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1 
 
Júlia Rachel - @conteudos.med 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 SOI - anatomia 
 
 
 
2 
 
 
Sumário 
 
 
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................... 3 
2 
 2.1 
 2.2 
 2.3 
 2.4 
PRINCIPAIS MÚSCULOS DO MEMBRO SUPERIOR ........................................... 
MÚSCULOS DO OMBRO .............................................................................. 
MÚSCULOS DO BRAÇO ............................................................................... 
MÚSCULOS DO ANTEBRAÇO ...................................................................... 
MÚSCULOS DA MÃO .................................................................................. 
4 
4 
6 
7 
14 
3 
 3.1 
 3.2 
 3.3 
 3.4 
PRINCIPAIS MÚSCULOS DO MEMBRO INFERIOR .............................................. 
MÚSCULOS DO QUADRIL ............................................................................. 
MÚSCULOS DA COXA ................................................................................. 
MÚSCULOS DA PERNA ................................................................................ 
MÚSCULOS DO PÉ ...................................................................................... 
17 
17 
20 
24 
28 
4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................... 33 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
Os músculos são estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais articulações e pela sua 
contração são capazes de transmitir-lhes movimento. Este é efetuado por células especializadas 
denominadas fibras musculares, cuja energia latente é ou pode ser controlada pelo sistema nervoso. 
Os músculos são capazes de transformar energia química em energia mecânica. 
 
Por meio da contração sustentada ou da alternância entre contração e relaxamento, o tecido 
muscular apresenta quatro funções-chave: efetuação de movimentos corporais, estabilização das 
posições do corpo, armazenamento e movimentação de substâncias dentro do organismo e 
geração de calor. 
 
1. Efetuação de movimentos corporais: Movimentos de corpo todo como andar e correr, e 
movimentos localizados como segurar um lápis, digitar ou acenar com a cabeça, resultantes de 
contrações musculares, dependem do funcionamento integrado de músculos esqueléticos, ossos e 
articulações. 
 
2. Estabilização das posições do corpo: As contrações dos músculos esqueléticos estabilizam 
articulações e ajudam a manter posições corporais como ficar de pé ou sentado. Os músculos 
posturais se contraem de maneira contínua quando estamos acordados; por exemplo, as 
contrações sustentadas dos músculos do pescoço mantêm a cabeça ereta para escutar 
atentamente à aula de anatomia e fisiologia. 
 
3. Armazenamento e movimentação de substâncias dentro do corpo: O armazenamento é 
realizado pelas contrações sustentadas de camadas circulares de músculo liso chamadas esfíncteres, 
evitando a saída dos conteúdos dos órgãos ocos. O armazenamento temporário de alimentos no 
estômago ou de urina na bexiga urinária é possível porque os esfíncteres de músculo liso fecham 
as saídas desses órgãos. As contrações do músculo cardíaco bombeiam sangue pelos vasos 
sanguíneos do corpo. A contração e o relaxamento do músculo liso nas paredes dos vasos 
sanguíneos ajudam a ajustar o diâmetro dos mesmos, regulando, assim, o fluxo sanguíneo. As 
contrações de músculo liso também movimentam alimentos e substâncias como bile e enzimas 
pelo sistema digestório, mobilizam os gametas (esperma e ovócitos) pelo sistema genital e 
impulsionam a urina pelo sistema urinário. As contrações de músculos esqueléticos promovem o 
fluxo de linfa e ajudam no retorno do sangue venoso para o coração. 
 
4. Geração de calor: Com a contração, o tecido muscular produz calor, um processo chamado de 
termogênese. A maioria do calor gerado pelo músculo é usada para manter a temperatura normal 
do corpo. Contrações involuntárias de músculos esqueléticos, chamadas tremores, aumentam a 
produção de calor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
2. PRINCIPAIS MÚSCULOS DO MEMBRO SUPERIOR 
 
 
2.1 MÚSCULOS DO OMBRO 
 
 
DELTOIDE 
 
Origem: extremidade acromial da clavícula, acrômio e 
espinha da escápula. 
 
Inserção: Tuberosidade do músculo deltoide. 
 
Inervação: Nervo Axilar. 
 
Ação: Fibras laterais: abdução do braço na articulação do 
ombro; fibras anteriores: flexão e rotação medial do braço 
na articulação do ombro; fibras posteriores: extensão e 
rotação lateral do braço na articulação do ombro. 
 
