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O aparelho reprodutor feminino consiste em órgãos internos e externos: 
 
 2 ovários – interno. 
 2 tubas uterinas – interno. 
 Útero – interno. 
 Vagina – interno. 
 Vulva – pequenos e grandes lábios e clitóris – externo. 
 
 
 
 
Ovários: 
 
São gônadas femininas com formato e tamanho semelhantes aos de 
uma amêndoa, nos quais se desenvolvem os oócitos (gametas ou células 
germinativas femininas). 
 
São glândulas endócrinas que produzem hormônios sexuais. Cada ovário 
é suspenso por uma curta prega peritoneal ou mesentério, o mesovário. 
 
O mesovário é uma subdivisão de um 
mesentério maior do útero, o ligamento 
largo. 
 
Nas mulheres pré-púberes, a cápsula de 
tecido conjuntivo (túnica albugínea do 
ovário) que forma a superfície do ovário é 
coberta por uma lâmina lisa de mesotélio 
ovariano ou epitélio superficial 
(germinativo), uma única camada de 
células cúbicas que confere à superfície 
uma aparência acinzentada, fosca, que 
contrasta com a superfície brilhante do 
mesovário peritoneal adjacente com o 
qual é contínua.** 
 
Depois da puberdade, há fibrose e 
distorção progressiva do epitélio 
superficial ovariano, em razão da 
repetida ruptura de folículos ovarianos e liberação de oócitos durante a 
oocitação. A fibrose é menor em usuárias de contraceptivos orais 
 
Os vasos sanguíneos e linfáticos e os nervos ovarianos cruzam a margem 
da pelve, entrando e saindo da face superolateral do ovário dentro de 
uma prega peritoneal, o ligamento suspensor do ovário, que se torna 
contínuo com o mesovário do ligamento largo. 
 
Medialmente no mesovário, um ligamento útero-ovárico curto fixa o 
ovário ao útero. Consequentemente, os ovários costumam ser 
encontrados lateralmente entre o útero e a parede lateral da pelve 
durante um exame manual ou ultrassonográfico da pelve. 
 
O ligamento útero-ovárico é um remanescente da parte superior do 
gubernáculo ovariano do feto. O ligamento útero-ovárico une a 
extremidade proximal (uterina) do ovário ao ângulo lateral do útero, 
imediatamente inferior à entrada da tuba uterina. Como o ovário está 
suspenso na cavidade peritoneal e sua superfície não é coberta por 
peritônio, o oócito expelido na ovulação passa para a cavidade 
peritoneal. Entretanto, sua vida intraperitoneal é curta porque 
geralmente é aprisionado pelas fímbrias do infundíbulo da tuba uterina e 
conduzido para a ampola, onde pode ser fertilizado. 
 
 
 
 
** O ovário é dividido entre porção 
medular e cortical. A porção 
medular, que é mais centralizada, 
é basicamente composta de 
tecido conjuntivo frouxo 
vascularizado e a porção cortical, 
que é mais periférica, contém as 
estruturas funcionais dos ovários 
(folículos ovarianos e corpos 
lúteos). Sua superfície é revestida 
de epitélio cúbico simples (epitélio 
superficial ou germinativo), sob o 
qual, encontra-se uma camada 
de tecido conjuntivo denso não 
modelado, a túnica albugínea. 
 
 
 
