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Imagem N1 @bruniellyaguiar - Turma 35 (UNISL) @paittricia Imagem Semana 2 - Apresentar os aspectos básicos da EDA Estação 1 Vídeo explicativo sobre EDA A endoscopia digestiva alta consiste em observar o tubo digestivo superior, que inclui o esôfago, estômago e duodeno. O endoscópio é composto por um tubo flexível equipado com uma pequena câmera na extremidade que transmite a imagem por um monitor. O exame permite que se possa colher amostras de exames para análise de forma invasiva, sem a necessidade de intervenção cirúrgica. As principais causas para realizar uma EDA consistem em: dificuldade em engolir, azia, vômitos, má digestão, dor ou desconforto abdominal, hemorragia gastrointestinal, remoção de corpos estranhos deglutidos, alterações identificadas em exames laboratoriais e TC, diagnosticar e tratar pólipos, tumores ou úlceras. Antes da realização desse procedimento o paciente deve ser informado quanto aos benefícios, riscos e alternativas, assinando um termo de consentimento informado se houver problemas de saúde, alergias, uso de antiagregantes e anticoagulantes. O paciente deve permanecer em jejum de líquido e sólido por 6 horas antes de realizar o exame, exceto pelo chá ou água que pode ser consumido por 2 horas antes. Pode ser feito com ou sem sedação. O exame possui duração de 7 minutos, seu início começa com a entrada de um endoscópio através da boca. Eventos adversos mais comuns: cardiopulmonares (perturbação da tensão arterial, alterações do funcionamento do coração, perturbações da respiração), raramente hemorragia, perfuração e risco de mortalidade muito baixo, após o procedimento pode sentir dor na garganta e distensão abdominal. Estação 2 Caso clínico L.M.V. 45 anos, obeso, tabagista, procura atendimento devido a odinofagia, dor epigástrica e refluxo há cerca de 10 dias. Refere piora da dor em jejum. O paciente apresenta dor à palpação da região epigástrica. Perguntas: A) Cite pelo menos 3 diagnósticos diferenciais para o caso descrito. R: DRGE, Úlceras pépticas, gastrite B) Qual exame complementar seria útil para avaliar a mucosa esofágica e gástrica deste paciente? R: EDA C) Quais métodos não invasivos para investigar HP? R: Teste respiratório com Carbono 13C, sorologia e antígeno fecal. D) Quais sinais de alarme em pacientes dispépticos? R: Disfagia, odinofagia, perda ponderal não intencional, hemorragia digestiva, anemia, vômitos recorrentes, linfonodomegalia, histórico familiar de CA. Esquema de primeira linha p/ HP Caso 2 Mulher de 45 anos apresenta dor epigástrica em queimação associada a sensação de plenitude pós prandial, cerca de 6 meses de evolução, refere piora após ingesta de alguns alimentos como frituras, refrigerantes e molhos. Realizou EDA: Pangastrite enantemática leve com teste de urease positivo. • Qual diagnóstico ? Gastrite crônica causada pela infecção por H. pylori. • Qual tratamento de escolha ? IBP, Amoxicilina + Claritromicina. • Tem indicação de EDA? Por quê? Sim, pois a paciente apresenta sintomas dispépticos segundo os critérios de Roma IV, tais como dor epigástrica em queimação, plenitude pós prandial e idade superior a 40 anos. • Qual mecanismo de ação do IBP? O mecanismo de ação dos IBPs envolve a inibição da enzima H+/K+ ATPase, ou seja, da bomba de prótons, nas células parietais do estômago, resultando na redução da secreção de ácido clorídrico no estômago, ajudando a aliviar os sintomas da gastrite e a promover a cicatrização das lesões na mucosa gástrica • Qual orientação dar ao paciente sobre o medicamento? Orientar sobre adesão ao tratamento, dosagem, e interação medicamentosa, bem como tomar os IBPs antes das refeições para maximizar sua eficácia na redução da produção de ácido estomacal. IBP – INTEREÇÕES MEDICAMENTOSAS • Reduz o efeito do clopidrogrel (omeprazol), imidazólicos, TARV. • Aumentam os efeitos dos cumarínicos, fenitoína, diazepan. • Saturação cp45oa do fígado Estação 3 Realizar a leitura sobre endoscopia digestiva alta no capítulo 