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F i s i o t e r a p i a
Quando autorizado pelo fiscal
de sala, transcreva a frase
ao lado, com sua caligrafia
usual, no espaço apropriado
na Folha de Respostas.
INSTRUÇÕES
- Verifique se este caderno:
- corresponde à sua opção de especialidade.
- contém 40 questões, numeradas de 1 a 40.
Caso contrário, solicite imediatamente ao fiscal da sala a substituição do caderno.
Não serão aceitas reclamações posteriores.
- Para cada questão existe apenas UMAresposta certa.
- Leia cuidadosamente cada uma das questões e escolha a resposta certa.
- Essa resposta deve ser marcada na FOLHADE RESPOSTAS que você recebeu.
- Procurar, na FOLHADE RESPOSTAS, o número da questão que você está respondendo.
- Verificar no caderno de prova qual a letra (A,B,C,D,E) da resposta que você escolheu.
- Marcar essa letra na FOLHADE RESPOSTAS, conforme o exemplo:
- Marque as respostas com caneta esferográfica de material transparente e tinta preta ou azul. Não será permitida a
utilização de lápis, lapiseira, marca texto ou borracha durante a realização da prova.
- Marque apenas uma letra para cada questão. Será anulada a questão em que mais de uma letra estiver assinalada.
- Responda a todas as questões.
- Não será permitida qualquer consulta ou comunicação entre os candidatos, nem a utilização de livros, códigos, manuais,
impressos ou quaisquer anotações.
- Aduração da prova é de 3 horas, para responder a todas as questões e preencher a Folha de Respostas.
- Ao término da prova, chame o fiscal da sala para devolver o Caderno de Questões e a Folha de Respostas.
proibida a divulgação ou impressão parcial ou total da presente prova. Direitos Reservados.- É
VOCÊ DEVE
ATENÇÃO
A C D E
Terapia Intensiva, Reabilitação Física, Gerontologia e
Fisioterapia Hospitalar Áreas de Acesso Direto�
PROCESSO SELETIVO PARA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL
E UNIPROFISSIONAL
N do CadernooN de Inscriçãoo
ASSINATURA DO CANDIDATO
N do Documentoo
Nome do Candidato
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN Dezembro/2020
Colégio Sala Ordem
S A
A vida depende dos propósitos e das atitudes edificantes.
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001 MODELO
0000000000000000
TIPO−001
00001 0001 0001
 
2 ALBERT-Fisioterapia 
1. Mário, 67 anos, após realizar seu check up anual, foi diagnosticado com osteoporose na coluna lombar e nos quadris. Foi enca-
minhado ao fisioterapeuta, que determinou um programa de exercícios resistidos. Esse tipo de exercício deve visar 
 
(A) ao aumento da amplitude de movimento, devido ao alongamento. 
(B) à diminuição do risco de fratura, devido ao aumento da massa óssea. 
(C) ao aumento da capacidade aeróbica, devido à carga. 
(D) ao aumento da amplitude de movimento, devido ao aumento da massa muscular. 
(E) à melhora do equilíbrio, devido ao aumento da massa muscular. 
 
 
Atenção: Para responder às questões de números 2 a 6, baseie-se no caso clínico abaixo. 
 
 
Matilde, 64 anos, obesa, hipertensa e diabética, acordou com dificuldade de articular as palavras, o que impedia a com-
preensão do que dizia, apresentando também fraqueza muscular e dificuldade na movimentação do hemicorpo direito. Foi levada ao 
Hospital, onde foi diagnosticada com acidente vascular cerebral. Após uma semana de internação, recebeu alta e foi encaminhada ao 
serviço de reabilitação mais próximo de sua casa para iniciar um programa de reabilitação. 
 
 
2. De acordo com a descrição do caso, a região em que ocorreu o AVC e as possíveis sequelas de Matilde que levam à 
dependência funcional são: 
 
(A) hemisfério cerebelar esquerdo; afasia e hemiparesia espástica. 
(B) hemisfério cerebral direito; afasia e hemiparesia espástica. 
(C) hemisfério cerebelar esquerdo; afasia e hemiparesia flácida. 
(D) hemisfério cerebral esquerdo; afasia e hemiparesia espástica. 
(E) hemisfério cerebelar direito; afasia e hemiparesia flácida à direita. 
 