 Folículos ovarianos: Encontrados no estroma da porção cortical do 
ovário, os folículos são compostos pelo ovócito e pelas células 
foliculares que o envolvem. De acordo com o grau de 
desenvolvimento desses folículos, eles podem ser classificados em: 
o Folículos primordiais: Ao nascimento, todos os folículos, até 
então, denominados primordiais, já estão formados e 
presentes nos ovários. Os folículos primordiais não secretam 
ou respondem à ação hormonal, e consistem em um ovócito 
primário envolvido por uma única camada de células 
foliculares pavimentosas. A partir da puberdade, a cada 
ciclo um pequeno grupo de folículos primordiais inicia um 
processo de crescimento e desenvolvimento folicular. 
o Folículos primários: Uma vez recrutados, a partir da 
puberdade e de maneira cíclica (a cada ciclo um grupo de 
folículos primordiais é ativado para entrar em crescimento), 
os folículos primordiais se desenvolvem e crescem dando 
origem aos folículos primários. Estes são constituídos por um 
ovócito primário circundado por uma única camada de 
células foliculares cúbicas, seguidas de células do estroma 
de tecido conjuntivo. 
o Folículos secundários: Na sequência do desenvolvimento 
folicular, as células foliculares iniciam uma fase de 
proliferação por mitose aumentando o número de camadas 
celulares, quando então o ovócito primário passa a ser 
circundado por um epitélio cúbico estratificado (2 ou mais 
camadas de células foliculares), sendo agora classificado 
como folículo secundário. As células foliculares são 
chamadas de células da granulosa. Nos folículos 
secundários, algumas células do tecido conjuntivo que 
circundam externamente o folículo formam a camada de 
células alongadas chamada de teca interna. Além disso, 
neste estágio ocorre a formação da zona pelúcida, uma fina 
camada de glicoproteínas produzidas pelas células da 
granulosa e que envolve o ovócito primário (é observada 
entre o ovócito e suas células da granulosa), responsável por 
garantir a penetração de somente um único 
espermatozoide e evitar a polispermia durante o processo de 
fertilização. A zona pelúcida também protege o embrião na 
fase livre do desenvolvimento inicial (clivagem a blastocisto), 
enquanto se desloca pela tuba uterina até chegar ao útero. 
Alguns dias após a chegada ao útero, o embrião perde a 
zona pelúcida (eclosão) para poder realizar o processo de 
implantação com sua fixação na parede do útero materno. 
Os folículos secundários podem ser estimulados pelo 
Hormônio Folículo Estimulante (FSH) da adenohipófise para 
seu crescimento e para a produção de estradiol. Ao longo 
do desenvolvimento folicular, a secreção das células do 
folículo irá se acumulando no interior do mesmo. 
o Folículos terciários (de Graaf ou maduros): Á medida que as 
células secretam fluido no interior do folículo, esse fluido 
folicular vai se acumulando e separando as células 
formando pequenas cavidades (antros) preenchidas com 
esse fluido. Na medida em que os folículos crescem e 
acumulam fluidos, os vários pequenos antros coalescem (se 
juntam), constituindo um único e grande antro. A partir do 
momento que o folículo ovariano acumula fluido 
apresentando antro, ele é chamado de folículo antral ou 
terciário (os estágios anteriores do primordial ao secundário 
são chamados coletivamente de folículos pré-antrais). A 
camada da Teca será dividida em teca externa (fibrosa) e 
teca interna (com células secretoras de esteroides). No final 
desse estágio de desenvolvimento, o folículo resultante 
contará com um grande antro repleto de líquido ou fluido 
folicular, contendo o ovócito primário deslocado para a 
periferia do mesmo. As várias camadas de células da 
granulosa agora se dividem em duas populações, as células 
da granulosa murais (revestem internamente o antro folicular 
e têm função de secretar estradiol e outras substâncias) e as 
células do cumulus oophorus (circundam diretamente o 
ovócito e têm função de secretar substâncias importantes 
para o desenvolvimento do ovócito). Nesta fase, a primeira 
camada de células do cumulus que envolve diretamente o 
ovócito, apresenta células com prolongamentos de sua 
membrana plasmática que atravessam a zona pelúcida e 
formam junções comunicantes diretamente com a 
membrana plasmática do gameta feminino. Essa parte das 
células do cumulus recebe o nome de corona radiata. As 
demais células do cumulus também apresentem junções 
comunicantes entre si, incluindo aquelas da corona radiata. 
o Folículos atrésicos: Ao longo de um ciclo estral, os folículos 
que iniciam seu desenvolvimento, mas que não chegam à 
ovulação, entram em um processo de morte celular 
chamada de atresia. Os folículos atrésicos, portanto, 
correspondem a folículos em qualquer estágio (I, II ou III) em 
processo de degeneração. 
 Quanto ao desenvolvimento do ovócito, enquanto os folículos 
ovarianos se diferenciam e crescem, passando pelas diferentes 
fases, os gametas femininos também crescem em tamanho até o 
início da fase de folículo terciário, quando então o ovócito para de 
crescer, mas o folículo continuacrescendo. 
 Ao longo do crescimento ovocitário e folicular, os gametas 
encontram-se bloqueados na primeira divisão meiótica (ovócitos 
primários em Prófase I, mantidos neste bloqueio meiótico desde a 
vida fetal, quando são também chamados de ovócitos em estágio 
de vesícula germinativa (apresentam um grande núcleo em 
prófase I). 
 Nos ovócitos dos folículos ovarianos já maduros (de Graaf), 
havendo estímulo pelo Hormônio Luteinizante (LH) da 
adenohipófise, ocorre a retomada da meiose I e inicia-se a meiose 
II até a fase de metáfase II (processo de maturação ovocitária), 
quando então se dá o segundo bloqueio meiótico. 
 A meiose II, só será reiniciada e completada após a ovulação, 
mediante o processo de ativação do ovócito que é estimulada 
pela fertilização do mesmo pelo espermatozoide. 
 
Ovulação: Consiste na liberação do ovócito a partir da ruptura da 
parede do folículo maduro. O ovócito, até então bloqueado em prófase 
I da meiose, irá completar sua primeira divisão meiótica pouco antes da 
ovulação. A ovulação é estimulada por um pico de LH, liberado pela 
adenohipófise em resposta aos altos níveis de estrógeno produzidos pelos 
folículos ovarianos em crescimento. 
Com a ruptura da parede folicular, o ovócito deixa o ovário (juntamente 
com as células do cumulus, sendo essa estrutura chamada de complexo 
cumulus-oócito) em direção à tuba uterina onde pode ser fertilizado. 
Caso não ocorra fertilização, o ovócito degenera e é fagocitado. 
 
