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Tema 3 - Histórico do Serviço de Extensão Rural no Brasil Prof. Solange da Costa Nogueira Disciplina: Extensão Rural 1. Conceitos e definições 1.1. Extensão rural (atividade) É um processo educativo informal realizado com agricultores, com método de ensino, visando a melhoria das condições de vida. É educação para o desenvolvimento. 1.1.1. Objetivos da extensão rural ❑ Ensinar novas técnicas agrícolas e domésticas que levem ao aumento da renda dos agricultores. ❑ Ensinar por meio de demonstrações práticas, onde se aprende “fazendo”. ❑ Ensinar no ambiente onde vivem os agricultores. ❑ Utilizar os próprios agricultores para incentivar os demais a adotar as inovações que melhorem as condições trabalho e de trabalho e de renda. 1.2. O Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (serviço) Refere-se a uma instituição formal, geralmente, de caráter governamental, com estatutos, estrutura física e organizacional, quadro de pessoal, diretrizes e objetivos claramente determinados. 1.2.1. Características do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER ❑ Ensino de novas técnicas agrícolas e domésticas com o acompanhamento continuado de um ou mais profissionais. ❑ Executado por equipe multidisciplinar. ❑ Os profissionais se deslocam para as propriedades rurais. ❑ Mobilização de alguma forma de financiamento (crédito rural) aos agricultores para adotar inovações. ❑ Incentivo a organização rural para facilitar tarefas comuns. ❑ Busca de soluções, também em outras entidades governamentais (estados, municípios). ❑ Elaboração de projetos de crédito rural. ❑ Elaboração de projetos técnicas. 1.2.2.Tipos de assistência técnica prestada pelo Serviço de ATER ❑ Assistência técnica ensinado os agricultores a realizar novas práticas agrícolas, agroindústrias e administrativas. ❑ Assistência técnica realizando atividades técnicas específicas próprias da formação profissional de cada extensionista: Ex. Cálculo de dimensionamento de irrigação; interpretação de análise de solo; inventário florestal; projetos de crédito rural, cirurgia em animal, etc. 2. Implantação do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil: Influência do modelo dos Estados Unidos ❑ O processo abarcou 3 etapas sequenciais importantes: O incentivo inicial de uma organização internacional, a implantação de uma experiência piloto e a criação de uma organização especializada em serviços e ATER gratuito. ❑ A American International Association for Economic and Social Development (AIA) foi uma entidade filantrópica que incentivou e financiou a criação de organizações específicas voltadas à assistência aos pequenos agricultures nos países em desenvolvimento. Organização filantrópica fundada por Nelson Rockefeller (empresário do ramo de petróleo). 2.1. O incentivo da AIA Em 1948 um convênio entre a prefeitura municipal de Santa Rita do Passa Quatro (SP), a AIA e empresas privadas implementaram um projeto baseado nos métodos educativos praticados pelo Serviço de Extensão dos Estados Unidos, visando aumentar a produção e a renda dos produtores de leite. O convenio contratou um Engenheiro Agrônomo para ensinar os agricultores locais novas práticas de melhoramento das pastagens¸ a produção de feno e de silagem, o melhoramento das instalações, a reprodução, o manejo, o controle sanitário e a introdução de novas raças leiteiras. Instruía também, os produtores a combater a saúva, que devastava lavouras e pastagens. 2.2. Experiência piloto em Santa Rita do Passa Quatro - São Paulo (1948) Considerada a primeira entidade governamental (estadual) de assistência técnica e extensão rural no Brasil: seu modelo serviu de base para a criação do mesmo serviço em outros estados brasileiros. Descrição: entidade civil sem fins lucrativos, que prestava serviços de assistência técnica e extensão rural de forma gratuita aos pequenos agricultores, incentivando-os a inovar com apoio de crédito rural. Formação: convênio firmado entre o Governo de Minas Gerais e a AIA com a finalidade de estabelecer um sistema de assistência técnica e financeira