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<p>ANATOMIA</p><p>DOS</p><p>INCISIVOS</p><p>Prof. Dr. Cleiton S. Soares</p><p>INCISIVOS – CARACTERÍSTICAS GERAIS</p><p>08 Incisivos permanentes – central e lateral;</p><p>Substituem os dentes incisivos decíduos;</p><p>Servem para morder e cortar alimentos;</p><p>Unirradiculares.</p><p>INCISIVOS – CARACTERÍSTICAS GERAIS</p><p>A face vestibular apresenta dois sulcos rasos de disposição cérvico-incisal, consequência da fusão dos lobos de desenvolvimento.</p><p>Sulcos</p><p>de desenvolvimento</p><p>Lobos de desenvolvimento: São três segmentos das faces vestibulares dos dentes anteriores.</p><p>São delimitados pelos sulcos de desenvolvimento e formam os mamelos incisais.</p><p>Mamelos incisais</p><p>Lobos</p><p>de desenvolvimento</p><p>INCISIVO CENTRAL SUPERIOR</p><p>INCISIVO CENTRAL SUPERIOR</p><p>( FACE VESTIBULAR )</p><p>INCISIVO CENTRAL SUPERIOR</p><p>Ângulo disto-incisal mais arredondado no ILS</p><p>Formato trapezoidal</p><p>Formato pentagonal</p><p>Menor largura</p><p>A coroa é estreita no terço cervical e larga no terço incisal.</p><p>Isso significa que as bordas mesial e distal convergem na direção cervical.</p><p>A borda mesial é mais retilínea e continua em linha com a superfície mesial da raiz.</p><p>A borda distal é mais convexa, mais inclinada, e ao encontrar a superfície distal da raiz o faz em ângulo.</p><p>Na borda incisal, o ângulo mésio- incisal é mais agudo do que o ângulo disto-incisal, que é mais obtuso ou arredondado.</p><p>Coroa estreita no 1/3 cervical e larga no 1/3 incisal</p><p>Borda mesial retilínea</p><p>Borda distal levemente convexa</p><p>Ângulo disto-incisal mais arredondado que o mesial.</p><p>INCISIVO CENTRAL SUPERIOR</p><p>( FACE PALATINA / LINGUAL)</p><p>A face lingual é mais estreita do que a vestibular em virtude da convergência das faces mesial e distal para a lingual.</p><p>Cristas marginais</p><p>Pouca incidência de forame cego</p><p>Cíngulo</p><p>Fossa lingual</p><p>INCISIVO CENTRAL ( FACE PALATINA / LINGUAL)</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>( FACES DE CONTATO )</p><p>As vistas mesial e distal ilustram o seu aspecto de cunha.</p><p>As faces vestibular e lingual convergem acentuadamente na direção incisal.</p><p>Ambas as faces têm uma inclinação lingual, de modo que a borda incisal e o ápice da raiz ficam centrados no eixo longitudinal do dente.</p><p>Como em todos os incisivos, sua face vestibular é convexa, porém, os terços médio e incisal são planos..</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>( FACES DE CONTATO )</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>(RAIZ)</p><p>Tem forma grosseiramente cônica.</p><p>Mas, na realidade, sua secção transversal é</p><p>triangular com ângulos arredondados, porque é</p><p>mais larga na vestibular do que na lingual.</p><p>O ápice costuma ser rombo e não se desvia muito</p><p>para a distal.</p><p>INCISIVO LATERAL SUPERIOR</p><p>INCISIVO LATERAL SUPERIOR</p><p>INCISIVO LATERAL INFERIOR</p><p>Ângulo disto-incisal mais arredondado no ILS</p><p>Formato trapezoidal</p><p>Formato pentagonal</p><p>Menor largura</p><p>INCISIVO LATERAL INFERIOR</p><p>O ILS tem uma largura mésio-distal maior que o ILI.</p><p>Ângulo disto-incisal bem arredondado no ILS.</p><p>no ILI.</p><p>Bordas mesial e distal mais divergentes para a incisal no ILS que no ILI.</p><p>Bordas mesial e distal mais retilíneas no ILI que no ILS.</p><p>INCISIVO LATERAL INFERIOR</p><p>( FACE VESTIBULAR )</p><p>Mais estreita e convexa que o incisivo central superior.