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<p>Curso Preparatório Conquistar.</p><p>Turma: ESA Professora: Danieli Sampaio</p><p>Disciplina: História Aula 5</p><p>Nome: _______________________________________ Data: /06/2024</p><p>Entradas e Bandeiras</p><p>A expansão territorial no Brasil colonial foi</p><p>impulsionada pelas entradas e bandeiras, expedições</p><p>exploratórias que desbravaram o interior do país em busca</p><p>de riquezas minerais e indígenas. Essas empreitadas</p><p>tiveram um papel crucial na ampliação das fronteiras</p><p>coloniais e na formação da identidade nacional brasileira.</p><p>Desde o início da colonização a Coroa Portuguesa</p><p>organizou expedições oficiais com o objetivo principal de</p><p>explorar o território brasileiro em busca de metais</p><p>preciosos e outros recursos de interesse econômico. Essas</p><p>expedições foram chamadas de Entradas.</p><p>Os pioneiros, tela de Rafael Falco, século XIX.</p><p>Visto como uma figura heroica, o bandeirante (um</p><p>homem da iniciativa privada nascido no Brasil) será peça</p><p>fundamental na expansão territorial. A busca de riquezas</p><p>será o principal motivador do projeto.</p><p>Dentre as atuações bandeirantes mais conhecidas</p><p>temos a bandeira de Fernão Dias Paes em 1674, que abre</p><p>caminho para a exploração do território de Minas Gerais. A</p><p>outra iniciativa é a exploração empreendida por</p><p>Bartolomeu Bueno da Silva (Anhanguera), que explorou o</p><p>Brasil central (região de Goiás e Mato Grosso).</p><p>A atividade bandeirante teve seu aparecimento foi</p><p>forte na cidade de São Paulo, com diversas características e</p><p>objetivos diferentes. Por esse motivo as atuações podem</p><p>ser divididas em:</p><p>Preação: Os bandeirantes encontraram na mão-de-</p><p>obra indígena a solução para o trabalho escravo. Eles</p><p>realizavam essa atividade de caça aos índios, onde o</p><p>principal alvo dos bandeirantes eram missões jesuítas.</p><p>Dessa forma, já conseguiam um índio treinado e educado,</p><p>para trabalhar junto das lavouras de açúcar.</p><p>Prospecção: O interesse pela busca de metais</p><p>preciosos fez os bandeirantes utilizarem-se de indígenas</p><p>para adentrar ainda mais o território desconhecido. Tal</p><p>atuação buscava um rápido enriquecimento pelos metais</p><p>preciosos, algo de interesse da Metrópole nós princípios do</p><p>Mercantilismo.</p><p>Sertanismo de contrato (bandeiras de contrato):</p><p>Com as invasões holandesas, verificou-se uma grande</p><p>desordem nas áreas em disputa, o que favoreceu a fuga</p><p>maciça de escravos em muitos engenhos. Para reverter essa</p><p>situação, os proprietários recorreram aos bandeirantes,</p><p>delegando a eles a tarefa de capturar os fugitivos.</p><p>EXPLORAÇÃO DO VALE AMAZÔNICO</p><p>A região foi ocupada tardiamente quando</p><p>comparada com outras regiões da colonização portuguesa.</p><p>Com as ameaças estrangeiras no local, durante a União</p><p>Ibérica foi criado em 1621 o estado do Maranhão, que se</p><p>iniciava no Ceará até a fronteira na região do Pará.</p><p>Para garantir a posse da região amazônica e o</p><p>acesso ao rio Amazonas, os portugueses decidiram</p><p>proteger a região com a instalação de diversas fortalezas ao</p><p>longo do rio Amazonas. O forte do Presépio, hoje cidade</p><p>de Belém do Pará, serviu de base para atuação portuguesa</p><p>na região.