aos agricultores de Minas Gerais Recursos financeiros: proveniente da AIA e governo de Minas Gerais 2.3. Criação da Associação de Crédito e Assistência Rural (ACAR) em MG Equipe formada por Engenheiro Agrônomo (ou Médico Veterinário), técnico agrícola e economista doméstica, selecionavam propriedades e faziam visitas aos agricultores, motivando-os a inovar em técnicas agrícolas e administração do lar. Ofertavam uma modalidade de financiamento chamado “crédito supervisionado”: crédito rural com juros baixos, aplicável a todas as atividades econômicas da propriedade e fornecido via elaboração de Plano de Administração da Propriedade e do Lar. As atividades financiadas abrangiam aquisição de equipamentos, instalação de fossas, obtenção de vacinas e medicamentos (para animais), cursos para mulheres e filhos de agricultores em administração, horta doméstica, etc. 2.4. Descrição do Serviço de ATER da ACAR 2.4. Descrição do Serviço de ATER da ACAR (Continua...) ANCAR – Associação Nordestina de Crédito e Assistência Rural (1954/55). ASCAR – Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural (1955). Todos os estados criaram ACARs. 2.5. Expansão do modelo de serviço da ACAR- MG para outros estados Criação da Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural (ABCAR): Encarregada de fazer a mediação entre as entidades estaduais o governo federal para coordenar e centralizar os serviços de extensão rural e oferta de crédito rural. Membros Fundadores da ABCAR: AIA, ETA, Confederação Rural Brasileira e Banco do Brasil S.A, Governo do Brasil. Extensão rural com a ABCAR: Começou a estimular a agricultura como produtora de matérias primas e alimentos para a expansão da indústria brasileira. Direcionou o trabalho dos extensionista somente para a produção agropecuária. 3. Institucionalização do serviço nacional de ATER no Brasil (1956) 3.1. Componentes do sistema público nacional de ATER no Brasil a partir da ABCAR Executores do serviço nacional de ATER: ACARs nos Estados. Coordenadores dos serviço nacional de ATER: ABCAR 3.2. Elementos que fortaleceram o Sistema Nacional de Extensão Rural com a ABCAR (1956 até 1974) Criação de centros de capacitação de extensionistas em universidades de ciências agrárias: Ex. CENTREISUL (1960) – UFPEL; Centro de Ensino de Extensão – CEE (1963) - UFV. Implantação das indústrias voltadas para a agricultura no país (mais forte a partir de 1960). Criação de um Sistema Nacional de Crédito Rural (1965). Institucionalização da pesquisa agropecuária nacional: criação da EMBRAPA, em 1972. Em 1965 o governo brasileiro criou uma Lei para ofertar e normatizar o crédito rural com apoio de recursos governamentais. O Banco Central definiu obrigações aos bancos em ofertar empréstimos aos agricultores a juros com apoio do tesouro nacional. O crédito foi orientado para modernizar propriedades médias e grandes visando o aumento da produção e da produtividade, pelo uso de inovações. Transformou o objetivo do Serviço de Extensão Rural que passa a ser ofertado combinado aos projetos de crédito, diminuindo o trabalho social com o pequeno produtor e sua família. 3.2.1. Criação de um Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) e a ATER Empresa pública, vinculada ao Ministério da Agricultura, criada para coordenar e financiar os serviços de Extensão Rural no Brasil. Substitui a ABCAR. São criadas as EMATERs, em nível estadual, as quais absorvem as ACARs. O que era associação vira “empresa”. Enfatiza a empresa rural e a produtividade agropecuária. Com a EMBRATER o Estado brasileiro completa as principais condições para a modernização da agricultura: crédito rural barato, assistência técnica, pesquisa, ensino agrícola e implantação de indústriaspara a agricultura. O sistema ABCAR transformou-se em SIBRATER (Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural) 4. Criação da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMBRATER - 1974) Estreita relação entre pesquisa e extensão, visando criar e aperfeiçoar os pacotes tecnológicos que aumentam a produtividade. As ações centradas na saúde, educação e capacitação dos agricultores de baixa renda e suas famílias foram diminuídas, diante dos objetivos de aumentar produção. Houve ampla difusão do crédito (orientado), fortalecendo, principalmente médios e grande produtores, que tinham capacidade de endividamento e propriedades capazes de absorver as tecnologias. Houve a intensificação do modelo de modernização da agricultura (iniciado em 1960), com integração crescente da agricultura às agroindústrias. 