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7 ª E T A P A
Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia 
autorização escrita da Inspirali Educação. 
21-64152 CDD-610.07
NLM-WB 100
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno :
7ª etapa / [organização José Lúcio Machado, 
Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina 
Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : 
Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. --
(Bússola inspirali ; 1)
PDF
ISBN 978-65-88166-12-3
1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos
3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 
5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde
I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia 
Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. 
Série.
Índices para catálogo sistemático:
1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
SUMÁRIO 
7ª E T A P A
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS...........................................................................7
 Objetivos e estratégias educacionais .....................................................................8
 Perceber, analisar e decidir...........................................................................................9 
	 	 Objetivos		Específicos...................................................................................................11 
	 	 	 Cognitivas	.........................................................................................................11
	 	 	 Psicomotoras	....................................................................................................12	
	 	 	 Atitudinais	.........................................................................................................12 
Cronograma EC/HM ..............................................................................................13
 Habilidades cirúrgicas ..........................................................................................15
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS...................................................................................20
SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS ..............................................................................23
Complexo	temático	I	-	Dispneia,	dor	torácica	e	edema......................................................24	
 Árvore	temática	1.........................................................................................................26
 Agenda para TBL............................................................................................................55
Complexo	temático	II	–	Locomoção	e	preensão...................................................................56 
	 	 Árvore	temática	2.........................................................................................................58
Agenda	para	TBL...........................................................................................................98
Complexo temático III – Distúrbios sensoriais, motores e da consciência.....................99
Árvore	temática	3.......................................................................................................101
	 Agenda	para	TBL.........................................................................................................130
ÍCONES
ÍCONE SIGNIFICADO
Vídeo disparador disponível na plataforma.
Vídeoaula ou podcast disponível na plataforma.
Vídeo interativo disponível na plataforma.
Vídeo de animação disponível na plataforma.
Aula interativa disponível na plataforma.
Material de apoio disponível na plataforma.
Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma.
7ª E T A P A
HABILIDADES/
ESTAÇÕES 
CLÍNICAS
8
OBJETIVOS E 
ESTRATÉGIAS 
EDUCACIONAIS
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS
9
As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade 
curricular	Habilidades	Médicas	 (HM),	da	1ª	a	8ª	etapa,	divididas	nos	
dois primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em 
consulta, exame físico, raciocínio clínico e relacionamento médico + 
paciente.	As	atividades	ocorrem	através	de	oficinas	práticas,	 sala	de	
aula invertida, simulações com pacientes padronizados e discussões 
em pequenos grupos (sínteses provisórias e novas síntese). 
 
As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os 
elementos da consulta, como utilizá-los, criando suas propostas de 
cuidado), psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados, da 
forma correta) e atitudinais (reconhecer a pessoa entrevistada, valorar 
o que lhe foi dito e compor estes valores na experiência terapêutica). 
 
Nesta etapa inicia-se o acompanhamento de pessoas com patologias 
(crônicas ou agudas), que comprometem sua qualidade de vida, ou 
a colocam em risco de novos agravos, nas quais o raciocínio ágil e a 
tomada de decisões embasadas serão estimuladas. 
 
A partir desta etapa, os períodos de síntese provisória serão realizados 
no mesmo dia da simulação, no momento de debriefing, após cada 
atendimento, permitindo assim, maior frequência de atendimentos, 
que serão realizados em pequenos grupos de quatro estudantes. 
 
Enquanto cada quarteto procede com seu atendimento, o outro 
quarteto	observa,	e,	ao	final,	 todos	participam	da	discussão	daquela	
situação.
Objetivos e Estratégias 
 Educacionais
PERCEBER, ANALISAR E DECIDIR 
Os estudantes trabalharão as abordagens às síndromes mais comuns 
em adultos mais comuns - problemas cardíacos, respiratórios, renais e 
neurológicos – divididos em quatro módulos. 
10
O primeiro módulo inicia com uma revisão do manejo das pessoas 
com hipertensão, em atividade no grande grupo, com casos breves 
servindo de disparadores. Nas duas semanas seguintes traremos 
situações relacionadas a pessoas com doenças cardíacas, nas quais os 
estudantes deverão realizar a entrevista e exame clínico, reconhecer a 
doença principal, a presença de fatores complicadores, decidir pelos 
exames	 complementares	 que	 auxiliarão,	 seja	 na	 confirmação,	 seja	
na compreensão da gravidade, para prescreverem os tratamentos 
farmacológicos, ou não, mais adequados. 
 
No segundo módulo, serão confrontados com pessoas com doenças 
respiratórias (infecciosas ou não). Reforçaremos a importância do 
exame clínico bem feito, a boa interpretação dos exames de imagem e 
a adequada seleção dos medicamentos para cada indivíduo. 
 
Ao terceiro módulo, as pessoas atendidas trazem problemas de origem 
renal (crônicos ou agudos), que necessitarão não somente de boa 
conduta farmacológica, mas também de orientação e cuidados quanto 
aos seus estilos de vida. 
 
Por	 fim,	 no	 último	 módulo,	 de	 pessoas	 com	 doenças	 neurológicas	
(em jovens ou idosos), pretendemos avançar na compreensão das 
orientações não só ao indivíduo, mas também aos seus familiares ou 
redes de apoio. 
 
Entre cada módulo, haverá o período de nova síntese, nos quais os 
pequenos grupos discutirão as pesquisas realizadas a partir das dúvidas 
geradas em cada consulta. E antes do novo módulo, uma atividade em 
grande	 grupo,	 com	 disparadores	 sobre	 a	 identificação,	 classificação,	
diagnóstico complementar e tratamento das síndromes seguintes. 
 
Os casos na plataforma Body Interact serão oferecidos como apoio 
ao treinamento dos estudantes, com a seleção de um a dois casos por 
módulo, que não precisam ser de pessoas com as mesmas doenças 
daquelas simuladas, mas sim das mesmas síndromes. 
11
COMPETÊNCIAS ESPERADAS
Ao	final	 desta	 etapa	espera-se	que	os	 estudantes	 sejam	capazes	de	
demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da 
taxonomia de Bloom. 
COGNITIVAS
1.	 Realizar	 a	 entrevista	 de	 forma	 centrada	na	pessoa,	mas	 capaz	de	
detalhar os elementos essenciais do adoecimento da mesma. 
2.	Decidir	pelos	exames	clínicos	apropriados,	em	relação	à	pessoa,	sua	
queixa, e seus riscos associados. 
3. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja nomodelo 
tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos 
da consulta em pequeno grupo. 
4.	Identificar	os	problemas	da	pessoa	entrevistada.	
5. Solicitar os exames complementares adequados. 
6.	 Quando	 for	 o	 caso,	 saber	 interpretar	 os	 resultados	 dos	 exames	
solicitados. 
7. Decidir as terapêuticas farmacológicas e não farmacológicas 
apropriadas aos casos atendidos. 
9. Sugerir exames complementares que auxiliem na condução dos 
casos.
Objetivos
Específicos
12
PSICOMOTORAS
1.	Realizar	os	elementos	do	exame	físico	necessários	ao	contexto	da	
pessoa atendida. 
2.	 Interpretar	 os	 resultados	 obtidos	 de	 forma	 a	 contribuir	 para	 seu	
diagnóstico. 
3.	Explicar	à	pessoa	o	significado	desses	achados.	
ATITUDINAIS
1.	Reconhecer	e	manter	um	diálogo	com	a	pessoa	entrevistada.	
2.	Acolher	as	informações	obtidas	sem	juízo	de	valor.	
3. Respeitar o sigilo da entrevista. 
4.	 Aprofundar	 elementos	 da	 vida	 da	 pessoa,	 que	 impactem	 no	 seu	
processo de saúde e doença (condições de moradia, de trabalho, 
relacionamentos afetivos, etc.). 
5. Trabalhar os sentimentos provocados durante a interação com a 
pessoa entrevistada. 
6.	Valorar	estes	elementos	de	forma	a	promover	uma	melhor	pactuação	
de cuidados. 
7. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, 
sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas.
8.	Trabalhar	em	equipe,	voltado	ao	adequado	atendimento	da	pessoa.
 
