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<p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>TRANSTORNOS</p><p>SOMATOFORMES</p><p>⭐ a somatização está presente quando</p><p>o sofrimento psicológico ou emocional se</p><p>manifesta na forma de sintomas físicos</p><p>que, de outra forma, não têm explicação</p><p>médica.</p><p>⭐A apresentação de pacientes com</p><p>transtornos somatoformes, ou transtorno</p><p>de sintomas somáticos.</p><p>EXISTE 7 DIAGNÓSTICOS</p><p>ESPECÍFICOS:</p><p>1- Transtorno de sintomas</p><p>somáticos</p><p>2- Transtorno de ansiedade da</p><p>doença (hipocondria): preocupação</p><p>em adquirir ou ter um distúrbio médico</p><p>sério</p><p>3- Transtorno conversivo: um ou mais</p><p>sintomas neurológicos como alteração da</p><p>função motora voluntária ou sensorial.</p><p>Inconsistente com condição médica</p><p>conhecida.</p><p>4- Fatores psicológicos que afetam</p><p>condições médicas: existe uma</p><p>condição medica, e fatores psicológicos</p><p>afetam negativamente a condição.</p><p>5- Transtorno factício: falsificação de</p><p>sintomas físicos ou psicológicos.</p><p>6- Outro transtorno de sintomas</p><p>somáticos e transtorno relacionado</p><p>especificado: sintomas de transtorno</p><p>somático estão presente mas não</p><p>atenderem critérios completos para</p><p>nenhum transtorno já citado.</p><p>7- Transtorno de sintomas</p><p>somáticos e transtorno relacionado</p><p>não especificado: deve ser usado</p><p>apenas quando não houver informações</p><p>suficientes para fazer um diagnóstico mais</p><p>específico.</p><p>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL É vários</p><p>sintomas físicos persistentes, que</p><p>parecem não ter qualquer base biológica</p><p>aparente, representa a principal</p><p>característica dos importante considerar</p><p>as condições médicas que causam</p><p>sintomas vagos e difusos no diagnóstico</p><p>diferencial de transtorno.</p><p>⭐ AVC, esclerose múltipla,</p><p>encefalopatia, doença de lyme, bócio,</p><p>transtorno depressivo maior, TAG, TP,</p><p>TEPT, transtorno de estresse agudo,</p><p>transtorno por uso de substâncias e</p><p>transtornos psicóticos</p><p>ETIOLOGIA/ FATORES DE RISCO</p><p>⭐ Negligência na infância, abuso sexual,</p><p>estilo de vida caótico/ desorganizado,</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>histórico de abuso de álcool e outras</p><p>substancia Traços de personalidade com</p><p>alexitimia (dificuldade de expressar</p><p>emoções), ou neuroticismo são</p><p>considerados fatores de risco Pode-se ter</p><p>alterações bioquímicas, morfológicas e</p><p>estruturais na parte límbica do cérebro</p><p>⭐A genética pode influenciar também.</p><p>TRATAMENTO</p><p>》 TCC- terapia cognitivo comportamental</p><p>》ISRSs,</p><p>》antidepressivos apresentam nível de</p><p>evidência baixo para o tratamento.</p><p>TRANSTORNO DE</p><p>ANSIEDADE DA DOENÇA/</p><p>hipocondria</p><p>⭐6 ou mais meses de uma preocupação</p><p>geral e não delirante com temores de ter,</p><p>ou ideia de que tem, uma doença grave</p><p>com base na falsa interpretação de</p><p>sintomas corporais. Essas pessoas</p><p>amplificam suas interpretações somáticas</p><p>e tem baixos limiares e baixa tolerância ao</p><p>desconforto físico.</p><p>⭐Trata-se de interpretações errôneas ou</p><p>irreais do paciente sobre sintomas e</p><p>sensações físicas, levando a</p><p>preocupações e medo de terem doenças</p><p>sérias, embora não se encontrem causas</p><p>médicas. Tais preocupações resultam em</p><p>sofrimento e prejudicam sua capacidade</p><p>para funcionar em seus papéis pessoais,</p><p>sociais e ocupacionais.