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A Psicologia como 
ciência do comportamento
Conceitos de Psicologia
A palavra Psicologia deriva da junção de duas palavras 
gregas “psiché” e “logos”, que significa estudo da mente 
ou da alma.
Hoje, a Psicologia é geralmente definida como a ciência que 
se concentra no comportamento e nos processos mentais 
de todos os animais.
A ciência precisa de algo para mensurar, e como a alma 
não pode ser medida, o objeto de estudo da Psicologia 
passou a ser o comportamento, pois este pode ser 
observado.
Objeto de Estudo
A Psicologia estuda o homem em toda a sua totalidade, em todas as 
suas expressões, as visíveis (comportamento) e as invisíveis 
(sentimentos), as singulares ( porque somos o que somos) e as 
genéricas (porque somos assim) – é o homem corpo, homem 
pensamento, homem ação.
Vamos refletir um pouco?
“ O importante e bonito do mundo é isso: que as pessoas 
não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas, 
mas que elas vão sempre mudando. Afinam e 
desafinam.” (Guimarães Rosa)
Breve Histórico da Evolução 
da Ciência Psicologia
No caso da Psicologia, a história tem por volta de dois 
milênios.
 Esse tempo refere-se à Psicologia no Ocidente, que começa 
entre os gregos, no período à era cristã. 
A história do pensamento humano tem um momento áureo 
na Antiguidade, entre os gregos, particularmente no 
período de 700 a.C. até a dominação romana, às vésperas 
da era cristã.
O berço da Psicologia moderna foi a Alemanha do final do século 19. 
Wundt, Weber e Fechner trabalharam juntos na universidade de Leipzig.
Seu status de ciência é obtido a medida que se liberta da Filosofia, que marcou sua história até 
aqui.
Os pesquisadores estudaram novos padrões de conhecimento e passaram a:
Definir seu objeto de estudo ( o comportamento humano, a vida 
psíquica e a consciência);
Delimitar seu campo de estudo, diferenciando de outras áreas de 
conhecimento, como a Filosofia e a Fisiologia;
Formular métodos de estudo desse objeto;
Formular teorias enquanto um corpo consistente de 
conhecimentos na área.
Embora a Psicologia científica tenha nascido na Alemanha, é somente nos 
Estados Unidos que ela encontra campo para um rápido crescimento, 
resultado do grande avanço econômico que colocou os Estados Unidos na 
vanguarda do sistema capitalista.
Surgem três abordagens: 
Funcionalismo (William James – 1842-1910)
Estruturalismo ( Edward Titchner – 1867 – 1927)
Associacionismo ( Edward Thorndike – 1847-
1949)
1
2
3
Considerado como a primeira sistematização genuinamente 
americana do conhecimento em Psicologia.
William James procurava responder “o que fazem os 
homens” e “por que o fazem”.
William James elege a consciência como o centro de suas 
preocupações e busca a compreensão de seu funcionamento, na 
medida em que o homem a usa para adaptar-se ao meio.
O Funcionalismo
O Estruturalismo
Está preocupado com a compreensão do mesmo fenômeno 
que o Funcionalismo: a consciência
Estuda em seus aspectos estruturais, nos estudos 
elementares da consciência como estrutura do sistema 
nervoso central.
Foi inaugurada por Wundt, mas foi Edward Titchner quem 
usou o termo estruturalismo pela primeira vez.
O método de observação é o instrospeccionismo, e 
os aspectos psicológicos produzidos são 
eminentemente experimentais, produzidos em 
laboratório.
O Associacionismo
O principal representante é Edward L. Thorndike.
Formulou a primeira teoria da aprendizagem na Psicologia.
Consiste na concepção de que a aprendizagem se dá por um processo de associação de ideias – 
das mais simples para as mais complexas.
Para aprender um conteúdo complexo, a pessoa precisaria primeiro aprender as ideias mais 
simples, que estariam associadas aquele conteúdo.
Criou a Lei do Efeito, de grande utilidade para a Psicologia Comportamentalista.
Todo comportamento de um organismo tende a se repetir, se nós recompensarmos (efeito) o 
organismo assim que este emitir o comportamento.
Por outro lado, o comportamento tenderá a não acontecer, se o organismo for castigado (efeito) 
após sua ocorrência.
Principais Teorias da 
Psicologia As três mais importantes tendências teóricas da 
Psicologia são: o Behaviorismo, a Gestalt e a 
Psicanálise.
O Behaviorismo, que nasce com Watson e tem um 
desenvolvimento grande nos Estados Unidos, em 
função de suas aplicações práticas.
Também conhecida como Teoria S-R (stimuli-
respondi), onde acredita-se que todo comportamento 
é resultante de um estimulo. Quando se estimula, 
tende a ter uma resposta, tanto para a repetição do 
comportamento, quanto para o término dele.
A Gestalt, tem como berço a Europa, surge postulando a 
necessidade de se compreender o homem como uma 
totalidade.
