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MECÂNICA APLICADA Ronei Stein Cinética angular: centro de massa Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Definir centro de massa e centro de gravidade. � Identificar o centro de gravidade de objetos regulares e irregulares. � Reconhecer o comportamento do centro de gravidade no corpo humano. Introdução O centro de massa de um determinado corpo é um ponto que se com- porta como se toda a massa contida nele estivesse concentrada sobre ele. Ou seja, o centro de massa consiste no ponto em que se pode admitir que a massa esteja concentrada — diferentemente do centro de gravidade, que consiste no ponto de aplicação da resultante das forças de gravidade que atuam em cada partícula de um sistema. Nos campos gravitacionais uniformes, o centro de gravidade coincide com o centro de massa. Neste texto, você compreenderá um pouco mais sobre os conceitos relacionados a centro de massa e centro de gravidade, bem como aprenderá a identificar esses centros em objetos regulares e irregulares e conhecerá a importância do centro de gravidade no corpo humano. Centro de massa Centro de massa (CM) é usado para facilitar o estudo do movimento dos cor- pos rígidos, sendo um conceito da física mecânica, que estuda o movimento de uma forma geral. De acordo com Halliday e Resnick (2012), definimos o CM de um sistema de partículas (uma pessoa, por exemplo) para podermos determinar com mais facilidade o movimento do sistema. Uma bola arremessada para cima segue uma trajetória parabólica (Figura 1a). O CM de uma lâmpada jogada para cima com um movimento de rotação segue uma trajetória parabólica (Figura 1b), mas todos os outros pontos da lâmpada seguem trajetórias curvas mais complexas. Cada extremidade da lâmpada move-se em uma direção diferente, e as duas extremidades têm um movimento diferente do ponto do meio. No entanto, se olharmos o movimento da lâmpada mais de perto, veremos que há um ponto dela que se move em uma trajetória parabólica, mesmo que o resto da lâmpada não o faça. Figura 1. CM de um sistema de partículas. Fonte: Adaptada de ra2studio/Shutterstock.com; adaptada de pathdoc/Shutterstock.com. Cinética angular: centro de massa2 De modo geral, o CM de um sistema de partículas é o ponto que se move como se: (1) toda a massa do sistema estivesse concentrada nesse ponto; (2) todas as forças externas estivessem aplicadas nesse ponto (HALLIDAY; RESNICK, 2012). A massa de um objeto é uma medida de sua resistência a uma variação de sua velo- cidade. Por exemplo, um carrinho empurrado ao longo do piso de um supermercado é mais difícil de parar quando está carregado do que quando está vazio. O sistema (carrinho mais sua carga) é mais massivo quando carregado. A massa é uma quantidade escalar e aditiva (KELLER; GETTYS; SKOVE, 1997). Isto é, se unirmos dois objetos de massas m1 e m2, a massa m12 do sistema composto será: m12 = m1 + m2 O conhecimento em torno do conceito e dos valores e localização do CM são importantes em diversas situações que, muitas vezes, inclusive, fogem das áreas que imaginamos. Por exemplo, em nosso corpo, o CM fica na altura da coluna. Tendo conhecimento disso, sabe-se que é recomendado, ao levantar coisas mais pesadas, que os joelhos sejam flexionados, redistribuindo a massa e impedindo que o peso gerasse danos à coluna. Para a física, ela ajuda a resolver a questão em torno dos corpos rígidos que têm um número de partículas infinitas, pois, sem esse conceito, haveria várias equações, ou seja, uma para cada partícula. De acordo com Knight (2009), um objeto sem vínculo (por exemplo, um eixo fixo ou pivô), sobre o qual não existe uma força resultante exercida, gira em torno de um ponto especial chamado de CM. Este se mantém imóvel enquanto todos os outros pontos do objeto descrevem movimentos circulares em torno dele. O CM da Figura 2 modela o corpo como se este fosse constituído por partículas enumeradas pelo índice i = 1, 2, 3, ... A partícula i tem massa m1 e está localizada na posição (xi, y1). 