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Fundamentos da Gestão e Liderança O que vamos ver no curso? ▪ O que é Gestão e Liderança? ▪ Case - O líder que não conseguia liderar ▪ Vantagens de estudar Liderança e Gestão ▪ Contexto Histórico ▪ O que o mercado espera das organizações ▪ O que as organizações esperam de um líder ▪ Competências de um líder ▪ Autoconhecimento ▪ Dicas e Boas Práticas ▪ Revisão O que é Gestão e Liderança? O que é Gestão e Liderança? O tema “Liderança” vem ganhando destaque e importância dentro das organizações modernas, onde, cada vez mais, vemos o aumento da complexidade em liderar equipes. Frente essa perspectiva, o desenvolvimento de líderes alinhados aos objetivos organizacionais ganha um papel importantíssimo para o crescimento da organização. Fonte: (PEDRUZZI et,al, 2016). O que é Gestão e Liderança? Definir o que é liderança se torna complexo devido a pluralidade de abordagens existentes: “[...] existem tantas definições de liderança, quanto pessoas que tentam definir o conceito [...]” (STOGDILL, 1974, p.7). Isso porque a liderança é um fenômeno complexo que pode ser visto sobre diferentes perspectivas, como social, psicológico, entre outros. Neste curso, iremos abordar o tema sobre 3 pontos principais: O que é Gestão e Liderança? 1. Liderança é um processo, não uma posição O líder é resultado de uma confluência entre a pessoa que ocupa um lugar de destaque (podendo ser formal ou informal), um grupo de pessoas e uma determinada situação. Por exemplo, podemos pensar na liderança como uma mão de via dupla, de modo que, se, de um lado líderes influenciam pessoas, estas também exercem influência sobre os líderes, repercutindo na qualidade e na eficiência do processo. (MESSICK, 2005) Isso significa que a liderança ocorre entre pessoas, e não sobre pessoas. (DAFT, 2008) O que é Gestão e Liderança? 2. A definição de liderança possui proximidade e por vezes, sobreposição com conceitos similares ou correlatos O que pode gerar muitas dúvidas e confusões. LIDERANÇA vs. ADMINISTRAÇÃO ▪ Liderança é apontada dizendo respeito aos aspectos interpessoais da gestão, como a capacidade de influenciar um grupo em direção ao alcance de objetivos; ▪ Enquanto, administração diz respeito a alcançar objetivos por meio da elaboração de planos de rígidas estruturas organizacionais e da monitoração de resultados. Fonte: (PEDRUZZI et.al, 2016) O que é Gestão e Liderança? LIDERANÇA vs. GESTÃO ● A Liderança toca em aspectos como mudança, inspiração, motivação e influência. Além disso, está mais frequentemente associada a correr riscos, dinâmica, criatividade, visão e inspiração. ● Por outro lado, a Gestão é associada a elementos como eficiência, planejamento, procedimento e controle. Alguns autores preferem tratá-los como intimamente relacionados, mas com funções distinguíveis: embora possa haver áreas de sobreposição entre liderança e gestão, cada um deles preserva funções únicas. Fonte: (Hughes; Ginnett; Curphy, 2012) Diferenças entre gestão e liderança Gestor Líder Entrega Vislumbra Controla Inspira Faz certo as coisas Faz as coisas certas Pergunta quem e quando Pergunta o que e por que Analítico Inovador Aceita o status quo (Estruturado) Questiona o status quo (Corajoso) Consultivo Passional Deliberado e Persistente Imaginativo e Criativo O que é Gestão e Liderança? Quando falamos em desenvolvimento de indivíduos nessas duas funções, podemos concluir que: ▪ O desenvolvimento de gestores dedica-se, essencialmente, ao aperfeiçoamento do desempenho em papéis de gestão através da aquisição de conhecimentos e habilidades específicas. ▪ É esperado que um líder formal realize as 3 atividades: liderar, administrar e gerir. O que é Gestão e Liderança? Quando falamos em desenvolvimento de indivíduos nessas duas funções, podemos concluir que: ▪ O desenvolvimento de lideranças, por sua vez, não é necessariamente direcionado a profissionais inseridos em papéis formais. Ela envolve a aquisição da capacidade de agir diante de circunstâncias complexas, tomando decisões estratégicas e mobilizando recursos e pessoas para a solução de problemas e a criação de novas possibilidades de trabalho e seus resultados, em acordo com a estratégia e os valores organizacionais. O que é Gestão e Liderança? 3. Definir a liderança como processo, através da sua diferença com os termos de administração e gestão, implica em considerar que ela é passível de ser desenvolvida. Atualmente, a liderança é reconhecida como uma competência que pode ser construída e permanentemente reconstruída. Fonte: (Northouse, 2013). O que é Gestão e Liderança? Em conclusão, a liderança: ▪ É um processo; ▪ Envolve influenciar outras pessoas; ▪ Ocorre em grupos; ▪ Envolve a busca, tanto da parte dos líderes como da parte dos liderados, de mudanças reais; ▪ Envolve o estabelecimento de objetivos comuns. Fonte: (Zanelli et.all, 2014). O que é Gestão e Liderança? ▪ Liderança: é a habilidade de motivar, influenciar, inspirar e comandar um grupo de pessoas, a fim de atingir um objetivo. ▪ Gestão: o ato de direcionar as pessoas para um objetivo. É o processo de lidar e controlar coisas ou pessoas. Fonte: (Zanelli et.all, 2014). O que é Liderança e Gestão? “A liderança é cotidianamente construída, compartilhada, tecida em uma rede de interdependências, visando o alcance de objetivos interpretados como comuns”. Ou seja, o líder é visto como alguém que facilita o alcance das metas por meio de direção, apoio, participação e orientação para o êxito”. Fonte: (Zanelli et.all, 2014). Case - O líder que não conseguia liderar O Contexto Henrique trabalhava em uma empresa referência do ramo de tecnologia como analista de dados. Ele era conhecido por sua habilidade excepcional para resolver problemas complexos e cumprir prazos, além disso ficava evidente, para todos os membros da sua equipe, a paixão que ele tinha por seu trabalho. Por causa do seu incrível desempenho e pela admiração dos seus colegas, seu gestor o promoveu para gerente da equipe de analistas. O Desafio Embora Henrique estivesse empolgado com a promoção, ele também estava apreensivo, pois nunca havia liderado uma equipe antes, mas pensava que não deveria ser tão difícil. Nos primeiros dias como gerente, ele se esforçou para tentar equilibrar as demandas da liderança com o seu trabalho analítico, tentando usar a mesma abordagem que o tornou bem sucedido como analista. O Desafio Com o tempo, ele percebeu que ser líder era completamente diferente. Ele tinha dificuldade de delegar tarefas, o que resultava em situações como: ▪ Muitas vezes ele assumia total responsabilidade pelos projetos ao invés de confiar em sua equipe; ▪ Seus analistas ficavam sobrecarregados durante um período e ociosos em outros; Além disso, ele não sabia muito bem como se comunicar com seus colegas, sendo muitas vezes mal interpretado ou mal compreendido. A Consequência A situação ficou cada vez mais insustentável para Henrique quando seus colaboradores começaram a levantar dúvidas referentes às estratégias da área e da empresa e este percebeu que não tinha um completo entendimento sobre quais eram essas diretrizes de planejamento, assim como não compreendia como integrar a área dele com as demais para alavancar os resultados. A Consequência Conforme o tempo foi passando, a produtividade da equipe diminuía, as pessoas começaram a pedir transferências para outras equipes e a área começou a perder investimentos financeiros. Henrique começou a ficar desesperado e percebeu que precisava de ajuda para aprender a ser um líder eficaz. A Atitude Assim, ele foi atrás de líderes referentes da sua empresa para entender por onde ele poderia começar, lhe foi sugerido fazer cursos voltados para a liderança da FM2S. Após o seu estudo, Henrique finalmente conseguiu ter uma visão mais prática de como melhorar a sua liderança. AAtitude Primeiro ele foi atrás de compreender como funciona uma organização, e depois aprofundou na sua empresa em si, entendendo o planejamento estratégico, seus valores, suas normas de conduta, quem são seus concorrentes, como desenvolver uma visão empreendedora e uma colaboratividade entre áreas. Por fim, ele focou na sua equipe, aprendendo sobre como gerir pessoas, projetos e processos de forma mais eficiente, lidando com conflitos e riscos. Além disso, ele investiu em como orientar, treinar e gerenciar seu time. O Resultado Com o tempo, Henrique começou a aplicar tudo o que aprendeu, vivendo o propósito e liderando pelo exemplo, de maneira a conseguir promover uma capacitação contínua da equipe, tanto técnica quanto comportamental. À medida que ele se tornava um líder mais eficaz, sua equipe começou a se recuperar e a produzir resultados notáveis por toda a organização. O Resultado Em poucos meses, seu gestor passou a usar o Henrique como um líder de referência para a empresa inteira e o bonificou financeiramente devido ao seu esforço. Sua equipe também foi reconhecida e premiada como a que mais entregava resultados e a que mais vivia dentro dos valores e da cultura da empresa. Vantagens da Liderança e Gestão Vantagens da Liderança e Gestão Por que existe um líder? Hoje, em um ambiente de constante mudança e turbulência, um líder precisa garantir a eficácia das organizações e a sua integridade. Assim, a presença do líder é força incentivadora e direcionadora para tornar possível o crescimento da organização em meio a desafios e mercados competitivos. Fonte: (Adaptado de Pedruzzi et al, 2016) Vantagens da Liderança e Gestão Vantagens Para a Empresa ▪ Aumento da produtividade da equipe; ▪ Desenvolvimento de talentos internos; ▪ Retenção de talentos; ▪ Melhoria no desempenho; ▪ Aumento da produtividade; ▪ Cultura e clima organizacional fortalecidos; ▪ Inovação e adaptação; ▪ Vantagem competitiva; ▪ Fortalecimento da marca empregadora. Vantagens da Liderança e Gestão Vantagens Para o Colaborador ▪ Desenvolvimento das habilidades de liderança; ▪ Melhoria na tomada de decisões; ▪ Compreensão da gestão de pessoas e times; ▪ Desenvolvimento de habilidades de comunicação; ▪ Crescimento de carreira; ▪ Resolução de conflitos; ▪ Desenvolvimento pessoal; ▪ Adaptação à mudanças; ▪ Habilidade de soluções de problemas; ▪ Maior compreensão de estratégia de negócios. Contexto Histórico Contexto Histórico Antiguidade: “A preocupação com a liderança é tão antiga quanto a história escrita: A República de Platão constitui um bom exemplo dessas preocupações iniciais ao falar da adequada educação e treinamento de líderes políticos” (Fieldler, 1967). Frederick W. TaylorFonte: Brasil Escola - UOL Contexto Histórico Séc. XVIII: Com a revolução industrial houve um rápido desenvolvimento da economia, as empresas passaram a precisar de um grande número de trabalhadores para o “chão da fábrica”, além de líderes para gerir o processo de produção. Desencadeando os primeiros estudos da administração na Escola Clássica. Frederick W. TaylorFonte: Montana; Charnov, 2000) Fonte: Wikipedia A Escola Clássica ▪ Se preocupavam com a autoridade formal, em seus normas e procedimentos, as quais eram tratadas de forma autoritárias cravada nos regulamentos; ▪ Os gestores adquiriam formalismos ao gerir suas funções, funcionavam como um manual padronizado; ▪ Ainda não era enfatizado a liderança humanística e seus pressupostos para a motivação. Frederick W. Taylor Fonte: Portal Geledés A Escola Clássica A Escola Clássica foi dividida em 3 categorias: 1. Escola da Administração Científica: ■ Abordada pelo engenheiro Frederick Taylor; ■ Objetivo: aumentar a eficiência dos operários na linha de produção, elaborando estudo de tempo e movimentos. Frederick W. TaylorFonte: Wikipedia 2. Gestão Administrativa ■ Abordada pelo engenheiro Henri Fayol; ■ Objetivo: organizar as funções e procedimentos do ato de administrar, sua ênfase é na estrutura organizacional; ■ Fayol estipula deveres e obrigações aos líderes, de maneira em que os administradores eram os coordenadores das atividades com foco na eficiência organizacional; ■ Em virtude dessa estrutura, o gestor deve conduzir a administração prevendo, organizando, comandando, coordenando e controlando a organização. Frederick W. TaylorFonte: Wikipedia A Escola Clássica Abordagem Burocrática 3. Abordagem Burocrática ■ Abordada pelo sociólogo Max Weber; ■ Diz respeito aos princípios do modelo burocrático e fundamentalização de leis para que a organização tivesse bons resultados. Fonte: Wikipedia Contexto Histórico Anos 20: Surge a Teoria da Personalidade ou Teoria dos Traços, marcada por 2 períodos: 1. Período do Grande Homem O líder é um modelo de herói, que todos admiram. Atraindo seguidores por ter atributos pessoais como: carisma, transmissão de confiança, respeito e lealdade. Os estudos nesse período partiam do pressuposto da existência de elementos na personalidade que os faziam líderes e assim era só imitá-los para formar novos. Frederick W. Taylor Contexto Histórico Anos 20: Surge a Teoria da Personalidade ou Teoria dos Traços, marcada por 2 períodos: 2. Período dos Traços O foco passa a ser os traços da liderança e como os indivíduos alcançaram suas posições. Isso era feito através da comparação das característica dos que se revelaram líderes com o das pessoas comuns e depois comparar as características dos líderes eficazes com a dos líderes ineficazes. Fonte: (ROBBINS, 2014) Contexto Histórico Anos 20: Percebendo a necessidade de uma administração mais humanística, surge a Teoria das Relações Humanas. Desenvolvida pelo psicólogo Elton Mayo, a Teoria das Relações Humanas diz que o indivíduo passa a ser “guiado” pelos líderes, considerando seus fatores psicológicos e emocionais, permitindo a criação de um ambiente mais livre e natural, onde todos poderiam explanar suas opiniões. Fonte: (Motta; Vasconcelos, 2004) Fonte: Toolshero.es Anos 20: Percebendo a necessidade de uma administração mais humanística, surge a Teoria das Relações Humanas. A Escola das Relações Humanas não tinha foco na liderança, mas contribuiu para os primeiros fatores envolvendo o psicológico e uma visão mais humana dos processos gerenciais, caminhando para o conceito de líder. Contexto Histórico Fonte: JC - Uol Contexto Histórico Anos 30: A liderança passa a ser um elemento crucial para a compreensão dos comportamentos. No campo dos negócios, o tema da liderança ainda era tímida, seguia fortemente dominado pela mentalidade da engenharia. A preocupação da gestão do trabalho era centrada na relação entre o homem e a máquina, onde os comportamentos não eram considerados como uma questão a ser levada em foco. Fonte: Museu da Imigração Contexto Histórico Pós Guerra: Advinda da Escola de Relações Humanas, as Teorias Comportamentais passaram a enfatizar os comportamentos necessários ao exercício da liderança. As pesquisas de Halpin e Winer (1957) e Fleishman (1953) apontaram para que os liderados percebem o comportamento dos líderes de 3 formas: Fonte: Leo Moraes Arquitetura Contexto Histórico 1. Autocrática (centrada na tarefa): O poder do líder ocorre em função de sua posição. Nesse estilo o foco está na tarefa, sendo caracterizada pela centralização da autoridade e do processo de decisão. 2. Democrática (centrada nas pessoas): Os liderados são envolvidos e participam no processo de tomada de decisão. Nesse estilo ocorre a delegação de autoridade, decisões compartilhadas e a preocupação com as relações humanas, e o poder do líder é conferido pelo grupo. 3. Laissez-Faire: O líder deixa o grupo a seu próprio cargo. Nesse estilo o foco está na permissividade, passividade e abdicação da função de coordenação, permitindo autonomia aos membros do grupo. Contexto Histórico Anos 50: Devido aomovimentos sindicais, as empresas começaram a trabalhar internamente em técnicas de dinâmica de grupo como forma de construção de equipes e de desenvolvimento de liderança no chamado “chão de fábrica”. Fonte: Motor1 - Uol Contexto Histórico Anos 60 e 70: O movimento denominado “Humanização do Trabalho” ou “Qualidade de Vida no Trabalho” foi o impulso para que a liderança passasse a ser vista como um elemento essencial e necessário à gestão. Os gerentes e supervisores deveriam ser líderes. Nessa época, houve uma divisão territorial no estudo teórico da liderança. Fonte: Leo Moraes Arquitetura Contexto Histórico 1. No território da psicologia organizacional e do trabalho: ▪ Como ocorre o mecanismo da influência interpessoal? → Suposição de que a força de influência sobre os outros tinha origem nas característica do indivíduo. ▪ Qual é o perfil psicológico do indivíduo líder? → Suposição de que a influência origina nos comportamentos. ▪ Nasce a expressão Liderança Situacional (foco no indivíduo deixou de ser entendida como característica para ser reconhecida como propriedade de interação) Contexto Histórico 2. No território da administração: ▪ Como fazer um gerente tornar-se um líder em seu grupo? A partir da influência situacional, o foco se dá na pessoa do líder, utilizando variáveis como predisposição, potencialidade, lugar e o tempo para criar sua influência. ▪ Nasce sobre o vetor da liderança para processos: Liderança Transacionais e Transformacionais (associação com os processos de inovação e aprendizado) Resumo Contexto Histórico Fonte: Adaptado de Pedruzzi, et.al., 2016 Ano Abordagem Autor Teoria Características Séc. XX Personalidade ---- Teoria dos Traços Mensurar as características da personalidade de líderes de sucesso e compará-las com as de pessoas comuns ou líderes ineficazes. 1955 Comportamental Kartz Teoria das Habilidades Deixa de enfatizar as características natas de personalidade, para enfatizar os comportamentos necessários ao exercício da liderança. Resumo Contexto Histórico Fonte: Adaptado de Pedruzzi, et.al., 2016 Ano Abordagem Autor Teoria Características 1978 Transacional Burns Teoria Transacional Processo de troca entre líderes e liderados. A liderança ocorre através da recompensa, nas quais os liderados recebem de seu líderes desejos específicos: promoção, viagem e salário. 1986 Situacional Hersey e Blanchar Teoria Situacional Busca identificar variáveis situacionais que são importante e assim identificando o estilo de liderança ideal para uma determinada situação Resumo Contexto Histórico Fonte: Adaptado de Pedruzzi, et.al., 2016 Ano Abordagem Autor Teoria Características 1978 Transformacional Bass Teoria Transformac ional Ocupa-se em analisar o comportamento organizacional do líder durante o período de transição e a forma pela qual ele elabora processos de criação de visões de um estado futuro desejado para a obtenção do comprometimento do empregado em contexto de mudança. Contexto Histórico Séc. XXI: Devido ao ambiente competitivo e às rápidas mudanças, são necessários líderes flexíveis, pois liderar no século XXI é buscar constantemente conhecimento através de estudos para aperfeiçoar e buscar colocações no mercado. Os líderes atuais devem ser responsáveis por gerir e motivar os liderados, que buscam satisfação desde a esfera profissional, pessoal e social, pois nesses novos tempos a competitividade, qualidade e reengenharia de processos é a preocupação global. Contexto Histórico Séc. XXI: O líder do século XXI passa então por um processo emocional, pois não é um ditador, mas uma pessoa gerindo pessoas com sentimentos e necessidades. O líder contemporâneo apresenta ampla visão de mundo, consegue gerir mudanças, quebrar barreiras, vencer desafios, correr riscos e mudar paradigmas. Fonte: (COVEY, 2002) Resumo comparação lideranças Fonte: Adaptado de Byham, Smith e Paese (2003) Líder Tradicional Líder Contemporâneo Tomava todas as decisões importantes. Resolvia problemas pela equipe, agia como especialista. Compartilha as responsabilidades com os membros da equipe. Ajuda a equipe a solucionar problemas. Controlava o fluxo de trabalho, era responsável pelos resultados do grupo de trabalho. Promove a autogerência e a responsabilidade, bem como a propriedade da tarefa ou do processo (por exemplo: os subordinados diretos medem seu próprio progresso e tomam ações corretivas quando necessário) Dava as respostas; exercia o papel de especialista. Faz as perguntas certas; permite que os subordinados diretos sejam especialistas. Resumo comparação lideranças Fonte: Adaptado de Byham, Smith e Paese (2003) Líder Tradicional Líder Contemporâneo Estabelecia as regras. Articula e reúne o grupo em torno de uma visão e um conjunto de valores. Valorizava a unanimidade / Conformidade. Valoriza diversas perspectivas. Buscava eliminar conflitos Vê os conflitos como oportunidade de sinergia e de tomada de decisão enriquecidas. Tendia a ser reativo, resistia a mudanças. É proativo e inicia mudanças. Aceita a mudança como necessária para a sobrevivência da organização. Resumo comparação lideranças Fonte: Adaptado de Byham, Smith e Paese (2003) Líder Tradicional Líder Contemporâneo Concentrava-se em tarefas, produtos e habilidades técnicas. Concentra-se no processo e nas pessoas. Raciocínio linear, analítico Utiliza pensamento não-linear e holístico. Buscava atingir especialização/funcional. Busca alcançar especialização funcional transversa e cultura transversa. Preocupava-se apenas com a sua área de responsabilidade. Preocupa-se com toda a organização, tenta ser um bom parceiro com outros grupos da empresa. Resumo comparação lideranças Fonte: Adaptado de Byham, Smith e Paese (2003) Líder Tradicional Líder Contemporâneo Ferrenhamente competitivo Continua competitivo, mas com frequência precisa fazer parcerias com os competidores, vendedores e clientes. Preocupava-se apenas com as operações locais. Precisa estar preparado para pensar numa escala maior e global. Considerava as pessoas como recursos intercambiáveis. Considera as pessoas como recurso mais valioso da organização e sabe que elas são difíceis de ser substituídas. Evitava riscos Corre riscos Resumo comparação lideranças Fonte: Adaptado de Byham, Smith e Paese (2003) Líder Tradicional Líder Contemporâneo Colocava as necessidades da organização antes das necessidades das pessoas. Trabalha para obter um equilíbrio entre as necessidades da organização e as necessidades das pessoas. Utilizava um processo de raciocínio funcional de curto prazo. Utiliza um processo de raciocínio sistemático de longo prazo. Competências necessárias para Gestão e Liderança Competências Gerenciais ▪ Viver o propósito e liderar pelo exemplo, melhorando o clima organizacional e inspirando a equipe a dar o seu melhor; ▪ Entender o propósito e o direcionamento da empresa, sabendo comunicar de maneira clara e eficiente as principais diretrizes estratégicas; ▪ Vislumbrar maneiras objetivas de atingir as metas estratégicas, dividindo o trabalho entre os colaboradores e esclarecendo a responsabilidade de cada um; ▪ Promover a capacitação contínua da equipe, tanto técnica quanto comportamental; Competências Gerenciais ▪ Compreender as normas de comportamento no ambiente corporativo, promovendo a boa convivência e gerenciando conflitos desnecessários; ▪ Possuir uma visão financeira entendendo a importância da redução de custos e identificando possíveis alavancas de receita para a empresa; ▪ Ser capaz de negociar e influenciar pessoas; Competências Gerenciais ▪ Promover engajamento de forma colaborativa; ▪ Saber evitar e resolver conflitos, mantendo o espírito colaborativo da equipe; ▪ Organizar o seu trabalho e o da equipe, promovendo meios de trabalho eficiente, entregas pontuais e alta produtividade;▪ Evitar vieses pessoais, tomando decisões objetivas e fundamentadas em dados e fatos. Competências Comportamentais ▪ Manter-se atualizado quanto às tendências do seu mercado, identificando oportunidades de crescimento da empresa e de melhoria de seus processos; ▪ Ser sensível aos sentimentos próprios e dos seus colaboradores, sabendo ouvir e promovendo o alinhamento das pessoas com o objetivo da empresa; ▪ Saber conduzir mudanças, quando necessário, gerenciando eventuais resistências da equipe; ▪ Comunicar-se de forma clara, assertiva e respeitosa. Apresentação dos Conceitos Apresentação de Conceitos O que o mercado espera das organizações: ▪ Propósito das organizações; ▪ Teoria e Estrutura Organizacional; ▪ ESG e Diversidade e Inclusão; ▪ Governança Corporativa; Apresentação de Conceitos O que as organizações esperam de um líder: ▪ Abordagem administrativa; ▪ Planejar ▪ Organizar ▪ Comandar ▪ Coordenar ▪ Controlar ▪ Tipos de Liderança; Apresentação de Conceitos Módulo Extra: Autoconhecimento: ▪ Saber identificar suas forças e