</p><p>A base da ocupação da região foi o extrativismo</p><p>vegetal, com forte atuação na exploração das drogas do</p><p>sertão (cacau/guaraná/ borracha) que recebeu apoio da</p><p>atuação das missões jesuíticas, obtiveram sucesso,</p><p>constituindo latifúndios na região.</p><p>A atuação dos jesuítas foi a forma predominante de</p><p>integração da região. Como a exploração da região</p><p>depende do conhecimento do terreno, a atuação indígena</p><p>era necessária. Os jesuítas chegaram a aldear cerca de 50</p><p>mil índios.</p><p>Exercícios</p><p>01. (FUVEST-SP) Em 1694, uma expedição chefiada pelo</p><p>bandeirante Domingos Jorge Velho foi encarregada pelo</p><p>governo metropolitano de destruir o quilombo de Palmares.</p><p>Isto se deu porque:</p><p>a) os paulistas, excluídos do circuito da produção colonial</p><p>centrada no Nordeste, queriam aí estabelecer pontos de</p><p>comércio, sendo impedidos pelos quilombos.</p><p>b) os paulistas tinham prática na perseguição de índios, os</p><p>quais aliados aos negros de Palmares ameaçavam o governo</p><p>com movimentos milenaristas.</p><p>c) o quilombo desestabilizava o grande contingente escravo</p><p>existente no Nordeste, ameaçando a continuidade da</p><p>produção açucareira e da dominação colonial.</p><p>d) os senhores de engenho temiam que os quilombolas, que</p><p>haviam atraído brancos e mestiços pobres, organizassem</p><p>um movimento de independência da colônia.</p><p>e) os aldeamentos de escravos rebeldes incitavam os</p><p>colonos à revolta contra a metrópole visando trazer</p><p>novamente o Nordeste para o domínio holandês.</p><p>02. (MACKENZIE) “Os bandeirantes foram romantizados</p><p>(...) e postos como símbolo dos paulistas e do progresso,</p><p>associação enobrecedora. A simbologia bandeirante servia</p><p>para construir a imagem da trajetória paulista como um</p><p>único e decidido percurso rumo ao progresso, encobrindo</p><p>conflitos e diferenças.”</p><p>(Abud, K. Maria. In: Matos, M. I. S. de São Paulo e Adoniram</p><p>Barbosa)</p><p>Ainda que essa imagem idealizada do bandeirante tenha sido</p><p>uma construção ideológica, sua importância, no período</p><p>colonial brasileiro, decorre</p><p>a) de sua iniciativa em atender à demanda de mão-de-obra</p><p>escrava do Brasil Holandês, durante o governo de Maurício</p><p>de Nassau.</p><p>b) de sua extrema habilidade para lidar com o nativo hostil,</p><p>garantindo sua colaboração espontânea na busca pelo ouro.</p><p>c) de sua colaboração no processo de expansão territorial</p><p>brasileira, à medida que ultrapassou o Tratado de</p><p>Tordesilhas e fundou povoados, garantindo, futuramente, o</p><p>direito de Portugal sobre essas terras.</p><p>d) de sua atuação decisiva na Insurreição Pernambucana,</p><p>que resultou na expulsão dos holandeses do nordeste, em</p><p>1654, considerada como o primeiro movimento de cunho</p><p>emancipacionista da colônia.</p><p>e) da colaboração dos mesmos na formação das Missões</p><p>Jesuíticas, cujo objetivo era a proteção e catequização de</p><p>índios tupis, obstáculo à ocupação do território colonial.</p><p>03. (FGV SP) A conquista portuguesa na América contou</p><p>com a ação missionária, que visava à cristianização dos</p><p>indígenas.</p><p>No entanto, muitos povos nativos foram refratários à ação</p><p>evangelizadora. Nesse caso,</p><p>a) os conquistadores estabeleceram o chamado “código</p><p>indígena”, que garantia o direito de preservação da cultura</p><p>nativa.