</p><p>A coroa do incisivo lateral tem convexidade mais acentuada no sentido mésio-distal.</p><p>As bordas mesial e distal são mais convergentes e os ângulos mésio e disto- incisal, mais arredondados, principalmente este último.</p><p>Isto torna a borda incisal bem inclinada para a distal.</p><p>VESTIBULAR</p><p>As áreas de contato são mais distantes da incisal do que no ICS.</p><p>Convexidade acentuada</p><p>Ângulo disto-incisal bem arredondado</p><p>Borba incisal inclinada para a distal</p><p>Bordas mesial e distal divergentes para a incisal</p><p>INCISIVO LATERAL SUPERIOR</p><p>( FACE PALATINA)</p><p>Tem os mesmos elementos do ICS, porém, com cristas marginais geralmente mais salientes e fossa lingual mais profunda.</p><p>O cíngulo, apesar de alto e bem formado, é mais estreito.</p><p>INCISIVO LATERAL SUPERIOR</p><p>( FACE PALATINA)</p><p>Entre o cíngulo e a fossa lingual surge frequentemente uma depressão em forma de fosseta, o forame cego.</p><p>INCISIVO LATERAL SUPERIOR</p><p>( FACES DE CONTATO )</p><p>São muito parecidas com as do ICS, mas a menor dimensão vestíbulo- lingual ao nível do terço cervical faz com que a linha cervical seja mais curva e mais fechada.</p><p>Diferença entre ICS e ILS</p><p>Proporcionalmente mais longa que a do central.</p><p>O comprimento da raiz se equivale em ambos os dentes.</p><p>Mais achatada no sentido mésio-distal e seu 1/3 apical é mais desviado para a distal.</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>ICI é menos largo e mais simétrico.</p><p>Diferentemente do ICS e ILS, o ICI não apresenta o ângulo disto-incisal bem diferente do ângulo mésio-incisal.</p><p>A raiz do ICI é bem menos robusta que do ICS e ILS.</p><p>ILS	Superposição</p><p>ICS</p><p>É muito parecido com o incisivo lateral inferior, mas ligeiramente menor em todas as dimensões da coroa e da raiz.</p><p>Até a borda incisal é um pouco menos larga.</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>Sua largura corresponde a 2/3 da largura 	da mesma face do ICS.</p><p>É convexa no 1/3 cervical, mas torna-se 	plana nos 1/3 médio e incisal.</p><p>As bordas mesial e distal encontram a borda incisal em ângulos quase retos, muito pouco ou nada arredondados</p><p>As áreas de contato estão no mesmo nível, muito próximas desses ângulos.</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>As bordas mesial e distal convergem para o 	colo mas não muito acentuadamente; elas 	tendem ao paralelismo mais do que em 	qualquer outro incisivo!</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>A face lingual, levemente côncava.</p><p>Menor que a vestibular em razão da convergência das faces de contato para a lingual e para a cervical.</p><p>O cíngulo é baixo e as cristas marginais são dificilmente perceptíveis.</p><p>Isto faz com que a fossa lingual seja apenas uma leve depressão.</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>( FACES DE CONTATO )</p><p>As faces mesial e distal são triangulares (convergem para a borda incisal).</p><p>Esta borda está deslocada para a lingual em relação</p><p>ao longo eixo do dente.</p><p>Os 2/3 incisais da coroa aparecem, então, inclinados para o lado lingual em relação à raiz.</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>( FACES DE CONTATO )</p><p>A linha cervical descreve uma curva bem fechada, que se estende incisalmente e é mais fechada ainda no lado mesial.