</p><p>☆Ocorre mais comumente na terceira</p><p>década de vida e afeta igualmente</p><p>homens e mulheres</p><p>FATORES DE RISCO PARA</p><p>HIPOCONDRIA</p><p>》Histórico de uma doença séria na</p><p>infância,</p><p>》Ter convivido com familiares ou</p><p>conhecidos portadores de doença séria, 》</p><p>Morte de um ente querido</p><p>》 Ter transtorno de ansiedade, Acreditar</p><p>que boa saúde significa não ter nenhum</p><p>tipo de sintoma,</p><p>》Ter familiares próximos hipocondríacos,</p><p>Ter pais negligentes ou abusivos</p><p>COMPORTAMENTO DO</p><p>HIPOCONDRÍACO</p><p>》Medo intenso ou ansiedade prolongada</p><p>de ter uma doença grave</p><p>》 Preocupar-se que os menores sintomas</p><p>e sensações físicas podem significar uma</p><p>doença grave</p><p>》 Procurar médicos repetidamente ou</p><p>fazer exames complexos com frequência,</p><p>como RNM e ECOcardiogramas</p><p>》 Trocar de médico constantemente,</p><p>buscando uma 2° opinião que indique</p><p>uma condição grave.</p><p>》 Falar diversas vezes sobre seus</p><p>sintomas ou das doenças que suspeita ter</p><p>》Checar frequentemente o corpo em</p><p>busca de problemas</p><p>》Checar frequentemente sinais vitais,</p><p>como pulso e PA.</p><p>》 Pensar ter uma doença só de ler ou</p><p>ouvir sobre ela.</p><p>OBS: pessoas com hipocondria tendem</p><p>também AUMENTAR sintomas existentes,</p><p>quando realmente estão doentes. A</p><p>principal característica está no</p><p>pensamento obsessivos de que é uma</p><p>doença muito grave e sua vida está em</p><p>risco.</p><p>TRANSTORNO DE</p><p>SOMATIZAÇÃO/ HISTERIA</p><p>⭐ O transtorno de sintomas somáticos é</p><p>caracterizado por um ou mais sintomas</p><p>físicos crônicos acompanhados por níveis</p><p>significativos e desproporcionais de</p><p>angústia, preocupação e dificuldade em</p><p>desempenhar funções diárias,</p><p>relacionadas a esses sintomas.</p><p>⭐Apresenta múltiplos sintomas</p><p>somáticos que não podem ser explicados</p><p>por exames físicos ou laboratoriais. São</p><p>queixas variadas, múltiplos sistemas</p><p>orgânicos são afetados: TGI, cutâneo e</p><p>cardiovascular.</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>☆ Transtorno crônico, de evolução</p><p>flutuante, iniciando-se na 3° década de</p><p>vida Prevalência de 20:1 em mulheres</p><p>Fatores de risco</p><p>o Baixo nível socioeconômico;</p><p>o Baixa escolaridade;</p><p>o Desemprego;</p><p>o Traumas na infância, negligência, maus</p><p>tratos e abuso sexual.</p><p>Prognóstico</p><p>o Cronificação e curso flutuante;</p><p>Remissão rara;</p><p>CRITÉRIO DIAGNÓSTICO</p><p>☆Paciente deve apresentar pelo menos</p><p>32 vezes sem achados nos exames</p><p>físicos ou laboratoriais, acompanhados de</p><p>recusa em aceitar que não há explicação</p><p>física para o sintoma.</p><p>☆Frequentemente associado a sintomas</p><p>ansiosos e depressivos</p><p>Um ou mais sintomas somáticos que</p><p>causam aflição ou resultam em</p><p>perturbação significativa da vida diária</p><p>(Ansiedade Excessiva).</p><p>1. Pensamentos, Sentimentos ou</p><p>comportamentos excessivos</p><p>relacionados aos sintomas</p><p>somáticos ou associados a</p><p>preocupações com a saúde</p><p>manifestadas por pelo menos um</p><p>dos seguintes:</p><p>》Pensamentos desproporcionais e</p><p>persistentes acerca da gravidade dos</p><p>próprios sintomas.</p><p>》 Nível de ansiedade persistente elevado</p><p>acerca da saúde e dos sintomas.</p><p>》Tempo e energia excessivos dedicados a</p><p>esses sintomas ou a preocupações a</p><p>respeito da saúde</p><p>TRATAMENTO</p><p>》 pode ser feito com psicoterapia, deve-se</p><p>usar ansiolíticos ou antidepressivo,</p><p>deve-se usar de maneira criteriosa.</p><p>》Pode estar acompanhado de ansiedade,</p><p>depressão.</p><p>TRANSTORNO FACTÍCIO</p><p>⭐O transtorno factício é caracterizado</p><p>pela intenção do paciente de produzir</p><p>sinais ou sintomas de problemas físicos</p><p>ou mentais.