 
3. Matilde saiu do hospital com a orientação de posicionar seu membro superior direito da seguinte forma: abdução de escápula, 
30° de abdução de ombro, leve flexão de cotovelo, punho e mão em posição de função com semiextensão de punho, semiflexão 
de dedos e abdução de polegar. Esse posicionamento objetiva 
 
(A) evitar um padrão flexor e facilitar a função. 
(B) evitar um padrão extensor e facilitar a função. 
(C) diminuir a dor e evitar subluxação de ombro. 
(D) manter a amplitude de movimento e evitar subluxação de ombro. 
(E) diminuir a dor e facilitar a função. 
 
 
4. Ao chegar ao centro de reabilitação, realizou-se avaliação da capacidade funcional, amplitude de movimento, força muscular e 
tônus muscular de Matilde. O procedimento usado na avaliação do tônus muscular é a movimentação 
 
(A) passiva no sentido da ação do músculo a ser testado e sem variação da velocidade de movimento. 
(B) ativa no sentido da ação do músculo a ser testado e solicitando variação da velocidade de movimento. 
(C) passiva no sentido do alongamento do músculo ser testado e sem variação da velocidade de movimento. 
(D) ativa no sentido do alongamento do músculo a ser testado e sem variação da velocidade de movimento. 
(E) passiva no sentido do alongamento do músculo a ser testado e variando a velocidade de movimento. 
 
 
5. Após três meses do início de seu programa de reabilitação, inseriu-se a terapia por contensão induzida (TCI). De acordo com as 
diretrizes do uso da TCI, a recomendação é de que Matilde tenha restrição do membro superior não acometido: 
 
(A) 80 a 90% do dia ativo e realize de 2 a 6 horas de treinamento intensivo, repetitivo e padronizado. 
(B) 90 a 95% do dia ativo e realize de 2 a 4 horas de treinamento intensivo, repetitivo e padronizado. 
(C) 85 a 95% do dia ativo e realize de 4 a 6 horas de treinamento intensivo, repetitivo e aleatório. 
(D) 70 a 80% do dia ativo e realize de 2 a 6 horas de treinamento intensivo, repetitivo e aleatório. 
(E) 50 a 60% do dia ativo e realize de 2 a 4 horas de treinamento intensivo, repetitivo e padronizado. 
 
 
6. Pelo fato de Matilde ser diabética, deverá ser incluído e enfatizado em seu programa de reabilitação: 
 
(A) Alongamento combinado a exercícios aeróbicos. 
(B) Exercícios de resistência combinados a exercícios aeróbicos. 
(C) Alongamento combinado a exercícios resistidos. 
(D) Exercícios de resistência combinados a exercícios de equilíbrio. 
(E) Exercícios de amplitude de movimento combinados a exercícios de equilíbrio. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001
 
ALBERT-Fisioterapia 3 
7. Thiago, 6 anos, caiu sobre seu membro superior direito. Após a queda, não parou de chorar, referindo dor e edema no cotovelo. 
Foi levado ao hospital, realizou um Rx e recebeu o diagnóstico de fratura epifisária do epicôndilo medial do cotovelo direito. Após 
3 semanas de imobilização, iniciará a fisioterapia. Momento do tratamento fisioterapêutico em que os exercícios de 
fortalecimento muscular poderão ser inseridos: 
 
(A) Imediatamente após a retirada da imobilização. 
(B) Quando houver amplitude total de flexão de cotovelo. 
(C) Uma semana após a retirada da imobilização. 
(D) Quando não houver mais dor. 
(E) Quando houver amplitude total de pronação e supinação. 
 
 
8. Paciente do sexo feminino, 72 anos, fraturou o úmero. Devido ao tipo de fratura foi realizado tratamento conservador. A fisio-
terapia teve início após a retirada da imobilização. Os recursos que podem auxiliar na consolidação da fratura são 
 
(A) ondas curtas e ultrassom de alta intensidade. 
(B) ultrassom e laser de alta intensidade. 
(C) ultrassom e laser de baixa intensidade. 
(D) ondas curtas e laser de alta intensidade. 
(E) ondas curtas e crioterapia. 
 
 
9. Luiz Oswaldo, 70 anos, foi diagnosticado, há 5 anos, com hérnia de disco. Desde então, realiza fisioterapia. Na última sessão, 
apresentou muita tensão muscular. Seu fisioterapeuta optou por realizar uma massagem na musculatura da região lombar. São 
situações clínicas, que Luiz Oswaldo poderia apresentar, que CONTRAINDICARIAM o uso da massagem: 
 
(A) celulite, arteriosclerose, sinovite etrombose. 
(B) celulite, miosite, enxaqueca e trombose. 
(C) tendinite, enxaqueca, miosite e trombose. 
(D) enxaqueca, arteriosclerose, tendinite e trombose. 
(E) bursite, tendinite, infecções cutâneas e trombose. 
 