 
SUPRAESPINHAL 
 
Origem: fossa supraespinhal da escápula. 
 
Inserção: tubérculo maior do úmero. 
 
Inervação: nervo supraescapular. 
 
Ação: auxilia o musculo deltoide na abdução do braço na 
articulação do ombro. 
 
 
 
 
 
INFRAESPINHAL 
 
Origem: Fossa infraespinhal da escápula. 
 
Inserção: Tubérculo maior do úmero. 
 
Inervação: Nervo supraescapular. 
 
Ação: Rotação lateral do braço na articulação do ombro. 
 
 
 
 
 
 
5 
 
REDONDO MENOR 
 
 
Origem: Margem lateral inferior da escápula. 
 
Inserção: Tubérculo maior do úmero. 
 
Inervação: Nervo axilar. 
 
Ação: Rotação lateral e extensão do braço na articulação 
do ombro. 
 
 
 
 
REDONDO MAIOR 
 
 
Origem: Ângulo inferior da escápula. 
 
Inserção: Lábio medial do sulco intertubercular do úmero. 
 
Inervação: Nervo subescapular inferior. 
 
Ação: Extensão do braço na articulação do ombro e auxílio 
a adução e rotação medial do braço na articulação do 
ombro. 
 
 
 
 
SUBESCAPULAR 
 
 
 
Origem: Fossa subescapular da escápula. 
 
Inserção: Tubérculo menor do úmero. 
 
Inervação: Nervos subescapulares superior e inferior. 
 
Ação: Rotação medial do braço na articulação do ombro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
2.2 MÚSCULOS DO BRAÇO 
 
BÍCEPS BRAQUIAL 
 
 
Origem: A cabeça longa se origina do tubérculo acima da cavidade glenoidal 
da escápula (tubérculo supraglenoidal). A cabeça curta se origina do processo 
coracoide da escápula. 
 
Inserção: Tuberosidade radial do rádio e aponeurose bicipital. 
 
Inervação: Nervo musculocutâneo. 
 
Ação: Flexão do antebraço na articulação do cotovelo, supinação do antebraço 
nas articulações radiulnares e flexão do braço na articulação do ombro. 
 
 
 
BRAQUIAL ANTERIOR 
 
 
Origem: Faces anterior e distal do úmero. 
 
Inserção: Tuberosidade ulnar e processo coronoide da ulna. 
 
Inervação: Nervo radial e musculocutâneo. 
 
Ação: Flexão do antebraço na articulação do cotovelo. 
 
 
 
 
 
 
CORACOBRAQUIAL 
 
 
 
Origem: Processo coracoide da escápula. 
 
Inserção: 1/3 médio da face medial do corpo do úmero. 
 
Inervação: Nervo musculocutâneo. 
 
Ação: Flexão e adução do braço. 
 
 
 
 
 
 
7 
 
TRÍCEPS BRAQUIAL 
 
 
Origem: A cabeça longa se origina no tubérculo infraglenoidal. A cabeça 
lateral se origina da face posterior e lateral do úmero. A cabeça medial se 
origina de toda a face posterior do úmero, inferiormente ao sulco para o 
nervo radial. 
 
Inserção: Olécrano da ulna. 
 
Inervação: Nervo radial. 
 
Ação: Extensão do antebraço na articulação do cotovelo e extensão do 
braço na articulação do ombro. 
 
 
 
 
2.3 MÚSCULOS DO ANTEBRAÇO 
 
PRONADOR REDONDO 
 
 
Origem: Epicôndilo medial do úmero e processo coronoide da ulna. 
 
Inserção: Face mediolateral do rádio. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Pronacao do antebraço nas articulações radiulnares e flexão fraca do 
antebraço na articulação do cotovelo. 
 
 
 
 
FLEXOR RADIAL DO CARPO 
 
 
Origem: Epicôndilo medial do úmero. 
 
Inserção: Ossos metacarpais II e III. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Flexão e abdução da mão (desvio radial) na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
8 
 
PALMAR LONGO 
 
Origem: Epicôndilo medial do úmero. 
 
Inserção: Retináculos dos músculos flexores e aponeurose palmar (fáscia no 
centro da palma). 
 
Inervação: Nervomediano. 
 