Corpo Hemorrágico: Resultante do rompimento folicular (ovulação), 
inicialmente se forma o corpo hemorrágico que é um ‘coágulo’ no 
interior do folículo ovulado e que depois dará origem ao corpo lúteo. Tal 
estrutura não está presente em ovinos e aves e dura pouco tempo no 
ovário, sendo logo convertido em Corpo Lúteo (corpo amarelo). 
 
Corpo Lúteo: Responsável pela produção de progesterona, o corpo lúteo 
(corpo amarelo) é uma estrutura resultante da proliferação e 
diferenciação das células da teca interna e da granulosa murais que 
restaram no interior do folículo após a ovulação. A proliferação e 
diferenciação dessas células para formar o corpo lúteo ocorrem por 
estímulo do LH (hormônio luteinizante). O corpo lúteo apresenta-se como 
uma grande estrutura amarelada no ovário. 
 
Sua duração é variável; sem ocorrência de gestação, o corpo lúteo tem 
vida curta e passa pelo processo de regressão (morte celular do corpo 
lúteo), restando em seu lugar uma cicatriz de tecido conjuntivo chamada 
de corpo albicans (corpo branco). 
 
Embora o ovário contenha num dado momento folículos em diferentes 
estágios do desenvolvimento (primordial a terciário), assim como corpo 
lúteo, há algumas variações histológicas que refletem o estado funcional 
do ovário. O ciclo estral (intervalos entre dois estros ou cios) pode ser 
dividido em duas fases gerais de acordo com o hormônio produzido em 
maior quantidade pelo ovário, 
correspondendo à estrutura 
ovariana predominante. 
 
A fase folicular corresponde 
ao período pré-ovulatório com 
predomínio de folículos em 
crescimento e com alta 
secreção de estradiol 
(hormônio importante para 
levar à manifestação do estro, 
cuja secreção pelas células 
da granulosa murais dos 
folículos é estimulada pelo 
FSH). Já a fase luteal 
corresponde ao período 
pósovulatório com a presença 
de um corpo lúteo 
desenvolvido produzindo 
progesterona (hormônio 
importante para manutenção 
da gestação, cuja secreção é 
estimulada nas células do 
corpo lúteo pelo LH). 
 
Tubas Uterinas: 
 
As tubas uterinas (trompas de 
Falópio) conduzem o ovócito, 
que é liberado mensalmente 
de um ovário durante a vida 
fértil, da cavidade peritoneal 
 
A parede das tubas (ovidutos) é composta de 
três camadas: uma mucosa, uma camada 
muscular (músculo liso) e uma serosa. 
 
A mucosa do oviduto, formada por um epitélio 
colunar simples com lâmina própria 
submucosa de tecido conjuntivo frouxo, possui 
dois tipos de células: as ciliadas e as secretoras. 
Os cílios movimentarão uma camada de muco 
(produto das células secretoras). 
 
Esta secreção possui funções nutritivas e 
protetoras para o ovócito e promoverá a 
ativação (capacitação) dos espermatozoides, 
possibilitando a ocorrência do processo de 
fertilização (união dos gametas feminino e 
masculino) e formação do zigoto (embrião 
unicelular). 
 
A contração da camada muscular e a 
atividade das células ciliadas são responsáveis 
pelo transporte do ovócito, ou do embrião se 
ocorrer a fertilização, ao longo do infundíbulo 
e do restante do oviduto em direção ao útero. 
Durante o trajeto do embrião resultante da 
fertilização ocorrem as divisões mitóticas 
embrionárias. 
periovariana para a cavidade uterina. Também são o local habitual de 
fertilização. 
 
As tubas estendem-se lateralmente a partir dos cornos uterinos e se 
abrem na cavidade peritoneal perto dos ovários. As tubas uterinas (cerca 
de 10 cm de comprimento) estão em um mesentério estreito, a 
mesossalpinge, que forma as margens livres anterossuperiores dos 
ligamentos largos. Na disposição “ideal”, tipicamente mostrada pelas 
ilustrações, as tubas estendem-se simetricamente em direção 
posterolateral até as paredes laterais da pelve, onde se curvam anterior 
e superiormente aos ovários no ligamento largo em posição horizontal. 
Na realidade, observadas à ultrassonografia, muitas vezes as tubas estão 
dispostas assimetricamente e uma delas está em posição superior e até 
mesmo posterior em relação ao útero. 
As tubas uterinas podem ser divididas em quatro partes, da região lateral 
para a medial: 
 