fraquezas; ▪ Autoavaliação. Propósitos das Organizações Propósitos das Organizações O termo organização vem do grego “organon”, que é instrumento ou ferramenta. Atualmente, podemos entender que organizações são entidades, como empresas, instituições ou associações de uma ou mais pessoas trabalhando para um propósito específico. As pessoas trabalham de maneira sinérgica e o propósito, normalmente, está relacionado à alguma necessidade da sociedade. Logo, entidade é uma ferramenta que deve servir ao seu propósito: atender às necessidades de um cliente. A seguir uma representação esquemática da visão sistêmica de organização: Fonte: Adaptado de Zanelli, Borges-Andrade, Bastos, 2014 Gestão Processos de Transformação Tecnologia Pessoas Estrutura formal Organização Produtos Satisfação dos clientes Lucros/ perdas Matéria-prima Recursos financeiros Informações Recursos humanos Feedback Econômico Ambiente Tecnológico Político-legalSociocultural Propósitos das Organizações Além da questão do propósito, as organizações têm algumas características importantes: ▪ Divisão do trabalho; ▪ Autoridade e responsabilidade; ▪ Disciplina; ▪ Unidade de comando e direção; ▪ Remuneração; ▪ Subordinação; ▪ Centralização e estrutura escalar. Existem três diferentes perspectivas para definição de organizações, que são: sistemas racionais, naturais ou abertos: Sistemas racionais Coletividades altamente formalizadas voltadas para atingir de modo colaborativo objetivos específicos, explícitos e bem definidos. Sistemas naturais Coletividades forjadas por consensos e conflitos, buscando sua sobrevivência. Sistemas abertos Sistema social inserido em um ambiente maior, envolvendo fluxo de atividades de coalizões de membros com distintos interesses. Fonte: Zanelli, Borges-Andrade & Bastos, 2014, p. 76 Propósitos das Organizações No curso, levaremos em consideração os sistemas racionais, onde o se insere a Teoria Administrativa de Fayol. Nessa abordagem, a especificidade e clareza dos objetivos definem as atividades a serem realizadas e a cooperação entre os participantes é consciente e deliberada através de um conjunto de regras explícitas que governam o comportamento das pessoas. Dessa forma, cabe ao líder ter em mente essas questões e por isso as competências abordadas no curso levam em consideração essa abordagem. Fonte: Wikipedia Propósitos das Organizações E por que pensar em organizações é importante? Estima-se que mais de 90% das pessoas atualmente são dependentes do trabalho organizacional, de alguma forma. No início do século XIX, essa porcentagem era de menos de 20%. Por isso, é muito importante que se entenda como essas entidades funcionam e ter ideias de como geri-las de maneira coerente. O estudo de seu funcionamento e características é chamado de Teoria Organizacional. 90% Teoria e Estrutura Organizacional O que são as Teorias Organizacionais? Teorias Organizacionais são trabalhos conceituais que visam entender o funcionamento das organizações. Elas são um excelente norte para gestores e outros membros de organizações entenderem e aprimorarem o seu trabalho. Além disso, esse maior entendimento nos ajuda a compreender as relações entre as partes de uma organização, não nos deixando surpreender com coisas comuns e previsíveis. Abordagens clássicas da Teoria Organizacional A abordagem da administração científica (Taylor) Focando no uso da ciência para aumentar a eficiência dos processos A abordagem burocrática de Weber Focada em regras específicas – rígida, impessoal e focando o duradouro A abordagem administrativa de Fayol Focada nos elementos centrais e na função da administração. Várias teorias distintas estudaram as organizações. Dentre as mais famosas podemos citar: Muito dessas teorias são fundamentais e válidas, mas atualmente temos várias abordagens mais modernas: ▪ A abordagem de sistemas – organizações são dinâmicas, com seus processos e pessoas se adaptando ao meio e orientadas a objetivos; ▪ A abordagem de contingências – Não há regras específicas para organizações, sendo que a administração deve depender dos indivíduos e dos casos específicos que trabalhamos. As teorias modernas As teorias modernasAs Teorias Modernas Produção de bem ou serviços Produção de bem ou serviços Distribuição Plano para melhorar Pesquisa de mercado Medições e Feedback Necessidade Propósito da Organização Clientes Fornecedores A B C D Processos de apoio Projeto e reprojeto de processos e produtos Teoria Organizacional Estrutura Organizacional ▪ A relação de autoridade na organização; ▪ O papel da liderança (formal ou informal) e seus estilos; ▪ As regras e dispositivos para a articulação dos ativos em prol do propósito; ▪ Os processos internos e sua coordenação; ▪ A própria evolução da estrutura, frente ao meio e a dinâmica da organização. Teoria Organizacional Projeto e Mudança Organizacional ▪ Processos pelos quais a administração promove mudanças na cultura e estrutura organizacionais; ▪ A evolução frente a contingências internas; ▪ Análise crítica e visão da mudança de propósito da organização. Teoria Organizacional Cultura Organizacional ▪ Os valores e normas explícitos e implícitos que regem a organização; ▪ Motivações individuais para o atingimento do propósito; ▪ Psicologia. O que são Estruturas Organizacionais? Estrutura Organizacional representa uma cadeia, relativamente, estável de ligação entre as pessoas e o trabalho que constituem a organização. Ela ajuda a diferenciar as partes de uma organização mantendo-as interligadas, através da criação e do reforço de relações de interdependência, previsibilidade e hierarquia no interior dos grupos e entre eles. O que são Estruturas Organizacionais? Dessa forma, a estrutura organizacional reintegra, em uma totalidade, a mão de obra das organizações. Essa mão de obra deve ser classificada, agrupada e distribuída pelo desenho dos cargos e da autoridade, tendo em vista os diversos objetivos organizacionais. Fonte: (Wagner III; Hollenbeck, 2012). O que são Estruturas Organizacionais? De forma resumida: A estrutura organizacional é a maneira como uma organização funciona. Ela pode ser vista sob 2 óticas distintas: 1. A sua cadeia de comando (articulação das pessoas e departamentos, hierarquicamente); 2. A inter-relação de seus processos (desdobramento das atividades de uma organização); Quais são os tipos de Estrutura? Estrutura Funcional (os departamentos são divididos por suas funções na empresa) Matricial (fraca, moderada ou forte), onde há os departamentos, mas são formados times com integrantes multifuncionais Projetizada onde as equipes são dedicadas a um projeto com finalidade específica Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional GerenteFuncional Coordenação de projetos Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe As caixas vermelhas representam equipes envolvidas em atividades do projeto Teoria Funcional Estrutura Matricial Fraca Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Coordenação de projetos Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe As caixas vermelhas representam equipes envolvidas em atividades do projeto Estrutura Matricial Moderada Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Coordenação de projetos Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe As caixas vermelhas representam equipes envolvidas em atividades do projeto Estrutura Matricial Forte Executivo Chefe Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Coordenação de projetos Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe As caixas vermelhas representam equipes envolvidas em atividades do projeto Chefe dos gerentes de projeto Gerente de projeto Gerente de projeto Gerente de projeto Projetizada As caixas vermelhas representam equipes envolvidas em atividades do projeto Executivo Chefe Gerente de projeto Gerente de projeto Gerente de projeto Coordenação de projetos Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Equipe Os Tipos de Estrutura Funcional Matricial Projetizada Matriz fraca Matriz balanceada Matriz forte Autoridade do gerente de projetos Pouca ou nenhuma Baixa Baixa a moderada Moderada a alta Alta a quase total Disponibilidade de recursos Pouca ou nenhuma Baixa Baixa a moderada Moderada a alta Alta a quase total Quem gerencia o orçamento do projeto Gerente funcional Gerente funcional Misto Gerente do projeto Gerente do projeto Papel do gerente de projetos Tempo parcial Tempo parcial Tempo integral Tempo integral Tempo integral Equipe admin. De gerenciamento de projetos Tempo parcial Tempo parcial Tempo parcial Tempo integral Tempo integral Os Tipos de Estrutura Existem também outras estruturas, além das funcionais, como: ▪ Departamentalização por região; ▪ Departamentalização por unidade de negócio; ▪ Etc. Essas estruturas mais corporativas são importantes para empresas maiores e mais complexas. A lógica da estrutura matricial apresentada anteriormente também se aplica nestes casos. ESG e Diversidade e Inclusão ESG é um acrônimo para Environmental, Social and Governance, que em português significa Meio Ambiente, Sociedade e Governança. Segundo o SEBRAE: “ESG está relacionado à mensuração da performance de uma organização nas questões ambientais, sociais e de transparência e eficiência. Pode-se dizer que ESG está dentro da sustentabilidade já que, para que uma empresa seja sustentável, é preciso implementar ou melhorar suas práticas de ESG.” ESG e Diversidade e Inclusão E S G Ambiental Social Governança ESG e Diversidade e Inclusão O termo foi criado em 2004, em uma publicação do Pacto Global com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. Nessa ocasião, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, desafiou 50 CEOs de instituições financeiras a integrar fatores sociais, ambientais e de governança. Desde então, muitas organizações têm tido como foco nos três pilares da ESG, entendendo que eles se conectam. ESG e Diversidade e Inclusão Visão disruptiva da sustentabilidade Tanto o estudo sobre ESG quanto às práticas corporativas devem ser pensadas através de uma abordagem integrada e multidisciplinar, pois para compreender e aplicar o ESG de forma correta, cada um de seus pilares deve se relacionar com o todo. As empresas devem realizar um estudo aprofundado de cada pilar e considerar como eles se interconectam. O termo traz uma visão disruptiva da sustentabilidade, quebra a exclusividade da visão meramente ambientalista e incorpora os pilares da sociedade e da governança de forma igualitária com o meio ambiente. ESG e Diversidade e Inclusão E S G Por exemplo, se uma empresa tem um projeto de reduzir a sua pegada de carbono, ele pode ser visto por três óticas: Transição para energias renováveis Cria oportunidades de emprego e impacta a comunidade local Gerenciamento do projeto com transparência ESG e Diversidade e Inclusão Hoje, o mercado espera que uma organização esteja de acordo com as boas práticas do ESG: Os consumidores estão se tornando mais conscientes sobre o impacto ambiental e social de suas escolhas de compra. Empresas com uma abordagem ESG podem atrair e manter clientes que buscam apoiar marcas responsáveis. Pode ocorrer a revisão de contrato com seus fornecedores a fim de evitar, por exemplo, trabalho análogo à escravidão ou, também, pela atenção às demandas de stakeholders relativas ao tema e ações para evitar e eliminar a corrupção. Além disso, para a organização, existem outras vantagens, como: ▪ Mitigação de Riscos: considerar fatores ESG ajuda a identificar e mitigar riscos potenciais que podem afetar negativamente o desempenho financeiro e a reputação das empresas. ▪ Atratividade para Investidores: investidores estão cada vez mais buscando empresas com sólidos critérios ESG. ▪ Resposta a Demandas do Mercado: os consumidores estão se tornando mais conscientes sobre o impacto ambiental e social de suas escolhas de compra. ESG e Diversidade e Inclusão ▪ Acesso a Financiamento Sustentável: Instituições financeiras e bancos estão incluindo considerações ESG em suas práticas de empréstimo e investimento. ▪ Atração e Retenção de Talentos: especialmente as gerações mais jovens, valorizam trabalhar em empresas com propósitos alinhados com suas crenças. ▪ Reputação e Marca: o foco em ESG pode melhorar