Prévia do material em texto
Empreendedorismo 2 1. IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADE EMPREENDEDORA Uma vez que conhecemos o processo empreendedor, que nasce de uma ideia, e ao mesmo tempo se busca transformá-la em oportunidade, podemos refletir que entender e fazer bem esse “começo” não apenas atende a um “princípio”, um “ponto de partida”, mas também podemos refletir que, analisar esse começo de trajetória como sendo um aspecto importante, e que deve ser uma etapa bem pensada e bem sólida para que o negócio empreendido seja sustentável. Então, vamos dedicar esse tópico de estudos para discutir um pouco mais e com detalhes sobre esse relevante tema. Kuratko (2016) descreve muito bem este momento do empreendedor que contém a identificação de oportunidades, dizendo ser fundamental e que leva o empreendedor a ter uma noção plena do que vai oferecer no empreendimento que está sendo estabelecido. Também, importante consideração é feita por Kuratko (2016) ao descrever que, nesta etapa muito importante da constituição de uma nova empresa, devem ser feitas questões, depois de se ter iniciado com “o quê fazer”, que são: “porque?”, “quando?” e “como?”. Reconhecer esses entendimentos fundamenta bem o trabalho do empreendedor e um dos estudos elementares nesse campo de conhecimento, o empreendedorismo, segundo o mesmo autor. Mais uma observação importante é trazida por Baron e Shane (2007), que explicam que a identificação de oportunidades é necessária pelo fato de existir diferentes informações e também por conta dos ininterruptos avanços tecnológicos. Dessa maneira, se confirma o que os autores descrevem que, de posse de preciosas informações, escolhas e vantagens são melhores alcançadas. Dado esse reconhecimento da importância do tema, vamos então abordar sobre as fontes, as inspirações e informações nesse processo de reconhecimento da oportunidade. Também apresentaremos a descoberta da oportunidade por meio da criatividade, que é vista em vários livros como a aplicação da inovação nesta etapa do empreender. Enfim, apontaremos ainda sobre a identificação de oportunidade e a sua validação. Empreendedorismo 3 1.1 INFORMAÇÕES E INSPIRAÇÃO Conforme mencionado antes, com as boas informações, no tempo certo e utilizando-as bem, o empreendedor cria valor com ela, e assim se gera vantagem competitiva e ganhos melhores do que em condições de competição acirrada. Dessa maneira vamos compreender sobre as origens das ideias, que junto com as informações pertinentes, podem ser impulsionadoras de criação e inovação para se empreender. 1.1.1 Inspiração Como fontes que levarão às ideias inovadoras, Kuratko (2016) apresenta alguns pontos importantes a serem considerados pelo empreendedor. São eles: tendências, situações inesperadas, desalinhamentos de expectativas, necessidades do mercado, alterações no ramo de negócios, mudanças demográficas, alterações de percepções e base do conhecimento. Vamos abordar cada uma delas. • Tendências Kuratko (2016) descreve as tendências como mudanças de paradigmas. Essa forma diferente de ver o mundo ou pensa-lo, segundo o autor, pode se referir aos diferentes dimensões tais como a social (em relação à expectativa de vida da população, às condições de saúde, à disposição física das pessoas, entre outras), a tecnológica (tais como as gerações da telefonia, da comunicação, as redes de informação, formas de compra das pessoas, etc.), a econômica (que se trata da renda e das fontes dessa renda, as opressões por produtividade, etc.) ou a governamental (com relação à legislação, à regulação de preços de commodities, à segurança nacional, entre outras). • Situações inesperadas Nesse ponto, enquadram-se as situações mais inusitadas, tais como os ataques terroristas, a pandemia do Corona Vírus, entre outras. Esses acontecimentos fizeram as pessoas, empresas, governos e outros pensarem na segurança em diversos âmbitos (terrorismo), a pandemia fez com a Empreendedorismo 4 sociedade repensasse as formas de trabalho, adaptação protocolos de prevenção à infecção, etc. • Desalinhamentos de expectativas Segundo o autor, esse