O comportamento humano deve ser compreendido como 
resultado de muitas vivências e para que o ser humano 
modifique algo, ele tem que compreender esse 
comportamento e assim será modificado.
Quando se encerra essa compreensão, diz-se que se 
fechou uma Gestalt, ou seja, fechou um ciclo para ser 
aberto outro.
A Psicanálise, de Sigmund Freud, surge da prática médica e 
recupera para a Psicologia a importância da afetividade.
Postula o inconsciente como o seu objeto de estudo, 
quebrando a tradição da Psicologia como ciência da 
consciência e da razão.
Não podemos explicar o comportamento humano por 
meio de uma causa única, pois ele é resultado de 
fenômenos psicológicos e não-psicológicos, tais como: 
fatores biológicos, antropológicos, sociológicos, 
econômicos, psicológicos e políticos. 
Esses fatores interagem mantendo uma dinâmica 
responsável pela formação e desenvolvimento das 
características e processos psicológicos e, 
conseqüentemente, pela mudança de comportamento.
Habilidades, Atitudes e 
Competências
O que é Habilidade?
Do latim habilitate, é o grau de competência de um sujeito 
frente a um determinado objetivo. 
Aquilo que uma pessoa executa com talento e destreza e o 
enredo disposto com engenho, artimanha e perícia. 
01
A maioria das profissões podem ser 
realizadas graças as habilidades, que 
somam conhecimento e experiência. 
03
A habilidade pode ser uma aptidão 
inata ou pode ser desenvolvida.
02
Habilidade mecânica (capacidade de colocar 
uma máquina para funcionar), habilidade 
verbal (capacidade de fazer uma 
apresentação discursiva), habilidade 
matemática, etc.
O treino e experiência permitem que um 
sujeito consiga melhorar as suas 
habilidades.
01 03
04
Existem dez habilidades 
que são esperadas no 
ambiente de trabalho:
Honestidade Proatividade Facilidade de 
se expressar
Espírito de 
colaboração
Trabalho em 
equipe
Criatividad
e
Liderança Capacidade de 
adaptação a diversos 
cenários, situações e 
ambientes
Trabalho 
voluntário
Simpatia
O que é Talento?
Capacidades que nascem 
com cada um
Conduzem a um desempenho 
satisfatório tanto no 
aprendizado quanto na 
execução das habilidades
Talento para negociar, 
inventar, comunicar
Uma pessoa com talento para 
uma determinada profissão é 
capaz de aprender e executar 
com muito mais facilidade 
suas atribuições
O que é Competência?
"Qualidade de quem é capaz de 
apreciar e resolver certo 
assunto, fazer determinada 
coisa; capacidade, aptidão, 
idoneidade"
Um corredor de formula 1 é 
uma pessoa que soma a 
habilidade para dirigir 
automóveis com o talento 
natural para competir
É a soma de talento com 
habilidade
Essa associação conduz a 
resultados superiores aos 
obtidos por pessoas que 
possuem apenas talento ou 
habilidade separadamente
A definição de competência está 
baseada no CHA:
CHA
Conhecimento
Tem relação com a formação 
acadêmica, o conhecimento teórico. 
Habilidades
Está ligada ao prático, a vivência e ao 
domínio do conhecimento. 
Atitudes
Representa as emoções, os valores e 
sentimentos das pessoas, isto é, o 
comportamento humano.
Competência, no sentido organizacional, seria um somatório 
de fatores pessoais, recomendados pela empresa e, por parte 
do funcionário, fatores estes direcionados para a melhoriade 
todo o funcionamento da organização. 
Gestão por Competências
Propõe-se a orientar esforços para planejar, captar, 
desenvolver e avaliar, nos diferentes níveis da 
organização (individual, grupal e organizacional), as 
competências necessárias para alcançar seus 
objetivos.
Compreender quais são as competências 
organizacionais críticas para o sucesso empresarial, 
desdobrá-las em termos de competências 
profissionais e desenvolvê-las junto ao quadro de 
funcionários internos. 
Alguns benefícios da Gestão 
por Competências
1. Melhora o desempenho dos colaboradores;
2. Identifica as necessidades de treinamentos;
3. Alinha os objetivos e metas da organização e da 
equipe;
4. Reduz a subjetividade na Seleção e Avaliação de 
pessoas;
5. Analisa o desenvolvimento dos colaboradores;
6. Enriquece o perfil dos colaboradores, 
potencializando seus resultados;
7. Melhora o relacionamento entre gestores e 
liderados;
8. Mantém a motivação e o compromisso;
9. Extrai o máximo de produtividade de cada 
colaborador.
Inteligência 
Emocional
Como surgiu a Inteligência 
Emocional
Charles Darwin foi o primeiro a abordar sobre inteligência emocional, 
ainda no século XIX. Para ele, se expressar emocionalmente era 
necessário para a sobrevivência e adaptação das pessoas.