76 do livro citado no recurso educacional. Posteriormente devem ser questionados: ● Indicações de EDA ● Técnica ● Patologias que podem ser detectadas ● Tratadas com endoscopia digestiva alta. Mobile User ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA ● A endoscopia digestiva alta (EDA) é um procedimento que permite a visualização de toda a superfície mucosa do esôfago, estômago e duodeno proximal. As imagens são captadas por uma câmera acoplada na ponta de um tubo flexível introduzido pela via oral. ● Esta técnica permite o estudo das características da mucosa de todo o trajeto referido, observando-se desde lesões grosseiras como úlceras e neoplasias, até alterações mais discretas como pólipos diminutos, enantemas e lesões neoplásicas precoces ainda restritas à mucosa e à submucosa. ● A sensibilidade do exame ainda pode ser aumentada quando se usam a cromoendoscopia e a magnificação. Na primeira o uso de corantes específicos e filtros de luz, no caso da cromoendoscopia virtual, podem aumentar o contraste em lesões, facilitando a sua visualização e demarcação. ● A EDA, além das biopsias e polipectomias simples, possibilita outros diversos procedimentos terapêuticos, como ratamento de varizes esofagogástricas, ressecção de lesões neoplásicas precoces, dilatações endoscópicas, tratamento de hemorragias secundárias a úlceras e alguns procedimentos para tratamento da obesidade, como implantação de balão gástrico e gastroplastia endoscópico TESTES PARA DIAGNÓSTICO DO HELICOBACTER PYLORI ECOENDOSCOPIA • A ecoendoscopia é um exame que combina avaliação endoscópica e ultrassonográfica. • É realizada através de um aparelho semelhante ao endoscópio comum, porém com um probe de ultrassom na sua ponta que permite a realização de ultrassonografia diretamente da luz gástrica, esofágica ou duodenal. É uma opção para avaliação de lesões subepiteliais e complementação do estadiamento de neoplasias gástricas. A. Lesão elevada em estômago (cárdia) com características subepiteliais e com ulceração em sua superfície à retrovisão EDA. B. Imagem ultrassonográfica da lesão vista à ecoendoscopia revelando lesão hipoecogênica heterogênea sugestiva de tumor estromal gastrintestinal (GIST). Semana 3 - Conhecer a radiografia simples de abdome e TC de abdome Vídeo Radiografia de abdome normal: https://www.youtube.com/watch?v=qXtREOCZw7U Anatomia do abdome na imagem link: https://youtu.be/65njrGdJrYw?si=ej0OUMyQhVS4YIW5 A radiografia do abdome, frequentemente chamada de "raio-X do abdome", é um exame de imagem que utiliza radiação ionizante para gerar imagens do abdome. Este exame é utilizado para avaliar os órgãos abdominais, incluindo o estômago, fígado, baço, intestinos e rins. Também pode ajudar na avaliação de gás, líquido e presença de massas ou obstruções no abdome. Divisão anatômica por regiões Identificar Bases pulmonares/ Fígado, baço e pâncreas/ Rins, adrenais, ureteres, bexiga, m. psoas/ Estômago e alças intestinais/ Pelve. Bases pulmonares Tomografia A tomografia computadorizada (TC) do abdome é um procedimento de diagnóstico por imagem que utiliza a tecnologia de raio-X combinada com computadores para produzir imagens detalhadas, transversais e, às vezes, tridimensionais, do abdome. Este exame permite visualizar órgãos, vasos sanguíneos, e estruturas dentro do abdome com grande clareza, oferecendo informações valiosas para o diagnóstico, planejamento do tratamento e monitoramento de diversas condições médicas. Anatomia do abdome pelo TC link: https://youtu.be/5AxhrKwkopc?si=PFWOKc4m7JZmueZX Identificar: Fígado, Baço, Pâncreas e Vesícula biliar/ Rins, M. psoas, Cólon ascendente, cólon descendente e Intestino delgado Semana 4 - Compreender uso de enterografia por TC no diagnóstico da doença de Chron A enterografia por TC difere da TC convencional de abdome pela utilização de grandes volumes de contraste oral e cortes finos, com reconstruções multiplanares, adquiridas pela TC multislice. Os objetivos da enterografia por TC são: • Discriminar a alça, • Distender o