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Pincel Atômico - Exercício de História

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Questões resolvidas

(ENADE 2017) A história se faz com documentos. Documentos são os traços que deixaram os pensamentos e os atos dos homens do passado. Entre os pensamentos e os atos dos homens, poucos há que deixam traços visíveis, e estes, quando se produzem, raramente perduram: basta um acidente para os apagar. Ora, qualquer pensamento ou ato que não tenha deixado traços visíveis tenham desaparecido, está perdido para a história: é como se nunca houvesse existido. Por falta de documentos, a história de enormes períodos de passado da humanidade ficará para sempre desconhecida. Porque nada supre os documentos: onde não há documentos não há história.
LANGLOIS, C.; SEIGNOBOS, C. Introdução aos Estudos Históricos. São Paulo: Editora Renascença, 1946 (adaptado).
O trecho apresentado foi publicado originalmente em 1898, na França, em um manual de História muito influente à época. Com base nesse excerto, infere-se que os documentos
são registros textuais, preferencialmente produzidos por organismos vinculados ao Estado, o que assegura sua autenticidade.
recuperam o passado em si, na medida em que expressam ações e ideias de homens que viveram em épocas pretéritas
são equivalentes aos acontecimentos humanos, pois carregam em si os pensamentos e os atos pretéritos..
podem ser substituídos por traços que denotem tanto a presença humana no tempo quanto os gostos, gestos e valores do ser humano em determinado período.
X fornecem testemunho sobre uma parcela dos acontecimentos do passado sem os quais a escrita da história é impossível.

Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX, representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes princípios:
I- O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais.
II- Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos.
III- O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos.
É CORRETO o que se afirma em

I e III.
I apenas.
I e II.
II e III.
I, II e III.

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Questões resolvidas

(ENADE 2017) A história se faz com documentos. Documentos são os traços que deixaram os pensamentos e os atos dos homens do passado. Entre os pensamentos e os atos dos homens, poucos há que deixam traços visíveis, e estes, quando se produzem, raramente perduram: basta um acidente para os apagar. Ora, qualquer pensamento ou ato que não tenha deixado traços visíveis tenham desaparecido, está perdido para a história: é como se nunca houvesse existido. Por falta de documentos, a história de enormes períodos de passado da humanidade ficará para sempre desconhecida. Porque nada supre os documentos: onde não há documentos não há história.
LANGLOIS, C.; SEIGNOBOS, C. Introdução aos Estudos Históricos. São Paulo: Editora Renascença, 1946 (adaptado).
O trecho apresentado foi publicado originalmente em 1898, na França, em um manual de História muito influente à época. Com base nesse excerto, infere-se que os documentos
são registros textuais, preferencialmente produzidos por organismos vinculados ao Estado, o que assegura sua autenticidade.
recuperam o passado em si, na medida em que expressam ações e ideias de homens que viveram em épocas pretéritas
são equivalentes aos acontecimentos humanos, pois carregam em si os pensamentos e os atos pretéritos..
podem ser substituídos por traços que denotem tanto a presença humana no tempo quanto os gostos, gestos e valores do ser humano em determinado período.
X fornecem testemunho sobre uma parcela dos acontecimentos do passado sem os quais a escrita da história é impossível.

Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX, representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes princípios:
I- O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais.
II- Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos.
III- O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos.
É CORRETO o que se afirma em

I e III.
I apenas.
I e II.
II e III.
I, II e III.

