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Comunicação Breve
Brief Communication
Zambon et al. CoDAS 2017;29(2):e20150261 DOI: 10.1590/2317-1782/20172015261 1/6
Equivalência cultural da versão brasileira do 
Vocal Fatigue Index – VFI
Cross-cultural adaptation of the Brazilian 
version of the Vocal Fatigue Index – VFI
Fabiana Zambon1,2,3
Felipe Moreti1,2
Chayadevie Nanjundeswaran4
Mara Behlau1,2
Descritores
Voz
Disfonia
Fadiga
Protocolos
Tradução
Fonoaudiologia
Keywords
Voice
Dysphonia
Fatigue
Protocols
Translating
Speech, Language and Hearing 
Sciences
Endereço para correspondência: 
Fabiana Zambon 
Sindicato dos Professores de São Paulo 
– SINPRO-SP 
 Rua Borges Lagoa, 208, Vila 
Clementino, São Paulo (SP), Brasil, 
CEP: 04038-000. 
E-mail: fabiana@sinprosp.org.br
Recebido em: Outubro 14, 2015
Aceito em: Março 01, 2016
Trabalho realizado no Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP - 
São Paulo (SP), Brasil.
1 Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP - São Paulo (SP), Brasil.
2 Centro de Estudos da Voz – CEV - São Paulo (SP), Brasil.
3 Sindicato dos Professores de São Paulo – SINPRO-SP - São Paulo (SP), Brasil.
4 East Tennessee State University - Johnson City (TN), United States of America.
Fonte de financiamento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Conflito de interesses: nada a declarar.
RESUMO
O objetivo deste estudo foi desenvolver a equivalência cultural da versão brasileira do protocolo Vocal Fatigue 
Index – VFI. Dois fonoaudiólogos brasileiros bilíngues traduziram a versão original do VFI do inglês para o 
português. As traduções foram revisadas pelos pesquisadores e por um comitê de cinco fonoaudiólogos especialistas 
em voz, chegando-se a uma versão final do instrumento. Um terceiro fonoaudiólogo bilíngue retrotraduziu essa 
versão final e o mesmo comitê reviu as diferenças em relação à versão original. A versão final em português do 
protocolo VFI, assim como o original em inglês, é respondida de acordo com a frequência de ocorrência em que 
se experienciam os sintomas: 0 = nunca, 1 = quase nunca, 2 = às vezes, 3 = quase sempre e 4 = sempre. Para a 
equivalência cultural da versão em português, a opção “não aplicável” foi acrescida na chave de respostas e 
20 indivíduos com queixa vocal e disfonia completaram o instrumento. Se alguma questão fosse considerada “não 
aplicável”, seria eliminada da versão brasileira do protocolo; nenhuma questão foi eliminada do instrumento. 
A versão em português brasileiro foi intitulada Índice de Fadiga Vocal – IFV e apresenta 19 questões, da mesma 
forma que o instrumento original. Dos 19 itens, 11 referem-se à fadiga e restrição vocal, 5, ao desconforto 
físico associado à voz e 3 à recuperação dos sintomas com o repouso. A versão para o português brasileiro do 
VFI apresenta equivalência cultural e linguística em relação ao instrumento original. A validação do IFV para 
o português brasileiro está em andamento. 
ABSTRACT
The purpose of this study was to perform the cultural adaptation of the Brazilian version of the Vocal Fatigue 
Index (VFI). Two Brazilian bilingual speech-language pathologists (SLP) translated the original version of the 
VFI in English into Portuguese. The translations were reviewed by a committee of five voice specialist SLPs 
resulting in the final version of the instrument. A third bilingual SLP back-translated this final version and the 
same committee reviewed the differences from its original version. The final Portuguese version of the VFI, as in 
the original English version, was answered on a categorical scale of 0-4 indicating the frequency they experience 
the symptoms: 0=never, 1=almost never, 2=sometimes, 3=almost always, and 4=always. For cultural equivalence 
of the Portuguese version, the option “not applicable” was added to the categorical scale and 20 individuals with 
vocal complaints and dysphonia completed the index. Questions considered “not applicable” would be disregarded 
from the Brazilian version of the protocol; no question had to be removed from the instrument. The Brazilian 
Portuguese version was entitled “Índice de Fadiga Vocal – IFV” and features 19 questions, equivalent to the 
original instrument. Of the 19 items, 11 were related with tiredness of voice and voice avoidance, five concerned 
physical discomfort associated with voicing, and three were related to improvement of symptoms with rest or lack 
thereof. The Brazilian version of the VFI presents cultural and linguistic equivalence to the original instrument. 
The IFV validation into Brazilian Portuguese is in progress.
Zambon et al. CoDAS 2017;29(2):e20150261 DOI: 10.1590/2317-1782/20172015261 2/6
INTRODUÇÃO
A fadiga vocal é uma percepção do indivíduo manifestada 
pelo aumento do esforço fonatório associado ao aumento da 
demanda vocal, que melhora com repouso vocal adequado(1). 