</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>( FACES DE CONTATO )</p><p>As faces mesial e distal são planas, ou quase planas, nos 1/3 médio e cervical e convexas no terço incisal.</p><p>Isso a torna larga no sentido vestíbulo-lingual, com sulcos longitudinais evidentes.</p><p>A raiz é retilínea, sem inclinação para</p><p>qualquer lado.</p><p>Muito achatada mésio-distalmente.</p><p>Num corte transversal, a raiz mostra-se oval, com dimensão vestibular maior do que a lingual.</p><p>INCISIVO LATERAL</p><p>INFERIOR</p><p>INCISIVO CENTRAL</p><p>INFERIOR</p><p>O Incisivo Central Inferior é bastante semelhante com o Incisivo Lateral Inferior.</p><p>Ambos os dentes terão a largura mesiodistal da face vestibular bastante semelhante.</p><p>ic</p><p>ICI X ILI</p><p>Descreva resumidamente as principais características que diferenciam as faces vestibular, faces de contato 	e raiz dos dentes 32/42 dos dentes 31/41.</p><p>Descreva como diferenciar o dente 32 do dente 42.</p><p>Cite 5 características comuns dos ICS e ILS.</p><p>Cite 3 características que diferenciam os ICS dos ILS.</p><p>Cite 3 características que ajudam a diferenciar a face</p><p>mesial da face distal do ILS.</p><p>EXERCÍCIO – ANATOMIA DOS INCISIVOS</p><p>MADEIRA, M.C.</p><p>Anatomia do Dente. 8ª.ed. São Paulo. Editora: Sarvier, 2016.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>CANINO</p><p>CANINO</p><p>É o mais longo dos dentes.</p><p>A coroa tem o mesmo comprimento da coroa do incisivo central superior, mas a raiz é bem mais longa.</p><p>A forma da coroa dá ao canino um aspecto de força e robustez.</p><p>Os caninos são divididos em dois grupos, sendo 2 maxilares (superiores) e 2 mandibulares (inferiores): Servem como alicerces do arco (canto da boca) e geralmente são os últimos dentes a serem perdidos por doença periodontal.</p><p>CANINO</p><p>Forma</p><p>de cúspide;</p><p>Dente mais longo do arco;</p><p>Cúspide divide declive mesial e declive distal;</p><p>Presença de crista labial na vestibular;</p><p>Maior no sentido vestíbulo-lingual que no mesio-distal;</p><p>CANINOs SUPERIORES 13 , 23</p><p>Aspecto Vestibular</p><p>Forma pentagonal;</p><p>Cristas marginais mesiais mais curtas que cristas distais;</p><p>Aspecto Proximal</p><p>Cuneiforme, assim como os incisivos;</p><p>Linhas cervicais convexas em direção ao ápice, mais na face mesial que na distal;</p><p>Contorno lingual em forma de “S”.</p><p>Aspecto Vestibular das Coroas 13 e 23 sup.</p><p>Face vestibular composta por 3 lobos;</p><p>Contorno MESIAL amplamente convexo no terço médio, achatando – se no terço cervical;</p><p>Lado DISTAL forma um “S” raso, convexo no terço médio e ligeiramente côncavo no cervical;</p><p>Declive mesial mais curto que declive distal;</p><p>CANINOs SUPERIORES 13 , 23</p><p>Aspecto Palatino das Coroas</p><p>Cíngulo grande e centralizado;</p><p>Cristas marginais geralmente menos proeminentes que a crista lingual;</p><p>Atrito oclusal;</p><p>Raízes dos Caninos Superiores</p><p>Vestibular – Comprida, cônica; Terço apical estreito, frequentemente para distal; Face vestibular mais convexa;</p><p>Lingual – Mais estreita que no lado vestibular;</p><p>Proximais – Face mesial mais larga; Depressão longitudinal mais pronunciada na distal.</p><p>CANINOs SUPERIORES 13 , 23</p><p>Em comparação com o canino superior, o canino inferior tem a coroa mais longa e estreita.</p><p>Na realidade, ela habitualmente é só um pouco mais longa, mas a sua reduzida dimensão mésio-distal dá-lhe a aparência de coroa bem alta.