Ação: Flexão fraca da mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
 
FLEXOR ULNAR DO CARPO 
 
 
Origem: Epicôndilo medial do úmero e margem posterosuperior da ulna. 
 
Inserção: Pisiforme, hamato e base do osso metacarpal V. 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Flexão e adução da mão (desvio ulnar) na articulação do cotovelo. 
 
 
 
 
FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS 
 
 
Origem: Epicôndilo medial do úmero, processo coronoide da ulna e crista ao 
longo da margem lateral ou face anterior (linha oblíqua anterior) do rádio. 
 
Inserção: Falange média de cada dedo. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Flexão da falange média de cada dedo na articulação interfalângica, 
falange proximal de cada dedo na articulação metacarpofalângica e mão na 
articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS 
 
Origem: Face medial anterior do corpo da ulna. 
 
Inserção: Base da falange distal de cada dedo. 
 
Inervação: Nervos ulnar e mediano. 
 
Ação: Flexão das falanges médias e distais de cada dedo nas articulações 
interfalângicas, falanges proximais de cada dedo na articulação 
metacarpofalângica e mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
FLEXOR LONGO DO POLEGAR 
 
 
Origem: Face anterior do rádio e membrana interóssea. 
 
Inserção: Base da falange distal do polegar. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Flexão da falange distal do polegar na articulação interfalângica. 
 
 
 
 
 
 
PRONADOR QUADRADO 
 
Origem: Porção distal da diáfise da ulna. 
 
Inserção: Porção distal da diáfise do rádio. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Pronação do antebraço nas articulações radiulnares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
EXTENSOR DOS DEDOS 
 
Origem: Epicôndilo lateral do úmero. 
 
Inserção: Falanges distais e médias de cada dedo. 
 
Inervação: Nervo radial. 
 
Ação: Extensão das falanges distais e médias de cada dedo nas articulações 
interfalângicas, falange proximal de cada dedo na articulação metacarpofalângica e mão 
na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
EXTENSOR DO DEDO MÍNIMO 
 
 
Origem: Epicôndilo lateral do úmero. 
 
Inserção: Tendão do músculo extensor do dedo na falange do dedo mínimo. 
 
Inervação: Nervo radial profundo. 
 
Ação: Extensão da falange proximal do dedo mínimo na articulação 
metacarpofalângica e mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
EXTENSOR ULNAR DO CARPO 
 
Origem: Epicôndilo lateral do úmero e margem posterior da ulna. 
 
Inserção: Osso metacarpal V. 
 
Inervação: Nervo radial profundo. 
 
Ação: Extensão e abdução da mão na articulação do punho (desvio ulnar). 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
ANCÔNEO 
 
 
Origem: Epicôndilo lateral do úmero. 
 
Inserção: Olécrano e porção superior da diáfise da ulna. 
 
Inervação: Nervo radial. 
 
Ação: Extensão do antebraço na articulação do cotovelo. 
 
 
 
 
 
 
ABDUTOR LONGO DO POLEGAR 
 
 
Origem: Face posterior do meio do rádio e ulna e membrana interóssea. 
 
Inserção: Osso metacarpal I. 
 
Inervação: Nervo radial profundo. 
 
Ação: Abdução e extensão do polegar na articulação carpometacarpal e abdução 
da mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
 
EXTENSOR CURTO DO POLEGAR 
 
 
Origem: Face posterior do meio do rádio e ulna e membrana interóssea. 
 
Inserção: Base da falange proximal do polegar. 
 
Inervação: Nervo radial profundo. 
 
Ação: Extensão da falange proximal do polegar na articulação 
metacarpofalângica, primeiro osso metacarpal do polegar na articulação 
carpometacarpal e mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
12 
 
EXTENSOR LONGO DO POLEGAR 
 
 
Origem: Face posterior do meio da ulna e membrana interóssea. 
 
Inserção: Base da falange distal do polegar. 
 
Inervação: Nervo radial profundo. 
 
Ação: Extensão da falange distal do polegar na articulação interfalângica, 
extensão do osso metacarpal I do polegar na articulação carpometacarpal e 
abdução da mão na articulação do punho. 
 
 
 
EXTENSOR DO 2º DEDO 
 
Origem: Face posterior da ulna e membrana interóssea. 
 
Inserção: Tendão do extensor do dedo indicador. 
 
Inervação: Nervo radial longo. 
 
