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Coleta de dados e determinação de ideias
1º artigo - Políticas públicas no enfrentamento das questões sociais da população juvenil
Condição social “é a situação, estado ou circunstância de um indivíduo, grupo, população ou localidade, em relação à habitação, escolaridade, infraestrutura sanitária, emprego, pobreza e outros parâmetros socioeconômicos.”
“A cada ano que passa aumenta o número de jovens que se encontram em situações de vulnerabilidade social, acredita-se que esses sujeitos são vítimas de um sistema controlador e formador de desigualdades sociais.” posso falar sobre como o sistema em que somos submetidos a viver, o capitalismo, torna a população cada vez mais vulnerável e incapaz de ter acesso a condições básicas, como saúde e principalmente o conhecimento.
“A precariedade do trabalho com a fragilidade do vínculo social origina o estado da vulnerabilidade social, onde grande parte da população brasileira se encontra. É preciso propor estratégias para alcançar direitos e participação da cidadania de grupos específicos, entre eles se encontram os jovens pobres (LOPES, et al., 2008)”
“Quando se fala de crianças, adolescentes e jovens o assunto é abrangente. Um grande desafio para a sociedade é vê-los como sujeitos de direitos, mas esse cenário está longe de ser alcançado, pois mesmo diante de tantas conquistas, eles ainda são vistos de modo especial, como o “futuro da nação”, esquecendo-se do presente cotidiano carregado de miséria, privações, abusos, violência, pouca efetividade do direito a educação e a saúde (BRITES; NUNES, 2015)”
“Segundo Sposati (2009) quanto maior a vulnerabilidade social, maior são os riscos sociais as quais os sujeitos são acometidos, riscos esses que ocasionam danos e privações e que estão relacionados às mais diversas situações como pobreza, desemprego, dificuldades na inserção dos mesmos no mercado de trabalho, doenças, pessoas com deficiência, violência, dentre outros”
2º pesquisa - sociedade do conhecimento e da desigualdade social
“Pedro Demo menciona, segundo Castells, que a atual fase capitalista é global e informacional; informacional porque a produtividade e a competitividade dependem da geração e aplicação de informação baseada em conhecimento eficiente, e global porque o centro da produção esta organizado em escala globalizada , diretamente ou através de conexões entre agentes econômicos, ainda destaca que a sua “marca” é informacional devido a constante competição informativa em base do conhecimento, sendo assim a lucratividade e a competitividade as determinantes atuais da inovação tecnológica e do crescimento da produtividade, é o que ele chama de “informacionalismo”, onde ciência e tecnologia são estendidas amplamente “conhecimento e informação”.”
“A economia intensiva do conhecimento destrói empregos; sim, mas os recria em outra parte, porém devido a crise pela qual passam alguns paises fica difícil aceitar essa visão,a própria intensividade do conhecimento tende a usar mais a inteligência do trabalhador , mas nem todos tem a orientação necessária para adequar-se a tal situação, na prática é a razão pela qual a economia competitiva globalizada aposta na educação básica de qualidade, sendo seu intuito não a cidadania, mas sim a competitividade com base no manejo do conhecimento (tecnologia).”
“A partir disso podemos observar que a economia intensiva de conhecimento contem uma forte tendência de exclusão, proveniente de crises estruturais constantes.A ideia do pleno emprego vem do capitalismo de origem Keynesiana, mas uma enorme camada de trabalhadores sem qualificação se forma e fica estagnada porque essa ideia só beneficia os que estão preparados”
“.assim o mundo divide-se em a parte que produz seu conhecimento e a que o copia; assim torna-se quase que impraticável manter e formular um projeto próprio de desenvolvimento sem manejo adequado de conhecimento,ai surge a nova face da pobreza, mais comprometedora do que a carência material é a pobreza política, a capacidade de organizar o próprio destino com autonomia, sendo o mal maior não a fome, pois tecnologicamente é fácil combate-la, mas a ignorância , a incapacidade de gerar as próprias oportunidades/conhecimentos”
3º pesquisa - G1: Desigualdade entre alunos ricos e pobres no Brasil está entre as maiores do mundo, diz estudo
“Levantamento do Mapa da Aprendizagem, feito pelo Portal Iede com dados do Pisa 2018, mostra que o país tem a 5ª maior desigualdade em matemática e a 3ª maior em leitura e em ciências.”
“O Brasil é um dos países com maior desigualdade de aprendizagem entre os estudantes considerados ricos e pobres, segundo os critérios da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês) mostram que, em todas as provas, o grupo de brasileiros entre os 33% dos alunos de todo o mundo com nível socieconômico (NSE) mais alto teve nota média mais de 100 pontos acima dos 33% de alunos com nível socioeconômico mais baixo.”
"É importante dizer que o Brasil tem conhecimentos e que temos boas escolas. Mas muito do nosso conhecimento está destinado a uma pequena elite." – Ernesto Martins Faria (Portal Iede)
Faria defende que o país foque as políticas públicas de educação na redução dessa desigualdade. "A condição social é muito determinante na formação do aluno. Poderíamos pensar como outros países, que oferecem melhores escolas para alunos de baixa renda, e oferecem melhores salários para que professores lecionem em escolas de baixa renda", ressaltou ele.”
4º artigo - O acesso desigual ao conhecimento científico (NAO <3
“A distribuição desigual da atividade científica gera sérios problemas não só para a comunidade científica dos países em desenvolvimento, mas para o próprio desenvolvimento. Ela acelera a disparidade entre países avançados e em desenvolvimento, criando dificuldades sociais e econômicas no plano nacional e internacional. A idéia de dois mundos científicos é um anátema ao espírito científico. (Annan, 2003, p. 1485).”
“As categorias são cruciais, pois moldam desigualdades e identidades, e sempre estabelecem fronteiras entre os que estão dentro e os que estão fora. Todos os dias nos deparamos com fronteiras sociais. Observamos ou participamos de fronteiras que separam vendedores de compradores, alunos de professores, patrões de empregados, pacientes de médicos ou enfermeiros. Cada uma dessas fronteiras identifica uma relação social que não temos muito trabalho em reconhecer e, se necessário, em negociar. Em todos esses casos, a combinação de uma fronteira com as relações no seu interior e através dela gera, nos dois lados que divide, um sentido de compartilhamento a respeito de seu significado.”
Charles Tilly, 2007. "Unequal Access to Scientific Knowledge," Journal of Human Development and Capabilities, Taylor & Francis Journals, vol. 8(2)
5º artigo - da desigualdade de classe a desigualdade de conhecimento (NAO <3
“Se quisermos ter uma noção de como o conhecimento, enquanto recurso e capacidade de ação aplicável a diversos assuntos (ou multifacetado), envolveu-se na desigualdade social � e o fez não só como um outro conjunto de meios dentre os vários mecanismos e instrumentos materiais tradicionais que produzem e alimentam uma cadeia de hierarquias sociais �, é preciso mencionar as mudanças estruturais como pano de fundo. Também é importante levar em conta que, em tais circunstâncias, o conhecimento gera vantagens e desvantagens sociais mais imediatas e diretas, na forma de poder e autoridade.”
Stehr Nico . From class-based to knowledge-based inequality. Revista Brasileira de Ciências Sociais. 2000, 15(42), [Consultado em 19 de Março de 2024]. ISSN: 0102-6909. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=10704207
6° - prodanov
“Com o objetivo de colocar o pesquisador em contato direto com todo material já escrito sobre o assunto da pesquisa” 
PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico.Novo Hamburgo, RS: Feevale, 2013.
7º -

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