qualquer outro bem</p><p>móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão</p><p>do cargo, ou o desvia, em proveito próprio ou alheio.</p><p>b) extravia livro oficial ou qualquer documento, de que tem a</p><p>guarda em razão do cargo; sonega-o ou inutiliza- o, total ou</p><p>parcialmente.</p><p>c) exige, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ain-</p><p>da que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão</p><p>dela, vantagem indevida.</p><p>d) constrange alguém, mediante violência ou grave ameaça, a</p><p>não fazer o que a lei permite ou a fazer o que ela não manda.</p><p>e) dá às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da esta-</p><p>belecida em lei.</p><p>110. (VUNESP – 2019) O funcionário público que, na cobrança</p><p>de contribuição social devida, emprega meio vexatório ou</p><p>gravoso, em tese,</p><p>a) pratica o crime de prevaricação.</p><p>b) não pratica qualquer crime.</p><p>c) pratica o crime de excesso de exação.</p><p>d) pratica o crime de exercício funcional ilegalmente</p><p>antecipado.</p><p>e) pratica o crime de violência arbitrária.</p><p>111. (VUNESP – 2018) Funcionário público que exige para si,</p><p>diretamente, em razão da função, vantagem indevida pratica</p><p>o crime de</p><p>a) concussão.</p><p>b) descaminho.</p><p>c) corrupção ativa.</p><p>d) corrupção passiva.</p><p>e) excesso de exação.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>63</p><p>112. (VUNESP – 2017) Nos termos previstos no Código Penal, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) se considera praticado o crime no momento do resultado.</p><p>b) a lei posterior, que de qualquer modo favorecer o agente,</p><p>aplica-se aos fatos anteriores, salvo se decididos por sen-</p><p>tença condenatória transitada em julgado.</p><p>c) o dia do começo deve ser excluído no cômputo do pra-</p><p>zo. Contam-se os dias, os meses e os anos pelo calendário</p><p>comum.</p><p>d) o funcionário público que se apropria, por negligência, de</p><p>dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou</p><p>particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou o desvia,</p><p>em proveito próprio, comete o crime de peculato- culposo.</p><p>e) exigir, para outrem, indiretamente, fora da função mas</p><p>em razão dela, vantagem indevida caracteriza o crime de</p><p>concussão.</p><p>113. (VUNESP – 2017) Indivíduo aprovado para função públi-</p><p>ca de policial militar exige, para si, diretamente, em razão da</p><p>função que irá assumir, vantagem indevida.</p><p>Tal conduta configura crime de</p><p>a) extorsão.</p><p>b) concussão.</p><p>c) corrupção ativa.</p><p>d) corrupção passiva.</p><p>e) exercício funcional ilegal antecipado.</p><p>114. (VUNESP – 2014) Responderá pelo crime de concussão</p><p>(CP, art. 316, caput) o funcionário público que</p><p>a) exigir tributo indevido.</p><p>b) exigir para outrem, indiretamente, em razão da função</p><p>pública, vantagem indevida.</p><p>c) aceitar promessa indevida em razão da função.</p><p>d) empregar meio vexatório para a cobrança de contribuição</p><p>social.</p><p>e) desviar, em proveito próprio, o que indevidamente recebeu</p><p>para recolher aos cofres públicos.</p><p>115. (VUNESP – 2014) Se o funcionário desvia, em proveito</p><p>próprio ou de outrem, o que recebeu indevidamente, para</p><p>recolher aos cofres públicos, caracteriza o crime de</p><p>a) excesso de exação.</p><p>b) descaminho.</p><p>c) peculato culposo.</p><p>d) emprego irregular de verbas públicas.</p><p>e) prevaricação.</p><p>116. (VUNESP – 2019) A conduta de solicitar, para si, direta-</p><p>mente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas</p><p>em razão dela, vantagem indevida, configura crime de</p><p>a) peculato (CP, art. 312).</p><p>b) concussão (CP, art. 316).</p><p>c) excesso de exação (CP, art. 316, § 1o).</p><p>d) corrupção passiva (CP, art. 317).</p><p>e) corrupção ativa (CP, art. 333).</p><p>117. (VUNESP – 2018) Servidor Municipal, que trabalha como</p><p>fiscal de posturas públicas, durante fiscalização de rotina,</p><p>encontra sérias irregularidades na construção de condomí-</p><p>nio vertical (prédio residencial de apartamentos). Ao con-</p><p>versar com o construtor e proprietário do imóvel, o servidor</p><p>ouve dele sugestão de “fechar os olhos” para as irregularida-</p><p>des e receber em troca um apartamento, mas apenas quan-</p><p>do o prédio for concluído. O servidor aceita a proposta e não</p><p>toma qualquer providência quanto às irregularidades.</p><p>Ainda antes da entrega do apartamento é revelada a “combi-</p><p>nação”. É correto afirmar que o servidor</p><p>a) não praticou crime algum, pois o fato criminoso apenas se</p><p>consumará com o recebimento do apartamento.</p><p>b) não praticou crime algum, pois se trata de crime impossí-</p><p>vel, na modalidade impropriedade absoluta do meio.</p><p>c) praticou corrupção passiva.</p><p>d) praticou corrupção passiva, na modalidade tentada.</p><p>e) é coautor em crime de corrupção ativa.</p><p>118. (VUNESP – 2018) Assinale a alternativa correta.</p><p>a) Dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da esta-</p><p>belecida em lei não é considerado crime.</p><p>b) A corrupção passiva é crime apenado com reclusão e multa.</p><p>c) O furto possui modalidade culposa.</p><p>d) A calúnia é crime apenado com reclusão.</p><p>e) O atentado violento ao pudor é apenado com reclusão.</p><p>119. (VUNESP – 2017) A falta de conduta ética e moral na</p><p>Administração Pública gera problemas coletivos e prejudi-</p><p>ca, em última instância, a população. O caso de um verea-</p><p>dor de uma cidade do interior de SP chamou a atenção das</p><p>autoridades locais em função dos crimes cometidos por esse</p><p>político. Nos quatro anos de mandato, ele (I) utilizou o carro a</p><p>que tinha direito para viajar com sua família e a estrutura da</p><p>câmara de vereadores para comemorar festas de amigos e</p><p>parentes; (II) utilizou de sua posição para deixar de pagar aos</p><p>comerciantes locais; (III) ao mesmo tempo, solicitou dinhei-</p><p>ro em troca de favores. Quais foram os crimes cometidos,</p><p>respectivamente, por esse vereador?</p><p>a) I – prevaricação; II – peculato; III – corrupção passiva.</p><p>b) I – peculato; II – concussão; III – corrupção passiva.</p><p>c) I – improbidade administrativa; II – peculato; III – concussão.</p><p>d) I – corrupção passiva; II – peculato; III – improbidade</p><p>administrativa.</p><p>e) I – peculato; II – corrupção passiva; III – advocacia</p><p>administrativa.</p><p>120. (VUNESP – 2016) A conduta de solicitar ou receber, para</p><p>si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora</p><p>da função, ou antes de assumi-la, mas em razão dela, van-</p><p>tagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem, carac-</p><p>teriza o crime previsto no Código Penal como</p><p>a) excesso de exação.</p><p>b) concussão.</p><p>c) corrupção passiva</p><p>d) corrupção ativa.</p><p>e) peculato.</p><p>121. (VUNESP – 2016) A conduta de solicitar vantagem indevi-</p><p>da, para si ou para outrem, indiretamente, antes de assumir</p><p>a função pública, mas em razão dela,</p><p>a) configura crime de corrupção passiva.</p><p>b) configura crime de corrupção ativa.</p><p>c) configura crime de prevaricação.</p><p>d) configura crime de concussão.</p><p>e) não configura crime algum.</p><p>64</p><p>122. (VUNESP – 2015) Marcelo é aprovado em concurso públi-</p><p>co para o cargo de Delegado de Polícia. Sabe que seu vizinho</p><p>tem expedido em seu desfavor mandado de prisão. Mesmo</p><p>antes de assumir o cargo, Marcelo procura seu vizinho, que</p><p>é proprietário de automóvel de luxo, e solicita-lhe comprar</p><p>o veículo por 1/3 do preço de mercado, insinuando de modo</p><p>implícito que caso a proposta não seja aceita efetuará sua</p><p>prisão tão logo assuma o cargo público. O vizinho não cede</p><p>e Marcelo, mesmo após assumir o cargo, não toma qualquer</p><p>atitude em desfavor de seu vizinho. Marcelo praticou</p><p>a) estelionato, na modalidade tentada.</p><p>b) corrupção passiva, na modalidade tentada.</p><p>c) corrupção passiva.</p><p>d) concussão.</p><p>e) meros atos preparatórios.</p><p>123. (VUNESP – 2015) Acerca dos crimes contra a administra-</p><p>ção pública, é correto afirmar que</p><p>a) os crimes de desobediência, de denunciação caluniosa, de</p><p>exploração de prestígio e de favorecimento real são crimes</p><p>contra a administração da justiça.</p><p>b) o artigo 327 do Código Penal estabelece que funcionário</p><p>público é quem, embora transitoriamente ou sem remu-</p><p>neração, exerce cargo, emprego ou função pública. Nesse</p><p>sentido, os curadores e tutores nomeados exercem função</p><p>pública.</p><p>c) no peculato culposo, a reparação do dano irá ensejar, em</p><p>qualquer caso, a extinção da punibilidade.</p><p>d) o particular que oferecer vantagem indevida a funcionário</p><p>público, para determiná-lo a praticar ato de ofício, comete-</p><p>rá o delito de corrupção ativa.</p><p>124. (VUNESP – 2014) Considerando os crimes contra a Admi-</p><p>nistração Pública, previstos no Código Penal e praticados</p><p>por funcionário público, é correto afirmar que a conduta de</p><p>“solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indi-</p><p>retamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la,</p><p>mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa</p><p>de tal vantagem”, tipificará o crime de</p><p>a) emprego irregular de verbas.</p><p>b) corrupção passiva.</p><p>c) concussão.</p><p>d) excesso de exação.</p><p>e) peculato.</p><p>125. (VUNESP – 2019) Mévio, funcionário público, trabalha em</p><p>um posto de saúde. Ele é vizinho de Tícia, moça com quem</p><p>ele gostaria de namorar. Em determinado dia, Mévio encon-</p><p>tra Tícia, acompanhando a mãe, senhora que necessitava</p><p>de atendimento médico não urgente, na fila de espera, por</p><p>ordem de chegada, critério de atendimento estabelecido</p><p>pelo serviço público. Para impressionar Tícia, Mévio coloca</p><p>a ficha cadastral de sua mãe à frente das de outros pacien-</p><p>tes, sendo ela chamada logo à sala do médico. Em gratidão ao</p><p>gesto, Tícia decide ir ao cinema, com Mévio. Diante da situa-</p><p>ção hipotética, Mévio praticou, em tese, o crime de</p><p>a) corrupção passiva.</p><p>b) prevaricação.</p><p>c) advocacia administrativa.</p><p>d) condescendência criminosa.</p><p>e) concussão.</p><p>126. (VUNESP – 2019) A conduta de retardar ou deixar de prati-</p><p>car, indevidamente, ato de ofício, para satisfazer interesse ou</p><p>sentimento pessoal, configura crime de</p><p>a) peculato.</p><p>b) concussão.</p><p>c) prevaricação.</p><p>d) peculato culposo.</p><p>e) corrupção passiva.</p><p>127. (VUNESP – 2016) Diretor de Penitenciária que estabelece</p><p>a possibilidade de acesso de preso definitivo, com bom com-</p><p>portamento, a aparelho de telefone celular, quinzenalmente,</p><p>como forma de aproximá-lo de sua esposa e contar com a cola-</p><p>boração dele na ordem do estabelecimento prisional, pratica</p><p>a) conduta atípica.</p><p>b) delito de prevaricação (artigo 319-A do Código Penal).</p><p>c) condescendência criminosa (artigo 320 do Código Penal).</p><p>d) advocacia administrativa (artigo 321 do Código Penal).</p><p>e) abandono de função (artigo 323 do Código Penal).</p><p>128. (VUNESP – 2020) Deixar o funcionário, por indulgência, de</p><p>responsabilizar subordinado que cometeu infração no exer-</p><p>cício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o</p><p>fato ao conhecimento da autoridade competente, correspon-</p><p>de ao crime de</p><p>a) advocacia administrativa.</p><p>b) violação de sigilo funcional.</p><p>c) condescendência criminosa.</p><p>d) corrupção passiva.</p><p>e) corrupção ativa.</p><p>129. (VUNESP – 2019) De conformidade com o Código Penal</p><p>Brasileiro, deixar o funcionário público, por indulgência, de</p><p>responsabilizar subordinado que cometeu infração no exer-</p><p>cício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o</p><p>fato ao conhecimento da autoridade competente caracteriza</p><p>o delito de</p><p>a) excesso de exação.</p><p>b) concussão.</p><p>c) facilitação.</p><p>d) condescendência criminosa.</p><p>e) peculato mediante erro de outrem.</p><p>130. (VUNESP – 2019) A conduta do funcionário público que, por</p><p>indulgência, deixa de responsabilizar subordinado que come-</p><p>teu infração no exercício do cargo</p><p>a) configura crime de concussão.</p><p>b) configura crime de prevaricação.</p><p>c) configura crime de usurpação de função pública.</p><p>d) configura crime de condescendência criminosa.</p><p>e) não configura crime, mas mera infração funcional.</p><p>131. (VUNESP – 2019) De acordo com o CP, a conduta de fun-</p><p>cionário público que, valendo-se dessa qualidade, patrocina</p><p>interesse privado perante a Administração Pública</p><p>a) configura prevaricação.</p><p>b) configura advocacia administrativa.</p><p>c) configura corrupção passiva.</p><p>d) é punida com pena de detenção de 1 (um) a 2 (dois) anos, e</p><p>multa.</p><p>e) não é típica se o interesse patrocinado é legítimo.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>65</p><p>132. (VUNESP – 2017) A conduta de patrocinar indiretamente</p><p>interesse privado perante a Administração Pública, valendo-</p><p>-se da sua qualidade de funcionário</p><p>a) configura patrocínio infiel.</p><p>b) configura tráfico de influência.</p><p>c) configura favorecimento pessoal.</p><p>d) configura advocacia administrativa.</p><p>e) é atípica.</p><p>133. (VUNESP – 2017) Configura-se crime de</p><p>e antropológico.</p><p>a) Distúrbio e acórdão.</p><p>b) Máquina e jiló.</p><p>c) Alvará e Vândalo.</p><p>d) Consciência e características.</p><p>e) Órgão e órfãs.</p><p>27. (VUNESP – 2013). O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Caça aos clientes</p><p>Gosto de entrar nas lojas calmamente. Passear olhando</p><p>os produtos. Ultimamente, tornou-se impossível. Certos ven-</p><p>dedores ficam na cola da gente! Dia desses, fui a uma loja de</p><p>decoração. Uma jovem elegantíssima aproximou-se.</p><p>– Já conhece nossa linha?</p><p>– Ah, só estou passeando.</p><p>É mentira, claro. Quem entra em uma loja tem o sonho de</p><p>comprar. Falar em olhar é o mesmo que dizer:</p><p>– Vê se não enche.</p><p>A vendedora era do tipo insistente. Se eu dava dois pas-</p><p>sos e parava diante de um móvel, corria a abrir as gavetas.</p><p>– Veja o acabamento! Preste atenção no detalhe de</p><p>madeira.</p><p>Fugi, constrangido! Joalherias são as piores. Admiro um</p><p>anelzinho na vitrine. Pode ser um ótimo presente de Natal!</p><p>Entro, meio sem jeito com o ambiente em que tudo parece</p><p>tão caro.</p><p>– Queria saber o preço daquele anelzinho.</p><p>A mocinha lança um olhar dominador:</p><p>– Sente-se.</p><p>– Mas...</p><p>Quase me empurra na cadeira. Vai buscar o mostruário.</p><p>Observo a porta, esperançoso. Poderia sair correndo, perder-</p><p>-me nos corredores do shopping. Tarde demais. Ela retorna</p><p>com o tesouro de Ali Babá. Mostra. O tal anelzinho é barato.</p><p>Sugere uma gargantilha de safira e brincos combinando...</p><p>Quando vejo, estou pagando as peças em três vezes!</p><p>E roupas, então? Vendedor sabe o significado da palavra</p><p>impulso. É assim: a gente bota uma roupa no provador. Res-</p><p>pira fundo para a calça fechar. A barriga parece sumir. Com-</p><p>pra. Em casa, o botão estoura. A camiseta sobe e o umbigo</p><p>fica de fora!</p><p>Portanto, tento ser cauteloso.</p><p>– Só uma camisa branca.</p><p>– Estamos com uma promoção em ternos.</p><p>– Ah, terno eu nunca uso!</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>11</p><p>Recebo de volta um olhar desconfiado. Como pode existir</p><p>alguém que não veste terno? Conclui que devo estar mentin-</p><p>do. Cochicha no meu ouvido:</p><p>– Aproveite, está a 50%.</p><p>Para pendurar no armário e não usar o terno nunca?</p><p>Suas pupilas se fixam em outro cliente entrando. Ar prós-</p><p>pero. Suspira. Leio em sua expressão:</p><p>– Por que fui atender logo esse chato?</p><p>Até em supermercados anda difícil. Estou parado dian-</p><p>te dos produtos light, repleto das melhores intenções. Uma</p><p>demonstradora aproxima-se com a bandejinha lotada de</p><p>petiscos.</p><p>– Aceita?</p><p>Ainda não almocei. Tenho vontade de roubar a bandeja e</p><p>fugir correndo. Respondo cortesmente:</p><p>– Agradeço. Mas estou de regime.</p><p>Ela sorri e se afasta. Dou dois passos, e ela reaparece na</p><p>minha frente.</p><p>– Aceita?</p><p>– Bem...</p><p>Apodero-me de quatro torradas e cubro cada uma com</p><p>um sabor diferente. Rapidamente, ela indica:</p><p>– Olhe, o produto é este aqui.</p><p>Abarroto o carrinho justamente de todos os petiscos que</p><p>havia jurado nunca mais levar à boca!</p><p>Está certo. Não se pode culpar o vendedor. Mas, sincera-</p><p>mente, muitas vezes parece que está aberta a temporada de</p><p>caça aos clientes! Certos vendedores agarram-se a mim como</p><p>carrapato. E o pior: nem me deixam comprar em paz!</p><p>Em – Uma jovem elegantíssima aproximou-se. –, o</p><p>termo em destaque é formado pelo adjetivo elegante cuja</p><p>ideia intensifica-se pelo acréscimo do sufixo –íssimo.</p><p>A ideia expressa por um adjetivo também pode ser intensifi-</p><p>cada pelo emprego de prefixos, a exemplo do que ocorre em</p><p>a) A casa estava muito silenciosa, o que o assustou.</p><p>b) Ao assumir o cargo, a coordenadora declarou ser extrema-</p><p>mente exigente.</p><p>c) Ele é o mais corajoso entre os paraquedistas desta equipe.</p><p>d) A cidade está superagitada devido às festas de fim de ano.</p><p>e) O artista era famoso, mas vivia em condições paupérrimas.</p><p>28. (VUNESP – 2013) Considere o trecho a seguir.</p><p>Recebo de volta um olhar desconfiado. Como pode existir</p><p>alguém que não veste terno?</p><p>(…)</p><p>– Para pendurar no armário e não usar o terno nunca?</p><p>Os pronomes que substituem, corretamente e de acordo com a</p><p>norma-padrão, os termos em destaque são:</p><p>a) ... que não lhe veste? / e não se usar nunca?</p><p>b) ... que não lhe veste? / e não lhe usar nunca?</p><p>c) ... que não lhe veste? / e não o usar nunca?</p><p>d) ... que não o veste? / e não lhe usar nunca?</p><p>e) ... que não o veste? / e não o usar nunca?</p><p>29. (VUNESP – 2013) Em – Abarroto o carrinho justamente de</p><p>todos os petiscos que havia jurado nunca mais levar à boca!</p><p>– o verbo levar rege a preposição a, o que exige, dependen-</p><p>do da construção da frase, o emprego do sinal indicativo de</p><p>crase.</p><p>Tendo por base essas informações, assinale a alternativa</p><p>correta quanto à crase.</p><p>a) A depressão levou-o à passar dias sem sair de casa.</p><p>b) Levarei à você todas as decisões que o grupo de acionistas</p><p>tomar.</p><p>c) O gosto por viagens levou-a à alguns sites especializados no</p><p>assunto.</p><p>d) Estes são clientes da empresa que o dono costuma levar à</p><p>fazenda nos finais de semana.</p><p>e) Ela levou o amigo à uma das praias mais bonitas do litoral</p><p>norte.</p><p>30. (VUNESP – 2013) Imagens que exageram uma ideia podem</p><p>servir para dar humor ao texto. É o recurso que o autor</p><p>emprega em</p><p>a) Está certo. Não se pode culpar o vendedor.</p><p>b) É mentira, claro. Quem entra em uma loja tem o sonho de</p><p>comprar.</p><p>c) Sugere uma gargantilha de safira e brincos combinando...</p><p>d) Dia desses, fui a uma loja de decoração.</p><p>e) Tenho vontade de roubar a bandeja e fugir correndo.</p><p>31. (VUNESP – 2013) Com base nas informações do texto, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) a demonstradora do supermercado convenceu o narrador a</p><p>levar os petiscos que, apesar de não conterem gordura, são</p><p>proibidos para diabéticos como ele.</p><p>b) o narrador procura fazer escolhas sensatas em lojas de rou-</p><p>pas, pois sabe que compras por impulso já o deixaram frus-</p><p>trado com os resultados.</p><p>c) o vendedor da loja de roupas empolgou-se com a chegada</p><p>de um novo cliente, pois tinha certeza de que este último</p><p>compraria os ternos mais caros.</p><p>d) a vendedora da loja de decoração era insistente e irritou o</p><p>narrador por ela desconhecer as características dos produ-</p><p>tos comercializados.</p><p>e) o narrador aprecia passear pelas lojas de shoppings e olhar</p><p>os produtos, embora frequentemente não compre nenhum</p><p>produto.</p><p>32. (VUNESP – 2013) Pelo trecho – Tarde demais. Ela retorna</p><p>com o tesouro de Ali Babá. (14.