Em 1990, ainda na fase inicial dos estudos sobre IE, o psicólogo e 
professor da Universidade de Yale, Peter Salovey, e o pós-doutorando 
na época, John D. Mayer, elaboraram o conceito de inteligência 
emocional como o “monitoramento dos sentimentos e emoções em si 
mesmo e nos outros, na discriminação entre ambos e na utilização 
dessa informação para guiar o pensamento e as ações”.
Em 1990, ainda na fase inicial dos estudos sobre IE, o psicólogo e professor da 
Universidade de Yale, Peter Salovey, e o pós-doutorando na época, John D. 
Mayer, elaboraram o conceito de inteligência emocional como o “monitoramento 
dos sentimentos e emoções em si mesmo e nos outros, na discriminação entre 
ambos e na utilização dessa informação para guiar o pensamento e as ações”.
Para tornar mais fácil a compreensão, os estudiosos dividiram a inteligência 
emocional em quatro níveis:
1. percepção, avaliação e expressão da emoção;
2. emoção como facilitadora do pensamento;
3. compreensão e análise das emoções e emprego do conhecimento emocional;
4. controle reflexivo das emoções para promover o crescimento emocional e 
intelectual.
Inteligência Emocional
É um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os 
próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar 
com eles.
A inteligência emocional é a capacidade de administrar as emoções para 
alcançar objetivos.
A partir desta definição, é possível entender porque as pessoas devem 
saber lidar com seus medos, inseguranças e insatisfações em prol do êxito 
nas atividades. 
Esta competência, que cada vez mais tem o papel de diferenciar os 
profissionais, permite desenvolver um ambiente harmonioso e, ao mesmo 
tempo, ser produtivo em ideias e resultado.
O ser humano, por sua natureza, tem predisposição a 
realizar ações em cima de suas emoções e a IE está ligada a 
ser uma pessoa prudente, intuitiva e racional. 
Ela faz parte de um equilíbrio e diante de ações, permite ser 
sensato e buscar a melhor solução. 
As prerrogativas de ter a inteligência emocional bem 
equilibrada é a sabedoria nas tomadas de decisão, ter a 
tranquilidade e discernimento para buscar as melhores 
estratégias.
A inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso 
ou insucesso dos indivíduos. 
● De acordo com Daniel Goleman, a inteligência emocional pode 
ser categorizada em cinco habilidades: 
1. Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer as próprias emoções e sentimentos 
quando ocorrem;
2. Controle Emocional - lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada 
situação vivida;
3. Auto-Motivação - dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal;
4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas - reconhecer emoções no outro e 
empatia de sentimentos; e
5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais - interação com outros indivíduos 
utilizando competências sociais.
Resiliência 
A resiliência é um conceito psicológico emprestado da 
física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar 
com problemas, superar obstáculos ou resistir à 
pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - 
sem entrar em surto psicológico. 
Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, 
argumenta que a resiliência se trata de uma tomada 
de decisão quando alguém depara com um contexto 
entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. 
A resiliência se apoia na capacidade de compreender o 
que sentimos. Pode parecer algo mais simples, 
entretanto, não é o que ocorre. 
Vivemos usualmente sem entrar em contato com nossas 
sensações subjetivas e isso pode nos confundir bastante.
Estar atento aos nossos sentimentos é uma das 
maneiras mais simples de desenvolver nossa capacidade 
de enfrentamento emocional. 
Entenda que estar em contato com nossas emoções nos 
faz sermos mais ágeis na busca daquilo que 
efetivamente nos faz bem, como também na evitação 
das situações que nos fazem mal. 
É a chamada inteligência emocional.
● Fatores importantes da Resiliência:
 1. Administração de emoções
Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. 
Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as 
pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, 
promovendo a autorregulação. 
Quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em 
cultivar vínculos e com frequência desgastam, no âmbito emocional, aqueles com 
quem convivem em família ou no trabalho.
2. Controle dos impulsos
Um segundo fator é o controle de impulsos, tal qual é feito 
por Mahatma Gandhi, famoso líder indiano, que se refere à 
capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no 
sistema neuromuscular (nervos e músculos). 
É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela 
experiência de uma emoção.
3. Otimismo
Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as 
coisas podem mudar para melhor. 
Há um investimento contínuo de esperança e, por isso 
mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino 
da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora 
das mãos.
4. Análise do ambiente
Trata-se da capacidade de identificar precisamente 
as causas dos problemas e das adversidades 
presentes no ambiente. 
Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar 
em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar 
em situação de risco.
5. Empatia
A empatia é o quinto fator que constitui a 
resiliência, significando a capacidade que o ser 
humano tem de compreender os estados 
psicológicos dos outros (emoções e sentimentos), 
(colocar-se no lugar do outro).
6. Autoeficácia
Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações 
propostas. 
Ex: Um homem alcoólatra propõe a si mesmo colocar em prática um destino longe 
desta doença pela seguinte ação convicta: não dar o primeiro gole.
