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Os autores deste livro e a EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA. empenharam seus melhores esforços para assegurar que as
informações e os procedimentos apresentados no texto estejam em acordo com os padrões aceitos à época da publicação, e
todos os dados foram atualizados pelos autores até a data da entrega dos originais à editora. Entretanto, tendo em conta a
evolução das ciências da saúde, as mudanças regulamentares governamentais e o constante fluxo de novas informações
sobre terapêutica medicamentosa e reações adversas a fármacos, recomendamos enfaticamente que os leitores consultem
sempre outras fontes fidedignas, de modo a se certificarem de que as informações contidas neste livro estão corretas e de
que não houve alterações nas dosagens recomendadas ou na legislação regulamentadora.
Os autores e a editora se empenharam para citar adequadamente e dar o devido crédito a todos os detentores de direitos
autorais de qualquer material utilizado neste livro, dispondo-se a possíveis acertos posteriores caso, inadvertida e
involuntariamente, a identificação de algum deles tenha sido omitida.
Direitos exclusivos para a língua portuguesa
Copyright © 2017 by
EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.
Uma editora integrante do GEN | Grupo Editorial Nacional
Travessa do Ouvidor, 11
Rio de Janeiro – RJ – CEP 20040-040
Tels.: (21) 3543-0770/(11) 5080-0770 | Fax: (21) 3543-0896
www.grupogen.com.br | editorial.saude@grupogen.com.br
Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, em quaisquer
formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia, distribuição pela Internet ou outros), sem
permissão, por escrito, da EDITORA GUANABARA KOOGAN LTDA.
Capa: Bruno Sales
Produção digital: Geethik
Ficha catalográfica
A552
2. ed.
Anatomia clínica baseada em problemas / Lucia Helena Antunes Pezzi ... [et. al.]; colaboradores Adriane Mello da Fonseca
... [et. al.]. – 2. ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.
il.
ISBN: 978-85-277-3202-4
1. Anatomia humana. I. Pezzi, Lucia Helena Antunes
17-40845 CDD: 611
CDU: 611
 
Colaboradores
Adriane Mello da Fonseca
Fisioterapeuta. Médica pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
André Luiz Santos Saud
Cirurgião Bucomaxilofacial. Professor das Disciplinas de Seminário Integrado e Anatomia do Curso de Medicina da
Universidade Estácio de Sá (Unesa). Cirurgião Maxilofacial do Hospital Federal de Ipanema e Hospital Municipal Miguel
Couto, RJ. Mestrado em Ciências Morfológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Especialista em
Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela UFRJ.
Annamaria Ciminelli Barbosa
Médica pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Arthur Ferradosa
Médico. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Quadril (SBQ). Mestrado em Ciências em Engenharia Metalúrgica e de
Materiais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade
Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Residência em Ortopedia e Traumatologia pelo Instituto Nacional de
Traumatologia e Ortopedia (INTO).
Claudia Couto da Silveira
Médica pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Daniela Rafael Fiuza Gomes
Médica pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Diego de Faria Magalhães Torres
Fisioterapeuta do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (HUCFF/UFRJ).
Mestrado em Ciências pela UFRJ. Especialista em Fisioterapia Respiratória. Pós-Graduado em Anatomia Humana pelo
IBMR. Osteopata do Sistema Esquelético. MBA em Gestão pela Qualidade Total pela Universidade Federal Fluminense
(UFF). Membro da Sociedade Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória.
Eric Albuquerque Pena
Médico pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Felipe de Jesus Gonçalves
Médico Residente em Clínica Médica do Hospital Universitário Sul Fluminense. Pós-Graduado em Medicina Intensiva pela
Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Fernanda Policarpo de Oliveira
Médica. Pós-Graduanda pela Escola de Pós-Graduação Médica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
(PUC-Rio).
Flávia Menezes
Médica pela Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Isabela Torga Mazzei
Médica Residente em Pediatria do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ).
Laura Brasil Herranz
Médica Intensivista. Mestranda em Medicina Interna pelo Hospital Sírio Libanês, SP. Título de Especialista em Clínica
Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Medica (SBCM). Título de Especialista em Medicina Interna pela Associação de
Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).
Luiz Antonio Medeiros Moliterno
Médico Especialista em Ortopedia e Traumatologia pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Médico
Especialista em Clínica e Cirurgia da Coluna Vertebral pelo INTO. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e
Traumatologia (SBOT). Membro Titular da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC). Médico do Staff do Centro de Doenças da
Coluna do Instituto Nacional do INTO. Médico do Staff da Área de Transplantes de Multitecidos do INTO. Professor das
disciplinas de Anatomia Humana e Ortopedia e Traumatologia da Universidade Estácio de Sá (Unesa).
Rodrigo Souto Borges Petros
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Membro da Sociedade Brasileira de Ombro
e Cotovelo (SBCOC). Médico-Assistente do Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do INTO e do Grupo do Ombro e
Cotovelo do Hospital de Traumatologia e Ortopedia Dona Lindu.
Dedicatória
À minha querida mãe, Myriam, à memória de meu pai, Álvaro, e à de meus avós, Aristóteles e Elisa.
Lucia Pezzi
Aos meus queridos pais, irmãos e avós, pelo apoio e carinho incondicional. À Suzana e à Maria Flor,
amores da minha vida, por fazerem tudo valer a pena.
João Antonio
Aos meus queridos pai, irmã e tias, e à memória de minha saudosa mãe, Neibe. À Laura, minha esposa,
pelo apoio e pela paciência durante esta jornada.
Rafael Prinz
Aos meus amados pais, Silvio e Márcia, à minha amiga e irmã, Francine, à minha querida afilhada,
Eduarda, e à memória dos meus avós, Silvio, Lourdes, João e Esvaldina.
Silvio Neto
Prefácio à Segunda Edição
O modo de se ensinar Anatomia vem evoluindo significativamente ao longo dos últimos anos. Cada vez mais se discute a
necessidade de aplicação clínica do conhecimento morfológico, adquirido pelos alunos da área de saúde. Além disso, a maneira
de se estudar também vem mudando. Nas metodologias de ensino propostas atualmente, o estudante é convidado a sair de sua
posição passiva, como “recebedor de informações”, para se tornar um agente ativo da aquisição de conhecimento, que o
capacita para o exercício de sua profissão.
Nesse contexto, é com muita satisfação que apresentamos a segunda edição de Anatomia Clínica Baseada em Problemas.
Consideramos que não estamos apresentando apenas um livro, mas uma ferramenta de aprendizado baseada em metodologia
ativa de ensino. Utilizamos casos clínicos reais, vivenciados pelos organizadores e colaboradores, como cenário para a
discussão da Anatomia Humana.
Fizemos uma revisão meticulosa dos casos já existentes na primeira edição, atualizando-os de acordo com métodos
diagnósticos e terapêuticos de vanguarda. Nesta nova edição, também acrescentamos mais situações clínicas, ultrapassando a
marca de 300 casos, o que possibilita ao professor e ao aluno maior diversidade para discussão em sala de aula.
Esperamos que gostem!
Os autores
Prefácio à Primeira Edição
Os autores deste livro são médicos e anatomistas com extensa experiência didática e profissional. Ao longo da formação na área
médica, sempre manifestaram entusiasmo e dedicação ao ensino e à pesquisa morfológica.
Esta obra, Anatomia Clínica Baseada em Problemas, apresenta a análise morfológica e funcional de casos clínicos e
cirúrgicos, abordados de modo prático, abrangendo várias especialidades médicas. A divisão do material em seções facilita a
compreensãoda importância da Anatomia Humana e de suas aplicações. As correlações clínicas e cirúrgicas reforçam a
decisiva relevância do conhecimento das bases anatômicas e semiológicas para o raciocínio diagnóstico e a adequada orientação
terapêutica.
Rio de Janeiro, março de 2011
Prof. Mário Ary Pires Neto, MD PhD
Prof. Ricardo de Ary Pires, MD PhD
Instituto de Ciências Biomédicas
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Agradecimentos
Aos colaboradores deste livro, alunos brilhantes, de futuro promissor, que foram fundamentais para o enriquecimento científico
desta publicação.
Aos nossos eternos tutores e mentores, professores Mário Ary Pires Neto e Ricardo de Ary Pires, pelo estímulo, carinho,
investimento e paciência. Para sempre nossa fonte de inspiração no estudo da Anatomia.
Ao professor Octávio Aprigliano pela credibilidade e pelo constante incentivo na promoção de mudanças positivas na
maneira de ensinar Anatomia – sem dúvida, um visionário!
À professora Leila Francisco de Souza, que possibilitou a efetivação, a continuidade e o aprimoramento destes novos
métodos no ensino de nossa disciplina, bem como à professora Luciana Andrade, a qual, de modo exemplar, coordena os
projetos de Iniciação Científica do Curso de Medicina da Universidade Estácio de Sá.
Ao Dr. Luiz Carlos Pinto e à Dra. Vera Lúcia Rocha Pinto, pelas generosas e importantes orientações, compartilhando
conosco um pouco de sua vasta experiência literária, com a publicação de inúmeros artigos e livros na área médica.
À professora Regina Maria Papais Alvarenga e à professora Claudia Cristina Ferreira Vasconcelos que muito contribuiram
com discussões clínicas em seus ambulatórios, substrato fundamental para a confecção de alguns de nossos casos.
A todos os competentes integrantes da equipe do Editorial Saúde da Editora Guanabara Koogan, em especial à Juliana
Affonso, pela confiança e assistência.
Caso 1.1
Caso 1.2
Caso 2.1
Caso 2.2
Caso 2.3
Caso 2.4
Caso 2.5
Caso 2.6
Caso 3.1
Caso 3.2
Caso 3.3
Caso 3.4
Caso 3.5
Caso 3.6
Caso 3.7
Caso 3.8
Caso 4.1
Caso 4.2
Caso 4.3
Caso 4.4
Caso 4.5
Caso 4.6
Caso 4.7
Caso 4.8
Caso 5.1
Caso 5.2
Caso 5.3
Caso 5.4
Sumário
Parte 1 Introdução à Anatomia Clínica
1 Variação Anatômica e Anomalia
Polidactilia
Fenda labial e fenda palatina
Parte 2 Sistema Locomotor
Seção 1 | Osteologia
2 Cabeça e Pescoço
Traumatismo craniano
Traumatismo de face
Desvio de septo nasal
Traumatismo da base do crânio
Traumatismo raquimedular
Fratura em terço superior da face
3 Tronco
Mieloma múltiplo
Tórax instável
Cifose postural
Fratura de vértebra lombar
Artrose da coluna vertebral
Tumor de sacro
Metástase vertebral
Fratura de arcos costais
4 Membro Superior
Fratura de clavícula
Fratura exposta de úmero
Cisto ósseo na ulna
Fratura do rádio
Avaliação da idade óssea
Fratura de quinto metacarpo
Fratura supracondiliana do úmero
Fratura diafisária do úmero
5 Membro Inferior
Osteonecrose da cabeça do fêmur
Fratura do colo do fêmur
Fratura intertrocantérica do fêmur
Osteomielite hematogênica aguda do fêmur
Caso 5.5
Caso 5.6
Caso 5.7
Caso 6.1
Caso 6.2
Caso 6.3
Caso 6.4
Caso 6.5
Caso 7.1
Caso 7.2
Caso 7.3
Caso 7.4
Caso 7.5
Caso 8.1
Caso 8.2
Caso 8.3
Caso 8.4
Caso 8.5
Caso 8.6
Caso 8.7
Caso 8.8
Caso 8.9
Caso 8.10
Caso 9.1
Caso 9.2
Caso 9.3
Caso 9.4
Caso 9.5
Caso 9.6
Caso 9.7
Caso 9.8
Caso 9.9
Caso 9.10
Caso 9.11
Caso 9.12
Caso 9.13
Caso 10.1
Tumor ósseo na tíbia
Fratura de tornozelo
Osteocondrose de Sever
Seção 2 | Artrologia
6 Cabeça e Pescoço
Luxação da articulação temporomandibular
Desidratação
Luxação facetária cervical
Tumor de mandíbula
Fratura do processo odontoide
7 Tronco
Costocondrite
Hérnia discal
Fratura da coluna lombar
Lesão do anel pélvico
Espondilolistese
8 Membro Superior
Luxação acromioclavicular
Luxação de ombro
Luxação aguda do ombro
Luxação do cotovelo
Luxação do cotovelo
Pronação dolorosa
Luxação carpal crônica
Luxação carpal aguda
Cisto sinovial
Artrite gotosa
9 Membro Inferior
Luxação do quadril
Luxação do quadril
Displasia do desenvolvimento
Osteoartrose do joelho
Luxação do joelho
Avulsão do ligamento colateral do joelho
Entorse de tornozelo
Fratura do tornozelo
Fratura-luxação da articulação do mediopé
Pé cavo
Pé plano
Lesão meniscal e do ligamento cruzado do joelho
Instabilidade femoropatelar
Seção 3 | Miologia
10 Cabeça e Pescoço
Torcicolo muscular anterior
Caso 10.2
Caso 10.3
Caso 10.4
Caso 10.5
Caso 10.6
Caso 11.1
Caso 11.2
Caso 11.3
Caso 11.4
Caso 11.5
Caso 11.6
Caso 11.7
Caso 11.8
Caso 11.9
Caso 11.10
Caso 12.1
Caso 12.2
Caso 12.3
Caso 12.4
Caso 12.5
Caso 12.6
Caso 12.7
Caso 12.8
Caso 12.9
Caso 12.10
Caso 12.11
Caso 12.12
Caso 12.13
Caso 12.14
Caso 12.15
Caso 12.16
Caso 12.17
Caso 12.18
Caso 12.19
Caso 12.20
Caso 12.21
Caso 12.22
Caso 12.23
Caso 13.1
Caso 13.2
Caso 13.3
Caso 13.4
Doença de Graves
Fratura de mandíbula
Paralisia facial
Torcicolo muscular posterior
Fratura de clavícula
11 Tronco
Hérnia femoral
Hérnia inguinal indireta
Hérnia inguinal direta bilateral
Ascite
Pneumonia e DPOC
Dor lombar baixa
Lesão torácica por projétil de arma de fogo
Hemiparalisia frênica
Cifoescoliose congênita
Hérnia umbilical
12 Membro Superior
Fratura do colo cirúrgico umeral
Fratura em três partes do úmero proximal
Tendinite calcificante do ombro
Lesão do lábio glenoidal
Lesão do manguito rotador
Fratura diafisária do úmero
Epicondilite lateral
Fratura diafisária do rádio
Lesão de tendões extensores
Lesão de tendões flexores
Tenossinovite dos tendões extensores
Lesão dos tendões extensores dos dedos
Dedo em gatilho
Dedo em martelo
Abscesso na mão
Tendinite dos flexores por gota
Fratura do terço proximal do úmero
Tenossinovite estenosante de Quervain
Fratura de olécrano
Ruptura miotendínea do bíceps braquial
Bursite olecraneana
Bursite bicipitorradial
Lesão do túnel osteofibroso na mão
13 Membro Inferior
Fratura intertrocantérica do fêmur
Fratura diafisária do fêmur
Fratura supracondílea do fêmur
Bursite da pata anserina
Caso 13.5
Caso 13.6
Caso 13.7
Caso 13.8
Caso 14.1
Caso 14.2
Caso 14.3
Caso 14.4
Caso 14.5
Caso 14.6
Caso 14.7
Caso 14.8
Caso 15.1
Caso 15.2
Caso 16.1
Caso 16.2
Caso 16.3
Caso 16.4
Caso 16.5
Caso 16.6
Caso 16.7
Caso 16.8
Caso 16.9
Caso 16.10
Caso 16.11
Caso 16.12
Caso 17.1
Caso 17.2
Caso 17.3
Caso 17.4
Caso 18.1
Caso 18.2
Caso 18.3
Caso 18.4
Caso 18.5
Ruptura do tendão calcâneo (de Aquiles)
Insuficiência do músculo tibial posterior
Fasciite plantar
Bursite pré-patelar
Parte 3 Sistema Cardiovascular
Seção 4 | Mediastino e Coração
14 Mediastino
Perfuração de esôfago
Tumor de esôfago
Bócio mergulhante
Compressão da veia cava superior
Lesão de esôfago
Timoma
Lesão do ducto torácico
Aneurisma de aorta torácica
15 Pericárdio
Tamponamento pericárdico
Pericardite aguda
16 Coração
Infarto agudo do miocárdio
Angina instável
Taquicardia ventricular
Insuficiência cardíaca congestiva
Miocardiopatia chagásica
Estenose mitral
Insuficiência mitral
Estenose aórtica
Insuficiência aórtica
Bloqueio atrioventricular
Fibrilação atrial (FA)
Hipertensão pulmonar
Seção 5 | Sistema Vascular
17 Cabeça e Pescoço
Traumatismo de face
Síndrome do desfiladeiro cervical
Esgorgeamento por linha de pipa
Fratura exposta de mandíbula
18 Membro Superior
Sepse pós-colocação de cateter arterial
Traumatismo vascular
Insuficiência da artéria radial
Acesso venoso profundo
Linfedema de membro superior
19 Tronco
Caso 19.1
Caso 19.2
Caso 19.3
Caso 20.1
Caso 20.2
Caso 20.3
Caso 20.4
Caso 20.5
Caso 20.6
Caso 20.7
Caso 21.1
Caso 21.2
Caso 21.3
Caso 22.1
Caso 23.1
Caso 23.2
Caso 24.1
Caso 25.1
Caso 25.2
Caso 25.3
Caso 26.1
Caso 26.2
Caso 26.3
Caso 26.4
Caso 27.1
Caso 27.2
Caso 28.1
Caso 28.2
Ruptura de aneurisma de aorta
Ruptura traumática de veia cava inferior
Cirrose hepática
20 Membros Inferiores
Pseudoaneurisma de artéria femoral
Insuficiência arterial aguda
Insuficiência arterial crônica
Pé diabético
Trombose venosa profunda
Insuficiência venosa
Erisipela
Parte 4 Sistema Respiratório
Seção 6 | Vias Respiratórias Superiores
21 Nariz
Poliposenasal
Fratura de nariz
Sangramento nasal – epistaxe
22 Seios Paranasais e Parte Nasal da Faringe
Sinusite aguda
23 Laringe
Lesão do nervo laríngeo recorrente
Traumatismo de laringe
Seção 7 | Vias Respiratórias Inferiores
24 Traqueia e Brônquios
Obstrução de vias respiratórias
25 Pleura
Traumatismo torácico
Empiema pleural
Tuberculose pleural
26 Pulmão
Câncer de pulmão
Câncer de pulmão
Tuberculose pulmonar e HIV
Silicose pulmonar
Parte 5 Sistema Nervoso
Seção 8 | Sistema Nervoso Central
27 Organização Geral do Sistema Nervoso
Encefalomielite aguda disseminada (ADEM)
Encefalopatia crônica da infância
28 Telencéfalo
Acidente vascular encefálico hemorrágico
Neurotoxoplasmose
Caso 28.3
Caso 29.1
Caso 29.2
Caso 29.3
Caso 30.1
Caso 30.2
Caso 31.1
Caso 31.2
Caso 32.1
Caso 33.1
Caso 33.2
Caso 33.3
Caso 33.4
Caso 33.5
Caso 34.1
Caso 34.2
Caso 35.1
Caso 35.2
Caso 35.3
Caso 35.4
Caso 35.5
Caso 35.6
Caso 36.1
Caso 36.2
Caso 37.1
Caso 37.2
Caso 37.3
Caso 37.4
Caso 38.1
Caso 38.2
Esclerose lateral amiotrófica (ELA)
29 Diencéfalo e Núcleos da Base
Tumor de hipófise
Hemorragia talâmica
Doença de Parkinson
30 Tronco Encefálico
Mielinólise pontina central (MPC)
Encefalite de tronco encefálico
31 Cerebelo
Cisto de fossa posterior
Hemorragia de pedúnculos cerebelares
32 Vascularização do Encéfalo
Acidente vascular encefálico isquêmico
33 Medula Espinal
Tumor espinal
Tumor espinal
Tumor espinal
Anestesia perineal em sela
Compressão radicular cervical
34 Envoltórios e Cavidades
Hidrocefalia
Meningite viral
35 Anatomia da Visão
Avulsão do nervo óptico
Neuromielite óptica
Fratura de órbita
Hordéolo
Catarata
Glaucoma agudo
36 Anatomia da Audição e do Equilíbrio
Neurinoma do acústico
Otite média aguda
Seção 9 | Sistema Nervoso Periférico
37 Nervos Cranianos
Fratura de base de crânio
Lesão do nervo oculomotor
Oftalmoplegia internuclear
Hemorragia de tronco encefálico
38 Nervos Espinais da Cabeça e do Pescoço
Cefaleia cervicogênica
Lesão de orelha externa
Caso 38.3
Caso 39.1
Caso 39.2
Caso 40.1
Caso 40.2
Caso 40.3
Caso 40.4
Caso 40.5
Caso 40.6
Caso 40.7
Caso 40.8
Caso 40.9
Caso 40.10
Caso 41.1
Caso 41.2
Caso 41.3
Caso 41.4
Caso 41.5
Caso 41.6
Caso 42.1
Caso 43.1
Caso 43.2
Caso 44.1
Caso 44.2
Caso 44.3
Caso 44.4
Caso 44.5
Caso 44.6
Caso 44.7
Caso 45.1
Caso 45.2
Caso 45.3
Caso 45.4
Ressecção de tumor torácico
39 Nervos Espinais do Tronco
Herpes-zóster intercostal
Herpes-zóster intercostal
40 Nervos Espinais do Membro Superior
Paralisia braquial obstétrica
Compressão de plexo braquial
Lesão iatrogênica do nervo axilar
Lesão traumática do nervo axilar
Síndrome do túnel do carpo
Lesão traumática do nervo mediano
Abscesso de nervo ulnar
Lesão traumática do nervo ulnar
Lesão traumática do nervo radial
Lesão traumática do nervo radial
41 Nervos Espinais do Membro Inferior
Lesão traumática do nervo isquiático
Lombociatalgia
Lesão traumática do nervo femoral
Meralgia parestésica
Lesão traumática do nervo fibular comum
Neuroma de Morton
Seção 10 | Sistema Nervoso Autônomo
42 Plexos Autônomos da Cabeça e Pescoço
Síndrome de Claude Bernard-Horner
43 Plexos Autônomos do Tronco
Hiper-hidrose palmar
Síncope vasovagal
Parte 6 Sistema Digestório
Seção 11 | Cabeça, Pescoço e Tórax
44 Cavidade Oral e Glândulas Salivares
Câncer lingual
Prognatismo mandibular
Dentição decídua
Tumor de glândula salivar
Tumor de glândula salivar
Cisto dermoide em região sublingual
Sialolitíase
45 Faringe e Esôfago
Orofaringite aguda
Divertículo faringoesofágico
Fístula traqueoesofágica
Esofagite
Caso 45.5
Caso 46.1
Caso 46.2
Caso 46.3
Caso 46.4
Caso 46.5
Caso 47.1
Caso 47.2
Caso 47.3
Caso 47.4
Caso 47.5
Caso 48.1
Caso 48.2
Caso 48.3
Caso 48.4
Caso 48.5
Caso 48.6
Caso 48.7
Caso 48.8
Caso 48.9
Caso 48.10
Caso 49.1
Caso 49.2
Caso 49.3
Caso 49.4
Caso 49.5
Caso 49.6
Caso 50.1
Caso 50.2
Caso 50.3
Caso 50.4
Caso 50.5
Caso 50.6
Caso 50.7
Caso 50.8
Tumor de esôfago
Seção 12 | Abdome e Pelve
46 Parede e Cavidade Abdominal
Traumatismo abdominal
Traumatismo abdominal
Carcinomatose peritoneal
Evisceração
Ruptura diafragmática
47 Estômago
Úlcera perfurada
Obesidade mórbida
Obesidade mórbida
 Corpo estranho gástrico
Tumor gástrico
48 Intestinos
Obstrução intestinal
Úlcera duodenal
Perfuração íleal
Isquemia mesentérica
Linfadenite mesentérica
Apendicite aguda
Tumor de cólon
Vólvulo de sigmoide
Prolapso retal
Fístula anal
49 Fígado, Pâncreas e Sistema Biliar
Hipertensão portal
Traumatismo hepático
Colecistite aguda
Colelitíase
Pancreatite aguda
Tumor de cabeça de pâncreas
Parte 7 Sistema Urinário
Seção 13 | Trato Urinário Superior
50 Rim
Tumor renal
Litíase renal
Abscesso renal
Traumatismo renal
Cisto renal
Estenose de articulação pieloureteral (AUP)
Transplante renal
Tumor renal
51 Ureter
Caso 51.1
Caso 51.2
Caso 51.3
Caso 51.4
Caso 52.1
Caso 52.2
Caso 52.3
Caso 52.4
Caso 53.1
Caso 53.2
Caso 53.3
Caso 53.4
Caso 54.1
Caso 54.2
Caso 54.3
Caso 55.1
Caso 55.2
Caso 55.3
Caso 55.4
Caso 55.5
Caso 55.6
Caso 56.1
Caso 56.2
Caso 56.3
Caso 57.1
Caso 57.2
Caso 58.1
Caso 58.2
Ureter retrocaval
Ureterocele
Litíase ureteral
Obstrução ureteral por tumor vesical
Seção 14 | Trato Urinário Inferior
52 Bexiga
Tumor de bexiga
Traumatismo de bexiga
Diverticulose vesical
Litíase vesical
53 Uretra
Hipospadia
Estenose de uretra
Incontinência urinária de esforço
Carúncula uretral
Parte 8 Sistema Endócrino
Seção 15 | Cabeça e Pescoço
54 Hipófise
Tumor de hipófise
Tumor de hipófise
Síndrome da sela turca vazia
55 Glândulas Tireoide e Paratireoide
Doença de Graves
Bócio mergulhante
Câncer tireóideo
Câncer tireóideo
Hiperparatireoidismo primário
Hiperparatireoidismo primário
Seção 16 | Abdome
56 Glândula Suprarrenal
Síndrome de Cushing
Metástase suprarrenal
Feocromocitoma
Parte 9 Sistema Reprodutor
Seção 17 | Pelve e Períneo
57 Anatomia Perineal
Doença de Fournier
Parto vaginal
58 Anatomia do Assoalho Pélvico
Prolapso de parede vaginal anterior
Prolapso uterino
Seção 18 | Órgãos Genitais Externos
Caso 59.1
Caso 59.2
Caso 59.3
Caso 59.4
Caso 60.1
Caso 60.2
Caso 60.3
Caso 60.4
Caso 60.5
Caso 60.6
Caso 60.7
Caso 60.8
Caso 60.9
Caso 60.10
Caso 60.11
Caso 61.1
Caso 61.2
Caso 61.3
Caso 61.4
Caso 61.5
Caso 61.6
Caso 61.7
Caso 61.8
Caso 61.9
Caso 62.1
Caso 62.2
Caso 62.3
Caso 63.1
Caso 63.2
Caso 63.3
59 Órgãos Genitais Femininos | Externos
Bartholinite
Candidíase genital
Hipertrofia clitoriana
Parto vaginal
60 Órgãos Genitais Masculinos | Externos
Disfunção erétil
Doenças sexualmente transmissíveis
Parafimose
Câncer de pênis
Doença de Peyronie
Fimose
Câncer de testículo
Hidrocele
Orquiepididimite
Varicocele
Torção de testículo
Seção 19 | Órgãos Genitais Internos
61 Órgãos Genitais Femininos | Internos
Fístula vesicovaginal
Cesariana
Leiomioma uterino
Leiomioma uterino
Câncer de endométrio
Endometriose
Laqueadura tubária
Cisto ovariano
Câncer de ovário
62 Órgãos Genitais Masculinos | Internos
Hiperplasia prostática benigna
Câncer de próstata
Câncer de próstata
Seção 20 | Mama
63 Anatomia da Mama
Câncer de mama
Mamoplastia redutora
Mamoplastia com implante de prótese
Caso 1.1 Polidactilia
Criança, 1 ano e 6 meses, sexo feminino, foi levada ao consultório médico acompanhada dos pais. Eles relatam que a criança
nasceu de parto natural, com auxílio de uma “parteira”. Afirmam que a filha sempre foi sadia, no entanto, desde o nascimento,
notaram que ela apresentava um dedo a mais em ambas as mãos (Figura 1.1.1). Por isso, buscaram assistência médica para saber
se existe algum procedimento cirúrgico para correção. O médico fez o pedido dos exames radiológicos (Figura 1.1.2)
necessários para avaliar a viabilidade da correção cirúrgica. Posteriormente, foi realizado procedimento cirúrgico, com
ressecção do dedo supranumerário (Figura 1.1.3).
Figura 1.1.1 Imagem da palma e do dorso da mão direita evidenciando polidactilia.
Figura 1.1.2 Radiografia da mão direita, AP, com seis dedos completamente formados.
A)
■
B)
■
C)
■
D)
■
E)
■
■
F)
■
■
G)
■
■Figura 1.1.3 Imagem durante o ato operatório com a ressecção do dedo supranumerário (A) e aspecto final (B).
Questões
Conceitue o que é considerado “normal” em anatomia baseando-se no Caso 1.1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 12.
Diferencie variação anatômica, anomalia e monstruosidade.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 12.
De acordo com os conceitos mencionados nas Questões A e B, como você classificaria este caso? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 12.
Para realização do procedimento cirúrgico a paciente foi posicionada em decúbito dorsal. Defina “decúbito” e “ortostatismo”.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 5.
Conceitue posição anatômica.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 26.
Os exames diagnósticos utilizados em Medicina baseiam-se em imagens corporais realizadas nos diversos planos anatômicos
existentes. Defina os planos e eixos do corpo humano.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 5-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 27.
O dedo extranumerário encontrava-se na borda “medial” da mão. Descreva todos os termos de relação, lateralidade e posição
utilizados para estudo do corpo humano.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 6-11.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 26.
Caso 1.2
A)
■
■
B)
■
C)
■
■
D)
■
E)
■
Fenda labial e fenda palatina
Criança, 8 meses, sexo masculino, foi encaminhada para serviço de cirurgia bucomaxilofacial em função de fenda labial e fenda
palatina. A mãe refere que a criança apresenta sérias dificuldades na amamentação desde o nascimento. Ao alimentar-se, o leite
materno apresentava saída pelas narinas, dificultando a respiração. O exame físico evidenciou palato duro totalmente fendido e
fenda labial. Após exames pré-operatórios o lactente foi submetido à correção cirúrgica (Figura 1.2.1).
Figura 1.2.1 Imagem pré-operatória de lactente, já anestesiado e em decúbito dorsal, para correção cirúrgica de fenda
palatina e fenda labial.
Questões
A criança foi disposta na posição anatômica para a cirurgia. Defina “posição anatômica” e comente sua importância para o
estudo do corpo humano.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 26.
Observa-se na imagem que a criança foi posicionada em decúbito dorsal. Conceitue “ortostatismo” e “decúbito”.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 5.
Defina os planos e eixos anatômicos.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 5-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 27.
Explique e dê exemplos de todos os termos de relação, lateralidade e comparação utilizados para localização de estruturas do
corpo humano.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 6-11.
Conceitue: “normal”, “variação”, “anomalia” e “monstruosidade” sob o ponto de vista anatômico. Como classificar a
condição dessa criança? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 12.
Caso 2.1 Traumatismo craniano
Homem, 24 anos, após queda de moto sem capacete, sofreu traumatismo em região lateral da cabeça. Chegou inconsciente ao
serviço de emergência, onde foi realizada tomografia computadorizada (TC) de crânio. O exame evidenciou hematoma epidural
com efeito de massa, e fratura craniana (Figura 2.1.1). Encaminhado para cirurgia de emergência, foi realizada craniotomia,
cauterização de vaso arterial local (Figura 2.1.2) e drenagem do hematoma (Figura 2.1.3).
Figura 2.1.1 TC de crânio, corte axial, evidenciando área hiperdensa correspondente ao hematoma epidural (linha
tracejada).
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
E)
■
Caso 2.2
Figura 2.1.2 Imagem do ato operatório após craniotomia, com visualização da dura-máter e da artéria comprometida
(setas).
Figura 2.1.3 Imagem de fragmento do osso temporal (seta) durante ato operatório, em que se observa grande hematoma
aderido ao osso.
Questões
Diferencie as partes do crânio (neurocrânio [calvária] e viscerocrânio [esqueleto facial]) entre si.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 13.
Cite os ossos que compõem o neurocrânio e os seus principais acidentes.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816-29.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 13.
Explique a distribuição de forças aplicadas no crânio após um traumatismo local. Defina os locais mais propensos a fratura
craniana e explique o motivo de tal propensão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 830-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 15.
Identifique a provável região do trauma neste caso e qual artéria estaria relacionada com o sangramento local.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 867.
Defina hematoma epidural. Cite suas possíveis complicações.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 869.
 Traumatismo de face
Homem, 37 anos, vítima de acidente automobilístico com colisão frontal em poste, recebeu violento impacto em terço médio da
Caso 2.2 Traumatismo de face
Homem, 37 anos, vítima de acidente automobilístico com colisão frontal em poste, recebeu violento impacto em terço médio da
face devido a choque contra volante, sem uso do cinto de segurança. Ao exame físico apresentava hematoma periorbitário
bilateral (sinal do guaxinim) (Figura 2.2.1), rinorragia profusa, rinorreia liquórica, anosmia, desoclusão dentária e mobilidade
maciça no esplancnocrânio – caracterizando a separação deste, do neurocrânio. O exame tomográfico subsequente revelou
imagem compatível com quadro de disjunção craniofacial (fratura Le Fort III). Além das fraturasem terço médio da face,
observou-se também fratura de mandíbula parassinfisária direita. O paciente foi submetido à cirurgia para redução e fixação das
fraturas (Figuras 2.2.2 e 2.2.3).
Figura 2.2.1 Imagem tomográfica em 3D, com janela óssea, evidenciando traços de fraturas em suturas frontozigomáticas,
e separação frontonasoetmoidal, bem como a fratura parassinfisária direita (A e B). Observamos imagem do paciente (C)
revelando hematoma periorbitário bilateral (sinal do guaxinim).
A)
■
Figura 2.2.2 Imagens cirúrgicas da correção cirúrgica das fraturas faciais. Início do procedimento com a utilização do
fórceps de Rowe para mobilização e redução da fratura de Le Fort III (A), seguida de fixação interna rígida com miniplacas
de titânio, em suturas frontozigomáticas (B a E).
Figura 2.2.3 Imagem do aspecto da fratura mandibular parassinfisária (A), em que se observa o nervo mentual (seta),
seguida de fixação de miniplacas de titânio em posição (B), preservando o nervo (seta).
Questões
Diferencie neurocrânio de esplancnocrânio (viscerocrânio), citando todos os ossos que os compõem.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506.
a
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
E)
■
■
F)
■
■
Caso 2.3
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816-20.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 13.
Cite e localize os principais pontos craniométricos existentes. Qual a importância clínica desses pontos?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 507.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 831.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 15.
Descreva os principais acidentes anatômicos da base externa e base interna do crânio, mencionando o conteúdo de cada
forame.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 566-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 881-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 24-6.
As fraturas de maxila são classificadas em: Le Fort I (horizontal de maxila); Le Fort II (piramidal de maxila) e Le Fort III
(disjunção craniofacial). Descreva sucintamente o traço de cada uma destas fraturas.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 831.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 15.