º parágrafo) – pode-se con-</p><p>cluir corretamente que a vendedora da joalheria</p><p>a) nota que o narrador é vaidoso e não resistirá a adquirir um</p><p>anel para si mesmo.</p><p>b) mostra ao narrador outros anéis cujo valor é semelhante ao</p><p>do anel visto por ele na vitrine.</p><p>c) percebe que o narrador é um homem rico e acabará adqui-</p><p>rindo uma das joias mais caras da loja.</p><p>d) traz, além do anel, outras peças para mostrar a ele e induzi-</p><p>-lo a ampliar a compra.</p><p>e) reconhece que o narrador tem bom gosto, por isso traz um</p><p>mostruário com peças exclusivas e de grife.</p><p>33. (VUNESP – 2013). O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Desde o surgimento da ideia de hipertexto, esse conceito</p><p>está ligado a uma nova concepção de textualidade, na qual a</p><p>informação é disposta em um ambiente no qual pode ser aces-</p><p>sada de forma não linear. Isso acarreta uma textualidade que</p><p>funciona por associação, e não mais por sequências fixas pre-</p><p>viamente estabelecidas.</p><p>Quando o cientista Vannevar Bush, na década de 40, con-</p><p>cebeu a ideia de hipertexto, pensava, na verdade, na necessi-</p><p>dade de substituir os métodos existentes de disponibilização e</p><p>recuperação de informações ligadas especialmente à pesqui-</p><p>sa acadêmica, que eram lineares, por sistemas de indexação</p><p>12</p><p>e arquivamento que funcionassem por associação de ideias,</p><p>seguindo o modelo de funcionamento da mente humana. O</p><p>cientista, ao que parece, importava-se com a criação de um sis-</p><p>tema que fosse como uma “máquina poética”, algo que funcio-</p><p>nasse por analogia e associação, máquinas que capturassem o</p><p>brilhantismo anárquico da imaginação humana.</p><p>Parece não ser obra do acaso que a ideia inicial de Bush</p><p>tenha sido conceituada como hipertexto 20 anos depois de</p><p>seu artigo</p><p>advocacia admi-</p><p>nistrativa (CP, art. 321) quando funcionário público</p><p>a) auxilia autor de crime a subtrair-se à ação de autoridade</p><p>pública.</p><p>b) presta auxílio a criminoso, a fim de tornar seguro o proveito</p><p>do crime.</p><p>c) pratica, indevidamente, ato de ofício, para satisfazer inte-</p><p>resse pessoal ou de terceiro.</p><p>d) patrocina interesse privado perante a Administração Públi-</p><p>ca, valendo-se da qualidade de funcionário, ainda que o</p><p>interesse seja legítimo.</p><p>e) solicita, para si, vantagem, a pretexto de influir em ato prati-</p><p>cado por outro funcionário público no exercício da função.</p><p>134. (VUNESP – 2020) Considere a seguinte situação hipoté-</p><p>tica: o servidor municipal X tem sob sua responsabilidade</p><p>R$ 2.000,00 (dois mil reais) mensais destinados ao abas-</p><p>tecimento de cinco veículos oficiais do setor que coordena;</p><p>entretanto, em janeiro último, utilizou, parte desse mon-</p><p>tante, R$ 300,00 (trezentos reais), para o conserto de duas</p><p>impressoras a laser, um computador e o bebedouro, utiliza-</p><p>dos por todos que ali exercem suas funções. Diante disso, a</p><p>conduta do servidor municipal X configura</p><p>a) peculato culposo.</p><p>b) excesso de exação.</p><p>c) peculato.</p><p>d) emprego irregular de verbas ou rendas públicas.</p><p>e) advocacia administrativa.</p><p>135. (VUNESP – 2018) Dar às verbas ou rendas públicas aplica-</p><p>ção diversa da estabelecida em lei</p><p>a) é crime contra a Administração Pública, estabelecido no art.</p><p>315 do Código Penal.</p><p>b) é crime de abuso de autoridade, estabelecido no art. 3º da</p><p>Lei nº 4.898/65.</p><p>c) é crime contra a ordem tributária, estabelecido no art. 1º da</p><p>Lei nº 8.137/90.</p><p>d) embora não seja crime, sujeita o agente a perda do manda-</p><p>to, nos termos da Lei nº 8.429/92.</p><p>e) embora não seja crime, sujeita o agente a ação de improbi-</p><p>dade administrativa, nos termos da Lei nº 8.429/92.</p><p>136. (VUNESP – 2016) O crime de abandono de função do arti-</p><p>go 323 do CP apenas se configura se</p><p>a) do fato resulta prejuízo público.</p><p>b) o funcionário público já adquiriu estabilidade.</p><p>c) as funções não são supridas pelos demais funcionários.</p><p>d) o autor é funcionário público ou legalmente equiparado.</p><p>e) o fato ocorre em lugar compreendido na faixa de fronteira.</p><p>137. (VUNESP – 2019) O servidor que devassar o sigilo de pro-</p><p>posta de concorrência pública, ou proporcionar a terceiro o</p><p>ensejo de devassá- lo, segundo o Art. 326 do código penal</p><p>brasileiro, está sujeito à pena de multa e</p><p>a) detenção de 5 meses a 2 anos.</p><p>b) reclusão de 6 meses a 1 ano.</p><p>c) detenção de 1 a 2 anos.</p><p>d) reclusão de 2 a 4 anos.</p><p>e) detenção de 3 meses a 1 ano.</p><p>138. (VUNESP – 2020) De acordo com a Lei nº 9.983/00, o ato</p><p>de suprimir ou reduzir contribuição social previdenciária e</p><p>qualquer acessório de maneira dolosa corresponde ao crime</p><p>de</p><p>a) sonegação de contribuição previdenciária.</p><p>b) apropriação indébita previdenciária.</p><p>c) peculato apropriação.</p><p>d) modificação ou alteração não autorizada de sistema de</p><p>informações.</p><p>e) estelionato previdenciário.</p><p>139. (VUNESP – 2019) A respeito dos crimes contra a adminis-</p><p>tração pública, previstos nos artigos 312 a 359-H, do Código</p><p>Penal, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O crime de favorecimento pessoal (art. 348 do CP) só se</p><p>caracteriza se o auxílio é prestado a autor de crime a que</p><p>cominada pena de reclusão.</p><p>b) O crime de tráfico de influência (art. 332 do CP) é próprio de</p><p>funcionário público.</p><p>c) O crime de violação de sigilo funcional (art. 325 do CP) só se</p><p>caracteriza se da revelação resultar prejuízo à Administra-</p><p>ção Pública.</p><p>d) O crime de corrupção ativa (art. 333 do CP) só se caracteriza</p><p>se o ato de ofício, em razão da vantagem oferecida ou pro-</p><p>metida, for omitido, praticado ou retardado.</p><p>e) O crime de desacato (art. 331 do CP) só se caracteriza se o</p><p>funcionário púbico estiver no exercício da função ou em</p><p>razão dela.</p><p>140. (VUNESP – 2019) A respeito dos crimes praticados por</p><p>particulares, contra a administração pública, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) O crime de usurpação de função pública somente caracteri-</p><p>za-se se o agente, na função usurpada, aufere vantagem.</p><p>b) O crime de resistência caracteriza-se somente quando há</p><p>emprego de violência contra funcionário competente para</p><p>executar ato legal.</p><p>c) O crime de tráfico de influência prevê aumento de pena se</p><p>o agente alega que a vantagem solicitada ou exigida é desti-</p><p>nada também ao funcionário público.</p><p>d) O crime de desacato prevê aumento de pena se o funcioná-</p><p>rio desacatado é da administração pública federal.</p><p>e) O agente que expõe a venda mercadoria de procedência</p><p>estrangeira que sabe ser produto de introdução clandestina</p><p>no território nacional pratica crime de contrabando.</p><p>141. (VUNESP – 2018) Historicamente, a expressão venditio</p><p>fumi é identificada com o crime de</p><p>a) falsificação de moeda (CP, art. 289).</p><p>b) usurpação de função pública (CP, art. 328).</p><p>c) tráfico de influência (CP, art. 332).</p><p>d) contrabando (CP, art. 334).</p><p>e) estelionato (CP, art. 171).</p><p>66</p><p>142. (VUNESP – 2017) De acordo com o Código Penal Brasileiro,</p><p>é correto afirmar, sobre os crimes praticados por particula-</p><p>res contra a Administração Pública, que</p><p>a) o crime de usurpação de função pública somente se carac-</p><p>teriza se o agente usurpador obtém vantagem enquanto na</p><p>função.</p><p>b) o crime de resistência caracteriza-se pela oposição à exe-</p><p>cução de ato, ainda que ilegal, mediante violência ou gra-</p><p>ve ameaça, a funcionário competente para executá-lo ou a</p><p>quem lhe esteja prestando auxílio.</p><p>c) o crime de tráfico de influência caracteriza-se independen-</p><p>temente de o agente influir em ato praticado por funcioná-</p><p>rio público no exercício da função.</p><p>d) no crime de sonegação de contribuição previdenciária,</p><p>é extinta a punibilidade se o agente, espontaneamente,</p><p>declara e confessa as contribuições e presta as informações</p><p>devidas, antes do início da ação penal.</p><p>e) a reinserção no território brasileiro de mercadoria des-</p><p>tinada à exportação, em tese, caracteriza o crime de</p><p>descaminho.</p><p>143. (VUNESP – 2016) Assinale a alternativa correta sobre o</p><p>crime de sonegação de contribuição previdenciária, tipifica-</p><p>do no artigo 337-A do Código Penal.</p><p>a) Configura o crime a supressão ou redução da contribuição</p><p>previdenciária e qualquer acessório, mediante a omissão</p><p>total e não parcial, de receitas ou lucros auferidos, remu-</p><p>nerações pagas ou creditadas e demais fatos geradores de</p><p>contribuições sociais previdenciárias.</p><p>b) A ação penal para se apurar este crime é pública incondi-</p><p>cionada, sendo de competência da Justiça Estadual.</p><p>c) É extinta a punibilidade se o agente, espontaneamente,</p><p>declara e confessa as contribuições, importâncias ou valo-</p><p>res e presta as informações devidas à previdência social, na</p><p>forma definida em lei ou regulamento, antes do início da</p><p>ação fiscal.</p><p>d) Trata-se de crime formal consumando-se com a efetiva</p><p>supressão ou redução da contribuição social previdenciária.</p><p>e) Se o empregador não é pessoa jurídica e sua folha de paga-</p><p>mento mensal não ultrapassa a R$ 1.510,00 (um mil e qui-</p><p>nhentos e dez reais), o juiz deverá reduzir a pena de um</p><p>terço até a metade ou aplicar apenas a de multa.</p><p>144. (VUNESP – 2016) A fim de evitar o cumprimento de rein-</p><p>tegração de posse, indivíduo lança pedras contra Oficial de</p><p>Justiça que está dando cumprimento ao respectivo mandado</p><p>judicial. Tal conduta configura o crime de</p><p>a) desacato.</p><p>b) resistência.</p><p>c) desobediência.</p><p>d) arremesso de projétil.</p><p>e) usurpação de função pública.</p><p>145. (VUNESP – 2016) Lucrécia, advogada, irada com a conduta</p><p>de Bórgia, Escrivã Judicial, que, em via pública, estaciona em</p><p>local proibido, grita: “má condutora de Cartório e de veículo”.</p><p>Jurandir, testemunha ocular dos fatos e conhecedor das ati-</p><p>vidades profissionais das duas envolvidas, brada: “desacato,</p><p>previsto no artigo 331 do Código Penal”. Bórgia, constrangida,</p><p>se desculpa por ter estacionado mal e vai embora.</p><p>Assinale a alternativa correta, considerando o crime de desaca-</p><p>to, previsto no artigo 331 do Código Penal.</p><p>a) Não houve crime, porque</p><p>Bórgia praticou infração de</p><p>trânsito.</p><p>b) Não houve crime, porque Bórgia foi embora, impedindo que</p><p>as ofensas continuassem.</p><p>c) Não houve crime, porque Bórgia não foi ofendida no Cartó-</p><p>rio Judicial.</p><p>d) Houve crime, porque Bórgia foi ofendida em local público.</p><p>e) Houve crime, porque Bórgia foi desacatada em razão de sua</p><p>função pública.</p><p>146. (VUNESP – 2015) O crime de usurpação de função pública</p><p>é qualificado se</p><p>a) do fato o agente aufere vantagem.</p><p>b) praticado em concurso de pessoas.</p><p>c) praticado mediante o uso de uniforme ou insígnias ou qual-</p><p>quer outro elemento distintivo da atividade usurpada.</p><p>d) ocorre em local ermo ou de difícil acesso ou durante repou-</p><p>so noturno.</p><p>e) do fato resulta prejuízo patrimonial para a Administração.</p><p>147. (VUNESP – 2015) A conduta de “opor-se à execução de</p><p>ato legal, mediante violência ou ameaça a funcionário</p><p>competente para executá- lo ou a quem lhe esteja prestan-</p><p>do auxílio” caracteriza o crime de</p><p>a) desacato.</p><p>b) usurpação.</p><p>c) resistência.</p><p>d) descaminho.</p><p>e) desobediência.</p><p>148. (VUNESP – 2015) Imagine que determinado dentista, por</p><p>meio de um site de compras na Internet adquire, do exterior,</p><p>um instrumento odontológico cuja utilização é proibida no</p><p>Brasil. A encomenda não é barrada pelos controles aduanei-</p><p>ros e o dentista começa a utilizar o instrumento. É correto</p><p>afirmar que</p><p>a) tipificou-se crime de descaminho.</p><p>b) tipificou-se crime de contrabando.</p><p>c) tipificou-se crime de exercício irregular da profissão.</p><p>d) tipificou-se crime de tráfico de influência em transação</p><p>comercial internacional.</p><p>e) não houve tipificação de nenhum crime ou contravenção,</p><p>tendo em vista o consentimento tácito da autoridade de</p><p>controle aduaneiro.</p><p>149. (VUNESP – 2015) Deixar de lançar mensalmente nos títu-</p><p>los próprios da contabilidade da empresa as quantias des-</p><p>contadas dos segurados ou as devidas pelo empregador ou</p><p>pelo tomador de serviços são condutas que caracterizam o</p><p>crime de (art. 337-A)</p><p>a) falso reconhecimento de firma ou letra.</p><p>b) subtração ou inutilização de livro ou documento.</p><p>c) emissão de título ao portador sem permissão legal.</p><p>d) sonegação de contribuição previdenciária.</p><p>e) falsidade material de atestado ou certidão.</p><p>150. (VUNESP – 2014) A conduta de “iludir, no todo ou em par-</p><p>te, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada,</p><p>pela saída ou pelo consumo de mercadoria” configura crime</p><p>de</p><p>a) descaminho.</p><p>b) contrabando.</p><p>c) falsidade ideológica.</p><p>d) sonegação de contribuição.</p><p>e) falsificação de selo ou sinal público.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>67</p><p>151. (VUNESP – 2018) Tício, reclamante em uma ação trabalhis-</p><p>ta, arrola como testemunha Caio, sendo certo que ambos já</p><p>haviam acertado que o depoimento seria mentiroso, atestan-</p><p>do condições de trabalho inexistentes. No dia do depoimento,</p><p>Caio, ao ser informado pelo Juízo que estava sob juramento e</p><p>incorreria em crime de falso testemunho caso faltasse com</p><p>a verdade, conta que foi arrolado para mentir, pois em reali-</p><p>dade, sabia que Tício não tinha razão na ação proposta. Caio</p><p>ainda afirmou não estar ganhando qualquer vantagem eco-</p><p>nômica para compensar o risco de ser processado por men-</p><p>tir, sem contar que Tício nem era tão amigo, para ajudar de</p><p>graça.</p><p>Diante da situação hipotética, e com base na Parte Geral e Espe-</p><p>cial do Código Penal, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Caio, muito embora tenha permitido que fosse arrolado, não</p><p>incorreu em crime de falso testemunho, sequer na modali-</p><p>dade tentada, pois o tipo penal exige o recebimento de van-</p><p>tagem patrimonial pelo agente, o que não se deu.</p><p>b) Caio, por não ter faltado com a verdade, no momento em que</p><p>prestou compromisso, não incorreu no crime de falso teste-</p><p>munho. Mas Tício, pelo ajuste, será investigado e processado</p><p>pelo crime de falso testemunho.</p><p>c) Tício, pela instigação, deverá ser investigado e processado</p><p>como partícipe de crime de falso testemunho praticado por</p><p>Caio, na modalidade tentada.</p><p>d) Caio e Tício não serão investigados ou processados por cri-</p><p>me de falso testemunho. Não se pune o ajuste se o crime não</p><p>chega a ser tentado.</p><p>e) Caio deverá ser investigado e processado pelo crime de fal-</p><p>so testemunho, na modalidade tentada, vez que a execução</p><p>do crime iniciou no momento em que permitiu que fosse</p><p>arrolado.</p><p>152. (VUNESP – 2018) Considere o seguinte caso hipotético:</p><p>“X”, proprietário de um estabelecimento comercial, mesmo</p><p>sabendo que o servidor municipal “Y” é inocente, encami-</p><p>nha carta à Administração relatando que este utiliza irregu-</p><p>larmente de viatura oficial da Prefeitura para realizar suas</p><p>compras mensais e para transportar seu filho a uma esco-</p><p>la particular. Determina-se a instauração de investigação</p><p>administrativa para apurar eventual improbidade adminis-</p><p>trativa. Diante do exposto, é correto afirmar que</p><p>a) a conduta de “X” descrita no enunciado tipifica um crime</p><p>contra a Administração Pública.</p><p>b) comprovando-se a inocência de “Y”, o procedimento deve</p><p>ser arquivado, não havendo qualquer responsabilidade a ser</p><p>imputada a “X”.</p><p>c) a conduta de “Y” descrita no enunciado, se comprovada, con-</p><p>figura crime de improbidade, a ser apurado pela Polícia Civil.</p><p>d) a conduta de “X” descrita no enunciado tipifica um crime</p><p>contra a Fé Pública.</p><p>e) a conduta de “Y” descrita no enunciado, se comprovada, não</p><p>configura qualquer ato de improbidade administrativa.</p><p>153. (VUNESP – 2016) “Usar de____________, com o fim de</p><p>favorecer interesse____________, contra autoridade, par-</p><p>te, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a</p><p>intervir em processo judicial, ___________.”</p><p>Assinale a alternativa que, correta e respectivamente, completa</p><p>o tipo penal do crime de “coação no curso do processo”.</p><p>a) violência ou grave ameaça … próprio ou alheio … policial ou</p><p>administrativo</p><p>b) violência ou grave ameaça … próprio ou alheio … policial ou</p><p>administrativo, ou em juízo arbitral</p><p>c) violência física, psicológica ou moral … próprio ou alheio …</p><p>policial ou administrativo, ou em juízo arbitral</p><p>d) violência física, psicológica ou moral … próprio … policial ou</p><p>administrativo, ou em juízo arbitral</p><p>e) violência ou ameaça … próprio … policial ou administrativo</p><p>154. (VUNESP – 2014) Perivaldo é perito criminal e está atuan-</p><p>do em processo administrativo de interesse do Estado,</p><p>porém, ao entregar laudo pericial, omitiu-se em dizer a ver-</p><p>dade sobre determinado fato relevante. Nesse caso, segundo</p><p>dispõe o Código Penal, é correto afirmar que Perivaldo</p><p>a) não cometeu crime algum, uma vez que para caracterizar o</p><p>crime teria que estar atuando em processo judicial.</p><p>b) cometeu o crime de falsa perícia.</p><p>c) cometeu o crime de omissão dolosa contra o Estado.</p><p>d) não cometeu crime algum, uma vez que para caracterizar o</p><p>crime teria que ter feito afirmação falsa.</p><p>e) cometeu o crime de advocacia administrativa.</p><p>155. (VUNESP – 2019) Conforme a lei de crimes fiscais, prestar</p><p>garantia em operação de crédito sem que tenha sido consti-</p><p>tuída contragarantia em valor igual ou superior ao valor da</p><p>garantia prestada acarreta em:</p><p>a) reclusão de um a dois anos.</p><p>b) reclusão de três meses a um ano.</p><p>c) detenção de um a dois anos.</p><p>d) detenção de três meses a um ano.</p><p>e) detenção de seis meses a dois anos.</p><p>156. (VUNESP – 2018) Considere o seguinte caso hipotético:</p><p>O servidor “X” autoriza a inscrição em restos a pagar de</p><p>despesa que não tenha sido previamente empenhada. Nos</p><p>termos do Código Penal, é correto afirmar que o servidor “X”</p><p>a) cometeu o crime de ordenação de despesa não autorizada,</p><p>qualificado pela inscrição de despesas não empenhadas em</p><p>restos a pagar.</p><p>b) cometeu o crime de inscrição de despesas não empenhadas</p><p>em restos a pagar.</p><p>c) não cometeu qualquer crime.</p><p>d) cometeu o crime de prevaricação, qualificado pela inscrição</p><p>de despesas não empenhadas em restos a pagar.</p><p>e) cometeu o crime de emprego irregular de verbas ou rendas</p><p>públicas, qualificado pela inscrição de despesas não empe-</p><p>nhadas em restos a pagar.</p><p>157. (VUNESP – 2017) A</p><p>respeito dos crimes contra as finan-</p><p>ças públicas, previstos no Código Penal Brasileiro, assinale a</p><p>alternativa correta.</p><p>a) São crimes próprios, pois só podem ser praticados por</p><p>agentes públicos responsáveis pelas finanças públicas dos</p><p>entes e órgãos públicos respectivos, não se admitindo coau-</p><p>toria ou participação.</p><p>b) O crime de ordenar, autorizar ou realizar operação de cré-</p><p>dito, com inobservância de limite estabelecido em lei ou</p><p>resolução do Senado Federal, é norma penal em branco.</p><p>c) O crime de contratação de operação de crédito sem pré-</p><p>via autorização legislativa é de ação penal pública condi-</p><p>cionada à representação do presidente da casa legislativa</p><p>desrespeitada.</p><p>d) O não cancelamento de restos a pagar é crime de omissão</p><p>imprópria.</p><p>e) São puníveis a título de culpa.</p><p>158. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas crimes descritos no Código Penal contra as finanças</p><p>públicas.</p><p>a) Contratação de operação de crédito, ordenação de despesa</p><p>não autorizada e não cancelamento de restos a pagar.