3Cinética angular: centro de massa Figura 2. Rotação em torno do centro de massa. Fonte: Knight (2009, p. 343). y ycm xcm yi xi x0 0 Centro de massa Partícula i de massa m1 Logo, o CM está localizado na posição: xcm = 1 M ∑mi xi =i m1x1 + m2x2 + m3 x3 + ... m1 + m2 + m3 + ... ycm = 1 M ∑mi yi =i m1y1 + m2y2 + m3 y3 + ... m1 + m2 + m3 + ... Knight (2009) apresenta um exemplo bastante simples. Imagine que uma bola de 500 g e outra de 2,0 kg estão ligadas por uma haste de massa desprezível e comprimento de 50 cm (Figura 3). m1 = 2,0 kg x1 = 0 x2 = 0,50 m x xcm m2 = 500 g r1 r2 Figura 3. Determinação do centro de massa. Fonte: Knight (2009, p. 343). Cinética angular: centro de massa4 Dessa forma, pede-se: a) Onde se encontra o CM? b) Qual é o módulo de velocidade de cada bola, se elas rodam em torno do CM a 40 rpm? Resposta: a) Utilizando a equação a seguir, pode-se encontrar o CM: Xcm = (m1x1 + m2x2) / m1 + m2 Logo: Xcm = (2,0 kg)(0,0)m + (0,50 kg)(0,50m) / (2,0 kg + 0,50 kg) = 0,10 m. Nesse caso, ycm = 0 porque todas as massas se encontram sobre o eixo x. O CM localiza-se a 20% mais próximo da bola de 2,0 kg do que da bola de 0,5 kg. b) Cada bola gira em torno do seu CM. Os raios dos círculos descritos são r1 = 0,10 m e r2 = 0,40 m. As velocidades tangenciais são dadas por (vi)1 = riW, porém essa equação requer que W esteja em rad/s, sendo a conservação: W = 40 rev/min × 1min/60s × 2πrad/1 rev = 4,19 rad/s Consequentemente: (v1)t = r1W = (0,10 m) (4,19 rad/s) = 0,42 m/s (v2)t = r2W = (0,40 m) (4,19 rad/s) = 1,68 m/s Observações: o CM é mais próximo da bola mais pesada do que da mais leve. Isso era de se esperar, pois xcm é uma média ponderada das posições das massas constituintes. Mas a massa menor é mais rápida por estar mais afastada do eixo de rotação. Centro de gravidade As leis de Kepler proporcionam uma descrição da forma como os planetas se movem, mas não fornecem nenhuma indicação sobre por que o fazem desse modo, e não de outro. Depois da formulação das leis de movimento, a segunda contribuição de Newton foi a formulação da lei da gravitação universal. Esta lei prevê a interação atrativa entre dois corpos, planetas ou pequenas partículas, que produz um movimento que está de acordo com a descrição dada pelas leis de Kepler (ALONSO; FINN, 1999). 5Cinética angular: centro de massa Veja, a seguir, as três leis de Kepler que tratam dos movimentos dos planetas. 1. Os planetas descrevem órbitas elípticas em torno do sol, que ocupa um dos focos da elipse. 2. As áreas varridas pelo segmento imaginário que une o centro do sol ao centro do planeta são proporcionais aos tempos gastos em varrê-las. 3. O quadrado do período de revolução dos planetas é proporcional ao cubo de sua distância média do sol. O centro de gravidade (CG) pode ser definido como o único ponto de um corpo ao redor do qual todas as partículas de sua massa estão igualmente dis- tribuídas. Um corpo pode ser considerado composto por pequenos segmentos. O peso resultante desse corpo corresponde ao somatório das forças-peso que atuam em cada um desses segmentos. O local onde é aplicada a resultante das forças-peso é o CG. Na física, o CG (também chamado de