4.1. Características do Serviço de ATER no período EMBRATER (1974 -1990) 4.1. Características do serviço de ATER no período EMBRATER (Continua..) Adubo químico. Fonte: http://www.jardimcor.com/adubos-e-insumos- agricolas/fertilizante-npk/ Sementes de soja milho> Fonte: https://www.agromogiana.com.br/lancamento-de- sementes-de-soja-e-hibridos-de-milho-de-alta- performance-para-proxima-safra-do-brasil/ Colheitadeira. Fonte: https://johndeerejournal.com.br/2020/12/10/o-contador-de- historias/ Trator. Fone: http://www.lexicarbrasil.com.br/valmet/ 5. Serviço de ATER no Brasil após a década de 1990: resultados, controvérsias e descontinuidade O serviço de ATER teve relevante papel na difusão de inovações tecnológicas, contribuindo para a modernização da agropecuária brasileira. Em alguns locais a extensão rural contribuiu para formar a agricultura familiar empresarial com pequenas e médias propriedades modernizadas. Houve a diminuição da área de economia doméstica e apoio social; diminui a participação dos pequenos agricultores nos serviços de ATER. Os poucos resultados em áreas rurais mais pobres do Brasil, levaram a fortes criticas ao serviço de ATER. Ex. Setores ambientais, ONGs, etc. Na questão ambiental também houveram críticas pelo forte incentivo a mecanização e uso de insumos químicos. Ocorre a extinção da EMBRATER (em 1990) desorganizando o Sistema Nacional de Ater. 6. Reformulação do Serviço de ATER diante da crise dos anos 1990 Ocorre uma auto crítica dentro das EMATERs levando a reorientação do serviço aos agricultores familiares. Há reorientação para o desenvolvimento local e territorial sustentável. Com a criação do PRONAF (1996) a extensão rural adquire grande importância nos projetos de crescimento da agricultura familiar. 6.1. Efeitos da reorientação do trabalho extensionista (1990) Emater promove mostra da agricultura familiar em BH https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/emater-mg-promove-mostra-da-agricultura-familiar- no-centro-de-bh/ https://fatonovo.com.br/cidades/sao-pedro-da-serra/produtores-rurais-de- sao-pedro-terao-excursao-para-a-expoagro-afubra/ https://irrigazine.wordpress.com/2016/08/18/irrigacao-e-agricultura-familiar-um- otimo-caminho-para-a-economia-do-brasil/ 7. Permanência da coordenação nacional do Serviço de ATER após a extinção da EMBRATER (1990 em diante) O comando nacional dos serviços públicos de extensão rural fica a cargo de um Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (DATER) que ora situa-se dentro do Ministério da Agricultura e ora dentro do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Também, foram criadas políticas públicas para a continuidade do serviço, como é o caso da PNATER (2004), da Lei de ATER (2010) e da ANATER (2014). 7.1. Criação da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – PNATER (2004) Pontos principais: Público prioritário: agricultores familiares, assentados, quilombolas, pescadores artesanais, povos indígenas e outros. Incentiva o uso de metodologias educativas participativas. Prioriza estratégias de desenvolvimento rural sustentável. Os recursos públicos para ATER começam a ser alocados, principalmente, por meio de chamadas públicas. Institui o Sistema Nacional Descentralizado de Ater Pública: onde participam entidades estatais e não estatais de oferta de serviços de ATER. 7.1.1. Sistema Nacional Descentralizado de Ater Pública criado com a PNATER instituições públicas estatais de Ater; empresas de Ater vinculadas ou conveniadas com o setor público; serviços de Extensão Pesqueira; organizações de agricultores familiares que atuam em Ater; organizações não-governamentais que atuam em Ater; cooperativas de técnicos e de agricultores que executam atividades de Ater; estabelecimentos de ensino que executem atividades de Ater; as CFR (Casas Familiares Rurais), EFA (Escolas Família Agrícola) e outras entidades que usem a Pedagogia da Alternância e que executem atividades de Ater; redes e consórcios que tenham atividades de Ater; outras, que atuem dentro dos princípios e diretrizes da PNATER. 