 
10. Luiza, 11 anos, com diagnóstico de fibrose cística, ficou afastada de suas atividades escolares por duas semanas, devido a 
episódio de rubéola. Após a rubéola, apresentou piora da tosse, associada a vômito pós-tussígeno, aumentado do volume de 
secreções, que também se tornaram mais espessas. Sua tolerância ao exercício físico diminuiu. Realizou um novo teste de 
função pulmonar, que indicou piora dos parâmetros avaliados. Desse modo, o uso do dispositivo de pressão expiratória positiva 
foi indicado. Em relação a esse dispositivo, durante a expiração 
 
(A) inicial utiliza-se a resistência entre 5 e 10 cm H2O e, após 5 ciclos, a máscara é retirada e o usuário tosse eliminando a 
secreção. 
 
(B) final utiliza-se a resistência entre 10 e 20 cm H2O e, após 5 ciclos, a máscara é retirada e o usuário tosse eliminando a 
secreção. 
 
(C) final utiliza-se a resistência entre 5 e 10 cm H2O e, após 10 ciclos, a máscara é retirada e o usuário tosse eliminando a 
secreção. 
 
(D) intermediária utiliza-se a resistência entre 5 e 10 cm H2O e, após 5 ciclos, a máscara é retirada e o usuário tosse 
eliminando a secreção. 
 
(E) intermediária utiliza-se a resistência entre 10 e 20 cm H2O e, após 10 ciclos, a máscara é retirada e o usuário tosse 
eliminando a secreção. 
 
 
Atenção: Para responder às questões de números 11 e 12, baseie-se no caso clínico abaixo. 
 
 
Inês, 4 anos, apresenta Paralisia Cerebral espástica quadriparética e GMFCS III. Apresenta instabilidade de quadril bilateral. 
Após avaliação, foi confirmada limitação da amplitude de movimento e hipertonia da musculatura adutora, flexora e rotadora medial 
do quadril bilateralmente e também falha na estabilidade dinâmica da cintura escapular. 
 
 
11. Visando a estabilidade dos quadris, é necessário prevenir contratura de quadril em flexão 
 
(A) maior que 20 a 25° e no mínimo 45° de abdução. 
(B) menor que 20 a 25° e no máximo 20° de abdução. 
(C) menor que 20 a 25° e no máximo 90° de abdução. 
(D) maior que 20 a 25° e no mínimo 30° de abdução. 
(E) menor que 20 a 25° e no máximo 60° de abdução. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001
 
4 ALBERT-Fisioterapia 
12. As escápulas de Inês estão fixas em 
 
(A) rotação inferior e posição inclinada anteriormente. 
(B) adução e posição inclinada anteriormente. 
(C) rotação superior e posição inclinada posteriormente. 
(D) adução e posição inclinada posteriormente. 
(E) rotação inferior e posição neutra. 
 
 
13. Lígia, 12 anos, há 1 ano foi diagnosticada com artrite reumatoide juvenil (ARJ). Após o início da fisioterapia, apresentou melhora 
na realização das atividades funcionais e esportivas, assim como em sua participação social na escola e na comunidade da 
igreja que frequenta. O programa de fisioterapia para crianças com ARJ contempla exercícios de alongamento, de fortalecimento 
e aeróbicos. As características dos exercícios de fortalecimento, para casos com ARJ, englobam, no mínimo: 
 
(A) 10 repetições sem carga; na sequência é recomendado baixo peso, com aumento de 0,5 kg a um máximo de 2,5 kg; 
máximo de 30 repetições. 
 
(B) 15 repetições sem carga; na sequência é recomendado baixo peso, com aumento de 0,5 kg a um máximo de 2,5 kg; 
máximo de 30 repetições. 
 
(C) 5 repetições sem carga; na sequência é recomendado baixo peso, com aumento de 0,1 kg a um máximo de 1,0 kg; 
máximo de 30 repetições. 
 
(D) 10 repetições sem carga; na sequência é recomendado baixo peso, com aumento de 0,1 kg a um máximo de 1,5 kg; 
máximo de 20 repetições. 
 
(E) 15 repetições sem carga; na sequência é recomendado baixo peso, com aumento de 0,1 kg a um máximo de 1,5 kg; 
máximo de 20 repetições. 
 