ESTAÇÃO TEMA
1
Introdução, divisão dos subgrupos
1ª	oficina	-	Prescrição	de	medicamentos	
2ª	oficina	-	Interpretação	clínica	de	Eletrocardiograma	
2 1ª	Rodada	de	simulações	de	pessoas	com	Pericardite	x	Doença	coronariana
3 2ª	Rodada	de	simulações	de	pessoas	com	Insuficiência	Cardíaca	Congestiva	x	Arritmias
4 Nova síntese + Body Interact
5
3ª	oficina	-	Interpretação	clínica	de	radiografia	torácica
1º	TBL	-	Síndromes	respiratórias	
6 3ª	Rodada	de	simulação	de	pessoas	com	Pneumonia	Viral	X	Pneumonia	Bacteriana
7 4ª	Rodada	de	simulação	de	pessoas	com	Asma	X	DPOC
8 Nova síntese + Body Interact
9
4ª	oficina	-	Interpretação	clínica	de	ultrassonografias	de	abdome	e	vias	urinárias	
APA de meio de semestre
Reteste dos estudantes pendentes
10 5ª	Rodada	de	simulações	de	pessoas	com	Doença	renal	Crônica	X	Lesão	Renal	Aguda
Cronograma
 EC/HM
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https://www.ulife.com.br/inspirali
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https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
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11 6ª	Rodada	de	simulações	de	pessoas	com	Calculose	X	Pielonefrite
12 Nova síntese + Body Interact
13
5ª	oficina	-	Interpretação	clínica	de	tomografias	de	crânio
2º	TBL	-	Síndromes	neurológicas
14 7ª	Rodada	de	simulações	de	pessoas	com	Cefaleia	X	Epilepsia
15 8ª	Rodada	de	simulação	de	pessoas	com	Sequela	AVC	X	Demência
16 Nova síntese + Body Interact
17 APA	de	final	de	semestre
18 Avaliação prática
19 Avaliação prática
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https://www.ulife.com.br/inspirali
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15
SIMULAÇÃO/ESTAÇÕES CLÍNICAS
HABILIDADES
CIRÚRGICAS 
16
TOCE 
Técnica Operatória e 
Cirurgia Experimental
Quadro 3 - Habilidades cirúrgicas.
AULA CARGA 
HORÁRIA
TEÓRICA/ 
PRÁTICA TEMA OBJETIVOS ATIVIDADE
1
2 T
Apresentação do 
curso.
Cirurgia - conceito; 
histórico; divisão; 
nomenclatura.
• Conhecer a história da cirurgia.
• Diferenciar os tipos de cirurgia.
• Classificar	os	tipos	de	cirurgia	
em níveis.
TBL
2 T
Ambiente cirúrgico, 
equipe cirúrgica. 
Técnica asséptica 
(escovação de mão 
e paramentação).
• Conhecer as instalações de um 
ambiente cirúrgico.
• Diferenciar o papel dos 
componentes de uma equipe 
cirúrgica.
• Analisar a técnica de escovação 
de	mão	e	de	paramentação,	a	fim	
de garantir que seja realizada 
corretamente.
TBL
2
2 T
Operações 
fundamentais: 
diérese, hemostasia 
e síntese.
Analisar os procedimentos de 
cada momento cirúrgico, sendo: 
diérese, hemostasia e síntese.
TBL
2 P
Técnica asséptica 
(escovação de mão 
e paramentação).
Realizar degermação e 
paramentação completa.
Treino de 
Habilidades
3
2 T
Operações 
fundamentais: 
diérese, hemostasia 
e síntese.
Analisar os procedimentos de 
cada momento cirúrgico, sendo: 
diérese, hemostasia e síntese.
TBL
2 P
Montagem de 
mesa cirúrgica 
(escovação, 
paramentação, 
instrumentação 
e operações 
fundamentais).
• Realizar degermação e 
paramentação completa.
• Realizar montagem de mesa 
cirúrgica geral em quadrantes.
Treino de 
Habilidades
4 2 T
Noções de 
Anestesiologia – 
importância do 
pré, per e pós-
operatório em 
cirurgia.
• Compreender os princípios 
fundamentais da cirurgia e os 
tempos cirúrgicos.
• Diferenciar os procedimentos 
de cada momento cirúrgico.
TBL
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17
5
2 T
Anestésicos locais 
e bloqueios de 
nervos.
Compreender os princípios dos 
anestésicos locais. TBL
2 P
Anestesia 
infiltrativa,	bloqueio	
de campo, bloqueio 
de dedo.
• Realizar	anestesia	infiltrativa.
• Realizar bloqueio de campo.
• Realizar bloqueio de dedo.
Treino de 
habilidades
6
2 T
Feridas: 
classificação	e	
princípios de reparo 
cirúrgico na pele e 
tendões.
• Reconhecer	e	classificar	os	
principais tipos de ferimentos 
abertos e fechados.
• Reconhecer ferimento que não 
se deve suturar.
• Indicar	corretamente	profilaxia	
antitetânica.
• Indicar a melhor alternativa de 
sutura	e	fio	adequado	para	cada	
ferimento.
TBL
2 P
Curativo de Browm. 
Coberturas como 
alginato e hidrogel.
• Realizar o curativo de Browm.
• Realizar coberturas com 
alginato e hidrogel.
Treino de 
habilidades
7
2 T Queimaduras.
• Reconhecer graus de 
queimadura.
• Calcular área queimada pela 
regra dos nove.
• Conhecer o manejo adequado, 
segundo princípios do ATLS dos 
pacientes grande e pequeno 
queimados.
TBL
2 P
Ponto simples + 
nó cirurgião, nó 
de sapateiro, nó 
instrumental.
• Realizar ponto simples.
• Realizar o nó do cirurgião.
• Realizar o nó instrumental.
Treino de 
habilidades
8
2 T Cicatrização.
• Analisar as fases da cicatrização 
normal.
• Reconhecer condições 
prejudiciais ao processo de 
cicatrização.
• Prevenir processos de 
cicatrização anormal.
TBL
2 P
Ponto simples + 
Donaty ou vertical 
(fechamento com 
nó cirurgião, nó 
de sapateiro ou nó 
instrumental).
• Realizar ponto Donaty.
• Realizar ponto vertical.
• Realizar fechamento com nó 
cirurgião, nó de sapateiro ou nó 
instrumental.
Treino de 
habilidades
18
9
2 T Infecção em 
cirurgia.
• Classificar	os	tipos	de	infecções	
cirúrgicas.
• Tratar os diferentes tipos de 
infecção cirúrgica.
TBL
2 P
Sutura continua 
simples 
(fechamento com 
nó cirurgião, nó 
de sapateiro ou nó 
instrumental).
• Realizar sutura simples.
• Realizar fechamento com nó 
cirurgião, nó de sapateiro ou nó 
instrumental.
Treino de 
habilidades
10
2 T
Cirurgia 
ambulatorial 
– pequena 
cirurgia (punções, 
cateterismos e 
drenagens)
Conhecer os procedimentos 
que compõem as cirurgias 
ambulatoriais.
TBL
2 P
Sutura continua 
ancorada 
(fechamento com 
nó cirurgião, nó 
de sapateiro ou nó 
instrumental).
• Realizar sutura continua 
ancorada.
• Realizar fechamento com nó 
cirurgião, nó de sapateiro ou nó 
instrumental.
Treino de 
habilidades
11
2 T
Vias de acesso 
em cirurgia: 
laparotomias 
(indicações e 
complicações).
Cirurgia 
videoassistida: 
fundamentos 
teóricos, 
instrumental 
cirúrgico e
equipamentos; 
principais 
indicações e 
limitações do 
método.
• Comparar as vias de acesso em 
cirurgia.
• Conhecer os procedimentos 
que compõem as cirurgias vídeo 
assistidas.
TBL
2 P
Sutura subcutânea 
+ ponto simples 
invertido 
(fechamento com 
nó cirurgião, nó 
de sapateiro ou nó 
instrumental).
• Realizar sutura subcutânea.
• Realizar fechamento com nó 
cirurgião, nó de sapateiro ou nó 
instrumental.
Treino de 
habilidades
19
12
2 T
Preparo pré-
operatório e risco 
cirúrgico.• Conhecer as etapas de preparo 
pré-operatório e exames 
realizados
• Analisar os fatores de risco 
cirúrgico no pré-operatório.
TBL
2 P Sutura intradérmica 
+ nó em roseta.
• Realizar sutura intradérmica.
• Realizar fechamento com nó 
em roseta.
Treino de 
habilidades
13
2 T
Prescrição pós-
operatória. 
Antibiótico 
profilaxia.
• Diferenciar as cirurgias e 
técnicas cirúrgicas com maior 
potencial de desenvolvimento 
de infecção.
• Determinar cuidados de 
antibiótico	profilaxia,	de	acordo	
com o risco de desenvolvimento 
de infecção.
TBL
2 P
Ponto em x 
(fechamento com 
nó cirurgião, nó 
de sapateiro ou nó 
instrumental).
• Realizar	ponto	em	X.
• Realizar fechamento com nó 
cirurgião, nó de sapateiro ou nó 
instrumental.
Treino de 
habilidades
14
2 T Balanço hídrico e 
soroterapia.
• Indicar soroterapia, de acordo 
com o equilíbrio hídrico do 
paciente.
TBL
2 P
Enxertos, retalho 
v-y e retalho em 
avanço.
Realizar retalho tipo V-Y. Treino de 
habilidades
15
2 T Complicações pós-
operatórias.
• Analisar as principais 
complicações pós-operatórias de 
acordo com os períodos em que 
se manifestam, sendo imediata, 
mediata e tardia.
• Reconhecer as principais 
complicações pós-operatórias 
nos com os sistemas orgânicos 
de maior incidência.
TBL
2 P Drenos, sondas e 
cateteres.
Diferenciar drenos, sondas 
e cateteres de acordo com o 
material, estrutura e forma de 
ação.
Treino de 
habilidades
20
PRÁTICAS 
MÉDICAS NO 
SUS
7ª E T A P A
ESTAÇÃO TEMA Data (a ser definida 
pela coordenação)
1
Acolhimento	 dos	 estudantes,	 divisão	 de	 grupos	 por	 diversidade	 (Reflexão	 da	 Prática).	 Discussão	 do	
funcionamento	da	7a	Etapa	PMSUS	(Reflexão	da	Prática,	UBS	e	Estágio	em	Atenção	Especializada	e	Urgência	e	
Emergência).
2
Oficina	de	trabalho	1	–	Doenças	cardiovasculares:		epidemiologia	e	vulnerabilidades.
Nova	síntese	1.
3
Oficina	de	trabalho	2	–	Linha	do	cuidado	de	infarto	agudo	do	miocárdio	na	rede	de	atenção	à	saúde.
Nova	síntese	2.
4
Oficina	de	trabalho	3	-	Linha	do	cuidado	de		acidente	vascular	encefálico	(AVE)	nas	redes	de	atenção	à	saúde.
Nova síntese 3.
D1/AF Avaliação cognitiva - D1
5
Oficina	de	trabalho	4	–	Linha	do	cuidado	de	doença	renal	crônica	na	rede	de	atenção	à	saúde.
Nova	Síntese	4.
Cronograma
PMSUS
D1/AF Devolutiva de avaliação cognitiva D1, APA e portfólio
6
Oficina	de	trabalho	5	–	Linha	de	cuidado	de	pneumonia	adquirida	na	comunidade	(pac)	na	rede	de	atenção	à	saúde.
Nova Síntese 5.
7
Oficina	de	trabalho	6	–	Linha	de	cuidado	de	infecções	sexualmente	transmissíveis,	hiv/aids	e	hepatites	virais	na	rede	
de atenção à saúde.
Nova	Síntese	6.
8 Nova Síntese 7.
D2/AF Avaliação cognitiva D1
D2/AF Devolutiva de avaliação cognitiva D2, APA e portfólio
23
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
7ª E T A P A
24
COMPLEXO TEMÁTICO I
DISPNEIA, 
DOR TORÁCICA 
E EDEMA
 “Não, meu coração não é maior do que o mundo. 
 É muito menor. 
 Nele não cabem nem as minhas dores” 
 Carlos Drummond de Andrade
Árvore 
temática 1
27
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
SP 1.1 -	Que	dá	dor	no	peito?
 Laboratório de Práticas
 Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
CONSTITUIÇÃO:
Pericárdio seroso: 
• Lâmina visceral 
• Lâmina parietal 
• Reflexão do pericárdio 
• Cavidade do pericárdio 
28
Pericárdio fibroso: 
• Ligamento pericárdicofrênico 
• Ligamento esternopericárdico 
• Seio transverso do pericárdio 
• Seio oblíquo do pericárdio 
 
Descrever a inervação do pericárdio. 
 
Citar as possíveis causas de pericardite. 
 
Definir	 e	 diferenciar	 pericardite	 serosa;	 fibrinosa;	 supurativa	 e	
constritiva. 
Descrever as alterações macroscópicas e microscópicas que 
podem ser observadas em casos de pericardite, relacionando 
com as possíveis etiologias. Dentre as alterações macroscópicas, 
compreender o termo “pericardite em pão com manteiga”. 
 
Reconhecer os achados da pericardite nos diferentes exames de 
imagem.
29
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J. Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
30
Medicina
Laboratorial
Exames laboratoriais diagnóstico de pericardite 
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO:
Paciente,	 sexo	 masculino,	 29	 anos,	 negro,	 magro,	 casado,	 auxiliar	
de serviços gerais em um depósito de bebidas, natural do Piauí, 
procedente	de	São	Paulo.	QP:	Dor	abdominal	e	vômitos	há	dois	dias	
HDA: Paciente admitido no Pronto-Socorro do HSPM com quadro de dor 
abdominal difusa, de moderada intensidade, em pontada, associada a 
náuseas e vômitos há dois dias. Negava febre e alterações nos hábitos 
intestinal e urinário. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado 
geral,	 hipocorado	 (2+/4),	 hidratado,	 anictérico,	 acianótico,	 afebril,	
contactuante, lúcido e orientado no tempo e no espaço. Ausculta 
cardíaca sem alterações, ausculta pulmonar murmúrio vesicular abolido 
em	ambas	as	bases,	abdome	doloroso	à	palpação	superficial	e	profunda	
difusamente, hepatomegalia. Solicitados exames complementares, 
os	quais	evidenciaram	ureia:	199mg/dL;	 creatinina:	4,62mg/dL;	AST:	
420U/L;	ALT:	200U/L;	sódio:	128mmol/L;	PCR:	28,76mg/L;	hemograma	
com leucocitose e desvio à esquerda; urina I de caráter infeccioso.
A) Com base nos resultados o diagnóstico de pericardite está 
correto?
B)	Nesse	caso	qual	melhor	intervenção	a	se	fazer?
C)	Qual	a	importância	da	cultura	do	líquido	pericárdico	para	esse	
paciente?															
 
