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1
8 ª E T A P A
Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia 
autorização escrita da Inspirali Educação. 
21-64141 CDD-610.07
NLM-WB 100
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno :
8ª etapa / [organização José Lúcio Machado, 
Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina 
Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : 
Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. --
(Bussola inspirali ; 1)
PDF
ISBN 978-65-88166-13-0
1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos
3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 
5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde
I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia 
Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. 
Série.
Índices para catálogo sistemático:
1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
5
SUMÁRIO 
8ª E T A P A
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS...........................................................................7
 Objetivos e estratégias educacionais......................................................................8
 Perceber, analisar e decidir............................................................................................9
	 	 Objetivos	Específicos....................................................................................................11
 Cognitivas............................................................................................................10
 Psicomotoras.....................................................................................................12
 Atitudinais...........................................................................................................12
Cronograma EC/HM ...............................................................................................13
Habilidades cirúrgicas ...........................................................................................15
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS...................................................................................21
SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS.....................................................................24
Complexo temático I - Desordens nutricionais e metabólicas.........................................25 
 Árvore temática 1..........................................................................................................28
 Agenda para TBL............................................................................................................56
Complexo temático II - Emergências.......................................................................................59 
 Árvore temática 2..........................................................................................................61
 Agenda para TBL............................................................................................................91
Complexo temático III - Manifestações externas das doenças e iatrogenias................92 
 Árvore temática 3..........................................................................................................94
 Agenda para TBL.........................................................................................................117
6
ÍCONES
ÍCONE SIGNIFICADO
Vídeo disparador disponível na plataforma.
Vídeoaula ou podcast disponível na plataforma.
Vídeo interativo disponível na plataforma.
Vídeo de animação disponível na plataforma.
Aula interativa disponível na plataforma.
Material de apoio disponível na plataforma.
Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma.
7
HABILIDADES/
ESTAÇÕES 
CLÍNICAS
8ª E T A P A
8
OBJETIVOS E 
ESTRATÉGIAS 
EDUCACIONAIS
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS
9
As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade 
curricular Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois 
primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, 
exame físico, raciocínio clínico e relacionamento médico+paciente, 
através	de	oficinas	práticas,	sala	de	aula	invertida,	pacientes	simulados	
realisticamente,	discussões	em	pequenos	grupos	(debriefing	e	novas	
sínteses), além de OSCE.
As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os 
elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), 
psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais 
(reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor 
estes valores na experiência terapêutica).
Nesta etapa trabalha-se as ações em situações de urgência e 
emergência,	 com	 os	 debriefings	 após	 cada	 simulação	 realística.	 Os	
estudantes circularão por todas as fases de vida, e serão avaliados de 
acordo. Todos os casos serão realizados com simulações realísticas, 
com os manequins apropriados.
A partir desta etapa, os períodos de síntese provisória serão realizados 
no	mesmo	 dia	 da	 simulação,	 no	momento	 de	 debriefing,	 após	 cada	
atendimento, permitindo assim, maior frequência de atendimentos, 
que serão realizados em pequenos grupos de quatro estudantes.
Enquanto cada quarteto procede com seu atendimento, o outro quarteto 
observa,	e	ao	final	todos	participam	da	discussão	daquela	situação.	
Os estudantes enfrentarão situações que simulam as principais 
emergências e urgências, sendo avaliados constantemente.
 
Objetivos e 
Estratégias educacionais
PERCEBER, ANALISAR E DECIDIR
10
Na primeira parte, serão as emergências de idosos e adultos (síndrome 
respiratória aguda, convulsões, infartos, acidentes vasculares cerebrais, 
sepses, cetoacidose). Aproveitamos para avaliar as habilidades dos 
estudantes na atenção da RCP, do ABCDE do trauma, interpretação dos 
achados laboratoriais, que foram apresentados nas etapas anteriores.
 
No segundo módulo, abordaremos as situações graves com crianças 
(convulsões, quedas, quadro febris, dispneicos, intoxicações, etc) 
e com as gestantes (pré eclampsia, eclampsia, hemorragias, etc). Os 
manequins serão parte essencial nesse movimento, assim como a 
discussão com o pequeno grupo.
 
Entre cada módulo, haverá o período de nova síntese, nos quais 
os pequenos grupos discutirão as pesquisas realizadas a partir das 
dúvidas		geradas		em		cada		consulta.		E		antes		do	novo			módulo,	oficinas	
em pequenos grupos, com disparadores sobre as intervenções 
necessárias nas situações dos próximos casos.
 
Os casos na plataforma Body Interact serão oferecidos como apoio ao 
treinamento dos estudantes, com a seleção de um a dois casos por 
módulo, que não precisam ser de pessoas com as mesmas complicações 
daquelas simuladas, mas sim no mesmo ciclo de vida.
11
COMPETÊNCIAS ESPERADAS
Ao	final	 desta	 etapa	espera-se	que	os	 estudantes	 sejam	capazes	de	
demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da 
taxonomia de Bloom.
COGNITIVAS
1. Colher as informações necessárias dentro dos contextos de urgências 
e emergências.
2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo 
tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos 
da entrevista em pequeno grupo.
3.	Identificar	os	problemas	da	pessoa	atendida.
4. Demonstrar conhecer os protocolos apropriados para cada situação.
5. Decidir as terapêuticas farmacológicas e não farmacológicas 
apropriadas aos casos atendidos. 
6. Solicitar os exames complementares adequados.
7. Saber interpretar os resultados dos exames solicitados.
8. Atualizar suas condutas a partir dos exames e das alterações do 
paciente.
Objetivos
Específicos
12
ATITUDINAIS
1. Saber trabalhar em equipe durante o atendimento ao paciente.
2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor.
3. Trabalhar os sentimentos provocados durante a interação com 
a pessoa entrevistada, inclusive nos cenários de falha da conduta 
terapêutica.
4. Ser capaz de explicar,depois da entrevista, quem foi essa pessoa,seu 
quadro clínico e como foi a condução do caso.
5.	Fazer	o	debriefing	de	como	 foi	a	qualidade	do	atendimento	de	si	
mesmo e da equipe.
PSICOMOTORAS
1. Realizar os elementos do exame físico necessários ao contexto da 
pessoa atendida.
2. Interpretar os resultados obtidos de forma a contribuir para seu 
diagnóstico.
3. Realizar os procedimentos invasivos utilizando as técnicas 
apropriadas.
4. Demonstrar saber os cuidados relacionados à segurança do paciente.
5. Demonstrar saber os procedimentos relacionados ao controle de 
infecção no cenário do caso.
6.	Ao	final,	consegue	explicar	à	pessoa	o	significado	desses	achados.
ESTAÇÃO ATIVIDADE
1
Apresentação da etapa; Pactuações 
1ª	Oficina	-	Escala	de	Coma	de	Glasgow
2ª	Oficina	-	Interpretação	do	monitoramento	em	sala	de	emergência
3ª	Oficina	-	Hiperglicemia	em	idoso
4ª	Oficina	-	Revisão	ECG
2
1ª Simulação
2ª Simulação
3
3ª Simulação
4ª Simulação
4 Nova síntese + Casos Body Interact
5
5ª	Oficina	-	Aporte	de	oxigênio	
6ª	Oficina	-	Ventilação	não	invasiva
7ª	Oficina	-	Cetoacidose
6
5ª Simulação
6ª simulação
7
7ª Simulação
8ª Simulação
Cronograma
EC/HM
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8
Nova síntese + Casos Body Interact 
APA Meio do Semestre
9
8ª	Oficina	-	Manejo	choque	hemorrágico	
9ª	Oficina	-	APGAR,	CAPURRO,	primeiros	cuidados	ao	RN
10
9ª Simulação
10ª Simulação
11
11ª Simulação
12ª Simulação
12 Nova síntese + Casos Body Interact
13
10ª	Oficina	-	Revisão	interpretação	de	radiografias
11ª	Oficina	-	Manejo	de	intoxicações	e	envenenamentos	na	infância
12ª	Oficina	-	Punção	liquórica
13ª	Oficina	-	Manejo	de	desidratação
14
13ª Simulação
14ª Simulação
15
15ª Simulação
16ª Simulação
16
Nova síntese + Casos Body Interact
APA Final do Semestre
17 Avaliação prática
18 Avaliação prática
19 Avaliação prática
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1515
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS
HABILIDADES
CIRÚRGICAS 
16
TOCE 
Técnica Operatória e 
Cirurgia Experimental
Quadro 3 - Habilidades cirúrgicas.
AULA CARGA 
HORÁRIA
TEÓRICA/ 
PRÁTICA TEMA OBJETIVOS ATIVIDADE
1
2 T
Apresentação do 
curso.
Hemorragia 
digestiva alta e 
baixa.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas da 
hemorragia digestiva alta e 
baixa.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Indicar o melhor 
tratamento.
TBL
2 P Drenagem de 
tórax. Realizar drenagem de tórax. Treino de 
habilidades
2
2 T
Abdome agudo: 
principais 
causas, sinais e 
sintomas, exames 
de imagem, 
diagnóstico 
diferencial e 
conduta.
Diferenciar os tipos de abdome 
agudo. TBL
2 P Toracocentese. Realizar toracocentese. Treino de 
habilidades
3
2 T
Abdome agudo 
inflamatório:	
colecistite e 
pancreatite.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas da colecistite 
e pancreatite.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Reconhecer	os	parâmetros	
para incisão e planos de acesso 
cirúrgico.
TBL
2 P
Avaliação do 
abdome agudo 
inflamatório.
Reconhecer os principais sinais 
e sintomas do abdome agudo 
inflamatório.
Cenário de 
simulação
17
4
2 T
Abdome agudo 
inflamatório:	
apendicite e 
diverticulite.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas da 
apendicite e diverticulite.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Reconhecer	os	parâmetros	
para incisão e planos de 
acesso cirúrgico.
TBL
2 P
Avaliação do 
abdome agudo 
inflamatório.
Reconhecer os principais sinais 
e sintomas do abdome agudo 
inflamatório.
Cenário de 
simulação
5
2 T Abdome agudo 
vascular.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas do 
abdome agudo vascular.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Indicar o melhor 
tratamento.
TBL
2 P Paracentese. Realizar paracentese. Treino de 
habilidades
6
2 T Abdome agudo 
obstrutivo.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas do 
abdome agudo obstrutivo.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Indicar o melhor 
tratamento.
TBL
2 P
Avaliação do 
abdome agudo 
obstrutivo.
Reconhecer os principais sinais 
e sintomas do abdome agudo 
obstrutivo.
Cenário de 
simulação
7
2 T
Cirurgia geral: 
hérnias de parede 
abdominal.
• Classificar	as	hérnias	da	
parede abdominal.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas de hérnias 
abdominais. 
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Indicar o melhor tratamento 
para	casos	específicos.
TBL
2 P
Fechamento 
da parede 
abdominal e 
hérnias.
• Realizar fechamento com 
técnica adequada (small 
bites).
• Utilizar	tela	onlay.
• Realizar sutura adequada e 
fechamento por planos.
Treino de 
habilidades 
(demonstração por 
vídeo)
18
8
2 T
Cirurgia geral: 
câncer	gástrico,	
esofágico e 
câncer	colorretal.
• Reconhecer os principais 
sinais	e	sintomas	do	câncer	
gástrico e esofágico.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Indicar o melhor 
tratamento.
TBL
2 P Cuidados com 
ostomias.
Realizar a troca de bolsa de 
ostomia, os cuidados com a 
pele, e a troca de sonda.
Treino de 
habilidades
9
2 T
Cirurgia vascular: 
mecanismo da 
coagulação, TEP, 
TVP e manejo 
do paciente 
em uso de 
anticoagulante.
• Reconhecer os principais 
sinais TEP e TVP.
• Indicar o melhor tratamento 
para	casos	específicos.
• Reconhecer fatores de risco 
e	fatores	de	profilaxia.
TBL
2 P
Acessos venosos 
periféricos e 
central, punção 
intraóssea – 
indicações e 
complicações.
• Realizar acesso venoso 
central e periférico.
• Realizar punção intraóssea.
Treino de 
habilidades
10
2 T Cirurgia plástica: 
tumores de pele.