</p><p>⭐Os comportamentos são voluntários,</p><p>deliberados e destinados a um objetivo,</p><p>mas não conseguem ser controlados,</p><p>sendo considerados de qualidade</p><p>compulsiva.</p><p>⭐ pacientes com transtorno factício</p><p>podem fingir sinais (como desmaios),</p><p>exagerar e dramatizar seus relatos ou até</p><p>mesmo autoinduzir doenças (como a</p><p>manipulação excessiva de um corte,</p><p>tornando-o grave, ou a aplicação de</p><p>insulina, a fim de causar uma</p><p>hipoglicemia).</p><p>☆Esses pacientes escolhem o papel de</p><p>doente, uma vez que, com isso, ganham</p><p>atenção e cuidados. Sem prevalência</p><p>conhecida, mas estima-se que 1% dos</p><p>casos de indivíduos hospitalizados</p><p>atendam os critérios diagnóstico. É a</p><p>presença de sintomas físicos sem uma</p><p>lesão correspondente ou sem uma</p><p>síndrome estalecida.</p><p>》Grave Simula ou provoca</p><p>INTENCIONALMENTE Qualquer tipo</p><p>de sinal ou sintoma físico ou psicológico</p><p>》Sem que exista vantagem óbvia para tal</p><p>atitude, exceto pela obtenção de atenção</p><p>e cuidados médicos</p><p>TRANSTORNO FACTÍCIO AUTO</p><p>IMPOSTO/ MUNCHHAUSEN</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>》 Falsificação de sinais ou sintomas</p><p>físicos ou psicológicos, ou indução de</p><p>lesão ou doença associada a fraude</p><p>identifica</p><p>- O indivíduo se apresenta outros como</p><p>doente, incapacitado ou lesionado</p><p>- O comportamento fraudulento é evidente</p><p>mesmo na ausência de recompensas</p><p>externas óbvias</p><p>- O comportamento não é mais bem</p><p>explicado por outro transtorno mental,</p><p>como delirante ou condição psicótica.</p><p>Especificar: Episódio único ou recorrente</p><p>TRANSTORNO FACTÍCIO POR</p><p>PROCURAÇÃO/ MUNCHHAUSEN</p><p>》O indivíduo produz sinais clínicos em</p><p>outra pessoa, a qual está sob seus</p><p>cuidados, podendo acontecer em mães</p><p>ou outras pessoas responsáveis por uma</p><p>criança.</p><p>A- Falsificação de sinais ou sintomas</p><p>físicos ou psicológicos, ou indução de</p><p>lesão ou doença associada a fraude</p><p>identifica</p><p>B- O indivíduo apresenta outra vítima</p><p>outros a</p><p>terceiros como doente,</p><p>incapacitado ou lecionado</p><p>C- O comportamentento fraudulento é</p><p>evidente até mesmo na ausência de</p><p>recompensas externas óbvias</p><p>D- O comportamento não é mais bem</p><p>explicado por outro transtorno mental,</p><p>como o delírio e outro transtorno</p><p>diagnóstico</p><p>FATORES DE RISCO</p><p>》Sexo feminino, ter emprego na área da</p><p>saúde e ser solteiro.</p><p>》Na maioria das vezes o transtorno</p><p>começa no início da idade adulta ou na</p><p>meia-idade.</p><p>Fatores que aumentam a probabilidade</p><p>de ter um TF:</p><p>》Apresentação dramática ou atípica de</p><p>uma doença, inconsistência entre a</p><p>história e os achados, detalhes vagos e</p><p>inconsistente, longo histórico médico com</p><p>múltiplas admissões em vários hospitais</p><p>diferentes, conhecimento de descrição de</p><p>livros de doenças, emprego ou educação</p><p>em um campo relacionado a medicina,</p><p>etc.</p><p>DIAGNÓSTICO</p><p>3 critérios: A produção e/ou simulação</p><p>intencional dos sintomas e sinais</p><p>predominantemente físicos</p><p>》A necessidade de colocar-se no papel do</p><p>doente</p><p>》A ausência de incentivos externos (como</p><p>ganho econômico, fuga de</p><p>responsabilidade legal ou melhora do</p><p>bem-estar físico).</p><p>》O último critério distingue transtorno</p><p>factício de simulação.</p><p>》Os pacientes com transtorno factício</p><p>podem: exagerar problemas médicos,</p><p>fingir doença, falsificar resultados de</p><p>exames laboratoriais, agravar uma</p><p>doença, o'que pode ocorrer se evitar o</p><p>tratamento inicial, e induzir uma doença</p><p>real.