7. Alcance de pessoas
O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas.
 É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar 
soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso.
Empregabilidad
ade
Empregabilidade
Baseia-se numa recente nomenclatura dada à capacidade de adequação do 
profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho.
O termo empregabilidade foi criado por José Augusto Minarelli, no fim dos anos 
90. Remete à capacidade de um profissional estar empregado, mas muito mais 
do que isso, à capacidade do profissional de ter a sua carreira protegida dos 
riscos inerentes ao Mercado de Trabalho.
José Augusto Minarelli estabelece, o que ele chama de seis pilares da 
empregabilidade, que garantem a segurança profissional do indivíduo.
Os Seis Pilaresda 
Empregabilidade
1. Adequação da profissão à vocação
Uma vez que para tornar-se um bom profissional e um ser humano realizado, o 
indivíduo deve conciliar a sua função com a capacidade e paixão pelo que faz.
2. Competências
Preparo técnico;
Capacidade de liderar pessoas;
Habilidade política;
Habilidade de comunicação oral e escrita em pelo menos dois idiomas;
Habilidade em marketing;
Habilidade de vendas;
Capacidade de utilização dos recursos tecnológicos
3. Idoneidade
A idoneidade implica confiança de parte a parte e entre outros fatores, 
podem-se considerar:
Ética;
Conduta;
Correção;
Respeito.
Responsabilidade
4. Saúde física e mental
Cuidar do equilíbrio, do desgaste exagerado, cuidar do corpo, pessoas 
saudáveis tem bons relacionamentos e interage de maneira favorável, evitar 
vícios como fumo, álcool e drogas. Manter sua auto-estima e sua capacidade 
de realizar projetos.
5. Reserva financeira e fontes alternativas de aquisição de renda
A perda do emprego significa a perda da entrada de receita. Você deve fazer uma 
reserva mês a mês; a reserva é uma defesa, uma garantia que o sustenta. O 
projeto profissional deve ocorrer paralelamente. Seu negócio próprio de qualquer 
dimensão, também pode ser uma fonte alternativa de renda.
6. Relacionamentos
Quem conhece pessoas, adquire informações importantes e relevantes, uma 
pessoa cuidadosa registra seus relacionamentos.
 Guarda e cuida deles, retorna as ligações, que podem ser oportunidades de 
trabalho. 
Em termos profissionais é muito importante ter uma networking, uma forma de se 
manter conectado a sua rede de relacionamentos. Mantenha contato com essas 
pessoas.
A empregabilidade é um termo aplicável a todos aqueles que 
buscam um bom trabalho e dele possam viver dignamente, 
porém não se deve esquecer que o único responsável pelo 
melhor conceito próprio é aquele que procura manter um 
nível de competitividade alto com relação a todos aqueles 
que buscam o mesmo propósito. 
Com a concorrência existente no mercado de trabalho, 
muitas vezes verificamos que existem mais vagas de 
trabalho do que pessoas para trabalhar.
Outras vezes, verificamos o inverso: mais pessoas do que 
vagas de trabalho
O que fazer para ser uma pessoa empregável?
Capacitação técnica: ser bom naquilo que faz.
Visão do todo: além de ser bom naquilo que faz, é importante compreender 
quais os impactos de sua parte sobre o todo. Ter uma visão global ajuda na 
comunicação em geral.
Estar bem informado: quem é munido de informação sempre sai na frente.
Facilidade com a tecnologia: saber usar a tecnologia de forma adequada, sem 
abuso.
Internet e redes sociais: quem navega bem na internet e utiliza as redes 
sociais de maneira correta sabe como tudo isso pode ajudar para se informar, 
encontrar respostas e resolver problemas, e da mesma forma ganha pontos 
frente aos concorrentes
Idiomas: ter conhecimento de outro idioma não é mais um diferencial e sim uma 
obrigação.
Educação continuada: workshops, cursos de curta duração, palestras, pós-
graduação, entre outros, sempre será algo valorizado pelas companhias.
Trabalho voluntario: ter no currículo experiências como voluntario mostra que 
você é um profissional preocupado com valores importantes.
Elegância e cordialidade: essas qualidades podem ser mostradas em diversos 
aspectos, como na maneira de se vestir, de falar, nas atitudes.
Bons valores: as vezes são naturais e nascem com a pessoa, são do interior dela, 
outras vezes são aprendidos em casa, mas também podem ser cultivados através 
da percepção e da valorização correta dessas qualidades. 
Relações Humanas 
no Ambiente de 
Trabalho
A expressão “Relações Humanas” 
significa, literalmente, o 
estabelecimento ou manutenção de 
contatos entre os seres humanos. 
Como tal, ocorre diária e frequentemente, 
na vida de todos nós. Acontecem em 
casa, no clube, no bar, no ônibus e, 
principalmente, no ambiente de 
trabalho, onde passamos a maior parte 
do nosso tempo útil com os nossos 
colegas. 