Ação: Extensão das falanges distais e médias dos dedos indicadores nas 
articulações interfalângicas, falange proximal do dedo indicador na articulação 
metacarpofalângica e mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
BRAQUIORRADIAL 
 
Origem: Margem lateral da extremidade distal do úmero. 
 
Inserção: Superior ao processo estiloide do rádio. 
 
Inervação: Nervo radial. 
 
Ação: Flexão do antebraço na articulação do cotovelo; supinação pronação do 
antebraço nas articulações radiulnares para a posição neutra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
 
EXTENSOR RADIAL LONGO DO CARPO 
 
Origem: Crista supracondilar lateral do úmero. 
 
Inserção: Osso metacarpal II. 
 
Inervação: Nervo radial 
 
Ação: Extensão e abdução da mão na articulação do punho (desvio ulnar). 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXTENSOR RADIAL CURTO DO CARPO 
 
 
 Origem: Epicôndilo lateral do úmero. 
 
Inserção: Osso metacarpal III. 
 
Inervação: Nervo radial. 
 
Ação: Extensão e abdução da mão na articulação do punho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUPINADOR 
 
Origem: Epicôndilo lateral do úmero e crista perto da incisura radial da ulna (crista 
do músculo supinador). 
 
Inserção: Face lateral do 1/3 proximal do rádio. 
 
Inervação: Nervo radial profundo. 
 
Ação: Supinação do antebraço nas articulações radiulnares. 
 
 
 
 
 
14 
 
2.4 MÚSCULOS DA MÃO 
 
ABDUTOR CURTO DO POLEGAR 
 
 
 
Origem: Retináculo dos músculos flexores, escafoide e trapézio. 
 
Inserção: Face lateral da falange proximal do polegar. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Abdução do polegar na articulação carpometacarpal. 
 
 
 
 
 
FLEXOR CURTO DO POLEGAR 
 
 
 Origem: Retináculo dos músculos flexores trapézio, capitato e trapezoide. 
 
Inserção: Face lateral da falange proximal do polegar. 
 
Inervação: Nervos ulnar e mediano. 
 
Ação: Flexão do polegar nas articulações carpometacarpal e 
metacarpofalângicas. 
 
 
 
 
 
OPONENTE DO POLEGAR 
 
 
 Origem: Retináculo dos músculos flexores e trapézio. 
 
Inserção: Face lateral do osso metacarpal I. 
 
Inervação: Nervo mediano. 
 
Ação: Oposição do polegar na articulação carpometacarpal. 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
ADUTOR DO POLEGAR 
 
 Origem: A cabeça oblíqua se origina no capitato, nos ossos metacarpais II e III. 
A cabeça transversa se origina no osso metacarpal III. 
 
Inserção: Face medial da falange proximal do polegar pelo tendão contendo 
osso sesamoide. 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Adução do polegar nas articulações carpometacarpal e 
metacarpofalângica. 
 
 
 
ABDUTOR DO MÍNIMO 
 
Origem: Pisiforme e tendão do músculo flexor ulnar do carpo. 
 
Inserção: Face medial da falange proximal do dedo mínimo. 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Abdução e flexão do dedo mínimo na articulação metacarpofalângica. 
 
 
 
 
 
 
OPONENTE DO MÍNIMO 
 
 
Origem: Retináculo dos músculos flexores e hamato. 
 
Inserção: Face medial do osso metacarpal V. 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Oposição do dedo mínimo na articulação carpometacarpal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
FLEXOR CURTO DO MÍNIMO 
 
Origem: Retináculo dos músculos flexor e hamato. 
 
Inserção: Face medial da falange proximal do dedo mínimo. 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Flexão do dedo mínimo nas articulações carpometacarpal e 
metacarpofalângica. 
 
 
 
 
 
 
LUMBRICAIS 
 
Origem: Faces laterais dos tendões e flexor profundo dos dedos de 
cada dedo. 
 
Inserção: Faces laterais dos tendões do extensor dos dedos nas 
falanges proximais de cada dedo. 
 
Inervação: Nervo mediano e ulnar. 
 
Ação: Flexão de cada dedo nas articulações metacarpofalângicas e 
extensão de cada dedo nas articulações interfalângicas. 
 
 
 
INTERÓSSEOS PALMARES 
 
 Origem: Laterais das diáfises dos ossos metacarpais de todos os dedos (exceto 
III). 
 