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Pincel Atômico - 03/03/2024 17:59:29 1/5
BIANCA PERINA
MASSARO
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 2 (19064)
Atividade finalizada em 01/03/2024 21:05:14 (1767558 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
HISTORIOGRAFIA [1036749] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 3,33 pontos [capítulos - 1]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-JANEIRO/2024 - SGegu0A020224 [114140]
Aluno(a):
91568168 - BIANCA PERINA MASSARO - Respondeu 6 questões corretas, obtendo um total de 2,50 pontos como nota
[358652_1221
43]
Questão
001
(CUITÉ 2019) No final do século XIX, Leopold Von Ranke afirmava: a História deve ser
narrada como de fato aconteceu. Sobre esta busca da verdade na história, é
CORRETO afirmar:
A busca pela verdade na história, ou seja, da narrativa do passado como de fato
aconteceu, esteve distante do debate de profissionalização da história.
X
A neutralidade deve ser sempre uma meta a ser atingida pelos historiadores no
desenvolvimento de seu ofício.
A imparcialidade se assemelha à proposta de uma Escola sem Partido quando,
definitivamente, foi possível determinar a única verdade para a história.
A história, ao ser narrada como de fato aconteceu, deve ofertar múltiplas
interpretações sobre os acontecimentos históricos.
Para narrar a história como de fato aconteceu, é preciso adotar toda a parcialidade e
subjetividade possível.
[358652_1221
51]
Questão
002
(Pref. Ribe5. (Pref. Ribeirão Preto/SP 2013 – VUNESP) O documento foi definido
tradicionalmente como um texto escrito à disposição do historiador. Fustel de
Coulanges afirmava que “a habilidade do historiador consiste em retirar dos
documentos o que contém e nada acrescentar... A leitura dos documentos de nada
serviria se fosse feita com ideias preconcebidas”. A partir deste pressuposto, dois
procedimentos básicos deveriam ser adotados, denominados, convencionalmente, de
crítica externa e crítica interna.
FUNARI, Pedro Paulo. A Antiguidade Clássica, p. 15. Adaptado
Acerca dos dois procedimentos básicos a que se refere o autor, é correto afirmar que a
crítica externa analisa
 
