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Primeiro Módulo 1 Classificação de Angle Classe III Classe II Classe I Classe II: Divisão 1 = Protusão dos incisivos superiores, inclinados para o lábio superior Divisão 2 = Incisivos superiores inclinados para tras, para língual Subdivisão: Quando um lado da boca está em classe I e o outro lado ta em classe II, podendo ser o lado direito ou esquerdo (levando assim a classificação, subdivisão direita ou esquerda) Divisão 2 Divisão 1 2 Andrew Utiliza como base o 2º pré molar superior = o 2º pré molar deve ocluir entre o primeiro molar inferior e o 2º pré molar inferior ' 3 Capelozza Padrão I: Equilibrio Padrão II: Convexo (sem queixo) Padrão III: Concavo (mordida de topo, mordida cruzada anterior) Face longa: Respirador bucal, crecimiento vertical da face Face curta: Terço inferior menor, excessivo desgaste dentario . 1, . 1. I ↑ 4 Tipo Facial Mesiofacial Braquifacial Dolicofacial 5 Padrão Facial Padrão 1: Indivíduo com a face normal, porém com uma má oclusão Padrão 2: Perfil muito convexo ), molar em classe II, overjet, muita maxila e falta de mandíbula Padrão 3: Terço inferior da face aumentado, lábio superior curto e lábio inferior aumentado e a frente do superior. Pouco convexo ou reto 6 Vista Frontal • Simetría bilateral: largura ocular direita e esquerda e largura nasal • Linha média: Devem se coincidir em si (maxila e mandíbula) e com a linha média facial • Mento: avaliado quanto a sua simetria, relações verticais, morfológicas ou forma. Frequentemente é mais pronunciado do que o resto da face • Altura facial: basicamente a distância entre a glabela e o tecido mole do mento / largura facial é a distância entre os dois pontos mais externos das proeminências malares • Lábios: avaliados em repousos e durante o sorriso. Simetria. O labio superior é anatomicamente curto (18mm ou menos), observase um espaço interlabial aumentado e uma exposição do incisivo • Corredor Bucal: presente ou ausente • Ângulo Nasolabial: linha do lábio superior até a base do nariz. 90º a 110º, esse angulo pode mudar • Linha do queixo e pescoço 7 As seis chaves de oclusão Termos necessários: 1- Eixo vestibular da coroa clínica (EVCC): Para todos os dentes excerto os molares, a porção mais proeminente do lóbulo central em cada superficie vestibular da coroa; Para os dois molares, o sulco vestibular que separa as duas grandes cúspides vestibulares. 2- Ponto do Eixo vestibular (EV): O ponto no eixo vestibular que separa a metade gengival da metade oclusal da coroa clínica. As distâncias entre as extremidades oclusais e gengivais das superfícies vestibulares não são iguais para todas as coroas dentro de um arco, mas para cada cora, estão equidistantes do ponto EV. 3- Plano de Andrews: Se os pontos EV estão coincidindo os dentes estão alinhados e nivelados 4- Coroa Clínica: Quantidade de coroa visível intraoralmente ou com modelo de estudo Nivelar é no sentido vertical Alinhar é no sentido horizontal 5- Angulação da Coroa: O ângulo formado pelo eixo vestibular da coroa (EVCC) e uma linha perpendicular ao plano oclusal. A angulação é considerada positiva quando a porção oclusal o EVCC está mesial a porção gengival, e negativa quando for para distal. Avaliar na incisal quando o EVCC toca o plano oclusal D M - ...... us toda angulação darria ser - Posta 6- Inclinação da Coroa: O ângulo entre uma linha perpendicular ao plano oclusal uma linha que está paralela e tangente ao EVCC no seu ponto médio (o ponto EV). A inclinação da coroa é determinada da perspectiva mesial e distal. A inclinação da coroa é considerada positiva se sua porção incisal ou oclusal, linha tangente, ou EVCC, está para a vestibular em relação á sua porção gengival, negativa ou positiva. A angulação é vista de uma perspectiva frontal que diz respeito as angulações mesiaodistal; As inclinações são vista de uma perspectiva lateral de perfil e diz respeito as inclinações vestibulopalatina ou vestibulolingual Chaves de oclusão: • Chave I: Relação Inter Arcos: Oclusão e as relações interarcos dos dentes 1. A cúspide mesiovestubular do primeiro molar superior permanentemente deve ocluir no sulco entre as cúspides vestibulares mesial e mediana do primeiro molar inferior permanente. Cúspedi mesiovestibular Sulco entre as cúspides vestibulares mesial e mediana do primeiro molar inf. C · ·-. 2. A crista marginal distal do primeiro molar superior oclui na crista marginal mesial do segundo molar inf. A crista marginal distal do primeiro molar sup. Crista marginal mesial do segundo molar inf 3. A cúspide mesiolingual do primeiro molar superior deve ocluir na fossa central do primeiro molar inferior 4.As cúspedis vestibulares dos pré-molares sup. têm relação de cúspedi-ameia com os pré-molares inf. 5. As cúspides línguais dos pré-molares superiores tem uma relação cúspide-fossa com os pré-molares inferiores ·-. N 6. O canino tem uma relação cúspide- ameia com o canino e primeiro pré-molar inferior. A ponta de sua cúspide ficar levemente mesial á ameia 7. Os incisivos superiores sobrepõem-se aos incisivos inferiores, e as linhas medias dos arcos se ajustam • Chave II: Angulação da coroa Todas as coroas dos dentes estão levemente mesializada • Chave III: Inclinação na coroa Como acontece nas angulações, os padrões consistentes também prevalecem na inclinação da coroa. 1º As inclinações das coroas dos incisivos superiores são geralmente positivas, os centrais mais positivos que os laterais. 2º Caninos e pré-molares negativos e quase similares. 3º Primeiro e segundo molares superiores são também negativas e similares. Os molares são mais negativos porque eles são medidos do sulco, ao invés da proeminência vestibular 4º As inclinações das coroas dos inferiores são progressivamente negativas dos incisivos até os segundos molares • Chave IV: Rotações Ausencia de rotações dentarias • Chave V: Contatos justos os pontos de contato devem se tocar, ausência de diastemas • Chave VI: Curva de SPEE A profundidade da curva se Spee varia de um plano até uma superfície levemente côncava (avaliar com o arco aberto) -