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MUSCULAÇÃO NA PRÁTICA: PERSPECTIVAS PRÁTICAS DE MÉTODOS DE TREINAMENTO LEONARDO LIMA 21-54395 CDD-613.71 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Lima, Leonardo Emmanuel de Medeiros Musculação na prática : perspectivas práticas de métodos de treinamento / Leonardo Emmanuel de Medeiros Lima. -- 1. ed. -- Londrina, PR : Lazer & Sport Promoções e Eventos, 2021. ISBN 978-65-991095-5-3 1. Atividade física 2. Educação física 3. Exercícios 4. Musculação 5. Treinamento esportivo I. Título. Índices para catálogo sistemático: 1. Musculação : Exercícios : Educação física 613.71 Aline Graziele Benitez - Bibliotecária - CRB-1/3129 Leonardo Lima Graduado em Educação Física. Graduado em Filosofia. Graduado em Teologia. Pós-graduado em Treinamento Desportivo. Pós-graduado em Fisiologia do Exercício. Pós-graduado o de forem Biomecânica, Treinamento e Avaliações. Pós-graduado em Treinamentça aplicado na Musculação. Pós-graduado em Musculação e Condicionamento Físico. Pós-graduado em Personal Trainer e Gerontologia. Mestre em Ciência do Movimento Humano – UNIMEP. Docente convidado de cursos de pós graduação e congressos. Integrante do Conselho Científico da Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício. Autor dos livros: Treinamento de Força para Corredores. Aspectos Práticos e Aplicáveis em Fisiologia do Exercício. Métodos e Prescrição do Treinamento para Resistência, Força e Flexibilidade. Volume de Treinamento & Ordem dos Exercícios. Treinamento de Força: Saúde e Performance Humana. Metodologia do Treinamento Desportivo para o Personal Trainer Fisiologia e Prescricao do Exercicio para Resistencia e Metodos de Treinamento Guia da Avaliação Fisica Uma abordagem completa Monitoramento Controle de Cargas e Periodizacao Co-Autor dos livros: Treinamento de Força: SAÚDE e PERFOMANCE. (CREF-SP) Personal trainer - Uma abordagem prática do treinamento. Prefácio do livro do Prof. Dr. Brunno Elias : “Ciclismo do atleta iniciante ao rendimento”. ÍNDICE INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 ADAPTAÇÕES DO TREINAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 VOLUME DE TREINAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 MÉTODOS DE TREINAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 METÓDOS DE TREINAMENTO OU TÉCNICAS DE TREINAMENTO? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS MAIS UTILIZADAS NAS ACADEMIAS? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 MÉTODOS/ESTRATÉGIAS DE TREINO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 MÉTODOS QUE PRMIORIZAM A AÇÃO EXCÊNTRICA . . . . . . . . . . . . 41 OCLUSÃO VASCULAR PARCIAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 REFERÊNCIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 44 1. INTRODUÇÃO O treinamento de força (TF) é uma das principais maneiras utilizadas para o ganho da força muscular e hipertrofi a muscular (FIGUEIREDO ET AL. 2018). Neste sentido, o TF traz uma série de adaptações crônicas rela- cionadas a melhora do desempenho esportivo e menor risco de doenças associadas à mortalidade e morbidade ao praticante que apresenta uma rotina regular e orientada no âmbito individual aplicado ao treinamento (YOU ET AL. 2013, IBAÑEZ ET AL. 2005, BROOKS ET AL. 2006, HARGERMAN ET AL. 2000). Uma das adaptações morfológicas do músculo esquelético induzido pelo TF é a hipertrofi a muscular. A hipertrofi a muscular é defi - nida como uma adaptação morfológica, caracterizada por um aumento na área em corte transverso das fi bras, decorrente do balanço positivo na razão síntese/degradação proteica (BASSEL E OLSON 2008, CAMPOS ET AL. 2000, CHARGE 2004). 2. ADAPTAÇÕES DO TREINAMENTO Segundo Figueiredo et al. (2018), as adaptações promovidas através do TF estão fortemente associadas às variáveis de treinamento aplicadas dentro do planejamento para elaborações de sessões de TF. As variáveis que devem ser manipuladas são: intensidade, pausa entre séries e exer- cícios, velocidade de execução, ordem dos exercícios, tipo de exercício, frequência semanal e volume. O aumento do volume de treinamento em uma sessão de TF pode ser alcançado por meio do aumento do número de repetições, aumento do número de séries, adição de exercícios, aumento da frequência semanal, ou quando todos estes forem mantidos constantes e a carga total levantada for aumentada. Logo, um dos componentes que podemos modifi car para alcançar adaptações morfológicas almejadas, de acordo com a direção de carga, é o número de séries por grupamento muscular em uma sessão ou semana de TF. 3.VOLUME DE TREINAMENTO O volume relativo refere-se ao produto das séries e repetições (expressa por meio do número total de repetições). O volume absoluto 66 (carga total levantada) leva em consideração a intensidade utilizada, refe- rindo-se ao produto das séries, às repetições e à carga utilizada (expressa em quilogramas, quilogramas força ou newtons) (ZATSIORSKY, V.M. e KRAEMER, 2008; TAN, B.,1993; ZOURDOS, M.C., et al., 2015). Estudos em que o volume total é equalizado (séries X repetições x carga) as respostas na hipertrofi a muscular são semelhantes, independentemente das variá- veis, como intervalo de descanso entre séries, escolha de exercício e ordem, intensidade, frequência de treinamento e técnicas avançadas (SCHOEN- FELD et al. 2014; FIGUEIREDO, SALLES, TRAJANO, 2017). Neste sentido, o volume