lúmen, • Visualizar a paredeintestinal, • Identificar os vasos nutridores • Avaliar o mesentério Os contrastes orais, associados ao uso intravenoso de meio de contraste iodado, permitem a melhor delimitação da parede intestinal e avaliação de segmentos com realce mural aumentado, de massas hipervasculares e de outros processos inflamatórios e vasculares. Uso de contraste oral - maximizar a distensão de alças. Qual a diferença entre a TC convencional e a enterotomografia? A TC é um exame de imagem que fornece uma visão detalhada dos órgãos abdominais, enquanto a enterotomografia é uma técnica que utiliza contraste oral e venoso, especializada de TC focada na visualização do intestino delgado e suas patologias. Qual a importância do uso do contraste oral e venoso? A utilização de contraste intravenoso tem importância capital na enterografia por TC, uma vez que, na ausência dele, o realce mural não pode ser avaliado e massas intraluminares e hemorragias gastrointestinais podem passar despercebidas. Quais são as principais alterações de imagem que podem ser encontradas na doença de Crohn? A enterografia por TC tem sido cada vez mais utilizada como primeiro exame de imagem no paciente com suspeita de DC. Os principais achados na fase aguda da doença incluem: - Realce mucoso aumentado (achado mais sensível de DC) - Estratificação e espessamento parietais - Densificação da gordura mesentérica; - Ingurgitamento da vasa recta (Sinal do Pente). O achado extra enterérico mais comum na DC ativa é a proliferação fibroadiposa do mesentério, decorrente do edema e do ingurgitamento da vasa recta. A Proeminência e o ingurgitamento dessa vasa recta, que penetra a alça intestinal perpendicularmente ao lúmen, criando o comb sign (ou sinal do “pente”), é uma achado bem específico para DC em atividade. Ingurgitamento da arcada vascular - "sinal de pente" (seta pequena), lipoproliferação e densificação do mesentério (asterisco). Gordura possui variações. A parede terá edema e hipercaptação, perdendo as ondulações. Semana 5 - Compreender o uso da colonoscopia na avaliação da anatomia e das alterações do cólon ● Colonoscopia refere-se ao exame endoscópico de todo o cólon e reto até o íleo terminal. Procedimentos comuns realizados durante a colonoscopia incluem inspeção, biópsia, fotografia e gravação de vídeo; ● A maioria de câncer colon retal (CCR) desenvolve partir de lesões neoplásicas (adenomatosas) benignas; ● A colonoscopia tem sensibilidade de 75 a 85% para pólipos <1 cm de diâmetro e 95% para pólipos e cânceres maiores. A especificidade do exame chega a 100%. ● As diretrizes médicas mais recentes, recomendam a colonoscopia de rastreio para homens e mulheres acima de 45 anos, repetidas a cada 10 anos, a partir de 40 anos se antecedentes familiares de CCR. ● Classificação dos pólipos: #Macroscópicos - pedunculados ou sésseis, solitários ou múltiplos, isolados ou parte de síndromes hereditárias (visível na colonoscopia). #Microscópico: Pólipos podem ser neoplasias malignas (adenocarcinoma) ou benignos (adenomatosos, serrilhados e hiperplásicos). Pólipos podem não ser neoplásicos: inflamatórios e hamartomas. ● Evolução do câncer: surge um pólipo - adenoma > várias displasias e adenocarcinoma. COLONOSCOPIA - PROCEDIMENTO - COLONOSCOPIA Como diferenciar TB intestinal e doença de Crohn? Achados histopatológicos específicos para tuberculose intestinal incluem granulomas caseosos; presença de bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR), geneXpert positivo ou cultura positiva para M. tuberculosis. Enquanto os granulomas não caseosos são específicos para a doença de Crohn. Qual a importância do diagnóstico diferencial? Semana 6 - TC do Abdome - Segmentação hepática TC do abdome - segmentação hepática Video link: https://www.youtube.com/watch?v=QQMjXMnnaso Caudado: segmentação que não acompanha a atrofia do fígado. O Fígado é dividido por segmentos. Segmentação hepática no sentido horário: 8 segmentos (4 a/b) Veias hepáticas - posição vertical: - Veia porta (fígado segmento