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Aula tema 3_HISTORICO EXT RURAL_Turma 03

Apostila sobre o histórico do Serviço de Extensão Rural no Brasil e conceitos de ATER: define extensão rural, objetivos, características e tipos de assistência; relata influência da AIA/modelo dos EUA, experiência piloto em Santa Rita (1948) e criação da ACAR em MG com crédito supervisionado.

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Tema 3 - Histórico do Serviço de Extensão 
Rural no Brasil
Prof. Solange da Costa Nogueira
Disciplina: Extensão Rural
1. Conceitos e definições
1.1. Extensão rural (atividade)
É um processo educativo informal realizado com
agricultores, com método de ensino, visando a melhoria
das condições de vida. É educação para o
desenvolvimento.
1.1.1. Objetivos da extensão rural
❑ Ensinar novas técnicas agrícolas e domésticas que levem ao
aumento da renda dos agricultores.
❑ Ensinar por meio de demonstrações práticas, onde se aprende
“fazendo”.
❑ Ensinar no ambiente onde vivem os agricultores.
❑ Utilizar os próprios agricultores para incentivar os demais a
adotar as inovações que melhorem as condições trabalho e de
trabalho e de renda.
1.2. O Serviço de Assistência Técnica e Extensão 
Rural – ATER (serviço)
Refere-se a uma instituição formal, geralmente, de
caráter governamental, com estatutos, estrutura física e
organizacional, quadro de pessoal, diretrizes e objetivos
claramente determinados.
1.2.1. Características do Serviço de Assistência 
Técnica e Extensão Rural - ATER
❑ Ensino de novas técnicas agrícolas e domésticas com o
acompanhamento continuado de um ou mais profissionais.
❑ Executado por equipe multidisciplinar.
❑ Os profissionais se deslocam para as propriedades rurais.
❑ Mobilização de alguma forma de financiamento (crédito
rural) aos agricultores para adotar inovações.
❑ Incentivo a organização rural para facilitar tarefas comuns.
❑ Busca de soluções, também em outras entidades
governamentais (estados, municípios).
❑ Elaboração de projetos de crédito rural.
❑ Elaboração de projetos técnicas.
1.2.2.Tipos de assistência técnica prestada pelo 
Serviço de ATER
❑ Assistência técnica ensinado os agricultores a
realizar novas práticas agrícolas, agroindústrias e
administrativas.
❑ Assistência técnica realizando atividades técnicas
específicas próprias da formação profissional de
cada extensionista: Ex. Cálculo de dimensionamento
de irrigação; interpretação de análise de solo;
inventário florestal; projetos de crédito rural, cirurgia
em animal, etc.
2. Implantação do Serviço de 
Assistência Técnica e Extensão Rural 
no Brasil: Influência do modelo dos 
Estados Unidos
❑ O processo abarcou 3 etapas sequenciais importantes:
O incentivo inicial de uma organização internacional, a
implantação de uma experiência piloto e a criação de
uma organização especializada em serviços e ATER
gratuito.
❑
 A American International Association for 
Economic and Social Development (AIA) foi uma 
entidade filantrópica que incentivou e financiou a 
criação de organizações específicas voltadas à 
assistência aos pequenos agricultures nos países 
em desenvolvimento. Organização filantrópica
fundada por Nelson Rockefeller (empresário do
ramo de petróleo).
2.1. O incentivo da AIA
 Em 1948 um convênio entre a prefeitura municipal de
Santa Rita do Passa Quatro (SP), a AIA e empresas
privadas implementaram um projeto baseado nos
métodos educativos praticados pelo Serviço de
Extensão dos Estados Unidos, visando aumentar a
produção e a renda dos produtores de leite.
 O convenio contratou um Engenheiro Agrônomo para
ensinar os agricultores locais novas práticas de
melhoramento das pastagens¸ a produção de feno
e de silagem, o melhoramento das instalações, a
reprodução, o manejo, o controle sanitário e a
introdução de novas raças leiteiras. Instruía
também, os produtores a combater a saúva, que
devastava lavouras e pastagens.
2.2. Experiência piloto em Santa Rita do Passa 
Quatro - São Paulo (1948)
 Considerada a primeira entidade governamental (estadual) de
assistência técnica e extensão rural no Brasil: seu modelo
serviu de base para a criação do mesmo serviço em outros
estados brasileiros.
 Descrição: entidade civil sem fins lucrativos, que prestava
serviços de assistência técnica e extensão rural de forma
gratuita aos pequenos agricultores, incentivando-os a inovar
com apoio de crédito rural.