de treinamento, comumente defi nido como séries × repetições × carga, é provável que maiores ganhos na hipertrofi a muscular possuam uma relação com o aumento no volume de TF (SCHOENFELD et al., 2016). Os estudos originais e de revisão nesta área, ao investigar sujeitos treinados, apresentam uma superioridade dos resultados obtidos com alto volume sobre as adaptações neuromusculares, tanto nos membros inferiores, como nos membros superiores (RHEA et al., 2002; RHEA et al., 2003; KEMMLER et al., 2004; KRIEGER, 2010; GARBER et al., 2011; MARSHALL et al.,2011). Baz-Valle et al. (2018), em revisão sistemática, apresentam que o número total de séries por grupamento muscular realizado até a falha concêntrica, ou próximo da falha máxima (volitiva) e quando a zona de repetições está entre 6 e 20 +, parece ser uma estratégia fácil e confi ável para quantifi car volume de treinamento quando todas as outras variáveis são mantidas constantes, em indivíduos treinados que almejam hipertrofi a muscular. Schoenfeld e Grigc (2017) forneceram diretrizes sobre a manipulação do volume de treinamento com objetivos de adaptações musculares sobre a força e hipertrofi a muscular. Os autores afi rmam que o volume de treinamento é uma das variáveis que mais têm chamado atenção sobre sua relação com a hipertrofi a muscular e a manipulação do número de séries é a maneira mais comum de alterar o volume de treinamento. O ACSM (2009) recomenda que indivíduos iniciantes realizem 1 a 3 séries por exercício de 8 a 12 repetições com uma carga moderada (70-85% 1RM), enquanto indivíduos avançados devem realizar 3 a 6 séries por exercício de 1-12 repetições com uma faixa de carga de 70-100% 1RM. No entanto, Fischer et al. (2011) descrevem que as mesmas adaptações de força e 77 resistência muscular possam ser obtidas através da realização de uma única série de 8-12 repetições com falha concêntrica. As controvérsias apresentadas na literatura sobre os volumes de séries na relação com a força muscular e hipertrofi a muscular são refor- çadas em recente metanálise apresentada por Schoenfeld e colabora- dores (2016), em que alguns estudos demonstram que altos volumes apresentam adaptações signifi cativamente maiores (CORREA et al., 2015; RADAELLI, BOTTON, et al., 2014; RADAELLI, FLECK, et al., 2014; RONNESTAD et al.,2007; SOONESTE, TANIMOTO, KAKIGI, SAGA & KATAMOTO, 2013; STARKEY et al., 1996) e outros não atribuem mudanças signifi cativas para condições de altos volumes (BOTTARO, VELOSO, WAGNER, & GENTIL, 2011; CANNON & MARINO, 2010; GALVÃO & TAAFLE, 2005; MCBRIDE, BLAAK, & TRIPLETT-MCBRIDE, 2003; MICHELL et al., 2012; OSTROWSKI, WILSON, WEATHERBY, MURPHY, & LITTLE, 1997; RADAELLI, WILHELM, et al., 2014; RHEA, ALVAR, BALL, & BURKETT, 2002; RIBEIRO et al., 2015). A metanálise conduzida por Krieger (2009) demonstrou 46% maior tamanho de efeito no ganho de força em estudos que utilizaram séries múltiplas em comparação com aqueles empregando séries únicas. Em outro estudo, o mesmo autor apresentou 40% maior tamanho de efeito na hipertrofi a muscular, quando utilizaram séries múltiplas em compa- ração com séries únicas (KRIEGER, 2010). Tal estudo colabora com Rhea et al. (2003), em metanálise de 140 estudos, apontou que quatro séries por grupamento muscular os ganhos máximos em força são otimizados em treinados e indivíduos destreinados. Rhea et al (2002), em metanálise anterior, já demonstravam que três séries seria mais efi ciente nos ganhos de força na comparação de única série. Em metanálise de Peterson et al. (2004) foi investigado o volume de séries por grupamento muscular praticado por atletas sobre a força muscular durante cada sessão de TF. Os achados apresentados apontam que atletas treinam em média 8 séries por grupamento muscular por sessão de treinamento. Em metanálise de Rhea et al. (2002) foi inves- tigado o volume de séries por grupamento muscular para não atletas sobre a força muscular e o resultado apresentado foi de 4 séries por grupamento muscular para maximizar os ganhos de força. Diante das metanálises apresentadas por Peterson et al. (2004) e Rhea et al. (2002), parece existir uma diferença no volume de treinamento entre atletas e 88 não atletas, de tal forma que os atletas necessitam de maior volume de treinamento para o máximo desenvolvimento de força. Peterson et al. (2005) apresentaram uma relação entre estado de trei- namento e aumento da força na relação com número de séries por grupa- mento muscular por sessão de treinamento. Para indivíduos destreinados, o sugerido foi de 4 séries por grupamento muscular. Sujeitos treinados recreacionalmente exibem ganhos máximos de força com um volume de 4 séries por grupo muscular. Em atletas, ganhos máximos de força com um volume de 8 séries por grupo muscular por sessão. Sobre a hipertrofi a muscular, Krieger (2010) comparou 8 estudos que analisaram série única e séries múltiplas. Tal investigação demons- trou que uma série foi sufi ciente para hipertrofi a muscular na compa- ração com séries múltiplas, o tamanho do efeito foi moderado, no entanto mostra uma tendência favorável que 2-3 séries e 4-6 séries por exercício estão associadas a um maior tamanho de efeito versus 1 série. Algumas limitações são pertinentes ao estudo, baixo número de estudos inclu- ídos na análise, principalmente com sujeitos treinados, e apenas 3 com medidas específi cas do músculo com técnicas