superior/inferior) - Veia hepática (divisões transversais - lóbulo esquerdo e direito) Referência para dividir o fígado: veia porta, hepáticas e visualizar o rim direito. Circulação colateral com hipertensão porta e circulação colateral Vídeo link: https://www.youtube.com/watch?v=rhhqzL5r364 Circulação colateral portossistêmica (hepatofugal): vai causar cabeça de medusa na região umbilical (dilatação das veias pela resistência da fibrose hepática) Caso clínico: Cirrose hepática, descompensada, hepatite C, varizes. Para identificar cirrose na USG: atrofia hepática, superfície/margens nodular, esplenomegalia, ecogenicidade heterogênea (vários tons no parênquima), lobo caudado hipertrofiado. O baço é afetado pela hipertensão portal, pela distensão da veia esplênica, diminuindo sua função, sobrecarregando e causando esplenomegalia. Para acompanhamento deve ser realizado EDA para avaliar se tem varizes gástricas e esofágicas (varizes esofágicas têm mais agravamento). Semana 7 - Vesícula biliar ao ultrassom Vesícula normal (ultrassom) Como a parede fica na vesícula normal: parede fina e ecogênica (branca), o conteúdo líquido é anecóico (preto). Reforço ou realce acústico é uma característica da vesícula biliar normal, ocorre posterior ao líquido, aumentando a ecogenicidade. Estruturas próximas da vesícula: fígado e diafragma Corte longitudinal x Corte transversal Link da vesícula biliar: https://www.youtube.com/watch?v=_ilFf1vBSbA COLELITÍASE USG Corte longitudinal: Características: Imagem com nódulo hiperecogênico (branco) e apresenta sombra acústica posterior em direção a ultrassom, o cálculo muda de posição conforme o paciente é movimentado. A parede da vesícula possui múltiplas imagens ecogênicas, com uma grande sombra acústica posterior que é causada pelos inúmeros cálculos existentes (o nódulo não deixa o som passar na ecogenicidade) parede fina. Sombra (preta) bem definida ou curta mal definida. Vesícula pode estar contraída (se o paciente não estiver em jejum) ou atrófica (reduzindo de volume). Caso 1: Paciente que chega na emergência com dor no hipocôndrio direito, após se alimentar e o médico pede a ultrassonografia. Após fazer o exame físico, constatou sinal de murphy positivo, (paciente interrompe a respiração devido a dor a palpação no HPD). Caso 2: Obesa com suspeita de esteatose hepática, com sinal de murphy negativo, na ultrassonografia é visível nódulo hiperecogênico na vesícula biliar. USG com presença de cálculo e sombra acústica e sinal → diagnóstico é colelitíase assintomática. COLELITÍASE X COLECISTITE ● Diagnóstico de colelitíase aguda. (Parede fina e ecogênica) - Sinal de Murphy positivo. Ultrassom - alteração e presença de nódulo. ● Diagnóstico de colelitíase assintomática (sem inflamação e presença de nódulo) - há nódulo na vesícula e sinal de Murphy negativo. ● Diagnóstico de colecistite aguda (não há cálculos) - havendo apenas a inflamação na vesícula. Sinal de Murphy positivo. Estação 1 Joseana, 22 anos, comparece ao posto de saúde referindo dor no hipocôndrio direito há 3 dias associada a náuseas. O exame físico apresenta sinal de Murphy positivo. Após realização de medicação, foi observado melhora dos sintomas e Joseana recebeu alta com solicitação de exame de imagem. a) Qual exame de imagem deve ser solicitado para a avaliação inicial desta paciente? Ultrassom b) Quais os achados esperados para a confirmação da suspeita diagnóstica? Colecistite aguda - parede espessada e ecogênica, com o líquido anecóico ou Colelitíase aguda - parede fina e ecogênica, com líquido anecóico e presença de cálculo. c) Será necessário contraste? Não é necessário contrade e doppler d) A colelitíase e colecistite aguda também são diagnosticadas pela tomografia computadorizada? Sim, ambos são diagnosticados. e) Se não tratada, quais as possíveis complicações da provável patologia do caso? O cálculo sair da vesícula e obstruir os ductos biliares, tendo como diagnóstico a coledocolitíase, que pode evoluir para colangite. PANCREATITEAGUDA A pancreatite aguda é uma condição inflamatória aguda do pâncreas, caracterizada pela ativação precoce e intra-pancreática das enzimas digestivas do próprio pâncreas, levando a inflamação e danos no tecido pancreático. São dois tipos de pancreatite aguda: 1. Edematosa intersticial https://www.youtube.com/watch?v=DeT-M6FmjkE Parênquima pancreático homogêneo (normal), porém há a presença de gordura peripancreática hiperecogênica. 