</p><p>b) Oferta pública ou colocação de títulos no mercado, moeda</p><p>falsa e prestação de garantia graciosa.</p><p>68</p><p>c) Inserção de dados falsos em sistema de informações,</p><p>assunção de obrigação no último ano do mandato ou legis-</p><p>latura e emprego irregular de verbas ou rendas públicas.</p><p>d) Não cancelamento de restos a pagar, extravio, sonegação ou</p><p>inutilização de livro ou documento e emprego irregular de</p><p>verbas ou rendas públicas.</p><p>e) Inserção de dados falsos em sistema de informações, sone-</p><p>gação ou inutilização de livro ou documento e contratação</p><p>de operação de crédito.</p><p>159. (VUNESP – 2016) A respeito do crime previsto no artigo</p><p>359-C (assunção de obrigação no último ano do mandato ou</p><p>legislatura), é correto afirmar que</p><p>a) a condenação definitiva leva à perda do cargo, função</p><p>pública ou mandato, tratando-se de efeito imediato da</p><p>condenação.</p><p>b) pode ser praticado por qualquer funcionário público.</p><p>c) prevê a modalidade culposa.</p><p>d) há previsão de elemento de tipo temporal, perfazendo-se</p><p>a figura penal apenas se a conduta incriminada realizar-se</p><p>nos dois últimos quadrimestres do mandato ou legislatura.</p><p>e) tem por bem jurídico assegurar a veracidade nos pleitos dos</p><p>poderes executivo, legislativo e judiciário.</p><p>160. (VUNESP – 2015) A conduta de “ordenar despesa não</p><p>autorizada por lei”, constitui crime</p><p>a) contra a Fé Pública.</p><p>b) previsto na Lei de Licitação.</p><p>c) contra a Ordem Tributária.</p><p>d) praticado por funcionário público contra a Administração</p><p>em Geral.</p><p>e) contra as Finanças Públicas.</p><p>161. (VUNESP – 2014) No que concerne aos delitos contra as</p><p>Finanças Públicas, o crime de</p><p>a) “prestação de garantia graciosa” só se configura se não tiver</p><p>sido constituída contragarantia em valor igual ou superior</p><p>ao valor da garantia prestada, na forma da lei.</p><p>b) “contratação de operação de crédito” só se configura se a</p><p>operação é referente a crédito interno, não sendo típica a</p><p>conduta quando se trata de crédito externo.</p><p>c) “assunção de obrigação no último ano do mandato ou</p><p>legislatura” só se configura se é ordenada ou autorizada a</p><p>assunção de obrigação, no último quadrimestre do último</p><p>ano do mandato ou legislatura, cuja despesa não possa ser</p><p>paga no mesmo exercício financeiro ou, caso reste parcela a</p><p>ser paga no exercício seguinte, que não tenha contrapartida</p><p>suficiente de disponibilidade de caixa.</p><p>d) “oferta pública ou colocação de títulos no mercado” só se</p><p>configura se tiver sido autorizada ou promovida a oferta</p><p>pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da</p><p>dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem</p><p>que estejam registrados em sistema centralizado de liqui-</p><p>dação e de custódia, não se configurando se tiver havido</p><p>mera ordenação de oferta pública.</p><p>e) “aumento de despesa total com pessoal no último ano do</p><p>mandato ou legislatura” só se configura se for ordenado,</p><p>autorizado ou executado ato que acarrete aumento de des-</p><p>pesa total com pessoal nos noventa dias anteriores ao final</p><p>do mandato ou da legislatura.</p><p>162. (VUNESP – 2014) De acordo com a Lei n.º 10.028/00, orde-</p><p>nar, autorizar ou realizar operação de crédito, interno ou</p><p>externo, sem prévia autorização legislativa, poderá acarretar</p><p>pena de</p><p>a) multa de até 10 vezes o valor relacionado à operação de cré-</p><p>dito e serviços à comunidade, até um ano civil.</p><p>b) reclusão, de 1 (um) a 2 (dois) anos.</p><p>c) multa de até 100 vezes o valor de referência, bem como</p><p>reclusão de 1 (um) ano.</p><p>d) reclusão de até 5 (cinco) anos.</p><p>e) multa a ser determinada pelo Juiz e 6 (seis) meses de</p><p>reclusão.</p><p>163. (VUNESP – 2019) A respeito dos crimes contra a adminis-</p><p>tração pública, previstos no Código Penal, assinale a alterna-</p><p>tiva correta.</p><p>a) O crime de inserção de dados falsos em sistema de infor-</p><p>mações (art. 313-A, do CP) não é próprio de funcionário</p><p>público.</p><p>b) O crime de usurpação de função pública (art. 328, do CP)</p><p>somente se configura se o agente da usurpação aufere</p><p>vantagem.</p><p>c) No crime de sonegação de contribuição previdenciária (art.</p><p>337-A), o perdão judicial da pena é obrigatório, caso o agen-</p><p>te seja primário e de bons antecedentes, e as contribuições</p><p>devidas de pequeno valor.</p><p>d) No crime de denunciação caluniosa (art. 339, do CP), haverá</p><p>aumento da pena se o agente se utiliza de anonimato.</p><p>e) O crime de favorecimento pessoal (art. 348, do CP) não se</p><p>caracteriza se o auxílio é prestado a autor de crime apenado</p><p>com detenção.</p><p>164. (VUNESP – 2019) Sobre os crimes contra a Administração</p><p>Pública (arts. 312 a 359-H, do Código Penal), assinale a alter-</p><p>nativa correta.</p><p>a) A conduta de extraviar livro oficial de que se tem a guarda</p><p>em razão do cargo caracteriza o crime de corrupção passiva.</p><p>b) A conduta de patrocinar interesse privado perante a Admi-</p><p>nistração Pública, valendo-se da qualidade de funcionário</p><p>público, caracteriza o crime de tráfico de influência.</p><p>c) A conduta de desobedecer ordem, ainda que ilegal, de fun-</p><p>cionário público caracteriza o crime de desobediência.</p><p>d) Importar mercadoria proibida caracteriza o crime de</p><p>descaminho.</p><p>e) Inovar artificialmente em processo administrativo o estado</p><p>de lugar, com o fim de induzir a erro o juiz, caracteriza crime</p><p>de fraude processual.</p><p>165. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa correta quanto</p><p>ao correto entendimento sobre a parte especial do Código</p><p>Penal e leis penais especiais.</p><p>a) A reparação do dano realizada antes da sentença penal irre-</p><p>corrível por crime de peculato culposo permite a redução</p><p>da pena pela metade.</p><p>b) Funcionário público, com cargo em comissão, que altera</p><p>sistema de informações ou programa de informática sem</p><p>autorização ou solicitação de autoridade competente, cau-</p><p>sando danos à Administração Pública, pode ser punido com</p><p>pena de detenção de três meses a um ano e multa.</p><p>c) O crime de divulgação de segredo somente se procede</p><p>mediante representação.</p><p>d) É crime de responsabilidade contra a probidade na Admi-</p><p>nistração, a omissão culposa de publicação das leis e reso-</p><p>luções do Poder Legislativo.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>69</p><p>e) Nos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direito e</p><p>valores, é efeito da condenação, por dois terços do tem-</p><p>po da pena privativa de liberdade aplicada, a interdição do</p><p>exercício de cargo ou função pública de qualquer natureza</p><p>e de diretor das pessoas jurídicas que tenham, em caráter</p><p>permanente, como atividade principal a captação, interme-</p><p>diação e aplicação de recursos financeiros de terceiros, em</p><p>moeda nacional ou estrangeira.</p><p>166. (VUNESP – 2019) A respeito dos crimes contra a adminis-</p><p>tração pública, previstos nos artigos 312 a 359-H do Código</p><p>Penal (CP), é correto afirmar:</p><p>a) O crime de modificação ou alteração não autorizada de</p><p>sistema de informações (artigo 313-B do CP) somente se</p><p>caracteriza se resulta dano para a Administração Pública.</p><p>b) O funcionário que, por dinheiro, deixa de responsabilizar</p><p>subordinado que cometeu infração no exercício do cargo,</p><p>pratica o crime de condescendência criminosa (artigo</p><p>320</p><p>do CP).</p><p>c) O crime de abandono de função (artigo 323 do CP) somen-</p><p>te se caracteriza se resulta prejuízo para a Administração</p><p>Pública.</p><p>d) Aquele que, perante a autoridade, acusa-se de crime inexis-</p><p>tente, pratica o crime de comunicação falsa de crime (artigo</p><p>340 do CP).</p><p>e) O crime de coação no curso do processo (artigo 344 do CP)</p><p>caracteriza-se ainda que a coação ocorra em sede de pro-</p><p>cesso administrativo.</p><p>167. (VUNESP – 2018) A respeito dos Crimes contra a Adminis-</p><p>tração Pública, previstos no Código Penal, assinale a asserti-</p><p>va correta.</p><p>a) Mévio, vendedor, ao oferecer vantagem econômica a Tício,</p><p>gerente de compras de rede de supermercado, para que</p><p>seus produtos fossem adquiridos, pratica o crime de cor-</p><p>rupção ativa, previsto no art. 333, do CP.</p><p>b) Caio, funcionário público, por vingança, ao retardar, indevi-</p><p>damente, a expedição de certidão de interesse de Tício, seu</p><p>desafeto, a fim de o prejudicar, pratica crime de prevarica-</p><p>ção, previsto no art. 319, do CP.</p><p>c) Tícia, funcionária pública, ao furtar a carteira da colega,</p><p>também funcionária pública, pratica o crime de peculato-</p><p>-furto, previsto no parágrafo 1º, do art. 312, do CP.</p><p>d) Mévia, ao se opor à apreensão ilegal de seu filho menor pela</p><p>Polícia Militar, pratica o crime de resistência, definido no</p><p>art. 329, do CP.</p><p>e) Semprônio, ao se recusar a assinar o mandado de citação</p><p>de ação de execução, perante o oficial de justiça, pratica o</p><p>crime de desobediência, previsto no art.330, do CP.</p><p>168. (VUNESP – 2018) A respeito dos crimes praticados em</p><p>detrimento da administração pública, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) São crimes próprios de funcionários públicos o de concus-</p><p>são, o de peculato e o de tráfico de influência.</p><p>b) O crime de facilitação de contrabando ou descaminho pode</p><p>ser praticado por particular, individualmente ou em con-</p><p>curso de agentes com o funcionário público.</p><p>c) O crime de advocacia administrativa, para restar caracteri-</p><p>zado, exige a qualidade de advogado do sujeito ativo.</p><p>d) No crime de corrupção ativa, incidirá causa de aumento da</p><p>pena ao sujeito ativo, na hipótese de o funcionário omitir ou</p><p>retardar ato de ofício.</p><p>e) O funcionário público que, por recebimento de vantagem</p><p>ilícita, de qualquer natureza, deixa de responsabilizar</p><p>subordinado que praticou ato ilícito comete crime de con-</p><p>descendência criminosa</p><p>169. (VUNESP – 2015) Nos crimes contra a Administração</p><p>Pública,</p><p>a) o crime de corrupção passiva se consuma no momento em</p><p>que o funcionário público, em consequência da promessa</p><p>ou vantagem recebida, retarda ou deixa de praticar qual-</p><p>quer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional</p><p>(art. 317, CP).</p><p>b) o crime de coação no curso do processo (art. 344, CP) se</p><p>configura quando, na modalidade “violência”, resultar lesão</p><p>corporal no coacto.</p><p>c) o crime de peculato doloso (artigo 312, CP) divide-se em</p><p>peculato-apropriação, peculato-desvio e peculato -furto.</p><p>d) o funcionário que deixa, por indulgência, de responsabi-</p><p>lizar subordinado que cometeu infração no exercício do</p><p>cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao</p><p>conhecimento da autoridade competente comete crime de</p><p>prevaricação (art. 319, CP).</p><p>e) o funcionário público que exige tributo ou contribuição</p><p>social, que sabe ou deveria saber indevido, comete crime de</p><p>concussão (art. 316, CP).</p><p>170. (VUNESP – 2020) A doutrina, ao tratar dos direitos e garan-</p><p>tias fundamentais, assinala que</p><p>a) os direitos fundamentais não podem ser considerados na</p><p>interpretação e aplicação, pelo administrador público, de</p><p>cláusulas gerais e de conceitos jurídicos indeterminados.</p><p>b) os direitos fundamentais são normas matrizes de outras</p><p>normas, e não normas diretamente reguladoras de relações</p><p>jurídicas.</p><p>c) as normas definidoras dos direitos e garantias fundamen-</p><p>tais têm aplicação imediata, no que se refere exclusivamen-</p><p>te aos direitos individuais.</p><p>d) o fato de os direitos fundamentais estarem previstos na</p><p>Constituição torna-os parâmetros de organização e de limi-</p><p>tação dos poderes constituídos.</p><p>d) os atos normativos do Poder Legislativo sujeitam- -se aos</p><p>direitos fundamentais, mas outros atos desse Poder, com</p><p>eficácia externa, escapam a essa sujeição.</p><p>171. (VUNESP – 2021) É de fundamental importância o conheci-</p><p>mento por parte dos agentes do Estado dos direitos e garantias</p><p>fundamentais previstos na Constituição Federal. Neste contex-</p><p>to, é correto afirmar, sobre esse tema, com base na Constituição</p><p>Federal de 1988, que:</p><p>a) ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma</p><p>coisa senão em virtude de ordem expressa de autoridade</p><p>pública competente.</p><p>b) é plena a liberdade de associação, não podendo o Estado</p><p>negar o registro de associações civis em decorrência do seu</p><p>objeto social.</p><p>c) não é permitido a ninguém ingressar na casa alheia sem</p><p>o consentimento do morador, exceto se em decorrência</p><p>de determinação judicial ou nos casos de flagrante delito,</p><p>desastre ou para prestar socorro.</p><p>d) todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em</p><p>locais abertos ao público, desde que obtenham previamen-</p><p>te autorização da autoridade competente.</p><p>e) é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações</p><p>telefônicas, salvo por ordem da autoridade policial, para</p><p>fins de investigação criminal.</p><p>172. (VUNESP – 2020) Assinale a alternativa correta, de acordo</p><p>com os dispositivos expressamente previstos na Constituição</p><p>Federal.</p><p>a) A lei considerará crimes inafiançáveis e imprescritíveis a</p><p>prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas</p><p>afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos.</p><p>70</p><p>b) A lei não poderá prever que o civilmente identificado seja</p><p>submetido a identificação criminal.</p><p>c) O preso tem direito à identificação dos responsáveis por</p><p>sua prisão ou por seu interrogatório policial, salvo nos casos</p><p>de alta periculosidade.</p><p>d) Ninguém será levado à prisão ou nela mantido, quando a lei</p><p>admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança.</p><p>173. (VUNESP – 2020) Suponha que Joana é brasileira natura-</p><p>lizada e que, após a naturalização, ela praticou dois crimes de</p><p>homicídio que resultaram na morte de Leonardo e Sandra,</p><p>ambos brasileiros.</p><p>De acordo com a Constituição Federal, é correto afirmar que</p><p>Joana</p><p>a) não será extraditada e não será levada à prisão ou nela</p><p>mantida, quando a lei admitir a liberdade provisória, com</p><p>ou sem fiança.</p><p>b) apenas poderia ser extraditada por decisão do Supremo</p><p>Tribunal Federal se cometesse crime político ou de opinião</p><p>contra o interesse nacional.</p><p>c) terá concedida sua extradição, e serão admissíveis, no pro-</p><p>cesso, as provas obtidas por meios ilícitos, tendo em vista a</p><p>gravidade dos crimes cometidos.</p><p>d) não será extraditada, mas, caso seja presa, ela não terá</p><p>direito à identificação dos responsáveis por sua prisão.</p><p>e) será extraditada após o devido processo legal e poderá</p><p>sofrer pena de banimento.</p><p>174. (VUNESP – 2020) Considere que Mário sequestrou Luísa há</p><p>dois meses e que a mantém em cárcere privado durante todo</p><p>esse tempo. Lucas é vizinho de Mário e, durante a noite do dia</p><p>10 de novembro, ouviu Luísa gritando, pedindo ajuda. De acordo</p><p>com a Constituição Federal, é correto afirmar que</p><p>a) como a casa é asilo inviolável do indivíduo, Lucas apenas</p><p>nela poderá penetrar para prestar socorro, sem o consenti-</p><p>mento de Mário, durante o dia.</p><p>b) independentemente de ser caso de desastre, ou com o fim</p><p>de prestar socorro, Lucas poderá penetrar na casa de Mário,</p><p>sem seu consentimento, em qualquer horário.</p><p>c) já que a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela</p><p>poderá penetrar durante a noite sem consentimento do</p><p>morador, ainda que em caso de flagrante delito.</p><p>d) somente em caso de desastre, Lucas poderia penetrar na</p><p>casa de Mário sem sua autorização expressa.</p><p>e) a casa é asilo inviolável do indivíduo, mas Lucas poderá</p><p>penetrar na casa de Mário durante a noite e sem sua autori-</p><p>zação expressa para prestar socorro a Luísa.</p><p>175. (VUNESP – 2020) No tocante aos direitos e</p><p>às garantias fun-</p><p>damentais, a Constituição Federal dispõe que as associações</p><p>a) não podem ser compulsoriamente dissolvidas, nem mes-</p><p>mo por decisão do Poder Judiciário transitada em julgado.</p><p>b) somente podem ter suas atividades suspensas por decisão</p><p>judicial transitada em julgado.</p><p>c) podem ser criadas, independentemente de autoriza-</p><p>ção, e não podem sofrer interferência estatal em seu</p><p>funcionamento.</p><p>d) dependem de lei para serem criadas e não podem ter suas</p><p>atividades suspensas, a não ser por decisão judicial transi-</p><p>tada em julgado.</p><p>e) independem de autorização para serem criadas e somente</p><p>podem ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas ativi-</p><p>dades suspensas por decisão judicial transitada em julgado.</p><p>176. (VUNESP – 2020) A respeito dos direitos fundamentais, com</p><p>base na Constituição Federal e na jurisprudência do Supremo</p><p>Tribunal Federal, assinale a alternativa correta.</p><p>a) A adoção de ações afirmativas não é incompatível com o</p><p>princípio da igualdade.</p><p>b) A interceptação telefônica pode ser determinada pelo</p><p>Ministério Público, sempre que a defesa da probidade</p><p>administrativa recomende a adoção da medida.</p><p>c) As associações poderão ter as suas atividades suspensas</p><p>por decisão administrativa ou judicial.</p><p>d) O direito à habitação garante ao indivíduo que ocupe imó-</p><p>vel público e nele exerça atividade econômica produtiva o</p><p>direito à usucapião.</p><p>e) A autoridade competente, em caso de iminente perigo</p><p>público, poderá utilizar a propriedade particular, assegura-</p><p>da ao proprietário a indenização prévia, justa e em dinheiro.</p><p>177. (VUNESP – 2020) No tocante à temática dos Direitos e</p><p>Garantias Fundamentais, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O regime jurídico das liberdades públicas protege as pes-</p><p>soas naturais, brasileiras ou estrangeiras, residentes no</p><p>Brasil, mas não as pessoas jurídicas.</p><p>b) A Constituição Federal, segundo a doutrina, adotou o prin-</p><p>cípio da igualdade de direitos, prevendo uma igualdade de</p><p>possibilidades virtuais.</p><p>c) Os direitos e garantias fundamentais enunciados na Cons-</p><p>tituição não se aplicam aos estrangeiros em trânsito pelo</p><p>território nacional.</p><p>d) A conquista constitucional da liberdade religiosa trouxe a</p><p>proibição do ensino religioso como disciplina em escolas</p><p>públicas.</p><p>e) A Constituição impede a violação das comunicações telefô-</p><p>nicas, ainda que haja ordem judicial autorizando.</p><p>178. (VUNESP – 2020) O direito à liberdade em seu sentido mais</p><p>amplo está estabelecido e garantido, total e integralmente, na</p><p>Constituição Federal (C.F.), art. 5, II, que diz:</p><p>a) é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o</p><p>anonimato.</p><p>b) é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o</p><p>sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.</p><p>c) não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem</p><p>prévia cominação legal.</p><p>d) é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a</p><p>de caráter paramilitar.</p><p>e) ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma</p><p>coisa senão em virtude de lei.</p><p>179. (VUNESP – 2020) A Requisição, conforme fundamentos</p><p>constitucionais, é definida como</p><p>a) utilização coativa transitória de bens ou serviços</p><p>particulares.</p><p>b) instrumento para atendimento da finalidade social de</p><p>imóveis.</p><p>c) obtenção de recursos em definitivo para promover benefí-</p><p>cios coletivos.</p><p>d) meio previsto em lei que, sob ordem judicial, gere melhorias.</p><p>e) cessão ao domínio público sob justa indenização prévia.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>71</p><p>180. (VUNESP – 2020) Assinale a alternativa que está em confor-</p><p>midade com o disposto na Constituição Federal no tocante aos</p><p>direitos e garantias fundamentais.