 Infundíbulo: a extremidade distal afunilada da tuba que se abre na 
cavidade peritoneal através do óstio abdominal. Os processos 
digitiformes da extremidade fimbriada do infundíbulo (fímbrias) 
abrem-se sobre a face medial do ovário; uma grande fímbria 
ovárica está fixada ao polo superior do ovário. 
 Ampola: a parte mais larga e mais longa da tuba, que começa na 
extremidade medial do infundíbulo; a fertilização do ovócito 
geralmente ocorre na ampola. 
 Istmo: a parte da tuba que tem parede espessa e entra no corno 
uterino. 
 Parte uterina: o segmento intramural curto da tuba que atravessa 
a parede do útero e se abre, através do óstio uterino, para a 
cavidade do útero no corno do útero. 
 
 
 
 
Útero: 
 
O útero tem como principais funções o transporte dos espermatozoides 
em direção ao oviduto, a regulação da função do corpo lúteo, a 
implantação e gestação do embrião/feto e o parto. 
 
O útero é um órgão muscular oco, piriforme, com paredes espessas. O 
embrião e o feto se desenvolvem no útero. As paredes musculares 
adaptam-se ao crescimento do feto e garantem a força para sua 
expulsão durante o parto. O útero não grávido geralmente está 
localizado na pelve menor, com o corpo sobre a bexiga urinária e o colo 
entre a bexiga urinária e o reto. 
 
O útero é uma estrutura muito dinâmica, cujo tamanho e proporções 
modificam-se durante as várias fases da vida. Na mulher adulta, o útero 
geralmente encontra-se antevertido (inclinado anterossuperiormente em 
relação ao eixo da vagina) e antefletido (fletido ou curvado 
anteriormente em relação ao colo, criando o ângulo de flexão), de 
modo que sua massa fica sobre a bexiga urinária. Sendo assim, quando 
a bexiga urinária está vazia, o útero tipicamente situa-se em um plano 
quase transversal. A posição do útero muda com o grau de enchimento 
da bexiga urinária e do reto, e também com a evolução da gravidez. 
 
Embora seu tamanho varie muito, o útero tem cerca de 7,5cm de 
comprimento, 5cm de largura e 2cm de espessura e pesa cerca de 90g. 
O útero pode ser dividido em duas partes principais: o corpo e o colo. O 
corpo do útero, que forma os dois terços superiores do órgão, inclui o 
fundo do útero, a parte arredondada situada superiormente aos óstios 
uterinos. O corpo está situado entre as lâminas do ligamento largo e é 
livremente móvel. Tem duas faces: anterior (relacionada com a bexiga 
urinária) e posterior (intestinal). O corpodo útero é separado do colo pelo 
istmo do útero, um segmento relativamente estreitado, com cerca de 
1cm de comprimento. 
 
 
 
O colo do útero é o terço inferior cilíndrico 
e relativamente estreito do útero, que tem 
comprimento aproximado de 2,5cm em 
uma mulher adulta não grávida. Para fins 
descritivos, é dividido em duas porções: 
uma porção supravaginal entre o istmo e a 
vagina, e uma porção vaginal, que se 
projeta para a parte superior da parede 
anterior da vagina. A porção vaginal 
arredondada circunda o óstio do útero e, 
por sua vez, é circundada por um recesso 
estreito, o fórnice da vagina. A porção 
supravaginal é separada da bexiga 
urinária anteriormente por tecido 
conjuntivo frouxo e do reto posteriormente 
pela escavação retouterina. 
 
A cavidade do útero, semelhante a uma 
fenda, tem cerca de 6cm de comprimento 
do óstio uterino até a parede do fundo do 
útero. Os cornos do útero são as regiões 
superolaterais da cavidade do útero, onde 
penetram as tubas uterinas. A cavidade do 
útero continua inferiormente como o canal 
do colo do útero. O canal fusiforme 
estende-se de um estreitamento no interior 
do istmo do corpo do útero, o óstio anatômico interno, atravessa as 
porções supravaginal e vaginal do colo, comunicando-se com o lúmen 
da vagina através do óstio uterino. A cavidade do útero (em particular, 
o canal do colo do útero) e o lúmen da vagina juntos constituem o canal 
de parto que o feto atravessa ao fim da gestação. 
 