 Formação: convênio firmado entre o Governo de Minas
Gerais e a AIA com a finalidade de estabelecer um sistema de
assistência técnica e financeira aos agricultores de Minas
Gerais
 Recursos financeiros: proveniente da AIA e governo de
Minas Gerais
2.3. Criação da Associação de Crédito e
Assistência Rural (ACAR) em MG
 Equipe formada por Engenheiro Agrônomo (ou Médico
Veterinário), técnico agrícola e economista doméstica,
selecionavam propriedades e faziam visitas aos
agricultores, motivando-os a inovar em técnicas
agrícolas e administração do lar.
 Ofertavam uma modalidade de financiamento chamado
“crédito supervisionado”: crédito rural com juros baixos,
aplicável a todas as atividades econômicas da
propriedade e fornecido via elaboração de Plano de
Administração da Propriedade e do Lar.
 As atividades financiadas abrangiam aquisição de
equipamentos, instalação de fossas, obtenção de
vacinas e medicamentos (para animais), cursos para
mulheres e filhos de agricultores em administração,
horta doméstica, etc.
2.4. Descrição do Serviço de ATER da ACAR
2.4. Descrição do Serviço de ATER da ACAR 
(Continua...)
 ANCAR – Associação Nordestina de Crédito e Assistência 
Rural (1954/55).
 ASCAR – Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural 
(1955).
 Todos os estados criaram ACARs.
2.5. Expansão do modelo de serviço da ACAR-
MG para outros estados
 Criação da Associação Brasileira de Crédito e
Assistência Rural (ABCAR): Encarregada de fazer a
mediação entre as entidades estaduais o governo federal
para coordenar e centralizar os serviços de extensão
rural e oferta de crédito rural.
 Membros Fundadores da ABCAR: AIA, ETA,
Confederação Rural Brasileira e Banco do Brasil S.A,
Governo do Brasil.
 Extensão rural com a ABCAR: Começou a estimular a
agricultura como produtora de matérias primas e
alimentos para a expansão da indústria brasileira.
Direcionou o trabalho dos extensionista somente para a
produção agropecuária.
3. Institucionalização do serviço nacional de 
ATER no Brasil (1956)
3.1. Componentes do sistema público nacional de 
ATER no Brasil a partir da ABCAR
 Executores do serviço nacional de ATER: ACARs
nos Estados.
 Coordenadores dos serviço nacional de ATER:
ABCAR
3.2. Elementos que fortaleceram o Sistema 
Nacional de Extensão Rural com a ABCAR (1956 
até 1974)
 Criação de centros de capacitação de extensionistas
em universidades de ciências agrárias: Ex.
CENTREISUL (1960) – UFPEL; Centro de Ensino de
Extensão – CEE (1963) - UFV.
 Implantação das indústrias voltadas para a agricultura
no país (mais forte a partir de 1960).
 Criação de um Sistema Nacional de Crédito Rural
(1965).
 Institucionalização da pesquisa agropecuária
nacional: criação da EMBRAPA, em 1972.
 Em 1965 o governo brasileiro criou uma Lei para ofertar
e normatizar o crédito rural com apoio de recursos
governamentais. O Banco Central definiu obrigações
aos bancos em ofertar empréstimos aos agricultores a
juros com apoio do tesouro nacional.
 O crédito foi orientado para modernizar propriedades
médias e grandes visando o aumento da produção e da
produtividade, pelo uso de inovações.
 Transformou o objetivo do Serviço de Extensão Rural
que passa a ser ofertado combinado aos projetos de
crédito, diminuindo o trabalho social com o pequeno
produtor e sua família.
3.2.1. Criação de um Sistema Nacional de
Crédito Rural (SNCR) e a ATER
 Empresa pública, vinculada ao Ministério da Agricultura,
criada para coordenar e financiar os serviços de Extensão
Rural no Brasil. Substitui a ABCAR.
 São criadas as EMATERs, em nível estadual, as quais
absorvem as ACARs.
 O que era associação vira “empresa”. Enfatiza a empresa
rural e a produtividade agropecuária.
 Com a EMBRATER o Estado brasileiro completa as principais
condições para a modernização da agricultura: crédito rural
barato, assistência técnica, pesquisa, ensino agrícola e
implantação de indústriaspara a agricultura.
 O sistema ABCAR transformou-se em SIBRATER (Sistema
Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural)
4. Criação da Empresa Brasileira de Assistência
Técnica e Extensão Rural (EMBRATER - 1974)
 Estreita relação entre pesquisa e extensão, visando criar e
aperfeiçoar os pacotes tecnológicos que aumentam a
produtividade.