desalinhamento ocorre quando o que os públicos esperam destoam bastante do que se dispõe no momento para atende-los. Como quando as pessoas passam a exigir entregas mais rápidas de postais, de suas compras, etc. • Necessidades do mercado Segundo Kuratko (2016), os especuladores entendem esse aspecto como uma demanda dos clientes e consumidores, e assim, uma possibilidade de se diminuir essa lacuna por meio de inovação e assim se poder vender o que se inova para as pessoas. • Alterações no ramo de negócios O autor atribui essas mudanças a mais um ponto provocado pelos costumes e rotinas das pessoas e assim, as soluções para atendê-las acabam consistindo nos avanços, como exemplo, com as mudanças de buscar o tratamento preventivo para cura de doenças, dentro do ramo de saúde/assistência médica. • Mudanças demográficas No que refere às mudanças ligadas aos dados sociais e demográficos, encontramos situações como a estatura média das pessoas, as idades médias em diferentes âmbitos, a educação média das populações, as ocupações, os locais de habitação, entre tantas outras. Um exemplo é a idade média de aposentadoria das pessoas. • Alterações de percepções Esse ponto é relativo à forma com que as pessoas têm seus pontos de vista sobre determinado assunto. Como é o caso de como as pessoas consideram os cuidados com a saúde, como as pessoas se comportam em relação ao Empreendedorismo 5 descarte de resíduos em suas casas, a forma com que as pessoas utilizam seu tempo, etc. • Base do conhecimento Quando se criam soluções que mudam a forma em que as pessoas pensam e agem, novas formas de fazer as coisas. Um exemplo já amplamente difundido é uso do celular, que hoje se trata de um computador de bolso, diferente do que já foi inicialmente pensado, que era somente para realizar ligações telefônicas de qualquer lugar, sem fiação telefônica. 1.1.2 Informações Na visão de Baron e Shane (2007) as informações necessárias de serem observadas pelos empreendedores, refere-se a detectar o que é esperado pelos clientes, saber que regulamentações impactam o negócio, além das regulamentações de modo geral, ao fim, saber interpretar todas essas informações trazendo-as para a empresa para serem usadas da melhor maneira no empreendimento. 1.1.3 Entender aos clientes Embora tenhamos uma dificuldade de compreendê-los, é necessário que o empreendedor consiga realizar uma “leitura” de como os clientes se comportarão frente ao produto, quando o aceitam ou não. Essa verificação é feita antes mesmo de se iniciar as vendas dos produtos. Assim, Baron e Shane (2007) destacam o autoquestionamento comum do empreendedor, de como tais informações podem ser levantadas. A resposta, no entanto, é que é podem ser feitas com o uso de diferentes técnicas. Os autores, então descrevem: • Pesquisas – nas quais, para se coletar as percepções devem ser feitas as perguntas certas. Não perguntar o óbvio (tal como, “o que acham incomodo no uso de um abridor de latas”), nem fazer perguntas dicotômicas, ou seja, aquelas em que a resposta é “sim ou não”, mas, no lugar dessas, buscar fazer perguntas que não levem a concluir nenhum juízo ou se forneça respostas Empreendedorismo 6 rasas. Pode então se comparar um produto a outro, classificar a satisfação como “ruim”, “regular”, “ótimo”, etc.. É importante cuidar, pois se pressupõe com isso um conhecimento do produto, e as percepções terão que ser verificadas de um públicoque já conhece o produto ou serviço. • Mapeamento perceptual – que irá levantar as diferentes dimensões percebidas pelos clientes, tais como o preço, a qualidade sobre os aspectos já delimitados pela empresa, aspectos ligados à aparência do produto, entre outros. Muitas vezes parece claro, mas é possível nos surpreendermos com os pontos de vistas surgidos no levantamento com o público. Contudo, merece cuidado, pois são pontos de vista desses consumidores, que pode não estar pensando em avaliar, e sim, basearem-se em outro produto, carregarem alguma emoção relativa a outro aspecto da empresa, enfim, mesmo assim, é mais uma ferramenta possível de ser utilizada. • Discussão em grupo – que pode ser de maneira aberta, pode ser feita por um grupo focal, em que se pode debater por algum tempo sobre o que se pretende investigar. Em geral, é um grupo diverso, composto por 8 a 12 indivíduos, que tem características semelhantes. A discussão pode levar de uma a duas horas e levantar uma diversidade grande de opiniões sobre o produto ou serviço. Esse tipo de levantamento é mediado e deve ser feito por um profissional que tenha cuidado, ética e conhecimento sobre a técnica, além de ter capacidade de conduzir e encerrar conversas que possam não estar contribuindo para a pesquisa. Destaca-se que não se deve comparar produtos entre si, focar no que foi dito e que seja procedente para o levantamento. Em geral, pode haver temas previamente escritos, sorteados, em que alguns comentam, apenas. Os resultados são descritos por categorias de respostas mais amplas, com gráficos apontando o que emergiu das opiniões. Baron e Shane (2007) também ressaltam que há a técnica que podem levantar as informações de produtos ou serviço, baseada em dados secundários, que já haviam sido coletados antes e que podem estar disponíveis para análise de quem quer empreender. Empreendedorismo 7 1.1.4 Regulamentações que impactam no negócio e de maneira geral Os autores então mencionam, como exemplo, as regras sobre abrir empresa que é bem demorada na França ou rápida e desembaraçada nos Estados Unidos da América. Dessa forma, sugerem que seja verificada toda a documentação e demais informações no momento de se atuar frente às pessoas. Outro ponto que merece a atenção é que o empreendedor tenha conhecimento sobre os impostos da empresa. Conhecer sobre a tributação sobre a renda; saber sobre a tributação de maneira geral, tal como a tributação sobre os produtos, taxas de financiamento, etc.; além disso, também é importante para o empreendedor saber como são as políticas do governo em relação ao comércio com outros países, apoio do governo (subsídio) a determinados ramos empresariais, o fomento para os pequenos negócios ou determinados segmentos de empresas. Além dessas informações, é relevante para o empreendedor ainda saber sobre as regulamentações de maneira geral, como a regulamentação na indústria, na saúde, sobre a legislação ambiental, entre outras que sejam de interesse direto ou indireto da empresa que está sendo estabelecida. 1.1.5 Interpretação das informações para a empresa Segundo o que descrevem Baron e Shane (2007), geralmente, os empresários se preocupam com os subsídios, o fomento para sua empresa ou então a ausência desses, despreocupando-se com outras informações tais como cuidar das opiniões da maioria dos públicos, das polarizações de grupos, do pensamento de grupos que podem não representar a maioria ou de algum indivíduo específico, e ainda, ignorar informação de algum membro. É preciso uma reflexão sobre o impacto desses outros elementos. 1.2 CRIATIVIDADE Um alerta importante sobre a criatividade pode ser visto na obra de Baron e Shane (2007), quando eles desafiam perguntando se pudéssemos chamar qualquer mente criativa em qualquer tempo da história do mundo e os questionasse, o que elas têm em comum, que é: ter feito “o novo”. Esse alerta é relevante, pois o empreendedor precisa estar preparado para enxergar e apostar no que pode ser novo. Não temos aquele Empreendedorismo 8 ditado de que, para se ter resultados diferentes, temos que fazer diferente? É nesse sentido! Outra análise importante tecida pelos autores, é que o a preocupação em se pesquisar e se tratar do tema da criatividade é algo que não foi estudado tanto. Por isso encontrarmos apenas estudos mais atuais. A razão para isso é que a busca pela ampliação dos conhecimentos tem sido foco no momento atual, com a nova modernidade. Sendo o desafio da criatividade algo recente, conforme mencionamos antes, nem sempre o ser humano está pronto para ter os insights necessários para se pensar soluções novas. Isso porque, conforme os autores, tendemos a organizar as coisas, categorizá-las de maneira padronizada para todas as pessoas. Como o que entendemos por "veículos” (carros, motos, bicicletas, caminhões, e