31
REFERÊNCIAS
MAGALHÃES, C. C. et al. Tratado de cardiologia. SOCESP. 3. ed. São 
Paulo:	Manole,	2015.
MARTINS, M. A. et al. Doenças cardiovasculares e doenças respiratórias 
emergenciais, emergências e terapia intensiva. 2.	ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
WILLIAMSON, M. A.; SNYDER, L. M. Wallach: interpretação de exames 
laboratoriais.	10.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2017.
32
SP 1.2 -	Exercício	físico	é	bom	mesmo?
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Descrever a vascularização do coração, identificando os vasos 
sanguíneos abaixo:
Artéria coronária direita
• Ramo marginal direito
• Ramo do nó sino-atrial
• Ramo do cone arterial
• Ramo interventricular posterior
Artéria coronária esquerda
• Ramo interventricular anterior
• Ramo lateral (diagonal)
•	Ramo	circunflexo
• Ramo marginal esquerdo
33
Seio coronário: localização, desembocadura das principais veias:
• Veia interventricular anterior.
• Veia cardíaca magna.
• Veia posterior do ventrículo esquerdo.
• Veia oblíqua do átrio esquerdo.
• Veia cardíaca parva.
Veias cardíacas mínimas
Descrever a inervação aferente do coração.
Descrever os dermátomos torácicos e dos membros superiores.
Conceituar dor referida.
Correlacionar à inervação aferente do coração, os dermátomos e 
conceito de dor referida.
Recordar	a	fisiopatologia	da	aterosclerose.
Diferenciar placas ateroscleróticas estáveis de instáveis, tanto 
morfologicamente (proporção entre componente lipídico e capa 
fibrosa),	quanto	suas	possíveis	complicações.
Relacionar a presença de placas ateroscleróticas nas coronárias 
com o quadro clínico de angina, descrevendo as principais 
características dessas placas.
Identificar	 as	 coronárias	 na	 angiografia	 e	 na	 angiotomografia	
cardíaca.
Caracterizar a melhor indicação dos métodos diagnósticos, o 
contraste utilizado e via de injeção. 
34
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEYII, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 
7ª.edição.	Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	 5ª.edição.	 Elsevier.	 São	
Paulo,	2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
35
Medicina
Laboratorial
Diagnóstico para isquemia e arteriosclerose
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
1.	 Paciente	 feminina,	 53	 anos,	 branca,	 casada,	 ativa	 fisicamente,	 já	
no período de menopausa e não tabagista. Foi admitida no setor da 
emergência, referindo dor torácica com uma hora de evolução em 
região retroesternal progressiva, piora aos esforços e associada a 
cansaço. Previamente hígida, sem Doenças Cardiovasculares Prévias 
(DCV) ou uso de medicações contínuas, referia apenas estresse 
emocional importante. Marcadores de necrose miocárdica mostraram-
se	elevados:	CK-MB	massa=	74,68	(N=0-25U/L)	Troponina	I=	22,81	(N	
<0,1	ng/mL),	além	de	HDL	colesterol:	132	mg/dL;	LDL	colesterol:	33,6	
mg/dL	 l;	 VLDL	 colesterol:	 20	mg/dL;	 colesterol	 total	 de	 186	mg/dL,	
triglicérides:	250	mg/dL	e	PCR	30ml/l.	
A) Levando em consideração os achados laboratoriais, qual 
intervenção	terapêutica	seria	mais	adequada?
B) Os valores elevados de colesterol e de marcadores cardíacos 
poderia	haver	outras	doenças	associadas?
C) Por que a prevalência de arteriosclerose é maior em mulheres 
principalmente	após	a	menopausa?
36
REFERÊNCIAS
MAGALHÃES, C. C. et al. Tratado de cardiologia SOCESP. 3. ed. São 
Paulo:	Manole,	2015.
MARTINS, M. A. et al. Doenças cardiovasculares e doenças respiratórias 
emergenciais, emergências e terapia intensiva. 2.	ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
WILLIAMSON, M. A.; SNYDER, L. M. Wallach: interpretação de exames 
laboratoriais. 10.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2017.
37
SP 1.3 - Faça o que eu digo, mas...
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Recordar os aspectos histológicos das vias aéreas inferiores.
Recordar os aspectos anatômicos das vias aéreas inferiores.
Pleura visceral
Pleura parietal:
• Parte costal
• Parte mediastinal
• Parte diafragmática
• Cúpula
38
Cavidade pleural:
• Recesso costodiafragmático
• Recesso costomediastinal
Descrever a inervação da pleura parietal e da pleura visceral.
Citar os agentes etiológicos da pneumonia.
Descrever as diferenças entre exsudato e transudato.
Descrever	 a	 fisiopatologia	 da	 pneumonia	 aguda	 purulenta,	 bem	
como as alterações morfológicas envolvidas, tanto macro quanto 
microscopicamente.
Diferenciar broncopneumonia de pneumonia lobar.
Reconhecer os achados das pneumonias bacterianas nas radio 
grafias		e	tomografias	de	tórax.	
Compreender o conceito de lóbulo pulmonar secundário e como 
ele	se	relaciona	com	a	fisiopatologia	das	doenças	pulmonares.
 
39
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran. – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
 
40
Medicina
Laboratorial
Cultura de líquido pleural
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente	masculino,	54	anos,	vendedor	ambulante,	há	06	dias	iniciou	
quadro	 de	 febre	 de	 38,7°C	 associada	 a	 calafrios	 e	 tosse	 produtiva,	
com secreção purulenta. Relata ainda dispneia, que atualmente 
impossibilita moderados esforços, e perda ponderal de 3kg. Nega dor 
torácica, sudorese, hemoptise, edema ou outros sintomas associados.
Previamente	hígido.	Tabagista	 (32	maços-ano)	e	etilista	social.	Nega	
histórico familiar de doenças pulmonares ou neoplasias. Hemograma 
revelou	 leucocitose	 com	 desvio	 à	 esquerda,	 PCR:	 2	mg/dL,	 VHS:	 15	
mm/h,	Ureia:	40	mg/dL	e	radiografia	de	tórax	revelaram	opacificação	
de aspecto alveolar em base do pulmão direito sem derrame pleural. 
Como os resultados dos exames são mais sugestivos de pneumonia 
bacteriana,	 o	 tratamento	 prescrito	 será:	 Amoxicilina	 (500mg	 8/8h)	
durante	 10	 dias.	 Após	 4	 dias	 o	 paciente	 retorna	 ao	 hospital	 sem	
melhoras evidentes.
1)	A	conduta	tomada	com	o	paciente	foi	adequada?
2)	Descrever	melhor	conduta	a	ser	tomada	com	esse	paciente	pensando	
na possibilidade de uma possível internação.
3)	O	diagnóstico	poderia	ter	sido	de	uma	tuberculose?
41
REFERÊNCIAS
MAGALHÃES, C. C. et al. Tratado de cardiologia SOCESP. 3. ed. São 
Paulo:	Manole,	2015.
MARTINS, M. A. et al. Doenças cardiovasculares e doenças respiratórias 
emergenciais, emergências e terapia intensiva. 2.	ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
WILLIAMSON, M. A.; SNYDER, L. M. Wallach: interpretação de exames 
laboratoriais.	10.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2017.
42
SP 1.4 - E tinha que piorar...
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Vértebras torácicas (TI-TXII)
• Fóvea costal superior
• Fóvea costal inferior
• Fóvea costal do processo transverso
Esterno
• Manúbrio do esterno
• Incisura jugular
• Incisuras claviculares
• Ângulo do esterno
• Corpo do esterno
• Incisuras costais
• Processo xifóide
43
Costelas
• Cabeça da costela
• Face articular da cabeça da costela
• Colo da costela
• Tubérculo da costela
• Face articular do tubérculo da costela
• Ângulo da costela
• Corpo da costela
• Sulco da costela
•	(I-VII	costelas:	verdadeiras;	VIII-X:	falsas;	XI-XII:	falsas	flutuantes)
Articulações do tórax
 
Caixa torácica
• Abertura superior do tórax
• Abertura inferior do tórax
• Arco costal
• Espaço intercostal
• Ângulo infraesternal
Articulações costovertebrais
• Articulação da cabeça da costela (entre cabeça da costela e corpo 
vertebral)
• Articulação costotransversária (entre tubérculo da costela e 
processo transverso)
• Articulações esternocostais (entre esterno e cartilagens costais)
• Articulações costocondrais (entre costelas e cartilagens costais)
• Articulações manubrioesternal e xifoesternal
44
Músculos do tórax
• M. peitoral maior
• M. peitoral menor
• M. serrátil anterior
• Mm. intercostais externos
• Mm. intercostais internos
• M. diafragma
 • Parte esternal do Diafragma 
 • Hiato aórtico 
 • Hiato esofágico
 • Centro tendíneo 
 • Forame da veia cava
• Descrever a formação e o trajeto dos nervos intercostais.
•	 Definir	 DPOC	 (doença	 pulmonar	 obstrutiva	 crônica),	
compreendendo	os	conceitos	de	enfisema	e	bronquite	crônica.
• Relacionar o tabagismo ao quadro de DPOC, descrevendo sua 
fisiopatologia.
• Descrever as alterações macroscópicas e microscópicas 
pulmonares no paciente com DPOC.
• Discutir as principais complicações do DPOC.
•	Reconhecer	os	achados	da	DPOC	nas	radiografias	e	tomografias	
de tórax. 
 
45
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran. – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
 