7.2. Criação da Lei de ATER (Nº 12.188/2010) Lei promulgada em 2010 onde o texto da PNATER, com seus princípios e diretrizes é reproduzido a fim de tornar o serviço de assistência técnica e extensão rural, para os agricultores familiares e públicos afins, um serviço obrigatório dentre os serviços essenciais ofertados pelo Estado. Para implementar a PNATER cria o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (PRONATER). É elaborado, anualmente, para cada Plano Safra da Agricultura Familiar, com base nas políticas de apoio a agricultura familiar e nos Programas Estaduais de ATER, contendo as ações e as metas a atingir a cada ano. 7.3. Criação da ANATER - Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (2014) A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural foi criada pelo Decreto nº 8.252 de 26 de maio de 2014 e passa a coordenar o serviços de ATER somente a partir de 2019. Entidade de Serviço Social Autônomo ou paraestatal: atua em cooperação com o estado, por meio de contratos de gestão com o poder público. - Realizar e gerenciar licitações, contratos e convênios com órgãos, públicos e privados, prestadores de serviços de ATER; - Credenciar entidades públicas e privadas de ATER; - Contratar e disponibilizar os serviços de ATER; - Qualificar os profissionais de ATER; - Monitorar e avaliar os resultados dos serviços prestados de ATER pública; - Mediar a transferência de tecnologia das instituições de pesquisa científicas para os agricultores público alvo da ATER. 7.3.1. Algumas atribuições da ANATER 8. Outras entidades ofertantes de assistência técnica e/ou extensão rural: não estatais Cooperativas de produtores rurais Organizações não governamentais (ONGs) Empresas privadas de assistência técnica e planejamento agrícola Empresas de comercialização de insumos Empresas do Sistema S (SEBRAE, SENAR) Agroindústrias integradoras Instituições de ensino Associações comunitárias e de produtores 9. Origens da orientação técnica atual (IBGE, 2017) Tabela 2 - Estabelecimentos que receberam orientação técnica, com indicação de origem - Brasil - 2017 Variáveis selecionadas Estabelecimentos Orientação técnica Receberam 1025443 Não receberam 4047881 Total 5073324 Origem da orientação técnica ONGs 8662 Sistema S 7680 Cooperativas 251520 Empresas integradoras 134950 Empresas privadas de planejamento 28302 Governo 388077 Própria 316394 Outra forma 52117 Fonte: Adaptado de Censo Agropecuário 2017 Resultados Definitivos. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3096/agro_2017_resultados_definitivos.pdf ARAUJO, R.T., PETTAN, C. B. Resenha: A política nacional de assistência técnica e extensão rural (PNATER) e o novo perfil profissional do médico veterinário. Disponível em http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rensc/article/viewFile/372/373Acesso 03 de 2010. CARVALHO et. al., O destino dos recursos administrados pelo sistema “S”. Disponível em http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11669&revist a_caderno-4, Acesso em março de 21014. KAGEYAMA, A. & SILVA, J. G. A Dinâmica da Agricultura Brasileira: Do Complexo Rural aos Complexos Agroindustriais. Campinas, 1988. (mimeografado) LIMA, A. L. Extensão Rural e modernização da agricultura no Brasil: uma perspectiva histórica. In SANTOS, M. L, VIEIRA, W. C. Agricultura na Virada do Milênio, UFV:Viçosa, 2000, p. 93-116. RIBEIRO, J. P. A saga da Extensão Rural em Minas Gerais, Minas Gerais, CPP/EMATER, 2000. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.