baricentro de um corpo, em algumas bibliografias) é o ponto em que pode ser considerada a aplicação da força de gravidade de todo o corpo formado por um conjunto de partículas. Essas partículas são atraídas para o centro da Terra, cada qual com sua força-peso. CG, portanto, é o ponto em que se pode equilibrar todas essas forças de atração. Identificação do centro de gravidade Nas figuras geométricas regulares, o CM coincide com o centro geométrico (centroide), no encontro dos eixos de simetria. Assim, conhecendo-se as dimensões da figura, é possível calcular o CM. Em um corpo homogêneo, o CG coincide com o centro geométrico. Cinética angular: centro de massa6 O CM é um ponto quese comporta como se toda a massa de um corpo estivesse concentrada sobre ele, conforme pode ser observado na Figura 4. O seu cálculo depende da distribuição da massa do corpo. Figura 4. Localização do centro de massa. Fonte: Adaptada de K Satdamrong/Shutterstock.com. Mas como exatamente se calcula o CM? Em figuras planas homogêneas, utiliza-se a seguinte regra: o CM de uma figura plana homogênea localiza-se sobre o seu eixo de simetria. Porém, caso um determinado corpo apresentar dois eixos de simetria, o CM estará na intersecção entre eles. De modo geral, o eixo de simetria refere-se a uma linha que divide um corpo em duas partes iguais ou simétricas. Dessa forma, tem-se: � para retângulos — o CM fica sobre os eixos de simetria que dividem ao meio a altura (h) e a base (b). Para calcular o CM, basta dividir a altura e a base por dois. � para círculos — o CM fica localizado exatamente no centro da circun- ferência, uma vez que o eixo de simetria do círculo é uma reta que vai de uma de suas extremidades à outra, passando exatamente pelo seu centro. � em triângulos — pelo fato de a base do triângulo retângulo ser mais larga, a maior parte de sua massa encontra-se na parte inferior. O CM do triângulo retângulo localiza-se a um terço de sua altura e base. 7Cinética angular: centro de massa A fim de facilitar o entendimento, a Figura 5 apresenta o CM de algumas formas regulares. Figura 5. CM das principais figuras regulares. C CM CM CM h h b b b/2 h/2 h/ 3 b/3 Quando se trata de figuras planas, o CM deve ser calculado de forma individual para cada figura. Ou seja, inicialmente, deve-se encontrar o CM e, após, somar os mesmos. Para isso, devemos adotar um sistema de referência, conforme demonstrado na Figura 6. Figura 6. Exemplo de centro de massa de uma figura composta. y x CM1 CM2 Observando a Figura 6, percebe-se que ela é composta por um quadrado e um triângulo retângulo. Teixeira (2018) menciona que, após adotar o sistema de referência (x,y), se deve considerar o CM de cada uma das figuras. Nesse Cinética angular: centro de massa8 caso, adotou-se o índice 1 para o quadrado e 2 para o triângulo. Para calcular as coordenadas do CM da figura inteira, deve-se somar as coordenadas das figuras individuais, por meio da equação: CCM = (m1X1 + m2X2)/(m1 + m2) YCM = (m1Y1 + m2Y2)/(m1 + m2)e A posição do CG de um objeto depende da distribuição do peso deste. Para um objeto de formato regular (cubo, círculo, etc.), o CG está localizado no centro geométrico do objeto. Para um objeto de formato irregular, o CG pode estar dentro ou fora deste, conforme mencionado por Watkins (2014). Imagine que a peça apresentada na Figura 7 seja feita de concreto, sendo que o seu peso específico é igual a 2.500 kg/m3. Como podemos calcular o CG desta peça? 4 3 2 1 1 2 3 4 5 6 7 1 T1 T2 Figura 7. Cálculo do centro de gravidade de uma figura irregular. Fonte: Barbosa (2017). Resposta: Calculando o CG