2. Necro hemorrágica/ necro necrótica https://www.youtube.com/watch?v=1MslMZdx6fE Aconteceu uma necrose dentro do parênquima pancreático, com pontos mais escuros dentro do parênquima, devido a necrose e ausência do sangue. Gordura pancreática (mais clara do que o normal hiperecogênica- no caso da edematosa e necro hemorrágica) e parênquima pancreático. Estação 2 Os alunos deverão assistir ao vídeo sugerido no recurso educacional. Posteriormente deverão responder aos comandos: a) Em quais apresentações clínicas da pancreatite aguda e tomografia computadorizada é considerada o exame de imagem de escolha? Nas duas opções de pancreatite aguda (edematosa intersticial e necro hemorrágica) b) Quais são os achados da pancreatite aguda edematosa intersticial na tomografia computadorizada? Os achados consistem em: Parênquima pancreático homogêneo (normal) e gordura peripancreática hiperecogênica. c) Quais são os achados da pancreatite aguda necrosante na tomografia computadorizada? No parênquima haverá áreas de hipodensidade correspondente a necrose pancreática e gordura peripancreática hiperecogênica. Semana 8 - ITU a) Quando está indicada a investigação por imagem após um diagnóstico de infecção urinária na infância? A investigação por imagem no trato urinário está indicada após o primeiro episódio comprovado de infecção urinária, em qualquer idade, para os ambos sexos e se justifica pela frequente associação de ITU e anomalias do trato urinário, principalmente o RVU e os processos administrativos. b) Quais são os objetivos dessa avaliação por imagem? Os objetivos dessa avaliação morfofuncional são: detectar condições predisponentes da infecção e dos surtos de recidivas, pesquisar lesões do parênquima renal e estabelecer conduta apropriada que possa prevenir o surgimento de lesão renal ou o seu agravamento, visando ao melhor prognóstico para o paciente. c) Qual é o papel do USG na investigação da criança com infecção do trato urinário? O exame ultrassonográfico deve incluir a investigação funcional da bexiga e a dinâmica da micção, com estudo das repercussões na fase de enchimento e esvaziamento vesical (US dinâmica), permitindo evidenciar sinais sugestivos de obstrução, de anomalias congênitas dos rins e do trato urinário e de disfunções do trato urinário inferior. É útil para o acompanhamento das crianças com bexiga neurogênica ou hiperatividade vesical por causas diversas. d) Qual é o papel da Uretrocistografia Miccional (UCM) na investigação da criança com infecção do trato urinário? É o exame que permite boa definição da morfologia do trato urinário inferior, com avaliação da uretra, da bexiga e dos ureteres (quando há RVU). Possibilita identificar anomalias na forma e espessura da parede vesical (divertículos, ureteroceles), da uretra (estenoses ou válvula de uretra posterior – VUP) e RVU, identificando-se o grau do acometimento. Link do vídeo: Ruptura da uretra https://www.youtube.com/watch?v=7gx8FORA80E Válvula da Uretra Posterior: https://www.youtube.com/watch?v=fYKpwBVr_KM Dilatação da uretra posterior, acentuada estenose, havendo uma formação de membrana que obstrui parcial ou completamente o fluxo da urina, levando a dilatação da uretra e bexiga. Parede é irregular por conta da hipertrofia com um leve cisto (bexiga de esforço). Calibre estenosado. Hipertrofia do músculo detrusor. Refluxo Vesicouteral: https://www.youtube.com/watch?v=fYKpwBVr_KM Classificado em Grau 1, 2, 3, 4 e 5. Achados ultrassonográficos característicos na nefropatia crônica: - Redução das dimensões renais - Perda da diferenciação corticomedular. - Aumento da ecogenicidade