Quais são os ossos que compõem a órbita? Descreva as paredes desta.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 881-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 24-6.
Por quê este paciente cursou com rinorreia liquórica e anosmia?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 948-51;
1065.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 100.
 Desvio de septo nasal
Homem, 17 anos, procurou consultório médico com queixa de “crises alérgicas”, sonolência diurna e roncos acompanhados de
obstrução nasal. A polissonografia evidenciou apneia obstrutiva do sono. Apresenta história pregressa de cirurgia para correção
de desvio de septo e retirada das adenoides. A análise do exame de ressonância magnética (RM) demonstrou área de adesão
entre as mucosas nasal e septal (Figuras 2.3.1 e 2.3.2), confirmando o diagnóstico de obstrução nasal relacionada com o desvio
de septo.
Caso 2.3
A)
■
 Desvio de septo nasal
Homem, 17 anos, procurou consultório médico com queixa de “crises alérgicas”, sonolência diurna e roncos acompanhados de
obstrução nasal. A polissonografia evidenciou apneia obstrutiva do sono. Apresenta história pregressa de cirurgia para correção
de desvio de septo e retirada das adenoides. A análise do exame de ressonância magnética (RM) demonstrou área de adesão
entre as mucosas nasal e septal (Figuras 2.3.1 e 2.3.2), confirmando o diagnóstico de obstrução nasal relacionada com o desvio
de septo.
Figura 2.3.1 RM em corte axial evidenciando desvio de septo para a esquerda (seta).
Figura 2.3.2 RM em corte coronal em que é possível visualizar desvio de septo para a esquerda, com adesão entre as
mucosas (seta).
Questões
Cite os ossos que estão envolvidos na formação da cavidade nasal, obstruída neste caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 580-
3.
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
Caso 2.4
A)
■
■
■
B)
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 946-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 28-9.
Cite as estruturas que formam o septo nasal acometidas neste caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 580-
3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 945-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 28-9.
Para realização da cirurgia do caso, foi necessário o conhecimento da estrutura óssea da cavidade nasal. Descreva a parede
óssea lateral, o teto e o assoalho da cavidade nasal.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 580-
3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 948.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 28-9.
Pelas funções relacionadas com a cavidade nasal, explique anatomicamente as alterações causadas pelo desvio de septo neste
paciente.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 953.
 Traumatismo da base do crânio
Mulher, 70 anos, chegou ao pronto-socorro com história de queda de escada 2 dias antes. Como se mostrava assintomática, sua
família até então não tinha procurado assistência médica. No entanto, hoje pela manhã, a paciente acordou com “manchas
arroxeadas” ao redor dos olhos. Ao exame físico, observaram-se equimoses periorbitais, características do sinal do guaxinim
(Figura 2.4.1), sinal de Battle e rinorreia liquórica. A TC confirmou suspeita de fratura da base do crânio.
Figura 2.4.1 Imagens da equimose periorbital bilateral, característica do sinal do guaxinim.
Questões
Diferencie as partes do crânio (neurocrânio [calvária] e viscerocrânio [esqueleto facial]) entre si.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia– Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 13.
Cite os ossos que compõem o neurocrânio e os seus principais acidentes. Quais destes ossos formam a base do crânio?
Caso 2.4
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
Caso 2.5
 Traumatismo da base do crânio
Mulher, 70 anos, chegou ao pronto-socorro com história de queda de escada 2 dias antes. Como se mostrava assintomática, sua
família até então não tinha procurado assistência médica. No entanto, hoje pela manhã, a paciente acordou com “manchas
arroxeadas” ao redor dos olhos. Ao exame físico, observaram-se equimoses periorbitais, características do sinal do guaxinim
(Figura 2.4.1), sinal de Battle e rinorreia liquórica. A TC confirmou suspeita de fratura da base do crânio.
Figura 2.4.1 Imagens da equimose periorbital bilateral, característica do sinal do guaxinim.
Questões
Diferencie as partes do crânio (neurocrânio [calvária] e viscerocrânio [esqueleto facial]) entre si.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 13.
Cite os ossos que compõem o neurocrânio e os seus principais acidentes. Quais destes ossos formam a base do crânio?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816-29.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 12-23.
Correlacione anatomicamente a fratura da base do crânio com o aparecimento de sinal do guaxinim, sinal de Battle e rinorreia
liquórica.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 853-4; 879.
 Traumatismo raquimedular
Homem, 22 anos, deu entrada no serviço de emergência trazido pelo corpo de bombeiros após ter sido vítima de lesão por
projétil de arma de fogo (PAF). Relatava dor intensa no pescoço e incapacidade de deambulação. Ao exame físico, constatou-se
tetraplegia, com arreflexia e perda de sensibilidade em membros superiores e inferiores, compatível com quadro de choque
medular. Ao exame da região cervical, visualizou-se orifício de entrada de projétil em topografia de região lateral esquerda do
pescoço (Figura 2.5.1). A TC evidenciou fratura da coluna cervical por projétil de arma de fogo (Figura 2.5.2), confirmando
diagnóstico de traumatismo raquimedular.
Caso 2.5
A)
■
■
■
 Traumatismo raquimedular
Homem, 22 anos, deu entrada no serviço de emergência trazido pelo corpo de bombeiros após ter sido vítima de lesão por
projétil de arma de fogo (PAF). Relatava dor intensa no pescoço e incapacidade de deambulação. Ao exame físico, constatou-se
tetraplegia, com arreflexia e perda de sensibilidade em membros superiores e inferiores, compatível com quadro de choque
medular. Ao exame da região cervical, visualizou-se orifício de entrada de projétil em topografia de região lateral esquerda do
pescoço (Figura 2.5.1). A TC evidenciou fratura da coluna cervical por projétil de arma de fogo (Figura 2.5.2), confirmando
diagnóstico de traumatismo raquimedular.
Figura 2.5.1 Durante exame físico, visualiza-se orifício de entrada de projétil de arma de fogo.
Figura 2.5.2 TC de pescoço, corte axial, com imagem hiperdensa (artefato de imagem), caracterizando a presença de metal
(projétil), junto da vértebra cervical fraturada.
Questões
Para o manejo de lesões cervicais, é fundamental o conhecimento da anatomia vertebral local. Cite quantas vértebras
cervicais existem na coluna vertebral e sua abreviação correspondente.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 8-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 436-42.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 100-1.
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
■
Na ocorrência de lesão medular, a coluna vertebral geralmente é acometida com alterações inclusive no padrão de suas
curvaturas. Quais são as curvaturas da coluna vertebral e como ocorre o seu desenvolvimento?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 102-3.
Descreva as características de uma vértebra cervical típica. Quais destas características podem ser notadas na imagem da TC
(Figura 2.5.2)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 8-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 436-9.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 104-7.
Cite as características das vértebras cervicais atípicas, que as diferenciam de uma vértebra cervical comum.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 8-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 442.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 106-7.
Caso 2.6 Fratura em terço superior da face
Homem, 58 anos, vítima de acidente automobilístico, sem uso do cinto de segurança, sofreu impacto de volante de sua
camionete contra região frontal. Deu entrada em serviço de emergência apresentando equimose em região periorbital esquerda e
afundamento de fronte (Figura 2.6.1). Ao exame físico foram identificadas áreas de crepitação em região frontal e rebordo
orbital superior. Realizou TC que revelou imagens sugestivas de fraturas em rebordo orbital superior esquerdo e osso frontal
(parede anterior do seio frontal, sem comprometimento da parede posterior do mesmo) (Figura 2.6.2). Encaminhado à cirurgia
bucomaxilofacial, com acesso ao terço superior da face por incisão bicoronal, para exposição, redução e fixação dos fragmentos
ósseos com miniplacas e parafusos de titânio (Figura 2.6.3). O paciente apresentou recuperação adequada (Figura 2.6.4).
Figura 2.6.1 Imagem do paciente evidenciando equimose em região infraorbital esquerda e afundamento de fronte.
Figura 2.6.2 Imagem tomográfica da cabeça, com janela óssea, em corte axial, evidenciando o afundamento da parede
anterior do seio frontal, sem comprometimento da parede posterior.
Figura 2.6.3 Imagens transoperatórias evidenciando o acesso bicoronal ao terço superior da face, com reposicionamento de
fragmentos ósseos e fixação por meio de miniplacas e parafusos de titânio.
A)
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
■
F)
■
Figura 2.6.4 Imagens tomográficas e do paciente, após reconstrução do rebordo orbital superior e parede anterior do seio
frontal.
Questões
Diferencie esqueleto axial de esqueleto apendicular. Quais ossos compõem o esqueleto axial?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 20.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus |Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 25.
Qual a diferença entre esplâncnocrânio e neurocrânio? Conceitue osso pneumático e cite quais ossos do crânio são
classificados assim.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 817; 949-
55.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 13; 15.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38.
Cite os principais acidentes anatômicos da base externa e base interna do crânio.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 823-9.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 120-1.
Cite as estruturas neurovasculares que atravessam os forames da base do crânio.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 823-9.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 120-1.
Quais os conteúdos das fissuras orbitais, superior e inferior?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. P. 827.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 24-5; 120-21.
No caso em questão, quais seriam as complicações em caso de fratura da parede posterior do seio frontal?
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
a
Neuroanatomia. 2 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 238; 258-60.
Caso 3.1
A)
Mieloma múltiplo
Mulher, 55 anos, procurou atendimento médico com queixa de astenia, lombalgia e oligúria. Ao exame físico, observaram-se
taquicardia, sopro sistólico pancardíaco e mucosas hipocoradas. A avaliação laboratorial revelou pancitopenia, velocidade de
hemossedimentação (VHS) superior a 100 mm e hipercalcemia. A radiografia constatou lesões líticas e microfraturas em corpos
vertebrais lombares. Ao ser encaminhada ao hematologista, foi solicitada eletroforese sanguínea, a qual evidenciou pico
monoclonal de gamaglobulina IgG, e punção da medula óssea esternal (Figura 3.1.1). Evidenciado o aumento de plasmoblastos,
comprovou-se a suspeita de mieloma múltiplo.
Figura 3.1.1 Imagem sequencial da punção esternal. Observa-se anestesia local (A), introdução de agulha esternal (B) e
retirada de parte da medula óssea vermelha para análise (C).
Questões
Classifique anatomicamente o esterno e cite seus principais acidentes ósseos.
■
■
■
B)
■
C)
■
D)
■
Caso 3.2
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 58.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 76-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 132.
 Cite os acidentes ósseos do tórax que podem ser identificados pela anatomia de superfície, importantes para a definição do
local da punção.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 99-104.
Em quais ossos podemos encontrar medula óssea vermelha e qual a sua função?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19.
Explique por que o esterno geralmente é usado para análise de medula óssea vermelha.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 24; 85.
 Tórax instável
Homem, 42 anos, deu entrada no serviço de emergência após acidente automobilístico (não usava o cinto de segurança no
momento do acidente). Ao exame físico apresentava intensa dispneia. Ao avaliar o tórax desse paciente foram percebidas
deformidades no terço médio do arco das 3a, 4a e 5a costelas direitas, as quais se movimentavam de forma diferente das demais
durante a respiração. Tal observação, associada à TC (Figura 3.2.1), confirmou o diagnóstico de “tórax paradoxal” (flail
chest/“tórax instável/tórax oprimido”).
Figura 3.2.1 TC torácica em corte axial evidenciando fraturas dos arcos costais associadas a enfisema subcutâneo (linha
tracejada) (A). TC torácica em inspiração em corte axial evidenciando significativa área de lesão de partes moles com
deformidade da caixa torácica (linha tracejada) (B).
Questões
Como as costelas são classificadas? Quantas encontramos no corpo humano?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 56-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 74-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 133.
Por que a alteração descrita neste caso é denominada “tórax paradoxal”?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 83.
Com base na resposta à questão B, comente duas funções das costelas no organismo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 72-4.
Caso 3.2
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
D)
■
Caso 3.3
 Tórax instável
Homem, 42 anos, deu entrada no serviço de emergência após acidente automobilístico (não usava o cinto de segurança no
momento do acidente). Ao exame físico apresentava intensa dispneia. Ao avaliar o tórax desse paciente foram percebidas
deformidades no terço médio do arco das 3a, 4a e 5a costelas direitas, as quais se movimentavam de forma diferente das demais
durante a respiração. Tal observação, associada à TC (Figura 3.2.1), confirmou o diagnóstico de “tórax paradoxal” (flail
chest/“tórax instável/tórax oprimido”).
Figura 3.2.1 TC torácica em corte axial evidenciando fraturas dos arcos costais associadas a enfisema subcutâneo (linha
tracejada) (A). TC torácica em inspiração em corte axial evidenciando significativa área de lesão de partes moles com
deformidade da caixa torácica (linha tracejada) (B).
Questões
Como as costelas são classificadas? Quantas encontramos no corpo humano?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 56-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 74-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 133.
Por que a alteração descrita neste caso é denominada “tórax paradoxal”?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 83.
Com base na resposta à questão B, comente duas funções das costelas no organismo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 72-4.
Explique o mecanismo de “alça de balde” e “alavanca de bomba” realizado pelas costelas durante a respiração.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 81-3.
 Cifose postural
Homem, 13 anos, buscou assistência médica acompanhado dos pais com queixa de dor na coluna com piora noturna e “cansaço
muscular” naregião aos médios esforços. À inspeção, observou-se cifose torácica associada a lordose cervical e lombar (Figura
3.3.1). Ao exame físico, foi constatado que a cifose torácica acentuava-se com a flexão do tronco (Figura 3.3.2). Foram
solicitados exames de imagem, que confirmaram o diagnóstico de cifose postural. O paciente foi medicado e encaminhado para
a fisioterapia.
Caso 3.3
A)
■
■
■
 Cifose postural
Homem, 13 anos, buscou assistência médica acompanhado dos pais com queixa de dor na coluna com piora noturna e “cansaço
muscular” na região aos médios esforços. À inspeção, observou-se cifose torácica associada a lordose cervical e lombar (Figura
3.3.1). Ao exame físico, foi constatado que a cifose torácica acentuava-se com a flexão do tronco (Figura 3.3.2). Foram
solicitados exames de imagem, que confirmaram o diagnóstico de cifose postural. O paciente foi medicado e encaminhado para
a fisioterapia.
Figura 3.3.1 Imagem do paciente em perfil evidenciando lordose cervical e lombar, associada a cifose torácica (A). Imagem
da região dorsal evidenciando cifose torácica e lordose cervical (B).
Figura 3.3.2 Imagem do paciente em perfil evidenciando aumento da cifose torácica durante flexão do tronco.
Questões
O paciente apresentou alterações posturais em vários segmentos da coluna vertebral. Quantas vértebras encontram-se na
coluna vertebral e nos seus respectivos segmentos?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 436-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 98-100.
B)
■
C)
■
■
■
D)
■
■
■
E)
■
Caso 3.4
O crescimento ósseo da coluna deste paciente ainda não terminou. Como ocorre o crescimento vertebral?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 449-51.
O paciente apresentou alteração na curvatura da coluna torácica. Quais são as curvaturas normais da coluna? Em qual período
do desenvolvimento elas aparecem?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 103.
A cifose postural deve ser diferenciada da cifose de Scheuerman, na qual ocorre cifose torácica relacionada com alteração
nos corpos vertebrais. Cite as características de uma vértebra torácica e as diferencie das vértebras cervicais e lombares
típicas.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 10-1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 439-47.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 104-11.
Conceitue cifose e lordose. Quais curvaturas da coluna encontram-se alteradas neste caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 476-7.
 Fratura de vértebra lombar
Mulher, 62 anos, procurou consultório médico por causa de uma lombalgia há 3 dias. Relatou que se encontrava no último
assento de um ônibus, quando foi projetada para cima durante a passagem do veículo por uma ondulação. Logo após o impacto,
iniciou quadro de dor muito intensa na região lombar sem resposta ao uso de anti-inflamatórios. Ao exame físico, observou-se
dor à palpação do processo espinhoso de L1. Foi solicitada radiografia da coluna vertebral (Figuras 3.4.1 e 3.4.2), que
evidenciou colapso parcial do corpo vertebral de L1. Foi receitado uso de colete, com evolução satisfatória.
Figura 3.4.1 Radiografia de coluna lombar, em perfil, demonstrando fratura no corpo vertebral de L1 (seta).
Caso 3.4
A)
■
■
■
B)
 Fratura de vértebra lombar
Mulher, 62 anos, procurou consultório médico por causa de uma lombalgia há 3 dias. Relatou que se encontrava no último
assento de um ônibus, quando foi projetada para cima durante a passagem do veículo por uma ondulação. Logo após o impacto,
iniciou quadro de dor muito intensa na região lombar sem resposta ao uso de anti-inflamatórios. Ao exame físico, observou-se
dor à palpação do processo espinhoso de L1. Foi solicitada radiografia da coluna vertebral (Figuras 3.4.1 e 3.4.2), que
evidenciou colapso parcial do corpo vertebral de L1. Foi receitado uso de colete, com evolução satisfatória.
Figura 3.4.1 Radiografia de coluna lombar, em perfil, demonstrando fratura no corpo vertebral de L1 (seta).
Figura 3.4.2 Radiografia de coluna vertebral em incidência anteroposterior (AP) evidenciando diminuição da altura do corpo
vertebral de L1.
Questões
Durante análise da radiografia, foi identificado o acometimento da vértebra L1. Cite a nomenclatura utilizada para as
vértebras das colunas cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 437.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 100-1.
Pela análise das radiografias da paciente, conseguimos identificar que o segmento analisado é lombar. Diferencie
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
Caso 3.5
A)
■
■
anatomicamente as vértebras lombares das demais vértebras cervicais e torácicas típicas.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 439-47.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 104-11.
A paciente afirma que sua neta, adolescente, estava ao seu lado no ônibus, mas nada sofreu. Qual patologia pode tê-la
predisposto à fratura?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 452-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. p. 105.
Correlacione a doença mencionada na Questão C com o acometimento do corpo vertebral, e não das regiões posteriores da
vértebra.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 452-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. p. 105.
 Artrose da coluna vertebral
Mulher, 80 anos, procurou serviço médico relatando dor crônica na coluna dorsal, dispneia e limitação para o movimento de
extensão do tronco. Ao exame físico, além da restrição ao movimento, observou-se escoliose esquerda. Foi solicitado o exame
de TC que evidenciou osteófitos anteriores, laterais e posteriores nos diversos níveis (Figura 3.5.1). Prescrito tratamento
farmacológico e indicada fisioterapia.
Figura 3.5.1 TC de coluna vertebral, vista anterior da região torácica, evidenciando osteófitos.
Questões
A paciente apresentou alterações posturais em vários segmentos da coluna vertebral. Quantas vértebrasencontram-se na
coluna vertebral e nos seus respectivos segmentos?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 436-7.
Caso 3.5
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
■
D)
■
■
■
 Artrose da coluna vertebral
Mulher, 80 anos, procurou serviço médico relatando dor crônica na coluna dorsal, dispneia e limitação para o movimento de
extensão do tronco. Ao exame físico, além da restrição ao movimento, observou-se escoliose esquerda. Foi solicitado o exame
de TC que evidenciou osteófitos anteriores, laterais e posteriores nos diversos níveis (Figura 3.5.1). Prescrito tratamento
farmacológico e indicada fisioterapia.
Figura 3.5.1 TC de coluna vertebral, vista anterior da região torácica, evidenciando osteófitos.
Questões
A paciente apresentou alterações posturais em vários segmentos da coluna vertebral. Quantas vértebras encontram-se na
coluna vertebral e nos seus respectivos segmentos?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 436-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 98-100.
Considerando as fases iniciais do desenvolvimento do corpo humano, explique como ocorre o crescimento vertebral.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 449-51.
A paciente apresentou alteração na curvatura da coluna torácica. Quais são as curvaturas normais da coluna? Em qual período
do desenvolvimento elas aparecem?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 4-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 103.
 A cifose postural deve ser diferenciada da cifose de Scheuerman, na qual ocorre cifose torácica relacionada com alteração
nos corpos vertebrais. Cite as características de uma vértebra torácica e as diferencie das vértebras cervicais e lombares
típicas.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 10-1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 439-47.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 104-11.
E)
■
F)
■
Caso 3.6
Conceitue cifose e lordose. Quais curvaturas da coluna encontram-se alteradas neste caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 476-77.
Explique a possível associação entre artrose na coluna dorsal e dispneia neste caso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 81-83.
 Tumor de sacro
Mulher, 22 anos, procurou ambulatório de Ortopedia em função de dor lombossacra de início há 2 anos, com piora progressiva.
Há 4 meses evoluiu com paraparesia e perda do controle vesicointestinal. Procurou neurologista, o qual, após exame físico,
solicitou exames de imagem, que evidenciaram massa sacral com importante destruição óssea (Figuras 3.6.1 a 3.6.3). A
paciente foi encaminhada, então, ao serviço de oncologia, onde foi realizada biopsia e identificado tumor de células gigantes,
tendo sido encaminhada para cirurgia de ressecção tumoral.
Figura 3.6.1 Radiografia de sacro AP (A) e perfil (B) evidenciando massa local com loculações.
Caso 3.6 Tumor de sacro
Mulher, 22 anos, procurou ambulatório de Ortopedia em função de dor lombossacra de início há 2 anos, com piora progressiva.
Há 4 meses evoluiu com paraparesia e perda do controle vesicointestinal. Procurou neurologista, o qual, após exame físico,
solicitou exames de imagem, que evidenciaram massa sacral com importante destruição óssea (Figuras 3.6.1 a 3.6.3). A
paciente foi encaminhada, então, ao serviço de oncologia, onde foi realizada biopsia e identificado tumor de células gigantes,
tendo sido encaminhada para cirurgia de ressecção tumoral.
Figura 3.6.1 Radiografia de sacro AP (A) e perfil (B) evidenciando massa local com loculações.
A)
■
B)
■
Figura 3.6.2 TC de pelve em cortes sagital (A) e coronal (B), evidenciando a extensão da destruição óssea pelo tumor.
Figura 3.6.3 RM da região pélvica, com distorção dos aspectos anatômicos locais pela massa tumoral.
Questões
Qual a função do sacro em relação a transmissão de carga local?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 447-8.
Quantas vértebras compõem o cóccix – Qual sua origem e diferença no homem e na mulher?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 447-8.
C)
■
Caso 3.7
A)
■
B)
■
C)
Na visualização dos acidentes ósseos sacrais, observa-se que os mesmos possuem relevos formados pelas fusões vertebrais. A
partir da fusão, de quais acidentes ósseos são originados as cristas sacrais mediana, intermédia e lateral?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 447-8.
 Metástase vertebral
Homem, 68 anos em tratamento para tumor maligno de próstata, foi encaminhado pelo médico urologista para avaliação
ortopédica devido à dor na região toracolombar, que piorava à noite e ao repouso. O paciente referiu dificuldade para deambular
com piora progressiva. Foi observado, ao exame físico, o aparecimento da cifose toracolombar discreta. Realizada RM, a qual
evidenciou colapso vertebral de T12 com compressão medular neste nível (Figura 3.7.1). O paciente foi submetido a
procedimento cirúrgico de estabilização e descompressão neural.
Figura 3.7.1 RM da coluna dorsal, com secções sagitais e coronais, evidenciando imagem sugestiva de lesão vertebral pela
lesão tumoral.
Questões
Cite, quanto aos acidentes ósseos, as diferenças entre uma vértebra torácica e uma lombar.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 442-7.
Descreva a relação anatômica de uma costela com a coluna vertebral.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 79-81.
O paciente apresentou alteração na curvatura da coluna torácica. Quais são as curvaturas normais da coluna? Em qual período
do desenvolvimento aparecem?
a
Caso 3.7
A)
■
B)
■
C)
■
Caso 3.8
 Metástase vertebral
Homem, 68 anos em tratamento para tumor maligno de próstata, foi encaminhado pelo médico urologista para avaliação
ortopédica devido à dor na região toracolombar, que piorava à noite e ao repouso. O paciente referiu dificuldade para deambular
com piora progressiva. Foi observado, ao exame físico, o aparecimento da cifose toracolombar discreta. Realizada RM, a qual
evidenciou colapso vertebral de T12 com compressão medular neste nível (Figura 3.7.1). O paciente foi submetido a
procedimento cirúrgico de estabilização e descompressão neural.
Figura 3.7.1 RM da coluna dorsal, com secções sagitais e coronais, evidenciando imagem sugestiva de lesão vertebral pela
lesão tumoral.
Questões
Cite, quanto aos acidentes ósseos, as diferenças entre uma vértebra torácica e uma lombar.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 442-7.
Descreva a relação anatômica de uma costela com a coluna vertebral.
Moore, Keith L. Anatomia Orientadapara a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 79-81.
O paciente apresentou alteração na curvatura da coluna torácica. Quais são as curvaturas normais da coluna? Em qual período
do desenvolvimento aparecem?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466-7.
 Fratura de arcos costais
Caso 3.8 Fratura de arcos costais
Mulher, 78 anos, procurou ambulatório de ortopedia, com queixa de dor no tórax, que piorava quando da inspiração, com 8 dias
de evolução, após queda de escada. Na época, procurou atendimento em emergência, onde foi realizada radiografia do tórax e
orientada que seria uma contusão – mas como a dor não passava decidiu procurar ambulatório. Ao exame físico, apresentava-se
com dor à palpação de arcos costais à esquerda, sendo que a mesma piorava à inspiração. Foi solicitada TC de arcos costais, a
qual confirmou fratura do quinto e sexto arcos costais anteriores esquerdos (Figuras 3.8.1 e 3.8.2). A paciente foi orientada
quanto ao tratamento conservador da lesão e medicada com anti-inflamatório para uso em caso de dor.
Figura 3.8.1 TC de arcos costais, com reconstrução em 3D, evidenciando a fratura no quinto e sexto arcos costais
esquerdos (linha tracejada).
Figura 3.8.2 TC de arcos costais, com reconstrução no plano sagital, evidenciando a fratura no sexto arco costal esquerdo
(setas).
Questões
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Como as costelas são classificadas? Quantas encontramos no corpo humano?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 56-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 74-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 133.
Cite os principais acidentes ósseos de uma costela típica. Pela análise das imagens da TC, em qual região da costela ocorreu a
fratura? Por que a maioria das fraturas das costelas são neste local?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 74-5; 83.
A paciente apresentava dor à inspiração. Comente duas funções das costelas para o organismo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 72-4; 82.
Caso 4.1 Fratura de clavícula
Criança, 4 anos, sexo feminino, deu entrada na emergência com queixa de dor na região da clavícula esquerda após queda de
escada. À inspeção, notou-se edema na região (Figura 4.1.1). À palpação, sentiu-se deformidade e dor local, sendo solicitada
radiografia e diagnosticada fratura de clavícula (Figuras 4.1.2 e 4.1.3).
Figura 4.1.1 Imagem do tórax da criança, que segurava o membro superior esquerdo junto ao tronco por causa da dor. Note
o edema na região clavicular esquerda.
Figura 4.1.2 Radiografia de ombro com incidência AP com imagem de fratura no terço médio da clavícula esquerda (linha
tracejada).
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
D)
■
E)
■
■
■
F)
■
■
■
G)
■
Caso 4.2
Figura 4.1.3 Radiografia de ombro em perfil de escápula com imagem de fratura no terço médio da clavícula esquerda
(linha tracejada).
Questões
Descreva a clavícula e cite seus acidentes ósseos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 294.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 668-70.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 240.
Qual a classificação morfológica da clavícula?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 670.
A fratura em questão ocorreu na infância. Como ocorre o crescimento desse osso, e com qual idade termina sua ossificação?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679.
Em que região da clavícula está localizada a fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 678-679.
 Que ossos compõem a cintura escapular?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 292-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 668-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 240-1.
Descreva a escápula e cite seus acidentes ósseos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 295.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 670-1.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 241.
Correlacione a função da cintura escapular com o fato de a criança necessitar segurar o membro superior para não sentir dor.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 678-9.
 Fratura exposta de úmero
Homem, 17 anos, deu entrada na emergência após queda de uma altura de 4 metros (estava pendurado em um coqueiro), com
trauma direto do cotovelo ao solo, evoluindo com deformidade local e sangramento. Ao exame físico, constatou-se edema e dor
Caso 4.2 Fratura exposta de úmero
Homem, 17 anos, deu entrada na emergência após queda de uma altura de 4 metros (estava pendurado em um coqueiro), com
trauma direto do cotovelo ao solo, evoluindo com deformidade local e sangramento. Ao exame físico, constatou-se edema e dor
à palpação local, juntamente com pequeno ferimento de pele, com saída de sangue (Figura 4.2.1). Foi solicitada radiografia de
cotovelo, que evidenciou fratura intra-articular do úmero distal (Figura 4.2.2). O foco de fratura com o meio externo
caracterizou fratura exposta, e o paciente foi encaminhado diretamente ao centro cirúrgico para redução aberta e fixação da
fratura mediante colocação de placas e parafusos (Figura 4.2.3).
Figura 4.2.1 Imagem do cotovelo esquerdo antes do ato operatório com visualização de deformidade e ferimento local com
sangramento (seta).
Figura 4.2.2 Radiografia de cotovelo esquerdo com incidência AP (A) e em perfil (B) visualizando fratura de úmero distal.
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
Caso 4.3
Figura 4.2.3 Imagem durante o ato operatório visualizando acesso longitudinal posterior ao cotovelo, com osteotomia da
ulna, para realizar a visualização da fratura e redução posterior com duas placas e parafusos (A); controle operatório com
radiografia AP (B) e em perfil do cotovelo (C) após colocação das placas. Verifique redução da fratura.
Questões
Descreva o úmero e cite seus acidentes ósseos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 296-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 671-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-4.
Qual é a classificação morfológica do úmero?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9.
Como ocorre o crescimento da região que foi fraturada?
Moore, Keith L. AnatomiaOrientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 16-9.
Pela descrição da inervação óssea, localize a origem da dor apresentada pelo paciente ao chegar no hospital.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 39.
Como avaliar pelas radiografias se o paciente já cessou o seu crescimento ósseo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 24.
 Cisto ósseo na ulna
Mulher, 20 anos, foi atendida no pronto-socorro municipal com queixa de aparecimento de “caroço” no punho. À inspeção
notou-se edema local, com perda da anatomia de superfície, e durante a palpação detectou-se “massa” óssea de superfície
irregular, indolor à palpação. Foram realizadas radiografias de punho, com visualização de afinamento da cortical óssea e lesão
radiotransparente de caráter insuflativo e lobulado na topografia da cabeça da ulna (Figura 4.3.1). A paciente foi então
encaminhada a serviço especializado de mão, o qual, após biopsia, fechou o diagnóstico de cisto ósseo.
Caso 4.3
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
Caso 4.4
 Cisto ósseo na ulna
Mulher, 20 anos, foi atendida no pronto-socorro municipal com queixa de aparecimento de “caroço” no punho. À inspeção
notou-se edema local, com perda da anatomia de superfície, e durante a palpação detectou-se “massa” óssea de superfície
irregular, indolor à palpação. Foram realizadas radiografias de punho, com visualização de afinamento da cortical óssea e lesão
radiotransparente de caráter insuflativo e lobulado na topografia da cabeça da ulna (Figura 4.3.1). A paciente foi então
encaminhada a serviço especializado de mão, o qual, após biopsia, fechou o diagnóstico de cisto ósseo.
Figura 4.3.1 Radiografia de mão direita com incidência AP (A) e em perfil (B) demonstrando área hipotransparente na
topografia da cabeça da ulna.
Questões
Descreva a ulna e cite seus acidentes ósseos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 320-
2.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 672-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 246.
Quais acidentes ósseos da ulna podem ser inspecionados e palpados normalmente?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 677.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 32-3.
Explique, mediante as alterações causadas pelo tumor na morfologia interna óssea, a possibilidade de fratura local.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 23-5.
 Fratura do rádio
Mulher, 57 anos, procurou assistência médica após queda da própria altura com apoio sobre o punho em hiperextensão. Ao
chegar ao hospital relatou dor e impotência funcional no punho esquerdo. Ao exame físico, constataram-se edema e dor à
palpação local com aparente deformidade na região. Foi solicitada radiografia de punho, que evidenciou fratura intra-articular
Caso 4.4
A)
 Fratura do rádio
Mulher, 57 anos, procurou assistência médica após queda da própria altura com apoio sobre o punho em hiperextensão. Ao
chegar ao hospital relatou dor e impotência funcional no punho esquerdo. Ao exame físico, constataram-se edema e dor à
palpação local com aparente deformidade na região. Foi solicitada radiografia de punho, que evidenciou fratura intra-articular
do rádio distal (Figura 4.4.1). A paciente foi encaminhada à cirurgia para redução aberta e fixação da fratura mediante
colocação de placa em T volar e parafusos (Figuras 4.4.2 e 4.4.3).
Figura 4.4.1 Radiografia de punho esquerdo com incidência em perfil visualizando fratura de rádio distal (seta).
Figura 4.4.2 Imagem durante o ato operatório visualizando acesso longitudinal anterior ao rádio distal, na altura do punho,
com visualização da fratura do rádio distal.
Figura 4.4.3 Controle operatório com radiografia em perfil do punho após colocação da placa em T. Verifique redução da
fratura.
Questões
Classifique anatomicamente o rádio e cite seus principais acidentes.
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
■
Caso 4.5
A)
■
■
■
B)
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 320-
2.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 673-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 246.
Como é a morfologia interna de um osso longo na sua diáfise, metáfise e epífise?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19-22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 39.
Explique por que ocorre aumento da incidência de fraturas do rádio distal em pacientes idosos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 327.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 680-1.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 225.
 Avaliação da idade óssea
Criança, 2 anos, sexo feminino, deu entrada no ambulatório de pediatria acompanhada dos pais, que achavam que ela era muito
pequena para a sua idade, quando comparada com outras crianças. A fim de determinar sua idade óssea, foram solicitadas
radiografias da mão (Figura 4.5.1) e verificado ser a idade óssea radiológica compatível com a idade cronológica da criança. Os
pais foram orientados e a criança foi liberada.
Figura 4.5.1 Radiografia das mãos na incidência posteroanterior (PA) para avaliação da idade óssea.
Questões
Para analisar adequadamente a radiografia, é necessário conhecer a anatomia óssea da mão. Cite os ossos da mão e seus
principais relevos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 338-
41.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 674-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 250-3.
O esqueleto dessa criança ainda está em crescimento. Diferencie a ossificação intracartilagínea da ossificação
intramembranácea. Qual desses dois processos contribui para o crescimento longitudinal dos ossos longos, fundamental
Caso 4.5
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
D)
■
Caso 4.6
 Avaliação da idade óssea
Criança, 2 anos, sexo feminino, deu entrada no ambulatório de pediatria acompanhada dos pais, que achavam que ela era muito
pequena para a sua idade, quando comparada com outras crianças. A fim de determinar sua idade óssea, foram solicitadas
radiografias da mão (Figura 4.5.1) e verificado ser a idade óssea radiológica compatível com a idade cronológica da criança. Os
pais foram orientados e a criança foi liberada.
Figura 4.5.1 Radiografiadas mãos na incidência posteroanterior (PA) para avaliação da idade óssea.
Questões
Para analisar adequadamente a radiografia, é necessário conhecer a anatomia óssea da mão. Cite os ossos da mão e seus
principais relevos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 338-
41.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 674-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 250-3.