</p><p>CANINOs INFERIORES 33 ,43</p><p>Aspecto Vestibular das Coroas</p><p>Lisa e convexa;</p><p>Lado mesial convexo, tendendo a plano, quase em linha com a face mesial da raiz;</p><p>Parece haver mais da coroa na distal do longo eixo da raiz (aspecto de inclinação para distal);</p><p>CANINOs INFERIORES 33 ,43</p><p>CANINOs INFERIORES 33 ,43</p><p>Aspecto Lingual das Coroas</p><p>Cíngulo baixo, menos volumoso, deslocado para distal;</p><p>Crista lingual e fossas linguais discretas;</p><p>Coroa e raiz se afilam da vestibular para lingual;</p><p>Face lingual: em contraste com o canino superior, nem o cíngulo nem as cristas marginais são bem marcados. Também não há crista que una o cíngulo à cúspide. Sua forma acompanha, assim, a dos incisivos inferiores, com uma fossa lingual pouco escavada.</p><p>Aspecto Proximal das Coroas</p><p>Borda incisal inclinada para distal;</p><p>Curvatura da linha cervical maior na mesial;</p><p>Por esta vista, a borda vestibular é menos convexa que a do canino superior. O diâmetro vestíbulo-lingual também é menor.</p><p>CANINOs INFERIORES 33 ,43</p><p>Raízes dos Caninos Inferiores</p><p>Vestibular – Convexo, reto (curvatura não deve ser decisiva na identificação do lado do dente)</p><p>Lingual – Mais estreita que no lado vestibular;</p><p>Proximal – Depressão longitudinal mais profunda na distal.</p><p>EXERCÍCIO – ANATOMIA DOS CANINOS</p><p>MADEIRA, M.C.</p><p>Anatomia do Dente. 8ª.ed. São Paulo. Editora: Sarvier, 2016.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>PRÉ -MOLARES</p><p>Os pré-molares são dentes muito importantes na mastigação, posicionalmente estão posterior aos caninos e anterior aos molares.</p><p>Não existem pré-molares decíduos, eles avulsionam na região dos molares decíduos (54, 55, 64, 65, 74, 75, 84 e 85).</p><p>PRÉ -MOLARES</p><p>Funções:</p><p>Trabalham com os molares na mastigação;</p><p>Mantém a DVO (Dimensão vertical de oclusão);</p><p>Suporte de lábios e bochechas;</p><p>PRÉ -MOLARES</p><p>PRÉ -MOLARES</p><p>PRÉ -MOLARES</p><p>Aspecto Vestibular</p><p>Forma pentagonal do coroa;</p><p>Declive mesial da cúspide vestibular mais curto que o distal (exceto 1º PS);</p><p>Presença de crista bucal ou crista vestibular;</p><p>Aspecto Lingual</p><p>Face lingual mais estreita que a vestibular (exceto 2º PI);</p><p>Aspecto Oclusal</p><p>Mais largo no sentido vestíbulo-lingual do que no mésio-distal;</p><p>Vertentes triturantes mesiais e distais;</p><p>Cristas triangulares (vestibular e lingual) se encontram no sulco central;</p><p>PRÉ -MOLARES</p><p>Na vista oclusal, os superiores são mais alongados no sentido V-P ; enquanto os inferiores são mais quadrados;</p><p>Crista vestibular é mais proeminente nos superiores;</p><p>Coroa dos inferiores aparentem estar inclinadas para distal;</p><p>Declive lingual das coroas nos inferiores;</p><p>Características diferenciais entre PM Superiores e Inferiores</p><p>Características diferenciais entre 1º e 2º PM Superiores</p><p>O 1º é mais longo e mais largo que o 2º;</p><p>A convergência dos lados proximais é mais acentuada no 1º.PS, conferindo à região cervical do 2º. PS um aspecto mais largo;</p><p>O 1º.PS é o único a apresentar a ponta da cúspide vestibular deslocada para dista do longo eixo, tornando o declive mesial maior que o distal;</p><p>Formato da cúspide vestibular do 1º. PS é mais “afiado” ou pontiagudo;</p><p>60% dos 1º possuem duas raízes, enquanto a maioria dos 2º são unirradiculares;</p><p>Cúspide palatina é mais curta, especialmente no 1º PMS;</p><p>A concavidade mesial aparece em 100% dos 1º.PS, envolvendo o