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Planejamento de obras: tipos e metodologias 
 
Darleide Ribeiro Lopes1, Fernandes Alves de Jesus Filho¹, Lucas Silva Cajé de Oliveira¹, Paula Evelin 
Carneiro Silva¹, William do Nascimento Vieira¹ 
(darleideribeirolopes123@gmail.com; nandoalves02@outlook.com; lucascaje@yahoo.com.br; inhaa1519@gmail.com; 
wnascimento45678@gmail.com;) 
 
Professora orientador: Tatiana de Andrade Spinola 
 
Coordenação de curso de Engenharia Civil: Me. Paulo Ricardo Ramos Santos 
 
RESUMO 
 
O presente artigo teve como propósito analisar, no âmbito da Engenharia, como o 
planejamento de obras pode contribuir positivamente na orientação de um projeto de 
construção. Para tanto, foram apontados como objetivos específicos: discorrer sobre a 
importância do planejamento, os seus tipos e o gerenciamento de obras; apresentar as etapas de 
um projeto no contexto do planejamento e controle de obras; descrever quais são as técnicas de 
estruturação de um cronograma no planejamento de obras; abordar sobre o orçamento no 
planejamento e controle de obras. Nessa perspectiva, a metodologia da pesquisa foi norteada 
pela Revisão bibliográfica, com a leitura de artigos científicos, revistas especializadas, livros, 
entre outras fontes pesquisadas. Dessa forma, ao longo desse trabalho, foram apresentadas 
ferramentas que têm êxito e eficiência no planejamento, portanto, sendo demonstrada a eficácia 
nas atividades nesse contexto. 
 
Palavras-chave: Planejamento. Orçamento. Controle. Cronograma. 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
Considerando a significativa importância do planejamento para o desenvolvimento eficaz das 
atividades inerentes à construção civil, este artigo focaliza, primordialmente, a análise pormenorizada 
do processo gerencial no âmbito do Planejamento e Controle de obras. A pesquisa empreendida, de 
natureza bibliográfica, tem por escopo a identificação dos métodos preeminentes de planejamento 
aplicáveis à gestão de empreendimentos na construção civil. 
A eleição deste tema fundamenta-se na perspectiva de abordar não apenas os aspectos 
administrativos, técnicos e financeiros, mas também, de maneira concomitante, explorar o 
domínio da Engenharia, agregando práticas disseminadas por distintas corporações do setor. 
Além disso, o desiderato primário desta pesquisa é erigir uma fonte de referência que, ao ser 
divulgada, possa reverberar em contribuições para trabalhos científicos futuros, notadamente 
os empreendidos por discentes vinculados ao curso de Engenharia e áreas correlatas. 
Na contemporaneidade, o ato de planejar assume uma posição central, conferindo, de 
maneira incontestável, robustez à garantia da qualidade corporativa. Esta prerrogativa 
 
1 Graduação em Engenharia Civil – Centro Universitário AGES. 
 
materializa-se, sobretudo, na aptidão dos gestores em prover respostas expeditas e cirúrgicas 
mediante o escrupuloso monitoramento do avanço do empreendimento e eventuais 
reorientações estratégicas, conforme argumenta Mattos (2019). 
Segundo Pires (2014), o planejamento, controle e gerenciamento de obras endereçam 
ao engenheiro a perspicácia de antever as peculiaridades inerentes ao local da obra, identificar 
pontos críticos suscetíveis a cautelas e avaliar discrepâncias entre os custos efetivos e orçados. 
Essa abordagem concorre para uma decisão mais ágil e eficaz, entre outros dividendos. 
 
O planejamento, enquanto componente sine qua non na administração de 
empreendimentos, adota formas diversas conforme a filosofia e demanda de cada 
organização. Configura-se como um conjunto intricado de processos, missões, 
diretrizes e ações, meticulosamente concebidos, implementados, desenvolvidos e 
geridos em busca de um desiderato previamente delineado. O propósito primordial 
reside na antecipação de cenários previsíveis e na predeterminação de eventos, 
preservando a lógica intrínseca aos mesmos (SILVA, 2011; p.15). 
 
Nesse contexto, o planejamento é universalmente reconhecido por variados autores 
como um elemento integrador das distintas entidades participantes de um empreendimento 
construtivo, desempenhando, desse modo, um papel gerencial de relevância (BERNARDES, 
2001). 
Cumpre destacar que a fundamentação teórica deste estudo ampara-se em autores 
notórios, tais como Mattos (2019), Silva (2011), Resende, Vender e Carrijo (2018), Marega e 
Antônio (2017), entre outros. No tocante à metodologia empregada, adotou-se a revisão 
bibliográfica, valendo-se de fontes diversas como artigos, teses, dissertações e revistas 
especializadas, com particular ênfase nos recursos digitais disponíveis na internet. A abordagem 
exploratória, direcionada a teóricos específicos, confere robustez ao embasamento deste 
Trabalho de Conclusão de Curso. Nesse diapasão, a problemática central delineada consiste em 
investigar a dinâmica do processo gerencial no âmbito do Planejamento e Controle de obras na 
construção civil. Os objetivos específicos encontram-se delimitados da seguinte forma: 
 
1.1 Objetivo geral 
 
Analisar a ocorrência do processo gerencial na construção civil no âmbito do 
Planejamento e Controle de obras. 
 