• Classificar	os	tumores	de	
pele.
• Conhecer os princípios 
diagnósticos e de 
tratamento dos tumores de 
pele.
Treino de 
habilidades
2 P
Biópsias 
incisional e 
excisional.
Realizar biópsias incisional e 
excisional.
Treino de 
habilidades
11
2 T
Cirurgia plástica: 
abordagem inicial 
de queimados.
Manejar cirurgicamente uma 
queimadura. TBL
2 P
Procedimentos 
em cirurgia 
plástica: manejo 
inicial de 
queimados.
• Realizar curativos em 
queimados.
• Realizar o curativo de 
Browm.
Treino de 
habilidades
19
12
2 T
Afecções 
urológicas: litíase 
urinária, torção 
de testículo 
e prostatite. 
Hiperplasia 
prostática e 
neoplasias 
urológicas.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas.
• Diferenciar de outras 
hipóteses diagnósticas.
• Indicar o melhor tratamento 
para	casos	específicos.
TBL
2 P
Sondagem vesical 
em homem e 
mulher. Palpação 
de próstata.
• Realizar a sondagem vesical 
em homens e mulheres.
• Palpar a próstata.
Treino de 
habilidades
13
2 T
ATLS: 
atendimento 
inicial, trauma 
torácico e 
choque.
• Conhecer o protocolo 
XABCDE do trauma
• Discutir o tratamento 
para os principais tipos de 
choque.
• Controlar danos no 
atendimento às vítimas de 
trauma torácico e choque.
TBL
2 P
ATLS: 
atendimento 
inicial, via aérea e 
choque.
• Entubação; 
cricotireoidostomia por 
punção e cirúrgica.
• Realizar punção e drenagem 
de tórax.
Treino de 
habilidades
14
2 T
ATLS: trauma 
abdominal e 
pélvico.
• Conhecer o protocolo 
XABCDE do trauma.
• Discutir o tratamento para 
os traumas abdominal e 
pélvico.
• Controlar danos no 
atendimento às vítimas 
dos traumas abdominal e 
pélvico.
TBL
2 P
ATLS: trauma 
abdominal e 
pélvico.
Controlar danos no 
atendimento às vítimas dos 
traumas abdominal e pélvico.
Cenário de 
simulação
20
15
2 T
Cirurgia 
pediátrica: 
fimose,	
intussuscepção e 
outros.
• Reconhecer os principais 
sinais e sintomas das 
afecções cirúrgicas da 
população pediátrica.
• Indicar os melhores 
métodos de diagnóstico e 
tratamento para cada uma 
das afecções.
TBL
2 PATLS: 
atendimento de 
caso complexo.
Controlar danos no 
atendimento às vítimas dos 
traumas.
Cenário de 
simulação.
PRÁTICAS 
MÉDICAS NO 
SUS
8ª E T A P A
Cronograma
PMSUS
TEMA INTENCIONALIDADE DATA (a ser definida pela coordenação)
1
Acolhimento	dos	estudantes,	divisão	de	grupos	por	diversidade	(Reflexão	da	Prática).	
Discussão	do	funcionamento	da	8ª	Etapa	PMSUS	(Reflexão	da	Prática,	UBS	e	Estágio	
em	Atenção	Especializada	e	Urgência	e	Emergência).
2
Oficina	de	trabalho	1	-	As	doenças	exantemáticas	e	o	programa	nacional	de	
imunização
Nova Síntese 1
3
Oficina	de	trabalho	2	-	Linha	de	cuidado	da	obesidade	na	rede	de	atenção	à	saúde
Nova Síntese 2
D1 /AF Avaliação Cognitiva - D1 
4
Oficina	de	trabalho	3	–	Rede	de	atenção	as	urgências	e	emergências-RUE
Nova Síntese 3
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D1 /AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D1, APA E portfólio
5
Oficina	de	trabalho	4	-	A	organização	dos	serviços	hospitalares	na	RAS
Nova Síntese 4
6
Oficina	de	trabalho	5	-	Segurança	do	paciente
Nova Síntese 5
7 Roda de conversa: Organização dos serviços hospitalares
 na rede de atenção a saúde 
D2/AF Realizar Avaliação Cognitiva D2 e Data de Entrega de portfólio no Class Room
D2/AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D2, APA E portfólio
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24
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
8ª E T A P A
25
DESORDENS 
NUTRICIONAIS E 
METABÓLICAS
COMPLEXO TEMÁTICO I
26
27
Comida 
Bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de que? você tem fome de que?
a gente não quer só comida
a gente quer comida, diversão e arte. a gente não 
quer só comida,
a gente quer saída para qualquer parte. a gente não 
quer só comida,
a gente quer bebida, diversão, balé. a gente não quer 
só comida,
a gente quer a vida como a vida quer.
bebida é água. comida é pasto.
você tem sede de que? você tem fome de que?
a gente não quer só comer,
a gente quer comer e quer fazer amor. a gente não 
quer só comer,
a gente quer prazer pra aliviar a dor. a gente não 
quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade. a gente não quer 
só dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade. bebida é 
água.
comida é pasto.
você tem sede de que? você tem fome de que?
Composição: Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Brito 
Árvore
temática 1
29
OBJETIVOS GERAIS
Reconhecer os processos biológicos, psicológicos e sociais que 
desencadeiam distúrbios nutricionais e metabólicos, bem como 
suas características clínicas, métodos diagnósticos, intervenções 
terapêuticas e epidemiologia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Definir	 erros	 inatos	 do	 metabolismo	 e	 caracterizar	 os	 processos	
desencadeados por eles.
Identificar	 os	 aspectos	 clínicos,	 métodos	 diagnósticos	 e	 tratamento	
dos erros inatos do metabolismo.
Caracterizar as manifestações clínicas dos distúrbios hidroeletrolíticos, 
identificando	suas	causas,	consequências	para	o	organismo	e	o	manejo	
terapêutico.
Definir	 desnutrição,	 caracterizando	 as	 situações	 de	 subnutrição	 e	
obesidade.
Reconhecer	a	importância	da	educação	alimentar	como	prevenção	dos	
distúrbios nutricionais e metabólicos.
Caracterizar	os	distúrbios	da	tireoide,	paratireoides,	adrenal,	pâncreas	
e	hipófise,	que	levam	aos	distúrbios	nutricionais	e	metabólicos.
Identificar	 os	 processos	 pelos	 quais	 as	 doenças	 endócrinas	
desencadeiam distúrbios nutricionais e metabólicos.
Identificar	os	exames	complementares	para	diagnóstico	dos	distúrbios	
nutricionais e metabólicos.
Objetivos
30
Definir	 síndrome	 metabólica	 e	 caracterizar	 os	 processos	 que	 a	
desencadeiam e são desencadeados por ela.
Reconhecer as síndromes de má absorção, provocadas por doenças 
inflamatórias	intestinais,	alcoolismo,	cirrose	hepática,	etc.,	como	causa	
de distúrbios nutricionais e metabólicos.
Identificar	 as	 políticas	 públicas	 de	 atenção,	 prevenção	 e	 combate	 à	
desnutrição.
Caracterizar os transtornos alimentares.
Explicar as abordagens terapêuticas medicamentosas ou não 
medicamentosas para os distúrbios nutricionais e metabólicos. 
Definir	hipovitaminose,	suas	causas	e	manifestações	clínicas.
Identificar	 estados	 orgânicos	 alterados,	 como	 disfagias,	 alergias	 e	
problemas neurológicos, que têm como consequências os distúrbios 
nutricionais e metabólicos.
31
SP 1.1 - Já pode nascer assim?
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Pâncreas
• Microscopia
• Porção exócrina: acinos e ductos
• Porção endócrina: ilhotas de Largehans (células alfa e 
beta)
• Macroscopia
• Cabeça	do	pâncreas
• Processo uncinado
• Colo	do	pâncreas
• Corpo	do	pâncreas
• Cauda	do	pâncreas
http://ulife.com.br/inspirali
http://ulife.com.br/inspirali
http://ulife.com.br/inspirali
32
Rim
• Microscopia
• Néfron:	glomérulo,	cápsula	de	Bowman,	túbulo	proximal.	
Alça de Henle, túbulo dital e ducto coletor.
• Macroscopia
• Margem lateral
• Margem medial
• Hilo renal
• Seio renal
• Face anterior
• Face posterior
• Polo superior 
• Polo inferior 
• Cápsula	fibrosa
• Loja renal: gordura perirrenal (cápsula adiposa) e gordura 
pararrenal
Parênquima renal:
• Córtex renal
• Colunas renais
• Medula renal
• Pirâmides	renais	
• Base	da	pirâmide
• Papila renal (ápice)
• Artéria renal
• Veia renal
• Pelve renal
• Cálices renais maiores
• Cálices renais menores
Descrever	a	fisiopatologia	do	diabetes	mellitus	tipo	1	e	do	tipo	
2.
Descrever	as	alterações	microscópicas	no	pâncreas	de	pacientes	
diabéticos do tipo 1 e do tipo 2.
33
Citar as principais complicações crônicas do diabetes.
Descrever	a	fisiopatologia	da	vasculopatia	diabética	e	relacionar	
com os quadros de nefropatia, neuropatia e retinopatia.
Descrever as possíveis lesões renais no paciente diabético de 
longa	 data	 e	 explicar	 a	 importância	 da	 glomeruloesclerose	
nodular dentro deste contexto.
Identificar	o	pâncreas	e	os	rins	na	ultrassonografia,	tomografia	
computadorizada	 e	 ressonância	 magnética,	 com	 e	 sem	 a	
presença de contraste;
Descrever as alterações morfológicas observadas nos rins e no 
pâncreas	de	um	paciente	diabético	nos	exames	de	imagem.	
Discutir sobre o uso de contraste em pacientes diabéticos, 
especialmente naqueles usuários de metformina.
34
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
REFERÊNCIAS
35
Diagnóstico de diabetes
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente do sexo feminino, 59 anos, retorna à unidade básica de saúde para 
controle de Diabetes e entrega de exames solicitados na última consulta. 
Relata ser portadora de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) há 12 anos e há 
quatro faz o controle nesse centro de saúde, porém com outro médico. A 
paciente relata que desde o início do controle no presente centro de saúde 
conseguiu controlar sua glicemia devido a algumas mudanças no estilo de 
vida e uso de medicamentos. Iniciou o tratamento com Insulina NPH em 
associação com Nesina em 2013, porém em junho de 2016 foi retirada a 
Insulina	e	 acrescentado	Metformina	 com	manutenção	da	Nesina.	Afirma	
que nos últimos quatro meses apresentou hiporexia, porém não foi notado 
perda de peso. Apresentou uma intercorrência desde a última consulta, na 
qual a paciente foi internada em dezembro devido a uma crise asmática, 
sendo	atendida	em	unidade	de	pronto	atendimento	 (UPA).	Paciente	 trás	
diário de glicemia, com registro de glicose capilar pela manhã variando 
de	73	a	223	mg/dL,	com	média	inferiora	150	mg/dL;	Glicose	pós-prandial	
de 116 mg/dL e na noite variando de 70 a 173 mg/dL, com média de 100 
mg/dL. Trouxe também resultado dos seguintes exames: Creatinina: 0,6 
mg/dL;	 Taxa	 de	 filtração	 glomerular	 do	 adulto	 não	 negro	 >	 90	mL/min;	
Colesterol Total: 156 mg/dL; HDL: 68 mg/dL; VLDL: 25 mg/dL; LDL: 63 mg/
dL;	 Triglicérides:	 125	 mg/dL;	 Hemoglobina	 Glicada:	 7,3%;	 Glicose	 em	
jejum:	103	mg/dL;	Ureia:	 41	mg/dL;	 Além	da	Diabetes	Mellitus	 tipo	2	 a	
paciente também apresenta dislipidemia, asma, rinite alérgica, artrose de 
joelhos, depressão e Síndrome de Sjogren. Estatura de 1,54 m Peso de 57 
Kg IMC: 24 Kg/m² PA: 100/70 mmHg FC: 64 bpm FR: 24 irpm.
1)	Qual	a	importância	da	atenção	primaria	da	saúde	em	relação	a	DM?