terço cervical da coroa, continuando na raiz;</p><p>Características diferenciais entre 1º e 2º PM Inferiores</p><p>Vestibular:</p><p>1º.PI tem coroa mais longa e cúspide vestibular mais pontiaguda;</p><p>O 2º. PI geralmente é mais largo no colo cervical;</p><p>O 1º. PI apresenta a crista bucal mais proeminente;</p><p>O 1º. PI tem raiz mais curta, com ápice pontiagudo enquanto o 2º PI tem raiz mais longa e apice obtuso;</p><p>Lingual:</p><p>1º. PI tem coroa mais estreita na lingual, enquanto o 2º. PI tem lingual bastante larga;</p><p>Cúspide lingual muito curta e estreita no 1º. PI (não funcional);</p><p>2º. PI com uma ou duas cúspides linguais (mésio-lingual é mais larga);</p><p>Oclusal</p><p>1º.PI com contorno assimétrico; enquanto o 2º. PI tem aspecto quadrado;</p><p>Face oclusal do 2º. PI é maior (funcional);</p><p>Enquanto o 1º. PI tem grande convergência para lingual (principalmente na mesial) o 2º. PI pode apresentar a lingual mais larga que a vestibular;</p><p>Diferença no número de fossas oclusais;</p><p>Crista transversa bem definida no 1º. PI;</p><p>EXERCÍCIO – ANATOMIA DOS P.M</p><p>MADEIRA, M.C.</p><p>Anatomia do Dente. 8ª.ed. São Paulo. Editora: Sarvier, 2016.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>MOLARES</p><p>Os molares são dentes fundamentais na arcada dentária humana.</p><p>As funções dos molares são: mastigação, manutenção da dimensão vertical de oclusão (DVO) e suporte para lábios e bochechas.</p><p>Os dentes molares não apresentam decíduos, (os molares decíduos dão lugar aos pré-molares permanentes). São 6 maxilares e 6 mandibulare</p><p>MOLARES</p><p>Primeiros molares superiores direito (16) e esquerdo (26);</p><p>Primeiros molares inferiores direito (46) e esquerdo (36);</p><p>Segundos molares superiores direito (17) e esquerdo (27);</p><p>Segundos molares inferiores direito (47) e esquerdo (37);</p><p>Terceiros molares superiores direito (18) e esquerdo (28);</p><p>Terceiros molares inferiores direito (48) e esquerdo (38</p><p>DIVISÃO MOLARES :</p><p>A coroa do primeiro molar é da mesma altura da coroa dos pré-molares do mesmo arco, mas é duas vezes mais larga.</p><p>PRIMEIRO MOLAR SUPERIOR (16 e 26)</p><p>MOLARES (FACES)</p><p>Face vestibular: seu contorno é trapezoidal de grande base oclusal.</p><p>Os lados mesial e distal do trapézio convergem a partir das áreas de contato em direção cervical.</p><p>A área de contato mesial fica entre os terços médio e oclusal e a distal no terço médio</p><p>Face lingual/palatina: sua silhueta é a mesma da vestibular, com a diferença de que é maior.</p><p>Contrariando a regra geral, o primeiro molar superior tem a face lingual da coroa mais larga que a vestibular.</p><p>Como característica deste dente, a face lingual mostra na sua metade mesial (junto à cúspide mésio-lingual) um tubérculo que foi descrito pela primeira vez pelo dentista austríaco Carabelli.</p><p>O tubérculo de Carabelli, assim chamado, varia muito em forma e tamanho, podendo ser uma quinta cúspide bem formada, um tubérculo de tamanho razoável, uma pequena elevação que quase não se nota ou até mesmo uma depressão vestigial.</p><p>De qualquer modo, é discernível bilateralmente em 60% dos casos e adquire o tamanho de uma verdadeira cúspide em 10 a 15% das pessoas.</p><p>Face oclusal: seu contorno tem formato de losango; os ângulos agudos são o mésio-vestibular e o disto-lingual, e os ângulos obtusos são o mésio-lingual e o disto-vestibular.