1.2 Objetivos específicos 
 
• Discorrer sobre a importância do planejamento, os seus tipos e o gerenciamento de 
obras; 
 
• Descrever quais são as técnicas de estruturação de um cronograma no planejamento de 
obras; 
• Abordar sobre o orçamento no planejamento e controle de obras. 
 
Diante do exposto, este estudo se compõe das partes que se seguem: dessa Introdução, 
do Referencial teórico sobre os seguintes enfoques “A significância do Planejamento, seus 
tipos, bem como o Gerenciamento de obras; Etapas de um projeto do planejamento e controle 
de obras; Técnicas de estruturação de um cronograma no planejamento de obras; O orçamento 
no planejamento de controle e projetos de obras”. Em seguida constam a Metodologia, bem 
como a Apresentação e discussão dos resultados, além das Considerações finais. 
 
2. DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 O planejamento, seus tipos, bem como o gerenciamento de obras 
 
O planejamento e o controle de projetos, especialmente na indústria da construção 
civil, desempenham um papel fundamental tanto no avanço das etapas subsequentes quanto na 
eficiência da obtenção dos resultados, como pode ser constatado no progresso e na conclusão 
dos empreendimentos. 
Nesse contexto de abordagem, o planejamento é considerado de extrema importância, 
pois, embora não assegure a perfeição em todas as atividades humanas, lida com o risco 
inerente a todas as áreas. Dessa forma, ele oferece às pessoas e organizações uma garantia 
razoável de atingir seus objetivos, que por sua vez se traduzem em confiança, uma visão 
antecipada do que precisa ser feito e para onde se direcionar. Isso, por sua vez, abre caminho 
para a eficácia nas ações, bem como para a obtenção de resultados altamente eficazes, como 
destacado por Silva (2011). 
Para alcançar o sucesso de um empreendimento, o planejamento, de acordo com Paula 
(2021), é considerado essencial, pois permite a integração de informações de diversos setores 
de uma empresa, que podem então ser aplicadas no contexto da construção. Portanto, a 
tomada de decisões está intrinsicamente relacionada ao planejamento, prevendo e examinando 
abordagens respaldadas pela eficácia para atingir objetivos e metas desejados. 
Diante do exposto, é evidente que o planejamento desempenha um papel crucial no 
processo de tomada de decisões na gestão de metas e objetivos a serem alcançados, exigindo, 
assim, um controle eficaz para sua implementação. Nessa perspectiva, no setor da construção 
civil, o processo de planejamento deve ser iterativo, o que significa que o replanejamento 
 
ocorre à medida que novas informações sobre o progresso da obra estão disponíveis, 
destacando que o planejamento não é um processo único, conforme observado por Filho e 
Andrade (2010). 
Além disso, vale ressaltar, de acordo com Paula (2021), que ao planejar uma obra,o 
gestor adquire um amplo conhecimento, o que, sem dúvida, o torna mais eficiente na direção 
das atividades. 
 
2.2 Tipos de Planejamentos 
 
Silva (2011) destaca três tipos de planejamento: I. Planejamento estratégico ou de 
longo prazo; II. Planejamento tático ou de médio prazo e III. Planejamento operacional ou de 
curto prazo. 
 
2.2.1.1 Planejamento estratégico ou de longo prazo 
 
Chamado de planejamento de longo prazo, este é um tipo de planejamento que considera o 
período de execução da obra como uma variável sujeita a maior incerteza dentro do projeto 
(PIRES, 2014). 
Quintanilha e Carvalho (2016) lista as principais atividades nesse tipo de planejamento: 
• Coletar informações; 
• Gerar fluxo de caixa; 
• Preparar o plano;Difundir o plano mestre; 
• Programar recursos classe 1; 
• Difundir a programação de recursos; 
 
2.2.1.2 Planejamento tático ou de médio prazo 
 
Conforme Cosme (2022) esclarece, o nível de planejamento a médio prazo 
desempenha o papel de elo entre as abordagens de longo prazo e de curto prazo. Nesse 
contexto, ele se caracteriza por abrigar objetivos de natureza exclusivamente tática, ou seja, 
objetivos que são mais detalhados e segmentados do que aqueles encontrados no 
planejamento de longo prazo. 
 
Uma das principais funções do planejamento de médio prazo é a remoção de 
restrições no sistema de produção. O mecanismo de análise de restrições tem por 
 
objetivo identificar e analisar e remover as restrições associadas à realização dos 
pacotes de trabalho. Uma vez definidos estes pacotes, faz-se uma triagem nos 
mesmos de forma a identificar as informações (por exemplo, projeto) ou recursos 
(por exemplo, materiais, mão de obra, espaço, equipamentos) necessários para a sua 
realização que ainda não estão disponíveis (QUINTANILHA; CARVALHO, 2016; 
p.21). 
 