a reputação da empresa e seu Employer Branding. ▪ Conformidade Regulatória: a adoção de práticas ESG pode ajudar as empresas a cumprir com as normas e regulamentos ambientais e sociais. Isso reduz o risco de multas e penalidades por não conformidade. ESG e Diversidade e Inclusão ▪ Tendo isso em mente, é esperado que um líder em uma organização tenha como foco o trabalho integrado para desenvolver os três pilares do ESG. ▪ A eficiência do ESG depende, inevitavelmente, do comprometimento da alta liderança: ▪ Em aspecto legal; ▪ Executivo; ▪ Ou mesmo ao exercer o papel de exemplo e agente motivador; ▪ Para que as políticas relativas ao impacto social e ambiental de fato avancem na organização e se estruture de maneira a alcançar quem consome ou investe nos produtos e serviços oferecidos. ESG e Diversidade e Inclusão ▪ Em especial o pilar social é muito desenvolvido pela área de Diversidade e Inclusão, foco de muitas empresas atualmente. ▪ A área de Diversidade e Inclusão tem como seu propósito maior é promover espaço de atuação para profissionais pertencentes a grupos socialmente minorizados e, para além disso, tornar este espaço próspero, amplo e expansivo. ▪ Os programas devem não apenas propiciar a contratação de profissionais diversos, mas explorar o potencial de desenvolvimento de suas habilidades em conformidade com a trajetória e as características de cada um, tudo permeado pela segurança psicológica, emocional e física, no caso da acessibilidade. ESG e Diversidade e Inclusão Governança Corporativa Governança Corporativa A Governança Corporativa é definida como: “um sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos pelo qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vistas à geração de valor sustentável para a organização, para seus sócios e para a sociedade em geral. Esse sistema baliza a atuação dos agentes de governança e demais indivíduos de uma organização na busca pelo equilíbrio entre os interesses de todas as partes, contribuindo positivamente para a sociedade e para o meio ambiente.” Fonte: (IBGC, 2023, p. 17) Os 5 Princípios da GovernançaCorporativa Integridade Transparência Praticar e promover o contínuo aprimoramento da cultura ética na organização, sendo coerente e tomando cuidado com as partes interessadas para que não haja conflito de interesses. Disponibilizar a quem interessar informações verdadeiras, coerentes, claras e relevantes, sobre o que interessar, seja desempenho econômico-financeiro e ESG. Os 5 Princípios da Governança Corporativa Equidade Responsabilização Sustentabilidade Tratar todos os colaboradores da mesma forma, levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades. Desempenhar suas funções com diligência, assumindo responsabilidade pelos atos e omissões, além de prestar contas por eles (Accountability). Zelar pela viabilidade econômico-financeira da organização, entendendo que as organizações atuam em uma relação de interdependência com o ecossistema. Governança Corporativa E qual é o papel do líder? O líder, por sua vez, deve respeitar todos esses princípios, entendendo que eles impactam diretamente no desempenho da organização. Em cargos de liderança formal, devem tomar ações práticas que reforcem esses pilares, como agir com integridade ao elaborar um código de conduta e promover uma cultura baseada na diversidade e inclusão. Gestão de Processos vs. Projetos Por que Gestão de Processos é importante para um líder? Independente da estrutura organizacional, todas as empresas são feitas de processos. Diferentes organizações possuem diferentes maturidades de seus processos. É importante que o líder saiba dominar os fundamentos básicos de seus processos para conseguir desenvolver e inovar. Gerir processos irá permitir que o líder dê direcionamentos claros do que fazer. Pois eu não consigo instruir o que eu não conheço. O que é Gestão de Processos? Gestão de Processos é uma disciplina dentro da administração onde usamos técnicas para descobrir, analisar e otimizar nossos processos. Por processos entendemos as atividades rotineiras que transformam entradas de fornecedores em saídas que geram valor para clientes (internos ou externos). Objetivo: Garantir que os processos de uma empresa estejam consistentemente sendo realizados da melhor maneira. Gestão de Processos A ideia central da Gestão de Processos é entender o que e como uma empresa, departamento ou área está trabalhando para gerar valor aos seus clientes. A sua área (no que todo mundo está trabalhando) Indicadores claros, definições e metas coerentes. Meta: Gestão de Processos O que é Gestão de Processos? A filosofia da Gestão de Processos: ▪ Focar em processos, não em tarefas (pensar no propósito e no fluxo); ▪ Racionalizar o esforço, entregando mais valor com menos trabalho; ▪ Entender e esclarecer para poder gerenciar e melhorar. O que é Gestão de Processos? As atividades da Gestão de Processos ▪ Visualizar (funções e processos); ▪ Mensurar (se estamos indo bem ou não); ▪ Analisar (buscar mudanças no status quo); ▪ Melhorar; ▪ Controlar (usar dashboards para garantir que as ações e metas estão sendo cumpridas); ▪ Remodelar (caso necessário). Implementando uma Gestão de Processos 1. Descrever o objetivo da área e enxergar seus processos; 2. Entender quais são os processos críticos; 3. Definir indicadores de desempenho (KPI’s) e metas para estes processos; 4. Mapear e padronizar os processos críticos; 5. Organizar as pessoas e recursos; 6. Criar dispositivos para Gerir para Melhorar Geralmente, quando queremos implementar a Gestão de Processos, seguimos os passos: O que é Gestão de Projetos? Gestão de Projetos é o conjunto de conhecimentos, habilidades, técnicas e ferramentas utilizadas para planejar, executar e monitorar um projeto. Um projeto é um conjunto de atividades com início, meio e fim, que visa uma entrega única. Dessa forma, Gestão de Projetos é a estruturação da forma como o projeto é planejado, executado, monitorado e controlado. O que é Gestão de Projetos? As atividades da Gestão de Projetos incluem: ▪ A elaboração e o detalhamento do escopo; ▪ A organização dos recursos humanos, financeiros e materiais; ▪ A montagem do cronograma e registro dos custos; ▪ O monitoramento dos riscos associados ao projeto. O que é Gestão de Projetos? Vale ressaltar que um projeto deve ser realizado dentro de um período finito de tempo e obedecer a diversas restrições. Um projeto é algo prático, que não acontece apenas porque sua idealização existe, é muito importante que qualquer projeto seja planejado, monitorado e gerenciado de maneira assertiva. Além disso, as atividades desempenhadas para o seu andamento são classificadas como “inter- relacionadas”. Isto é, a conclusão da meta (projeto) faz com que cada atividade dependa da execução das demais. O que é Gestão de Projetos? Características de um projeto: ▪ Tempo: O tempo pode ser finito para o projeto, mas não para o resultado, como por exemplo projetos de melhoria, os quais constroem processos rotineiros dentro da empresa; ▪ Custos e Recursos: São essenciais para o desenvolvimento de um projeto, por isso é importante estipula-los; ▪ Desenvolvimento: Um projeto progride em etapas, e sua definição deve ser refinada em cada uma delas. O que é Gestão de Projetos? Tipos de Projetos: ▪ Projetos de Pesquisa; ▪ Projetos Sociais; ▪ Projetos Culturais; ▪ Projetos Empresariais; ▪ Projetos Pessoais. Abordagem Administrativa Abordagem Administrativa Apesar da Teoria Clássica ser baseada em uma autoridade mais formal, é inegável a contribuição que Fayol trouxe através da Gestão Administrativa. Quando falamos em Gestão, Fayol foi o pioneiro no reconhecimento de que a administração deveria ser uma função separada das demais. (Função esta que baseia a visão atual sobre o que significa ser um gestor) Lembrando que gerir não é sinônimo de liderar, mas todo líder deve aplicar a função de gestão. Fonte: Wikipedia Abordagem Administrativa De acordo com Fayol, as atividades de uma organização podem ser classificadas em 6 categorias: 1. Técnicas (produção, manufatura); 2. Comercial (compra, venda, troca); 3. Financeira (procura e utilização de capital); 4. Segurança (proteção da propriedade e das pessoas); 5. Contabilidade (registro de estoques, balanços, custos, estatísticas); 6. Administração (planejamento, organização, comando, coordenação e controle). Abordagem Administrativa Fayol sugeriu que a função administrativa era a mais importante de todas e pode ser dividida em 5 componentes, compreendidos como o papel do gestor: ▪ Planejar: observar o futuro e entender como a sua área vai chegar lá. Tomar as decisões de quando e como avançar; ▪ Organizar: agrupar os recursos organizacionais em divisões lógicas, bem como esclarecer suas relações; ▪ Comandar: mobilizar fortemente os recursos, de maneira a implementar planos; ▪ Coordenar: comunicar com os subordinados e pares, de maneira a sincronizar as atividades para o cumprimento do propósito; ▪ Controlar: comparar ações com o plano. Tomar ações para a correção de curso, monitorando e avaliando. Abordagem Administrativa Como comentado anteriormente, Fayol considerava a empresa como sistema racional de regras e autoridade, que justifica sua existência na medida em que atende ao objetivo primário de fornecer valor, na forma de bens e serviços aos seus consumidores. Apesar de Fayol ter se baseado na empresa industrial, essa ideia aplica-se a qualquer tipo de organização. O trabalho do gestor consiste em tomar decisões, estabelecer metas, definir diretrizes e atribuir responsabilidades aos integrantes da organização, de modo que as atividades estejam em uma sequência lógica. Planejar Planejar Observar o futuro e entender como a sua área vai chegar lá. Tomar as decisões de quando e como avançar. Para isso você precisaria: 1. Entender onde chegar; 2. Entender quais recursos você precisa; 3. Entender os resultados parciais; 4. Saber estruturare comunicar o planejamento. É um exercício de coordenação de: Essas coordenações são alinhadas nos mais diferentes níveis funcionais dentro da organização e o resultado disso são os planos de ação e os orçamentos reais do programa. O conceito de Planejamento Programas (de melhoria, de investimento, etc.) Orçamentos Metas organizacionais (financeiras, operacionais, etc.) Estratégias (premissas, posicionamento de produtos, etc.) Gestão Corporativa Gestão das unidades de negócio Gestão funcional Gestão operacional Controle de Ações Hierarquia dos Orçamentos Hierarquia dos Objetivos Hierarquia das estratégias Hierarquia programas Planejamento das ações Lucro projetado, premissas, etc. Objetivos gerais (ROI, etc.) Subobjetivos (crescimento, lucro, etc.) Lucro da divisão, fluxo de investimento, etc. Orçamentos funcionais e planos operacionais Sub- subobjetivos (receita, lucro, etc.) Estratégias corporativas (portfólios) Estratégias de negócio (posicionamen to, etc.) Programas de capital Programas operacionais Programas operacionais Programas funcionais Sub-sub- subobjetivos (metas de vendas, etc.) Ações tomadas pela organizaçãoOrçamentos operacionais Planejar Para um bom planejamento é preciso: • Ter uma visão clara do Estado Atual; • Conhecer as tendências do mercado; • Entender os recursos e limitações; • Entender as demandas da organização; • Entender o propósito e a cultura da organização; • Vislumbrar o caminho com marcos e eventos intermediários. O escopo do planejamento depende do nível hierárquico da liderança que planeja. Planejar Uma das ferramentas mais usuais para isso é a análise SWOT. A Análise SWOT é um modo de pensar que visa entender, de uma empresa, os pontos: ▪ As forças que dispomos internamente (Strengths); ▪ As fraquezas que detemos mitigar (Weakness); ▪ As oportunidades do mercado (Opportunities); ▪ As eventuais ameaças externas (Threats). Forças Fraquezas Oportunidades Ameaças Formalizar e Comunicar A maioria dos planejamentos não irá ficar apenas na cabeça do planejador, por isso: • Planeje todos os detalhes; • Pense em como comunicar de maneira assertiva; • Use a equipe para aperfeiçoar o processo. Gráfico de Gantt 5W2H Organizar Organizar Agrupar os recursos organizacionais em divisões lógicas, bem como esclarecer suas relações. ▪ Trabalho em Equipe; ▪ Gestão do Tempo. Dinâmica da Equipe Toda a equipe tem sua própria dinâmica, considerando que são indivíduos singulares que atuam em sua composição, mas alguns pontos são básicos e contribuem para o sucesso de qualquer time: ▪ Propósito claro e definido; ▪ Bons meios de comunicação; ▪ Papéis bem definidos; ▪ Processos de trabalhos eficientes; ▪ Responsabilização racional dos membros. Dinâmica da Equipe Uma organização que não sabe onde quer chegar, qual a sua razão de existir, seus princípios para trabalhar diariamente e o que todos devem buscar, tem problemas sérios de gestão. A base fundamental para qualquer empresa é definir sua identidade organizacional e trabalhá-la de forma coerente com o planejamento estratégico, desdobrando-a em objetivos e metas claras para todos. Dinâmica da Equipe Para que a organização dos processos de trabalho coletivos sejam oportunos, é necessário: 1. Entender o que fazer ▪ Definir o objetivo do trabalho: o que queremos entregar com essa atividade? ▪ Definir o escopo: quais as limitações para essa entrega, como custo, prazo, qualidade? ▪ Pactuar os prazos: em quanto tempo cada tarefa e o trabalho total deve ser entregue? ▪ Classificar prioridades: o que é de fato importante para ser realizado primeiro? ▪ Definir as metas: qual é a qualidade esperada para a construção? Dinâmica da Equipe Para que a organização dos processos de trabalho coletivos sejam oportunos, é necessário: 2. Entender quem faz o que ▪ Dividir as responsabilidades e papéis: quem deve fazer o quê? ▪ Combinar o formato de prestação de contas: de que forma deverá informar o andamento e a quem reportar? Dinâmica da Equipe Para que a organização dos processos de trabalho coletivos sejam oportunos, é necessário: 3. Comunicar com eficiência ▪ Estruturar a comunicação: quais canais de comunicação e quando usá-los? ▪ Conduzir reuniões produtivas: como se comunicar de forma eficiente e coerente? É essencial que um bom líder saiba conduzir reuniões produtivas, pois uma das maiores dificuldades que as empresas vivenciam é conquistar o engajamento dos profissionais para os encontros sejam eles virtuais ou presenciais. Dinâmica da Equipe Métodos para reuniões produtivas: ▪ Reunião Tradicional: reuniões acima de 30 minutos com ritos tradicionais de início, meio e fim e pautas definidas. ▪ Daily Huddle: reuniões geralmente de 5 a 15 minutos, com foco na transmissão ágil de informações, geralmente guiado por um checklist padrão. Dinâmica da Equipe Métodos para reuniões produtivas: ▪ Brainstorming: independente do tempo, é focada na escuta ativa, em uma espécie de grupo focal, para acolher ideias e soluções para determinados problemas e dores da empresa/área. ▪ Workshop: tempo superior as reuniões tradicionais, mas com foco na produção de um resultado palpável, incentivando os participantes a colocarem a mão na massa, aprendendo alguma dinâmica ou mesmo já realizando a tarefa a ser entregue. Dinâmica da Equipe O método da reunião depende de qual é o seu objetivo: ▪ Alinhamento de propósito; ▪ Contextualização das atividades; ▪ Definição de papéis e responsabilidades; ▪ Delegação de tarefas; ▪ Acompanhamento de resultados; ▪ Feedback individual ou coletivo; ▪ Celebração de entregas. Dinâmica da Equipe Para que a organização dos processos de trabalho coletivos sejam oportunos, é necessário: 4. Acompanhar o desempenho ▪ Monitorar continuamente: de que forma vamos acompanhar as entregas e atualizar o placar de todos? É essencial monitorar o desempenho dos participantes em cada projeto e processo, visando verificar se a produtividade está no nível adequado ao que foi pensado para contribuir com a melhoria da performance dos envolvidos Gestão do Tempo Não adianta para um líder saber lidar com equipes sem saber gerenciar o recurso mais escasso que temos: o tempo. O tempo pode ser pensado em 3 dimensões: ▪ Operacional: fazer cada minuto render melhor; ▪ Tático: organizar-se de maneira a não desperdiçá- lo sem motivo; ▪ Estratégico: ter a capacidade de priorizar. Fonte: (Gracioso, 2009) Gestão do Tempo Priorizar pode ser entendido como a capacidade de escolher, de priorizar um aspecto em detrimento de outros, e assumir as consequências dessa opção, o que exige uma dose de prudência, geralmente pede o uso da razão e necessita de uma visão clara e estratégica do negócio e dos resultados derivados. É também a habilidade para distinguir o que é urgente do que é importante. Fonte: (Gracioso, 2009) Gestão do Tempo: Priorização Controle das atividades Melhor organização do tempo Aumento da produtividade Redução de estresse Matriz de Eisenhower Im po rt an te Urgente É importante, mas não urgente Decida quando você vai fazer Não é importante nem urgente Faça mais tarde É importante e urgente Faça imediatamente Urgente, mas não é importante Delegue para outra pessoa Comandar Comandar Mobilizar fortemente os recursos, de maneira a implementar planos. ▪ Comunicação clara e efetiva; ▪ Gestão de Pessoas; ▪ Treinamento e Desenvolvimento; ▪ Gestão de Conflitos; ▪ Gestão da Mudança. Gestão de Pessoas Os colaboradores são recursos que podem ser mobilizados e são os responsáveis por realizar os planos. Por isso que Gestão de Pessoas é um tópico essencial para comandar: Gestão de Pessoas administra os Recursos Humanos ao mesmo tempo que orienta o planejamento estratégico organizacional. Gestão de Pessoas Por ser uma área ampla, ela se subdivide em subsistemas:▪ Recrutamento e Seleção; ▪ Desenvolvimento pessoal e corporativo; ▪ Definição de cargos e salários; ▪ Treinamento e Desenvolvimento; ▪ Gerenciamento de performance. Gestão de Pessoas Subsistema Objetivo Recrutamento e Seleção Identificar e selecionar os talentos que mais se enquadram nos valores e missão da empresa Desenvolvimento pessoal e corporativo Contribuir para a construção do capital humano da organização, promovendo o desenvolvimento de habilidades e potencialidades pessoais Definição de cargos e salários Definir os cargos da empresa, descrevendo e especificando cada um deles, de forma a garantir que os salários sejam compatíveis com as funções e responsabilidade Treinamento e Desenvolvimento Desenvolver competências específicas de acordo com os cargos ocupados a fim de desenvolver o colaborador para realização de suas atividades Gerenciamento de performance Medir a produtividade de acordo com as metas da organização e alcançar melhores resultados Treinamento e Desenvolvimento Treinamento e Desenvolvimento (T&D) são processos de aprendizagem com perspectiva de desenvolvimento a longo prazo. Seu objetivo é desenvolver competências para metas organizacionais. Essa atividade é complexa e envolve condições ambientais, motivações, metas e competências para o colaborador. Por isso é uma atividade essencial ao líder, a fim de aumentar a produtividade e produção, garantir que sua equipe seja uma vantagem competitiva e desenvolver equipes autogerenciáveis. Treinamento e Desenvolvimento Para nós, da FM2S, treinamento é um conjunto de atividades monitoradas para desenvolver algo em alguém. É um processo que planeja e executa eventos instrucionais, os quais resultam em novas abordagens em tarefas e mudanças comportamentais. Com isso, o colaborador pode resolver problemas de forma criativa e enfrentar desafios do ambiente organizacional. Treinamento e Desenvolvimento Para que seja possível treinar alguém, é necessário: 1. Diagnosticar as necessidades; 2. Planejar a implementação de ações educacionais; 3. Implementar o Plano de Desenvolvimento; 4. Monitorar as ações; 5. Avaliar o ciclo; 6. Realizar a Gestão do Conhecimento. Gestão de Conflitos Porém, gerir pessoas não significa que a convivência harmônica é garantida. Muito pelo contrário, o conflito é inerente à vida, mas é importante saber geri-lo. Os conflitos acontecem principalmente quando existem desconexões nos processos e relacionamentos da organização. Situações não mapeadas ou com sobreposições podem gerar quebra no fluxo habitual, gerando situações de dúvida e desconforto. Precisamos assumir o conflito como parte comum do dia a dia e a partir disso dedicar tempo e técnicas específicas para esse gerenciamento. Gestão de Conflitos A Gestão de Conflitos no mundo corporativo inclui técnicas e ferramentas que permitem aos profissionais administrarem as relações e possíveis situações conflituosas com base no respeito mútuo e na busca de soluções que contribuam para um equilíbrio no resultado. Isso contribui para um clima organizacional satisfatório; um ambiente propício à inovação e redução de desperdícios. Gestão de Conflitos: Desafio Gerenciar conflitos Ser propositivo Transformar Comportamentos Clarificar as idéias Respeitar os envolvidos Estar aberto ao diálogo Compreender o contexto Gestão de Conflitos Para que você realize uma boa gestão de conflitos, é necessário: 1. Entender o contexto; 2. Estimular o diálogo; 3. Buscar a solução; 4. Promover a reflexão. Gestão da Mudança Ao observarmos as transformações aceleradas que testemunhamos no mundo, nas sociedades e nos modelos de negócios, podemos compreender que a mudança é uma condição bastante atual, principalmente definida por sua velocidade, cada vez com maior intensidade. Um líder com uma atitude positiva em relação à mudança é capaz de inspirar confiança e segurança em sua equipe. Ao demonstrar apoio e confiança nas habilidades e capacidades dos membros da equipe, o líder incentiva-os a assumir riscos e a buscar soluções criativas para enfrentar os desafios que surgem durante o processo de mudança. Gestão da Mudança Por meio de comunicação clara e regular, o líder fornece orientação, feedback e suporte, assegurando que todos estejam trabalhando em conjunto em direção aos mesmos objetivos e valores. Lembrando que os líderes também são afetados pela mudança, o que pode fazer surgir suas próprias dúvidas e preocupações. Antes de liderar suas equipes, é essencial que eles tenham a chance de lidar com suas incertezas e medos. Os 8 Passos de Kotter 1. Criar senso de urgência 2. Formar uma aliança poderosa 3. Criar uma visão para a mudança 4. Investir na comunicação 5. Empoderar a sua base 6. Criar metas de curto prazo 7. Não diminuir o ritmo 8. Tornar a mudança parte da cultura organizacional Coordenar Coordenar Comunicar com os subordinados e pares, de maneira a sincronizar as atividades para o cumprimento do propósito. ▪ Comunicação Assertiva; ▪ Colaboratividade ou Interfaces. O que é Comunicação Assertiva? Comunicação Assertiva é saber transmitir uma mensagem de maneira objetiva, clara e empática. Quantas vezes você já sentiu que seus interesses foram sobrepostos pelos dos outros? E o contrário? Quantas vezes você ignorou os interesses alheios? Processo de Comunicação Emissor ReceptorMensagem Feedback Mensagem Codificação canal Decodificaçã o canal Receptor Receptor Ruído Ruído Por que a Comunicação Assertiva é importante para um líder? A comunicação é uma competência central para o desenvolvimento das principais habilidades comportamentais de um líder. A comunicação assertiva proporciona ao profissional melhores resultados nas principais habilidades técnicas gerenciais exigidas de cargos no mercado, garantindo uma maior efetividade da empresa. Pois promove uma maior confiança de seus liderados e estabelece um diálogo voltado ao respeito e a melhoria mútua. Comunicação Assertiva Vale ressaltarmos que uma comunicação clara é aquela em que se é possível compreender de forma adequada o intuito do emissor na transmissão da mensagem ao receptor. Isso não significa que os resultados serão obtidos, considerando que entre entender algo e realmente querer fazê-lo há uma grande distância. Comunicação Assertiva Problemas da Comunicação Interpessoal: ▪ Seletividade: o emissor só ouve o que é do seu interesse ou o que coincida com a sua opinião; ▪ Egocentrismo: o emissor ou o receptor não aceita o ponto de vista do outro ou corta a palavra do outro, demonstrando resistência para ouvir; ▪ Timidez: a inibição de uma pessoa em relação à outra pode causar gagueira, voz baixa ou dificuldade de se expressar em palavras; ▪ Preconceito: a percepção indevida das diferenças socioculturais, raciais, religiosas, hierárquicas, entre outras; ▪ Descaso: indiferença às necessidades do outro. Comunicação