O esqueleto dessa criança ainda está em crescimento. Diferencie a ossificação intracartilagínea da ossificação
intramembranácea. Qual desses dois processos contribui para o crescimento longitudinal dos ossos longos, fundamental
para aumentar a estatura da criança?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 16-9.
Por que se utiliza a análise da mão para avaliar a idade óssea? Cite quais ossos do punho, importantes para definição da idade
óssea, estão visíveis na radiografia.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22; 24.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 18.
O que é linha epifisária? Qual a sua importância no crescimento ósseo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22.
 Fratura de quinto metacarpo
Homem, 56 anos, deu entrada na emergência com quadro de dor na mão esquerda e respectiva impotência funcional. Afirmou
Caso 4.6
A)
■
■
■
B)
 Fratura de quinto metacarpo
Homem, 56 anos, deu entrada na emergência com quadro de dor na mão esquerda e respectiva impotência funcional. Afirmou
que teve uma briga na rua, onde acertou um soco contra o rosto do seu agressor. À inspeção, notou-se grande edema na região
(Figura 4.6.1). À palpação, sentiu-se deformidade local, sendo solicitada radiografia e diagnosticada fratura do quinto
metacarpo (fratura do boxeador) (Figura 4.6.2).
Figura 4.6.1 Imagem do dorso da mão esquerda, com visualização de edema local.
Figura 4.6.2 Radiografia com incidências AP (A) e oblíqua (B) da mão esquerda, com fratura do colo do quinto metacarpo
(linhas tracejadas).
Questões
Descreva os ossos da mão e seus principais relevos. Em que região do quinto metacarpo a fratura está localizada?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 338-
41.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 674-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 250-3.
Qual é o mecanismo de fratura neste caso?
a
■
C)
■
Caso 4.7
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 681-2.
Diferencie os metacarpos quanto a sua mobilidade. Quais metacarpos podem, dessa maneira, aceitar maiores desvios da
fratura sem comprometimento da função da mão?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 681-2.
 Fratura supracondiliana do úmero
Criança, 6 anos, deu entrada no setor de emergência após queda da cama. Com o trauma direto do cotovelo ao solo, evoluiu com
deformidade local e sangramento. Ao exame físico, constataram-se edema e dor à palpação local. Foram solicitadas radiografias
do cotovelo, as quais evidenciaram fratura supracondiliana de úmero distal (Figura 4.7.1), a qual é considerada uma urgência
ortopédica, devido à chance de evoluir com síndrome compartimental. Foi encaminhada ao centro cirúrgico e submetida a
redução aberta e fixação interna com fios de Kirschner (Figura 4.7.2).
Figura 4.7.1 Radiografia do cotovelo em incidência AP (A) e perfil (B), evidenciando área de fratura supracondiliana de
úmero distal.
Figura 4.7.2 Radiografia do pós-operatório do cotovelo em incidência AP (A) e perfil (B), com osteossíntese com fios de
Kirschner.
Caso 4.7
A)
■
 Fratura supracondiliana do úmero
Criança, 6 anos, deu entrada no setor de emergência após queda da cama. Com o trauma direto do cotovelo ao solo, evoluiu com
deformidade local e sangramento. Ao exame físico, constataram-se edema e dor à palpação local. Foram solicitadas radiografias
do cotovelo, as quais evidenciaram fratura supracondiliana de úmero distal (Figura 4.7.1), a qual é considerada uma urgência
ortopédica, devido à chance de evoluir com síndrome compartimental. Foi encaminhada ao centro cirúrgico e submetida a
redução aberta e fixação interna com fios de Kirschner (Figura 4.7.2).
Figura 4.7.1 Radiografia do cotovelo em incidência AP (A) e perfil (B), evidenciando área de fratura supracondiliana de
úmero distal.
Figura 4.7.2 Radiografia do pós-operatório do cotovelo em incidência AP (A) e perfil (B), com osteossíntese com fios de
Kirschner.
Questões
A anatomia do úmero distal teve de ser refeita cirurgicamente neste caso. Descreva o úmero e cite seus acidentes ósseos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 296-
7.
■
■
B)
■
■
C)
■
■
D)
■
E)
■
■
Caso 4.8
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 671-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-4.
O fio de Kirschner foi posicionado da extremidade distal do úmero em direção à região proximal. Como estão normalmente
dispostos o osso cortical e o esponjoso (trabecular) neste tipo de osso longo? Por quais regiões ósseas o fio de Kirschner
atravessou até a sua chegada na cortical oposta?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19-20; 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9.
A fratura supracondiliana acomete uma região importante para o crescimento ósseo local. Como ocorre normalmente o
crescimento da região que foi fraturada?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 16-9.
Como avaliar pelas radiografias se o paciente ainda se apresenta em estágio de crescimento ósseo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 24.
O paciente apresentava dor à palpação local durante o exame físico. Explique como ocorre a inervação dos ossos longos.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 39.
 Fratura diafisária do úmero
Homem, 19 anos, deu entrada em emergência de ortopedia, referindo dor de forte intensidade no braço esquerdo após queda de
bicicleta. Ao exame físico apresentava edema, deformidade e crepitação local. Foram realizadas radiografias, as quais
evidenciaram fratura diafisária desviada do úmero (Figura 4.8.1). Paciente foi encaminhadoao centro cirúrgico para fixação da
fratura com haste intramedular (Figura 4.8.2).
Figura 4.8.1 Radiografia do braço em incidência AP (A) e perfil (B), evidenciando área de fratura do úmero, com desvio dos
fragmentos, estando o proximal abduzido e o distal encurtado.
Caso 4.8
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
 Fratura diafisária do úmero
Homem, 19 anos, deu entrada em emergência de ortopedia, referindo dor de forte intensidade no braço esquerdo após queda de
bicicleta. Ao exame físico apresentava edema, deformidade e crepitação local. Foram realizadas radiografias, as quais
evidenciaram fratura diafisária desviada do úmero (Figura 4.8.1). Paciente foi encaminhado ao centro cirúrgico para fixação da
fratura com haste intramedular (Figura 4.8.2).
Figura 4.8.1 Radiografia do braço em incidência AP (A) e perfil (B), evidenciando área de fratura do úmero, com desvio dos
fragmentos, estando o proximal abduzido e o distal encurtado.
Figura 4.8.2 Radiografia do braço do pós-operatório em incidência AP, com haste intramedular e parafusos de bloqueio.
Questões
A anatomia do úmero teve de ser refeita cirurgicamente neste caso. Descreva o úmero e cite seus acidentes ósseos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 296-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 671-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-4.
A haste intramedular foi posicionada da extremidade proximal do úmero em direção à região distal. Como estão normalmente
dispostos o osso cortical e o esponjoso (trabecular) neste tipo de osso longo? Por quais regiões ósseas a haste intramedular
atravessou até a sua posição final?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19-20; 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9.
Como ocorre normalmente o crescimento da região diafisária do úmero, acometida neste caso? Como poderá ocorrer a
■
■
D)
■
consolidação óssea da área que foi fraturada?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Aparelho
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 16-9.
Descreva como ocorre a vascularização de um osso longo, diferenciando vascularização periosteal × vascularização endosteal
(presente na cavidade medular). Qual é normalmente a de maior importância para o osso longo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22-3.
Caso 5.1 Osteonecrose da cabeça do fêmur
Homem, 40 anos, procurou ambulatório de ortopedia com queixa de dores progressivas nos quadris, piores à esquerda, estando
atualmente impossibilitado de caminhar, a não ser no domicílio. Tinha em sua história clínica alcoolismo e utilização de
corticoide, e ao exame físico apresentava sinais de insuficiência hepática em estágio inicial. Durante investigação radiológica,
foi visualizada esclerose na cabeça do fêmur à radiografia (Figura 5.1.1); a RM evidenciou área hipointensa local (Figura 5.1.2),
compatível com osteonecrose da cabeça do fêmur esquerdo. Encaminhado para cirurgia, realizou-se foragem (perfuração) da
cabeça do fêmur (Figura 5.1.3). Evoluiu após período de reabilitação com melhora do quadro clínico.
Figura 5.1.1 Radiografia de pelve com incidência AP evidenciando área radiopaca na cabeça do fêmur (linha tracejada).
Figura 5.1.2 RM em corte coronal do quadril esquerdo, com área hipointensa na cabeça do fêmur (seta).
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
■
D)
■
E)
■
Caso 5.2
Figura 5.1.3 Imagens durante ato operatório: perfuração da cabeça do fêmur, com o objetivo de descomprimir e estimular a
formação de osso novo no local com controle sob intensificador de imagem da perfuração da cabeça do fêmur (A);
colocação do enxerto ósseo por meio da perfuração na cabeça do fêmur (B).
Questões
Descreva o fêmur, osso acometido no caso, e cite seus acidentes.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 406-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p 512-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 408-11.
Qual a classificação morfológica do fêmur?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 512.
Quais ossos compõem a cintura pélvica (cíngulo do membro inferior)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 404-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 508-10.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 406-7.
Defina osteonecrose, neste caso relacionada a lesão dos vasos ou efeito tóxico celular causado por alcoolismo ou uso de
corticoides.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 25.
Considerando a correlação entre a osteonecrose e possíveis fenômenos lesivos à vascularização da cabeça do fêmur, descreva
a anatomia vascular da região proximal do fêmur.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 550; 627;
654.
 Fratura do colo do fêmur
Homem, 80 anos, deu entrada na emergência com queixa de não conseguir sustentar peso na extremidade, associada a dor na
coxa direita após queda. À inspeção, notou-se rotação externa do membro inferior direito. À mobilização, sentiu fortes dores
localizadas na coxa direita. Foi solicitada radiografia (Figura 5.2.1), sendo diagnosticada fratura do colo do fêmur.
Caso 5.2
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
F)
■
G)
 Fratura do colo do fêmur
Homem, 80 anos, deu entrada na emergência com queixa de não conseguir sustentar peso na extremidade, associada a dor na
coxa direita após queda. À inspeção, notou-se rotação externa do membro inferior direito. À mobilização, sentiu fortes dores
localizadas na coxa direita. Foi solicitada radiografia (Figura 5.2.1), sendo diagnosticada fratura do colo do fêmur.
Figura 5.2.1 Radiografia de pelve com incidência AP evidenciando fratura do colo do fêmur direito (linha tracejada).
Questões
Descreva o fêmur, osso fraturado no caso, e cite seus acidentes.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 406-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 512-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 408-11.
Qual a classificação morfológica do fêmur?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 512.
Como é realizada a vascularização da cabeça do fêmur?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 627.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 424-5.
Explique anatomicamente a possibilidade de uma necrose da cabeça do fêmur neste caso,o que indica a colocação de prótese
do quadril no local.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 654.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 424-5.
A fratura do colo do fêmur é intra ou extracapsular?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 523; 625.
Explique anatomicamente o desvio em rotação externa (lateral) do membro após a fratura do colo do fêmur
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 628.
O paciente em questão irá realizar a artroplastia (colocação de prótese) de quadril. Nesta cirurgia, é fundamental
reestabelecer os parâmetros anatômicos do fêmur, principalmente seus eixos. Descreva os eixos normais de inclinação e
torção (cite os valores, planos anatômicos e orientações desses eixos)
■
Caso 5.3
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 513; 655.
 Fratura intertrocantérica do fêmur
Mulher, 72 anos, foi internada em enfermaria ortopédica. Na inspeção, notaram-se encurtamento e rotação externa do membro
inferior direito (Figura 5.3.1). A radiografia anexada ao prontuário evidenciou fratura transtrocanteriana do fêmur à direita
(Figura 5.3.2) Para diminuir o encurtamento e alinhar a fratura, enquanto aguardava o tratamento cirúrgico definitivo, foi
realizada uma tração transesquelética. A técnica resulta da passagem de um fio de Kirschner na região proximal da tíbia
ipsolateral, sob anestesia local, com posterior montagem do aparelho ao peso (Figura 5.3.3). A paciente se queixou de pequena
intensidade de dor ao encostar o fio na primeira cortical, e posteriormente ao ultrapassar a segunda cortical óssea. A dor cessou
após ter sido injetado mais anestésico no local; o procedimento foi realizado com sucesso.
Figura 5.3.1 Imagem da paciente ao chegar na enfermaria, com encurtamento e rotação externa da perna direita.
Figura 5.3.2 Radiografia de pelve com incidência AP evidenciando fratura intertrocantérica do fêmur direito (linha tracejada).
Caso 5.3 Fratura intertrocantérica do fêmur
Mulher, 72 anos, foi internada em enfermaria ortopédica. Na inspeção, notaram-se encurtamento e rotação externa do membro
inferior direito (Figura 5.3.1). A radiografia anexada ao prontuário evidenciou fratura transtrocanteriana do fêmur à direita
(Figura 5.3.2) Para diminuir o encurtamento e alinhar a fratura, enquanto aguardava o tratamento cirúrgico definitivo, foi
realizada uma tração transesquelética. A técnica resulta da passagem de um fio de Kirschner na região proximal da tíbia
ipsolateral, sob anestesia local, com posterior montagem do aparelho ao peso (Figura 5.3.3). A paciente se queixou de pequena
intensidade de dor ao encostar o fio na primeira cortical, e posteriormente ao ultrapassar a segunda cortical óssea. A dor cessou
após ter sido injetado mais anestésico no local; o procedimento foi realizado com sucesso.
Figura 5.3.1 Imagem da paciente ao chegar na enfermaria, com encurtamento e rotação externa da perna direita.
Figura 5.3.2 Radiografia de pelve com incidência AP evidenciando fratura intertrocantérica do fêmur direito (linha tracejada).
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
D)
■
E)
■
Caso 5.4
Figura 5.3.3 Imagem após o término da montagem da tração transesquelética. É passado um fio de Kirschner pela região
proximal da tíbia, o qual é fixado a um estribo. Ao estribo é amarrada uma corda que está conectada a um peso para
tracionar o membro, alinhando e diminuindo a dor.
Questões
Descreva o fêmur, osso fraturado no caso, e cite seus acidentes.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 406-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 512-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 408-11.
Qual a classificação morfológica do fêmur?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 512.
As fraturas intertrocanterianas estão relacionadas com osteopenia local. Como essa região é organizada internamente para
suportar a carga local (trabéculas) e o que ocorre para o favorecimento de fraturas locais?
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 409.
Pela inervação óssea, explique a dor durante a passagem da tração transesquelética.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22; 23.
Fraturas como a do caso podem consolidar com deformidades determinadas pelo desvio do eixo longitudinal da cabeça e colo
do fêmur. Isto provoca alteração do ângulo de inclinação entre corpo e colo do fêmur. Explique como se mensura este
ângulo. Defina “coxa vara” e “coxa valga”.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 513; 522.
 Osteomielite hematogênica aguda do fêmur
Homem, 30 anos, imunossuprimido, procurou pronto-socorro. Relatou dor e impotência funcional em membro inferior
esquerdo, com 1 semana de duração. À inspeção, observou-se que a região distal da coxa esquerda encontrava-se edemaciada. À
palpação, foi verificada dor associada a calor local. Exames laboratoriais evidenciaram aumento de VHS e leucocitose com
padrão infeccioso. Durante a investigação foi realizada radiografia local (Figura 5.4.1), sem alterações, e RM (Figura 5.4.2), a
qual evidenciou áreas de acometimento ósseo compatíveis com infecção, fechando o diagnóstico de osteomielite. O paciente foi
encaminhado para tratamento cirúrgico, com drenagem do foco infeccioso (Figura 5.4.3) e início de antibioticoterapia
adjuvante.
Caso 5.4 Osteomielite hematogênica aguda do fêmur
Homem, 30 anos, imunossuprimido, procurou pronto-socorro. Relatou dor e impotência funcional em membro inferior
esquerdo, com 1 semana de duração. À inspeção, observou-se que a região distal da coxa esquerda encontrava-se edemaciada. À
palpação, foi verificada dor associada a calor local. Exames laboratoriais evidenciaram aumento de VHS e leucocitose com
padrão infeccioso. Durante a investigação foi realizada radiografia local (Figura 5.4.1), sem alterações, e RM (Figura 5.4.2), a
qual evidenciou áreas de acometimento ósseo compatíveis com infecção, fechando o diagnóstico de osteomielite. O paciente foi
encaminhado para tratamento cirúrgico, com drenagem do foco infeccioso (Figura 5.4.3) e início de antibioticoterapia
adjuvante.
Figura 5.4.1 Radiografia com incidência AP dos joelhos sem alterações evidentes.
Figura 5.4.2 RM com corte coronal em T1 apresentando áreas hipointensas na região distal do fêmur (A); RM com corte
axial em T2, apresentando áreas hiperintensas na região distal do fêmur (B). Em ambos os casos o aspecto sugere infecção
óssea.
A)
■
■
B)
■
C)
■
■
Caso 5.5
Figura 5.4.3 Imagem do acesso cirúrgico longitudinal lateral ao fêmur distal (A); imagem do ato operatório, visualizando-se
perfuração em fêmur com saída de secreção purulenta (B); imagem final do ato cirúrgico demonstrando a abertura da
cortical óssea para lavagem do foco de infecção (C).
Questões
A osteomielite alterou a morfologia interna do fêmur. Descreva a morfologia interna do osso longo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19; 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 39.
Descreva a vascularização periosteale endosteal óssea, com seus fluxos centrípeto e centrífugo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22; 23.
Explique anatomicamente o desenvolvimento da osteomielite na região metafisária dos ossos longos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 467.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 23.
 Tumor ósseo na tíbia
Homem, 18 anos, buscou assistência médica com queixa de dor intensa abaixo do joelho esquerdo após jogo de futebol.
Afirmou que há 2 semanas vinha observando aumento de volume no local, com leve manifestação álgica (Figura 5.5.1). O
exame radiográfico (Figura 5.5.2) levantou a suspeita de tumor ósseo na tíbia proximal. Foi realizada cintigrafia óssea (Figura
5.5.3), que confirmou o diagnóstico de osteossarcoma. O paciente foi encaminhado para tratamento no Instituto Nacional de
Câncer, onde posteriormente realizou ressecção local com colocação de endoprótese na perna esquerda.
Figura 5.5.1 Imagem do paciente sentado, evidenciando edema na região proximal da perna esquerda.
Caso 5.5 Tumor ósseo na tíbia
Homem, 18 anos, buscou assistência médica com queixa de dor intensa abaixo do joelho esquerdo após jogo de futebol.
Afirmou que há 2 semanas vinha observando aumento de volume no local, com leve manifestação álgica (Figura 5.5.1). O
exame radiográfico (Figura 5.5.2) levantou a suspeita de tumor ósseo na tíbia proximal. Foi realizada cintigrafia óssea (Figura
5.5.3), que confirmou o diagnóstico de osteossarcoma. O paciente foi encaminhado para tratamento no Instituto Nacional de
Câncer, onde posteriormente realizou ressecção local com colocação de endoprótese na perna esquerda.
Figura 5.5.1 Imagem do paciente sentado, evidenciando edema na região proximal da perna esquerda.
Figura 5.5.2 Radiografia de joelho com incidência AP (A) e perfil (B), evidenciando área radiopaca na tíbia proximal,
compatível com tumoração óssea.
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
D)
■
Caso 5.6
Figura 5.5.3 Cintigrafia óssea evidenciando hipercaptação na região proximal da tíbia esquerda.
Questões
Descreva os acidentes ósseos da tíbia proximal, osso acometido no caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 426-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 516-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 414-5.
O tumor ósseo neste caso alterou a morfologia interna da tíbia. Descreva a morfologia interna de um osso longo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 19; 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 39.
Os tumores necessitam de vascularização para se desenvolver. Pela descrição da vascularização óssea, identifique quais vasos
estarão envolvidos na nutrição deste tumor.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 23.
Um dos grandes problemas associados ao tumor ósseo é o seu diagnóstico tardio, por ser assintomático. Explique por que
tumores no canal medular são menos dolorosos do que tumores que atingem o periósteo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 23.
 Fratura de tornozelo
Criança, 13 anos, sexo masculino, chegou à emergência queixando-se de dor e impotência funcional no tornozelo esquerdo.
Relata que, durante uma partida de vôlei, pisou em falso após o pulo, dando início ao quadro álgico. Ao exame físico, foi
detectada dor à palpação em topografia de maléolo medial e edema adjacente, com ferida puntiforme local. A radiografia da
região exibiu fratura com lesão tipo Salter-Harris (através da placa fisária), com traço da metáfise até a epífise da região distal
da tíbia (Figura 5.6.1). A existência do ferimento, que comunicava o meio externo com a fratura, caracterizou o caso como
fratura exposta, tendo sido o paciente encaminhado para cirurgia. Foi realizada redução cruenta (aberta) local com fixação da
fratura com dois parafusos (Figura 5.6.2), com controle radiográfico posterior satisfatório (Figura 5.6.3).
Caso 5.6 Fratura de tornozelo
Criança, 13 anos, sexo masculino, chegou à emergência queixando-se de dor e impotência funcional no tornozelo esquerdo.
Relata que, durante uma partida de vôlei, pisou em falso após o pulo, dando início ao quadro álgico. Ao exame físico, foi
detectada dor à palpação em topografia de maléolo medial e edema adjacente, com ferida puntiforme local. A radiografia da
região exibiu fratura com lesão tipo Salter-Harris (através da placa fisária), com traço da metáfise até a epífise da região distal
da tíbia (Figura 5.6.1). A existência do ferimento, que comunicava o meio externo com a fratura, caracterizou o caso como
fratura exposta, tendo sido o paciente encaminhado para cirurgia. Foi realizada redução cruenta (aberta) local com fixação da
fratura com dois parafusos (Figura 5.6.2), com controle radiográfico posterior satisfatório (Figura 5.6.3).
Figura 5.6.1 Radiografia de tornozelo com incidência AP (A) e em perfil (B), evidenciando linha de fratura radiotransparente
no maléolo medial, a qual atravessa a placa fisária (setas).
Figura 5.6.2 Imagem do ato cirúrgico, com exposição da placa fisária (tracejado) e da linha de fratura do maléolo medial, a
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
Caso 5.7
qual passava por ela (setas). Acima da placa fisária já havia sido colocado um dos parafusos para estabilização da fratura.
Figura 5.6.3 Radiografia de tornozelo com incidência AP (A) e em perfil (B), evidenciando imagem radiopaca da colocação
de dois parafusos para estabilização da fratura após tratamento cirúrgico.
Questões
Descreva os acidentes ósseos da tíbia, osso acometido no caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 426-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 516-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 414-5.
Descreva o crescimento ósseo nos ossos longos, como é o caso da tíbia.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 14-7.
Qual a função da placa fisária acometida? Que consequências podem surgir em decorrência da lesão local?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22-3; 523.
 Osteocondrose de Sever
Criança, 8 anos, sexo masculino, procurou ambulatório com queixa de dor espontânea em região de calcanhar direito, associada
a aumento do volume local (Figura 5.7.1). Relatava que, ao realizar atividade física, ocorria piora da dor. Ao exame físico,
observaram-se dor à palpação e edema local. A radiografia do tornozelo evidenciou áreas de fragmentação e reossificação em
calcâneo, compatíveis com osteocondrose de Sever (Figura 5.7.2). O paciente foi orientado a restringir atividades físicas e
desportivas, assim como a praticar exercícios de alongamento do tríceps sural e da fáscia plantar.
Caso 5.7
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
 Osteocondrose de Sever
Criança, 8 anos, sexo masculino, procurou ambulatório com queixa de dor espontânea em região de calcanhar direito, associada
a aumentodo volume local (Figura 5.7.1). Relatava que, ao realizar atividade física, ocorria piora da dor. Ao exame físico,
observaram-se dor à palpação e edema local. A radiografia do tornozelo evidenciou áreas de fragmentação e reossificação em
calcâneo, compatíveis com osteocondrose de Sever (Figura 5.7.2). O paciente foi orientado a restringir atividades físicas e
desportivas, assim como a praticar exercícios de alongamento do tríceps sural e da fáscia plantar.
Figura 5.7.1 Imagem da área acometida, verificando-se edema local quando comparada com a área contralateral (linha
tracejada).
Figura 5.7.2 Radiografia em perfil do pé direito, visualizando área radiopaca de fragmentação (linha tracejada) relacionada
com placa epifisária radiotransparente na tuberosidade calcânea.
Questões
O calcâneo é um osso do tarso. Cite os ossos que compõem o tarso, metatarso e falanges, com seus principais relevos.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 446-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 518-20.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 416-9.
Cite a classificação funcional dos ossos do pé, importante do ponto de vista clínico.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 416-9.
Como ocorre geralmente o crescimento dos ossos curtos?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
D)
■
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 14-7.
Correlacione o crescimento ósseo do calcâneo com a possibilidade de desenvolver osteocondrose local.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 22; 23.
Caso 6.1
A)
Luxação da articulação temporomandibular
Mulher, 23 anos, chegou à emergência com história de não conseguir fechar mais a boca após bocejo matinal. Ao exame,
apresentava os côndilos articulares da mandíbula anteriorizados e com uma pequena depressão posterior, na região da
articulação temporomandibular (ATM) (Figura 6.1.1). O cirurgião bucomaxilofacial, após análise, diagnosticou luxação da
ATM e fez a redução local, apoiando os dedos na mandíbula e empurrando-a para baixo e a seguir para trás (Figura 6.1.2). A
paciente voltou a fechar a boca normalmente. Foi orientada a realizar dieta líquida por 1 semana, prescrito anti-inflamatório e
analgésico, com evolução satisfatória do quadro clínico.
Figura 6.1.1 Imagem da luxação da ATM com anteriorização do côndilo mandibular (linha tracejada).
Figura 6.1.2 Imagem das etapas de redução da luxação da ATM: com as mãos na mandíbula, fez-se uma anteriorização
(A), abaixamento (B) e posteriorização (C).
Questões
Quais são a classificação e a amplitude de movimentos da ATM acometida no caso?
a
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
Caso 6.2
A)
■
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 600-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-15.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 54-7.
Cite as estruturas ósseas e os ligamentares que compõem essa articulação. Como o disco articular atua nos movimentos da
ATM?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 600-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-15.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 54-7.
Explique a necessidade de empurrar para baixo a mandíbula durante a redução.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 600-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 918.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 54-7.
 Desidratação
Lactente, 1 ano, sexo masculino, é levado à emergência pela mãe, que relata que a criança está irritadiça, chorando muito, não
quer se alimentar. Afirma também que há 2 dias vem apresentando diarreia aquosa nas fraldas. Ao exame físico, apresenta
fontanela (fontículo) deprimida, olhos encovados, pele com turgor diminuído e ausência de lágrimas, caracterizando quadro de
desidratação grave (Figura 6.2.1). Foi realizada hidratação venosa com melhora do quadro clínico. Foi a mãe orientada a manter
terapia de reposição oral e retornar se não houvesse melhora do quadro diarreico em 1 semana.
Figura 6.2.1 Imagem de lactente com desidratação, evidenciando depressão dos fontículos (linhas tracejadas).
Questões
Cite as principais suturas encontradas no crânio.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506-
Caso 6.2
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
D)
■
■
Caso 6.3
 Desidratação
Lactente, 1 ano, sexo masculino, é levado à emergência pela mãe, que relata que a criança está irritadiça, chorando muito, não
quer se alimentar. Afirma também que há 2 dias vem apresentando diarreia aquosa nas fraldas. Ao exame físico, apresenta
fontanela (fontículo) deprimida, olhos encovados, pele com turgor diminuído e ausência de lágrimas, caracterizando quadro de
desidratação grave (Figura 6.2.1). Foi realizada hidratação venosa com melhora do quadro clínico. Foi a mãe orientada a manter
terapia de reposição oral e retornar se não houvesse melhora do quadro diarreico em 1 semana.
Figura 6.2.1 Imagem de lactente com desidratação, evidenciando depressão dos fontículos (linhas tracejadas).
Questões
Cite as principais suturas encontradas no crânio.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 506-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 817-25.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 14-9.
Qual a classificação articular da sutura? Diferencie sutura de sindesmose.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 25.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 40-1.
Quais são os fontículos (fontanelas) existentes no crânio, e quais são as suas funções?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 832-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 17.
O que pode acontecer caso ocorra o fechamento precoce das suturas cranianas?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 835.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 17.
 Luxação facetária cervical
Caso 6.3
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■Caso 6.4
 Luxação facetária cervical
Homem, 34 anos, chegou à emergência após queda de moto, trazido pelos paramédicos. Estava lúcido, orientado e relatava
cervicalgia, a qual se irradiava para o membro superior esquerdo. Ao exame físico aparentava torcicolo, com o queixo rodado
para o lado direito e pescoço inclinado para o lado esquerdo. O exame neurológico identificou acometimento da raiz nervosa de
C6 à esquerda, com dor na região lateral do antebraço, reflexo braquiorradial suprimido e diminuição de força de extensão do
punho. A TC da coluna cervical demonstrou subluxação facetária unilateral nível C5-C6 (Figura 6.3.1). O neurocirurgião
decidiu realizar redução por tração esquelética que foi bem-sucedida, evoluindo o paciente com melhora da dor e da
radiculopatia. O paciente foi imobilizado com colar cervical e orientado quanto à necessidade de realização de cirurgia posterior
de artrodese, objetivando conseguir manter a redução alcançada.
Figura 6.3.1 TC da coluna cervical, com imagem em reconstrução tridimensional nos planos coronal (A), sagital (B) e axial
(C), visualizando área de subluxação da articulação entre as facetas articulares de C5 e C6 (linha tracejada branca em A e
preta em C), com perda do alinhamento da coluna cervical (linha tracejada branca em B).
Questões
Ocorreu neste caso acometimento da articulação facetária cervical. Como são classificadas as articulações facetárias?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 16.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 462.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 122-3.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem as articulações entre as vértebras cervicais, incluindo as articulações
atlanto-occipital e atlantoaxial.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 18-
21.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 462-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 118-21.
Correlacione a subluxação com o formato das facetas articulares e a amplitude de movimentos de flexão, extensão, flexão
lateral e rotação encontrados na coluna cervical.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 122-3.
 Tumor de mandíbula
Caso 6.4 Tumor de mandíbula
Mulher, 36 anos, procurou serviço de cirurgia maxilofacial apresentando grande aumento de volume em terço inferior de
hemiface direita (Figura 6.4.1). Ao exame físico observou-se abaulamento em região de corpo, ângulo e ramo mandibular à
direita, com hipomobilidade. Radiografia panorâmica de face revelou lesão radiotransparente multilocular (em bolha de sabão),
expansiva (Figura 6.4.2). Realizada biopsia incisional, foi diagnosticada tumoração benigna expansiva denominada
ameloblastoma. A paciente foi submetida a cirurgia de hemimandibulectomia total, com margem de segurança, e fixação de
prótese de titânio customizada (Figuras 6.4.3 e 6.4.4).
Figura 6.4.1 Aspecto clínico da paciente, em que se observa grande aumento de volume da região de ângulo e ramo
mandibular direito.
Figura 6.4.2 Imagem de radiografia panorâmica de face (A) evidenciando grande lesão radiotransparente em região
posterior de corpo, ângulo e ramo mandibular, com extensão ao processo condilar mandibular. A tumoração também foi
identificada em exame tomográfico (B), como lesão expansiva, abaulando corticais ósseas, de contornos regulares, e baixa
densidade.
A)
■
■
B)
■
■
C)
■
Figura 6.4.3 Imagens da fase operatória evidenciando o tumor (A) e implante de prótese de titânio customizada (B), com
prótese de ATM customizada (C).
Figura 6.4.4 Imagem da peça operatória.
Questões
Cite quais são, como são classificadas e como são formadas as suturas do neurocrânio.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 816-8; 835;
907-9.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 14-19; 54.
Descreva a anatomia da articulação temporomandibular (ATM), citando seus componentes ósseos, discais, ligamentares e
qual (quais) músculos atuam diretamente sobre estes componentes.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 907-13.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 54-7.
Descreva os limites e conteúdo das fossas pterigopalatina e infratemporal.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 907-8; 914-
7; 919; 941-5.
■
D)
■
■
E)
■
■
Caso 6.5
A)
■
B)
■
C)
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 214-7.
Qual é a inervação da ATM?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 909-10;
914-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 55.
Qual fossa craniana poderia estar envolvida nesta tumoração, caso a paciente não fosse operada e a lesão continuasse a
progredir no sentido cranial?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 827-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 21-2.
 Fratura do processo odontoide
Homem, 64 anos, refere queda da própria altura com trauma na região da nuca há 2 meses. Na época, procurou serviço de
emergência, devido a dor quando da mobilização do pescoço. Ao exame físico, foi identificada limitação do movimento de
rotação por dor, não tendo apresentado alterações neurológicas. Foi realizada TC, a qual confirmou fraturas do processo
odontoide e da faceta articular de C3 à direita (Figura 6.5.1) tendo sido tratado de forma conservadora com colar cervical. Após
3 meses do tratamento conservador, permaneceu assintomático e retornou ao consultório ortopédico, tendo-se observado, em
uma nova TC, a consolidação óssea da fratura. O paciente foi então liberado para o retorno ao trabalho.
Figura 6.5.1 TC da coluna cervical, em reconstrução coronal e sagital, evidenciando fratura de processo odontoide do áxis.
Questões
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem as articulações entre as vértebras cervicais, incluindo as articulações
atlanto-occipital e atlantoaxial.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 462-5.
Ocorreu neste caso acometimento da articulação facetária cervical. Como são classificadas as articulações facetárias?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 462.
Correlacione a subluxação com o formato das facetas articulares e a amplitude de movimentos de flexão, extensão, flexão
lateral e rotação encontrados na coluna cervical.
Caso 6.5
A)
■
B)
■
C)
■
 Fratura do processo odontoide
Homem, 64 anos, refere queda da própria altura com trauma na regiãoda nuca há 2 meses. Na época, procurou serviço de
emergência, devido a dor quando da mobilização do pescoço. Ao exame físico, foi identificada limitação do movimento de
rotação por dor, não tendo apresentado alterações neurológicas. Foi realizada TC, a qual confirmou fraturas do processo
odontoide e da faceta articular de C3 à direita (Figura 6.5.1) tendo sido tratado de forma conservadora com colar cervical. Após
3 meses do tratamento conservador, permaneceu assintomático e retornou ao consultório ortopédico, tendo-se observado, em
uma nova TC, a consolidação óssea da fratura. O paciente foi então liberado para o retorno ao trabalho.
Figura 6.5.1 TC da coluna cervical, em reconstrução coronal e sagital, evidenciando fratura de processo odontoide do áxis.
Questões
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem as articulações entre as vértebras cervicais, incluindo as articulações
atlanto-occipital e atlantoaxial.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 462-5.
Ocorreu neste caso acometimento da articulação facetária cervical. Como são classificadas as articulações facetárias?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 462.
Correlacione a subluxação com o formato das facetas articulares e a amplitude de movimentos de flexão, extensão, flexão
lateral e rotação encontrados na coluna cervical.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466.
Caso 7.1
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
Costocondrite
Homem, 46 anos, procurou ambulatório de ortopedia com queixa de episódios de dor torácica aguda e de baixa intensidade que
pioravam com a movimentação e inspiração. Ao exame, não foram identificadas áreas de tumefação, calor e/ou eritema locais.
A palpação das articulações esternocostais e costocondrais foi dolorosa, caracterizando costocondrite. Após insistência do
paciente, foi solicitada RM, a qual estava dentro dos padrões de normalidade (Figura 7.1.1). O paciente foi orientado a fazer uso
de anti-inflamatórios em caso de retorno do quadro doloroso.