de imagem como resso- nância magnética e ultrassom. Além disso, os autores analisaram apenas o impacto do número de séries por sessão no crescimento muscular e não semanal por grupo muscular. Schoenfeld et al. (2016) em metanálise propuseram investigar volume de séries por grupamento muscular semanal sobre a hipertrofi a muscular. Como critério de seleção de artigos foram apenas selecionados os artigos com medidas diretas para análise da hipertrofi a muscular, por meio de ressonância magnética e ultrassonografi a. Um total de 15 estudos foram analisados, sendo que apenas 3 estudos foram conduzidos em sujeitos trei- nados. Desses 3 estudos, 2 utilizaram ultrassom (OSTROWSKI et al. 1997; RADAELLI, FLECK, et al. 2014) e 1 estudo (RHEA et al. 2002) utilizou pletis- mografi a (BodPod). Os resultados apresentados favoreceram um maior volume de séries por grupamento muscular para hipertrofi a muscular, em <5, 5-9 e 10 + séries por semana/grupo muscular, com aumentos graduais observados nos ganhos percentuais (5,4%, 6,6% e 9,8%, respectiva- mente). Para cada série adicional foi associado um aumento no tamanho do efeito (TE) de 0,023 correspondendo a um aumento no ganho percen- tual em 0,37% sobre a hipertrofi a muscular. Há, portanto, uma escassez 99 de observações a respeito do volume de séries por grupamento muscular com amostras bem treinadas e experientes. O atual corpo de evidências científi cas ainda não conseguiu identifi car o volume ideal de número de séries semanais por grupamento muscular que sejam otimizados os aumentos em força e hipertrofi a muscular. O total do número de séries por grupamento muscular parece ser uma estratégia fácil e confi ável para quantifi car volume de TF em indivíduos treinados em força. 4. MÉTODOS DE TREINAMENTO Os métodos de treinamento na musculação foram desenvolvidos por preparadores físicos, fi siculturista ou levantadores olímpicos. Eles buscavam promover o aumento da força e hipertrofi a muscular. Cada método de treinamento da musculação procura gerar adaptações específi cas as necessidades dos atletas ou alunos. Essas necessidades são divididas entre o aumento da força máxima, hipertrofi a muscular, resistência e potência muscular. (Bompa, 2000) A manipulação adequada dos métodos de treinamento de força é fundamental para que os alunos alcancem seus objetivos sem ter que elevar as cargas de treinamento. (Bompa, 2000). Os métodos de treina- mento da força são uma disposição organizada de variáveis relacionadas ao treinamento de força. Para Monteiro (2000, p. 89) “os métodos de treinamento são as diferentes formas de como os exercícios podem ser realizados”. Estes têm por objetivo fornecer o estímulo necessário para promover o aumento da força, seja por fatores neurais ou hipertrofi a. Segundo Guedes (2005) quando o organismo recebe um estímulo forte ele inicia uma série de adaptações fi siológicas de curto e longo prazo para proteger-se futuramente de estímulos mais intensos. Dentro do treina- mento, são os estímulos crescentes que induzem a alterações adaptativas do organismo (WEINECK, 2003). Irei descrever os principais métodos e qual a função de cada um dentro do programa de treinamento. 1010 METÓDOS DE TREINAMENTO OU TÉCNICAS DE TREINAMENTO? 1111 MÉTODOS PARA A HIPERTROFIA MUSCULAR 1212 ESTIMULAR PARA MODIFICAR TIPOS DE AÇÕES SÉRIES/ REPETIÇÕES INTERVALOS/ FREQUÊNCIA VOLUME VELOCIDADE INTENSIDADE 1313 1414 CRIADO PARA SE ADAPTAR O MÚSCULO ESQUELÉTICO POSSUI DIFERENTES RESPOSTAS EM RELAÇÃO AOS ESTÍMULOS QUE RECEBE. 1515 RESPONDENDO AOS ESTÍMULOS 1616 CARGA EXTERNA TREINAMENTO DE FORÇA Variável Defi nição Intensidade Qualidade de esforço rea- lizado no treinamento. Intensidade Absoluta Intensidade Relativa* Massa levantada para um determinado número de repe- tições (1RM, 10RM, 15RM) Massa levantada para um determinado percentual do MÁXIMO (50% de 1RM, 90% de 1RM). Somente para o TREINAMENTO DE POTÊNCIA. Variável Defi nição Volume Quantidade de “trabalho” reali- zado em um certo período de treinamento. Volume Absoluto Volume Relativo* Repetições x Séries x Sobre- carga = Volume Absoluto Repetições x Séries = Volume Relativo 1717 QUAIS SÃO AS ESTRATÉGIAS MAIS UTILIZADAS NAS ACADEMIAS? 1818 MÉTODOS ESTRATÉGIAS DE TREINO 1919 PIRÂMIDE Objetivo: Hipertrofia muscular e força máxima. Praticante: Iniciante (apenas truncada), intermediário e avançado. Frequência: Indefinido. Procedimentos: O método tem esse nome porque possui uma forma triangular, na qual a base se constitui por um número de repetições maiores com pesos menores e o seu ápice por um número restrito de repetições, porém com pesos elevados. 