Inserção: Laterais das bases das falanges proximais de todos os dedos (exceto 
III). 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Adução e flexão de cada dedo (exceto III) nas articulações 
metacarpofalângicas e extensão desses dedos nas articulações interfalângicas.17 
 
INTERÓSSEOS DORSAIS 
 
Origem: Lados adjacentes dos ossos metacarpais. 
 
Inserção: Falange proximal do segundo a quarto dedo. 
 
Inervação: Nervo ulnar. 
 
Ação: Abdução dos segundo ao quarto dedos nas articulações 
metacarpofalângicas, flexão dos segundo ao quarto dedos nas articulações 
metacarpofalângicas e extensão dos segundo ao quarto dedos nas articulações 
interfalângicas. 
 
 
 
3. PRINCIPAIS MÚSCULOS DO MEMBRO INFERIOR 
 
3.1 QUADRIL 
 
GLÚTEO MÁXIMO 
 
 
Origem: Crista ilíaca, sacro, cóccix e aponeurose da sacroespinal. 
 
Inserção: Trato iliotibial da fáscia lata e parte superior lateral da linha áspera 
(tuberosidade glútea) debaixo do trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervo glúteo inferior. 
 
Ação: Extensão da coxa na articulação do quadril e rotação lateral da 
coxa; ajuda a travar o joelho em extensão AMR: extensão do tronco. 
 
 
 
 
GLÚTEO MÉDIO 
 
 
Origem: Ílio. 
 
Inserção: Trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervo glúteo superior. 
 
Ação: Abdução da coxa na articulação do quadril e rotação medial da 
coxa. 
 
 
 
 
 
18 
 
GLÚTEO MÍNIMO 
 
 Origem: Ílio. 
 
Inserção: Trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervo glúteo superior. 
 
Ação: Abdução da coxa na articulação do quadril e rotação medial da 
coxa. 
 
 
 
 
 
 
 
PIRIFORME 
 
 
Origem: Sacro anterior. 
 
Inserção: Margem superior do trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervos espinais sacrais S1 ou S2, principalmente S1. 
 
Ação: Rotação lateral e abdução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
 
GÊMEO SUPERIOR 
 
 
Origem: Espinha isquiática. 
 
Inserção: Face medial do trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervo para o músculo obturador interno. 
 
Ação: Rotação lateral e abdução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
OBTURATÓRIO INTERNO 
 
 
Origem: Face interna do forame obturador, púbis e ísquio. 
 
Inserção: Face medial do trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervo para o músculo obturador interno. 
 
Ação: Rotação lateral e abdução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
 
GÊMEO INFERIOR 
 
Origem: Tuberosidade isquiática. 
 
Inserção: Face medial do trocanter maior do fêmur. 
 
Inervação: Nervo para o músculo quadrado femoral. 
 
Ação: Rotação lateral e abdução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBTURATÓRIO EXTERNO 
 
 
Origem: Face externa da membrana obturadora. 
 
Inserção: Depressão profunda inferior ao trocanter maior (fossa 
trocantérica) do fêmur. 
 
Inervação: Nervo obturador. 
 
Ação: Rotação lateral e abdução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
20 
 
QUADRADO FEMORAL 
 
 
 Origem: Tuberosidade isquiática. 
 
Inserção: Elevação superior à porção média da crista intertrocantérica 
(tubérculo quadrado) no fêmur posterior. 
 
Inervação: Nervo para o músculo quadrado femoral. 
 
Ação: Rotação lateral e estabilização da articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
3.2 COXA 
 
TENSOR DA FÁSCIA LATA 
 
 
Origem: Crista ilíaca. 
 
Inserção: Tíbia via trato íliotibial. 
 
Inervação: Nervo glúteo superior. 
 
Ação: Flexão e abdução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
 
SARTÓRIO 
 
Origem: Espinha ilíaca anterossuperior. 
 
Inserção: Face medial do corpo da tíbia. 
 
Inervação: Nervo femoral. 
 
Ação: Flexão fraca da perna na articulação do joelho: abdução e rotação lateral da 
coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
21 
 
QUADRÍCEPS FEMORAL 
 
 
Origem: Espinha ilíaca anteroinferior, trocanter maior e linha áspera do fêmur e face 
anterior e lateral do corpo do fêmur. 
 
