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CARGAS NO SOLO 1 Importância e Aplicabilidade • Comportamento complexo devido ao(s) sistema(s) de amortecimento; • O processo de certificação envolve cargas de pouso e manobras em solo; • Os calculos de carga envolvem situações “bookcase” e de analises racionais (modelos que buscam simular o comportamento da aeronave); 2 Trem de pouso • Existem diversos tipos de trem de pouso e configurações; • Os trens de pouso utilizados em aeronaves modernas são sistemas complexos que são utilizados para dissipar energia e manobrar a aeronave; • Modelos não lineares são necessários para se obter as cargas nos compontentes estruturais. 3 Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 4 • Os sistemas óleo-pneumáticos de amortecimento são os utilizados nos trens de pouso de aeronaves modernas. • Basicamente a idéia é dissipar energia através da passagem de óleo por orifícios de diâmetros determinados e o ar comprimido trabalhando de maneira semelhante a uma mola. Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 5 Considerando a equação geral dos gases. A rigidez da resposta do ar funcionando como mola é não linear, dada pela equação (Assumindo que o óleo é incompressível): Onde P é a pressão (atmosférica mais a interior), V é o volume; C é uma constante e γ é a constante politrópica dos gases (γ=1 para processos isotérmicos – Compressão lenta, γ=1.3-1.4 para processos adiabáticos – Compressão rápida). Considerando a condição de totalmente extendido e totalmente comprimido, tem-se a seguinte relação: Onde A é a área do pistão, z é o deslocamento do pistão para a condição completamente extendida. O subscrito ∞ é para a condição completamente extendida. Não confundir a condição completamente extendida com o curso do pistão utilizado durante a operação (stroke), normalmente há uma diferença de 10% entre as duas condições (evita dar batente). Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 6 Para se determinar o curso do pistão, zs, (não a condição totalmente extendida), procede-se com o balanço de energia para a condição mais critica de pouso e desconsiderando a deformação do pneu. Onde m é a massa da aeronave, We é a velocidade vertical da aeronave, FLG é a força no trem de pouso, ηs é a eficiência do sistema de amortecimento (valor típico 0.8) e zs é o curso do pistão. O fator de carga, nLG, pode ser considerado entre 2 a 2.5. Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 7 Os parâmetros para a “mola” de gás podem ser estimados utilizando o seguinte procedimento: Determinar a área A considerando uma pressão (Ps) de 100 bar para equilibrar o peso da aeronave; Assumir que a pressão PC (pressão completamente extendido) e P ∞ como sendo P C =3P s e P ∞ =0.25P S ; Utilizando a lei dos gases com γ=1, resultando em uma razão de volumes de V ∞ /V C =12; Da geometria tem-se V ∞ =V C +12Az s , chega-se z ∞ =1.091z s . Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 8 O amortecimento é controlado pelo fluxo de óleo quando passa através de orifícios quando o amortecedor é comprimido, e de modo análgo pela passagem de óleo por orifícios no retorno do amortecedor; O retorno do amortecedro também é um parâmetro importante para ser controlado de modo a evitar que o mesmo jogue a aeronave para cima. Utilizando a lei de Bernoulli, tem-se: Onde DC é o diâmetro do orifício na compressão e DR é o diâmetro do orifício no retorno (DR é de 15 a 20 vezes maior que DC) Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 9 O trem de pouso possui basicamente doi sistemas de amortecimento em série, o amortecedor e o pneu. O comportamento dinâmico desse sistema é bastante complexo e influi nas cargas de pouso, taxi, decolagem, etc. Quando a dinâmica do pneu é incluida na modelagem, o curso do amortecedor reduz de maneira significativa, o que influi nos carregamentos das estruturas de suporte do trem de pouso. Esse sistema pode ser modelado como possuindo dois graus de liberdade. Vale mencionar que o comportamento real do pneu é bastante complexo e não linear. Modelagem do trem de pouso Amortecedores óleo-pneumáticos 10 Na maioria das configurações de trem de pouso há 3 pontos de apoio, o que permite determinar os carregamentos de cada trem de pouso através de equaços de equilibrio. Porém há aeronaves, como o 747, A380, etc onde são utilizados trem de pouso auxiliares, nesse caso o sistema estaticamente indeterminado, e considerações sobre a flexibilidade da aeronave deve ser considerada. Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso 11 Taxi pode ser considerado como sendo o movimento da aeronave antes de decolage e após o pouso. Curvas e freadas são consideradas separadamente. Como as pistas de taxi não são suaves, estas provocam cargas na estrutura da aeronave. Como esses carregamentos não são estáticos, estes podem excitar modos estruturais da aeronave, portanto questões de flexibilidade devem ser consideradas. Adicionalmente as cargas no solo também são relevantes para o conforto da tripulação e passageiros Como o perfil das imperfeições da pista variam bastante de aeroporto para aeroporto, o perfil da pista de São Franciso 28R foi escolhido como padrão. O perfil da pista é definido em relação a uma referẽncia plana e o sentido positivo é para baixo (considera-se que o perfil é constante na largura). Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso 12 Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso 13 Alguns casos de carga relacionados com a resposta da aeronave para uma dada lombada ou depressão são necessárias para o processo de certificação. Uma depressão com perfil dado por uma relação 1-cos conforme mostra a figura abaixo: Sabe-se que o trem do nariz passará em um momento diferente que o trem de pouso principal, provocando velocidade vertical (heave) e arfagem na aeronave. Portanto pode-se calibrar a depressão de modo que esta possua o perfil mais critico para a aeronave (excita modos de heave, pitch e modos flexíveis da aeronave). Assim como para turbulência, onde era investigado o comportamento da aeronave para diversos comprimentos, procede-se da mesma maneira para esse caso de carga em solo. Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso 14 Para a solução do sistema de equações são necessários h(t) e dh(t)/dt. O valor de h(t) é igual ao valor de h(x) em um dado instante de tempo. Já dh(t)/dt depende do perfil do pavimento e da velocidade da aeronave (TAS), portanto utilizando a regra da cadeia: Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso: Aeronave Rígida 15 Considere a aeronave rígida suportada por trem de pouso de comportamento linear. O comportamento da aeronave (heave e pitch) é dado em relação ao seu centro de massa relativo a uma referência plana (aeronave em equilibrio). Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso: Aeronave Rígida 16 Considere o centro de massa da aeronave como referência em relação ao inicio da pista para se escrever as distâncias do trem de pouso do nariz e o principal. Considerando que a dissipação de energia se dá pela compressão assim como pela taxa de compressão do trem de pouso, e aplicando o teorema de Lagrange nas equações de energia cinética, energia elástica e de dissipação de energia, chega-se no seguinte sistema de equações: Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso: Aeronave Flexível 17 Os casos de carga devido ao taxi, para aeronaves comerciais, sempre consideram os efeitos da flexibilidade. As equações para simular o comportamento do trem de pouso são bastante complexas e não lineares, o que na maioria das vezes não são facilmente acopladas com o comportamento da aeronave de maneira direta. Ao invez de resolver somente um sistema, as equações do trem de pouso podem ser escritas separadamente e resolvidas de forma simultânea com o sistema que representa a dinâmica da aeronave (As forças de um sistema sãoas saidas do sistema do trem de pouso e entrada para o sistema da aeronave). As mesmas considerações de referências e de condições inicias do caso rígido são aplicadas para o caso flexível. Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso: Aeronave Flexível 18 O sistema de equações para a aeronave flexível é dado por: Para o comportamento linear do trem de pouso tem-se as seguinte equações: Cargas devido ao taxi, decolagem e corrida de pouso: Aeronave Flexível 19 A resposta da aeronave é obtida através da solução simultânea dos sistemas de equação da aeronave e trem de pouso. A resposta modal e acelerações podem ser transformadas em deslocamentos através da equação (para o caso do piloto): Cargas de pouso 20 As cargas de pouso são casos críticos tanto para a estrutura da aeronave quanto para o trem de pouso, uma vez que uma quantidade significativa de energia deve ser dissipada. Os regulamentos pedem a análise de diversas condições de pouso: 2 pontos (trem de pouso principal e depois o de nariz com aeronave nivelada e com a cauda baixa), 3 pontos (todos os trens de pouso tocam a pista ao mesmo tempo), pouso com um trem de pouso e pouso com vento de través (caranguejando). A sustentação da aeronave não deve ser maior que o peso da mesma. O coeficiente de atrito pode ser obtido de acorodo com as condições da pista e pneu, porém não podem ser maiores que 0.8. Considerar as inércias para a condição de MLW com velocidade vertical de 10 ft/s e MTOW com 6 ft/s. “Spin up” e “Spring back” As velocidades operacionais da aeronave devem considerar tanto condições normais como levar em considerações operações em dias quentes (aumento da velocidade de estol). Cargas de pouso 21 Pouso em dois pontos (Aeronave rígida) e trem de pouso linear – 1 grau de liberdade Assume-se: - sustentação igual ao peso (inicialmente); -Aeronave trimada; A equação do sistema fica: Zm é medido a partir da posição completamente extendida; O peso é constante (SAG do sistema de suspensão); No momento do toque com o solo, a aeronave desce com uma velocidade We. O movimento para frente da aeronave leva ao spring back da perna do trem de pouso e deve ser considerado (ignorado nesse primeiro modelo). Cargas de pouso 22 Pouso em dois pontos (Aeronave rígida) e trem de pouso linear – 1 grau de liberdade As condições iniciais: A solução para uma entreda degrau é: Onde: Cargas de pouso 23 Pouso em dois pontos (Aeronave flexível) e trem de pouso linear. O sistema de equações para aeronave flexível no pouso é apresentado abaixo: Condições iniciais q(0)=0 A deformada da aeronave é dado por: Cargas de pouso 24 Pouso em dois pontos (Bookcases) Podem ocorrer duas situações para o pouso em dois pontos. Nivelado Como L=W Considerando o empuxo igual ao arrasto Cargas de pouso 25 Pouso em dois pontos (Bookcases) Tail down Fazendo a somatória de momentos em torno do centro de gravidade obtem-se a aceleração de arfagem para manter a aeronave equilibrada durante o pouso Onde Eax=E-rr; rr é o raio do pneu Cargas de pouso 26 Pouso em dois pontos (Bookcases) Considerando a aeronave rígida, o fator de carga total em z Considerando a aeronave rígida, o fator de carga total em x, considerando o arrasto no trem de pouso principal igual a 25% da força de reação vertical máxima (FAR) A aceleração de arfagem (desconsiderando o empuxo e assumindo a relação de 25% entre arrasto dos pneus e força vertical) Cargas de pouso 27 Pouso em três pontos (Bookcases) Os trens de pouso da aeronave toca o solo ao mesmo tempo. Condição critica para o trem de pouso do nariz e estrutura de suporte (pouso em 2 pontos é condição critica para o trem de pouso principal). Fazendo somatória de forças em z e considerando L=W Fazendo somatória de forças em x Cargas de pouso 28 Pouso em três pontos (Bookcases) No pouso de três pontos assume-se que o momento de arfagem é resistido pelo trem de pouso do nariz (aceleração de arfagem zero). Maximiza as forças no trem de pouso de nariz. Fazendo somatória de momentos As dimensões rr referen-se ao diâmetro do pneu do trem principal e de nariz Cargas de pouso 29 Pouso em três pontos (Bookcases) Procedendo da mesma forma, pode-se obter as forças no trem de pouso de nariz. Assume-se: 1-Durante o pouso, T=D; 2-O momento de arfagem devido ao empuxo do motor pode ser desconsiderado (somente se for razoável assumir essa hipótese); 3-A razão entre força de arrasto (em x) e força vertical máxima (em z) pode ser considerado como 0.25 e ocorrem ao mesmo tempo. Reescrevendo as equações acima em função do fator de carga em z Cargas de pouso 30 Pouso com 1 trem de pouso (Bookcases) Assume-se a aeronave estando nivelada e somente 1 dos trens de pouso principal toca a pista. Segundo os regulamentos os carregamentos verticais são semelhantes aos obtidos para o pouso com três pontos e todas as forças externas não balanceadas devem ser compensadas pela inércia da aeronave. Cargas de pouso 31 Pouso com cargas laterais (Caranguejando) (Bookcases) Assume-se a aeronave estando nivelada com o tren de pouso principal tocando a pista. As cargas laterais são assumidas como sendo 80% da carga vertical máxima para o trem do lado interno (direçã do nariz) e 60% da carga vertical máxima para o trem do lado externo. Cargas no solo 32 Frenagem O caso de carga gerado por uma decolagem abortada (rejected take off), onde a aeronave pesade e em alta velocidade é desacelerada até parar completamente, é um caso crítico e deve ser analisado. O coeficiente de atrito máximo entre pneu e pista, permitido pelos regulamentos, é de 0.8 Braked Roll A aplicação dos freios leva a uma mudança da distribuição de forças entre o trem principal e o trem de nariz (aumenta a carga no trem do nariz). A análise para certificação desse caso envolve a aeronave com força máxia de frenagem aplicada no trem de pouso principal (coeficiente de atrito=0.8), fator de carga vertical nz=1 e aeronave no peso de rampa. São considerados dois casos: Trem de pouso do nariz em contato com o solo e trem de pouso do nariz sem encostar o solo. Cargas no solo 33 Braked Roll Trem de pouso do nariz em contato com o solo Assume-se aceleração de arfagem e sustentação nulas; Para o trem de pouso principal tem-se: Para o trem do nariz: Cargas no solo 34 Braked Roll Trem de pouso do nariz sem contato com o solo Assume-se aceleração de arfagem e sustentação nulas; Para o trem de pouso principal tem-se: Para o trem do nariz: Aceleração de arfagem Cargas no solo 35 Braked Roll Efeito da taxa de derrapagem. O coeficiente de atrito entre pneu e pista se comporta de maneira complexa e é uma função não linear da taxa de escorregamento (SR) definida como: Onde r é