</p><p>b) os conquistadores promoveram tribunais inquisitoriais,</p><p>por meio dos quais julgavam e sentenciavam as tribos</p><p>acusadas de práticas heréticas.</p><p>c) os conquistadores praticavam a “guerra justa” e</p><p>escravizavam os indígenas que se mostravam hostis e</p><p>dificultavam a catequese.</p><p>d) os conquistadores toleravam as práticas consideradas</p><p>pagãs dos nativos que aceitavam pagar tributos sob a forma</p><p>de trabalho ou produtos agrícolas.</p><p>e) os conquistadores incorporaram divindades e cultos</p><p>indígenas aos rituais cristãos como forma de converter os</p><p>nativos à sua doutrina religiosa.</p><p>04. (MACKENZIE) A historiografia tradicional atribui ao</p><p>bandeirismo o alargamento do território brasileiro para além</p><p>de Tordesilhas.</p><p>Sobre esta atividade é correto afirmar que:</p><p>a) jamais converteu-se em elemento repressor, atacando</p><p>quilombos ou aldeias indígenas.</p><p>b) as Missões do Sul foram preservadas dos ataques</p><p>paulistas, devido à presença dos jesuítas espanhóis.</p><p>c) na verdade, o bandeirismo era a forma de sobrevivência</p><p>para mestiços vicentinos, rudes e pobres e a expansão</p><p>territorial ocorreu de forma inconsciente como subproduto</p><p>de sua atividade.</p><p>d) eram empresas totalmente financiadas pelo governo</p><p>colonial, tendo por objetivo alargar o território para além de</p><p>Tordesilhas.</p><p>e) era exercida exclusivamente pelo espírito de aventura dos</p><p>brancos vinculados à elite proprietária vicentina, cujas</p><p>lavouras de cana apresentavam grande prosperidade.</p><p>05. (UFU-MG) A atividade bandeirante marcou a atuação</p><p>dos habitantes da Capitania de São Vicente entre os séculos</p><p>XVI e XVIII.</p><p>A esse respeito, assinale a alternativa correta</p><p>a) Buscando</p><p>capturar o índio para utilizá-lo como mão-de-</p><p>obra ou para descobrir minas de metais e pedras preciosas,</p><p>o chamado bandeirismo apresador e o prospector foram</p><p>importantes para a ampliação dos limites geográficos do</p><p>Brasil colonial.</p><p>b) As bandeiras eram empresas organizadas e mantidas pela</p><p>Metrópole, com o objetivo de conquistar e povoar o interior</p><p>da colônia, assim como garantir, efetivamente, a posse e o</p><p>domínio do território.</p><p>c) As chamadas bandeiras apresadoras tinham uma</p><p>organização interna militarizada e eram compostas</p><p>exclusivamente por homens brancos, chefiados por uma</p><p>autoridade militar da Coroa.</p><p>d) O que explicou o impulso do bandeirismo no século XVII</p><p>foi a assinatura do tratado de fronteiras com a Espanha, que</p><p>redefiniu a Linha de Tordesilhas e abriu as regiões de Mato</p><p>Grosso até o Rio Grande do Sul, possibilitando a conquista e</p><p>a exploração portuguesa.</p><p>e) Derivado da bandeira de apresamento, o sertanismo de</p><p>contrato era uma empresa particular, organizada com o</p><p>objetivo de pesquisar indícios de riquezas minerais,</p><p>especialmente nas regiões de Mato Grosso, Goiás e Minas</p><p>Gerais.</p><p>06. (UNESP) "Nossa milícia, Senhor, é diferente da regular</p><p>que se observa em todo o mundo. Primeiramente nossas</p><p>tropas com que vamos à conquista do gentio bravo desse</p><p>vastíssimo sertão não é de gente matriculada no livro de</p><p>Vossa Majestade, nem obrigada por soldo, nem por</p><p>pagamento de munição."</p><p>(Carta de Domingos Jorge Velho ao rei de Portugal, em 1694.)