</p><p>a) Em nenhuma hipótese a lei poderá restringir a publicidade</p><p>dos atos processuais.</p><p>b) É livre a manifestação do pensamento, sendo garantido o</p><p>anonimato.</p><p>c) É vedada a assistência religiosa nas entidades civis e milita-</p><p>res de internação coletiva.</p><p>d) É assegurado, mediante pagamento de taxa, o direito de</p><p>petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou con-</p><p>tra ilegalidade ou abuso de poder.</p><p>e) São gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma</p><p>da lei, o registro civil de nascimento e a certidão de óbito.</p><p>181. (VUNESP – 2020) Nos termos da Constituição Federal, não</p><p>haverá pena_____, salvo em caso de guerra declarada.</p><p>A expressão que completa corretamente o enunciado é:</p><p>a) de caráter perpétuo</p><p>b) de banimento</p><p>c) de trabalhos forçados</p><p>d) cruel</p><p>e) de morte</p><p>182. (VUNESP – 2020) A respeito dos Direitos e Deveres Indivi-</p><p>duais e Coletivos, assinale a alternativa que está de acordo com</p><p>a Constituição Federal.</p><p>a) É livre a locomoção no território nacional em tempo de</p><p>paz e em tempo de guerra, podendo qualquer pessoa nele</p><p>entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.</p><p>b) Todos podem reunir-se pacificamente em locais abertos ao</p><p>público, desde que não frustrem outra reunião já convoca-</p><p>da, sendo apenas exigida prévia autorização da autoridade</p><p>competente.</p><p>c) A criação de associações e, na forma da lei, a de cooperati-</p><p>vas dependem de autorização, sendo vedada a interferência</p><p>estatal em seu funcionamento.</p><p>d) As entidades associativas, quando expressamente autori-</p><p>zadas, têm legitimidade para representar seus filiados judi-</p><p>cial ou extrajudicialmente.</p><p>e) A lei não poderá, em qualquer situação, restringir a publici-</p><p>dade dos atos processuais.</p><p>183. (VUNESP – 2020) A respeito dos Direitos e Garantias Funda-</p><p>mentais, assinale a alternativa que está de acordo com a Cons-</p><p>tituição Federal.</p><p>a) Não haverá penas de trabalhos forçados e cruéis, mas pode-</p><p>rá haver pena de banimento.</p><p>b) A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre</p><p>serão comunicados em 48 (quarenta e oito) horas ao juiz</p><p>competente.</p><p>c) O preso tem direito à identificação dos responsáveis por</p><p>sua prisão ou por seu interrogatório policial.</p><p>d) O mandado de segurança coletivo somente pode ser impe-</p><p>trado por associação legalmente constituída e em funcio-</p><p>namento há pelo menos 2 (dois) anos.</p><p>e) Conceder-se-á habeas data sempre que a falta de norma</p><p>regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e</p><p>liberdades constitucionais.</p><p>184. (VUNESP – 2020) A Constituição Federal, ao garantir aos</p><p>brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilida-</p><p>de do direito à propriedade, estabelece que</p><p>a) é garantido o direito de propriedade, ainda que não atendi-</p><p>da a sua função social.</p><p>b) a desapropriação por necessidade ou utilidade pública ope-</p><p>ra-se mediante justa e prévia indenização, a qual está dis-</p><p>pensada no caso de desapropriação por interesse social.</p><p>c) no caso de iminente perigo público, a autoridade compe-</p><p>tente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao</p><p>proprietário indenização ulterior, se houver dano.</p><p>d) a pequena propriedade rural somente será objeto de</p><p>penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua</p><p>atividade produtiva.</p><p>e) a propriedade urbana dos comprovadamente pobres não</p><p>será objeto de penhora em razão da proteção conferida pelo</p><p>instituto jurídico do bem</p><p>185. (VUNESP – 2020) A respeito dos direitos sociais, assinale a</p><p>alternativa que está de acordo com a Constituição Federal.</p><p>a) Fica facultada a participação dos sindicatos nas negocia-</p><p>ções coletivas de trabalho.</p><p>b) É direito dos trabalhadores jornada de 8 (oito) horas para o</p><p>trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento.</p><p>c) O aposentado filiado tem direito a votar, mas não é elegível</p><p>para cargos de direção nas organizações sindicais.</p><p>d) É direito dos trabalhadores urbanos aviso prévio proporcio-</p><p>nal ao tempo de serviço, que será de, no mínimo, 20 (vinte)</p><p>dias.</p><p>e) São direitos sociais, dentre outros, a alimentação, a mora-</p><p>dia, o transporte, o lazer, a segurança, a proteção à materni-</p><p>dade e à infância e a assistência aos desamparados.</p><p>186. (VUNESP – 2020) Com relação aos trabalhadores urbanos</p><p>e rurais, a Constituição Federal estabelece que é um dos seus</p><p>direitos:</p><p>a) remuneração do serviço extraordinário superior, no míni-</p><p>mo, em cinquenta por cento à do</p><p>normal.</p><p>b) salário-família pago em razão do dependente do trabalha-</p><p>dor, independentemente da renda.</p><p>c) duração do trabalho normal não superior a oito horas diá-</p><p>rias e quarenta e quatro semanais, vedada a compensação</p><p>de horários e a redução da jornada.</p><p>d) jornada de oito horas para o trabalho realizado em turnos</p><p>ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva.</p><p>e) o seguro-desemprego, em caso de desemprego voluntário</p><p>ou involuntário.</p><p>187. (VUNESP – 2020) Felicio é empregado de uma empresa e</p><p>foi presidente do sindicato dos trabalhadores da sua catego-</p><p>ria. Mas, findo o seu mandato, teve que retornar ao seu posto</p><p>de trabalho. Seis meses após o seu retorno, o seu empregador</p><p>pretende demiti-lo.</p><p>Segundo o disposto na Constituição da República, nessa situa-</p><p>ção hipotética, é correto afirmar que</p><p>a) Felício não poderá ser demitido do emprego, ainda que</p><p>tenha cometido falta grave, em razão da sua estabilidade,</p><p>que perdura por até um ano após o final do seu mandato.</p><p>b) o empregador poderá demitir Felício, se este tiver cometido</p><p>falta grave, uma vez que a estabilidade de ex-dirigente sin-</p><p>dical não o protege nessa situação.</p><p>c) Felício poderá ser demitido do emprego a qualquer</p><p>momento, independentemente de ter ou não cometido fal-</p><p>ta grave, pois a sua estabilidade não o protege após o fim do</p><p>mandato.</p><p>72</p><p>d) o empregador somente poderá demitir Felício após um ano</p><p>do fim do mandato, tenha ele cometido ou não falta grave.</p><p>e) Felício somente poderá ser demitido após dois anos do fim</p><p>do mandato ou então, antes disso, se cometer falta grave, na</p><p>forma da lei.</p><p>188. (VUNESP – 2020) Philippe e sua esposa Sophie são fran-</p><p>ceses. Quando Sophie completou sete meses de gestação, eles</p><p>decidiram passar férias no Brasil, mas uma intercorrência pro-</p><p>vocou a aceleração do parto, e Marie, primeira filha do casal,</p><p>nasceu prematuramente no Hospital Municipal de Valinhos.</p><p>Jéssica nasceu na Islândia, é filha de João, brasileiro, e Leona,</p><p>finlandesa. Jéssica veio residir no Brasil e optou, depois de atin-</p><p>gida a maioridade, pela nacionalidade brasileira.</p><p>De acordo com o que dispõe a Constituição Federal, é correto</p><p>afirmar que</p><p>a) Marie e Jéssica são ambas brasileiras naturalizadas.</p><p>b) Marie é brasileira nata, e Jéssica é brasileira naturalizada.</p><p>c) Marie e Jéssica somente serão consideradas brasileiras</p><p>naturalizadas após residirem pelo menos quinze anos inin-</p><p>terruptos no Brasil.</p><p>d) Marie e Jéssica são brasileiras natas.</p><p>e) Marie é brasileira nata, e Jéssica poderá ser considerada</p><p>brasileira naturalizada apenas após comprovar residência</p><p>por um ano ininterrupto no Brasil e sua idoneidade moral.</p><p>189. (VUNESP – 2020) Considerando o disposto na Constituição</p><p>Federal a respeito da Administração Pública, assinale a alterna-</p><p>tiva correta.</p><p>a) Somente por lei específica poderá ser criada autarquia e</p><p>autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade</p><p>de economia mista e de fundação, que poderão criar subsi-</p><p>diárias, independentemente de autorização legislativa.</p><p>b) A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante</p><p>de cargo ou emprego da administração direta e indireta que</p><p>possibilite o acesso a informações privilegiadas.</p><p>c) Os atos de improbidade administrativa importarão a cas-</p><p>sação dos direitos políticos, a suspensão da função pública,</p><p>a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário,</p><p>na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação</p><p>penal cabível.</p><p>d) A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos</p><p>praticados por qualquer agente, servidor ou não, que cau-</p><p>sem prejuízos ao erário, incluídas as respectivas ações de</p><p>ressarcimento.</p><p>e) É vedada a percepção simultânea de proventos de aposen-</p><p>tadoria com a remuneração de cargo, emprego ou função</p><p>pública, incluídos os cargos acumuláveis na forma da Cons-</p><p>tituição e os cargos em comissão.</p><p>190. (VUNESP – 2020) Sobre o regime jurídico constitucional</p><p>aplicável ao servidor público da administração fundacional, no</p><p>exercício de mandato eletivo, é correto afirmar que</p><p>a) em se tratando de mandato eletivo federal, estadual ou dis-</p><p>trital, ficará afastado de seu cargo, emprego ou função.</p><p>b) investido no mandato de Vereador, será obrigatoriamente</p><p>afastado do cargo, emprego ou função.</p><p>c) investido no mandato de Prefeito, perceberá as vantagens</p><p>de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remune-</p><p>ração do cargo eletivo.</p><p>d) no caso de afastamento para o exercício de mandato eleti-</p><p>vo, seu tempo de serviço será contado para promoção por</p><p>merecimento.</p><p>e) para efeito de benefício previdenciário, no caso de afasta-</p><p>mento, a contagem do tempo de serviço ficará suspensa.</p><p>191. (VUNESP – 2020) A C.F. estabelece teto (limite) para a</p><p>remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e</p><p>empregos públicos da administração direta, autárquica e fun-</p><p>dacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos</p><p>Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Para o Município,</p><p>o teto é o subsídio</p><p>a) do Prefeito.</p><p>b) dos Vereadores.</p><p>c) do Governador.</p><p>d) dos Deputados Estaduais e Distritais.</p><p>e) dos Desembargadores do Tribunal de Justiça.</p><p>192. (VUNESP – 2020) O regime jurídico a que se submetem as</p><p>empresas públicas e sociedades de economia mista, de acordo</p><p>com a Constituição Federal, é</p><p>a) de direito público, abrangendo o dever de licitar e de con-</p><p>tratar mediante concurso público.</p><p>b) de direito público, estando dispensadas do dever de licitar e</p><p>de contratar mediante concurso público.</p><p>c) híbrido, sujeitando-se ao dever de licitar, mas dispensa-</p><p>das do dever de selecionar servidores mediante concurso</p><p>público.</p><p>d) de direito privado, apenas se forem exploradoras de ativida-</p><p>de econômica, sujeitando-se ao dever de contratar servido-</p><p>res mediante concurso público.</p><p>e) de direito privado, sujeitando-se ao dever de licitar confor-</p><p>me legislação específica.</p><p>193. (VUNESP – 2020) A Constituição Federal determina que os</p><p>padrões de vencimentos e demais componentes do sistema</p><p>remuneratório dos servidores públicos devem observar, entre</p><p>outros parâmetros,</p><p>a) a jornada de trabalho, as condições de prestação do serviço</p><p>e o disposto em convenção coletiva.</p><p>b) a complexidade dos cargos e empregos componentes de</p><p>cada carreira, a jornada de trabalho e o grau de responsabi-</p><p>lidade da função.</p><p>c) a isonomia com as carreiras semelhantes nos demais pode-</p><p>res, os requisitos para investidura e a exclusividade da jor-</p><p>nada de trabalho.</p><p>d) a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade</p><p>dos cargos componentes de cada carreira.</p><p>e) os requisitos para investidura, a exclusividade da jornada de</p><p>trabalho e a remuneração das carreiras paradigma no setor</p><p>privado.</p><p>194. (VUNESP – 2020) Ao disciplinar a Administração Pública, a</p><p>Constituição Federal assegura que</p><p>a) as administrações tributárias da União, dos Estados, do</p><p>Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao</p><p>funcionamento do Estado, exercidas por servidores de car-</p><p>reiras específicas, terão recursos prioritários para a rea-</p><p>lização de suas atividades e atuarão de forma integrada,</p><p>inclusive com o compartilhamento de cadastros e de infor-</p><p>mações fiscais, na forma da lei ou convênio.</p><p>b) a proibição de acumular estende-se a empregos e funções</p><p>e abrange autarquias, fundações, empresas públicas, socie-</p><p>dades de economia mista, suas subsidiárias, e sociedades</p><p>controladas diretamente pelo poder público, excetuadas as</p><p>de controle indireto.</p><p>c) é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies</p><p>remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do</p><p>serviço público e os acréscimos pecuniários percebidos por</p><p>servidor público serão computados e acumulados para fins</p><p>de concessão de acréscimos ulteriores.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>73</p><p>d) a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, fun-</p><p>ções e empregos públicos da administração direta, autár-</p><p>quica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes</p><p>da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,</p><p>dos detentores</p><p>de mandato eletivo e dos demais agentes</p><p>políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remu-</p><p>neratória, percebidos cumulativamente ou não, incluí-</p><p>das as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza,</p><p>não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos</p><p>Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como</p><p>limite, nos Municípios, o subsídio do Governador do respec-</p><p>tivo Estado.</p><p>e) as funções de confiança, exercidas exclusivamente por ser-</p><p>vidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão,</p><p>a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos,</p><p>condições e percentuais mínimos previstos em lei, desti-</p><p>nam-se unicamente às atribuições de assessoramento.</p><p>195. (VUNESP – 2020) Ao tratar do servidor público da adminis-</p><p>tração autárquica, no exercício do mandato eletivo, a Constitui-</p><p>ção Federal estabelece que:</p><p>a) no exercício de mandato eletivo estadual, ficará afastado de</p><p>seu cargo, emprego ou função.</p><p>b) investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo e</p><p>perceberá a maior dentre as duas remunerações.</p><p>c) investido no mandato de Vereador, havendo compati-</p><p>bilidade de horários, ser-lhe-á facultado optar pela sua</p><p>remuneração.</p><p>d) investido no mandato de Vereador, não havendo compa-</p><p>tibilidade de horários, perceberá a remuneração do cargo</p><p>eletivo.</p><p>e) investido no mandato de Vereador, será afastado do cargo</p><p>para o exercício de mandato eletivo, mas tempo de serviço</p><p>será contado para efeitos de promoção por merecimento.</p><p>196. (VUNESP – 2020) Sobre a acumulação de cargos públicos, é</p><p>correto afirmar:</p><p>a) a Constituição Federal veda qualquer acumulação remune-</p><p>rada de cargos públicos.</p><p>b) podem ser acumulados dois cargos de professor, admitin-</p><p>do-se a incompatibilidade de horários.</p><p>c) admite-se a acumulação remunerada de um cargo de pro-</p><p>fessor com outro técnico ou científico, quando houver com-</p><p>patibilidade de horários.</p><p>d) a proibição de acumular não se estende a empregos e fun-</p><p>ções, nem abrange a administração indireta.</p><p>e) podem ser acumulados até três cargos ou empregos</p><p>privativos de profissionais de saúde, com profissões</p><p>regulamentadas.</p><p>197. (VUNESP – 2020) Quanto à acumulação remunerada de car-</p><p>gos públicos, nos termos das normas constitucionais, pode-se</p><p>dizer que é permitida</p><p>a) a tríplice acumulação.</p><p>b) a acumulação entre o cargo de professor e profissional da</p><p>saúde.</p><p>c) a acumulação entre o cargo de profissional da saúde com</p><p>outro técnico ou científico.</p><p>d) a acumulação de cargo de professor com outro técnico ou</p><p>científico.</p><p>e) a acumulação mesmo que não haja compatibilidade de</p><p>horários.</p><p>198. (VUNESP – 2020) Assinale a alternativa que está de acordo</p><p>com a Constituição Federal.</p><p>a) É vedada a acumulação remunerada de dois cargos de pro-</p><p>fessor, ainda que haja compatibilidade de horários.</p><p>b) Independe de autorização legislativa a criação de subsidiá-</p><p>rias de autarquias e empresas públicas, assim como a parti-</p><p>cipação de qualquer delas em empresa privada.</p><p>c) O prazo de validade do concurso público será de até quatro</p><p>anos, prorrogável uma vez, por igual período.</p><p>d) Com o fim de garantir a preservação do valor salarial, admi-</p><p>te-se a vinculação ou equiparação de espécies remunera-</p><p>tórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço</p><p>público.</p><p>e) A administração fazendária e seus servidores fiscais terão,</p><p>dentro de suas áreas de competência e jurisdição, prece-</p><p>dência sobre os demais setores administrativos, na forma</p><p>da lei.</p><p>199. (VUNESP – 2020) Tiago foi nomeado para cargo de provi-</p><p>mento efetivo em virtude de aprovação em concurso público e,</p><p>após três anos de efetivo exercício, foi considerado estável no</p><p>serviço público. De acordo com a Constituição Federal, é corre-</p><p>to afirmar que Tiago</p><p>a) não poderia ter sido considerado estável, pois a estabilidade</p><p>apenas se adquire após 5 (cinco) anos de efetivo exercício</p><p>no serviço público.</p><p>b) apenas poderá perder o cargo em virtude de sentença judi-</p><p>cial transitada em julgado.</p><p>c) ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional</p><p>ao tempo de serviço, caso extinto o cargo, até seu adequado</p><p>aproveitamento em outro cargo.</p><p>d) não poderá perder seu cargo em virtude de processo admi-</p><p>nistrativo, ainda que lhe seja assegurada ampla defesa.</p><p>e) adquiriu a estabilidade automaticamente ao completar 2</p><p>(dois) anos de efetivo exercício, pois tal garantia independe</p><p>de avaliação especial de desempenho.</p><p>200. (VUNESP – 2020) Aos servidores públicos, conforme a</p><p>Constituição Federal de 1988, os padrões de vencimento e dos</p><p>demais componentes do sistema remuneratório deverão con-</p><p>siderar, entre outros fatores, o seguinte:</p><p>a) as exigências técnicas e de tempo para a função, o grau de</p><p>complexidade das tarefas e desempenho alcançado.</p><p>b) a natureza, o grau de responsabilidade, os requisitos para a</p><p>investidura e as peculiaridades dos cargos.</p><p>c) o nível de senioridade do cargo, o grau de exigência técni-</p><p>ca e complexidade das tarefas e as atribuições referentes à</p><p>função.</p><p>d) a complexidade e o grau de exigência da função, posiciona-</p><p>mento vis a vis das demais carreiras do setor público.</p><p>e) a compatibilidade entre o cargo, função e tarefas, as exi-</p><p>gências inerentes à função e ao cargo ocupado e resultados</p><p>alcançados.</p><p>201. (VUNESP – 2020) Com relação às emendas constitucionais</p><p>que veicularam reformas previdenciárias, é correto afirmar que</p><p>a) a Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003,</p><p>estabeleceu nova sistemática para o cálculo e reajuste das</p><p>aposentadorias e pensões dos servidores titulares de car-</p><p>go efetivo, mas manteve intacta a aplicação dos critérios da</p><p>“integralidade” e da “paridade” no âmbito da previdência</p><p>dos militares.</p><p>b) a Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998,</p><p>vedou a percepção de proventos de mais de uma aposen-</p><p>tadoria, ressalvadas apenas as aposentadorias decorrentes</p><p>dos cargos acumuláveis na forma da Constituição.</p><p>74</p><p>c) a Emenda Constitucional nº 47, de 5 de julho de 2005, con-</p><p>sagrou a aposentadoria especial para aqueles que exercem</p><p>atividade de risco, mediante requisitos e critérios diferen-</p><p>ciados, em benefício de policiais civis e militares.</p><p>d) a Emenda Constitucional nº 3, de 17 de março de 1993, esta-</p><p>beleceu a cobrança de contribuição previdenciária dos</p><p>servidores públicos federais, aí incluídos os militares das</p><p>Forças Armadas.