o contexto socioeconômico de produção do documento, enquanto a crítica interna
procura observar quais são os conflitos sociais que o documento apresenta.
a materialidade do documento, a sua composição física, enquanto a crítica interna
procura observar se as informações do documento são verossímeis.
o contexto histórico a que o documento se refere e o seu significado para o período,
enquanto a crítica interna procura identificar os sujeitos sociais envolvidos.
o sítio arqueológico ou o arquivo em que foi encontrado o documento, enquanto a
crítica interna procura situar o documento no tempo e no espaço.
X
a autoria do documento e, se possível, a biografia do autor, enquanto a crítica interna
procura observar a coerência e a coesão do texto do documento.
Pincel Atômico - 03/03/2024 17:59:29 2/5
[358652_1221
54]
Questão
003
(IFPI-2014) Desde o nascimento do cinema, a História tem servido de referência para
a realização de filmes. Nesse sentido, ao longo do tempo, as produções
cinematográficas passaram a despertar o interesse de professores e alunos em sala
de aula e tornaram-se fonte de conhecimento. Frequentemente, nas aulas de História
e nos livros didáticos, é possível encontrar indicação de filmes que tratam de assuntos
do conteúdo programático daquele ano escolar. A partir dessas sugestões, o grande
desafio está na leitura de uma obra cinematográfica, relacionando-a com uma
abordagem histórica que permita o encontro entre cinema e História. Para usar a
expressão cunhada por Marc Ferro, na conversa entre Cinema e História podemos
afirmar que
o principal objetivo do trabalho com filmes na sala de aula é recuperar o fascínio e o
encantamento pela história de modo a motivar estudantes e professores para o estudo
científico do passado pelo passado.
o estudo da imagem tem como objetivo as intenções do cineasta ou do diretor de
fotografia de modo a promover a compreensão do filme a partir de sua condição de
obra de arte desvinculada da realidade social.
o método de compreensão de um filme no contexto da sala de aula exige que o
professor filtre todo conhecimento prévio sobre a época e os temas tratados que não
esteja sujeito a sua orientação.
a utilização do filme na sala de aula faz com que sua projeção preencha o espaço de
atuação do professor, reconduzindo metodologicamente a participação deste para a
condição de espectador do processo de aprendizagem.
X
o foco dos esforços de interpretação não deve se confinar à realidade ficcional do filme
projetado, mas deve abranger também a sociedade que o produziu e dele se utilizou
para discutir determinados temas e épocas que lhe interessaram.
[358652_1221
58]
Questão
004
(ENADE 2017) A história se faz com documentos. Documentos são os traços que
deixaram os pensamentos e os atos dos homens do passado. Entre os pensamentos e
os atos dos homens, poucos há que deixam traços visíveis, e estes, quando se
produzem, raramente perduram: basta um acidente para os apagar. Ora, qualquer
pensamento ou ato que não tenha deixado traços visíveis tenham desaparecido, está
perdido para a história: é como se nunca houvesse existido. Por falta de documentos,
a história de enormes períodos de passado da humanidade ficará para sempre
desconhecida. Porque nada supre os documentos: onde não há documentos não há
história.
LANGLOIS, C.; SEIGNOBOS, C. Introdução aos Estudos Históricos. São Paulo:
Editora Renascença, 1946 (adaptado).
O trecho apresentado foi publicado originalmente em 1898, na França, em um manual
de História muito influente à época. Com base nesse excerto, infere-se que os
documentos
são registros textuais, preferencialmente produzidos por organismos vinculados ao
Estado, o que assegura sua autenticidade.
recuperam o passado em si, na medida em que expressam ações e ideias de homens
que viveram em épocas pretéritas
são equivalentes aos acontecimentos humanos, pois carregam em si os pensamentos
e os atos pretéritos..
podem ser substituídos por traços que denotem tanto a presença humana no tempo
quanto os gostos, gestos e valores do ser humano em determinado período.
X
fornecem testemunho sobre uma parcela dos acontecimentos do passado sem os
quais a escrita da história é impossível.
Pincel Atômico - 03/03/2024 17:59:29 3/5
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49]
Questão
005
(IFRN 2012) A análise criteriosa do discurso historiográfico é uma das habilidades
exigidas do professor de História. Considerando essa habilidade, analise os dois
documentos a seguir:
I. “Em seus escritos, os pensadores iluministas insistiam: somente a partir do uso da
razão os homens atingiriam o progresso, em todos os sentidos. A razão permitiria
instaurar no mundo uma nova ordem, caracterizada pela felicidade ao alcance de
todos”.
MOTA, Myriam Becho; BRAICK, Patrícia Ramos. História: das cavernas ao terceiro
milênio. São Paulo: Moderna, 2002, p. 250.
II. “O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um
terreno, se lembrou de dizer: Isto é meu; e encontrou pessoas, suficientemente
simples, que acreditaram nele. Quantos crimes, guerras, homicídios, misérias e
horrores não pouparia ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas ou
enchendo o fosso, tivesse gritado aos seus semelhantes: não deveis escutar este
impostor; estareis perdidos se esquecerdes que os frutos pertencem a todos e que a