</p><p>A cúspide mésio-lingual é a maior de todas, seguida em tamanho pela seguinte ordem: mésio-vestibular, disto-vestibular e disto-lingual. A porção mesial do dente é maior em todos os sentidos.</p><p>Obviamente, a crista marginal mesial é também mais longa e mais alta que a distal. A cúspide disto-lingual é arredondada, em contraste com as demais, que são típicas pirâmides de base quadrangular.</p><p>Um arranjo irregular de sulcos principais em forma de “H” maiúsculo separa as quatro cúspides.</p><p>Raiz -  O primeiro molar superior tem uma porção que se divide em 3 raízes: mesio-vestibular, disto-vestibular e palatina.</p><p>Geralmente paralelas entre si, as três raízes não se fusionam. Estão sempre bem separadas uma das outras.</p><p>SEGUNDO MOLAR SUPERIOR (17 e 27)</p><p>É menor que o primeiro molar em todas as dimensões.</p><p>Face vestibular : quando visto por vestibular, nota-se que a cúspide disto-vestibular é muito menor do que a mésio-vestibular; no primeiro molar ela é apenas menor.</p><p>A grande diferença de tamanho faz com que a borda oclusal se incline cervicalmente de mesial para distal.</p><p>O sulco que separa essas cúspides é menor e raramente termina em fosseta</p><p>Face lingual/palatina : a cúspide disto-lingual pode não existir em alguns casos, tornando o dente tricuspidado.</p><p>O sulco lingual, que separa as cúspides linguais (quando a cúspide disto-lingual falta ele não existe), é mais curto e menos profundo.</p><p>***Não há tubérculo Carabelli.</p><p>Face oclusal : comparando com o primeiro molar, nota-se na face oclusal sensível modificação ditada pelo contorno: por ser a cúspide disto-lingual bem menor, a borda lingual desta face é menor que a borda vestibular.</p><p>Portanto, as bordas mesial e distal convergem para a lingual e não para a vestibular.</p><p>Nos casos em que falta a cúspide disto-lingual, a convergência é muito mais acentuada e a face oclusal passa a ter um contorno triangular.</p><p>Raiz : As três raízes são um pouco menores, mais curtas e menos divergentes do que as do primeiro molar.</p><p>As raízes vestibulares são paralelas, muito próximas, e se inclinam para a distal (não ocorre o aspecto de “chifres de touro”).</p><p>A união de duas raízes não é incomum, principalmente da mésio-vestibular com a lingual.</p><p>TERCEIRO MOLAR SUPERIOR (18 e 28)</p><p>Este dente tem aspectos morfológicos muito variáveis.</p><p>As modificações levam a uma simplificação na coroa e na raiz, pela diminuição do número de cúspides e raízes. No todo, é o menor dos molares.</p><p>A forma da coroa lembra aquela do segundo molar tricuspidado, com a face oclusal de contorno triangular.</p><p>Quando a cúspide disto-lingual está presente, é muito pequena. Sua face oclusal costuma ser caracterizada por numerosos sulcos secundários, que lhe dão uma aparência enrugada.</p><p>É muito comum a coalescência* (união/fusão) das raízes.</p><p>PRIMEIRO MOLAR INFERIOR (36 e 46)</p><p>Sua coroa é alongada e lembra um paralelepípedo.</p><p>Face vestibular: tem um contorno trapezoidal de grande base oclusal.</p><p>A base menor coincide com a linha cervical, que é praticamente reta, mas manda uma ponta de esmalte na direção da bifurcação das raízes.</p><p>Os elementos descritivos mais importantes desta face ficam por conta das três cúspides mésio-vestibular, vestibular mediana e disto-vestibular, separadas por sulcos verticais.</p><p>A cúspide mésio-vestibular é a mais volumosa e mais alta, seguida em tamanho pela vestibular mediana e, finalmente, pela disto-vestibular, que é a menor das três.