12RM 10RM 8RM 6RM 4RM 2RM 1RM Crescente Truncada Decrescente 2020 Bi-Set Objetivo: Hipertrofia muscular. Praticante: Intermediárioe avançado. Frequência: Quatro semanas. Procedimentos: O método Bi-Set consiste em realizar DOIS exercícios sem inter- valo para o mesmo grupo muscular principal, ou seja, executar um exercício e sem pausa realizar o próximo. Após a execução dos dois exercícios, há uma pausa, para então realizar a segunda passagem e depois a terceira. Exercícios Séries Repetições Intervalo MMSS – Supino 3 8-10 RM 60 MMSS – Peck Deck 8-10 RM MMII – Leg Press 3 10-12 RM 60MMII – Cadeira Extensora 10-12 RM TRONCO – Abdominal Supra 3 12-15 RM 60 TRONCO – Abdominal Oblíquo 12-15 RM 2121 Tri-Set Objetivo: Hipertrofia muscular. Praticante: Avançado. Frequência: Aproximadamente duas a três semanas. Procedimentos: Semelhante ao Bi-Set, porém com adição de um exercício. O Tri-Set consiste em realizar TRÊS exercícios sem intervalo para o mesmo grupo muscular principal, ou seja, executar os exercí- cios de forma seguida um após o outro até completar o total de três exercícios sem pausa. Após a execução dos três exercícios, segue-se uma pausa, para então realizar a segunda passagem e depois a terceira. Exercícios Séries Repetições Intervalo MMSS – Supino 3 8-10 RM 90 segundos MMSS – Peck Deck 8-10 RM MMSS – Supino Inclinado 8-10 RM MMII – Leg Press 3 10-12 RM 60 segundos MMII – Cadeira Extensora 10-12 RM MMII – Afundo 10-12 RM TRONCO – Abdominal Supra 3 12-15 RM 45 segundos TRONCO – Abdominal Oblíquo 12-15 RM TRONCO – Abdominal Infra 12-15 RM 2222 Super Série 1 (Para o mesmo grupo muscular) Objetivo: Hipertrofia muscular. Praticante: Avançado. Frequência: Aproximadamente duas semanas. Procedimentos: O método Super Série 1 consiste na realização de QUATRO ou mais exercícios sem intervalo para o mesmo grupo muscular principal, ou seja, executar os exercícios de forma seguida, um atrás do outro, até completar o total superior a quatro ou mais exercícios sem pausa. Após a execução do último exercício há uma pausa, para então realizar a segunda passagem e depois a terceira. Exercícios Séries Repetições Intervalo MMSS – Supino 3 6-8 RM 2 min MMSS – Peck Deck 6-8 RM MMSS – Supino Inclinado 6-8 RM MMSS - Crucifixo 6-8 RM MMII – Leg Press 3 6-8 RM 2 min MMII – Cadeira Extensora 6-8 RM MMII – Afundo 6-8 RM MMII - Agachamento 6-8 RM 2323 Série Combinada I ou Super Série 2 (Agonista/Antagonista) Objetivo: Hipertrofia muscular. Praticante: Intermediário e avançado. Frequência: Aproximadamente quatro semanas. Procedimentos: O método Super Série 2 consiste na realização de dois exercícios sem intervalo, ou seja, executar os exercícios de forma seguida, porém respeitando a sequência: primeiro o agonista, depois o respectivo antagonista. Exercícios Séries Repetições Intervalo MMSS – Supino 3 8-10 RM 90 segundosMMSS – Pulley Costas 8-10 RM MMII – Cadeira Extensora 3 10-12 RM 60 segundosMMII – Cadeira Flexora 10-12 RM TRONCO – Abdominal Supra 3 12-15 RM 30 segundosTRONCO – Extensão Lombar 12-15 RM 2424 Série Combinada I I (Grupos musculares distintos) Realiza-se dois ou mais exercícios sem intervalo para grupos musculares distintos (NÃO CONFUNDIR COM BI-SET). Exercícios Séries Repetições Intervalo MMSS – Supino 3 8-10 RM 90 segundosMMII – Cadeira Extensora 8-10 RM MMSS – Pulley Frente 3 8-10 RM 90 segundosMMII – Cadeira Flexora 8-10 RM TRONCO – Abdominal Supra 3 12-15 RM 45 segundosMMII – Panturrilha Hack 12-15 RM 2525 Repetições Forçadas Objetivo: Hipertrofia muscular e força máxima. Praticante: Intermediário e avançado. Frequência: Realizar esporadicamente. Procedimentos: Realizar o exercício até a exaustão. Quando essa exaustão se instalar, o professor ajudará o cliente a realizar mais 2-4 repetições, auxiliando na superação da fase concêntrica e deixando-o realizar sozinho a fase excêntrica. Exercícios Séries Repetições Intervalo Supino reto 3 10 RM (sem auxílio) + 4 RM (com auxílio na fase concêntrica) 10 RM 2626 MÉTODOS/ESTRATÉGIAS DE TREINO PIRAMIDAIS MULTI-SETS PRIORITÁRIOS DROP-SETS REST-PAUSE SÉRIES PARCIAIS RRA 2727 MULTI-SETS BI-SET TRI-SET SUPER-SET Agonista-Agonista / Agonista-Antagonista superior-Inferior / Uniarticular-Multiarticular - 12 homens 8 semanas ctr: 8 exercícios – 4x10 ts: 3 exercícios em tri-set – 3x10 - parâmetros imunológicos e hormonais - observou-se que o cortisol em ts tem um aumento significativo em relação ao ctr, mostrando um maior estresse ao organismo 2828 PIRAMIDAIS RM Crescente Decrescente 0 5 10 15 20 25 30 35 40- 14 HOMENS / 4 SES- SÕES / PC E PD - NÃO HOUVE DIFE- RENÇA DO VOLUME DE TREINO ENTRE OS DOIS PROTOCOLOS 2929 DROP-SET SÉRIE DROP-SET 0 2 4 6 8 10 12 S C50 C30 C20 # * # * (ng/ml) Pre-exercise Post-exercise Strength - type (S-type) C50 - type C30 - type C20 - type 3 min 90 90 90 90 1 2 3 4 5 3 min 90 90 90 90 50 1 2 3 4 5 6 30s 90 90 90 90 30 1 2 3 4 5 6 90 90 90 90 20 1 2 3 4 5 6 3030 Crescent pyramid and drop-set systems do not promote greater strength gains, muscle hypertrophy, and changes on muscle architecture compared with tradi- tional resistance training in well-trained men Vitor Angleri1 - Carlos Ugrinowitsch2 - Cleiton Augusto Libardi1 •32 homens treinados •Randomização pela perna: • Trad: 3-5 x 6-12 reps (75% 1RM) • Pirâmide: 3-5 x 6-15 reps (65-85% 1RM) • DS: 2-3 x falha + 2 drops (50-75% 1RM) •Volume total equalizado (sets x reps x load) • 12 semanas • 16 jovens ativos •Tradicional: – 3x12RM c/ intervalo de 90” Drop-set: – 1x12RM + 3 drops (-20% da carga) até a falha concêntrica 6 semanas 0 2 4 6 8 10 12 14 16 A ve ra ge t ri ce ps C SA c ha ng es ( % ) ES=0,47 ES=0,25 DS 3131 DROP-SET Variações do Método • 1ª série 10 RM c/ 80 kg, sem intervalo – retira aprox. 20% peso. • 2ª série 10 RM c/ 64 kg, sem intervalo – retira aprox. 20% peso. • 3ª série 10 RM c/ 52 kg, sem intervalo – retira aprox. 20% peso. • 4ª série 10 RM c/ 42 kg. 1. Após 30 seg. da falha concêntrica, remover em torno de 40-50% do peso e realizar o máximo de repetições apenas uma vez, em torno de 15-30 repetições. 