2) A marcação do destro diário é mesmo necessário?
3)	Um	hábito	de	vida	saudável	tem	qual	impacto	na	vida	de	um	paciente	
com DM?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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36
Abul K. ABBAS, A. H. L. (2016). Patologia Básica. Em Robbins Patologo 
Básico 9 edição.
Smith, C., Marks, A. D., & Lieberman, M. (2007). Bioquímica Médica 
Básica de Marks.
MANCINI, Marcio Cercato et al. Tratado de obesidade. 2a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2015.	
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a, volume doenças do aparelho 
digestivo, nutrição e doenças nutricionais. a Ed. Barueri Manole, 2016. 
VILAR, Lúcio et al. Endocrinologia clínica. 6a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2017.	
BRUNTON,	 Laurence	 L;	CHABNER,	Bruce	A;	KNOLLMANN,	Bjorn	C.	As	
bases	farmacológicas	da	terapêutica	de	GOODMAN	&	GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
DE CARVALHO, Elisa; SILVA, Luciana Rodrigues; FERREIRA, Cristina 
Targa.	 Gastroenterologia	 e	 nutrição	 em	 pediatria.	 Barueri:	 Manole,	
2012. 
TSCHIEDEL,	 Balduino;	 PUNALES,	 Marcia.	 Insulinas:	 insulinizando	 o	
paciente com Diabetes. 2a Ed. São Paulo: AC Farmacêutica, 2013. 
WAJCHENBERG,	Bernardo	Leo;	LERÁRIO,	Antonio	Carlos;	BETTI,	Roberto	
Tadeu B. Diabetes Mellitus e doença cardiovascular. São Paulo: AC 
Farmacêutica, 2011. 
WAJCHENBERG,	Bernardo	Leo;	LERARIO,	Antonio	Carlos;	BETTI,	Roberto	
Tadeu Barcellos. Tratado de endocrinologia clínica. 2a Ed. São Paulo: 
AC Farmacêutica, 2014.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
37
SP 1.2 - Última gota!
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Microscopia:
• Túnicas íntima, muscular e adventícia.
Vascularização dos membros inferiores:
• Aa. Membros Inferiores
• femoral: a. femoral profunda
• poplítea
• tibial anterior: a. dorsal do pé
• tibial posterior: a. plantar medial e a. plantar lateral
• fibular
• Vv. Membros Inferiores
• Veias	superficiais:	V.	safena	parva	e	V.	safena	magna
• Veias	 profundas:	 Vv.	 fibulares,	 Vv.	 tibiais	 posteriores,	
Vv. tibiais anteriores, V. poplítea, V. femoral e V. femoral 
profunda
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38
Definir	 arterioesclerose;	 aterosclerose;	 arterioloesclerose	 e	
calcificação	da	média;	determinar	quais	destas	alterações	estão	
relacionadas	à	hipertensão	arterial	sistêmica	e	justificar.
Descrever	a	fisiopatologia	da	arterioloesclerose	hialina	e	suas	
possíveis complicações.
Descrever	 a	 fisiopatologia	 da	 hipertrofia	 concêntrica	 de	
ventrículo esquerdo e as alterações morfológicas envolvidas.
Descrever	 a	 fisiopatologia	 da	 nefroesclerose	 benigna	 e	 as	
alterações morfológicas envolvidas.
Compreender a indicação e a interpretação dos métodos de 
imagem,	principalmente	a	ultrassonografia	com	Doppler,	para	
avaliação de doença carotídea.
39
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
40
Diagnóstico de gota
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente masculino, 65 anos, com história prévia de gota em 
tratamento irregular, apresenta-se em consulta ambulatorial 
para acompanhamento. Refere crises persistentes de gota. Como 
antecedentes pessoais: hipertensão arterial (em uso de enalapril, 
atenolol), diabetes (metformina), dislipidêmico (atorvastatina). 
Antecedentes familiares: irmãos com gota e hipertensão; hábitos e 
vícios: tabagista e etilista, sedentário. Traz últimos exames laboratoriais 
(do mês anterior): creatinina de 1 mg/dl; ácido úrico: 10 mg/dl; ALT: 30.
1) Além dos exames laboratoriais apresentados, algum outro exame 
pode ser solicitado para o acompanhamento da gota?
2)	Quais	 hábitos	 existentes	 que	 precisam	 ser	 interrompidos	 para	 o	
tratamento adequado da gota?
3) O paciente em questão por ser idoso, precisa de um acompanhamento 
diferenciado?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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41
BERTOLUCCI,	 Paulo	 H	 F	 et	 al.	 Guias	 de	 Medicina	 Ambulatorial	 e	
Hospitalar	da	UNIFESP-EPM:	Neurologia.	Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia. 11a Ed. Barueri: Manole, 
2016. 
ROWLAND,	Lewis	P;	PEDLEY,	Timothy	A.	MERRITT:	Tratado	de	neurologia.	
12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011	
ABDO, Carmita Helena Najjar et al. , volume doenças dos olhos; doenças 
dos ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais. 2a Ed. 
Barueri: Manole, 2016. 
BRUNTON,	 Laurence	 L;	 CHABNER,	 Bruce	 A;	 KNOLLMANN,	 Bjorn	 C.	 As	
bases	farmacológicas	da	terapêutica	de	GOODMAN	&	GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL,	William	W.	DEJONG:	o	 exame	neurológico.	 7a	 Ed.	 Rio	de	
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI,	Giovanni	Guido;	LEITE,	Claudia	da	Costa;	ROCHA,	Manoel	de	Souza.	
Tratado	 de	 Radiologia	 InRad	 HCFMUSP,	 volume	 1:	 neurorradiologia,	
cabeça e pescoço. Barueri: Manole, 2017. 
MELO-SOUZA,	 Sebastiao	 Eurico;	 PAGLIOLI	 NETO,	 Eliseu;	 CENDES,	
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
REFERÊNCIAS
42
SP 1.3 - Estresse, complicação e mais estresse...
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Intestino delgado
• Microscopia:
• Mucosa: células absortivas, vilosidades e criptas.
• Submucosa
• Muscular
• Serosa
• Diferenciar a mucosa das diferentes partes do intestino 
delgado
• Macroscopia:
• Duodeno
• Parte superior
• Parte descendente
• Parte horizontal 
• Parte ascendente
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43
• Papila maior do duodeno (papila duodenal maior)
• Flexura duodenojejunal
• Jejuno (alças jejunais)
• Íleo (alças ileais)
• Vascularização
Tronco celíaco: 
• a. hepática comum: aa. pancreáticoduodenais superior 
anterior e superior posterior.
• A. mesentérica superior: ramos jejunais e ileais e aa. 
pacreaticoduodenais inferior anterior e inferior posterior.
• Descrever as veias tributárias do sistema porta.
Citar possíveis causas de síndrome de má absorção.
Diferenciar doença de Chron de retocolite ulcerativa, incluindo 
as diferenças macro e microscópicas entre elas.
Descrever as alterações radiológicas das principais Doenças 
Inflamatórias	Intestinais,	incluindo	suas	complicações.
44
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEYII, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
45
Diagnóstico de absorção intestinal
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente masculino, de 37 anos, tabagista, com doença de Crohn 
ileocólica e anal, diagnosticada aos 23 anos. Apresentou-se com 
dor abdominal e anal diarreia, rectorragias e supuração anal. Ao 
exame	proctológico	eram	visíveis:	 abcesso	perianal	 e	fissura	 anal.	 A	
colonoscopia	e	biópsia	das	lesões	confirmaram	o	diagnóstico.	A	doença	
evoluiu com múltiplas agudizações e intensa doença perianal. Foi 
submetido à drenagem cirúrgica de abcesso isquio-rectal e perianal. 
Percorreu	 diversas	 opções	 de	 terapêutica	médica,	 tendo	 finalmente	
alcançado, com metotrexato, a remissão clínica, mas não a remissão 
histológica.
1)	Quais	os	exames	mais	indicados	para	diagnostico	e	acompanhamento	
da DC?
2) Relacione o tabagismo com a piora da DC.
3) Caracterize os graus de DC.
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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46
Abul K. ABBAS, A. H. L. (2016). Patologia Básica. Em Robbins Patologo 
Básico 9 edição.
Smith, C., Marks, A. D., & Lieberman, M. (2007). Bioquímica Médica 
Básica de Marks.
MANCINI, Marcio Cercato et al. Tratado de obesidade. 2a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2015.	
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a, volume doenças do aparelho 
digestivo, nutrição e doenças nutricionais. a Ed. Barueri Manole, 2016. 
VILAR, Lúcio et al. Endocrinologia clínica. 6a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2017.	
BRUNTON,	 Laurence	 L;	 CHABNER,	 Bruce	 A;	 KNOLLMANN,	 Bjorn	 C.	 As	
bases	farmacológicas	da	terapêutica	de	GOODMAN	&	GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
DE CARVALHO, Elisa; SILVA, Luciana Rodrigues; FERREIRA, Cristina Targa. 
Gastroenterologia	e	nutrição	em	pediatria.	Barueri:	Manole,	2012.	
TSCHIEDEL,	 Balduino;	 PUNALES,	 Marcia.	 Insulinas:	 insulinizando	 o	
paciente com Diabetes. 2a Ed. São Paulo: AC Farmacêutica, 2013. 
WAJCHENBERG,	Bernardo	Leo;	LERÁRIO,	Antonio	Carlos;	BETTI,	Roberto	
Tadeu B. Diabetes Mellitus e doença cardiovascular. São Paulo: AC 
Farmacêutica, 2011. 
WAJCHENBERG,	Bernardo	Leo;	LERARIO,	Antonio	Carlos;	BETTI,	Roberto	
Tadeu Barcellos. Tratado de endocrinologia clínica. 2a Ed. São Paulo: 
AC Farmacêutica, 2014.
REFERÊNCIAS
47
SP 1.4	-	"Quando	ela	crescer	emagrece..."
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Sistema Límbico
• Componentes corticais:
• Giro	do	cíngulo;
• Giro	para-hipocampal;
• Hipocampo;
• Unco;
• Córtex pré-fronta;
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48
• Córtex órbitofrontal;
• Lobo da ínsula.
• Componentes subcorticais:
• Núcleos anteriores do tálamo;
• Núcleos mamilares;
• Núcleos habenulares;
• Área septal;
• Núcleo acumbens;
• Corpo amigdalóide.
Hipotálamo
• Núcleos mediais e laterais.
• Descrever a aferência através do nervo vago relacionada a 
distensão da parede do estômago e a sensação de saciedade.
• Descrever a sinalização hormonal relacionada a saciedade 
e a fome.
• Descrever a modulação do sistema límbico sob os núcleos 
hipotalâmicos	relacionados	com	fome	e	saciedade.
Fígado
• Microscopia:
• Lóbulo hepático: hepatócitos, trama reticular e capilares 
sinusoides;
• Espaço porta: arteríola, vênula e ducto.
• Descrever acino hepático e zonas funcionais
Citar as possíveis complicações da obesidade.
Relacionar a obesidade à doença hepática gordurosa (esteatose)
Descrever as características macro e microscópicas da esteatose 
hepática, bem como sua graduação histológica. 
Caracterizar	 a	 esteatose	 hepática	 na	 ultrassonografia,	 na	
tomografia	computadorizada	e	na	ressonância	magnética.
49
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
50
Diagnóstico de obesidade
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Mãe de uma criança de 16 meses procurou atendimento nutricional em 
ambulatório secundário, com queixa principal de ganho de peso em 
excesso na introdução da alimentação complementar. A queixa principal 
para a criança, conforme relato da mãe, foi ganho de peso em excesso. A 
paciente amamentou exclusivamente até os primeiros seis meses de vida, 
todavia,	na	 introdução	da	alimentação	complementar	houve	dificuldade	
em estabelecer uma dieta saudável devido à oferta frequente de 
alimentos	calóricos	sobre	a	influência	da	família.	Quanto	aos	antecedentes	
patológicos há relato de obesidade, diabetes mellitus tipo II, dislipidemias, 
hipertensão arterial sistêmica e doenças cardíacas para as três gerações. No 
histórico gestacional a mãe teve acompanhamento de quatro consultas de 
pré-natal,	ganho	de	peso	em	excesso	ao	final	da	gravidez	e	pré-eclâmpsia.	