</p><p>Isto significa que a borda oclusal é inclinada de mesial para distal. Portanto, a borda mesial é mais alta do que a distal, com a área de contato na junção dos terços médio e oclusal, além de ser mais retilínea.</p><p>A face vestibular é muito convexa no terço cervical (bossa vestibular). Os dois terços restantes são mais planos e muito inclinados para a lingual.</p><p>Face lingual: tem o contorno semelhante ao da face vestibular, mas é menor porque as faces mesial e distal convergem para a lingual.</p><p>As cúspides mésio-lingual e disto-lingual projetam-se na borda oclusal.</p><p>O sulco lingual que as separa não é muito destacado e não termina em fosseta. A face lingual, convexa em todas as direções, não se inclina como a vestibular</p><p>Face oclusal: é mais larga na borda mesial do que na distal, e mais larga na borda vestibular do que na lingual.</p><p>As cúspides mesiais são as maiores (a mésio-lingual é a maior de todas) e perfazem metade, ou mais da metade, da coroa.</p><p>Raiz: As duas raízes deste dente estão sempre bem separadas uma da outra e se curvam levemente para a distal.</p><p>Difere do primeiro molar inferior por ser um pouco menor e possuir quatro cúspides. A ausência da quinta cúspide provoca modificações na configuração da coroa.</p><p>Face vestibular: mostra na sua borda oclusal somente duas projeções relativas às cúspides mésio-vestibular e disto-vestibular, como são chamadas, e somente um sulco vestibular.</p><p>Face lingual: menor que a vestibular, com sulco lingual pouco evidente.</p><p>SEGUNDO MOLAR INFERIOR (37 e 47)</p><p>Face oclusal: é nesta face onde se encontram as maiores diferenças. Seu contorno retangular é mais nítido porque as bordas, duas a duas, estão mais próximas do paralelismo.</p><p>As quatro cúspides estão simetricamente dispostas na face oclusal. Um sulco vestíbulo-lingual, retilíneo, separa as cúspides mesiais, maiores, das distais, menores. Dividindo as cúspides vestibulares das linguais, corre outro sulco reto da fosseta mesial até a fosseta distal. Ambos os sulcos se cruzam em ângulos retos no centro da face oclusal (fosseta central).</p><p>Raiz: são um pouco menores e menos divergentes do que no primeiro molar. Nem sempre seus ápices se inclinam para a distal; eles podem se encurvar um em direção ao outro (aspectos de “chifres de touro”).</p><p>Elas têm tendência a se fusionar.</p><p>Este dente pode ter um padrão morfológico característico tanto do primeiro quanto do segundo molar inferior.</p><p>No entanto, tem uma larga diversidade de formas, as quais frequentemente se mostram muito complicadas. Algumas dessas formas são multicuspidadas (ou multituberculadas), de arranjo muito irregular.</p><p>Na grande maioria dos casos, o terceiro molar inferior tem quatro ou cinco cúspides. Mesmo assim, elas não são bem definidas, devido à presença de cristas e sulcos secundários.</p><p>Suas raízes são frequentemente fusionadas.</p><p>TERCEIRO MOLAR INFERIOR (38 e 48)</p><p>Diferença entre SUPERIORES e INFERIORES:</p><p>Superiores possuem três raízes, duas vestibulares e uma palatina;</p><p>Inferiores possuem duas raízes, uma mesial e uma distal;</p><p>Declive lingual das coroas dos molares inferiores acentuada;</p><p>Bordas mesial e distal convergente para cervical nos superiores e tendem ao paralelismo nos inferiores;</p><p>Faces oclusais com formato quadrangular tendendo a losango nos superiores e mais retangulares nos inferiores;</p><p>Diferença entre 1º e 2º SUPERIORES:</p><p>Primeiro molar possui 