</p><p>De acordo com o autor da Carta, pode-se afirmar que:</p><p>a) os bandeirantes possuíam tropas de mercenários, pagas</p><p>pela metrópole, com o objetivo de exterminar indígenas.</p><p>b) havia proibição oficial de capturar índios para a</p><p>escravização e os bandeirantes pretendiam evitar ser punidos</p><p>pelos colonos e pelos espanhóis.</p><p>c) os exércitos portugueses, organizados na colônia, tinham</p><p>a particularidade de serem compostos por indígenas</p><p>especializados em destruir quilombos.</p><p>d) algumas tribos indígenas ameaçavam a segurança dos</p><p>colonos e as bandeiras eram tropas encarregadas de</p><p>transportar os nativos para as reduções religiosas.</p><p>e) muitas das bandeiras paulistas eram constituídas por</p><p>exércitos particulares, especializados em exterminar e</p><p>capturar indígenas para serem escravizados.</p><p>07. (UFC) A crueldade e impunidade dos participantes das</p><p>entradas contra os indígenas foi denunciada pelo Pe.</p><p>Antônio Vieira." ... e assim fala toda esta gente nos tiros que</p><p>deram; nos que fugiram... nos que mataram, como se</p><p>falassem de uma caçada e não valessem mais as vidas dos</p><p>índios que a dos animais".</p><p>Fonte: Carta do Pe. Antônio Vieira, 1653, Maranhão, destinada ao</p><p>Padre Provincial, in COLETÂNEA DE DOCUMENTOS</p><p>HISTÓRICOS PARA O 1º GRAU - 5• à 8• SÉRIES. SE/CENP. 1979,</p><p>P.25.</p><p>Considerando este depoimento, é correto afirmar que:</p><p>a) as aldeias indígenas consolidavam a solidariedade</p><p>existente entre as tribos.</p><p>b) a população indígena, sobretudo no interior, sofreu um</p><p>verdadeiro extermínio, vítima da escravidão.</p><p>c) o bandeirismo contribuiu para o crescimento das vilas</p><p>indígenas no atual território de São Paulo.</p><p>d) a caça ao elemento indígena pelos bandeirantes foi</p><p>condenada pelos senhores de terras.</p><p>e) a colonização indígena sofreu uma significativa queda</p><p>com o início das Missões dos Jesuítas.</p><p>08. (FGV) "Assim, alguns dos irmãos mandados para esta</p><p>aldeia, que se chama Piratininga, chegamos a 25 de janeiro</p><p>do ano do Senhor de 1554, e celebramos em paupérrima e</p><p>estreitíssima casinha a primeira missa, no dia da Conversão</p><p>do Apóstolo São Paulo e, por isso, a ele dedicamos a nossa</p><p>casa".</p><p>ANCHIETA, José de, "Carta de Piratininga (1554)". Cartas,</p><p>informações, fragmentos históricos e sermões, Belo Horizonte/São</p><p>Paulo: Itatiaia/Edusp, 1988, p.48.</p><p>Sobre a fundação da vila de São Paulo no período colonial</p><p>podemos afirmar que:</p><p>a) Expulsos de Piratininga, os jesuítas retornaram em 1554</p><p>com tropas portuguesas que promoveram a destruição dos</p><p>grupos indígenas da região.</p><p>b) Sua fundação acompanhou a tendência da colonização</p><p>portuguesa em privilegiar a formação de núcleos no</p><p>interior, em lugar de entrepostos litorâneos.</p><p>c) Desde sua fundação até o final do século XVIII, sua</p><p>principal atividade econômica foi a produção de açúcar e</p><p>algodão voltada para o mercado externo.</p><p>d) Sua fundação ocorreu em função dos interesses jesuíticos</p><p>em controlar o comércio de metais e pedras preciosas</p><p>realizado pelas tribos indígenas da região.</p><p>e) Sua fundação está vinculada à motivação missionária dos</p><p>jesuítas que tinham nos colégios e aldeamentos suas bases</p><p>principais.