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6
CURSO FISIOTERAPIA
REGIANE SOUZA DA SILVA 
BIOMECÂNICA DA MARCHA
RIO BRANCO – AC
2023
REGIANE SOUZA DA SILVA 
BIOMECÂNICA DA MARCHA 
Trabalho apresentado ao curso de graduação de fisioterapia relacionada a matéria de Cinesiologia da universidade Paulista (UNIP).
Orientador(a): Aline Caroline Goes Bezerra 
Rio Branco – Acre 
2024
1. INTRODUÇÃO
Este presente trabalho irá abordar a análise biomecânica da marcha, que engloba vários dados, entre eles, dados cinemáticos, cinéticos e electromiográficos, que quando juntos, formam o fenômeno da marcha. A metodologia escolhida foi descritiva e de pesquisa, e foram realizadas pesquisas em artigos e livros que abordam o assunto. A ciência da biomecânica para Donskoy e Zatsiorsky (1988) é um dos métodos para estudar a maneira como os seres vivos se adaptam às leis da mecânica quando se realizam movimentos voluntários, e, é a ciência das leis do movimento mecânico nos sistemas vivos e pode ser também definida como a aplicação da mecânica a organismos vivos e tecidos biológicos. E o objetivo principal deste trabalho é realizar uma revisão de conteúdo sobre os aspectos biomecânicos da marcha e seus tipos, os componentes e funções. 
2. A MARCHA HUMANA 
A marcha humana é muito complexa, e é repleta de força por interações musculares, movimentos e comandos neurais. A marcha é uma forma de locomoção bípede com movimentos cíclicos, que demandam interação entre os sistemas motores, sensoriais, musculoesqueletico, e requer mínimo consumo de energia metabólica. O ciclo da marcha é caracterizado por dois contatos inicias consecutivos realizados pelo mesmo membro inferior. Sendo dividido em duas fases distintas. (Morais, 2010) Este conjunto de dados requer uma interpretação e organização dos princípios fundamentais que elucidam sobre os mecanismos da marcha. Durante várias décadas duas teorias dominaram o estudo da marcha: a analogia a um pêndulo invertido e os seis determinantes da marcha. (Sousa, 2010). A marcha humana normal pode apresentar , portanto, períodos de apoio simples e períodos de duplo apoio. eremos momentos na fase de apoio em que os dois pés tocam o solo (duplo apoio) e momentos nos quais apenas um pé está em contato com o solo (apoio simples). 
2.1. FASES DA MARCHA
Existem ciclos na marcha, e esses ciclos são como fases, e podem ser definidos como eventos que ocorrem desde o primeiro toque do pé no solo ou até mesmo o próximo toque do pé mais adiante. E nesses ciclos são definidos duas fases, que são as fases de apoio e as fases de balanço. 
2.2. FASE DE APOIO
É caracterizado pelo período de tempo em que o pé permanece em contato com o solo e sustenta o peso do corpo do individuo. E esta fase pode corresponder a 60% da estimativa do ciclo da marcha. Ele permite que o membro inferior suporte o peso e faz com que o avanço corporal seja sustentado sobre o membro. Dentro dessa fase existem 5 subfases, que são respectivamente: fase do calcanhar, contato, apoio médio, saída do calcanhar, e propulsão. A fase do calcanhar esta ligada com o toque inicial do pé ao solo. A fase do contato, é quando o pé com a região planar toca o chão, o apoio médio é o ponto no qual o peso corporal se move na central do pé e a saída do calcanhar é quando o calcanhar é elevado do solo para o próximo passo que é a propulsão onde é o componente final, a fase de deixar o solo.
2.3. FASE DE BALANÇO (OSCILAÇÃO)
A fase do balanço é a fase na qual o membro fica no ar, e que corresponde a 40% dessa fase. E assim como a outra, esta também possui subfases, que são: balanço inicial, médio e final. No balanço inicial o pé deixa o chão e move para o próximo passo, e nesse movimento, ocorre a flexão do joelho e a dorsiflexão do tornozelo, permitindo que o membro avance. O estágio médio é quando o membro está sobre o corpo e o estágio final ocorre a medida em que o membro inferior continua a se mover, e está em fase de desaceleração.