46
Medicina
Laboratorial
Diagnóstico de DPOC
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Vanessa,	branca,	58	anos,	casada,	3	filhos.	Queixa	principal	de	cansaço	
há	 2	 semanas,	 refere	 dispneia	 há	 duas	 semanas,	 que	 iniciou	 aos	
grandes esforços e evoluiu para mínimos esforços, como levantar da 
cama e tomar banho. Pacienterelata dor diafragmática, de intensidade 
8	em	10,	que	irradia	para	dorso,	e	que	piora	com	a	inspiração	profunda.	
Refere tosse com expectoração abundante, que aumenta no período da 
tarde,	de	coloração	amarelo	claro/escuro,	nega	febre,	calafrios.	Refere	
astenia	e	perda	de	peso	(sem	saber	quantificar).	Hemoglobina	(Hb)	=	
15,2/l	Hematócrito	(Ht)	=	42%	Leucócitos	=	7.400/mm3	Gasometria	
arterial	 –	 pH	 =7,20;	 PaCO2	 =	 74;	 HCO3	 =	 26,	 SatO2	 =	 92%	 PA	 =	
160x100mmHg;	FC	=	118	bpm;	FR	=	26	ipm;	
1)	Qual	exames	complementares	poderiam	ser	solicitados?
2)	Qual	a	importância	da	gasometria	arterial	no	diagnóstico	de	DPOC?
3)	Qual	seria	o	diagnóstico	diferencial	da	DPOC?
47
REFERÊNCIAS
MAGALHÃES, C. C. et al. Tratado de cardiologia SOCESP. 3. ed. São 
Paulo:	Manole,	2015.
MARTINS, M. A. et al. Doenças cardiovasculares e doenças respiratórias 
emergenciais, emergências e terapia intensiva. 2.	ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
WILLIAMSON, M. A.; SNYDER, L. M. Wallach: interpretação de exames 
laboratoriais.	10.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2017.
48
SP 1.5 - Mas	criança	tem	pressão	alta?
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Vasos linfáticos:
• Constituição histológica;
• Cisterna do quilo;
• Ducto torácico: formação, área de drenagem e desembocadura;
• Ducto linfático direito: formação, área de drenagem e 
desembocadura.
Linfonodos: 
•	Inguinais	(superficiais	e	profundos);
• Linfonodos poplíteos;
• Linfonodos axilares.
49
Rim:
Microscopia:
• Néfrons;
• Corpúsculo renal (glomérulo e cápsula de Bowman);
• Túbulo proximal;
• Alça de Hemle;
• Túbulo distal;
• Ducto coletor.
Macroscopia:
• Margem lateral;
• Margem medial;
• Hilo renal;
• Seio renal;
• Face anterior;
• Face posterior;
• Polo superior; 
• Polo inferior; 
•	Cápsula	fibrosa;	
• Córtex renal;
• Colunas renais;
• Pirâmides renais;
• Base da pirâmide;
• Papila renal (ápice). 
Vascularização:
• Artérias renais;
• Artérias segmentares;
• Arterias interlobares;
• Artérias arqueadas;
• Artérias intelobulares;
50
• Artériolas aferentes do glomérulo;
• Veias homólogas;
• Diferenciar síndrome nefrítica de síndrome nefrótica;
• Citar as glomerulopatias mais comuns associadas a cada uma 
delas;
• Conceituar lesão glomerular segmentar, focal, difusa ou global;
•	 Compreender	 o	 exame	 de	 imunofluorescência	 e	 seu	 papel	 no	
diagnóstico da patologia renal.
• Reconhecer os diferentes exames de imagem disponíveis para 
avaliação dos rins e das vias urinárias.;
• Compreender as fases dos meios de contraste para avaliação do 
sistema urinário nos métodos axiais (TC e RM);
• Entender as indicações e contraindicações do uso de contrastes, 
sobretudo com relação à função renal. 
51
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
52
Medicina
Laboratorial
Diagnóstico de síndrome renal 
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente	 refere	 que	 há	 10	meses	 começou	 a	 apresentar	 quadro	 de	
edema de membros inferiores e de face, associado a urina escura 
e espumosa e cansaço aos médios esforços. Na ocasião, procurou 
assistência médica no serviço público da cidade de, por ser a referência 
de sua cidade. Ao consultar com um clínico geral, apresentava edema 
bilateral	 de	 membros	 inferiores	 (2+/4+),	 panturrilhas	 livres,	 pulsos	
femurais, poplíteos, pediosos e tibiais posteriores presentes e 
simétricos,	Hemoglobina	11,9	 g/dL,	Hematócrito	36,4%,	 Leucócitos:	
6740,	Plaquetas	315.000,	TAP:	100%,	 INR:	1,0,	TTPa:	30,4seg,	Uréia:	
69mg/dL,	 Creatinina:	 2,64	 mg/dL,	 Sódio:	 135	 mEq/L,	 Potássio:	 3,8	
mEq/L,	Cálcio	iônico:	4,2	mg/dL,	Fósforo:	6,1mg/dL,	Glicose:	88mg/dL,	
foi diagnosticado com quadro como Síndrome Nefrótica, o paciente 
foi encaminhado para um nefrologista da mesma cidade, que iniciou 
tratamento	empírico	com	prednisona	40mg/dia,	durante	3	meses.	Na	
ocasião, o paciente apresentou acne generalizado, estrias por todo 
corpo, hipertensão arterial sistêmica e irritabilidade. Não teve melhora 
do edema e da proteinúria e apresentou piora da função renal.
1)	O	diagnóstico	e	tratamento	de	síndrome	nefrótica	está	correto?
2)	Qual	a	correlação	do	edema	com	disfunção	renal?
3)	Qual	melhor	tratamento	para	esse	paciente?
53
REFERÊNCIAS
MAGALHÃES, C. C. et al. Tratado de cardiologia SOCESP. 3. ed. São 
Paulo:	Manole,	2015.
MARTINS, M. A. et al. Doenças cardiovasculares e doenças respiratórias 
emergenciais, emergências e terapia intensiva.	2.	ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
WILLIAMSON, M. A.; SNYDER, L. M. Wallach: interpretação de exames 
laboratoriais.	10.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2017.
54
REFERÊNCIAS SUGERIDAS
Básica
DA SILVA, Luiz Fabrício Corrêa et al. Pneumologia: princípios e prática. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2014.
MAGALHÃES, Fabrício Costa et al. Tratado de cardiologia SOCESP. 3a 
Ed.	São	Paulo:	Manole,	2015
RIELLA, Miguel Fabrício. Princípios de nefrologia e distúrbios 
hidroeletrolíticos.	5a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2010
Complementar
BRANT, William E; HELMS, Clyde A. Fundamentos de radiologia: 
diagnóstico por imagem. 4a	 Ed.	 Rio	 de	 Janeiro:	 Guanabara	 Koogan,	
2015.
LANTIERE, Luiz Fabrício; BERTOLETTI, Joice Cunha. Interpretação 
eletrocardiográfica adulta e pediátrica. Porto	Alegre:	Artmed,	2007.
LEMA,	 Edgar	 V;	 BERNS,	 Jeffrey	 S;	 NISSENSON,	 Allen	 R.	 CURRENT	
Diagnóstico e Tratamento: Nefrologia e hipertensão. Porto Alegre: 
Artmed,	2012.
ARTI , ílton de Arruda et al. volume doenças cardiovasculares, doenças 
respiratórias, emergências e terapia intensiva. 2a	Ed.	Barueri:	Manole,	
2016.
WILLIAMSON, Mary A; SNYDER, L Michael. Wallach: Interpretação de 
exames laboratoriais. 10a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2017.
CERRI, Giovanni Guido (ed). LEITE, Claudia da Costa (ed). ROCHA, 
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP,	Manole,	2017.	3	v.
 
55
Agenda
para TBL
TBL
1
2
3
4
5
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https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
56
LOCOMOÇÃO E
PREENSÃO 
COMPLEXO TEMÁTICO II
57
“Esta é a regra fundamental desse computador 
que vive no corpo humano: só vai para a memória 
aquilo que é objeto do desejo. A tarefa primordial 
do professor: seduzir o aluno para que ele deseje 
e, desejando, aprenda.”
 Rubem Alves
Árvore 
temática 2
59
SP 2.1 - Essa dor não mata, mas maltrata...
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Osso do quadril
• Acetábulo
• Fossa do acetábulo
• Incisura do acetábulo
• Face semilunar
• Forame obturado
• Incisura isquiática maior
60
Ílio
• Linha arqueada
• Crista ilíaca
• Espinha ilíaca anterossuperior
• Espinha ilíaca anteroinferior
• Espinha ilíaca posterossuperior
• Espinha ilíaca posteroinferior
• Face glútea
• Face auricular
Ísquio
• Túber isquiático
• Espinha isquiática
• Incisura isquiática menor
Púbis
• Tubérculo púbico
• Ramo superior do púbis
• Eminência iliopúbica
• Linha pectínea do púbis
• Ramo inferior do púbis
Fêmur
• Cabeça do Fêmur
• Fóvea da cabeça do fêmur
• Colo do fêmur
• Trocanter maior
• Fossa trocantérica
• Trocanter menor
• Crista intertrocantérica
• Linha intertrocantérica
• Linha áspera
• Face poplítea
• Côndilo medial
• Epicôndilo medial
• Côndilo lateral
• Epicôndilo lateral
• Face patelar
• Fossa intercondilar
61
Patela
• Base da patela
• Ápice da patela
• Face articular
• Face anterior
Tíbia 
• Face articular superior
• Côndilo medial
• Côndilo lateral
• Eminência intercondilar
• Tubérculosintercondilares lateral e medial
• Corpo da tíbia
• Tuberosidade da tíbia
• Margem anterior
• Margem medial
• Margem interóssea
• Face articular inferior
• Maléolo medial
Fíbula
• Cabeça da fíbula
• Ápice da cabeça da fíbula
• Colo da fíbula
• Corpo da fíbula
• Maléolo lateral
• Face articular do maléolo lateral
• Fossa do maléolo lateral 
Ossos tarsais:
• Tálus 
• Calcâneo
• Navicular
• Cuneiforme medial
• Cuneiforme intermédio
• Cuneiforme lateral
• Cuboide
62
• Ossos metatarsais (i-v)
• Base
• Corpo
• Cabeça
Falanges
• Falange proximal
• Falange média 
• Falange distal
• Cabeça
• Corpo 
• Base
Articulações dos membros inferiores
•	Sínfise	púbica	(cartilagínea	–	sínfise)
Articulação sacroilíaca (sinovial plana e fibrosa sindesmose)
• Ligamento sacrotuberal
• Ligamento sacroespinal
• Forame isquiático maior
• Forame isquiático menor
Articulação do quadril (sinovial esferóidea)
• Cápsula articular
• Ligamento iliofemoral
• Ligamento isquiofemoral
• Ligamento pubofemoral
• Ligamento da cabeça do fêmur
• Lábio do acetábulo
63
Articulação do joelho (sinovial bicondilar)
• Menisco lateral
• Menisco medial
• Ligamento cruzado anterior
• Ligamento cruzado posterior
•	Ligamento	colateral	fibular
• Ligamento colateral tibial
• Ligamento da patela
Articulação tibiofibular proximal (sinovial plana)
Sindesmose tibiofibular distal (fibrosa - sindesmose)
• Membrana interóssea da perna
•	Ligamento	tibiofibular	anterior
•	Ligamento	tibiofibular	posterior
Articulação talocrural (articulação do tornozelo) (sinovial 
gínglimo)
• Ligamento colateral medial ou deltóideo
• Ligamento colateral lateral
Articulação talocalcânea (sinovial plana)
Articulações interfalângicas do pé (sinoviais gínglimo)
Músculos dos membros inferiores
Músculos da região glútea
• M. glúteo máximo
• M. glúteo médio
• M. glúteo mínimo
• M. tensor da fáscia lata 
• Trato iliotibial
• M. piriforme
64
Músculos da coxa
Compartimento Anterior
• M. sartório*
• M. iliopsoas: 
• M. psoas maior
• M. ilíaco
• M. quadríceps femoral: M. reto femoral, M. vasto medial, M. vasto 
lateral e M. vasto intermédio
Compartimento Medial
• M. pectíneo**
• M. grácil*
• M. adutor longo
• M. adutor curto
• M. adutor magno
Compartimento Posterior
• M. bíceps femoral: Cabeça longa e Cabeça curta
• M. semitendíneo*
• M. semimembranáceo
*Os tendões dos músculos sartório, grácil e semitendíneo inserem-se em conjunto, 
constituindo o chamado “pes anserinus” ou pata de ganso. 
** Alguns autores incluem este músculo no compartimento anterior da coxa.
*** Alguns autores consideram este músculo no compartimento medial da coxa.
65
Músculos da perna
Compartimento Anterior
• M. tibial anterior
• M. extensor longo dos dedos
• M. extensor longo do hálux
Compartimento Posterior
Músculos Superficiais
• M. tríceps sural: M. gastrocnêmio cabeça medial, M. gastrocnêmio 
cabeça lateral e M. sóleo
Músculos Profundos
• M. plantar
• M. poplíteo
• M. tibial posterior
•	M.	flexor	longo	dos	dedos
•	M.	flexor	longo	do	hálux
Compartimento Lateral
•	M.	fibular	longo	
•	M.	fibular	curto
Músculos do pé
Músculos do dorso do pé
• M. extensor curto dos dedos
• M. extensor curto do hálux
• Mm. interósseos dorsais
Músculos da planta do pé
• Aponeurose plantar
Grupo medial
• M. abdutor do hálux
•	M.	flexor	curto	do	hálux
• M. adutor do hálux
66
Grupo lateral
• M. abdutor do dedo mínimo
•	M.	flexor	curto	do	dedo	mínimo
Grupo intermédio
•	M.	flexor	curto	dos	dedos
• M. quadrado plantar
• Mm. lumbricais
• Mm. interósseos plantares
Descrever	a	fisiopatologia	da	osteoartrite.
Citar a diferença entre a osteoartrite primária e secundária.
Descrever as alterações morfológicas presentes na osteoatrite 
e relacioná-las ao quadro clínico usualmente apresentado pelos 
pacientes.
Descrever	a	fisiopatologia	da	artrite	reumatoide.
Definir	artrite	reumatoide	juvenil.
Descrever as alterações morfológicas presentes na artrite 
reumatoide, comparando-as com as alterações observadas na 
osteoartrite.
Descrever a histologia do tecido ósseo e articular com entendimento 
das alterações histológicas na osteoartrose, osteoartrite, artrite 
reumatoide e gota com suas consequências no funcionamento 
normal das articulações;
Identificar	 os	 aspectos	 por	 imagem	 característicos	 da	 artrite	
reumatoide, osteoartrite eda gota, auxiliando no diagnóstico 
diferencial entre estas doenças. 
67
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 
7ª.edição.	Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	 Elsevier.	 São	
Paulo,	2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
 