 As ações centradas na saúde, educação e capacitação dos
agricultores de baixa renda e suas famílias foram
diminuídas, diante dos objetivos de aumentar produção.
 Houve ampla difusão do crédito (orientado), fortalecendo,
principalmente médios e grande produtores, que tinham
capacidade de endividamento e propriedades capazes de
absorver as tecnologias.
 Houve a intensificação do modelo de modernização da
agricultura (iniciado em 1960), com integração crescente da
agricultura às agroindústrias.
4.1. Características do Serviço de ATER no
período EMBRATER (1974 -1990)
4.1. Características do serviço de ATER no
período EMBRATER (Continua..)
Adubo químico. Fonte: 
http://www.jardimcor.com/adubos-e-insumos-
agricolas/fertilizante-npk/
Sementes de soja milho> Fonte: 
https://www.agromogiana.com.br/lancamento-de-
sementes-de-soja-e-hibridos-de-milho-de-alta-
performance-para-proxima-safra-do-brasil/
Colheitadeira. Fonte: 
https://johndeerejournal.com.br/2020/12/10/o-contador-de-
historias/
Trator. Fone: http://www.lexicarbrasil.com.br/valmet/
5. Serviço de ATER no Brasil após a década de 
1990: resultados, controvérsias e descontinuidade
 O serviço de ATER teve relevante papel na difusão de
inovações tecnológicas, contribuindo para a modernização
da agropecuária brasileira.
 Em alguns locais a extensão rural contribuiu para formar a
agricultura familiar empresarial com pequenas e médias
propriedades modernizadas.
 Houve a diminuição da área de economia doméstica e apoio
social; diminui a participação dos pequenos agricultores nos
serviços de ATER.
 Os poucos resultados em áreas rurais mais pobres do
Brasil, levaram a fortes criticas ao serviço de ATER. Ex.
Setores ambientais, ONGs, etc.
 Na questão ambiental também houveram críticas pelo forte
incentivo a mecanização e uso de insumos químicos.
 Ocorre a extinção da EMBRATER (em 1990)
desorganizando o Sistema Nacional de Ater.
6. Reformulação do Serviço de ATER diante da 
crise dos anos 1990
 Ocorre uma auto crítica dentro das EMATERs levando
a reorientação do serviço aos agricultores familiares.
 Há reorientação para o desenvolvimento local e
territorial sustentável.
 Com a criação do PRONAF (1996) a extensão rural
adquire grande importância nos projetos de
crescimento da agricultura familiar.
6.1. Efeitos da reorientação do trabalho extensionista 
(1990)
Emater promove mostra da agricultura familiar em BH 
https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/emater-mg-promove-mostra-da-agricultura-familiar-
no-centro-de-bh/
https://fatonovo.com.br/cidades/sao-pedro-da-serra/produtores-rurais-de-
sao-pedro-terao-excursao-para-a-expoagro-afubra/
https://irrigazine.wordpress.com/2016/08/18/irrigacao-e-agricultura-familiar-um-
otimo-caminho-para-a-economia-do-brasil/
7. Permanência da coordenação nacional do 
Serviço de ATER após a extinção da EMBRATER 
(1990 em diante)
 O comando nacional dos serviços públicos de extensão
rural fica a cargo de um Departamento de Assistência
Técnica e Extensão Rural (DATER) que ora situa-se
dentro do Ministério da Agricultura e ora dentro do
Ministério do Desenvolvimento Agrário.
 Também, foram criadas políticas públicas para a
continuidade do serviço, como é o caso da PNATER
(2004), da Lei de ATER (2010) e da ANATER (2014).
7.1. Criação da Política Nacional de Assistência 
Técnica e Extensão Rural – PNATER (2004)
Pontos principais:
 Público prioritário: agricultores familiares, assentados,
quilombolas, pescadores artesanais, povos indígenas e outros.
 Incentiva o uso de metodologias educativas participativas.
 Prioriza estratégias de desenvolvimento rural sustentável.
 Os recursos públicos para ATER começam a ser alocados,
principalmente, por meio de chamadas públicas.
 Institui o Sistema Nacional Descentralizado de Ater Pública:
onde participam entidades estatais e não estatais de oferta de
serviços de ATER.