– MAPA Disponível em: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/ater, Acesso em março de 2020. POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA TECNICA E EXTENSÃO RURAL – PNATER, 2007. MADA/SAF/DATER. Disponível em http://www.mda.gov.br/ Acesso em março de 2012. PEIXOTO, M. A extensão privada e a privatização da extensão: uma análise da indústria de defensivos agrícolas. Rio de Janeiro, 2009, 331 p. 10. Bibliografia consultada http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rensc/article/viewFile/372/373 http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11669&revista_caderno-4 http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11669&revista_caderno-4 http://www.agricultura.gov.br/assuntos/ater http://www.mda.gov.br/ 17. Referências das fontes das figuras utilizadas nos slide 13,21 e 24 60 ANOS DA EXTENSÃO RURAL NO PARANÁ. Disponível em: http://www.coamo.com.br/jornal/conteudo.php?ed=30&id=534 EMATER-RS. Disponível em: http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe- noticia.php?id=21651#.YrHSUXbMI2w ASAE. Disponível em: https://site.asaers.org.br/2021/06/21/escritorio-da-emater-no-municipio-de- tres-passos-na-decada-de-60/ Pesquisa-Google-imagens https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS 13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt- BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9- B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609 IDAM. Nossa história. Disponível em: http://www.idam.am.gov.br/o-idam/quem-somos/ Universidade Federal de Lavras – UFLA Centro de Educação a Distância – CEAD. Extensão rural e sustentabilidade. https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4128960/mod_resource/content/0/Extens%C3%A3o-rural- E-sutentabilidade%20%281%29.pdf http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21651#.YrHSUXbMI2w http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21651#.YrHSUXbMI2w https://site.asaers.org.br/2021/06/21/escritorio-da-emater-no-municipio-de-tres-passos-na-decada-de-60/ https://site.asaers.org.br/2021/06/21/escritorio-da-emater-no-municipio-de-tres-passos-na-decada-de-60/ https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609 https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609 https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609 https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609 http://www.idam.am.gov.br/o-idam/quem-somos/ https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4128960/mod_resource/content/0/Extens%C3%A3o-rural-E-sutentabilidade %281%29.pdf https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4128960/mod_resource/content/0/Extens%C3%A3o-rural-E-sutentabilidade %281%29.pdf Professora Solange Nogueira FIM Slide 1: Tema 3 - Histórico do Serviço de Extensão Rural no Brasil Slide 2: 1. Conceitos e definições Slide 3: 1.1. Extensão rural (atividade) Slide 4: 1.1.1. Objetivos da extensão rural Slide 5: 1.2. O Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (serviço) Slide 6: 1.2.1. Características do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER Slide 7: 1.2.2.Tipos de assistência técnica prestada pelo Serviço de ATER Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: 3.1. Componentes do sistema público nacional de ATER no Brasil a partir da ABCAR Slide 17: 3.2. Elementos que fortaleceram o Sistema Nacional de Extensão Rural com a ABCAR (1956 até 1974) Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22: 5. Serviço de ATER no Brasil após a década de 1990: resultados, controvérsias e descontinuidade Slide 23 Slide 24 Slide 25: 7. Permanência da coordenação nacional do Serviço de ATER após a extinção da EMBRATER (1990 em diante) Slide 26: 7.1. Criação da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – PNATER (2004) Slide 27: 7.1.1. Sistema Nacional Descentralizado de Ater Pública criado com a PNATER Slide 28: 7.2. Criação da Lei de ATER (Nº 12.188/2010) Slide 29: 7.3. Criação da ANATER - Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (2014) Slide 30 Slide 31: 8. Outras entidades ofertantes de assistência técnica e/ou extensão rural: não estatais Slide 32: 9. Origens da orientação técnica atual (IBGE, 2017) Slide 33 Slide 34: 17. Referências das fontes das figuras utilizadas nos slide 13,21 e 24 Slide 35