Ao exame físico a criança apresentou índice de massa corporal elevado, 
peso	por	altura	e	peso	por	idade	com	percentil	>99.	A	análise	bioquímica	
evidenciou alteração dos níveis de hemoglobina. A inadequação alimentar 
foi avaliada por meio do recordatório de 24 horas (R24h) e questionário 
de	frequência	alimentar	(QFA).	Verificou-se	ingestão	energética	excessiva	
de 897,16 kcal/dia e consumo baixo de vitaminas A, C e cálcio, sendo 5,2 
µg, 17,6 mg e 53,31 mg respectivamente. O diagnóstico nutricional para o 
caso foi de obesidade. Encaminhou-se a paciente para acompanhamento 
de equipe multidisciplinar.
1)	Qual	 a	 importância	 da	 equipe	multidisciplinar	 para	 o	 tratamento	 em	
questão?
2) Como instruir a família para manter uma alimentação saudável e 
balanceada para uma criança?
3) Para o diagnóstico de obesidade além dos questionários, mais exames 
complementares podem ser solicitados?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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51
Abul K. ABBAS, A. H. L. (2016). Patologia Básica. Em Robbins Patologo 
Básico 9 edição.
Smith, C., Marks, A. D., & Lieberman, M. (2007). Bioquímica Médica 
Básica de Marks.
MANCINI, Marcio Cercato et al. Tratado de obesidade. 2a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2015.	
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a, volume doenças do aparelho 
digestivo, nutrição e doenças nutricionais. a Ed. Barueri Manole, 2016. 
VILAR, Lúcio et al. Endocrinologia clínica. 6a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2017.	
BRUNTON,	 Laurence	 L;	 CHABNER,	 Bruce	 A;	 KNOLLMANN,	 Bjorn	 C.	 As	
bases	farmacológicas	da	terapêutica	de	GOODMAN	&	GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
DE CARVALHO, Elisa; SILVA, Luciana Rodrigues; FERREIRA, Cristina Targa. 
Gastroenterologia	e	nutrição	em	pediatria.	Barueri:	Manole,	2012.	
TSCHIEDEL,	 Balduino;	 PUNALES,	 Marcia.	 Insulinas:	 insulinizando	 o	
paciente com Diabetes. 2a Ed. São Paulo: AC Farmacêutica, 2013. 
WAJCHENBERG,	Bernardo	Leo;	LERÁRIO,	Antonio	Carlos;	BETTI,	Roberto	
Tadeu B. Diabetes Mellitus e doença cardiovascular.São Paulo: AC 
Farmacêutica, 2011. 
WAJCHENBERG,	Bernardo	Leo;	LERARIO,	Antonio	Carlos;	BETTI,	Roberto	
Tadeu Barcellos. Tratado de endocrinologia clínica. 2a Ed. São Paulo: 
AC Farmacêutica, 2014.
REFERÊNCIAS
52
SP 1.5 - Acontece rapidamente...
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Glândula	suprarrenal
• Suprarrenal direita: formato piramidal
• Suprarrenal esquerda: formato de meia lua
Vascularização:
• Artérias suprarrenais: superiores, médias e inferiores
• Veias suprarrenais: direita e esquerda
Inervação: 
• plexo	celíaco	e	nervos	esplâncnicos
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53
Microscopia:
• Região cortical
• Cápsula 
• Zona	glomerulosa
• Zona	fasciculada
• Zona	reticulada.
• Zona	glomerulosa
Região medular
• Cordões de células
Descrever a hiperplasia, o adenoma e o carcinoma de suprarrenal.
Diferenciar as lesões acima do ponto de vista macroscópico.
Descrever as repercussões dessas lesões com base nas camadas 
corticais da suprarrenal e seus produtos.
Caracterizar	 as	 suprarrenais	 nos	 exames	 de	 tomografia	
computadorizada, correlacionando a morfologia habitual com a 
hiperplasia. 
Descrever os exames de imagem solicitados para a pesquisa 
de	puberdade	precoce,	a	fim	de	avaliar	os	principais	achados	
relacionados	às	glândulas	adrenais,	eixo	hipotálamo-hipofisário-
gonadal.
54
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
55
Diagnóstico de erros inatos no metabolismo
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Lactente, 10 meses, sexo feminino, com quadro clínico de vômitos 
pós-prandiais, precedidos de náusea e associados à diarreia de 
coloração esverdeada. Não apresentou febre. Foi diagnosticada com 
desidratação grave, iniciada terapêutica e hidratação venosa, sendo 
solicitada internação hospitalar. Durante a internação, observaram-
se	 hepatomegalia,	 criança	 irritadiça	 e	 parâmetros	 de	 crescimento	 e	
desenvolvimento muito inferiores aos adequados. Idade óssea era 
compatível a 3-6 meses. Foi realizada investigação para erro inato do 
metabolismo, fechando o diagnóstico para Doença de Andersen.
1) Caracterize a Doença de Andersen focando nos erros metabólicos.
2) Descreva glicogenoses.
3)	Quais	exames	podem	ser	solicitados	para	o	diagnóstico?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
56
BERTOLUCCI,	 Paulo	 H	 F	 et	 al.	 Guias	 de	 Medicina	 Ambulatorial	 e	
Hospitalar	da	UNIFESP-EPM:	Neurologia.	Barueri:	Manole,	2011.	
NITRINI, Ricardo et al. Condutas em neurologia. 11a Ed. Barueri: Manole, 
2016. 
ROWLAND,	Lewis	P;	PEDLEY,	Timothy	A.	MERRITT:	Tratado	de	neurologia.	
12a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2011	
ABDO, Carmita Helena Najjar et al. , volume doenças dos olhos; doenças 
dos ouvidos, nariz e garganta; neurologia; transtornos mentais. 2a Ed. 
Barueri: Manole, 2016. 
BRUNTON,	 Laurence	 L;	 CHABNER,	 Bruce	 A;	 KNOLLMANN,	 Bjorn	 C.	 As	
bases	farmacológicas	da	terapêutica	de	GOODMAN	&	GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.	
CAMPBELL,	William	W.	DEJONG:	o	 exame	neurológico.	 7a	 Ed.	 Rio	de	
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2014.	
CERRI,	Giovanni	Guido;	LEITE,	Claudia	da	Costa;	ROCHA,	Manoel	de	Souza.	
Tratado	 de	 Radiologia	 InRad	 HCFMUSP,	 volume	 1:	 neurorradiologia,	
cabeça e pescoço. Barueri: Manole, 2017. 
MELO-SOUZA,	 Sebastiao	 Eurico;	 PAGLIOLI	 NETO,	 Eliseu;	 CENDES,	
Fernando. Tratamento das doenças neurológicas. 3a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2013.
REFERÊNCIAS
57
Básica 
MANCINI, Marcio Cercato et al. Tratado de obesidade. 2a Ed. Rio de 
Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2015.
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a, volume doenças do aparelho 
digestivo, nutrição e doenças nutricionais. a Ed. Barueri Manole, 2016.
VILAR, Lúcio et al. Endocrinologia clínica. 6a Ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara	Koogan,	2017.
Complementar 
BRUNTON,	 Laurence	 L;	 CHABNER,	 Bruce	 A;	 KNOLLMANN,	 Bjorn	 C.	 As	
bases	farmacológicas	da	terapêutica	de	GOODMAN	&	GILMAN.	12a	Ed.	
Porto	Alegre:	Mc	Graw	Hill,	2012.
DE CARVALHO, Elisa; SILVA, Luciana Rodrigues; FERREIRA, Cristina Targa.
Gastroenterologia	e	nutrição	em	pediatria.	Barueri:	Manole,	2012.
TSCHIEDEL,	 Balduino;	 PUNALES,	 Marcia.	 Insulinas:	 insulinizando	 o	
paciente com Diabetes. 2a Ed. São Paulo: AC Farmacêutica, 2013.
WAJCHENBERG,	 Bernardo	 Leo;	 LERÁRIO,	 Milton	 Maricélia;	 BETTI,	
Roberto Tadeu B. Diabetes Mellitus e doença cardiovascular. São Paulo: 
AC Farmacêutica, 2011.
WAJCHENBERG,	 Bernardo	 Leo;	 LERARIO,	 Milton	 Maricélia;	 BETTI,	
Roberto Tadeu Barcellos. Tratado de endocrinologia clínica. 2a Ed. São 
Paulo: AC Farmacêutica, 2014.
REFERÊNCIAS SUGERIDAS
58
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1
2
3
4
5
6
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EMERGÊNCIAS
COMPLEXO TEMÁTICO II
“Entre	as	dificuldades	se	esconde	a	oportunidade.”
Albert Einstein 
Árvore
temática 2
62
OBJETIVOS GERAIS
Compreender os principais quadros que mobilizam remoção 
e atendimento em serviço de emergência, associando-os às 
manifestações clínicas e tratamento ao paciente e à orientação e 
apoio às vítimas e familiares.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Caracterizar os aspectos semiológicos e terapêuticos da crise 
hipertensiva	e	das	insuficiências	respiratória,	hepática	e	renal	aguda	
associando	o	processo	fisiopatológico	às	manifestações	clínicas.
Reconhecer	os	processos	e	mecanismos	que	desencadeiam	deficiência	
de perfusão tecidual.
Caracterizar os aspectos semiológicos, clínicos e terapêuticos dos 
quadros	 hipotensivos,	 associando	 os	 processos	 fisiopatológicos	 que	
podem culminar em choque e parada cardiorrespiratória.
Identificar	as	principais	causas	de	intoxicações	agudas	e	caracterizar	a	
abordagem em serviço de emergência.
Reconhecer a forma de elaboração e aplicação dos algoritmos de 
investigação	diagnóstica	das	arritmias,	identificando	sua	importância	
na terapêutica em serviço de emergência.
Descrever os aspectos clínicos da cianose e relacionar com 
descompensação	 de	 doenças	 respiratórias	 e	 com	 a	 insuficiência	
respiratória.
Reconhecer o edema agudo de pulmão e descrever seu tratamento.
Objetivos
63
Identificar	as	causas	de	desidratação	aguda	e	seu	tratamento.
Reconhecer as etapas para abordagem a pacientes com sangramento.
Identificar	as	causas	e	o	manejo	dos	quadros	de	hipovolemia.
Caracterizar o paciente de risco para sepse, os mecanismos envolvidos 
e indicar as medidas para prevenção e tratamento em unidades de 
emergência.
Identificar	 as	 causas	 e	 os	 mecanismos	 pelos	 quais	 se	 desenvolvem	
alterações súbitas de comportamento, agitação psicomotora e 
alterações da consciência.
Reconhecer os aspectos epidemiológicos da tentativa de suicídio e a 
abordagem em emergência, assim como as medidas de orientação e 
suporte para paciente e familiares.
Descrever as medidas terapêuticas para tratamento da convulsão.
Descrever os aspectos semiológicos e clínicos do diagnóstico de 
meningite em unidade de emergência.
Caracterizar hipertensão intracraniana e medidas de manejo clínico e 
cirúrgico reconhecendo a necessidade de trabalho inter-equipes.
Caracterizar os aspectos epidemiológicos do trauma.Identificar	as	etapas	de	abordagem	no	atendimento	pré-hospitalar	e	
hospitalar para trauma.
Reconhecer	 topografia	 e	 manejo	 de	 trauma	 raquimedular,	 trauma	
crânio-	encefálico,	fraturas,	ruptura	de	vísceras	e	de	queimados.
Identificar	 as	 políticas	 públicas	 de	 regulação	 de	 vagas	 e	 de	
desencadeamento	de	remoção	(SAMU	e	Resgate).
64
Caracterizar a Doença Hipertensiva na gestante, suas manifestações e 
complicações que comprometem o binômio materno-fetal.
Reconhecer	os	aspectos	legais	e	a	importância	do	boletim	de	ocorrência	
policial nas unidades de emergência.
65
SP 2.1 - Essa dor vai me matar?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Microscopia
• Descrever as características histológicas da parede dos vasos 
sanguíneos.
• Túnicas íntima, média e adventícia.