Figura 7.1.1 Sequência de RM em corte coronal do tórax, visualizando as articulações esternocostais, sincondroses e
articulações costocondrais sem alterações.
Questões
Classifique as articulações em questão, por vezes acometidas por processos dolorosos: costovertebral, costocondral,
esternocostal, intercondral, manubrioesternal e xifoesternal.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 60-1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 80.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 132-5.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas articulações, relacionadas com o caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 60-1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 76-81.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 132-5.
Diferencie as costelas quanto a sua articulação ao esterno.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 58-9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 74.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
a
D)
■
■
■
Caso 7.2
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
Locomotor. 2 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 133.
O paciente relatou piora da dor quando da inspiração ou movimentação torácica. Como as articulações costovertebrais e
esternocostais atuam nos movimentos da caixa torácica?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 60.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 79-83.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 134.
 Hérnia discal
Homem, 36 anos, procurou ambulatório de ortopedia com história de dor lombar à esquerda, a qual se irradia para a região
posterior da coxa e perna ipsolateral. Ao exame físico apresentou teste de Laségue e de elevação de membros inferiores positivo
à esquerda; dor à palpação do processo espinhoso de L5, sem história de queda e/ou trauma local. O exame neurológico
realizado não teve alterações. Foi solicitada RM, que evidenciou hérnia de disco posteromediana nível L5-S1, com inclinação
para a esquerda, que levantava o ligamento longitudinal posterior, comprimindo o saco dural local (Figura 7.2.1). Foi receitada
medicação analgésica e o paciente encaminhado para fisioterapia e reeducação postural global (RPG) com melhora da
sintomatologia após meses de tratamento.
Figura 7.2.1 RM de coluna lombossacra, com hérnia discal posteromediana, com corte sagital em T1 com diminuição da
altura discal (A); corte sagital em T2 com alteração de sinal e levantamento do ligamento longitudinal posterior (linha
tracejada) (B); corte axial com extrusão do disco para dentro do canal vertebral em T2 (linha tracejada) (C).
Questões
O paciente apresentou acometimento da articulação entre os corpos vertebrais (intervertebral). Qual é a classificação das
articulações da coluna vertebral (não incluir as articulações atlanto-occipital e atlantoaxial)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 114-5.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas articulações.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-
23.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 116-7.
Como o disco intervertebral se organiza e quais são as suas funções?
a
Caso 7.2
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
 Hérnia discal
Homem, 36 anos, procurou ambulatório de ortopedia com história de dor lombar à esquerda, a qual se irradia para a região
posterior da coxa e perna ipsolateral. Ao exame físico apresentou teste de Laségue e de elevação de membros inferiores positivo
à esquerda; dor à palpação do processo espinhoso de L5, sem história de queda e/ou trauma local. O exame neurológico
realizado não teve alterações. Foi solicitada RM, que evidenciou hérnia de disco posteromediana nível L5-S1, com inclinação
para a esquerda, que levantava o ligamento longitudinal posterior, comprimindo o saco dural local (Figura 7.2.1). Foi receitada
medicação analgésica e o paciente encaminhado para fisioterapia e reeducação postural global (RPG) com melhora da
sintomatologia após meses de tratamento.
Figura 7.2.1 RM de coluna lombossacra, com hérnia discal posteromediana, com corte sagital em T1 com diminuição da
altura discal (A); corte sagital em T2 com alteração de sinal e levantamento do ligamento longitudinal posterior (linha
tracejada) (B); corte axial com extrusão do disco para dentro docanal vertebral em T2 (linha tracejada) (C).
Questões
O paciente apresentou acometimento da articulação entre os corpos vertebrais (intervertebral). Qual é a classificação das
articulações da coluna vertebral (não incluir as articulações atlanto-occipital e atlantoaxial)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 114-5.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas articulações.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-
23.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 116-7.
Como o disco intervertebral se organiza e quais são as suas funções?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-1.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 114-5.
Identifique os fatores anatômicos responsáveis pela herniação do disco intervertebral, que ocorre com maior frequência
posteriormente.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-1; 470-
■
Caso 7.3
2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 128-9.
 Fratura da coluna lombar
Homem, 21 anos, deu entrada na emergência após acidente automobilístico, com quadro de dor na coluna. Relatou que, no
momento do acidente, estava no banco do carona e utilizava cinto do tipo abdominal. Ao exame físico, apresentou dor à
palpação de processos espinhosos na região lombar, além de depressão no espaço interespinhoso local. Foram solicitadas
radiografias e posteriormente TCs, que confirmaram a suspeita de lesão osteoligamentar nível L3, com fratura horizontal desde
o processo espinhoso até a parte posterior do corpo vertebral, com lesão do disco intervertebral adjacente (Figura 7.3.1). O
exame neurológico estava normal. Devido à instabilidade local, foi decidida intervenção cirúrgica, com visualização da lesão
das estruturas ligamentares posteriores (Figura 7.3.2) e estabilização com barras e parafusos pediculares (Figura 7.3.3). O
paciente evoluiu satisfatoriamente após a cirurgia.
Figura 7.3.1 Reconstrução da TC em corte sagital, com visualização da área da fratura, com aumento do espaço
interespinal local (linha tracejada).
Figura 7.3.2 Imagem durante ato operatório da região posterior da coluna lombar, com lesão dos ligamentos
supraespinhoso e interespinhoso (linha tracejada).
Caso 7.3 Fratura da coluna lombar
Homem, 21 anos, deu entrada na emergência após acidente automobilístico, com quadro de dor na coluna. Relatou que, no
momento do acidente, estava no banco do carona e utilizava cinto do tipo abdominal. Ao exame físico, apresentou dor à
palpação de processos espinhosos na região lombar, além de depressão no espaço interespinhoso local. Foram solicitadas
radiografias e posteriormente TCs, que confirmaram a suspeita de lesão osteoligamentar nível L3, com fratura horizontal desde
o processo espinhoso até a parte posterior do corpo vertebral, com lesão do disco intervertebral adjacente (Figura 7.3.1). O
exame neurológico estava normal. Devido à instabilidade local, foi decidida intervenção cirúrgica, com visualização da lesão
das estruturas ligamentares posteriores (Figura 7.3.2) e estabilização com barras e parafusos pediculares (Figura 7.3.3). O
paciente evoluiu satisfatoriamente após a cirurgia.
Figura 7.3.1 Reconstrução da TC em corte sagital, com visualização da área da fratura, com aumento do espaço
interespinal local (linha tracejada).
Figura 7.3.2 Imagem durante ato operatório da região posterior da coluna lombar, com lesão dos ligamentos
supraespinhoso e interespinhoso (linha tracejada).
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
Caso 7.4
Figura 7.3.3 Imagem final do ato operatório da região posterior da coluna lombar com a colocação de barras e parafusos
pediculares locais, associados a enxerto ósseo, visando à estabilização da coluna neste nível.
Questões
Qual é a classificação das articulações da coluna vertebral (não incluir as articulações atlanto-occipital e atlantoaxial)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 114-5.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas articulações.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 14-
23.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 116-7.
A instabilidade no local da fratura levou à decisão pelo tratamento cirúrgico. Qual é o papel das estruturas ligamentares da
coluna para sua estabilidade?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2; 467.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 116-7.
Correlacione o formato das articulações zigapofisárias com a amplitude de movimento encontrada na coluna lombar, em
relação a flexão, extensão, flexão lateral e rotação.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 466.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 122-3.
 Lesão do anel pélvico
Paciente, 30 anos, sexo feminino, foi encaminhada à emergência após acidente de moto. Durante avaliação inicial, observaram-
se vias respiratórias pérvias e ausência de lesões torácicas ou cranianas. O exame de compressão AP da pelve foi sugestivo de
lesão do anel pélvico. Foram solicitadas radiografias com visualização de lesão em “livro aberto” da pelve (Figura 7.4.1). A
paciente evoluiu com presença de pulso rápido e fraco ao exame físico secundário e PA 90 × 70 mmHg. Imediatamente iniciou-
se reposição volêmica vigorosa. A instabilidade hemodinâmica apresentada obrigou à cirurgia ortopédica de emergência para
colocação de fixador externo (Figura 7.4.2), com o objetivo de fechar e comprimir as hemipelves, levando ao controle do
Caso 7.4 Lesão do anel pélvico
Paciente, 30 anos, sexo feminino, foi encaminhada à emergência após acidente de moto. Durante avaliação inicial, observaram-
se vias respiratórias pérvias e ausência de lesões torácicas ou cranianas. O exame de compressão AP da pelve foi sugestivo de
lesão do anel pélvico. Foram solicitadas radiografias comvisualização de lesão em “livro aberto” da pelve (Figura 7.4.1). A
paciente evoluiu com presença de pulso rápido e fraco ao exame físico secundário e PA 90 × 70 mmHg. Imediatamente iniciou-
se reposição volêmica vigorosa. A instabilidade hemodinâmica apresentada obrigou à cirurgia ortopédica de emergência para
colocação de fixador externo (Figura 7.4.2), com o objetivo de fechar e comprimir as hemipelves, levando ao controle do
sangramento. Uma nova radiografia foi realizada após o procedimento, que demonstrou o correto fechamento da sínfise púbica
(Figura 7.4.3), tendo a paciente evoluído satisfatoriamente ao trauma.
Figura 7.4.1 Radiografia com incidência AP de pelve com aumento do espaço interpúbico caracterizando disjunção da
sínfise púbica – lesão em “livro aberto” (linha tracejada).
Figura 7.4.2 Imagem após a colocação do aparelho fixador externo na pelve.
A)
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
Caso 7.5
Figura 7.4.3 Radiografia com incidência AP de pelve após a colocação do aparelho fixador externo, com o espaço
interpúbico com parâmetros normais (linha tracejada).
Questões
A paciente em questão apresentou lesão do anel pélvico. Qual é a classificação e a amplitude de movimentos das articulações
que o compõem?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 328-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 136-41.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que participam das articulações do anel pélvico.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 234-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 328-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 136-41.
As articulações que compõem o anel pélvico são importantes para sua estabilidade contra forças que ali incidem. Identifique
quais estruturas se opõem às forças verticais e rotacionais, originadas do trauma.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 328-31;
332-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 136-41.
 Espondilolistese
Mulher, 57 anos, foi atendida no consultório ortopédico com queixa de dor lombar iniciada há 10 anos e com piora recente.
Refere aparecimento dos sintomas principalmente aos esforços físicos. Havia irradiação da dor para o membro inferior
esquerdo, sobretudo, para a face lateral da perna. Foi solicitada radiografia da região e TC da coluna, a qual confirmou o
diagnóstico de espondilolistese degenerativa no nível L5-S1 (Figuras 7.5.1 e 7.5.2). Após tentativa sem sucesso, com
fisioterapia, a paciente foi submetida a cirurgia de descompressão neural e estabilização da coluna (artrodese) (Figura 7.5.3).
Caso 7.5 Espondilolistese
Mulher, 57 anos, foi atendida no consultório ortopédico com queixa de dor lombar iniciada há 10 anos e com piora recente.
Refere aparecimento dos sintomas principalmente aos esforços físicos. Havia irradiação da dor para o membro inferior
esquerdo, sobretudo, para a face lateral da perna. Foi solicitada radiografia da região e TC da coluna, a qual confirmou o
diagnóstico de espondilolistese degenerativa no nível L5-S1 (Figuras 7.5.1 e 7.5.2). Após tentativa sem sucesso, com
fisioterapia, a paciente foi submetida a cirurgia de descompressão neural e estabilização da coluna (artrodese) (Figura 7.5.3).
Figura 7.5.1 Radiografia em perfil da coluna vertebral, na qual se observa listese anterior de L5 sobre S1.
Figura 7.5.2 TC da coluna lombar em reconstrução sagital, visualizando desalinhamento vertebral no último segmento
lombar.
A)
■
B)
■
C)
■
Figura 7.5.3 Radiografia pós-operatória da coluna lombar, após sua estabilização com implantes e artrodese.
Questões
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas articulações.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-2.
A espondilolistese (escorregamento de uma vértebra sobre a outra) é consequente à disfunção de estruturas ligamentares,
estabilizadoras da coluna vertebral. Quais estruturas ligamentares estabilizam a coluna vertebral nos movimentos de
hiperextensão e hiperflexão?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 461-2.
O disco intervertebral foi uma das estruturas comprometidas nesta patologia. Como o disco intervertebral se organiza e quais
são suas funções?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 460-1.
Caso 8.1 Luxação acromioclavicular
Homem, 28 anos, procurou atendimento em razão da queda de bicicleta por sobre o ombro direito. À ectoscopia, observou-se
presença de escoriações leves e deformidade na região acromioclavicular direita (Figura 8.1.1). Ao exame físico, constataram-se
dor à palpação local e incapacidade funcional no membro superior direito. Foram realizadas radiografias com visualização de
luxação acromioclavicular, mais evidente com a colocação de carga em membro superior ipsolateral (Figura 8.1.2). Por causa
do grande desvio foi indicada cirurgia, com redução da luxação e estabilização com fios de Kirschner. O paciente evoluiu
satisfatoriamente após o tratamento cirúrgico.
Figura 8.1.1 Imagem da região do tronco do paciente, em que se visualiza deformidade em topografia de articulação
acromioclavicular direita.
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
■
Caso 8.2
Figura 8.1.2 Imagem da radiografia da articulação acromioclavicular direita, com incidência AP sem (imagem superior) e
com (imagem inferior) carga. Luxação acromioclavicular.
Questões
O cíngulo do membro superior foi acometido pela luxação. Defina cíngulo do membro superior e quais articulações estão
associadas a ele.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 298-
301.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 667; 787.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 238-9; 256-8.
O paciente apresentou luxação acromioclavicular. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos das
articulações acromioclavicular e esternoclavicular?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 788-9.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 256-8.
 Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas duas articulações.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 298-
301.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 788-9.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 256-8.
Dependendo da extensão da lesão ligamentar, ocorre um deslocamento articular maior. O paciente apresentou grande desvio
articular, o que levou ao tratamento cirúrgico. Correlacione o acometimento ligamentar acromioclavicular e
coracoclavicular com a instabilidade articular resultante.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 298-
301.
Moore, Keith L. AnatomiaOrientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 807.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 238-9; 256-8.
 Luxação de ombro
Homem, 30 anos, pedreiro, chegou ao pronto-socorro com queixa de o ombro esquerdo ter “saído do lugar”. O episódio ocorreu
duas horas antes, enquanto carregava grande peso durante serviço em uma construção. À ectoscopia apresentava deformidade
no ombro esquerdo, com sinal da “dragona do soldado”, característico da luxação do ombro (Figura 8.2.1). Foram solicitadas
radiografias do ombro, as quais confirmaram a suspeita (Figura 8.2.2). O ortopedista realizou redução incruenta da luxação.
Foram solicitadas radiografias de controle (Figura 8.2.3) obtendo-se imagem de redução satisfatória da luxação, e o paciente,
imobilizado em tipoia americana, foi encaminhado para acompanhamento ambulatorial.
Caso 8.2 Luxação de ombro
Homem, 30 anos, pedreiro, chegou ao pronto-socorro com queixa de o ombro esquerdo ter “saído do lugar”. O episódio ocorreu
duas horas antes, enquanto carregava grande peso durante serviço em uma construção. À ectoscopia apresentava deformidade
no ombro esquerdo, com sinal da “dragona do soldado”, característico da luxação do ombro (Figura 8.2.1). Foram solicitadas
radiografias do ombro, as quais confirmaram a suspeita (Figura 8.2.2). O ortopedista realizou redução incruenta da luxação.
Foram solicitadas radiografias de controle (Figura 8.2.3) obtendo-se imagem de redução satisfatória da luxação, e o paciente,
imobilizado em tipoia americana, foi encaminhado para acompanhamento ambulatorial.
Figura 8.2.1 Imagem do paciente apresentando perda do arredondamento do ombro esquerdo, com sinal da “dragona do
soldado” (linha tracejada).
Figura 8.2.2 Radiografia de ombro esquerdo com incidência AP, visualizando luxação anteroinferior do ombro.
A)
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
■
Caso 8.3
Figura 8.2.3 Radiografia de ombro esquerdo com incidência AP, depois da redução satisfatória da luxação.
Questões
O paciente apresentou luxação do ombro. Como é classificada essa articulação, quais são os respectivos movimentos e quais
características anatômicas garantem sua grande amplitude de movimento?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 789-96.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-61; 268-9.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 298-
301.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 670-2; 789-
93.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-61.
Qual é o papel do manguito rotador sobre a articulação do ombro?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 262-5.
Qual é o papel do lábio glenoidal na estabilização do ombro?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 789-90.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 262.
Explique anatomicamente a luxação anteroinferior do ombro pela identificação dos movimentos e das estruturas articulares
envolvidas no caso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 789-94.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 268-9.
 Luxação aguda do ombro
Caso 8.3
A)
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
 Luxação aguda do ombro
Homem, 23 anos, chegou ao ambulatório de ortopedia com história de o “ombro direito ter saído do lugar” durante
levantamento de peso na academia 45 dias antes. Afirmou que, por conta própria reduziu o ombro luxado, fez repouso e gelo
local, voltando a treinar após 1 semana do ocorrido. A partir daí, episódios de luxação tornaram-se frequentes, inclusive durante
atividades cotidianas. Durante exame físico, a realização pelo médico do teste de apreensão (abdução e rotação externa do
ombro associada a pressão para diante da cabeça umeral) foi positiva, caracterizando instabilidade local. Foi solicitada RM do
ombro, a qual evidenciou lesão do lábio glenoidal, configurando quadro de luxação aguda do ombro, de indicação cirúrgica
(Figura 8.3.1). O paciente foi submetido à artroscopia do ombro com reinserção do lábio glenoidal com uso de âncora,
restaurando, assim, a estabilidade articular.
Figura 8.3.1 Artrorressonância de ombro direito, evidenciando lesão do lábio glenoidal (linhas tracejadas).
Questões
O paciente apresentou luxação aguda do ombro. Como é classificada essa articulação, quais são os respectivos movimentos e
quais características anatômicas garantem sua grande amplitude de movimento?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 789-96.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-61; 268-9.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 298-
301.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 670-2; 789-
93.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-61.
Qual é o papel do manguito rotador sobre a articulação do ombro?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 262-5.
Qual é o papel do lábio glenoidal na estabilização do ombro?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 789-92.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 262.
E)
■
■
Caso 8.4
Explique anatomicamente a luxação aguda do ombro, por meio da identificação dos movimentos e da estrutura articular
envolvida no caso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 789-96.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 268-9.
 Luxação do cotovelo
Paciente, 18 anos, sexo masculino, foi à emergência após queda de moto sobre o cotovelo direito. Relatou que, desde o acidente,
ocorrido quarenta minutos antes, evoluiu imediatamente com dor e impotência funcional local. Também afirmou já ter tido
fratura no mesmo lugar, quando criança. À ectoscopia, apresentava deformidade na região do cotovelo direito (Figura 8.4.1). Ao
exame físico era incapaz de mobilizar a articulação. As radiografias daregião confirmaram a suspeita diagnóstica de luxação do
cotovelo direito (Figura 8.4.2). Foi, então, submetido a redução incruenta da luxação, com radiografias de controle satisfatórias
(Figura 8.4.3). Após imobilização em tala axilopalmar, foi encaminhado para acompanhamento no serviço de ortopedia.
Figura 8.4.1 Imagem do paciente quando da sua chegada à emergência, apresentando deformidade no cotovelo direito
(linha tracejada).
Caso 8.4 Luxação do cotovelo
Paciente, 18 anos, sexo masculino, foi à emergência após queda de moto sobre o cotovelo direito. Relatou que, desde o acidente,
ocorrido quarenta minutos antes, evoluiu imediatamente com dor e impotência funcional local. Também afirmou já ter tido
fratura no mesmo lugar, quando criança. À ectoscopia, apresentava deformidade na região do cotovelo direito (Figura 8.4.1). Ao
exame físico era incapaz de mobilizar a articulação. As radiografias da região confirmaram a suspeita diagnóstica de luxação do
cotovelo direito (Figura 8.4.2). Foi, então, submetido a redução incruenta da luxação, com radiografias de controle satisfatórias
(Figura 8.4.3). Após imobilização em tala axilopalmar, foi encaminhado para acompanhamento no serviço de ortopedia.
Figura 8.4.1 Imagem do paciente quando da sua chegada à emergência, apresentando deformidade no cotovelo direito
(linha tracejada).
Figura 8.4.2 Radiografia em perfil do cotovelo direito, com imagem de luxação do cotovelo associada à sequela de fratura
do epicôndilo medial.
A)
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
■
F)
■
■
Figura 8.4.3 Radiografia com incidência AP (A) e oblíqua (B) do cotovelo direito, após a redução incruenta da luxação do
cotovelo.
Questões
O paciente luxou o cotovelo. Quais são a classificação e o tipo da articulação do cotovelo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 796-7.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem a articulação acometida no caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 322-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 796-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 270-3.
Quais são os movimentos da articulação acometida?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 797.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-7.
Explique o significado dos termos valgo e varo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 656.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276.
Após a redução observou-se uma angulação do cotovelo em extensão, chamada de ângulo de carregamento (ou de transporte
ou de condução). Como ele é formado e qual é a sua função?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 796-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 277.
Como as estruturas ósseas e ligamentares do cotovelo atuam para sua estabilidade em valgo ou varo? Identifique as estruturas
que estabilizam a articulação no valgo e no varo excessivo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 797.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
a
Caso 8.5
Locomotor. 2 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 271-3.
 Luxação do cotovelo
Paciente, 30 anos, sexo feminino, foi encaminhada à emergência após queda sobre o cotovelo esquerdo. Relata que escorregou
na cozinha trinta minutos antes, evoluindo imediatamente com dor e impotência funcional local. À ectoscopia, apresentava
deformidade em região de cotovelo esquerdo local (Figura 8.5.1). Ao exame físico era incapaz de mobilizar a articulação. As
radiografias da região confirmaram a suspeita diagnóstica de luxação do cotovelo esquerdo (Figura 8.5.2). Foi, então, submetida
a redução incruenta da luxação, com radiografias de controle satisfatórias (Figura 8.5.3). Após imobilização em tala
axilopalmar, foi encaminhada para acompanhamento no serviço de ortopedia.
Figura 8.5.1 Imagem da paciente quando da sua chegada à emergência, apresentando deformidade no cotovelo esquerdo
(linha tracejada).
Figura 8.5.2 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do cotovelo esquerdo, com imagem de luxação do cotovelo
associada à fratura da cabeça do rádio.
Caso 8.5 Luxação do cotovelo
Paciente, 30 anos, sexo feminino, foi encaminhada à emergência após queda sobre o cotovelo esquerdo. Relata que escorregou
na cozinha trinta minutos antes, evoluindo imediatamente com dor e impotência funcional local. À ectoscopia, apresentava
deformidade em região de cotovelo esquerdo local (Figura 8.5.1). Ao exame físico era incapaz de mobilizar a articulação. As
radiografias da região confirmaram a suspeita diagnóstica de luxação do cotovelo esquerdo (Figura 8.5.2). Foi, então, submetida
a redução incruenta da luxação, com radiografias de controle satisfatórias (Figura 8.5.3). Após imobilização em tala
axilopalmar, foi encaminhada para acompanhamento no serviço de ortopedia.
Figura 8.5.1 Imagem da paciente quando da sua chegada à emergência, apresentando deformidade no cotovelo esquerdo
(linha tracejada).
Figura 8.5.2 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do cotovelo esquerdo, com imagem de luxação do cotovelo
associada à fratura da cabeça do rádio.
A)
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
■
F)
■
■
Caso 8.6
Figura 8.5.3 Imagem da paciente (A) e radiografia em perfil (B) do cotovelo esquerdo, após redução incruenta da luxação
do cotovelo.
Questões
A paciente luxou o cotovelo. Quais são a classificação e o tipo da articulação do cotovelo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 796-7.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem a articulação acometida no caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 322-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 796-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 270-3.
Quais são os movimentos da articulação acometida?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 797.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-7.
Explique o significado dos termos valgo e varo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 656.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276.
Após a redução, observou-se uma angulação do cotovelo em extensão, chamada de ângulo de carregamento (ou de transporte
ou de condução). Como o mesmo é formado, e qual é a sua função?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 797.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – AnatomiaGeral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 277.
Como as estruturas ósseas e ligamentares do cotovelo atuam para sua estabilidade em valgo ou varo? Identifique as estruturas
que estabilizam a articulação no valgo e no varo excessivo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 797.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 271-3.
 Pronação dolorosa
Caso 8.6 Pronação dolorosa
Criança, 2 anos, sexo feminino, chegou ao pronto-socorro no colo da mãe, chorando muito. A mãe relata que levantou a criança
pelo membro superior esquerdo para entrarem no ônibus, e desde então ela não “para de chorar”. Durante a inspeção notou-se
que a criança estava com o antebraço esquerdo em pronação mantida e o cotovelo em extensão, e durante a palpação notou-se
dor à palpação da região lateral do cotovelo, tendo sido diagnosticada síndrome da pronação dolorosa (subluxação da cabeça do
rádio) (Figura 8.6.1). O ortopedista realizou então a redução incruenta, com melhora imediata do choro da criança e retorno dos
movimentos do cotovelo (Figuras 8.6.2 e 8.6.3). A mãe foi orientada a não puxar sua filha pelo membro superior.
Figura 8.6.1 Imagem da criança com pronação dolorosa. Observe o antebraço pronado, com o cotovelo em extensão.
Figura 8.6.2 Imagem da criança durante a manobra de redução da pronação dolorosa.
Figura 8.6.3 Imagem da criança após a redução incruenta, com o retorno dos movimentos articulares. Observe que ela
A)
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
E)
■
Caso 8.7
manuseia a toalha sem impotência funcional.
Questões
A paciente apresentava pronação dolorosa, síndrome que acomete a articulação radiulnar. Quais são a classificação e o tipo
das articulações radiulnar proximal, média e distal?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 25; 798;
803.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essas articulações.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 322-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 798-803.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 270-3.
Quais são os movimentos que as articulações em questão realizam?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 322-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 799-803.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-7.
Qual é o ligamento provavelmente acometido nessa síndrome?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 326-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 811-2.
Para a redução dessa subluxação, o médico fixa a cabeça do rádio e movimenta as articulações radiulnar proximal e do
cotovelo no sentido contrário ao do momento do trauma. Correlacionando com o tipo de articulação, que movimentos
estariam aqui envolvidos?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 811.
 Luxação carpal crônica
Homem, 25 anos, foi encaminhado ao ambulatório de cirurgia da mão por causa de deformidade no punho. O laudo médico
apresentado relatava internação hospitalar em UTI há 4 meses, em consequência de traumatismo craniano por acidente de moto.
Durante esse período não foi tratada a lesão do punho direito, evoluindo com deformidade fixa e impotência funcional. As
radiografias com incidência AP e em perfil do punho direito mostraram fratura pelo processo estiloide e escafoide, além de
luxação do semilunar crônica (Figura 8.7.1). Em função do tempo prolongado de evolução, foi realizada cirurgia, com excisão
da primeira fileira de ossos carpais (Figura 8.7.2), estando o controle radiológico satisfatório (Figura 8.7.3). O paciente evoluiu
com ganho de mobilidade articular no punho, suficiente para realização de suas atividades diárias e com melhora da dor local.
Caso 8.7 Luxação carpal crônica
Homem, 25 anos, foi encaminhado ao ambulatório de cirurgia da mão por causa de deformidade no punho. O laudo médico
apresentado relatava internação hospitalar em UTI há 4 meses, em consequência de traumatismo craniano por acidente de moto.
Durante esse período não foi tratada a lesão do punho direito, evoluindo com deformidade fixa e impotência funcional. As
radiografias com incidência AP e em perfil do punho direito mostraram fratura pelo processo estiloide e escafoide, além de
luxação do semilunar crônica (Figura 8.7.1). Em função do tempo prolongado de evolução, foi realizada cirurgia, com excisão
da primeira fileira de ossos carpais (Figura 8.7.2), estando o controle radiológico satisfatório (Figura 8.7.3). O paciente evoluiu
com ganho de mobilidade articular no punho, suficiente para realização de suas atividades diárias e com melhora da dor local.
Figura 8.7.1 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do punho direito, com imagem dos ossos carpais fora da
topografia normal, com migração do capitato, luxação ventral do semilunar e fratura do escafoide e processo estiloide do
rádio.
Figura 8.7.2 Imagem durante ato operatório, em que se observa o espaço no punho originado da retirada da fileira proximal
do carpo por acesso cirúrgico dorsal (A) e os ossos carpais excisados na mesa operatória (B).
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
Caso 8.8
Figura 8.7.3 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do punho direito, ao final do procedimento cirúrgico. O
capitato articula-se diretamente com o rádio.
Questões
Que ossos compõem a articulação radiocarpal? Quais desses ossos foram comprometidos no caso?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 342-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 803.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 278-83.
Que ossos compõem a articulação mediocarpal? Quais desses ossos foram comprometidos?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 342-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 804-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 280.
O paciente apresentou perda dos movimentos articulares em decorrência da lesão não tratada do punho. Quais são a
classificação, o tipo e a amplitude de movimentos das articulações radiocarpal e mediocarpal?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 804-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 280.
Pela descrição dos ligamentos, sinalize as estruturas ligamentares radiocárpicas e mediocárpicas acometidas com a ressecção
carpal.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 804-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e SistemaLocomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 278-83.
 Luxação carpal aguda
Homem, 17 anos, chegou à emergência de ortopedia após trauma no punho direito em decorrência da queda de bicicleta. Afirma
ter perdido o controle e tentado amenizar a queda com mão direita. À inspeção, observou-se deformidade e equimose no punho
direito (Figura 8.8.1). Foram realizadas radiografias, nas quais foram evidenciadas luxação do osso semilunar associada à
fratura do processo estiloide do rádio e da ulna (Figura 8.8.2). O paciente foi encaminhado ao grupo de cirurgia da mão para
redução da luxação e reparo da fratura citada. Durante a cirurgia foi realizada redução cruenta da luxação, com fixação com fios
de Kirschner. O paciente, após período de imobilização, evoluiu satisfatoriamente (Figura 8.8.3).
Caso 8.8 Luxação carpal aguda
Homem, 17 anos, chegou à emergência de ortopedia após trauma no punho direito em decorrência da queda de bicicleta. Afirma
ter perdido o controle e tentado amenizar a queda com mão direita. À inspeção, observou-se deformidade e equimose no punho
direito (Figura 8.8.1). Foram realizadas radiografias, nas quais foram evidenciadas luxação do osso semilunar associada à
fratura do processo estiloide do rádio e da ulna (Figura 8.8.2). O paciente foi encaminhado ao grupo de cirurgia da mão para
redução da luxação e reparo da fratura citada. Durante a cirurgia foi realizada redução cruenta da luxação, com fixação com fios
de Kirschner. O paciente, após período de imobilização, evoluiu satisfatoriamente (Figura 8.8.3).
Figura 8.8.1 Imagem do punho direito, com edema e deformidade local.
Figura 8.8.2 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do punho direito com imagem dos ossos carpais fora da
topografia normal, com migração do capitato, luxação ventral do semilunar e fratura do processo estiloide do rádio e da ulna.
Figura 8.8.3 Imagem durante ato operatório. Nota-se o espaço no punho originado da luxação do semilunar (A); redução da
luxação e recomposição do ligamento intercarpal interósseo entre o osso escafoide e o semilunar, com estabilização com fio
de Kirschner (B); imagem durante ato operatório com redução da luxação e estabilização com fios de Kirschner (C).
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
Caso 8.9
Questões
Que ossos compõem a articulação radiocarpal? Quais desses ossos foram comprometidos no caso?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 342-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 803.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 278-83.
Que ossos compõem a articulação mediocarpal? Quais desses ossos foram comprometidos?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 342-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 804-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 280.
O paciente apresentou perda dos movimentos articulares com a luxação do semilunar. Quais são a classificação, o tipo e a
amplitude de movimentos das articulações radiocarpal e mediocarpal?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 804-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 280.
Pela descrição dos ligamentos, sinalize as estruturas ligamentares radiocárpicas e mediocárpicas acometidas com a luxação
do semilunar.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 811.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 278-83.
O chamado espaço de Poirier é uma área de formato triangular, frágil, na região anterior da cápsula articular, por onde ocorre
a luxação do osso semilunar. Identifique os prováveis ligamentos da articulação radiocarpal que o delimitam.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 805; 811.
 Cisto sinovial
Mulher, 35 anos, chegou ao ambulatório de ortopedia com história de aparecimento de tumoração no dorso do punho direito,
sem trauma prévio, há 4 meses (Figura 8.9.1). Ao exame apresentava estrutura com consistência cística e superfície lisa, móvel
e indolor. A ultrassonografia constatou presença de líquido local, confirmando, assim, a suspeita de cisto sinovial dorsal. A
paciente foi encaminhada para excisão cirúrgica do cisto (Figura 8.9.2).
Caso 8.9
A)
■
■
 Cisto sinovial
Mulher, 35 anos, chegou ao ambulatório de ortopedia com história de aparecimento de tumoração no dorso do punho direito,
sem trauma prévio, há 4 meses (Figura 8.9.1). Ao exame apresentava estrutura com consistência cística e superfície lisa, móvel
e indolor. A ultrassonografia constatou presença de líquido local, confirmando, assim, a suspeita de cisto sinovial dorsal. A
paciente foi encaminhada para excisão cirúrgica do cisto (Figura 8.9.2).
Figura 8.9.1 Imagem do dorso do punho direito, evidenciando tumoração local (linha tracejada).
Figura 8.9.2 Imagem durante ato operatório de excisão do cisto sinovial dorsal após isolamento dele.
Questões
Os cistos sinoviais podem levar à dor e à diminuição da amplitude de movimento, quando da mobilização do punho. Quais
são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos das articulações do punho e carpais?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 803-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
a
B)
■
■
C)
■
Caso 8.10
Locomotor. 2 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 288-9.
Para o entendimento da origem dos cistos sinoviais, é importante o conhecimento osteoarticular local. Cite as estruturas
ósseas e ligamentares que compõem as articulações radiocarpal, mediocarpal e entre os ossos carpais.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 803-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 278-83.
Como os cistos sinoviais são formados? Cite a origem dos tipos dorsal e volar (palmar).
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 761-2.
 Artrite gotosa
Homem, 56 anos, etilista há mais de 30 anos, procurou ambulatório de ortopedia com incapacidade funcional e deformidade na
mão direita. Era portador de gota há mais de 10 anos, em acompanhamento pela reumatologia. Foi encaminhado para a
ortopedia pela incapacidade atual das mãos para pegar objetos e fazer higiene. Ao exame físico, apresentava mãos com dedos
em garra, associadas a tofos gotosos (Figura 8.10.1). A radiografia das mãos evidenciou destruição articular
metacarpofalângica, caracterizando o diagnóstico de artrite erosiva por gota. Visando à melhora da garra, com o objetivo de
possibilitar melhoria da higiene e função para a mão, foi realizada intervenção cirúrgica com excisão dos tofos gotosos e toalete
articular (Figura 8.10.2).
Figura 8.10.1 Imagem do dorso da mão direita, evidenciando aumento de volume em topografia de articulação
metacarpofalângica (linha tracejada) (A); imagem da palma da mão direita, com dedos apresentando flexão mantida nas
articulações metacarpofalângica e interfalangiana proximal(B).
Figura 8.10.2 Imagem durante ato operatório, com tofo gotoso em região de articulação metacarpofalângica do terceiro
dedo, antes da excisão.