68
Medicina
Laboratorial
Diagnóstico artrite reumatoide
ROTEIRO
PARA ESTUDO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente, sexo feminino, 35 anos, chegou à consulta queixando-se de 
“dor	nas	articulações”	há	8	meses.	Foi	 relatado	que	a	dor	se	 iniciou	
nas falanges (articulações interfalangianas proximais) dos membros 
superiores e a paciente, então, fazia uso de Ibuprofeno diário e com 
evidente alívio. Entretanto, após algum tempo, percebeu que a dor 
acometia todas as articulações das mãos. Refere ainda que, também, 
passou a ter dores em coluna cervical e em ambos os joelhos. Alega 
acordar todos os dias com a sensação de que está “enferrujada” e com 
o “corpo travado”, mas melhora ao longo do dia. Refere ainda que se 
sente pior ao realizar algumas atividades domésticas e que essas dores, 
as vezes, a impedem de ir ao trabalho, além de sentir um “cansaço” sem 
causa aparente e uma sensação de febre. Paciente reitera que, além da 
dor, percebe que essas áreas se encontram avermelhadas, quentes e 
edemaciadas.	Hb:	11g/dl,	Leucócitos:	11.500	/ul,	Plaquetas:	500.000/
ul,	 Fator	 reumatoide	 sérico	 e	 anti-ccp	 positivos,	 Raio	 X	 de	 joelho	
com redução simétrica do espaço cartilaginoso e compartimentos 
medial	 e	 lateral	 acentuadamente	 estreitados,	 raio	 X	 de	 punho	 com	
estreitamento do espaço articular e presença de erosões.
 
69
SP 2.2 - Tempos modernos
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Membro superior
Escápula
• Margens medial, lateral e superior
• Ângulos inferior e superior
• Fossa subescapular
• Espinha da escápula
• Fossa supraespinal
• Fossa infraespinal
• Acrômio
• Cavidade glenoidal
• Tubérculo supraglenoidal
• Tubérculo infraglenoidal
• Processo coracoide
70
Clavícula
Extremidade esternal
• Corpo da clavícula
• Extremidade acromial
• Tubérculo conoide
Úmero
• Cabeça do úmero
• Colo anatômico
• Colo cirúrgico
• Tubérculo maior
• Tubérculo menor
• Sulco intertubercular
•	Corpo	do	úmero	(diáfise)
• Tuberosidade para o músculo deltoide
• Tróclea do úmero
• Capítulo do úmero
• Fossa do olécrano
• Fossa coronóidea
• Epicôndilo medial
• Sulco do nervo ulnar
• Epicôndilo lateral
Rádio
• Cabeça do rádio
• Colo do rádio
•	Corpo	do	rádio	(diáfise)
• Tuberosidade do rádio
• Processo estiloide do rádio
• Incisura ulnar
• Face articular carpal
71
Ulna
• Olécrano
• Incisura troclear
• Processo coronoide
• Tuberosidade da ulna
• Incisura radial
•	Corpo	da	ulna	(diáfise)
• Cabeça da ulna
• Processo estiloide da ulna
Ossos da mão
Ossos carpais
Fileira proximal:
• Escafoide
• Semilunar
• Piramidal 
• Pisiforme
Fileira distal:
• Trapézio
• Trapezoide
• Capitato 
• Hamato 
• Hâmulo do hamato
Ossos metacarpais (i-v)
• Base
• Corpo
• Cabeça 
• Corpo 
• Base
72
Articulações dos membros superiores
Articulação esternoclavicular (sinovial selar)
• Disco articular
Articulação acromioclavicular (sinovial plana)
Sindesmoses da escápula
• Ligamento coracoclavicular 
• Ligamento conóide 
• Ligamento trapézóide
• Ligamento coracoacromial
Articulação do ombro (sinovial esferóidea)
• Cápsula articular
• Ligamentos glenoumerais
• Ligamento coracoumeral
• Lábio glenoidal
Articulação do cotovelo (sinovial gínglimo)
• Articulação umeroulnar• Articulação umerorradial
• Ligamento colateral ulnar
• Ligamento colateral radial 
Articulação radiulnar proximal (sinovial trocóidea)
• Ligamento anular do rádio
Membrana	interóssea	do	antebraço	(fibrosa	–	sindesmose)
Articulação radiulnar distal (sinovial trocóidea)
Articulação radiocarpal (sinovial elipsóidea)
Articulações intercarpais (sinoviais planas)
73
Articulação carpometacarpal do polegar (sinovial selar)
Articulações	carpometacarpais	(2ª	à	5ª	sinoviais	planas)
Articulações	intermetacarpais:	entre	as	bases	dos	metacarpais	(2º	
ao	5º	sinoviais	planas)
Articulações metacarpofalângicas (sinoviais elipsóideas)
Articulações interfalângicas da mão (sinoviais gínglimo)
Músculos dos membros superiores
Músculos do ombro
• M. deltoide
• M. supraespinal*
• M. infraespinal*
• M. redondo maior
• M. redondo menor*
• M. subescapular*
* Estes músculos são considerados componentes do “manguito 
rotador”.
Músculos do braço
Compartimento Anterior do Braço
• M. bíceps braquial: Cabeça longa, Cabeça curta
• M. braquial
• M. coracobraquial
Compartimento Posterior do Braço
• M. tríceps braquial: Cabeça longa, Cabeça curta (lateral) e Cabeça 
medial
74
Músculos do antebraço
Compartimento Anterior do Antebraço
Músculos Superficiais
• M. pronador redondo
•	M.	flexor	radial	do	carpo
• M. palmar longo
•	M.	flexor	ulnar	do	carpo
•	M.	flexor	superficial	dos	dedos
Músculos Profundos
•	M.	flexor	profundo	dos	dedos
•	M.	flexor	longo	do	polegar
• M. pronador quadrado
Compartimento Posterior do Antebraço
Músculos Superficiais
• M. ancôneo 
• M. braquiorradial
• M. extensor radial longo do carpo
• M. extensor radial curto do carpo
• M. extensor dos dedos
• M. extensor do dedo mínimo
• M. extensor ulnar do carpo
Músculos Profundos
• M. supinador
• M. abdutor longo do polegar*
• M. extensor curto do polegar*
• M. extensor longo do polegar*
• M. extensor do indicador
*Tendões da tabaqueira anatômica
75
Músculos da mão
Mm. interósseos palmares
• Mm. interósseos dorsais
• Mm. lumbricais
• M. adutor do polegar
Região tenar
• M. abdutor curto do polegar
•	M.	flexor	curto	do	polegar
• M. oponente do polegar
Região hipotenar
• M. abdutor do dedo mínimo
•	M.	flexor	curto	do	dedo	mínimo
• M. oponente do dedo mínimo
•	Retináculo	dos	músculos	flexores
• Retináculo dos músculos extensores
• Aponeurose palmar
• Túnel do carpo
Definir	as	siglas	LER	e	DORT,	discutindo	sua	adequabilidade	e	uso.
Citar	 doenças	 específicas	 que	 podem	 ser	 consideradas	 DORT	 e	
justificar.
Reconhecer os tendões nos exames de imagem diferenciando as 
características	de	normalidade	e	da	inflamação.
Identificar	os	achados	relacionados	à	síndrome	do	túnel	do	carpo	
na	ultrassonografia	de	punho.
76
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
 
77
Caracterização de DORT 
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente	com	34	anos,	sexo	feminino,	branca,	auxiliar	de	cozinha	de	
um restaurante universitário há 9 anos, com distúrbio osteomuscular 
relacionado ao trabalho (DORT), apresenta diagnóstico de 
cervicobraquialgia à direita associada a lombalgia, refere dor em 
membro superior direito e na região do músculo trapézio direito há 
cerca de três anos, com piora dos sintomas há seis meses. Apresentava 
limitações na amplitude dos movimentos do membro superior direito, 
principalmente	nos	movimentos	de	flexão,	extensão,	abdução	e	adução	
de punho direito. Encurtamentos musculares acentuados das cadeias 
inspiratória, ântero medial de ombro, anterior de braço e posterior. Além 
de alterações posturais em tronco com aumento da curvatura lombar e 
retificação	da	coluna	torácica	e	cervical.	Foi	utilizado	um	protocolo	de	
avaliação	fisioterapêutica	desenvolvido	para	pacientes	com	DORT	que	
avalia	 dados	ocupacionais;	 quantifica	 e	qualifica	os	quadros	 álgicos,	
através da escala analógica visual e a funcionalidade dos pacientes 
através de questões fechadas sobre as seguintes atividades: preensão 
de copos, abrir torneiras, torcer panos, escrever, escovar os dentes e 
abotoar	sutiã.	Dessas	atividades,	a	paciente	relatava	dificuldades	para	
realizar torções nos membros superiores, como abrir torneiras, abotoar 
sutiã e principalmente torcer panos. Além disso, a escala analógica 
visual	quantificou	a	dor	inicial	em	6,3	cm.
1)	Quais	característica	relacionam	o	quadro	clínico	com	uma	DORT?
2)	A	acupuntura	poderia	ser	indicada	para	essa	paciente?
3)	Qual	melhor	terapia	para	essa	paciente?
78
REFERÊNCIAS
ABBAS, A.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran. Patologia: bases 
patológicas das doenças. 9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.	
HALL, S. J. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 
2016.	
HEBERT, S. et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 4.	ed.	
Porto	Alegre:	Artmed,	2009.	
HOUGLUM, P.; BERTOTI, D. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 6.	Ed.	
Barueri:	Manole,	2014.	
LEITE, N. M.; FALLOPA, F. Propedêutica ortopédica e traumatológica. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2013.	
MOREIRA,	 C.;	 PINHEIRO,	 G.;	 MARQUES	 NETO,	 J.	 F.	 	 Reumatologia 
essencial.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2009.	
ROWLAND, L. P; PEDLEY, T. MERRITT: Tratado de neurologia. 12.	ed.	Rio	
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.	
VALERIUS, K-P. et al. O livro dos músculos: anatomia, testes, 
movimentos.	São	Paulo:	Santos,	2013.
 
79
SP 2.3 - O menino não para em pé...
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Sistema ativador lateral
Descrever morfofuncionalmente os tratos:
• Corticospinal lateral
• Rubrospinal
80
Sistema ativador medial
Descrever morfofuncionalmente os tratos:
• Corticospinal anterior
• Reticulospinal
• Tetospinal
• Vestibulospinal
Descrever	morfofuncionalmente	a	lâmina	IX	de	Rexed:
Caracterizar	 funcionalmente	 o	 núcelo	 lateral	 da	 lâmina	 IX	 de	
Rexed.
Caracterizar	 funcionalmente	 o	 núcelo	 medial	 da	 lâmina	 IX	 de	
Rexed.
Descrever	a	somatotopia	da	lâmina	IX	de	Rexed	quanto	à	ativação	
de	músculos	extensores	e	flexores.
Descrever	a	somatotopia	da	lâmina	IX	de	Rexed	quanto	à	ativação	
de músculos do esqueleto axial, proximais e distais de membros.
Caracterizar unidade motora.
Caracterizar junção neuromuscular:
• Fibra pré-sinaptica e seus componentes;
• Fenda sináptica;
•	Placa	motora	(fibra	pós-sináptica)	e	seus	componentes.
Caracterizar a fibra muscular esquelética:
• Sarcolema
• Sarcoplasma
•	Miofibrilas
• Sarcômeros
• Retículo sarcoplasmático
81
Definir	distrofias	musculares	e	citar	suas	principais	doenças.
Descrever	a	fisiopatologia	das	distrofias	musculares	de	Duchenne	
e de Becker.
Descrever as alterações microscópicas que podem ser observadas 
em	biópsias	musculares	de	pacientes	com	distrofias	musculares.
Caracterizar os músculos estriados esqueléticos em exames por 
imagem, bem como possíveis alterações morfológicas.
 