2. O drop set adaptado de modo mais pesado, começando com uma car- ga mais alta de 80-95% de 1RM ou 3-5RM e realizando-se duas re- moções de 20-40% do peso com o máximo possível de repetições. A diferença principal é que o número fi nal de repetições é bem menor, com o tempo, o praticante consegue realizar mais repetições com a carga inicial, uma vantagem para o ganho de força. 3232 REST-PAUSE REST-PAUSE R E S T - 5 A 1 5 S E G R E S T - 5 A 1 5 S E G SÉRIE 5x4 – 3 min. 5x4 – 20 seg. Rest pause até 20 reps 3333 Repetição-Pausada – Rest-Pause • Prevê a manipulação de repetições realizadas até a falha concêntrica com intervalos muito curtos entre as séries. • Proposta fixa: 20 rep., em que após a primeira falha entre 10 e 12 rep., as séries subsequentes até a falha são realizadas com um inter- valo de 20 segundos. 3434 REPETIÇÕES PARCIAIS REPETIÇÕES PARCIAIS * * * * 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 300 Pre Post F FP F FP Squat 1R M (k g ) Partial Squat 17 HOMENS 7 SEMANAS AGH PROFUNDO AGH PROF + PARCIAL AGC TRADICIONAL AGC TRAD + PARCIAL OBSERVADO MAIORES GANHOS DE 1RM PARA AGC TRAD + PARCIAL 3535 RRA REPETIÇÕES REGRESSIVAS ALTERNADAS Exercício rosca alternada 8 reps Braço esquerdo + 8 reps Braço direito 7 reps Braço esquerdo + 7 reps Braço direito 6 reps Braço esquerdo + 6 reps Braço direito 5 reps Braço esquerdo + 5 reps Braço direito 4 reps Braço esquerdo + 4 reps Braço direito 3 reps Braço esquerdo + 3 reps Braço direito 2 reps Braço esquerdo + 2 reps Braço direito 1 reps Braço esquerdo + 1 reps Braço direito 3636 MÉTODO 3/7RRI REPETIÇÕES REGRESSIVAS ISOMÉTRICAS 10 SETS + 10S ISOMETRIA + 9 SETS + 9S ISOMETRIA + 8 SETS + 8S ISOMETRIA + 7 SETS + 7S ISOMETRIA + 6 SETS + 6S ISOMETRIA 3737 MÉTODO 3/7PRÉ-EXAUSTÃO* 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Pré Pós 1R M (k g ) GT GF 3838 MÉTODO 3/7ISODINÂMICO 15 – 20 SEG ISOMETRIA REPS ATÉ A FALHA 0 1 2 3 4 5 6 7 B lo od l ac ta te (m M ) TEN SL FI OV SIX FR BD 3939 MÉTODO 3/7Isodinâmico Pico de Contração • Oclusão vascular adaptada • Consiste em realizar ações isométricas e dinâmicas • na mesma série do exercício. • A ação isométrica deve ser realizada antes (Oclusão vascular). • Exemplo: 1. 20” isometria no ponto de maior encurtamento muscular 2. Série dinâmica até a falha concêntrica • Consiste na execução de uma contração estática (isométrica), com du- ração de 2 a 5 segundos, ao fi nal da fase concêntrica do exercício ou no ponto de maior desvantagem mecânica (maior tensão) • Exercícios com curva de força ascendente: — Isometria ao fi nal da fase concêntrica — Ex.: extensão de joelhos, fl exão de joelhos, etc. • Exercícios com curva de força descendente: — Isometria no ponto de maior desvantagem mecânica — Ex.: supino, agachamento, etc. • 12 homens jovens •Coxa D: Pico de contração – 3x8-12, 20%1RM, 30” intervalo, 5” isometria em cada rep. •Coxa E: Kaatsu – 3x8-12, 20%1RM, 30” intervalo, 160mmHg pressão 10 semanas, 2x 30 20 10 Cx Prox Cx Dist Med Oclusão PC 4040 MÉTODO 3/7MÉTODOS QUE PRIORIZAM A AÇÃO EXCÊNTRICA NEGATIVO REPETIÇÕES ROUBADAS SUPER SLOW REPETIÇÕES FORÇADAS EXCÊNTRICA FORÇADA 4141 MÉTODO 3/7MÉTODO 3/7 UTILIZA-SE UMA CARGA DE 70% 1RM INICIAL; REALIZA-SE: 3 REPETIÇÕES + 10SEG REST + 4 REPETIÇÕES + 10SEG REST + 5 REPETIÇÕES + 10SEG REST + 6 REPETIÇÕES + 10SEG REST + 7 REPETIÇÕES. SÉRIE - GRUPO 3/7 (GT) - GRUPO 8X6 (GC) - 12 SEMANAS - GT FOI SIGNIFICATIVO NA FORÇA E NA ESPESSURA DE FLEXORES DE COTOVELO - ESPESSURA DE EXTENSORES DE COTOVELO FORAM IGUAIS PARA GT E GC 4242 STRIP-SETS CLUSTER-SETS — Após a falha no primeiro Bloco de repetições, retira-se de 10 a 20% da Carga e realiza-se uma nova Micro-set; — Este procedimento ocorre até que não haja mais carga; — Muito utilizado em exercícios multiarticulares (agachamento, leg-press, supinos, puxadas) — Divide a série tradicional em blocos; — Realiza-se micro sets com 10 a 20 seg de intervalo; — Busca-se um maior volume de trabalho (pode-se chegar ao do- bro do tradicional Supino Reto Carga N° de repetições 100kg Até a falha 80kg Até a falha 60kg Até a falha 40kg Até a falha 20kg Até a falha Barra Até a falha Até 240 segundos de intervalos para uma próxima série Remada alta anter ior Série tradicional: 8 reps com 80%de 1RM Cluster sets: 4 reps com 80%de 1RM (10 a 20 segundos de intervalo) + 4 reps com 80%de 1RM (10 a 20 segundos de intervalo) + 4 reps com 80%de 1RM (10 a 20 segundos de intervalo) + 4 reps com 80%de 1RM Total da série = 16 repetições Intervalo entre as séries 90 a 240 segundos 4343 O cluster extensivo consiste na utilização de 4-6RM (83-90% 1RM), com 10 segundos de intervalo de descanso entre cada cluster. O cluster intensivo consiste em utilizar de 4 a 6 séries de uma única repetição entre 75-90% 1RM com 20 segundos de descanso entre repetições, sendo re- alizado de 4-6 repetições. Existem basicamente dois subtipos de cluster que podem ser usados que são os cluster ondulados e os clusters ascendentes. Cluster ondulado: é um tipo de cluster em que a intensidade é aumentada/ diminuída ao longo das séries. Cluster ascendente: é um tipo de cluster em que a intensidade é aumentada através das séries. Os cs são uma estratégia útil para atenuar a perda de velocidade, potência e força pico durante o tf e devem ser usados para manter o desempenho neuromuscular, principalmente quando os resultados cinéticos são enfatizados. no entanto, ainda não está claro se os benefícios se traduzem em melhor desempenho em todos os exercícios do tf, entre sexos e durante toda a vida útil. In cl ud