Macroscopia
• Artéria coronária direita - Processo uncinado
• Ramo marginal direito
• Ramo do nó sino-atrial
• Ramo do cone arterial
• Ramo interventricular posterior
• Artéria coronária esquerda
• Ramo interventricular anterior
• Ramo lateral (diagonal)
• Ramo	circunflexo
• Ramo marginal esquerdo
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66
Recordar	a	fisiopatologia	da	aterosclerose	coronariana.
Descrever	a	fisiopatologia	do	infarto	agudo	do	miocárdio.
Descrever os possíveis tipos de infarto agudo do miocárdio com 
base na morfologia.
Descrever as alterações do miocárdio desde o início da lesão 
até sua cicatrização, relacionando com imagens microscópicas.
Discutir o papel da coloração de Tricrômico de Masson na análise 
histológica de um infarto pregresso.
Definir	e	descrever	o	método	que	avalia	o	"Score"	de	cálcio	nos	
exames de imagem; 
Compreender	a	indicação	e	a	interpretação	da	angiotomografia	
de coronárias. 
Entender	 o	 papel	 da	 Cintilografia	 com	 perfusão	 miocárdica,	
descrevendo o tipo de radiofármaco utilizado e respectiva via 
de administração.
67
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
68
Diagnóstico de infarto agudo do miocárdio 
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente do sexo masculino, 62 anos, negro, procurou o Hospital de 
urgência	de	Palmas	com	queixas	de	“forte	dor	no	peito”.	A	dor	em	aperto	
em região precordial que iniciou há 10 dias com piora progressiva é 
agravada após moderado esforço físico como caminhar dois quarteirões 
planos, ou subir dois lances de escadas e dura pouco tempo, com 
melhora após repouso. No momento da consulta a intensidade é 8, numa 
escala de 0 a 10. Paciente referiu apresentar também desconforto em 
região de dorso e membro superior esquerdo. Refere ainda que sente 
palpitações, náuseas e tonturas. Em relação aos antecedentes pessoais, 
paciente é hipertenso, diabético, obeso e tabagista. Relata histórico 
familiar de infarto agudo do miocárdio (pai faleceu aos 50 anos) e de 
hipertensão (mãe hipertensa). Ao exame físico, o paciente encontrava-
se em regular estado geral, lúcido, orientado em tempo e em espaço, 
afebril, leve cianose em extremidades (1+/4+), anictérico, hidratado, 
taquipneico (26irpm), taquicárdico (128 bpm) e com pressão arterial 
de	 170/130	 mmHg	 e	 Saturação	 de	 Oxigênio	 de	 88%	 .	 O	 paciente	
foi encaminhado para realização de eletrocardiograma que mostrou 
desnivelamento supra do segmento ST de 2 mm na parede anterior. 
Após	6h,	desenvolveu	inversão	na	onda	T,	onda	Q	patológica,	além	da	
presença	de	onda	U	invertida	transitória.	Na	pesquisa	de	marcadores	
bioquímicos de lesão miocárdica houve elevação das troponinas acima 
do percentil 99 do limite máximo de referência, porém a CK-MB massa 
estava dentro da normalidade.
1)	Que	fatores	influenciam	no	desenvolvimento	do	infarto?
2)	Quais	seriam	os	diagnósticos	diferenciais?
3)	Qual	é	o	objetivo	do	eletrocardiograma?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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69
MARTINS, Herlon Saraiva et al. Disciplina de Emergências Clínicas 
HCFMUSP:	Medicina	 de	 emergência	 abordagem	prática.	 12a	 Ed.	 São	
Paulo: Manole, 2017. 
MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; 
AWADA, Soraia Barakat. Pronto-Socorro: Medicina de emergência. 3a 
Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a volume doenças cardiovasculares, 
doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva. 2a Ed. Barueri: 
Manole, 2016. 
BORGES,	 Durval	 Rosa;	 ATALLAH,	 Álvaro	 Nagib;	 BIROLINI,	 Dario.	
Atualização	 terapêutica	 de	 Prado,	 Ramos	 e	 Valle:	 Urgências	 e	
emergências 2014-2015. 2a Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
FERREIRA,	 Lydia	 Masako;	 ODO,	 Letícia	 Megumi.	 Guias	 de	 medicina	
ambulatorial	 e	 hospitalar	 da	 UNIFESP-EPM:	 Cirurgia:	 urgências	 e	
emergências. São Paulo: Manole, 2011. 
LA TORRE, Fabiola Peixoto Ferreira et al. Emergências em pediatria: 
Protocolos da Santa Casa de São Paulo. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
SCALABRINI NETO, Augusto; DIAS, Roger Daglius; VELASCO, Irineu 
Tadeu.	Disciplina	de	 Emergências	Clínicas	HCFMUSP:	 Procedimentos	
em emergências. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2016. 
TIMMERMAN,	Sergio;	GONZALEZ,	Maria	Margarita	Castro;	GEOVANINI,	
Glaucylara	Reis.	Eletrocardiograma	na	sala	de	emergências:	guia	prático	
de diagnóstico e condutas terapêuticas. 2a Ed.
REFERÊNCIAS
70
SP 2.2	-	Under	pressure
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Arteria carotida interna (Descrever a origem, trajeto no pescoço, 
no interior do sifão carotídeo e intracraniano)
• A. a. Oftálmicas
• A. a Comunicantes posteriores
• A. a. Coriodeias anteriores
• A. a. Cerebrais medias
• A. a. Cerebrais anteriores – a. comunicante anterior
Arteria vertebral (Descrever a origem, trajeto no pescoço, no 
interior do sifão carotídeo e intracraniano)
• A. a. espinais posteriores
• A. espinal anterior
• A. a. cerebelares inferiores posteriores
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71
Arteria basilar
• A. a. cerebelares superiores
• A. a. cerebelares inferiores anteriores
• A. a. do labirinto
• Ramos pontinos
• A. a. cerebrais posteriores
Descrever as artérias que compõem o círculo arterial do cérebro.
Descrever	os	territórios	de	irrigação	superficial	e	profundo	das	
artérias cerebrais (anterior, média e posterior).
Definir	doença	cerebrovascular	hipertensiva	e	citar	as	possíveis	
alterações envolvidas.
Definir	encefalopatia	hipertensiva	e	descrever	suas	alterações.
Citar possíveis diagnósticos diferenciais de encefalopatia 
hipertensiva.
Identificar	as	principais	complicações	encefálicas	da	Hipertensão	
Arterial Sistêmica.
72
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
REFERÊNCIAS
73
Diagnóstico de encefalopatia hipertensiva
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente	 de	 56	 anos,	 negra,	 feminina,	 levada	 por	 sua	 filha,	 chega	
ao prontosocorro com confusão mental, acompanhada de cefaleia 
intensa generalizada, de intensidade 9, numa escala de 0 a 10, náuseas 
e vômitos em jatos há 3 horas. Devido aos altos níveis pressóricos e 
comprometimento	 neurológico,	 a	 paciente	 foi	 encaminhada	 a	 UTI.	
Quanto	aos	seus	antecedentes	pessoais	e	familiares,	a	paciente	relata	
ser tabagista 30 anos/maço e hipertensa, fazendo uso de Higroton® 
25mg de forma não regular (só toma quando se lembra). Seu pai era 
portador de HAS e faleceu aos 67 anos após IAM. Sua mãe é viva e é 
portadora de DMII e HAS. Ao exame físico, a paciente apresentava-se 
em regular estado geral, afebril, acianótica, anictérica, descorada (+/4, 
edema discreto em MMII ( +/4+). Apresenta papiledema à fundoscopia 
e encontra- se hipertensa (PA: 210x 120 mmHg), taquicárdica (104 
bpm) e taquipnéica (28 irpm), e sem mais alterações no exame físico 
IMC: 32,8 (obesidade grau I) (P: 86 kg A: 1,62 m). Foi feita TC de 
crânio,	que	descartou	acidente	vascular	encefálico.	HD:	encefalopatia	
hipertensiva TRATAMENTO: Nitroprussiato de Sódio EV – 43 um (sinal 
de micro)/ min (0,25 – 10 /kg/ min) Fisiopatologia: a encefalopatia 
hipertensiva é uma situação clínica aguda.
1)	Quais	os	principais	diagnósticos	diferenciais	para	este	caso?
2) Correlacione a hipertensão arterial com a encefalopatia hipertensiva.
3)	Quais	os	riscos	da	encefalopatia	não	diagnosticada	corretamente	ou	
a tempo?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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74
MARTINS, Herlon Saraiva et al. Disciplina de Emergências Clínicas 
HCFMUSP:	Medicina	 de	 emergência	 abordagem	prática.	 12a	 Ed.	 São	
Paulo: Manole, 2017. 
MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; 
AWADA, Soraia Barakat. Pronto-Socorro: Medicina de emergência. 3a 
Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a volume doenças cardiovasculares, 
doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva. 2a Ed. Barueri: 
Manole, 2016. 
BORGES,	 Durval	 Rosa;	 ATALLAH,	 Álvaro	 Nagib;	 BIROLINI,	 Dario.	
Atualização	 terapêutica	 de	 Prado,	 Ramos	 e	 Valle:	 Urgências	 e	
emergências 2014-2015. 2a Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
FERREIRA,	 Lydia	 Masako;	 ODO,	 Letícia	 Megumi.	 Guias	 de	 medicina	
ambulatorial	 e	 hospitalar	 da	 UNIFESP-EPM:	 Cirurgia:	 urgências	 e	
emergências. São Paulo: Manole, 2011. 
LA TORRE, Fabiola Peixoto Ferreira et al. Emergências em pediatria: 
Protocolos da Santa Casa de São Paulo. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
SCALABRINI NETO, Augusto; DIAS, Roger Daglius; VELASCO, Irineu 
Tadeu.	Disciplina	de	 Emergências	Clínicas	HCFMUSP:	 Procedimentos	
em emergências. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2016. 
TIMMERMAN,	Sergio;	GONZALEZ,	Maria	Margarita	Castro;	GEOVANINI,	
Glaucylara	Reis.	Eletrocardiograma	na	sala	de	emergências:	guia	prático	
de diagnóstico e condutas terapêuticas. 2a Ed.
REFERÊNCIAS
75
SP 2.3 - Carro ou arma?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Descrever os limites das cavidades torácica e abdominopélvica.
Descrever	a	topografia	de:
• Pulmões e pleuras;
• Coração;
• Mediastino;
• Fígado;
• Baço;
• Espaço de Traube;
• Rins.
76
Definir	morte	súbita.
Explicar como deve ser preenchido o atestado de óbito.
Discorrer	sobre	a	importância	do	adequado	preenchimento	do	
atestado de óbito.
Definir	 os	 critérios	 de	 encaminhamento	 do	 cadáver	 para	
autópsia	no	Serviço	de	Verificação	de	Óbito	 (SVO)	e	 Instituto	
Médico Legal (IML).
Reconhecer	 a	 importância	 dos	 exames	 de	 imagem	 no	
atendimento de um politraumatizado;
Descrever	o	protocolo	FAST	de	ultrassonografia.
Compreender	 a	 indicação	 e	 a	 interpretação	da	 tomografia	de	
corpo inteiro no contexto de trauma. 
77
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
78
Diagnóstico de politraumatismo
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente, 29 anos, sexo feminino, vítima de acidente motocicleta x caminhão, 
foi	 atendida	 no	 Hospital	 Unimed	 de	 Araçatuba,	 possuindo	 suspeita	 de	
múltiplas fraturas em face, membros superiores e inferiores e coluna 
cervical. Após avaliação e liberação do serviço de neurocirurgia a mesma 
foi avaliada pela equipe de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial 
foram acionadas para avaliação das suas áreas de interesse, pela ortopedia 
foi	constatada	fratura	em	membros	superiores	e	inferiores,	pélvis	e	fissuras	
em vértebras lombares. Já pela CTBMF foi possível observar degrau ósseo 
palpável em infraórbita D, perda de projeção malar D, FCC em lábio, perda 
de projeção mentual, FCC em região submentual D com exposição óssea, 
FCC em fundo de fórnix mandibular. Como planejamento para abordagem 
das	 fraturas	 em	 face	 foi	 definido	 que	 seriam	 abordadas	 as	 fraturas	 em	
sutura fronto-zigomática esquerda, rebordo infraorbitário bilateral, pilares 
canino	 e	 zigomático	 bilateral,	 parassinfise	 mandibular	 direita	 e	 ângulo	
mandibular esquerdo. Após as primeiras 72h edema compatível com o 
procedimento foi observado em terço médio e inferior da face, limitação 
de abertura bucal por dor, deglutição normal, movimentos oculares e 
acuidade visual preservadas. A paciente segue em acompanhamento pela 
equipe de CTBMF. Conclui-se que a apropriada hierarquização do trabalho 
cirúrgico permite a recuperação do paciente a médio e longo prazo seja 
satisfatória, visando qualidade de vida.