82
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
 
83
Diagnóstico de neuropatias
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Silvana, relata dor em queimação, com piora da dor durante a noite e 
dormência em ambos os pés há aproximadamente 5 meses. A paciente 
refere melhora na dor quando levanta e caminha. Faz tratamento para 
depressão	há	3	anos	com	fluoxetina	20	mg	duas	vezes	ao	dia.A	paciente	refere	Diabetes	Mellitus	 tipo	 II	e	uso	de	metformina	500	
mg	uma	vez	ao	dia,	recentemente	iniciou	o	uso	de	insulina	regular	2	
vezes ao dia. A paciente trabalha em restaurante caseiro próximo a sua 
residência, como cozinheira. Refere que não segue dieta para controle 
da glicemia, e faz o controle medicamentoso mas “as vezes esquece 
de tomar todos os medicamentos”. Sedentária; Tabagista desde os 
19	anos;	Nega	etilismo.	Dados	antropométricos:	Peso:	81	kg;	Altura:	
1,60	m;	IMC:	31,64	kg/m²	Hb:	14;	Ht:	46:	Glicemia	capilar:	176	mg/dl;	
Hemoglobina	glicada:	9,4%;	Leucocitos:	9300;	Triglicerideos:	206;		LDL:	
176,9	mg/dl;	HDL:	30	mg/dl;	Acido	úrico:	5,9;	Ureia:	42;	Creatinina:	1,06;	
Pares	cranianos	sem	alterações	significativas.	Parestesia	em	membros	
inferiores, Sensibilidade cutânea plantar ausente; Hipopalestesia e 
reflexo	 aquileu	 reduzido	 em	 ambos	 os	 pés.	 Sensibilidade	 térmica	
reduzida em ambos os pés. Pulso tibial não palpável. 
 
84
Sem	lesões	tróficas.		Sem	outras	alterações	significativas.
1)	Os	exames	laboratoriais	dessa	paciente	indicam	algum	outro	motivo	
para	a	dor	neuropática?
2)	Controlar	a	diabetes	dessa	paciente	já	seria	suficiente	para	aliviar	
os	sintomas?
3) Relacione a depressão com a dor neuropática.
 
 
85
REFERÊNCIAS
ABBAS, A.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran. Patologia: bases 
patológicas das doenças. 9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.	
HALL, S. J. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 
2016.	
HEBERT, S. et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 4.	ed.	
Porto	Alegre:	Artmed,	2009.	
HOUGLUM, P.; BERTOTI, D. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 6.	Ed.	
Barueri:	Manole,	2014.	
LEITE, N. M.; FALLOPA, F. Propedêutica ortopédica e traumatológica. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2013.	
MOREIRA,	 C.;	 PINHEIRO,	 G.;	 MARQUES	 NETO,	 J.	 F.	 	 Reumatologia 
essencial. Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2009.	
ROWLAND, L. P; PEDLEY, T. MERRITT. Tratado de neurologia.	12.	ed.	Rio	
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.	
VALERIUS, K-P. et al. O livro dos músculos: anatomia, testes, 
movimentos. São	Paulo:	Santos,	2013.
 
86
SP 2.4 - Este tremor que me acompanha!
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Cerebelo:
Microscopia:
Descrever morfofuncionalmente o córtex cerebelar (camadas) e 
seus constituintes: 
• Camada molecular;
• Camada de células de Purkinje;
• Camada granular.
Descrever	morfofuncionalmente	as	fibras	musguosas	e	trepadeiras.
Descrever morfofuncionalmente os axônios eferentes das células 
de Purkinje.
Descrever o circuito cerebelar básico.
87
Macroscopia:
• Hemisférios cerebelares:
• Vermis
• Lobo anterior
• Fissura primária
• Lobo posterior
• Fissura póstero-lateral
•	Lobo	flóculonodular
• Núcleo denteado
• Núcleo globoso
• Núcleo emboliforme
• Núcleo fastigial
Descrever morfofuncionalmente vestibulocerebelo, 
espinocerebelo e cérebrocerebelo.
Descrever morfuncionalmente as zonas medial, intermédia 
(paravermica) e lateral.
Núcleos da base
• Conceituar:
 • Corpo estriado
 • Corpo estriado Ventral
• Corpo estriado Dorsal
• Núcleo Lentiforme
• Claustrum
• Núcleo caudado
• Putâme
• Globo pálido medial e lateral
• Corpo amigdalóide
• Núcleo basal de Meynert
• Núcleo Acumbens
88
Descrever morfofuncionalmente as vias direta e indireta dos 
núcleos da base, correlacionando com a substância negra do 
mesencéfalo e a importância da dopamina no processo.
Definir	parkinsonismo	e	doença	de	Parkinson.
Descrever	a	fisiopatologia	da	doença	de	Parkinson.
Descrever as possíveis alterações macroscópicas e microscópicas 
na doença de Parkinson, relacionando com a anatomia e a função 
de cada estrutura.
Identificar	os	músculos	do	membro	inferior,	listando	suas	funções	
e correlacionando com o ciclo da marcha (fases de apoio e balanço);
Identificar	 as	 principais	 articulações	 e	 músculos	 do	 esqueleto	
axial.
Caracterizar	e	 identificar	os	achados	por	 imagem	observados	na	
doença de Parkinson.
89
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
90
Diagnóstico de distúrbios de marcha 
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente	 Maria,	 76	 anos,	 reside	 com	 a	 filha	 e	 sua	 cuidadora,	 e	 foi	
avaliada	pelas	estagiárias	de	fisioterapia	após	sofrer	queda	em	casa,	
mas	 sem	 fratura.	 Nos	 últimos	 meses	 a	 filha	 tem	 percebido	 que	 a	
mãe tem deixado de ir à igreja, fazer as compras perto de casa e tem 
apresentado alteração do equilíbrio e medo de cair, além de sinais de 
desânimo	e	tristeza.	Marcha	atáxica,	discreta	dismetria	nos	4	membros,	
bradicinesia ao testar diadococinesia,TC de crânio não alterações 
significativas.		
1)	Qual	a	importância	de	uma	marcha	segura	para	um	idoso?
2)	Quais	exames	poderiam	ser	solicitados	para	um	diagnóstico	preciso?
3)	Existe	possibilidade	dessa	paciente	ter	Parkinson?
 
91
REFERÊNCIAS
ABBAS, A.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran Patologia: bases 
patológicas das doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.	
HALL, S. J. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 
2016.	
HEBERT, S. et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática.	4.	ed.	
Porto	Alegre:	Artmed,	2009.	
HOUGLUM, P.; BERTOTI, D. Cinesiologia clínica de Brunnstrom.	6.	Ed.	
Barueri:	Manole,	2014.	
LEITE, N. M.; FALLOPA, F. Propedêutica ortopédica e traumatológica. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2013.	
MOREIRA,	 C.;	 PINHEIRO,	 G.;	 MARQUES	 NETO,	 J.	 F.	 	 Reumatologia 
essencial. Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2009.	
ROWLAND, L. P; PEDLEY, T. MERRITT: Tratado de neurologia. 12.	ed.	Rio	
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.	
VALERIUS, K-P. et al. O livro dos músculos: anatomia, testes, 
movimentos. São	Paulo:	Santos,	2013.
 
92
SP 2.5 - Parada súbita
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Conceituar seguimento medular e correlacionar a posição destes 
com a coluna vertebral.
Plexo lombar
Descrever a formação dos nervos:
• Ilio-hipogátrico
• Ílio-inguinal
• Genitofemoral
• Cutâneofemoral lateral
• Obturatório
• Femoral
93
Plexo lombossacral
Descrever a formação do nervos:
• Glúteo superior
• Glúteo inferior
• Cutâneo posterior da coxa
•	Isquiático	(nervo	tibial	e	nervo	fibular	comum.)
• Nervo pudendo
Músculos do dorso
• M. trapézio
• M. latíssimo do dorso
• M. rombóide maior
• M. rombóide menor
• M. levantador da escápula
• M. eretor da espinha
• M. iliocostal
• M. longuíssimo
• M. espinal
• Aponeurose toracolombar
 
Músculos do abdome
• M. reto do abdome
• Bainha do músculo reto do abdome (lâmina anterior e lâmina 
posterior)
• M. oblíquo externo do abdome
• M. oblíquo interno do abdome
• M. transverso do abdome
• Linha alba
• Ligamento inguinal
• M. quadrado do lombo
Reconhecer os achados de imagem do traumatismo raquimedular. 
94
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 
7ª.edição.	Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	 Elsevier.	 São	
Paulo,	2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
95
Diagnóstico de lesão medular
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente	de	sexo	masculino,	31	anos,	deu	entrada	no	pronto	socorro	
após sofrer um politrauma por acidente automobilístico. O paciente 
estava consciente edispneico. Apresentava plegia de membro inferior 
direito e paresia de membro inferior esquerdo, com sensibilidade de 
membros inferiores diminuída. Como antecedente, relatou ser portador 
de hipertensão arterial (HAS) e transtorno de ansiedade. 
Paciente faz uso dos medicamentos Naprix e Escitalopram diariamente. 
Após	 realização	 de	 exames	 complementares	 foi	 identificado	
compressão	do	 saco	dural	 ao	nível	de	T8-T9	e	 T9-T10	e	 fratura	dos	
processos	 transversos	em	L1	e	L2	à	esquerda.	Durante	a	 internação,	
paciente evoluiu com distensão abdominal, vômitos repetidos, 
desidratação importante não responsiva a reposição de volume e 
Insuficiência	 Renal	 Aguda.	 Após	 diálise	 e	 estabilização	 do	 quadro	
clínico foi submetido a intervenção cirúrgica para descompressão via 
posterior,	artrodese	de	T8-T10	e	tratamento	conservador	para	fratura	
dos processos transversos.
1)	Qual	a	definição	de	trauma	raquimedular?
2)	 Quais	 os	 exames	 utilizados	 para	 diagnosticar	 um	 trauma	
raquimedular?
3)	Qual	a	conduta	terapêutica	apropriada?
96
REFERÊNCIAS
ABBAS, A.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran Patologia: bases 
patológicas das doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.	
HALL, S. J. Biomecânica básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 
2016.	
HEBERT, S. et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática.	4.	ed.	
Porto	Alegre:	Artmed,	2009.	
HOUGLUM, P.; BERTOTI, D. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 6.	Ed.	
Barueri:	Manole,	2014.	
LEITE, N. M.; FALLOPA, F. Propedêutica ortopédica e traumatológica. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2013.	
MOREIRA,	 C.;	 PINHEIRO,	 G.;	 MARQUES	 NETO,	 J.	 F.	 	 Reumatologia 
essencial.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2009.	
ROWLAND, L. P; PEDLEY, T. MERRITT: Tratado de neurologia. 12.	ed.	Rio	
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.	
VALERIUS, K-P. et al. O livro dos músculos: anatomia, testes, 
movimentos. São	Paulo:	Santos,	2013.
 