 
14. Aníbal, 28 anos, ciclista, sofreu uma queda de bicicleta há 3 meses. Após cirurgia e período de internação hospitalar, evolui 
com quadro de lesão medular completa, nível neurológico L4. Desde a alta, iniciou o programa de reabilitação. De acordo com a 
descrição do quadro, o tipo de deambulação a ser realizada e o tipo de órtese a ser utilizada são: 
 
(A) comunitária sem andador; órtese tornozelo-pé bilateral. 
(B) domiciliar sem andador; órtese joelho-tornozelo-pé bilateral. 
(C) domiciliar com andador; órtese tornozelo-pé bilateral. 
(D) comunitária com andador; órtese joelho-tornozelo-pé bilateral. 
(E) comunitária com andador; órtese tornozelo-pé bilateral. 
 
 
15. Durante a avaliação de um paciente com Parkinson, classificado no estágio 2 de evolução da doença, foram observadas: alte-
rações do comprimento da passada e da velocidade da marcha, diminuição das reações de equilíbrio e endireitamento, e dimi-
nuição da mobilidade funcional. O melhor teste para indicar a evolução do quadro em relação à marcha e à mobilidade funcio- 
nal é: 
 
(A) teste de caminhada de 10 metros. 
(B) teste de Fugl-Meyer. 
(C) teste Time up and go (TUG). 
(D) medida da função motora. 
(E) teste Jebsen Taylor. 
 
 
16. Augusto fumou por 30 anos e parou há 2 anos, devido a quadro de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Desde então, 
foi inserido em um programa de reabilitação pulmonar. Uma das condutas é o treinamento direcionado especificamente para a 
musculatura respiratória, que consiste em exercícios por meio de aparelhos com orifícios de vários tamanhos, através dos quais 
o paciente respira. A mudança em relação ao tamanho do orifício determina que a respiração resistida está relacionada ao 
tempo de tolerância do paciente. O tempo predeterminado para tolerância é de 
 
(A) 5 minutos. 
(B) 8 minutos. 
(C) 10 minutos. 
(D) 12 minutos. 
(E) 15 minutos. 
 
 
17. A articulação do joelho pode ser acometida por vários processos patológicos. Esses processos podem comprometer a cavidade 
articular, a cartilagem, a sinóvia, os ligamentos e/ou tecidos superficiais do joelho levando à diminuição da amplitude dos movi-
mentos de flexão e extensão. Avaliar o ângulo poplíteo é uma possibilidade para verificar a diminuição da movimentação. A 
avaliação da medida do ângulo poplíteo é realizada a partir da extensão passiva até o limite máximo de movimento, na posição 
 
(A) de decúbito lateral. 
(B) de decúbito dorsal. 
(C) de decúbito ventral. 
(D) sentada. 
(E) em pé. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001
 
ALBERT-Fisioterapia 5 
18. Aos 3 anos de idade, Mário recebeu o diagnóstico de Distrofia Muscular de Duchenne e iniciou tratamento fisioterapêutico. Atual-
mente, aos 7 anos, apresenta Vignos 4 e utiliza órtese tornozelo-pé diariamente, só a retira para higiene e para dormir. Os 
objetivos fisioterapêuticos que devem ser traçados para Mário, nesse momento, são: 
 
(A) ganhar hipertrofia muscular, promover a marcha com órteses apropriadas, prevenir escaras e controlar o desenvolvimento 
da escoliose e hiperlordose lombar. 
 
(B) amenizar a progressão de contraturas visando à função, não prolongar a marcha com órteses tornozelo-pé, indicar o uso 
de cadeira de rodas, amenizar o desenvolvimento da escoliose e tratar as complicações respiratórias. 
 
(C) manter a força muscular, prevenir o desenvolvimento da escoliose, retardar a progressão de contraturas visando maximizar 
a função e prolongar a marcha. 
 
(D) amenizar a progressão de contraturas visando maximizar a função, prolongar a marcha, prevenir o desenvolvimento da 
escoliose, evitar escaras e tratar complicações respiratórias. 
 
(E) evitar a progressão de contraturas visando maximizar a função, prolongar a marcha, evitar o desenvolvimento da 
escoliose, evitar escaras e tratar complicações respiratórias. 
 
 
19. Pacientes com diagnóstico de insuficiência venosa crônica apresentam como sinais e sintomas: diminuição da mobilidade do 
tornozelo e da força da bomba muscular periférica do tríceps sural, edema de ambas as pernas e alterações da pele. O uso de 
meias elásticas associado a programa de exercícios é umaopção terapêutica. A variação de pressão utilizada no uso das meias 
elásticas é de 
 
(A) 2 a 3 mmHg. 
(B) 5 a 8 mmHg. 
(C) 8 a 10 mmHg. 
(D) 10 a 15 mmHg. 
(E) 15 a 20 mmHg. 
 