Inserção: Patela via tendão do músculo quadríceps femoral e tuberosidade tibial via 
ligamento da patela. 
 
Inervação: Nervo femoral. 
 
Ação: Todas as quatro cabeças fazem extensão da perna na articulação do joelho. O 
musculo reto femoral em atuação individual também faz flexão da coxa na articulação 
do quadril. 
 
 
 
 
BÍCEPS FEMORAL 
 
 
Origem: A cabeça longa se origina da tuberosidade isquiática; a cabeça curta da linha 
áspera do fêmur. 
 
Inserção: Cabeça da fíbula e côndilo lateral da tíbia. 
 
Inervação: Nervos tibial e fibular do nervo isquiático. 
 
Ação: Flexão da perna na articulação do joelho e extensão da coxa na articulação do 
quadril. 
 
 
 
 
SEMITENDÍNEO 
 
 
Origem: Tuberosidade isquiática. 
 
Inserção: Parte proximal da face medial da diáfise da tíbia. 
 
Inervação: Nervo tibial do nervo isquiático. 
 
Ação: Flexão da perna na articulação do joelho e extensão da coxa na articulação do 
quadril. 
 
 
 
 
 
 
22 
 
SEMIMEMBRANÁCEO 
 
 
Origem: Tuberosidade isquiática. 
 
Inserção: Côndilo medial da tíbia. 
 
Inervação: Nervo tibial do nervo isquiático. 
 
Ação: Flexão da perna na articulação do joelho e extensão da coxa na articulação do 
quadril. 
 
 
 
 
 
 
GRÁCIL 
 
 
Origem: Corpo e ramo inferior do púbis. 
 
Inserção: Face medial da tíbia. 
 
Inervação: Nervo obturador. 
 
Ação: Adução da coxa na articulação do quadril, rotação medial da coxa e flexão da 
perna na articulação do joelho. 
 
 
 
 
 
 
 
PECTÍNEO 
 
 
Origem: Ramo superior do púbis. 
 
Inserção: Linha pectínea do fêmur, entre o trocanter menor e a linha áspera. 
 
Inervação: Nervo femoral. 
 
Ação: Flexão e adução da coxa na articulação do quadril. 
 
 
 
 
 
 
23 
 
ADUTOR LONGO 
 
 
Origem: Crista púbica e sínfise púbica. 
 
Inserção: Linha áspera do fêmur. 
 
Inervação: Nervo obturador. 
 
Ação: Adução e flexão da coxa na articulação do quadril e rotação da coxa AMR: 
extensão da coxa. 
 
 
 
 
 
 
ADUTOR CURTO 
 
 
Origem: Ramo inferior do púbis. 
 
Inserção: Metade superior da linha áspera do fêmur. 
 
Inervação: Nervo obturador. 
 
Ação: Adução e flexão da coxa na articulação do quadril e rotação da coxa AMR: 
extensão da coxa. 
 
 
 
 
 
 
 
ADUTOR MAGNO 
 
 
Origem: Ramo inferior do púbis e ísquio até a tuberosidade isquiática. 
 
Inserção: Linha áspera do fêmur. 
 
Inervação: Nervo obturador e isquiático. 
 
Ação: Adução da coxa na articulação do quadril e rotação da coxa; aa parte anterior faz 
flexão da coxa na articulação do quadril e a parte posterior faz extensão da coxa na 
articulação do quadril. 
 
 
 
 
24 
 
3.3 PERNA 
 
TIBIAL ANTERIOR 
 
 
Origem: Côndilo lateral e corpo da tíbia e membrana interóssea. 
 
Inserção: Osso metatarsal I e cuneiforme medial. 
 
Inervação: Nervo fibular profundo. 
 
Ação: Dorsiflexão do pé na articulação do tornozelo e inversão (supinação) do pé nas 
articulações intertarsais. 
 
 
 
 
 
 
EXTENSOR LONGO DOS DEDOS 
 
 
Origem: Côndilo lateral da tíbia, face anterior da fíbula e membrana interóssea. 
 
Inserção: Falanges média e distal do segundo a quarto dedos. 
 
Inervação: Nervo fibular profundo. 
 
Ação: Dorsiflexão do pé na articulação do tornozelo e extensão das falanges distal e 
média de cada dedo nas articulações interfalângicas e falange proximal de cada dedo na 
articulação metatarsofalângica. 
 