2.4. TIPOS DE MARCHA PATOLÓGICA
Existem princípios que estão encaixados na marcha, princípios que são indispensáveis, que são formas de progressão. E na marcha patológica há pelo menos uma falta desses princípios, que pode dar origem a um distúrbio e pode ser um dos seguintes componentes do movimento voluntário, que são: fonte de movimento, alavancas articuladas, conscientização do movimento desejado, controle do movimento e energia. (Faloppa, 2008). Elas geralmente são causadas após um trauma neurológico, onde pode ocorrer um deslocamento central de massa anormal, e isso acaba gerando um maior risco de quedas, e suscetibilidade a lesões biomecânicas. As marchas anormais podem ser observadas em exames físicos, e algumas são: marcha em bloco, marcha ebriosa, marcha talonante, marcha em “estrela”, marcha tesoura, marcha escarvante e marcha ceifante. 
A marcha hemiparética ou ceifante, é comum em lesão pré central, e nem toda lesão gera essa marcha, e dependendo da região da lesão, o paciente pode apresentar marcha totalmente diferente a clássica hemiparética. Algumas características são extremidade inferior hemi mais longa, mantém o braço firme e não oscila de maneira normal
. 
(fonte: https://www.rafaeloliveiraneuro.com/post/2017-06-05-caminhar-pode-identificar-doen-c3-a7as)
A marcha paraparética ou tesoura é comum em paraparesia espática, faz uma marcha desolada, passo curto e marcha instável, sempre precisa de apoio para realizar o andar. 
A marcha Ataxica ou ebriosa é comum em lesões de cerebelo, e tem como principal característica uma marcha instável, que oscila, e não é regular, a base normalmente é aumentada e possui o comprimento do passo variável. 
(fonte: 
Marcha escavante é presente em casos de radiculopatia ou lesão do nervo fibular profundo ou nervo fibular comum, tem como característica, flexão excessiva do quadril, arremesso do pé para frente e som característico. 
Marcha Parkinsoniana é presente em casos de doença de Parkinson, possui passos curtos e numerosos, e passa maior tempo na fase de apoio.
Marcha apráxica / dispráxica ou magnética está presente em casos de hidrocefalia, e lesões do lobo frontal. Possui características como, dificuldade de tirar os pés do solo, paratonia, é instável e corre riscos de queda. 
4 REFFERÊNCIAS
ANALISE de Marcha : Marchas Patológicas. Direção: Rogerio Souza. Youtube.com: [s. n.], 2022. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Op0VRaMU-SI. Acesso em: 20 maio 2024.
A Sousa & João Manuel R. S. Tavares. A marcha humana: uma abordagem biomecânica. Àrea Científico-Pedagógica de Fisioterapia, Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Instituto Politécnico do Porto, Vila Nova de Gaia, PORTUGAL. 2010. Disponível em : chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/25484/2/60817.pdf 
Donskoi D, Zatsiorsky V.Biomecânica de los ejercicios físicos. Moscou: Raduga, 1988. 
RIBEIRO, Mara. EBOOK - Fisioterapia: Marcha Humana - Tudo que você precisa saber. In: MARCHA. [S. l.: s. n.], 2020. cap. 1, p. 1 - 36. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://gratis.estrategiaconcursos.com.br/wp-content/uploads/2020/08/E-BOOK-Fisioterapia-MARCHA-Mara-Claudia.pdf. Acesso em: 20 maio 2024.
RIBEIRO, Mara. EBOOK - Fisioterapia: Marcha Humana - Tudo que você precisa saber. In: MARCHA. [S. l.: s. n.], 2020. cap. 1, p. 1 - 36. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://gratis.estrategiaconcursos.com.br/wp-content/uploads/2020/08/E-BOOK-Fisioterapia-MARCHA-Mara-Claudia.pdf. Acesso em: 20 maio 2024.
Morais Filho MC, Reis RA, Kawamura CM. Avaliação do padrão de movimento dos joelhos e tornozelos durante a maturação da marcha normal. Acta Ortop Bras. [periódico na Internet]. 2010; 18(1):23-5. Disponível em URL: http://www.scielo.br/aob
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