 O sentido real da expressão “relações 
humanas” quer dizer que, são todos os 
contatos entre os seres humanos que se 
processam em todas as relações.
 Ao conjunto de interações que 
mantêm os indivíduos no seio de uma 
sociedade dá-se lhe o nome de 
relações humanas. 
Paralelamente ao significado literal, surge um novo conceito aplicado ao 
ambiente de trabalho. 
Entende-se por relações humanas, uma atitude que deve prevalecer no 
estabelecimento e na manutenção dos contatos entre as pessoas, onde esta 
atitude deve ser firmada no princípio do reconhecimento dos seres humanos 
como entes possuidores de personalidade própria que merece ser respeitada. 
Cada pessoa possui sua própria forma de agir diante de uma situação e possui 
necessidades materiais, sociais e psicológicas diferentes e dirige o seu 
comportamento de acordo com a sua necessidade do momento.
Praticar relações humanas significa muito mais do que o estabelecimento e 
manutenção de contatos com outras pessoas. Significa compreender o outro, 
respeitando a sua personalidade, cuja estrutura é, sem dúvida, diferente da 
nossa. 
O Clima Psicológico e Organizacional 
nas Relações Humanas
O clima organizacional está intimamente ligado à motivação no ambiente de 
trabalho.
 Quando a motivação para o trabalho está alta, o clima organizacional tende a 
ser elevado, os membros da equipe de trabalho fazem as suas atividades de 
forma prazerosa e produtiva. 
Então podemos dizer que, quando há baixa motivação, ocorre uma queda no 
clima organizacional, e as pessoas tendem a trabalhar com ressentimentos, 
mágoas, incompreensão, falta de cooperação, falta de colaboração tornando o 
relacionamento interpessoal nada proveitoso. 
Algumas vezes podem acontecer brigas, uma vez que quando não há 
entendimento com ou outro, a relação torna-se desgastada ou não anda.
 As organizações tendem a querer que as pessoas possuam comportamentos 
de acordo com a lógica delas, mas nem sempre isso acontece, pois os 
sentimentos, a sensibilidade e as emoções são qualidades inerentes aos seres 
humanos, das quais, elas não esquecem ao entrar no escritório, na fábrica, na 
agência, no hospital ou na loja.
Colocando esses conceitos na prática, as relações humanas devem fluir, 
necessariamente, de um comportamento natural e sincero, que não implica em 
ser bonzinho paternal ou sorridente a todo instante. 
A organização tem seus objetivos à alcançar e, no cumprimento de suas funções, 
não tem por meta principal, fazer amigos, mas sim, providenciar a execução do 
trabalho. Claro está que, em se criando um clima de relações humanas, esse 
objetivo poderá ser alcançado com mais facilidade. 
Na empresa, as relações humanas agem como lubrificante, evitando os atritos 
e tornando o funcionamento mais suave. Nada mais.
Mas assim como as máquinas não funcionam apenas com uma boa 
lubrificação, a empresa precisa de muitas coisas, além das relações humanas. 
Mas é claro que não seria só o tipo do ambiente que pode influir em nosso 
comportamento, também deve influenciar a forma em que o ambiente é 
moldado, decorado, o tipo de roupa permitido, a climatização, o visual, as 
cores das paredes, flores no ambiente, obras de arte, quadros, conforto em 
geral, entre tantos outros fatores.
Portanto podemos dizer que o ambiente de trabalho também pode influir no 
comportamento das pessoas e, influenciar nas relações interpessoais e 
supostamente nos resultados das empresas em todos os sentidos. 
Motivação ou Não Causada 
pelo Ambiente de Trabalho
É sabido que o ser humano é fruto do meio em que vive e que é gerido por 
necessidades básicas que os podem motivar ou não, são elas: necessidades 
fisiológicas como: alimentação, sono, atividades física, satisfação sexual etc; 
necessidades psicológicas: como segurança íntima, participação, 
autoconfiança e afeição; necessidades de auto-realização: como impulso para 
realizar o próprio potencial, estar em contínuo autodesenvolvimento.
Estasnecessidades não satisfeitas também são motivadoras de 
comportamentos, podendo levar a: desorganização de comportamento; 
agressividade; reações emocionais; alienação e apatia.
Não podemos exigir resultados de uma equipe se esta não tiver um mínimo de 
comodidade e de condições para realizar suas necessidades básicas. 
Mas acredita-se que quanto melhor e mais bem atendidas estas necessidades 
tanto melhor será o desempenho de uma equipe. 
 O ambiente de trabalho é constituído de duas partes distintas: a física 
(instalações, móveis, decoração etc) e a social (as pessoas que o habitam).
Relações Humanas não é um remédio para todos os males, mas sim, é 
uma forma de sensibilizar as pessoas da importância em se manter bons 
relacionamentos para que a produtividade de trabalho seja ainda mais 
eficaz, uma vez que quando se trabalha em grupo e de forma unida, todas 
as atividades desenvolvidas tornam-se mais seguras e produtivas.