2.2.1.3 Planejamento operacional ou de curto prazo 
 
De acordo com Borges et al. (2020), o nível de detalhamento atinge seu auge no 
planejamento de curto prazo, em comparação aos tipos previamente mencionados. Isso ocorre 
porque as incertezas nesse tipo de planejamento são significativamente menores. Este tipo de 
planejamento, como observado por Bernardes (2001), está focado na realização de metas que 
devem ser concretizadas em um período de até duas semanas. Além disso, ele permite a 
organização das equipes de trabalho para a execução dos serviços de pacotes de trabalho 
previstos no plano de médio prazo em uma base semanal. 
 
2.2.2 Gerenciamento de projetos 
 
Nos Estados Unidos, durante a década de 1950, surgiu a disciplina de gerenciamento 
de projetos, liderada por Henry Gantt, um especialista em técnicas de planejamento e 
controle. Ele desempenhou um papel crucial na definição e realização de objetivos, na 
melhoria da alocação eficiente de recursos essenciais, com foco em tempo, custos, materiais e 
outros aspectos (SILVA,2011). 
Consequentemente, o gerenciamento de projetos é considerado um campo 
relativamente novo e em constante evolução, conforme citado por diversos autores. Isso se 
deve ao fato de que várias organizações, tanto públicas quanto privadas, assim como 
instituições de pesquisa e ensino, entre outras, têm buscado cada vez mais não apenas estudar, 
entender e promover o conhecimento, mas também capacitar e aprimorar suas metodologias, 
práticas e ferramentas nessa área e profissão (TORREÃO, 2005). 
 
As organizações, para colherem os benefícios esperados, devem ter a 
conscientização em adotar o gerenciamento de projetos não somente como uma 
profissão, mas como uma metodologia na qual os seus gerentes devam ser 
devidamente treinados, de forma a agregar valor às experiências individuais de 
cada um deles. O gerenciamento de projetos deve ser feito de forma profissional e 
conduzido por pessoal qualificado. Desta forma, a cultura de projetos nas 
organizações deve ser criada, a sua implantação deve ser realizada de forma 
sistemática e os seus princípios colocados em prática da maneira mais adequada às 
necessidades das organizações (TORREÃO, 2005; p.26). 
 
 
Nessa perspectiva, o gerenciamento, de acordo com Silva (2011), envolve não apenas 
a direção, organização e execução de projetos pelas organizações, mas também a introdução 
de inovações e mudanças neles, acrescentando valor e otimizando prazos e recursos. 
 
2.3 Etapas de um projeto do planejamento e controle de obras 
 
O planejamento de uma obra segue um roteiro padronizado, independentemente de sua 
complexidade, sofrendo variações apenas em suas subetapas, incluindo a Definição das 
Atividades, Definição das Durações, Definição da Precedência, Montagem do Diagrama de 
Rede, Identificação do Caminho Crítico e Geração do Cronograma, bem como o 
gerenciamento das folgas (RESENDE; VENDER; CARRIJO, 2018). 
Quando se trata da etapa de "Definição das Atividades", como destacado por Mattos 
(2019), refere-se à identificação das tarefas que comporão o planejamento, ou seja, as 
atividades que serão incluídas no cronograma da obra. Essa fase requer atenção especial, uma 
vez que a omissão de qualquer serviço pode comprometer o cronograma, resultando em 
atrasos no andamento da obra. 
No que diz respeito à "Definição das Durações", trata-se da quantificação do tempo 
necessário, em horas, dias, semanas ou meses, para a execução de cada atividade. Assim, a 
estimativa da duração da obra é feita com base na quantidade de trabalho, recursos 
disponíveis e produtividade (SILVA,2011). 
Quanto à etapa de "Definição da Precedência", Ferreira (2019) explica que as 
atividades predecessoras são aquelas que devem ser concluídas antes que uma determinada 
tarefa possa começar. Por outro lado, as atividades sucessoras são aquelas que só podem ser 
iniciadas após a conclusão da tarefa em questão. Essa relação de dependência entre atividades 
é fundamental para o planejamento eficaz da obra. 
 
Consiste na sequenciação das atividades, A precedência é a dependência entre as 
atividades ("quem vem antes de quem"), com base na metodologia construtiva da 
obra, analisando-se a particularidade dos serviços e a sequência executiva das 
operações, o planejador define o inter-relacionamento entre as atividades, criando a 
espinha dorsal lógica do cronograma (MATTOS, 2019; p.48). 
 
 
Quanto à "Montagem do Diagrama de Rede", essa etapa envolve o agrupamento de 
atividades relacionadas que descrevem claramente o método de execução do projeto. Para 
representar visualmente essa rede, utiliza-se um diagrama, que proporciona uma compreensão 
precisa do projeto (KLEIN et al., 2018). 
 