Assertiva Um grande desafio da Comunicação Assertiva é saber dosar a sua inteligência emocional em relação a de seus colaboradores. Agressivo Passivo-agressivo Assertivo Positivo Menor consideração pelos outros Maior consideração pelos outros Maior abertura para comunicação Menor abertura para comunicação Colaboratividade ou Interfaces Toda organização deve ter missão, visão e valores claros. Independente do nível hierárquico, todos devem conhecer a necessidade que o negócio atende, onde a empresa quer chegar e como quer fazer isso. Entretanto, no dia a dia, isso pode se perder em correria e os objetivos de cada área se tornam incompatíveis. Como se cada área estivesse em um cabo de guerra. Quando isso acontece, as áreas se tornam silos. Colaboratividade ou Interfaces Silos organizacionais surgem quando os setores não se comunicam e não cooperam para o sucesso do negócio, ou seja, elas trabalham de modo isolado, sem preocupação com comunicação assertivae manutenção da cultura da empresa. Além disso, ambientes de trabalho nos quais funcionários não se sentem à vontade para expor ideias ou contribuir com outras áreas também formam silos. Colaboratividade ou Interfaces Um exemplo claro disso é a responsabilidade sobre o cliente: Se a organização trabalha em silos, pode haver um colapso da experiência do cliente. Se a área de vendas promete um onboarding estruturado e com reuniões e ele não acontece porque os processos em experiência do cliente foram mudados para um onboarding automatizado (e ninguém sabia), há uma erosão da marca. Colaboratividade ou Interfaces Por isso, unindo aos tópicos anteriores, é essencial que haja colaboratividade entre áreas por meio da inteligência emocional e comunicação assertiva. Equipes multifuncionais são mais eficientes em identificar oportunidades de melhoria e de inovação, o que é esperado para cargos de liderança. Além disso, colaborar com outros departamentos garante uma comunicação integrada e coerente, alinhada com os valores da empresa, metas e objetivos a longo prazo. Controlar Controlar Comparar as ações com o plano. Tomar ações para a correta correção de curso, monitorando e avaliando. ▪ Indicadores e Metas; ▪ Gestão de Riscos. Indicadores e Metas Os indicadores de desempenho, ou KPI’s (Key Performance Indicators) São os guias de nosso trabalho. Eles são a maneira pela qual aprendemos sobre o que estamos fazendo, buscando sempre fazer melhor. Em outras palavras: são as medidas que falam se estamos fazendo o que deveríamos fazer. Objetivos: ▪ Focar a equipe no que é importante; ▪ Nos dizer se as mudanças que realizamos; ▪ Gerar informações sobre alterações do processo ao longo do tempo. Indicadores e Metas Entretanto, é muito fácil se perder na definição de KPI’s por algumas razões: ▪ Podemos querer medir tudo (ou não medir o que é de fato importante); ▪ Termos uma métrica que não está ligada com nosso propósito; ▪ Termos métricas que não estão relacionadas ao nosso problema. Indicadores e Metas Um bom KPI: ▪ Está ligado à um produto ou saída do processo; ▪ É específico, definido e formalizado; ▪ Está ligado ao propósito da área; ▪ Se trabalhado, impacta diretamente no desempenho da organização; ▪ Tem pessoas cuidando deles e todos sabem o que ele significado; ▪ É visível (como um placar), atualizado e constantemente analisado. Indicadores e Metas Algumas dicas para definir seus KPI’s: ▪ Como outros departamentos similares de outras empresas estão medindo a sua eficácia? (exemplo: vendas → faturamento; mkt digital → número de leads) ▪ Há alguma perspectiva do cliente que pode ser medida? (exemplo: reclamações, menções nas redes sociais) ▪ Há alguma perspectiva de consumo de recursos (financeiro ou não) que seriam mais interessantes? (exemplo: gasto com energia, custo por produto) ▪ Há uma meta de crescimento? (exemplo: aumento de vendas, de produção) ▪ Há algum parâmetro de processo claro a ser trabalhado? (exemplo: tempo de ciclo, produtividade) Indicadores e Metas “As metas são estabelecidas para estreitar a distância entre o real e o ideal” Katsuya Hosotani O ponto central das metas está relacionada à lacuna entre onde estamos e onde gostaríamos (ou poderíamos) estar. A parte mais difícil do processo de atribuir metas é saber dosar: ▪ Uma meta muito irreal pode desmotivar; ▪ Uma meta pouco ambiciosa pode desmotivar e não vai levar a empresa além. Indicadores e Metas Objetivo 1 Ser reconhecido pelos produto com qualidade Valor Atual Meta Responsável Resultados-Chave 1 5 Evidências públicas de qualidade 0 5 Angel Resultados-Chave 2 Garantir OEE acima de 70% 30% 70% Maurício Resultados-Chave 3 Ter um CSAT acima de 4 3 4 Angel Resultados-Chave 4 Reduzir 10% das reclamações dos clientes 0 10% Maurício Gestão de Riscos A gestão de riscos consiste em um conjunto de atividades coordenadas para identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar riscos. Ela diz respeito ao processo que trata dos riscos e oportunidades que afetam a criação, a destruição ou a preservação de valor nas organizações. O objetivo é de gerenciar e controlar uma organização em relação a potenciais ameaças e oportunidades. Isso implica no planejamento e uso dos recursos humanos e materiais para minimizar os riscos ou, então, tratá-los. Gestão de Riscos Não existe risco zero, o risco é inerente a qualquer atividade e impossível de eliminar. Porém, é possível escolher uma ferramenta e tratar os riscos a partir do momento que ele é identificado. Após a identificação dos riscos, é possível analisar para depois tratá-los. Mas um líder precisa mapear os diferentes tipos de riscos: Gestão de Riscos Riscos estratégicos Causas externas que podem impactar no futuro do negócio Riscos operacionais Costumam gerar retrabalho dos setores internos e atrapalham no alcance de metas e cronogramas Riscos de compliance Não cumprimento de legislações, normas e regras Riscos financeiros Prejudicam o fluxo de caixa da empresa e compromete o capital de giro e patrimônio Riscos cibernéticos Envolvem segurança da informação Tipos de Liderança Tipos de Liderança Podemos definir os tipos de liderança a partir das seguintes abordagens: 1. Abordagens centradas no líder 2. Abordagens centradas na situação ou no contexto 3. Abordagens centradas nos liderados 4. Abordagens centradas nas relações Centradas no Líder Como visto anteriormente, a Teoria dos Traços do líder pressupõe que líderes apresentam determinadas características que os tornam capazes de exercer esse papel de forma eficaz, com foco no líder sem considerar seus liderados, seu contexto deu lugar a perspectiva denomina Comportamental. Centradas no Líder 3 tipos de líderes: 1. Liderança Autoritária: caracterizada pela tomada de decisões solitária do líder, que dirige o grupo e distribui recompensas e críticas/punições de acordo com seus critérios. 2. Liderança Democrática: proporciona participação, decisões, responsabilidades e consequências compartilhadas; 3. Liderança Laissez-faire: caracteriza-se pela permissividade, passividade e abdicação da função de coordenação, permitindo autonomia aos membros do grupo e que as atividades ocorram a sua revelia. Centradas na Situação ou no Contexto A evolução dos estudos mostrou que prever o sucesso da liderança era mais complexo do que identificar traços ou comportamentos desejáveis e que a situação deveria ser considerada. 2 Tipos de Líderes: ▪ Situacionais ou Contingenciais; ▪ Trilha-meta. Centradas na Situação ou no Contexto Situacionais ou Contingenciais Estilo de liderança a ser utilizado na dependência das características da situação, das pessoas lideradas, da tarefa, da organização e de outras variáveis ambientais. Este modelo apresenta duas dimensões de comportamento do líder: ▪ Orientado para a tarefa; ▪ Orientado para o relacionamento. Centradas na Situação ou no Contexto Situacionais ou Contingenciais Este modelo apresenta três critérios situacionais: 1. Relações líder-membro (RLM): qual o grau de sociabilidade entre líder e membros? Qual o grau de lealdade e apoio dos liderados? 2. Estrutura da tarefa (ET): qual o grau de estruturação da tarefa? 3. Poder da posição (PP): qual o grau de poder/autoridade e autonomia para tomada de decisões conferidas ao líder pela organização? Centradas na Situação ou no Contexto Situacionais ou Contingenciais A dependência desses critérios situacionais caracteriza maior ou menor favorabilidade da situação. Onde ela é considerada mais favorável quando os critérios RML, ET e PP são elevados. Nessa circunstância, a teoria considera que o líder é apoiado pela situação, pois esta lhe oferece maior possibilidade de controle. Centradas na Situação ou no Contexto Situacionais ou Contingenciais Além disso, esse tipo de liderança propõe que o líder torne seus comportamentos adequadosao nível de desenvolvimento do liderado. Conforme este se eleva, o líder deve mover-se em abordagens denominadas direcionar, vender, participar e delegar, a fim de corresponder às variáveis na maturidade dos liderados. Comportamento do líder em função das dimensões tarefa e relacionamento Fo nt e: Z an el li, e t. al , 2 01 4 Direcionar Vender Delegar ParticiparComportamento Apoiador Comunicação bilateral Escuta, apoia e encoraja Facilita a interação Envolve a equipe nas decisões Comportamento Diretivo Comunicação Unilateral Define papéis e atividades Supervisão contínua do desempenho Centradas na Situação ou no Contexto Cada abordagem de liderança foi construída por meio da combinação das dimensões da tarefa e de relacionamento. Por exemplo, quando os membros de equipe não estão prontos para assumir qualquer responsabilidade (baixa motivação e capacidade), o líder deve direcionar o que deve ser feito e adotar mais comportamentos direcionados para a tarefa e menos comportamentos direcionados ao relacionamento com os liderados. Centradas na Situação ou no Contexto Quando estes últimos elevam a sua capacidade para as atividades de trabalho, é importante que o líder ofereça apoio utilizando as abordagens para vender (convencer a equipe sobre as decisões apropriada). Quando a capacidade dos liderados é adequada e a motivação é fraca, a abordagem participar (considerar as opiniões dos liderados em uma tomada de decisão coletiva) é a mais indicada. Centradas na Situação ou no Contexto Por fim, na fase de delegação, a orientação sobre a tarefa não é necessária, pois os liderados estariam totalmente conscientes das suas responsabilidades e motivadas para o trabalho, e o apoio emocional também perde sua relevância, considerando a autonomia desenvolvida pelos trabalhadores. Centradas na Situação ou no Contexto Trilha-meta: O líder efetivo mostra a seus colaboradores os caminhos a serem trilhados para o alcance das metas do trabalho e esclarecem a conexão entre elas e os desejos e valores individuais. O comportamento do líder é aceito e valorizado na medida em que é visto como um meio de satisfação de necessidades pessoais e/ou coletivas, e o estilo de liderança depende de fatores contingenciais. Centradas na Situação ou no Contexto Existem 4 tipos principais de comportamentos de liderança: 1. Apoiadora: mostra consideração pelas necessidades dos subordinados e proporciona uma atmosfera amigável no trabalho. Ela é mais efetiva quando a natureza do trabalho é estressante, entediante ou perigosa, para aumentar a autoconfiança, elevar a satisfação e reduzir os aspectos negativos do trabalho. Centradas na Situação ou no Contexto Existem 4 tipos principais de comportamentos de liderança: 2. Diretiva: informa os subordinados sobre expectativas relacionadas ao trabalho, dá diretrizes claras e informa regras e procedimentos. Indicada quando as pessoas estão inseguras sobre as tarefas ou sobre o contexto do trabalho, pois esclarece objetivos e reduz a ambiguidade. Centradas na Situação ou no Contexto Existem 4 tipos principais de comportamentos de liderança: 3. Participativa: consulta a equipe e considera opiniões e sugestões para tomar decisões. Efetiva em situações desestruturadas e quando os subordinados sentem necessidade de controlar seu ambiente, pois esclarece os papéis individuais. Centradas na Situação ou no Contexto Existem 4 tipos principais de comportamentos de liderança: 4. Realizadora: estabelece