 
 
 
EXTENSOR LONGO DO HÁLUX 
 
 
Origem: Face anterior do terço médio da fíbula e membrana interóssea. 
 
Inserção: Falange distal do hálux. 
 
Inervação: Nervo fibular. 
 
Ação: Dorsiflexão do pé na articulação do tornozelo e extensão da falange proximal do 
hálux na articulação metatarsofalângica. 
 
 
 
 
 
25 
 
FIBULAR TERCEIRO 
 
 
Origem: Terço distal da fíbula e membrana interóssea. 
 
Inserção: Base do osso metatarsal V. 
 
Inervação: Nervo fibular profundo. 
 
Ação: Dorsiflexão do pé na articulação do tornozelo e eversão do pé nas articulações 
intertarsais. 
 
 
 
 
 
 
 
FIBULAR CURTO 
 
 
Origem: Metade distal do corpo da fíbula. 
 
Inserção: Base do osso metatarsal V. 
 
Inervação: Nervo fibular superficial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo e eversão do pé nas 
articulações intertarsais. 
 
 
 
 
 
FIBULAR LONGO 
 
 
 
Origem: Cabeça e corpo da fíbula. 
 
Inserção: Osso metatarsal I e cuneiforme medial. 
 
Inervação: Nervo fibular superficial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo e eversão do pé nas 
articulações intertarsais. 
 
 
 
 
 
26GASTROCNÊMIO MEDIAL 
 
 
Origem: Côndilos medial e lateral do fêmur e cápsula do joelho. 
 
Inserção: Calcâneo pelo tendão do calcâneo. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo e flexão da perna na articulação 
do joelho. 
 
 
 
 
 
 
SÓLEO 
 
 
 
Origem: Cabeça da fíbula e margem medial da tíbia. 
 
Inserção: Calcâneo pelo tendão do calcâneo. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo. 
 
 
 
 
 
 
 
PLANTAR DELGADO 
 
Origem: Epicôndilo lateral do fêmur. 
 
Inserção: Calcâneo pelo tendão calcâneo. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo e flexão da perna na articulação 
do joelho. 
 
 
 
 
 
 
27 
 
POPLÍTEO 
 
 
Origem: Côndilo lateral do fêmur. 
 
Inserção: Parte proximal da tíbia. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão da perna na articulação do joelho e rotação medial da tíbia 
para destravar o joelho estendido. 
 
 
 
 
 
 
FLEXOR LONGO DOS DEDOS 
 
 
Origem: Terço médio da face posterior da tíbia. 
 
Inserção: Falanges distais dos segundo a quinto dedos. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do joelho; flexão das falanges médias e distais 
dos dedos II ao V nas articulações interfalângicas e falanges proximais dos dedos II ao 
V na articulação metatarsofalângica. 
 
 
 
 
 
 
FLEXOR LONGO DO HÁLUX 
 
 
Origem: Dois terços inferiores da parte posterior da fíbula. 
 
Inserção: Falange distal do hálux. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo; flexão da falange distal do 
hálux na articulação interfalângica e falange proximal do hálux na articulação 
metatarsofalângica. 
 
 
 
 
28 
 
TIBIAL POSTERIOR 
 
 
Origem: Parte proximal da tíbia, fíbula e membrana interóssea. 
 
Inserção: Ossos metatarsais II ao V, navicular e os três cuneiformes. 
 
Inervação: Nervo tibial. 
 
Ação: Flexão plantar do pé na articulação do tornozelo e inversão do pé nas articulações 
intertarsais. 
 
 
 
 
 
 
3.4 PÉ 
 
OPONENTE DO MÍNIMO 
 
 
 
Origem: Cuboide. 
 
Inserção: Osso metatarso V. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Adução do metatarso V. 
 
 
 
 
 
 
EXTENSOR CURTO DOS DEDOS 
 
 
 
Origem: Calcâneo e retináculo dos músculos extensores inferior. 
 
Inserção: Falanges médias dos segundo ao quarto dedos. 
 
Inervação: Nervo fibular profundo. 
 
Ação: Extensão dos segundo a quarto dedos nas articulações interfalângicas. 
 
 
 
 
29 
 
EXTENSOR CURTO DO HÁLUX 
 
 
Origem: Calcâneo e retináculo dos músculos extensores inferior. 
 