No que diz respeito à "Identificação do Caminho Crítico", essa fase está relacionada aos 
cálculos realizados para determinar a duração total da obra. Nesse contexto, o caminho crítico 
é definido pelas atividades que consomem o maior tempo, determinando assim o prazo total do 
projeto (ABDEL GHAFFAR, 2017). 
Por fim, a "Geração do Cronograma e Folgas" pode ser compreendida como uma etapa 
que envolve uma ferramenta de gestão significativa. Ela fornece uma representação clara da 
sequência de cada atividade ao longo do tempo, permitindo uma compreensão eficaz da 
programação do projeto (MATTOS, 2019). 
 
A finalização de um Roteiro de Planejamento se dá com a Geração do Cronograma, e 
o cálculo das folgas do caminho não crítico do projeto. O Cronograma geralmente é 
exibido em forma de gráfico de Gantt, criado no século XX por Henry Gente, um 
engenheiro norte-americano, com o intuito de controlar a produção das atividades na 
construção de navios cargueiros (RESENDE; VENDER; CARRIJO; 2018; p.9). 
 
Diante dos aspectos apresentados, percebe-se que essas são as etapas 
caracterizadoras de um projeto do planejamento e controle de obras, isso expõe a 
sequência organizacional que requer no referido contexto de tais ações. 
 
2.4 Técnicas de estruturação de um cronograma no planejamento de obras 
 
O cronograma é concebido como uma ferramentade grande significância para aqueles 
que exercem a função de gestor em uma obra. Com isso, a utilização certa desse material faz 
com que o gestor possa exercer sua função com mais precisão, visto que tal instrumento detalha 
toda obra organizada de maneira temporal e financeira, o que facilita a compreensão quanto ao 
tempo e o valor que cada etapa custará até a sua finalização (ABDEL GHAFFAR, 2017). 
Conforme afirmado por Peurifoy (2016), nos últimos anos, houve uma notável 
transformação na indústria da engenharia civil, especialmente no que diz respeito aos prazos de 
conclusão de projetos. Isso se deve ao aumento significativo no número de clientes que buscam 
edificações mais econômicas ou soluções para acelerar a conclusão das obras. Como resultado, 
o mercado tornou-se mais competitivo e as empresas de construção têm se adaptado, não apenas 
executando projetos, mas também explorando métodos de execução cada vez mais eficientes. 
Nesse contexto de planejamento avançado, os planos de contingência para lidar com 
imprevistos têm sido aprimorados, permitindo a execução de projetos em várias frentes 
simultaneamente. Isso ressalta a importância do domínio do controle de produtividade para 
aqueles que desejam se destacar no ambiente de negócios competitivo. 
 
 
2.4.1 Etapas para a montagem de um cronograma 
 
Nesse contexto, necessário se torna uma abordagem sobre as Etapas para a montagem 
de um cronograma. A esse respeito, Klein et al. (2018), apresenta técnicas e ferramentas que 
podem ser utilizadas para montar um cronograma de forma eficaz e completa em quatro passos: 
1º. Definir as Atividades; 2°. Sequenciar as Atividades; 3°. Estimar as Durações das Atividades; 
4°. Desenvolver o Cronograma. 
 
1. Definir as Atividades: Nessa primeira etapa será preparada a Estrutura Analítica do 
Projeto (EAP) que é o levantamento das atividades que serão necessárias para 
conclusão da obra. 
2. Sequenciar as Atividades: Determinar a dependência entre as atividades e de grande 
importância pois não se pode iniciar uma atividade se a etapa anterior que deveria ter 
sido executada antes dessa atividade não foi realizada. Com isso é fundamental ter 
conhecimento técnico em execução para que então erros como esse não volte a 
acontecer. 
Com isso deve-se considerar esses processos: Ligações finish-to-star (fim com início) 
quando uma etapa termina para que se possa começar a outra; Ligações star-to-start 
(início com início) quando duas etapas ocorrem no mesmo momento; Ligações finish-
to-finish (fim com fim) quando duas etapas devem terminar juntas; Aplicações de 
(antecipações e atrasos (lags) – onde determinada etapa tem seu tempo fixo sendo 
inalterável (p. 23-26). 
 
A partir da definição das sequências, segundo Klein et al. (2018), o próximo passo é 
estimar a duração das atividades e desenvolver o cronograma: 
 
3. Estimar as Durações das Atividades: estimativa da duração pode ser feita de 3 
formas: Opinião especializada; Estimativa paramétricas; e Estimativa análogas. 
Sempre deve se considerar os recursos das atividades, onde por mais que se possa 
seguir essas três formas ainda pode-se ter fatores que podem restringir os prazos 
estipulados (p. 26-27). 
4. Desenvolver o Cronograma: Com a EAP, as sequências e as durações de cada etapa 
prontas montar o cronograma já se torna possível. Grande parte dos profissionais que 
atuam nessa área fazem uso de software para o desenvolvimento de cronogramas, 
como MS Project, Primavera, OpenProj e MS Excel pois demostram graficamente a 
sequências das atividades do projeto. Após inserir os dados em qualquer programa 
citado a cima, ele irá gerar o primeiro cronograma da obra. Mas deve-se estar atento 
pois grande parte das vezes este deve passar por ajustes de algumas etapas. Ao ajustar 
e definir a versão final do cronograma, será obtido a “Linha de base do cronograma” 
ou “baseline”, isto é, o cronograma de partida ou referência para o andamento do 
projeto (p. 27). 
 