</p><p>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL</p><p>》Simulação- fingimento consciente para</p><p>obter ganho secundário</p><p>》 Transtorno de conversão e transtorno de</p><p>sintomas somáticos.</p><p>TRATAMENTO</p><p>》O único tratamento eficaz é a</p><p>psicoterapia.</p><p>》O uso de medicamentos não melhora</p><p>significativamente os sintomas desse</p><p>transtorno.</p><p>》A abordagem adotada é controversa,</p><p>muitos especialistas acham que é</p><p>necessário confrontar o paciente antes de</p><p>qualquer tratamento, mas, é</p><p>imprescindível que uma estratégia seja</p><p>desenvolvida antes do confronto, de</p><p>forma a minimizar o constrangimento e as</p><p>acusações.</p><p>》Os pacientes com TF negam geralmente</p><p>o comportamento e recusam o tratamento</p><p>quando confrontados, mas estratégias</p><p>terapêuticas podem ser empregadas para</p><p>reduzir o comportamento artificial.</p><p>》Esses pacientes geralmente são</p><p>considerados de prognóstico</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>desfavorável, e daqueles que iniciam a</p><p>terapia psicológica, a maioria desiste.</p><p>》Essas pessoas costumam apresentar</p><p>Comorbidade psiquiátricas, mas</p><p>comumente depressão, transtorno de</p><p>humor, ansiedade etc, e quando tratados,</p><p>apresentam um melhor prognóstico</p><p>TRANSTORNOS</p><p>CONVERSIVOS</p><p>》Os sintomas psíquicos ou conflitos</p><p>internos produzem angústia que se</p><p>manifesta psicossomaticamente (paralisia,</p><p>cegueira, parestesias), que não possuem</p><p>causa neurológica.</p><p>》Doença de sintomas ou déficits que</p><p>afetam funções motoras ou sensoriais</p><p>voluntárias, sugerindo outra condição</p><p>clínica, mas que aparenta ser causada</p><p>por fatores psicológicos, pois, é precedida</p><p>por conflitos ou estressores.</p><p>》 O curso e prognóstico são favoráveis</p><p>com resolução dos sintomas em alguns</p><p>dias.</p><p>》Um ou mais sintomas de função motora</p><p>ou sensitiva afetada.</p><p>》Incompatibilidade entre os sintomas e</p><p>as condições médicas ou neurológicas</p><p>encontradas.</p><p>》Prejuízo no funcionamento social,</p><p>profissional ou em outras áreas da vida..</p><p>》Sintomas principais: Paralisia,</p><p>Fraqueza, Afasia, Tremores,</p><p>Convulsões,Anestesias/Parestesias,</p><p>Alterações Visuais.</p><p>》Sexo feminino</p><p>》Baixo Nível socioeconômico e de</p><p>escolaridade;</p><p>》Procedentes de zonas rurais;</p><p>》 Início na vida adulta;</p><p>》Curso crônico e persistente</p><p>TRANSTORNOS</p><p>RELACIONADOS AOS</p><p>SOMATOFORMES</p><p>SIMULAÇÃO</p><p>》Sintomas conscientes Voluntários</p><p>Objetivo palpável e MATERIAL</p><p>》 Frequente em pacientes com transtorno</p><p>de personalidade antissocial mas pode</p><p>ser também por oportunismo em</p><p>indivíduos sem transtornos.</p><p>》Sempre inclui um benefício ou</p><p>recompensa externa: aposentadoria de</p><p>órgãos de assistência social.</p><p>》 Evitar a punição por um crime ou ato</p><p>ilegal ao cometido.</p><p>TRANSTORNO</p><p>DISMÓFICO CORPORAL</p><p>》Preocupação com um defeito corporal</p><p>imaginário ou uma distorção exagerada</p><p>de um defeito mínimo ou sem importância.</p><p>》Para o diagnóstico é necessário haver</p><p>sofrimento significativo e/ou estar</p><p>associado a um prejuízo na vida pessoal,</p><p>social ou ocupacional.</p><p>》 Curso geralmente crônico</p><p>》Tratamento com psicoterapia e drogas</p><p>serotonérgicas específicas.</p><p>TRANSTORNO DOLOROSO</p><p>SOMATOFORME</p><p>PERSISTENTE</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>》O que difere é que a queixa é</p><p>predominantemente a DOR, grave,</p><p>persistente e angustiante, e sem</p><p>explicação de processo fisiológico.