</p><p>09. (FATEC) Bandeiras eram:</p><p>a) expedições de portugueses que atraíam as tribos</p><p>indígenas para serem catequizadas pelos jesuítas.</p><p>b) expedições organizadas pela Coroa com o objetivo de</p><p>conquistar as áreas litorâneas e ribeirinhas do país.</p><p>c) expedições particulares que aprisionavam índios e</p><p>buscavam metais e pedras preciosas.</p><p>d) movimentos catequistas liderados pelos jesuítas e que</p><p>pretendiam formar uma nação indígena cristã.</p><p>e) expedições financiadas pela Coroa cujo objetivo era</p><p>exclusivamente descobrir metais e pedras preciosas.</p><p>10. (UNISA-SP) O movimento das Bandeiras e a criação</p><p>extensiva do gado, no período colonial, contribuíram para</p><p>o(a):</p><p>a) declínio da exploração de metais preciosos.</p><p>b) desenvolvimento da cana-de-açúcar.</p><p>c) ampliação territorial do Brasil.</p><p>d) manutenção do Tratado de Tordesilhas.</p><p>e) fixação do homem no litoral brasileiro.</p><p>11. (UFSC) Foi(foram) muito importante(s) na expansão</p><p>bandeirante:</p><p>I. a riqueza das terras de São Paulo.</p><p>II. os rios perenes e navegáveis que correm para o</p><p>interior.</p><p>III. a busca de mão-de-obra na própria colônia.</p><p>IV. a crescente prosperidade de São Vicente.</p><p>a) I e II estão corretas.</p><p>b) II e III estão corretas.</p><p>c) I e IV estão corretas.</p><p>d) II e IV estão corretas.</p><p>e) III e IV estão corretas.</p><p>12. (FUVES-SP) Qual destas definições expressa melhor o</p><p>que foram as bandeiras?</p><p>a) Expedições financiadas pela Coroa que se propunham</p><p>exclusivamente a descobrir metais e pedras preciosas.</p><p>b) Movimento de fundo catequético, liderado por jesuítas</p><p>para a formação de uma nação indígena cristã.</p><p>c) Expedições particulares que apresavam os índios e</p><p>procuravam metais e pedras preciosas.</p><p>d) Empresas organizadas com o objetivo de conquistar as</p><p>áreas litorâneas e ribeirinhas.</p><p>e) Incursões de portugueses para atrair tribos indígenas para</p><p>serem catequizadas pelos jesuítas.</p><p>13. (UEG) O processo de ocupação e desbravamento do</p><p>interior brasileiro talvez seja uma das etapas mais</p><p>interessantes da formação social do Brasil no período</p><p>colonial. As entradas e bandeiras que desbravaram o sertão</p><p>estão na origem da formação dos primeiros núcleos urbanos</p><p>no interior do país, como no caso da região de Goiás.</p><p>Sobre o processo de ocupação e povoamento de Goiás, é</p><p>CORRETO afirmar:</p><p>a) Até o início do século XVIII, a região do atual Estado de</p><p>Goiás era desabitada e considerada território desconhecido</p><p>tanto por portugueses quanto por indígenas, que ocupavam</p><p>preferencialmente o litoral brasileiro.</p><p>b) A bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva foi a primeira</p><p>expedição de exploração do atual território goiano, que</p><p>lançou as bases para outros descobertos, como o das minas</p><p>de Cuiabá.</p><p>c) Por causa da grande distância a ser percorrida entre a</p><p>região das minas dos Goyases e o Estado de São Paulo, foi</p><p>pequena a utilização da mão-de-obra africana na região,</p><p>ficando a extração aurífera sob o encargo de indígenas</p><p>escravizados.</p><p>d) O curto período de exploração aurífera em Goiás deve-se</p><p>ao rápido esgotamento dos veios auríferos localizados nos</p><p>leitos dos rios e à técnica rudimentar utilizada na extração</p><p>do ouro.