No âmbito da realização criteriosa do que foi elaborado nos processos registrados anteriormente 
neste estudo, com referência à sequência das atividades, suas durações, recursos necessários e 
restrições do cronograma, Mattos (2019) propõe que seja criado o modelo do cronograma do 
projeto, contendo: as datas planejadas (início e fim), para a conclusão das atividades do projeto. 
 
2.4.2 Cronograma físico 
 
 
Para Abdel Ghaffar (2017), o Cronograma Físico tem como propósito gerar um controle 
do desembolso, em conformidade com a estrutura física do contrato, permitindo, com isso, o 
planejamento dos gastos físicos do cronograma, bem como autorização da medição do contrato. 
 
O cronograma físico representa a programação temporal da execução da obra, nos 
aspectos físicos e financeiros. As diversas etapas de que se compõem a edificação são 
distribuídas no prazo de execução, definindo-se, ainda que provisoriamente, datas de 
início e fim para cada uma. No âmbito da construção civil, existem basicamente dois 
métodos de programação física de obras: PERT/CPM (cronograma de rede) e Gantt 
(cronograma de barras). Em conjunto, geralmente é preparado um cronograma 
financeiro, definindo a previsão mensal (ou semanal) de dispêndios (GONZÁLEZ, 
2008; p.13). 
 
2.4.3 Cronograma físico-financeiro 
 
O cronograma físico-financeiro pode ser definido como uma simulação analítica em 
função da criação de cenários, sendo estes cenários versões do cronograma da obra a 
fim de tomar decisões mais precisas, com o objetivo de otimizar, dar maior eficiência 
e gerar um planejamento logico. Este mecanismo permite que o engenheiro tenha mais 
previsibilidade na construção e um melhor gerenciamento por consequência de uma 
melhor visualização do todo. Vale ressaltar que a criação destes cenários não se limita 
apenas ao cronograma físico, pois ele deve ser acompanhado em análise também do 
fluxo de caixa. Isto é, além de analisar uma possível alteração para correção ou 
melhora do cronograma físico é necessário estudar as consequências dos impactos que 
estas alterações geram ao planejamento financeiro (BRITO, 2022; p. 3). 
 
Frente ao exposto, evidencia-se que a elaboração de um cronograma físico- financeiro 
requer a participação de vários membros envolvidos no empreendimento a ser realizado. Assim, 
após a conclusão, as possibilidades de alterações nele serão bem reduzidas (MAREGA; 
ANTÔNIO; 2017). 
 
 
Figura 1 - Modelo de cronograma físico-financeiro com auto explicação. 
 
Fonte: Ghaffar (2017) 
 
2.5 O orçamento no planejamento e controle de obras 
 
O orçamento pode ser visto como uma ferramenta essencial para a tomada de decisões, 
e o cronograma físico-financeiro pode ser combinado com outras ferramentas de 
acompanhamento inovadoras. Isso contribui para uma compreensão mais clara e a 
identificação, se necessário, de possíveis falhas, bem como de problemas futuros que podem 
surgir durante a fase de execução de um empreendimento (COÊLHO, 2016; p.31). 
 
Em geral, um orçamento é determinado somando-se os custos diretos - mão- de-obra 
de operários, material, equipamento - e os custos indiretos - equipes de supervisão e 
apoio, despesas gerais do canteiro de obras, taxas, etc. - e por fim adicionando-se 
impostos e lucro para se chegar ao preço de venda. Para participar de uma 
concorrência, o preço proposto pelo orçamento construtor não deve ser nem tão baixo 
 
a ponto de não permitir lucro, nem tão alto a ponto de não ser competitivo na disputa 
com os demais proponentes (MATTOS, 2019, p.22). 
 
O orçamento, nesse contexto, envolve uma análise dos custos totais ou parciais de um 
projeto, representando o valor resultante da soma de todas as despesas necessárias para sua 
execução. É importante ressaltar que todo orçamento é, por natureza, uma estimativa, e, 
portanto, não precisa ser preciso, mesmo que seja elaborado com cuidado e atenção. No entanto, 
ele deve seguir umabase sólida, proporcionando uma boa precisão. Nessa perspectiva, o 
orçamento oferece uma ideia do valor associado a um projeto, e quanto mais minucioso for o 
seu desenvolvimento, menor será a margem de erro (FERREIRA, 2019). 
 
3. METODOLOGIA 
 
Este artigo aborda a metodologia utilizada em um estudo que se baseia em uma revisão 
bibliográfica. O objetivo é analisar a questão em foco para encontrar uma resposta ao problema 
identificado e alcançar os objetivos propostos. A pesquisa foi conduzida por meio de uma 
leitura sistemática, que incluiu a produção de fichamentos a partir de diversas fontes, como 
livros, artigos, dissertações, revistas especializadas e fontes eletrônicas relacionadas ao tema 
estudado. 
A pesquisa bibliográfica, de acordo com Fonseca (2002), é realizada: 
 
[...] a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por 
meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, páginas de web sites. 
Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao 
pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto. Existem, porém, pesquisas 
científicas que se baseiam unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando 
referências teóricas publicadas com o objetivo de recolher informações ou 
conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta 
(FONSECA, 2002, p. 32). 
 