A parede do corpo do útero é formada por três camadas ou lâminas: 
 Perimétrio — a serosa ou revestimento seroso externo — consiste em 
peritônio sustentado por uma fina lâmina de tecido conjuntivo. 
 Miométrio — a camada média de músculo liso — é muito 
distendido (mais extenso, porém muito mais fino) durante a 
gravidez. Os principais ramos dos vasos sanguíneos e nervos do 
útero estão localizados nessa camada. Durante o parto, a 
contração do miométrio é estimulada hormonalmente a intervalos 
cada vez menores para dilatar o óstio do colo do útero e expelir o 
feto e a placenta. Durante a menstruação, as contrações do 
miométrio podem causar cólica. 
 Endométrio — a camada mucosa interna — está firmemente 
aderido ao miométrio subjacente. O endométrio participa 
ativamente do ciclo menstrual, sofrendo modificações de sua 
 
Também é conhecido como cérvix 
uterina, separa o corpo do útero 
da vagina. Sua mucosa é revestida 
por epitélio colunar simples 
secretor de muco seguido de 
lâmina própria submucosa de 
tecido conjuntivo com fibras 
elásticas (em suínos e pequenos 
ruminantes podem existir glândulas 
exócrinas tubulares). Apresenta 
ainda uma túnica muscular (liso) e 
uma serosa. 
 
A secreção do muco cervical é 
importante para a fertilização e 
gestação. Durante a ovulação, 
essas secreções serão mais fluidas, 
facilitando a penetração do 
esperma no útero; na fase luteal ou 
na gestação, serão mais viscosas, 
prevenindo a passagem de 
esperma e de microrganismos 
para o interior do útero. 
estrutura a cada estágio do ciclo. Se houver concepção, o 
blastocisto implanta-se nessa camada; se não houver concepção, 
a face interna dessa camada é eliminada durante a menstruação. 
 
A quantidade de tecido muscular no colo do útero é bem menor do que 
no corpo. O colo do útero é, em sua maior parte, fibroso e consiste 
principalmente em colágeno com uma pequena quantidade de 
músculo liso e elastina. 
 
 
 
 
Vagina: 
 
A vagina, um tubo musculo membranáceo distensível (7 a 9 cm de 
comprimento), estende-se do meio do colo do útero até o óstio da 
vagina, a abertura na sua extremidade inferior. O óstio da vagina, o óstio 
externo da uretra e os ductos da glândula vestibular maior e as glândulas 
vestibulares menores abrem-se no vestíbulo da vagina, a fenda entre os 
lábios menores do pudendo. A parte vaginal do colo do útero está 
localizada anteriormente na parte superior da vagina. 
 
A vagina: 
 Serve como canal para o líquido menstrual. 
 Forma a parte inferior do canal de parto. 
 Recebe o pênis e o ejaculado durante a relação sexual. 
 Comunica-se superiormente com o canal do colo do útero e 
inferiormente com o vestíbulo da vagina. 
 
A vagina geralmente encontra-se colapsada. O óstio costuma estar 
colapsado em direção à linha mediana, de modo que suas paredes 
laterais ficam em contato de cada lado de uma fenda anteroposterior. 
Superiormente ao óstio, 
porém, as paredes 
anterior e posterior 
estão em contato a 
cada lado de uma 
cavidade virtual 
transversal, que tem 
formato de H em corte 
transversal, com 
exceção de sua 
extremidade superior, 
na qual o colo do útero 
as mantém afastadas. 
A vagina situa-se 
posteriormente à 
bexiga urinária e à 
uretra, sendo que esta 
se projeta ao longo da 
linha mediana de sua 
parede anteroinferior. 
A vagina situa-se 
anteriormente ao reto, 
passando entre as 
margens mediais do 
músculo levantador do 
ânus (puborretal). O 
fórnice da vagina, o 
recesso ao redor do 
colo, tem partes 
anterior, posterior e 
lateral. A parte 
posterior do fórnice da 
vagina é a mais 
profunda e tem íntima 
relação com a escavação retouterina. Quatro músculos comprimem a 
vagina e atuam como esfíncteres: pubovaginal, esfíncter externo da 
uretra, esfíncter uretrovaginal e bulboesponjoso. 
 
A vagina está relacionada: 
 Anteriormente com o fundo da bexiga e a uretra. 
 Lateralmente com o músculo levantador do ânus, a fáscia visceral 
da pelve e os ureteres. 
 Posteriormente (da parte inferior para a superior) com o canal anal, 
o reto e a escavação retouterina. 
 
Sua parede é composta por três camadas: mucosa, 
muscular e adventícia. O epitélio da mucosa vaginal é 
do tipo pavimentoso estratificado e sua lâmina 
própria-submucosa é composta de tecido conjuntivo. 
 
A camada muscular é dada por fibras musculares lisas, 
seguida pela túnica adventícia de tecido conjuntivo 
denso rico em fibras elásticas, responsáveis pela 
elasticidade da vagina. 
 
Sob estímulo de estrógenos, o epitélio vaginal poderá 
ainda sintetizar e acumular glicogênio, que será 
metabolizado pelas bactérias vaginais em ácido 
láctico, responsável pelo pH baixo da vagina, agindo 
como uma barreira protetora contra alguns 
microrganismos patogênicos. 
 