</p><p>e) O declínio da produção aurífera trouxe poucos abalos à</p><p>dinâmica social goiana, visto que já havia se estabelecido na</p><p>região uma</p><p>intensa atividade comercial e agrícola que</p><p>sustentava o crescimento econômico local.</p><p>14. (Univali-SC) As expedições chamadas de entradas e</p><p>bandeiras tinham como objetivo a procura de riquezas</p><p>minerais e/ou a caça ao índio, para escravizá-lo e vendê-lo</p><p>no litoral. O papel histórico das entradas e bandeiras pode</p><p>ser assim resumido:</p><p>a) Determinaram a ocupação efetiva do interior do Brasil e</p><p>deram ao nosso país sua atual configuração geográfica.</p><p>b) Contribuíram para a implantação de uma nova política</p><p>colonizadora, aproximando índios e colonos.</p><p>c) Iniciaram o aproveitamento verdadeiro das terras</p><p>agrícolas do oeste, mudando a situação econômica da</p><p>colônia.</p><p>d) Por razões políticas e econômicas, contribuíram para a</p><p>mudança da capital do vice-reino, do Rio de Janeiro para a</p><p>Bahia.</p><p>e) Respeitaram o meridiano de Tordesilhas, evitando, assim,</p><p>conflitos armados entre portugueses e espanhóis.</p><p>15. (UNIFESP) "... a vila de São Paulo de há muitos anos</p><p>que é República de per si, sem observância de lei nenhuma,</p><p>assim divina como humana..."</p><p>(Governador Geral Antonio L. G. da Câmara Coutinho, em carta ao</p><p>Rei, 1692.)</p><p>O texto indica que, em São Paulo,</p><p>a) depois que os jesuítas, que eram a favor da escravidão,</p><p>foram expulsos, a cidade ficou abandonada à própria sorte.</p><p>b) como decorrência da geografia da capitania e dos</p><p>interesses da Metrópole, imperava a autonomia política e</p><p>religiosa.</p><p>c) a exemplo do que se passava no resto da capitania,</p><p>reinava o mais completo descaso em termos políticos e</p><p>religiosos.</p><p>d) com a descoberta do ouro de Minas Gerais, os habitantes</p><p>passaram a se queixar do abandono a que ficaram relegados.</p><p>e) graças à proclamação de Amador Bueno, os habitantes da</p><p>cidade passaram a gozar de um estatuto privilegiado.</p><p>16. (FAAP-SP) O Brasil estava sob domínio ibérico de 1580</p><p>a 1640. Nesse período, os criadores de gado e os</p><p>bandeirantes, que buscavam metais e pedras preciosas,</p><p>atravessaram a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas,</p><p>incorporando ao território brasileiro:</p><p>a) Minas Gerais, Amazonas e Pará.</p><p>b) Ceará, Piauí e Alagoas.</p><p>c) Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.</p><p>d) Maranhão, Pernambuco e Bahia.</p><p>e) Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p><p>17. (MACKENZIE) A partir do século XVII, uma série de</p><p>fatores provocou a expansão da colônia e a ocupação do</p><p>interior do Brasil, exceto:</p><p>a) a pecuária desenvolvida no sertão nordestino e na região</p><p>Sul.</p><p>b) a busca de riquezas minerais liderada pelos bandeirantes</p><p>de São Paulo.</p><p>c) a ação missionária dos jesuítas vinculada também à</p><p>extração de drogas do sertão.</p><p>d) a União Ibérica, que possibilitou maior liberdade de</p><p>circulação no território além de Tordesilhas.</p><p>e) o apoio de jesuítas e índios dos Sete Povos das Missões,</p><p>confirmando os termos do Tratado de Madri em 1750.