7.1.1. Sistema Nacional Descentralizado de Ater 
Pública criado com a PNATER 
 instituições públicas estatais de Ater;
 empresas de Ater vinculadas ou conveniadas com o setor
público;
 serviços de Extensão Pesqueira;
 organizações de agricultores familiares que atuam em Ater;
 organizações não-governamentais que atuam em Ater;
 cooperativas de técnicos e de agricultores que executam
atividades de Ater;
 estabelecimentos de ensino que executem atividades de Ater;
 as CFR (Casas Familiares Rurais), EFA (Escolas Família
Agrícola) e outras entidades que usem a Pedagogia da
Alternância e que executem atividades de Ater;
 redes e consórcios que tenham atividades de Ater;
 outras, que atuem dentro dos princípios e diretrizes da
PNATER.
7.2. Criação da Lei de ATER (Nº 12.188/2010)
 Lei promulgada em 2010 onde o texto da PNATER, com
seus princípios e diretrizes é reproduzido a fim de tornar o
serviço de assistência técnica e extensão rural, para os
agricultores familiares e públicos afins, um serviço
obrigatório dentre os serviços essenciais ofertados pelo
Estado.
 Para implementar a PNATER cria o Programa Nacional de
Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura
Familiar e na Reforma Agrária (PRONATER). É elaborado,
anualmente, para cada Plano Safra da Agricultura Familiar,
com base nas políticas de apoio a agricultura familiar e
nos Programas Estaduais de ATER, contendo as ações e
as metas a atingir a cada ano.
7.3. Criação da ANATER - Agência Nacional de 
Assistência Técnica e Extensão Rural (2014)
A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão
Rural foi criada pelo Decreto nº 8.252 de 26 de maio de
2014 e passa a coordenar o serviços de ATER somente
a partir de 2019.
 Entidade de Serviço Social Autônomo ou paraestatal:
atua em cooperação com o estado, por meio de
contratos de gestão com o poder público.
- Realizar e gerenciar licitações, contratos e convênios
com órgãos, públicos e privados, prestadores de
serviços de ATER;
- Credenciar entidades públicas e privadas de ATER;
- Contratar e disponibilizar os serviços de ATER;
- Qualificar os profissionais de ATER;
- Monitorar e avaliar os resultados dos serviços prestados
de ATER pública;
- Mediar a transferência de tecnologia das instituições de
pesquisa científicas para os agricultores público alvo da
ATER.
7.3.1. Algumas atribuições da ANATER
8. Outras entidades ofertantes de assistência 
técnica e/ou extensão rural: não estatais 
 Cooperativas de produtores rurais
 Organizações não governamentais (ONGs)
 Empresas privadas de assistência técnica e
planejamento agrícola
 Empresas de comercialização de insumos
 Empresas do Sistema S (SEBRAE, SENAR)
 Agroindústrias integradoras
 Instituições de ensino
 Associações comunitárias e de produtores
9. Origens da orientação técnica atual (IBGE, 2017) 
Tabela 2 - Estabelecimentos que receberam orientação técnica, com 
indicação de origem - Brasil - 2017 
Variáveis selecionadas Estabelecimentos 
Orientação técnica 
Receberam 1025443 
Não receberam 4047881 
Total 5073324 
Origem da orientação técnica 
ONGs 8662 
Sistema S 7680 
Cooperativas 251520 
Empresas integradoras 134950 
Empresas privadas de planejamento 28302 
Governo 388077 
Própria 316394 
Outra forma 52117 
 Fonte: Adaptado de Censo Agropecuário 2017 Resultados Definitivos. Disponível em: 
https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3096/agro_2017_resultados_definitivos.pdf
 ARAUJO, R.T., PETTAN, C. B. Resenha: A política nacional de assistência técnica e
extensão rural (PNATER) e o novo perfil profissional do médico veterinário. Disponível em
http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rensc/article/viewFile/372/373Acesso 03 de
2010.
 CARVALHO et. al., O destino dos recursos administrados pelo sistema “S”. Disponível em
http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11669&revist
a_caderno-4, Acesso em março de 21014.
 KAGEYAMA, A. & SILVA, J. G. A Dinâmica da Agricultura Brasileira: Do Complexo Rural aos
Complexos Agroindustriais. Campinas, 1988. (mimeografado)
 LIMA, A. L. Extensão Rural e modernização da agricultura no Brasil: uma perspectiva
histórica. In SANTOS, M. L, VIEIRA, W. C. Agricultura na Virada do Milênio, UFV:Viçosa,
2000, p. 93-116.
 RIBEIRO, J. P. A saga da Extensão Rural em Minas Gerais, Minas Gerais, CPP/EMATER,
2000.