</p><p>e) a Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019,</p><p>vedou a concessão de pensões por morte às filhas solteiras</p><p>dos militares.</p><p>202. (VUNESP – 2020) Hércules é funcionário público municipal</p><p>e foi eleito para o mandato de Deputado Estadual nas últimas</p><p>eleições e está prestes a assumir o mandato eletivo. Segundo</p><p>disposto na Constituição Federal, é correto afirmar que Hércules</p><p>a) poderá assumir o mandato de Deputado e acumular com o</p><p>cargo público municipal, desde que exista compatibilidade</p><p>de horários ou, não havendo compatibilidade, terá a facul-</p><p>dade de optar pela sua remuneração.</p><p>b) ficará afastado do cargo, e seu tempo de serviço será con-</p><p>tado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por</p><p>merecimento e, na hipótese de ser segurado de regime pró-</p><p>prio de previdência social, permanecerá filiado a esse regi-</p><p>me no Município.</p><p>c) será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela</p><p>sua remuneração, e durante o afastamento para o exer-</p><p>cício do mandato eletivo, seu tempo de serviço será con-</p><p>tado para todos os efeitos legais, incluindo promoção por</p><p>merecimento.</p><p>d) poderá acumular a remuneração do cargo público com o</p><p>mandato eletivo, considerando que são provenientes de</p><p>Poderes distintos, e durante o afastamento para o exercício</p><p>do mandato eletivo, seu tempo de serviço será contado para</p><p>todos os efeitos legais.</p><p>e) não poderá acumular a remuneração do cargo com a de</p><p>Deputado Estadual, mas o tempo de serviço público será</p><p>contado para todos os efeitos legais, e sendo segurado do</p><p>regime próprio de previdência social, deverá ser desfiliado</p><p>desse regime no município.</p><p>203. (VUNESP – 2020) Determinada Câmara do Tribunal</p><p>de Jus-</p><p>tiça apreciou arguições de inconstitucionalidade de duas leis</p><p>municipais, tendo decidido na primeira, no mérito, pela cons-</p><p>titucionalidade da norma, enquanto que, na segunda, afastou,</p><p>provisoriamente, a aplicação da lei municipal por meio de deci-</p><p>são em medida cautelar, por inconstitucionalidade. Ambas as</p><p>decisões foram tomadas por unanimidade de votos dos Desem-</p><p>bargadores. Nessa hipótese, considerando o regime jurídico</p><p>constitucional a respeito da cláusula de reserva de plenário, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) a primeira decisão violou a regra da reserva de plenário, e a</p><p>segunda está de acordo com a Constituição Federal por não</p><p>exigir a manifestação da maioria do Órgão Especial.</p><p>b) a primeira decisão está de acordo com a Constituição Fede-</p><p>ral, pois não exige o voto da maioria do Órgão Especial,</p><p>enquanto que a segunda violou a cláusula da reserva de ple-</p><p>nário prevista no texto constitucional.</p><p>c) ambas decisões estão de acordo com o disposto na Consti-</p><p>tuição Federal, não tendo violado a cláusula de reserva de</p><p>plenário por terem sido tomadas por órgão colegiado e por</p><p>votação unânime.</p><p>d) ambas decisões violaram a cláusula de reserva de plenário</p><p>por terem sido tomadas por órgão fracionário, tendo deixado</p><p>de submeter a questão ao Órgão Especial, que teria compe-</p><p>tência para apreciar e decidir sobre a matéria constitucional.</p><p>e) nenhuma das duas decisões violou a cláusula de reserva de</p><p>plenário, pois as hipóteses mencionadas veiculam situações</p><p>excepcionais específicas que não ensejam a aplicação da</p><p>cláusula constitucional da reserva de plenário.</p><p>204. (VUNESP – 2021) Assinale a alternativa correta a respeito</p><p>das súmulas vinculantes.</p><p>a) Os legitimados para provocar a aprovação, revisão ou</p><p>cancelamento de súmula vinculante são os mesmos que</p><p>podem propor a ação direta de inconstitucionalidade.</p><p>b) É obrigatória a manifestação prévia do Procurador- -Geral</p><p>da República em todas as propostas de edição, revisão ou</p><p>cancelamento de enunciado de súmula vinculante.</p><p>c) A súmula vinculante tem eficácia imediata, não havendo</p><p>previsão legal que permita a modulação de efeitos.</p><p>d) A proposta de edição, revisão ou cancelamento de enuncia-</p><p>do de súmula vinculante autoriza a suspensão dos proces-</p><p>sos em que se discuta a mesma questão.</p><p>e) Cabe reclamação ao STF contra ato administrativo que con-</p><p>trariar enunciado de súmula vinculante, desde que esgota-</p><p>das as vias administrativas.</p><p>205. (VUNESP – 2020) Em uma ação judicial contra o Valiprev,</p><p>um juiz de primeira instância proferiu decisão, em fevereiro de</p><p>2019, desfavorável ao Instituto. Porém, em março de 2019, o STF</p><p>editou Súmula Vinculante que é inteiramente contrária à refe-</p><p>rida decisão e favorável aos interesses do Valiprev em disputa</p><p>naquele processo judicial.</p><p>Para tentar reverter essa decisão, o Procurador do Valiprev pre-</p><p>tende ajuizar uma reclamação constitucional perante o STF.</p><p>Nessa hipótese, considerando o seu regramento jurídico, é</p><p>correto afirmar que o meio de impugnação judicial eleito pelo</p><p>procurador</p><p>a) não é cabível por ser dirigido contra decisão de juiz de pri-</p><p>meira instância.</p><p>b) será cabível se esgotados os recursos processuais contra a</p><p>referida decisão.</p><p>c) não é cabível em razão da decisão impugnada ser anterior à</p><p>súmula vinculante.</p><p>d) é cabível, para preservar a autoridade da decisão do Supre-</p><p>mo Tribunal Federal, ainda que caibam recursos da decisão.</p><p>e) é incabível, uma vez que não há possibilidade de controle</p><p>de constitucionalidade por parte do Município diretamente</p><p>perante o STF.</p><p>206. (VUNESP – 2020) Um Município está litigando no Poder</p><p>Judiciário e, no julgamento de segunda instância, verificou que</p><p>foi utilizada uma determinada súmula vinculante do STF que</p><p>lhe é desfavorável. Nesse sentido, tendo por base o direito bra-</p><p>sileiro vigente aplicável ao caso em exame, é correto afirmar</p><p>que, em relação à mencionada súmula, o Município</p><p>a) deverá interpor recurso extraordinário perante o Supremo</p><p>Tribunal Federal no qual poderá pedir o cancelamento ou a</p><p>revisão da referida súmula.</p><p>b) poderá propor, incidentalmente ao referido processo, a</p><p>revisão ou o cancelamento de enunciado da súmula, mas o</p><p>processo não será suspenso.</p><p>c) não poderá pedir o cancelamento ou a revisão da súmula,</p><p>tendo em vista que os Municípios não têm competência</p><p>para essa postulação.</p><p>d) poderá propor, incidentalmente ao referido processo, a</p><p>revisão ou o cancelamento da súmula, com efeito suspen-</p><p>sivo do processo.</p><p>e) deverá encaminhar pedido ao Procurador Geral da Repúbli-</p><p>ca, para que este proponha, incidentalmente ao processo, a</p><p>revisão ou o cancelamento da súmula.</p><p>207. (VUNESP – 2020) Das decisões em mandado de seguran-</p><p>ça proferidas em única instância pelos tribunais cabe recur-</p><p>so especial e extraordinário, nos casos legalmente previstos.</p><p>E quando, nessa mesma hipótese, a ordem for denegada pelo</p><p>Tribunal,</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>EN</p><p>A</p><p>L</p><p>75</p><p>a) cabe recurso ordinário.</p><p>b) cabe agravo de instrumento.</p><p>c) não cabe recurso.</p><p>d) cabe apelação.</p><p>e) cabe agravo regimental.</p><p>208. (VUNESP – 2020) Compete ao Superior Tribunal de Justiça,</p><p>entre outros, julgar:</p><p>a) as causas e os conflitos entre a União e os Estados, a União</p><p>e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as res-</p><p>pectivas entidades da administração indireta.</p><p>b) nas infrações penais comuns, o Presidente da República, o</p><p>Vice-Presidente, os membros do Congresso Nacional, seus</p><p>próprios Ministros e o Procurador- -Geral da República.</p><p>c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabili-</p><p>dade, os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha,</p><p>do Exército e da Aeronáutica, os membros do Tribunal de</p><p>Contas da União e os chefes de missão diplomática.</p><p>d) em recurso especial, as causas decididas, em única ou últi-</p><p>ma instância, pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos</p><p>Tribunais dos Estados, quando a decisão recorrida contra-</p><p>riar tratado ou lei federal, ou negar- lhes vigência.</p><p>e) mediante recurso extraordinário, as causas decididas em</p><p>única ou última instância, quando a decisão recorrida con-</p><p>trariar dispositivo da Constituição.</p><p>GABARITO</p><p>1 C 30 A</p><p>2 A 31 A</p><p>3 A 32 B</p><p>4 C 33 A</p><p>5 B 34 A</p><p>6 B 35 B</p><p>7 C 36 E</p><p>8 C 37 D</p><p>9 B 38 B</p><p>10 E 39 A</p><p>11 D 40 C</p><p>12 E 41 D</p><p>13 A 42 C</p><p>14 A 43 D</p><p>15 A 44 E</p><p>16 B 45 B</p><p>17 A 46 D</p><p>18 E 47 A</p><p>19 D 48 A</p><p>20 D 49 D</p><p>21 D 50 A</p><p>22 A 51 C</p><p>23 C 52 B</p><p>24 E 53 D</p><p>25 E 54 C</p><p>26 C 55 A</p><p>27 D 56 E</p><p>28 E 57 B</p><p>29 A 58 B</p><p>59 B 111 A</p><p>60 B 112 E</p><p>61 E 113 B</p><p>62 B 114 B</p><p>63 E 115 A</p><p>64 B 116 D</p><p>65 E 117 C</p><p>66 E 118 B</p><p>67 E 119 B</p><p>68 E 120 C</p><p>69 A 121 A</p><p>70 D 122 C</p><p>71 B 123 D</p><p>72 A 124 B</p><p>73 C 125 B</p><p>74 E 126 C</p><p>75 A 127 B</p><p>76 D 128 C</p><p>77 D 129 D</p><p>78 D 130 D</p><p>79 C 131 B</p><p>80 E 132 D</p><p>81 E 133 D</p><p>82 D 134 D</p><p>83 A 135 A</p><p>84 C 136 D</p><p>85 D 137 E</p><p>86 A 138 A</p><p>87 D 139 E</p><p>88 B 140 C</p><p>89 B 141 C</p><p>90 D 142 C</p><p>91 D 143 C</p><p>92 B 144 B</p><p>93 E 145 E</p><p>94 C 146 A</p><p>95 A 147 C</p><p>96 D 148 B</p><p>97 C 149 D</p><p>98 D 150 A</p><p>99 A 151 D</p><p>100 C 152 A</p><p>101 C 153 B</p><p>102 B 154 B</p><p>103 C 155 D</p><p>104 E 156 B</p><p>105 C 157 B</p><p>106 E 158 A</p><p>107 D 159 D</p><p>108 A 160 E</p><p>109 C 161 A</p><p>110 C 162 B</p><p>76</p><p>163 D 186 A</p><p>164 E 187 B</p><p>165 C 188 D</p><p>166 E 189 B</p><p>167 B 190 A</p><p>168 D 191 A</p><p>169 C 192 E</p><p>170 D 193 D</p><p>171 C 194 A</p><p>172 D 195 A</p><p>173 A 196 C</p><p>174 E 197 D</p><p>175 C 198 E</p><p>176 A 199 C</p><p>177 B 200 B</p><p>178 E 201 A</p><p>179 A 202 B</p><p>180 E 203 E</p><p>181 E 204 E</p><p>182 D 205 C</p><p>183 C 206 B</p><p>184 C 207 A</p><p>185 E 208 D</p><p>ANOTAÇÕES</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>RO</p><p>CE</p><p>SS</p><p>U</p><p>A</p><p>L</p><p>PE</p><p>N</p><p>A</p><p>L</p><p>77</p><p>DIREITO PROCESSUAL</p><p>PENAL</p><p>1. (VUNESP – 2018) A respeito das causas de impedimento e</p><p>suspeição do juiz, de acordo com o Código de Processo Penal,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>a) Ainda que dissolvido o casamento, sem descendentes, que</p><p>ensejava impedimento ou suspeição, não funcionará como</p><p>juiz o sogro, o padrasto, o cunhado, o genro ou enteado de</p><p>quem for parte no processo.</p><p>b) O juiz será impedido se for credor ou devedor de qualquer</p><p>das partes.</p><p>c) A suspeição poderá ser reconhecida ou declarada ainda que</p><p>a parte injurie, de propósito, o juiz.</p><p>d) O juiz será suspeito,</p><p>podendo ser recusado por qualquer</p><p>das partes, se já tiver funcionado como juiz de outra instân-</p><p>cia, pronunciando-se de fato ou de direito sobre a questão.</p><p>e) Nos juízos coletivos, não poderão servir no mesmo proces-</p><p>so os juízes que forem entre si parentes, consanguíneos ou</p><p>afins, em linha reta ou colateral, até o quarto grau.</p><p>2. (VUNESP – 2017) Nos exatos termos do art. 253 do CPP, nos</p><p>juízos coletivos, não poderão servir no mesmo processo os</p><p>juízes que forem entre si parentes,</p><p>a) consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral até o ter-</p><p>ceiro grau, inclusive, bem como amigos íntimos.</p><p>b) consanguíneos, excluídos os parentes afins.</p><p>c) consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral até o</p><p>quarto grau, inclusive.</p><p>d) consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral até o ter-</p><p>ceiro grau, inclusive.</p><p>e) consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral até o ter-</p><p>ceiro grau, inclusive, bem como amigos íntimos ou inimi-</p><p>gos capitais.</p><p>3. (VUNESP – 2015) Imagine que durante o curso de processo</p><p>penal, e tendo como objetivo afastar o juiz da causa, o órgão</p><p>do Ministério Público ou o defensor do acusado maneje</p><p>uma queixa crime contra o juiz, a fim de buscar configurar</p><p>uma inimizade capital. Nessa hipótese, a suspeição (CPP, art.</p><p>256)</p><p>a) deverá ser reconhecida, impondo-se o afastamento do pro-</p><p>cesso e/ou multa à parte que provocou a situação.</p><p>b) não poderá ser declarada, apenas reconhecida.</p><p>c) não poderá ser declarada e nem reconhecida.</p><p>d) não poderá ser reconhecida, apenas declarada.</p><p>e) deverá ser reconhecida, impondo-se multa à parte que pro-</p><p>vocou a situação.</p><p>4. (VUNESP – 2014) Nos termos do art. 252 do CPP, o juiz não</p><p>poderá exercer jurisdição no processo em que</p><p>a) ele próprio ou seu cônjuge ou parente em linha reta ou cola-</p><p>teral até o terceiro grau tiver servido como testemunha.</p><p>b) ele próprio ou seu cônjuge ou seu irmão for amigo íntimo</p><p>de qualquer das partes.</p><p>c) tiver funcionado como juiz de outra instância, pronuncian-</p><p>do-se, de fato ou de direito, sobre a questão.</p><p>d) for parte entidade associativa ou de classe da qual faça ou</p><p>tenha feito parte.</p><p>e) seu amigo íntimo for credor ou devedor, tutor ou curador de</p><p>qualquer das partes.</p><p>5. (VUNESP – 2013) O juiz não poderá exercer jurisdição no</p><p>processo em que</p><p>a) ele próprio ou seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou</p><p>afim, em linha reta ou colateral até o quinto grau, inclusive,</p><p>for parte ou diretamente interessado no feito.</p><p>b) ele não houver funcionado como defensor ou advogado,</p><p>órgão do Ministério Público, autoridade policial, auxiliar de</p><p>justiça, perito ou servido como testemunha.</p><p>c) tiver funcionado seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou</p><p>afim, em linha reta ou colateral até o quinto grau, inclusive,</p><p>como defensor ou advogado, órgão do Ministério Público,</p><p>autoridade policial, auxiliar de justiça ou perito.</p><p>d) tiver funcionado como juiz de outra instância, pronuncian-</p><p>do- se, de fato ou de direito, sobre a questão.</p><p>e) ele próprio ou seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou</p><p>afim, em linha reta ou colateral até o quarto grau, inclusive,</p><p>for parte ou diretamente interessado no feito.</p><p>6. (VUNESP – 2011) Considere as seguintes assertivas:</p><p>I a suspeição não poderá ser declarada nem reconhecida,</p><p>quando a parte injuriar o juiz ou de propósito der motivo</p><p>para criá-la;</p><p>II nos juízos coletivos, não poderão servir no mesmo proces-</p><p>so os juízes que forem entre si parentes, consanguíneos</p><p>ou afins, em linha reta ou colateral até o terceiro grau,</p><p>inclusive;</p><p>III o juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser</p><p>recusado por qualquer das partes, se ele, seu cônjuge,</p><p>ascendente ou descendente, estiver respondendo a pro-</p><p>cesso por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja</p><p>controvérsia.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>a) III, apenas.</p><p>b) I e II, apenas.</p><p>c) I e III, apenas.</p><p>d) II e III, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>78</p><p>7. (VUNESP – 2015) Ao Ministério Público compete, de acordo</p><p>com o art. 257 do CPP, fiscalizar a execução da lei e promover,</p><p>privativamente, a ação penal</p><p>a) pública.</p><p>b) pública incondicionada, e manifestar-se como custos legis,</p><p>nas ações penais públicas condicionadas.</p><p>c) privada, quando houver representação da vítima.</p><p>d) pública condicionada, e manifestar-se como custos legis,</p><p>nas ações penais públicas incondicionadas.</p><p>e) pública e, quando houver representação da vítima, promo-</p><p>ver em seu nome a ação penal privada.</p><p>8. (VUNESP – 2014) Existindo fundadas suspeitas de prática</p><p>criminosa por delegado de polícia ou seus subordinados na</p><p>condução de investigação oficial a seus encargos, o Juiz Cor-</p><p>regedor – necessitando fiscalizar a atividade policial inves-</p><p>tigatória – instaura sindicância para apurar o fato. Assim</p><p>agindo, o magistrado estará exercendo:</p><p>a) A corregedoria da atividade da polícia judiciária.</p><p>b) O seu poder hierárquico-administrativo sobre os</p><p>sindicados.</p><p>c) O controle externo da polícia previsto na Constituição</p><p>Federal.</p><p>d) A corregedoria da Polícia Civil.</p><p>9. (VUNESP – 2012) Nos termos do art. 257 do CPP cabe, ao</p><p>Ministério Público,</p><p>I promover, privativamente, a ação penal pública, na forma</p><p>estabelecida no CPP;</p><p>II buscar a condenação dos indiciados em inquérito policial;</p><p>III fiscalizar a execução da lei.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>a) I e II, apenas.</p><p>b) II e III, apenas.</p><p>c) I e III, apenas.</p><p>d) I, II e III.</p><p>e) I, apenas.</p><p>10. (VUNESP – 2018) A respeito do acusado e do defensor, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) se o defensor constituído pelo acusado não puder com-</p><p>parecer à audiência, por motivo justificado, provado até a</p><p>abertura da audiência, nomear-se-á defensor dativo, para</p><p>a realização do ato, que não será adiado.</p><p>b) o acusado, ainda que tenha habilitação, não poderá a si</p><p>mesmo defender, sendo-lhe nomeado defensor, pelo juiz,</p><p>caso não o tenha.</p><p>c) o acusado, ainda que possua defensor nomeado pelo Juiz,</p><p>poderá, a todo tempo, nomear outro, de sua confiança.</p><p>d) o acusado ausente não poderá ser processado sem defen-</p><p>sor. Já o foragido, existindo sentença condenatória, ainda</p><p>que não transitada em julgado, sim.</p><p>e) a constituição de defensor dependerá de instrumento</p><p>de mandato, ainda que a nomeação se der por ocasião do</p><p>interrogatório.</p><p>11. (VUNESP – 2017) Determina o art. 261 do CPP que</p><p>a) salvo nos processos contravencionais e nos de rito suma-</p><p>ríssimo, nenhum acusado será processado ou julgado sem</p><p>defensor.</p><p>b) salvo nos casos de força maior, nenhum acusado, ainda</p><p>que ausente ou foragido, será processado ou julgado sem</p><p>defensor.</p><p>c) nenhum acusado, com exceção do foragido, será processa-</p><p>do ou julgado sem defensor.</p><p>d) nenhum acusado, com exceção do revel, será processado ou</p><p>julgado sem defensor.</p><p>e) nenhum acusado, ainda que ausente ou foragido, será pro-</p><p>cessado ou julgado sem defensor.</p><p>12. (VUNESP – 2015) No que concerne à estruturação da defe-</p><p>sa de acusados em juízo criminal, é correto afirmar (CPP, art.</p><p>263):</p><p>a) o acusado que é Advogado pode apresentar defesa “em</p><p>nome próprio”, sem necessidade de constituição de outro</p><p>profissional.</p><p>b) o acusado que não constituir Advogado será obrigatoria-</p><p>mente defendido por Procurador Municipal ou Estadual.</p><p>c) o Juiz não pode indicar Advogado de forma compulsória a</p><p>um acusado, que sempre tem o direito inalienável de arti-</p><p>cular a própria defesa, ainda que não seja habilitado para</p><p>tanto.</p><p>d) se for indicado um Defensor Público ao acusado, este não</p><p>pode desconstituí-lo para nomear um profissional de sua</p><p>confiança.</p><p>e) apenas nos crimes mais graves o acusado deve obrigatoria-</p><p>mente ser assistido por Advogado, podendo articular a pró-</p><p>pria defesa, mesmo sem habilitação, nos casos em que não</p><p>está em risco sua liberdade.</p><p>13. (VUNESP – 2012) O CPP (art. 261) admite que seja o acusado</p><p>processado ou julgado sem defensor?</p><p>a) Sim, apenas o foragido.</p><p>b) Não.</p><p>c) Sim, o foragido, o ausente</p><p>e o revel.</p><p>d) Sim, apenas o ausente.</p><p>e) Sim, apenas o revel.</p><p>14. (VUNESP – 2013) O serventuário ou funcionário da justiça</p><p>dar-se-á por suspeito e, se não o fizer, poderá ser recusado</p><p>por qualquer das partes,</p><p>a) se ele, seu cônjuge, ou parente, consanguíneo, ou afim, até</p><p>o quinto grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a</p><p>processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.