metas desafiadoras, enfatiza a necessidade de excelência no desempenho e confia na capacidade dos subordinados. Indicado quando o trabalho é complexo e necessita de autoconfiança dos liderados sobre as suas capacidades de alcançar as metas. Centradas na Situação ou no Contexto A escolha do tipo de liderança depende de 2 grupos de variáveis: ▪ Fatores ambientais da organização do trabalho (estrutura da tarefa, cadeia de comando, grupos de trabalho, entre outros). ▪ Fatores individuais, as características dos liderados (personalidade, experiência e habilidade). Critérios e escolhas comportamentais de acordo com a teoria trilha-meta Fo nt e: Z an el li, e t. al , 2 01 4 Comportamento do líder Membros da Equipe Características da Tarefa Liderança Diretiva: Orientação e Estrutura Dogmáticos Lócus de controle externo Ambígua Pouco Estruturada Complexa Liderança Apoiadora: Apoio socioemocinal Insatisfeitos Necessidade de afiliação Repetitiva Pouco Desafiadora Desinteressante Liderança Participativa: Proporciona envolvimento Autônomos Necessidade de controle Necessidade de clareza Ambígua Pouco estruturada Complexa Orientado para a realização: Apresenta desafios Expectativas elevadas Valorizam excelência Ambígua Desafiadora Complexa Centradas nos Liderados Na medida em que as organizações precisam reter e desenvolver trabalhadores qualificados e motivá-los para um desempenho diferenciado, o entendimento da liderança na perspectiva dos liderados adquire relevância. Centradas nos Liderados Kelley (2004) categorizou os liderados por meio da combinação das dimensões: Pensamentos: empregados que são pensadores críticos independentes são capazes de antecipar as consequências de suas ações, são dispostos a serem criativos e inovadores e críticos. Em contraste, os mais dependentes e pouco críticos tendem a aceitar o que é proposto pelo líder. Centradas nos Liderados Kelley (2004) categorizou os liderados por meio da combinação das dimensões: Ação: utilizada para determinar o nível de participação de responsabilidade por resultados e senso de cooperação que os empregados manifestam. Centradas nos Liderados Centradas nos Liderados A combinação dessas dimensões resulta em tipos de liderados/seguidores: 1. Seguidores Alienados: são independentes, críticos, declaram pensar por si mesmos, ter uma visão realista da organização de trabalho e cultivar um ceticismo saudável. O líder tende a percebê- los como problemáticos, negativos e inflexíveis. Centradas nos Liderados A combinação dessas dimensões resulta em tipos de liderados/seguidores: 2. Seguidores Conformistas: são muito ativos ao seguir ordens e regras, tendendo a aceitá-las sem questionamento. Centradas nos Liderados A combinação dessas dimensões resulta em tipos de liderados/seguidores: 3. Seguidores Passivos: esperam que seus líderes pensem, tomem decisões e lhes digam o que fazer, demandando direcionamento constante. Centradas nos Liderados A combinação dessas dimensões resulta em tipos de liderados/seguidores: 4. Seguidores Exemplares: são independentes e inovadores. Esse tipo de indivíduo é crucial para o sucesso organizacional. Eles sabem como trabalhar em equipe e lidar com a diversidade. Centradas nas Relações 4 tipos de liderança: 1. Liderança Transacional; 2. Liderança Transformacional; 3. Liderança Carismática; 4. Liderança Servidora/Autêntica. Centradas nas Relações Liderança Transacional (comportamentos de gestão): Apelam aos interesses pessoais dos subordinados e estabelecem relação de troca (Econômicas, políticas e psicológicas) com eles. Esse tipo de liderança envolve processos de gestão no sentido mais convencional, em que os subordinados são esclarecidos sobre suas responsabilidades, recompensados por atingir objetivos e avaliados e corrigidos em seu desempenho. Centradas nas Relações Liderança Transacional (comportamentos de gestão): Esse tipo de liderança permanece como o modelo tradicional de liderança para organizações que ainda não possuem uma elevada competitividade, com raízes na visão dos negócios voltada para resultados, redução de custos e lucros. Preocupada com a ampliação das linhas de crescimento e dos horizontes de desenvolvimento. Centradas nas Relações Liderança Transacional (comportamentos de gestão): Composta por 4 dimensões: 1. Recompensa Contingente: o líderprovê recompensas em troca do apoio dos liderados. 2. Gestão por exceção (ativa): o líder monitora o desempenho e corrige situações insatisfatórias por meio de críticas e reforçamento negativo, 3. Gestão por exceção (passiva): o líder monitora pouco e somente intervém quando o problema se torna sério. 4. Laissez-faire: o líder evita as responsabilidades da liderança Centradas nas Relações Liderança Transformacional (comportamento de liderança): Influencia as pessoas a transcender seus próprios interesses em nome de metas coletivas e/ou organizacionais. Suas ações sensibilizam membros de equipes para valores e missões significativas, provendo um senso de propósito e atitudes de comprometimento. Centradas nas Relações Liderança Transformacional (comportamento de liderança): Composta por 4 elementos: 1. Influência Idealizada: refere-se às ações carismáticas focadas a geração de entusiasmo e de senso de propósito conectado a valores, bem como no oferecimento de um comportamento exemplar. 2. Motivação Inspiracional: compartilhamento de uma visão positiva do futuro e encorajamento dos liderados para alcançar padrões elevados de realização pessoal e profissional. Centradas nas Relações Liderança Transformacional (comportamento de liderança): Composta por 4 elementos: 3. Estimulação Intelectual: questionamento das tradições e crenças vigentes e busca por novas formas de fazer as coisas. O questionamento de crenças é encorajado, sendo os liderados chamados a pensar com independência na busca de novas perspectivas para a solução de problemas. Centradas nas Relações Liderança Transformacional (comportamento de liderança): Composta por 4 elementos: 4. Consideração Individualizada: líderes tratam as pessoas como indivíduos, considerando tanto seus recursos e forças quanto suas necessidades e aspirações de desenvolvimento; auxiliam-nas a alcançar níveis elevados de desempenho e realização pessoal por meio de diálogo, encorajamento, coaching e feedback oportuno. Diferenças entre Lideranças Transacional e Transformacional ▪ Apoia-se na necessidade humana de subsistência pelo trabalho ▪ Focada nas tarefas cotidianas sem visão de longo prazo ▪ Orientada para a eficiência e resultados concretos ▪ Preocupada com poder e posição ▪ Atende às expectativas do papel trabalhando com afinco em acordo com o sistema vigente. Liderança Transacional ▪ Apoia-se na necessidade humana de significado ▪ Preocupada com criação de valor e propósito ▪ Transcende tarefas cotidianas e adota visão de longo prazo ▪ Orientada para visão e estratégia ▪ Identifica e desenvolve potenciais humanos ▪ Organiza o trabalho para torná-lo mais significativo e desafiador. ▪ Alinha estruturas e funções e sistemas para alcançar sinergia em torno de valores Liderança Transformacional Fonte: Zanelli, et. al, 2014 Diferenças entre Lideranças Transacional e Transformacional Liderança Transacional Liderança Transformacional Laissez- faire Gestão por exceção (passiva) Gestão por exceção (ativa) Recompensa contingente Influência idealizada Motivação inspiracional Estimulação intelectual Consideração individual Não Efetivo Grau de atividade e efetividade da liderança Fonte: Zanelli, et. al, 2014 Centradas nas Relações Liderança Carismática: Remonta ao trabalho de Max Weber (1947): conjunto de características especiais que são atribuídas a determinado indivíduo, que lhe conferem um tratamento diferenciado e uma posição de influência e poder. Fonte: Wikipedia Componentes da Liderança Carismática Líder Comportamentos Carismáticos Fonte: Zanelli, et. al, 2014 Situação Propícia ao vínculo carismático Liderados Predispostos à influência carismática Líder Carismático Centradas nas Relações Vale ressaltarmos que carisma não é um fenômeno causado por qualidades de um indivíduo, mas o resultado de 3 fatores: 1. Líder com características carismáticas: Associados a articulação de metas ideológicas, comunicação de expectativas elevadas e confiança nos seguidores, ênfase nos aspectos simbólicos e expressivos das tarefas, articulação de uma missão visionária, identidade coletiva e assunção de riscos. Centradas nas Relações 2. Seguidores abertos ou suscetíveis ao carisma: Vulnerabilidade e desejo de encontrar uma direção ou significado para a vida profissional. 3. Contexto propício: A incerteza e o estresse de tempos difíceis facilitam a influência de líderes persuasivos que oferecem uma visão inspiradora de um estado futuro em que as dificuldades serão superadas. Centradas nas Relações Liderança Servidora/Autêntica: Conceito desenvolvido por Greenlead (1970), que defende a capacidade de “ir além de seu próprio autointeresse” como elemento fundamental de qualquer relacionamento de liderança. Dimensões constitutivas da Liderança Autêntica Fonte: Zanelli, et. al, 2014 Dimensão Conteúdo Autoconsciência Autoconsciência do líder em relação a seus valores, identidade, emoções, objetivos e metas, bem como às consequências de suas ações sobre os seguidores. Processamento equilibrado Capacidade do líder de analisar fatos e datas, Tanto externos quanto relacionados a si próprio. Significa que os líderes não distorcem, exageram ou ignoram informações relevantes, mas consideram-nas a fim de subsidiar seu processo de tomada de decisão. Dimensões constitutivas da Liderança Autêntica Fonte: Zanelli, et. al, 2014 Dimensão Conteúdo Perspectiva Moral Avaliação dos comportamentos do líder com base em padrões morais e éticos. O líder produz comportamentos éticos e transparentes, visando servir os interesses do grupo, os quais podem estar em conflito direto com os interesses pessoais do líder. Transparência Relacional Manutenção das relações com os empregados baseada em sinceridade e honestidade. Trata-se de um processo ativo de auto abertura e de desenvolvimento de intimidade e confiança com os empregados, com base na capacidade de ser sincero sobre si mesmo, comunicando tanto aspectos positivos quanto negativos. Centradas nas Relações 10 características dos líderes servidores: 1. Capacidade de ouvir: enfatizando a importância da comunicação e da identificação dos desejos dos seguidores; 2. Empatia: a fim de compreender os outros e aceitar o modo como eles são; 3. Cura: no sentido de reconstruir a noção de “todo”, ajudando os liderados a superar seus problemas; 4. Consciência; 5. Persuasão: buscando influenciar os outros com base em argumentos, e não no poder de posição; Centradas nas Relações 10 características dos líderes servidores: 6. Conceitualização: pensando além de necessidades do aqui e agora, considerando o futuro; 7. Antecipação: prevendo resultados de situações e trabalhando com intuição; 8. Gerenciamento: assegurando a confiança dos liderados na gestão do líder e na interação de realizar o bem comum; 9. Comprometimento com o crescimento das pessoas: cultivando o desenvolvimento profissional e espiritual dos liderados; 10. Construção de comunidade: preocupando-se com o desenvolvimento do conjunto social. Resumo tipos de liderança Fo nt e: Z an el li, e t. al , 2 01 4 Centradas no líder Abordagens Centradas na Situação Abordagens Centradas Nos Liderados Abordagens Centradas nas relações e na mudança Abordagens Alternativas e emergentes Traços do líderes; Comportamentos e competências Modelo de contingência; Liderança situacional; trilha meta, substitutos da liderança Características e preferências dos seguidores Liderança transformacional e transacional; liderança carismática Liderança autêntica; liderança servidora, abordagens psicossociais 90’s Saber identificar suas Forças e Fraquezas Autoconhecimento Autoconhecimento é o termo utilizado para se referir ao conhecimento que uma pessoa tem sobre si mesma. Esse conhecimento é construído a partir dos gostos e preferências pessoais, limitações, necessidades, inclinações,sentimentos, padrões de comportamento, defeitos, entre outras informações de cada indivíduo. Autoconhecimento O Autoconhecimento Profissional