</p><p>》Associada a um conflito emocional ou</p><p>psicossocial. Mais comum em mulheres</p><p>na quarta a quinta década de vida e em</p><p>trabalhadores braçais.</p><p>》O prognóstico é variável, podendo</p><p>causar coma, remissão total ou ficar</p><p>crônico</p><p>TRATAMENTO Psicoterapia +</p><p>antidepressivos e ansiolíticos Não se usa</p><p>analgésicos por não adjuvantes ruins no</p><p>tratamento.</p><p>TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS</p><p>Causas: abuso, traumas, alterações</p><p>anatômicas.</p><p>》Dissociação como ausência da</p><p>consciência de estímulos ambientais ou</p><p>de comportamentos em andamento (por</p><p>exemplo, mudança de marchas ao dirigir o</p><p>automóvel, sonambulismo e outros</p><p>comportamentos ou percepções</p><p>considerados "dissociativos" em sentido</p><p>amplo).</p><p>》Tal definição exagera inapropriadamente</p><p>o termo "dissociação" para incluir</p><p>processos executivos não-conscientes e</p><p>funções de monitoração neuropsicológica</p><p>(é melhor não usar o termo dissociação</p><p>para situações em que trazer o estímulo à</p><p>consciência não é esperado em termos de</p><p>funcionamento neuropsicológico normal</p><p>devido a limitações físicas ou atencionais</p><p>do indivíduo.</p><p>》Aceitar tal definição de dissociação</p><p>implicaria viver nossas vidas em estados</p><p>dissociativos perpétuos).</p><p>》 Dissociação como coexistência de</p><p>sistemas mentais separados que</p><p>deveriam ser integrados na consciência,</p><p>memória, ou identidade do indivíduo</p><p>(exemplos: identidade – transtorno de</p><p>personalidade múltipla; memória –</p><p>memória dependente de estado ou</p><p>reencenamento de memórias traumáticas</p><p>em situações em que o indivíduo se diz</p><p>amnésico para o trauma; volição –</p><p>estados de transe ou possessão</p><p>espiritual).</p><p>》Esse conceito de dissociação é datado</p><p>do começo do século – Pierre Janet,</p><p>Freud, Breuer – e embasa a noção de</p><p>distúrbios dissociativos.</p><p>》Dissociação como comportamento em</p><p>progresso ou percepção inconsistentes</p><p>com o relato verbal introspectivo do</p><p>indivíduo (por exemplo, experiências</p><p>hipnóticas e certos distúrbios</p><p>neurológicos, como cegueira por lesão</p><p>cortical – síndrome de Anton – e</p><p>desconexão por comissurotomia).</p><p>》Indica inconsistência entre relatos</p><p>sinceros de indivíduos sobre</p><p>determinadas experiências e medidas</p><p>fisiológicas/comportamentais.</p><p>Amnésia dissociativa</p><p>》A característica essencial é a de uma</p><p>perda da memória, que diz respeito</p><p>geralmente a acontecimentos importantes</p><p>recentes, não devida a transtorno mental</p><p>orgânico, e muito importante para ser</p><p>considerado como expressão de</p><p>esquecimento ou de fadiga.</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>》A amnésia diz respeito habitualmente</p><p>aos eventos traumáticos, tais como</p><p>acidentes ou lutos imprevistos, e é mais</p><p>freqüente que seja parcial e seletiva.</p><p>Fuga dissociativa</p><p>》Uma fuga apresenta todas as</p><p>características de uma amnésia</p><p>dissociativa: comporta além disto, um</p><p>deslocamento motivado maior que o raio</p><p>de deslocamento habitual cotidiano.</p><p>》Embora exista uma amnésia para o</p><p>período de fuga, o comportamento do</p><p>sujeito no curso desta última pode parecer</p><p>perfeitamente normal para observadores</p><p>desinformados.</p><p>Estupor dissociativo</p><p>》O diagnóstico de estupor dissociativo</p><p>repousa sobre a presença de uma</p><p>diminuição importante ou de uma</p><p>ausência dos movimentos voluntários e da</p><p>reatividade normal a estímulos externos,</p><p>tais como luz, ruído, tato, sem que os</p><p>exames clínicos e os exames</p><p>complementares mostrem evidências de</p><p>uma causa física.