A vagina se abre caudalmente no vestíbulo com 
organização similar à da vagina, mas com presença 
de glândulas exócrinas mucosas na sua lâmina 
própria-submucosa. Na camada muscular também 
aparecem fibras de músculo estriado esquelético além 
do liso. Na genitália externa apresenta-se a vulva com 
lábios revestidos de pele (epiderme e derme) com 
glândulas sebáceas e finos pelos, e algumas fibras de 
músculo estriado esquelético na hipoderme. Também 
se observa a presença do clitóris constituído de tecido 
erétil cavernoso e elevada quantidade de 
terminações nervosas. 
 
 
 
 
 
O sistema hormonal feminino, assim como o masculino, consiste em 3 
hierarquias de hormônio: 
 Hormônio de liberação 
hipotalâmica, chamado 
hormônio liberador de 
gonadotrofina (GnRH). 
 Hormônios sexuais hipofisários 
anteriores, o hormônio 
folículo estimulante (FSH) e o 
hormônio luteinizante (LH), 
ambos secretados em 
resposta à liberação de 
GnRH do hipotálamo. 
o FSH: estimula a produção 
de gametas. 
o LH: estimula a produção de hormônios sexuais e é necessário 
para a maturação genética. 
 Hormônios ovarianos, estrogênio e progesterona, secretados 
pelos ovários, em resposta aos 2 hormônios sexuais femininos da 
hipófise anterior. 
o Estrogênios (estradiol): proliferação e crescimento de células 
específicas do corpo, responsáveis pelo desenvolvimento da 
maioria das características sexuais secundárias da mulher. 
Na mulher não grávida normal, os estrogênios são 
secretados em quantidades significativas apenas pelos 
ovários, embora quantidades mínimas também sejam 
secretadas pelos córtices adrenais. Durante a gravidez, uma 
quantidade enorme de estrogênios também é secretada 
pela placenta. 
o Progesterona: preparação do útero para a gravidez e asmamas para a lactação. Na mulher não grávida, 
geralmente a progesterona é secretada em quantidades 
significativas, apenas durante a segunda metade de cada 
ciclo ovariano, pelo corpo lúteo. Na gravidez, grande 
quantidade de progesterona também é secretada pela 
placenta, especialmente depois do 4º mês de gestação. 
 
 
 
 
 
 
Ciclo Ovariano: 
 Fase folicular (Inicial e tardia): A primeira parte do ciclo 
ovariano, é um período de crescimento folicular no ovário. Essa 
fase é a que tem duração mais variável, de 10 a 21 dias. 
 Fase ovulatória: Quando um ou mais folículos amadurecem, o 
ovário libera o(s) ovócito(s) durante a ovulação. 
 Fase lútea: A fase do 
ciclo ovariano que segue a 
ovulação é conhecida como 
pós-ovulatória ou fase lútea. 
O segundo nome tem origem 
na transformação do folículo 
rompido em um corpo lúteo, 
assim denominado devido ao 
pigmento amarelo e aos 
depósitos de lipídeos. O corpo 
lúteo secreta hormônios que 
continuam a preparação 
para a gestação. Se a 
gestação não ocorre, o corpo 
lúteo para de funcionar após 
cerca de duas semanas, e o 
ciclo ovariano é reiniciado. A 
degeneração do corpo lúteo 
ocorre 14 dias após a 
ovulação. 
 
Ciclo Uterino: 
 Menstruação: O começo da fase 
folicular no ovário corresponde ao 
sangramento menstrual do útero. 
Descamação do endométrio. 
 Fase proliferativa: A parte final da 
fase folicular do ovário 
corresponde à fase proliferativa no 
útero, durante a qual o 
endométrio produz uma nova 
camada de células em 
antecipação à gestação. 
 Fase secretora: Após a ovulação, 
os hormônios liberados pelo corpo 
lúteo convertem o endométrio 
espessado em uma estrutura 
secretora. Assim, a fase lútea do 
ciclo ovariano corresponde à fase 
secretora do ciclo uterino. Se não ocorrer gravidez, as camadas 
superficiais do endométrio secretor são perdidas durante a 
menstruação, quando o ciclo uterino inicia novamente. 
 
 
 
O óvulo permanece viável e capaz de ser 
fertilizado depois de ser expelido do ovário por 
período provavelmente não superior a 24 
horas. Portanto, é preciso haver 
espermatozoide disponível logo depois da 
ovulação para haver fertilização. Alguns 
espermatozoides podem permanecer férteis 
no aparelho reprodutor feminino por até cinco 
dias. Portanto, para que ocorra a fertilização, 
o intercurso deve ocorrer entre 4 e 5 dias antes 
da ovulação até algumas horas depois da 
ovulação. Assim, o período de fertilidade 
feminina durante cada mês é curto, em torno 
de 4 a 5 dias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comportamentais: 
 Coito interrompido: retirada do pênis de dentro da vagina antes do 
início da ejaculação – alto índice de falha. 
 Tabelinha: determinação do período fértil, com abstinência de 
relações sexuais, exigindo, para seu cálculo, a análise de 6 a 12 
ciclos menstruais espontâneos – não é muito eficaz na 
adolescência. 
 Método do muco cervical ou método Billings: aspecto do muco e 
da vulva – a cada fase do ciclo menstrual as características variam 
– sendo possível perceber cada fase 
 