Caso 8.10
A)
■
■
B)
 Artrite gotosa
Homem, 56 anos, etilista há mais de 30 anos, procurou ambulatório de ortopedia com incapacidade funcional e deformidade na
mão direita. Era portador de gota há mais de 10 anos, em acompanhamento pela reumatologia. Foi encaminhado para a
ortopedia pela incapacidade atual das mãos para pegar objetos e fazer higiene. Ao exame físico, apresentava mãos com dedos
em garra, associadas a tofos gotosos (Figura 8.10.1). A radiografia das mãos evidenciou destruição articular
metacarpofalângica, caracterizando o diagnóstico de artrite erosiva por gota. Visando à melhora da garra, com o objetivo de
possibilitar melhoria da higiene e função para a mão, foi realizada intervenção cirúrgica com excisão dos tofos gotosos e toalete
articular (Figura 8.10.2).
Figura 8.10.1 Imagem do dorso da mão direita, evidenciando aumento de volume em topografia de articulação
metacarpofalângica (linha tracejada) (A); imagem da palma da mão direita, com dedos apresentando flexão mantida nas
articulações metacarpofalângica e interfalangiana proximal (B).
Figura 8.10.2 Imagem durante ato operatório, com tofo gotoso em região de articulação metacarpofalângica do terceiro
dedo, antes da excisão.
Questões
A gota atingiu as articulações metacarpofalângicas e interfalangianas. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de
movimento dessas articulações?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 805-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 286-9.
A artrite erosiva acometeu a articulação metacarpofalângica, levando à perda de função local. Cite as estruturas ósseas e
ligamentares que compõem a articulação acometida e as articulações carpometacarpais, intermetacarpais e interfalangianas.
■
■
■
C)
■
■
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 348-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 805-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 284-5.
Quais movimentos articulares, separados pelas articulações envolvidas, estão levando à incapacidade manual este paciente?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 806-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 286-9.
Caso 9.1 Luxação do quadril
Homem, 40 anos, chegou à emergência de ortopedia após acidente automobilístico. Depois da avaliação inicial e afastadas
outras comorbidades, foi submetido à ortopedia. Apresentava à inspeção aumento de volume na região da coxa direita,
escoriações e ferimento na perna, além de rotação externa e encurtamento do membro inferior (Figura 9.1.1). O exame físico
observou impotência funcional no membro inferior direito, com dor à palpação da coxa e da perna. A investigação radiológica
evidenciou imagem de luxação anterior do quadril, confirmada por TC, e fratura exposta dos ossos da perna (Figura 9.1.2).
Encaminhado ao centro cirúrgico, foram realizados redução incruenta da luxação do quadril e tratamento da fratura exposta,
com evolução satisfatória do paciente.
Figura 9.1.1 Imagem dos membros inferiores. Observe a posição em rotação externa e o encurtamento à direita.
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
F)
■
Caso 9.2
Figura 9.1.2 Imagens da luxação anterior do quadril: na radiografia panorâmica de pelve, com incidência AP (A); TC de
quadril, em corte axial (B); TC do quadril com reconstrução tridimensional (C).
Questões
O paciente apresentou perda dos movimentos articulares em decorrência da luxação. Quais são a classificação, o tipo e a
amplitude de movimentos da articulação do quadril?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420-3.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem a articulação acometida.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 422-5.
Como as estruturas articulares atuam para a estabilidade da articulação do quadril?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 621-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 424-5.
Explique como ocorreu a luxação do quadril e a posição do membro, pela posição do paciente no momento do trauma.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 655.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 430-1.
Considerando a relação anatômica entre a articulação do quadril e o feixe vasculonervoso no trígono femoral, a luxação
anterior coloca em risco que estruturas?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 546-52;
624.
Considerando a relação anatômica entre a articulação do quadril e as estruturas neurovasculares da região glútea, a luxação
posterior coloca em risco que elementos? Que possível alteração da marcha este paciente pode apresentar?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 568-70;
601.
 Luxação do quadril
Mulher, 37 anos, chegou ao hospital com queixa de dor na região do quadril após queda. À ectoscopia, apresentava membro
inferior direito em posição de flexão e adução mantida da coxa, característica de luxação posterior do quadril (Figura 9.2.1).
Caso 9.2 Luxação do quadril
Mulher, 37 anos, chegou ao hospital com queixa de dor na região do quadril após queda. À ectoscopia, apresentava membro
inferior direito em posição de flexão e adução mantida da coxa, característica de luxação posterior do quadril (Figura 9.2.1).
Foram solicitadas radiografias, as quais confirmaram a suspeita (Figura 9.2.2). O ortopedista encaminhou a paciente ao centro
cirúrgico, onde foi realizada redução incruenta da luxação, com teste de estabilidade articular pós-redução sem alterações
(Figura 9.2.3). Foram solicitadas radiografias de controle, obtendo-se imagem de redução satisfatória da luxação (Figura 9.2.4).
A paciente foi mantida em repouso no leito, com o quadril em posição neutra, por 8 dias.
Figura 9.2.1 Imagem da paciente apresentando posição do membro inferior direito em flexão e adução da coxa.
Figura 9.2.2 Radiografia do quadril direito com incidência AP, evidenciando luxação posterior do quadril.
A)
■
■
■
B)
Figura 9.2.3 Imagem da paciente após redução da luxação posterior do quadril direito.
Figura 9.2.4 Radiografia de quadril direito com incidência AP, após redução satisfatória da luxação.
QuestõesA paciente apresentou perda dos movimentos articulares devido à luxação. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de
movimentos da articulação do quadril?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 621; 625;
627.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420; 430.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem a articulação acometida.
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
Caso 9.3
A)
■
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 621-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420-3.
Como as estruturas articulares atuam para a estabilidade da articulação do quadril?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 621-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 422-3.
Explique como ocorreu a luxação do quadril e a posição do membro, através da posição do paciente no momento do trauma.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 655.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420-3.
 Displasia do desenvolvimento
Lactente, 8 meses, sexo feminino, é encaminhada pelo pediatra ao ambulatório de ortopedia. Segundo solicitação, a criança
apresenta suspeita de displasia do desenvolvimento do quadril. À inspeção observou-se assimetria das dobras inguinais e das
pregas de pele poplíteas. Ao exame físico apresentava aparente encurtamento do fêmur direito (sinal de Galeazzi), limitação da
abdução do quadril a 90° e teste de Ortolani positivo. A radiografia panorâmica da pelve com quadris com incidência AP
evidenciou displasia do desenvolvimento do quadril direito e subluxação do quadril esquerdo (Figura 9.3.1). A paciente foi
submetida a redução do quadril sob anestesia, com colocação de aparelho gessado com 100° de flexão e 60° de abdução do
quadril por 12 semanas.
Figura 9.3.1 Radiografia panorâmica da pelve, com quadris com incidência AP. Foram traçadas uma linha vertical e uma
linha horizontal à articulação (linhas tracejadas). A cabeça do fêmur está localizada no quadrante superolateral à direita e
inferolateral à esquerda, correspondendo a displasia do desenvolvimento e subluxação do quadril, respectivamente.
Questões
A paciente apresentava limitação da abdução do quadril. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da
articulação do quadril?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Caso 9.3
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
 Displasia do desenvolvimento
Lactente, 8 meses, sexo feminino, é encaminhada pelo pediatra ao ambulatório de ortopedia. Segundo solicitação, a criança
apresenta suspeita de displasia do desenvolvimento do quadril. À inspeção observou-se assimetria das dobras inguinais e das
pregas de pele poplíteas. Ao exame físico apresentava aparente encurtamento do fêmur direito (sinal de Galeazzi), limitação da
abdução do quadril a 90° e teste de Ortolani positivo. A radiografia panorâmica da pelve com quadris com incidência AP
evidenciou displasia do desenvolvimento do quadril direito e subluxação do quadril esquerdo (Figura 9.3.1). A paciente foi
submetida a redução do quadril sob anestesia, com colocação de aparelho gessado com 100° de flexão e 60° de abdução do
quadril por 12 semanas.
Figura 9.3.1 Radiografia panorâmica da pelve, com quadris com incidência AP. Foram traçadas uma linha vertical e uma
linha horizontal à articulação (linhas tracejadas). A cabeça do fêmur está localizada no quadrante superolateral à direita e
inferolateral à esquerda, correspondendo a displasia do desenvolvimento e subluxação do quadril, respectivamente.
Questões
A paciente apresentava limitação da abdução do quadril. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da
articulação do quadril?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420; 430.
Uma das causas da instabilidade no quadril que levam à subluxação é o formato displásico do acetábulo. Cite as estruturas
ósseas que compõem essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
11.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 621-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420-1.
A redução fechada da luxação do quadril por vezes não é possível. São obstáculos à redução: o ligamento transverso do
acetábulo, o lábio do acetábulo grande e o ligamento redondo hipertrófico. Cite as estruturas ligamentares que compõem
essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 410-
■
■
D)
■
E)
■
Caso 9.4
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 422-3.
 O aparecimento do centro de ossificação da cabeça do fêmur orienta a investigação de lactentes com suspeita de luxação do
quadril. Comente, por meio dos estágios no desenvolvimento dessa articulação, a utilização ultrassonográfica e radiológica
no quadril pediátrico.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 426-9.
Sabe-se que o espectro da displasia de desenvolvimento do quadril acarreta diversas alterações ósseas. Entre elas inclui-se
uma alteração do ângulo de inclinação do colo do fêmur. Como se modifica o ângulo de inclinação do fêmur durante o
desenvolvimento normal do recém-nascido até a idade adulta?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 514.
 Osteoartrose do joelho
Mulher, 56 anos, chegou ao ambulatório com queixa de dor nos joelhos, inclusive ao repouso, associada a rigidez matinal, que
melhorava após início da deambulação. A ectoscopia evidenciou edema articular e valgo bilateral de joelho (Figura 9.4.1), e ao
exame físico observaram-se crepitação com diminuição da mobilidade articular e dor à palpação. A radiografia em ortostática
confirmou a suspeita diagnóstica de osteoartrose do joelho, também conhecida como gonartrose (Figura 9.4.2). Foi indicada
fisioterapia, medicação anti-inflamatória e emagrecimento, evoluindo a paciente com melhora da sintomatologia.
Figura 9.4.1 Imagem da paciente quando da sua chegada ao ambulatório, apresentando deformidade em valgo dos joelhos
e edema articular.
Caso 9.4
A)
■
B)
■
 Osteoartrosedo joelho
Mulher, 56 anos, chegou ao ambulatório com queixa de dor nos joelhos, inclusive ao repouso, associada a rigidez matinal, que
melhorava após início da deambulação. A ectoscopia evidenciou edema articular e valgo bilateral de joelho (Figura 9.4.1), e ao
exame físico observaram-se crepitação com diminuição da mobilidade articular e dor à palpação. A radiografia em ortostática
confirmou a suspeita diagnóstica de osteoartrose do joelho, também conhecida como gonartrose (Figura 9.4.2). Foi indicada
fisioterapia, medicação anti-inflamatória e emagrecimento, evoluindo a paciente com melhora da sintomatologia.
Figura 9.4.1 Imagem da paciente quando da sua chegada ao ambulatório, apresentando deformidade em valgo dos joelhos
e edema articular.
Figura 9.4.2 Radiografia com incidência AP – ortostática – dos joelhos, evidenciando osteofitose e diminuição do espaço
articular lateral bilateralmente.
Questões
Quais são a classificação e o tipo da articulação do joelho acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 428-
■
■
C)
■
■
D)
■
E)
■
■
F)
■
■
Caso 9.5
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629-37.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 434-41.
Durante a anamnese e o exame físico foram sinalizadas, no caso, rigidez articular e diminuição da mobilidade articular. Quais
são os movimentos normais dessa articulação, os quais estão comprometidos pela doença?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 442-3.
Explique o termo joelho valgo (genuvalgo), apresentado pela paciente. Diferencie do termo joelho varo (genuvaro).
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 656.
Quais estruturas articulares estão relacionadas com a estabilidade anterior, posterior, em varo e em valgo do joelho?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 631-7; 657-
8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 434-43.
Em muitos casos de gonartrose, além do acometimento osteocartilaginoso, ocorre a degeneração meniscal. Caracterize os
meniscos quanto a sua função, forma, localização e principais funções. Qual menisco teria maior probabilidade de estar
acometido nesta paciente?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 440-1.
 Luxação do joelho
Homem, 28 anos, deu entrada na emergência trazido pelo corpo de bombeiros, em decorrência de acidente automobilístico.
Após afastar outras comorbidades, foi avaliado pela ortopedia. À ectoscopia apresentava joelho direito com aparente
desalinhamento articular, embora sem edema local (Figura 9.5.1). O exame físico articular evidenciou luxação de joelho, com
lesão dos ligamentos colateral lateral e medial, cruzados anterior e posterior (Figura 9.5.2). O pulso pedioso ipsolateral
encontrava-se preservado, o que foi confirmado por arteriografia. A radiografia da região foi considerada normal (Figura 9.5.3),
o que afastou demais lesões. O paciente foi então imobilizado em calha gessada cruropodálica e internado para tratamento
cirúrgico.
Caso 9.5 Luxação do joelho
Homem, 28 anos, deu entrada na emergência trazido pelo corpo de bombeiros, em decorrência de acidente automobilístico.
Após afastar outras comorbidades, foi avaliado pela ortopedia. À ectoscopia apresentava joelho direito com aparente
desalinhamento articular, embora sem edema local (Figura 9.5.1). O exame físico articular evidenciou luxação de joelho, com
lesão dos ligamentos colateral lateral e medial, cruzados anterior e posterior (Figura 9.5.2). O pulso pedioso ipsolateral
encontrava-se preservado, o que foi confirmado por arteriografia. A radiografia da região foi considerada normal (Figura 9.5.3),
o que afastou demais lesões. O paciente foi então imobilizado em calha gessada cruropodálica e internado para tratamento
cirúrgico.
Figura 9.5.1 Imagem do paciente quando da sua chegada à emergência apresentando joelho direito com desalinhamento
articular e desvio em varo, sem edema associado. A posição encontrada é compatível com lesão dos ligamentos colaterais.
Figura 9.5.2 Imagem do exame físico, com Lachman anterior (A) e teste da gaveta anterior (B); teste de Lachman posterior
(C) e posteriorização passiva da tíbia (D), todos compatíveis com lesão dos ligamentos cruzados.
A)
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
E)
■
F)
■
■
Caso 9.6
Figura 9.5.3 Radiografia com incidência AP dos joelhos sem alterações evidentes.
Questões
Quais são a classificação e o tipo da articulação do joelho acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação, tornando-a menos suscetível a luxação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 428-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629-37.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 434-9.
A articulação luxada apresenta movimentos fora dos limites da normalidade. Quais são os movimentos normais dessa
articulação?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 442-3.
O paciente foi encontrado com aparente desvio em varo da articulação. Explique o significado dos termos valgo e varo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 656.
Como as estruturas ligamentares do joelho atuam para sua estabilidade em valgo ou varo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 631-7; 657-
8.
Durante os testes, foi evidenciado deslocamento excessivo da tíbia sobre o fêmur, tanto anteriormente quanto posteriormente.
Identifique as estruturas ligamentares responsáveis por essa estabilização.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 632-7; 657-
8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-42.
 Avulsão do ligamento colateral do joelho
Homem, 28 anos, chegou ao pronto-socorro em cadeira de rodas. Relata que escorregou meia hora antes, e de lá para cá não
conseguiu mais apoiar o membro inferior esquerdo. Durante a inspeção notou-se que apresentava edema articular e dor à
palpação da região lateral do joelho, em topografia de epicôndilo lateral (Figura 9.6.1). Quando realizado teste de estresse em
varo da articulação, ocorreu piora do quadrodoloroso. O ortopedista solicitou então radiografias do joelho, evidenciando fratura
por avulsão do epicôndilo lateral, sinal este indireto de lesão ligamentar (Figura 9.6.2). O paciente foi imobilizado em calha
cruropodálica e encaminhado para acompanhamento posterior.
Caso 9.6
A)
■
 Avulsão do ligamento colateral do joelho
Homem, 28 anos, chegou ao pronto-socorro em cadeira de rodas. Relata que escorregou meia hora antes, e de lá para cá não
conseguiu mais apoiar o membro inferior esquerdo. Durante a inspeção notou-se que apresentava edema articular e dor à
palpação da região lateral do joelho, em topografia de epicôndilo lateral (Figura 9.6.1). Quando realizado teste de estresse em
varo da articulação, ocorreu piora do quadro doloroso. O ortopedista solicitou então radiografias do joelho, evidenciando fratura
por avulsão do epicôndilo lateral, sinal este indireto de lesão ligamentar (Figura 9.6.2). O paciente foi imobilizado em calha
cruropodálica e encaminhado para acompanhamento posterior.
Figura 9.6.1 Imagem dos joelhos do paciente, apresentando edema no joelho esquerdo (linha tracejada).
Figura 9.6.2 Radiografias em axial de patela (A), com incidências AP (B) e oblíqua (C) do joelho esquerdo, evidenciando
fratura por avulsão ligamentar do epicôndilo lateral do joelho esquerdo (linhas tracejadas).
Questões
Quais são a classificação e o tipo da articulação do joelho acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629.
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
E)
■
■
F)
■
■
Caso 9.7
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 428-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629-37.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-41.
Durante a anamnese e o exame físico, foi sinalizada no caso a incapacidade para deambulação. Quais são os movimentos
dessa articulação, comprometidos pela dor?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 442-3.
O paciente apresentou dor quando do estresse em varo do joelho. Explique o termo joelho varo (genuvaro). Diferencie do
termo joelho valgo (genuvalgo).
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 656.
Quais estruturas articulares estão relacionadas com a estabilidade anterior, posterior, em varo e em valgo do joelho?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 631-7; 657-
8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-9.
Se a lesão fosse do ligamento colateral medial, haveria a possibilidade de lesão meniscal associada. Caracterize os meniscos
quanto a sua função, forma, localização e principais funções. Por que essa correlação não ocorre quando da lesão do
ligamento colateral lateral em relação ao menisco lateral?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-42.
 Entorse de tornozelo
Homem, 16 anos, deu entrada na emergência com quadro de dor no tornozelo esquerdo e respectiva impotência funcional.
Afirmou que tropeçou em uma calçada, tendo invertido excessivamente o pé. À inspeção notou-se edema na região lateral do
tornozelo esquerdo (Figura 9.7.1). À palpação apresentou dor local à frente e abaixo do maléolo lateral, com piora quando da
realização de teste de estresse em inversão do pé. Foram solicitadas radiografias, as quais não evidenciaram fraturas,
confirmando diagnóstico de entorse do tornozelo. Foram prescritos anti-inflamatório, imobilização em bota e acompanhamento
ambulatorial.
Caso 9.7
A)
■
B)
■
C)
■
■
■
D)
■
E)
■
F)
 Entorse de tornozelo
Homem, 16 anos, deu entrada na emergência com quadro de dor no tornozelo esquerdo e respectiva impotência funcional.
Afirmou que tropeçou em uma calçada, tendo invertido excessivamente o pé. À inspeção notou-se edema na região lateral do
tornozelo esquerdo (Figura 9.7.1). À palpação apresentou dor local à frente e abaixo do maléolo lateral, com piora quando da
realização de teste de estresse em inversão do pé. Foram solicitadas radiografias, as quais não evidenciaram fraturas,
confirmando diagnóstico de entorse do tornozelo. Foram prescritos anti-inflamatório, imobilização em bota e acompanhamento
ambulatorial.
Figura 9.7.1 Imagem do paciente, evidenciando edema (linhas tracejadas) localizado na região lateral do tornozelo
esquerdo.
Questões
A articulação tibiofibular distal atua na estabilidade do tornozelo, de tal forma que a sua lesão está correlacionada com
fraturas dessa articulação. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos das articulações tibiofibulares
(proximal, média e distal)?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 640-1.
Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação do tornozelo acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 642-4.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem as articulações tibiofibulares (proximal, média e distal) e do tornozelo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 430-
5; 454-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 640-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 436-7; 448-55.
O paciente relatou dor quando da palpação da região anteroinferior ao maléolo lateral. Que estrutura ligamentar foi
acometida?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 660-1.
No momento da realização do estresse em inversão do pé, ocorreu piora da dor local no tornozelo. Quais estruturas
ligamentares estabilizam o tornozelo na inversão e eversão?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 643-44;
660-1.
Que articulação é a principal responsável pelos movimentos de inversão e eversão do pé? O que deve ter ocorrido neste caso
para gerar uma entorse de tornozelo?
■
■
Caso 9.8
A)
■
B)
■
C)
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 660-1.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 456-7.
 Fratura do tornozelo
Mulher, 37 anos, chegou à emergência de ortopedia em cadeira de rodas, após queda. Relatou que desde então não conseguia
mais apoiar o pé no chão. À inspeção, observaram-se deformidade e edema em tornozelo direito (Figura 9.8.1). Radiografias
evidenciaram fraturas do maléolo medial e da fíbula, sendo a última localizada acima da articulação tibiofibular distal (Figura
9.8.2). A paciente foi imobilizada em calha gessada tipo bota e internada para tratamento cirúrgico.
Figura 9.8.1 Imagens do tornozelo direito, com edema e deformidadelocal.
Figura 9.8.2 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do tornozelo direito, com fratura do maléolo medial e
suprassindesmal da fíbula, com abertura da articulação tibiofibular distal.
Questões
A paciente apresentou lesão da articulação tibiofibular distal, relacionada com a fratura do tornozelo. Quais são a
classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação tibiofibular (proximal, média e distal)?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 640-3.
Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação do tornozelo, acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 642-3.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem a articulação tibiofibular (proximal, média e distal) e do tornozelo.
Caso 9.8
A)
■
B)
■
C)
■
■
■
 Fratura do tornozelo
Mulher, 37 anos, chegou à emergência de ortopedia em cadeira de rodas, após queda. Relatou que desde então não conseguia
mais apoiar o pé no chão. À inspeção, observaram-se deformidade e edema em tornozelo direito (Figura 9.8.1). Radiografias
evidenciaram fraturas do maléolo medial e da fíbula, sendo a última localizada acima da articulação tibiofibular distal (Figura
9.8.2). A paciente foi imobilizada em calha gessada tipo bota e internada para tratamento cirúrgico.
Figura 9.8.1 Imagens do tornozelo direito, com edema e deformidade local.
Figura 9.8.2 Radiografia com incidência AP (A) e em perfil (B) do tornozelo direito, com fratura do maléolo medial e
suprassindesmal da fíbula, com abertura da articulação tibiofibular distal.
Questões
A paciente apresentou lesão da articulação tibiofibular distal, relacionada com a fratura do tornozelo. Quais são a
classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação tibiofibular (proximal, média e distal)?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 640-3.
Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação do tornozelo, acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 642-3.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem a articulação tibiofibular (proximal, média e distal) e do tornozelo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 430-
5; 454-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 640-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
D)
■
Caso 9.9
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 436-7; 448-55.
Neste tipo de fratura do tornozelo ocorreu a fratura do maléolo medial, em vez da lesão do ligamento deltoide, como em
alguns casos. O complexo ligamentar lateral foi preservado. De que maneira estes ligamentos estabilizam o tornozelo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 643-4; 660-
1.
 Fratura-luxação da articulação do mediopé
Homem, 38 anos, deu entrada na emergência após acidente de trabalho, no qual uma ferramenta pesada caiu sobre seu pé
esquerdo. À inspeção, apresentava desalinhamento dos dedos e deformidade no pé, com ferida local (Figura 9.9.1). As
radiografias evidenciaram fratura com luxação da articulação do mediopé (articulação de Lisfranc), além de fratura do terceiro
metatarso e luxação da articulação metatarsofalângica do quarto dedo (Figura 9.9.2). O paciente foi encaminhado ao centro
cirúrgico para redução das luxações e tratamento da fratura exposta do metatarso, fixadas com fios percutâneos.
Figura 9.9.1 Imagem do pé esquerdo do paciente apresentando-se alargado em decorrência da fratura-luxação, com
sangramento local e perda do alinhamento dos dedos.
Figura 9.9.2 Radiografia do pé esquerdo em oblíqua (A) e com incidência AP (B), evidenciando: 1. perda do alinhamento da
borda medial do quarto metatarso com a borda medial do cuboide em (A); 2. perda do alinhamento entre as bordas mediais
do segundo metatarso e cuneiforme médio (B), que caracterizam a fratura-luxação de Lisfranc; 3. fratura do terceiro
metatarso e luxação da articulação metatarsofalângica do 4o dedo.
Questões
Caso 9.9
A)
■
B)
■
 Fratura-luxação da articulação do mediopé
Homem, 38 anos, deu entrada na emergência após acidente de trabalho, no qual uma ferramenta pesada caiu sobre seu pé
esquerdo. À inspeção, apresentava desalinhamento dos dedos e deformidade no pé, com ferida local (Figura 9.9.1). As
radiografias evidenciaram fratura com luxação da articulação do mediopé (articulação de Lisfranc), além de fratura do terceiro
metatarso e luxação da articulação metatarsofalângica do quarto dedo (Figura 9.9.2). O paciente foi encaminhado ao centro
cirúrgico para redução das luxações e tratamento da fratura exposta do metatarso, fixadas com fios percutâneos.
Figura 9.9.1 Imagem do pé esquerdo do paciente apresentando-se alargado em decorrência da fratura-luxação, com
sangramento local e perda do alinhamento dos dedos.
Figura 9.9.2 Radiografia do pé esquerdo em oblíqua (A) e com incidência AP (B), evidenciando: 1. perda do alinhamento da
borda medial do quarto metatarso com a borda medial do cuboide em (A); 2. perda do alinhamento entre as bordas mediais
do segundo metatarso e cuneiforme médio (B), que caracterizam a fratura-luxação de Lisfranc; 3. fratura do terceiro
metatarso e luxação da articulação metatarsofalângica do 4o dedo.
Questões
Ocorreu neste caso acometimento da articulação tarsometatarsal. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de
movimentos das articulações talocalcânea, transversa do tarso e tarsometatarsal?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 644-6.
As radiografias apresentadas evidenciaram perda do alinhamento articular local. Cite as estruturas ósseas e ligamentares que
compõem as articulações: talocalcânea (ou subtalar), transversa do tarso (ou de Chopart) e tarsometatarsal (ou de Lisfranc).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 448-
■
■
C)
■
■
■
Caso 9.10
55.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 644-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 454-5.
 A fratura-luxação levou a um alargamento do pé, relacionado com perda da sustentação do respectivo arco transverso. Cite
as estruturas ósseas, ligamentares e musculares que o sustentam, assim como aos arcos plantar medial e lateral.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 456-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 650-1; 662-
3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 458-61.
 Pé cavo
Mulher, 63 anos, procurou ambulatório de ortopedia com queixa de dor nos pés. Relatou que seus pés diminuíram de tamanho,
e que ela agora tem dificuldade em utilizar calçados por causa da dor na região plantar. À inspeção apresentava pés cavos com
dedos em garra, além de calosidades na região dorsal dos dedos e na região plantar (Figura 9.10.1). Ao exame físico queixou-se
de dor à palpação plantar da base dos metatarsos, com garra dos dedos flexível e redutível passivamente. Radiografias dos pés
com carga evidenciaram adução e flexão plantar do antepé (Figura 9.10.2), confirmando a suspeita diagnóstica de pé cavo.
Foram receitados anti-inflamatórios, fisioterapia e palmilha,com melhora da sintomatologia.
Figura 9.10.1 Imagem dos pés, com dedos em garra e aumento do arco longitudinal medial bilateralmente.
Figura 9.10.2 Radiografia dos pés em ortostática com incidência AP (A) e em perfil (B), evidenciando: 1. adução do antepé,
pior à esquerda (A); 2. ângulo entre o calcâneo e o solo maior que 30°, característico do pé cavo (B).
Questões
Caso 9.10
A)
■
B)
■
■
■
C)
■
 Pé cavo
Mulher, 63 anos, procurou ambulatório de ortopedia com queixa de dor nos pés. Relatou que seus pés diminuíram de tamanho,
e que ela agora tem dificuldade em utilizar calçados por causa da dor na região plantar. À inspeção apresentava pés cavos com
dedos em garra, além de calosidades na região dorsal dos dedos e na região plantar (Figura 9.10.1). Ao exame físico queixou-se
de dor à palpação plantar da base dos metatarsos, com garra dos dedos flexível e redutível passivamente. Radiografias dos pés
com carga evidenciaram adução e flexão plantar do antepé (Figura 9.10.2), confirmando a suspeita diagnóstica de pé cavo.
Foram receitados anti-inflamatórios, fisioterapia e palmilha, com melhora da sintomatologia.
Figura 9.10.1 Imagem dos pés, com dedos em garra e aumento do arco longitudinal medial bilateralmente.
Figura 9.10.2 Radiografia dos pés em ortostática com incidência AP (A) e em perfil (B), evidenciando: 1. adução do antepé,
pior à esquerda (A); 2. ângulo entre o calcâneo e o solo maior que 30°, característico do pé cavo (B).
Questões
O pé cavo causa alterações nas articulações do pé. Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimentos das
articulações talocalcânea, transversa do tarso e tarsometatarsal?
 Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 644-6.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem as articulações talocalcânea (ou subtalar), transversa do tarso (ou de
Chopart) e tarsometatarsal (ou de Lisfranc).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 448-
55.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 644-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 454-5.
O pé cavo ocasiona a elevação do arco longitudinal. Cite as estruturas ósseas, ligamentares e musculares que o sustentam,
assim como as que sustentam o arco transverso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 456-
■
■
D)
■
■
E)
■
■
Caso 9.11
A)
■
■
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 650-1; 662-
3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 458-61.
Correlacione a dor da paciente com a impressão plantar originada pelo pé cavo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 456-
7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 458-61.
A paciente apresentava, à inspeção, dedos em garra. Quais alterações articulares formam a garra dos dedos, e de que modo
ela pode colaborar com a dor da paciente em questão?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 650-1;662-
3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 462-3.
 Pé plano
Criança, 3 anos, sexo feminino, foi encaminhada para ortopedista pediátrico para avaliação de pé. Os pais afirmam que a
criança apresenta alguma dificuldade ao correr em função de alteração no “formato da planta do pé”. Foi solicitado teste da
impressão plantar (Figura 9.11.1) que confirmou suspeita de pé plano. Em função da idade tenra da paciente, optou-se por
conduta expectante.
Figura 9.11.1 Teste da impressão plantar.
Questões
Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimento das articulações talocalcânea (subtalar), transversa do tarso e
tarsometatarsal?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
13.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Caso 9.11
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
Caso 9.12
 Pé plano
Criança, 3 anos, sexo feminino, foi encaminhada para ortopedista pediátrico para avaliação de pé. Os pais afirmam que a
criança apresenta alguma dificuldade ao correr em função de alteração no “formato da planta do pé”. Foi solicitado teste da
impressão plantar (Figura 9.11.1) que confirmou suspeita de pé plano. Em função da idade tenra da paciente, optou-se por
conduta expectante.
Figura 9.11.1 Teste da impressão plantar.
Questões
Quais são a classificação, o tipo e a amplitude de movimento das articulações talocalcânea (subtalar), transversa do tarso e
tarsometatarsal?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
13.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 420-3.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem as articulações talocalcânea, transversa do tarso e tarsometatarsal.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 408-
13.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 625-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 422-5.
Cite as estruturas ósseas, ligamentares e musculares que sustentam os arcos longitudinais e transverso do pé. Pelo teste de
impressão plantar, qual pé desta criança é plano? Qual arco plantar é acometido no pé plano?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 621-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 424-5.
 Lesão meniscal e do ligamento cruzado do joelho
Caso 9.12
A)
■
B)
 Lesão meniscal e do ligamento cruzado do joelho
Homem, 32 anos, procurou ambulatório de ortopedia, devido a instabilidade em joelho direito. Relata que há 2 anos, durante
partida de futebol, sofreu uma entrada desleal, e desde então sente o joelho falsear para algumas atividades e dor esporádica,
mais quando realiza a rotação da perna. Na época da lesão, foi tratado de forma conservadora, com imobilização local. Ao
exame físico, observaram-se teste de estresse em varo ou valgo sem anormalidades, teste de gaveta anterior positivo, e teste
meniscal positivo para o menisco medial. Foi solicitada RM de joelho, a qual confirmou lesão do ligamento cruzado anterior e
do corno posterior do menisco medial (Figuras 9.12.1 e 9.12.2). O paciente foi encaminhado para realização de cirurgia eletiva
de reconstrução ligamentar e meniscectomia parcial.
Figura 9.12.1 RM com corte sagital em T1 (A) e em T2 (B), evidenciando área onde deveria estar localizado o ligamento
cruzado anterior (seta), o qual se encontra ausente devido a lesão.
Figura 9.12.2 RM do joelho em T2 com corte sagital (A) e coronal (B), evidenciando traço hiperintenso de lesão no interior
do menisco medial(linha tracejada).
Questões
Quais são a classificação e o tipo da articulação do joelho acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação.
■
■
■
C)
■
■
D)
■
E)
■
■
F)
■
■
Caso 9.13
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 428-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-41.
Quais são normalmente os movimentos dessa articulação, comprometidos pelas queixas de instabilidade e dor do paciente?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 442-3.
O paciente não apresentou dor quando da realização do estresse em varo ou valgo. Explique os termos joelho varo (genuvaro)
e joelho valgo (genuvalgo).
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 656.
O paciente apresentava instabilidade, com teste da gaveta anterior positivo. Quais estruturas ligamentares estabilizam o
joelho nas direções anterior, posterior, em varo e em valgo? Como é realizado este teste, e com qual ligamento ele se
relaciona?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 631-7; 657-
8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-9.
O paciente apresentou testes meniscais positivos, com RM confirmando a lesão do menisco medial. Caracterize os meniscos
quanto a sua função, forma, localização e principais funções.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-42.
 Instabilidade femoropatelar
Adolescente, sexo feminino, procurou ambulatório de ortopedia, com queixa de sair o joelho esquerdo do lugar
esporadicamente. Tal situação se repetiu na última semana, quando, durante partida de vôlei, teve novo episódio, tendo sido
procurado atendimento de emergência e realizada imobilização com tala gessada, com orientação de procurar ambulatório
ortopédico. Ao exame físico, nota-se área peripatelar medial ao joelho esquerdo dolorosa à palpação, e à realização de flexão do
joelho, observa-se tendência a lateralização da patela em relação ao sulco troclear do fêmur. Foi solicitada TC do joelho, a qual
confirmou a lateralização patelar esquerda (Figura 9.13.1); a análise da medida TA-GT (distância entre o sulco troclear e a
tuberosidade da tíbia na TC) (Figura 9.13.2) e da altura da patela em relação ao joelho (Figura 9.13.3) fechou o diagnóstico de
instabilidade femoropatelar. A paciente foi encaminhada para o tratamento cirúrgico eletivo.