assim por diante), o que é “roupa” (como tudo o que vestimos – calças, blusas, camisetas, etc.) e dessa maneira, o pensamento como é organizado encontra dificuldade em pensar o novo diante da enorme quantidade e variedade de informação e conhecimento em relação ao que já temos. A criação, então, vai criar saltos e pensar fora do tradicional, como exemplo, na indústria musical, saímos do vinil, para o CD, do CD para o DVD e assim por diante. Dessa maneira, os autores bem alertam, que deve se ter cuidado com a expansão dos conceitos, de como são idealizados, sendo que exemplificam, quando se pensou em veículos SUV, os utilitários “de luxo”; que hoje já estão mais “popularizados”. Outras sugestões, de como a criatividade se desenvolveu, é a analogia como “o conhecimento como a luz na escuridão”, o “amor como uma rosa vermelha” e o átomo sendo visto como um “sistema planetário”. Tudo isso permite mostrar para o público o diferente e a pensar formas diferentes para os produtos. Tendo verificado a capacidade da inteligência e da criação de possibilidades, os autores observam capacidades que devem ser estimuladas para a criatividade, que chamou abordagem da confluência. Tal abordagem considera os seguintes pontos: • Habilidades intelectuais, que são a possibilidade de se saber o que vale mais a pena; que vale mais a pena convencer com as ideias; • Uma base de conhecimento ampla, que pode fundamentar novos conhecimentos; • Estilo de pensamento adequado, com a possibilidade de se pensar o novo e o todo; Empreendedorismo 9 • Propriedades da personalidade, em que se apresenta a natureza do ser humano de se assumir riscos; • Motivação intrínseca em tarefas, pela qual se verifica que os criativos gostam do que fazem; • Ter uma atmosfera organizacional que dê suporte às ideias criativas. Fonte: BARON, Robert A.; SHANE, Scott A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage Learning, 2007. p. 76, baseado em Sternberg e Lubart (1995). 1.3 ENTENDENDO E IDENTIFICANDO POSSIBILIDADES Os autores Baron e Shane (2007) analisam as formas em que as oportunidades se apresentam em negócios novos ou existentes. Segundo eles, elas podem se apresentar como: • Mudanças tecnológicas • Mudanças políticas ou regulamentares • Mudanças sociais e demográficas Os autores citam que, além das formas de oportunidades que permitem o surgimento de novos produtos ou serviços, temos outras condições: Empreendedorismo 10 • Condição de conhecimento • Condição de demanda • Mudanças no ciclo de vida do ramo empresarial • Quando se muda a estrutura do setor econômico Os autores também fazem importante distinção na inovação, nas novas oportunidades com empresas já existentese com novas empresas. As oportunidades que favorecem as novas empresas ocorrem quando: • Se utiliza de uma inovação “destruindo” competências anteriores – motivado por ativos, experiências e rotinas são enfraquecidos; • Não se satisfaz necessidades de outros clientes além do atual público da empresa que já estavam estabelecidas – porque elas se concentram em servir atuais clientes, não buscando atender produtos ou serviços que não atendem outros; • Se tem por base uma discreta inovação – inspirada pela exploração de inovações sem atender a todos ou muitos ou o que já é atendido por empresas já preexistentes; • Se tem por base os talentos humanos – por causa daqueles que tem a capacidade de saber como elaborar soluções para atender necessidades de consumidores. Já quanto a favorecer as empresas que já se encontram abertas e funcionando as oportunidades podem ser: • Baseadas na imagem da empresa – porque muitas pessoas se dispõem a comprar apenas de empresas que conhecem e confiam; • Por empresas que já passaram por aprendizados – estas empresas evoluíram na curva de aprendizagem e tornaram melhores fabricantes, distribuidores; • Quando se tem alto custo para estruturar nova empresa no ramo – as empresas existentes podem ter um capital de giro necessário para se estabelecer novos produtos ou serviços, enquanto que outros novos “entrantes no mercado” não; Empreendedorismo 11 • Quando se