de cada figura conhecida, é possível determinar o CG da peça irre- gular por meio da média ponderada dos CGs de cada uma (V1, V2, V3 e V4). Calculando o volume e as massas, tem-se: V1 = 2 ∙ 1 ∙ 1 = 2m³ = 2 ∙ 2,500kg/m³ = 5.000 kg V2 = 1 ∙ 2 ∙ 1 = 2m³ = 2 ∙ 2,500kg/m³ = 5.000 kg V3 = 1,5 ∙ 2 ∙ 1 = 3m³ = 3 ∙ 2,500kg/m³ = 7.500 kg V4 = 3 ∙ 1 ∙ 1 = 3m³ = 3 ∙ 2,500kg/m³ = 7.000 kg Total: 25.000 kg 9Cinética angular: centro de massa Cálculo do CG: X = (M1 ∙ 0,5 + M2 ∙ 2,0 + M3 ∙ 4 + M4 ∙ 4,5) / (25.000) = (2.500 + 10.000 + 30.000 + 41.250) / 25.000 = 3,35 Y = (M1 ∙ 1 + M2 ∙ 0,5 + M3 ∙ 0,75 + M4 ∙ 1,5) / (25.000) = (5.000 + 2.500 + 5.625 + 11.250) / 25.000 = 0,975 Logo, a peça de concreto de formato irregular tem CG em relação à sua borda esquerda de: X = 3,35 e altura Y = 0,975. Centro de gravidade no corpo humano De acordo com Watkins (2014), o corpo humano é composto de vários seg- mentos ligados por articulações, sendo que cada um deles contribui para o peso total do corpo. O movimento dos segmentos do corpo em relação a outro altera a distribuição do peso. Porém, em qualquer postura corporal, o corpo se comporta como se o seu peso total estivesse concentrado em um único ponto, chamado de centro de gravidade (CG). Dessa forma, o CG se aplica a todos os objetos, sejam eles animados ou inanimados. Ou seja, sabendo-se que o corpo é continuamente atraído pela gravidade, e que ele pode sustentar-se em qualquer postura, é necessária uma força antigravitacional feita pelos músculos. A resultante entre essas duas forças opostas chama-se centro de gravidade corporal (BIENFAIT, 2000). Como visto anteriormente, o CG se refere a um ponto onde está concen- trada toda a massa do corpo, porém sem que seu comportamento mecânico seja alterado. O corpo humano tem formato irregular, sendo que o CG está intimamente ligado ao equilíbrio corporal, podendo ser definido como: � o ponto exato em que o corpo poderia ser teoricamente rodado livre- mente em todas as direções; � o centro em torno do qual o corpo deveria ter o mesmo peso; � o ponto de interseção dos três planos cardinais do corpo: o sagital, o frontal e o transverso. Cinética angular: centro de massa10 O equilíbrio corporal é hoje uma das capacidades físicas mais estudadas. Os estudos direcionados a esse tema buscam identificar as causas dos desequilíbrios, a preven- ção de quedas, as estratégias de manutenção da postura e a interação dos sistemas sensoriais envolvidos na estabilidade (LEMOS; TEIXEIRA; MOTA, 2009). Quando todos os segmentos do corpo estão combinados, e o corpo é dado como um único objeto sólido na posição anatômica, o CG fica aproximadamente anterior à segunda vértebra sacral. A posição precisa do CG para uma pessoa depende de suas proporções e tem a magnitude igual ao peso da mesma. Por exemplo, Watkins (2014) menciona que o CG em um adulto do sexo masculino, na posição de pé, está localizado dentro do seu corpo, perto do umbigo, ou seja, em aproximadamente 54% de sua estatura, quando medido a partir do chão e exatamente entre a parte da frente e a parte de trás do corpo. Mas o mesmo autor menciona que o movimento do tronco, que representa aproximadamente 50% do peso corporal, provavelmente resultará em grandes mudanças, quando ocorre a completa flexão do tronco, fazendo com que o CG fique localizado fora do corpo. No instante em que se procura levantar um objeto do chão, o centro de gravidade ou de equilíbrio do organismo são modificados, obrigando um grupo de músculos a se contraírem e outros a se relaxarem para permitir que o corpo fique nessa posição, sem cair. A cada instante, o corpo