1)	Qual	a	importância	de	solicitar	exame	de	gasometria	arterial	para	um	
paciente politraumatizado?
2) Como deve ser feito o acompanhamento de pacientes politraumatizados?
3)	 Quais	 os	 exames	 de	 imagem	 necessários	 para	 se	 fazer	 quando	 um	
paciente chega após um politrauma?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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79
MARTINS, Herlon Saraiva et al. Disciplina de Emergências Clínicas 
HCFMUSP:	Medicina	 de	 emergência	 abordagem	prática.	 12a	 Ed.	 São	
Paulo: Manole, 2017. 
MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; 
AWADA, Soraia Barakat. Pronto-Socorro: Medicina de emergência. 3a 
Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a volume doenças cardiovasculares, 
doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva. 2a Ed. Barueri: 
Manole, 2016. 
BORGES,	 Durval	 Rosa;	 ATALLAH,	 Álvaro	 Nagib;	 BIROLINI,	 Dario.	
Atualização	 terapêutica	 de	 Prado,	 Ramos	 e	 Valle:	 Urgências	 e	
emergências 2014-2015. 2a Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
FERREIRA,	 Lydia	 Masako;	 ODO,	 Letícia	 Megumi.	 Guias	 de	 medicina	
ambulatorial	 e	 hospitalar	 da	 UNIFESP-EPM:	 Cirurgia:	 urgências	 e	
emergências. São Paulo: Manole, 2011. 
LA TORRE, Fabiola Peixoto Ferreira et al. Emergências em pediatria: 
Protocolos da Santa Casa de São Paulo. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
SCALABRINI NETO, Augusto; DIAS, Roger Daglius; VELASCO, Irineu 
Tadeu.	Disciplina	de	 Emergências	Clínicas	HCFMUSP:	 Procedimentos	
em emergências. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2016. 
TIMMERMAN,	Sergio;	GONZALEZ,	Maria	Margarita	Castro;	GEOVANINI,	
Glaucylara	Reis.	Eletrocardiograma	na	sala	de	emergências:	guia	prático	
de diagnóstico e condutas terapêuticas. 2a Ed.
REFERÊNCIAS
80
SP 2.4 - É só um resfriado?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Microscopia:
• Bronquíolos: terminais e respiratórios;
• Sacosalveolares;
• Alvéolos:	epitélio	pavimentoso	simples	e	lâmina	própria	
de tecido conjuntivo.
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81
Macroscopia: 
• Árvore bronquial
• Brônquio principal direito
• Brônquio lobar superior
• Brônquio lobar médio
• Brônquio lobar inferior
• Brônquios segmentares
• Brônquio principal esquerdo
• Brônquio lobar superior
• Brônquio lobar inferior
• Brônquios segmentares
Pulmão
• Base do pulmão
• Ápice do pulmão
• Face costal
• Face mediastinal
• Impressão cardíaca (pulmão esquerdo)
• Face diafragmática
• Face interlobar
• Hilo do pulmão
• Raiz do pulmão
• Pulmão direito: Lobo superior, Lobo médio, Lobo inferior, 
Fissura oblíqua e Fissura horizontal.
• Pulmão esquerdo: Língula, Lobo superior, Lobo inferior e 
Fissura oblíqua.
Diferenciar	exsudato	de	transudato,	explicando	a	fisiopatologia	
envolvida em cada um deles.
Descrever	a	fisiopatologia	da	pneumonia	aguda	purulenta.
Diferenciar pneumonia lobar de broncopneumonia.
Citar os agentes etiológicos mais frequentes em relação às 
faixas etárias.
Descrever os achados de imagem relacionados a infecções 
pulmonares agudas, possibilitando a diferenciação de condições 
como atelectasia e derrame pleural.
82
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
83
Diagnóstico de derrame pleural
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente do sexo feminino, 82 anos, dá entrada na Emergência 
apresentando quadro clínico de tosse seca, trepopneia e dor do 
tipo pleurítica, alegando piora progressiva do quadro nos últimos 
meses. No exame físico da paciente foi observado uma redução da 
expansibilidade torácica, FTV diminuído, MV diminuído e macicez à 
percussão. Como antecedentes clínicos da paciente temos: HAS, DM 
tipo	2,	Hipercolesterolemia	e	História	Clínica	de	Câncer	de	Mama	há	
10 anos atrás, que foi tratado na ocasião, porém há 1 ano atrás foi 
observado	a	presença	de	metástase	pulmonar.	Radiografia	simples	de	
tórax que evidenciou derrame pleural. Foram iniciados Amoxicilina/
clavulanato + Azitromicina, coletando escarro induzido com pesquisa 
de BAAR negativa (em 2 amostras). A paciente foi transferida ao Hospital 
em 10/04/17, para investigação diagnóstica, estando há 2 dias em uso 
de	 Ciprofloxacino	 e	 Metronidazol,	 mantendo	 imagem	 de	 derrame	 a	
radiografia	de	tórax,	porém	com	melhora	das	queixas	iniciais.	Paciente	
hemodinamicamente estável, emagrecida, eupneica em ar ambiente, 
hipocorada (++/++++), apresentando murmúrio vesicular abolido em 
2/3	inferiores	de	hemitórax	direito	com	crepitações	difusas.	Uréia	22	
mg/dL;	Creatinina	0,5	mg/dL;	Glicemia	250	mg/dL;	Sódio	140	mEq/L;	
Potássio 4,5 mEq/L.
1)	Relacione	derrame	pleural	com	insuficiência	cardíaca.
2)	Qual	a	importância	do	exame	de	cultura	do	líquido	pleural?
3) Na coleta e processamento do liquido pleural, qual a primeira 
característica a se reconhecer?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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84
MARTINS, Herlon Saraiva et al. Disciplina de Emergências Clínicas 
HCFMUSP:	Medicina	 de	 emergência	 abordagem	prática.	 12a	 Ed.	 São	
Paulo: Manole, 2017. 
MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; 
AWADA, Soraia Barakat. Pronto-Socorro: Medicina de emergência. 3a 
Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a volume doenças cardiovasculares, 
doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva. 2a Ed. Barueri: 
Manole, 2016. 
BORGES,	 Durval	 Rosa;	 ATALLAH,	 Álvaro	 Nagib;	 BIROLINI,	 Dario.	
Atualização	 terapêutica	 de	 Prado,	 Ramos	 e	 Valle:	 Urgências	 e	
emergências 2014-2015. 2a Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
FERREIRA,	 Lydia	 Masako;	 ODO,	 Letícia	 Megumi.	 Guias	 de	 medicina	
ambulatorial	 e	 hospitalar	 da	 UNIFESP-EPM:	 Cirurgia:	 urgências	 e	
emergências. São Paulo: Manole, 2011. 
LA TORRE, Fabiola Peixoto Ferreira et al. Emergências em pediatria: 
Protocolos da Santa Casa de São Paulo. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
SCALABRINI NETO, Augusto; DIAS, Roger Daglius; VELASCO, Irineu 
Tadeu.	Disciplina	de	 Emergências	Clínicas	HCFMUSP:	 Procedimentos	
em emergências. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2016. 
TIMMERMAN,	Sergio;	GONZALEZ,	Maria	Margarita	Castro;	GEOVANINI,	
Glaucylara	Reis.	Eletrocardiograma	na	sala	de	emergências:	guia	prático	
de diagnóstico e condutas terapêuticas. 2a Ed.
REFERÊNCIAS
85
SP 2.5 - Cuidar dos nove meses
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Artéria ilíaca interna:
• Artéria umbilical - artéria vesical superior
• Artéria vesical inferior;
• Artéria retal média;
• Artéria uterina - artéria vaginal;
• Artéria obturatória;
• Artéria pudenda interna;
• Artéria iliolombar;
• Artérias sacrais laterais;
• Artéria glútea superior;
• Artéria glútea inferior.
Descrever	a	fisiopatologia	da	pré-eclâmpsia	e	eclâmpsia.
Citar as possíveis complicações deste quadro.
Compreender os achados que indicam sofrimento fetal na 
ultrassonografia	obstétrica	com	Doppler.	
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86
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
87
Diagnóstico de pré-eclâmpsia
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente	 feminino,	17	anos,	estudante,	 compareceu	a	UBS	para	uma	
consulta de acompanhamento pré-natal com idade gestacional de 33 
semanas. Refere que há 3 dias surgiu um mal-estar acompanhado com 
cefaleia na região frontociptal, pulsátil, de início súbito e constante, de 
intensidade de 5 em uma escala de 0-10, sem irradiação e não refere 
presença de fatores de melhora e piora. Relata ter usado dipirona 500 
mg de 8/8 horas por conta própria, com o objetivo do alívio da dor, 
entretanto não obteve resultado. Além disso, narra que nos últimos 
2 dias iniciou com uma turvação da visão que piora com o decorrer 
do dia. Ademais, refere que na última semana vem percebendo a 
presença de uma urina espumosa e edema de membros inferiores. 
Alega também presença constante de movimentos fetais. Nega febre, 
náuseas, vômitos, dor abdominal, dispneia, oligúria e hipoestesia. Nega 
também doenças crônicas pré-existentes como hipertensão arterial 
sistêmica e diabetes mellitus. Diante disso, refere que essa condição 
vem impossibilitando de realizar suas tarefas diárias e afetando 
negativamente seu humor. Ao exame físico foram encontrados os 
seguintes achados: PA: 160×120; FC: 98 bpm; FR: 20 irpm; Temperatura 
axilar: 36,8ºC; Peso:79 kg; Altura:1,68m; IMC: 28,01; Saturação O2: 
98%	Paciente	com	bom	estado	geral	e	nutricional,	lúcida	e	orientada	no	
tempo e no espaço, escleras anictéricas e mucosas coradas,acianótica e 
hidratada. Cadeias de linfonodos pesquisadas e tireóide não palpáveis, 
exibindo edema em MMII ++/4+. Exame do aparelho respiratório 
dentro da normalidade com tórax normal, sem abaulamento, retrações 
ou cicatrizes. Eupneica com expansibilidade preservada em ápices e 
bases, com presença de frêmitos tóraco-vocal. Ausculta com som claro 
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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88
pulmonar e murmúrios vesiculares presentes e bem distribuídos com 
ausência de ruídos adventícios. O exame cardíaco apresenta precórdio 
calmo, sem frêmitos, com ictus cordis palpável equivalente a duas 
polpas digitais e não visível. Bulhas rítmicas, normofonéticas em dois 
tempos, sem sopros. Ao que tange ao exame obstétrico evidencia feto 
em situação longitudinal, apresentação cefálica e dorso à esquerda. 
Altura uterina de 33 cm sendo compatível com a idade gestacional e 
BCF 135 bpm.
1) Como é realizado o diagnóstico dessa condição?
2)	Quais	são	as	complicações	diante	do	provável	diagnóstico?
3)	Quais	são	os	fatores	clínicos	e	laboratoriais	que	indicam	agravamento	
dessa condição?
89
MARTINS, Herlon Saraiva et al. Disciplina de Emergências Clínicas 
HCFMUSP:	Medicina	 de	 emergência	 abordagem	prática.	 12a	 Ed.	 São	
Paulo: Manole, 2017. 
MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; 
AWADA, Soraia Barakat. Pronto-Socorro: Medicina de emergência. 3a 
Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a volume doenças 
cardiovasculares, doenças respiratórias, emergências e terapia 
intensiva. 2a Ed. Barueri: Manole, 2016. 