Segundo o entendimento de Boccato (2006), a pesquisa bibliográfica busca o 
levantamento, bem como a análise crítica dos documentos publicados sobre o tema a ser 
pesquisado com a finalidade de atualizar, além de desenvolver o conhecimento, contribuindo, 
dessa forma, para a realização da pesquisa. 
Frente ao exposto, no caso específico deste estudo, vale afirmar que esta pesquisa é 
unicamente fundamentada em postulados de teóricos, pesquisados nos suportes textuais já 
mencionados, os quais embasam, de modo mais frontal, caracterizando-o, na sua totalidade, 
como uma pesquisa bibliográfica. 
 
 
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
 
4.1 O planejamento na construção civil 
 
Durante a realização da revisão bibliográfica, diversos aspectos, entre outros, emergiram 
como resultados. Foi evidenciado que o planejamento deve ser cuidadosamente elaborado e 
estruturado de maneira eficaz, a fim de garantir o alcance bem-sucedido dos objetivos 
estabelecidos. Nesse contexto, seguindo a abordagem de Folgiarini (2003), o roteiro do 
planejamento compreende os seguintes passos: 
• Estabelecimento de prazos e metas; 
• Coleta da documentação e informações; 
• Reunião com os envolvidos; 
• Levantamento dos quantitativos dos serviços; 
• Elaboração do cronograma físico; 
• Elaboração do cronograma financeiro; 
• Elaboração dos cronogramas de recurso; 
• Cotações dos serviços e levantamento dos custos; 
• Elaboração do cronograma de receitas x despesas; 
• Estabelecimento das diretrizes para o acompanhamento e controle; 
• Descrição dos textos; 
 
Percebeu-se, também, nessa discussão e resultados apresentados, a importância dada à 
gestão, planejamento e controle. 
Nesse contexto, é relevante ressaltar, por outro lado, o ponto de vista de Mesquita (2012), 
que observou nos últimos anos uma série de mudanças significativas na indústria da construção 
civil. Segundo a autora, essas transformações foram impulsionadas tanto pela intensificação da 
competitividade quanto pela globalização dos mercados, além da crescente demanda por 
produtos mais modernos, o aumento das expectativas dos clientes e a limitação dos recursos 
financeiros disponíveis. Como resultado, as empresas passaram a reconhecer que investir em 
gestão, planejamento e controle se tornou uma necessidade inevitável para alcançar o sucesso 
nos empreendimentos. 
Dessa forma, estudos indicam que as deficiências no planejamento e controle são algumas 
das principais causas da baixa produtividade no setor da construção civil, bem como das perdas 
associadas a ele. 
 
 
4.1.1 Ciclo PDCA 
 
O PDCA é uma sigla que representa um ciclo de melhoria contínua composto por quatro 
etapas: Planejar (Plan), Executar (Do), Verificar (Check) e Agir (Act). Esse método, também 
conhecido como Ciclo PDCA, é uma abordagem utilizada em gestão de qualidade e processos 
para promover a eficácia e aprimoramento contínuo. 
 
Figura 2 – Estruturação do CICLO PDCA 
 
Fonte: Autoria própria 
 
Evidenciou-se, nessa discussão e resultados apresentados, as fases do PDCA, como 
necessária nessa conjuntura de ações: 
Na fase planejar, a equipe de planejamento entra em ação, na busca de prevenções e de 
gerar informações de metas e prazos a serem cumpridos, tal etapa pode ser considerada como 
a mais relevante. Por conseguinte, vem a segunda etapa que é desempenhar, aqui, se é colocado 
em prática o planejamento, isto é, objetivos e metas marcadas anteriormente devem ser 
colocados em prática. Na próxima etapa a ação principal é checar, também considerada de muita 
importância, porque, consiste em monitorar e controlar o projeto, para que se obtenha um 
resultado eficaz e satisfatório ao final de cada ciclo. E, finalmente, a última etapa, que é agir, 
quando os resultados positivos adquiridos na fase anterior são ajustados, bem como 
caracterizados e aperfeiçoados objetivando melhorias constantes (MATTOS, 2019) 
O PDCA, nesse sentido, pode ser utilizado não apenas na realização de toda e qualquer 
atividade da organização, mas também deve ser concebida como ideal para que todos da 
organização utilizem tal ferramenta de gestão no dia-a-dia de suas atividades. 
 
P
LANEJAR 
GIR 
DESE
MPENHAR 
C
HECAR 
 
4.2 Técnicas relevantes no contexto do planejamento e projetos de obra 
 
Nesse estudo, no contexto das inúmeras práticas relevantes no âmbito do planejamento 
de obras, merecem ser consideradas as que se seguem, como técnicas relevantes: Linha de 
balanço; Diagrama de Gantt e Diagrama de rede PERT. 
 