ed El ig ib il it y S cr ee ni ng Id en tif ic at io n Records identifi ed through database searching (n = 2923) Records after duplicates removed (n = 2386) Records screened (n = 2386) Full articles assessed for eligibility (n = 124) Studies included in qualitative synthesis (n = 41) Studies included in quantitative synthesis (meta - analysis) (n = 25) Records excluded (n = 2262) Full text articles excluded; TS condotion not included (n = 3) Acute component not included (n = 10) Review article/other (n = 14) Outcome measures/not suitable (n = 56) Additional records identifi ed through other sources (n = 59) 4444 BROKEN-SETS PAUSA NA EXCÊNTRICA OU “PONTO ZERO” — O total de repetições do ex- ercício é “quebrado” em uma série. — Busca-se o aumento do volume de trabalho com micro pausas e novos estímulos; — Utiliza-se de uma a 3 séries e tradicionalmente, é bem difun- dida por bodybuilders na fi - nalização da preparação Consiste em realizar uma pausa no fi nal da ação excêntrica, buscando que os sarcômeros diminuam a força do componente elástico de contração,onde, a falta da “potência” gerada no início da ação concêntrica gera um estresse signifi cativo à fi bra muscular Exercíc io Leg Press – total de repet ições = 50 18 repetições (falha) 10/15 segundos 11 repetições (falha) 10/15 segundos 7 repetições (falha) 10/15 segundos 7 repetições (falha) 10/15 segundos 4 repetições (falha) 10/15 segundos 3 repetições (falha) 4545 Chronic Adapptations to Eccentric Training: A Systematic Review Jamie Douglas 1,2 • Simon Pearson 1,2 • Angus Ross 2 • Mike McGuigan 8,4 Sports Med Published online: 19 September 2016 SSC [3] Eccentric training can elicit greater increases in muscle CSA than concentric or traditional resistance training. High levels of mechanical tension per active motor unit [91], stretch-induced strain [78], and a greater pro- pensity for EIMD [119] with eccentric training may stimulate anabolic signalling to a greater extent than concentric or traditional resistance training [76]. The nature of between modalities [19,20]. Contraction type appears to mediate a region-specifi c hypertrophy; eccentric training tends to induce greater increases in distal mus- cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs to a greater extent following concentric training [37, 40]. It is plausible that reported lit- SSC [3] SSC [SSC [3] SSC [3SSC [3] 3] SSC [3] ] Eccentric training can elicit greater Eccentric training can elicit greater Eccentric training can elicit greater Eccentric training can elicit greater Eccentric training can elicit greater increases in muscle CSA than concentric or increases in muscle CSA than concentric or increases in muscle CSA than concentric or increases in muscle CSA than concentric or increases in muscle CSA than concentric or traditional resistance training. High levels of traditional resistance training. High levels of traditional resistance training. High levels of traditional resistance training. High levels of traditional resistance training. High levels of mechanical tension per active motor unit [91], mechanical tension per active motor unit [mechanical tension per active motor unit [91], mechanical tension per active motor unit [91mechanical tension per active motor unit [91], 91], mechanical tension per active motor unit [91], ], mechanical tension per active motor unit [91], mechanical tension per active motor unit [mechanical tension per active motor unit [91], mechanical tension per active motor unit [ ], mechanical tension per active motor unit [91], ], mechanical tension per active motor unit [91], stretch-induced strain [78], and a greater pro-stretch-induced strain [stretch-induced strain [78], and a greater pro-stretch-induced strain [78stretch-induced strain [78], and a greater pro-78], and a greater pro-stretch-induced strain [78], and a greater pro-], and a greater pro-stretch-induced strain [78], and a greater pro-stretch-induced strain [stretch-induced strain [78], and a greater pro-stretch-induced strain [ ], and a greater pro-stretch-inducedstrain [78], and a greater pro-], and a greater pro-stretch-induced strain [78], and a greater pro- pensity for EIMD [119] with eccentric training pensity for EIMD [pensity for EIMD [119] with eccentric training pensity for EIMD [119pensity for EIMD [119] with eccentric training 119] with eccentric training pensity for EIMD [119] with eccentric training ] with eccentric training pensity for EIMD [119] with eccentric training may stimulate anabolic signalling to a greater may stimulate anabolic signalling to a greater may stimulate anabolic signalling to a greater may stimulate anabolic signalling to a greater may stimulate anabolic signalling to a greater extent than concentric or traditional resistance extent than concentric or traditional resistance extent than concentric or traditional resistance extent than concentric or traditional resistance training [76]. training [training [76]. training [76training [76]. 