 
20. Durante o tratamento fisioterapêutico, exercícios de alongamento muscular podem ser indicados para pacientes. Uma das 
possibilidades desse tipo de exercício é o uso da técnica de inibição recíproca. Essa técnica implica na 
 
(A) excitação da musculatura agonista do músculo que se quer alongar. 
(B) inibição da musculatura agonista do músculo que se quer alongar. 
(C) inibição da musculatura sinergista do músculo que se quer alongar. 
(D) excitação da musculatura sinergista. 
(E) inibição da musculatura agonista e antagonista. 
 
 
Atenção: Para responder às questões de números 21 e 22, baseie-se no caso clínico abaixo. 
 
 
Paciente do sexo feminino, 70 anos, 60 kg de peso ideal, diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade, transferido para a 
UTI devido a dispneia e sinais desconforto respiratório. Em respiração espontânea, apresenta SpO2 85%, f = 35 rpm. Ausculta 
Pulmonar com murmúrios vesiculares bilaterais, diminuída à D, com estertores creptantes em hemitórax à direita. Tosse seca, eficaz. 
Gasometria arterial: pH 7,47, PaO2: 45 mmHg, PaCO2 30 mmHg, Bic 25 mEq/L, BE + 1, SaO2 84%. 
 
 
21. A gasometria arterial dessa paciente apresenta 
 
(A) acidose respiratória com alcalose metabólica. 
(B) alcalose respiratória com hipoxemia. 
(C) alcalose respiratória com hipercapnia. 
(D) acidose respiratória mista. 
(E) pH compensado com hiperóxia. 
 
 
22. A insuficiência respiratória dessa paciente é 
 
(A) tipo I ou hipercápnica. 
(B) tipo II ou hipoxêmica. 
(C) tipo mista. 
(D) tipo I ou hipoxêmica. 
(E) tipo II ou hipercápnica. 
 
 
23. Sobre a polineuromiopatia do paciente crítico, é correto afirmar: 
 
(A) O diagnóstico pode ser clínico, através da eletroneuromiografia ou por biópsia muscular. 
 
(B) Clinicamente, apresenta-se como perda da força muscular dos quatro membros, sem diminuição da massa muscular e 
fasciculações. 
 
(C) O escore Medical Research Council (MRC) avalia um grupo muscular nos membros superiores e inferiores e valores acima 
de 60 sugerem diagnóstico de polineuromiopatia. 
 
(D) A biópsia é frequentemente empregada para o diagnóstico quando se há suspeita de outras doenças neuromusculares. 
 
(E) Uma vez estabelecida, a doença tem curso rápido e a recuperação clínica se dá em uma semana. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001
 
6 ALBERT-Fisioterapia 
24. Durante a avaliação fisioterapêutica em paciente de terapia intensiva: 
 
(A) A cianose de pele pode ser de origem central ou periférica, indicando hipoxemia em decorrência do transporte insuficiente 
de oxigênio aos pulmões ou shunt cardíaco ou situações de vasoconstrição, respectivamente. 
 
(B) A bradicardia está presente em situações de febre, hipoxemia, anemia, baixo débito e choque. 
 
(C) É comum encontrar pacientes que apresentam alterações no grau de alerta e responsividade e é uma condição observada 
na inspeção sem necessidade de incluir a checagem de infusão de drogas sedativas. 
 
(D) A Escala de Coma de Glasgow é aplicada em pacientes sob efeito de sedativo, enquanto a Escala de Sedação e Agitação 
de Richmond quando o paciente não está sedado. 
 
(E) Dentre os padrões respiratórios anormais está a respiração de Biot, na qual o paciente apresenta respirações rápidas e 
profundas presentes na acidose metabólica. 
 
 
25. Um paciente que não realiza esforço ventilatório está ventilando em modo volume controlado com os seguintes parâmetros: 
VT = 400 mL, f = 15 rpm, fluxo inspiratório constante de 48 L/min, pausa inspiratória de 0,5 segundo. A relação inspiratória e 
expiratória (relação I:E) e o seu volume minuto são, respectivamente: 
 
 Relação I:E Volume minuto 
(A) 1:1,5 12 L/min. 
(B) 1:2,3 6L/min. 
(C) 1:2 10 L/min. 
(D) 1:3 6 L/min. 
(E) 1:3 12 L/min. 
 