97
REFERÊNCIAS SUGERIDAS
Básica
LEITE, Nelson Mattioli; FALLOPA, Flávio. Propedêutica ortopédica e 
traumatologica. Porto	Alegre:	Artmed,	2013.
MOREIRA,	Caio;	PINHEIRO,	Geraldo	da	Rocha	Castelar;	MARQUES	NETO,	
João Francisco. Reumatologia essencial. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan,	2009.
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de neurologia. 
12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011
Complementar
ABBAS, Abul K; KUMAR, Vinay; ASTER, Jon C. Robbins & Cotran Patologia: 
bases	patológicas	das	doenças.	9a	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
HALL, Susan J. Biomecânica básica. 7a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan,	2016.
HEBERT, Sizínio et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 
4a	Ed.	Porto	Alegre:	Artmed,	2009.
HOUGLUM, Peggy A; BERTOTI, Dolores B. Cinesiologia clínica de 
BRUNNSTROM.	6a	Ed.	Barueri:	Manole,	2014.
VALERIUS, Klaus-Peter et al. O Livro dos músculos: anatomia, testes, 
movimentos.	São	Paulo:	Santos,	2013.
CERRI, Giovanni Guido (ed). LEITE, Claudia da Costa (ed). ROCHA, 
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP,	Manole,	2017.	3	v.					
 
98
Agenda
para TBL
TBL
1
2
3
4
5
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https://www.ulife.com.br/inspirali
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99
COMPLEXO TEMÁTICO III
DISTÚRBIOS 
SENSORIAIS, MOTORES
E DA CONSCIÊNCIA
100
“A consciência é a última e mais tardia evolução da 
vida orgânica e, por conseguinte, o que nela existe 
de menos acabado e de mais frágil.”
 
 Nietzsche
Árvore 
temática 3
102
SP 3.1 - Tem tratamento...
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Face superolateral do hemisfério cerebral 
• Sulco central
• Sulco lateral
 
Lobo frontal
• Sulco pré-central
• Giro pré-central
• Giro frontal superior
• Sulco frontal superior
• Giro frontal médio 
• Sulco frontal inferior
• Giro frontal inferior
103
 Lobo temporal
• Giro temporal superior
• Sulco temporal superior
• Giro temporal médio
• Sulco temporal inferior
• Giro temporal inferior
• Giro temporal transverso anterior
 
Lobo insular
 
Faces medial e inferior do hemisfério cerebral
• Giro do cíngulo
• Lóbulo paracentral
• Pré-cúneo 
• Sulco parietoccipital
• Cúneo
• Sulco calcarino
• Giro occipitotemporal medial
• Giro para-hipocampal
• Unco
• Hipocampo
• Sulco colateral
• Giro occipitotemporal lateral 
• Sulco occipitotemporal
• Trato olfatório e bulbo olfatório
• Corpo caloso (rostro)
• Corpo caloso (joelho)
• Corpo caloso (tronco)
• Corpo caloso (esplênio) 
• Comissura anterior
• Lâmina terminal
• Área septal
• Fórnice
• Septo pelúcido
104
Sistema límbico
Componentes corticais:
• Giro do cíngulo
• Giro parahipocampal
• Hipocampo
• Córtex orbito frontal
• Insula
Componentes subcorticais:
• Corpo amigdalóide
• Núcleos anteriores do Tálamo
• Núcleos mamilares
• Núcleos habenulares
• Área septal 
• Núcleo acumbens
• Hipotálamos
Descrever o circuito de Papez básico
Diferenciar epilepsia idiopática de sintomáticas.
Citar possíveis lesões relacionadas ao quadro de epilepsia.
Discutir o papel dos tumores de sistema nervoso central (SNC) 
neste contexto.
Compreender os princípios básicos da ressonância magnética.
Identificar	 na	 ressonância	 magnética	 achados	 relacionados	 a	
convulsões e epilepsia. 
 
105
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
106
Diagnóstico epilepsia
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO
PARA ESTUDO
CASO DE APLICAÇÃO
M.,	 de	 61	 anos,	 agricultora,	 com	 antecedentes	 depressivos,	 foi	
encaminhada ao Serviço de Urgência de Psiquiatria por alterações 
de comportamento com seis meses de evolução, governadas por um 
interesse particular e exagerado em relação a assuntos religiosos e 
inclinação	a	refletir	sobre	tópicos	mais	restritos,	nomeadamente	sobre	
o destino, iniciando a crença de que estaria predestinada a ser santa. 
O	eletroencefalograma	(EEG)	identificou	“ritmo	de	fundo	posterior	a	
cerca	de	10	Hz,	simétrico,	reativo.	
Sequências	 de	 ondas	 lentas	 de	 4-6	 Kz	 com	 maior	 incidência	 nas	
regiões temporais esquerdas, mas com alguma irradiação para as 
regiões vizinhas e homólogas contralaterais, sugerindo distúrbio 
bitemporal	com	maior	expressão	à	esquerda”.	Fez,	ainda,	tomografia	
axial computorizada cranioencefálica e ressonância magnética 
cranioencefálica, sem alterações. Tendo em conta a clínica e os exames 
realizados, concluiu-se pelo diagnóstico de epilepsia do lobo temporal. 
Iniciou tratamento em monoterapia com valproato de sódio, na dose 
de	750	mg	por	dia,	com	esbatimento	significativo	da	sintomatologia	
delirante, recuperação do apetite e diminuição da frequência das 
cefaleias, com retorno gradual ao funcionamento pré-mórbido. 
Verificou-se	normalização	do	EEG.
1)	O	diagnóstico	de	epilepsia	esta	correto?
2)	O	histórico	de	depressão	corrobora	com	o	diagnóstico	de	epilepsia?
3)	O	tratamento	com	Valproato	foi	o	melhor	indicado?
107
REFERÊNCIAS
BERTOLUCCI, Paulo H F et al. Guias de Medicina Ambulatorial e 
Hospitalar da UNIFESP-EPM: Neurologia.	Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia. 11a	 Ed.	 Barueri:	
Manole,	2016.	
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de 
neurologia. 12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.
ABDO, Carmita Helena Najjar et al volume doenças dos olhos; doenças 
dos ouvidos, nariz e garganta; neurologia;transtornos mentais. 2a	
Ed.	Barueri:	Manole,	2016.	
BRUNTON, Laurence L; CHABNER, Bruce A; KNOLLMANN, Bjorn C. As 
bases farmacológicas da terapêutica de GOODMAN & GILMAN. 12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL, William W. DEJONG: o exame neurológico. 7a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI, Giovanni Guido; LEITE, Claudia da Costa; ROCHA, Manoel de Souza. 
Tratado de Radiologia InRad HCFMUSP, volume 1: neurorradiologia, 
cabeça e pescoço. Barueri:	Manole,	2017.	
MELO-SOUZA, Sebastiao Eurico; PAGLIOLI NETO, Eliseu; CENDES, 
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
108
SP 3.2 - Uma dor lancinante
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Descrever o trajeto e território de inervação sesitiva dos nervos:
• Oftálmico.
• Maxilar.
• Mandibular.
• Occiptal maior.
Discutir as teorias que expliquem o quadros quadros de cefaleia 
e enxaqueca.
Citar disgnósticos diferenciais de cefaleia e exaqueca.
Descrever o trajeto do nervo occipital maior e suas relações com 
as cefaleias tencionais. 
109
Descrever o trajeto do nervo occipital maior e suas relações com 
as cefaleias tencionais.
Descrever o trajeto do nervo facial e do nervo trigêmeo e 
sintomatologia relacionada.
Compreender a indicação dos exames de imagem na investigação 
das cefaleias. 
Reconhecer achados de imagem críticos relacionados a cefaleias 
secundárias.
 
110
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 
7ª.edição.	Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	 5ª.edição.	 Elsevier.	 São	
Paulo,	2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
111
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO
PARA ESTUDO
CASO DE APLICAÇÃO
Paciente sexo feminino, 37 anos, apresenta queixa de cefaleia há três 
meses. Se refere início de cefaleia hemicraniana esquerda há cerca 
de três meses, de característica pulsátil, de forte intensidade, com 
duração	média	de	48	horas,	sempre	precedida	por	alteração	da	visão,	
com	sensação	de	ver	pontos	brilhantes	por	15	minutos	antes	do	início	
da dor. Faz uso de analgésico (Neosaldina) com melhora temporária da 
dor	(“Quando	passa	o	efeito	do	remédio	a	dor	volta”),	sendo	necessário	
várias doses ao dia. No período relatado, teve dores quatro vezes por 
semana, com tendência de piora na última semana. Dor piora com 
luz muito intensa. Há quatro dias teve um episódio de dor intensa, 
precedida	 de	 dificuldade	 de	 falar,	 com	 melhora	 espontânea.	 Nega	
outras queixas.
 
1)	Qual	a	hipótese	diagnóstica	desta	paciente?
2)	Processo	fisiopatológico	do	quadro.
3) Diagnóstico diferencial de outros tipos de cefaleias. 
112
REFERÊNCIAS
BERTOLUCCI, Paulo H F et al. Guias de Medicina Ambulatorial e 
Hospitalar da UNIFESP-EPM: Neurologia.	Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia.	11a	Ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de 
neurologia.	12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.
ABDO, Carmita Helena Najjar et al volume doenças dos olhos; doenças 
dos ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais. 2a	Ed.	
Barueri:	Manole,	2016.	
BRUNTON, Laurence L; CHABNER, Bruce A; KNOLLMANN, Bjorn C. As 
bases farmacológicas da terapêutica de GOODMAN & GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL, William W. DEJONG: o exame neurológico. 7a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI, Giovanni Guido; LEITE, Claudia da Costa; ROCHA, Manoel de Souza. 
Tratado de Radiologia InRad HCFMUSP, volume 1: neurorradiologia, 
cabeça e pescoço.	Barueri:	Manole,	2017.	
MELO-SOUZA, Sebastiao Eurico; PAGLIOLI NETO, Eliseu; CENDES, 
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
 