exige economias de escala – ou seja, em média, o custo de se fazer um novo produto ou serviço pode ser diluído quando se pode ter um alto volume de vendas, a economia em escala; • Quando se exige outros recursos para se comercializar o produto – nesse sentido, tiver habilidade em atender as necessidades dos clientes pela disponibilidade, o acesso a distribuição e ao varejo do produto é mais facilitada; • Quando se pode se aperfeiçoar e incrementar um produto – a empresa estabelecida consegue facilmente ou de maneira menos custosa aprimorar ou fazer melhorias nos produtos, mais do que empresas ingressantes no mercado teriam de custos copiando os produtos existentes. O autor Mendes (2017) faz importante observação: embora muitas pessoas que conhecemos, tais como amigos e familiares, possam ter talentos, a maioria, para não dizer todos, não estão empregando-os, não dedicam esforços e persistência no pleno uso de seus talentos trazendo um retorno sobre isso. Além disso, apesar de se ter muita destreza em alguma habilidade, como diz o autor, não basta ter uma grande vocação, é preciso se preparar, desenvolver e colocar esse talento para funcionar e ter os louros da vitória por essa colocação em prática. O autor descreve que, “quanto mais tempo, esforço e dedicação forem empregados em compreender a necessidade, maior a possibilidade de se ter êxito” (MENDES, 2017, p. 34). Na primeira fase do empreender, atender aos seguintes pontos: • Descrever e analisar o produto ou o serviço; • Avaliar a oportunidade a se tornar um empreendimento; • Avaliar como sendo um empreendedor e de quais pessoas dependerá para a realização desse negócio; • Detalhar as atividades e recursos para a oportunidade se concretizar. • Saber as fontes para se obter o necessário para desenvolver o empreendimento. Empreendedorismo 12 1.4 IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DA OPORTUNIDADE Ao identificar a oportunidade e selecioná-la, essa fase é crítica e pode haver enganos que geralmente podem ser encontradas e precisam ser evitadas pelos empreendedores, segundo Kuratko (2016): • Não avaliar objetivos • Não ter uma visão abrangente do mercado • Compreender de maneira insuficiente os requisitos de ordem técnica • Não entender a dimensão financeira • O negócio não ter originalidade, não ser distinto • Ignorar aspectos da legislação Da mesma maneira, Kuratko (2016) também destacam pontos relevantes para se criar um novo empreendimento: ter originalidade, ou seja, não cair no comum, mesmas coisas de outros empreendimentos; considerar o capital necessário para a abertura do novo negócio; entender bem como podem crescer as vendas e o empreendimento; ter disponibilidade de produto ou serviço; da mesma maneira, que o se atinja a disponibilidade, a atenção do cliente. Conforme estudamos neste tópico, para que se estabeleça muito bem a primeira etapa de um processo empreendedor, que é a identificação de oportunidade, em primeiro lugar é preciso que o empreendedor busque se inspirar e também se municie bem de informações para que se tenha originalidade nesta importante etapa empreendedora. Em seguida, é esperado que se faça uso do talento ou se desenvolva a capacidade criativa. A criatividade deve ser provocada pela saída do convencional. Depois disso, é preciso se verificar a ideia, entendendo-a bem e identificando sua colocação de oportunidade na montagem do novo negócio ou reestruturação do empreendimento já existente, bem como avaliando a viabilidade dessa oportunidade. Empreendedorismo 13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARON, Robert A.; SHANE, Scott A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage Learning, 2007. KUAZAQUI, Edmir. Liderança e Criatividade em Negócios. São Paulo: Cengage Learning, 20016. KURATKO, Donald F. Emprendedorismo: Teoria, Processo e Prática. 10. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. MENDES, Jerônimo. Empreendedorismo 360º: a prática na prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2017. TAJRA, Sanmya Feitosa. Empreendedorismo: conceitos e práticas inovadoras. 2. ed. São Paulo: Érica, 2019.