76]. training [76]. ]. training [76]. training [training [76]. training [ ]. training [76]. ]. training [76]. The nature of between modalities The nature of between modalities The nature of between modalities The nature of between modalities [19,20]. Contraction type appears to mediate a [[19,20]. Contraction type appears to mediate a [19,20[19,20]. Contraction type appears to mediate a 19,20]. Contraction type appears to mediate a [19,20]. Contraction type appears to mediate a ]. Contraction type appears to mediate a region-specifi c hypertrophy; region-specifi c hypertrophy; eccentric training region-specifi c hypertrophy; region-specifi c hypertrophy; eccentric training region-specifi c hypertrophy; eccentric training eccentric training region-specifi c hypertrophy; eccentric training eccentric training region-specifi c hypertrophy; eccentric training eccentric training region-specifi c hypertrophy; eccentric training region-specifi c hypertrophy; eccentric training tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus-tends to induce greater increases in distal mus- cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs cle size, while mid-muscle hyypertrophy occurs to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training to a greater extent following concentric training [37, 40]. It is plausible that reported lit-[[37, 40]. It is plausible that reported lit-[37, 40[37, 40]. It is plausible that reported lit-37, 40]. It is plausible that reported lit-[37, 40]. It is plausible that reported lit-]. It is plausible that reported lit- O RN promove maiores níveis de hipertrofi a em relação ao treinamento concêntrico ou tradicional. Altos níveis de tensão mecânica por UM ativa, tensão em condições de alongamento e microlesões no RN podem estimular sinalização anabólica em níveis maiores que no treinamento tradicional O RN tende a induzir maior hipetrofi a na porção distal dos músculos, enquanto que o treinamento tradicional promove melhores respostas na porção medial do ventre muscular. Repetições Parciais • Caracterizado pela execução de movimentos com menor amplitude em cada série. • O sistema possui vantagens relativas ao aumento importante da sobrecar- ga/peso durante o exercício. • Entretanto, tal incremento produz maior estresse articular. • Dessa forma, o sistema de repetições parciais deve ser utilizado por curtos períodos dentro do processo de treinamento, cujo objetivo é intensifi car o estresse muscular ou aumento da sobrecarga quando o cliente já não con- segue avançar no peso. • Pode ser utilizado alternando-se a amplitude articular em cada série ou até mesmo em um novo exercício. 4646 Método Set 21 O set 21 tradicional, muito usado na rosca bíceps, é composto por três fases: • Executar o movimento parcial, da extensão máxima até metade da ampli- tude completa (+/- 90º); • Executar o movimento encurtado, da metade do comprimento angular (+/- 90º) até a contração completa; • Executar o movimento completo. • Pode ser utilizado alternando-se a amplitude articular em cada série ou até mesmo em um novo exercício. Rosca direta 0-90º Rosca direta 90-110º Rosca direta 0-110º 4747 Uma revisão de literatura recente (Lyons & Bagley, 2020) investigou o efeito do método super-lento nos ganhos em força, potência e hipertrofi a de indivíduos com diferentes níveis de treinamento.Para os autores, repetições super-lentas envolvem a realização de pelo menos uma das fases maior que 10 segundos ou 14 segundos para a repetição completa. Repetições lentas envolvem a realização de uma das fases entre 2 e 6,5 segundos ou 13 segundos para a repetição completa. Enquanto, repetições tradicionais envolvem no máximo 4 segundos para a repetição completa. Os resultados sugerem que iniciantes respondem de forma positiva aos 3 tipos de protocolo, porém repetições mais rápidas resultam em maiores ganhos de força e potência.Por outro lado, os protocolos lentos e super- lentos promovem um estímulo de treinamento mais seguro durante a recuperação de uma lesão ou na reabilitação. Além disso, podem facilitar a conexão “músculo-mente” e podem ser úteis no desenvolvimento da técnica de execução dos exercícios.Para indivíduos experientes, o uso de repetições lentas pode ser uma forma de variação de estímulos por curtos períodos ou em fases determinadas da periodização. 4848 OUTROS MÉTODOS GVT FST-7 SST 4949 GVT FST-7 Consiste na realização de 10 séries com 10 repetições (de 60 a 80% 1rm) com intervalo de 30 a 90seg entre elas. consiste na realização de 7 séries (de 60 a 80% 1rm) com intervalo de 30 seg entre elas e realização de um alongamento na musculatura trabalhada. 5050 13 HOMENS STR – ALONGAMENTO TRT – SEM ALONGAM. 6 SERIES 80% 1RM 1 MINUTO DE INTERVALO COM E SEM ALONGAMENTO 5151 SST Método avançado que consiste na modificação de estímulos durante as séries, buscando uma quebra do “efeito platô” em indivíduos treinados. Sarcoplasma Stimulating Training (SST) 1) Variação de tempo • Utiliza-se uma carga que permite a realizacão de 8 repetições até a falha, seguido de um intervalo de 10 segundos, mantendo a mesma carga até que apenas uma repetição seja realizada. • Depois disso, remove-se um total de 20% da carga até chegar a uma repetição, e o procedimento é repetido mais uma vez. • Primeiramente comece executando 6 a 10 repetições; • Dê um intervalo de 45 segundos; • Execute quantas repetições conseguir; • Descanse 30 segundos; • Faça novamente quantas repetições conseguir; • Intervalo de 15 segundos; • Execute novamente quantas repetições forem possíveis; • Dê um intervalo de 5 segundos; Depois você deverá fazer o caminho contrário, ou seja, continuar com o ex- ercício e aumentar progressivamente até chegar aos 45 segundos. Lembrando que no SST com a variação do tempo a carga continua a mesma em todas as séries. 