Comunicação
Comunicação é entendida como o 
fornecimento ou troca de informações, 
idéias e sentimentos, através de 
palavras, escrita ou oral, ou de sinais, por 
isso a comunicação é vital em uma 
organização. 
Independente do ramo de atuação, toda 
empresa deverá possuir um sistema de 
comunicação eficiente.
 Dificilmente haverá um aspecto no 
trabalho que não envolva comunicações. 
Muitos enganos e distorções são 
cometidos porque as ordens são mal 
compreendidas.
Comunicar significa tornar algo comum. Pode ser uma mensagem, uma notícia, 
uma informação, um significado qualquer. 
A comunicação é uma ponte que transporta esse algo de uma pessoa a outra ou 
de uma organização a outra.
 A comunicação é o processo pelo qual a informação é intercambiada, 
compreendida e compartilhada por duas ou mais pessoas, geralmente com a 
intenção de influenciar o comportamento. 
Falar nem sempre corresponde a ser ouvido. Escrever nem sempre corresponde 
a ser lido. 
A comunicação é uma estrada de duas mãos que inclui a ida – enviar a 
mensagem – e a volta - ouvir e obter retroação para chegar a um entendimento 
comum.
Os problemas seriam menores se todos realmente prestassem atenção ao que 
está sendo falado e compreender o que está sendo transmitido, não se 
ressentindo em perguntar algo quando não se entende. Ninguém nasce 
sabendo.
A comunicação aparenta ser um processo muito simples, porque as pessoas se 
comunicam sem fazer nenhum esforço ou sequer tomar consciência disso. 
Na realidade, a comunicação é um processo complexo, e as possibilidades de 
enviar ou receber mensagens de maneira errada ou distorcida são numerosos. 
Algumas vezes nos questionamos o que uma informação quer dizer, quando a 
comunicação não é eficiente.
 Os dois elementos básicos estão nas duas pontas do processo: a fonte e o 
destino. 
A fonte refere-se de onde sai a informação, ou seja, é a pessoa que inicia a 
informação.
Na fonte, podem ser utilizados diversos recursos para que a informação seja 
repassada, tais como: celular, e-mails, comunicados, mural, etc.
O destino refere-se o local ou a pessoa onde a informação tem que ser entregue. 
Esse destino pode ser uma pessoa ou várias pessoas.
Entre a fonte e o destino, podem haver algumas situações que atrapalhem o 
fluxo normal da informação. São os chamados ruídos da informação, que podem 
ser um barulho, uma palavra escrita de forma incorreta, uma dificuldade na 
internet, etc.
Algumas barreiras à 
comunicação:
• Idéias preconcebidas de algo ou alguém;
• Interpretações pessoais;
• Preconceitos pessoais;
• Inabilidade de comunicação;
• Dificuldade com o idioma;
• Pressa ou urgência;
• Desatenção ou negligência;
• Desinteresse;
• Outros interesses prioritários;
• Emoção ou conflito;
• Superficialidade;
• Motivação.
Percepção seletiva
A percepção é o processo pelo qual cada pessoa seleciona, organiza e dá um sentido ao 
mundo que a rodeia. 
Todas as informações que a pessoa recebe do exterior são percebidas, classificadas e 
organizadas de acordo com os seus padrões de referência. 
Na percepção seletiva cada pessoa escolhe e seleciona os vários objetos e estímulos que 
chamam a sua atenção. 
Alguns estímulos chamam a nossa atenção e outros não. 
A percepção seletiva acontece porque a percepção humana é muito limitada, nós não 
podemos apreender a totalidade da realidade em um determinado espaço de tempo. 
As necessidades, as emoções, influências sociais e culturais, atitudes e vontades de cada 
pessoa interagem para determinar aquilo que é importante para ser percebido. 
A forma mais comum de organização perceptiva é a estereotipagem. 
Um estereótipo ocorre quando alguém é identificado com um grupo ou categoria e 
seus atributos são supersimplificados para associá-lo a um grupo ou categoria 
familiar à pessoa. 
É uma generalização a respeito de um grupo de pessoas que têm atributos limitados 
a categorias como raça, sexo, ocupação, idade, profissão. É muito comum as pessoas 
jovens pensarem que os idosos são conservadores, inaptos para certas atividades de 
trabalho. 
Marketing pessoal
 Quando falamos de um produto, sabemos que existem esforços para que ele seja 
notado, apreciado e adquirido.
Por exemplo: quando somos perguntados sobre determinados produtos, 
lembramos da marca e por que lembramos dela?
São os esforços de marketing. Meios que visam potencializar as vendas dos produtos, 
utilizando a divulgação através da promoção, propaganda, embalagem etc.
 O marketing pessoal é a mesma coisa, porém em benefício de sua própria carreira.
É fazer-se notado! Não simplesmente ser notado, mas ser notado por suas 
qualidades, habilidades e competências.