 
Barreira: 
 Preservativos masculino e feminino: são os 2 únicos métodos que 
oferecem comprovadamente dupla proteção contra gravidez e 
ISTs – devem ser encorajados na adolescência. 
 Espermicidas 
 
Hormonais: 
 Anticoncepcionais hormonais orais combinados (ACHO): a ação 
contraceptiva baseia-se primariamente na inibição da ovulação 
pela supressão de liberação clínica dos hormônios folículo-
estimulante (FSH) e luteinizante (LH), tornando ainda o muco 
cervical mais espesso. O uso pode ser iniciado em qualquer 
momento do ciclo menstrual, desde que se tenha certeza que não 
existe gravidez, mas recomenda-se iniciar no primeiro dia do ciclo 
menstrual, garantindo a eficácia contraceptiva desde a primeira 
cartela. Os anticoncepcionais hormonais utilizados 
preferencialmente na adolescência são compostos à base de 
etinilestradiol de baixa dosagem (15 a 35 mg), associados a 
diferentes progestógenos, utilizado, em sua grande maioria, em 
compostos monofásicos (mesma dosagem de esteroides em todas 
as pílulas) e em regimes tradicionais de 21 dias com intervalos de 
pausa de 7 dias. 
o Cartela com 21 comprimidos ativos: após tomar o último 
comprimido da cartela, esperar 7 dias e reiniciar nova 
cartela, continuando assim ininterruptamente. Nesse 
intervalo ocorrerá a menstruação. 
o Cartela com 24 comprimidos ativos: após tomar o último 
comprimido da cartela, esperar 4 dias e reiniciar nova 
cartela, continuando assim ininterruptamente. Nesse 
intervalo ocorrerá a menstruação. 
o Cartela com 24 comprimidos ativos e 4 placebos: os 
comprimidos devem ser ingeridos na sequência, 
ininterruptamente, sem intervalo entre as cartelas. Durante a 
tomada do placebo, ocorrerá a menstruação 
o Para evitar a menstruação, existe a opção de escolha do uso 
de ACHO monofásico, com doses de 20 ou 30 mcg de 
etilestradiol, em regime estendido para situações específicas 
(viagens, apresentações, competições). São utilizadas uma 
cartela seguida da outra, sem interrupção, por períodos de 
3 meses ou mais, ou ainda com pausas a cada 2 ou 3 meses, 
previamente programadas. 
 Anticoncepcionais orais apenas com progestógeno 
 Anticoncepcional combinado injetável 
 Anticoncepcional injetável apenas com progestógeno 
 Implante subdérmico 
 Anticoncepcional combinado vaginal (anel vaginal) 
 Anticoncepcional combinado transdérmico (adesivo) 
 
Contracepção de emergência: Deve ser utilizado somente em situações 
excepcionais, como após uma relação sem proteção, falha potencial de 
um método anticoncepcional utilizado ou em casos de violência sexual. 
Os métodos mais utilizados são o Yuzpe e os com progestógenos. – 
Podem ser utilizados até 5 dias após a relação sexual e sua eficácia varia 
em função do tempo entre a relação e sua administração, porém 
quanto antes for utilizada, maior a eficácia. 
 
O mecanismo de ação varia conforme o momento do ciclo menstrual 
em que é administrado. Se é utilizado na primeira fase do ciclo menstrual, 
antes do pico de LH, impede ou retarda a ovulação. Na segunda fase do 
ciclo menstrual, atua na modificação do muco cervical, além de interferir 
no transporte dos espermatozoides e do óvulo nas trompas. 
 
Dispositivos intrauterinos (DIU): O DIU de cobre promove uma resposta 
inflamatória intrauterina de ação de espermicida, não interferindo na 
ovulação. O DIU com progestógeno libera 20 mg de levonogestrel por 
dia, inibindo o crescimento endometrial e aumentando o muco cervical, 
além de promover melhora da dismenorreia e diminuição do fluxo 
menstrual, podendo levar a amenorreia. – Usuárias devem ser 
selecionadas pelo risco de IST (múltiplos parceiros, dependência de 
álcool/drogas, não estar em um relacionamento estável), e não por 
idade/paridade. 
 
Métodos cirúrgicos permanentes: vasectomia e laqueadura tubária. 
 
 
 
 
Puberdade significa o início da fase adulta, e menarca significa o 
primeiro ciclo de menstruação. 
 
O período da puberdade é causado por aumento 
gradual na secreção dos hormônios gonadotrópicos pela 
hipófise, começando em torno dos 8 anos de idade, e 
normalmente culminando no início da puberdade e da 
menstruação, entre 11 e 16 anos de idade, nas meninas 
(em média, aos 13 anos). 
 