 
26. A ventilação alveolar é determinada por 
 
(A) força elástica do parênquima pulmonar e resistência das vias aéreas. 
(B) resistência das vias aéreas e complacência pulmonar. 
(C) força de tração da caixa torácica e força elástica do parênquima pulmonar. 
(D) força dos músculos respiratórios e resistência das vias aéreas. 
(E) frequência respiratória, volume corrente e espaço morto. 
 
 
27. Fator(es) que influencia(m) o controle da ventilação: 
 
(A) O controle central, que é feito pelo bulbo respiratório, localizado próximo ao quiasma óptico. 
(B) Diferentes regiões do cérebro, com exceção do sistema límbico e o hipotálamo. 
(C) A distensão pulmonar, os gases tóxicos, a PCO2 do sangue arterial, a tosse e a dor. 
(D) Uma redução no pH do sangue arterial, levando o indivíduo a diminuir a frequência respiratória. 
(E) O exercício, onde a PO2 arterial diminui e a PCO2 não sofre alterações, pois ocorre aumento da ventilação. 
 
 
28. Pedro, 60 anos, dá entrada no pronto-socorro com sinais clínicos de insuficiência respiratória, com sudorese, batimento de asa 
de nariz, f: 25 rpm, SatO2: 92%, tosse produtiva com secreção rósea e Rx de tórax apresenta sinais de congestão pulmonar por 
edema pulmonar de origem cardiogênica. Optou-se por colocá-lo na ventilação não invasiva com dois níveis pressóricos. Os 
efeitos fisiológicos esperados dessa técnica são: 
 
(A) Diminuição da ventilação alveolar na medida que o volume corrente aumenta, reduzindo a produção de PCO2. 
 
(B) Diminuição da capacidade residual funcional e da pressão transpulmonar favorecendo o recrutamento de áreas colapsadas. 
 
(C) Aumento da pressão intratorácica e redução do retorno venoso; consequentemente, a pós-carga do ventrículo esquerdo 
diminui. 
 
(D) Diminuição da resistência vascular dos capilares alveolares e da resistência vascular pulmonar total. 
 
(E) Diminuição da pós-carga do ventrículo direito pela diminuição da resistência vascular pulmonar. 
 
 
29. Pacientes que contraem COVID-19 podem progredir para a forma grave da doença com a instalação da Síndrome do Des-
conforto Respiratório Agudo (SDRA), necessitando de suporte ventilatório mecânico. É característica desta síndrome: 
 
(A) Início lento, com mais de sete dias após a identificação do fator predisponente, com relação PaO2/FiO2 menor ou igual a 300. 
 
(B) Presença de insuficiência cardíaca ou sobrecarga hídrica com opacidades bilaterais. 
 
(C) Ocorrência de microatelectasia, dano alveolar difuso, aumento da permeabilidade alveolocapilar. 
 
(D) Hipoxemia refratária que é definida como um aumento da PaO2 maior que 5 mmHg com a elevação de FiO2 em 0,1 ou 
uma PaO2 menor que 80 mmHg com FiO2 entre 0,6 e 0,8. 
 
(E) A posição prona, óxido nítrico inalatório e oxigenação por membrana extracorpórea não são consideradas terapias seguras 
para estes pacientes. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001
 
ALBERT-Fisioterapia 7 
30. São características anatômicas do sistema respiratório: 
 
(A) Os bronquíolos segmentares bifurcam-se imediatamente em terminais e respiratórios, que possuem alvéolos ocasionais, 
que brotam das suas paredes. 
 
(B) A porção distal a um bronquíolo terminal forma uma unidade anatômica denominada ácino ou lóbulo, onde, finalmente, 
encontram-se aos ductos alveolares. 
 
(C) As vias de condução realizam troca gasosa e constituem o espaço morto anatômico e seu volume é cerca de 150 mL. 
 
(D) O revestimento alveolar consiste em dois tipos de células, que são chamados de pneumócitos I e II. Ambas têm a 
função de estabilizar e proteger os alvéolos. 
 
(E) Na periferia dos pulmões, as glândulas submucosas aumentam em número, principalmente na região dos bronquíolos. 
 
 
31. Pneumonias adquiridas na comunidade são aquelas que afetam pessoas fora do ambiente hospitalar ou nas primeiras 48 horas 
da admissão hospitalar, sendo comum em idosos. São medidas, que devem ser tomadas por essa população, com objetivo de 
se prevenir contra a pneumonia adquirida: 
 
(A) Orientar para que a alimentação seja realizada preferencialmente em decúbito dorsal, pois essa posição evitaque ocorra a 
broncoaspiração. 
 