 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO.– MAPA Disponível em:
http://www.agricultura.gov.br/assuntos/ater, Acesso em março de 2020.
 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTENCIA TECNICA E EXTENSÃO RURAL – PNATER,
2007. MADA/SAF/DATER. Disponível em http://www.mda.gov.br/ Acesso em março de
2012.
 PEIXOTO, M. A extensão privada e a privatização da extensão: uma análise da indústria de
defensivos agrícolas. Rio de Janeiro, 2009, 331 p.
10. Bibliografia consultada
http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rensc/article/viewFile/372/373
http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11669&revista_caderno-4
http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11669&revista_caderno-4
http://www.agricultura.gov.br/assuntos/ater
http://www.mda.gov.br/
17. Referências das fontes das figuras utilizadas 
nos slide 13,21 e 24
 60 ANOS DA EXTENSÃO RURAL NO PARANÁ. Disponível em: 
http://www.coamo.com.br/jornal/conteudo.php?ed=30&id=534
 EMATER-RS. Disponível em: http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-
noticia.php?id=21651#.YrHSUXbMI2w
 ASAE. Disponível em: https://site.asaers.org.br/2021/06/21/escritorio-da-emater-no-municipio-de-
tres-passos-na-decada-de-60/
 Pesquisa-Google-imagens
https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS
13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-
BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-
B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609
 IDAM. Nossa história. Disponível em: http://www.idam.am.gov.br/o-idam/quem-somos/
 Universidade Federal de Lavras – UFLA Centro de Educação a Distância – CEAD. Extensão rural
e sustentabilidade.
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4128960/mod_resource/content/0/Extens%C3%A3o-rural-
E-sutentabilidade%20%281%29.pdf
http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21651#.YrHSUXbMI2w
http://www.emater.tche.br/site/noticias/detalhe-noticia.php?id=21651#.YrHSUXbMI2w
https://site.asaers.org.br/2021/06/21/escritorio-da-emater-no-municipio-de-tres-passos-na-decada-de-60/
https://site.asaers.org.br/2021/06/21/escritorio-da-emater-no-municipio-de-tres-passos-na-decada-de-60/
https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609
https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609
https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609
https://www.google.com/search?q=%22colheitadeira%20em%201970%22&tbm=isch&tbs=rimg:CS13KTaI5c_1fYQE8FyvEW5Bx8AEAsgIMCgIIABAAOgQIARAA&rlz=1C1CHZN_pt-BRBR995BR995&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBsQuIIBahcKEwigj9-B2774AhUAAAAAHQAAAAAQXQ&biw=1263&bih=609
http://www.idam.am.gov.br/o-idam/quem-somos/
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4128960/mod_resource/content/0/Extens%C3%A3o-rural-E-sutentabilidade %281%29.pdf
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4128960/mod_resource/content/0/Extens%C3%A3o-rural-E-sutentabilidade %281%29.pdf
Professora Solange Nogueira
FIM
	Slide 1: Tema 3 - Histórico do Serviço de Extensão Rural no Brasil
	Slide 2: 1. Conceitos e definições
	Slide 3: 1.1. Extensão rural (atividade)
	Slide 4: 1.1.1. Objetivos da extensão rural 
	Slide 5: 1.2. O Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER (serviço)
	Slide 6: 1.2.1. Características do Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER 
	Slide 7: 1.2.2.Tipos de assistência técnica prestada pelo Serviço de ATER
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16: 3.1. Componentes do sistema público nacional de ATER no Brasil a partir da ABCAR
	Slide 17: 3.2. Elementos que fortaleceram o Sistema Nacional de Extensão Rural com a ABCAR (1956 até 1974)
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22: 5. Serviço de ATER no Brasil após a década de 1990: resultados, controvérsias e descontinuidade
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25: 7. Permanência da coordenação nacional do Serviço de ATER após a extinção da EMBRATER (1990 em diante) 
	Slide 26: 7.1. Criação da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – PNATER (2004) 
	Slide 27: 7.1.1. Sistema Nacional Descentralizado de Ater Pública criado com a PNATER 
	Slide 28: 7.2. Criação da Lei de ATER (Nº 12.188/2010) 
	Slide 29: 7.3. Criação da ANATER - Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (2014)
	Slide 30
	Slide 31: 8. Outras entidades ofertantes de assistência técnica e/ou extensão rural: não estatais 
	Slide 32: 9. Origens da orientação técnica atual (IBGE, 2017) 
	Slide 33
	Slide 34: 17. Referências das fontes das figuras utilizadas nos slide 13,21 e 24
	Slide 35

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