Na mulher, assim como nos homens, a hipófise infantil e os ovários são 
capazes de funcionar completamente, se estimulados apropriadamente. 
Entretanto, assim como também é verdadeiro para os homens e por 
motivos ainda não entendidos, o hipotálamo não secreta quantidades 
significativas de GnRH durante a infância. Experimentos revelaram que o 
hipotálamo é capaz de secretar esse hormônio, mas o sinal apropriado 
de alguma outra área do cérebro para desencadear a secreção está 
ausente. Portanto, acredita-se, hoje, que o 
início da puberdade se dê por algum 
processo de amadurecimento que ocorre 
em alguma outra parte do cérebro, talvez 
em algum ponto do sistema límbico. 
 
 
 
 
 
Entre 40 e 50 anos de idade, o ciclo sexual geralmentetorna-se irregular, 
e a ovulação muitas vezes não ocorre. Depois de alguns meses a alguns 
anos, o ciclo cessa totalmente. O período durante o qual o ciclo cessa e 
os hormônios femininos caem a quase zero é denominado menopausa. 
 
A causa da menopausa é o “esgotamento” dos ovários. Durante toda a 
vida reprodutiva da mulher, cerca de 400 dos folículos primordiais 
crescem em folículos maduros e ovulam, e centenas de milhares de 
óvulos degeneram. Em torno dos 45 anos de idade, apenas uns poucos 
folículos primordiais continuam a ser estimulados por FSH e LH e a 
produção de estrogênios pelos ovários diminui à medida que o número 
de folículos primordiais se aproxima de zero. Quando a produção de 
estrogênio cai abaixo de nível crítico, os estrogênios não conseguem 
mais inibir a produção das gonadotropinas FSH e LH. Em vez disso, as 
gonadotropinas FSH e LH (principalmente FSH) são produzidas depois da 
menopausa em quantidades elevadas e contínuas, mas, como os 
folículos primordiais remanescentes ficam atrésicos, a produção de 
estrogênios pelos ovários cai quase a zero. 
 
Se o pico pré-ovulatório de LH não tiver grandeza suficiente, a ovulação não 
ocorrerá, e diz-se que o ciclo é “anovulatório”. As fases do ciclo sexual 
continuam, mas são alteradas das seguintes maneiras: primeiro, a ausência 
de ovulação leva ao não desenvolvimento do corpo lúteo, de maneira que não 
há quase nenhuma secreção de progesterona, durante a última porção do 
ciclo. Em segundo lugar, o ciclo é encurtado por vários dias, mas o ritmo 
continua. Por isso, é provável que a progesterona não seja necessária à 
manutenção do ciclo em si, muito embora possa alterar seu ritmo. 
 
Os primeiros ciclos depois do início da puberdade geralmente são 
anovulatórios, assim como os ciclos que ocorrem alguns meses a anos antes 
da menopausa, talvez porque o pico de LH não seja potente o bastante, 
nessas épocas, para provocar ovulação.
Na época da menopausa, a mulher 
precisa reajustar sua vida de uma que 
era fisiologicamente estimulada pela 
produção de estrogênio e 
progesterona para uma desprovida 
desses hormônios. A perda dos 
estrogênios geralmente causa 
mudanças fisiológicas acentuadas, 
incluindo (1) “fogachos”, 
caracterizados por rubor extremo da 
pele; (2) sensações psíquicas de 
dispneia; (3) irritabilidade; (4) fadiga; 
(5) ansiedade; e (6) diminuição da 
resistência e da calcificação dos ossos 
no corpo inteiro. Esses sintomas são de 
magnitude considerável em apenas 
15% das mulheres e necessitam de 
tratamento. A administração diária de 
estrogênio, em pequenas 
quantidades, normalmente reverte os 
sintomas, e, ao diminuir a dose 
gradativamente, é provável que as 
mulheres na pós-menopausa possam 
evitar sintomas graves. * 
 
 
 
 
 
*Grandes ensaios clínicos têm 
fornecido evidências de que a 
administração de estrogênios após a 
menopausa, embora melhore muitos 
dos sintomas desta, pode aumentar os 
riscos de doença cardiovascular. 
Consequentemente, o tratamento de 
substituição hormonal com estrogênios 
já não é prescrito sistematicamente nas 
mulheres pós-menopáusicas. 
 
No entanto, alguns estudos sugerem 
que o tratamento com estrogênios 
pode realmente reduzir o risco de 
doença cardiovascular caso seja 
iniciado precocemente, nos primeiros 
anos após a menopausa. Portanto, 
neste momento, recomenda-se que as 
mulheres na pós-menopausa, que 
desejam receber tratamento de 
substituição hormonal, falem com seus 
médicos para saber se os benefícios 
superam os riscos.

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