5252 Lima et al (2019) que buscou avaliar as modifi cações de hipertrofi a, força e Percepção subjetiva de esforço e volume levantado, em 3 protocolos distin- tos. • Séries tradicionais com a mesma carga (CON); • Séries com carga reduzidas em 5% (RE5); • Séries com redução de 10% (RE10) da carga inicial. Os exercícios utilizadosforam a rosca direta e a rosca Scott. Para cada ex- ercício foram feitas 3sets, até a falha (10RM), durante 16 semanas (3dias / sem). Participaram do estudo 21 homens com breve experiência em treina- mento.Após a análise dos dados, observou-se que o volume total levantado, a carga para 10RM e o ganho na espessura muscular de bíceps foram semel- hantes entre os grupos, sem diferença signifi cativa. Em relação à PSE, o RE10 apresentou resultados signifi cativamente menores em ambos os exercícios realizados, em relação à CON e RE5. 5353 12 HOMENS TRT SST ANG SST TIM 35 40 45 50 55 60 35 40 45 50 55 60 * * M us cl e th ic kn es s (m m ) ES = 3.63 ES = 2.63 ES = 2.65 Pre Post B SST-CT SST-RIV TRT * * M us cl e th ic kn es s (m m ) ES = 3.36 ES = 2.73 ES = 2.29 A SST-CT SST-RIV TRT 5454 OCLUSÃO VASCULAR PARCIAL 5555 Equipamentos: Manguitos infl áveis com controle computadorizado de pressão Manguitos infl áveis com con- trole analógico de pressão Variável Recomendações / Diretrizes Local de aplicação Ao redor da parte proximal do membro a ser treinado Característica do manguito Largura de 3-6cm para braços e 6-18cm para coxas Pressão para treinamento 40-80% da pressão de oclusão total de repouso Tipo de exercício Uni e multiarticulares Carga 20-40% 1RM Intervalo entre séries 30-60 segundos Intervalo entre exercícios 5 minutos Protocolos populares (1x30 + 3x15; 30” rest); (2 a 4x até a falha; 30-60” rest) 5656 Para hipertrofia muscular, o treinamento com baixas cargas e oclusão vascular mostrou resultados semelhantes ao treinamento tradicional com altas cargas, Aindependente da pressão de oclusão, da largura do manguito e do método de treino. Considerações • Elevada sensação aguda de desconforto - (“queimação”, inchaço) • Atenção especial: — Sensação de dor intensa — Parestesia (dormência) exagerada — Perda de sensibilidade nas extremidades — Temperatura baixa no membro — Tempo de enchimento capilar 5757 Conexão mente-músculo • Consiste em manter o foco de atenção sobre o músculo “alvo” durante toda a execução da série. • O uso de cargas baixas é mais comum nesse método, mas não é uma regra. • 30 homens jovens destreinados: • 2 grupos: • Foco interno (FI): objeto era “esmagar o músculo” • Foco externo (FE): objetivo era “levantar a carga” • Rosca direta e extensão de joelhos, 4x8-12, 3x/sem., 8 sem. 5858 Método “desending set system” publicado no JSCR 1º sequência 75% RM 1. 70 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 2. 60 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 3. 50 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 2 minutos de descanso 2º sequência 70% RM 4. 60 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 5. 50 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 6. 40 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 2 minutos de descanso 3º sequência 65% RM: 7. 60 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 8. 50 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 9. 40 quilos até a falaha concêntrica, pausa 30”; 200 repetições Sistema de queima 10 X 10 repetições. (diminuindo carga/60% a 70% da carga de 8 a 10 repetições em falha máxima) e 10 X 10 repetições. (subindo). Não poderá mudar para outra série sem ter realizado 10 repetições Este sistema de treinamento consiste na execução de um determinado número de repetições de determinado exercício, usando a amplitude completa deste. Quando ocorre a falha concêntrica, executam-se então mais algumas repetições, porém agora com amplitudes parciais (GIANOLLA, 2003). Podemos considerar este um sistema de exaustão, portanto, altamente intenso. Segundo Fleck e Kraemer (2006) pode-se realizar entre 3 e 6 repetições parciais após a falha concêntrica. Os mesmos autores afirmam que ao realizarmos as repetições parciais após a falha concêntrica, teremos um maior número de unidades motoras envolvidas no movimento e também uma maior incidência de microlesões musculares. 5959 Super bomba Esse sistema é realizado para aumentar o “pump” muscular e consequentemente, as resposta anabólicas do corpo. Ele consiste na realização de 15 a 18 séries para cada parte do corpo em específi co. Para isso, usamos de um a três exercícios por grupo muscular na sessão de treinamento, com pausas de 15 segundos entre as séries. As repetições são de cinco a seis (FLECK & KRAEMER, 2006). Fleck & Kraemer (2006) citam que esse sistema pode ser muito exaustivo para treinos de músculos maiores, como é o caso dos dorsais e dos músculos das coxas. 6060 6161 REFERÊNCIAS AHTIAINEN, J. P. et al. Short vs. Long Rest Period Between the Sets in Hypertrophic Resistance Training: Infl uence on Muscle Strength, Size, and Hormonal Adaptations in Trained Men. The Journal of Strength and Condi- tioning Research, v. 19, n. 3, p. 572, ago. 2005 AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Progression Models in Resis- tance Training for Healthy Adults. Medicine & Science in Sports & Exercise, v. 41, n. 3, p. 687–708, mar. 2009. ANDREAZZI, Ingryd Maturo et al. 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