(B) Tratamento de doenças que propiciem a microaspiração ou aspiração de conteúdo gástrico (p. ex. doença do refluxo 
gastroesofágico). 
 
(C) Vacinação a cada 5 anos contra influenza e anualmente contra a pneumocócica. 
 
(D) Evitar atividade física intensa pois pode levar à fadiga muscular e propiciar a broncoaspiração. 
 
(E) Orientar sobre cessar tabagismo, mas a ingestão de álcool pode ser mantida, pois não tem relação com a pneumonia. 
 
 
32. A limitação ao fluxo de ar nas doenças obstrutivas crônicas, pode ocorrer 
 
(A) na bronquite crônica, sendo sua instalação rápida (ocorre em meses), causada pelas alterações estruturais das pequenas 
vias aéreas. 
 
(B) em pacientes asmáticos, nas grandes vias aéreas e na DPOC, seja em sua forma enfisematosa ou bronquítica, nas pe-
quenas vias aéreas. 
 
(C) na espirometria, onde quanto maior for a limitação ao fluxo aéreo, maior será o VEF1 e a relação VEF1 pela CVF, inde-
pendente do mecanismo envolvido. 
 
(D) na asma, uma vez que a redução ao fluxo aéreo ocorre devido ao aumento da resistência das vias aéreas e no enfise-
ma/bronquite crônica (DPOC), a redução ao fluxo aéreo ocorre principalmente pelo aumento da retração elástica do parên-
quima pulmonar. 
 
(E) no enfisema, cujo comprometimento das fibras elásticas, com colabamento das vias aéreas por perda de tração radial é 
causa da limitação ao fluxo aéreo. 
 
 
33. São características dos sons pulmonares adventícios ouvidos nas seguintes doenças: 
 
 Derrame pleural Atelectasia Pneumotórax 
(A) ausente sibilos estertores crepitantes 
(B) 
estertores crepitantes 
inspiratórios 
ausente roncos 
(C) sibilos ausente 
estertores crepitantes 
inspiratórios tardios 
(D) estertores crepitantes 
estertores crepitantes 
inspiratórios tardios 
ausente 
(E) ausente estertores crepitantes ausente 
 
 
34. Em relação à oxigenoterapia, está correta a relação entre o modo de oferta de oxigênio e sua utilização: 
 
(A) Máscara de Venturi: um sistema de baixo fluxo, pode ser usada com fluxos até 6 L/min e o ar ou fluido entra por estran-
gulamento e, consequentemente, sua velocidade aumenta e sua pressão cai. 
 
(B) Cânula nasal: um sistema de alto fluxo, usado em adultos e crianças, não precisa ser umidificado e deve-se tomar cuidado 
em estimar a fração inspirada de oxigênio. 
 
(C) Máscaras de nebulização: podem ser usadas com fluxo de 5 a 10 L/min, podem promover de 35 a 50% de fração inspirada 
de oxigênio e deve ser mantido sempre um fluxo mínimo para evitar a reinalação de CO2. 
 
(D) Máscara não reinalante: possui um reservatório e o suprimento de oxigênio deve manter pelo menos um terço do reser-
vatório cheio durante a inspiração e o fluxo do sistema deve ser de 6 a 10 L/min, promovendo de 40 a 70% de fração 
inspirada de oxigênio. 
 
(E) Cateter nasal de alto fluxo: fornece gás aquecido e umidificado com fração inspirada de oxigênio de 21 a 60% de oxigênio, 
com fluxo mínimo de 60 L/min e tem como benefícios alto nível de pressão positiva com redução do espaço morto 
nasofaríngeo. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001
 
8 ALBERT-Fisioterapia 
35. Em relação às manobras e técnicas de re-expansão pulmonar, é correto afirmar: 
 
(A) O reflexo miotático ou descompressão torácica abrupta baseia-se na positivação da pressão intrapleural com aumento do 
fluxo de ar para região pulmonar que se pretende expandir. 
 
(B) Pneumotórax não drenado, fratura de costelas e hemoptise são indicações absolutas. 
 
(C) Quanto menor a pressão transpulmonar, maior o volume de ar que entra nos pulmões, portanto a negativação da pressão 
pleural ou a diminuição da pressão alveolar promovem a expansão pulmonar. 
 
(D) As técnicas mais ativas, como cinesioterapia respiratória e uso de incentivadores, podem ser utilizadas em pacientes 
pouco colaborativos e com baixa cognição. 
 