o raio do pneu, V é a velocidade tangencial da aeronave Tipicamente SR=0.05~0.3 o coeficiente de atrito atinge o seu valor máximo. Cargas no solo 36 Braked Roll Quando o freio é aplicado, a velocidade média circunferêncial da aeronave é menor que a velocidade tangencial da aeonave devido a deformação do pneu e ao escorregamento do pneu. O coeficiente de atrito, como mencionado anteeriormente, não é um valor fixo. Mas para uma análise conservadora, para cargas, pode-se supor que o mesmo permaneça constante igual ao seu valor máximo. As equações são: Cargas no solo 37 Spin UP e Spring Back Aceleração do pneu (Spin up) e Retorno do trem de pouso (Spring back) Durante o contato com o solo, os pneus são acelerados do repouso até a velocidade da aeronave (tangencial). Durante esse processo são geradas forças que levam a um deslocamento para trás da perna do trem de pouso. Quando o pneu começa a rodar com a velocidade da aeronave, essa força diminui e a perna do trem de pouso retorna (spring back). Segundo os regulamentos deve ser considerados esses dois aspectos nos calculos das cargas combinados com as cargas verticais. O coeficiente de atrito usado para o calculodo arrasto devido ao spin up não precisa ser maior do que 0.8. Cargas no solo 38 Spin Up e Spring Back Aceleração do pneu (Spin up) e Retorno do trem de pouso (Spring back) A razão entre o arrasto devido ao spin up e o spring back podem ser obtidas usando a relação entre a força de arrasto dos pneus com a força vertical considerando um atrito de 0.55 e com o coeficiente dinâmico dado pela figura abaixo: Cargas no solo 39 Spin Up e Spring Back análise racional A aceleração angular do pneu faz com que a razão de escorregamento do pneu em relação ao solo reduza de 1 para 0. Com a aceleração dos pneus, a força de contato entre pneu-pista aumenta até atingir a um máximo. Após esse valor a força de contato diminui. Cargas no solo 40 Spin Up e Spring Back análise racional O coeficiente de atrito instantâneo varia conforme o gráfico do slide anterior. Conhecendo a velocidade ângular, então pode-se obter a razão de escorregamento SR. Cargas no solo 41 Spin Up e Spring Back análise racional Pode-se considerar a perna do trem de pouso rígida. Não tendo acelerações na direção x. A equação de movimento fica: Força de atrito entre pneu e pista acelera a roda. A força de atrito pode ser obtida integrando a equação para obter a velocidade angular, ou utilizando a figura da taxa de escorregamento. Cargas no solo 42 Curvas As curvas podem ser realizadas através do trem de pouso do nariz, diferencial de empuxo e pivotamento em torno de um dos trens principais. Com a aeronave em repouso, executa-se uma curva com a aeronave utilizando o trem de pouso principal, ou através de empuxo assimétrico de modo que os fatores de carga no centro de gravidade da aeronave sejam nz=1 e ny=0.5. A força lateral de reação deve ser 50% da força vertical no trem de pouso. Para o trem do nariz: Para o trem Principal: Cargas no solo 43 Curvas Durante a fase de ensaios é comum fazer testes com excesso de peso, incluindo o de decolagem abortada. A figura ao lado apresenta a relação entre avelocidade da aeronave no solo e o raio de curvatura para o peso máximo de taxi e também com sobrepeso. Com sobrepeso o fator de carga lateral é menor, mantendo assim o mesmo carregamento nos trens de pouso, não ultrapassando as cargas limites para a estrutura. A relação entre raio da curva, fator de carga lateral e velocidade é dada por: Cargas no solo 44 Curvas Curvas utilizando somente o trem do nariz: Assume-se fator de carga vertical de 1g no centro de massa da aeronave. A força lateral desenvolvida pelo trem de pouso de nariz é 80% da força vertical Frenagem assimétrica: Aeronave em equilibrio com aplicação dos freios em somente um dos lados do trem principal e o trem do nariz não gira. Cargas no solo 45 Curvas As forças no trem de pouso do nariz são: As forças no trem de pouso principal são: Os fatores de carga em x, y e z são: Cargas no solo 46 Curvas Pivotamento. Aeronave em equilibrio com um dos trens de pouso principal travados. As forças no trem de pouso do nariz são: As forças no trem de pouso principal são: O torque em torno do trem de pouso é definido: O coeficiente de atrito é de 0.8 Kpiv=1.33, F é igual a distância entre as rodas do mesmo eixo do trem Cargas no solo 47 Reboque As cargas de reboque são especificadas nos regulamentos como função do peso da aeronave e da direção do reboque. As cargas de reboque são aplicadas paralelas ao solo Referências Bibliográficas [1] Wright, Jan R.; Cooper, Jonathan E.; Introduction to Aircraft Aeroelasticity and Loads, 1.ed, England: Wiley, 2007; [2] Lomax, T. L.; Structural Loads Analysis for Commercial Transport Aircraft: Theory and Pratice; AIAA, 1995 48 Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48