Todo e qualquer profissional para ter sucesso precisa que o seu valor seja efetivamente 
percebido por seus superiores e no mercado em geral.
“Falem mal, mas falem de mim” não é um bom lema, uma vez que falar mal significa 
comentar que você não é a pessoa ou o profissional ideal.
Excelentes profissionais têm seu reconhecimento e sua demanda subestimados pelo 
mercado por deixarem de lado o seu marketing pessoal. 
Não devemos confundir humildade com anonimato. 
É perfeitamente possível ser reconhecido por seus valores humanos e profissionais sem 
com isso perder a humildade. 
Todos nós temos uma contribuição humana e profissional para oferecer ao mundo. Quanto 
maior o número de pessoas para as quais possamos oferecer nossas contribuições, melhor.
Sua imagem é seu cartão 
de visitas 
Não que você tenha que ser um modelo, ou 
estar sempre com roupas caras.
Mas manter uma imagem apresentável é 
fundamental! 
A impressão que uma pessoa mal vestida passa 
faz com que as pessoas não tenham confiança 
nela. Sempre leve isto em consideração!
Alguns 
Conselhos 
Importantes
• Lembre-se que seu marketing 
pessoal tem o poder de transformar 
seu talento em oportunidades. Um 
Gênio sem marketing pessoal é um 
gênio desconhecido.
• Se você está começando uma carreira 
ou uma nova etapa, demonstre toda a 
sua disposição para aprender com 
todas as pessoas e situações. Deixe 
sempre bem claro o quanto é 
importante para você aprender com as 
pessoas e com a empresa.
• Descubra o ponto mais marcante da sua 
personalidade, sua maneira de se 
comunicar, sua alegria, seu bom senso, 
etc. Foque a ”divulgação” deste seu 
ponto marcante, ele será pra você o que 
uma marca é para uma empresa.
• ”Dress to impress” esta expressão 
do mercado corporativo americano 
possui o seguinte significado: ”vista-
se para ser visto”. 
• Sem exageros, sem extravagância, 
com discrição, mas desenvolvendo um 
estilo pessoal facilmente reconhecível. 
• Como seres humanos somos muito 
atraídos pela beleza. Não há nada errado 
em ser bela desde que você não reduza 
apenas à beleza as suas potencialidades 
diante da vida.
• Mostre o seu lado ”solucionador de problemas”. 
• Sempre que surgir uma dificuldade ou um 
problema dentro da equipe a que você pertence, 
pergunte-se: ”o que eu posso fazer por isso?”. 
• Sempre que você ajudar a resolver um problema 
você estaráinserindo sua marca pessoal na 
lembrança das pessoas.
• Entregue sempre um resultado superior ao 
esperado. Dedique-se a superar as 
expectativas das pessoas. 
• Sempre que algo lhe for solicitado pergunte-se: 
”Qual é a melhor maneira pela qual eu posso 
realizar o que me foi pedido?”, ”’Eu posso superar 
as expectativas com respeito ao meu 
desempenho e o cumprimento da tarefa?” 
• Onde a maioria das pessoas fica 
parada por falta de recursos, 
IMPROVISE. 
• Construa vários networks. Dedique-
se a formar diferentes redes de 
relacionamentos dentro e fora da 
empresa. 
• Cultive sua ética e sua 
honestidade de forma inabalável. 
Você é a sua melhor marca!
Você é um produto, por mais difícil 
que seja se imaginar como algo a 
ser utilizado por outros, os grandes 
profissionais nada mais são do que 
produtos que foram 
minuciosamente desenvolvidos 
para atender ao mercado.
Liderança
Liderança é uma habilidade de mobilizar outras pessoas e fazer com que essas 
caminhem ao encontro de determinado objetivo.
Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando 
de forma positiva e negativa as mentalidades e comportamentos.
As pessoas nascem líderes ou a liderança pode ser aprendida?
 A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida. 
Algumas pessoas nascem com características de personalidade que facilitam o 
exercício da liderança, e outras podem aprender essa habilidade em menor ou 
maior grau.
ESTILOS BASICOS DE 
LIDERANÇA
✔ Liderança Autocrática:
 É um tipo de liderança autoritária, na qual o líder 
impõe as suas ideias e decisões ao grupo. 
O líder não ouve a opinião do grupo.
• Reservado 
• Pouco comunicativo 
• Centralizador 
• Define ao invés de perguntar 
• Concede pouca autonomia de decisão
• Não aceita crítica
✔ Liderança Democrática: 
O líder estimula a participação do grupo e orienta 
as tarefas.
 É um tipo de liderança participativa, em que as 
decisões são tomadas após debate e em conjunto. 
• Mais aberto e comunicativo 
• Diálogo e troca de ideias
• Valoriza e dá ênfase no trabalho em grupo
• Delega tarefas e parte das decisões 
• Estimula a iniciativa e criatividade dos 
funcionários 
• Sabe tomar decisões sozinho =diálogo
✔ Liderança Liberal:
 Há liberdade e total confiança no grupo. 