A fadiga vocal é também descrita como um sintoma de alteração 
vocal ou, quando associada a comportamentos negativos, é a 
causa de uma disfonia(2). Frequentemente, a presença de fadiga 
vocal é avaliada pela presença de uma variedade de sintomas(3-5). 
Existem várias definições de fadiga vocal na literatura, resultando 
em um aumento da dificuldade de se avaliar com precisão esse 
aspecto do ponto de vista do indivíduo(6,7).
Recentemente, um grupo de pesquisadores americanos 
desenvolveu e validou o Vocal Fatigue Index – VFI(7), um 
instrumento de autoavaliação respondido pelo paciente, elaborado 
à partir de um conjunto de sintomas que sinalizam a fadiga vocal 
e que colabora na identificação de indivíduos com esse problema. 
O protocolo americano apresenta 19 questões divididas em três 
domínios: fadiga e restrição vocal, desconforto físico associado 
à voz e recuperação dos sintomas com repouso(7).
De acordo com as normas internacionais do Scientific Advisory 
Committee of Medical Outcome Trust(8), para que um instrumento 
seja utilizado em outra língua e cultura é imprescindível a sua 
validação, cujo primeiro passo é a realização da adaptação 
cultural e linguística, resolvendo-se, assim, as diferenças de 
idioma, culturais e sociais que possam existir para a aplicação 
do instrumento na nova cultura e língua.
Dessa forma, o objetivo da presente pesquisa é desenvolver a 
equivalência cultural do protocolo VFI para o português brasileiro, 
por meio da adaptação cultural e linguística do protocolo.
MÉTODO
A presente pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética 
em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp 
(CAAE: 09205412.1.0000.5505 e parecer n. 159.968, de 
29/11/2012). Todos os sujeitos investigados concordaram em 
participar do estudo e assinaram o Termo de Consentimento 
Livre e Esclarecido.
O VFI(7) foi traduzido para o português brasileiro por 
dois fonoaudiólogos brasileiros e bilíngues (Tradutor 1 – T1 
e Tradutor 2 – T2), que realizaram a tradução conceitual. 
As traduções foram analisadas e comparadas por um comitê 
formado por cinco fonoaudiólogos especialistas em voz e 
com proficiência na língua inglesa. As diferenças encontradas 
foram discutidas e, quando necessário, modificações foram 
realizadas, chegando-se a uma versão traduzida final (versão 
em português – VP).
A versão final traduzida do protocolo foi retrotraduzida por 
um terceiro fonoaudiólogo brasileiro bilíngue, que não participou 
das etapas anteriores. A versão retrotraduzida foi comparada à 
versão inglês original do protocolo, chegando-se à versão em 
português com equivalência semântica e do idioma. As diferenças 
conceituais foram novamente discutidas pelo mesmo comitê de 
fonoaudiólogos que participou da etapa anterior, chegando-se à 
versão final com equivalência cultural e linguística do protocolo.
A versão final em português do protocolo VFI, assim como o 
original em inglês, é respondida pelo próprio paciente, de acordo 
com a frequência de ocorrência com que experienciam os sintomas: 
0 = nunca, 1 = quase nunca, 2 = às vezes, 3 = quase sempre e 
4 = sempre. Para a avaliação e verificaçãoda equivalência cultural 
da versão em português brasileiro do instrumento, a opção “não 
aplicável” foi acrescida à chave de respostas e 20 indivíduos 
(13 mulheres e 7 homens, média de idade de 41 anos, com 
escolaridade de ensino fundamental a superior) com queixa 
vocal e diagnóstico de disfonia comportamental responderam 
a versão brasileira do VFI. As questões não aplicáveis foram 
desconsideradas da versão brasileira do questionário.
O critério de inclusão para os 20 participantes foi apresentar 
queixa vocal e disfonia de qualquer grau, tipo e etiologia. 
Os critérios de exclusão foram: usar medicamentos para doenças 
psiquiátricas e/ou ter alterações neurológicas que impossibilitassem 
a compreensão para o preenchimento do questionário.
RESULTADOS
A versão do VFI para o português brasileiro foi intitulada 
Índice de Fadiga Vocal – IFV. Os participantes não escolheram a 
opção não aplicável em nenhuma questão, dessa forma, nenhum 
item teve de ser eliminado ou modificado na adaptação cultural 
e linguística. O processo de tradução e adaptação cultural do 
protocolo encontra-se no Quadro 1.
Da mesma forma que o original VFI, a versão traduzida IFV 
possui 19 questões divididas em três domínios: o primeiro é 
formado por 11 itens relacionados à fadiga e restrição vocal; o 
segundo possui 5 itens referentes ao desconforto físico associado 
à voz e o terceiro, três itens relacionados à recuperação da fadiga 
com repouso vocal (Anexo A).
DISCUSSÃO
A fadiga vocal é um tema atual e de relevância para 
pesquisas com indivíduos disfônicos ou populações de risco(3-5). 
Poucos estudos desenvolveram instrumentos específicos para a 
autoavaliação da fadiga vocal, nenhum desenvolvido ou validado 
para o português brasileiro, fazendo-se necessária a adaptação 
cultural e linguística como primeiro passo para a validação de 
tais instrumentos(8).