humano executa seguidamente inúmeros movimentos, obrigando a coluna (vértebras, discos, articulações) e os músculos a uma ação constante de equilíbrio. Em relação ao CG no corpo humano, é importante destacar as seguintes afirmações. � O CG é o único ponto de um corpo ao redor do qual todas as partículas de uma massa estão igualmente distribuídas. � O CG nos homens refere-se a 56 a 57% do total da altura (S2) e nas mulheres cerca de 55%. � As constituições físicas e a distribuição do peso interferem no CG. � As crianças e os adolescentes apresentam um CG mais alto. � O deslocamento do CG é proporcional à massa do corpo afetada, logo uma mudança na posição anatômica deslocará o CG. 11Cinética angular: centro de massa De acordo com Knoplich (2009), no CG, a soma dos movimentos devido ao peso de todas as partes do corpo é igual a zero, atingindo um equilíbrio. O equilíbrio do corpo é obtido quando está em repouso ou num movimento em contrabalanço de outro conjunto de forças ou movimentos. O conceito de equilíbrio está baseado na segunda lei de Newton, que diz que todas as forças e todos os movimentos devem ser balanceados com outros equivalentes para não movimentar um corpo. Portanto, quando o corpo está em equilíbrio, diz-se que ele está balanceado. Existem alguns experimentos que podem ser realizados no corpo humano, a fim de ilustraro CG. Veja alguns deles a seguir. � Fique de pé bem junto a uma parede, tente levantar os calcanhares e manter-se desse jeito. Você verá que isso não é possível. � Encoste o ombro em uma parede, tente levantar a perna mais afastada e manter-se nessa posição. Por meio dessa experiência, é possível perceber que o equilíbrio exige um deslocamento do corpo que mantenha a vertical passando pelo CG e pela base de apoio do corpo. � Tocar os pés com as mãos sem dobrar os joelhos, com o corpo junto a uma parede, é impossível. Bienfait (2000) menciona que a postura inadequada produz deslocamen- tos no eixo de gravidade do corpo, resultando na sobrecarga de músculos e articulações. Quando a musculatura da estática permanece longo tempo em desequilíbrio, uma série de forças anormais começa a atuar sobre todo o corpo. Essas forças causam compressões, torções e estiramentos de músculos, articulações, ligamentos e fáscias, gerando vários desconfortos (dor, câim- bras, enrijecimentos, contraturas e fadiga) com repercussão imediata sobre a harmonia e eficiência dos movimentos nas regiões afetadas. Cinética angular: centro de massa12 ALONSO, M.; FINN, E. Física. Portugal: Escolar, 1999. BARBOSA, J. Importância da identificação do “CG” da peça na “movimentação de carga”. Consultoria Engenharia, 31 mai. 2017. Disponível em: <https://consultoriaengenharia.com. br/seguranca-ocupacional/importancia-da-identificacao-do-centro-de-gravidade-da- peca-na-movimentacao-de-carga/>. Acesso em: 9 ago. 2018. BIENFAIT, M. As bases da fisiologia da terapia manual. São Paulo: Summus, 2000. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de física: mecânica. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. v. 1. KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física. São Paulo: Makron Books, 1997. v. 1. KNIGHT, R. Física 1: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. KNOPLICH, J. Movimento do corpo: centro de gravidade. Concurso e Fisioterapia, 2009. Disponível em: <http://www.concursoefisioterapia.com/2009/04/movimentos-do- corpo-centro-de-gravidade.html>. Acesso em: 9 ago. 2018. LEMOS, L. F. C.; TEIXEIRA, C. S.; MOTA, C. B. Uma revisão sobre CG e equilíbrio corporal. 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