As decisões são delegadas e a participação 
do líder é limitada 
• Grande liberdade de ação e autonomia 
• Delega tarefas, responsabilidades e 
autoridade 
• Ênfase sobre os objetivos e não em 
controles 
• Nem sempre comunicativo 
• Interessa-se mais pela pessoa 
individualmente que em grupo
Fontes de Influência e Poder
● Descrevem a influência ou poder que uma pessoa tem sobre a outra e é baseada 
em cinco fatores que envolvem características individuais e o relacionamento entre 
líder e liderado. São elas:
1. O Poder da Experiência: baseia-se na perícia e na experiência que o líder tem;
2. O Poder da Referência: baseia-se na identificação que a pessoa tem pelo líder. 
Uma pessoa pode ser influenciada por outra que admire;
3. O Poder Legítimo: baseia-se no poder inerente ao cargo ou título;
4. O Poder da Recompensa: baseia-se na habilidade para recompensar com bônus, 
aumento de salário, garantia de amizades, etc.;
5. O Poder da Coerção: baseia-se na punição ao outro, com ações disciplinares, 
ameaças, etc.
● Todos os poderes podem ser eficazes se usados de maneira correta. Cabe ao líder, 
escolher a maneira adequada de tratar seus liderados e cabe aos liderados escolher 
também como gostariam de ser tratados.
Atualmente as competências 
exigidas de um líder são: 
1. Proatividade 
A proatividade é o comportamento de antecipação e de responsabilização pelas 
próprias escolhas e ações frente às situações impostas pelo meio Habilidades 
requeridas: saber ver sobre a ótica do outro. 
Capacidade de argumentar, ter visão sistêmica (continua, regular),saber dialogar.
2. Comunicação
Saber valorizar o processo de expressão de idéias, utilizando técnicas adequadas 
para cada situação, garantindo o entendimento das mensagens. 
Habilidades requeridas: saber dialogar, saber escutar, saber perguntar e falar, 
apresentar-se em público e ter capacidade de expressão.
3. Liderança 
Influenciar e conduzir pessoas para alcançar objetivos profissionais e sociais.
4. Aprendizagem 
Pré-disposição para aprender, vontade de se manter continuamente atualizado.
5. Conhecimentos Específicos 
Domínio e aplicação efetiva de conhecimentos técnicos, procedimentos normativos e 
sistemas de gestão, visando o cumprimento de atividades, resolução de problemas ou 
desenvolvimento de projetos e ou produtos requeridos na sua área especifica de atuação.
6. Análise 
Saber identificar, relacionar, discriminar e examinar um problema, fornecendo as 
informações necessárias, válidas e precisas para a tomada de decisão.
7. Trabalho em Equipe 
Criar e trabalhar com grupos de pessoas que detenham habilidades e conhecimentos 
diversos e complementares.
Obrigada!
Cynthia Lima Montenegro
Psicóloga
Especialista em Recursos 
Humanos e em Saúde 
Mental
Contato: (92) 98273.2372
cynthialimapsi@gmail.com
cynthiamontenegroo_
Cynthia Lima Montenegro
	Slide 1
	A Psicologia como ciência do comportamento
	Conceitos de Psicologia
	Objeto de Estudo
	Breve Histórico da Evolução da Ciência Psicologia
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	Slide 7
	Slide 8
	O Estruturalismo
	O Associacionismo
	Principais Teorias da Psicologia
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	Habilidades, Atitudes e Competências
	O que é Habilidade?
	01
	Existem dez habilidades que são esperadas no ambiente de trabal
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	Slide 21
	O que é Talento?
	O que é Competência?
	A definição de competência está baseada no CHA:
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	Gestão por Competências
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	Slide 30
	Como surgiu a Inteligência Emocional
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	Inteligência Emocional
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	Resiliência
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	Slide 40
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	Slide 42
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	Slide 44
	Slide 45
	Empregabilidadade
	Empregabilidade
	Os Seis Pilares da Empregabilidade
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	Slide 51
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	Slide 53
	Slide 54
	Relações Humanas no Ambiente de Trabalho
	Slide 56
	Slide 57
	O Clima Psicológico e Organizacional nas Relações Humanas
	Slide 59
	Slide 60
	Motivação ou Não Causada pelo Ambiente de Trabalho
	Slide 62
	Comunicação
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	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69
	Algumas barreiras à comunicação:
	Percepção seletiva
	Slide 72
	Marketing pessoal
	Slide 74
	Sua imagem é seu cartão de visitas 
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	Slide 77
	Slide 78
	Slide 79
	Slide 80
	Slide 81
	Você é a sua melhor marca!
	Slide 83
	Slide 84
	ESTILOS BASICOS DE LIDERANÇA
	Slide 86
	Slide 87
	Fontes de Influência e Poder
	Atualmente as competências exigidas de um líder são:
	Slide 90
	Obrigada!
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