</p><p>b) se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver</p><p>respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo cará-</p><p>ter criminoso haja controvérsia.</p><p>c) se ele, seu cônjuge, ou parente, consanguíneo, ou afim, até</p><p>o quarto grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a</p><p>processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.</p><p>d) se não for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer</p><p>deles.</p><p>e) se ele, seu cônjuge, ou parente, consanguíneo, ou afim,</p><p>até o terceiro grau, inclusive, estiver respondendo a pro-</p><p>cesso por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja</p><p>controvérsia.</p><p>15. (VUNESP – 2013) Sobre a disciplina dada pelo Código de Pro-</p><p>cesso Penal a respeito dos indícios, e dos funcionários da justi-</p><p>ça, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Considera-se ponto incontroverso a circunstância conheci-</p><p>da e provada que, tendo ou não relação com o fato, autorize,</p><p>por indução ou por dedução, concluir -se a existência de</p><p>outras circunstâncias.</p><p>b) Nenhuma prescrição sobre suspeição e impedimento dos</p><p>juízes, membros do Ministério Público e advogados esten-</p><p>de-se aos serventuários e funcionários da justiça.</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>Usuário</p><p>Realce</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>RO</p><p>CE</p><p>SS</p><p>U</p><p>A</p><p>L</p><p>PE</p><p>N</p><p>A</p><p>L</p><p>79</p><p>c) Todas as prescrições sobre suspeição e impedimento dos</p><p>juízes, membros do Ministério Público e advogados esten-</p><p>dem-se aos serventuários e funcionários da justiça.</p><p>d) Considera-se indício a circunstância conhecida e provada</p><p>que, tendo relação com o fato, autorize, por indução, con-</p><p>cluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias.</p><p>e) Considera-se indício a circunstância conhecida, porém não</p><p>provada que, tendo relação com o fato, autorize, por dedu-</p><p>ção, concluir-se a existência de outras circunstâncias.</p><p>16. (VUNESP – 2018) Com relação à citação do acusado, assi-</p><p>nale a alternativa correta.</p><p>a) Completada a citação por hora certa, não comparecendo o</p><p>réu, ser-lhe-á nomeado defensor dativo.</p><p>b) A citação inicial do acusado far-se-á pessoalmente, por</p><p>intermédio de mandado judicial, carta precatória ou hora</p><p>certa.</p><p>c) A citação do réu preso far-se-á na pessoa do Diretor do</p><p>estabelecimento prisional.</p><p>d) Estando o acusado no estrangeiro, suspende-se o processo</p><p>e o prazo prescricional até que retorne ao País.</p><p>e) Ao acusado, citado por edital, que não comparecer ou cons-</p><p>tituir advogado, será nomeado defensor, prosseguindo o</p><p>processo.</p><p>17. (VUNESP – 2018) No que se refere à comunicação dos atos</p><p>processuais, assinale a alternativa correta.</p><p>a) A ausência de citação é causa de nulidade absoluta no pro-</p><p>cesso, mas a inobservância das formalidades da citação</p><p>gera nulidade relativa do ato.</p><p>b) A citação por procuração é aceita desde que o procurador</p><p>tenha poderes especiais para tanto.</p><p>c) Ao verificar que o réu se oculta para não ser citado, dar-se-á</p><p>a citação por edital.</p><p>d) No caso de citação do militar, além do mandado de citação,</p><p>que deverá ser cumprido por oficial de justiça, também é</p><p>necessária a notificação do chefe da repartição pública em</p><p>que o militar estiver lotado.</p><p>e) Existem três formas de citação: a real, a ficta e a editalícia.</p><p>18. (VUNESP – 2017) Estabelece o CPP em seu art. 353 que,</p><p>quando o réu estiver fora do território da jurisdição do juiz</p><p>processante, será citado mediante</p><p>a) qualquer meio que o juiz entenda idôneo.</p><p>b) edital.</p><p>c) precatória.</p><p>d) carta com aviso de recebimento, “de mão própria”.</p><p>e) videoconferência.</p><p>19. (VUNESP – 2017) Em matéria de citações e intimações, é</p><p>correto afirmar que</p><p>a) os prazos são contados da data da intimação, e não da jun-</p><p>tada aos autos do mandado ou da carta precatória ou de</p><p>ordem.</p><p>b) nula a citação por edital que apenas indica o dispositivo da</p><p>lei penal, sem transcrever a denúncia ou queixa, ou resumir</p><p>os fatos em que se baseia.</p><p>c) a citação do acusado por edital, se ele não comparecer ou</p><p>constituir advogado, permite a produção antecipada de</p><p>provas, sob o fundamento de decurso do tempo, e autoriza o</p><p>decreto de prisão preventiva, se for o caso.</p><p>d) nulo o julgamento de recurso criminal, na segunda instân-</p><p>cia, sem prévia intimação ou publicação da pauta, inclusive</p><p>em habeas corpus.</p><p>20. (VUNESP – 2015) Em que momento a lei processual penal</p><p>(CPP, art. 363) considera que o processo completa sua</p><p>formação?</p><p>a) Constituição de defensor após a citação.</p><p>b) Citação do acusado.</p><p>c) Recebimento da denúncia.</p><p>d) Apresentação de resposta escrita.</p><p>e) Juntada do mandado de citação aos autos.</p><p>21. (VUNESP – 2015) Nos termos do artigo 366 do Código de</p><p>Processo Penal, se o acusado, citado por edital, não compa-</p><p>recer nem constituir advogado:</p><p>a) será determinada vista ao Ministério Público, sob pena de</p><p>nulidade absoluta.</p><p>b) os autos permanecerão arquivados em Cartório, por perío-</p><p>do de 180 (cento e oitenta) dias, para renovação de diligên-</p><p>cias de localização, pela imprescindibilidade da citação</p><p>pessoal no processo penal.</p><p>c) será determinada vista à Defensoria Pública, para ofere-</p><p>cimento de resposta, em respeito ao princípio da ampla</p><p>defesa.</p><p>d) ficará suspenso o processo, podendo o juiz determinar a</p><p>produção antecipada das provas consideradas urgentes e,</p><p>se for o caso, decretar a prisão preventiva, nos termos do</p><p>artigo 312.</p><p>e) ficarão suspensos o processo e o curso prescricional,</p><p>podendo o juiz determinar a produção antecipada das pro-</p><p>vas consideradas urgentes e, se for o caso, decretar a prisão</p><p>preventiva, nos termos do artigo 312.</p><p>22. (VUNESP – 2014) Nos termos do art. 351 do CPP, quando o</p><p>réu estiver no território sujeito à jurisdição do juiz que hou-</p><p>ver ordenado a citação, esta se fará por</p><p>a) carta com aviso de recebimento (AR) ou telegrama.</p><p>b) carta simples.</p><p>c) meio eletrônico.</p><p>d) mandado.</p><p>e) qualquer meio que atinja a finalidade.</p><p>23. (VUNESP – 2014) Nos termos do quanto expressamente</p><p>prescreve o art. 366 do CPP, se o acusado, citado por edital,</p><p>não comparecer nem constituir advogado, ficarão suspen-</p><p>sos o processo e o curso do prazo prescricional, podendo o</p><p>juiz determinar a produção antecipada das provas consi-</p><p>deradas urgentes. Nessa hipótese, presentes os requisitos</p><p>atinentes à respectiva modalidade detentiva e com base uni-</p><p>camente no dispositivo de lei citado, está autorizado o juiz a</p><p>decretar a prisão do acusado?</p><p>a) Sim, a prisão preventiva.</p><p>b) Sim, a prisão temporária.</p><p>c) Sim, desde que o crime seja inafiançável.</p><p>d) Sim, desde que o acusado já tenha sido anteriormente con-</p><p>denado por outro crime.</p><p>e) Não, nunca.</p><p>24 (VUNESP – 2014) Considere que é efetivada a citação por</p><p>hora certa e, mesmo assim, o acusado não comparece para</p><p>se defender e nem constitui advogado. Nessa hipótese</p><p>a) ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricio-</p><p>nal, com possibilidade de produção antecipada de provas.</p><p>b) ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescri-</p><p>cional, com possibilidade de imediata decretação de prisão</p><p>preventiva.</p><p>80</p><p>c) ser-lhe-á nomeado defensor dativo e o processo seguirá</p><p>seu curso.</p><p>d) será tentada a citação por edital, com prazo de 15 (quinze)</p><p>dias.</p><p>25. (VUNESP – 2014) De acordo com entendimento sumulado</p><p>pelo STJ, a suspen-são do prazo prescricional na hipótese do</p><p>acusado citado por edital que não comparece ao processo e</p><p>nem constitui defensor</p><p>a) é de 20 (vinte) anos.</p><p>b) é indeterminada.</p><p>c) regula-se pelo máximo da pena cominada.</p><p>d) deve ser definida caso a caso, ao prudente arbítrio do</p><p>magistrado.</p><p>26. (VUNESP – 2014) Determina o art. 359 do CPP que o funcio-</p><p>nário público que deva comparecer em juízo como acusado</p><p>a) será notificado,</p><p>fundador, exatamente ligada à concepção de um</p><p>grande sistema de textos que pudessem estar disponíveis em</p><p>rede. Na década de 60, o cientista Theodor Nelson sonhava</p><p>com um sistema capaz de disponibilizar um grande número</p><p>de obras literárias, com a possibilidade de interconexão entre</p><p>elas. Criou, então, o “Xanadu”, um projeto para disponibilizar</p><p>toda a literatura do mundo, numa rede de publicação hiper-</p><p>textual universal e instantânea. Funcionando como um imenso</p><p>sistema de informação e arquivamento, o hipertexto deveria</p><p>ser um enorme arquivo virtual.</p><p>Assinale a alternativa contendo palavra do texto que é formada</p><p>por prefixo.</p><p>a) Máquina.</p><p>b) Brilhantismo.</p><p>c) Hipertexto.</p><p>d) Textualidade.</p><p>e) Arquivamento.</p><p>34. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa em que a forma</p><p>verbal destacada, que substitui a original nos parágrafos</p><p>indicados entre parênteses, apresenta regência de acordo</p><p>com a norma- padrão.</p><p>a) ... planejava também na criação de um sistema... (2.º)</p><p>b) Isso ocasiona em uma textualidade que funciona por asso-</p><p>ciação... (1.º)</p><p>c) ... Vannevar Bush, na década de 40, idealizou pela ideia de</p><p>hipertexto... (2.º)</p><p>d) ... o cientista Theodor Nelson ansiava em um sistema... (3.º)</p><p>e) ... o cientista Vannevar Bush [...] cogitava, na verdade, sobre</p><p>a necessidade de substituir os métodos existentes...(2.º)</p><p>35. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa contendo frase com</p><p>redação de acordo com a norma-padrão de concordância.</p><p>a) Pensava na necessidade de ser substituído de imediato os</p><p>métodos existentes.</p><p>b) Substitui-se os métodos de recuperação de informações</p><p>que se ligava especialmente à pesquisa acadêmica.</p><p>c) No hipertexto, a textualidade funciona por sequências fixas</p><p>que se estabeleceram previamente.</p><p>d) O inventor pensava em textos que já deveria estar disponí-</p><p>veis em rede.</p><p>e) Era procurado por ele máquinas com as quais pudesse cap-</p><p>turar o brilhantismo anárquico da imaginação humana.</p><p>36. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa em que a expressão</p><p>entre parênteses substitui, com correção, a expressão desta-</p><p>cada na frase.</p><p>a) ... a informação é disposta em um ambiente no qual pode</p><p>ser acessada de forma não linear. (em que)</p><p>b) ... textos que pudessem estar disponíveis em rede. (cujos)</p><p>c) ... recuperação de informações ligadas especialmente à</p><p>pesquisa acadêmica, que eram lineares... (aonde)</p><p>d) Isso acarreta uma textualidade que funciona por associa-</p><p>ção... (na qual)</p><p>e) ... esse conceito está ligado a uma nova concepção de tex-</p><p>tualidade, na qual a informação é disposta em um ambien-</p><p>te... (em cuja)</p><p>37. (VUNESP – 2013) Embora se trate de um texto predomi-</p><p>nantemente informativo, é correto afirmar que o autor faz</p><p>uma inferência, expressando sua opinião, ao dizer:</p><p>a) O cientista, ao que parece, importava-se com a criação de</p><p>um sistema que fosse como uma “máquina poética”.</p><p>b) Criou, então, o “Xanadu”, um projeto para disponibilizar</p><p>toda a literatura do mundo, numa rede.</p><p>c) Isso acarreta uma textualidade que funciona por associação.</p><p>d) A informação é disposta em um ambiente no qual pode ser</p><p>acessada de forma não linear.</p><p>e) Desde o surgimento da ideia de hipertexto, esse conceito</p><p>está ligado a uma nova concepção de textualidade.</p><p>38. (VUNESP – 2011) Leia o texto para responder à questão.</p><p>São Paulo recicla menos de 1% do lixo doméstico, e ques-</p><p>tão chega à Justiça</p><p>Com seus dois principais aterros esgotados ou próximos</p><p>do esgotamento completo, São Paulo exporta, hoje, para cida-</p><p>des vizinhas, a maior parte das 15 mil toneladas de lixo domés-</p><p>tico produzidas diariamente na capital. Desse total, menos de</p><p>1% é devidamente reciclado.</p><p>Segundo especialistas, a taxa de reciclagem poderia chegar</p><p>a 30%. Mas, como resultado dessa discrepância, aterros sanitá-</p><p>rios comuns estão recebendo diariamente toneladas de mate-</p><p>rial que poderia ser reutilizado e que nem chega a ser triado</p><p>nas insuficientes estações que preparam o material destinado</p><p>à reciclagem. Estudo da ONG Instituto Pólis mostra que, infe-</p><p>lizmente, sem o tratamento e a destinação corretos, 35% do</p><p>lixo reciclável separado em casas e condomínios é despejado</p><p>em aterros.</p><p>A situação insustentável do lixo da capital chegou à Justiça.</p><p>No início do ano, uma decisão de primeira instância determi-</p><p>nou que a Prefeitura de São Paulo implante, no prazo máximo</p><p>de um ano, coleta seletiva para toda a cidade. Além disso, tam-</p><p>bém exige que a administração pública fomente a formação de</p><p>cooperativas de catadores.</p><p>A prefeitura resolveu contra-atacar recorrendo da decisão</p><p>e afirmando que a implantação se dará até 2012. As concessio-</p><p>nárias que fazem a coleta pedem prazo até 2015 para ampliar</p><p>o serviço.</p><p>Segundo a prefeitura, 103 toneladas de lixo reciclável são</p><p>coletadas diariamente. Há hoje 16 centrais de triagem em</p><p>São Paulo, mas seriam precisos 31 centros para cobrir toda a</p><p>cidade.</p><p>Leia o trecho.</p><p>Estudo da ONG Instituto Pólis mostra que, infelizmente, sem</p><p>o tratamento e a destinação corretos,…</p><p>Assinale a alternativa que contém uma palavra formada pelo</p><p>mesmo processo do termo destacado.</p><p>a) infiel.</p><p>b) democracia.</p><p>c) lobisomem.</p><p>d) ilegalidade.</p><p>e) cidadania.</p><p>39. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa que apresenta um</p><p>vocábulo que substitui, sem alteração de sentido, o termo</p><p>destacado em – ... São Paulo exporta, hoje, para cidades vizi-</p><p>nhas... –</p><p>a) outrora</p><p>b) principalmente</p><p>c) logo depois</p><p>d) sempre</p><p>e) atualmente</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>13</p><p>40. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa que completa, cor-</p><p>reta e respectivamente, as lacunas das frases.</p><p>___________ situações insustentáveis do lixo na capital. Esse</p><p>problema chega _____________ autoridades que deverão tomar</p><p>______________ providências cabíveis.</p><p>a) As … as … as</p><p>b) Há … às … as</p><p>c) Há … as … às</p><p>d) Às … as … às</p><p>e) As … hás … as</p><p>41. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa correta quanto ao</p><p>uso do acento indicativo da crase.</p><p>a) Os catadores andam à pé e coletam lixo reciclável pelas ruas</p><p>da cidade.</p><p>b) O lixo reciclável é destinado à aterros sanitários em municí-</p><p>pios vizinhos.</p><p>c) Os especialistas estão à procura de soluções para o trata-</p><p>mento do lixo.</p><p>d) A prefeitura tem muito à fazer antes de implantar a coleta</p><p>seletiva do lixo.</p><p>e) A notícia do lixo em São Paulo chegou à Vossa Excelência</p><p>pelo jornal.</p><p>42. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa que completa, cor-</p><p>reta e respectivamente, as lacunas do trecho.</p><p>___________103 toneladas de lixo reciclável diariamente.</p><p>___________16 centrais de triagem em São Paulo...</p><p>a) Coleta-se … Têm-se</p><p>b) Coleta-se … Hoje tem</p><p>c) Coletam-se … Existe</p><p>d) Coleta-se … São</p><p>e) Coletam-se … Hoje existem</p><p>43. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa em que a concor-</p><p>dância verbal está correta.</p><p>a) Haviam cooperativas de catadores na cidade de São Paulo.</p><p>b) O lixo de casas e condomínios vão para aterros.</p><p>c) O tratamento e a destinação corretos do lixo evitaria que</p><p>35% deles fosse despejado em aterros.</p><p>d) Fazem dois anos que a prefeitura adia a questão do lixo.</p><p>e) Somos nós quem paga a conta pelo descaso com a coleta de</p><p>lixo.</p><p>44. (VUNESP – 2011) Leia as afirmações.</p><p>I A questão do lixo é um problema que envolve tanto a prefei-</p><p>tura de São Paulo quanto as concessionárias responsáveis</p><p>pela coleta e cooperativas de catadores.</p><p>II A prefeitura de São Paulo recorreu da decisão da Justiça</p><p>por não ser capaz de realizar a coleta seletiva de lixo sem o</p><p>apoio da própria Justiça.</p><p>III O Instituto Pólis é responsável pela triagem nas estações</p><p>que preparam o material destinado à reciclagem e infor-</p><p>mou que 35% do lixo reciclado é despejado em aterros.</p><p>De acordo com o texto, está correto apenas o contido em</p><p>a) I.</p><p>b) III.</p><p>c) I e II.</p><p>d) I e III.</p><p>e) II e III.</p><p>45. (VUNESP – 2019) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Saúde não é brinquedo político, diz diretor da OMS</p><p>“A saúde não é um brinquedo político, ela deve ser usada</p><p>para promover o bem-estar e a qualidade de vida. E isso só</p><p>vai acontecer</p><p>assim como o chefe de sua repartição.</p><p>b) será requisitado a seu superior hierárquico, por ofício.</p><p>c) não será pessoalmente intimado, bastando para tanto a</p><p>publicação da convocação no Diário Oficial.</p><p>d) terá direito a ser acompanhado por um advogado público,</p><p>providenciado pelo chefe de sua repartição.</p><p>e) gozará 1 (um) dia de licença no dia que antecede o compare-</p><p>cimento, a fim de que possa preparar sua defesa.</p><p>27. (VUNESP – 2012) Determina o art. 353 do CPP: quando o</p><p>réu estiver fora do território da jurisdição do juiz processan-</p><p>te será citado mediante</p><p>a) carta de ordem.</p><p>b) publicação em jornal de grande circulação.</p><p>c) carta com aviso de recebimento ou telegrama.</p><p>d) edital.</p><p>e) precatória.</p><p>28. (VUNESP – 2012) É correto afirmar, no que diz respeito às</p><p>citações e intimações, que</p><p>a) se o acusado, citado por edital, não comparecer, nem cons-</p><p>tituir advogado, o juiz determinará que o oficial de justiça</p><p>proceda à citação com hora certa na forma estabelecida na</p><p>legislação processual civil.</p><p>b) a intimação do defensor público será pessoal ou por publi-</p><p>cação no órgão incumbido da publicidade dos atos judiciais</p><p>da comarca, incluindo, sob pena de nulidade, o nome do</p><p>acusado.</p><p>c) ressalvados os casos de urgência ou de perigo de ineficá-</p><p>cia da medida, é obrigatória a intimação da parte contrária,</p><p>acompanhada de cópia do requerimento e das peças neces-</p><p>sárias antes da decisão judicial acerca do pedido de medida</p><p>cautelar.</p><p>d) a intimação da decisão de pronúncia deverá ser feita pes-</p><p>soalmente ao acusado ou ao defensor público ou dativo,</p><p>quando não houver defensor constituído pelo acusado.</p><p>29. (VUNESP – 2012) Analise as proposições seguintes.</p><p>I Aplica-se a revelia ao acusado que, citado ou intimado pes-</p><p>soalmente para qualquer ato, deixar de comparecer ao juízo</p><p>sem motivo justificado e não atender ao chamado deste, ou,</p><p>no caso de mudança de residência, não comunicar o novo</p><p>endereço ao juízo.</p><p>II No caso de determinação de citação por carta rogatória, de</p><p>réu no estrangeiro, em lugar sabido, suspende-se o curso</p><p>do prazo prescricional até o seu cumprimento.</p><p>III As cartas rogatórias só serão expedidas se demonstrada</p><p>previamente a sua imprescindibilidade, arcando a parte</p><p>requerente com os custos do envio.</p><p>IV Quando o réu se ocultar para não ser citado no juízo depre-</p><p>cado, deve-se devolver a carta precatória ao juízo deprecan-</p><p>te para realizar a citação por edital.</p><p>Está correto apenas o que se afirma em</p><p>a) II e III.</p><p>b) III e IV.</p><p>c) I, II e IV.</p><p>d) II, III e IV.</p><p>30. (VUNESP – 2011) Estabelece o art. 366 do CPP que o acu-</p><p>sado citado por edital que não comparece nem nomeia</p><p>defensor</p><p>a) será declarado revel, com consequente nomeação de</p><p>defensor dativo, o qual acompanhará o procedimento até</p><p>seu final.</p><p>b) será declarado revel, admitindo-se verdadeiros os fatos</p><p>articulados na denúncia ou queixa.