A adaptação cultural e linguística visa a adequação dos 
itens de um instrumento para sua aplicabilidade na população 
em questão, para que as possíveis diferenças socioculturais 
entre as culturas e os idiomas sejam resolvidas, não sendo uma 
mera tradução literal do instrumento original8, possibilitando 
seu uso pelos indivíduos dessa cultura alvo. Tal metodologia 
de adaptação cultural tem sido utilizada para a tradução e 
validação de outros instrumentos de áreas da Fonoaudiologia 
para o português brasileiro(9-15).
Com a conclusão do processo de tradução e adaptação 
cultural e linguística para o português brasileiro, o processo 
de validação do IFV foi iniciado, objetivando-se demonstrar 
as propriedades psicométricas de validade, confiabilidade e 
sensibilidade da versão brasileira, a fim de possibilitar seu uso 
confiável em pesquisas e na prática clínica(8). Pesquisas futuras 
Zambon et al. CoDAS 2017;29(2):e20150261 DOI: 10.1590/2317-1782/20172015261 3/6
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Zambon et al. CoDAS 2017;29(2):e20150261 DOI: 10.1590/2317-1782/20172015261 5/6
com o IFV poderão comparar aspectos da fadiga vocal de 
indivíduos disfônicos com outros instrumentos de autoavaliação 
ou, ainda, incluir características da fadiga vocal como item de 
avaliação multidimensional para grupos de risco.
CONCLUSÃO
A versão para o português brasileiro do instrumento, chamada 
Índice de Fadiga Vocal – IFV, apresenta equivalência cultural e 
linguística em relação ao original Vocal Fatigue Index – VFI. 
A validação do IFV para o português brasileiro está em andamento.
REFERÊNCIAS
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Contribuição dos autores
FZ foi responsável pelo delineamento do estudo, coleta, tabulação, análise dos 
dados e elaboração do manuscrito; FM foi responsável pela coleta, análise dos 
dados e elaboração do manuscrito; CN foi responsável pelo desenvolvimento 
do instrumento original, análise dos dados, revisão do conteúdo e da versão 
do manuscrito para o inglês; MB foi responsável pelo delineamento do estudo 
e revisão final do manuscrito.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids=20840041&dopt=Abstract
http://dx.doi.org/10.1080/14417040701730990
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http://dx.doi.org/10.1590/S2179-64912011000400018
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http://dx.doi.org/10.1590/S2317-17822013000400012
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http://dx.doi.org/10.1016/j.jvoice.2013.11.009
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http://dx.doi.org/10.1590/2317-1782/20142014175
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Zambon et al. CoDAS 2017;29(2):e20150261 DOI: 10.1590/2317-1782/20172015261 6/6
Anexo A. Versão traduzida e culturalmente adaptada para o português brasileiro do protocolo Vocal Fatigue Index – VFI(7), chamado Índice de 
Fadiga Vocal – IFV
Índice de Fadiga Vocal – IFV
Nome completo: _______________________________________________________________________________________Data de nascimento: _____/_____/________
Data de hoje: _____/_____/________
As frases abaixo apresentam alguns sintomas frequentemente associados a problemas de voz. Assinale a resposta que indica 
o quanto você apresenta o mesmo sintoma.
0 = nunca
1 = quase nunca
2 = às vezes
3 = quase sempre
4 = sempre
Fadiga e restrição vocal
1. Fico sem vontade de falar depois que falei um pouco mais. 0 1 2 3 4
2. Minha voz fica cansada quando eu falo muito. 0 1 2 3 4
3. Sinto que o esforço aumenta enquanto falo. 0 1 2 3 4
4. Minha voz fica rouca depois que falo. 0 1 2 3 4
5. Tenho que fazer força para produzir a voz. 0 1 2 3 4
6. Procuro evitar falar depois que usei muito a voz. 0 1 2 3 4
7. Evito situações sociais quando sei que vou ter que falar muito. 0 1 2 3 4
8. Tenho dificuldades para falar com minha família depois de um dia de trabalho. 0 1 2 3 4
9. Tenho que fazer força para produzir a voz depois que falei um pouco mais. 0 1 2 3 4
10. Tenho dificuldade para projetar a minha voz enquanto falo. 0 1 2 3 4
11. Minha voz fica fraca depois que eu falo um pouco mais. 0 1 2 3 4
Desconforto físico associado à voz
12. Fico com dor no pescoço ao final do dia quando uso a voz. 0 1 2 3 4
13. Fico com dor na garganta ao final do dia quando uso a voz. 0 1 2 3 4
14. Quando eu falo muito sinto dor para falar. 0 1 2 3 4
15. Quando eu falo minha garganta dói. 0 1 2 3 4
16. Quando eu falo sinto desconforto no pescoço. 0 1 2 3 4
Recuperação com repouso vocal
17. Quando eu descanso minha voz melhora. 0 1 2 3 4
18. Quando eu descanso faço menos força para falar. 0 1 2 3 4
19. Quando eu descanso minha voz fica menos rouca. 0 1 2 3 4

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