é uma etapa fundamental para o desenvolvimento de uma carreira satisfatória. O foco está nos aspectos referentes às habilidades profissionais, ou seja, em conhecer as próprias competências, o domínio da área de atuação, bem como os diferenciais que fazem alguém ser um profissional mais bem capacitado. Autoconhecimento Podemos dizer que os objetivos do autoconhecimento são: ▪ Ajudar você a trabalhar em pontos de melhoria; ▪ Potencializar seus pontos fortes; ▪ Investir no conhecimento necessário para desenvolver habilidades relevantes para sua carreira; ▪ Conquistar relevância e diferenciais dentro de um mercado cada vez mais competitivo; ▪ Alcançar a realização profissional. Autoconhecimento Como dito anteriormente, no século XXI é cada vez mais aceita e incentivada a ideia de que líderes devem possuir um bom autoconhecimento, sabendo identificar seus pontos fortes e como utilizá-los a seu favor e seus pontos de melhoria. Um bom autoconhecimento leva a uma boa gestão. Autoconhecimento A autogestão de competências e habilidades é o processo em que um indivíduo assume a responsabilidade por identificar, desenvolver e aprimorar suas próprias habilidades e competências ao longo do tempo. Por isso, o autoconhecimento é fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional, pois permite a adaptação às mudanças no ambiente de trabalho, ajudando a alcançar seus objetivos. O processo de autogestão é uma jornada contínua e personalizada, tornando-o mais adaptável às mudanças. Revisão Revisão ▪ O que é Liderança e Gestão? ▪ Case O líder que não conseguia liderar ▪ Vantagens da Liderança e Gestão ▪ Contexto Histórico ▪ O que o mercado espera das organizações ▪ Propósitos das Organizações ▪ ESG e Diversidade e Inclusão ▪ Governança Corporativa ▪ Teoria e Estrutura Organizacional ▪ Gestão de Processos vs. Projetos Revisão ▪ O que as organizações esperam de um líder ▪ Abordagem administrativa ▪ Planejar ▪ Organizar ▪ Comandar ▪ Coordenar ▪ Controlar ▪ Tipos de Liderança Revisão ▪ Competências de um líder ▪ Habilidades da Liderança ▪ Competências Gerenciais ▪ Competências Comportamentais ▪ Saber identificar suas Forças e Fraquezas ▪ Dicas e Boas Práticas ▪ Revisão Parabéns! Você chegou ao final do curso de Fundamentos da Liderança e Gestão! Referências ▪ ZANELLI, J; BORGES-ANDRADE, J; BASTOS, A. Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. 2ªEd. Porto Alegre: Artmed, 2014. ▪ SILVA, J. Evolução da Liderança e Postura dos Líderes Atuais. In: Revista Ciência Jurídicas e Empresariais, Londrina, v. 15, n.1, p. 119-127, Mar. 2014. ▪ PEDRUZZI, A; NETO, J; PEDRUZZI, N; CARDOSO, R. Leitura da evolução das teorias sobre liderança. In: Revista Brasileira de Administração Científica, v. 7, n. 1, p. 247-261, 2016. ▪ BERGAMINI, C. Liderança: A administração do sentido. In: Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 34, n. 3, p. 102-114, 1994. ▪ GRACIOSO, L. Liderança Empresarial: competências que inspiram, influenciam e conquistam resultados. São Paulo: Atlas, 2009. Referências ▪ Apostila Certificação Lean Seis Sigma Master Black Belt [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila diversidade e inclusão: práticas afirmativas [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2023. ▪ Código de Melhores Práticas de Governança Corporativa / Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - 6. ed. - IBGC. - São Paulo, SP: IBGC, 2023. ▪ Apostila gestão de processos [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila fundamentos da gestão de projetos [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila planejamento estratégico [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2023. ▪ Apostila cultura e clima organizacional [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2023. Referências ▪ Apostila produtividade na prática para equipes [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila fundamentos em gestão de pessoas [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2023. ▪ Apostila gestão de conflitos [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila gestão de documentos [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila OKR: Objectives and Key Results [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2022. ▪ Apostila ferramentas da gestão de riscos [livro eletrônico]. Campinas, SP: FM2S Educação e Consultoria, 2023. ▪ Kohlrausch, Marlin. A Construção de uma Marca de Propósito. São Paulo: Editora Gente, 2019. Slide 1 Slide 2: O que vamos ver no curso? Slide 3 Slide 4: O que é Gestão e Liderança? Slide 5: O que é Gestão e Liderança? Slide 6: O que é Gestão e Liderança? Slide 7: O que é Gestão e Liderança? Slide 8: O que é Gestão e Liderança? Slide 9: Diferenças entre gestão e liderança Slide 10: O que é Gestão e Liderança? Slide 11: O que é Gestão e Liderança? Slide 12: O que é Gestão e Liderança? Slide 13: O que é Gestão e Liderança? Slide 14: O que é Gestão e Liderança? Slide 15: O que é Liderança e Gestão? Slide 16 Slide 17: O Contexto Slide 18: O Desafio Slide 19: O Desafio Slide 20: A Consequência Slide 21: A Consequência Slide 22: A Atitude Slide 23: A Atitude Slide 24: O Resultado Slide 25: O Resultado Slide 26 Slide 27: Vantagens da Liderança e Gestão Slide 28: Vantagens da Liderança e Gestão Slide 29: Vantagens da Liderança e Gestão Slide 30 Slide 31: Contexto Histórico Slide 32: Contexto Histórico Slide 33: A Escola Clássica Slide 34: A Escola Clássica Slide 35: A Escola Clássica Slide 36: Abordagem Burocrática Slide 37: Contexto Histórico Slide 38: Contexto Histórico Slide 39: Contexto Histórico Slide 40: Contexto Histórico Slide 41: Contexto Histórico Slide 42: Contexto Histórico Slide 43: Contexto Histórico Slide 44: Contexto Histórico Slide 45: Contexto Histórico Slide 46: Contexto Histórico Slide 47: Contexto Histórico Slide 48: Resumo Contexto Histórico Slide 49: Resumo Contexto Histórico Slide 50: Resumo Contexto Histórico Slide 51: Contexto Histórico Slide 52: Contexto Histórico Slide 53: Resumo comparação lideranças Slide 54: Resumo comparação lideranças Slide 55: Resumo comparação lideranças Slide 56: Resumo comparação lideranças Slide 57: Resumo comparação lideranças Slide 58 Slide 59: Competências Gerenciais Slide 60: Competências Gerenciais Slide 61: Competências Gerenciais Slide 62: Competências Comportamentais Slide 63 Slide 64: Apresentação de Conceitos Slide 65: Apresentação de Conceitos Slide 66: Apresentação de Conceitos Slide 67 Slide 68: Propósitos das Organizações Slide 69 Slide 70: Propósitos das Organizações Slide 71 Slide 72: Propósitos das Organizações Slide 73: Propósitos das Organizações Slide 74 Slide 75: O que são as Teorias Organizacionais? Slide 76: Abordagens clássicas da Teoria Organizacional Slide 77: As teorias modernas Slide 78: As teorias modernas Slide 79 Slide 80 Slide 81 Slide 82: O que são Estruturas Organizacionais? Slide 83: O que são Estruturas Organizacionais? Slide 84: O que são Estruturas Organizacionais? Slide 85: Quais são os tipos de Estrutura? Slide 86 Slide 87 Slide 88 Slide 89 Slide 90 Slide 91 Slide 92 Slide 93 Slide 94: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 95: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 96: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 97: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 98: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 99: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 100: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 101: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 102: ESG e Diversidade e Inclusão Slide 103 Slide 104: Governança Corporativa Slide 105 Slide 106 Slide107: Governança Corporativa Slide 108 Slide 109: Por que Gestão de Processos é importante para um líder? Slide 110: O que é Gestão de Processos? Slide 111 Slide 112: O que é Gestão de Processos? Slide 113: O que é Gestão de Processos? Slide 114 Slide 115: O que é Gestão de Projetos? Slide 116: O que é Gestão de Projetos? Slide 117: O que é Gestão de Projetos? Slide 118: O que é Gestão de Projetos? Slide 119: O que é Gestão de Projetos? Slide 120 Slide 121: Abordagem Administrativa Slide 122: Abordagem Administrativa Slide 123: Abordagem Administrativa Slide 124: Abordagem Administrativa Slide 125 Slide 126: Planejar Slide 127: O conceito de Planejamento Slide 128 Slide 129: Planejar Slide 130 Slide 131: Planejar Slide 132: Formalizar e Comunicar Slide 133: Gráfico de Gantt Slide 134 Slide 135 Slide 136: Organizar Slide 137: Dinâmica da Equipe Slide 138: Dinâmica da Equipe Slide 139: Dinâmica da Equipe Slide 140: Dinâmica da Equipe Slide 141: Dinâmica da Equipe Slide 142: Dinâmica da Equipe Slide 143: Dinâmica da Equipe Slide 144: Dinâmica da Equipe Slide 145: Dinâmica da Equipe Slide 146: Gestão do Tempo Slide 147: Gestão do Tempo Slide 148: Gestão do Tempo: Priorização Slide 149: Matriz de Eisenhower Slide 150 Slide 151: Comandar Slide 152: Gestão de Pessoas Slide 153: Gestão de Pessoas Slide 154 Slide 155: Treinamento e Desenvolvimento Slide 156: Treinamento e Desenvolvimento Slide 157: Treinamento e Desenvolvimento Slide 158: Gestão de Conflitos Slide 159: Gestão de Conflitos Slide 160 Slide 161: Gestão de Conflitos Slide 162: Gestão da Mudança Slide 163: Gestão da Mudança Slide 164 Slide 165 Slide 166: Coordenar Slide 167: O que é Comunicação Assertiva? Slide 168 Slide 169: Por que a Comunicação Assertiva é importante para um líder? Slide 170: Comunicação Assertiva Slide 171: Comunicação Assertiva Slide 172: Comunicação Assertiva Slide 173: Colaboratividade ou Interfaces Slide 174: Colaboratividade ou Interfaces Slide 175: Colaboratividade ou Interfaces Slide 176: Colaboratividade ou Interfaces Slide 177 Slide 178: Controlar Slide 179: Indicadores e Metas Slide 180: Indicadores e Metas Slide 181: Indicadores e Metas Slide 182: Indicadores e Metas Slide 183: Indicadores e Metas Slide 184 Slide 185: Gestão de Riscos Slide 186: Gestão de Riscos Slide 187 Slide 188 Slide 189: Tipos de Liderança Slide 190: Centradas no Líder Slide 191: Centradas no Líder Slide 192: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 193: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 194: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 195: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 196: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 197 Slide 198: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 199: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 200: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 201: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 202: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 203: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 204: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 205: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 206: Centradas na Situação ou no Contexto Slide 207: Critérios e escolhas comportamentais de acordo com a teoria trilha-meta Slide 208: Centradas nos Liderados Slide 209: Centradas nos Liderados Slide 210: Centradas nos Liderados Slide 211: Centradas nos Liderados Slide 212: Centradas nos Liderados Slide 213: Centradas nos Liderados Slide 214: Centradas nos Liderados Slide 215: Centradas nos Liderados Slide 216: Centradas nas Relações Slide 217: Centradas nas Relações Slide 218: Centradas nas Relações Slide 219: Centradas nas Relações Slide 220: Centradas nas Relações Slide 221: Centradas nas Relações Slide 222: Centradas nas Relações Slide 223: Centradas nas Relações Slide 224: Diferenças entre Lideranças Transacional e Transformacional Slide 225 Slide 226: Centradas nas Relações Slide 227 Slide 228: Centradas nas Relações Slide 229: Centradas nas Relações Slide 230: Centradas nas Relações Slide 231: Dimensões constitutivas da Liderança Autêntica Slide 232: Dimensões constitutivas da Liderança Autêntica Slide 233: Centradas nas Relações Slide 234: Centradas nas Relações Slide 235: Resumo tipos de liderança Slide 236 Slide 237: Autoconhecimento Slide 238: Autoconhecimento Slide 239: Autoconhecimento Slide 240: Autoconhecimento Slide 241: Autoconhecimento Slide 242 Slide 243: Revisão Slide 244: Revisão Slide 245: Revisão Slide 246 Slide 247: Referências Slide 248: Referências Slide 249: Referências