Caso 9.13 Instabilidade femoropatelar
Adolescente, sexo feminino, procurou ambulatório de ortopedia, com queixa de sair o joelho esquerdo do lugar
esporadicamente. Tal situação se repetiu na última semana, quando, durante partida de vôlei, teve novo episódio, tendo sido
procurado atendimento de emergência e realizada imobilização com tala gessada, com orientação de procurar ambulatório
ortopédico. Ao exame físico, nota-se área peripatelar medial ao joelho esquerdo dolorosa à palpação, e à realização de flexão do
joelho, observa-se tendência a lateralização da patela em relação ao sulco troclear do fêmur. Foi solicitada TC do joelho, a qual
confirmou a lateralização patelar esquerda (Figura 9.13.1); a análise da medida TA-GT (distância entre o sulco troclear e a
tuberosidade da tíbia na TC) (Figura 9.13.2) e da altura da patela em relação ao joelho (Figura 9.13.3) fechou o diagnóstico de
instabilidade femoropatelar. A paciente foi encaminhada para o tratamento cirúrgico eletivo.
Figura 9.13.1 TC dos joelhos em repouso, evidenciando lateralização da patela esquerda no sulco troclear do fêmur (seta).
Figura 9.13.2 TC dos joelhos para análise da medida existente entre o eixo do sulco troclear e o eixo da tuberosidade da
tíbia (medida TA-GT): é considerada normal medida até 20 mm, tendo sido evidenciada medida direita com 12 mm de
distância e, à esquerda, 26 mm de distância, esta última confirmando o diagnóstico de instabilidade femoropatelar.
A)
■
B)
■
■
■
C)
■
D)
■
■
Figura 9.13.3 TC do joelho esquerdo em reconstrução no plano sagital, evidenciando patela alta através do índice patelar
(A/B > 1,2). Neste caso o índice foi de 1,3.
Questões
Quais são a classificação e o tipo da articulação do joelho acometida no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629.
Cite as estruturas ósseas e ligamentares que compõem essa articulação.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 428-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629-37.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 438-41.
O ângulo TA-GT é a medida da distância entre a tuberosidade da tíbia (TA) e o sulco troclear (GT) na TC, sendo considerada
normal até 20 mm. Esta é considerada a medida mais real do ângulo “Q” do joelho. A paciente apresenta no caso ângulo
TA-GT de 21 mm em joelho esquerdo. O que é o ângulo “Q” do joelho? Por que o mesmo favorece a lateralização da
patela, como no caso 9.13? Qual músculo pode se contrapor a esta lateralização?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 629; 631;
657.
A altura da patela é um fator importante para a instabilidade. A paciente apresenta patela alta à esquerda, tendo sido indicado,
neste caso, o abaixamento cirúrgico da tuberosidade da tíbia. Como funciona a articulação, quando da flexo-extensão do
joelho? De que maneira a correção cirúrgica da altura patelar influencia no encaixe da patela no sulco troclear, melhorando
a instabilidade?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 637-8; 657.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 435; 441-3.
Caso 10.1
A)
■
Torcicolo muscular anterior
Mulher, 42 anos, procurou ambulatório ortopédico com queixa de dor à movimentação da cabeça. À inspeção, sinalizou dor em
topografia da região anterolateral do pescoço à esquerda (Figura 10.1.1). Ao exame físico foi observada piora da dor quando da
inclinação ipsolateral e rotação contralateral da cabeça, confirmando quadro de torcicolo. Em razão da dor intensa, foi realizada
imobilização com colar cervical (Figura 10.1.2) e foram prescritos medicação anti-inflamatória e relaxante muscular, com
melhora posterior do quadro clínico.
Figura 10.1.1 Imagem da inspeção da paciente, em que ela sinaliza a área de dor, em topografia de região anterolateral de
pescoço esquerdo.
Figura 10.1.2 Imagem da imobilização em colar cervical da região do pescoço, em vista anterior e de perfil.
Questões
A paciente apresentou torcicolo. Descreva as camadas musculares do pescoço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3aedição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 618-
23.
■
■
B)
■
■
■
Caso 10.2
A)
■
■
■
B)
■
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 974-81;
988-90.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7.
Identifique, com base no exame físico da paciente, o provável músculo acometido.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 618-
23.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 974-81;
988-90.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7.
 Doença de Graves
Mulher, 23 anos, procurou auxílio médico. Relatou perda de peso, irritabilidade, sudorese fria e insônia associada a edema no
pescoço, com 6 meses de evolução. À inspeção apresentava tumefação na região anterior do pescoço. Ao exame físico foi
constatado aumento difuso da glândula tireoide à palpação, associada a exoftalmia e hiper-reflexia do reflexo aquileu,
caracterizando doença de Graves. Encaminhada para cirurgia, foi realizada ressecção da tireoide (tireoidectomia) (Figura
10.2.1).
Figura 10.2.1 Imagem do ato operatório, em que se observa glândula tireoide aumentada de tamanho (A), e região do
pescoço após a sua ressecção (B).
Questões
A glândula tireoide, quando aumentada, não pode se expandir superiormente por causa da fixação muscular. Cite as
musculaturas supra-hióidea, infra-hióidea e pré-vertebral do pescoço, com origem, inserção e ação principal de cada
músculo. Quais destes músculos impedem essa progressão?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 618-
23.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 988-90.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7.
Para a ressecção total da glândula, quais músculos devem ser afastados durante a cirurgia?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 636-
40.
Caso 10.2
A)
■
■
■
B)
■
■
Caso 10.3
 Doença de Graves
Mulher, 23 anos, procurou auxílio médico. Relatou perda de peso, irritabilidade, sudorese fria e insônia associada a edema no
pescoço, com 6 meses de evolução. À inspeção apresentava tumefação na região anterior do pescoço. Ao exame físico foi
constatado aumento difuso da glândula tireoide à palpação, associada a exoftalmia e hiper-reflexia do reflexo aquileu,
caracterizando doença de Graves. Encaminhada para cirurgia, foi realizada ressecção da tireoide (tireoidectomia) (Figura
10.2.1).
Figura 10.2.1 Imagem do ato operatório, em que se observa glândula tireoide aumentada de tamanho (A), e região do
pescoço após a sua ressecção (B).
Questões
A glândula tireoide, quando aumentada, não pode se expandir superiormente por causa da fixação muscular. Cite as
musculaturas supra-hióidea, infra-hióidea e pré-vertebral do pescoço, com origem, inserção e ação principal de cada
músculo. Quais destes músculos impedem essa progressão?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 618-
23.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 988-90.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7.
Para a ressecção total da glândula, quais músculos devem ser afastados durante a cirurgia?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 636-
40.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7.
 Fratura de mandíbula
Homem, 25 anos, deu entrada em serviço de emergência após acidente automobilístico. Ao exame, apresentava-se lúcido, com
edema em região mandibular direita, a qual piorava à palpação. A radiografia evidenciou fratura sem desvio do ramo
mandibular direito (Figura 10.3.1). Foi encaminhado para avaliação e tratamento pela cirurgia bucomaxilofacial.
Caso 10.3
A)
■
■
■
B)
■
■
■
Caso 10.4
 Fratura de mandíbula
Homem, 25 anos, deu entrada em serviço de emergência após acidente automobilístico. Ao exame, apresentava-se lúcido, com
edema em região mandibular direita, a qual piorava à palpação. A radiografia evidenciou fratura sem desvio do ramo
mandibular direito (Figura 10.3.1). Foi encaminhado para avaliação e tratamento pela cirurgia bucomaxilofacial.
Figura 10.3.1 Radiografia com incidência PA de crânio (zoom da região mandibular), com solução de continuidade em
região de ramo mandibular direito (linha tracejada).
Questões
A fratura local levou à incapacidade de mexer com a boca, afetando a função da musculatura da mastigação. Cite cada um
desses músculos, assim como suas fixações e ações.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 522-
3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 911-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 66-9.
Pela inserção dessa musculatura na mandíbula, justifique a ausência de desvio da fratura neste caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 522-
3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 912-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7.
 Paralisia facial
Mulher, 52 anos, procurou ambulatório médico queixando-se de alteração em parte da face. Relata que o sintoma se estabeleceu
após episódio de parestesia em dimídio direito e perda súbita da consciência 24 horas antes. Ao exame físico, apresentava
exame neurológico normal, exceto por diminuição do sulco nasolabial direito, desvio da comissura labial para a esquerda
(Figura 10.4.1), fechando o diagnóstico de paralisia facial central discreta. Após orientação foi encaminhada para fisioterapia.
Caso 10.4
A)
■
■
■
B)
■
■
■
Caso 10.5
 Paralisia facial
Mulher, 52 anos, procurou ambulatório médico queixando-se de alteração em parte da face. Relata que o sintoma se estabeleceu
após episódio de parestesia em dimídio direito e perda súbita da consciência 24 horas antes. Ao exame físico, apresentava
exame neurológico normal, exceto por diminuição do sulco nasolabial direito, desvio da comissura labial para a esquerda
(Figura 10.4.1), fechando o diagnóstico de paralisia facial central discreta. Após orientação foi encaminhada para fisioterapia.
Figura 10.4.1 Imagem da paciente com a boca fechada (A) e ao sorrir (B), apresentando diminuição do sulco nasolabial
direito e desvio da comissura labial para a esquerda. A paciente consegue enrugar a testa e fechar os olhos.
Questões
A alteração da expressão facial é derivada da ação dos músculos locais. Cite as inserções e ações principais da musculatura
da face – separados por atuação sobre as regiões da fronte, órbita, nariz, boca e bochechas.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 520-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2014. p. 837-42.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 62-5.
Esse tipo de paralisia facial é direita ou esquerda, central ou periférica? Explique por que a paciente encontra-se com tal
expressão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 544-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 854; 856-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e
Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 108-9.
 Torcicolo muscular posterior
Mulher, 58 anos, costureira, buscou assistência médica com queixa de dor intensa na região posterior da cabeça, com 2 dias de
evolução. Afirmou que há 1 mês aumentou sua atividade laboral. Negou trauma e/ou queda. Ao exame físico, apresentou-se
sem dor à palpação de processos espinhosos, mas com dor à palpação de musculatura cervical posterior e contratura local, com
piora à extensão do pescoço, confirmando a hipótese de torcicolo posterior. Devido ao quadro doloroso intenso, foram
realizadas imobilização em colar cervical (Figura 10.5.1) e prescrição de anti-inflamatório e relaxante muscular, com melhora
Caso 10.5
A)
■
■
■
B)
■
Caso 10.6
 Torcicolo muscular posterior
Mulher, 58 anos, costureira, buscou assistência médica com queixa de dor intensa na região posterior da cabeça, com 2 dias de
evolução. Afirmou que há 1 mês aumentou sua atividade laboral. Negou trauma e/ou queda. Ao exame físico, apresentou-se
sem dor à palpação de processos espinhosos, mas com dor à palpação de musculatura cervical posterior e contratura local, com
piora à extensão do pescoço, confirmando a hipótese de torcicolo posterior. Devido ao quadro doloroso intenso, foram
realizadas imobilização em colar cervical (Figura 10.5.1) e prescrição de anti-inflamatório e relaxante muscular, com melhora
posterior do quadro clínico.
Figura 10.5.1 Imagem da imobilização em colar cervical da região do pescoço, em vista anterior e de perfil.
Questões
A paciente apresenta dor na região da cabeça e do pescoço, relacionada com a musculatura local. Identifique os músculos da
região da nuca, com as respectivas inserções.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 622-
3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 480; 488-
90.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 148-9.
Pelas ações dessa musculatura na coluna cervical, justifique a piora do quadro clínico com a extensão do pescoço.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 486; 490.
 Fratura de clavícula
Homem, 35 anos, deu entrada em emergência após queda de moto, com queixa de dor em clavícula esquerda. Ao exame físico,
visualizou-se deformidade local e dor à palpação no terço médio da clavícula, tendo sido solicitadas radiografias, as quais
apresentaram fratura de clavícula esquerda desviada (Figura 10.6.1). Devido ao grau de desvio inicial dos fragmentos, foi
indicado tratamento cirúrgico, com redução aberta da fratura e colocação de placa e parafusos no local (Figura 10.6.2).
Caso 10.6
A)
■
B)
■
C)
■
D)
 Fratura de clavícula
Homem, 35 anos, deu entrada em emergência após queda de moto, com queixa de dor em clavícula esquerda. Ao exame físico,
visualizou-se deformidade local e dor à palpação no terço médio da clavícula, tendo sido solicitadas radiografias, as quais
apresentaram fratura de clavícula esquerda desviada (Figura 10.6.1). Devido ao grau de desvio inicial dos fragmentos, foi
indicado tratamento cirúrgico, com redução aberta da fratura e colocação de placa e parafusos no local (Figura 10.6.2).
Figura 10.6.1 Radiografia da clavícula em incidência AP com imagem de fratura cominutiva do terço médio da clavícula com
desvio importante dos fragmentos.
Figura 10.6.2 Radiografia no pós-operatório da clavícula em incidência AP com imagem da redução da fratura e
osteossíntese com placa e parafusos.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura superficial do pescoço com fixação na clavícula.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 980.
Identifique as regiões cervicais originadas pelas margens dos músculos descritos acima.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 978-9; 981-
2.
Pela ação muscular e demais interações locais, explique o desvio dos fragmentos da fratura da clavícula.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679.
Se este paciente não tivesse sido operado, provavelmente haveria déficit de movimentação local. Através da função
clavicular relacionada à mobilidade do membro superior, justifique a necessidade do tratamento cirúrgico neste caso.
■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 668; 670.
Caso 11.1 Hérnia femoral
Mulher, 65 anos, foi admitida no hospital com histórico de aparecimento de tumefação na virilha há 6 meses, a qual apresenta
dor e aumento de volume local há 2 dias. No exame físico, foi percebida hérnia não redutível na virilha direita (Figura 11.1.1),
situada abaixo e lateral ao tubérculo púbico, associada a sinais flogísticos. Foi encaminhada ao centro cirúrgico, sendo
identificado estrangulamento de alça intestinal com necrose local (Figura 11.1.2). Foi realizada ressecção da área necrótica e
anastomose terminoterminal (Figura 11.1.3) com melhora da sintomatologia.
Figura 11.1.1 Imagem da região inguinal antes do ato operatório, com tumefação e eritema à direita, de frente (A) e de perfil
(B) (linhas tracejadas).
Figura 11.1.2 Imagem durante ato operatório, com visualização do saco herniário (A) e da área de necrose na alça de
intestino delgado (B).
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
Caso 11.2
Figura 11.1.3 Imagem do final do ato operatório, com visualização da anastomose terminoterminal na alça intestinal.
Questões
Diferencie a hérnia abdominal da femoral ocorrida neste caso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 197; 556-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-9.
Qual a patogênese da hérnia femoral?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 556-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-3.
Para o tratamento cirúrgico da paciente foi necessário o conhecimento das estruturas anatômicas ali existentes. Descreva o
canal femoral e o anel femoral, com suas paredes e limites.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 150-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 547-50.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 208-9.
 Hérnia inguinal indireta
Homem, 18anos, estivador, procurou ambulatório médico queixando-se de aumento do volume testicular há 2 meses. Relata
que durante o trabalho carrega bastante peso ao descarregar os navios. Ao exame físico, notou-se aumento do escroto quando o
paciente realizou manobras para aumento da pressão intra-abdominal, como a manobra de Valsalva (Figura 11.2.1). O
diagnóstico de hérnia inguinal foi então confirmado pela palpação do saco herniário no anel inguinal superficial, quando da
manobra de Valsalva. O paciente foi encaminhado para tratamento cirúrgico.
Caso 11.2
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
 Hérnia inguinal indireta
Homem, 18 anos, estivador, procurou ambulatório médico queixando-se de aumento do volume testicular há 2 meses. Relata
que durante o trabalho carrega bastante peso ao descarregar os navios. Ao exame físico, notou-se aumento do escroto quando o
paciente realizou manobras para aumento da pressão intra-abdominal, como a manobra de Valsalva (Figura 11.2.1). O
diagnóstico de hérnia inguinal foi então confirmado pela palpação do saco herniário no anel inguinal superficial, quando da
manobra de Valsalva. O paciente foi encaminhado para tratamento cirúrgico.
Figura 11.2.1 Imagem do exame físico, em que se observa o escroto em tamanho normal (A) e aumentado (B) durante a
manobra de Valsalva.
Questões
Defina a hérnia inguinal indireta, como no caso deste paciente. Qual a sua patogênese?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-9.
Para o tratamento deste caso fez-se necessário o conhecimento das estruturas anatômicas locais. Descreva o canal inguinal e
os anéis inguinais, com paredes e limites.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 150-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 202-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 208-9.
Qual a diferença entre o trajeto das hérnias inguinal direta e indireta?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-3.
O diagnóstico do tipo de hérnia foi esclarecido pela palpação do saco herniário no anel inguinal superficial. Explique como,
pela palpação local, pode-se distinguir a hérnia inguinal direta da indireta.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
■
■
Caso 11.3
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
■
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-3.
 Hérnia inguinal direta bilateral
Homem, 43 anos, caminhoneiro, procurou ambulatório médico queixando-se de aumento de volume na região púbica há 6
meses, que piorava ao carregar peso. Ao exame físico, notou-se tumefação bilateral na região púbica, a qual piorou quando o
paciente realizou manobras para aumento da pressão intra-abdominal, como a manobra de Valsalva (Figura 11.3.1); o
diagnóstico de hérnia inguinal foi então confirmado. O paciente foi encaminhado para tratamento cirúrgico.
Figura 11.3.1 Imagem do exame físico, em que se observa região púbica já aumentada (A), e durante manobra de Valsalva,
com piora da tumefação local (B).
Questões
O que é uma hérnia inguinal? Qual a sua patogênese?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-9.
Para o tratamento da hérnia inguinal direta, é importante o conhecimento do trígono inguinal. Quais são seu conteúdo e
limites?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 201-2; 213-
4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 208-11.
Qual a diferença entre o trajeto das hérnias inguinal direta e indireta?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-3.
Caso 11.3
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
■
D)
■
 Hérnia inguinal direta bilateral
Homem, 43 anos, caminhoneiro, procurou ambulatório médico queixando-se de aumento de volume na região púbica há 6
meses, que piorava ao carregar peso. Ao exame físico, notou-se tumefação bilateral na região púbica, a qual piorou quando o
paciente realizou manobras para aumento da pressão intra-abdominal, como a manobra de Valsalva (Figura 11.3.1); o
diagnóstico de hérnia inguinal foi então confirmado. O paciente foi encaminhado para tratamento cirúrgico.
Figura 11.3.1 Imagem do exame físico, em que se observa região púbica já aumentada (A), e durante manobra de Valsalva,
com piora da tumefação local (B).
Questões
O que é uma hérnia inguinal? Qual a sua patogênese?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-9.
Para o tratamento da hérnia inguinal direta, é importante o conhecimento do trígono inguinal. Quais são seu conteúdo e
limites?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 201-2; 213-
4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 208-11.
Qual a diferença entre o trajeto das hérnias inguinal direta e indireta?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 154-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-3.
Durante o exame físico foi realizada a palpação do anel inguinal superficial, o que ajudou no diagnóstico de hérnia inguinal
direta. Explique como, por meio da palpação, pode-se diferenciar a hérnia inguinal direta da indireta.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2017. p. 146-
■
■
Caso 11.4
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 212-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212-3.
 Ascite
Homem, 35 anos, portador de insuficiência hepática, estava internado na emergência. Apresentava à inspeção dispneia,
associada ao aumento do volume abdominal e protrusão umbilical (Figura 11.4.1). Durante exame físico foi notado sinal do
piparote (percussão do abdome em decúbito dorsal com aparecimento de onda líquida no lado oposto ao da percussão), que
evidenciou ascite. Realizou-se paracentese de alívio (drenagem do líquido ascítico), com melhora imediata da dispneia.
Figura 11.4.1 Imagem do paciente em decúbito dorsal (A) e sentado (B), evidenciando aumento do volume abdominal e
protrusão umbilical, compatível com ascite e hérnia umbilical associada.
Questões
Cite as origens, inserções e ações principais da musculatura da parede abdominal anterolateral (incluindo os músculos
piramidal e cremáster).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
51.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 187-92.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 150-3.
Explique a formação da bainha do músculo reto do abdome acima e abaixo do umbigo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 192-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 153.
Localize as linhas alba, semilunares e arqueadas. Como essas linhas são formadas?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 187; 191-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 152-3.
Caso 11.4
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
■
 Ascite
Homem, 35 anos, portador de insuficiência hepática, estava internado na emergência. Apresentava à inspeção dispneia,
associada ao aumento do volume abdominal e protrusão umbilical (Figura 11.4.1). Durante exame físico foi notado sinal do
piparote (percussão do abdome em decúbito dorsal com aparecimento de onda líquida no lado oposto ao da percussão), que
evidenciou ascite. Realizou-se paracentese de alívio (drenagem do líquido ascítico), com melhora imediata da dispneia.
Figura 11.4.1 Imagem do paciente em decúbito dorsal (A) e sentado (B), evidenciando aumento do volume abdominal e
protrusão umbilical, compatível com ascite e hérnia umbilical associada.
Questões
Cite as origens, inserções e ações principais da musculatura da parede abdominal anterolateral (incluindo os músculos
piramidal e cremáster).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
51.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 187-92.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 150-3.
Explique a formação da bainha do músculo reto do abdome acima e abaixo do umbigo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 192-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 153.
Localize as linhas alba, semilunares e arqueadas. Como essas linhas são formadas?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 187; 191-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 152-3.
Onde você inseriria o trocarte e a cânula para a drenagem? Cite as estruturas anatômicas que seriam atravessadas pela cânula.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 191.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
E)
■
Caso 11.5
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Caso 11.6
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 153.
Como ocorreu a ascite neste caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 197.
 Pneumonia e DPOC
Mulher, 68 anos, tabagista há 50 anos e portadora de dispneia aos esforços por DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica),
buscou assistência médica com queixa de piora da dispneia (aos mínimos esforços) e tosse com expectoração há 4 dias. Ao
exame físico, apresentava esforço respiratório com tiragem intercostal, além de estertores crepitantes à ausculta e murmúrio
diminuído em bases. Foi solicitada radiografia de tórax, que evidenciou hiperinsuflação, aumento dos espaços intercostais,
rebaixamento diafragmático e coração em “gota”, associado a velamento bilateral dos seios costofrênicos (Figura 11.5.1). A
paciente foi internada para tratamento de pneumonia comunitária com antibioticoterapia venosa e suporte clínico.
Figura 11.5.1 Radiografia de tórax com incidência PA com hiperinsuflação, aumento dos espaços intercostais, rebaixamento
diafragmático e coração em “gota” (DPOC), associado a velamento bilateral dos seios costofrênicos (pneumonia).
Questões
A paciente apresentava dispneia com esforço respiratório e tiragem intercostal ao exame físico. Cite as origens, inserções e
ações principais dos músculos próprios do tórax (inclua o diafragma) que estão envolvidos com a respiração.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 62-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 86-91.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-9.
No momento do exame a paciente demonstrou uma posição na qual, apoiada em uma mesa, conseguia melhorar a falta de ar,
nos momentos difíceis. Justifique este achado clínico.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 96.
Quais músculos do pescoço provavelmente estavam atuando na respiração da paciente? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 978-80;
1000-1.
 Dor lombar baixa
Caso 11.6
A)
■
■
■
B)
■
Caso 11.7
 Dor lombar baixa
Mulher, 26 anos, após realizar trabalho pesado em escritório, procurou pronto-socorro com quadro de dor lombar esquerda, sem
melhora efetiva há 3 dias (Figura 11.6.1). Ao exame físicoapresentava-se sem dor à palpação de processos espinhosos
vertebrais lombares, mas com dor à palpação da musculatura paravertebral local, a qual piorou quando da flexão e rotação da
coluna. Não foram encontradas alterações na radiografia da coluna lombar. Foram receitados medicação específica, calor local e
repouso, com melhora do quadro clínico.
Figura 11.6.1 Imagem da paciente com mão na topografia da região lombar baixa esquerda onde apresenta dor.
Questões
A dor lombar baixa está relacionada com contratura da musculatura do dorso. Cite as origens, inserções e ações principais
dos músculos superficiais (extrínsecos) e profundos (intrínsecos) do dorso.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 24-5;
32-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 478-92.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 162-7.
Qual grupamento muscular deverá estar acometido neste caso? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 491-2.
 Lesão torácica por projétil de arma de fogo
Homem, 28 anos, deu entrada em serviço de emergência após sofrer agressão por arma de fogo (fuzil). Ao exame físico
apresentava orifício de entrada em ombro direito e orifício de saída em região esternal, com extensa lesão de pele em seu trajeto
subcutâneo, sem penetração em cavidade torácica (lesão em cedenho) (Figura 11.7.1). Como não houve acometimento torácico
profundo, o paciente foi submetido a desbridamento cirúrgico da região acometida e controle hemostático.
Caso 11.7
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Caso 11.8
 Lesão torácica por projétil de arma de fogo
Homem, 28 anos, deu entrada em serviço de emergência após sofrer agressão por arma de fogo (fuzil). Ao exame físico
apresentava orifício de entrada em ombro direito e orifício de saída em região esternal, com extensa lesão de pele em seu trajeto
subcutâneo, sem penetração em cavidade torácica (lesão em cedenho) (Figura 11.7.1). Como não houve acometimento torácico
profundo, o paciente foi submetido a desbridamento cirúrgico da região acometida e controle hemostático.
Figura 11.7.1 Imagem do paciente apresentando orifício de entrada de projétil de arma de fogo (fuzil) em ombro direito,
orifício de saída em região esternal e extensas áreas de lesão musculocutânea.
Questões
Em função da extensa lesão dérmica e muscular, o paciente evoluiu com dispneia na fase pós-operatória. Cite as origens,
inserções e ações principais dos músculos próprios do tórax (inclua o diafragma) que estão envolvidos com a respiração.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 62-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 86-91.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-9.
Diante do quadro dispneico citado acima, o paciente demonstrou uma posição na qual, apoiado em uma mesa, conseguia
melhorar a falta de ar, nos momentos difíceis. Justifique este achado clínico.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 96.
Quais os músculos do pescoço provavelmente estavam atuando na respiração do paciente? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 978-80;
1000-1.
 Hemiparalisia frênica
Homem, 62 anos, coronariopata em reabilitação pós-operatória de revascularização do miocárdio (uma semana), apesar da
função cardíaca preservada, permanece com significativo cansaço aos pequenos esforços. Ao exame apresenta-se afebril,
normocárdico, normotenso, discreta taquipneia, murmúrio vesicular abolido no terço inferior do hemitórax direito associado a
hipoexpansibilidade; sem relato de tosse e secreção pulmonar. Solicitada radiografia de tórax para avaliação de possível
hemiparalisia frênica à direita (Figura 11.8.1).
Caso 11.8
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Caso 11.9
 Hemiparalisia frênica
Homem, 62 anos, coronariopata em reabilitação pós-operatória de revascularização do miocárdio (uma semana), apesar da
função cardíaca preservada, permanece com significativo cansaço aos pequenos esforços. Ao exame apresenta-se afebril,
normocárdico, normotenso, discreta taquipneia, murmúrio vesicular abolido no terço inferior do hemitórax direito associado a
hipoexpansibilidade; sem relato de tosse e secreção pulmonar. Solicitada radiografia de tórax para avaliação de possível
hemiparalisia frênica à direita (Figura 11.8.1).
Figura 11.8.1 Radiografia de tórax PA evidenciando hipotransparência no terço inferior do hemitórax direito, caracterizando
hemiparalisia frênica.
Questões
O paciente apresentava dispneia com esforço respiratório e tiragem intercostal ao exame físico. Cite as origens, inserções e
ações principais dos músculos próprios do tórax (inclua o diafragma) que estão envolvidos com a respiração.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 62-5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 86-91.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-9.
No momento do exame o paciente demonstrou uma posição na qual, apoiada em uma mesa, conseguia melhorar a falta de ar,
nos momentos difíceis. Justifique este achado clínico.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 96.
Quais músculos do pescoço provavelmente estavam atuando na respiração do paciente? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 978-80;
1000-1.
 Cifoescoliose congênita
Adolescente, 11 anos, sexo feminino, foi trazida pelos pais ao consultório ortopédico devido à percepção de deformidade
progressiva há 2 anos na região do dorso. Ao exame físico, observaram-se gibosidade importante e desvio postural. Exames de
imagem evidenciaram defeito de formação vertebral congênito, com consequente deformidade em cifoescoliose (Figuras 11.9.1
e 11.9.2). Foi proposto tratamento cirúrgico de ressecção da vértebra malformada, com correção da deformidade e estabilização
local (Figuras 11.9.3 e 11.9.4).
Caso 11.9 Cifoescoliose congênita
Adolescente, 11 anos, sexo feminino, foi trazida pelos pais ao consultório ortopédico devido à percepção de deformidade
progressiva há 2 anos na região do dorso. Ao exame físico, observaram-se gibosidade importante e desvio postural. Exames de
imagem evidenciaram defeito de formação vertebral congênito, com consequente deformidade em cifoescoliose (Figuras 11.9.1
e 11.9.2). Foi proposto tratamento cirúrgico de ressecção da vértebra malformada, com correção da deformidade e estabilização
local (Figuras 11.9.3 e 11.9.4).
Figura 11.9.1 Imagem adquirida durante o exame físico da paciente, visualizando gibosidade correlacionada a cifose.
Figura 11.9.2 TC da coluna vertebral em corte coronal, evidenciando o defeito vertebral e a deformidade resultante.
Figura 11.9.3 Imagem de etapa transoperatória evidenciando a vértebra malformada, após estabilização da coluna.
A)
■
B)
■
C)
■
Caso 11.10
Figura 11.9.4 Radiografia panorâmica da coluna vertebral, em pós-operatório, em que se observa a fixação da coluna
vertebral.
Questões
Nestes pacientes, juntamente com a cifoescoliose, ocorrem alongamentos da musculatura do dorso. Quais destes músculos
são considerados extrínsecos superficiais e intermédios?
Moore, Keith L. AnatomiaOrientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 478-85.
Cite quais músculos compõem o grupamento eretor da espinha?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 481-2.
Cite a origem, inserção e ação principal dos músculos extrínsecos e intrínsecos do dorso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 481-5.
 Hérnia umbilical
Homem, 36 anos, foi encaminhado para ambulatório de Cirurgia Geral em função de “caroço na barriga”, indolor, com início há
6 meses. Ao exame físico foi identificado abdome globoso, com protrusão de região umbilical (Figura 11.10.1), que, à palpação,
revelou se tratar de hérnia umbilical. O paciente foi encaminhado ao serviço de nutrição para redução de índice de massa
corporal para reavaliação futura de necessidade de correção da hérnia.
Caso 11.10
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
 Hérnia umbilical
Homem, 36 anos, foi encaminhado para ambulatório de Cirurgia Geral em função de “caroço na barriga”, indolor, com início há
6 meses. Ao exame físico foi identificado abdome globoso, com protrusão de região umbilical (Figura 11.10.1), que, à palpação,
revelou se tratar de hérnia umbilical. O paciente foi encaminhado ao serviço de nutrição para redução de índice de massa
corporal para reavaliação futura de necessidade de correção da hérnia.
Figura 11.10.1 Paciente apresentando protrusão umbilical característica de hérnia local.
Questões
Cite as origens, inserções e ações principais da musculatura da parede abdominal anterolateral (incluindo os músculos
piramidal e cremáster).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
51.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 187-92.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 150-3.
Explique a formação da bainha do músculo reto do abdome acima e abaixo do umbigo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 192-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 153.
Localize as linhas alba, semilunares e arqueadas. Como essas linhas são formadas?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 148-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 187; 191-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 152-3.
O que é uma hérnia umbilical? Como se forma?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 197.
Caso 12.1
A)
■
■
■
B)
■
■
Fratura do colo cirúrgico umeral
Mulher, 62 anos, apresentou queda por cima do ombro esquerdo, evoluindo com dor e impotência funcional local. Encaminhada
ao pronto-socorro, foi solicitada radiografia para investigação do ombro (Figura 12.1.1), com diagnóstico de fratura do colo
cirúrgico do úmero. Foi realizada imobilização tipo Velpeau e a paciente foi encaminhada para avaliação ortopédica
ambulatorial.
Figura 12.1.1 Radiografia de ombro, com incidência AP (A) e em perfil (B), evidenciando área de fratura no colo cirúrgico do
úmero (linhas tracejadas).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura com fixação no úmero, divididas pelas seguintes regiões:
toracoapendicular anterior, escapuloumeral e do braço (exceto ancôneo).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 692-6; 699-
702.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Pela ação muscular, justifique o desvio apresentado pelos fragmentos da fratura.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 692-6; 699-
702.
■
C)
■
■
■
D)
■
Caso 12.2
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Como seria o desvio no caso de fratura proximal do úmero em três fragmentos (tubérculo maior, tubérculo menor associado à
cabeça umeral e diáfise umeral)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 692-6; 699-
702.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Qual nervo encontra-se sob risco de lesão neste tipo de fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 680.
 Fratura em três partes do úmero proximal
Mulher, 60 anos, após queda da própria altura, foi encaminhada ao pronto-socorro. À inspeção, apresentava dor e deformidade
visível na região superior do ombro direito. Foi solicitada radiografia, sendo diagnosticada fratura do úmero proximal (Figura
12.2.1). Para o estudo dos fragmentos, visando planejamento operatório, foi realizada TC do ombro, com fratura do terço
proximal em três partes (Figura 12.2.2). Houve necessidade de intervenção cirúrgica, tendo sido realizada redução da fratura e
osteossíntese com placa e parafusos (Figura 12.2.3).
Figura 12.2.1 Radiografia do ombro em incidência AP, evidenciando imagem de área de fratura do terço proximal do úmero.
Caso 12.2 Fratura em três partes do úmero proximal
Mulher, 60 anos, após queda da própria altura, foi encaminhada ao pronto-socorro. À inspeção, apresentava dor e deformidade
visível na região superior do ombro direito. Foi solicitada radiografia, sendo diagnosticada fratura do úmero proximal (Figura
12.2.1). Para o estudo dos fragmentos, visando planejamento operatório, foi realizada TC do ombro, com fratura do terço
proximal em três partes (Figura 12.2.2). Houve necessidade de intervenção cirúrgica, tendo sido realizada redução da fratura e
osteossíntese com placa e parafusos (Figura 12.2.3).
Figura 12.2.1 Radiografia do ombro em incidência AP, evidenciando imagem de área de fratura do terço proximal do úmero.
Figura 12.2.2 Reconstrução tomográfica em 3D, evidenciando área de fratura do colo cirúrgico e do tubérculo maior, a qual,
em conjunto com a diáfise umeral, configura fratura em três partes do úmero proximal.
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
■
Caso 12.3
Figura 12.2.3 Radiografia do pós-operatório do ombro, com incidência AP, evidenciando redução e osteossíntese com placa
de úmero proximal e parafusos.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura com fixação no úmero, divididas pelas seguintes regiões:
toracoapendicular anterior, escapuloumeral e do braço (exceto ancôneo).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.p. 692-6; 699-
702.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Quais a faixa etária e o mecanismo de trauma mais comum desse tipo de fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679-680.
Pela ação da musculatura do manguito rotador, explique a possibilidade de desvio do fragmento da fratura do tubérculo maior
e da parte restante da cabeça umeral associada ao tubérculo menor.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679-80.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-7.
 Tendinite calcificante do ombro
Mulher, 52 anos, profissional liberal, procurou atendimento ortopédico com dor de forte intensidade no ombro direito há 2 dias.
O exame físico foi prejudicado devido a dor local. Foi solicitado exame radiológico, o qual evidenciou área radiopaca em região
do espaço subacromial (Figuras 12.3.1 e 12.3.2), tendo sido diagnosticada tendinite calcificante do ombro. Realizado tratamento
conservador com analgésico opiáceo e fisioterapia, evoluiu com posterior melhora do quadro clínico.