terra não é de ninguém”.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da
desigualdade entre os homens. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1977, p. 86. (Grifo do
autor)
A partir desses documentos e do conhecimento sobre o pensamento iluminista, pode-
se afirmar corretamente que as reflexões de Rousseau se diferenciam das ideias de
outros autores iluministas na medida em que
Aponta a Monarquia Esclarecida como única alternativa para conter a propriedade
privada, consideradapor ele o principal entrave para a felicidade humana.
Relativiza a importância da razão como elemento decisivo para o progresso e sugere
outros aspectos que precisam ser considerados para a conquista da felicidade dos
homens.
Questiona a bondade natural dos homens com base na idéia de que a razão
individualista dificulta a construção de projetos sociais coletivos.
X
Defende a construção de uma nova ordem gerida por um Contrato Social, segundo a
qual o progresso humano viria com a superação do estado natural.
Aproxima razão e posse de terras. A ideia de razão e de propriedade são
dependentes.
[358652_1147
65]
Questão
006
(MONTE HOREBE 2019) Para a Escola Positivista, metódica, do final do século XIX,
representada por autores como Leopold Von Ranke e Fustel de Coulanges, a história
deveria se tornar uma ciência a partir de uma metodologia baseada nos seguintes
princípios:
I- O conhecimento histórico deveria copiar o método objetivista das ciências naturais.
II- Os historiadores deveriam buscar sempre a neutralidade, com o objetivo de
encontrar uma única verdade para se narrar os eventos históricos.
III- O melhor dos historiadores é aquele que menos se afasta dos textos.
É CORRETO o que se afirma em
I e III.
I apenas.
I e II.
II e III.
X I, II e III.
Pincel Atômico - 03/03/2024 17:59:29 4/5
[358652_1221
47]
Questão
007
(IFPE 2012) “Seria uma desgraça para nós, agora que os amplos espaços do mundo
material, as terras e os mares foram atingidos e explorados, se os limites do mundo
intelectual fossem dados pelas descobertas dos antigos.”
Francis Bacon, apud BURKE, Peter. “Uma história social do conhecimento: de
Gutemberg a Diderot.” Rio de janeiro: Jorge Zahar, 2003, p. 105.
A crença na superioridade da razão é a base do pensamento Iluminista, tão bem
expresso por Francis Bacon. Nesse sentido, os itens abaixo versam sobre o processo
histórico Iluminista.
I. A afirmativa de Francis Bacon apresenta uma das ideias fundamentais do
pensamento científico: a crítica. Para o europeu do século XVI em diante, apesar da
herança clássica, havia sido ele, e não os gregos, que tinha realizado as grandes
navegações e a ciência experimental.
II. A invenção da imprensa conseguiu expandir o conhecimento por meio da difusão
dos diversos tipos de conhecimento, indo dos relatos aos dicionários e às
enciclopédias. Apesar disso, o intenso analfabetismo europeu acabou impedindo o
acesso ao conteúdo das obras e ao desenvolvimento intelectual advindo desse fato.
III. A fé na razão e no entendimento se opunha, para os iluministas, à ignorância do
pensamento embasado nos mitos da Bíblia e nos dogmas da Igreja. A partir do
Iluminismo, o homem é livre para construir uma nova religião, e em seu altar, colocar a
razão.
IV. A Enciclopédia publicada por Diderot propunha-se a difundir todo o conhecimento
humano, pronto para ser compartilhado por todos, afinal a palavra enciclopédia
significa a inter-relação das ciências, nas palavras do próprio Diderot.
V. Se para o filósofo iluminista a razão era libertadora, para a maior parte das
monarquias europeias ela era reformista. Assim, buscando estimular o acesso às
obras iluministas, os reis absolutistas providenciaram a distribuição da Enciclopédia
em todo o seu reino, por isso foram chamados de Déspotas Esclarecidos.
Estão corretos, apenas
I, III e V.
II, IV e V.
X I, III e IV.
III, IV e V.
I, II e III.
[358654_1147
66]
Questão
008
A relação entre objetividade e subjetividade do conhecimento produzido é um dilema
para a Historiografia. Sobre esse debate, assinale a alternativa correta.
O debate tem pouco ou nenhum valor para a Historiografia, visto que o conhecimento
produzido é sempre uma interpretação subjetiva do passado, realizada por um
indivíduo, o historiador.
X
A objetividade e a subjetividade coexistem em um trabalho de História. A objetividade,
porém, tem um valor maior perante a subjetividade, pois é função do historiador
descrever o passado e trazer resoluções para a sociedade.
A objetividade é sempre danosa ao trabalho historiográfico. Através dela, anulam-se
outras visões sobre o passado, trazendo uma única versão para o fato.
Tanto a objetividade quanto a objetividade fazem parte do trabalho do historiador. A
subjetividade permite diferentes pontos de vista sobre um fato histórico, mas não pode
ser determinante a ponto de negar realidades ocorridas. Nesse ponto, a objetividade é
importante, pois é capaz de definir para a sociedade quais interpretações do passado
excedem a realidade dos ocorridos.
Pincel Atômico - 03/03/2024 17:59:29 5/5
A objetividade deve ser premissa essencial para aqueles que pretendem estudar e
compreender o passado. Dessa maneira, deve-se buscar a verdade e a perfeita
descrição dos fatos, não deixando dúvidas ou debates pendentes na produção do
conhecimento histórico.

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