4.2.1 Linha de balanço 
 
Conforme mencionado por Paula (2021), a implementação da abordagem da Linha de 
Balanço no planejamento de projetos implica na aderência ao princípio de fluxo contínuo, 
assegurando a transparência do processo de execução e proporcionando uma visão clara do 
planejamento. Isso, por sua vez, simplifica o controle da obra e auxilia os gestores na gestão 
eficaz. 
Uma característica notável da Linha de Balanço é a sua facilidade de aplicação, 
particularmente no ambiente de trabalho, como canteiros de obras. Esta ferramenta é capaz de 
fornecer informações de forma clara, direta e de fácil compreensão. É uma técnica amplamente 
utilizada em projetos que envolvem atividades repetitivas, como a construção de estradas, redes 
de água e esgoto, conjuntos habitacionais, edifícios e túneis. Em tais projetos, existem períodos 
em que as tarefas são semelhantes e realizadas de forma repetitiva (MAREGA; ANTÔNIO, 
2017, p. 23). 
 
Figura 2 - Exemplo de linha de balanço 
 
 
Fonte: Paula (2021). 
 
Assim, segundo Oliveira et al. (2021), a técnica de Linha de Balanço (LDB) proporciona 
informações claras e objetivas de produção e duração para cada processo repetitivo. Assim, o 
formato gráfico possibilita fácil compreensão para o gestor e operários da obra, facilitando, com 
isso, a programação da continuidade de trabalho das equipes no decorrer das repetições dos 
processos construtivos (MAREGA; ANTÔNIO, 2017). 
 
4.2.2 Diagrama de Gantt 
 
A técnica em questão pode ser resumida de forma clara e concisa em um gráfico 
compreensível. Neste gráfico, as atividades são dispostas à esquerda, enquanto suas respectivas 
barras são representadas à direita, seguindo uma escala de tempo. O comprimento de cada barra 
indica a duração da atividade, e as datas de início e término podem ser identificadas nas 
subdivisões da escala temporal (PAULA, 2021). 
Segundo Mattos (2019), o uso do gráfico de Gantt apresenta diversas vantagens, 
incluindo sua apresentação simples e defácil compreensão, sua utilidade como base para a 
alocação de recursos e a facilidade de entendimento dos períodos de folga. Além disso, ele é 
 
considerado uma excelente base para a elaboração de um cronograma físico-financeiro, o que 
o torna uma ferramenta valiosa para o controle de empreendimentos. 
 
Figura 3 - Diagrama de barras 
 
Fonte: Marega; Antônio (2017) 
 
Diante do exposto, devido às diversas vantagens identificadas, esse formato de 
cronograma é amplamente utilizado em projetos de construção. Através dele, é viável planejar 
todas as atividades de campo, realizar pedidos de materiais, agendar a locação de equipamentos, 
contratar mão de obra e, ao mesmo tempo, acompanhar o andamento das tarefas e monitorar 
eventuais atrasos (MAREGA; ANTÔNIO, 2017). 
 
4.2.3 Diagrama de rede PERT 
 
É considerado um método de considerável importância na gestão da programação, 
análise de custos e recursos de projetos. Tem como finalidades específicas a simplificação da 
representação de projetos, a estimativa do tempo necessário para a conclusão do projeto, a 
prevenção de atrasos e a avaliação de possíveis alterações no projeto, entre outros objetivos 
(PAULA, 2021). 
 
Os diagramas PERT/ CPM permitem que sejam indicadas as relações lógicas de 
precedência (inter-relacionamento) entre as Inúmeras atividades do projeto e que seja 
determinado o caminho crítico, isto é, a sequência de atividades que, se sofrer atraso 
em alguma de suas componentes, vai transmiti- ló ao término do projeto. Cálculos 
numéricos permitem saber as datas mais cedo e mais tarde em que cada atividade pode 
ser iniciada, assim como a folga de que elas dispõem (MATTOS, 2019, p.111). 
 
Para Nocêra (2010), além desses benefícios, a aplicação de um planejamento bem 
estruturado em um empreendimento possibilita que um projeto seja executado dentro dos prazos 
estipulados, com isso, evitando em atrasos desnecessários, haja vista que ele permite a previsão 
de problemas, de modo que possam ser tomadas tanto medidas preventivas, quanto corretivas. 
Ao engenheiro, planejamento proporciona informações acerca da produtividade dos setores de 
 
orçamento e planejamento, bem como a duração das tarefas e as sequências de atividades 
previstas. Pode ser mencionada outra vantagem do planejamento, como já elucidado 
anteriormente, que é a previsão de pontos críticos, dessa forma, o gestor pode prever falas ou 
problemas no processo de construção, tomando as medidas cabíveis, a fim de se evitar tal 
situação ou amenizar possíveis contratempos. Tal possibilidade torna possível, por exemplo, 
administrar o desenvolvimento de obras em localidades em que o clima será em algum 
momento desfavorável para os procedimentos de construção, assim, o cronograma de atividades 
pode ser adiantado ou retardado, conforme as necessidades (Silva, 2011). Diante desses 
resultados, é notória a significância do gerenciamento de projetos e a sua utilização de forma 
profissional. 
5. CONCLUSÕES 
 