Caso 12.3
A)
 Tendinite calcificante do ombro
Mulher, 52 anos, profissional liberal, procurou atendimento ortopédico com dor de forte intensidade no ombro direito há 2 dias.
O exame físico foi prejudicado devido a dor local. Foi solicitado exame radiológico, o qual evidenciou área radiopaca em região
do espaço subacromial (Figuras 12.3.1 e 12.3.2), tendo sido diagnosticada tendinite calcificante do ombro. Realizado tratamento
conservador com analgésico opiáceo e fisioterapia, evoluiu com posterior melhora do quadro clínico.
Figura 12.3.1 Radiografia em incidência AP do ombro, visualizando área radiopaca na região do espaço subacromial (linha
tracejada).
Figura 12.3.2 Radiografia em incidência perfil escapular do ombro, visualizando área radiopaca em região do manguito
rotador (linha tracejada).
Questões
A tendinite calcificante geralmente acomete um dos músculos do manguito rotador. Quais são os músculos que compõem o
manguito rotador?
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
D)
■
■
E)
■
F)
■
Caso 12.4
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 313.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-7.
Devido à intensa dor local, a paciente não permitia a mobilização do ombro acometido. Cite as inserções e principais ações da
musculatura do manguito rotador, o qual está relacionado à impotência funcional da paciente.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 313.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-7.
Qual é a localização anatômica mais comum deste tipo de patologia?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 807.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 265.
 Explique, com bases anatômicas, o porquê do quadro doloroso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 807.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 264-5.
Qual é a faixa etária mais comum desta patologia? Por quê?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 807.
Tendo em vista o possível músculo acometido, qual manobra no exame físico poderia ter sido realizada (se a paciente tivesse
permitido) para confirmar a hipótese diagnóstica?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701; 807.
 Lesão do lábio glenoidal
Homem, 19 anos, levantador de time de vôlei universitário, foi encaminhado ao ortopedista, por causa da dor e do incômodo
constantes no ombro direito há 3 meses. Já se afastara de suas atividades físicas sem melhora dos sintomas. Ao exame,
apresentou-se dentro dos parâmetros de normalidade, com exceção do quadro de dor quando se submeteu ao seguinte teste:
resistência à força para baixo realizada pelo médico examinador, com 20° de adução e 90° de flexão do ombro direito, cotovelo
em extensão e pronação do antebraço. Foi solicitada artro-RM (artrorressonância) de ombro direito, a qual evidenciou lesão da
parte superior do lábio glenoidal, associada à inserção da porção longa do tendão do músculo bíceps braquial (lesão tipo SLAP)
(Figura 12.4.1). O paciente foi encaminhado para cirurgia artroscópica, com posterior período de reabilitação, após o qual ficou
apto a retornar a atividade física com sua equipe.
Figura 12.4.1 Sequência de artro-RM de ombro direito, visualizando local da inserção da porção longa do bíceps (setas),
com destacamento do lábio superior da glenoide (linha tracejada).
Caso 12.4
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
Caso 12.5
 Lesão do lábio glenoidal
Homem, 19 anos, levantador de time de vôlei universitário, foi encaminhado ao ortopedista, por causa da dor e do incômodo
constantes no ombro direito há 3 meses. Já se afastara de suas atividades físicas sem melhora dos sintomas. Ao exame,
apresentou-se dentro dos parâmetros de normalidade, com exceção do quadro de dor quando se submeteu ao seguinte teste:
resistência à força para baixo realizada pelo médico examinador, com 20° de adução e 90° de flexão do ombro direito, cotovelo
em extensão e pronação do antebraço. Foi solicitada artro-RM (artrorressonância) de ombro direito, a qual evidenciou lesão da
parte superior do lábio glenoidal, associada à inserção da porção longa do tendão do músculo bíceps braquial (lesão tipo SLAP)
(Figura 12.4.1). O paciente foi encaminhado para cirurgia artroscópica, com posterior período de reabilitação, após o qual ficou
apto a retornar a atividade física com sua equipe.
Figura 12.4.1 Sequência de artro-RM de ombro direito, visualizando local da inserção da porção longa do bíceps (setas),
com destacamento do lábio superior da glenoide (linha tracejada).
Questões
Cite as origens, inserções e ações principais da musculatura bicipital e tricipital.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 318-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 726-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 304-7.
Explique a função do tendão da porção longa do bíceps para o ombro.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 318.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 304-5.
A lesão tipo SLAP do ombro é muito mais frequente em atletas. Correlacione a função dotendão bicipital com a sua lesão em
atletas arremessadores.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 809.
 Lesão do manguito rotador
Mulher, 59 anos, dona de casa, buscou assistência médica devido a dor no ombro direito há 6 meses, principalmente ao se
deitar. Ao exame físico, foram realizadas manobras semiológicas locais, com testes positivos para impacto (Neer) e perda de
força de elevação do braço em rotação interna contra resistência (Jobe). Solicitada RM, a qual evidenciou lesão completa do
músculo supraespinal (Figura 12.5.1), tendo sido indicado tratamento cirúrgico por via artroscópica para reparo do mesmo.
Caso 12.5
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
D)
■
■
Caso 12.6
 Lesão do manguito rotador
Mulher, 59 anos, dona de casa, buscou assistência médica devido a dor no ombro direito há 6 meses, principalmente ao se
deitar. Ao exame físico, foram realizadas manobras semiológicas locais, com testes positivos para impacto (Neer) e perda de
força de elevação do braço em rotação interna contra resistência (Jobe). Solicitada RM, a qual evidenciou lesão completa do
músculo supraespinal (Figura 12.5.1), tendo sido indicado tratamento cirúrgico por via artroscópica para reparo do mesmo.
Figura 12.5.1 RM do ombro direito em T2: corte coronal oblíquo, com área de hipersinal onde deveria estar localizado o
músculo supraespinal (seta) (A); corte sagital oblíquo com área de hipersinal em topografia do músculo supraespinal,
caracterizando a ausência do mesmo devido a sua lesão completa (seta) (B).
Questões
Quais são os músculos do manguito rotador?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 313.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701-2.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-7.
Cite as inserções e principais ações da musculatura do manguito rotador. No caso em questão, devido à rotura completa do
músculo supraespinal, qual achado em relação à abdução no exame físico poderia ter sido investigado?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 313.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701-2; 809.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-7.
Como ocorre normalmente esse tipo de patologia?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 808.
Quais manobras podem ser feitas no exame físico para investigar cada um dos músculos do manguito rotador?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 701.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 318-9.
 Fratura diafisária do úmero
Caso 12.6
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
D)
■
Caso 12.7
 Fratura diafisária do úmero
Homem, 19 anos, procurou emergência de ortopedia queixando-se de dor intensa no braço esquerdo após queda de motocicleta,
ocorrida 1 hora antes. Ao exame físico, notaram-se edema e dor à palpação na região citada. O médico então realizou
radiografia do úmero esquerdo, evidenciando fratura diafisária (Figura 12.6.1). O paciente foi imobilizado com uma “pinça de
confeiteiro” e encaminhado para tratamento no serviço especializado de ortopedia.
Figura 12.6.1 Radiografia de úmero esquerdo com incidência AP evidenciando fratura com desvio da região diafisária (linha
tracejada), estando o fragmento proximal abduzido e o distal à fratura com encurtamento.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura que possui fixação no úmero, divididas pelas seguintes regiões:
toracoapendicular anterior, escapuloumeral e do braço (exceto ancôneo).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
319.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 692-4; 699-
701; 726-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Através da ação muscular, justifique o desvio apresentado pelo fragmento da fratura.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679-80.
Se a fratura fosse no terço proximal da diáfise (entre a inserção do músculo deltoide e do peitoral maior), como seria o desvio
da fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679-80;
692-4; 699-700.
Se a fratura fosse no terço proximal da diáfise (acima da inserção do músculo peitoral maior), como seria o desvio da fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679-80;
692-4; 699-700.
 Epicondilite lateral
Caso 12.7
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
D)
■
■
Caso 12.8
 Epicondilite lateral
Mulher, 48 anos, secretária, refere dor no cotovelo ao realizar digitação diária, com piora progressiva dos sintomas no último
mês, a qual dificulta suas atividades laborativas. Ao exame físico apresenta dor à palpação do epicôndilo lateral e dor à extensão
contra resistência do punho com cotovelo fletido. Foi solicitada ultrassonografia do cotovelo, a qual confirmou a suspeita
diagnóstica de epicondilite lateral (Figura 12.7.1). Optou-se pelo tratamento conservador com analgésicos, alongamentos e
fisioterapia, com melhora dos sintomas.
Figura 12.7.1 Ultrassonografia do cotovelo, evidenciando área hipoecoica (seta) na topografia da origem dos extensores no
epicôndilo lateral.
Questões
Cite a origem e as inserções dos músculos extensores do antebraço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 319.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 306-7; 310-3.
O que é epicondilite lateral?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 761.
De acordo com o exame físico da paciente, explique a dor no epicôndilo lateral relacionada à manobra com o cotovelo fletido
e extensão do punho.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 746-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 312-3.
Qual músculo está relacionado com a epicondilite lateral? Justifique.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 746-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
 Fratura diafisária do rádio
Caso 12.8
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
 Fratura diafisária do rádio
Homem, 15 anos, procurou pronto-socorro com dor e deformidade em antebraço esquerdo após queda de skate. Ao exame
físico, apresentava edema local e dor à palpação do terço distal do rádio, com deformidade visível local. Foram solicitadas
radiografias de antebraço (Figura 12.8.1), sendo diagnosticada fraturadiafisária do rádio. O paciente foi encaminhado para
tratamento cirúrgico após imobilização provisória em calha axilopalmar.
Figura 12.8.1 Radiografia de antebraço esquerdo com incidência AP (A) e em perfil (B) que evidencia fratura com desvio da
região diafisária (linhas tracejadas), estando o fragmento distal abduzido e o proximal à fratura sem desvio importante.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura do antebraço que possui fixação no úmero, divididas pelas regiões
anterior e posterior (inclua o músculo ancôneo).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 306-13.
Através da ação muscular, justifique o desvio apresentado pelos fragmentos da fratura.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 306-13.
Como seria o desvio no caso de a fratura do rádio ser mais proximal?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-55.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 306-13.
Qual seria a ação muscular no caso de uma fratura diafisária da ulna?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
37.
■
■
Caso 12.9
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
D)
■
■
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 306-13.
 Lesão de tendões extensores
Homem, 35 anos, chega ao hospital queixando-se de incapacidade de movimentar o polegar direito. Relata que há 1 semana
recebeu uma facada no punho direito; procurou setor de emergência e lá foi realizada sutura local. Após alguns dias, como
percebeu que os movimentos ainda não tinham retornado, procurou assistência médica em outro hospital. Ao exame físico foi
visualizado déficit de abdução e extensão do polegar, o que levou à hipótese de lesão dos tendões locais. Foi submetido a
exploração cirúrgica, com tenorrafia dos músculos lesados (Figura 12.9.1).
Figura 12.9.1 Imagem do ato operatório evidenciando o primeiro compartimento extensor “vazio”, com parte dos tendões
lesionados distalmente (A), e após a tenorrafia dos tendões lesionados (B).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da região posterior do antebraço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 330-
1; 334-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Durante o ato operatório foi visualizado que os tendões lesionados estavam relacionados com o primeiro compartimento
extensor do punho. Descreva os compartimentos extensores do punho e identifique os músculos presentes em cada um
deles.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 749.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Qual é a função do retináculo extensor do punho?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745.
Quais os prováveis músculos acometidos neste caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 749.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Caso 12.10 Lesão de tendões flexores
Mulher, 21 anos, procurou o serviço de cirurgia da mão após 6 meses de acidente com garrafa de vidro. Ao exame, apresentava
cicatriz em região palmar com incapacidade de flexão dos dedos, que estavam em extensão (Figura 12.10.1). Foi realizada
exploração cirúrgica, a qual evidenciou lesão do nervo mediano e dos músculos flexores superficial e profundo dos dedos
(Figura 12.10.2), e, em seguida, tenorrafia com enxerto de tendão plantar longo (Figura 12.10.3).
Figura 12.10.1 Imagem do estudo para decisão da incisão para explorar a região da cicatriz (linha tracejada); observe a
postura dos dedos em extensão.
Figura 12.10.2 Imagem do ato operatório com aspecto local após identificação das estruturas lesionadas.
Figura 12.10.3 Imagem do ato operatório após a reconstrução tendinosa com utilização de enxerto de tendão; observe a
posição dos dedos em flexão.
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
Caso 12.11
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da região anterior do antebraço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
9; 332-3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 308-9.
Justifique, por intermédio dos músculos acometidos, a incapacidade de realização de flexão dos dedos apresentada pela
paciente.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
9; 332-3.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 308-9.
Como você diferenciaria, no exame físico, uma lesão de tendão flexor superficial de uma lesão de tendão flexor profundo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 744-5.
 Tenossinovite dos tendões extensores
Homem, 40 anos, secretário, chega ao ambulatório queixando-se de dor progressiva na mão direita, iniciada após longas horas
de trabalho no computador. Ao exame físico foram evidenciados edema e dor à palpação da região dorsal da mão direita (Figura
12.11.1). O médico solicitou o exame de ultrassonografia do punho (Figura 12.11.2), o qual confirmou o diagnóstico de
tenossinovite dos extensores. Ao paciente foram receitados anti-inflamatórios, imobilização em calha gessada tipo luva e
orientação para procurar serviço de fisioterapia.
Figura 12.11.1 Imagem do punho direito do paciente com edema local (linha tracejada).
Figura 12.11.2 Ultrassonografia de região dorsal do punho com visualização de infiltrado líquido ao redor dos tendões
extensores (linha tracejada).
Questões
Caso 12.11
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
Caso 12.12
 Tenossinovite dos tendões extensores
Homem, 40 anos, secretário, chega ao ambulatórioqueixando-se de dor progressiva na mão direita, iniciada após longas horas
de trabalho no computador. Ao exame físico foram evidenciados edema e dor à palpação da região dorsal da mão direita (Figura
12.11.1). O médico solicitou o exame de ultrassonografia do punho (Figura 12.11.2), o qual confirmou o diagnóstico de
tenossinovite dos extensores. Ao paciente foram receitados anti-inflamatórios, imobilização em calha gessada tipo luva e
orientação para procurar serviço de fisioterapia.
Figura 12.11.1 Imagem do punho direito do paciente com edema local (linha tracejada).
Figura 12.11.2 Ultrassonografia de região dorsal do punho com visualização de infiltrado líquido ao redor dos tendões
extensores (linha tracejada).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da região posterior do antebraço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 330-
1; 334-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Descreva os compartimentos extensores do punho e identifique os músculos presentes em cada um deles.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 749.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Pela função do retináculo extensor do punho, explique a ocorrência da tenossinovite nestes casos.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 746; 774.
 Lesão dos tendões extensores dos dedos
Homem, 40 anos, pedreiro, foi conduzido ao pronto-socorro apresentando corte por serra elétrica na região dorsal da mão
esquerda (Figura 12.12.1). Ao exame físico foi notada impotência funcional nos terceiro e quarto quirodáctilos esquerdos
Caso 12.12
A)
 Lesão dos tendões extensores dos dedos
Homem, 40 anos, pedreiro, foi conduzido ao pronto-socorro apresentando corte por serra elétrica na região dorsal da mão
esquerda (Figura 12.12.1). Ao exame físico foi notada impotência funcional nos terceiro e quarto quirodáctilos esquerdos
(Figura 12.12.2). Foi encaminhado imediatamente ao centro cirúrgico para a realização de tenorrafia local (Figura 12.12.3),
evoluindo satisfatoriamente após 6 semanas de imobilização e fisioterapia.
Figura 12.12.1 Imagem da região do dorso da mão esquerda, visualizando ferimento com sangramento local.
Figura 12.12.2 Imagem do exame físico no qual foi solicitada a extensão dos dedos da mão, evidenciando a incapacidade
funcional parcial dos terceiro e quarto quirodáctilos esquerdos.
Figura 12.12.3 Imagem do ato operatório durante a tenorrafia dos tendões lesados.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da região posterior do antebraço.
■
■
■
B)
■
C)
■
■
■
Caso 12.13
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 330-
1; 334-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Como foi realizada alguma extensão dos terceiro e quarto quirodáctilos ao exame físico, embora seus tendões extensores
estivessem rompidos?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 771.
Explique como se consegue a extensão completa dos dedos indicador e mínimo, mesmo no caso de o músculo extensor dos
dedos estar rompido.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 330-
1; 334-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
 Dedo em gatilho
Homem, 40 anos, mecânico, procurou ambulatório do Grupo de Cirurgia da Mão com história de o quarto quirodáctilo ficar
“preso dobrado” (Figura 12.13.1) enquanto está trabalhando. Assim, só consegue esticá-lo puxando com outros dedos, o que
acarreta dor intensa e impotência funcional. Ao exame apresentou nódulo na altura da articulação metacarpofalangiana do
quarto dedo da mão esquerda, doloroso à palpação. Quando realizava flexão, o dedo anelar se mantinha preso em flexão, tendo
que realizar a extensão passivamente com auxílio dos outros dedos, sendo por isso diagnosticado dedo em gatilho. Foi realizada
infiltração local com corticoide (Figura 12.13.2), apresentando melhora dos sintomas. Após 6 meses trouxe ao ambulatório
colega com a mesma sintomatologia relacionada com o dedo médio ipsolateral. Como este não obteve melhora com a
infiltração, foi submetido a liberação cirúrgica de parte do túnel osteofibroso (Figura 12.13.3).
Figura 12.13.1 Imagem do dedo em gatilho relacionado com o dedo anelar esquerdo, apresentando incapacidade de
extensão ativa.
Caso 12.13 Dedo em gatilho
Homem, 40 anos, mecânico, procurou ambulatório do Grupo de Cirurgia da Mão com história de o quarto quirodáctilo ficar
“preso dobrado” (Figura 12.13.1) enquanto está trabalhando. Assim, só consegue esticá-lo puxando com outros dedos, o que
acarreta dor intensa e impotência funcional. Ao exame apresentou nódulo na altura da articulação metacarpofalangiana do
quarto dedo da mão esquerda, doloroso à palpação. Quando realizava flexão, o dedo anelar se mantinha preso em flexão, tendo
que realizar a extensão passivamente com auxílio dos outros dedos, sendo por isso diagnosticado dedo em gatilho. Foi realizada
infiltração local com corticoide (Figura 12.13.2), apresentando melhora dos sintomas. Após 6 meses trouxe ao ambulatório
colega com a mesma sintomatologia relacionada com o dedo médio ipsolateral. Como este não obteve melhora com a
infiltração, foi submetido a liberação cirúrgica de parte do túnel osteofibroso (Figura 12.13.3).
Figura 12.13.1 Imagem do dedo em gatilho relacionado com o dedo anelar esquerdo, apresentando incapacidade de
extensão ativa.
Figura 12.13.2 Imagem da infiltração local com corticoide do dedo anelar esquerdo, na altura da articulação
metacarpofalangiana.
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
Caso 12.14
Figura 12.13.3 Imagem da liberação cirúrgica do dedo médio esquerdo, na altura da articulação metacarpofalangiana.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura intrínseca (tenar, hipotenar, adutora e central) que possui fixação na mão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 350-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 766-771.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 314-7.
 Cite as inserções e ações principais da musculatura extrínseca flexora que possui fixação na mão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 334-
7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 771-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 308-9.
Com base na descrição do túnel osteofibroso, explique e localize as porções da bainha fibrosa nos dedos.
Gilroy,Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 348-
51.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 774-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 284-5.
Identifique o local da liberação cirúrgica e explique o dedo em gatilho apresentado pelo paciente.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 771.
 Dedo em martelo
Mulher, 30 anos, foi avaliada pelo Grupo de Cirurgia da Mão com história de dor e impotência funcional no terceiro dedo da
mão esquerda, após partida de vôlei 4 meses antes. Ao exame, apresentava incapacidade de estender ativamente a articulação
interfalangiana distal (Figura 12.14.1). Foram solicitadas radiografias com visualização de queda volar (ou palmar) da falange
distal no perfil, confirmando o diagnóstico de dedo em martelo crônico. Foi indicado tratamento cirúrgico com ressecção da
fibrose, sutura local e fixação temporária com fios de Kirschner (Figura 12.14.2).
Caso 12.14
A)
■
■
■
B)
■
■
■
 Dedo em martelo
Mulher, 30 anos, foi avaliada pelo Grupo de Cirurgia da Mão com história de dor e impotência funcional no terceiro dedo da
mão esquerda, após partida de vôlei 4 meses antes. Ao exame, apresentava incapacidade de estender ativamente a articulação
interfalangiana distal (Figura 12.14.1). Foram solicitadas radiografias com visualização de queda volar (ou palmar) da falange
distal no perfil, confirmando o diagnóstico de dedo em martelo crônico. Foi indicado tratamento cirúrgico com ressecção da
fibrose, sutura local e fixação temporária com fios de Kirschner (Figura 12.14.2).
Figura 12.14.1 Imagem em perfil do terceiro dedo com queda da falange distal, característica do dedo em martelo.
Figura 12.14.2 Imagens durante ato operatório, com fixação com fios de Kirschner visualizada pelo intensificador de
imagem (A) e resultado final (B), com correção do dedo em martelo.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura intrínseca (tenar, hipotenar, adutora e central) que possui fixação na mão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 350-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 766-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 314-7.
Cite as estruturas que compõem o “capuz dorsal” e a expansão extensora do dedo, com suas respectivas funções.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 354-
5.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 746-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 340-1.
C)
■
Caso 12.15
A)
■
Explique anatomicamente o dedo em martelo apresentado pela paciente.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 761.
 Abscesso na mão
Homem, 38 anos, sofreu queda de motocicleta há 2 semanas. Como consequência apresentou ferimento na região tenar da mão
esquerda ao qual não deu muita importância, tendo continuado com sua rotina. Evoluiu com aumento de volume local e
dificuldade de mobilizar o polegar, motivo pelo qual procurou o serviço médico. Ao exame físico, visualizou-se edema local
com rubor, calor e dor à palpação, compatível com abscesso (Figura 12.15.1). Encaminhado imediatamente ao centro cirúrgico,
foi realizada drenagem local, com saída de moderada quantidade de secreção purulenta (Figura 12.15.2) e início adjuvante de
antibioticoterapia. Evoluiu satisfatoriamente, tendo tido alta após 1 semana de internação.
Figura 12.15.1 Imagem da região tenar previamente à cirurgia (linha tracejada), apresentando a mesma hiperemia, edema e
impotência funcional.
Figura 12.15.2 Imagem durante ato operatório, com saída de secreção purulenta no local da drenagem.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura intrínseca (tenar, hipotenar, adutora e central) que possui fixação na mão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 350-
Caso 12.15
A)
■
■
■
 Abscesso na mão
Homem, 38 anos, sofreu queda de motocicleta há 2 semanas. Como consequência apresentou ferimento na região tenar da mão
esquerda ao qual não deu muita importância, tendo continuado com sua rotina. Evoluiu com aumento de volume local e
dificuldade de mobilizar o polegar, motivo pelo qual procurou o serviço médico. Ao exame físico, visualizou-se edema local
com rubor, calor e dor à palpação, compatível com abscesso (Figura 12.15.1). Encaminhado imediatamente ao centro cirúrgico,
foi realizada drenagem local, com saída de moderada quantidade de secreção purulenta (Figura 12.15.2) e início adjuvante de
antibioticoterapia. Evoluiu satisfatoriamente, tendo tido alta após 1 semana de internação.
Figura 12.15.1 Imagem da região tenar previamente à cirurgia (linha tracejada), apresentando a mesma hiperemia, edema e
impotência funcional.
Figura 12.15.2 Imagem durante ato operatório, com saída de secreção purulenta no local da drenagem.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura intrínseca (tenar, hipotenar, adutora e central) que possui fixação na mão.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 350-
9.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 766-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
a
B)
■
■
■
C)
■
D)
■
■
■
Caso 12.16
Locomotor. 2 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 314-7.
Quais tendões possuem bainhas na região palmar da mão?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 350-
1.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 771-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 338-9.
Quais tendões extrínsecos chegam à região palmar da mão e por qual túnel eles passam?
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 282-3.
Existia risco de a infecção atingir toda a extensão da mão? Justifique.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 351.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 783-4.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 282-3.
 Tendinite dos flexores por gota
Homem, 68 anos, com histórico de gota de longa data, procurou ambulatório de Cirurgia da Mão queixando-se de dor e
incapacidade de extensão dos dedos da mão direita (Figura 12.16.1). Ao exame físico, palparam-se nódulos gotosos na região
ventral do punho com bloqueio quando da tentativa de extensão passiva dos dedos. Visando à melhora da função da mão, foi
indicada remoção cirúrgica dos nódulos locais. Durante a cirurgia foram visualizados tendões espessados, com abaulamentos
focais de material gotoso dentro deles (Figura 12.16.2). As áreas acometidasforam ressecadas, com tenorrafia posterior das
áreas sadias dos tendões. O paciente evoluiu com melhora da função da mão.
Figura 12.16.1 Imagem da mão direita momentos antes do procedimento cirúrgico. Observe a flexão acentuada dos dedos,
com prejuízo da função da mão.
Caso 12.16
A)
■
 Tendinite dos flexores por gota
Homem, 68 anos, com histórico de gota de longa data, procurou ambulatório de Cirurgia da Mão queixando-se de dor e
incapacidade de extensão dos dedos da mão direita (Figura 12.16.1). Ao exame físico, palparam-se nódulos gotosos na região
ventral do punho com bloqueio quando da tentativa de extensão passiva dos dedos. Visando à melhora da função da mão, foi
indicada remoção cirúrgica dos nódulos locais. Durante a cirurgia foram visualizados tendões espessados, com abaulamentos
focais de material gotoso dentro deles (Figura 12.16.2). As áreas acometidas foram ressecadas, com tenorrafia posterior das
áreas sadias dos tendões. O paciente evoluiu com melhora da função da mão.
Figura 12.16.1 Imagem da mão direita momentos antes do procedimento cirúrgico. Observe a flexão acentuada dos dedos,
com prejuízo da função da mão.
Figura 12.16.2 Imagem durante ato operatório na região anterior do punho direito, com visualização de diversos nódulos
gotosos no interior dos tendões flexores (linha tracejada).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura anterior do antebraço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
9; 332-3.
■
■
B)
■
■
■
Caso 12.17
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-6.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 308-9.
Justifique, pelo trajeto dos músculos acometidos, a incapacidade de realização de extensão dos dedos apresentada pelo
paciente.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 328-
37.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 741-5.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 308-9.
 Fratura do terço proximal do úmero
Mulher, 60 anos, após queda da própria altura, foi encaminhada ao pronto-socorro. À inspeção, apresentava dor e deformidade
visível na região superior do ombro direito. Foi solicitada radiografia, sendo diagnosticada fratura do úmero proximal (Figura
12.17.1). Para o estudo dos fragmentos, visando planejamento operatório, foi realizada TC do ombro, com fratura do terço
proximal em três partes (Figura 12.17.2). Houve necessidade de intervenção cirúrgica, tendo sido realizada redução da fratura +
osteossíntese com placa e parafusos (Figura 12.18.3).
Figura 12.17.1 Radiografia do ombro, incidência AP, evidenciando imagem de área de fratura do terço proximal do úmero.
Figura 12.17.2 Reconstrução tomográfica em 3D, evidenciando área de fratura do colo cirúrgico e da grande tuberosidade,
a qual, em conjunto com a diáfise umeral, configura a fratura em três partes do úmero proximal.
Caso 12.17 Fratura do terço proximal do úmero
Mulher, 60 anos, após queda da própria altura, foi encaminhada ao pronto-socorro. À inspeção, apresentava dor e deformidade
visível na região superior do ombro direito. Foi solicitada radiografia, sendo diagnosticada fratura do úmero proximal (Figura
12.17.1). Para o estudo dos fragmentos, visando planejamento operatório, foi realizada TC do ombro, com fratura do terço
proximal em três partes (Figura 12.17.2). Houve necessidade de intervenção cirúrgica, tendo sido realizada redução da fratura +
osteossíntese com placa e parafusos (Figura 12.18.3).
Figura 12.17.1 Radiografia do ombro, incidência AP, evidenciando imagem de área de fratura do terço proximal do úmero.
Figura 12.17.2 Reconstrução tomográfica em 3D, evidenciando área de fratura do colo cirúrgico e da grande tuberosidade,
a qual, em conjunto com a diáfise umeral, configura a fratura em três partes do úmero proximal.
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
■
■
D)
■
Caso 12.18
Figura 12.17.3 Radiografia do ombro realizada no período pós-operatório, com incidência AP, evidenciando redução e
osteossíntese, com placa de úmero proximal e parafusos.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura com fixação no úmero, divididas pelas seguintes regiões:
toracoapendicular anterior, escapuloumeral e do braço (exceto ancôneo).
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 692-696;
699-702.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Quais a faixa etária e o mecanismo de trauma mais comum desse tipo de fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 679-80
Pela ação da musculatura, explique o desvio apresentado pelos fragmentos da fratura.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 304-
19.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 692-6; 699-
702.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 296-307.
Qual nervo pode ser lesado nessa fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 680.
 Tenossinovite estenosante de Quervain
Mulher, 36 anos, procurou ambulatório de ortopedia queixando-se de dor em punho direito, com 8 meses de evolução. Afirma
que esta dor a impossibilita de pegar a filha no colo, a qual está amamentando, além de incapacitá-la para o vôlei, atividade esta
que mais gosta de praticar no final de semana. Ao exame físico, apresenta-se com edema em topografia de região lateral do
punho direito, doloroso à palpação local. O teste de Finkelstein foi positivo, tendo relatado dor na região do processo estiloide
radial, quando do desvio ulnar do punho com o polegar fletido preso na palma da mão. Foi solicitada ultrassonografia do punho,
a qual confirmou a hipótese de tenossinovite estenosante de De Quervain. Como a paciente não respondeu ao tratamento
conservador de fisioterapia e anti-inflamatórios, foi encaminhada à cirurgia. Durante o procedimento, com a abertura do
retináculo extensor acometido, visualizou-se outra septação no seu interior, a qual estenosava um dos tendões (Figura 12.18.1).
Atualmente encontra-se restabelecida em suas atividades, sem restrições.
Caso 12.18
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
D)
 Tenossinovite estenosante de Quervain
Mulher, 36 anos, procurou ambulatório de ortopedia queixando-se de dor em punho direito, com 8 meses de evolução. Afirma
que esta dor a impossibilita de pegar a filha no colo, a qual está amamentando, além de incapacitá-la para o vôlei, atividade esta
que mais gosta de praticar no final de semana. Ao exame físico, apresenta-se com edema em topografia de região lateral do
punho direito, doloroso à palpação local. O teste de Finkelstein foi positivo, tendo relatado dor na região do processo estiloide
radial, quando do desvio ulnar do punho com o polegar fletido preso na palma da mão. Foi solicitada ultrassonografia do punho,
a qual confirmou a hipótese de tenossinovite estenosante de De Quervain. Como a paciente não respondeu ao tratamento
conservador de fisioterapia e anti-inflamatórios, foi encaminhada à cirurgia. Durante o procedimento, com a aberturado
retináculo extensor acometido, visualizou-se outra septação no seu interior, a qual estenosava um dos tendões (Figura 12.18.1).
Atualmente encontra-se restabelecida em suas atividades, sem restrições.
Figura 12.18.1 Imagem durante a realização de procedimento cirúrgico de abertura do compartimento acometido, para
liberação dos tendões ali existentes. Estenose de um dos tendões devido à septação existente dentro do compartimento (A);
ao final do procedimento, visualizam-se os dois tendões liberados (B).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da região posterior do antebraço.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 320-
7; 324-7.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745-52.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Descreva os compartimentos extensores do punho, e identifique os músculos presentes em cada um deles. Qual é o
compartimento acometido no caso?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 749.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 310-3.
Pela função do retináculo extensor do punho, explique a ocorrência da tenossinovite neste caso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 745; 784.
O teste de Finkelstein é atualmente utilizado para o diagnóstico desta patologia. Explique como a posição do polegar e do
punho durante a realização da manobra leva a dor local no retináculo acometido.
■
Caso 12.19
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 784.
 Fratura de olécrano
Homem, 20 anos, após queda do skate, procurou atendimento de emergência, devido a dor de forte intensidade em cotovelo e
impotência funcional local. Ao exame físico, observaram-se deformidade, crepitação e dor na região do cotovelo. Foram
solicitadas radiografias, as quais evidenciaram fratura do olécrano (Figura 12.19.1). O paciente foi encaminhado para o
tratamento cirúrgico, no qual foram realizadas redução cruenta e osteossíntese local com fios de Kirschner e banda de tensão
(Figura 12.19.2), com reabilitação fisioterápica precoce, tendo apresentado boa evolução clínica.
Figura 12.19.1 Radiografia do cotovelo em perfil, evidenciando área de fratura do olécrano, com desvio importante dos
fragmentos.
Figura 12.19.2 Radiografia do pós-operatório do cotovelo em perfil, após osteossíntese com fios de Kirschner e banda de
tensão.
Questões
Caso 12.19
A)
 Fratura de olécrano
Homem, 20 anos, após queda do skate, procurou atendimento de emergência, devido a dor de forte intensidade em cotovelo e
impotência funcional local. Ao exame físico, observaram-se deformidade, crepitação e dor na região do cotovelo. Foram
solicitadas radiografias, as quais evidenciaram fratura do olécrano (Figura 12.19.1). O paciente foi encaminhado para o
tratamento cirúrgico, no qual foram realizadas redução cruenta e osteossíntese local com fios de Kirschner e banda de tensão
(Figura 12.19.2), com reabilitação fisioterápica precoce, tendo apresentado boa evolução clínica.
Figura 12.19.1 Radiografia do cotovelo em perfil, evidenciando área de fratura do olécrano, com desvio importante dos
fragmentos.
Figura 12.19.2 Radiografia do pós-operatório do cotovelo em perfil, após osteossíntese com fios de Kirschner e banda de
tensão.
Questões
Cite as inserções da musculatura que atua na flexoextensão do cotovelo.
a
■
■
■
B)
■
C)
■
D)
■
Caso 12.20
A)
■
■
■
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 318-
20.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 726-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 304-7.
Cite as principais ações da musculatura que atua na flexo-extensão do cotovelo. Quais seriam os músculos agonistas,
sinergistas e antagonistas para a flexão e extensão do cotovelo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 34; 797.
Qual é o mecanismo de trauma mais comum desta fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 761.
Através da ação muscular, justifique o desvio apresentado pelo fragmento da fratura.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 761.
 Ruptura miotendínea do bíceps braquial
Paciente feminina, 92 anos, em consulta ambulatorial de rotina, relatou ter ganho “muque”, devido a estar realizando atividades
físicas e Pilates. Ao exame, visualizou-se tumoração ovalada em região anterior do braço direito, a qual se exacerbava com um
teste contrarresistência (Figura 12.20.1). Foi solicitada RM do braço, a qual confirmou rotura na porção miotendínea da porção
longa do bíceps braquial, associada a lipossubstituição local. Devido à não interferência com suas atividades diárias, associada à
lipossubstituição devido à idade, foi decidido pela continuidade do tratamento conservador.