113
SP 3.3 - Estou pra explodir... 
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Arteria carótida interna (Descrever a origem, trajeto no pescoço, no 
interior do sifão carotídeo e intracraniano)
• A.a. Oftálmicas
• A.a Comunicantes posteriores
• A.a. Coriodeias anteriores
• A.a. Cerebrais medias
• A.a. Cerebrais anteriores – a. comunicante anterior
• ARTERIA VERTEBRAL (Descrever a origem, trajeto no pescoço, no 
interior do sifão carotídeo e intracraniano)
• A.a. espinais posteirores
 • Espinal anterior
• A.a. cerebelares inferiores posteriores
114
Arteria basilar
• A.a. cerebelares superiores
• A.a. cerebeçares inferiores anteriores
• A.a. do labirinto
• Ramos pontinos
• A.a. cerebrais posteriores
Descrever as artérias que compõem o círculo arterial do cérebro.
Descrever	os	territórios	de	irrigação	superficial	e	profundo	das	artérias	
cerebrais (anterior, média e posterior).
Descrever	a	classificação	da	doença	cerebrovascular	em	isquêmica	e	
hemorrágica.
Citar as causas de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi).
Descrever	 a	 fisiopatologia	 do	 AVCi	 e	 suas	 alterações	 morfológicas	
(macro e microscópicas).
Descrever	 a	 fisiopatologia	 do	 AVCh	 e	 suas	 alterações	morfológicas	
(macro e microscópicas).
Descrever as alterações morfológicas associadas à doença 
cerebrovascular hipertensiva.
Reconhecer	na	 tomografia	e	na	 ressonância	magnética	de	crânio	os	
achados relacionados a AVE isquêmicos e hemorrágicos. 
115
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 
7ª.edição.	Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J. Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
116
Medicina
Laboratorial
Diagnóstico de acidente vascular encefálico
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
José,	51	anos,	Casado,	Negro,	Pedreiro.	Paciente	chegou	à	unidade	de	
pronto	atendimento	dos	Torrões	às	2	horas	da	manhã,	trazido	por	seu	
filho.	O	paciente	relata	que	se	levantou	para	tomar	remédio	para	a	dor	
de cabeça, porém, quando foi pegar o copo sentiu fraqueza no MMSD 
e	escurecimento	da	vista.	Em	seguida,	acordou	o	filho	para	trazê-lo	a	
emergência onde está sendo atendido no momento. Paciente relata 
que não faz uso regular dos remédios para hipertensão e teve estresses 
recentemente. Durante exame físico foi constatado face com desvio da 
comissura	labial	para	a	esquerda,	déficit	de	força	em	membro	superior	
direito- caída do membro superior direito após alguns segundos do 
seu braço ser erguido pelo médico, força preservada em membros 
inferiores.
1)	Qual	principal	hipótese	diagnóstica?
2)	Existe	chance	de	o	mal	súbito	ser	relacionado	somente	a	pressão	
alta?
3)	Quais	exames	devem	ser	solicitados?
117
REFERÊNCIAS
BERTOLUCCI, Paulo H F et al. Guias de Medicina Ambulatorial e 
Hospitalar da UNIFESP-EPM: Neurologia.	Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia.	11a	Ed.	Barueri:	Manole,	
2016.	
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de neurologia. 
12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.
ABDO, Carmita Helena Najjar et al volume doenças dos olhos; doenças 
dos ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais. 2a	Ed.	
Barueri:	Manole,	2016.	
BRUNTON, Laurence L; CHABNER, Bruce A; KNOLLMANN, Bjorn C. As 
bases farmacológicas da terapêutica de GOODMAN & GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL, William W. DEJONG: o exame neurológico. 7a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI, Giovanni Guido; LEITE, Claudia da Costa; ROCHA, Manoel de Souza. 
Tratado de Radiologia InRad HCFMUSP, volume 1: neurorradiologia, 
cabeça e pescoço.	Barueri:	Manole,	2017.	
MELO-SOUZA, Sebastiao Eurico; PAGLIOLI NETO, Eliseu; CENDES, 
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
GuanabaraKoogan,	2013.
118
SP 3.4 - Reflexos	demais!	
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Células da glia:
Sistema Nervoso Central:
•	Astrócitos	(fibroso	e	protoplasmático)
• Oligodendrócito.
• Microglia.
• Células ependimárias.
Sistema Nervoso Periférico:
• Céluas de Schwann
• Células Satélite
119
Fibras nervosas (descrever a velocidade de condução das fibras)
• Fibras do tipo I (A e B)
• Fibras do tipo II (A-beta e A-delta)
• Fibras do tipo C
Definir	doenças	desmielinizantes.
Descrever	a	fisiopatologia	da	esclerose	múltipla.
Descrever as alterações morfológicas observadas na esclerose 
múltipla.
120
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica.	7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J. Histologia básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças. 9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
121
Diagnóstico de desmielinização
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
CASO DE APLICAÇÃO
Uma mulher de 33 anos foi internada no hospital com edema facial, 
febre,	ela	parecia	ansiosa	a	sua	temperatura	era	de	37.5°C,	a	pressão	
arterial	de	131/74	mm	Hg,	o	pulso	de	148	bpm,	e	a	saturação	de	O2		
de	96%,	os	níveis	de	glicose	sérica,	eletrólitos,	função	renal	e	hepática	
estavam	 normais.	 O	 hematócrito	 estava	 em	 46%	 e	 a	 hemoglobina	
em	16	g/dl,	 e	 leucocitose.	 Três	 semanas	 antes	da	 admissão,	 passou	
por uma consulta com um neurologista, ela sofria de fadiga grave, 
de acordo com o exame de ressonância magnética de corte axial 
ponderado	em	T2	mostrou	alguns	sinais	de	placas	de	desmielinização	
no corpo caloso e periventriculares. A paciente também apresentou 
sintomas como visão turva, formigamentos, falta de equilíbrio e dores, 
a suspeita principal era esclerose múltipla, pois a paciente tinha todos 
os sintomas caraterísticos, porém em seus exames não teve nenhuma 
alteração	específica	para	esclerose	múltipla.
1)	Quais	foram	os	sinais	clínicos	que	indicaram	a	EM?
2)	 Quais	 exames	 poderiam	 ser	 solicitados	 no	 acompanhamento	
ambulatorial	para	ter	um	diagnóstico	mais	concreto?
3)	Qual	terapia	a	ser	receitada?
122
REFERÊNCIAS
BERTOLUCCI, Paulo H F et al. Guias de Medicina Ambulatorial e 
Hospitalar da UNIFESP-EPM: Neurologia. Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia.	 11a	 Ed.	 Barueri:	
Manole,	2016.	
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de 
neurologia. 12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.
ABDO, Carmita Helena Najjar et al volume doenças dos olhos; doenças 
dos ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais.	 2a	
Ed.	Barueri:	Manole,	2016.	
BRUNTON, Laurence L; CHABNER, Bruce A; KNOLLMANN, Bjorn C. As 
bases farmacológicas da terapêutica de GOODMAN & GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL, William W. DEJONG: o exame neurológico. 7a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI, Giovanni Guido; LEITE, Claudia da Costa; ROCHA, Manoel de Souza. 
Tratado de Radiologia InRad HCFMUSP, volume 1: neurorradiologia, 
cabeça e pescoço. Barueri:	Manole,	2017.	
MELO-SOUZA, Sebastiao Eurico; PAGLIOLI NETO, Eliseu; CENDES, 
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
 
123
SP 3.5 - Quem	é	você?
Laboratório de Práticas 
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Formação hipocampal (Caracterizar os tipos celulares em cada 
componete relacionando com os aspectos funcionais da memória):
• Giro denteado
• Hipocampo
• Subiculum
Descrever a localização e características funcionais dos neurônios 
localizados no Núcleo Basal de Meynert e relacionar com a 
memória.
Relacionar formação hipocampal e núcleo basal de Meynert com 
a evolução da doença de Alzheimer, destacando a ordem de 
acometimento.
Descrever	a	fisiopatologia	da	doença	de	Alzheimer.
124
Compreender as alterações morfológicas envolvidas na doença de 
Alzheimer.
Reconhecer os achados de imagem da Doença de Alzheimer e da 
demência vascular.
 
125
REFERÊNCIAS
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 
Atheneu.	3ª.	Edição.	São	Paulo:	2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição.	
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana.	5ª.edição.	Elsevier.	São	Paulo,	
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia básica. 12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR, V.; ABBAS, A.; FAUSTO, N. Robbins e Cotran – Patologia – Bases 
Patológicas das Doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
126
Diagnóstico de síndromes demenciais
Medicina
Laboratorial
ROTEIRO
PARA ESTUDO
CASO DE APLICAÇÃO
Josefina,	 65	 anos,	 viúva,	 aposentada,	 católica,	 com	escolaridade	 até	
ensino fundamental completo. Vem à consulta, trazida pela irmã, 
devido a queixa de que “está esquecida”. A acompanhante relata que, 
há um ano da consulta, a paciente iniciou quadro de esquecimento 
para fatos recentes e cotidianos: esquece onde deixa objetos e não 
lembra o que comeu nas refeições do dia. Contudo, lembra-se muito 
bem dos acontecimentos de sua infância. Além disso, a paciente refere 
que sente fraqueza e astenia. Sua irmã reclama que ela não quer mais 
sair	de	 casa	para	 ir	 à	missa,	 como	 fazia	diariamente	nos	últimos	10	
anos. No último mês, passou a apresentar também parestesias nos 
membros	 inferiores,	 o	 que	 tem	 dificultado	 sua	 deambulação	 e	 se	
tornou mais um motivo para não sair de casa. Inclusive apresentou 
01	episódio	de	queda	da	própria	altura	nesse	 intervalo	de	tempo.	A	
paciente e a acompanhante negam outros sintomas como lipotímia ou 
sincope, convulsões, movimentos involuntários, cefaleia, distúrbios do 
sono	ou	do	comportamento	e	 incontinências	esfincterianas.	Relatam	
independência para atividades básicas de vida diária e dependência 
parcial para atividades instrumentais (não consegue fazer compras 
sozinha,	por	dificuldade	de	cálculo).	Hipertensa	e	diabética	de	longa	
data	 (compensadas)	 e	 refluxo	gastroesofágico	em	 tratamento	há	10	
anos. Nega antecedentes de cirurgias e alergias. O exame neurológico 
demonstrou desorientação temporo-espacial, Miniexame do estado 
mental	18	–	perdeu	pontos	na	orientação	temporo-espacial,	fixação	e	
evocação de palavras e no desenho, sem alterações de pares cranianos, 
massa muscular, tônus e força preservada, Sinal de Romberg positivo, 
déficit	 de	 sensibilidade	 vibratória	 em	 membros	 inferiores,	 com	
preservação	da	sensibilidade	tátil	superficial	e	térmica.	
127
Reflexos	 preservados.	 Marcha	 atáxica.	 Exames	 laboratoriais:	 Hb	
8,7	g/dL,	Ht	26%,	VCM	113	fl,	 leucocitos	6.800,	plaquetas	300.000,	
creatinina	1,04	mg/dL,	ureia	29	mg/dL,	sódio	138	mg/dL,	potássio	3,3	
mg/dL,	 	vitamina	 	B12	100	pg/mL,	TGO	22	TGP	11	glicose	90	mg/dL	
TSH	2,74	µUI/mL,	 sorologias	virais	e	VDRL	negativos.	 Tomografia	de	
crânio:	 atrofia	 cortical	 difusa,	 mais	 acentuada	 em	 lobo	 frontal,	 sem	
outras alterações.
1)	Qual	o	sintoma	chave	e	como	investigá-lo?
2)	Qual	a	principal	hipótese	de	diagnóstico?
3)	Quais	os	diagnósticos	diferenciais?
128
REFERÊNCIAS
BERTOLUCCI, Paulo H F et al. Guias de Medicina Ambulatorial e 
Hospitalar da UNIFESP-EPM: Neurologia. Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia. 11a	 Ed.	 Barueri:	
Manole,	2016.	
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de 
neurologia. 12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.
ABDO, Carmita Helena Najjar et al. Doenças dos olhos; doenças dos 
ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais. Volume 
2a	Ed.	Barueri:	Manole,	2016.	
BRUNTON, Laurence L; CHABNER, Bruce A; KNOLLMANN, Bjorn C. As 
basesfarmacológicas da terapêutica de GOODMAN & GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL, William W. DEJONG: o exame neurológico. 7a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI, Giovanni Guido; LEITE, Claudia da Costa; ROCHA, Manoel de Souza. 
Tratado de Radiologia InRad HCFMUSP. Volume 1: neurorradiologia, 
cabeça e pescoço. Barueri:	Manole,	2017.	
MELO-SOUZA, Sebastiao Eurico; PAGLIOLI NETO, Eliseu; CENDES, 
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
129
REFERÊNCIAS SUGERIDAS
Básica
BERTOLUCCI, Paulo H F et al. Guias de Medicina Ambulatorial e 
Hospitalar da UNIFESP-EPM: Neurologia.	Barueri:	Manole,	2011.
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia. 11a	Ed.	Barueri:	Manole,	
2016.
ROWLAND, Lewis P; PEDLEY, Timothy A. MERRITT: Tratado de neurologia. 
12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011.
Complementar
ABDO, Carmita Helena Najjar et al. Doenças dos olhos; doenças dos 
ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais. Volume 
2a	Ed.	Barueri:	Manole,	2016.
BRUNTON, Laurence L; CHABNER, Bruce A; KNOLLMANN, Bjorn C. As 
bases farmacológicas da terapêutica de GOODMAN & GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.
CAMPBELL, William W. DEJONG: o exame neurológico. 7a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.
CERRI, Giovanni Guido; LEITE, Claudia da Costa; ROCHA, Manoel de Souza. 
Tratado de Radiologia. InRad	HCFMUSP,	 volume	1:	 neurorradiologia,	
cabeça	e	pescoço.	Barueri:	Manole,	2017.
MELO-SOUZA, Sebastiao Eurico; PAGLIOLI NETO, Eliseu; CENDES, 
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
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