4 cúspides, enquanto o segundo possui 3;</p><p>Ponte de esmalte interliga as cúspides mesio-lingual e disto-vestibular no primeiro molar;</p><p>Segundo molar possui forma semelhante a um coração, com duas cúspides vestibulares e uma palatina;</p><p>Discreta convergência das bordas vestibular e lingual para distal nos primeiros molares, mais acentuada nos segundos molares;</p><p>Face lingual é maior que a vestibular no sentido mesio-distal, nos primeiros molares;</p><p>Presença do tubérculo de Carabelli no terço médio-mesial da face palatina, nos primeiros molares.</p><p>3º Molares Superiores:</p><p>Pode ser semelhante ao primeiro ou ao segundo molar;</p><p>Diferenciam-se dos primeiros e dos segundos molares por apresentarem raízes mais curtas e frequentemente fusionadas;</p><p>A face oclusal é comumente acometida de sulcos e cúspides suplementares;</p><p>Forma tricuspídea bastante frequente;</p><p>Variam muito em sua morfologia;</p><p>Diferenças entre 1º e 2º molares INFERIORES:</p><p>Primeiro molar apresenta cinco cúspides, sendo três vestibulares e duas linguais. Cúspide mesio-vestibular é a maior delas;</p><p>Segundo molar apresenta quatro cúspides, com sulco principal em forma de X;</p><p>Contorno pentagonal nos primeiro (vista pela oclusal) e retangular nos</p><p>segundos molares;</p><p>Sulco principal em forma de W com vértices para vestibular nos primeiros molares;</p><p>3º Molares INFERIORES:</p><p>Menores que os primeiros e segundos molares inferiores;</p><p>Podem se assemelhar ao primeiro ou ao segundo molar inferior;</p><p>Diferenciam-se dos primeiros e segundos molares por apresentarem raízes mais curtas e frequentemente fusionadas;</p><p>A face oclusal é comumente acometida de sulcos e cúspides complementares.</p><p>EXERCÍCIO – ANATOMIA DOS MOLARES</p><p>MADEIRA, M.C.</p><p>Anatomia do Dente. 8ª.ed. São Paulo. Editora: Sarvier, 2016.</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.jpg</p><p>image3.jpg</p><p>image4.jpeg</p><p>image5.jpg</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.jpg</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.jpg</p><p>image16.png</p><p>image17.jpg</p><p>image18.jpg</p><p>image19.jpg</p><p>image20.jpg</p><p>image21.png</p><p>image22.jpg</p><p>image23.png</p><p>image24.jpg</p><p>image25.jpg</p><p>image26.jpg</p><p>image27.jpg</p><p>image28.png</p><p>image29.png</p><p>image30.jpg</p><p>image31.jpg</p><p>image32.jpg</p><p>image33.jpg</p><p>image34.png</p><p>image35.png</p><p>image36.png</p><p>image37.png</p><p>image38.jpg</p><p>image39.png</p><p>image40.jpg</p><p>image41.png</p><p>image42.png</p><p>image43.jpg</p><p>image44.jpg</p><p>image45.jpg</p><p>image46.jpg</p><p>image47.jpg</p><p>image48.jpg</p><p>image49.jpg</p><p>image50.png</p><p>image51.jpg</p><p>image52.png</p><p>image53.png</p><p>image54.png</p><p>image55.png</p><p>image56.png</p><p>image57.png</p><p>image58.png</p><p>image59.png</p><p>image60.png</p><p>image61.jpg</p><p>image62.jpg</p><p>image63.jpg</p><p>image64.jpg</p><p>image65.jpg</p><p>image66.png</p><p>image67.png</p><p>image68.png</p><p>image69.jpg</p><p>image70.jpg</p><p>image71.png</p><p>image72.png</p><p>image73.png</p><p>image74.jpg</p><p>image75.jpg</p><p>image76.jpg</p><p>image77.png</p><p>image78.png</p><p>image79.jpeg</p><p>image80.jpeg</p><p>image81.jpeg</p><p>image82.jpeg</p><p>image83.png</p><p>image84.png</p><p>image85.png</p><p>image86.png</p><p>image87.png</p><p>image88.jpeg</p><p>image89.png</p><p>image90.png</p><p>image91.png</p><p>image92.png</p>