</p><p>c) terá, obrigatoriamente, decretada prisão preventiva em seu</p><p>desfavor.</p><p>d) terá o processo e o curso do prazo prescricional suspensos.</p><p>e) será intimado por hora certa.</p><p>31. (VUNESP – 2011) Assinale a alternativa correta.</p><p>a) A intimação é o ato formal pelo qual o acusado é chamado</p><p>a juízo, para que se defenda do processo penal contra ele</p><p>instaurado.</p><p>b) A citação diz respeito a atos pretéritos pelos quais as partes</p><p>tomam conhecimento de atos processuais já praticados.</p><p>c) A perempção é a formalidade pela qual as partes tomam</p><p>conhecimento de atos processuais que ainda serão</p><p>praticados.</p><p>d) A leitura do mandado pelo oficial de justiça é facultada ao</p><p>citando, mas a falta de entrega da contrafé gerará nulidade</p><p>absoluta do ato.</p><p>e) A citação de militar em situação de atividade far-se-á</p><p>mediante requisição à autoridade sob cujo comando ou</p><p>chefia estiver.</p><p>32. (VUNESP – 2010) Considere as seguintes situações com</p><p>relação à citação: réu militar; réu que não é encontrado; réu</p><p>que se oculta para não ser citado.</p><p>Assinale a alternativa que traz, correta e respectivamen-</p><p>te, as modalidades de citação que estão adequadas às três</p><p>situações mencionadas, nos termos dos arts. 351 a 369 do</p><p>Código de Processo Penal.</p><p>a) Por correio; por hora certa; por edital.</p><p>b) Por carta de ordem; por edital; por rogatória.</p><p>c) Pessoal, por mandado; por hora certa; por hora certa.</p><p>d) Por intermédio do chefe de serviço; por edital; por hora</p><p>certa.</p><p>e) Por intermédio do chefe de serviço; por hora certa; por</p><p>correio.</p><p>D</p><p>IR</p><p>EI</p><p>TO</p><p>P</p><p>RO</p><p>CE</p><p>SS</p><p>U</p><p>A</p><p>L</p><p>PE</p><p>N</p><p>A</p><p>L</p><p>81</p><p>33. (VUNESP – 2018) Assinale a alternativa correta.</p><p>a) O procedimento comum será ordinário, sumário ou</p><p>especial.</p><p>b) Os processos que apuram a prática de crime hediondo terão</p><p>prioridade de tramitação em todas as instâncias apenas se</p><p>houver réu preso.</p><p>c) O juiz terá o prazo de 5 dias para proferir a sentença caso</p><p>conceda às partes prazo para a apresentação de memoriais.</p><p>d) No mandado de segurança impetrado pelo Ministério Públi-</p><p>co contra decisão proferida em processo penal, é facultativa</p><p>a citação do réu como litisconsorte passivo.</p><p>e) Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a</p><p>pena de multa, ainda que seja patente o constrangimento</p><p>ilegal causado.</p><p>34. (VUNESP – 2013) Com relação aos processos em espécie, é</p><p>correto afirmar:</p><p>a) o procedimento comum será ordinário quando tiver, por</p><p>objeto, crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a</p><p>4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.</p><p>b) o procedimento comum será sumário, quando tiver, por</p><p>objeto, crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a</p><p>4 (quatro) anos de pena privativa de liberdade.</p><p>c) aplica-se a todos os processos o procedimento sumário,</p><p>salvo disposições em contrário do Código de Processo Penal</p><p>ou de lei especial.</p><p>d) nos procedimentos ordinário e sumário, no caso de citação</p><p>por edital, o prazo para a defesa começará a fluir a partir da</p><p>data da publicação do Edital.</p><p>e) o procedimento comum será sumário para as infrações</p><p>penais de menor potencial ofensivo, na forma da lei.</p><p>35. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa correta no que diz</p><p>respeito ao procedimento comum dos processos em espé-</p><p>cie, consoante disposições do Código de Processo Penal.</p><p>a) Ordinário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxi-</p><p>ma cominada for igual ou superior a 2 (dois) anos de pena</p><p>privativa de liberdade.</p><p>b) Sumário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxi-</p><p>ma cominada seja inferior a 4 (quatro) anos de pena privati-</p><p>va de liberdade.</p><p>c) Sumário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxi-</p><p>ma cominada seja inferior a 5 (cinco) anos de pena privativa</p><p>de liberdade.</p><p>d) Sumaríssimo, quando tiver por objeto crime cuja sanção</p><p>máxima cominada seja inferior a 3 (três) anos de pena pri-</p><p>vativa de liberdade.</p><p>e) Ordinário, quando tiver por objeto crime cuja sanção máxi-</p><p>ma cominada for igual ou superior a 3 (três) anos de pena</p><p>privativa de liberdade.</p><p>36. (VUNESP – 2015) Nas infrações penais de menor poten-</p><p>cial ofensivo, quando o juizado especial criminal encami-</p><p>nhar ao juízo comum as peças existentes para a adoção</p><p>de outro procedimento, de acordo com o art. 538 do CPP, o</p><p>rito adotado será</p><p>a) o ordinário.</p><p>b) o sumário.</p><p>c) livremente estabelecido pelo juiz.</p><p>d) o sumaríssimo.</p><p>e) o especial.</p><p>37. (VUNESP – 2012) No procedimento sumário, oferecida a</p><p>denúncia, o juiz, se não a rejeitar liminarmente, recebê-la-á</p><p>e</p><p>a) ordenará a citação do acusado para responder à acusação,</p><p>por escrito, no prazo de 10 (dez) dias.</p><p>b) ordenará a citação do acusado para constituir advogado e</p><p>oferecer defesa prévia, por escrito, no prazo de 3 (três) dias.</p><p>c) designará audiência de interrogatório do acusado.</p><p>d) designará audiência de instrução e julgamento.</p><p>e) designará audiência de instrução.</p><p>38. (VUNESP – 2010) Conforme preceitua o art. 396 do CPP, no</p><p>procedimento comum sumário, o juiz, ao receber a denúncia</p><p>ou queixa,</p><p>a) notificará o acusado e designará data para seu</p><p>interrogatório.</p><p>b) nomeará defensor para articular resposta escrita em favor</p><p>do acusado.</p><p>c) determinará a intimação do acusado e</p><p>quando nos comprometermos a fazer da atenção</p><p>primária à saúde a base da assistência universal.”</p><p>A afirmação é do diretor-geral da Organização Mundial de</p><p>Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a assi-</p><p>natura nesta quinta (25/10/2018) de um acordo internacional</p><p>em Astana, capital do Cazaquistão, em que 194 países mem-</p><p>bros da OMS, incluindo o Brasil, comprometeram-se a fortale-</p><p>cer a atenção primária.</p><p>Chamado de “Declaração de Astana”, o acordo também</p><p>comemora o 40º aniversário da histórica Declaração de Alma</p><p>Alta, que exortou o mundo a fazer dos cuidados primários de</p><p>saúde o pilar da cobertura universal de saúde em 1978.</p><p>Ocorre que, embora nos últimos 40 anos a expectativa</p><p>de vida tenha aumentado e a mortalidade infantil, caído pela</p><p>metade, por exemplo, o progresso em saúde tem sido desi-</p><p>gual e injusto entre países e dentro dos países.</p><p>“Devemos reconhecer que não alcançamos esse objetivo</p><p>[saúde para todos]. Em vez de saúde para todos, conseguimos</p><p>saúde para alguns. Temos ficado muito focados em combater</p><p>doenças específicas, muito focados no tratamento, em detri-</p><p>mento da prevenção de doenças”, disse Ghebreyesus.</p><p>Quase metade da população mundial não tem acesso a</p><p>serviços essenciais de saúde e, segundo a OMS, 100 milhões de</p><p>pessoas são empurradas para a pobreza a cada ano por causa</p><p>de gastos catastróficos em saúde. A atenção primária à saúde</p><p>pode fornecer de 80% a 90% das necessidades de saúde de</p><p>uma pessoa durante sua vida.</p><p>A Declaração de Astana aponta a necessidade de uma</p><p>ação multissetorial que inclua tecnologia, conhecimento cien-</p><p>tífico e tradicional, juntamente com profissionais de saúde</p><p>bem treinados e remunerados, e participação das pessoas e</p><p>da comunidade para que seja alcançada a tão sonhada saúde</p><p>para todos com qualidade.</p><p>Assinale a alternativa que traz, respectivamente, um substan-</p><p>tivo cujo plural se faz a exemplo de “bem-estar” (termo pre-</p><p>sente no 1º primeiro parágrafo); e outro substantivo, destacado</p><p>em expressão do texto, com sentido de coletivo.</p><p>a) Alto-falante / “Quase metade da população mundial não</p><p>tem acesso...”</p><p>b) Saca-rolha / “... a base da assistência universal.”</p><p>c) Bomba-relógio / “... o progresso em saúde tem sido</p><p>desigual...”</p><p>d) Louva-a-deus / “... em detrimento da prevenção de</p><p>doenças...”</p><p>e) Arco-íris / “... e participação das pessoas e da comunidade...”</p><p>46. (VUNESP – 2019) Na passagem do 3º parágrafo “... que</p><p>exortou o mundo a fazer dos cuidados primários de saúde</p><p>o pilar da cobertura universal de saúde em 1978.”, os ter-</p><p>mos destacados significam, correta e respectivamente,</p><p>a) obrigou e desejo.</p><p>b) amainou e suporte.</p><p>c) dissuadiu e modelo.</p><p>d) orientou e incremento.</p><p>e) estimulou e arrimo.</p><p>47. (VUNESP – 2019) Assinale a alternativa em que a regência</p><p>está em conformidade com a norma-padrão.</p><p>a) Embora as nações aspirem cobertura universal de saúde,</p><p>precisamos reconhecer de que ela ainda não chegou em</p><p>todos os habitantes do planeta.</p><p>14</p><p>b) Embora as nações aspirem na cobertura universal de saú-</p><p>de, precisamos reconhecer de que ela ainda não chegou a</p><p>todos os habitantes do planeta.</p><p>c) Embora as nações aspirem pela cobertura universal de saú-</p><p>de, precisamos reconhecer que ela ainda não chegou em</p><p>todos os habitantes do planeta.</p><p>d) Embora as nações aspirem à cobertura universal de saúde,</p><p>precisamos reconhecer que ela ainda não chegou a todos os</p><p>habitantes do planeta.</p><p>e) Embora as nações aspirem por cobertura universal de saú-</p><p>de, precisamos reconhecer que ela ainda não chegou com</p><p>todos os habitantes do planeta.</p><p>48. (VUNESP – 2019) Considere os enunciados, reescritos a</p><p>partir das informações textuais:</p><p>A Declaração de Alma Alta e a Declaração de Astana ___________</p><p>preocupação em fortalecer a atenção primária à saúde.</p><p>As ações em saúde ___________ficado muito ____________em</p><p>combater doenças específicas, em detrimento da prevenção de</p><p>doenças.</p><p>De acordo com a Declaração de Astana, ___________ uma ação</p><p>multissetorial que inclua tecnologia, conhecimento científico e</p><p>tradicional.</p><p>De acordo com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados</p><p>devem ser preenchidas, respectivamente, com:</p><p>a) revela ... têm ... focadas ... é necessária</p><p>b) revelam ... tem ... focados ... é necessário</p><p>c) revelam ... têm ... focadas ... é necessária</p><p>d) revela ... tem ... focado ... é necessário</p><p>e) revelam ... têm ... focado ... é necessário</p><p>49. (VUNESP – 2019) Nos trechos “E isso só vai acontecer</p><p>quando...” (1º parágrafo) e “... que exortou o mundo a fazer</p><p>dos cuidados primários de saúde...” (3º parágrafo), os pro-</p><p>nomes isso e que retomam, correta e respectivamente, as</p><p>seguintes ideias:</p><p>a) não usar a saúde como brinquedo político; Organização</p><p>Mundial da Saúde.</p><p>b) usar a saúde para promover o bem-estar e a qualidade de</p><p>vida; Declaração de Astana.</p><p>c) deixar de atentar para a saúde; Declaração de Astana.</p><p>d) usar a política para promover a saúde; o 40º aniversário da</p><p>Declaração de Alma Alta.</p><p>e) usar a saúde para promover o bem-estar e a qualidade de</p><p>vida; Declaração de Alma Alta.</p><p>50. (VUNESP – 2019) As informações do texto mostram que a</p><p>atenção primária à saúde</p><p>a) vive ainda enfrentamentos para se estabelecer plenamen-</p><p>te, uma vez que se identificam desigualdades entre os paí-</p><p>ses e, até mesmo, dentro deles.</p><p>b) obteve êxito em seu propósito a partir da Declaração de</p><p>Alma Alta, razão pela qual os 40 anos subsequentes a ela</p><p>foram de saúde para todos os cidadãos.</p><p>c) tende a ser brevemente atingida, uma vez que a Declara-</p><p>ção de Astana ratifica os cuidados primários como pilar da</p><p>cobertura universal de saúde.</p><p>d) passou por um período de estabilização, mas vem sendo</p><p>questionada recentemente com o recrudescimento de uma</p><p>série de doenças específicas.</p><p>e) deixou de ser atendida porque a Organização Mundial da</p><p>Saúde parou de perseguir os preceitos defendidos pelas</p><p>Declarações de Alma Alta e Astana.</p><p>51. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa cujas palavras se</p><p>apresentam flexionadas de acordo com a norma-padrão.</p><p>a) Os tabeliãos devem preparar o documento.</p><p>b) Esses cidadões tinham autorização para portar fuzis.</p><p>c) Para autenticar as certidãos, procure o cartório local.</p><p>d) Ao descer e subir escadas, segure-se nos corrimãos.</p><p>e) Cuidado com os degrais, que são perigosos!</p><p>52. (VUNESP – 2012). O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Restam dúvidas sobre o crescimento verde. Primeiro,</p><p>não está claro até onde pode realmente chegar uma política</p><p>baseada em melhorar a eficiência sem preços adequados para</p><p>o carbono, a água e (na maioria dos países pobres) a terra. É</p><p>verdade que mesmo que a ameaça dos preços do carbono e da</p><p>água em si faça diferença, as companhias não podem suportar</p><p>ter de pagar, de repente, digamos, 40 dólares por tonelada de</p><p>carbono, sem qualquer preparação. Portanto, elas começam</p><p>a usar preços-sombra. Ainda assim, ninguém encontrou até</p><p>agora uma maneira de quantificar adequadamente os insu-</p><p>mos básicos. E sem eles a maioria das políticas de crescimento</p><p>verde sempre será a segunda opção.</p><p>A flexão de número do termo “preços-sombra” também ocorre</p><p>com o plural de</p><p>a) guarda-costa.</p><p>b) reco-reco.</p><p>c) guarda-noturno.</p><p>d) sem-vergonha.</p><p>e) célula-tronco.</p><p>53. (VUNESP – 2012) Na passagem – … e (na maioria dos paí-</p><p>ses pobres) a terra. – , o uso dos parênteses indica uma</p><p>informação</p><p>a) comum aos termos “carbono”, “água” e “terra”. Nesse con-</p><p>texto, eles poderiam ser substituídos por reticências.</p><p>b) específica relacionada ao termo “terra”. Nesse contexto, eles</p><p>poderiam ser substituídos por travessões.</p><p>c) principalmente relativa ao termo “terra”. Nesse contexto,</p><p>eles poderiam ser eliminados.</p><p>d) relativa aos termos “carbono”, “água” e “terra”. Nesse con-</p><p>texto, eles poderiam ser substituídos por vírgulas.</p><p>e) excluída da referência ao termo “terra”. Nesse contexto,</p><p>eles poderiam ser substituídos por dois pontos ou ponto e</p><p>vírgula.</p><p>54. (VUNESP – 2012) Os pronomes “elas” e “eles”, em destaque</p><p>no texto, referem- se,</p><p>respectivamente, a</p><p>a) dúvidas e preços.</p><p>b) políticas de crescimento e preços adequados.</p><p>c) companhias e preços do carbono e da água.</p><p>d) companhias e insumos básicos.</p><p>e) dúvidas e insumos básicos.</p><p>55. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa em que o trecho</p><p>– Ainda assim, ninguém encontrou até agora uma maneira</p><p>de quantificar adequadamente os insumos básicos. – está</p><p>corretamente reescrito, de acordo com a norma-padrão da</p><p>língua portuguesa.</p><p>a) Ainda assim, temos certeza de que ninguém encontrou até</p><p>agora uma maneira adequada para que os insumos básicos</p><p>seja quantificado.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>15</p><p>b) Ainda assim, temos certeza que ninguém encontrou até</p><p>agora uma maneira adequada para que os insumos básicos</p><p>sejam quantificado.</p><p>c) Ainda assim, temos certeza de que ninguém encontrou até</p><p>agora uma maneira adequada de se quantificarem os insu-</p><p>mos básicos.</p><p>d) Ainda assim, temos certeza que ninguém encontrou até</p><p>agora uma maneira adequada de se quantificar os insumos</p><p>básicos.</p><p>e) Ainda assim, temos certeza de que ninguém encontrou até</p><p>agora uma maneira adequada de os insumos básicos ser</p><p>quantificados.</p><p>56. (VUNESP – 2012) Assinale a alternativa em que todas</p><p>as palavras apresentam mudança de sentido, se houver</p><p>mudança de gênero, do feminino para o masculino.</p><p>a) Estudante e rádio.</p><p>b) Capital e moral.</p><p>c) Mártir e diabete.</p><p>d) Grama e doente.</p><p>e) Escrevente e capitalista.</p><p>57. (VUNESP – 2012) A forma plural das palavras está correta</p><p>na alternativa:</p><p>a) Preferimos evitar males-entendidos; é melhor pacificar os</p><p>ânimos.</p><p>b) As reuniões ocorrem sempre às segundas-feiras pela</p><p>manhã.</p><p>c) A empresa foi condenada por não pagar os salário-famílias.</p><p>d) Já foram publicados os decreto-leis?</p><p>e) Tomamos conhecimento dos abaixos-assinados apresen-</p><p>tados pelos grevistas.</p><p>58. (VUNESP – 2015) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>O fim do direito é a paz, o meio de que se serve para con-</p><p>segui-lo é a luta. Enquanto o direito estiver sujeito às ameaças</p><p>da injustiça – e isso perdurará enquanto o mundo for mundo –,</p><p>ele não poderá prescindir da luta. A vida do direito é a luta: luta</p><p>dos povos, dos governos, das classes sociais, dos indivíduos.</p><p>Todos os direitos da humanidade foram conquistados pela</p><p>luta; seus princípios mais importantes tiveram de enfrentar</p><p>os ataques daqueles que a ele se opunham; todo e qualquer</p><p>direito, seja o direito de um povo, seja o direito do indivíduo,</p><p>só se afirma por uma disposição ininterrupta para a luta. O</p><p>direito não é uma simples ideia, é uma força viva. Por isso a</p><p>justiça sustenta numa das mãos a balança com que pesa o</p><p>direito, enquanto na outra segura a espada por meio da qual</p><p>o defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança</p><p>sem a espada, a impotência do direito. Uma completa a outra,</p><p>e o verdadeiro estado de direito só pode existir quando a jus-</p><p>tiça sabe brandir a espada com a mesma habilidade com que</p><p>manipula a balança.</p><p>O direito é um trabalho sem tréguas, não só do Poder Públi-</p><p>co, mas de toda a população. A vida do direito nos oferece,</p><p>num simples relance de olhos, o espetáculo de um esforço e de</p><p>uma luta incessante, como o despendido na produção econô-</p><p>mica e espiritual. Qualquer pessoa que se veja na contingência</p><p>de ter de sustentar seu direito participa dessa tarefa de âmbito</p><p>nacional e contribui para a realização da ideia do direito.</p><p>É verdade que nem todos enfrentam o mesmo desafio. A</p><p>vida de milhares de indivíduos desenvolve-se tranquilamente e</p><p>sem obstáculos dentro dos limites fixados pelo direito. Se lhes</p><p>disséssemos que o direito é a luta, não nos compreenderiam,</p><p>pois só veem nele um estado de paz e de ordem.</p><p>Observe os verbos destacados nas passagens – … enfrentar</p><p>os ataques daqueles que a ele se opunham… / … só veem nele</p><p>um estado de paz e de ordem… – e assinale a alternativa em</p><p>que estão corretamente conjugados os verbos opor, ver e os</p><p>demais assinalados, que seguem o mesmo padrão de conjuga-</p><p>ção destes.</p><p>a) Opormos resistência à liderança dele foi um erro; agora</p><p>querem que revemos nossa posição.</p><p>b) Se os interessados não se opuserem nem previrem razão</p><p>para protelar o ato, amanhã mesmo será escolhido o síndi-</p><p>co do condomínio.</p><p>c) Se não se indisporem com as amigas do filho, os pais per-</p><p>mitirão que elas o revejam quando ele retornar.</p><p>d) Haverá problema se ele ver que houve manipulação de</p><p>dados; certamente se predisporá a cancelar tudo.</p><p>e) Cada vez que prever resistência dos funcionários às deci-</p><p>sões do chefe, ele intervirá, antes que todos se indisponham</p><p>.</p><p>59. (VUNESP – 2015) De acordo com a norma-padrão, o pro-</p><p>nome destacado pode ser colocado também depois do verbo</p><p>no trecho:</p><p>a) Se lhes disséssemos que o direito é a luta …</p><p>b) … só se afirma por uma disposição ininterrupta para a luta...</p><p>c) … o meio de que se serve para consegui-lo …</p><p>d) A vida do direito nos oferece …</p><p>e) … segura a espada por meio da qual o defende.</p><p>60. (VUNESP – 2015) As palavras destacadas no 2º parágrafo –</p><p>ininterrupta e habilidade – têm antônimos corretos, respecti-</p><p>vamente, em:</p><p>a) feroz e presteza.</p><p>b) insistente e descaso.</p><p>c) descontinuada e inaptidão.</p><p>d) desinteressada e imperícia.</p><p>e) interminável e destreza.</p><p>61. (VUNESP – 2015) Assinale a alternativa em que uma das</p><p>vírgulas foi empregada para sinalizar a omissão de um ver-</p><p>bo, tal como ocorre na passagem – A espada sem a balan-</p><p>ça é a força bruta, a balança sem a espada, a impotência do</p><p>direito.