</p><p>18. (ESPM) "Essas longas jornadas fluviais diversificaram</p><p>os meios de locomoção e exigiram nova postura dos seus</p><p>componentes. Os rios tornaram-se a principal artéria de</p><p>deslocamento, razão pela qual as técnicas fluviais</p><p>alcançaram grande desenvolvimento entre os paulistas. Para</p><p>tornar a jornada menos perigosa formaram-se comboios que</p><p>substituíram as unidades isoladas. Porto Feliz era seu foco</p><p>irradiador e as frotas que dali seguiam pelos rios Tietê,</p><p>Paraná e outros, reuniam por vezes 300 ou 400 canoas em</p><p>expedições que com diversas variantes por todo um século,</p><p>inclusive com a difícil transposição de numerosas</p><p>cachoeiras e corredeiras, asseguravam as comunicações</p><p>entre São Paulo e Mato Grosso".</p><p>(Adaptado do "Dicionário do Brasil Colonial", direção de Ronaldo Vainfas).</p><p>O texto descreve o seguinte tipo de expedições:</p><p>a) As monções.</p><p>b) O sertanismo de contrato.</p><p>c) A caça ao índio.</p><p>d) O tropeirismo .</p><p>e) O comércio de drogas do sertão.</p><p>19. (CESGRANRIO) A ocupação do território brasileiro,</p><p>restrita, no século XVI, ao litoral e associada à lavoura de</p><p>produtos tropicais, estendeu-se ao interior durante os</p><p>séculos XVII e XVIII, ligada à exploração de novas</p><p>atividades econômicas e aos interesses políticos de Portugal</p><p>em definir as fronteiras da colônia.</p><p>As afirmações a seguir relacionam as regiões ocupadas a</p><p>partir do século XVII e suas atividades dominantes.</p><p>l - No Vale Amazônico, o extrativismo vegetal - as drogas</p><p>do sertão - e a captura de índios atraíram os colonizadores.</p><p>2 - A ocupação do Pampa gaúcho não teve nenhum interesse</p><p>econômico, estando ligada aos conflitos luso-espanhóis na</p><p>Europa.</p><p>3 - O planalto central, nas áreas correspondentes aos atuais</p><p>Estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, foi um dos</p><p>principais alvos do bandeirismo, e sua ocupação está ligada</p><p>à mineração.</p><p>4 - A zona missioneira no sul do Brasil representava um</p><p>obstáculo tanto aos colonos, interessados na escravização</p><p>dos indígenas, quanto a Portugal, dificultando a demarcação</p><p>das fronteiras.</p><p>5 - O Sertão nordestino, primeira área interior ocupada no</p><p>processo de colonização, foi um prolongamento da lavoura</p><p>canavieira, fornecendo novas terras e mão-de-obra para a</p><p>expansão da lavoura.</p><p>As afirmações corretas são:</p><p>a) somente 1, 2 e 4.</p><p>b) somente 1, 2 e 5.</p><p>c) somente 1, 3 e 4.</p><p>d) somente 2, 3 e 4.</p><p>e) somente 2, 3 e 5.</p><p>20. (CESGRANRIO) A formação do território brasileiro no</p><p>período colonial resultou de vários movimentos</p><p>expansionistas e foi consolidada por tratados no século</p><p>XVIII. Assinale a opção que relaciona corretamente os</p><p>movimentos de expansão com um dos Tratados de Limites:</p><p>a) A expansão da fronteira norte, impulsionada pela</p><p>descoberta das minas de ouro, foi consolidada nos Tratados</p><p>de Utrecht.</p><p>b) A região missioneira no sul constituiu um caso à parte, só</p><p>resolvido a favor de Portugal com a extinção da Companhia</p><p>de Jesus.</p><p>c) O Tratado de Madri revogou o de Tordesilhas e deu ao</p><p>território brasileiro conformação semelhante à atual.</p><p>d) O Tratado do Pardo garantiu a Portugal o controle da</p><p>região das Missões e do rio da Prata.</p><p>e) Os Tratados de Santo Ildefonso e Badajós consolidaram o</p><p>domínio português no sul, passando a incluir a região</p><p>platina.</p>

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