Inserção: Falange proximal do hálux. 
 
Inervação: Nervo fibular profundo. 
 
Ação: Extensão do hálux na articulação metatarsofalângica. 
 
 
 
 
 
 
QUADRADO PLANTAR 
 
Origem: Calcâneo. 
 
Inserção: Tendão do músculo flexor longo dos dedos. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Ajuda o músculo flexor longo dos dedos a apenas 
flexionar os segundo a quinto dedos nas articulações 
interfalângicas e metatarsofalângicas. 
 
 
 
 
 
LUMBRICAIS 
 
Origem: Tendões do músculo flexor longo dos dedos. 
 
Inserção: Tendões do músculo extensor longo dos dedos nas 
falanges proximais dos segundo a quinto dedos. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral e medial. 
 
Ação: Extensão dos dedos II a V nas articulações 
interfalângicas e flexo dos dedos segundo a quinto nas 
articulações metatarsofalângicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
30 
 
FLEXOR CURTO DO MÍNIMO 
 
Origem: Osso metatarsal V e tendão do músculo 
fibular longo. 
 
Inserção: Face lateral da falange proximal do 
dedo mínimo. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Flexão do dedo mínimo na articulação 
metatarsofalângica. 
 
 
 
 
 
 
ADUTOR DO HÁLUX 
 
 
Origem: Ossos metatarsais II ao IV, ligamentos 
dos ossos metatarsais III ao V nas articulações 
metatarsofalângicas e tendão do músculo 
fibular longo. 
 
Inserção: Face lateral da falange proximal do 
hálux. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Adução e flexão do hálux na articulação 
metatarsofalângica. 
 
 
 
FLEXOR CURTO DO HÁLUX 
 
 
Origem: Cuboide e cuneiforme lateral. 
 
Inserção: Faces lateral e medial da falange 
proximal do hálux via tendão contendo osso 
sesamoide. 
 
Inervação: Nervo plantar medial. 
 
Ação: Flexão do hálux na articulação 
metatarsofalângica. 
 
 
31 
 
ABDUTOR DO HÁLUX 
 
Origem: Calcâneo, aponeurose plantar e retináculo 
dos músculos flexores. 
 
Inserção: Face medial da falange proximal do hálux 
com o tendão do músculo flexor curto do hálux. 
 
Inervação: Nervo plantar medial. 
 
Ação: Abdução e flexão do hálux na articulação 
metatarsofalângica. 
 
 
 
 
ABDUTOR DO MÍNIMO 
 
 
Origem: Calcâneo, aponeurose plantar e retináculo dos 
músculos flexores. 
 
Inserção: Face lateral da falange proximal do dedo mínimo 
com o tendão do músculo flexor curto do dedo mínimo. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Abdução e flexão do dedo mínimo na articulação 
metatarsofalângica. 
 
 
 
 
FLEXOR CURTO DOS DEDOS 
 
 
Origem: Calcâneo, aponeurose plantar e retináculo dos 
músculos flexores. 
 
Inserção: Laterais das falanges médias dos segundo a 
quinto dedos. 
 
Inervação: Nervo plantar medial. 
 
Ação: Flexão dos segundo a quinto dedos nas 
articulações interfalângicas proximal e metatarsofalângicas. 
 
 
 
 
 
32 
 
 INTERÓSSEOS DORSAIS 
 
 
 
 
Origem: Lado adjacente de todos os ossos metatarsais. 
 
Inserção: Falanges proximais: os dois lados do dedo II e a face lateral 
dos dedos III e IV. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Abdução e flexão dos dedos II a IV nas articulações 
metatarsofalângicas e extensão dos dedos nas articulações 
interfalângicas. 
 
 
 
 
 INTERÓSSEOS PLANTARES 
 
 
 
Origem: Ossos metatarsais III a V. 
 
Inserção: Face medial das falanges proximais dos dedos III a V. 
 
Inervação: Nervo plantar lateral. 
 
Ação: Adução e flexão das articulações metatarsofalângicas 
proximais e extensão do dedo nas articulações interfalângicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
33 
 
Referências 
 
Musculoskeletal Atlas-Carol Teitz, MD and Dan Graney, PhD © 1996-2007 
University of Washington, Seattle WA USA. 
 
TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 
14º Edição. 2019.

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