BORGES,	 Durval	 Rosa;	 ATALLAH,	 Álvaro	 Nagib;	 BIROLINI,	 Dario.	
Atualização	 terapêutica	 de	 Prado,	 Ramos	 e	 Valle:	 Urgências	 e	
emergências 2014-2015. 2a Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
FERREIRA,	 Lydia	 Masako;	 ODO,	 Letícia	 Megumi.	 Guias	 de	 medicina	
ambulatorial	 e	 hospitalar	 da	 UNIFESP-EPM:	 Cirurgia:	 urgências	 e	
emergências. São Paulo: Manole, 2011. 
LA TORRE, Fabiola Peixoto Ferreira et al. Emergências em pediatria: 
Protocolos da Santa Casa de São Paulo. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2013. 
SCALABRINI NETO, Augusto; DIAS, Roger Daglius; VELASCO, Irineu 
Tadeu.	Disciplina	de	 Emergências	Clínicas	HCFMUSP:	 Procedimentos	
em emergências. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2016. 
TIMMERMAN,	Sergio;	GONZALEZ,	Maria	Margarita	Castro;	GEOVANINI,	
Glaucylara	Reis.	Eletrocardiograma	na	sala	de	emergências:	guia	prático	
de diagnóstico e condutas terapêuticas. 2a Ed.
REFERÊNCIAS
90
Básica 
MARTINS, Herlon Saraiva et al. Disciplina de Emergências Clínicas 
HCFMUSP:	Medicina	 de	 emergência	 abordagem	prática.	 12a	 Ed.	 São	
Paulo: Manole, 2017.
MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; 
AWADA, Soraia Barakat. Pronto-Socorro: Medicina de emergência. 3a 
Ed. São Paulo: Manole, 2013.
MARTINS, Mílton de Arruda et al. C a a volume doenças cardiovasculares, 
doenças respiratórias, emergências e terapia intensiva. 2a Ed. Barueri: 
Manole, 2016.
Complementar 
BORGES,	 Durval	 Rosa;	 ATALLAH,	 Álvaro	 Nagib;	 BIROLINI,	 Dario.	
Atualização	 terapêutica	 de	 Prado,	 Ramos	 e	 Valle:	 Urgências	 e	
emergências 2014-2015. 2a Ed. São Paulo: Artes Médicas, 2014.
FERREIRA,	 Lydia	 Masako;	 ODO,	 Letícia	 Megumi.	 Guias	 de	 medicina	
ambulatorial	 e	 hospitalar	 da	 UNIFESP-EPM:	 Cirurgia:	 urgências	 e	
emergências. São Paulo: Manole, 2011.
LA TORRE, Fabiola Peixoto Ferreira et al. Emergências em pediatria:
Protocolos da Santa Casa de São Paulo. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2013.
SCALABRINI NETO, Augusto; DIAS, Roger Daglius; VELASCO, Irineu 
Tadeu.	Disciplina	de	 Emergências	Clínicas	HCFMUSP:	 Procedimentos	
em emergências. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2016.
TIMMERMAN,	Sergio;	GONZALEZ,	Maria	Margarita	Castro;	GEOVANINI,	
Glaucylara	Reis.	Eletrocardiograma	na	sala	de	emergências:	guia	prático	
de diagnóstico e condutas terapêuticas. 2a Ed. São Paulo: Manole, 2014.
REFERÊNCIAS SUGERIDAS
91
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1
2
3
4
5
6
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MANIFESTAÇÕES
EXTERNAS DAS 
DOENÇAS E 
IATROGENIAS
COMPLEXO TEMÁTICO III
“Construímos	muros	demais	e	pontes	de	menos..”
Isaac	Newton
Árvore
temática 3
95
OBJETIVOS GERAIS
1. Reconhecer as manifestações externas de causas sistêmicas e locais, 
relacionando	os	seus	aspectos	clínicos	e	terapêuticos	à	fisiopatologia	
das doenças.
2.	 Definir	 iatrogenias,	 identificando	 as	 possíveis	 causas,	 as	 formas	
de apresentação, bem como os aspectos éticos, bioéticos e as 
responsabilidades do médico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Identificar	 os	 fatores	 internos	 e	 externos	 que	 desencadeiam	 lesões	
cutâneas.
Caracterizar	 as	 lesões	 cutâneas	 (eritematosas,	 papulosas,	 bolhosas,	
granulomatosas, escamosas, discromias, etc), suas formas de tratamento 
e principais causas.
Caracterizar as manifestações externas provocadas por doenças 
sistêmicas.
Identificar	os	mecanismos	que	desencadeiam	lesões	cutâneas	a	partir	
de doenças sistêmicas.
Definir	farmacodermia,	descrevendo	seus	mecanismos,	terapêutica	e	
manejo.
Caracterizar as manifestações externas provocadas por atopias, bem 
como seu tratamento e diagnósticos diferenciais.
Objetivos
96
Descrever os aspectos epidemiológicos internacionais e nacionais 
da hanseníase, suas formas de manifestações clínica, tratamento, 
prevenção	e	controle	e	os	desafios	do	SUS	diante	dessa	doença.
Explicar as alterações hormonais e os distúrbios nutricionais como 
causas	de	manifestações	cutâneas.
Identificar	as	manifestações	externas	dos	transtornos	psicossomáticos	
e seus diagnósticos diferenciais.
Definir	iatrogenia.
Identificar	 as	 possíveis	 causas	 de	 iatrogenia	 (medicamentosas,	
infecções hospitalares, cirúrgicas, estéticas etc).
Discutir acerca da responsabilidade médica nas iatrogenias, as formas 
de evitá-las e a assim como a tomada de decisão compartilhada com o 
paciente.
Definir	erro	médico,	abordando	os	aspectos	éticos,	bioéticos	e	legais.
Identificar	 as	 consequências	 de	 iatrogenias:	 paralisias,	 atrofias,	
hidronefros e etc.
97
SP 3.1 - A vida é dura!
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Microscopia
• Lóbulo hepático: trama reticular, hepatócitos, capilares 
sinusoides.
• Espaço porta: arteríola, vênula e ducto
• Artéria central do lóbulo.
• Conceituar ácino hepático e zonas funcionais do ácino 
hepático.
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98
Macroscopia
• Face diafragmática 
• Face visceral
• Lobo hepático direito
• Lobo hepático esquerdo
• Lobo caudado 
• Lobo quadrado
• Vesícula biliar: fundo, corpo e colo
• Ligamento redondo do fígado
• Ligamento falciforme
• Ligamento coronário
• Espaço subfrênico D/E
• Vias biliares
• Ducto hepático direito
• Ducto hepático esquerdo
• Ducto hepático comum
• Ducto cístico
• Ducto colédoco
• Sistema de veia porta do fígado
• V. porta do fígado
• V. gástrica esquerda
• Plexo venoso esofágico
Descrever os oito segmentos hepáticos.
Correlacionar o tronco celíaco, a artéria mesentérica superior 
e a artéria mesentérica inferior com a irrigação abdominal dos 
intestinos anterior, médio e posterior com seus limites.
Descrever as alterações hepáticas decorrentes do uso abusivo 
do álcool.
Descrever as características morfológicas da esteatose e da 
cirrose hepática.
Compreender como a cirrose hepática pode evoluir para 
hipertensão portal.
99
Descrever as alterações relacionadas à hipertensão portal e 
suas consequências.
Descrever os principais achados por imagem encontrados nos 
pacientes com hepatopatia crônica.
Compreender o papel dos exames de imagem no rastreamento 
e no diagnóstico de carcinomas hepatocelulares.
100
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	esegmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
101
Diagnóstico de cirrose
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente masculino de 56 anos, procura atendimento médico com 
queixa de dores abdominais em faixa e perda de peso progressiva no 
último ano. O paciente nega febre, diarreia, relata história de elitismo 
diário e esteatorreia. Na anamnese, o médico percebe aumento do 
volume abdominal, edema de MMII até a coxa, telangiectasias, eritema 
palmar e presença de circulação colateral no abdome. Analiticamente 
salientava-se	aumento	dos	parâmetros	inflamatórios,	trombocitopenia	
(plaquetas de 65 000), prolongamento do tempo de protrombina com 
INR	de	1,94,	AST:116	U/L	(valor	de	referencia	(v.ref):	15-39	U/L),	ALT:	
96	 U/L	 (v.ref:	 8-37	 U/L),	 bilirrubina	 total:	 1,3	 mg/dL	 (v.ref:	 0-1	mg/
dL), albumina:1,02 mg/dL (v.ref: 3,4-5,0 mg/dL) e função renal sem 
alterações,	no	exame	de	urina	é	identificado	presença	de	carbonato	de	
cálcio	precipitado.	Na	TC	foi	identificado	extravasamento	de	líquido	na	
cavidade abdominal.
1) Caracterize ascite. 
2) O resultado do exame de albumina mostra qual indício clínico? 
3) Os achados laboratoriais apontam para outra doença?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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http://ulife.com.br/inspirali
102
RIVITTI, Evandro A. Manual de dermatologia clínica de SAMPAIO e 
RIVITTI. São Paulo: Artes Médicas, 2014.
SEGURADO,	 Aluísio	 Augusto	 Cotrim	 et	 al.	 Caa	 volume	 alergia	 e	
imunologia clínica, doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. 
a Ed. Barueri: Manole, 2016. 
WOLF, Klaus; JOHNSON, Richard Allen; SAAVEDRA, Arturo P. Dermatologia 
de Fitzpatrick: atlas e texto. 7a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 
BORGES,	Gustavo.	Erro	médico	nas	cirurgias	plásticas.	São	Paulo:	Atlas,	
2014. 
DANTAS, Paulo Elias Correa et al. CBO - Série Oftalmologia Brasileira: 
Iatrogenias e manifestações oculares de doenças sistêmicas e oncologia 
ocular.	3a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2013.	
GOLDMAN,	Lee;	SCHAFER,	Andrew	I.	Cecil:	Tratado	de	medicina	interna.	
24a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 2v. 
IMBODEN,	 John	 B;	 HELLMANN,	 David	 B;	 STONE,	 John	 H.	 CURRENT	
Diagnóstico e Tratamento: Reumatologia. 3a Ed. Porto Alegre: Artmed, 
2014. 
WACHTER, Robert M. Compreendendo a segurança do paciente. 2a Ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013.
REFERÊNCIAS
103
SP 3.2 - E tem cura?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Epiderme:
• Estratos córneo, lúcido, granuloso, espinhoso e basal
• Células de langerhans.
Derme:
• Derme papilar.
• Derme reticular.
Conceituar e descrever os dermátomos de membros superiores 
e face.
Descrever	a	fisiopatologia	da	hanseníase.
Caracterizar	os	pólos	tuberculoide	e	virchowiano	da	hanseníase,	
incluindo suas diferenças morfológicas.
Identificar	 os	 principais	 achados	 nos	 exames	 de	 imagem	
observados nas alterações pulmonares relacionadas às 
doenças granulomatosas com BAAR positivo (com ênfase na 
Mycobacterium tuberculosis) , bem como relacionadas às doenças 
infecciosas fúngicas, (com ênfase na paracoccidioidomicose). 
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104
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
105
Diagnóstico de hanseníase
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente,	30	anos,	 empresário,	pardo,	 católico.	Queixa-se	de	possuir	
uma	 “mancha	 lhe	 envergonha	 quando	 fica	 sem	 blusa”.	 Relata	 que	
notou a mancha há 2 meses. Paciente refere, ainda, anestesia na 
região da mancha, “Já cheguei a furar com uma agulha, mas não senti 
nada”.	 Afirma	 também	 leve	 rarefação	 de	 pelos	 nesse	 mesmo	 local.	
Nega outras alterações. Presença de mácula hipopigmentada com 
distribuição normal de pelos, redução da sensibilidade térmica e tátil 
na região da mancha. Ao exame físico, foi observado, também, ausência 
de sensibilidade térmica na mancha. Não foram encontradas outras 
lesões ao longo do corpo. Sem alteração em outros sistemas.
1) Para esse paciente ser tratado adequadamente, é necessário que 
seja realizado mais exames?