Este artigo, que tematiza a importância do planejamento para o bom desenvolvimento 
das atividades produtivas, foi elaborado com a utilização de uma pesquisa de Revisão 
bibliográfica, procurando registrar os principais métodos de planejamento, aplicados no âmbito 
do gerenciamento de uma obra de construção civil. 
Dessa forma, revelou-se com tal investigação que o planejamento de uma Obra obedece 
sempre ao mesmo roteiro, independente da sua complexibilidade, assim, ao se planejar uma 
obra, o gestor obtém um alto grau de conhecimento, isso, certamente, o deixa mais eficaz na 
direção dos trabalhos. 
O cronograma tem grande significância, já que a utilização certa desse instrumento faz 
com que o gestor possa exercer sua função com mais precisão, visto que ele detalha toda obra, 
organizada de maneira temporal e financeira, o que facilita a compreensão quanto ao tempo, 
além do valor que cada etapa custará até a sua finalização. O orçamento, que pode facilitar a 
compreensão e diagnosticar, se for o caso, as prováveis falhas, bem como as futuras a serem 
ocasionadas na fase de execução de um empreendimento, pois é visto como uma previsão, por 
essa razão é um valor aproximado. 
Assim, por mais cuidadoso e cauteloso que seja elaborado o orçamento, não tem ele que 
ser exato, entretanto, precisa seguir uma linha de base correta, com boa precisão. 
O planejamento, por sua vez, bem como o gerenciamento são indispensáveis para não 
apenas direcionar, organizar, mas também executar e elaborar projetos no sentido de introduzir 
inovações e mudanças, agregando valor, além de otimizar prazos e recursos. 
 
Frente ao exposto neste estudo, percebe-se a relevância dos instrumentos utilizados, sendo 
destacados os seus principais tipos e processos metodológicos, apresentados como eficazes no 
gerenciamento de uma obra de construção civil. 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Paula Evelin Carneiro Silva. 
Agradeço primeiramente a Deus, pois esteve e está ao meu lado em todos os momentos, 
que fez com que meus objetivos fossem alcançados, durante todos os meus anos de estudos. 
A minha mãe Edna, pelo o amor que tem por mim, pela força, educação, por todos os 
ensinamentos, pela vibração a cada conquista, por não medir esforços para me proporcionar um 
ensino de qualidade durante todo o meu período escolar e para que eu alcançasse meus 
objetivos, por me ensinar a nunca temer os desafios, e me mostrar que o conhecimento é o bem 
mais precioso que uma pessoa pode ter. 
A minha irmã Elvira Maelly, meu maior e melhor presente. 
A todos os professores, que durante minha graduação, compartilharam todo o 
conhecimento necessário para a minha formação acadêmica 
Aos amigos(as) conquistados, com quem convivi durante os últimos anos, pela parceria 
e pela troca de experiências que me permitiram crescer não só como pessoa, mas também como 
formando. 
A todos que, de alguma forma, participaram, de maneira direta ou indireta, na minha 
formação. 
 
Darleide Ribeiro Lopes 
Gratidão em primeiro lugar а Deus, que fez com que meus objetivos fossem alcançados, 
durante todos os meus anos de estudos. 
A minha mãe Lúcia e meu pai Edmundo que me incentivaram nos momentos difíceis, 
que apesar de todas as dificuldades me fortaleceram e que para mіm foi muito importante e 
devem ser recompensados com minha eterna gratidão. 
Agradeço meu esposo pelo companheirismo ao longo dos meus estudos. 
A todos os meus amigos, particularmente Paula Evelin, meus sinceros agradecimentos, 
você teve um papel significativo no meu crescimento, por sua compreensão durante os tempos 
de ausência ao longo dos anos, sempre estive presentes com palavras de encorajamento e força. 
Aos meus professores, pelas correções e ensinamentos que me permitiram apresentar 
um melhor desempenho no meu processo de formação profissional. 
 
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	1.1 Objetivo geral
	2.3 Etapas de um projeto do planejamento e controle de obras
	O planejamento de uma obra segue um roteiro padronizado, independentemente de sua complexidade, sofrendo variações apenas em suas subetapas, incluindo a Definição das Atividades, Definição das Durações, Definição da Precedência, Montagem do Diagrama d...
	Quando se trata da etapa de "Definição das Atividades", como destacado por Mattos (2019), refere-se à identificação das tarefas que comporão o planejamento, ou seja, as atividades que serão incluídas no cronograma da obra. Essa fase requer atenção esp...
	2.4 Técnicas de estruturação de um cronograma no planejamento de obras
	2.4.1 Etapas para a montagem de um cronograma
	2.4.2 Cronograma físico
	2.4.3 Cronograma físico-financeiro
	2.5 O orçamento no planejamento e controle de obras
	4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
	4.1 O planejamento na construção civil
	4.1.1 Ciclo PDCA
	4.2 Técnicas relevantes no contexto do planejamento e projetos de obra
	AGRADECIMENTOS

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