</p><p>》Além disto, dispõe-se de argumentos em</p><p>favor de uma origem psicogênica do</p><p>transtorno, na medida que é possível</p><p>evidenciar eventos ou problemas</p><p>estressantes recentes.</p><p>Estados de transe e de</p><p>possessão</p><p>》Transtornos caracterizados por uma</p><p>perda transitória da consciência de sua</p><p>própria identidade, associada a uma</p><p>conservação perfeita da consciência do</p><p>meio ambiente.</p><p>Transtornos dissociativos do</p><p>movimento</p><p>》As variedades mais comuns destes</p><p>transtornos são a perda da capacidade de</p><p>mover uma parte ou a totalidade do</p><p>membro ou dos membros.</p><p>》Pode haver semelhança estreita com</p><p>quaisquer variedades de ataxia, apraxia,</p><p>acinesia, afonia, disartria, discinesia,</p><p>convulsões ou paralisia.</p><p>》Afonia psicogênica</p><p>》Disfonia psicogênica</p><p>》Torcicolo histérico</p><p>Convulsões dissociativas</p><p>》Os movimentos observados no curso</p><p>das convulsões dissociativas podem se</p><p>assemelhar de perto àquelas observadas</p><p>no curso das crises epilépticas;</p><p>》mas a mordedura de língua, os</p><p>ferimentos por queda e a incontinência de</p><p>urina são raros contudo;</p><p>》além disto, a consciência está</p><p>preservada ou substituída por um estado</p><p>de estupor ou transe.</p><p>Anestesia e perda sensorial</p><p>dissociativas</p><p>》Os limites das áreas cutâneas</p><p>anestesiadas correspondem</p><p>freqüentemente às concepções pessoais</p><p>do paciente, mais do que a descrições</p><p>científicas.</p><p>》Pode haver igualmente uma perda de</p><p>um tipo de sensibilidade dado, com</p><p>conservação de outras sensibilidades,</p><p>não correspondendo a nenhuma lesão</p><p>neurológica conhecida.</p><p>》A perda de sensibilidade pode se</p><p>acompanhar de parestesias. As perdas da</p><p>visão e da audição raramente são totais</p><p>nos transtornos dissociativos.</p><p>》Surdez psicogênica</p><p>TRATAMENTO:</p><p>♡tratamentos psicoterápicos, terapia,</p><p>alguns antipsicóticos, benzodiazepínicos,</p><p>inibidores de receptação de serotonina.</p><p>Marc 4| Isabella Afonso</p><p>♡Ansiolíticos rápidos: benzodiazepínicos,</p><p>cuidado com dependência, usar de 4-6</p><p>semanas.</p><p>♡Ansiolíticos demorados: escitalopram</p><p>RESUMO: Hipocondríaco: paciente</p><p>tem medo de adquirir e ter uma doença</p><p>grave. Factício: paciente falsifica seus</p><p>sintomas inconscientemente em proo</p><p>de algo interno (apoio emocional)</p><p>Conversivo: paciente apresenta</p><p>sintomas neurológicos devido a</p><p>angustias psicológicas, sem</p><p>explicações orgânicas. Somático:</p><p>paciente apresenta</p><p>desproporção/exagero dos sintomas</p><p>que tem, de forma que altere seu dia a</p><p>dia Simulador: tem consciência da</p><p>falsificação de seus sintomas, em proo</p><p>de algo externo (aposentadoria por</p><p>exemplo)</p><p>Referências</p><p>BOTEGA, Neury J. Prática psiquiátrica no</p><p>hospital geral. Grupo A, 2017. E-book.</p><p>ISBN 9788582714317.Disponivel em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#</p><p>%/books/9788582714317/.</p><p>FIRST, Michael B. M anua I de diagnóstico</p><p>diferencial do DSM-5. Grupo , 2015.</p><p>E-book. ISBN 9788582712078. DisponiveI</p><p>em:</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/</p><p>book</9788582712078/.</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#%/books/9788582714317/</p><p>https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#%/books/9788582714317/</p>

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