2)	Os	sinais	clínicos	apontados	são	o	suficiente	para	o	diagnostico	de	
hanseníase? 
3)	Qual	exame	complementar	pode	ser	solicitado?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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106
RIVITTI, Evandro A. Manual de dermatologia clínica de SAMPAIO e 
RIVITTI. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
SEGURADO,	 Aluísio	 Augusto	 Cotrim	 et	 al.	 Caa	 volume	 alergia	 e	
imunologia clínica, doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. 
a Ed. Barueri: Manole, 2016. 
WOLF, Klaus; JOHNSON, Richard Allen; SAAVEDRA, Arturo P. Dermatologia 
de Fitzpatrick: atlas e texto. 7a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 
BORGES,	Gustavo.	Erro	médico	nas	cirurgias	plásticas.	São	Paulo:	Atlas,	
2014. 
DANTAS, Paulo Elias Correa et al. CBO - Série Oftalmologia Brasileira: 
Iatrogenias e manifestações oculares de doenças sistêmicas e oncologia 
ocular.	3a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2013.	
GOLDMAN,	Lee;	SCHAFER,	Andrew	I.	Cecil:	Tratado	de	medicina	interna.	
24a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 2v. 
IMBODEN,	 John	 B;	 HELLMANN,	 David	 B;	 STONE,	 John	 H.	 CURRENT	
Diagnóstico e Tratamento: Reumatologia. 3a Ed. Porto Alegre: Artmed, 
2014. 
WACHTER, Robert M. Compreendendo a segurança do paciente. 2a Ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013.
REFERÊNCIAS
107
SP 3.3 - Amortece, arde e dói
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Nervo espinal:
• Radículas anteriores e posteriores;
• Raiz	anterior	e	posterior	(gânglio	espinal);
• Tronco do nervo espinal (ramo anterior e posterior).
Descrever o território de inervação dos ramos posteriores dos 
nervos espinais torácicos, intercostais e toracoabdominais.
Descrever a lesão morfológica da pele em caso de infecção pelo 
herpesvírus.
Identificar	 os	 achados	 de	 imagem	 referentes	 às	 principais	
complicações neurológicas tanto da infecção primária quanto 
reativação secundária do vírus herpes zoster.
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108
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.
 
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
109
Diagnóstico de Herpes
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente masculino de 55 anos, deu entrada no pronto atendimento, 
trazido	 pela	 filha	 com	 queixa	 de	 dor	 em	 hemitórax	 direito	 com	
irradiação até apêndice xifoide que começou há 6 dias. Essa dor não 
é ventilatório-dependente, tem intensidade de 8/10 e é caracterizada 
como	 do	 tipo	 “pontada”,	 e	 vem	 acompanhada	 de	 formigamento	 na	
região. Refere que há aproximadamente 72 horas observou presença 
de vesículas da região dorsal até região ventral respeitando o trajeto 
de dermátomo à direita. Relatou também febre baixa, tendo como 
fator	de	melhora	o	uso	de	antitérmicos	e	banhos	frios.	Por	fim,	relata	
intenso estresse recente relacionado ao divórcio e à morte de sua mãe. 
Não tem a carteirinha de vacinação em mãos, mas relata estar com as 
vacinas em dia.
1)	Qual	a	importância	da	vacina	do	herpes?
2) Relacione a herpes com histórico emocional apresentado.
3) O exame de HSV se aplica nesse caso? 
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
NO LABORATÓRIO
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110
RIVITTI, Evandro A. Manual de dermatologia clínica de SAMPAIO e 
RIVITTI. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
SEGURADO,	 Aluísio	 Augusto	 Cotrim	 et	 al.	 Caa	 volume	 alergia	 e	
imunologia clínica, doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. 
a Ed. Barueri: Manole, 2016. 
WOLF, Klaus; JOHNSON, Richard Allen; SAAVEDRA, Arturo P. Dermatologia 
de Fitzpatrick: atlas e texto. 7a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 
BORGES,	Gustavo.	Erro	médico	nas	cirurgias	plásticas.	São	Paulo:	Atlas,	
2014. 
DANTAS, Paulo Elias Correa et al. CBO - Série Oftalmologia Brasileira: 
Iatrogenias e manifestações oculares de doenças sistêmicas e oncologia 
ocular.	3a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2013.	
GOLDMAN,	Lee;	SCHAFER,	Andrew	I.	Cecil:	Tratado	de	medicina	interna.	
24a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 2v. 
IMBODEN,	 John	 B;	 HELLMANN,	 David	 B;	 STONE,	 John	 H.	 CURRENT	
Diagnóstico e Tratamento: Reumatologia. 3a Ed. Porto Alegre: Artmed, 
2014. 
WACHTER, Robert M. Compreendendo a segurança do paciente. 2a Ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013.
REFERÊNCIAS
111
SP 3.4 - Internar para melhorar
ou para piorar de doenças?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO 
PARA ESTUDO
Microscopia:
• Cápsula	fibrosa;
• Tecido glandular;
• Tecido	fibromuscular.
• Zonas	funcionais:	periférica,	central	e	transição.
Macroscopia:
• Ápice;
• Base;
• Lobos direito, esquerdo e médio;
• Istmo;
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112
• Faces anterior, posterior e inferolaterias;
• Irrigação:
• Artérias vesical inferior, pudenda interna e retal 
média
• Drenagem venosa:
• o Plexo venoso prostático.
Recordar as características da próstata com hiperplasia 
prostática benigna e suas repercussões clínicas, incluindo a 
infecção do trato urinário.
Definir	pielonefrite,	hidronefrose	e	pionefrose.
Descrever as alterações morfológicas no quadro de pielonefrite, 
tanto aguda quanto crônica.
Recordar a relação entre um processo infeccioso local e sepse.
Identificar	os	principais	achados	nos	métodos	de	imagem	para	
avaliação da pielonefrite, bem como suas complicações.
Discutir sobre as principais contraindicações aos meios de 
contraste endovenoso utilizados tanto na TC (iodado) quanto na 
RM (quelato de gadolínio), bem como principais complicações/
efeitos colaterais destes fármacos.
113
DANGELO,	J.G.;	FATTINI,	C.A.	Anatomia	humana	sistêmica	e	segmentar.	
Atheneu. 3ª. Edição. São Paulo: 2007.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª.edição. 
Guanabara	Koogan.	Rio	de	Janeiro,	2014.	
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 5ª.edição. Elsevier. São Paulo, 
2011.
JUNQUEIRA,	LC;	CARNEIRO,	J.	Histologia	básica.	12.	ed.	Rio	de	Janeiro:	
Guanabara	Koogan,	2013.
KUMAR,	V.;	ABBAS,	A.;	FAUSTO,	N.	Robbins	e	Cotran	–	Patologia	–	Bases	
Patológicas das Doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.
CERRI,	 Giovanni	 Guido	 (ed).	 LEITE,	 Claudia	 da	 Costa	 (ed).	 ROCHA,	
Manoel de Souza (ed). Shimizu, Carlos. Tratado de radiologia. Barueri, 
SP, Manole, 2017. 3 v.
REFERÊNCIAS
114
Diagnóstico de iatrogenia
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente masculino, 64 anos, sem comorbidades. Veio à consulta 
relatando que há 3 semanas recebeu, em outro serviço, amoxicilina/
clavulanato para tratamento de amigdalite, evoluindo com diarreia. 
Devido	 ao	 quadro	 buscou	 atendimento	 em	UPA,	 onde	 foi	 verificada	
leucocitose	discreta,	sendo	liberado	com	prescrição	de	ciprofloxacino	
e metronidazol. Após 4dias voltou a apresentar diarreia, buscando 
atendimento	 no	 PS	 de	 um	 hospital	 de	 referência.	 Realizou	 USG	
abdominal, RX de tórax e novo hemograma, todos sem alterações, 
sendo orientado a suspender o uso dos antibióticos. Devido acentuação 
do quadro diarreico em 7dias com tenesmo e cólicas abdominais 
intensas,	 retornou	 ao	 hospital.	 Por	 apresentar	 tosse	 inespecífica,	
recebeu	 prescrição	 de	 levofloxacino	 devido	 suposta	 pneumonia,	
embora não tenha sido auscultado (SIC). Após 1 dia da nova medicação 
buscou serviço, relatando frequência evacuatória superior a 20x/dia, 
consistência 7 na escala de Bristol e presença de muco nas fezes. 
Referiu, desde o início do quadro até o momento da consulta, perda 
de 5kg. Ex. Físico: hipocorado+/4+, desidratado 2+/4+, ABD: RHA+e 
aumentados,	doloroso	à	palpação	superficial	e	profunda	de	FIE.	Testes	
de Blumberg e Rovsing negativos. Foram solicitados laboratoriais 
específicos	incluindo	toxina	para	CD	e	instituído	tratamento	empírico	
com metronidazol 400mg 8/8h. Em menos de 48h os sintomas 
regrediram	 e	 as	 fezes	 ficaram	 normais.	 Posteriormente	 recebemos	
resultado	positivo	no	exame	solicitado,	confirmando	a	causa.
1)	Nesse	caso	em	que	se	pode	identificar	o	primeiro	erro	diagnostico?
2)	Qual	foi	o	principal	sintoma	negligenciado	que	poderia	ter	mudado	
o tratamento do paciente?
3) Caso o diagnóstico não fosse correto, quais problemas poderiam ter 
sido enfrentados?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE
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115
RIVITTI, Evandro A. Manual de dermatologia clínica de SAMPAIO e 
RIVITTI. São Paulo: Artes Médicas, 2014. 
SEGURADO,	 Aluísio	 Augusto	 Cotrim	 et	 al.	 Caa	 volume	 alergia	 e	
imunologia clínica, doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. 
a Ed. Barueri: Manole, 2016. 
WOLF, Klaus; JOHNSON, Richard Allen; SAAVEDRA, Arturo P. Dermatologia 
de Fitzpatrick: atlas e texto. 7a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 
BORGES,	Gustavo.	Erro	médico	nas	cirurgias	plásticas.	São	Paulo:	Atlas,	
2014. 
DANTAS, Paulo Elias Correa et al. CBO - Série Oftalmologia Brasileira: 
Iatrogenias e manifestações oculares de doenças sistêmicas e oncologia 
ocular.	3a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2013.	
GOLDMAN,	Lee;	SCHAFER,	Andrew	I.	Cecil:	Tratado	de	medicina	interna.	
24a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 2v. 
IMBODEN,	 John	 B;	 HELLMANN,	 David	 B;	 STONE,	 John	 H.	 CURRENT	
Diagnóstico e Tratamento: Reumatologia. 3a Ed. Porto Alegre: Artmed, 
2014. 
WACHTER, Robert M. Compreendendo a segurança do paciente. 2a Ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013.
REFERÊNCIAS
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Básica 
RIVITTI, Evandro A. Manual de dermatologia clínica de SAMPAIO e 
RIVITTI. São Paulo: Artes Médicas, 2014.
SEGURADO,	 Aluísio	 Augusto	 Cotrim	 et	 al.	 C	 a	 a	 volume	 alergia	 e	
imunologia clínica, doenças da pele, doenças infecciosas e parasitárias. 
a Ed. Barueri: Manole, 2016.
WOLF, Klaus; JOHNSON, Richard Allen; SAAVEDRA, Arturo P. Dermatologia 
de Fitzpatrick: atlas e texto. 7a Ed. Porto Alegre: Artmed, 2015.
Complementar 
BORGES,	Gustavo.	Erro	médico	nas	cirurgias	plásticas.	São	Paulo:	Atlas,	
2014.
DANTAS, Paulo Elias Correa et al. CBO - Série Oftalmologia Brasileira:Iatrogenias e manifestações oculares de doenças sistêmicas e oncologia 
ocular.	3a	Ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2013.
GOLDMAN,	Lee;	SCHAFER,	Andrew	I.	Cecil:	Tratado	de	medicina	interna.	
24a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 2v.
IMBODEN,	John	B;	HELLMANN,	David	B;	STONE,	John	H.	CURRENT
Diagnóstico e Tratamento: Reumatologia. 3a Ed. Porto Alegre: Artmed, 
2014.
WACHTER, Robert M. Compreendendo a segurança do paciente. 2a Ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013.
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