</p><p>a) O direito, no sentido objetivo, compreende os princípios</p><p>jurídicos manipulados pelo Estado.</p><p>b) Todavia, não pretendo entrar em minúcias, pois nunca che-</p><p>garia ao fim.</p><p>c) Do autor exige-se que prove, até o último centavo, o interes-</p><p>se pecuniário.</p><p>d) É que, conforme já ressaltei várias vezes, a essência do</p><p>direito está na ação.</p><p>e) A cabeça de Jano tem face dupla: a uns volta uma das faces,</p><p>aos demais, a outra.</p><p>62. (VUNESP – 2015) O sinal indicativo de crase está emprega-</p><p>do de acordo com a norma-padrão em:</p><p>a) Todos os documentos serão encaminhados às partes à par-</p><p>tir da próxima semana.</p><p>b) Todos tiveram de comparecer perante à autoridade, pres-</p><p>tando contas à ela.</p><p>c) Recusa-se à entregar às certidões antes do final do</p><p>expediente.</p><p>d) Encaminhamos à V.Exª os documentos à que se refere o</p><p>Edital.</p><p>e) O caso exige tratamento igual às partes, sem fazer exceção à</p><p>ré.</p><p>16</p><p>63. (VUNESP –) Deve-se concluir, com base nas ideias do</p><p>autor, que a balança e a espada sustentadas pela justiça sim-</p><p>bolizam, respectivamente,</p><p>a) mediação e brutalidade.</p><p>b) pacificação e insubordinação.</p><p>c) ponderação e proteção.</p><p>d) solenidade e coerção.</p><p>e) persuasão e perenidade.</p><p>64. (VUNESP – 2013) Considere a norma-padrão da língua</p><p>portuguesa para responder à questão.</p><p>Assinale a alternativa em que o verbo em destaque, conjugado</p><p>no futuro do subjuntivo, está correto.</p><p>a) Se o candidato trazer todos os documentos, não será</p><p>desclassificado.</p><p>b) Quando os soldados verem a chegada de reforços, vão se</p><p>sentir mais confiantes.</p><p>c) Se o garoto dizer o que ocorreu, os pais poderão ajudá-lo.</p><p>d) Quando o noivo pôr o terno, ficará bem mais elegante.</p><p>e) Se a embalagem contiver quatro porções de torta, será o</p><p>suficiente para o jantar.</p><p>65. (VUNESP – 2013) Assinale a alternativa em que todos os</p><p>verbos estão empregados de acordo com a norma-padrão.</p><p>a) Enviaram o texto, para que o revíssemos antes da impres-</p><p>são definitiva.</p><p>b) Não haverá prova do crime se o réu se manter em silêncio.</p><p>c) Vão pagar horas-extras aos que se disporem a trabalhar no</p><p>feriado.</p><p>d) Ficarão surpresos quando o verem com a toga...</p><p>e) Se você quer a promoção, é necessário que a requera a seu</p><p>superior.</p><p>66. (VUNESP – 2010) Na questão, assinale a alternativa que</p><p>preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases</p><p>dadas.</p><p>Eles ___________os infratores prontamente.</p><p>Há dois meses, eles __________o dinheiro roubado.</p><p>Sem que ninguém tivesse ___________, o menino tomou as</p><p>providências.</p><p>Se</p><p>você __________o advogado, recomende-lhe prudência.</p><p>a) deteram … reaveram … intervido … ver</p><p>b) deteram … reouveram … intervido … vir</p><p>c) detiveram … reaveram … intervindo … ver</p><p>d) detiveram … reouveram … intervindo … vir</p><p>e) detiveram … reouveram … intervido … vir</p><p>67. (VUNESP – 2010) Complete as lacunas das frases da charge,</p><p>com as formas verbais corretas.</p><p>O tempo médio pra se achar um novo emprego é de 20,4</p><p>semanas</p><p>a) Levanta … vá … faltam</p><p>b) Levante … vai … falta</p><p>c) Levante … vá … falta</p><p>d) Levantem … vai … faltam</p><p>e) Levante … vá … faltam</p><p>68. (VUNESP – 2013) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir</p><p>Conselho dado por alguém que entende muito de ganhar</p><p>dinheiro, Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mun-</p><p>do: “Ouça alguém que discorda de você”. No início de maio,</p><p>Buffett convidou um sujeito chamado Doug Kass para parti-</p><p>cipar de um dos painéis que compuseram a reunião anual de</p><p>investidores de sua empresa, a Berkshire Hathaway.</p><p>Como executivo de um fundo de hedge, ele havia apostado</p><p>contra as ações da Berkshire. Buffett queria entender o por-</p><p>quê. Kass foi o chato escolhido para alertá-lo sobre eventuais</p><p>erros que ninguém havia enxergado.</p><p>Buffett conhece o valor desse tipo de pessoa. O chato é o</p><p>sujeito que ainda acha que as perguntas simples são o melhor</p><p>caminho para chegar às melhores respostas. Ele não tem</p><p>medo.</p><p>Considere o período inicial do 2.º parágrafo para responder à</p><p>questão:</p><p>Como executivo de um fundo de hedge, ele havia apostado con-</p><p>tra as ações da Berkshire.</p><p>No contexto em que está empregada, a oração – … ele havia</p><p>apostado contra as ações da Berkshire. – pode ser corretamen-</p><p>te substituída por</p><p>a) … ele apostara contra as ações da Berkshire.</p><p>b) … contra as ações da Berkshire foi apostado por ele.</p><p>c) … as ações da Berkshire tinham sido apostadas por ele.</p><p>d) … ele apostaria contra as ações da Berkshire.</p><p>e) … ele teria apostado contra as ações da Berkshire.</p><p>69. (VUNESP – 2013) Considere o período inicial do 2.º pará-</p><p>grafo para responder à questão:</p><p>Como executivo de um fundo de hedge, ele havia apostado</p><p>contra as ações da Berkshire.</p><p>A conjunção que inicia o período estabelece entre as orações</p><p>relação de</p><p>a) condição.</p><p>b) causa.</p><p>c) consequência.</p><p>d) finalidade.</p><p>e) conformidade.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>17</p><p>70. (VUNESP – 2013) De acordo com o texto, é correto afirmar que,</p><p>no mundo financeiro, o chato tem o papel de</p><p>a) vislumbrar possibilidades ignoradas pelas outras pessoas.</p><p>b) visualizar a forma de ganhar mais, ludibriando os</p><p>investidores.</p><p>c) blefar com as pessoas, pondo seus investimentos em risco.</p><p>d) tornar complexa a forma de analisar os investimentos.</p><p>e) jogar contra, para minar a credibilidade de pequenas</p><p>empresas.</p><p>71. (VUNESP – 2012) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir.</p><p>Saber é trabalhar</p><p>Geralmente, numa situação de altos índices de desem-</p><p>prego, o trabalhador sente a necessidade de aprimorar a sua</p><p>formação para obter um posto de trabalho. As empresas bus-</p><p>cam os mais qualificados em cada categoria e excluem os que</p><p>não se encaixam no perfil pretendido. Nos últimos anos, essa</p><p>não tem sido a lógica vigente no Brasil. Segundo a pesquisa</p><p>de emprego urbano feita pelo Dieese (Departamento Intersin-</p><p>dical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e pela Funda-</p><p>ção Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), os níveis de</p><p>pessoas sem emprego estão apresentando quedas sucessivas</p><p>de 2005 para cá. O desemprego em nove regiões metropolita-</p><p>nas medido pela pesquisa era de 17,9% em 2005 e fechou em</p><p>11,9% em 2010.</p><p>A pesquisa do Dieese é um medidor importante, pois sua</p><p>metodologia leva em conta não só o desemprego aberto (quem</p><p>está procurando trabalho), como também o oculto (pessoas</p><p>que desistiram de procurar ou estão em postos precários).</p><p>Uma das consequências dessa situação é apontada dentro da</p><p>própria pesquisa, um aumento médio no nível de rendimentos</p><p>dos trabalhadores ocupados.</p><p>A outra é a dificuldade que as empresas têm de encontrar</p><p>mão de obra qualificada para os postos de trabalho que estão</p><p>abertos. A Fundação Dom Cabral apresentou, em março, a pes-</p><p>quisa Carência de Profissionais no Brasil. A análise levou em</p><p>conta profissionais dos níveis técnico, operacional, estratégico</p><p>e tático. Do total, 92% das empresas admitiram ter dificuldades</p><p>para contratar a mão de obra de que necessitam.</p><p>Na frase – … os níveis de pessoas sem emprego estão apre-</p><p>sentando quedas sucessivas de 2005 para cá. –, a locução</p><p>verbal em destaque expressa ação</p><p>a) concluída.</p><p>b) hipotética.</p><p>c) futura.</p><p>d) atemporal.</p><p>e) contínua.</p><p>72. (VUNESP – 2012) No período – A pesquisa do Dieese é um</p><p>medidor importante, pois sua metodologia leva em conta</p><p>não só o desemprego aberto (quem está procurando traba-</p><p>lho), como também o oculto (pessoas que desistiram de pro-</p><p>curar ou estão em postos precários), os termos em destaque</p><p>estabelecem entre as orações relação de</p><p>a) causa.</p><p>b) alternância.</p><p>c) adição.</p><p>d) oposição.</p><p>e) explicação.</p><p>73. (VUNESP – 2012) No contexto em que se insere o período</p><p>– A outra é a dificuldade que as empresas têm de encon-</p><p>trar mão de obra qualificada para os postos de trabalho que</p><p>estão abertos. – (3.º parágrafo), entende-se que a expressão</p><p>“A outra” refere-se a:</p><p>a) consequências.</p><p>b) lógica.</p><p>c) pesquisa.</p><p>d) situação.</p><p>e) metodologia.</p><p>74. (VUNESP – 2010). O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir</p><p>Conta-se que, um dia, Sócrates parou diante de uma tenda</p><p>do mercado em que estavam expostas diversas mercadorias.</p><p>Depois de algum tempo, ele exclamou: “Vejam quantas coisas</p><p>o ateniense precisa para viver.” Naturalmente ele queria dizer</p><p>com isto que ele próprio não precisava de nada daquilo.</p><p>Esta postura de Sócrates foi o ponto de partida para a filo-</p><p>sofia cínica, fundada em Atenas por Antístenes – um discípulo</p><p>de Sócrates, por volta de 400 a. C. Os cínicos diziam que a ver-</p><p>dadeira felicidade não depende de fatores externos, como o</p><p>luxo, o poder político e a boa saúde. Para eles, a verdadeira</p><p>felicidade consistia em se libertar dessas coisas casuais e efê-</p><p>meras. E justamente porque a felicidade não estava nessas coi-</p><p>sas, ela podia ser alcançada por todos. E, uma vez alcançada,</p><p>não podia mais ser perdida.</p><p>Se Sócrates se encontrasse com o Juiz da Suprema Corte</p><p>de Atenas, deveria dirigir a ele o seguinte tratamento:</p><p>a) Vossa Senhoria encontrou a verdadeira felicidade?</p><p>b) Vossa Alteza encontrou a verdadeira felicidade?</p><p>c) Meritíssimo, Vossa Excelência encontrou a verdadeira</p><p>felicidade?</p><p>d) Vossa Majestade encontrou a verdadeira felicidade?</p><p>e) Vossa Magnificência encontrou a verdadeira felicidade?</p><p>75. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa que introduz, cor-</p><p>retamente, de acordo com o sentido do texto, uma conjunção</p><p>na frase: E, uma vez alcançada, não podia mais ser perdida.</p><p>a) E, por mais que alcançada, não podia mais ser perdida.</p><p>b) E, ainda que alcançada, não podia mais ser perdida.</p><p>c) E, quando alcançada, não podia mais ser perdida.</p><p>d) E, para que alcançada, não podia mais ser perdida.</p><p>e) E, nem alcançada, não podia mais ser perdida.</p><p>76. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa que substitui cor-</p><p>retamente, sem alteração de sentido, as expressões em</p><p>destaque nas frases: Conta-se que, um dia, Sócrates parou</p><p>diante de uma tenda do mercado em que estavam expostas</p><p>diversas mercadorias. E porque a felicidade não estava nes-</p><p>sas coisas, ela podia ser alcançada por todos.</p><p>a) onde, visto que</p><p>b) na qual, por mais que</p><p>c) aonde, contanto que</p><p>d) de onde, embora</p><p>e) por onde, logo que</p><p>77. (VUNESP – 2010) Assinale a alternativa que reescreve, cor-</p><p>retamente, uma frase do texto.</p><p>a) Fatores externos não conduzem para à verdadeira</p><p>felicidade.</p><p>b) A verdadeira felicidade não se reduz as coisas efêmeras.</p><p>c) Os atenienses não vislumbram à verdadeira felicidade.</p><p>d) Os sábios almejam e alcançam a verdadeira felicidade.</p><p>e) O luxo, o poder político</p><p>não constroem à verdadeira</p><p>felicidade.</p><p>18</p><p>78. (VUNESP – 2017) A regra de pontuação que determina o</p><p>emprego da vírgula em “Muita gente não gosta de Floriano Pei-</p><p>xoto, o ‘Marechal de Ferro’.” também se aplica ao trecho adap-</p><p>tado do editorial “Nem tão livres” (Folha de S.Paulo, 04.04.2017):</p><p>a) Passou o tempo, diz o ativista Joel Simon, em que se acredi-</p><p>tava ser impossível censurar ou controlar a informação na</p><p>internet.</p><p>b) Todavia, a própria sensação de que exista uma tão ampla</p><p>liberdade se vê passível de contestações.</p><p>c) A guerra da informação e da contrainformação, se não</p><p>ameaça diretamente a vida de jornalistas, não deixa, entre-</p><p>tanto, de pôr em risco a verdade dos fatos.</p><p>d) Notícias falsas e quantidade nauseante de calúnias e ofen-</p><p>sas circulam pelas redes sociais – tornando-as, ainda que</p><p>livres, inconfiáveis em larga medida.</p><p>e) O diretor do Comitê de Proteção aos Jornalistas, ONG com</p><p>sede em Nova York, talvez surpreenda quem comemora as</p><p>facilidades dos meios eletrônicos.</p><p>79. (VUNESP – 2017) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir</p><p>O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um</p><p>dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa</p><p>fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos</p><p>longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes</p><p>quieto, sem quase pensar, e apenas sentir – era tão bom. A</p><p>concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos</p><p>companheiros.</p><p>E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem</p><p>alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sen-</p><p>tir, puxa vida! Como deixava a garganta seca. A brisa fina, antes</p><p>tão boa, agora ao sol do meio-dia tornara-se quente e árida e</p><p>ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que</p><p>pacientemente juntava.</p><p>Não sabia como e por que mas agora se sentia mais per-</p><p>to da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam</p><p>para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os</p><p>arbustos, espreitando, farejando.</p><p>O instinto animal dentro dele não errara: na curva inespe-</p><p>rada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de pedra,</p><p>de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou,</p><p>todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a</p><p>chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.</p><p>De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os feroz-</p><p>mente no orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fres-</p><p>co desceu, escorrendo pelo peito até a barriga.</p><p>Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu Abriu-</p><p>-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o</p><p>e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da</p><p>mulher que saía a água.</p><p>E soube então que havia colado sua boca na boca da está-</p><p>tua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de</p><p>uma boca para outra. Intuitivamente, confuso na sua inocência,</p><p>sentia-se intrigado. Olhou a estátua nua. Ele a havia beijado.</p><p>Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou</p><p>bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo</p><p>rosto em brasa viva.</p><p>Assinale a alternativa em que o pronome em destaque está</p><p>empregado com o mesmo sentido de posse que tem o pronome</p><p>“lhe”, na passagem – Ele, um dos garotos no meio da garotada</p><p>em algazarra, deixava a brisa fresca bater -lhe no rosto e entrar</p><p>-lhe pelos cabelos...</p><p>a) Chegou- nos a notícia do desaparecimento do helicóptero.</p><p>b) Faça- a ver que ninguém está questionando sua atitude.</p><p>c) Não vá forçá- lo a assumir função para a qual não se acha</p><p>preparado.</p><p>d) Pegou- me a mão, tentando encorajar-me a tomar tuma</p><p>decisão.</p><p>e) Não esperávamos entregar- lhes nossos documentos</p><p>naquele momento.</p><p>80. (VUNESP – 2017) Na passagem do 4ª parágrafo – Não sabia</p><p>como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pres-</p><p>sentia- a mais próxima – as expressões destacadas trazem</p><p>ao contexto, correta e respectivamente, as ideias de</p><p>a) comparação, causa e tempo.</p><p>b) modo, dúvida e lugar.</p><p>c) comparação, dúvida e tempo.</p><p>d) modo, causa e intensidade.</p><p>e) modo, causa e lugar.</p><p>81. (VUNESP – 2017) Assinale a alternativa cuja frase contém</p><p>apenas palavras empregadas em sentido próprio.</p><p>a) ... e seus olhos saltavam para fora da janela, procurando a</p><p>estrada, penetrando entre os arbustos...</p><p>b) O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos</p><p>garotos no meio da garotada em algazarra...</p><p>c) Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu inte-</p><p>rior arenoso até se saciar.</p><p>d) Sofreu um tremor que [...] se iniciou bem dentro dele e</p><p>tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa</p><p>viva.</p><p>e) ... deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar- -lhe</p><p>pelos cabelos com dedos longos...</p><p>82. (VUNESP – 2017) Redigida com base em passagem do tex-</p><p>to, a frase que apresenta emprego da vírgula de acordo com</p><p>a norma- -padrão é:</p><p>a) Antes tão boa a brisa fina, tornara-se quente e árida ao sol</p><p>do meio-dia.</p><p>b) Do chafariz de pedra entre arbustos brotava num filete, a</p><p>água sonhada.</p><p>c) Ele conseguiu ser, o primeiro a chegar antes de todos ao</p><p>chafariz de pedra.</p><p>d) Sentia-se intrigado intuitivamente confuso, na sua</p><p>inocência.</p><p>e) No meio da balbúrdia dos amigos, a concentração no sentir</p><p>era difícil.</p><p>83. (VUNESP – 2017) É correto afirmar que o texto tem como</p><p>personagem um garoto, descrevendo</p><p>a) experiências sensoriais que o levam a provar a sensualidade.</p><p>b) a confusão mental ocasionada pela sede não saciada.</p><p>c) uma viagem de ônibus em que ele ficou indiferente ao que</p><p>acontecia.</p><p>d) o trajeto percorrido pela alma infantil em busca de amizade.</p><p>e) a perda da inocência provocada pela gritaria dos compa-</p><p>nheiros.interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os</p><p>olhos.</p><p>84. (VUNESP – 2017) Um funcionário do Judiciário que preci-</p><p>se encaminhar um documento oficial a um juiz iniciará seu</p><p>texto da seguinte forma:</p><p>a) Ilustríssimo Juiz, segue o relatório para que Vossa Exce-</p><p>lência analise a necessidade ou não de incluir novas</p><p>informações.</p><p>b) Juiz, segue o relatório para que Sua Excelência analiseis a</p><p>necessidade ou não de incluir novas informações.</p><p>c) Senhor Juiz, segue o relatório para que Vossa Excelência</p><p>analise a necessidade ou não de incluir novas informações.</p><p>LÍ</p><p>N</p><p>G</p><p>U</p><p>A</p><p>P</p><p>O</p><p>RT</p><p>U</p><p>G</p><p>U</p><p>ES</p><p>A</p><p>19</p><p>d) Senhor Juiz, segue o relatório para que Sua Excelência ana-</p><p>lise a necessidade ou não de incluir novas informações.</p><p>e) Sua Excelência Senhor Juiz, segue o relatório para Vossa</p><p>Excelência analisar a necessidade ou não de incluir novas</p><p>informações.</p><p>85. (VUNESP – 2019) O texto desta questão será utilizado para</p><p>responder as questões a seguir</p><p>Assassinos culturai</p><p>Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é</p><p>romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas</p><p>convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos</p><p>nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito</p><p>na consciência.</p><p>Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são</p><p>cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras.</p><p>Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava</p><p>nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava</p><p>tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de</p><p>ciática é, na sua essência, um problema livresco.</p><p>Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas</p><p>com o meu celular antes de regressar para o psicanalista – o</p><p>famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só</p><p>posso afirmar que pago pelos meus vícios.</p><p>E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também</p><p>ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá</p><p>dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra?</p><p>Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de disco-</p><p>teca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clás-</p><p>sicos e descubro novos. Se juntarmos ao pacote o iTunes e a</p><p>Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos</p><p>cinemas e dos blockbusters nas mãos.</p><p>Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura.</p><p>Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem dei-</p><p>xado</p>