(E) Os exercícios escalonados ou sustentados são volumes inspiratórios nasais curtos e sucessivos até atingir a capacidade 
inspiratória máxima e os soluços são inspirações incompletas sucessivas, intercaladas por pausas. 
 
 
36. A fórmula que representa a Equação do Movimento do Sistema Respiratório durante a ventilação com pressão positiva é: 
 
(A) Pva = (fluxo / Rva) + (volume × Csr). 
(B) Pmus + Pvent = (fluxo × Rva) + (volume × Csr). 
(C) Pmus − Pvent = (fluxo × Rva) + (volume / Csr). 
(D) Pva = (fluxo × Rva) + (volume / Csr). 
(E) Pva = (fluxo / Rva) + (volume / Csr). 
 
 
37. Em relação às manobras de higiene brônquica, é correto afirmar: 
 
(A) Na tosse assistida, o indivíduo faz uma inspiração profunda, aumenta a pressão intratorácica com ativação dos músculos 
expiratórios e, em virtude da alta pressão intratorácica, o fluxo expiratório é muito mais rápido e faz com que a secreção 
seja removida. 
 
(B) O huffing é uma combinação de respirações controladas, expansão torácica e técnica de expiração forçada com ombros e 
tórax superior relaxados. 
 
(C) Na compressão torácica, o fisioterapeuta provoca uma vibração com tensão e contração muscular dos ombros e braços, 
aplicando-a com ambas as mãos sobre a parede torácica do paciente. 
 
(D) A drenagem autógena consiste no uso de várias posições do paciente para orientar os brônquios cheios de secreção, com 
expectativa de que a gravidade possa auxiliar na drenagem da secreção. 
 
(E) As técnicas de oscilação consistem no uso de insuflação e exsuflação mecânica que promovem aumento do volume 
inspiratório com uso de pressão positiva, podendo ser aplicada por meio de máscara facial ou prótese traqueal. 
 
 
38. Paciente no 2o pós-operatório de lobectomia inferior esquerda, apresenta-se consciente, contactuante, estável hemodinamica-
mente. Eupneico em ar ambiente, SatO2 = 93%. Ausculta pulmonar: diminuído em 2/3 inferiores à E sem ruídos adventícios. Dreno 
pleural oscilante, borbulhante com débito sanguinolento. Mobilidade e expansibilidade diminuída à esquerda. Apresenta edema 
de MMII e teve alta da UTI para enfermaria. Condutas fisioterapêuticas mais adequadas para esse paciente, nesse momento: 
 
(A) Exercícios respiratórios, oxigenoterapia, manobras de higiene brônquica e flutter. 
(B) Manobras de re-expansão pulmonar, exercícios respiratórios, repouso no leito e oxigenoterapia. 
(C) CPAP, flutter, manobras de higiene brônquica e repouso no leito. 
(D) Exercícios respiratórios, manobras de re-expansão pulmonar, inspirômetro de incentivo e deambulação. 
(E) CPAP, flutter, inspirômetro de incentivo e deambulação. 
 
 
39. De acordo com os valores de PaO2 e FIO2, dos pacientes abaixo, o que tem o melhor índice de oxigenação é: 
 
(A) PaO2 = 120 mmHg − FIO2 = 0,6. 
(B) PaO2 = 70 mmHg − FIO2 = 0,25. 
(C) PaO2 = 96 mmHg − FIO2 = 0,4. 
(D) PaO2 = 110 mmHg − FIO2 = 0,50. 
(E) PaO2 = 90 mmHg − FIO2 = 0,35. 
 
 
40. Dentre os principais benefícios advindos do treinamento físico em pacientes com doença arterial coronária estão: 
 
(A) Elevação da eficiência dos músculos esqueléticos ao longo do exercício, em consequência do aumento do número de 
mitocôndrias, incremento de enzimas oxidativas e neoformação de capilares. 
 
(B) Aumento do consumo de oxigênio miocárdico em níveis submáximos de esforço, redução da frequência cardíaca em 
repouso e melhora da função ventricular esquerda. 
 
(C) Diminuição do consumo máximo ou pico de oxigênio corpóreo, com menor elevação da frequência cardíaca e pressão 
arterial em esforços submáximos. 
 
(D) Aumento do limiar do aparecimento da angina pectoris e maior depressão do segmento ST durante o trabalho submáximo. 
 
(E) Diminuição da fração lipoproteína de alta densidade (HDL) e aumento da fração lipoproteína de baixa densidade (LDL) 
com elevação da tolerância à glicose. 
Caderno de Prova ’45’, Tipo 001

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