Figura 12.20.1 Imagem de tumoração ovalada em terço distal do braço direito, de consistência de partes moles, indolor à
palpação, não aderida a planos profundos e que piorava com teste contrarresistência ao músculo bíceps braquial em vista
anterior (A) e em perfil (B).
Questões
Cite as origens, inserções e ações principais das musculaturas bicipital e tricipital.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 318-
20.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 726-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 304-7.
Caso 12.20
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
D)
■
Caso 12.21
 Ruptura miotendínea do bíceps braquial
Paciente feminina, 92 anos, em consulta ambulatorial de rotina, relatou ter ganho “muque”, devido a estar realizando atividades
físicas e Pilates. Ao exame, visualizou-se tumoração ovalada em região anterior do braço direito, a qual se exacerbava com um
teste contrarresistência (Figura 12.20.1). Foi solicitada RM do braço, a qual confirmou rotura na porção miotendínea da porção
longa do bíceps braquial, associada a lipossubstituição local. Devido à não interferência com suas atividades diárias, associada à
lipossubstituição devido à idade, foi decidido pela continuidade do tratamento conservador.
Figura 12.20.1 Imagem de tumoração ovalada em terço distal do braço direito, de consistência de partes moles, indolor à
palpação, não aderida a planos profundos e que piorava com teste contrarresistência ao músculo bíceps braquial em vista
anterior (A) e em perfil (B).
Questões
Cite as origens, inserções e ações principais das musculaturas bicipital e tricipital.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 318-
20.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 726-31.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 304-7.
Explique a função do tendão da porção longa do bíceps para o ombro.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Riode Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 318.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 304-5.
Qual movimento do bíceps braquial, realizado contrarresistência excessiva durante a atividade física, pode ter levado ao
aparecimento da tumoração local?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 737.
Apesar da existência da lesão, a paciente não referia nenhuma queixa quanto a interferência nas suas atividades diárias. Quais
músculos sinergistas ao bíceps braquial poderiam estar compensando a lesão supracitada?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 728-9;746;
751.
 Bursite olecraneana
Caso 12.21
A)
■
B)
■
C)
■
D)
 Bursite olecraneana
Paciente masculino, 38 anos, lutador de jiu-jítsu, procurou pronto-socorro devido a aparecimento de tumoração em cotovelo
esquerdo (Figura 12.21.1). Ao exame, observou-se tumoração em topografia de região de olécrano esquerdo, superficial, não
aderida a planos profundos, sem calor e/ou rubor, e que não interferia nos movimentos do cotovelo. A radiografia local não
evidenciou anormalidades do ponto de vista ósseo (Figura 12.21.2). O paciente foi orientado a evitar o atrito excessivo nesta
região, o que por si só levou ao desaparecimento da tumoração.
Figura 12.21.1 Imagem de tumoração em cotovelo esquerdo, superficial, não aderida a planos profundos e que não
interferia nos movimentos da articulação.
Figura 12.21.2 Radiografia do cotovelo em perfil, sem anormalidades ósseas.
Questões
Cite as inserções da musculatura que atua na flexoextensão do cotovelo.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 729-30;
743; 746; 797.
Cite as principais ações da musculatura que atua na flexoextensão do cotovelo. Quais seriam os músculos agonistas,
sinergistas e antagonistas para a flexão e extensão do cotovelo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 34; 797.
Cite as bursas relacionadas à articulação do cotovelo. Qual seria a mais importante do ponto de vista clínico?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 798.
Identifique o músculo relacionado à bursite subtendínea olecraneana, diagnóstico diferencial neste caso. Qual movimento do
■
Caso 12.22
cotovelo pode exacerbar a dor nesta patologia?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 810.
 Bursite bicipitorradial
Homem, 58 anos, procurou ambulatório com queixa de dor em cotovelo direito, há 2 semanas, após esforço ao carregar caixa de
ferramentas, e que agora o incomoda nas suas atividades do dia a dia. Ao exame, apresentava dor à palpação em fossa cubital, e
que piorava à realização de movimento de pronação da articulação contrarresistência. Foi solicitada RM do cotovelo, a qual
evidenciou bursite do bíceps braquial, junto a sua inserção no rádio (Figura 12.22.1). O paciente foi encaminhado para
fisioterapia, com melhora do quadro clínico.
Caso 12.22 Bursite bicipitorradial
Homem, 58 anos, procurou ambulatório com queixa de dor em cotovelo direito, há 2 semanas, após esforço ao carregar caixa de
ferramentas, e que agora o incomoda nas suas atividades do dia a dia. Ao exame, apresentava dor à palpação em fossa cubital, e
que piorava à realização de movimento de pronação da articulação contrarresistência. Foi solicitada RM do cotovelo, a qual
evidenciou bursite do bíceps braquial, junto a sua inserção no rádio (Figura 12.22.1). O paciente foi encaminhado para
fisioterapia, com melhora do quadro clínico.
Figura 12.22.1 RM do antebraço direito, em corte sagital em T2 (A e B) e corte coronal em T2 (C e D), apresentando
amontoado líquido (setas) com sinal heterogêneo entre o prolongamento distal do tendão do bíceps braquial e o colo do
rádio e, ainda, ao redor do próprio tendão do bíceps (linha tracejada), apresentando sinal alto em T2, compatível com bursite
bicipitorradial (seta).
A)
■
B)
■
C)
■
D)
■
Caso 12.23
A)
■
B)
■
C)
Questões
Cite as inserções da musculatura que atua na flexoextensão do cotovelo. Em qual local do rádio o músculo bíceps braquial se
insere, visível nas imagens da RM, circundado por área hiperintensa (líquido)?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 34; 729-30;
743; 746; 797.
Cite as principais ações da musculatura que atua na flexoextensão do cotovelo. Quais seriam, neste caso, os músculos
agonistas, sinergistas e antagonistas para a flexão e extensão do cotovelo?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 34; 797.
Cite as bursas relacionadas à articulação do cotovelo. Qual seria a mais importante do ponto de vista clínico?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 798.
Explique a causa da dor durante a pronação neste caso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 798-9; 810.
 Lesão do túnel osteofibroso na mão
Paciente feminino, 57 anos, procurou emergência devido a lesão em mão direita ocasionada por corte em vidro há 40 minutos.
Ao exame, apresentava lesão cortocontusa que se estendia desde a região hipotenar até o quarto dedo da mão. Foram avaliados
o enchimento capilar nos dedos e a sensibilidade, os quais se encontravam preservados. Os testes para função dos tendões
flexores superficiais e profundos dos dedos foram normais. Devido à extensão da lesão e à necessidade de exploração da ferida,
a paciente foi encaminhada ao centro cirúrgico. Durante o procedimento, foi constatado, além de uma lesão superficial na
musculatura tenar, lesão do túnel osteofibroso na altura da falange proximal, articulação interfalangeana proximal e falange
média do quarto dedo, com exposição dos tendões flexores ali localizados, os quais, por sua vez, se encontravam íntegros
(Figura 12.23.1). Foram realizadas a reconstrução do túnel osteofibroso local e a sutura dos demais tecidos acometidos.
Figura 12.23.1 Imagem de ferimento ocasionado por vidro em mão direita. Vista da extensão da lesão (A) e imagem
ampliada da lesão do quarto quirodáctilo, com exposição dos tendões flexores no local devido à lesão do túnel osteofibroso
(B).
Questões
O que é bainha fibrosa dos dedos? Diferencie do termo túnel osteofibroso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 774.
Foi descrita a lesão da musculatura da loja tenar, um dos cinco compartimentos existentes da mão. Cite quais músculos
intrínsecos da mão se localizam em cada um de seus compartimentos, e quais seriam suas ações principais.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 766-73.
Foram realizados, na paciente, testes para avaliar a preservação da função dos tendões flexores. Cite a inserção nos dedos e a
ação muscular dos mesmos. Como devem ser testados estes tendões?
Caso 12.23
A)
■
B)
■
C)
■
D)
■
 Lesão do túnel osteofibroso na mão
Paciente feminino, 57 anos, procurou emergência devido a lesão em mão direita ocasionada por corte em vidro há 40 minutos.
Ao exame, apresentava lesão cortocontusa que se estendia desde a região hipotenar até o quarto dedo da mão. Foram avaliados
o enchimento capilar nos dedos e a sensibilidade, os quais se encontravam preservados. Os testes para função dos tendões
flexores superficiais e profundos dos dedos foram normais. Devido à extensão da lesão e à necessidade de exploração da ferida,
a paciente foi encaminhada ao centro cirúrgico. Durante o procedimento, foi constatado, além de uma lesão superficialna
musculatura tenar, lesão do túnel osteofibroso na altura da falange proximal, articulação interfalangeana proximal e falange
média do quarto dedo, com exposição dos tendões flexores ali localizados, os quais, por sua vez, se encontravam íntegros
(Figura 12.23.1). Foram realizadas a reconstrução do túnel osteofibroso local e a sutura dos demais tecidos acometidos.
Figura 12.23.1 Imagem de ferimento ocasionado por vidro em mão direita. Vista da extensão da lesão (A) e imagem
ampliada da lesão do quarto quirodáctilo, com exposição dos tendões flexores no local devido à lesão do túnel osteofibroso
(B).
Questões
O que é bainha fibrosa dos dedos? Diferencie do termo túnel osteofibroso.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 774.
Foi descrita a lesão da musculatura da loja tenar, um dos cinco compartimentos existentes da mão. Cite quais músculos
intrínsecos da mão se localizam em cada um de seus compartimentos, e quais seriam suas ações principais.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 766-73.
Foram realizados, na paciente, testes para avaliar a preservação da função dos tendões flexores. Cite a inserção nos dedos e a
ação muscular dos mesmos. Como devem ser testados estes tendões?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 744-5.
Explique o que é a parte anular e cruciforme do túnel osteofibroso. Quais destas polias poderão ter sido lesadas pelo
ferimento no quarto quirodáctilo? De acordo com a função relacionada a estas estruturas, justifique a necessidade de
reconstrução do túnel osteofibroso no local.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 774-5.
Caso 13.1 Fratura intertrocantérica do fêmur
Mulher, 81 anos, apresentou queda da própria altura no banheiro de sua residência, evoluindo com dor no quadril direito e
respectiva impotência funcional. Foi resgatada pela filha, a qual imediatamente chamou a ambulância. Chegou à emergência de
maca, com muita dor. Ao exame físico, verificaram-se encurtamento e rotação externa do membro inferior ipsolateral (Figura
13.1.1). A radiografia de quadril solicitada evidenciou fratura intertrocantérica do fêmur (Figura 13.1.2), tendo sido a paciente
internada para tratamento cirúrgico.
Figura 13.1.1 Imagem do membro inferior direito, o qual se encontra encurtado e em rotação externa quando comparado
com o membro contralateral.
A)
■
■
■
B)
■
Caso 13.2
Figura 13.1.2 Radiografia com incidência AP de quadril direito, visualizando fratura intertrocantérica do fêmur direito com
desvio do fragmento proximal e encurtamento do fragmento distal à fratura.
Questões
O desvio dessa fratura ocorre em consequência da ação muscular. Cite as inserções e ações principais da musculatura que
possui fixação no fêmur, divididas nas seguintes regiões: anterior da coxa, medial da coxa e glútea.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 412-
425.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 540-6; 558-
65.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 470-7.
Explique, de acordo com a ação muscular local, o desvio dos fragmentos da fratura.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 522-3.
 Fratura diafisária do fêmur
Criança, 10 anos, sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, evoluiu com dor intensa e impotência funcional na coxa
esquerda. Foi imediatamente imobilizada e levada pelo corpo de bombeiros para a emergência. Ao exame físico apresentava-se
chorosa e com muita dor local, a qual estava com deformidade. A radiografia panorâmica da pelve e do fêmur esquerdo
evidenciaram fratura diafisária do fêmur esquerdo com indicação de tratamento cirúrgico (Figura 13.2.1). A criança foi
internada e realizada passagem de tração transesquelética com o objetivo de diminuir o desvio dos fragmentos e a dor,
procedimento este prévio ao tratamento cirúrgico definitivo.
Caso 13.2
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Caso 13.3
 Fratura diafisária do fêmur
Criança, 10 anos, sexo feminino, vítima de acidente automobilístico, evoluiu com dor intensa e impotência funcional na coxa
esquerda. Foi imediatamente imobilizada e levada pelo corpo de bombeiros para a emergência. Ao exame físico apresentava-se
chorosa e com muita dor local, a qual estava com deformidade. A radiografia panorâmica da pelve e do fêmur esquerdo
evidenciaram fratura diafisária do fêmur esquerdo com indicação de tratamento cirúrgico (Figura 13.2.1). A criança foi
internada e realizada passagem de tração transesquelética com o objetivo de diminuir o desvio dos fragmentos e a dor,
procedimento este prévio ao tratamento cirúrgico definitivo.
Figura 13.2.1 Radiografia em panorâmica de pelve (A) e com incidência AP do fêmur esquerdo (B) visualizando área de
fratura, com desvio em leve abdução do fragmento proximal e encurtamento do fragmento distal à fratura.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura que possui fixação no fêmur dividida nas seguintes regiões: anterior da
coxa, medial da coxa e glútea.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 412-
425.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 540-6; 558-
65.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 470-7.
Justifique, de acordo com as inserções musculares, o desvio na radiografia do fragmento proximal.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 522-3.
Que lesão vascular pode ocorrer como consequência ao desvio dos fragmentos determinado pela fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 550-2.
 Fratura supracondílea do fêmur
Homem, 26 anos, apresentou queda de motocicleta por sobre o membro inferior esquerdo. Evoluiu com dor intensa na coxa
esquerda e respectiva impotência funcional, sendo conduzido à emergência. Ao exame físico, observou-se deformidade na
região distal da coxa ipsolateral associada a dor local. Após a realização de radiografias, foi evidenciada fratura da região
supracondílea do fêmur, de indicação cirúrgica (Figura 13.3.1). O paciente foi então internado e submetido a passagem de
Caso 13.3
A)
■
■
■
B)
■
C)
■
Caso 13.4
 Fratura supracondílea do fêmur
Homem, 26 anos, apresentou queda de motocicleta por sobre o membro inferior esquerdo. Evoluiu com dor intensa na coxa
esquerda e respectiva impotência funcional, sendo conduzido à emergência. Ao exame físico, observou-se deformidade na
região distal da coxa ipsolateral associada a dor local. Após a realização de radiografias, foi evidenciada fratura da região
supracondílea do fêmur, de indicação cirúrgica (Figura 13.3.1). O paciente foi então internado e submetido a passagem de
tração transesquelética na tíbia com o objetivo de alinhar e diminuir a dor no membro afetado, enquanto aguardava a cirurgia
definitiva.
Figura 13.3.1 Radiografia em perfil (A) e com incidência AP da região distal do fêmur esquerdo (B), visualizando área de
fratura com desvio posterior do fragmento distal e desvio em adução do fragmento proximal à fratura.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura que possui fixação no fêmur dividida nas seguintes regiões: anterior da
coxa, medial e posterior da coxa.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017.p. 412-
425.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 540-6; 558-
65.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 470-9.
Justifique, de acordo com as inserções musculares, o desvio dos fragmentos na radiografia.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 522-3.
Que estruturas vasculonervosas estão sob risco devido ao desvio do fragmento distal determinado pela fratura?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 523; 579-
83.
 Bursite da pata anserina
Mulher, 60 anos, procurou ambulatório de ortopedia com dor na região inferomedial do joelho direito há 1 semana, abaixo da
Caso 13.4
A)
■
■
■
B)
■
 Bursite da pata anserina
Mulher, 60 anos, procurou ambulatório de ortopedia com dor na região inferomedial do joelho direito há 1 semana, abaixo da
linha articular, inicialmente ligada à atividade e que apresentava melhora parcial com uso de anti-inflamatórios. À inspeção
notou-se edema no joelho direito, com dor à palpação da inserção da “pata de ganso” (anserina) (Figura 13.4.1). À investigação
radiológica do joelho visualizou artrose incipiente (Figura 13.4.2). A ultrassonografia confirmou o diagnóstico de bursite da
pata anserina. A paciente foi orientada a perder peso e então encaminhada para fisioterapia visando ao tratamento da bursite e
posterior fortalecimento muscular para o joelho, evoluindo satisfatoriamente.
Figura 13.4.1 Imagem dos joelhos, os quais apresentam edema, com área de dor em região inferomedial do joelho direito
(linha tracejada).
Figura 13.4.2 Radiografias em ortostática (com carga) dos joelhos com incidências AP (A) e em perfil (B), com sinais de
artrose incipiente.
Questões
Cite quais são os músculos do “jarrete”, suas inserções e ações principais.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 416;
425.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 565-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 478-9.
Diferencie bursite e tendinite.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 577.
■
C)
■
■
■
Caso 13.5
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 58-9.
 Identifique os músculos envolvidos na bursite da “pata de ganso”. Quais movimentos foram testados para diferenciar o
quadro de uma tendinite local?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 415.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 565-568.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 474-9.
 Ruptura do tendão calcâneo (de Aquiles)
Homem, 27 anos, procurou ambulatório de ortopedia. Relatou que, durante partida de futebol ocorrida 24 horas antes, ouviu um
estalido (como o som de uma pedrada) associado a dor no calcanhar esquerdo, e concomitantemente percebeu que sua marcha
estava alterada. Ao exame físico visualizou-se ausência de flexão plantar quando da contração do tríceps sural (Figura 13.5.1).
Foi solicitada ultrassonografia local, a qual confirmou o diagnóstico de lesão do tendão de Aquiles. O paciente foi internado, e
posteriormente realizada tenorrafia em centro cirúrgico. Após período de imobilização e fisioterapia obteve recuperação plena
dos movimentos e da força muscular antes acometida.
Figura 13.5.1 Imagem do paciente deitado, realizando a flexão plantar do pé direito (A) e sem conseguir realizar a flexão
plantar do pé esquerdo (B).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da perna.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 438-
45.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 583-88;
591-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 480-5.
Quais músculos contêm os tendões que constituem o “tendão de Aquiles”?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 602.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 482-3.
Quais alterações na marcha o paciente poderia apresentar se não tivesse sido operado?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 602.
Caso 13.5
A)
■
■
■
B)
■
■
C)
■
■
Caso 13.6
 Ruptura do tendão calcâneo (de Aquiles)
Homem, 27 anos, procurou ambulatório de ortopedia. Relatou que, durante partida de futebol ocorrida 24 horas antes, ouviu um
estalido (como o som de uma pedrada) associado a dor no calcanhar esquerdo, e concomitantemente percebeu que sua marcha
estava alterada. Ao exame físico visualizou-se ausência de flexão plantar quando da contração do tríceps sural (Figura 13.5.1).
Foi solicitada ultrassonografia local, a qual confirmou o diagnóstico de lesão do tendão de Aquiles. O paciente foi internado, e
posteriormente realizada tenorrafia em centro cirúrgico. Após período de imobilização e fisioterapia obteve recuperação plena
dos movimentos e da força muscular antes acometida.
Figura 13.5.1 Imagem do paciente deitado, realizando a flexão plantar do pé direito (A) e sem conseguir realizar a flexão
plantar do pé esquerdo (B).
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura da perna.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 438-
45.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 583-88;
591-7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 480-5.
Quais músculos contêm os tendões que constituem o “tendão de Aquiles”?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 602.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 482-3.
Quais alterações na marcha o paciente poderia apresentar se não tivesse sido operado?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 602.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 494.
 Insuficiência do músculo tibial posterior
Mulher, 50 anos, procurou ambulatório de ortopedia com dor na borda medial do pé direito, já de longa data. Ao exame notou-
se pé plano, com dor à palpação da região medial do tornozelo e do retropé. Foi solicitado à paciente que ficasse na ponta dos
pés, então visualizou-se inversão fraca do pé, permanecendo o calcâneo valgo e a eversão da articulação subtalar. Quando o pé
foi observado por trás, visualizou-se deformidade em abdução da região anterior do pé (sinal chamado too many toes – Figura
Caso 13.6
A)■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
 Insuficiência do músculo tibial posterior
Mulher, 50 anos, procurou ambulatório de ortopedia com dor na borda medial do pé direito, já de longa data. Ao exame notou-
se pé plano, com dor à palpação da região medial do tornozelo e do retropé. Foi solicitado à paciente que ficasse na ponta dos
pés, então visualizou-se inversão fraca do pé, permanecendo o calcâneo valgo e a eversão da articulação subtalar. Quando o pé
foi observado por trás, visualizou-se deformidade em abdução da região anterior do pé (sinal chamado too many toes – Figura
13.6.1), o que confirmou a hipótese de disfunção do músculo tibial posterior. A paciente foi orientada a procurar tratamento
cirúrgico, o qual consiste na transferência do músculo flexor longo dos dedos e osteotomia varizante do calcâneo.
Figura 13.6.1 Imagem dos pés da paciente por trás, visualizando mais dedos à direita do que o lado contralateral,
caracterizando o sinal too many toes.
Questões
Cite as inserções e ações principais da musculatura das regiões: anterior, posterior e lateral da perna; dorsal e plantar do pé.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 438-
45.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 583-8; 591-
7; 606-12.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 480-5.
Explique a atuação dos músculos tibiais e fibulares com relação às articulações do tornozelo e subtalar e no desvio do antepé.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 438-
45.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 583-8; 591-
7.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 494-5.
Como se explica a abdução do antepé e a eversão da articulação subtalar quando da disfunção do tendão do músculo tibial
posterior?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 438-
45.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 617-20.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Anatomia Geral e Sistema
Locomotor. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 494-5.
Caso 13.7
A)
■
B)
■
C)
■
D)
■
Caso 13.8
 Fasciite plantar
Paciente feminina, 63 anos, procurou consultório ortopédico devido a dor em pé esquerdo. Relata que a mesma é pior ao se
levantar pela manhã, não conseguindo apoiar corretamente o pé ao solo, e que perdura em menor intensidade durante o
caminhar pelo dia. Ao exame físico, apresenta-se com dor à palpação da planta do pé, desde a tuberosidade do calcâneo até a
altura dos metatarsos, e que piora com a extensão passiva dos dedos do pé pelo examinador. Foi solicitada ultrassonografia do
pé esquerdo, (Figura 13.7.1) a qual evidenciou fáscia plantar espessada e hipoecoica, compatível com fasciite plantar. A
paciente foi orientada a não utilizar sapatos rasteirinhos, e foi encaminhada a fisioterapia.
Figura 13.7.1 Ultrassonografia do pé esquerdo, evidenciando fáscia plantar espessada e hipoecoica (seta) próximo à
inserção do calcâneo, medindo 0,7 cm, compatível com fasciite plantar.
Questões
O que são a fáscia plantar e a aponeurose plantar?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 605.
Qual é a sua localização e função para o pé?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 605.
Defina fasciite plantar. Explique o aumento da dor com a extensão passiva dos dedos do pé.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 605; 619.
Como a utilização de sapatos rasteiros e exercícios de alto impacto podem contribuir para o aparecimento da fasciite plantar?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 619.
 Bursite pré-patelar
Paciente masculino, 46 anos, faxineiro, procurou pronto-socorro devido a aparecimento de tumoração em joelho direito, sem
história de queda e/ou trauma local (Figura 13.8.1). Ao exame, observou-se tumoração em topografia de região anterior de
joelho direito, superficial, não aderida a planos profundos, sem calor e/ou rubor, e que não interferia nos movimentos da
articulação. A radiografia local não evidenciou anormalidades do ponto de vista ósseo. O paciente foi orientado a evitar o atrito
excessivo nesta região, o que por si só levou ao desaparecimento da tumoração.
Caso 13.8
A)
■
B)
■
C)
■
 Bursite pré-patelar
Paciente masculino, 46 anos, faxineiro, procurou pronto-socorro devido a aparecimento de tumoração em joelho direito, sem
história de queda e/ou trauma local (Figura 13.8.1). Ao exame, observou-se tumoração em topografia de região anterior de
joelho direito, superficial, não aderida a planos profundos, sem calor e/ou rubor, e que não interferia nos movimentos da
articulação. A radiografia local não evidenciou anormalidades do ponto de vista ósseo. O paciente foi orientado a evitar o atrito
excessivo nesta região, o que por si só levou ao desaparecimento da tumoração.
Figura 13.8.1 Imagem de tumoração em joelho direito, superficial, sem calor local, não aderida a planos profundos e que
não interferia nos movimentos da articulação – vistas em perfil (A) e anterior (B). Compare com o joelho contralateral.
Questões
Cite as bolsas existentes ao redor do joelho. Quais seriam as suas funções?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 638; 641.
Cite quais bolsas da região do joelho possuem comunicação com a articulação. Qual destas bolsas possibilitaria a infecção
para a cavidade articular do joelho?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 640.
O paciente foi diagnosticado com bursite pré-patelar. Como diferenciá-la pela história e localização da bursite infrapatelar?
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 659-60.
Caso 14.1
A)
■
■
■
B)
■
■
■
Perfuração de esôfago
Homem, 68 anos, sobreviveu a trauma de cabeça e pescoço após queda de 8 degraus. Dias depois apresentou febre, alteração da
voz e disfagia. Encaminhado a um serviço médico de emergência, realizou tomografia computadorizada (TC) de tórax, que
revelou pneumomediastino (Figura 14.1.1). Os achados da esofagografia não evidenciaram alterações. Evoluiu com septicemia
por causa da mediastinite e foi encaminhado ao centro cirúrgico para ser submetido à toracotomia direita. Grande quantidade de
líquido que envolvia todo o esôfago foi drenada do mediastino posterior. A porção torácica do esôfago mostrou-se congesta,
mas sem sinais de perfuração. Em decorrência do mecanismo da lesão, optou-se por exploração da porção cervical do esôfago.
Foram encontradas microperfurações no esôfago causadas por osteófito proeminente em vértebra cervical (C7) em razão da
hiperextensão do pescoço durante a queda. Foi submetido à cirurgia ortopédica para a remoção do osteófito.
Figura 14.1.1 TC de tórax, corte axial, evidenciando ar e abscesso em partes moles mediastinais (seta).
Questões
Defina mediastino e os seus limites.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8; 132.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlasde Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Explique a divisão do mediastino e seu conteúdo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
C)
■
■
■
D)
■
■
■
E)
■
Caso 14.2
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Localize o esôfago no mediastino.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
 Explique as relações anatômicas do esôfago torácico.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166; 8.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7.
Defina toracotomia.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 83-4.
 Tumor de esôfago
Homem, 37 anos, procurou serviço médico com queixa de emagrecimento. Relatou pirose retroesternal e disfagia para
alimentos sólidos nos últimos dois meses. História de tabagismo de 35 maços/ano nos últimos 10 anos e etilismo social. A
radiografia de tórax, com contraste, demonstrou massa na topografia de esôfago com padrão ulcerado (Figura 14.2.1). TC de
tórax revelou espessamento concêntrico da parede do esôfago distal (Figura 14.2.2). A endoscopia digestiva alta evidenciou
lesão ulcerada e estenosante no esôfago inferior, ocupando 60% da circunferência e invadindo a articulação esofagogástrica
(AEG). Realizada biopsia da lesão, obteve-se o diagnóstico de carcinoma epidermoide G2. Foi realizada esofagogastrectomia
subtotal e reconstrução do trato digestório, apresentando boa evolução.
Figura 14.2.1 Radiografia de tórax com contraste venoso, em perfil, evidenciando processo expansivo esofágico, com
padrão ulcerado.
Caso 14.2
A)
■
■
■
 Tumor de esôfago
Homem, 37 anos, procurou serviço médico com queixa de emagrecimento. Relatou pirose retroesternal e disfagia para
alimentos sólidos nos últimos dois meses. História de tabagismo de 35 maços/ano nos últimos 10 anos e etilismo social. A
radiografia de tórax, com contraste, demonstrou massa na topografia de esôfago com padrão ulcerado (Figura 14.2.1). TC de
tórax revelou espessamento concêntrico da parede do esôfago distal (Figura 14.2.2). A endoscopia digestiva alta evidenciou
lesão ulcerada e estenosante no esôfago inferior, ocupando 60% da circunferência e invadindo a articulação esofagogástrica
(AEG). Realizada biopsia da lesão, obteve-se o diagnóstico de carcinoma epidermoide G2. Foi realizada esofagogastrectomia
subtotal e reconstrução do trato digestório, apresentando boa evolução.
Figura 14.2.1 Radiografia de tórax com contraste venoso, em perfil, evidenciando processo expansivo esofágico, com
padrão ulcerado.
Figura 14.2.2 TC de tórax, corte sagital, evidenciando parede esofágica espessada na porção cervical (seta).
Questões
Defina mediastino e os seus limites.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8; 132.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
B)
■
■
■
C)
■
■
■
D)
■
■
■
Caso 14.3
Explique a divisão do mediastino e seu conteúdo.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Em que região do mediastino está localizada a articulação esofagogástrica (AEG)?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7.
Que outras estruturas também poderiam ser afetadas pelo carcinoma?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166; 168.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
 Bócio mergulhante
Mulher, 60 anos, procurou emergência médica queixando-se de falta de ar aos mínimos esforços e dificuldade de deglutição há
algumas semanas. Relatou também emagrecimento importante, insônia e palpitação, além de sentir mais calor que o normal,
sintomas que surgiram há alguns meses. Ao exame físico, a paciente apresentava-se hidratada, normocorada, anictérica, PA 120
× 90 mmHg, frequência cardíaca (FC) 110 bpm, tireoide impalpável. RCR 2T BNF com sopro sistólico pancardíaco; murmúrio
vesicular (MV) universalmente audível sem ruídos adventícios; abdome sem alterações. Radiografia de tórax evidenciou
alargamento de mediastino e deslocamento traqueal (Figura 14.3.1). Foi solicitado hemograma completo, que não revelou
alterações, dosagem de hormônios tireoidianos mostrando aumento T4 livre, e diagnóstico de hipertireoidismo com bócio
mergulhante, sendo a paciente encaminhada para ressecção cirúrgica da glândula.
Figura 14.3.1 Radiografia de tórax com AP evidenciando deslocamento da traqueia para o lado direito (seta).
Questões
Caso 14.3
A)
■
■
■
B)
■
■
■
C)
■
■
■
 Bócio mergulhante
Mulher, 60 anos, procurou emergência médica queixando-se de falta de ar aos mínimos esforços e dificuldade de deglutição há
algumas semanas. Relatou também emagrecimento importante, insônia e palpitação, além de sentir mais calor que o normal,
sintomas que surgiram há alguns meses. Ao exame físico, a paciente apresentava-se hidratada, normocorada, anictérica, PA 120
× 90 mmHg, frequência cardíaca (FC) 110 bpm, tireoide impalpável. RCR 2T BNF com sopro sistólico pancardíaco; murmúrio
vesicular (MV) universalmente audível sem ruídos adventícios; abdome sem alterações. Radiografia de tórax evidenciou
alargamento de mediastino e deslocamento traqueal (Figura 14.3.1). Foi solicitado hemograma completo, que não revelou
alterações, dosagem de hormônios tireoidianos mostrando aumento T4 livre, e diagnóstico de hipertireoidismo com bócio
mergulhante, sendo a paciente encaminhada para ressecção cirúrgica da glândula.
Figura 14.3.1 Radiografia de tórax com AP evidenciando deslocamento da traqueia para o lado direito (seta).
Questões
Localize o bócio no mediastino. Quais são os limites do mediastino?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8; 132.
Schünke, Michael;Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Quais são as suas divisões?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Que estruturas se localizam em cada divisão?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Caso 14.4
A)
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B)
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C)
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■
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D)
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 Compressão da veia cava superior
Mulher, 40 anos, relatou sensação de angústia na região superior do tórax associada a tosse seca há 3 semanas. Queixou-se
também de aumento de volume no pescoço. Relatou episódios de febre e sudorese noturna intensa há alguns meses. Ao exame
físico, observou-se edema de face e pescoço associado a pletora facial e turgência jugular patológica, presença de discreta
circulação colateral no tórax e linfonodomegalia cervical. Restante do exame sem alterações. Diagnosticou-se síndrome da veia
cava superior, e foi solicitada TC de tórax que confirmou a presença de massa mediastinal comprimindo a veia cava superior
(Figura 14.4.1). Realizou-se então biopsia da massa, que revelou lesão linfoproliferativa consistente com linfoma de alto grau,
tendo a imuno-histoquímica revelado linfoma não Hodgkin difuso de grandes células B.
Figura 14.4.1 TC de tórax, corte axial, evidenciando massa mediastinal comprimindo a veia cava superior (seta).
Questões
Quais são os limites do mediastino?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8; 132.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Quais são as suas divisões?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Que estruturas se localizam em cada divisão?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Pela localização do linfoma e do conteúdo do mediastino, explique os sinais apresentados pela paciente.
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
a
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Caso 14.5
A)
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B)
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C)
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Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-3.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
 Lesão de esôfago
Mulher, 55 anos, deu entrada no serviço médico de emergência com história de ingesta de substância cáustica há 3 dias,
apresentando disfagia para alimentos sólidos e pastosos, odinofagia e dor retroesternal em queimação sem fatores de melhora.
Relatou febre não aferida, fraqueza, tosse com escarro purulento e dispneia associada a rouquidão. Apresentava-se em estado
geral regular, emagrecida, dispneica, febril, desidratada e com sialorreia intensa. Foi realizada endoscopia digestiva alta, que
mostrou a presença de fístula de grandes dimensões entre o esôfago e o brônquio esquerdo. Foi posicionada sonda nasoenteral
na segunda porção do duodeno para nutrição. Durante a broncofibroscopia observou-se área de destruição da traqueia distal,
carina e brônquio esquerdo, exposição de tecido mediastinal, desepitelização (Figura 14.5.1) com retração da epiglote e prega
vocal direita desenvolvendo mediastinite. Realizadas esofagostomia cervical terminal e gastrostomia seguida de reconstrução do
trânsito alimentar após 8 meses.
Figura 14.5.1 Broncofibroscopia mostrando área de comunicação entre esôfago e brônquio (seta).
Questões
Quais são os limites do mediastino?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8; 132.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Quais são as suas divisões?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Que estruturas se localizam em cada divisão?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Caso 14.5
A)
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B)
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C)
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 Lesão de esôfago
Mulher, 55 anos, deu entrada no serviço médico de emergência com história de ingesta de substância cáustica há 3 dias,
apresentando disfagia para alimentos sólidos e pastosos, odinofagia e dor retroesternal em queimação sem fatores de melhora.
Relatou febre não aferida, fraqueza, tosse com escarro purulento e dispneia associada a rouquidão. Apresentava-se em estado
geral regular, emagrecida, dispneica, febril, desidratada e com sialorreia intensa. Foi realizada endoscopia digestiva alta, que
mostrou a presença de fístula de grandes dimensões entre o esôfago e o brônquio esquerdo. Foi posicionada sonda nasoenteral
na segunda porção do duodeno para nutrição. Durante a broncofibroscopia observou-se área de destruição da traqueia distal,
carina e brônquio esquerdo, exposição de tecido mediastinal, desepitelização (Figura 14.5.1) com retração da epiglote e prega
vocal direita desenvolvendo mediastinite. Realizadas esofagostomia cervical terminal e gastrostomia seguida de reconstrução do
trânsito alimentar após 8 meses.
Figura 14.5.1 Broncofibroscopia mostrando área de comunicação entre esôfago e brônquio (seta).
Questões
Quais são os limites do mediastino?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 127-8; 132.
Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus: Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 70-1.
Quais são as suas divisões?
Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 78-9;
88-91.
Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 160-71.
Schünke,

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